Category: Google

Google paga US$ 10 milhões por dados de companhia aérea falida

Google paga US$ 10 milhões por dados de companhia aérea falida

Spirit Airlines encerrou as operações após duas recuperações judiciais (imagem: reprodução)

Resumo

O Google adquiriu dados corporativos da Spirit Airlines por US$ 10 milhões para treinar modelos de IA.
O pacote inclui milhões de e-mails e linhas de código, além de documentos internos da companhia aérea.
A aquisição visa aprimorar produtos do Google com dados de operações corporativas reais, sem incluir dados pessoais de passageiros ou clientes.

O Google venceu um leilão de falência realizado nos Estados Unidos e adquiriu os dados corporativos da extinta companhia aérea Spirit Airlines. O acordo de US$ 10 milhões (cerca de R$ 52 milhões na cotação atual) transfere o acervo digital da empresa de aviação para a gigante das buscas.

O objetivo é utilizar o vasto histórico de comunicações operacionais e métricas de negócios para treinar modelos de linguagem e aprimorar produtos de inteligência artificial.

O que inclui o acervo leiloado pela Spirit Airlines?

A aquisição engloba um volume gigantesco de documentação, mas a oficialização da compra ainda aguarda a aprovação final de um juiz federal. Segundo os autos do processo, a transferência inclui quase 100 milhões de e-mails corporativos, mais de 500 milhões de chats trocados via Microsoft Teams, agendas, auditorias financeiras e materiais de campanhas de marketing.

O Google também assumirá a posse de 30 milhões de linhas de código, metadados de desenvolvimento, modelos e algoritmos de software da companhia aérea, bem como dados detalhados sobre receita, métricas de operações de aeronaves e relatórios de produtividade de funcionários e de recursos humanos.

Por que o Google quer os dados?

Google investiu em acervo para treinar modelos de linguagem (foto: Felipe Ventura/Tecnoblog)

A big tech pretende processar toda essa documentação para alimentar suas redes neurais com situações e resoluções do mundo corporativo real, já que modelos de IA atuais ainda enfrentam dificuldades em tarefas executivas. Experimentos recentes mostram essa limitação: a Anthropic, por exemplo, colocou seu modelo Claude para gerenciar uma máquina de vendas automatizada, mas o agente tomou uma série de decisões erradas e acabou gerando prejuízo.

A entrada do banco de dados de uma operação logística e corporativa complexa como a da Spirit Airlines oferece elementos valiosos sobre como uma grande empresa lida com fornecedores, gerencia crises e toma decisões de gestão.

Um porta-voz do Google confirmou o plano à agência Bloomberg: “Adquirimos parte de um conjunto de dados corporativos da Spirit Airlines que pode ser útil para aprimorar nossos produtos e modelos de IA”.

Como ficam os dados de passageiros e clientes?

O contrato de venda proíbe a transferência de informações pessoais. Foram excluídos da compra cerca de 97,5 milhões de perfis de passageiros da Spirit Airlines, além de mais de 50 milhões de registros de membros do programa de fidelidade da companhia.

Os dados corporativos vendidos serão categorizados como “desidentificados”, assegurando que nenhum arquivo possa ser atrelado a um indivíduo específico. O contrato também exige que o Google concorde em não desenvolver ferramentas para tentar reidentificar os usuários.

Spirit Airlines encerrou operações em 2026

A ruína da Spirit Airlines ocorreu após a empresa enfrentar duas recuperações judiciais em 2025, amargando perdas de US$ 257 milhões (R$ 1,3 bilhão), e um resgate governamental de US$ 500 milhões (R$ 2,6 bilhões) negado por credores. Em maio deste ano, a companhia encerrou oficialmente suas operações. A Spirit nunca operou voos regulares de passageiros no Brasil.

Segundo o CEO Dave Davis, o serviço tornou-se insustentável devido à alta dos combustíveis impulsionada por conflitos geopolíticos entre EUA, Israel e Irã, selando o primeiro colapso de uma grande companhia aérea americana desde a quebra da Midway Airlines após os ataques de 11 de setembro de 2001.
Google paga US$ 10 milhões por dados de companhia aérea falida

Google paga US$ 10 milhões por dados de companhia aérea falida
Fonte: Tecnoblog

Google decide que marca d’água para IA é opcional; entenda

Google decide que marca d’água para IA é opcional; entenda

Gemini e Flow permitirão criar mídias sem selos sobrepostos (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

O Google anunciou que permitirá que usuários removam marcas d’água visíveis de conteúdo gerado por IA, mantendo a rastreabilidade por metadados e a tecnologia SynthID.
A mudança visa atender à demanda de profissionais que precisam utilizar arquivos sem o selo sobreposto.
A funcionalidade será liberada gradualmente, inicialmente integrada na interface do Gemini e no Flow, o editor de vídeo do Google.

O Google anunciou uma mudança importante na forma como identifica conteúdos gerados por inteligência artificial: a remoção das marcas d’água visíveis de imagens, vídeos e faixas musicais, para atender a um pedido de profissionais que utilizam as ferramentas e não podiam aproveitar os arquivos finais por conta do selo sobreposto.

A alteração, anunciada nesta sexta-feira (14), não compromete a procedência da mídia. A marca d’água invisível SynthID e os metadados relacionados continuarão inalterados no código do arquivo. A novidade cobre as mídias processadas pelos modelos Nano Banana, Omni e Lyria, e será liberada gradualmente para o público nos próximos dias no Gemini e no Flow, o editor de vídeo nativo do Google.

Para remover a indicação visual, será necessário acessar Configurações e buscar pela opção de “Marca d’água de mídia”, onde o recurso poderá ser ativado ou desativado.

Recurso ficará disponível no menu de configurações do Gemini (imagem: reprodução/Josh Woodward)

Por que a marca d’água visível virou um problema?

A alteração reflete uma evolução na classificação de arquivos sintéticos. No início da popularização da IA generativa, o uso de filtros visuais virou uma linha de defesa contra o compartilhamento de desinformação. No entanto, para designers e editores de vídeo, os selos gráficos podem tornar o conteúdo inutilizável.

O vice-presidente do Gemini, Josh Woodward, confirmou que a necessidade de identificar conteúdo gerado por IA permanece, mas ressaltou a importância de oferecer flexibilidade.

“Estamos buscando um equilíbrio entre controle criativo e segurança: embora as marcas d’água visíveis agora sejam opcionais, as marcas invisíveis do SynthID e os metadados ainda estão sendo usados ​​para garantir a transparência. Assim, você ainda pode usar o Gemini ou a busca para verificar se uma imagem foi gerada por IA”, escreveu o executivo.

Como o Google vai rastrear o que é IA?

No centro dessa política de transparência está o SynthID. Diferentemente de um logotipo sobreposto em um canto da tela, a tecnologia incorpora uma marca algorítmica nos arquivos de imagem, áudio ou vídeo. Essa marcação imperceptível resiste à edição e até compressão de envio em mensageiros.

Paralelamente a esse sistema, o padrão de metadados C2PA (Coalition for Content Provenance and Authenticity) funciona como um registro técnico permanente do arquivo. Ele atua como um selo de procedência, detalhando as ferramentas exatas utilizadas para criar e alterar uma mídia específica.

O próprio Google também está disponibilizando uma nova biblioteca de código aberto chamada Credentio. Ela permite que desenvolvedores independentes incorporem um mecanismo de validação local em seus aplicativos. Dessa forma, serviços de terceiros poderão realizar a checagem das credenciais C2PA e do SynthID sem a necessidade de verificação nos servidores do Google.

Novidade inclui mídias processadas pelo modelo Nano Banana (imagem: divulgação/Google)

Decisão vai na contramão do Claude

A flexibilização do Google acontece dias após a controversa decisão da Anthropic de seguir uma abordagem mais rígida. A startup responsável pelo Claude optou por incluir ativamente uma marca d’água persistente em textos e arquivos criados por seus sistemas.

Essa política mais fechada foi adotada para cumprir as regulamentações do AI Act, que entraram em vigor na União Europeia para auditar sistemas de inteligência artificial. A medida desencadeou críticas. Nos últimos dias, consumidores da plataforma expressaram insatisfação, argumentando que a exigência atrapalha o uso do Claude em ambientes corporativos e educacionais.
Google decide que marca d’água para IA é opcional; entenda

Google decide que marca d’água para IA é opcional; entenda
Fonte: Tecnoblog

Google oficializa linha Pixel 11 com chip Tensor G6, sistema de LED HiLight e Android 17

Google oficializa linha Pixel 11 com chip Tensor G6, sistema de LED HiLight e Android 17

O Google oficializou a nova geração de smartphones topo de linha composta pelo Pixel 11, Pixel 11 Pro, Pixel 11 Pro XL e o dobrável Pixel 11 Pro Fold. Desenvolvida para disputar o segmento premium, a família introduz o processador proprietário Tensor G6 e traz painéis OLED Actua e Super Actua com brilho pico de até 3.600 nits.

O destaque de hardware dos modelos Pro e Fold é a tecnologia HiLight, um sistema de notificação por LED na traseira do dispositivo. Toda a linha chega de fábrica com o Android 17 e conta com a garantia de sete anos de atualizações de sistema operacional e segurança.Design refinado e sustentabilidadeO Pixel 11 combina vidro Corning Gorilla Glass Victus 2 polido na frente e na traseira com moldura em alumínio aeroespacial acetinado. O Pixel 11 Pro e o Pro XL trazem Victus 2 fosco sedoso na traseira com alumínio polido (moldura fosca na cor Obsidian). O Pixel 11 e o Pro medem 152,4 x 71,1 x 7,6 mm e pesam 197 g e 204 g, respectivamente. O Pro XL mede 162,5 x 76,2 x 7,6 mm e pesa 226 g.Clique aqui para ler mais

Google oficializa linha Pixel 11 com chip Tensor G6, sistema de LED HiLight e Android 17
Fonte: Tudocelular

Google Messages vai facilitar a exclusão de fotos e vídeos sem apagar conversas

Google Messages vai facilitar a exclusão de fotos e vídeos sem apagar conversas

O Google Mensagens pode ganhar um novo gerenciador de armazenamento para permitir a remoção seletiva de dados do aplicativo. A novidade está em fase de teste, e foi identificada em uma versão beta recente.

Essa novidade surge enquanto o botão “Limpar dados” do Android está desativado nessas compilações. Segundo o Android Authority, o código do aplicativo traz novas referências a uma atividade chamada “ManageSpaceActivity”, indicando o desenvolvimento de uma seção dedicada para administrar o espaço ocupado.

Clique aqui para ler mais

Google Messages vai facilitar a exclusão de fotos e vídeos sem apagar conversas
Fonte: Tudocelular

Como ver a senha do Instagram salva no celular ou PC

Como ver a senha do Instagram salva no celular ou PC

Entenda como é possível usar gerenciadores de senhas para encontrar as credenciais do Instagram (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

O Instagram não exibe credenciais no aplicativo nativo por razões de segurança, mas é possível saber as combinações caso elas estejam salvas em um gerenciador de senhas. A consulta é feita em cofres digitais como o Gerenciador de Senhas do Google ou Senhas da Apple, exigindo biometria para liberar o código.

O procedimento para descobrir a senha do Instagram pode ser realizado no Android ou PC usando o navegador Chrome, e no iPhone por meio do aplicativo nativo do iOS. Basta acessar o cofre de credenciais e autenticar o acesso para visualizar a palavra-passe em poucos segundos.

A seguir, confira o passo a passo para achar a senha do Instagram no Android, iPhone e PC.

ÍndiceQuando esse passo a passo funciona?Como ver a senha do Instagram no celularPasso a passo no AndroidPasso a passo no iPhoneComo descobrir a senha do Instagram pelo computador1. Abra as configurações do Google Chrome2. Selecione a aba “Preenchimento automático e senhas”3. Clique em “Senhas”4. Encontre o perfil do Instagram5. Confira a senha do InstagramDá para ver a senha pelo app do Instagram?O que fazer se eu não encontrar a senha do Instagram?

Quando esse passo a passo funciona?

Os recursos para achar a senha do Instagram só funcionam se você autorizou o salvamento automático das credenciais no Gerenciador de Senhas do Google ou no Senhas da Apple. Os cofres nativos armazenam as chaves criptografadas associadas ao perfil e liberam a visualização após autenticação segura.

Se os dados não foram salvos previamente em um gerenciador de senhas do Android, iPhone ou Google Chrome, não será possível revelar o código antigo. Nesses casos, a única alternativa é recuperar a senha do Instagram por meio dos canais oficiais.

Como ver a senha do Instagram no celular

Passo a passo no Android

Abra o Google Chrome no seu dispositivo Android.

Toque no ícone de três pontos, no canto superior direito da tela, e acesse as “Configurações” do navegador.

Navegue pelo menu e toque em “Gerenciador de Senhas do Google” para abrir a lista de credenciais.

Selecione o perfil do Instagram que você deseja consultar a senha.

Insira o PIN de bloqueio do celular ou utilize a biometria (reconhecimento facial ou impressão digital) para acessar o cofre de senha.

Toque no ícone no formato de olho ao lado do campo oculto para ver a senha do Instagram na tela.

Encontrando as credenciais do Instagram por meio do Gerenciador de Senhas do Google (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Passo a passo no iPhone

Abra o aplicativo Senhas da Apple no iPhone e valide o acesso com a biometria (Face ID ou Touch ID).

Acesse o menu “Todas” para ver a lista completa de credenciais salvas no gerenciador de senhas.

Desça a tela até encontrar o perfil do Instagram e toque nele para avançar.

Toque no campo oculto “Senha” para descobrir a senha do Instagram salva no aplicativo.

Descobrindo as credenciais do Instagram por meio do Senhas da Apple (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Como descobrir a senha do Instagram pelo computador

1. Abra as configurações do Google Chrome

Acesse o Google Chrome no PC, clique no ícone de três pontos no canto superior direito e selecione “Configurações” para abrir o menu do navegador.

Abrindo as configurações do navegador (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

2. Selecione a aba “Preenchimento automático e senhas”

No canto esquerdo da tela, clique na aba “Preenchimento automático e senhas” para gerenciar os dados de login mantidos pela sua conta.

Clicando na aba “Preenchimento automático e senhas” do Google Chrome (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

3. Clique em “Senhas”

Clique em cima da opção “Senhas” para visualizar as credenciais e senhas criptografadas salvas no Gerenciador de Senhas do Google.

Selecionando a opção “Senhas” (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

4. Encontre o perfil do Instagram

Localize na lista o perfil do Instagram e clique em cima dele para ver mais detalhes.

Selecionando o perfil do Instagram (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

5. Confira a senha do Instagram

Insira o PIN ou senha de bloqueio do sistema operacional e clique em cima do ícone de olho para ver a senha do Instagram.

Revelando a senha dos Instagram salva no gerenciador de senhas (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Dá para ver a senha pelo app do Instagram?

Não é possível descobrir a senha do Instagram diretamente pelo aplicativo nativo, pois a rede social não exibe as chaves de acesso por motivos de segurança e privacidade. Por isso, a consulta só funciona por meio do gerenciador de senhas do celular ou computador.

O que fazer se eu não encontrar a senha do Instagram?

Se você não for possível ver a senha do Instagram em nenhum cofre digital, a alternativa mais prática é utilizar a função “Esqueceu a senha?” na tela inicial do aplicativo ou do site. Basta informar seu nome de usuário, e-mail ou telefone para receber um link para entrar no Instagram e redefinir as credenciais.

Caso o seu perfil esteja integrado à Central de Contas da Meta, você também pode entrar no Instagram pelo Facebook diretamente e sem digitar senhas. Após reestabelecer o acesso, lembre-se de salvar a nova chave no gerenciador de senhas do dispositivo ou navegador.
Como ver a senha do Instagram salva no celular ou PC

Como ver a senha do Instagram salva no celular ou PC
Fonte: Tecnoblog

Google aprimora rotas de treino no Wear OS e traz novidades para a Play Store

Google aprimora rotas de treino no Wear OS e traz novidades para a Play Store

O Google iniciou nesta terça-feira (11) a liberação de uma nova atualização do Play Services que promete melhorar a experiência de quem pratica atividades ao ar livre, ao aprimorar a precisão das rotas registradas por smartwatches com Wear OS. Em paralelo, a loja de aplicativos da gigante também recebeu novidades, que atendem a usuários de tablets e celulares dobráveis.Começando pelos vestíveis, a versão v26.31 do Google Play Services implementa o processamento de dados brutos de localização diretamente nos servidores da empresa. Em teoria, a mudança resultaria em trajetos muito mais fiéis ao mapa real durante corridas, caminhadas e pedaladas, considerando a potência adicional que a nuvem fornece.

Embora a companhia não especifique, é provável que relógios sem conexão de rede celular (4G/LTE) tenham de esperar por uma conexão Wi-Fi ou ao smartphone para processar e exibir as rota mais detalhada nos aplicativos de saúde — tenha isso em mente caso não esteja vendo melhorias.Clique aqui para ler mais

Google aprimora rotas de treino no Wear OS e traz novidades para a Play Store
Fonte: Tudocelular

IA fofoqueira! Gemini pode estar ouvindo conversas e assusta usuários

IA fofoqueira! Gemini pode estar ouvindo conversas e assusta usuários

O Gemini voltou a chamar atenção e, como sempre, não foi por um bom motivo. Isso porque relatos de usuários de Android, incluindo proprietários de smartphones Pixel, afirmam ter percebido ativações automáticas do assistente.

Em um dos casos com o celular Pixel 9a, o Gemini teria respondido a uma conversa entre o proprietário e um amigo dentro de um carro, com uma resposta relacionada ao assunto que os dois discutiam.

Clique aqui para ler mais

IA fofoqueira! Gemini pode estar ouvindo conversas e assusta usuários
Fonte: Tudocelular

Google Fotos perde recurso muito útil e irrita usuários

Google Fotos perde recurso muito útil e irrita usuários

E parece que o Google Fotos está com um bug irritante. Usuários estão relatando o desaparecimento de um recurso que permite selecionar várias imagens de uma só vez ao arrastar o dedo pela tela.

A ferramenta funciona ao tocar e segurar uma foto para ativar a seleção múltipla e, depois, deslizar o dedo sobre as imagens desejadas.

Clique aqui para ler mais

Google Fotos perde recurso muito útil e irrita usuários
Fonte: Tudocelular

Google avalia trazer de volta função "App Lock" nativa em nova versão de testes do Android

Google avalia trazer de volta função “App Lock” nativa em nova versão de testes do Android

Análises do Android Canary 2608, versão de testes preliminares mais recente do sistema do robozinho, revelam que o Google deve resgatar uma antiga função de segurança: a App Lock. A novidade possibilita o bloqueio de aplicativos com senha ou biometria, e traz como diferencial ser uma opção nativa do software.A investigação foi realizada pelo portal Android Authority e revela que, após linhas de código do Android 17 QPR1 sugerirem a adição, a ferramenta pode agora ser encontrada no caminho Configurações > Segurança e privacidade > Bloqueio de apps.

Como esperado, para ativá-la, é obrigatório ter um PIN, padrão ou senha configurado no celular. A partir daí, qualquer aplicativo selecionado exigirá essa credencial ou a biometria para ser aberto.Clique aqui para ler mais

Google avalia trazer de volta função “App Lock” nativa em nova versão de testes do Android
Fonte: Tudocelular

Lenovo Googlebook 15 vaza em novas imagens com design ultrafino e função "Glowbar"

Lenovo Googlebook 15 vaza em novas imagens com design ultrafino e função “Glowbar”

Novas imagens vazadas do Lenovo Googlebook 15 revelam mais aspectos do primeiro notebook da gigante a trazer o sistema híbrido do Google baseado em Android. Além de reforçar a construção ultrafina da máquina, o material destaca a presença da “Glowbar” na tampa traseira, recurso da linha esperado para atuar como um mecanismo robusto de notificações e status. Compartilhado pelo portal Digital Citizen, o conteúdo mostra o aparelho em um acabamento branco (“cloud white”), logotipo prateado e uma espessura bastante fina, pouco maior que uma porta USB-A, com a área da dobradiça levemente rebaixada.

Como visto no passado, mesmo com o corpo compacto, a conectividade é variada. As laterais abrigam conexões HDMI, USB-C, USB-A e conector para fones de ouvido. Contudo, o destaque desta vez vai para a barra “Glowbar” colorida, instalada na borda superior da tampa.Clique aqui para ler mais

Lenovo Googlebook 15 vaza em novas imagens com design ultrafino e função “Glowbar”
Fonte: Tudocelular