Category: Inteligência Artificial (IA)

Tablet com 8 GB de RAM: top 10 modelos para comprar em 2026

Tablet com 8 GB de RAM: top 10 modelos para comprar em 2026

Huawei MatePad Mini é boa opção de tablet com 8 GB de RAM (Imagem: Ana Marques / Tecnoblog)

A escolha do melhor tablet com 8 GB de RAM depende das necessidades de cada usuário, mas é importante avaliar critérios como desempenho, qualidade de tela, autonomia de bateria e acessórios inclusos no pacote.

Enquanto alguns modelos priorizam o processamento para multitarefa pesada e jogos; outros focam em atividades mais simples com caneta e teclado na caixa. Também vale observar a taxa de atualização do painel e o suporte a redes 4G ou 5G, visto que existem versões limitadas ao Wi-Fi.

Neste guia, o Tecnoblog lista os 10 melhores tablets com 8 GB de RAM do mercado e apresenta as especificações de cada modelo para auxiliar você a encontrar o aparelho ideal para sua rotina.

Melhor escolha
1

Galaxy Tab S10 FE+
Tela imersiva de 13,1″ com 90 Hz, carregamento rápido de 45 W, resistência IP68, capa e caneta inclusas.

2

Galaxy Tab S10 FE
Conectividade 5G, bateria duradoura e à prova d’água com ótimo custo-benefício.

26% OFF Ver preço

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3

iPad Mini (A17 Pro, 2024)
Leve e portátil, oferece ótimo desempenho em jogos, suporte ao Apple Intelligence e compatível com Apple Pencil Pro.

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4

Huawei MatePad Mini
Tela OLED vibrante de alta taxa de atualização, bateria duradoura e carregamento ultrarrápido para seu dia a dia.

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5

Galaxy Tab S10 Lite
Tela ampla com caneta inclusa, bateria que dura dias e espaço expansível para tudo que você precisa.

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8% OFF Ver preço

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6

Galaxy Tab A11+ 5G
Tela ampla de 90 Hz, áudio imersivo, bateria duradoura, design elegante em alumínio e atualizações por 7 anos.

15% OFF Ver preço

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7

Redmi Pad 2
Tela ampla de 11 polegadas, desempenho ágil e armazenamento expansível para suas tarefas diárias.

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8

Lenovo Idea Tab
Tela 2.5K de 11″ com 90Hz, capa, teclado e caneta inclusos, bateria duradoura, IA integrada e suporte a microSD.

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9

Galaxy Tab A11
Atualizações até Android 22, tela de 90Hz, áudio Dolby Atmos e compatibilidade com IA.

23% OFF Ver preço

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10

Positivo Vision TAB 11
Caneta e capa inclusas, conexão 4G para uso em qualquer lugar e armazenamento expansível via microSD.

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44% OFF Ver preço

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Os melhores tablets com 8 GB de RAMGalaxy Tab S10 FE+Galaxy Tab S10 FEiPad Mini (A17 Pro, 2024)Huawei MatePad MiniGalaxy Tab S10 LiteGalaxy Tab A11+ 5GRedmi Pad 2Lenovo Idea TabGalaxy Tab A11Positivo Vision Tab 11Como escolher o melhor tablet com 8 GB em 2026?Qual o mínimo de RAM que um tablet deve ter para evitar travamentos?Qual é o melhor tablet barato com 8 GB de RAM?Qual é o melhor tablet Samsung com 8 GB de RAM?Qual é o melhor tablet de 8 GB com caneta?

Galaxy Tab S10 FE+

Galaxy Tab S10 FE+

Prós

Tela grande de 13,1″ e taxa de 90 Hz
Suporta carregamento de 45 W
Certificação IP68
Capa e caneta inclusas

Contras

Tecnologia LCD inferior ao AMOLED
Sem suporte a NFC
Peso de 668 g

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O Galaxy Tab S10 FE+ traz tela LCD de 13,1 polegadas, resolução de 2880 × 1800 pixels e 90 Hz, focada em multitarefa, streaming e produtividade.

Ele vem com 8 GB de RAM, 128 GB de armazenamento e processador Exynos 1580, entregando desempenho intermediário, inclusive para gráficos moderados e uso de ferramentas de IA.

O dispositivo tem bateria de 10.090 mAh com carregamento de 45 W, além de incluir capa e caneta para anotações e desenhos, e sua certificação IP68 acrescenta proteção contra água e poeira.

Galaxy Tab S10 FE

Galaxy Tab S10 FE
R$ 2.426,53

Prós

Suporta 5G (chip físico + eSIM)
Boa relação custo-benefício
Bom desempenho geral
Bateria de 8.000 mAh
Certificação IP68
Capa e caneta inclusas

Contras

Tecnologia LCD inferior ao AMOLED
Sem suporte a NFC
S Pen sem Bluetooth

R$ 2.426,53 Mercado Livre
R$ 2.684,44 Mercado Livre
R$ 2.949,00 Mercado Livre

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O Galaxy Tab S10 FE combina a tela LCD de 10,9 polegadas, resolução de 2304 × 1440 pixels e 90 Hz com o processador Exynos 1580 e 8 GB de RAM, conjunto que entrega desempenho potente dentro do segmento intermediário, suportando aplicativos exigentes como Adobe Photoshop e CapCut.

A versão conta com 128 GB de armazenamento expansível via microSD de até 2 TB, além de conectividade 5G e integração com o ecossistema de inteligência artificial Galaxy AI, com recursos como o Circle to Search.

A bateria de 8.000 mAh promete até 20 horas de reprodução contínua de vídeo, enquanto a certificação IP68 assegura resistência contra água e poeira. O modelo também traz a S Pen inclusa no kit junto com a capa para fins artísticos.

iPad Mini (A17 Pro, 2024)

iPad Mini (A17 Pro, 2024)
R$ 3.631,58

Prós

Design leve e portátil com tela de 8,3″
Bom desempenho em jogos com chip A17 Pro
Suporte ao Apple Intelligence
Compatibilidade com Apple Pencil Pro

Contras

Taxa de atualização fixa em 60 Hz
Sem suporte a teclados magnéticos oficiais
Sem Stage Manager
Sem monitor externo independente
Sem Magic Keyboard oficial

R$ 3.631,58 Mercado Livre
R$ 4.510,27 Mercado Livre
R$ 6.299,00 Amazon

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O iPad mini é voltado para quem busca portabilidade. Ele traz 8 GB de RAM, tela Liquid Retina de 8,3 polegadas, resolução de 2266 × 1488 pixels e taxa de atualização de 60 Hz.

Em relação ao desempenho, o modelo é equipado com o chip A17 Pro, que garante alto desempenho em produtividade, jogos e edição de vídeos, além do suporte ao Apple Intelligence.

O formato compacto prioriza o uso para leitura, consumo de mídia e jogos, embora não tenha suporte aos teclados oficiais da Apple e a taxa de atualização limitada a 60 Hz seja um ponto negativo relevante em comparação com outros modelos deste guia.

Huawei MatePad Mini

Huawei MatePad Mini
R$ 4.250,00

Prós

Tela OLED de 8,8″ com até 120 Hz
Resolução de 2560 × 1600 pixels
Carregamento rápido de até 66 W
Design compacto
Compatível com caneta (vendida à parte)

Contras

HarmonyOS não tem serviços Google pré-instalados

R$ 4.250,00 Amazon

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O MatePad Mini é a aposta da Huawei no mercado de tablets compactos. Ele tem uma tela OLED de 8,8 polegadas, resolução de 2560 × 1600 pixels e até 120 Hz, combinação que pode proporcionar excelente definição, contraste e fluidez para leitura e entretenimento.

Com 8 GB de RAM e processador Kirin 9010, o aparelho oferece alto desempenho para multitarefa, edição e jogos. O tablet está disponível em versão com 256 GB de armazenamento.

A bateria tem 6.400 mAh e aguenta a um dia de uso moderado longe das tomadas. Já o carregamento é de até 66 W. Um ponto negativo é o sistema operacional HarmonyOS, que não fornece os serviços Google de forma nativa — entretanto, é possível baixar a Play Store pelo app GBox.

Galaxy Tab S10 Lite

Galaxy Tab S10 Lite
R$ 1.884,58

Prós

Caneta S Pen e capa inclusas
Tela de 10,9″ com 90 Hz
Bateria de 8.000 mAh
Suporte a recursos de IA
Atualizações até 2032

Contras

Painel LCD
Conectividade limitada a Wi-Fi
Câmeras inferiores às do Tab S10 FE

R$ 1.884,58 Mercado Livre
R$ 1.909,70 Mercado Livre
R$ 1.965,13 Mercado Livre

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O Galaxy Tab S10 Lite usa processador Exynos 1380 e uma tela LCD de 10,9 polegadas, sendo uma opção mais básica e acessível do que o Galaxy Tab S10 FE.

O modelo conta com versões de 6 GB ou 8 GB de RAM no mercado brasileiro, além de 128 GB de armazenamento expansível via microSD para até 2 TB. Ele tem bateria de 8.000 mAh para até 16 horas de reprodução de vídeo, segundo a Samsung.

Esse conjunto é voltado a tarefas cotidianas, navegação e entretenimento, além de ilustração — já que a S Pen vem na caixa. O Galaxy Tab S10 Lite oferece recursos de inteligência artificial para produtividade, como o Assistente de Caligrafia e o Assistente Matemático. A marca também garante atualizações de software até 2032.

Galaxy Tab A11+ 5G

Galaxy Tab A11+ 5G
R$ 1.403,01

Prós

Tela grande (11″) com 90 Hz
Áudio estéreo com Dolby Atmos
Boa autonomia de bateria
Design em alumínio
Até 7 anos de atualizações do Android
Suporte ao Samsung DeX
Saída P2 para fone de ouvido

Contras

Tela TFT com contraste e brilho limitados
Engasga em edição de vídeo
Áudio peca nos graves
Câmeras básicas
Carregador de 15 W na caixa
Não é compatível com a S Pen

R$ 1.403,01 Mercado Livre
R$ 1.405,17 Mercado Livre
R$ 1.528,97 Amazon

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O Galaxy Tab A11 Plus é um tablet da Samsung voltado ao uso diário. Ele traz tela TFT LCD de 11 polegadas com taxa de atualização de 90 Hz e resolução Full HD+ (1920 x 1200 pixels), oferecendo mais fluidez em animações e vídeos.

No entanto, a visibilidade sob luz solar é prejudicada pelo baixo brilho, segundo os testes do Tecnoblog.

O tablet intermediário da Samsung tem processador MediaTek Dimensity 7300 e armazenamento de 128 GB, oferecendo uma experiência agradável para uso diário — além da possibilidade de expansão da capacidade via microSD.

Com recursos de inteligência artificial via Galaxy AI, o Tab A11 Plus permite resumir textos, traduzir idiomas e editar imagens nativamente, com uma autonomia para um dia inteiro de uso. A conexão 5G também ajuda a colocar o tablet da Samsung à frente de outros modelos do mercado.

Redmi Pad 2

Redmi Pad 2
R$ 1.064,70

Prós

Tela grande de 11 polegadas
Desempenho para multitarefa leve
Armazenamento de 128 GB expansível

Contras

Capa e caneta não inclusos
Acesso à internet somente Wi-Fi

R$ 1.064,70 Mercado Livre
R$ 1.070,89 Mercado Livre
R$ 1.209,00 Shopee

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O Redmi Pad 2 combina uma tela de 11 polegadas com resolução Quad HD+ (2560 × 1600 pixels) e 90 Hz com o processador MediaTek Helio G100-Ultra, conjunto posicionado no segmento de entrada que atende atividades leves como leitura, navegação e chamadas de vídeo.

O modelo traz 128 GB de armazenamento expansível via cartão microSD e roda o HyperOS baseado no Android 15, com promessa de cinco anos de atualizações de sistema.

De acordo com a Xiaomi, a bateria de 9.000 mAh oferece autonomia estimada de até 17 horas de reprodução contínua de vídeo, e diferentemente de concorrentes diretos, o aparelho opera exclusivamente via Wi-Fi e não inclui capa ou caneta no pacote.

Lenovo Idea Tab

Lenovo Idea Tab
R$ 1.757,00

Prós

Tela grande (11″) com resolução 2.5K e taxa de 90 Hz
Vem com capa, teclado e caneta
Boa autonomia de bateria
Recursos de IA integrados
Suporte a microSD

Contras

Câmeras básicas
Engasga em jogos e apps pesados
Áudio peca nos graves
Sem dados móveis (LTE ou 5G)
Brilho de tela baixo

R$ 1.757,00 Amazon
R$ 1.799,00 Amazon
R$ 1.985,78 Amazon

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O Lenovo Idea Tab se destaca no uso para produtividade, já trazendo capa, teclado e caneta na caixa.

Ele tem tela de 11 polegadas com resolução 2.5K e taxa de atualização de 90 Hz, que entregou excelente qualidade e fluidez para vídeos nos testes feitos pelo Tecnoblog. Porém, o brilho do painel é limitado, o que prejudica a visibilidade em ambientes muito iluminados ou sob luz solar direta.

Com processador MediaTek Dimensity 6300, 8 GB de RAM e 256 GB de armazenamento, o aparelho entregou desempenho fluido para estudos, navegação e tarefas do dia a dia, mas tem limitações em jogos mais exigentes. Outro ponto negativo é a conectividade: modelo funciona exclusivamente via via Wi‑Fi.

Galaxy Tab A11

Galaxy Tab A11
R$ 813,38

Prós

Atualizações até o Android 22
Tela de 90 Hz
Áudio com Dolby Atmos
Compatível com recursos de IA

Contras

Processamento básico
Sem suporte à S Pen

R$ 813,38 Mercado Livre
R$ 979,90 Mercado Livre
R$ 989,90 Mercado Livre

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O Galaxy Tab A11 é um modelo de entrada que utiliza o processador MediaTek Helio G99 e tem 64 GB de armazenamento expansível via microSD de até 2 TB.

Essa ficha técnica atende tarefas básicas do dia a dia, sendo mais indicada para consumo de mídias, navegação na internet e leituras. Caso queira um tablet com caneta, saiba que o modelo não tem suporte à S Pen.

O aparelho busca equilibrar a performance simples com uma tela compacta de 8,7 polegadas e taxa de atualização de 90 Hz, além de sistema de som com suporte à tecnologia Dolby Atmos para melhorar a experiência em vídeos e áudios.

Positivo Vision Tab 11

Positivo Vision TAB 11
R$ 1.379,99

Prós

Inclui caneta e capa protetora
Suporte 4G para uso em qualquer lugar
Armazenamento expandível via microSD

Contras

Resolução da tela baixa (800×480)
Processador e RAM limitados para tarefas pesadas

R$ 1.379,99 Mercado Livre
R$ 1.487,99 Shopee
R$ 1.499,00 Shopee

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O Vision Tab 11 é um tablet da Positivo que combina processador Unisoc T606, 8 GB de RAM e 128 GB de armazenamento, sendo focado em tarefas básicas do dia a dia e usuários menos exigentes.

O aparelho conta com tela de 11 polegadas, bateria de 6.000 mAh e um kit de acessórios que traz capa, carregador e a caneta Vision Pen. No entanto, o aparelho traz carregamento de apenas 10 W, consideravelmente lento em comparação com outros modelos.

Em geral, o aparelho se destaca mais pelo conjunto de acessórios e conectividade do que por desempenho bruto.

Como escolher o melhor tablet com 8 GB em 2026?

Ao comprar um tablet com 8 GB de memória RAM, verifique:

Processador: dê preferência a chipsets intermediários avançados ou de topo de linha (como as séries Exynos 15xx, Dimensity 6000/7000 ou chips da Apple) para garantir que os 8 GB de RAM sejam totalmente aproveitados em multitarefa pesada e jogos;

Qualidade e taxa de atualização da tela: avalie o tipo de painel (OLED para melhores contrastes ou IPS/TFT de alta resolução), e priorize taxas de 90 Hz ou 120 Hz, fundamentais para uma navegação fluida e uso confortável com caneta;

Acessórios e conectividade: considere se o kit original inclui capa e caneta (como a S Pen da Samsung ou o kit de acessórios da Lenovo), economizando no valor final, além da presença de conexões 4G/5G caso precise de mobilidade fora de redes Wi-Fi.

Qual o mínimo de RAM que um tablet deve ter para evitar travamentos?

O mínimo recomendado é de 6 GB de RAM para multitarefa, edição de documentos e uso de redes sociais, sem precisar fechar aplicativos em segundo plano.

Modelos com 4 GB atendem apenas o uso básico infantil e consumo simples de mídias, enquanto opções de 8 GB ou mais são as ideais para produtividade, edições e uso prolongado sem travamentos.

Qual é o melhor tablet barato com 8 GB de RAM?

O Galaxy Tab A11+ é a melhor opção acessível com 8 GB de RAM, reunindo uma tela de 11 polegadas a 90 Hz, bateria de 7.040 mAh e suporte a 5G. O modelo é um ótimo tablet para estudar, entregando desempenho fluido para tarefas do dia a dia e navegação por um preço competitivo dentro da categoria.

Qual é o melhor tablet Samsung com 8 GB de RAM?

O Galaxy Tab S10 FE se destaca como o melhor tablet da Samsung nessa categoria, equilibrando custo-benefício e desempenho.

O modelo traz processador Exynos 1580 com 8 GB de RAM, ideal para multitarefa e produtividade. Ele também traz tela de 10,9 polegadas a 90 Hz, proteção IP68 contra água e poeira, além de recursos avançados do ecossistema Galaxy AI.

Qual é o melhor tablet de 8 GB com caneta?

O Galaxy Tab S10 FE é a escolha ideal de tablet com caneta, pois já vem acompanhado da S Pen e de uma capa no pacote original. O acessório promete baixíssima latência e alta sensibilidade à pressão, garantindo usabilidade para anotações, estudos e desenhos em sua tela de 10,9 polegadas.
Tablet com 8 GB de RAM: top 10 modelos para comprar em 2026

Tablet com 8 GB de RAM: top 10 modelos para comprar em 2026
Fonte: Tecnoblog

Brasil vai gastar R$ 2,3 bilhões para turbinar infraestrutura nacional de IA

Brasil vai gastar R$ 2,3 bilhões para turbinar infraestrutura nacional de IA

Supercomputador reduzirá tempo de treinamento de grandes modelos de IA (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

O governo brasileiro vai investir R$ 2,3 bilhões para desenvolver uma infraestrutura nacional de IA.
O projeto envolve parcerias com gigantes chinesas e norte-americanas, com o desenvolvimento e compra de supercomputadores.
A estratégia inclui ainda cooperação com a Espanha para produção de semicondutores.

O Governo Federal anunciou um investimento de R$ 2,3 bilhões para o desenvolvimento de uma infraestrutura nacional de inteligência artificial. A iniciativa integra uma nova fase do Plano Brasileiro de Inteligência Artificial (PBIA) e foi apresentada em cerimônia no Rio Grande do Norte, com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

A estratégia prevê recursos em projetos separados envolvendo empresas dos Estados Unidos e da China. Segundo a nota do governo divulgada nessa quinta-feira (20/08), o objetivo é garantir a soberania nacional sobre os dados brasileiros gerados por serviços públicos e privados, evitando a dependência de uma única empresa, país ou tecnologia.

O PBIA prevê R$ 23 bilhões em aportes. Os recursos para essa nova infraestrutura serão financiados pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT), de maneira parcelada ao longo dos próximos anos.

Aporte bilionário será dividido

A execução da estratégia foi dividida pelo governo em “rotas”. Pouco mais da metade do montante, cerca de R$ 1,3 bilhão, será direcionado a um projeto de supercomputação no Rio de Janeiro, desenvolvido em parceria com as companhias chinesas Huawei e iFlytek ao longo de cinco anos.

A estrutura deve começar a operar em julho de 2027 e terá como foco o desenvolvimento de grandes modelos de linguagem (LLMs), aplicações de inteligência artificial para setores específicos da indústria e a capacitação de cerca de 3 mil profissionais.

Em outro segmento, o Governo Federal destinará R$ 1 bilhão, por edital de licitação, para a aquisição de um supercomputador que deve aparecer entre as dez máquinas de processamento de IA mais poderosas do mundo. A instalação será no Parque Tecnológico Augusto Severo (PAX), no município de Macaíba (RN). A gestão ficará a cargo da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) e do Laboratório Nacional de Computação Científica (LNCC).

A estimativa é que o processo licitatório dure entre três e seis meses. Segundo a agência Reuters, autoridades avaliam que a norte-americana Nvidia é a empresa com maiores chances de vencer a disputa. Se não houver contestações jurídicas, a previsão é que o supercomputador entre em operação em 12 a 18 meses.

Supercomputador 20 vezes mais potente

Supercomputador brasileiro Santos Dumont possui 27 Petaflops de capacidade (imagem: reprodução/LNCC)

O equipamento adquirido para o Rio Grande do Norte terá capacidade de processamento de 7,2 mil Petaflops. Trata-se de um salto de quase 20 vezes na comparação com o Santos Dumont — atual supercomputador brasileiro localizado no LNCC de Petrópolis (RJ), que entrega cerca de 27 Petaflops.

Na prática, essa diferença resulta em um ganho drástico de tempo. A nova máquina será capaz de treinar um modelo de linguagem de grande escala, similar ao GPT-4, em apenas um mês. Para realizar a mesma tarefa, o supercomputador fluminense levaria de dois a três anos. A infraestrutura ficará disponível para uso governamental, além de empresas, universidades e instituições de pesquisa científica.

O que mais o pacote de IA inclui?

O plano prevê ainda uma terceira rota focada no longo prazo: uma cooperação com a Espanha voltada para a arquitetura de código aberto RISC-V. Com implementação estimada em até 15 anos, o projeto procura transformar o Brasil em um produtor de semicondutores e componentes críticos.

A estratégia governamental engloba ainda planos para um serviço nacional de computação em nuvem e o armazenamento de dados totalmente em território nacional. Para garantir a segurança e a ética dessas tecnologias, foi anunciada também a criação do Centro Nacional de Transparência Algorítmica e IA Confiável.

Operado pelo Centro de Pesquisa Aplicada em IA da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), o novo órgão terá a missão de auditar sistemas, avaliar riscos, minimizar vieses e criar metodologias de transparência. O núcleo também apoiará a implementação de políticas públicas, como o ECA Digital, mas não substituirá as autoridades competentes na fiscalização e aplicação de sanções legais.
Brasil vai gastar R$ 2,3 bilhões para turbinar infraestrutura nacional de IA

Brasil vai gastar R$ 2,3 bilhões para turbinar infraestrutura nacional de IA
Fonte: Tecnoblog

Um em cada três sites criados após ChatGPT tem sinais de IA

Um em cada três sites criados após ChatGPT tem sinais de IA

Pesquisa analisou a presença de IA em sites publicados pós-ChatGPT (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

A pesquisa da Pew Research Center revelou que um em cada três sites criados após o lançamento do ChatGPT em 2022 contém sinais de inteligência artificial, principalmente nos textos publicados
Os textos produzidos com IA apresentam características como uso excessivo de travessões, vírgulas desnecessárias e linguagem rebuscada
De acordo com a Cloudflare, o tráfego de robôs na Internet já superou o de humanos.

O lançamento do ChatGPT em 2022 foi um marco para as inteligências artificiais, que estão cada vez mais presentes em diferentes tipos de conteúdo pela Internet. Uma pesquisa da Pew Research Center traz números para embasar esse argumento: desde a chegada do modelo da OpenAI, um em cada três sites registrados traz IA em algum nível, principalmente nos textos publicados.

O levantamento considerou links recentes e registrou muitos conteúdos com cacoetes de linguagem bastante comuns nas respostas dadas pelos LLMs. Entre eles estão o uso massivo de travessão (–), a chamada vírgula de Oxford, que é desnecessária para a compreensão do texto, assim como a presença de termos rebuscados demais para certas situações.

De acordo com o site TechCrunch, que repercutiu o estudo, esses dados chegam pouco após outra pesquisa, esta do Cloudflare, destacar que o tráfego de robôs na Internet superou o de humanos, algo que aconteceu antes do previsto pela plataforma. Ou seja: mais IAs estão fazendo buscas online e lendo conteúdos escritos também por inteligência artificial.

Recorte maior também chama a atenção

A pesquisa da Pew Research Center levantou informações relevantes quanto ao uso de IA na Internet nos últimos anos. De um total de 10 mil páginas que circulam hoje, pelo menos 10% foram produzidas com uso de IA em algum nível. Vale reforçar que esse é o universo total, considerando também páginas anteriores a 2022, quando o ChatGPT foi liberado ao público. Considerando um recorte mais recente, 35% das publicações trazem inteligência artificial na sua construção.

Mais de um terço dos links publicados após 2022 trazem algum nível de IA em sua composição (imagem: reprodução/Pew Research Center)

Outros dados destacados pela Pew mostram uma presença 10% maior de IA em domínios “.com”, mas textos com cacoetes dos LLMs também podem ser encontrados em slugs com “.edu” e “.gov”, sites normalmente relacionados a plataformas de educação ou do governo dos Estados Unidos. Domínios com “.org” foram analisados também, registrando 4,6% de produções feitas com inteligência artificial.

É importante destacar que a análise foi realizada considerando apenas conteúdos em inglês. Os links foram levantados pela plataforma Common Crawl e a identificação de IA foi feita utilizando o Open Pangram. Segundo o TechCrunch, a ferramenta pode apresentar erros de detecção, mas nada que impeça uma análise a nível “macro”, com um grande volume de páginas.

Características dos textos de IA

As publicações feitas com inteligência artificial têm alguns detalhes que evidenciam o uso da ferramenta. Os textos trazem alguns cacoetes bastante comuns na geração de respostas de IA: um certo exagero no uso de travessões (–), vírgulas desnecessárias e resoluções rasas como “é isso, logo, não é aquilo”.

Conteúdos gerados por IA estão cada vez mais presentes na Internet; saiba como identificar (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Vale reforçar que alguns desses vícios são comuns em determinadas produções, como nos próprios textos jornalísticos – eu, particularmente, gosto bastante do uso de travessão para organizar certas ideias. Da mesma forma, artigos científicos e publicações acadêmicas também contam com cacoetes do tipo, além de circularem bastante certas ideias para entregar o máximo de detalhes numa explicação, por exemplo.

A diferença está nos cenários em que esses vícios aparecem, normalmente sendo utilizados de maneira desnecessária. A pesquisa da Pew aponta o aumento da frequência desses trejeitos linguísticos como evidência: um uso de vírgulas facultativas 63% maior nos textos, o dobro de palavras comuns em respostas de IA e três vezes mais paralelismo negativo nos textos.

Mais uma evidência de AI Slop nos dias de hoje

Os casos de AI Slop têm sido cada vez mais frequentes na Internet – e não só por aqui. O TB noticiou recentemente os problemas que Consultores Legislativos enfrentam no Congresso dos Estados Unidos ao perder a maior parte do seu tempo revisando projetos de lei com erros clássicos de IA. Da mesma forma, redes sociais como o LinkedIn vêm tentando contornar a situação com uma distribuição menor de posts feitos com IA.

As próprias empresas de inteligência artificial têm conhecimento da presença massiva de conteúdos produzidos por seus modelos na Internet, e utilizam livros impressos lançados antes de 2022 como fonte para treinar suas IAs em um volume cada vez maior. Soma-se a isso a pesquisa da Cloudflare, destacando o tráfego de bots nas pesquisas online superando as buscas humanas.
Um em cada três sites criados após ChatGPT tem sinais de IA

Um em cada três sites criados após ChatGPT tem sinais de IA
Fonte: Tecnoblog

Gerenciador de Tarefas do Windows vai monitorar hardware usado por IA

Gerenciador de Tarefas do Windows vai monitorar hardware usado por IA

Microsoft não explica quando novidade chegará ao Windows 11 (imagem: Guilherme Reis/Tecnoblog)

Resumo

O Gerenciador de Tarefas do Windows vai exibir informações sobre o uso de NPU (Unidade de Processamento Neural) e do acelerador neural da GPU.
A ferramenta permitirá que profissionais de TI e desenvolvedores identifiquem problemas de desempenho e avaliem a utilização de recursos de hardware por processos de IA.
O recurso será útil também para usuários avançados que desejam entender e melhorar a duração da bateria e a performance do computador.

Já que a inteligência artificial está em tudo, o Gerenciador de Tarefas do Windows 11 vai ficar de olho nela. A Microsoft anunciou que a ferramenta passará a exibir o uso de NPU por processo, de forma semelhante ao que já ocorre com CPU, disco e memória, por exemplo.

NPU é a sigla para neural processing unit (unidade de processamento neural). Esse componente é dedicado à execução de tarefas de IA e aprendizagem de máquina e está presente em computadores mais recentes — é uma exigência da certificação Copilot+ PC, por exemplo.

Em alguns dispositivos, a placa gráfica (GPU) vem com um neural engine para tarefas assim. Se for o caso, o Gerenciador de Tarefas também vai exibir dados sobre a atividade dele.

O anúncio foi feito no Windows IT Pro Blog, da Microsoft, mas não há informações sobre quando a ferramenta chega ou em que build ela estará disponível. Além disso, a empresa diz que o recurso chegará a “alguns dispositivos mais novos”, sem especificar quais seriam eles.

Qual é a vantagem de monitorar o uso de NPU?

Se sua relação com a IA é usar ChatGPT, Claude, Gemini ou outros serviços do tipo, fique tranquilo: o processamento dessas tarefas é feito nos servidores das empresas, bem longe da sua máquina. Portanto, essas informações não vão aparecer no Gerenciador de Tarefas, e você não precisa se preocupar com isso.

A Microsoft lista três públicos para quem o novo monitoramento vai ser útil: profissionais de TI que precisem identificar e reportar problemas de desempenho, desenvolvedores que queiram testar se os modelos estão usando os recursos de hardware corretos e usuários avançados que desejem entender e melhorar a duração da bateria e a performance do computador.

No primeiro caso, um profissional de suporte pode checar se um programa com IA está usando a NPU ou a neural engine da GPU em vez da CPU ou da GPU, por meio da aba Processos, com as colunas NPU, NPU engine, GPU e GPU engine. Também é possível avaliar a utilização ao longo do tempo na aba Desempenho.

Tela de processos vai mostrar uso de NPU e engines da GPU separado por processos (imagem: reprodução/Windows IT Pro Blog)

O Gerenciador de Tarefas oferece informações ainda mais completas na aba Detalhes, como colunas que mostram a memória dedicada e a compartilhada da NPU e da GPU. Assim, é possível identificar a causa de um desempenho abaixo do esperado em um modelo de IA, que pode ser, por exemplo, uma incompatibilidade entre tipos de dados ou a falta de um driver.

Por fim, para quem é usuário avançado (ou apenas curioso), a novidade ajuda a identificar se um aplicativo específico com IA está usando a NPU, mais eficiente nessas tarefas, ou a CPU, mais lenta e com gasto maior de energia.

Tela de desempenho mostra uso de GPU para diferentes tarefas ao longo do tempo (imagem: reprodução/Windows IT Pro Blog)

Ferramenta pode não ser suficiente

Usar os novos recursos do Gerenciador de Tarefas pode não ser tão fácil quanto parece. Como aponta um post no Windows Forum, uma estação de trabalho com GPU dedicada e muita VRAM, uma plataforma integrada da Intel ou da AMD e um laptop ARM com NPU da Qualcomm podem mostrar padrões de memória diferentes, mesmo que as tarefas estejam otimizadas corretamente para os dispositivos.

Além disso, os diagnósticos necessários para profissionais de TI e desenvolvedores ainda vão exigir ferramentas mais completas. Mesmo assim, o Gerenciador de Tarefas se torna um bom ponto de partida para desvendar problemas envolvendo IA.

Com informações do The Register
Gerenciador de Tarefas do Windows vai monitorar hardware usado por IA

Gerenciador de Tarefas do Windows vai monitorar hardware usado por IA
Fonte: Tecnoblog

Congresso dos EUA sofre com projetos de lei gerados por IA

Congresso dos EUA sofre com projetos de lei gerados por IA

Consultores legislativos do Congresso dos EUA têm revisado conteúdo superficial de IA (foto: Flickr/Gage Skidmore)

Resumo

O Congresso dos Estados Unidos enfrenta problemas com textos gerados por inteligência artificial (IA).
Consultores Legislativos relatam erros de escrita e informações erradas em projetos de lei e documentos analisados.
O uso de IA aumentou o volume de projetos enviados para revisão em 70% em relação a 2025.

O Congresso dos Estados Unidos é o mais recente alvo do chamado AI Slop, grande volume de conteúdos de baixa qualidade gerados por inteligência artificial. O problema tem sido relatado por consultores legislativos do Capitólio, profissionais que revisam projetos de lei e outros documentos produzidos pelas equipes de senadores e deputados.

Segundo os relatos, os documentos chegam com muitos erros de escrita, informações erradas e falta de profundidade, dinâmica que teria atrasado o fluxo legislativo estadunidense. Ao site especializado Politico, um dos funcionários afirmou que as equipes utilizam versões básicas do ChatGPT e Claude para redigir o material.

De acordo com o site, o uso de IA também levou a um aumento no volume de projetos enviados para revisão, que cresceu 70% em relação a 2025.

IA pode comprometer projetos de lei

Segundo os entrevistados pelo site Politico, o problema vai além dos erros “clássicos” das IAs, como as alucinações. Entre os exemplos levantados pelo conselheiro Wade Ballou, que chefiou a US House Office of Legislative Counsel (órgão responsável pelas revisões) entre 2016 e 2024, estão a definição de termos básicos como “estado” e a definição de tipos de verba pública.

Outro problema levantado pelos especialistas é, justamente, a baixa qualidade do trabalho entregue pelos gabinetes com o uso massivo de IA. Como a produção fica mais automatizada, deputados e seus assessores já não têm mais tanto entendimento do que estão propondo.

Saída também passa pelo uso de IA

Uso de IA de forma “desleixada” pode ser resolvido com outra ferramenta (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Como saída, os consultores estão recorrendo a outra ferramenta de IA para aprimorar a revisão. A Comparative Print Suite compara projetos a leis já estabelecidas para apontar evoluções no texto promulgado e apontar possíveis modificações a partir das novas sugestões.

O site Engadget lembra que o recurso também permite visualizar erros, ao invés de “passar por cima” de possíveis alucinações para entregar os documentos. Vale lembrar que o aumento no número de propostas também é uma preocupação, o que tem tomado muito tempo do trabalho dos Conselheiros Legislativos nos últimos anos.

AI Slop já é um problema real

O chamado AI Slop, ou “desleixo” de IA, na tradução literal, tem sido um problema em diversos ambientes online. Diante disso, plataformas vêm adotando medidas para frear a circulação de material superficial.

O LinkedIn, por exemplo, prometeu diminuir a distribuição de publicações claramente feitas com uso massivo de inteligência artificial, lançando inclusive um botão para denunciar casos de AI Slop.

LinkedIn agora tem botão “Seems like AI slop” para denunciar material de baixa qualidade (imagem: Tecnoblog)

Antes, o Tinder firmou parceria com o polêmico serviço de reconhecimento de retina World ID para diminuir a relevância de perfis criados com a ferramenta.

Enquanto isso, grandes empresas de IA estariam recorrendo a livros impressos para treinar seus modelos, em busca de conteúdo considerado mais confiável do que o material encontrado na internet.

Congresso dos EUA sofre com projetos de lei gerados por IA

Congresso dos EUA sofre com projetos de lei gerados por IA
Fonte: Tecnoblog

Google paga US$ 10 milhões por dados de companhia aérea falida

Google paga US$ 10 milhões por dados de companhia aérea falida

Spirit Airlines encerrou as operações após duas recuperações judiciais (imagem: reprodução)

Resumo

O Google adquiriu dados corporativos da Spirit Airlines por US$ 10 milhões para treinar modelos de IA.
O pacote inclui milhões de e-mails e linhas de código, além de documentos internos da companhia aérea.
A aquisição visa aprimorar produtos do Google com dados de operações corporativas reais, sem incluir dados pessoais de passageiros ou clientes.

O Google venceu um leilão de falência realizado nos Estados Unidos e adquiriu os dados corporativos da extinta companhia aérea Spirit Airlines. O acordo de US$ 10 milhões (cerca de R$ 52 milhões na cotação atual) transfere o acervo digital da empresa de aviação para a gigante das buscas.

O objetivo é utilizar o vasto histórico de comunicações operacionais e métricas de negócios para treinar modelos de linguagem e aprimorar produtos de inteligência artificial.

O que inclui o acervo leiloado pela Spirit Airlines?

A aquisição engloba um volume gigantesco de documentação, mas a oficialização da compra ainda aguarda a aprovação final de um juiz federal. Segundo os autos do processo, a transferência inclui quase 100 milhões de e-mails corporativos, mais de 500 milhões de chats trocados via Microsoft Teams, agendas, auditorias financeiras e materiais de campanhas de marketing.

O Google também assumirá a posse de 30 milhões de linhas de código, metadados de desenvolvimento, modelos e algoritmos de software da companhia aérea, bem como dados detalhados sobre receita, métricas de operações de aeronaves e relatórios de produtividade de funcionários e de recursos humanos.

Por que o Google quer os dados?

Google investiu em acervo para treinar modelos de linguagem (foto: Felipe Ventura/Tecnoblog)

A big tech pretende processar toda essa documentação para alimentar suas redes neurais com situações e resoluções do mundo corporativo real, já que modelos de IA atuais ainda enfrentam dificuldades em tarefas executivas. Experimentos recentes mostram essa limitação: a Anthropic, por exemplo, colocou seu modelo Claude para gerenciar uma máquina de vendas automatizada, mas o agente tomou uma série de decisões erradas e acabou gerando prejuízo.

A entrada do banco de dados de uma operação logística e corporativa complexa como a da Spirit Airlines oferece elementos valiosos sobre como uma grande empresa lida com fornecedores, gerencia crises e toma decisões de gestão.

Um porta-voz do Google confirmou o plano à agência Bloomberg: “Adquirimos parte de um conjunto de dados corporativos da Spirit Airlines que pode ser útil para aprimorar nossos produtos e modelos de IA”.

Como ficam os dados de passageiros e clientes?

O contrato de venda proíbe a transferência de informações pessoais. Foram excluídos da compra cerca de 97,5 milhões de perfis de passageiros da Spirit Airlines, além de mais de 50 milhões de registros de membros do programa de fidelidade da companhia.

Os dados corporativos vendidos serão categorizados como “desidentificados”, assegurando que nenhum arquivo possa ser atrelado a um indivíduo específico. O contrato também exige que o Google concorde em não desenvolver ferramentas para tentar reidentificar os usuários.

Spirit Airlines encerrou operações em 2026

A ruína da Spirit Airlines ocorreu após a empresa enfrentar duas recuperações judiciais em 2025, amargando perdas de US$ 257 milhões (R$ 1,3 bilhão), e um resgate governamental de US$ 500 milhões (R$ 2,6 bilhões) negado por credores. Em maio deste ano, a companhia encerrou oficialmente suas operações. A Spirit nunca operou voos regulares de passageiros no Brasil.

Segundo o CEO Dave Davis, o serviço tornou-se insustentável devido à alta dos combustíveis impulsionada por conflitos geopolíticos entre EUA, Israel e Irã, selando o primeiro colapso de uma grande companhia aérea americana desde a quebra da Midway Airlines após os ataques de 11 de setembro de 2001.
Google paga US$ 10 milhões por dados de companhia aérea falida

Google paga US$ 10 milhões por dados de companhia aérea falida
Fonte: Tecnoblog

Microsoft acaba com função de IA no Excel

Microsoft acaba com função de IA no Excel

Função COPILOT no Excel (imagem: reprodução/Microsoft)

Resumo

Microsoft anunciou fim da função COPILOT no Excel, recurso de IA que realizava tarefas específicas em planilhas mediante comandos em células;
a função foi descontinuada por ser redundante, já que o Copilot pode ser acessado via painel lateral ou o Botão de Ação Dinâmica no Excel;
a integração do Excel com o Copilot como mecanismo de IA permanecerá, mas a função específica COPILOT deixará de existir em 14 de setembro de 2026.

Era agosto de 2025 quando a Microsoft anunciou a função COPILOT para o Excel. O recurso surgiu com a proposta de permitir que o usuário digitasse prompts diretamente em uma célula para que a IA realizasse tarefas específicas em uma planilha. Um ano se passou e, bom, a Microsoft simplesmente desistiu da ideia.

Função, no Excel, não descreve exatamente uma funcionalidade, mas uma fórmula que realiza operações específicas. Por isso, a função relacionada ao Microsoft Copilot seguia a mesma dinâmica. O usuário tinha que digitar =COPILOT (ou =copilot) em uma célula e, entre parênteses, adicionar as instruções.

Um exemplo dado pela própria Microsoft quando o recurso foi apresentado segue abaixo. Nele, o Copilot é acionado para resumir os textos dentro do intervalo de células A2 e A20:

=COPILOT(“Resumir este feedback”, A2:A20)

Por que a função COPILOT foi descontinuada no Excel?

A Microsoft não deu explicações prolongadas sobre a decisão, apenas a publicou no Message Center sinalizando que a função COPILOT será mantida no Excel somente até 14 de setembro de 2026.

Mas sabe-se que pesou para a decisão o fato de a função ser redundante. O Copilot já pode (e continuará podendo) ser acionado no Excel via painel lateral ou por meio do Botão de Ação Dinâmica (o ícone de acesso rápido à IA), por exemplo.

Outro exemplo da função COPILOT em ação no Excel (imagem: reprodução/Microsoft)

Fica claro, portanto, que é a função COPILOT que está sendo descontinuada, não a integração do Excel com o Copilot como mecanismo de inteligência artificial em si.

O Neowin destaca ainda que a função COPILOT tinha algumas limitações importantes, como o fato de não ser recomendada para cálculos numéricos, bem como para operações que envolvem dados recentes ou em tempo real.

Além disso, a função exigia conexão permanente à internet (afinal, as atividades de IA eram processadas nas nuvens) e uma assinatura do Microsoft 365 Premium.

Com base nisso, é de se presumir que, se a função COPILOT fizer falta no Excel, vai ser para pouca gente.
Microsoft acaba com função de IA no Excel

Microsoft acaba com função de IA no Excel
Fonte: Tecnoblog

Google decide que marca d’água para IA é opcional; entenda

Google decide que marca d’água para IA é opcional; entenda

Gemini e Flow permitirão criar mídias sem selos sobrepostos (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

O Google anunciou que permitirá que usuários removam marcas d’água visíveis de conteúdo gerado por IA, mantendo a rastreabilidade por metadados e a tecnologia SynthID.
A mudança visa atender à demanda de profissionais que precisam utilizar arquivos sem o selo sobreposto.
A funcionalidade será liberada gradualmente, inicialmente integrada na interface do Gemini e no Flow, o editor de vídeo do Google.

O Google anunciou uma mudança importante na forma como identifica conteúdos gerados por inteligência artificial: a remoção das marcas d’água visíveis de imagens, vídeos e faixas musicais, para atender a um pedido de profissionais que utilizam as ferramentas e não podiam aproveitar os arquivos finais por conta do selo sobreposto.

A alteração, anunciada nesta sexta-feira (14), não compromete a procedência da mídia. A marca d’água invisível SynthID e os metadados relacionados continuarão inalterados no código do arquivo. A novidade cobre as mídias processadas pelos modelos Nano Banana, Omni e Lyria, e será liberada gradualmente para o público nos próximos dias no Gemini e no Flow, o editor de vídeo nativo do Google.

Para remover a indicação visual, será necessário acessar Configurações e buscar pela opção de “Marca d’água de mídia”, onde o recurso poderá ser ativado ou desativado.

Recurso ficará disponível no menu de configurações do Gemini (imagem: reprodução/Josh Woodward)

Por que a marca d’água visível virou um problema?

A alteração reflete uma evolução na classificação de arquivos sintéticos. No início da popularização da IA generativa, o uso de filtros visuais virou uma linha de defesa contra o compartilhamento de desinformação. No entanto, para designers e editores de vídeo, os selos gráficos podem tornar o conteúdo inutilizável.

O vice-presidente do Gemini, Josh Woodward, confirmou que a necessidade de identificar conteúdo gerado por IA permanece, mas ressaltou a importância de oferecer flexibilidade.

“Estamos buscando um equilíbrio entre controle criativo e segurança: embora as marcas d’água visíveis agora sejam opcionais, as marcas invisíveis do SynthID e os metadados ainda estão sendo usados ​​para garantir a transparência. Assim, você ainda pode usar o Gemini ou a busca para verificar se uma imagem foi gerada por IA”, escreveu o executivo.

Como o Google vai rastrear o que é IA?

No centro dessa política de transparência está o SynthID. Diferentemente de um logotipo sobreposto em um canto da tela, a tecnologia incorpora uma marca algorítmica nos arquivos de imagem, áudio ou vídeo. Essa marcação imperceptível resiste à edição e até compressão de envio em mensageiros.

Paralelamente a esse sistema, o padrão de metadados C2PA (Coalition for Content Provenance and Authenticity) funciona como um registro técnico permanente do arquivo. Ele atua como um selo de procedência, detalhando as ferramentas exatas utilizadas para criar e alterar uma mídia específica.

O próprio Google também está disponibilizando uma nova biblioteca de código aberto chamada Credentio. Ela permite que desenvolvedores independentes incorporem um mecanismo de validação local em seus aplicativos. Dessa forma, serviços de terceiros poderão realizar a checagem das credenciais C2PA e do SynthID sem a necessidade de verificação nos servidores do Google.

Novidade inclui mídias processadas pelo modelo Nano Banana (imagem: divulgação/Google)

Decisão vai na contramão do Claude

A flexibilização do Google acontece dias após a controversa decisão da Anthropic de seguir uma abordagem mais rígida. A startup responsável pelo Claude optou por incluir ativamente uma marca d’água persistente em textos e arquivos criados por seus sistemas.

Essa política mais fechada foi adotada para cumprir as regulamentações do AI Act, que entraram em vigor na União Europeia para auditar sistemas de inteligência artificial. A medida desencadeou críticas. Nos últimos dias, consumidores da plataforma expressaram insatisfação, argumentando que a exigência atrapalha o uso do Claude em ambientes corporativos e educacionais.
Google decide que marca d’água para IA é opcional; entenda

Google decide que marca d’água para IA é opcional; entenda
Fonte: Tecnoblog

Deepfake falha e expõe rosto de golpista

Deepfake falha e expõe rosto de golpista

Deepfakes ajudaram homem a concluir golpes (Imagem: Vitor Pádua / Tecnoblog

Resumo

Um homem foi preso na Espanha por usar deepfakes para burlar verificações de identidade por vídeo.
A Policía Nacional espanhola informou que o suspeito realizou 38 tentativas de falsificação para se passar por 30 pessoas diferentes.
O golpe foi descoberto após o software de troca de rosto falhar por menos de um segundo, revelando o rosto verdadeiro do suspeito.

A polícia espanhola prendeu um homem que usava deepfakes em tempo real para burlar verificações de identidade por vídeo. A descoberta ocorreu após o software de troca de rosto falhar por pouco menos de um segundo, o suficiente para revelar o rosto verdadeiro do suspeito.

O homem é acusado de realizar 38 tentativas de falsificação para se passar por 30 pessoas diferentes, segundo nota publicada pela Policía Nacional, equivalente à Polícia Federal no Brasil. Ele tentava obter certificados digitais oficiais em nome das vítimas, e poderia usá-los para assinar contratos e transações financeiras – algo que tem se tornado comum com a popularização das IAs.

Assim como no Brasil, parte desses processos burocráticos na Espanha, quando feitos online, depende da gravação de vídeos ou de chamadas ao vivo com representantes oficiais, momentos nos quais o golpista aplicava os “filtros”.

Golpe usava deepfake em chamadas de vídeo

O esquema mirava empresas de segurança autorizadas a emitir certificados digitais. Para concluir o processo, o solicitante passava por verificações via chamada de vídeo, em que comparavam o o rosto ao documento de identidade.

O suspeito usava um software de troca de rosto em tempo real para parecer com a pessoa da foto do documento fraudado, segundo a polícia espanhola. A estrutura, que ia muito além do deepfake, incluía holofotes domésticos e lâmpadas coloridas, usadas para simular reflexos semelhantes aos presentes nos documentos de identidade.

As conexões aos sistemas eram feitas com uso de VPNs e documentos adulterados, em uma tentativa de dificultar o rastreamento.

Atraso revelou a identidade verdadeira (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

O homem usava mais de 320 linhas telefônicas, em 24 aparelhos diferentes, maioria registradas em nome das pessoas que sofreram o golpe. Durante a busca na residência do acusado, os agentes apreenderam um notebook criptografado, diversos celulares e HDs.

O golpe funcionou em “múltiplas ocasiões”, mas as autoridades não informaram quantos certificados ele teria conseguido emitir indevidamente.

Deepfake falha e expõe rosto de golpista

Deepfake falha e expõe rosto de golpista
Fonte: Tecnoblog

iPhone ganhará modo que prova que foto é real e não foi gerada por IA

iPhone ganhará modo que prova que foto é real e não foi gerada por IA

iPhone ganhará modo que prova que foto é real e não foi gerada por IA (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Resumo

Apple está desenvolvendo um recurso chamado Apple Reference Image para validar a origem de fotos tiradas com iPhone, evitando que imagens geradas por IA sejam confundidas com fotos reais;
recurso usa dados do hardware de câmera do iPhone para gerar um código de identificação único para cada foto, que pode ser verificado em outros iPhones;
Apple Reference Image estará disponível em uma futura atualização do iOS, prevista para setembro de 2026, e pode ser ativada nas configurações da câmera do iPhone.

A Apple está trabalhando em um recurso para permitir que usuários de iPhone certifiquem que uma foto foi feita integralmente com a câmera do aparelho, não tendo sido gerada ou modificada via inteligência artificial, portanto. A novidade foi encontrada na versão beta 5 do iOS 27.

É o que conta o 9to5Mac. De acordo com o veículo, o recurso tem o nome Apple Reference Image (Imagem de Referência da Apple, em tradução livre) e usa dados únicos relacionados ao hardware de câmera do iPhone para validar a origem da foto.

Isso é potencialmente útil em circunstâncias nas quais o usuário pode ter que comprovar a procedência das fotos ou assegurar que elas não foram manipuladas em ferramentas de IA como ChatGPT e Gemini, a exemplo de trabalhos jornalísticos, documentos judiciais e laudos de seguros.

Como o Apple Reference Image funciona?

A captura de tela liberada pelo 9to5Mac deixa claro que o Apple Reference Image não vem ativado por padrão. Cabe ao usuário habilitá-lo, o que pode ser feito em Ajustes / Câmera / Imagem de Referência (ou equivalente).

Depois disso, é necessário tirar fotos com a opção “Referência” que aparecerá no aplicativo de câmera. Fotos registradas pelo modo de fotografia padrão não são autenticadas.

Apple Reference Image no iOS 27 beta 5 (imagem: Marcus Mendes/9to5Mac)

Mesmo assim, a verificação da imagem parece não ser feita automaticamente. O usuário deve decidir por isso. Nesse processo, a imagem bruta e metadados referentes ao sensor da câmera são enviados para Private Cloud Compute, a infraestrutura de nuvem privada da Apple criada para lidar com tarefas de IA específicas.

O resultado é a geração de um código de identificação (ID) único que é associado à foto. A imagem pode então ser compartilhada com outros iPhones via AirDrop ou aplicativo Mensagens, por exemplo, com a verificação de autenticidade sendo feita no próprio aparelho de destino, sem passar pela Apple.

Para fins de privacidade, apenas certas informações do sensor e metadados da imagem são registrados pela Apple. A foto em si não é armazenada nos servidores da companhia.

É de se esperar que o recurso seja liberado oficialmente junto com o lançamento da versão final do iOS 27, o que deve ocorrer em setembro de 2026.
iPhone ganhará modo que prova que foto é real e não foi gerada por IA

iPhone ganhará modo que prova que foto é real e não foi gerada por IA
Fonte: Tecnoblog