Category: Inteligência Artificial (IA)

Claude ganha agente 24×7 para brigar com ChatGPT, Google e Meta

Claude ganha agente 24×7 para brigar com ChatGPT, Google e Meta

Duet fica disponível em um app independente do Claude padrão (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Resumo

A Anthropic lançou o Claude Duet, um agente de IA projetado para ajudar no dia a dia, especialmente para uso profissional.
O Claude Duet funciona 24 horas por dia, organizando rotinas e otimizando tempo, com uma versão prévia disponível para pesquisa e uso por profissionais e pequenas empresas.
A Anthropic promete segurança e privacidade, recusando o compartilhamento de informações sensíveis e permitindo que os usuários autorizem o uso de dados financeiros ou de saúde.

A Anthropic revelou o Claude Duet, novo sistema de IA que funciona como um agente pessoal que trabalha 24 horas por dia. Ele promete organizar a rotina e otimizar o tempo das pessoas. O anúncio ocorreu nesta quarta-feira (21/10).

A atuação será semelhante à vista na função de Dots do ChatGPT, já disponível no Brasil; no antigo Gemini Spark, do Google, que agora fica na área de Tarefas; e no Muse, da Meta, sem previsão de lançamento por aqui. Estas ferramentas criam resumos e fazem sugestões baseadas nas suas atividades digitais.

Num primeiro momento, a tecnologia fica disponível como uma versão prévia voltada para pesquisa, focada principalmente em uso por profissionais e pequenas empresas. Ela tem base no Claude Opus 5.5 e funciona por meio de um app independente, disponível para Android e iPhone (iOS), além do site claude.ai.

Nova fase dos agentes pessoais de IA

O lançamento do Claude Duet marca a entrada da Anthropic no ramo das IAs agênticas que funcionam 24×7, focadas em ações autônomas no dia a dia. Aqui, a ideia é conectar o modelo aos seus principais apps e softwares de produtividade, permitindo reunir e-mails relevantes do dia, encontrar horários na sua agenda, fazer projeções financeiras e dar sugestões com base nas suas atividades.

Isso não chega a ser uma novidade. As próprias IAs generativas podem funcionar de maneira semelhante, sobretudo nas versões mais avançadas. Mas, para isso, é necessário incluir prompts específicos e aprofundados, com algumas limitações de uso a depender das plataformas analisadas. Com o Duet, isso passa a ser automático, e as interações de rotina tendem a ser mais simplificadas, como um assistente pessoal mesmo.

A ideia é que o Duet trabalhe para organizar suas atividades. A Anthropic também fala em uma máquina virtual, a exemplo da Meta, e promete funcionamento independente por meio de um navegador próprio. Apesar de ser mais autônomo que chatbots, o Claude Duet deixa decisões complexas para o usuário, que precisa aprovar pagamentos, confirmar envio de mensagens e bater o martelo sobre mudanças de configuração, por exemplo.

Agente pessoal promete ajudar a organizar e otimizar sua rotina (imagem: divulgação/Anthropic)

O que a Anthropic fala sobre segurança e privacidade

Um assistente para profissionais e pequenas empresas pode lidar com muitos dados confidenciais. Pensando nisso, a Anthropic prometeu mecanismos para analisar e identificar as informações sensíveis. O agente vai recusar o compartilhamento de números de cartão de crédito e documentos de identificação, como já ocorre em outras funções do Claude. Já dados financeiros ou de saúde só serão compartilhados caso o usuário dê autorização na sessão.

O agente pessoal é classificado como “pré-modelo de pesquisa” e ainda será melhorado. A Anthropic promete que o serviço passará por constantes testes de estresse. O Claude Duet também faz parte do seu programa de recompensa por bugs, e possíveis vulnerabilidades encontradas por terceiros serão consideradas.
Claude ganha agente 24×7 para brigar com ChatGPT, Google e Meta

Claude ganha agente 24×7 para brigar com ChatGPT, Google e Meta
Fonte: Tecnoblog

Salários em tecnologia se aproximam dos R$ 40 mil; veja principais cargos

Salários em tecnologia se aproximam dos R$ 40 mil; veja principais cargos

IA é um diferencial no mercado de tecnologia, mas não traduz maiores salários (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

O Guia Salarial 2027 da Michael Page aponta que 33% das empresas de tecnologia consideram o domínio de ferramentas de IA como um diferencial.
Apesar do crescimento da IA, os salários mais altos não são necessariamente para profissionais de IA: especialistas em IA ganham R$ 14 a 20 mil, enquanto gerentes de IA ganham até R$ 37 mil.
A área de engenharia de dados é a mais valorizada, com salários de até R$ 42 mil mensais, e 51% das empresas de tecnologia adotam o trabalho híbrido.

O Guia Salarial 2027 da Michael Page aponta um forte crescimento da inteligência artificial no mercado de tecnologia, com 33% das empresas destacando o domínio de ferramentas do tipo como um diferencial no próximo ano. Mas em termos salariais, a área não tem profissionais de IA no topo: enquanto especialistas na ferramenta têm ganhos de R$ 14 a 20 mil, gerentes recebem até R$ 37 mil em grandes empresas. 

As maiores remunerações seguem com profissionais em engenharia de dados, que podem chegar a R$ 42 mil mensais. Outras áreas mais tradicionais, como ciência de dados, engenharia de software e segurança da informação, já batem os R$ 40 mil. Isso mostra que, apesar do maior espaço para IA na indústria, as áreas mais valorizadas do setor seguem sendo aquelas mais especializadas.

Além disso, a pesquisa também aponta a flexibilidade como predominante no setor, com 51% apostando no trabalho híbrido. O Tecnoblog teve acesso exclusivo ao recorte de tecnologia do levantamento, que foi realizado em 1.955 empresas, considerando 15 setores diferentes e mais de 400 cargos. Ao todo, 5.762 profissionais foram entrevistados.

Inteligência artificial ganha mais espaço

Pesquisa da Michael Page mostra que 36% das empresas de tecnologia valorizam conhecimentos em IA (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

O principal destaque do Guia Salarial da Michael Page é o avanço da IA no mercado de tecnologia. Aparecendo entre áreas tradicionais como ciência de dados e engenharia de software, por exemplo, especialistas e gerentes de IA ganham relevância em 2027.

De acordo com a pesquisa, 36% das empresas de tecnologia destacam a importância de conhecimentos em inteligência artificial nos próximos 12 meses como diferencial na hora de contratar. Por aqui, 40% do mercado também oferece acesso amplo a modelos de IA, enquanto quase metade (49%) afirma ter a tecnologia como uma das prioridades.

Salários e cargos em tecnologia

Veja a seguir a relação de cargos levados em conta no levantamento da Michael Page para o mercado de tecnologia em 2027:

CargoMenor salárioMaior salárioGerente de engenharia de dadosR$ 28 milR$ 42 milGerente de ciência de dadosR$ 28 milR$ 42 milGerente de segurança da informaçãoR$ 28 milR$ 40 milGerente de TI/Business Partner de TIR$ 30 milR$ 40 milGerente de engenharia de softwareR$ 25 milR$ 40 milGerente de infraestruturaR$ 23 milR$ 38 milGerente de IAR$ 22 milR$ 37 milEspecialista de TI/Business Partner de TIR$ 20 milR$ 35 milEspecialista de cloudR$ 22 milR$ 30 milEspecialista em ciência de dadosR$ 18 milR$ 28 milEspecialista em IAR$ 14 milR$ 20 milTabela elaborada pelo Tecnoblog; dados da Michael Page

A pesquisa é categórica: apesar do aumento do espaço no setor, profissionais de IA não têm necessariamente os maiores salários. Segundo Lucas Oggiam, diretor executivo da Michael Page Brasil, “ter uma habilidade muito procurada e consequentemente mais valorizada ajuda”, mas o cenário muda ao “ampliar seu escopo” e “responder pelo resultado daquela área”.

Frente a profissionais de engenharia de dados e de software, por exemplo, profissionais de IA seguem atrás em termos de salário, mesmo para cargos de liderança: gerentes das respectivas áreas ganham até R$ 42 e R$ 40 mil, enquanto o teto para quem trabalha diretamente com inteligência artificial é de R$ 37 mil.

Valorização salarial em áreas mais tradicionais também é destaque

Qualidade e engenharia de software são setores mais valorizados para 2027 (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Outro dado que reforça a relevância de áreas tradicionais frente ao crescimento da IA é a valorização salarial. A Michael Page enviou ao Tecnoblog um comparativo dos levantamentos feitos em 2025 e 2026 com os números projetados para 2027, destacando o aumento nos ganhos do setor por cargo.

Veja as áreas que mais tiveram valorização salarial no mercado de tecnologia nos últimos dois anos:

Cargo202520262027VariaçãoGerente de qualidade de softwareR$ 20 a 25 milR$ 22 a 34 milR$ 23 a 36 mil+31%Gerente de engenharia de softwareR$ 24 a 30 milR$ 24 a 38 milR$ 25 a 40 mil+21%Gerente de infraestruturaR$ 23 a 28 milR$ 22 a 36 milR$ 23 a 38 mil+19%Gerente de ciência de dadosR$ 27 a 38 milR$ 27 a 40 milR$ 28 a 42 mil+8%

Gerentes de qualidade de software passaram a ganhar 31% a mais em relação a 2025, a maior valorização do mercado de tecnologia, enquanto lideranças de engenharia de  software vêm logo atrás, com 21% de valorização. Completam o quadro os gestores de infraestrutura e ciência de dados, com 19% e 8%, respectivamente.

Formato híbrido e relevância dos gestores entre os principais atrativos

A flexibilização do presencial também foi levada em conta. No mercado de tecnologia, somente 17% das empresas apostam na presença física de seus funcionários, enquanto 28% têm um formato totalmente home office. Ir ao escritório algumas vezes na semana é o mais comum: 51% do mercado opera de forma híbrida. Para os profissionais da área, também pesam fatores como desafio técnico e autonomia.

Se o acesso às novas tecnologias é um diferencial, o tipo de gestão também importa: 63% dos funcionários entrevistados vêem uma liderança “desmotivadora” como motivo para abandonar projetos. Para o diretor executivo Lucas Oggian, a “retenção continua sendo muito humana”. Ainda assim, chama atenção que apenas 3% das empresas do setor veem impacto da liderança na manutenção dos seus funcionários.
Salários em tecnologia se aproximam dos R$ 40 mil; veja principais cargos

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Fonte: Tecnoblog

Lançamento: Galaxy S26 FE com 7 anos de Android já cai 40% em oferta

Lançamento: Galaxy S26 FE com 7 anos de Android já cai 40% em oferta

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O Galaxy S26 FE de 128 GB está saindo por R$ 3.299 no Pix com cupom LU300 no Magazine Luiza. O novo premium acessível da Samsung, equipado com chip de 3 nanômetros e que traz melhorias no software, recebe desconto de 40% sobre o preço original de R$ 5.499.

Galaxy S26 FE tem chip de 3 nm e melhorias no software

O novo Galaxy S26 FE conta com o chip Exynos 2500 de 3 nm que, aliado a 8 GB de RAM, é capaz de rodar apps exigentes e as novas funções, como o My FanCam, que acompanha a pessoa filmada, e a IA Bixby, que lê infos no celular. E por se tratar de um lançamento, seu software se manterá atualizado até o Android 24.

Sua tela LTPO AMOLED Dinâmico 2X de 6,7″ possui taxa de 120 Hz e brilho de 1.900 nits, oferecendo reprodução de imagens com cores vibrantes e alta fluidez nas transições em apps e games, além de garantir a visibilidade sob qualquer condição de luz.

O kit principal de câmeras filma em 8K. Ele inclui uma wide de 50 MP com OIS e uma ultrawide de 12 MP, que captam belas cenas ao ar livre, e uma telefoto de 8 MP com zoom óptico de 3x para aproximações. A frontal de 12 MP tira ótimas selfies e filma em 4K a 60 fps.

Câmeras do Galaxy S26 FE cobrem várias situações para fotos e vídeos (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O corpo de alumínio do S26 FE é revestido de ambos os lados pelo vidro Gorilla Glass Victus+, resistente contra pancadas e quedas. A certificação IP68 confere proteção em cenários como poeira intensa e mergulhos acidentais.

Sua bateria de 4.900 mAh resiste a até 29 horas de reprodução de vídeo, segundo a fabricante. O suporte ao carregamento rápido de 45 W via USB-C e de 15 W sem fio garante energia para um dia inteiro com apenas alguns minutos na tomada, um recurso excelente para quem não tem tempo a perder.

O Galaxy S26 FE de 128 GB (R$ 3.299 no Pix com cupom LU300), novo celular premium acessível da Samsung, conversa com redes 5G, Wi-Fi 6E, Bluetooth 5.4 e NFC.
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Lançamento: Galaxy S26 FE com 7 anos de Android já cai 40% em oferta
Fonte: Tecnoblog

FBI fecha fazendas de notebooks usadas em fraude norte-coreana

FBI fecha fazendas de notebooks usadas em fraude norte-coreana

Autoridades afirmam que salários obtidos financiam programas militares (imagem: stephan/Flickr)

Resumo

O FBI fez buscas em mais de 40 residências no Texas e apreendeu cerca de 187 dispositivos.
As máquinas permitiam que norte-coreanos trabalhassem remotamente em empresas americanas usando identidades falsas ou roubadas.
Em ação separada, a Justiça dos EUA anunciou acusações contra 14 pessoas e a prisão de dois americanos.

O FBI realizou buscas em mais de 40 residências no Texas usadas ou suspeitas de funcionar como “fazendas de notebooks” para trabalhadores norte-coreanos. A operação apreendeu cerca de 187 dispositivos que, segundo as autoridades, ajudavam a obter empregos remotos em empresas americanas com identidades falsas ou roubadas.

O governo dos EUA alega que os salários recebidos nesses esquemas ajudam a financiar o regime da Coreia do Norte, contornando sanções internacionais. A ação ocorreu entre 21 e 25 de setembro e foi divulgada na terça-feira (13/10). Entre os equipamentos estavam notebooks e dispositivos que permitem controlar teclado, tela e mouse remotamente.

Como funcionam as fazendas de notebooks?

Acesso remoto permitia operar computadores nos EUA (imagem: Sergey Zolkin/Unsplash)

As fazendas são mantidas por facilitadores nos Estados Unidos. São eles que recebem os computadores enviados pelos empregadores, deixam as máquinas conectadas à internet e instalam recursos de acesso remoto. Os operadores, que estão em outros países, passam a trabalhar nesses equipamentos como se estivessem em território americano.

O endereço local ajuda a disfarçar a localização real de quem executa as tarefas. Segundo o New York Times, o FBI decidiu interromper a rede no Texas, sem esperar acusações formais. Não houve prisões nessa etapa. Os envolvidos foram avisados que poderiam enfrentar punições criminais se continuassem colaborando com as fraudes.

O FBI afirma que os facilitadores nem sempre sabem para quem estão trabalhando. Os recrutadores procuram pessoas em dificuldades financeiras e oferecem serviços aparentemente simples, como receber encomendas ou manter notebooks ligados em casa, em troca de pagamento.

O esquema atingiu até empresas de segurança. A KnowBe4 admitiu ter contratado um funcionário norte-coreano com identidade roubada e foto alterada com inteligência artificial. A Amazon também identificou o que seria um infiltrado após detectar um atraso na digitação: o notebook estava nos Estados Unidos, mas era controlado remotamente, com tráfego rastreado até a China. Uma facilitadora mantinha o equipamento conectado e a latência serviu como sinal para uma investigação.

Outra denúncia envolve mais de 70 empresas

O Departamento de Justiça também fez a denúncia de um esquema que afetou mais de 70 empresas entre 2019 e 2025 e gerou aproximadamente US$ 3 milhões (cerca de R$ 15,1 milhões em conversão direta), que teriam sido encaminhados à entidades norte-coreanas.

Vale lembrar que os EUA já aplicaram sanções contra facilitadores e empresas de fachada envolvidos nesses esquemas.

FBI fecha fazendas de notebooks usadas em fraude norte-coreana

FBI fecha fazendas de notebooks usadas em fraude norte-coreana
Fonte: Tecnoblog

Entenda a “explosão” de jailbreaks e pirataria no PS5

Entenda a “explosão” de jailbreaks e pirataria no PS5

PS5 é alvo de dois novos jailbreaks (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Resumo

O PlayStation 5 (PS5) se tornou um dos principais alvos de pirataria da indústria dos games, com dois jailbreaks publicados no final de setembro, permitindo “crackear” basicamente qualquer modelo do mercado.
Os jailbreaks, PS5SX2 e Relapse, permitem jogar títulos de PS2 no console e instalar apps e jogos indisponíveis na PS Store, com alguns casos de uso de inteligência artificial no processo de descompilação de games.
A pirataria no PS5 inclui apps como Overdrive, que oferece jogos gratuitos, e o emulador KytyPS5, que permite rodar títulos do PS5 em consoles Xbox.

O PlayStation 5 (PS5) se tornou um dos principais alvos de pirataria da indústria dos games nos últimos dias. O console da Sony teve dois jailbreaks publicados no final de setembro, permitindo “crackear” basicamente qualquer modelo do mercado. PS5SX2 e Relapse apareceram no mesmo dia, ficando disponíveis nas plataformas Reddit e Github, respectivamente.

O primeiro permite jogar títulos de PS2 no console, enquanto o segundo é focado em burlar o sistema para instalar apps e jogos indisponíveis na PS Store. Desde então, outras “soluções” apareceram na internet, incluindo o app Overdrive, que oferece uma lista de games gratuitos direto no videogame, e o KytyPS5, que permite emular o PS5 até mesmo em consoles Xbox.

Segundo o Mashable, a velocidade com que tantas opções de jailbreak estão sendo divulgadas indica uso de inteligência artificial no processo. Outro indício é o uso de IA na descompilação de games para gerar versões que misturam dois ou mais títulos, além de versões web de clássicos das gerações até o PS3.

Como funcionam os jailbreaks do PS5?

Jailbreaks para PS5 abrem brecha para emuladores, apps de jogos grátis e mais (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

O PS5SX2 já está na versão 2.0 e, segundo comentários no Reddit, permite basicamente rodar arquivos ISO de jogos de PS2 e PS3 diretamente no console de última geração. Para isso, é necessário estar conectado à rede local, já que os games rodam via NAS (Network Attached Storage).

Já o Relapse aparece como uma alternativa mais complexa, que aproveita uma brecha no navegador do PS5 para acessar o código do console e baixar conteúdos de outras lojas online que não a PS Store. A vulnerabilidade pode ser explorada até a versão de firmware 13.6, ou seja, a atualização mais recente do console (14.0) já não permite mais a instalação do jailbreak.

Vale reforçar que ambas as versões aparecem no GitHub com um aviso indicando objetivos educacionais e de pesquisa de segurança, sendo voltados para desenvolvedores da área. A Sony não está enovlvida na liberação dessas ferramentas, e os dois projetos recomendam o uso de BIOS e jogos próprios dos usuários, ou seja, adquiridos previamente. A distribuição das cópias dos games em si, por exemplo, pode configurar pirataria.

Emulador e apps de jogos gratuitos

Aplicativo dá acesso a lojas alternativas (imagem: reprodução/@@RadiantOpti)

A partir dos novos jailbreaks, outras “soluções” que aproximam a prática da pirataria surgiram nos primeiros dias de outubro. Uma delas é o app Overdrive, uma espécie de loja que permite abrir jogos e DLCs disponíveis da PS Store sem a necessidade de comprá-los. Outro exemplo parecido é a Orbit Store, com apps open-source disponíveis para PC, celular e até TV, permitindo baixar jogos direto no PS5 já com o jailbreak funcional.

Da mesma forma, outro app chamado PS5BOX também foi encontrada na internet, dando acesso a títulos do Xbox Game Pass no console da Sony. O caminho contrário também é possível pelo KytyPS5, software que pode ser instalado no Xbox Series X para rodar títulos como Astro Bot, exclusivo da PlayStation.

É importante ter em mente que serviços do tipo podem configurar pirataria, já que envolvem a distribuição de cópias de games sem licença adquirida. Conforme sugere o site TechPowerUp, a Sony já publicou atualizações que resolvem a vulnerabilidade encontrada pelo Relapse, por exemplo. Com o firmware 14.10, mais recente, também não é possível realizar downgrades para explorar a falha. E, em caso de identificação de jailbreak, usuários podem ter a conta banida.

Qual seria a relação com inteligência artificial?

GTA Vice City foi um dos jogos disponbilizados via navegador graças ao potencial do Claude Opus 5.5 (Imagem: Reprodução / Rockstar Games)

Não há nenhuma confirmação de que os desenvolvedores citados aqui tenham utilizado IA no processo. Ainda assim, a descoberta de vulnerabilidades e a alta velocidade com que falhas foram corrigidas, como aconteceu com o PS5SX, chama atenção: apenas 11 dias separam a versão 1.0 da 2.0.

Mas outros usos de IA envolvendo games também indicam uma presença forte da tecnologia nessas quebras de código. O Kotaku teve acesso a versões web de jogos como GTA: Vice City, Halo e mais, rodando diretamente no navegador. Os jogos foram divulgados pela conta @RadiantOpti no X/Twitter, em post que já foi apagado por violação de direitos.

Além disso, alguns ports mesclando jogos como Fallout e Call of Duty, por exemplo, também chegaram a circular na internet. Esses trabalhos foram creditados ao Claude Opus 5.5, da geração atual de modelos da Anthropic. O ritmo acelerado com que essas versões são desenvolvidas e distribuídas utilizando IA certamente vai ser um tema a ser bastante debatido no mundo dos games.
Entenda a “explosão” de jailbreaks e pirataria no PS5

Entenda a “explosão” de jailbreaks e pirataria no PS5
Fonte: Tecnoblog

Meta lança o Muse Wonder, sua IA mais avançada até agora

Meta lança o Muse Wonder, sua IA mais avançada até agora

O Muse Wonder combina memória entre conversas para executar tarefas complexas (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

A Meta apresentou os modelos Muse Wonder e Muse Wonder Full, descritos como os mais avançados da empresa.
As novidades focam em agentes de IA com memória entre conversas e maior persistência em tarefas complexas.
O Muse Wonder já está disponível para desenvolvedores, mas chegará ao aplicativo Muse mais tarde.

A Meta apresentou o Muse Wonder e o Muse Wonder Full, seus novos modelos de inteligência artificial voltados para agentes pessoais e profissionais. Segundo a companhia, os sistemas são os mais poderosos que já criou e reforçam a disputa com modelos de ponta das rivais OpenAI e Anthropic.

Os modelos foram treinados para executar tarefas que demandam várias etapas, como analisar contratos, desenvolver aplicativos e utilizar navegadores ou outros programas.

O que o Muse Wonder pode fazer?

Uma das principais novidades é o recurso Active Memory, que permite ao modelo guardar informações importantes entre diferentes conversas e recuperá-las em novas tarefas. Já o Active Focus foi desenvolvido para manter o agente trabalhando mesmo diante de dificuldades.

Segundo a Meta, o modelo pode tentar métodos alternativos ao encontrar obstáculos, adaptar o plano conforme surgem novas informações e pedir ajuda ao usuário quando necessário. Antes de executar ações consideradas importantes, ele também pede confirmação.

A novidade combina essas funções com capacidade de operar computadores. Em demonstrações, a Meta mostra o Muse Wonder usando um navegador e outros aplicativos para criar e encomendar produtos a partir de fotos de um perfil no Instagram. O modelo também foi treinado para programação e pode dividir um projeto entre subagentes, realizar alterações em vários arquivos e continuar trabalhando mesmo quando encontra erros.

Esses recursos ampliam as funções do Muse, que já conseguia navegar em sites e preencher formulários sozinho, um nível de autonomia que já gerou conflitos. A Amazon bloqueou recentemente o serviço em sua loja após acusá-lo de não se identificar adequadamente.

O Muse Wonder já está disponível para desenvolvedores a US$ 4 por milhão de tokens de entrada e US$ 20 por milhão de tokens de saída (cerca de R$ 20 e R$ 100 em conversão direta, respectivamente). Já o Muse Wonder Full, versão mais avançada, fica restrito aos planos pagos do Muse Code e não possui cobrança individual por tokens.

IA compete com os modelos mais avançados

Avanço da inteligência dos modelos da Meta ao longo de 14 meses (imagem: divulgação)

A big tech afirma que Muse Wonder e Wonder Full atingem desempenho de ponta em avaliações envolvendo programação, memória e agentes profissionais. A companhia destaca tarefas longas de desenvolvimento de software e atividades envolvendo áreas como finanças, saúde e direito, mas os resultados precisam ser vistos com cautela, já que parte das comparações foi realizada ou selecionada pela própria Meta.

Em testes independentes da Artificial Analysis, o Muse Wonder marcou 52 pontos no Intelligence Index, um índice que reúne avaliações de raciocínio, programação e outras capacidades, resumindo o desempenho em uma pontuação. O Muse Wonder Full chegou a 56 pontos. Ambos superaram o Muse Spark 1.3, com 48, mas ficaram abaixo do Claude Opus 5.5, com 58.

Quando o Muse chega ao Brasil?

A Meta afirma que o Muse Wonder chegará “em breve” ao aplicativo Muse, inicialmente para assinantes. O serviço continua limitado principalmente aos Estados Unidos e Canadá, sem previsão de lançamento no Brasil.
Meta lança o Muse Wonder, sua IA mais avançada até agora

Meta lança o Muse Wonder, sua IA mais avançada até agora
Fonte: Tecnoblog

Funcionária é demitida após recusar “sentinela” que tira foto a cada 3 minutos

Funcionária é demitida após recusar “sentinela” que tira foto a cada 3 minutos

Sistema faria uma captura pela webcam a cada três minutos durante o expediente (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

Funcionária afirma que empresa exigiu cerca de 160 fotos pela webcam durante cada expediente.
Sistema Sentinel AI usaria reconhecimento facial para confirmar a presença do trabalhador.
Processo alega que pedido médico para reduzir o monitoramento foi rejeitado pela companhia.

Uma funcionária afirma ter sido demitida após se recusar a aceitar um sistema de monitoramento que tiraria cerca de 160 fotos de seu rosto por dia. O caso virou uma ação judicial em Nova Jersey, nos Estados Unidos. Segundo o processo, Glennis Von Sander-Timinski trabalhava de casa na Sutherland Healthcare Solutions desde 2018.

Em agosto, a companhia informou que adotaria uma ferramenta chamada Sentinel AI, que usaria a webcam do notebook para registrar uma imagem a cada três minutos durante um expediente de oito horas. Segundo o processo, o sistema também utilizaria reconhecimento facial para confirmar se a funcionária estava perto do computador.

Por que a funcionária foi contra o monitoramento?

De início, ela solicitou uma adaptação por preocupação com a privacidade e com os efeitos do sistema sobre a sua saúde. Seu médico enviou uma recomendação para que as capturas fossem menos frequentes, afirmando que o monitoramento estava aumentando o estresse e agravando sintomas de ansiedade.

A ação alega que a empresa não aceitou reduzir a frequência. A funcionária teria recebido como alternativas aceitar o monitoramento, voltar ao trabalho presencial ou deixar a empresa. A ação estima que o deslocamento consumiria aproximadamente seis horas por dia. Ela acabou demitida em 8 de setembro.

Os advogados alegam que a companhia não ofereceu uma adaptação razoável prevista pela legislação de Nova Jersey. O processo ainda está em andamento, portanto as acusações não representam uma decisão legal sobre a conduta da empresa. Caberá à Justiça determinar se houve violação da legislação estadual.

Alguns estados americanos começaram a impor limites a esse tipo de prática. No Maine, uma lei que entrou em vigor em 2026 proíbe o monitoramento dentro de casa, em bens pessoais ou no veículo particular do funcionário, exceto quando necessário para o trabalho. Empresas também precisam avisar os empregados antes de iniciar a vigilância.

Vigilância de funcionários ficou mais sofisticada

Ferramentas podem acompanhar atividades em dispositivos corporativos (Imagem: BongkarnThanyakij/iStock)

Empresas já podem acompanhar localização, produtividade, comunicações e atividades realizadas em dispositivos corporativos. Algumas ferramentas também conseguem acessar câmeras de notebooks e celulares fornecidos pelos empregadores.

Recursos semelhantes aparecem até em softwares muito usados no ambiente corporativo. O Microsoft Teams, por exemplo, pode identificar quando um funcionário está no escritório ao detectar a conexão com a rede Wi-Fi da empresa. A Microsoft também precisou alterar o Microsoft 365 após críticas de que a plataforma permitia acompanhar atividades como envio de e-mails e participação em chats corporativos.

O caso lembra outro episódio em que uma empresa americana foi condenada na Holanda depois de demitir um funcionário que se recusou a manter a webcam ligada durante o expediente remoto.
Funcionária é demitida após recusar “sentinela” que tira foto a cada 3 minutos

Funcionária é demitida após recusar “sentinela” que tira foto a cada 3 minutos
Fonte: Tecnoblog

IA tem menos regras que uma caixa de leite, diz Microsoft

IA tem menos regras que uma caixa de leite, diz Microsoft

Autorregulação desconsidera empresas ruins, diz Brad Smith (imagem: Stephen McCarthy/Flickr)

Resumo

O presidente da Microsoft, Brad Smith, afirma que as exigências de segurança para inteligências artificiais são menores do que produtos cotidianos, como máquinas de lavar e caixas de leite.
Executivos da Microsoft defendem normas mais rígidas no setor e mecanismos para interromper modelos em tarefas comprometedoras, incluindo um “freio de emergência” para IA.
A empresa sugere notificações de pessoas afetadas por incidentes e avaliações independentes de sistemas avançados antes da liberação pública.

As inteligências artificiais estão sujeitas a menos exigências de segurança do que produtos cotidianos, como máquinas de lavar e caixas de leite. É o que afirmo o presidente da Microsoft, Brad Smith, que defendeu regras mais rígidas e a criação de normas de monitoramento e responsabilização das empresas por acidentes.

Em entrevista à BBC, Smith disse que “toda caixa de leite que você vê na mercearia passa por regras de segurança e inspeção” e que, por isso, “sabemos que ele é seguro”. Para ele, é esse tipo de confiança que a indústria precisa gerar para a IA.

Entre as medidas que possibilitariam isso estão notificações de pessoas afetadas por incidentes e avaliações independentes de sistemas avançados antes da liberação pública. A defesa de regras mais rígidas também se soma à posição do CEO da Microsoft, Satya Nadella, favorável à criação de mecanismos para pausar ou desligar modelos de IA que apresentem comportamentos inesperados.

Nadella quer “freio de emergência” para IA

Satya Nadella é CEO da Microsoft (imagem: divulgação)

Em uma publicação no X, Nadella afirmou que as empresas precisam considerar a possibilidade de seus sistemas serem comprometidos e garantir que pessoas autorizadas possam interromper suas operações. “Devemos presumir que um modelo está comprometido e contê-lo desde o início”, escreveu o CEO.

“Pense nisso como um freio de emergência. Qualquer pessoa autorizada deve ser sempre capaz de pausar ou desligar um modelo no meio de uma tarefa. Modelos mais avançados exigirão tecnologias de contenção mais avançadas que precisamos padronizar.”

Satya Nadella, CEO da Microsoft

O mecanismo, conhecido como kill switch, permitiria interromper uma tarefa caso o sistema representasse algum risco. Nadella também defende separar o modelo de IA dos mecanismos responsáveis por coordenar e executar suas ações, além de padronizar tecnologias de contenção.

Microsoft questiona limites da autorregulação

Microsoft pede mais regras de segurança para IAs (imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

A cobrança contrasta com a preferência do governo de Donald Trump por uma abordagem mais favorável à autorregulação do setor. O presidente dos Estados Unidos reuniu no fim de setembro representantes de gigantes da tecnologia, incluindo OpenAI, Anthropic, Google e Meta, para a assinatura de um compromisso de segurança que prevê colaboração com mecanismos de supervisão e auditorias.

Smith elogiou a iniciativa, mas afirmou que compromissos voluntários não são suficientes para garantir que todas as empresas adotem práticas responsáveis.

“É um bom passo, é um passo necessário… Mas não acho que seja suficiente por mais tempo […] as empresas boas farão o que você pede. São as companhias que não são responsáveis que devem nos preocupar”.

– Brad Smith, presidente da Microsoft

OpenAI, Anthropic e Meta estiveram entre as desenvolvedoras de IAs que afirmaram ter tido problemas com modelos em treinamento “fugindo” de ambientes de testes, acessando a internet e inclusive hackeando sistemas de terceiros, como no caso do repositório Hugging Face.

As revelações acabaram promovendo, ainda que indiretamente, as capacidades agênticas de alguns modelos e deram mais força aos críticos das práticas de segurança das empresas.
IA tem menos regras que uma caixa de leite, diz Microsoft

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Fonte: Tecnoblog

McDonald’s é alvo de processo por usar IA para definir preços

McDonald’s é alvo de processo por usar IA para definir preços

McDonald’s é alvo de processo por usar sistema de IA (imagem: Visual Karsa/Unsplash)

Resumo

McDonald’s é alvo de ação coletiva nos EUA por usar sistema de IA para definir preços do cardápio, acusando a empresa de violar leis antitruste.
A ação afirma que o McDonald’s coordena preços entre lojas próprias e franqueadas, reduzindo a concorrência.
O McDonald’s rejeitou as acusações, afirmando que a definição final dos preços cabe aos operadores das franquias.

O McDonald’s virou alvo de uma ação coletiva nos Estados Unidos após a revelação de que a empresa coordena preços do cardápio por um sistema de IA. Protocolado na sexta-feira (02/10) por um consumidor na cidade de Chicago, o processo acusa a companhia de violar as leis antitruste do país.

A ação sustenta que a rede conspirou com franqueados independentes para alinhar e fixar preços usando os modelos de IA alimentados por dados comerciais sigilosos, segundo a Reuters. Afirma, ainda, que os valores deveriam ser definidos independentemente por cada empresa, mas que o sistema adotado pelo McDonald’s teria reduzido essa concorrência entre lojas.

Processo questiona sistema de preços

A ação surge poucos dias após a agência revelar que uma ferramenta de precificação por IA usada pelo McDonald’s nos EUA usa histórico de compras locais para calcular a chamada “sensibilidade ao preço”. Ou seja, a empresa estima, pela tecnologia, quanto os consumidores de cada região estariam dispostos a pagar pelos lanches.

A investigação encontrou diferenças até mesmo entre lojas muito próximas, chegando a 21% em duas unidades a cerca de 3,2 km de distância em uma mesma cidade.

Ainda que a empresa afirme que os franqueados tenham autonomia para definir os preços, operadores relataram pressão para seguir as recomendações do sistema. A matriz envia relatórios de orientação e acompanha desvios em relação aos valores sugeridos, comportamento que pode impactar na renovação de licenças de franquia, segundo a Reuters.

Consumidores reclamam de redução na concorrência

Tecnologia impacta na concorrência entre restaurantes franqueados, diz ação (imagem ilustrativa: Max Pixel)

Na avaliação dos autores da ação, o problema está nesse alinhamento dos valores cobrados. Os consumidores argumentam que o sistema centralizados de precificação elimina parte da concorrência, mesmo entre franquias, que deveriam tomar suas decisões comerciais de forma independente.

Em declaração, Lark Turner, advogado do autor da ação, acusou o McDonald’s de usar sua escala e os dados obtidos por meio da rede de franquias para aumentar os preços. Segundo ele, o restaurante “está alavancando seus tesouros de dados e seu sistema de franquias para extorquir os consumidores”.

O processo se soma a outras disputas nos Estados Unidos envolvendo o uso de algoritmos de precificação em mercados nos quais empresas independentes podem acabar adotando valores semelhantes. Casos relacionados a ferramentas digitais usadas nos setores hoteleiro e imobiliário também passaram a levantar questionamentos antitruste.

O que diz o McDonald’s?

Em pronunciamento publicado ontem (05/10), o McDonald’s rejeitou as acusações e classificou o processo como infundado. “A inteligência artificial não define o preço de um Big Mac ou de qualquer outro item do cardápio”, declarou em nota.

A empresa afirmou que as alegações são “especulativas e desinformadas” e reiterou que a definição final dos preços cabe aos operadores das franquias. O McDonald’s também defendeu o uso de softwares de análise e recomendação de preços, dizendo que ferramentas desse tipo são utilizadas de forma legítima em diferentes setores da economia.
McDonald’s é alvo de processo por usar IA para definir preços

McDonald’s é alvo de processo por usar IA para definir preços
Fonte: Tecnoblog

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Controle Remoto da LG C6 pode ser usado como um mouse (imagem: Divulgação/LG)

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Fonte: Tecnoblog