Category: Negócios e Mercado

Quem é Mark Zuckerberg? Conheça a carreira do cofundador do Facebook

Quem é Mark Zuckerberg? Conheça a carreira do cofundador do Facebook

Mark Zuckerberg é fundador e CEO da Meta (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Mark Zuckerberg é o programador e empresário conhecido por ser o cocriador do Facebook em 2004. Ele iniciou sua formação em Harvard, onde cursava Ciências da Computação e Psicologia, mas abandonou os estudos para focar na expansão da rede social.

Atualmente, ele comanda a Meta, empresa que detém o controle de grandes plataformas como o Instagram e o WhatsApp. A carreira de Zuckerberg é focada na evolução das redes sociais e no desenvolvimento de tecnologias voltadas para o futuro do metaverso.

Como CEO da Meta, Zuckerberg é um dos responsáveis por moldar o futuro da tecnologia e liderar iniciativas de inovação que conectam bilhões de usuários ao redor do mundo. Além disso, ele investe em filantropia e ciência por meio da Chan Zuckerberg Initiative.

A seguir, saiba mais sobre a história de Mark Zuckerberg, sua trajetória profissional e as empresas que fazem parte da Meta. Também descubra a importância do executivo para o mercado tecnológico.

ÍndiceQuem é Mark Zuckerberg?Qual é a formação de Mark Zuckerberg?Qual é a carreira profissional de Mark Zuckerberg?Quais são as empresas de Mark Zuckerberg?Qual é o patrimônio de Mark Zuckerberg?De onde vem a fortuna de Mark Zuckerberg?Qual é a importância de Mark Zuckerberg para o mercado tecnológico?

Quem é Mark Zuckerberg?

Mark Zuckerberg é o cofundador e CEO da Meta, conglomerado que controla plataformas como Facebook, Instagram e WhatsApp. O programador norte-americano é uma das figuras mais influentes na evolução da conectividade e do metaverso.

Nascido em 14 de maio de 1984, em White Plains (Nova York), ele se destacou precocemente em Harvard ao demonstrar talento precoce para a computação desde a juventude. Atualmente, foca sua atuação no desenvolvimento de inteligência artificial e em projetos filantrópicos por meio da Chan Zuckerberg Initiative.

Qual é a formação de Mark Zuckerberg?

Zuckerberg estudou na Phillips Exeter Academy e ingressou em Harvard em 2002 para cursar Ciências da Computação e Psicologia. Durante o segundo ano na faculdade, desenvolveu o Facebook e decidiu abandonar a graduação para focar na empresa.

Apesar de não ter concluído o currículo acadêmico regular, ele se dedicou integralmente à expansão da rede social. Em 2017, Harvard lhe concedeu um doutorado honorário, simbolizando seu reconhecimento e sucesso profissional.

Mark Zuckerberg abandonou a faculdade de Ciências da Computação para focar no Facebook, hoje chamado de Meta (imagem: Reprodução/Meta)

Qual é a carreira profissional de Mark Zuckerberg?

A trajetória profissional de Zuckerberg começou em 2004 com a criação do Facebook no campus de Harvard, expandindo-se rapidamente após aportes de capital de risco. Sob sua liderança, a startup recusou propostas de aquisição e transferiu a sede para o Vale do Silício.

Ele comandou a abertura de capital da rede social em maio de 2012, seguida da agressiva estratégia de expansão por meio de fusões. Assim, Zuckerberg consolidou o domínio do mercado ao adquirir plataformas fundamentais como a rede social Instagram e o mensageiro WhatsApp.

Em 2021, o executivo reposicionou a holding como Meta Platforms para liderar a tecnologia do metaverso e de inteligência artificial. O foco atual reside na integração de hardware de realidade virtual e no desenvolvimento de modelos de linguagem de código aberto.

Atualmente, Zuckerberg exerce os cargos de CEO e presidente da Meta, sendo uma das figuras mais influentes da tecnologia mundial. Paralelamente, ele gerencia a Chan Zuckerberg Initiative, organização voltada para o avanço da ciência e da educação mundial.

Desde que alterou o nome para Meta em 2021, Zuckerberg tem guiado a empresa pelo caminho do metaverso e inteligência artifícial (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Quais são as empresas de Mark Zuckerberg?

As empresas de Mark Zuckerberg estão centralizadas na Meta Platforms, conglomerado com foco na inovação em redes sociais, inteligência artificial e tecnologia de realidade virtual:

Facebook: plataforma de rede social com bilhões de usuários que permite às pessoas criar perfis para se conectar com amigos, familiares e comunidades, funcionando como um centro de compartilhamento pessoal;

Messenger: mensageiro instantâneo gratuito da Meta que conecta contatos pessoais e profissionais por meio de mensagens de texto, chamadas de voz e vídeo;

Instagram: a rede social Instagram é focada no compartilhamento visual de fotos e vídeos, sendo um pilar fundamental para criadores de conteúdo e e-commerce mundial;

WhatsApp: o WhatsApp é um mensageiro instantâneo essencial para a comunicação privada e corporativa, oferecendo criptografia de ponta a ponta e ferramentas de negócios;

Threads: a plataforma Threads do Instagram foca em interações baseadas em texto e conversas públicas, competindo diretamente no mercado de microblogs com atualizações em tempo real;

Meta AI: a assistente Meta AI integra recursos de IA generativa aos aplicativos e dispositivos da Meta, sendo alimentado por modelos Llama para responder perguntas, criar conteúdo e aprimorar experiências digitais;

Reality Labs: divisão dedicada ao desenvolvimento do metaverso e hardwares avançados, como os óculos de realidade virtual Quest e os dispositivos de realidade aumentada.

Qual é a diferença entre Meta e Facebook?

A Meta Platforms é a empresa-mãe que detém e coordena tecnologias focadas em redes sociais, inteligência artificial e o desenvolvimento do metaverso. Ela funciona como a estrutura corporativa superior que gerencia marcas globais e define a visão estratégica de todo o grupo.

O Facebook é o serviço de rede social e a plataforma original criada em 2004, agora operando como uma subsidiária. Atualmente, ele é apenas um dos diversos produtos oferecidos pela Meta, coexistindo ao lado de outros aplicativos como Instagram e WhatsApp.

A principal diferença entre Meta e Facebook reside na hierarquia: a Meta é a organização que toma as decisões financeiras e de infraestrutura, enquanto o Facebook é a plataforma onde os usuários interagem diretamente.

Liderada por Zuckerberg, a Meta abrange vários outros serviços como Instagram e WhatsApp (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Qual é o patrimônio de Mark Zuckerberg?

O patrimônio de Mark Zuckerberg é estimado em cerca de US$ 229 bilhões, de acordo com dados da Forbes. Essa fortuna provém majoritariamente da participação na Meta, consolidando-o como a sexta pessoa mais rica do mundo.

De onde vem a fortuna de Mark Zuckerberg?

A fortuna de Mark Zuckerberg provém de sua participação na Meta Platforms, valorizadas por receitas publicitárias e pelo desempenho das ações. Com cerca de 13% da empresa, ele mantém o controle acionário e concentra a riqueza no crescimento da big tech.

O executivo não possui riqueza herdada, pois vem de uma família de classe média onde os pais eram dentista e psiquiatra. Sua ascensão é puramente empreendedora, sem suporte de heranças significativas ou capitais familiares preexistentes.

Qual é a importância de Mark Zuckerberg para o mercado tecnológico?

Zuckerberg moldou a comunicação global ao fundar o ecossistema que integra bilhões de usuários, definindo padrões mundiais de conectividade e publicidade. Como dono da Meta, ele dita o ritmo da inovação ao priorizar o desenvolvimento de infraestrutura de realidade aumentada e modelos de linguagem.

Sua liderança é estratégica ao democratizar o acesso à inteligência artificial com o projeto Llama, desafiando o monopólio de outras gigantes do setor. Essa movimentação acelera a competição no mercado, forçando a evolução constante de assistente digitais e novas interfaces de hardware vestível.

Ao integrar “superinteligência” em suas plataformas, Zuckerberg consolida a Meta como um pilar econômico indispensável para o marketing digital e desenvolvedores. Suas decisões não apenas valorizam as ações da empresa, mas moldam os aspectos técnicos da próxima década de interação humana.
Quem é Mark Zuckerberg? Conheça a carreira do cofundador do Facebook

Quem é Mark Zuckerberg? Conheça a carreira do cofundador do Facebook
Fonte: Tecnoblog

OpenAI pensa em colocar anúncios nas respostas do ChatGPT, diz site

OpenAI pensa em colocar anúncios nas respostas do ChatGPT, diz site

ChatGPT, da OpenAI, pode ajudar empresa a pagar seus investimentos trilionários (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

A OpenAI considera incluir anúncios no ChatGPT, como conteúdo patrocinado nas respostas e uma barra lateral com propaganda.
A empresa explora o uso do histórico de conversas para segmentar publicidade, mas teme afastar usuários.
A OpenAI busca novas fontes de receita, incluindo publicidade, para sustentar investimentos em IA.

A OpenAI estuda diversos formatos de anúncios e parcerias comerciais para o ChatGPT. Em um deles, os modelos de inteligência artificial incluiriam conteúdo patrocinado nas respostas geradas.

Assim, uma pergunta sobre maquiagem poderia trazer uma recomendação de um batom de determinada marca, enquanto um pedido de informações para uma viagem sugeriria um pacote turístico. Entre as possibilidades, também estão propagandas nas respostas apenas quando o usuário pedir mais informações e uma barra lateral para anúncios ao lado da conversa.

A notícia vem do site The Information. Procurada pela publicação, a OpenAI confirmou que a empresa está explorando as opções de como incluir publicidade no ChatGPT sem que isso comprometa a confiança dos usuários.

O site Search Engine Land, especializado nos buscadores, avalia que a OpenAI parece cautelosa com seus planos, temendo afastar usuários. Por isso, ela pode dar seus primeiros passos com propagandas que sejam consideradas úteis ou contextualmente relevantes, além de ter um controle maior sobre quem são as empresas anunciantes.

Anúncios no ChatGPT são uma questão de tempo

Já faz mais de um ano que notícias e rumores indicam uma entrada iminente da OpenAI no mercado publicitário. Em dezembro de 2024, Sarah Friar, CFO da empresa, falou abertamente do assunto, e a companhia contratou diversos executivos do setor.

Sam Altman, CEO da OpenAI, era contrário a propagandas, mas mudou de ideia (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Aos poucos, os planos vão sendo revelados. Em outubro, outra reportagem do Information afirmou que a OpenAI estuda usar a memória do ChatGPT para direcionar anúncios. A memória armazena informações sobre o usuário durante as conversas, usando esses dados para melhorar a personalização das respostas.

IA é cara, e publicidade pode ajudar a pagar contas

A companhia ainda busca fontes de receita para justificar os investimentos trilionários feitos na construção de data centers para treinar e executar modelos de IA. Além de acessos via API e assinaturas do ChatGPT, a empresa passou a vender produtos dentro do chatbot e ficar com uma comissão.

Usar as ferramentas de IA lançadas nos últimos anos como suporte para propaganda não é um projeto exclusivo da OpenAI. O Google já vem trabalhando para colocar anúncios no Modo IA do buscador, que funciona de forma conversacional, com respostas longas que combinam inteligência artificial e pesquisas na web.

Com informações do Search Engine Land e do Decoder
OpenAI pensa em colocar anúncios nas respostas do ChatGPT, diz site

OpenAI pensa em colocar anúncios nas respostas do ChatGPT, diz site
Fonte: Tecnoblog

Daqui a 5 anos? CEO do LinkedIn diz que pergunta clássica está desatualizada

Daqui a 5 anos? CEO do LinkedIn diz que pergunta clássica está desatualizada

CEO do LinkedIn defende planos mais curtos, com foco em aprendizado e experiência (imagem: reprodução/No One Knows What They’re Doing)

Resumo

O CEO do LinkedIn, o Ryan Roslansky, considera o plano de carreira de cinco anos desatualizado devido às rápidas mudanças tecnológicas e do mercado de trabalho.
Roslansky sugere focar em objetivos de curto prazo, como aprendizado e experiências, em vez de um plano fixo de cinco anos.
Dados indicam que 39% das habilidades serão transformadas até 2030, e trabalhadores da Geração Z mudam de emprego a cada 1,1 ano.

Ryan Roslansky, CEO do LinkedIn, diz que uma das perguntas mais comuns em entrevistas de emprego se tornou “um pouco boba”. Para ele, a ideia de pensar onde você quer estar daqui a cinco anos e traçar um plano para chegar lá está desatualizada.

“Você frequentemente ouve pessoas dizendo, ‘Ei, você precisa ter um plano de cinco anos, escreva como quer que os próximos cinco anos da sua vida sejam, siga esse caminho e siga esse plano’”, afirma o executivo ao podcast No One Knows What They’re Doing.

“E na verdade, quando você sabe que a tecnologia, o mercado de trabalho e tudo mais está se mexendo, acho que ter um plano de cinco anos é um pouco bobo”, completa o CEO.

O que pode substituir o plano de cinco anos?

Roslansky acha que o futuro da carreira pode ser definido por outras perguntas, mais focadas em um horizonte próximo. Elas seriam mais adequadas a um ambiente que está mudando muito rápido — graças, em grande parte, à inteligência artificial.

“Eu recomendaria que as pessoas se concentrem, talvez, nos próximos meses e em algumas coisas que não são um plano”, explica. “O que você quer aprender? Quais tipos de experiências você quer? Isso, eu acho, é o modelo mental correto para o cenário atual.”

O executivo também alerta para a ilusão de um caminho linear na carreira, passando por se formar na faculdade, conseguir um emprego, se tornar um consultor e fazer um MBA. “As pessoas acham que é assim que funciona”, adverte.

“Se você se concentrar nesses passos pequenos, aprender, ganhar experiência, o caminho profissional vai se abrir para você”, defende Roslansky.

Mesmo com mudanças frequentes, especialistas defendem plano

A Fortune observa que algumas informações endossam a ideia do CEO do LinkedIn. Dados do Fórum Econômico Mundial, por exemplo, apontam que 39% das habilidades dos trabalhadores serão transformadas ou se tornarão obsoletas já em 2030 — ou seja, no fim de um plano de cinco anos feito hoje.

A revista também menciona um relatório da empresa educacional TAFE Gippsland, que afirma que, em média, as pessoas passam por três a sete mudanças de carreira na vida, além de 16 trocas de emprego.

Já a empresa de recrutamento Randstad observa que essa tendência tem se intensificado entre os mais jovens. Trabalhadores da Geração Z mudam de emprego, em média, a cada 1,1 ano. A companhia diz que eles mudam quando sentem que não estão progredindo no cargo atual.

Mesmo assim, nem todo mundo descarta o método tradicional. “Planos de cinco anos também dão a flexibilidade para mudar o que não é mais relevante para suas metas de longo prazo, sem que isso atrapalhe seu progresso”, diz Mary McNevin, executiva de talentos. “Desse modo, você está sempre trabalhando em direção ao que realmente quer conquistar.”

Com informações da Fortune
Daqui a 5 anos? CEO do LinkedIn diz que pergunta clássica está desatualizada

Daqui a 5 anos? CEO do LinkedIn diz que pergunta clássica está desatualizada
Fonte: Tecnoblog

Meta pausa projeto que levaria sistema do Quest a headsets de outras marcas

Meta pausa projeto que levaria sistema do Quest a headsets de outras marcas

Projeto para abrir Horizons OS beneficiaria fabricantes e desenvolvedores (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

A Meta pausou o projeto Horizon OS, que permitiria o uso do sistema dos headsets Quest por outras marcas, incluindo Asus e Lenovo.
A Meta cortará 30% do orçamento do metaverso, afetando o Meta Horizon Worlds e a divisão de headsets Quest.
A divisão Reality Labs teve prejuízo acumulado de mais de US$ 70 bilhões desde 2021.

A Meta pausou o projeto para abrir o Horizon OS, sistema operacional dos headsets Quest, que permitiria a outras marcas usá-lo em seus produtos.

A notícia foi dada em primeira mão pelo site Road to VR e confirmada por Engadget e TechCrunch. Segundo a Meta, a decisão foi tomada para poder se concentrar em construir seus próprios aparelhos e software para avançar no mercado de realidade virtual.

Asus e Lenovo são parceiras no projeto

A companhia comandada por Mark Zuckerberg anunciou seus planos de abrir o Meta Horizon OS em abril de 2024. Segundo informações divulgadas na época, os desenvolvedores passariam a ter acesso a tecnologias de rastreio e de reprodução do mundo real em alta resolução.

Na ocasião, também foram anunciadas parcerias com a Asus e a Lenovo. A primeira lançaria um headset gamer de alto desempenho com a marca Republic of Gamers (também conhecida como ROG). Já a segunda estaria preparando um aparelho com foco em produtividade, ensino e entretenimento.

Dispositivo da Lenovo teria foco em produtividade (imagem: divulgação/Meta)

Com a pausa no projeto Horizon OS, o futuro desses dois produtos é incerto. Em setembro de 2025, a Meta disse que eles seriam lançados. Mesmo assim, as duas marcas praticamente não tocaram no assunto desde então.

Por isso, é possível que os aparelhos nem mesmo sejam lançados. No momento, a Meta diz apenas que “revisitará oportunidades para parcerias voltadas a dispositivos de terceiros à medida que a categoria evolui”.

Meta vai cortar gastos no metaverso

Para quem acompanha as notícias sobre a gigante das redes sociais, a pausa de um projeto de realidade virtual não surpreende.

No início de dezembro de 2025, a Bloomberg apurou que a Meta pretende cortar 30% do orçamento destinado a projetos relacionados ao metaverso. Isso inclui a plataforma de mundos virtuais Meta Horizon Worlds e a divisão responsável pelos headsets Quest.

A avaliação é de que esse setor não evoluiu como o esperado. A divisão Reality Labs, que abriga projetos de realidade virtual (VR) e realidade aumentada (AR), teve prejuízo acumulado de mais de US$ 70 bilhões desde 2021 (cerca de R$ 387 bilhões, em conversão direta).

Parte dos recursos será direcionada aos modelos de óculos com inteligência artificial, como o Ray-Ban Meta e o Oakley Meta. Eles têm sido o destaque nos eventos recentes da empresa.

Com informações do Engadget e do TechCrunch
Meta pausa projeto que levaria sistema do Quest a headsets de outras marcas

Meta pausa projeto que levaria sistema do Quest a headsets de outras marcas
Fonte: Tecnoblog

iRobot: fabricante do Roomba entra com pedido de falência

iRobot: fabricante do Roomba entra com pedido de falência

Roomba, robô aspirador da iRobot, foi lançado em 2002 (imagem: divulgação)

Resumo

A iRobot entrou com pedido de falência e negocia venda para a fabricante chinesa Picea Robotics.
A criadora do robô aspirador Roomba enfrenta dificuldades financeiras devido a tarifas comerciais dos EUA e concorrência de marcas chinesas.
A companhia afirma que clientes não serão afetados.

A iRobot, criadora do famoso e pioneiro robô aspirador Roomba, entrou com um pedido de proteção à falência nesse domingo (14/12). A companhia norte-americana comunicou que pretende ser adquirida pela empresa chinesa Picea Robotics, atual fabricante terceirizada dos robôs. O acordo prevê a continuidade das operações sem interrupções para usuários e parceiros comerciais.

Fundada em 1990 por pesquisadores do MIT, a iRobot revolucionou o setor com o lançamento do Roomba, em 2002. Ele não foi exatamente o primeiro robô aspirador a ser lançado, mas foi o primeiro a ter sucesso comercial, tornando-se referência no mercado.

Apesar de ainda comandar 42% do mercado norte-americano e 65% no Japão, a iRobot enfrentou uma queda íngreme de receita nos últimos anos devido à concorrência de outras marcas, como a Roborock e a Ecovacs.

Por que a iRobot chegou à falência?

Segundo a Reuters, o principal golpe para a empresa veio das tarifas comerciais dos EUA: o governo estabeleceu uma cobrança de 46% sobre produtos importados do Vietnã, onde a iRobot fabricava a maior parte dos Roombas para o mercado doméstico. As taxas elevaram os custos em US$ 23 milhões apenas em 2025.

Essa medida, em paralelo à concorrência acirrada das fabricantes chinesas, forçou cortes de preços e investimentos caros em tecnologia, o que teria afetado diretamente os lucros.

Vale lembrar que, em 2022, a Amazon anunciou a aquisição da empresa por US$ 1,7 bilhão (cerca de R$ 9,1 bilhões, na conversão atual). Porém, o acordo não foi concluído devido a investigações antitruste da União Europeia, deixando a iRobot com uma dívida de US$ 190 milhões (R$ 1 bilhão) de um empréstimo emergencial feito para manter as operações durante o impasse.

Picea Robotics deve assumir a iRobot

iRobot se tornou referência com os modelos Roomba (imagem: divulgação)

Sem caixa, a empresa atrasou pagamentos à Picea Robotics, sua principal fabricante na China. A relação estratégica foi iniciada em 2023 para desenvolver novos modelos mais competitivos.

A Picea, porém, se tornou credora majoritária ao adquirir a dívida da iRobot, deixando de ser apenas fornecedora. Como lembra a Reuters, isso fez com que a fabricante chinesa transformasse crédito em capital, assumindo 100% do controle acionário e apagando os US$ 264 milhões em dívidas (US$ 190 milhões do empréstimo e US$ 74 milhões de contas não pagas).

O que muda para os usuários do Roomba?

Segundo a empresa, nada. A iRobot garante que aplicativos, suporte técnico e programas de clientes permanecerão inalterados para seus usuários, pelo menos por enquanto. Os 274 funcionários atuais e cadeias de suprimentos globais também não sofrerão alterações imediatas.

A Picea Robotics não detalhou planos para futuros desenvolvimentos de produtos.
iRobot: fabricante do Roomba entra com pedido de falência

iRobot: fabricante do Roomba entra com pedido de falência
Fonte: Tecnoblog

Eletrônicos devem ficar até 20% mais caros no Brasil, prevê Samsung

Eletrônicos devem ficar até 20% mais caros no Brasil, prevê Samsung

Escassez de chips de memória vai impactar o Brasil (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

Os preços de celulares e notebooks no Brasil podem aumentar até 20% em 2026 devido à escassez de chips de memória.
A escassez é causada pela redução na produção de chips DDR4, com foco em chips HBM para data centers de inteligência artificial.
O aumento de custo da memória RAM pode variar entre 20% e 40%, impactando principalmente modelos básicos e intermediários.

Prepare o bolso: os eletrônicos devem ficar mais caros no mercado brasileiro a partir do primeiro trimestre de 2026. O aumento em celulares e notebooks pode chegar a 20%, de acordo com Gustavo Assunção, vice-presidente sênior da Samsung no Brasil. Ele falou ao Tecnoblog com exclusividade sobre o assunto, que está tirando o sono de quem precisa trocar de dispositivo.

O motivo é simples: a escassez de chips de memória. Hoje, gigantes industriais deste setor estão reduzindo a produção dos chips de memória RAM – em especial a DDR4, usada em vários eletrônicos – para focar em chips do tipo HBM – usados em data centers de inteligência artificial.

Há duas semanas, a empresa americana Micron Technology ganhou as manchetes ao avisar que a marca Crucial de memória RAM seria encerrada depois de quase 30 anos. Ela é uma das três grandes fabricantes globais deste insumo – junto com a SK Hynix e a Samsung.

Micron anunciou no fim de 2025 que abandonaria mercado de memória RAM (imagem: divulgação)

Indústria absorveu os custos

Segundo o representante da Samsung, o custo da memória RAM no planeta vem aumentando desde setembro e deve bater “dois dígitos generosos” em 2026. Seria algo entre 20% e 40%, a depender da negociação. Tendo em vista a importância deste item para a confecção de um smartphone, o preço do produto final deve subir entre 10% e 20%.

Apesar de falar em nome de uma gigante do setor, Assunção acredita que o impacto será sentido por todo o mercado, e não apenas em produtos como Galaxy A ou Galaxy Book, apenas para citar algumas linhas de celulares e de laptops da Samsung.

Marcas menores de telefones já enfrentam uma dificuldade crescente para obtenção de componentes devido ao tímido suprimento de memória, conforme indicou um relatório da consultoria TrendForce divulgado em novembro. Isso pode levar a uma consolidação da indústria, com expansão de empresas de grande porte.

Gustavo Assunção é vice-presidente sênior da Samsung (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Onde haverá maior impacto?

No caso dos telefones, modelos básicos e intermediários devem ser os mais afetados. Ao contrário do que poderíamos imaginar, o Galaxy S25 deve flutuar pouco, já que usa memória RAM do tipo DDR5, cujo abastecimento global está sob controle.

Quando pergunto se é uma decisão de negócios, Gustavo assente e explica que há uma limitação na capacidade de produção de semicondutores. Seria possível simplesmente produzir mais chips? Ele diz que não, já que a instalação de uma planta dedicada aos componentes HBM pode levar anos.

Gustavo afirma ainda que o setor tem “segurado“ e absorvido os preços já crescentes nos últimos meses. A partir de janeiro, porém, será possível notar os primeiros reajustes de valores. O VP da Samsung acredita que eles virão de forma gradual, mas serão percebidos pelos consumidores brasileiros.
Eletrônicos devem ficar até 20% mais caros no Brasil, prevê Samsung

Eletrônicos devem ficar até 20% mais caros no Brasil, prevê Samsung
Fonte: Tecnoblog

Netflix anuncia acordo para comprar Warner Bros. Discovery; negócio inclui HBO Max

Netflix anuncia acordo para comprar Warner Bros. Discovery; negócio inclui HBO Max

Netflix anuncia acordo para comprar Warner Bros. Discovery; negócio inclui HBO Max (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

Netflix anunciou compra da Warner Bros. Discovery por US$ 82,7 bilhões, incluindo HBO Max;
A aquisição inclui estúdios da Warner Bros., canais HBO e direitos sobre franquias populares;
A conclusão do negócio depende da separação da divisão Global Networks da WBD e pode levar de 12 a 18 meses.

A Warner Bros. Discovery (WBD) estava disposta a ser adquirida pelo menos desde outubro deste ano. O que surpreende é a Netflix ter aparecido como maior interessada: a companhia de streaming acaba de anunciar um acordo para comprar a WBD por US$ 82,7 bilhões (R$ 440 bilhões na conversão direta).

Se concluído, o negócio permitirá à Netflix assumir o controle não só dos estúdios de TV e cinema da Warner Bros., como também os canais HBO e a plataforma de streaming HBO Max.

Isso significa, também, que a Netflix terá os direitos sobre franquias muito populares, como Game of Thrones, The Big Bang Theory, The White Lotus, Universo DC, Succession, entre tantas outras.

Netflix vai assumir Warner Bros. Discovery se compra não for barrada (foto: Thiago Mobilon/Tecnoblog)

O valor patrimonial da WBD é estimado em US$ 72 milhões, mas dívidas e outras despesas fazem o valor do negócio ser calculado em US$ 82,7 bilhões.

A transação envolverá dinheiro e ações. Cada ação da WBD é avaliada, no total, em US$ 27,75. Cada acionista da WBD receberá US$ 23,25 em dinheiro e US$ 4,50 em ações ordinárias da Netflix para cada ação ordinária da Warner Bros. Discovery.

A aquisição foi aprovada, por unanimidade, pelos conselhos de administração da Netflix e da WBD.

Na disputa pela WBD, a Netflix enfrentou gigantes como Paramount e Comcast, sendo esta última controladora da Universal Studios e da Sky.

Warner Bros. Discovery (imagem: reprodução/WBD)

O que falta para a Netflix adquirir a Warner Bros. Discovery?

Não havendo empecilhos regulatórios ou de mercado, a conclusão do negócio deverá ocorrer depois que a divisão Global Networks, que controla canais de TV como CNN e TNT, ser separada da WBD, o que deve ocorrer no terceiro trimestre de 2026. A divisão que inclui esses canais não será assumida pela Netflix.

Isso significa que pode levar de 12 a 18 meses a partir de agora para a Netflix assumir o controle total da Warner Bros. Discovery.

Contudo, não é pequeno o risco de o negócio ser barrado por autoridades regulatórias, principalmente nos Estados Unidos. Isso porque a Netflix e a HBO Max estão entre as maiores plataformas de streaming do mundo. A fusão entre os dois serviços pode gerar uma grande concentração de mercado, portanto.

Compra da WBD pela Netflix inclui a HBO Max (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

A Netflix já sinalizou que pretende manter a HBO Max como uma divisão à parte em suas operações, pelo menos nos primeiros meses de controle.

Por outro lado, a Netflix não nega a possibilidade de absorver conteúdo da HBO e da HBO Max em seu próprio serviço:

Ao combinar o incrível catálogo de séries e filmes da Warner Bros. — de clássicos atemporais como Casablanca e Cidadão Kahn a favoritos contemporâneos, como Harry Potter e Friends — com nossos títulos que definem a cultura pop, como Stranger Things, Guerreiras do K-Pops e Round 6, poderemos fazer isso [entreter] ainda melhor.

Juntos, podemos oferecer ao público mais do que ele ama e ajudar a definir o próximo século da narrativa.

Ted Sarandos, co-CEO da Netflix

Netflix anuncia acordo para comprar Warner Bros. Discovery; negócio inclui HBO Max

Netflix anuncia acordo para comprar Warner Bros. Discovery; negócio inclui HBO Max
Fonte: Tecnoblog

Tim Cook pode deixar comando da Apple em 2026

Tim Cook pode deixar comando da Apple em 2026

Tim Cook na WWDC 2022 (imagem: divulgação/Apple)

Resumo

Tim Cook poderá deixar cargo de CEO da Apple em 2026; executivo assumiu posto em 2011;
John Ternus é o principal candidato interno para suceder Cook como CEO, mas a decisão ainda não foi tomada;
Novo CEO enfrentará desafios, como reduzir a dependência da China e avançar em inteligência artificial.

A era Tim Cook pode estar próxima do fim. São fortes os rumores de que o executivo deixará de ser CEO da Apple já em 2026. Cook assumiu o cargo no fim de 2011 para substituir Steve Jobs, que faleceu nesse mesmo ano.

O começo da administração Cook foi marcado por certa desconfiança, afinal, o executivo assumiu a desafiadora missão de substituir o nome que fez a Apple triunfar na indústria de tecnologia. No fim das contas, Tim Cook conseguiu manter a companhia no caminho do sucesso.

Mas o Financial Times reporta ter ouvido várias pessoas próximas à Apple que afirmam que os preparativos para a substituição do executivo se intensificaram. Não seria por questão de desempenho, porém: as mesmas fontes deram a entender que esse é um processo de transição planejado.

É possível, então, que Tim Cook esteja simplesmente preparando a sua aposentadoria. O executivo completou 65 anos no início de novembro.

Tim Cook no anúncio do iPhone 11 (imagem: reprodução/Apple)

Quem irá substituir Tim Cook na Apple?

Ainda de acordo com o Financial Times, John Ternus, que atualmente ocupa o posto de vice-presidente sênior de engenharia de hardware, é o executivo mais cotado para assumir o cargo de CEO da Apple. Contudo, essa é uma decisão que ainda não foi tomada. O que é dado como certo é que o sucessor não será alguém que vem de fora da Apple.

Independentemente do nome escolhido, o novo CEO encontrará a Apple em situação financeira estável, mas, mesmo assim, terá que lidar com desafios importantes.

Um deles é tentar responder aos anseios do atual governo dos Estados Unidos, que quer que a Apple e outras companhias americanas dependam menos da China para a fabricação de seus produtos.

Outro desafio está em “tirar o atraso” da Apple no campo da inteligência artificial. Até o momento, grande parte dos recursos da Apple Intelligence não passaram da fase de promessa.
Tim Cook pode deixar comando da Apple em 2026

Tim Cook pode deixar comando da Apple em 2026
Fonte: Tecnoblog

Falência da Oi é suspensa após recursos de bancos

Falência da Oi é suspensa após recursos de bancos

Falência da Oi é suspensa após recursos de bancos (ilustração: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Resumo

Falência do Grupo Oi foi suspensa pela desembargadora Mônica Maria Costa após recursos do Bradesco e Itaú Unibanco.
Decisão permite que Grupo Oi continue processo de recuperação judicial aprovado em abril de 2024.
Itaú tem mais de R$ 2 bilhões em créditos quirografários a receber, enquanto o Bradesco possui quase R$ 50 milhões em créditos quirografários e R$ 75 milhões em créditos extraconcursais.

O Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (TJ-RJ) havia decretado, no início da semana, a falência do Grupo Oi. Mas, na manhã desta sexta-feira (14/11), a decretação da falência da operadora foi suspensa pela desembargadora Mônica Maria Costa, da 1ª Câmara de Direito Privado do TJ-RJ.

Com a decisão, o Grupo Oi volta a operar por meio do processo de recuperação judicial que havia sido aprovado pelos credores em abril de 2024 e homologado no mês seguinte. Por conta disso, a desembargadora também determinou que os administradores judiciais anteriores voltem a assumir esses postos na companhia.

Suspensão da falência vem após recursos do Bradesco e Itaú

Na última quarta-feira (12/11), o Bradesco e o Itaú Unibanco apresentaram recursos judiciais para pedir que o decreto de falência da Oi fosse suspenso. O principal argumento dos dois bancos é o de que a continuidade do processo de recuperação judicial seria menos onerosa para os credores e ainda manteria uma empresa de interesse público em operação.

A suspensão do decreto de falência veio justamente após a análise desses pedidos. No entendimento da desembargadora, a falência seria prejudicial a credores e funcionários da operadora, e poderia levar ao encerramento abrupto de serviços de telecomunicações essenciais à população.

Oi volta ao estado de recuperação judicial (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Vale destacar que ambos os bancos estão entre os credores da Oi. O Itaú tem mais de R$ 2 bilhões de créditos quirografários (sem bens como garantia) a receber. Já o Bradesco tem quase R$ 50 milhões de créditos quirografários, além de cerca de R$ 75 milhões de créditos extraconcursais (não incluídos no plano de pagamentos da recuperação judicial).

A 7ª Vara Empresarial da Comarca da Capital havia decretado a falência da Oi por considerar que a situação operacional da companhia, que passou a não cumprir as obrigações do plano de recuperação judicial a partir deste ano, a tornava “tecnicamente falida”.

Com a suspensão do crédito de falência, o processo de recuperação é restaurado, com a Oi devendo seguir o que foi estabelecido nesse plano, bem como fazer uma liquidação ordenada de ativos (venda de bens para pagamento de parte das dívidas).

Com informações de TeleSíntese e Teletime
Falência da Oi é suspensa após recursos de bancos

Falência da Oi é suspensa após recursos de bancos
Fonte: Tecnoblog

TIM admite interesse em comprar o que restou da Oi

TIM admite interesse em comprar o que restou da Oi

TIM quer ampliar sua atuação em aplicações corporativas (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

TIM avalia a compra da Oi Soluções para expandir sua atuação no mercado B2B.
A Oi Soluções ainda oferece serviços de conectividade, infraestrutura e integração tecnológica para grandes empresas.
A TIM busca fortalecer sua presença em setores como agronegócio, infraestrutura, utilities e mineração.

A TIM avalia a possibilidade de comprar a Oi Soluções, divisão corporativa que sobreviveu ao desmonte da antiga Oi e ainda concentra contratos de serviços empresariais. Segundo Andrea Viegas, diretora financeira da operadora, a empresa foi convidada a avaliar os ativos e ainda não tomou uma decisão definitiva.

As informações são do site MobileTime. De acordo com a executiva, o processo está em fase inicial. “Estamos vendo o que tem no mercado para entender se nos interessa ou não”, disse Viegas ao site. “A Oi Soluções tem uma série de contratos B2B, mas não temos um prazo para dar uma resposta. Começamos agora.”

Por que a Oi?

A Oi Soluções atua no segmento business-to-business (B2B), prestando serviços de conectividade, infraestrutura e integração tecnológica para grandes empresas — mercado que vem ganhando relevância dentro da estratégia da TIM.

O CEO Alberto Griselli reforçou que a área corporativa é uma das frentes mais promissoras para o crescimento da companhia nos próximos anos. “O B2B é uma das áreas em que apostaremos para crescer nos próximos anos”, explicou ao MobileTime.

A TIM tem concentrado seus esforços em quatro verticais principais: agronegócio, infraestrutura, utilities e mineração. De acordo com Griselli, essas áreas estão alinhadas ao perfil da empresa e apresentam alto potencial de expansão.

Oi Soluções presta serviços de conectividade, infraestrutura e integração tecnológica para grandes empresas (imagem: divulgação)

O que a TIM busca com possíveis aquisições?

Além de fortalecer sua presença nos setores já consolidados, a operadora quer ampliar sua atuação em aplicações corporativas, integração de sistemas e soluções de tecnologia — áreas nas quais a Oi Soluções já possui experiência.

No médio prazo, os planos também incluem investimentos em nuvem e cibersegurança, com foco em ampliar oportunidades de cross-selling e upselling entre clientes corporativos.

Enquanto isso, a Oi segue tentando reestruturar suas operações após anos de crise e uma das maiores recuperações judiciais da história do Brasil. Já para a TIM, a compra da empresa pode consolidar sua presença no mercado corporativo brasileiro.
TIM admite interesse em comprar o que restou da Oi

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Fonte: Tecnoblog