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O que é DKIM? Entenda o método de autenticação usado em e-mails

O que é DKIM? Entenda o método de autenticação usado em e-mails

Saiba como o DKIM é um aliado contra golpes de phishing ou spoofing (imagem: Brett Jordan/Unsplash)

O DKIM é um mecanismo de segurança que utiliza uma assinatura digital baseada em criptografia para atestar a autenticidade de um e-mail. Esse padrão confirma que a mensagem foi realmente enviada pelo domínio indicado e não foi alterada durante o trajeto até o destinatário.

Para operar, o sistema usa um par de chaves: uma pública inserida no DNS do domínio e uma privada que assina o cabeçalho de cada envio. Ao receber o conteúdo, o servidor de destino utiliza a chave pública para validar a assinatura, confirmando que o e-mail permaneça íntegro.

Essa tecnologia blinda marcas e instituições contra ataques de phishing e eleva a reputação do remetente junto aos provedores. Ao evitar que comunicações legítimas caiam na pasta de spam, o protocolo assegura um trânsito mais livre e confiável para comunicações importantes.

A seguir, saiba mais sobre o padrão DKIM e seu funcionamento detalhado. Também descubra as vantagens e desvantagens do uso da tecnologia para proteção de e-mail.

ÍndiceO que é DKIM?Para que serve o DKIM?Como funciona o DKIMPreciso configurar o DKIM?Quais são as vantagens do DKIM?Quais são as desvantagens do DKIM?Qual é a diferença entre DKIM, DMARC e SPF?Qual é a diferença entre DKIM e criptografia?

O que é DKIM?

O DKIM (DomainKeys Identified Mail) é um padrão de segurança que utiliza uma assinatura digital criptografada para garantir que um e-mail realmente partiu do domínio indicado e não foi alterado no caminho. Ao validar a integridade da mensagem, a tecnologia impede falsificações e protege as caixas de entrada contra ataques de phishing.

Para que serve o DKIM?

O DKIM carimba uma assinatura digital criptografada nos e-mails, garantindo aos servidores de destino que a mensagem é autêntica e não foi alterada durante o trajeto. Essa validação blinda a identidade de uma marca ou instituição, dificultando golpes como spoofing e phishing ao impedir que golpistas se passem pelo domínio.

Além de barrar farsantes, esse método melhora a entrega das mensagens e evita que envios legítimos caiam direto na pasta de spam. Trabalhando em conjunto com o SPF e o DMARC, a tecnologia ajuda a consolidar a reputação do remetente e “purificar” o tráfego de e-mails.

O DKIM previne que golpistas se passem por marcas e instituições reais (imagem: hamedtaha/Unsplash)

Como funciona o DKIM

O DKIM funciona a partir da criação de um par de chaves criptográficas diretamente nas configurações do servidor de e-mail. A chave pública é inserida em um registro DKIM configurado no DNS do domínio para consulta dos destinatários.

Durante o envio, o servidor gera uma espécie de código de segurança exclusivo, baseado no conteúdo de cada e-mail. Essa informação é criptografada com a chave privada e anexada ao cabeçalho da mensagem como uma assinatura DKIM.

Ao receber o e-mail, o servidor do destinatário consulta o DNS do remetente para obter a chave pública correspondente. Com essa chave em mãos, ele decodifica o cabeçalho e recalcula o código de segurança para conferir se os dados batem.

Se os códigos coincidirem, o sistema confirma que a mensagem não sofreu alterações no caminho e autoriza sua entrada. Esse processo valida a autenticidade do envio, ajudando a mensagem a escapar do spam e ganhar a confiança dos filtros.

Esquema de funcionamento do DKIM (imagem: Reprodução/Mailtrap)

Preciso configurar o DKIM?

A configuração manual do DKIM é dispensável para contas de e-mail gratuitas e pessoais, como as do Gmail comum. Nesses casos, os próprios provedores já realizam o trabalho de autenticação de forma automática nos bastidores.

Por outro lado, o recurso é obrigatório para e-mails que adotam um domínio próprio em serviços corporativos como Google Workspace ou Outlook. O processo consiste em gerar uma chave pública no painel do provedor e adicioná-la às configurações de DNS do site.

Usuários de e-mails pessoais, como o Gmail, não precisam configurar o DKIM(imagem: Justin Morgan/Unsplash)

Quais são as vantagens do DKIM?

Estes são os principais benefícios da tecnologia DKIM:

Garantia de integridade: a assinatura digital funciona como um lacre inviolável para a mensagem enviada. Isso assegura ao servidor de destino que nenhum conteúdo ou link foi adulterado durante o trajeto;

Bloqueio de falsificações: como golpistas não possuem acesso à chave criptográfica privada do domínio, eles não conseguem forjar assinaturas válidas. Isso impede que e-mails falsos usem o nome de marcas ou instituições, barrando ataques de phishing;

Livre trânsito até o leitor: mensagens autenticadas ganham pontos com os filtros de segurança dos provedores de e-mail. Isso melhora a reputação do domínio e reduz as chances do e-mail cair na pasta de spam;

Resistência a reenvios: diferente de outras defesas, a proteção do DKIM não se perde quando um e-mail é encaminhado por terceiros. A assinatura digital continua válida e segura até o destinatário final;

Pilar essencial para segurança: o método serve como base indispensável para adoção de políticas de segurança mais robustas, como o DMARC. É essa união que permite dar ordens diretas para bloquear mensagens fraudulentas.

Quais são as desvantagens do DKIM?

Estas são as principais limitações da tecnologia DKIM:

Configuração técnica complexa: gerar chaves criptográficas e atualizar registros DNS exige extrema precisão. O processo costuma ser trabalhoso em empresas que utilizam múltiplos servidores e sistemas legados;

Sensibilidade a pequenas modificações: qualquer alteração automática no trajeto, como  rodapés inseridos por antivírus ou gerenciadores de listas, quebra a assinatura digital e faz o e-mail legítimo parecer suspeito;

Ausência de política de punição: o protocolo apenas valida a mensagem, mas não diz ao servidor de destino o que fazer em caso de falha. Para bloquear fraudes ativamente, ele depende do apoio do DMARC;

Brecha para ataques de replay: a tecnologia não impede que um criminoso intercepte um e-mail válido já assinado e o reenvie em massa para outras caixas de entrada, mantendo o selo de segurança intacto;

Falsa sensação de segurança: o selo aprova a integridade da mensagem, mas não garante que o remetente seja confiável. Criminosos ainda podem registrar domínios próprios e assinados para aplicar golpes baseados em engenharia social.

O DKIM amplia a segurança dos e-mails, mas ainda apresenta brechas que podem ser exploradas por golpistas (imagem: Chuttersnap/Unsplash)

Qual é a diferença entre DKIM, DMARC e SPF?

O DKIM sela cada e-mail enviado com uma assinatura criptográfica exclusiva, gerada a partir de uma chave privada. O receptor utiliza uma chave pública no DNS para garantir que a mensagem não foi alterada no meio do caminho.

O DMARC atua definindo regras rígidas, como descartar ou enviar mensagens para quarentena, caso as tecnologias do SPF ou DKIM falhem. Ele une os dois protocolos ao endereço visível do remetente, blindando a caixa do destinatário.

O SPF funciona como uma lista pública no DNS que define quais servidores e IPs têm permissão para enviar e-mails em nome do domínio. O sistema destinatário consulta essa lista para barrar mensagens enviadas por máquinas não autorizadas.

Qual é a diferença entre DKIM e criptografia?

O DKIM é um método de autenticação que atua como um selo digital no cabeçalho do e-mail, permitindo ao receptor checar se a mensagem pertence ao domínio e não foi alterada. Ele garante a integridade e a origem da mensagem, mas não esconde o texto de curiosos durante o trajeto.

A criptografia é uma ferramenta de confidencialidade que embaralha todo o conteúdo do e-mail, transformando-o em um código ilegível para qualquer intermediário. O objetivo é o sigilo absoluto, garantindo que apenas o destinatário com a chave correta leia a mensagem.
O que é DKIM? Entenda o método de autenticação usado em e-mails

O que é DKIM? Entenda o método de autenticação usado em e-mails
Fonte: Tecnoblog

Google Maps em 3D: navegação imersiva do finalmente chega ao Android Auto

Google Maps em 3D: navegação imersiva do finalmente chega ao Android Auto

O Google iniciou a liberação da navegação imersiva do Google Maps para o Android Auto. Relatos publicados no Reddit mostram que alguns usuários já estão recebendo a nova interface, que adiciona elementos em 3D, como prédios, viadutos e árvores, tornando a navegação mais detalhada.

As imagens compartilhadas indicam que o recurso apareceu após a atualização para o Android Auto 17.3, mas nem todos os usuários com a versão mais recente receberam a novidade. Clique aqui para ler mais

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Fonte: Tudocelular

Microsoft quer aproximar Android do Windows 11 e testa recursos inéditos

Microsoft quer aproximar Android do Windows 11 e testa recursos inéditos

Em uma possível tentativa de competir melhor com a integração entre Mac e iPhone, a Microsoft estaria testando funcionalidades para estreitar ainda mais a conexão entre PCs com Windows e celulares Android. Segundo novo rumor, protótipos internos do sistema estariam analisando a possibilidade de lançamento de um painel dedicado na barra de tarefas, sincronização avançada e até um app de mensagens independente.As informações chegam por fontes do portal Windows Central e sugerem que o objetivo é tornar a comunicação entre computador e smartphone mais unificada. A primeira grande melhoria seria a exibição de atividades recentes do telefone diretamente no menu Iniciar, permitindo, por exemplo, ler mensagens completas apenas ao passar o cursor do mouse sobre as notificações.

A interface também deve ganhar um novo atalho — quando o celular estiver conectado, um ícone na barra de tarefas abrirá um pop-up com o status do aparelho e comandos rápidos, entre eles os modos “Não perturbe” e “Vibrar”, junto a um botão para “Encontrar telefone”. O ajuste também permitiria a transferência rápida de arquivos bastando arrastá-los sobre esse ícone.Clique aqui para ler mais

Microsoft quer aproximar Android do Windows 11 e testa recursos inéditos
Fonte: Tudocelular

Google começa a liberar novo backup de documentos locais no Android

Google começa a liberar novo backup de documentos locais no Android

Após meses de testes, o Google começou a liberar nesta semana uma nova opção nativa no Android que permite fazer o backup automático de documentos locais diretamente para o Google Drive. A novidade foi identificada na versão beta mais recente do Play Services e promete facilitar a vida de quem guarda arquivos importantes na memória do celular.A novidade foi descoberta pelo Android Authority na versão beta 26.25 do Google Play Services e pode ser acessada pelo caminho Configurações > Contas e backup > Backup do Google, estando disponível através da inédita chave “Documentos”, que se junta às opções já existentes para fotos e dados do telefone.

Quando ativada, a ferramenta cria uma pasta no Drive com o nome do seu smartphone e salva formatos populares como .DOC, .PPT, .XLS e .PDF. Em adição recente feita à página de suporte, encontrada pelo portal 9to5Google, a companhia promete ter cuidado com a segurança dos arquivos, oferecendo “criptografia de ponta a ponta durante o tráfego dos dados”.Clique aqui para ler mais

Google começa a liberar novo backup de documentos locais no Android
Fonte: Tudocelular

O que é APK? Entenda o funcionamento e riscos desse formato de arquivo 

O que é APK? Entenda o funcionamento e riscos desse formato de arquivo 

O APK é o formato de pacote de arquivos de instalação exclusivo do Android (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

O APK é o formato que o sistema Android usa para distribuir e instalar aplicativos, reunindo os componentes essenciais para o funcionamento de um software. Ele atua como um pacote compactado que entrega os recursos diretamente no celular, garantindo que o sistema operacional consiga processar e rodar o programa de maneira integrada.

Embora o formato seja o motor por trás das instalações feitas pela Google Play Store, ele também permite a instalação manual de apps fora da loja oficial (sideloading). Essa flexibilidade é ideal para desenvolvedores que testam versões antecipadas ou para usuários que buscam softwares que ainda não foram liberados na sua região.

No entanto, baixar APKs de fontes desconhecidas traz riscos significativos, como malwares e softwares modificados que comprometem a segurança dos dados. Além disso, o uso de versões piratas ou alteradas pode causar bloqueio definitivo de contas em redes sociais e jogos.

A seguir, conheça mais sobre os arquivos APKs e como funcionam detalhadamente. Também descubra os pontos fortes e fracos deste formato. 

ÍndiceO que é APK? O que significa APK?Para que serve o APK?Como funciona o APKAPK é seguro? APK é só para celular?Quais são as vantagens do APK? Quais são as desvantagens do APK?Qual é a diferença entre APK e app?Qual é a diferença entre APK e IPA?

O que é APK? 

O APK, ou .apk, é o pacote de arquivos utilizado pelo sistema Android para distribuir e instalar aplicativos, funcionando de maneira semelhante a um formato compactado tipo ZIP. De forma otimizada, ele reúne todo o código compilado, dados e recursos essenciais para o sistema operacional executar o programa no dispositivo.

O que significa APK?

APK é a sigla para Android Application Package (Pacote de Aplicativo Android, em português). O formato foi desenvolvido para o ecossistema Google a partir da necessidade de agrupar todos os componentes de um aplicativo em um único arquivo compactado, baseado na tecnologia ZIP/JAR.

O formato APK “empacota” todos os arquivos essenciais para a instalação de um aplicativo no Android (imagem: Reprodução/MakeUseOf)

Para que serve o APK?

O APK permite instalar, atualizar e rodar aplicativos em qualquer dispositivo Android, desde celulares até smart TVs. Ele funciona nos bastidores da Google Play Store, reunindo códigos compilados e recursos que o sistema lê para executar o programa.

Além das lojas, o arquivo permite a instalação manual (sideloading), ideal para testar versões de desenvolvedores ou acessar recursos antecipados. Contudo, como esses pacotes aceitam modificações externas, baixá-los de fontes seguras é vital para evitar vírus e invasões.

Como funciona o APK

O arquivo APK funciona como um pacote autocontido que o Android descompacta e verifica antes de transformá-lo em um aplicativo funcional. Ele atua semelhantemente a um arquivo .exe no PC, guardando todo o código compilado e elementos visuais estruturados.

Ao iniciar o processo, o gerenciador do sistema lê o arquivo de configuração para checar as permissões e valida a assinatura digital do pacote. Essa checagem garante que os dados não sofreram alterações ou adulterações maliciosas antes de entrar no dispositivo.

Após a validação, o sistema extrai os arquivos e as bibliotecas de programação para pastas internas do dispositivo. Todo esse processo ocorre de forma automática e invisível ao baixar conteúdos diretamente da Google Play Store.

A extração de arquivos e criação de pastas também ocorre durante o sideloading, que é a instalação manual de aplicativos fora da Google Play Store após a autorização do Android. Por fim, o sistema registra o ícone na tela e cria um ambiente isolado para o aplicativo rodar com total segurança.

A instalação de aplicativos fora da Play Store exige uma autorização no sistema Android (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

APK é seguro? 

O formato APK em si não é perigoso, mas a segurança depende inteiramente da origem do arquivo e de quem o distribui. Quando baixado via Google Play Store, o pacote passa pelo escaneamento do Play Protect, que valida as assinaturas digitais do desenvolvedor.

O risco real surge em downloads de sites desconhecidos para sideloading, onde versões modificadas podem camuflar códigos maliciosos. Esses arquivos suspeitos costumam exigir permissões abusivas no sistema, abrindo brechas para o roubo de dados pessoais e bancários.

APK é só para celular?

O APK não funciona apenas em celulares, sendo o formato padrão de instalação para qualquer dispositivo com sistema Android. Ele roda nativamente em tablets, relógios inteligentes, smart TVs e até centrais multimídia automotivas.

Computadores também podem rodar esses pacotes de aplicativos com a ajuda de emuladores e subsistemas dedicados. Nesses ambientes virtuais, o PC simula o ecossistema móvel e traduz os comandos de toque da interface para o uso com mouse e teclado.

Tem APK para iPhone?

Não existe APK para iPhone, já que o formato foi projetado exclusivamente para rodar no sistema Android. A Apple utiliza um padrão de empacotamento fechado para seu ecossistema móvel, conhecido pela extensão .IPA.

Mesmo se a pessoa transferir um arquivo APK para o iPhone, o iOS vai identificá-lo como desconhecido e bloquear a abertura. Para ter o aplicativo desejado no aparelho da Apple, a única saída é baixar a versão correspondente criada direto para a App Store.

O APK é um formato totalmente seguro quando o download ocorre em lojas oficiais (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Quais são as vantagens do APK? 

Estes são os pontos fortes do formato APK no Android:

Acesso antecipado e sem fronteiras: permite instalar apps restritos geograficamente ou testar recursos inéditos antes que a atualização oficial seja liberada na loja da região do usuário;

Controle de versões e backup: dá a liberdade de reverter para uma versão antiga caso o aplicativo atualizado apresente bugs, servindo também como cópia de segurança para preservar aplicativos que saíram do ar;

Instalação independente e offline: viabiliza a instalação de programas sem internet ou em dispositivos sem os serviços do Google de fábrica, facilitando o compartilhamento direto via USB ou Bluetooth;

Liberdade de desenvolvimento: fortalece o ecossistema aberto do Android ao permitir que programadores distribuam versões de teste e pacotes experimentais diretamente para o usuário, sem travas comerciais.

Quais são as desvantagens do APK?

Estes são os pontos fracos do APK:

Risco severo de vírus: arquivos baixados fora das lojas oficiais podem ser alterados com códigos maliciosos, como spyware ou ransomware, que assumem o controle do aparelho e burlam defesas de segurança;

Vazamento de dados privados: pacotes modificados costumam abusar de permissões do sistema para espionar mensagens e roubar senhas bancárias, facilitando fraudes e golpes financeiros na internet;

Falta de atualizações automáticas: como não são corrigidos de forma automática pelas lojas oficiais, esses arquivos ficam obsoletos rapidamente, mantendo o dispositivo vulnerável a falhas críticas do sistema;

Banimento e instabilidade: o uso de versões piratas ou modificadas viola os termos de serviço de redes sociais e jogos, o que pode causar o bloqueio definitivo de contas e travamentos frequentes.

Baixar APKs permite acesso as aplicativos e versões de softwares não disponíveis na Play Store, mas pode colocar em risco a segurança do dispositivo (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Qual é a diferença entre APK e app?

O APK é o arquivo de instalação compactado que armazena todo o código de programação, os metadados e os recursos visuais para o sistema Android. Ele funciona como o pacote de distribuição que o usuário baixa para conseguir colocar o software no dispositivo.

O app é o software final e funcional com o qual o usuário interage diretamente na tela no dia a dia, como jogos, mensageiros e navegadores. No ecossistema móvel, ele ganha vida a partir do APK, representando o programa pronto e em plena execução.

Qual é a diferença entre APK e IPA?

O APK é o pacote de instalação compactado usado exclusivamente pelo ecossistema do Google para distribuir e instalar aplicativos no Android. Ele reúne elementos técnicos como o código compilado e o manifesto do sistema, permitindo instalações tanto por lojas oficiais quanto em sites externos.

O IPA é o formato equivalente e proprietário criado pela Apple para empacotar, validar e distribuir aplicativos nos dispositivos móveis com sistema iOS. Esse arquivo é restrito aos iPhones, sendo o padrão fechado que a App Store utiliza para entregar softwares no ecossistema da maçã.
O que é APK? Entenda o funcionamento e riscos desse formato de arquivo 

O que é APK? Entenda o funcionamento e riscos desse formato de arquivo 
Fonte: Tecnoblog

Google removerá extensões antigas do Chrome a partir de agosto; saiba quais

Google removerá extensões antigas do Chrome a partir de agosto; saiba quais

O Google Chrome está passando por mudanças, e a transição do padrão Manifest V3 vai remover definitivamente as extensões baseadas no antigo Manifest V2. A mudança faz parte de um processo iniciado há alguns anos para aumentar a segurança do navegador e otimizar o consumo de recursos.

Todavia, também afetará extensões conhecidas, como o bloqueador de anúncios uBlock Origin. Nos últimos meses, a empresa já havia restringido o uso dessas extensões ao desativá-las automaticamente e dificultar sua reativação pelos usuários.

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Google removerá extensões antigas do Chrome a partir de agosto; saiba quais
Fonte: Tudocelular

Samsung marca Unpacked em 22 de julho; Fold Wide é esperado

Samsung marca Unpacked em 22 de julho; Fold Wide é esperado

Convite para o Unpacked do segundo semestre (imagem: divulgação)

Resumo

O evento Samsung Unpacked será realizado em 22 de julho em Londres, Reino Unido, onde a empresa apresentará novos produtos.
A Samsung deve lançar o Fold Wide, um celular dobrável em formato “passaporte”, e novas versões do Flip e do Fold tradicional.
A empresa também pode apresentar novos relógios da linha Galaxy Watch e possivelmente óculos inteligentes baseados em inteligência artificial.

A Samsung divulgou que a próxima edição do evento Unpacked será em 22 de julho, desta vez em Londres, no Reino Unido. A empresa deve apresentar novos celulares dobráveis e smartwatches. Caso os rumores se confirmem, será a oportunidade para mostrar ao mundo o Fold Wide, primeiro telefone da marca em formato “passaporte”, como vem sendo apelidado.

A gigante sul-coreana revelou a data do Unpacked em publicações nas redes sociais. Ela já vinha atiçando os fãs com teasers que entregam a mudança no formato da tela do Galaxy Fold. Num deles, uma barra de chocolate levava várias mordidas até ficar menos alta, e portanto, numa proporção mais larga.

O evento de lançamento terá transmissão ao vivo no YouTube da Samsung Brasil a partir das 10h.

Suposto design do Galaxy Z Fold 8 Wide (imagem: reprodução/Ice Universe)

Hoje em dia, os gringos encontram este tipo de display no Google Pixel 10, vendido nos Estados Unidos, e no Huawei Pura X Max, comercializado na China, conforme observado pelo Tecnoblog no vídeo mais abaixo. É altamente provável que a Samsung seja a primeira indústria a trazer algo do tipo para o Brasil.

A fabricante também deve apresentar novas versões do Flip, do Fold tradicional – provavelmente ganhando a alcunha de Ultra – e dos relógios da linha Galaxy Watch. Há ainda a suspeita de que os coreanos estejam se preparando para mostrar a primeira geração de óculos inteligentes, baseados em inteligência artificial, para disputar mercado com a Meta e os produtos Ray-Ban.

Samsung marca Unpacked em 22 de julho; Fold Wide é esperado

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Fonte: Tecnoblog

Experiência de Safari! Google Chrome otimiza recurso muito utilizado por todos

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O Google começou a liberar um novo recurso para o Chrome que promete tornar o processo de copiar e colar mais rápido. Agora, aplicativos da web, como Google Docs e Planilhas recebem a funcionalidade chamada Selective format read (Leitura de formato seletivo).

Presente na versão 149 do navegador, a função também chegou ao Microsoft Edge, sendo ativada automaticamente para todos os usuários.

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Fonte: Tudocelular

Android Auto: atualização causa travamentos e revolta usuários

Android Auto: atualização causa travamentos e revolta usuários

E as atualizações mais recentes do Android Auto parecem estar causando problemas para parte dos usuários. As reclamações publicadas no Reddit e nos fóruns oficiais do Google, indicam que o sistema fecha logo após a abertura.

Até o momento, a versão 17.2 é a principal afetada, embora alguns casos também tenham sido registrados na versão 17.1.
Segundo os relatos, o Android Auto encerra a execução poucos instantes após ser iniciado, fazendo a central multimídia retornar temporariamente ao sistema nativo do veículo antes de reconectar.

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Android Auto: atualização causa travamentos e revolta usuários
Fonte: Tudocelular

Google perde batalha judicial e leva multa de R$ 25 bilhões na Europa

Google perde batalha judicial e leva multa de R$ 25 bilhões na Europa

Empresa também enfrenta processos sobre regras da Play Store (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

A União Europeia manteve a multa de R$ 25 bilhões contra o Google, após rejeitar o último recurso da empresa no processo sobre monopólio do Android.
A multa foi aplicada porque o Google abusou de sua posição dominante com o sistema móvel Android para sufocar a concorrência no mercado de buscas.
A Comissão Europeia mantém novas investigações ativas contra a Google, incluindo uma sobre a Google Play Store e outra sobre o ranqueamento de resultados de certos veículos de notícias.

O Tribunal de Justiça da União Europeia (TJUE) colocou um ponto final em uma das batalhas judiciais mais longas do mercado de tecnologia. A mais alta corte do bloco europeu rejeitou o último recurso apresentado pela Alphabet, controladora do Google. Com a decisão, a companhia terá de pagar uma multa histórica fixada em 4,1 bilhões de euros (cerca de R$ 25 bilhões em conversão direta). A decisão foi divulgada nesta quinta-feira (02/07).

A penalidade foi mantida sob a justificativa de que a big tech abusou de sua posição dominante com o sistema móvel Android para sufocar a concorrência no mercado de buscas. O tribunal defendeu o entendimento de que o Google adotou táticas ilegais para forçar o uso de suas próprias ferramentas, garantindo a liderança isolada no segmento.

O que levou à multa bilionária?

O embate começou em 2016, quando a Comissão Europeia acusou a companhia de ferir as leis antitruste locais. Segundo informações repercutidas pelo Yahoo Finance, o centro da investigação era a estratégia de amarrar serviços usando contratos rígidos de licenciamento. Para que as fabricantes de smartphones e operadoras de telefonia tivessem acesso amplo ao Android, o Google exigia a instalação obrigatória do navegador Chrome e do seu próprio aplicativo de buscas como serviços nativos.

Considerando que o Android já detinha uma fatia de mercado superior a 80% em diversos países europeus, essa exigência contratual criou uma barreira de entrada para qualquer navegador ou buscador rival. Quando o usuário comprava um celular novo, não precisava baixar nada. O pacote de ferramentas do Google já estava pronto para uso na tela principal do aparelho.

A prática cortou o espaço da concorrência e formou o que as autoridades classificaram como um “quase monopólio”, privando o consumidor de escolha.

O Google declarou à imprensa europeia que o julgamento fracassou em considetat os investimentos da empresa para que o Android permaneça “aberto, interoperável e gratuito”.

Decisão do Tribunal de Justiça da União Europeia é definitiva (imagem: Thijs ter Haar/Wikimedia Commons)

Próximos desafios do Google na Europa

O departamento jurídico da Alphabet segue com muito trabalho pela frente. Atualmente, a Comissão Europeia mantém novas investigações ativas contra a gigante de buscas.

Outro foco é a Google Play Store. A empresa é investigada por supostamente impedir que desenvolvedores de aplicativos direcionem os consumidores para métodos de pagamento externos, o que os livraria das taxas cobradas pela loja oficial. Por fim, outra apuração analisa suspeitas de que a companhia estaria rebaixando o ranqueamento de resultados de certos veículos de notícias.

Vale mencionar que essa não é a primeira grande derrota financeira do Google em solo europeu. Em 2017, a empresa recebeu uma sanção de 2,4 bilhões de euros (cerca de R$ 14,6 bilhões) por priorizar ilegalmente o seu próprio serviço de comparação de preços, o Google Shopping, nos resultados de pesquisa. A companhia tentou reverter o quadro nos tribunais, mas perdeu o processo em 2024.
Google perde batalha judicial e leva multa de R$ 25 bilhões na Europa

Google perde batalha judicial e leva multa de R$ 25 bilhões na Europa
Fonte: Tecnoblog