Category: Inteligência Artificial (IA)

TV LG QNED 55″ tem 25% OFF em até 12x sem juros na Amazon

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Smart TV LG QNED70 55QNED70BSA
R$ 2.999,00

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Prós

Painel QNED traz cores precisas
Mini LED fornece brilho superior
IA integrada recomenda conteúdos
Controle remoto serve como mouse

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Taxa de atualização de 60 Hz
Porta S/PDIF foi removida

Parcelado

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A smart TV LG QNED70 Mini LED de 55″ está saindo por R$ 2.999 em até 12x sem juros na Amazon. O televisor com tela 4K e tecnologia moderna de display para cores mais realistas recebe desconto de 25% sobre o preço original de R$ 3.999.

LG QNED70 tem painel 4K Mini LED e recomendações de IA

Painel 4K QNED com Mini LED da QNED70 traz fidelidade de cores (imagem: Divulgação/LG)

A QNED70 chama a atenção para seu painel 4K QNED de 55″ com tecnologia Mini LED, que é capaz de reproduzir cores mais vivas e preto profundo com brilho forte. O display possui maior controle para evitar “vazamentos”, como os efeitos de backlight bleeding, e resiste ao burn-in recorrente em modelos OLED.

Seu chip AI α7 4K Gen9 e o sistema operacional webOS 26 oferecem recursos de IA do Copilot e Gemini, como upscaling de conteúdos legados e ajustes de imagem baseados nas preferências do usuário. O suporte a chatbots permite ao aparelho fazer recomendações de conteúdo e auxiliar na resolução de problemas.

O controle remoto traz uma função em que pode ser usado como um mouse, ao controlar um cursor na tela para acessar menus de maneira simples, tornando a experiência de uso mais prática ao consumir conteúdos diversos, como filmes, séries e esportes.

Controle Remoto da LG QNED70 pode ser usado como um mouse (imagem: Divulgação/LG)

O sistema webOS é compatível com plataformas de streaming como Netflix, Globoplay, Apple TV, Disney+ e HBO Max, e jogos na nuvem via Xbox Game Pass e Nvidia GeForce Now, com suporte a controles Bluetooth de latência ultrabaixa (ULL). No entanto, a tela possui uma taxa de atualização de 60 Hz.

A smart TV LG QNED70 de 55″ (R$ 2.999 em até 12x sem juros) traz três portas HDMI, uma Ethernet, uma USB-A e uma saída SPDIF (áudio digital), mas a porta S/PDIF legada foi removida. O aparelho é compatível com redes Wi-Fi 5 e Bluetooth 5.3.
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Fonte: Tecnoblog

Claude apagou 700 GB de dados de usuário por engano

Claude apagou 700 GB de dados de usuário por engano

IA da Anthropic apagou diretório de trabalho após confusão de modelos (arte: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

Um desenvolvedor de software perdeu 700 GB de arquivos pessoais ao utilizar o Claude para criar um script de limpeza de dados.
O incidente ocorreu durante um teste de segurança, que rebaixou automaticamente o modelo de linguagem do Fable para o Opus 4.8.
A comunidade técnica destacou que o downgrade automático do modelo foi o verdadeiro responsável pelo episódio.

Histórias de agentes de IA que fogem do controle têm se tornado recorrentes no setor. Desta vez, o azarão foi o desenvolvedor de software Sebastien Guillemot: ele perdeu cerca de 700 GB de arquivos pessoais após utilizar o Claude, da Anthropic, para elaborar um simples script de limpeza de dados. O incidente resultou na exclusão do equivalente a uma semana inteira de trabalho.

O profissional utiliza tecnologias de IA generativa com frequência e, neste caso, queria resolver um incômodo bastante comum no ambiente de desenvolvedores, já que os assistentes autônomos costumam deixar um enorme volume de lixo digital na pasta /tmp, um diretório padrão usado pelo sistema operacional para armazenar arquivos temporários.

Para otimizar o espaço em disco da máquina, Guillemot solicitou ao modelo Claude Fable que escrevesse um script capaz de isolar os dados de cada agente e executar uma faxina imediata após o fim de cada atividade. A IA, no entanto, eliminou arquivos importantes de forma permanente.

Mecanismo de segurança falhou

O Claude Fable sugeriu aplicar um atraso programado na limpeza da pasta temporária para evitar riscos de exclusão acidental. Contudo, o desenvolvedor informou ao robô que o código estava muito complexo e pediu simplificações.

Como o script envolvia a eliminação permanente de arquivos do sistema, o Claude tomou a iniciativa de realizar uma revisão, executando uma cópia de si mesmo para auditar se as suas próprias linhas de código eram seguras para o computador do usuário.

O grande problema é que o sistema de controle da Anthropic considerou essa ação de autoteste perigosa demais e acionou imediatamente um protocolo de contenção. Esse mecanismo de defesa preventivo fez o downgrade (rebaixamento automático) da capacidade do modelo em uso, passando da versão Fable para o Opus 4.8.

Foi essa alteração abrupta de versão que resultou no desastre. O modelo Opus 4.8, menos sofisticado e mais antigo, deu continuidade aos testes. Ele simulou a verificação e executou a exclusão real dos dados. No meio do caminho, o comando acabou levando junto todo o diretório principal do desenvolvedor, ignorando as travas de segurança estabelecidas segundos antes.

Bad news: Fable nuked my entire dev machineClaude decided to test a sandbox it was building by running `rm -rf` on my home directoryThe sandbox didn’t work.It’s all gone pic.twitter.com/4rVg5Xp0jo— Sebastien Guillemot (@SebastienGllmt) August 26, 2026

Em sua conta no X, Sebastien Guillemot resumiu o desespero: “Má notícia: o Fable destruiu minha máquina de desenvolvimento”.

Segundo o profissional, o Claude executou o comando rm -rf no diretório principal de dados. O comando “rm -rf” citado por ele é amplamente conhecido na área de tecnologia por forçar a exclusão imediata de arquivos e pastas, sem solicitar qualquer tipo de confirmação de segurança ao administrador do sistema.

O especialista chegou a notar o erro e tentou interromper a execução do código o mais rápido possível, mas já não havia tempo suficiente para salvar as informações. A maior ironia da situação é que, após destruir completamente o trabalho do usuário, o agente autônomo deixou os arquivos originais da pasta temporária totalmente intactos, falhando na missão inicial.

Desenvolvedor recuperou parte do trabalho

Comando de exclusão permanente foi executado no diretório errado (imagem: Mika Baumeister/Unsplash)

Apesar do susto, Guillemot diz que conseguiu recuperar a maior parte de seu trabalho. A comunidade técnica também ressaltou que o rebaixamento automático do modelo foi o verdadeiro responsável pelo episódio.

Como a arquitetura do Fable 5 supera as capacidades do Opus 4.8, é provável que a versão mais atualizada teria identificado o conflito de variáveis.
Claude apagou 700 GB de dados de usuário por engano

Claude apagou 700 GB de dados de usuário por engano
Fonte: Tecnoblog

Google tira time de segurança de IA do DeepMind

Google tira time de segurança de IA do DeepMind

Google terá mudanças em segurança de IA no DeepMind (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

O Google transferiu cerca de 90 funcionários do setor de segurança de IA do DeepMind para o setor de Assuntos Globais, informou o The Wall Street Journal.
Esses especialistas eram responsáveis por identificar riscos biológicos, químicos, radiológicos e nucleares em novos modelos de IA, segundo o Google.
A mudança ocorre após a saída do CEO do DeepMind, Demis Hassabis, que agora é presidente do conselho e cientista-chefe da Alphabet.

O Google DeepMind, setor de desenvolvimento em inteligência artificial da empresa, não conta mais com funcionários responsáveis por assuntos de segurança em IA. A companhia americana decidiu realocar cerca de 90 pesquisadores para o setor de Assuntos Globais, onde devem cuidar de políticas gerais relacionadas aos serviços do Google.

Esses especialistas são responsáveis por checar possíveis riscos biológicos, químicos, radiológicos e nucleares envolvendo modelos de IA. A presença de um time de segurança de IA é importante para encontrar falhas nas respostas dos sistemas, pois podem se aprofundar muito num determinado assunto para testar possíveis usos maliciosos.

A novidade foi divulgada pelo The Wall Street Journal, que teve acesso a e-mails internos do Google apontando as mudanças no time de segurança de IA. A movimentação vem pouco tempo depois da saída de Demis Hassabis do cargo de CEO do DeepMind – agora, presidente do conselho e cientista-chefe da Alphabet.

Segurança de IA e o momento atual da tecnologia

Os avanços recentes no mercado de tecnologia acendem um alerta para a necessidade de especialistas em ciências gerais na hora de lidar com o desenvolvimento de inteligência artificial. As concorrente OpenAI e Anthropic apontaram uma grande preocupação com os avanços de seus modelos e a capacidade de aprofundar temas científicos. Elas prometem travas de segurança ao tratar desses assuntos.

Claude Fable 5 e GPT-5.6 prometem travas de segurança para assuntos científicos mais específicos (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Segundo o Google, a migração desses profissionais aproxima suas atividades da área de produtos, incluindo a busca, por exemplo. Mas, entre os funcionários, há uma preocupação de que a mudança limite seus acessos no processo de desenvolvimento de novas versões do Gemini, dificultando a identificação de possíveis falhas.

No e-mail enviado aos funcionários, a vice-presidente do DeepMind responsável por segurança de IA, Helen King, garante que o time seguirá com acesso liberado às novidades.

Nova leva de mudanças no Google DeepMind

A migração deve começar no início de setembro, e é mais uma modificação feita pelo Google no setor de desenvolvimento de inteligência artificial. No início de agosto, a troca de comando no DeepMind tirou Demis Hassabis da cadeira de CEO, passando para o cargo de cientista-chefe no lugar de Jeff Dean, enquanto Koray Kavukcuoglu assumiu como novo CEO. O projeto Alphafold, que rendeu a Hassabis o Nobel de Química, também foi encerrado.

Demis Hassabis saiu do cargo de CEO do DeepMind no início de agosto (foto: John Sears/Wikimedia)

Além de Dean, que já tinha 27 anos de Google e fez parte de todo o processo de desenvolvimento de IA, mais especialistas de longa data saíram da empresa para fundar novas startups ou trabalhar em outras equipes de pesquisa em IA. Foi o caso de Noam Shazeer e John Jumper, que foram trabalhar com OpenAI e Anthropic, respectivamente. Ainda segundo o WSJ, há um receio de que a mudança no DeepMind possa levar mais funcionários a mudanças parecidas.
Google tira time de segurança de IA do DeepMind

Google tira time de segurança de IA do DeepMind
Fonte: Tecnoblog

Startup lança fones com IA que gravam e resumem reuniões

Startup lança fones com IA que gravam e resumem reuniões

Plaud lança fone de ouvido com funções de gravador integrados e IA (imagem: reprodução/Plaud)

Resumo

A startup Plaud lançou o fone de ouvido sem fio Plaud One Explorer Edition, que grava, transcreve e resume conversas com IA e conexão 4G, sem depender de um smartphone.
O dispositivo possui três microfones em cada lado, cancelamento ativo de ruído e autonomia de seis horas de gravação contínua, com estojo que funciona como gravador independente.
O fone custa US$ 249,99 e pode encaminhar as gravações para serviços como Gmail, Google Agenda, Notion e Slack, com uso de IA para transcrição e resumos.

A startup Plaud, focada em vestíveis com IA, apresentou um par de fones sem fio para gravar, transcrever e resumir conversas. O Plaud One Explorer Edition registra os áudios e os envia à nuvem sem depender de um smartphone, pois possui espaço para armazenamento e conexão 4G nativos.

A empresa oferece como diferencial a possibilidade de deixar a gravação mais discreta e independente do celular. Em vez de iniciar um app no smartphone e manter o aparelho por perto, o usuário pode usar os fones ou deixar apenas o estojo sobre a mesa.

Esse estojo, inclusive, transforma os registros em tarefas, mensagens ou compromissos na agenda usando inteligência artificial. O dispositivo possui uma IA agêntica com integração direta com serviços de agenda e organização.

O Plaud One Explorer Edition custa US$ 249,99, aproximadamente R$ 1.290 em conversão direta, sem considerar os impostos de importação. A empresa lança produtos oficialmente no Brasil, mas ainda não confirmou se os fones chegarão ao país.

Fone para gravações

O Plaud One é tanto um fone de ouvido convencional como um dispositivo de gravação. Nos fones, cada lado conta com três microfones para captação de áudio em até dois metros de distância.

Eles possuem cancelamento ativo de ruído, controles sensíveis à pressão na haste e 16 MB de armazenamento em cada lado. A autonomia, segundo a marca, chega a seis horas de gravação contínua.

Além de carregador e local para armazenar os fones, o estojo também funciona de forma independente como um gravador, possuindo quatro microfones com alcance de até cinco metros. Nele, o armazenamento é de 512 MB. Com a bateria dos fones e do estojo, a autonomia chega a 36 horas.

Integração com sistemas externos

Estojo une conectividade para armazenamento em nuvem e agentes de IA (imagem: reprodução/Plaud)

Após a gravação do áudio, a plataforma usa a tecnogia chamada Plaud Intelligence para fazer a transcrição e gerar resumos.

O produto também conta com um botão físico dedicado à IA no estojo, usado para acionar o Plaud Agent. A partir das informações extraídas, o sistema pode necaminhar o conteúdo para outros serviços, como o Gmail, Google Agenda, Notion e o Slack.

A ideia é entrar em uma categoria em que smartphones também já têm entrado, com transcrição e resumos de gravações em ferramentas nativas. Além dos smartphones, a Apple também parece estar preparando um AirPods inteligente, mas com uma câmera integrada que deve servir para descrever situações ao redor do usuário.
Startup lança fones com IA que gravam e resumem reuniões

Startup lança fones com IA que gravam e resumem reuniões
Fonte: Tecnoblog

Perplexity lança sistema de IA que roda tudo no seu PC

Perplexity lança sistema de IA que roda tudo no seu PC

Processamento local elimina a necessidade de pagar por créditos ou tokens (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

Perplexity lançou o Portable Computer, um agente de IA que roda direto no hardware do usuário, preservando a privacidade.
O processamento local das tarefas dispensa a cobrança por uso de tokens e impede que dados confidenciais vazem para a nuvem.
O sistema exige alto poder computacional, tendo como requisito mínimo uma placa de vídeo RTX 3090.

A Perplexity revelou o Portable Computer, uma nova versão de sua plataforma de inteligência artificial que é executada no próprio hardware do usuário. O objetivo da iniciativa é tirar as cargas de trabalho da nuvem e levá-las para os computadores locais, garantindo a privacidade absoluta de arquivos sensíveis e cortando os custos gerados pelo consumo de tokens no ambiente corporativo.

A novidade foi desenvolvida em parceria com a Nvidia e já está disponível globalmente para sistemas baseados em Linux. A chegada do suporte oficial para o Windows está agendada para setembro, enquanto arquiteturas Apple Silicon (Macs com chips M) seguem fora do radar de desenvolvimento.

O software liberado na terça-feira (25/08) é uma versão “turbinada” do projeto original “Computer”, introduzido pela empresa em fevereiro deste ano. A versão anterior permitia operar um agente autônomo em dispositivos como o Mac Mini, mas o trabalho pesado de processamento ainda dependia de servidores externos.

Com o Portable Computer, toda a infraestrutura roda de forma isolada na máquina. Para dar conta do recado, o sistema exige equipamentos com alto poder de processamento, limitando o uso inicial a supercomputadores de mesa, como o DGX Spark, e a PCs equipados com GPUs parrudas da linha Nvidia RTX.

Today we’re launching Portable Computer on @NVIDIA DGX Spark.Portable Computer is a fully local version of Perplexity Computer, where the entire runtime: orchestrator LLM, subagent LLM, agent harness all run on your local hardware. No cloud dependency. pic.twitter.com/plVWz5PaAw— Perplexity (@perplexity_ai) August 25, 2026

Como o Portable Computer garante a privacidade?

O mercado corporativo tem mudado seu foco das simples interações de chat para agentes de IA, o que gera uma demanda maior por poder de processamento e faturas altíssimas. Ao executar as tarefas localmente, o usuário simplesmente deixa de ser cobrado a cada requisição. Segundo o vice-presidente de engenharia de infraestrutura da Perplexity, Nate Kupp, a novidade “incorpora tudo o que é necessário para funcionar localmente”.

Caso a capacidade do hardware chegue ao limite durante uma análise muito complexa, o sistema é inteligente o suficiente para adotar um comportamento híbrido. O agente pausa a ação e pede permissão ao usuário antes de acionar um modelo de nuvem mais potente, como o Claude Opus 5.

Para não comprometer a privacidade, o software garante que o modelo remoto devolva apenas orientações em texto, sem jamais ler documentos, pastas e arquivos confidenciais que estão hospedados na máquina.

Execução local garante que dados sensíveis não sejam enviados para fora da máquina (imagem: reprodução/Perplexity)

Quais são os requisitos de hardware?

Devido à alta carga de trabalho autônoma, a Perplexity estabeleceu requisitos rígidos: pelo menos 24 GB de VRAM, o que requer uma GPU de alto desempenho, como a GeForce RTX 3090 ou superior.

No lançamento, o Portable Computer pode ser configurado nativamente com o modelo Qwen 3.8 27B ou o PPLX 27B (uma versão otimizada internamente com base no Qwen).

A documentação oficial da ferramenta também confirmou o suporte iminente à arquitetura Nemotron, composta por modelos de código aberto da própria Nvidia.

Sistema exige placas de vídeo de alto desempenho (imagem: reprodução/Nvidia)

Apesar de rodar localmente, a plataforma conta com forte integração a aplicativos externos como Google Drive, Gmail, GitHub e Slack. Na prática, a IA consegue extrair informações financeiras, mastigar dados de planilhas e compartilhar análises prontas sem qualquer intervenção humana.

Em termos de desempenho, o modelo integrado foi testado no Local Knowledge Work Bench, uma avaliação da própria Perplexity composta por 53 tarefas de análise e pesquisa. Executando o modelo PPLX 27B em um DGX Spark, a precisão bateu os 85,4%. O sistema exigiu menos tempo de processamento em comparação a arquiteturas abertas concorrentes, como o Raspberry Pi e o Hermes, principalmente em testes multimodais e de navegação na web.

Neste primeiro momento, o software está restrito ao Linux e a contas corporativas atreladas aos planos Pro. Segundo a Reuters, a Nvidia estuda um investimento que poderia avaliar a Perplexity em US$ 30 bilhões (cerca de R$ 154 bilhões em conversão direta).
Perplexity lança sistema de IA que roda tudo no seu PC

Perplexity lança sistema de IA que roda tudo no seu PC
Fonte: Tecnoblog

Galaxy A37 5G (256 GB) com IA tem 50% OFF com cupom no Mercado Livre

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Galaxy A37 5G 256 GB
R$ 1.789,29

R$ 3.599,0050% OFF

Prós

Câmera principal de 50 MP
Proteção IP68 inclusa
Tela Super AMOLED de 6,7″
Taxa de atualização de 120 Hz
Carregamento de 45 W
Atualizações até o Android 22

Contras

Exynos 1480 tem desempenho limitado
Poucas mudanças ao A36

PIX
Cupom na página

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O Galaxy A37 de 256 GB está saindo por R$ 1.789 no Pix com cupom de 10% OFF disponível na página do Mercado Livre. O smartphone da Samsung com câmera principal de 50 MP, Super AMOLED de 6,7″ de 120 Hz e suporte a recursos de IA recebe desconto de 50% sobre o preço original de R$ 3.599.

Galaxy A37 com IA tem câmera de 50 MP e tela de 120 Hz

O Galaxy A37 é equipado com chip Exynos 1480 e os 8 GB de RAM, que suportam as diversas funcionalidades de inteligência artificial do Galaxy AI. Com isso, o celular é capaz de reconhecer desde imagens até músicas em reprodução, transformar conteúdos em tela em GIFs rapidamente, apagar objetos de fotos, e mais.

O celular da Samsung é um celular intermediário com boa qualidade em fotos, graças à câmera wide de 50 MP com OIS e ultrawide de 8 MP, capazes de captar belas situações em ambientes abertos, além de uma lente macro de 5 MP para aproximações de elementos pequenos. A frontal de 12 MP tira ótimas selfies. Todas filmam em 4K.

A tela Super AMOLED de 6,7″ com taxa de 120 Hz e brilho de até 1.900 nits é capaz de reproduzir cores vibrantes com alta fluidez nas transições em apps e games. A visibilidade garantida em qualquer lugar recebe reforço da tecnologia Vision Booster, que usa IA para adaptar o brilho a luzes fortes.

Tela do A37 tem taxa de 120 Hz e brilho de até 1.900 nits (imagem: Ana Marques/Tecnoblog)

O corpo do A37 recebe o vidro Gorilla Glass Victus+ de ambos os lados, resistente contra quedas e pancadas. A certificação IP68 adiciona proteção em cenários como ambientes empoeirados e mergulhos acidentais.

Sua bateria de 5.000 mAh resiste até 29 horas de vídeo segundo a Samsung, e o suporte a carregamento rápido de 45 W permite injetar uma carga de 60% em apenas 30 minutos.

O Galaxy A37 de 256 GB (R$ 1.789 no Pix com cupom de 10% OFF disponível na página) suporta redes 5G, Wi-Fi 6, Bluetooth 5.4 e NFC. O smartphone roda Android 16 e é elegível a seis atualizações do sistema operacional.
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Galaxy A37 5G (256 GB) com IA tem 50% OFF com cupom no Mercado Livre
Fonte: Tecnoblog

Botão anti-IA do LinkedIn é avaliado positivamente

Botão anti-IA do LinkedIn é avaliado positivamente

Ferramenta contra “lixo de IA” já foi acionada mais de um milhão de vezes (Imagem: Vitor Pádua / Tecnoblog)

Resumo

O LinkedIn reduziu em 40% as visualizações de publicações de baixa qualidade após implementar um botão de denúncia.
A plataforma recebeu mais de 1 milhão de reclamações de publicações geradas por IA.
Um sistema de transparência notifica os usuários quando uma publicação é denunciada como possível texto de inteligência artificial genérico.

O LinkedIn anunciou que conseguiu diminuir em 40% as visualizações de publicações de baixa qualidade geradas por inteligência artificial. A queda drástica ocorre poucas semanas após a rede social liberar um botão de denúncia para esse tipo de material. O objetivo é limpar o feed, penalizar conteúdos que não agregam valor e, a partir de agora, notificar os autores das postagens reportadas pelo público.

O diretor de produtos do LinkedIn, Hari Srinivasan, confirmou que os membros já estão visualizando uma quantidade muito menor de textos robotizados. A nova funcionalidade de moderação, apelidada como “botão contra lixo de IA” (ou “AI slop”, no jargão do setor de tecnologia), teve uma adoção rápida: já foi acionada mais de 1 milhão de vezes desde o lançamento.

Como o algoritmo lida com as denúncias?

Apesar do sucesso, a empresa mantém reservas sobre como processa as denúncias geradas pelos usuários para rebaixar o que considera “conteúdo de baixa qualidade”. Para evitar abusos ou perseguições, foram criados mecanismos que impedem que uma onda de feedbacks negativos seja utilizada para atacar ou silenciar outros membros injustamente.

Isso significa que apenas receber cliques no botão de denúncia não garante que uma postagem será ocultada caso o sistema interno não sustente a suspeita de uso inadequado de IA. A plataforma também realizou ajustes de algoritmo e passou a identificar e reduzir o alcance de publicações que abusam de clichês textuais já reconhecidos como assinaturas de sistemas de IA generativa – como posts que estruturam argumentos em fórmulas previsíveis, como o formato “não é sobre X, é sobre Y”.

A rede da Microsoft também introduziu um sistema de transparência. Os usuários vão receber um alerta sempre que uma publicação sua for denunciada por terceiros como “possível texto de inteligência artificial genérico”. Esse aviso não será exibido publicamente e ficará restrito ao painel de “análise de publicações” do aplicativo.

Exemplo de notificação de um post denunciado (imagem: reprodução/LinkedIn)

Mudança de postura

Um estudo recente conduzido pela empresa de detecção de IA Pangram estimou que mais de 40% das publicações longas no LinkedIn provavelmente foram criadas por inteligência artificial. Esse volume sem precedentes não ocorreu por acaso. O próprio aplicativo adotava uma postura de incentivo ao uso da tecnologia, incluindo até um botão na interface de criação que sugeria “aprimorar” publicações utilizando algoritmos de escrita.

No entanto, essa “facilidade” acabou descaracterizando a plataforma. Reconhecendo o impacto negativo na experiência dos usuários, a empresa optou por remover completamente o recurso assim que lançou a atual ferramenta de denúncia.
Botão anti-IA do LinkedIn é avaliado positivamente

Botão anti-IA do LinkedIn é avaliado positivamente
Fonte: Tecnoblog

Tablet com 8 GB de RAM: top 10 modelos para comprar em 2026

Tablet com 8 GB de RAM: top 10 modelos para comprar em 2026

Huawei MatePad Mini é boa opção de tablet com 8 GB de RAM (Imagem: Ana Marques / Tecnoblog)

A escolha do melhor tablet com 8 GB de RAM depende das necessidades de cada usuário, mas é importante avaliar critérios como desempenho, qualidade de tela, autonomia de bateria e acessórios inclusos no pacote.

Enquanto alguns modelos priorizam o processamento para multitarefa pesada e jogos; outros focam em atividades mais simples com caneta e teclado na caixa. Também vale observar a taxa de atualização do painel e o suporte a redes 4G ou 5G, visto que existem versões limitadas ao Wi-Fi.

Neste guia, o Tecnoblog lista os 10 melhores tablets com 8 GB de RAM do mercado e apresenta as especificações de cada modelo para auxiliar você a encontrar o aparelho ideal para sua rotina.

Melhor escolha
1

Galaxy Tab S10 FE+
Tela imersiva de 13,1″ com 90 Hz, carregamento rápido de 45 W, resistência IP68, capa e caneta inclusas.

2

Galaxy Tab S10 FE
Conectividade 5G, bateria duradoura e à prova d’água com ótimo custo-benefício.

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3

iPad Mini (A17 Pro, 2024)
Leve e portátil, oferece ótimo desempenho em jogos, suporte ao Apple Intelligence e compatível com Apple Pencil Pro.

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4

Huawei MatePad Mini
Tela OLED vibrante de alta taxa de atualização, bateria duradoura e carregamento ultrarrápido para seu dia a dia.

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5

Galaxy Tab S10 Lite
Tela ampla com caneta inclusa, bateria que dura dias e espaço expansível para tudo que você precisa.

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8% OFF Ver preço

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6

Galaxy Tab A11+ 5G
Tela ampla de 90 Hz, áudio imersivo, bateria duradoura, design elegante em alumínio e atualizações por 7 anos.

15% OFF Ver preço

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7

Redmi Pad 2
Tela ampla de 11 polegadas, desempenho ágil e armazenamento expansível para suas tarefas diárias.

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8

Lenovo Idea Tab
Tela 2.5K de 11″ com 90Hz, capa, teclado e caneta inclusos, bateria duradoura, IA integrada e suporte a microSD.

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9

Galaxy Tab A11
Atualizações até Android 22, tela de 90Hz, áudio Dolby Atmos e compatibilidade com IA.

23% OFF Ver preço

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10

Positivo Vision TAB 11
Caneta e capa inclusas, conexão 4G para uso em qualquer lugar e armazenamento expansível via microSD.

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44% OFF Ver preço

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Os melhores tablets com 8 GB de RAMGalaxy Tab S10 FE+Galaxy Tab S10 FEiPad Mini (A17 Pro, 2024)Huawei MatePad MiniGalaxy Tab S10 LiteGalaxy Tab A11+ 5GRedmi Pad 2Lenovo Idea TabGalaxy Tab A11Positivo Vision Tab 11Como escolher o melhor tablet com 8 GB em 2026?Qual o mínimo de RAM que um tablet deve ter para evitar travamentos?Qual é o melhor tablet barato com 8 GB de RAM?Qual é o melhor tablet Samsung com 8 GB de RAM?Qual é o melhor tablet de 8 GB com caneta?

Galaxy Tab S10 FE+

Galaxy Tab S10 FE+

Prós

Tela grande de 13,1″ e taxa de 90 Hz
Suporta carregamento de 45 W
Certificação IP68
Capa e caneta inclusas

Contras

Tecnologia LCD inferior ao AMOLED
Sem suporte a NFC
Peso de 668 g

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O Galaxy Tab S10 FE+ traz tela LCD de 13,1 polegadas, resolução de 2880 × 1800 pixels e 90 Hz, focada em multitarefa, streaming e produtividade.

Ele vem com 8 GB de RAM, 128 GB de armazenamento e processador Exynos 1580, entregando desempenho intermediário, inclusive para gráficos moderados e uso de ferramentas de IA.

O dispositivo tem bateria de 10.090 mAh com carregamento de 45 W, além de incluir capa e caneta para anotações e desenhos, e sua certificação IP68 acrescenta proteção contra água e poeira.

Galaxy Tab S10 FE

Galaxy Tab S10 FE
R$ 2.426,53

Prós

Suporta 5G (chip físico + eSIM)
Boa relação custo-benefício
Bom desempenho geral
Bateria de 8.000 mAh
Certificação IP68
Capa e caneta inclusas

Contras

Tecnologia LCD inferior ao AMOLED
Sem suporte a NFC
S Pen sem Bluetooth

R$ 2.426,53 Mercado Livre
R$ 2.684,44 Mercado Livre
R$ 2.949,00 Mercado Livre

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O Galaxy Tab S10 FE combina a tela LCD de 10,9 polegadas, resolução de 2304 × 1440 pixels e 90 Hz com o processador Exynos 1580 e 8 GB de RAM, conjunto que entrega desempenho potente dentro do segmento intermediário, suportando aplicativos exigentes como Adobe Photoshop e CapCut.

A versão conta com 128 GB de armazenamento expansível via microSD de até 2 TB, além de conectividade 5G e integração com o ecossistema de inteligência artificial Galaxy AI, com recursos como o Circle to Search.

A bateria de 8.000 mAh promete até 20 horas de reprodução contínua de vídeo, enquanto a certificação IP68 assegura resistência contra água e poeira. O modelo também traz a S Pen inclusa no kit junto com a capa para fins artísticos.

iPad Mini (A17 Pro, 2024)

iPad Mini (A17 Pro, 2024)
R$ 3.631,58

Prós

Design leve e portátil com tela de 8,3″
Bom desempenho em jogos com chip A17 Pro
Suporte ao Apple Intelligence
Compatibilidade com Apple Pencil Pro

Contras

Taxa de atualização fixa em 60 Hz
Sem suporte a teclados magnéticos oficiais
Sem Stage Manager
Sem monitor externo independente
Sem Magic Keyboard oficial

R$ 3.631,58 Mercado Livre
R$ 4.510,27 Mercado Livre
R$ 6.299,00 Amazon

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O iPad mini é voltado para quem busca portabilidade. Ele traz 8 GB de RAM, tela Liquid Retina de 8,3 polegadas, resolução de 2266 × 1488 pixels e taxa de atualização de 60 Hz.

Em relação ao desempenho, o modelo é equipado com o chip A17 Pro, que garante alto desempenho em produtividade, jogos e edição de vídeos, além do suporte ao Apple Intelligence.

O formato compacto prioriza o uso para leitura, consumo de mídia e jogos, embora não tenha suporte aos teclados oficiais da Apple e a taxa de atualização limitada a 60 Hz seja um ponto negativo relevante em comparação com outros modelos deste guia.

Huawei MatePad Mini

Huawei MatePad Mini
R$ 4.250,00

Prós

Tela OLED de 8,8″ com até 120 Hz
Resolução de 2560 × 1600 pixels
Carregamento rápido de até 66 W
Design compacto
Compatível com caneta (vendida à parte)

Contras

HarmonyOS não tem serviços Google pré-instalados

R$ 4.250,00 Amazon

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O MatePad Mini é a aposta da Huawei no mercado de tablets compactos. Ele tem uma tela OLED de 8,8 polegadas, resolução de 2560 × 1600 pixels e até 120 Hz, combinação que pode proporcionar excelente definição, contraste e fluidez para leitura e entretenimento.

Com 8 GB de RAM e processador Kirin 9010, o aparelho oferece alto desempenho para multitarefa, edição e jogos. O tablet está disponível em versão com 256 GB de armazenamento.

A bateria tem 6.400 mAh e aguenta a um dia de uso moderado longe das tomadas. Já o carregamento é de até 66 W. Um ponto negativo é o sistema operacional HarmonyOS, que não fornece os serviços Google de forma nativa — entretanto, é possível baixar a Play Store pelo app GBox.

Galaxy Tab S10 Lite

Galaxy Tab S10 Lite
R$ 1.884,58

Prós

Caneta S Pen e capa inclusas
Tela de 10,9″ com 90 Hz
Bateria de 8.000 mAh
Suporte a recursos de IA
Atualizações até 2032

Contras

Painel LCD
Conectividade limitada a Wi-Fi
Câmeras inferiores às do Tab S10 FE

R$ 1.884,58 Mercado Livre
R$ 1.909,70 Mercado Livre
R$ 1.965,13 Mercado Livre

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O Galaxy Tab S10 Lite usa processador Exynos 1380 e uma tela LCD de 10,9 polegadas, sendo uma opção mais básica e acessível do que o Galaxy Tab S10 FE.

O modelo conta com versões de 6 GB ou 8 GB de RAM no mercado brasileiro, além de 128 GB de armazenamento expansível via microSD para até 2 TB. Ele tem bateria de 8.000 mAh para até 16 horas de reprodução de vídeo, segundo a Samsung.

Esse conjunto é voltado a tarefas cotidianas, navegação e entretenimento, além de ilustração — já que a S Pen vem na caixa. O Galaxy Tab S10 Lite oferece recursos de inteligência artificial para produtividade, como o Assistente de Caligrafia e o Assistente Matemático. A marca também garante atualizações de software até 2032.

Galaxy Tab A11+ 5G

Galaxy Tab A11+ 5G
R$ 1.403,01

Prós

Tela grande (11″) com 90 Hz
Áudio estéreo com Dolby Atmos
Boa autonomia de bateria
Design em alumínio
Até 7 anos de atualizações do Android
Suporte ao Samsung DeX
Saída P2 para fone de ouvido

Contras

Tela TFT com contraste e brilho limitados
Engasga em edição de vídeo
Áudio peca nos graves
Câmeras básicas
Carregador de 15 W na caixa
Não é compatível com a S Pen

R$ 1.403,01 Mercado Livre
R$ 1.405,17 Mercado Livre
R$ 1.528,97 Amazon

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O Galaxy Tab A11 Plus é um tablet da Samsung voltado ao uso diário. Ele traz tela TFT LCD de 11 polegadas com taxa de atualização de 90 Hz e resolução Full HD+ (1920 x 1200 pixels), oferecendo mais fluidez em animações e vídeos.

No entanto, a visibilidade sob luz solar é prejudicada pelo baixo brilho, segundo os testes do Tecnoblog.

O tablet intermediário da Samsung tem processador MediaTek Dimensity 7300 e armazenamento de 128 GB, oferecendo uma experiência agradável para uso diário — além da possibilidade de expansão da capacidade via microSD.

Com recursos de inteligência artificial via Galaxy AI, o Tab A11 Plus permite resumir textos, traduzir idiomas e editar imagens nativamente, com uma autonomia para um dia inteiro de uso. A conexão 5G também ajuda a colocar o tablet da Samsung à frente de outros modelos do mercado.

Redmi Pad 2

Redmi Pad 2
R$ 1.064,70

Prós

Tela grande de 11 polegadas
Desempenho para multitarefa leve
Armazenamento de 128 GB expansível

Contras

Capa e caneta não inclusos
Acesso à internet somente Wi-Fi

R$ 1.064,70 Mercado Livre
R$ 1.070,89 Mercado Livre
R$ 1.209,00 Shopee

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O Redmi Pad 2 combina uma tela de 11 polegadas com resolução Quad HD+ (2560 × 1600 pixels) e 90 Hz com o processador MediaTek Helio G100-Ultra, conjunto posicionado no segmento de entrada que atende atividades leves como leitura, navegação e chamadas de vídeo.

O modelo traz 128 GB de armazenamento expansível via cartão microSD e roda o HyperOS baseado no Android 15, com promessa de cinco anos de atualizações de sistema.

De acordo com a Xiaomi, a bateria de 9.000 mAh oferece autonomia estimada de até 17 horas de reprodução contínua de vídeo, e diferentemente de concorrentes diretos, o aparelho opera exclusivamente via Wi-Fi e não inclui capa ou caneta no pacote.

Lenovo Idea Tab

Lenovo Idea Tab
R$ 1.757,00

Prós

Tela grande (11″) com resolução 2.5K e taxa de 90 Hz
Vem com capa, teclado e caneta
Boa autonomia de bateria
Recursos de IA integrados
Suporte a microSD

Contras

Câmeras básicas
Engasga em jogos e apps pesados
Áudio peca nos graves
Sem dados móveis (LTE ou 5G)
Brilho de tela baixo

R$ 1.757,00 Amazon
R$ 1.799,00 Amazon
R$ 1.985,78 Amazon

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O Lenovo Idea Tab se destaca no uso para produtividade, já trazendo capa, teclado e caneta na caixa.

Ele tem tela de 11 polegadas com resolução 2.5K e taxa de atualização de 90 Hz, que entregou excelente qualidade e fluidez para vídeos nos testes feitos pelo Tecnoblog. Porém, o brilho do painel é limitado, o que prejudica a visibilidade em ambientes muito iluminados ou sob luz solar direta.

Com processador MediaTek Dimensity 6300, 8 GB de RAM e 256 GB de armazenamento, o aparelho entregou desempenho fluido para estudos, navegação e tarefas do dia a dia, mas tem limitações em jogos mais exigentes. Outro ponto negativo é a conectividade: modelo funciona exclusivamente via via Wi‑Fi.

Galaxy Tab A11

Galaxy Tab A11
R$ 813,38

Prós

Atualizações até o Android 22
Tela de 90 Hz
Áudio com Dolby Atmos
Compatível com recursos de IA

Contras

Processamento básico
Sem suporte à S Pen

R$ 813,38 Mercado Livre
R$ 979,90 Mercado Livre
R$ 989,90 Mercado Livre

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O Galaxy Tab A11 é um modelo de entrada que utiliza o processador MediaTek Helio G99 e tem 64 GB de armazenamento expansível via microSD de até 2 TB.

Essa ficha técnica atende tarefas básicas do dia a dia, sendo mais indicada para consumo de mídias, navegação na internet e leituras. Caso queira um tablet com caneta, saiba que o modelo não tem suporte à S Pen.

O aparelho busca equilibrar a performance simples com uma tela compacta de 8,7 polegadas e taxa de atualização de 90 Hz, além de sistema de som com suporte à tecnologia Dolby Atmos para melhorar a experiência em vídeos e áudios.

Positivo Vision Tab 11

Positivo Vision TAB 11
R$ 1.379,99

Prós

Inclui caneta e capa protetora
Suporte 4G para uso em qualquer lugar
Armazenamento expandível via microSD

Contras

Resolução da tela baixa (800×480)
Processador e RAM limitados para tarefas pesadas

R$ 1.379,99 Mercado Livre
R$ 1.487,99 Shopee
R$ 1.499,00 Shopee

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O Vision Tab 11 é um tablet da Positivo que combina processador Unisoc T606, 8 GB de RAM e 128 GB de armazenamento, sendo focado em tarefas básicas do dia a dia e usuários menos exigentes.

O aparelho conta com tela de 11 polegadas, bateria de 6.000 mAh e um kit de acessórios que traz capa, carregador e a caneta Vision Pen. No entanto, o aparelho traz carregamento de apenas 10 W, consideravelmente lento em comparação com outros modelos.

Em geral, o aparelho se destaca mais pelo conjunto de acessórios e conectividade do que por desempenho bruto.

Como escolher o melhor tablet com 8 GB em 2026?

Ao comprar um tablet com 8 GB de memória RAM, verifique:

Processador: dê preferência a chipsets intermediários avançados ou de topo de linha (como as séries Exynos 15xx, Dimensity 6000/7000 ou chips da Apple) para garantir que os 8 GB de RAM sejam totalmente aproveitados em multitarefa pesada e jogos;

Qualidade e taxa de atualização da tela: avalie o tipo de painel (OLED para melhores contrastes ou IPS/TFT de alta resolução), e priorize taxas de 90 Hz ou 120 Hz, fundamentais para uma navegação fluida e uso confortável com caneta;

Acessórios e conectividade: considere se o kit original inclui capa e caneta (como a S Pen da Samsung ou o kit de acessórios da Lenovo), economizando no valor final, além da presença de conexões 4G/5G caso precise de mobilidade fora de redes Wi-Fi.

Qual o mínimo de RAM que um tablet deve ter para evitar travamentos?

O mínimo recomendado é de 6 GB de RAM para multitarefa, edição de documentos e uso de redes sociais, sem precisar fechar aplicativos em segundo plano.

Modelos com 4 GB atendem apenas o uso básico infantil e consumo simples de mídias, enquanto opções de 8 GB ou mais são as ideais para produtividade, edições e uso prolongado sem travamentos.

Qual é o melhor tablet barato com 8 GB de RAM?

O Galaxy Tab A11+ é a melhor opção acessível com 8 GB de RAM, reunindo uma tela de 11 polegadas a 90 Hz, bateria de 7.040 mAh e suporte a 5G. O modelo é um ótimo tablet para estudar, entregando desempenho fluido para tarefas do dia a dia e navegação por um preço competitivo dentro da categoria.

Qual é o melhor tablet Samsung com 8 GB de RAM?

O Galaxy Tab S10 FE se destaca como o melhor tablet da Samsung nessa categoria, equilibrando custo-benefício e desempenho.

O modelo traz processador Exynos 1580 com 8 GB de RAM, ideal para multitarefa e produtividade. Ele também traz tela de 10,9 polegadas a 90 Hz, proteção IP68 contra água e poeira, além de recursos avançados do ecossistema Galaxy AI.

Qual é o melhor tablet de 8 GB com caneta?

O Galaxy Tab S10 FE é a escolha ideal de tablet com caneta, pois já vem acompanhado da S Pen e de uma capa no pacote original. O acessório promete baixíssima latência e alta sensibilidade à pressão, garantindo usabilidade para anotações, estudos e desenhos em sua tela de 10,9 polegadas.
Tablet com 8 GB de RAM: top 10 modelos para comprar em 2026

Tablet com 8 GB de RAM: top 10 modelos para comprar em 2026
Fonte: Tecnoblog

Brasil vai gastar R$ 2,3 bilhões para turbinar infraestrutura nacional de IA

Brasil vai gastar R$ 2,3 bilhões para turbinar infraestrutura nacional de IA

Supercomputador reduzirá tempo de treinamento de grandes modelos de IA (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

O governo brasileiro vai investir R$ 2,3 bilhões para desenvolver uma infraestrutura nacional de IA.
O projeto envolve parcerias com gigantes chinesas e norte-americanas, com o desenvolvimento e compra de supercomputadores.
A estratégia inclui ainda cooperação com a Espanha para produção de semicondutores.

O Governo Federal anunciou um investimento de R$ 2,3 bilhões para o desenvolvimento de uma infraestrutura nacional de inteligência artificial. A iniciativa integra uma nova fase do Plano Brasileiro de Inteligência Artificial (PBIA) e foi apresentada em cerimônia no Rio Grande do Norte, com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

A estratégia prevê recursos em projetos separados envolvendo empresas dos Estados Unidos e da China. Segundo a nota do governo divulgada nessa quinta-feira (20/08), o objetivo é garantir a soberania nacional sobre os dados brasileiros gerados por serviços públicos e privados, evitando a dependência de uma única empresa, país ou tecnologia.

O PBIA prevê R$ 23 bilhões em aportes. Os recursos para essa nova infraestrutura serão financiados pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT), de maneira parcelada ao longo dos próximos anos.

Aporte bilionário será dividido

A execução da estratégia foi dividida pelo governo em “rotas”. Pouco mais da metade do montante, cerca de R$ 1,3 bilhão, será direcionado a um projeto de supercomputação no Rio de Janeiro, desenvolvido em parceria com as companhias chinesas Huawei e iFlytek ao longo de cinco anos.

A estrutura deve começar a operar em julho de 2027 e terá como foco o desenvolvimento de grandes modelos de linguagem (LLMs), aplicações de inteligência artificial para setores específicos da indústria e a capacitação de cerca de 3 mil profissionais.

Em outro segmento, o Governo Federal destinará R$ 1 bilhão, por edital de licitação, para a aquisição de um supercomputador que deve aparecer entre as dez máquinas de processamento de IA mais poderosas do mundo. A instalação será no Parque Tecnológico Augusto Severo (PAX), no município de Macaíba (RN). A gestão ficará a cargo da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) e do Laboratório Nacional de Computação Científica (LNCC).

A estimativa é que o processo licitatório dure entre três e seis meses. Segundo a agência Reuters, autoridades avaliam que a norte-americana Nvidia é a empresa com maiores chances de vencer a disputa. Se não houver contestações jurídicas, a previsão é que o supercomputador entre em operação em 12 a 18 meses.

Supercomputador 20 vezes mais potente

Supercomputador brasileiro Santos Dumont possui 27 Petaflops de capacidade (imagem: reprodução/LNCC)

O equipamento adquirido para o Rio Grande do Norte terá capacidade de processamento de 7,2 mil Petaflops. Trata-se de um salto de quase 20 vezes na comparação com o Santos Dumont — atual supercomputador brasileiro localizado no LNCC de Petrópolis (RJ), que entrega cerca de 27 Petaflops.

Na prática, essa diferença resulta em um ganho drástico de tempo. A nova máquina será capaz de treinar um modelo de linguagem de grande escala, similar ao GPT-4, em apenas um mês. Para realizar a mesma tarefa, o supercomputador fluminense levaria de dois a três anos. A infraestrutura ficará disponível para uso governamental, além de empresas, universidades e instituições de pesquisa científica.

O que mais o pacote de IA inclui?

O plano prevê ainda uma terceira rota focada no longo prazo: uma cooperação com a Espanha voltada para a arquitetura de código aberto RISC-V. Com implementação estimada em até 15 anos, o projeto procura transformar o Brasil em um produtor de semicondutores e componentes críticos.

A estratégia governamental engloba ainda planos para um serviço nacional de computação em nuvem e o armazenamento de dados totalmente em território nacional. Para garantir a segurança e a ética dessas tecnologias, foi anunciada também a criação do Centro Nacional de Transparência Algorítmica e IA Confiável.

Operado pelo Centro de Pesquisa Aplicada em IA da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), o novo órgão terá a missão de auditar sistemas, avaliar riscos, minimizar vieses e criar metodologias de transparência. O núcleo também apoiará a implementação de políticas públicas, como o ECA Digital, mas não substituirá as autoridades competentes na fiscalização e aplicação de sanções legais.
Brasil vai gastar R$ 2,3 bilhões para turbinar infraestrutura nacional de IA

Brasil vai gastar R$ 2,3 bilhões para turbinar infraestrutura nacional de IA
Fonte: Tecnoblog

Um em cada três sites criados após ChatGPT tem sinais de IA

Um em cada três sites criados após ChatGPT tem sinais de IA

Pesquisa analisou a presença de IA em sites publicados pós-ChatGPT (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

A pesquisa da Pew Research Center revelou que um em cada três sites criados após o lançamento do ChatGPT em 2022 contém sinais de inteligência artificial, principalmente nos textos publicados
Os textos produzidos com IA apresentam características como uso excessivo de travessões, vírgulas desnecessárias e linguagem rebuscada
De acordo com a Cloudflare, o tráfego de robôs na Internet já superou o de humanos.

O lançamento do ChatGPT em 2022 foi um marco para as inteligências artificiais, que estão cada vez mais presentes em diferentes tipos de conteúdo pela Internet. Uma pesquisa da Pew Research Center traz números para embasar esse argumento: desde a chegada do modelo da OpenAI, um em cada três sites registrados traz IA em algum nível, principalmente nos textos publicados.

O levantamento considerou links recentes e registrou muitos conteúdos com cacoetes de linguagem bastante comuns nas respostas dadas pelos LLMs. Entre eles estão o uso massivo de travessão (–), a chamada vírgula de Oxford, que é desnecessária para a compreensão do texto, assim como a presença de termos rebuscados demais para certas situações.

De acordo com o site TechCrunch, que repercutiu o estudo, esses dados chegam pouco após outra pesquisa, esta do Cloudflare, destacar que o tráfego de robôs na Internet superou o de humanos, algo que aconteceu antes do previsto pela plataforma. Ou seja: mais IAs estão fazendo buscas online e lendo conteúdos escritos também por inteligência artificial.

Recorte maior também chama a atenção

A pesquisa da Pew Research Center levantou informações relevantes quanto ao uso de IA na Internet nos últimos anos. De um total de 10 mil páginas que circulam hoje, pelo menos 10% foram produzidas com uso de IA em algum nível. Vale reforçar que esse é o universo total, considerando também páginas anteriores a 2022, quando o ChatGPT foi liberado ao público. Considerando um recorte mais recente, 35% das publicações trazem inteligência artificial na sua construção.

Mais de um terço dos links publicados após 2022 trazem algum nível de IA em sua composição (imagem: reprodução/Pew Research Center)

Outros dados destacados pela Pew mostram uma presença 10% maior de IA em domínios “.com”, mas textos com cacoetes dos LLMs também podem ser encontrados em slugs com “.edu” e “.gov”, sites normalmente relacionados a plataformas de educação ou do governo dos Estados Unidos. Domínios com “.org” foram analisados também, registrando 4,6% de produções feitas com inteligência artificial.

É importante destacar que a análise foi realizada considerando apenas conteúdos em inglês. Os links foram levantados pela plataforma Common Crawl e a identificação de IA foi feita utilizando o Open Pangram. Segundo o TechCrunch, a ferramenta pode apresentar erros de detecção, mas nada que impeça uma análise a nível “macro”, com um grande volume de páginas.

Características dos textos de IA

As publicações feitas com inteligência artificial têm alguns detalhes que evidenciam o uso da ferramenta. Os textos trazem alguns cacoetes bastante comuns na geração de respostas de IA: um certo exagero no uso de travessões (–), vírgulas desnecessárias e resoluções rasas como “é isso, logo, não é aquilo”.

Conteúdos gerados por IA estão cada vez mais presentes na Internet; saiba como identificar (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Vale reforçar que alguns desses vícios são comuns em determinadas produções, como nos próprios textos jornalísticos – eu, particularmente, gosto bastante do uso de travessão para organizar certas ideias. Da mesma forma, artigos científicos e publicações acadêmicas também contam com cacoetes do tipo, além de circularem bastante certas ideias para entregar o máximo de detalhes numa explicação, por exemplo.

A diferença está nos cenários em que esses vícios aparecem, normalmente sendo utilizados de maneira desnecessária. A pesquisa da Pew aponta o aumento da frequência desses trejeitos linguísticos como evidência: um uso de vírgulas facultativas 63% maior nos textos, o dobro de palavras comuns em respostas de IA e três vezes mais paralelismo negativo nos textos.

Mais uma evidência de AI Slop nos dias de hoje

Os casos de AI Slop têm sido cada vez mais frequentes na Internet – e não só por aqui. O TB noticiou recentemente os problemas que Consultores Legislativos enfrentam no Congresso dos Estados Unidos ao perder a maior parte do seu tempo revisando projetos de lei com erros clássicos de IA. Da mesma forma, redes sociais como o LinkedIn vêm tentando contornar a situação com uma distribuição menor de posts feitos com IA.

As próprias empresas de inteligência artificial têm conhecimento da presença massiva de conteúdos produzidos por seus modelos na Internet, e utilizam livros impressos lançados antes de 2022 como fonte para treinar suas IAs em um volume cada vez maior. Soma-se a isso a pesquisa da Cloudflare, destacando o tráfego de bots nas pesquisas online superando as buscas humanas.
Um em cada três sites criados após ChatGPT tem sinais de IA

Um em cada três sites criados após ChatGPT tem sinais de IA
Fonte: Tecnoblog