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Chegou a hora de comprar o PS5 Pro? Confira a nossa análise

Chegou a hora de comprar o PS5 Pro? Confira a nossa análise

PlayStation 5 Pro entrega gráficos com Ray Tracing aprimorado (foto: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Lançado em novembro de 2024, o PlayStation 5 Pro chegou para redefinir os padrões de desempenho dos consoles atuais. Prometendo um salto significativo em relação ao PS5 original, o modelo de meio de geração da Sony traz um hardware robusto, Ray Tracing aprimorado e outras melhorias gráficas que visam a imersão em mundos virtuais mais realistas.

Mas será que o PS5 Pro cumpre o que promete? E talvez mais importante: a diferença de desempenho justifica o gasto? Essas são algumas das perguntas que pairam na mente dos jogadores – e que ajudaremos a responder agora.

O Tecnoblog realizou testes com o PS5 Pro nas últimas semanas. Nas seções abaixo, você vai descobrir como os novos recursos influenciam a experiência de jogo e muito.

Confira neste artigoImpressões gerais do PS5 ProDesempenho fluido e otimização de JogosMais armazenamento e design refinadoPara quem é o PS5 Pro?Os diferenciais do PS5 ProDesempenho otimizado, mas sem eliminar os modos gráficosRay Tracing Avançado: imagens belas, mas pouco FPSPSSR: o grande acerto do PS5 ProAfinal, o upgrade vale a pena?

Impressões gerais do PS5 Pro

O PS5 Pro surge como um console projetado para entusiastas que buscam a máxima fidelidade visual em jogos. Com foco especial em efeitos avançados de Ray Tracing, o modelo eleva o realismo da iluminação, sombras e reflexos nos cenários virtuais.

O console conta com um hardware revisado com melhorias na GPU e na memória. Ele também traz uma nova tecnologia de upscaling para a renderização de imagens em altíssima resolução com taxas de quadros mais elevadas.

De modo geral, o PS5 Pro entrega gráficos mais refinados e detalhados quando comparados ao modelo base. Embora algumas nuances possam passar despercebidas por olhos menos treinados, as melhorias visuais fazem diferença em diversos títulos.

Seja em games de corrida, de ação ou RPG, os cenários ganham vida com o nível de realismo mais elevado, intensificando a imersão do jogador. Os visuais proporcionam uma experiência virtual cativante, que pode ser ampliada com os recursos de áudio 3D.

Desempenho fluido e otimização de Jogos

O PS5 Pro entrega um desempenho geral fluído, com alguns deslizes ocasionais por conta da otimização dos jogos e não do console em si. Os games e apps como Spotify funcionam sem travamentos ou lentidão.

Também notamos que os downloads de jogos pela PlayStation Store são mais rápidos. Um ponto positivo, considerando que esse modelo é totalmente digital e depende da internet para baixar novos títulos.

No entanto, o console ainda não cumpriu a promessa de resolver as questões relacionadas aos modos gráficos de Fidelidade e de Desempenho. Vamos entrar neste tópico mais abaixo.

Em termos de software, o PS5 Pro não apresenta novidades ou funções exclusivas em comparação com o PS5 original. A interface, os menus e as telas de configuração continuam os mesmos.

Externamente, o PlayStation 5 Pro traz poucas mudanças em relação ao original (foto: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Mais armazenamento e design refinado

Uma das novidades do PS5 Pro é o armazenamento em SSD de 2 TB, o dobro da capacidade da versões antigas. Essa expansão é essencial, considerando que cada jogo AAA costuma ocupar mais de 150 GB.

Por outro lado, o aparelho está disponível somente na versão digital. A ausência do leitor de discos, vendido separadamente, pode ser um ponto negativo para os jogadores que possuem uma extensa biblioteca em mídia física.

O PS5 Pro mantém o design das versões anteriores, com a única diferença sendo o recorte com três riscos nas partes superior e inferior do console. Lado a lado, o seu tamanho é praticamente idêntico ao dos modelos de lançamento da versão original (Fat).

Aqui vale ressaltar que a versão Pro traz dois pezinhos para o console ficar na horizontal. Já a base para o posicionamento vertical, vendida separadamente, foi cedida pela Sony para fins de avaliação.

PlayStation 5 Pro ao lado PlayStation 5 padrão (foto: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Para quem é o PS5 Pro?

É uma questão complexa definir exatamente quem é o público-alvo do PlayStation 5 Pro. Há pontos que atraem diretamente os usuários mais exigentes, enquanto outros podem afastar exatamente essas mesmas pessoas.

O console realmente entrega gráficos superiores à versão lançada em 2020, mesmo que sejam detalhes aprimorados em diferentes títulos. Esse é um elemento que agrada os gamers que desejam ter uma experiência visual no seu estado da arte.

Por outro lado, esse público costuma ter uma biblioteca de jogos que vem sendo construída desde o PlayStation 4, o que pode incluir títulos em mídia física compatíveis com o PS5. Então, a ausência do leitor de discos é um ponto que pode afastar esses jogadores.

Diante disso, a pessoa tem duas opções: adquirir o leitor de discos ou comprar todos os títulos da antiga biblioteca em formato digital. Mesmo que a primeira opção seja mais acessível, é necessário levar em conta o valor elevado do próprio PS5 Pro.

O novo console chegou ao mercado brasileiro com o preço sugerido de R$ 6.999, mas já pode ser encontrado em promoções com valores por volta de R$ 5.499. Já o drive de disco custa em média R$ 529.

Portanto, o consumidor terá que gastar aproximadamente R$ 6 mil para ter um “dispositivo completo”. Quase o dobro do valor do PS5 Slim com leitor de disco, encontrado em ofertas por aproximadamente R$ 3.500.

PlayStation 5 Pro não traz o drive de discos, que deve ser comprado separadamente (foto: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Os diferenciais do PS5 Pro

O PS5 Pro tem o objetivo de elevar a experiência dos jogos a um novo nível. Para isso, o console traz três diferenciais em relação ao modelo base:

Desempenho otimizado: o novo modelo tem um hardware mais robusto, com uma GPU mais potente e memória 28% mais rápida. Isso garante jogos com taxas de quadros mais altas e estáveis, além de resoluções mais elevadas.

Ray Tracing avançado: a tecnologia Ray Tracing aprimorada no PS5 Pro proporciona mais realismo nos efeitos de iluminação, sombras e reflexos, elevando a qualidade gráfica dos jogos a um novo patamar.

PSSR (Super-Resolução Espectral do PlayStation): a tecnologia de upscaling da Sony, baseada em inteligência artificial, permite que jogos em resoluções mais baixas sejam aprimorados para 4K ou até 8K, ganhando maior riqueza de detalhes e sem comprometer o desempenho.

Cada um desses elementos tem um impacto na qualidade gráfica durante os jogos. A seguir, comento as nossas percepções ao ver essas novidades em ação.

Desempenho otimizado, mas sem eliminar os modos gráficos

A proposta inicial do PS5 Pro é unificar a experiência dos modos gráficos de Fidelidade (focado no Ray Tracing) e de Desempenho (priorizando a taxa de quadros). Em tese, os jogadores não precisariam mais escolher entre gráficos com Ray Tracing ou alta taxa de quadros.

Contudo, a realidade não se mostrou tão simples assim. Em testes realizados pelo Tecnoblog, jogos como Spider-Man 2 e Ratchet & Clank: Em Uma Outra Dimensão ainda oferecem as opções de imagem “Fidelidade Pro” e “Desempenho Pro”.

O modo Fidelidade Pro oferece Ray Tracing aprimorado com sombras e luzes mais realistas, mas mantém a taxa de quadros travada em 30 FPS. Já o modo Desempenho Pro usa a tecnologia PSSR para upscaling da imagem, resultando em gráficos mais detalhados, efeitos de Ray Tracing mais “leves” e taxa de 60 FPS.

Ou seja, o consumidor continua tendo que escolher entre os modos gráficos. Dito isso, vou detalhar os outros dois recursos do PS5 Pro a partir desses modos gráficos.

Ratchet & Clank: Em Uma Outra Dimensão ganha mais detalhes com o Ray Tracing no PlayStation 5 Pro (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Ray Tracing Avançado: imagens belas, mas pouco FPS

O Ray Tracing avançado mostra um salto significativo em relação ao modelo base. A tecnologia aprimora a iluminação e as sombras dos cenários, adicionando mais realismo aos reflexos em superfícies como janelas e poças d’água.

A recriação de Nova York se torna um espetáculo visual em Spider-Man 2. Os reflexos dos arranha-céus e do próprio personagem nas fachadas de vidro, somados à riqueza dos interiores visíveis, aumentam o grau de imersão dentro do jogo.

No entanto, a perfeição visual do Ray Tracing no Modo Fidelidade Pro compromete a taxa de quadros. Isso resulta em uma sensação de lentidão nos primeiros momentos ao testar os games, especialmente em títulos com bastante ação.

O Gran Turismo 7 se destacou como uma exceção: o Ray Tracing brilha sem sacrificar a fluidez. Mesmo em corridas de alta velocidade, a taxa de quadros se mantém estável, garantindo imagens nítidas e veículos detalhados.

Os prédios espelhados em Spider-Man 2 mostram o poder do Ray Tracing aprimorado do PlayStation 5 Pro (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

PSSR: o grande acerto do PS5 Pro

O PSSR é o maior destaque do PS5 Pro ao proporcionar um upscalling notável de imagem. A tecnologia ajuda a enriquecer os detalhes gráficos, especialmente em jogos que rodam a 60 FPS no Modo Desempenho.

Embora o Ray Tracing possa apresentar ligeiras reduções, esse recurso compensa com texturas nítidas e polidas em elementos próximos. A diferença é evidente em títulos como Gran Turismo 7, cujo os detalhes das pistas ficam mais visíveis do que no Modo Fidelidade.

Entretanto, o PSSR não é perfeito e apresenta pequenas falhas em cenários distantes ou fora do campo de visão do jogador. Em geral, são texturas simplificadas, pixelizadas ou carregamento abrupto ao se aproximar de determinados elementos do cenário.

Independentemente dessas questões, o Modo Desempenho Pro é a melhor forma de explorar o potencial do PS5 Pro. A combinação do upscaling do PSSR com a taxa de 60 FPS garante uma experiência fluida, ideal para jogos dinâmicos como Spider-Man 2.

A Sony promete aprimorar o PSSR por meio de atualizações de software, o que deve resultar em melhorias adicionais na qualidade gráfica dos jogos otimizados no console no futuro. 

Gran Turismo 7 apresenta o melhor equilíbrio entre o Modo Desempenho e Fidelidade no PlayStation 5 Pro (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Afinal, o upgrade vale a pena?

O PlayStation 5 Pro é, de fato, um console poderoso em diversos aspectos. As tecnologias de PSSR e Ray Tracing avançado elevam o nível dos gráficos e oferecem detalhes e efeitos de luz que eram raros de serem vistos em consoles de mesa.

No entanto, o preço elevado do aparelho – mesmo em promoções –, a ausência de um leitor de disco e a escassez de títulos exclusivos de peso fazem os consumidores questionarem se o investimento vale realmente a pena.

Talvez os jogos atuais ainda não estejam extraindo todo o seu potencial. Nem mesmo os games desenvolvidos pelos estúdios da Sony conseguem tirar proveito de todo o hardware. Ainda pode levar algum tempo até que cheguem ao mercado jogos que realmente façam jus à existência do PS5 Pro.

Enquanto isso, o PS5 base é a melhor opção para quem deseja ter um console da Sony – em especial aqueles jogadores mais casuais, que não se apegam tanto aos aprimoramentos gráficos disponíveis na versão Pro.
Chegou a hora de comprar o PS5 Pro? Confira a nossa análise

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Fonte: Tecnoblog

Crunchyroll Game Vault adiciona dois novos jogos em seu catálogo para assinantes do plano Mega Fan

Crunchyroll Game Vault adiciona dois novos jogos em seu catálogo para assinantes do plano Mega Fan

Novidades para a Crunchyroll e o seu catálogo de games com a adição de dois novos games às opções para os usuários. A princípio, os jogos que chegam para a seção Game Vault da plataforma são Destiny’s Princess e Ys I Chronicles, que passam a estar disponíveis aos assinantes do plano Mega Fan.Destiny’s Princess

Em geral, esse jogo combina elementos de estratégia, romance e narrativa, colocando o jogador no papel de uma princesa determinada a salvar o seu reino em meio a conflitos e intrigas políticas. Nesse sentido, a história deve se desenrolar por meio de escolhas, que geram impacto e influenciam o rumo da trama.

Com isso o jogador tem a liberdade de explorar diferentes caminhos, além de desenrolar relações com vários personagens da história.Clique aqui para ler mais

Crunchyroll Game Vault adiciona dois novos jogos em seu catálogo para assinantes do plano Mega Fan
Fonte: Tudocelular

AMD Radeon RX 9060: placa de vídeo intermediária ganha previsão oficial de lançamento

AMD Radeon RX 9060: placa de vídeo intermediária ganha previsão oficial de lançamento

Durante o lançamento da série Radeon RX 9070 nesta sexta-feira (28), a AMD confirmou de surpresa um prazo para a estreia das RX 9060, série focada no custo-benefício. Ainda sem muitos detalhes conhecidos, as placas de vídeo de baixo custo serão oficialmente apresentadas no segundo trimestre de 2025, devendo bater de frente com as NVIDIA GeForce RTX 5060, esperadas para estrear no mesmo período.O anúncio das primeiras GPUs de nova geração da AMD, a RX 9070 e a RX 9070 XT, ocorreu nesta sexta, confirmando a estratégia agressiva que a marca irá adotar com a família. Baseadas na arquitetura RDNA 4, a dupla promete brigar com as RTX 5070 e RTX 5070 Ti, respectivamente, trazendo melhorias significativas no processamento de Ray Tracing e Inteligência Artificial.

Pouco depois de confirmar os preços, o time vermelho trouxe uma surpresa: foi confirmado que a linha RX 9000 seria expandida muito em breve, com os modelos mais acessíveis da série RX 9060 sendo oficializados no segundo trimestre de 2025, janela que compreende os meses entre abril e junho.Clique aqui para ler mais

AMD Radeon RX 9060: placa de vídeo intermediária ganha previsão oficial de lançamento
Fonte: Tudocelular

EA abre o código-fonte de quatro jogos da franquia Command & Conquer

EA abre o código-fonte de quatro jogos da franquia Command & Conquer

Captura de tela de Command & Conquer: Renegade (imagem: reprodução/Steam)

Resumo

A Electronic Arts (EA) disponibilizou o código-fonte de quatro jogos da série Command & Conquer sob licença GPL.
A iniciativa facilita o desenvolvimento de mods e ports, ajudando a manter a franquia ativa.
O modder Luke “CCHyper” Feenan foi contratado pela EA para auxiliar na recuperação do código e facilitar modificações.

Se você pretende ser um desenvolvedor focado em mods de jogos, eis a chance de começar esse trabalho com uma franquia bastante popular nos anos 1990 e 2000. A Electronic Arts (EA) decidiu abrir o código-fonte de quatros jogos da clássica série Command & Conquer (C&C).

Todos os títulos incluídos nessa iniciativa foram liberados sob uma licença GPL. Ela permite acesso, criação de trabalhos derivados e redistribuição dos jogos, desde que esse compartilhamento seja feito mediante a mesma licença.

Esses são os títulos beneficiados:

Command & Conquer: Tiberian Dawn, de 1995

Command & Conquer: Red Alert, de 1996

Command & Conquer: Renegade, de 2002

Command & Conquer: Generals + Zero Hour, de 2003

Por que a EA liberou o código-fonte de alguns jogos C&C?

Essa é uma iniciativa que teve início em 2024, quando a EA lançou o pacote de jogos C&C Ultimate Collection no Steam, uma decisão que agradou enormemente aos fãs da franquia que tentam mantê-la em evidência.

De modo complementar, a Electronic Arts contratou o modder Luke “CCHyper” Feenan (um grande fã de Command & Conquer) para ajudar a empresa a descobrir o que mais poderia ser feito pela franquia.

A missão de CCHyper incluiu recuperar os códigos de títulos clássicos da série para corrigir erros e facilitar modificações. Foi esse trabalho que convenceu a EA a liberar o código-fonte dos quatro mencionados jogos.

Captura de tela de Command & Conquer: Tiberian Dawn (imagem: reprodução/Steam)

Com a iniciativa, espera-se que esses games tenham uma sobrevida maior, seja por meio de ajustes, seja por meio da distribuição de variações (os mods em si), seja por meio de ports para plataformas diversas.

Não é uma decisão inédita para a EA. Há cerca de cinco anos, a companhia liberou o código-fonte de arquivos DLL do pacote C&C Remastered Collection, que já incluía os títulos Tiberian Dawn e Red Alert. Essa iniciativa permitiu à comunidade criar mods muito interessantes para ambos.

Agora, não só esses títulos estão sendo totalmente liberados sob uma licença GPL, como a iniciativa também inclui os games Renegade e Generals + Zero Hour.

Para completar, a EA anunciou também o suporte a mais títulos de C&C ao Steam Workshop (ou Oficina Steam), plataforma dedicada justamente à criação de mods, prática que deve ser potencializada na franquia com os quatro jogos em questão passando a ser open source.

Os códigos estão disponíveis no GitHub da Electronic Arts.
EA abre o código-fonte de quatro jogos da franquia Command & Conquer

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Fonte: Tecnoblog

IA que pode ser usada na Alexa está jogando Pokémon na Twitch

IA que pode ser usada na Alexa está jogando Pokémon na Twitch

Claude Plays Pokémon é projeto para fazer IA Claude aprender a jogar Pokémon Red (imagem: Felipe Freitas/Tecnoblog)

Resumo

Um desenvolvedor independente iniciou um projeto em que a IA Claude aprende a jogar Pokémon Red.
A IA analisa imagens do jogo, identifica cenários e localizações de interesse, mas enfrenta dificuldades, como reconhecer a posição de portas.
Embora esteja aprendendo a jogar “sozinha”, a IA Claude tem acesso ao RAM state, permitindo que ele saiba exatamente onde está no jogo.

Um projeto iniciado nessa terça-feira (25/02) na Twitch está fazendo a IA Claude, da Anthropic, jogar Pokémon Red. A IA está aprendendo em tempo real como jogar o primeiro game da franquia. O LLM do Claude é cotado como a tecnologia que será usada na nova geração da Alexa, que ganhará ferramentas de IA generativa.

Nesta quarta-feira (26/02), a Amazon realizará um evento no qual pode apresentar o Claude na Alexa. Ainda que a Twitch seja da Amazon e esta esteja investindo na Anthropic, o projeto não foi desenvolvido pela empresa de IA, mas aparentemente por apenas uma única pessoa. Na descrição da conta, o autor diz ser fã do Claude e de Pokémon.

Como funciona o Claude Plays Pokémon?

O projeto Claude Plays Pokémon utiliza ferramentas para que o Claude analise a imagem do jogo, identifique o cenário e encontre localizações de interesse. A IA generativa também ganhou um sistema de navegação para tentar encontrar caminhos até os pontos de interesse — mas ele não é perfeito.

O desenvolvedor do projeto instalou dois mods para melhorar a coloração do jogo. Como ele explicou na descrição do projeto, isso ajuda o Claude a enxergar melhor o que está na tela.

Claude ficou parado em frente à parede acreditando que estava na frente da porta do ginásio (imagem: Felipe Freitas/Tecnoblog)

Mesmo com essas ajudas, Claude ainda não aprendeu que existem elementos que bloqueiam o caminho ou a real localização de uma porta. Antes de entrar no ginásio de Pewter, ele ficou na frente de uma parede lateral, acreditando que estava na frente da porta. Ou seja, ele identificou uma porta no cenário, mas não conseguiu reconhecer a diferença na posição.

A stream é dividida em duas telas. Na esquerda, vemos o raciocínio do Claude, e na direita, o jogo em si. É interessante ver como a IA vai calculando estratégia de batalhas. Só que isso não vem só de aprender com jogo.

Ainda que nunca tenha jogado Pokémon antes, o Claude sabe bastante sobre Pokémon. A IA foi treinada com bilhões de conteúdos da internet, então é provável que ele tenha praticamente todo o acervo da Bulbapedia, a maior wiki de Pokémon, no seu banco de dados.

Bulbapedia é a maior wiki sobre Pokémon e reúne informações do anime, jogos e outras mídias da franquia (imagem: Felipe Freitas/Tecnoblog)

Em poucos minutos de live, alguns acontecimentos engraçados ocorreram. Ao entrar no ginásio de Pewter, o Claude identificou um NPC como Brock. Aqui, o raciocínio não mostrado deve ter sido esse: no ginásio eu enfrentarei o Brock, logo, aquele é o Brock.

Demorou um tempo até a IA entender que o NPC com quem ela estava conversando era responsável por dar dicas sobre o combate no ginásio. O Claude aprendeu que a ordem do time mostra qual pokémon será o primeiro ao iniciar uma batalha.

Claude tem acesso a recursos inacessíveis por humanos

Ainda que esteja aprendendo a jogar Pokémon sozinho, o Claude tem informações privilegiadas. Por exemplo, ele tem acesso ao RAM state, o que o ajuda a entender a localização que ele está.

Isso pode parecer um cheat, mas é importante para que a IA receba o feedback da tarefa. Assim como nós, é importante que o Claude seja “parabenizado” por realizar as tarefas.

Como o seu sistema de identificação de imagem é fraco, o acesso aos dados do jogo atua como complemento ao processo de aprendizagem.

Projeto é inspirado em Twitch Plays Pokémon

TwitchPlaysPokemon foi um dos maiores sucessos da plataforma e inspirou dezenas de projetos similares (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

O projeto Claude Plays Pokémon é inspirado no famoso Twitch Plays Pokémon, no qual os espectadores comentavam qual movimento ou ação deveria ser realizada no Pokémon Red.

Contudo, se você gostou do Twitch Plays Pokémon, pode se incomodar com a lentidão do Claude Plays Pokémon — pelo menos por enquanto. Enquanto essa notícia é feita, temos apenas 20 horas de live e o Claude nem passou para a segunda cidade. A tendência é que ele fique mais ágil conforme aprenda mais sobre o jogo.

Com informações de The Verge
IA que pode ser usada na Alexa está jogando Pokémon na Twitch

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Fonte: Tecnoblog

NVIDIA anuncia fim de suporte para placas GeForce mais antigas

NVIDIA anuncia fim de suporte para placas GeForce mais antigas

A NVIDIA anunciou o fim do suporte para algumas de suas séries de placas mais antigas. A notícia deve afetar as linhas GeForce 700, 800, 900 e da linha 10, marcando o fim da chegada de novos recursos para esses hardwares e o reforço do posicionamento da empresa de se voltar para novas tecnologias.

As GPUs afetadas têm como base as arquiteturas Maxwell, Pascal e Volta, já que o próprio CEO da empresa, Jensen Huang, recentemente confirmou que o desenvolvimento dessas arquiteturas estava concluído. Apesar de uma data pública para o fim oficial do suporte não ter sido divulgada, estima-se que isso deverá acontecer muito em breve.Com a novidade, modelos icônicos como a GTX 750 e GTX 1060 serão afetados. A GeForce Titan XP, lançada em 2017, é a placa mais potente impactada pelo comunicado, enquanto a GeForce GT 1010, apresentada em 2022 e última representante da arquitetura Pascal, também será descontinuada.Clique aqui para ler mais

NVIDIA anuncia fim de suporte para placas GeForce mais antigas
Fonte: Tudocelular

Xbox e Fanta se unem para sortear Xbox Series X e controles personalizados

Xbox e Fanta se unem para sortear Xbox Series X e controles personalizados

Nós já vimos algumas edições limitadas bem inusitadas de consoles e controles Xbox, mas esta semana, a empresa comandada por Phil Spencer anunciou uma parceria improvável com a Fanta, sim a marca de refrigerantes, para lançar um Xbox Series X e um controle tematizados. Disponível apenas em oito países na Europa, o concurso que premia com o Xbox Series X da Fanta traz o slogan a frase “jogue com a cor que quiser”, se referindo tanto às inúmeras variações de controles Xbox quanto aos sabores de Fanta.

Como parte da competição, a Fanta projetou seis consoles Xbox Series X personalizados e controles sem fio correspondentes, projetados para representar “os sabores mais populares do portfólio da marca” – laranja, limão, exótico, pitaya, uva e limão-flor de sabugueiro.Clique aqui para ler mais

Xbox e Fanta se unem para sortear Xbox Series X e controles personalizados
Fonte: Tudocelular

Doom ganha versão que roda em PDF e lista de ports segue crescendo

Doom ganha versão que roda em PDF e lista de ports segue crescendo

Doom para PDF pode rodar nos leitores de PDFs nativos de navegadores ou no próprio Acrobat Reader (Imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Doom ganhou mais um port: agora é possível jogá-lo em um leitor de PDF que tenha algum nível de suporte para JavaScript. Você não precisa baixar um leitor, basta usar o próprio recurso para abrir PDFs nativo de alguns navegadores. Todo o controle do jogo é feito usando o teclado, mas há algumas limitações nesse port.

O autor, conhecido no Github pelo nome de usuário ading2210, destaca que há um problema de performance por conta das seis tonalidades usadas para deixar o “gráfico” e textos visíveis. A atualização do gráfico (que é basicamente um texto) leva 80 ms por frame.

Mesmo com essa performance lenta o Doom para PDF ainda é jogável. Alguns jogadores podem achar a experiência ruim, principalmente por conta da menor velocidade do gameplay quando comparada ao jogo original e uso apenas das cores preta e branca. Porém, se você jogou o original em um computador da época, não achará a experiência tão péssima.

O autor do projeto disse que a sua inspiração foi o Tetris para PDF, criado pelo desenvolvedor Thomas Rinsma. Coincidentemente, Rinsma também tentou portar o Doom para o formato, mas acabou desistindo da ideia.

Por que fazem tantos ports de Doom?

Doom é programado na linguagem C, uma linguagem básica e, consequentemente, presente em quase todo dispositivo eletrônico ou programa. Assim, portar um código feito em C é mais fácil, visto que provavelmente existirá um compilador para a plataforma destino.

Por ser um dos jogos FPS mais icônicos do gênero com Wolfenstein 3D, responsáveis por inspirar dezenas de games subsequentes, portar Doom para diferentes dispositivos também virou um meme na comunidade gamer e desenvolvedora. E meme no sentido mais literal da palavra criada por Richard Dawkins: algo imitado e replicado.

O código-fonte do jogo também foi tornado open-source em 1997, facilitando o desenvolvimento de mods. Por exemplo, uns dias atrás o Doom: The Gallery Experience foi liberado ao público. Nessa versão, o jogador apenas passeia em uma galeria de arte que usa a primeira fase como cenário. Você pode beber vinho, comer queijos e comprar souvenirs (e sim, há áreas secretas).

Se você não é fã de PDFs, pode tentar outros ports e versões de Doom:

Doom para Captcha: aqui não é bem um port, mas literalmente um captcha que utiliza uma parte do Doom em dificuldade elevada para confirmar que você não é robô

Doom para calculadora científica usando batatas como fonte de energia — para ser justo, rodar Doom em calculadoras já é “padrão”

Doom em teste de gravidez: vale conferir toda a história do desenvolvedor desse port

Cortador de grama da Husqvarna: o port foi uma parceria entre a empresa sueca e a Bethesda, dona da id Software, criadora do jogo — e que é de propriedade da Microsoft

Com informações de The Register e Retro Of The Week
Doom ganha versão que roda em PDF e lista de ports segue crescendo

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Fonte: Tecnoblog

Prime Gaming libera o resgate de BioShock 2 Remastered, Skydrift Infinity e Spirit Mancer

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Semanalmente, a Amazon tem por hábito liberar para seus usuários alguns jogos para resgate através do Prime Gaming, ampliando assim o catálogo de títulos disponíveis para PCs em lojas parceiras e como a Epic Games e GOG, sem cobrar nada mais por isso.

Na mais recente leva de liberações, tivemos a inclusão dos jogos BioShock 2 Remastered, Skydrift Infinity e Spirit Mancer que podem ser respectivamente ativados na GOG, Epic Games e Amazon Games, garantindo algumas semanas de entretenimento para gamers brasileiros.Para resgatar os jogos dessa semana, é só entrar no site oficial do Prime Gaming, logar com a conta que está a assinatura do Amazon Prime e clicar em “resgatar jogo” em cada título desejado.Clique aqui para ler mais

Prime Gaming libera o resgate de BioShock 2 Remastered, Skydrift Infinity e Spirit Mancer
Fonte: Tudocelular

Lenovo revela o primeiro console portátil com SteamOS

Lenovo revela o primeiro console portátil com SteamOS

Lenovo Legion Go S é primeiro console portátil com SteamOS sem ser o Steam Deck (imagem: divulgação)

Resumo

Lenovo Legion Go S é o primeiro console portátil a utilizar SteamOS fora do Steam Deck.
O console de mão possui APU AMD Ryzen Z2 Go ou Ryzen Z1 Extreme, tela LCD de 8,1 polegadas com resolução de 1920 x 1200 e bateria de 55,5 Whr com suporte para carregamento rápido.
A versão do aparelho com SteamOS deve ser lançada em maio, com valor inicial de US$ 499,99 (R$ 3.018). Não foi revelado o preço das configurações mais potentes.

A Lenovo divulgou nesta semana, durante a CES 2025, o Legion Go S, a nova geração do seu console portátil — também chamado de PC de mão. O curioso do dispositivo é que a fabricante será a primeira a adotar o SteamOS, sistema operacional usado no concorrente (e pioneiro do segmento) Steam Deck. A Lenovo também lançará um modelo com Windows 11.

As diferenças entre o Lenovo Legion Go S com SteamOS e com Windows 11 estão no preço, cores disponíveis, opções de memória, armazenamento e SoC. A versão com SteamOS, com lançamento previsto para maio, chegará com o valor inicial de US$ 499,99 (R$ 3.018). Não foi revelado o preço das configurações mais potentes.

Já o Legion Go S com Windows 11 está saindo por US$ 729,99 (R$ 4.406). Essa primeira versão Windows tem 32 GB de memória RAM e 1 TB de armazenamento. Os modelos com menos RAM e armazenamento estão previstos para maio, com preço sugerido de US$ 599,99 (R$ 3.621) — ainda mais caro que a versão com SteamOS.

Lenovo Legion Go S com Windows 11 está disponível na cor branca, enquanto modelo com SteamOS usa a cor preta (imagem: divulgação)

Quais as especificações do Legion Go S com SteamOS?

O Legion Go S com SteamOS é equipado com o APU AMD Ryzen Z2 Go (exclusivo para os dispositivos da Lenovo) ou Ryzen Z1 Extreme. Este SoC é da primeira geração desenvolvida pela AMD para PCs de mão (ele também equipa uma das versões do Asus ROG Ally). A configuração base de memória é de 16 GB de memória RAM e 512 GB de armazenamento.

O display LCD de 8,1 polegadas suporta resolução máxima de 1920 × 1200 e conta com touchscreen. A taxa de atualização é de 120 Hz, o que deve entregar uma experiência mais próxima de um monitor topo de linha. Já a versão com tela OLED está presente só no protótipo do Legion Go 2 apresentado na CES 2025.

A bateria de 55,5 Whr promete entre duas horas e duas horas e meia de vida em jogos mais pesados. E sim, sendo um produto chinês, tem suporte para carregamento rápido. Segundo a Lenovo, 85% da bateria pode ser carregada em uma hora — e o Legion Go S usa um conector USB-C de 65 W.

O console tem ainda uma entrada para cartão micro SD, duas portas USB4 e entrada para fone de ouvido — o som também pode ser executado em dois alto-falantes de 2 W. O PC de mão pesa 740 g e mede 299 mm x 127,55mm x 22,6mm.

Legion Go S segue proposta da Valve

Valve lançou o SteamOS para o seu PC de mão Steam Deck, mas quer fornecê-lo para outros consoles portáteis (imagem: divulgação)

O anúncio do Legion Go S com SteamOS vai ao encontro dos planos da Valve, criadora do Steam Deck. A empresa do ramo de jogos quer que o seu sistema operacional seja fornecido para outras fabricantes.

Ainda que rode nos PCs portáteis, o Windows 11 não foi otimizado para o formato. Porém, a Microsoft promete trazer novidades para esse mercado ainda em 2025. Embora o quando e como essas novidades serão implementadas ainda não esteja claro, podemos esperar uma mistura de Windows e aplicativo de Xbox para os consoles de mão.

Com informações de The Verge e GSMArena
Lenovo revela o primeiro console portátil com SteamOS

Lenovo revela o primeiro console portátil com SteamOS
Fonte: Tecnoblog