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Gmail corporativo ganha criptografia de ponta a ponta no Android e iPhone

Gmail corporativo ganha criptografia de ponta a ponta no Android e iPhone

Contas gratuitas do Google ficam de fora (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

O Google expandiu a tecnologia de criptografia de ponta a ponta para o aplicativo oficial do Gmail nos celulares. A partir de agora, usuários de Android e iPhone ganham uma camada extra de proteção que garante a confidencialidade de dados sigilosos no ambiente corporativo. O bloqueio impede até mesmo a própria gigante de buscas ou terceiros de acessarem ou interceptarem o conteúdo das mensagens.

Segundo detalhes divulgados no blog oficial do Google Workspace, a novidade permite redigir e ler emails de alta segurança direto pelo aplicativo móvel. A grande sacada é a praticidade: a empresa eliminou a necessidade de softwares adicionais ou chaves de decodificação complexas.

Na prática, a ferramenta funciona sob o modelo de Criptografia do Lado do Cliente (CSE, na sigla em inglês). Diferentemente da proteção padrão do serviço — onde o Google gerencia as chaves criptográficas —, no modelo CSE é a própria organização que mantém o controle total, ou seja, essas chaves ficam armazenadas fora dos servidores do Google.

A versão web do Gmail já contava com o modelo CSE desde o início de 2023. A adaptação para os smartphones começou a ser testada em fase beta em abril de 2025 e chega agora em sua versão final.

Quem pode usar a nova criptografia do Gmail no celular?

Recurso de segurança exige assinaturas específicas (Imagem: Solen Feyissa/Unsplash)

Se você usa o e-mail tradicional do Google no dia a dia, não crie expectativas. O recurso não está disponível para contas gratuitas (com o sufixo @gmail.com) e também deixa de fora os planos básicos do Google Workspace. O foco aqui é o mercado corporativo e as instituições de ensino.

Para ter acesso, a organização precisa possuir licenças específicas (Workspace Enterprise Plus, Education Plus ou Education Standard). E não para por aí: a empresa também precisa ter adquirido alguns complementos (Assured Controls ou Assured Controls Plus). Sem esse combo comercial, a função nem aparece no aplicativo.

A experiência de quem recebe o email blindado também depende da plataforma. Se o destinatário também usar o aplicativo oficial do Gmail no celular, a mensagem será entregue e exibida como uma conversa normal na caixa de entrada, com toda a decodificação acontecendo silenciosamente em segundo plano. Mas e se a pessoa usar outro cliente de e-mail, como o Outlook? Aí o processo muda. O usuário recebe uma notificação e é direcionado para abrir, ler e responder à mensagem pelo navegador web do próprio smartphone.

Como ativar a criptografia adicional no Gmail?

A liberação exige que o departamento de TI dê o primeiro passo. Os administradores da rede precisam habilitar o suporte ao recurso para os clientes Android e iOS. Com tudo liberado no servidor, enviar uma mensagem blindada pelo celular é simples:

Abra o aplicativo do Gmail e toque no botão para criar uma nova mensagem;

Na tela de composição, toque no ícone de cadeado;

No menu suspenso, selecione a opção “Criptografia adicional”.

Usuários devem ativar opção “Criptografia adicional” antes de enviar mensagens (imagem: reprodução/Google)

A partir desse momento, tanto o texto digitado quanto qualquer anexo inserido serão criptografados no próprio aparelho, antes mesmo de começarem a trafegar pela internet.

O recurso já está disponível no Brasil?

A novidade já está liberada para o mercado brasileiro, mas segue a mesma cartilha global e não há período de testes gratuito para usuários comuns e empresas com planos mais acessíveis (como o Business Starter ou Business Standard). Qualquer corporação ou instituição de ensino no Brasil que assine o combo exigido já pode configurar e utilizar a ferramenta de criptografia em seus aparelhos móveis.
Gmail corporativo ganha criptografia de ponta a ponta no Android e iPhone

Gmail corporativo ganha criptografia de ponta a ponta no Android e iPhone
Fonte: Tecnoblog

YouTube libera função de "clones de IA" para criadores de conteúdo nos Shorts

YouTube libera função de “clones de IA” para criadores de conteúdo nos Shorts

Criadores de conteúdo do YouTube Shorts agora podem gerar clones digitais de si mesmos para estrelar vídeos curtos, conforme anunciou o Google em postagem feita nesta quarta-feira (8). A novidade, anunciada originalmente em janeiro, usa Inteligência Artificial para replicar rosto e voz, expandindo o trabalho já feito após a chegada do modelo Veo à plataforma.Conforme explica a gigante das buscas na publicação, para ter acesso à novidade, o usuário precisa ter mais de 18 anos e um canal no YouTube. O processo de criação é feito diretamente no aplicativo principal do serviço ou no YouTube Create, e envolve uma captura ao vivo (“live selfie”) para registrar as feições e a voz.

Com o avatar pronto, o criador pode então usar prompts de texto para gerar cenas inéditas do zero ou inserir sua versão de IA dentro de um clipe de Shorts já existente, oferecendo amplas flexibilidade e personalização, e abrindo novas possibilidades.Clique aqui para ler mais

YouTube libera função de “clones de IA” para criadores de conteúdo nos Shorts
Fonte: Tudocelular

Mais controle: Android 17 vai mudar forma de compartilhar contatos

Mais controle: Android 17 vai mudar forma de compartilhar contatos

Novidade garante que os apps não espionem quem você conhece (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

O Android 17 terá o Seletor de Contatos, que permite compartilhar contatos individuais sem conceder acesso à agenda completa.
O sistema atua como intermediário: o aplicativo recebe acesso temporário apenas aos registros e campos escolhidos, como e-mail ou telefone.
A versão final do Android 17, atualmente em fase beta, pode chegar entre junho e julho de 2026.

Os aplicativos móveis são conhecidos pela “fome” de dados pessoais, e cabe ao sistema impor limites a esse apetite. No ecossistema do Google, uma das permissões mais invasivas está com os dias contados: o Android 17 terá um novo Seletor de Contatos que deve dar ao usuário o controle que faltava há anos na gestão da agenda.

A mudança resolveria um problema crônico de privacidade: o modelo de permissões amplo demais, do tipo “tudo ou nada”. Atualmente, se você precisa compartilhar um único número de telefone com um aplicativo de entregas, por exemplo, o Android exige a permissão READ_CONTACTS, que entrega de bandeja nomes, e-mails, endereços, fotos e até anotações privadas de todos os seus contatos salvos para terceiros.

Com a atualização, o sistema passa a agir como um intermediário, permitindo a seleção de registros individuais sem que um app sequer saiba quem mais está na sua agenda.

Como vai funcionar o Seletor de Contatos do Android 17?

O funcionamento é inspirado no Seletor de Fotos, introduzido no Android 13. Em vez de o app enxergar toda a lista de contatos, haverá uma interface para pesquisar e selecionar apenas quem deseja compartilhar. No blog oficial, a gerente sênior de produto do Google, Roxanna Aliabadi Walker, afirma que a interface inclui uma barra de busca e suporte para seleção múltipla sem expor o restante da agenda.

Para o usuário, a experiência é transparente: após escolher as pessoas, basta tocar em “Concluído” e o aplicativo recebe um acesso temporário apenas àquelas informações. A ferramenta também reduz a sobrecarga do sistema. Isso significa menos gasto de bateria e memória em comparação ao método antigo, que exigia consultas individuais e lentas.

Assim que o app processa os dados, o acesso expira, impedindo que continue monitorando sua agenda em segundo plano.

Interface permite selecionar contatos individuais antes de compartilhar (imagem: reprodução/Google)

Mais controle para o usuário

Conforme reportado pelo portal MakeUseOf, a permissão de contatos era uma das poucas que ainda contava com acesso limitado no Android. Enquanto o acesso à localização e à galeria de fotos ganhou camadas de proteção nos últimos anos, a agenda permanecia uma caixa aberta aos desenvolvedores. O Android 17 permitirá solicitar apenas campos específicos.

Se um app precisa apenas do e-mail, o desenvolvedor vai poder configurar a solicitação para receber rigorosamente essa informação, e não o número de telefone ou a foto de perfil do contato. O Google reforça que a recomendação agora é pedir apenas o que é essencial para um recurso funcionar. “A abordagem antiga frequentemente concedia aos aplicativos mais dados do que o necessário”, admite a empresa.

Vale destacar que o Android 17 está atualmente em fase beta. Se o cronograma habitual do Google for seguido, a versão final deve chegar aos smartphones da linha Pixel e de outras fabricantes parceiras entre junho e julho de 2026.
Mais controle: Android 17 vai mudar forma de compartilhar contatos

Mais controle: Android 17 vai mudar forma de compartilhar contatos
Fonte: Tecnoblog

Google Fotos remove opções adicionais para edição de fotos com IA; entenda como isso é bom

Google Fotos remove opções adicionais para edição de fotos com IA; entenda como isso é bom

O Google Fotos oferece várias ferramentas adicionais para celulares Google Pixel, tais como edição de foto com o Help Me Edit e filtros de IA. Entretanto, o Google está testando uma simplificação destas opções, removendo versões adicionais ao terminar de modificar suas mídias.A novidade foi apontada primeiro pelo usuário @y7kka do Telegram ao Android Authority, que conseguiu replicar a alteração usando engenharia reversa na versão 7.69.0.890655694 do Google Fotos para Android.

Nela, o filtro de inteligência artificial do Google Fotos AI Enhance apresenta apenas um resultado final ao invés de três. A versão atual é nomeada como AI Enhance II, enquanto a aprimorada é identificada como AI Enhance I.Clique aqui para ler mais

Google Fotos remove opções adicionais para edição de fotos com IA; entenda como isso é bom
Fonte: Tudocelular

Google Chrome renova painel de configurações com a nova interface Material 3 Expressive

Google Chrome renova painel de configurações com a nova interface Material 3 Expressive

O Google Chrome para Android começou a receber mudanças no menu de configurações com o novo padrão visual Material 3 Expressive. A novidade é parte da reformulação do Android anunciada recentemente pela empresa e foca em reorganizar elementos da interface para torná-los mais claros, acessíveis e visualmente consistentes com o restante do sistema.

O novo visual do Google Chrome: O que muda com o Material 3 Expressive

Com a mais recente atualização, o Chrome passa a adotar o Material 3 Expressive, interface com ajustes visuais no layout e organização dos itens da seção de configurações. Dessa maneira, o usuário tem acesso a:


Seções mais bem definidas;
Melhor hierarquia visual;
Separação mais clara entre categorias.
Elementos mais destacados e acessíveis

Com o update, cada linha é exibida em cartões separados uns dos outros. Além disso, os botões e opções ficam mais evidentes, o que facilita a navegação dentro das configurações.Clique aqui para ler mais

Google Chrome renova painel de configurações com a nova interface Material 3 Expressive
Fonte: Tudocelular

Chrome 148: Google vai otimizar vídeos e áudios com técnica simples

Chrome 148: Google vai otimizar vídeos e áudios com técnica simples

Chrome 148: Google vai otimizar vídeos e áudios com técnica simples (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

Google Chrome 148 implementará técnica de “lazy loading” para vídeos e áudios, otimizando o carregamento desses conteúdos em páginas web;
“lazy loading” reduz o consumo de CPU e memória, melhora a experiência do usuário e pode economizar dados;
versão estável do Chrome 148, com essa funcionalidade, está prevista para 22 de abril de 2026.

Melhorar o desempenho do navegador é um desafio em uma web com cada vez mais recursos de mídia, que demandam largura de banda e processamento. Mas mudanças sutis podem fazer a diferença. Um exemplo virá do Chrome 148: o Google está testando, nessa versão, um modo de carregamento lento ou sob demanda (lazy loading) de vídeo e áudio.

Técnicas de lazy loading não são novidade para quem trabalha com desenvolvimento web. Basicamente, esta é uma abordagem em que determinado tipo de conteúdo de uma página só é carregado quando visualizado ou é estritamente necessário para uma aplicação.

Como exemplo, suponha que você esteja visualizando uma página que contém fotos. No comportamento típico, essas imagens seriam carregadas todas de uma vez pelo navegador. Com o carregamento sob demanda, elas só são carregadas quando você rola a página para visualizá-las.

O Chrome e os demais navegadores baseados no Chromium suportam o lazy loading para imagens e iframes (páginas incorporadas) pelo menos desde 2019 (começou com o Chrome 74, ainda em fase experimental).

O que os desenvolvedores do browser estão fazendo, agora, é testando a técnica para o carregamento de vídeos ou áudios incorporados a páginas web.

Google Chrome para PC (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Qual a vantagem disso? Por ser uma forma de carregamento inteligente, digamos assim, o lazy loading otimiza o consumo de CPU ou de memória RAM pelo navegador, pois somente recursos visualizados naquele momento são processados imediatamente.

Além disso, o carregamento gradual otimiza a renderização do conteúdo como um todo, melhora a experiência do usuário ao prevenir instabilidades e ajuda a economizar dados, pois, se o usuário sair da página antes de chegar ao seu final, nem todos os seus elementos serão carregados.

No caso de vídeos, é de se esperar melhoras em conteúdos do tipo hospedados no site que os exibe. Mas, no caso de vídeos incorporados do YouTube, pode não haver diferença, pois o serviço já tem um mecanismo assíncrono que otimiza o seu carregamento.

Quando o Chrome 148 será lançado oficialmente?

Atualmente, o Chrome 148 está em fase beta. A expectativa é a de que a sua correspondente versão estável seja lançada em 22 de abril de 2026 trazendo o lazy loading de vídeos e áudios entre seus atributos.

Com informações de PCWorld
Chrome 148: Google vai otimizar vídeos e áudios com técnica simples

Chrome 148: Google vai otimizar vídeos e áudios com técnica simples
Fonte: Tecnoblog

Google Meet chega ao CarPlay para permitir reuniões durante o trânsito

Google Meet chega ao CarPlay para permitir reuniões durante o trânsito

Google Meet no Apple CarPlay (imagem: reprodução/Google)

Resumo

Google Meet agora é compatível com Apple CarPlay, permitindo reuniões via áudio no painel do carro;
integração começou a ser liberada globalmente em 23 de março de 2026 e é válida para todos os usuários do Google Meet;
Google planeja integrar o Google Meet ao Android Auto em breve.

Você já teve que participar de uma reunião online no carro, usando o celular, por estar preso no trânsito? Essa situação vai ficar mais fácil de ser manejada para quem usa o Apple CarPlay: a plataforma agora conta com suporte oficial a videoconferências via Google Meet.

A novidade permite que o usuário participe de reuniões a partir do painel do carro. Por ali, pode-se visualizar a agenda de eventos e, quando a pessoa tiver que participar de uma chamada, poderá entrar nela com um único toque na tela.

O Google Meet para CarPlay permite que a reunião seja realizada via conexões móveis à internet, mas apenas reproduz áudio. Os demais participantes, se estiverem usando dispositivos como celulares, tablets e notebooks, poderão visualizar as imagens, mas quem estiver no carro só poderá escutar e falar.

Essa restrição tem um objetivo um tanto óbvio: evitar que a pessoa olhe para a tela durante a reunião e, com isso, deixe de prestar atenção no trânsito a ponto de causar um acidente.

Agenda de reuniões do Meet visualizada no CarPlay (imagem: reprodução/Google)

O Google Meet para CarPlay já está sendo liberado?

Sim, em escala global. O recurso estará ativado por padrão se você tiver o aplicativo do Google Meet instalado em seu iPhone. Então, bastará conectar o iPhone ao Apple CarPlay do veículo e tocar no ícone da ferramenta para iniciar uma reunião.

Observe, porém, que a implementação do recurso começou em 23 de março de 2026 e está sendo liberada gradualmente. Pode levar alguns dias para ela chegar até você, portanto. A novidade é válida tanto para clientes do Google Workspace quanto para usuários individuais (com uma Conta Google comum).

Talvez você esteja se perguntando sobre uma versão do Google Meet para Android Auto. Bom, o Google informou que essa integração já está a caminho e prometeu dar novidades a respeito “em breve”.

Antes de encerrar, vale destacar que serviços como Google Meet, Microsoft Teams e Zoom ganharam um rival nesta semana: o Proton Meet, que oferece recursos de privacidade entre seus diferenciais (dá até para realizar chamadas de vídeo anônimas).
Google Meet chega ao CarPlay para permitir reuniões durante o trânsito

Google Meet chega ao CarPlay para permitir reuniões durante o trânsito
Fonte: Tecnoblog

Google surpreende ao aumentar espaço e manter preço do One AI Pro

Google surpreende ao aumentar espaço e manter preço do One AI Pro

Google One AI Pro dobra capacidade máxima de armazenamento para assinantes (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Resumo

O Google One AI Pro oferece mais que o dobro de armazenamento agora: 5 TB; preço fica em  R$ 48,49 nos dois primeiros meses, depois R$ 96,99 mensais;
O plano inclui 1.000 créditos de IA para serviços como Flow e Whisk com o modelo Veo 3.1;
Outras opções para Inteligência Artificial incluem o Google One AI Plus com 200 GB e 200 créditos, e o Google One Ultra com 30 TB e 25 mil créditos.

O Google One AI Pro, assinatura para armazenamento extra na nuvem, recebeu um reajuste de espaço e agora oferece até 5 TB para os clientes. A novidade já está disponível no Brasil e sai a partir de R$ 48,49 em período promocional nos dois primeiros meses; depois, o valor volta aos R$ 96,99 originais. Esse é mais que o dobro de espaço oferecido no plano até então, que permitia guardar arquivos até 2 TB.

Agora, usuários interessados em uma quantidade menor de armazenamento podem optar pelo Google One Premium, com os mesmos 2 TB e mensalidade de R$ 49,99. Vale lembrar que os planos de IA começam em R$ 12,49 (One IA Plus de 200 GB), em preço promocional pelos seis primeiros meses.

O anúncio foi feito pelo Google nesta quarta-feira (01/04), conforme repercutiu o site especializado 9to5 Google, e logo em seguida o plano foi revisto no Brasil.

Com a novidade, agora são três opções de assinatura voltadas para o uso de inteligência artificial: Plus, Pro e Ultra. Enquanto os dois primeiros ficam em 200 GB e 5 TB, o plano mais alto permite até 30 TB de arquivos armazenados, entre fotos, documentos, emails e recursos premium de IA. Entre os serviços oferecidos pelo Google estão Gemini, NotebookLM, Flow, Whisk, entre outros.

Por que ter um plano específico de inteligência artificial?

As assinaturas oferecidas pelo Google para usuários profissionais das IAs têm, além do armazenamento extra, outras vantagens específicas. Entre elas estão a oferta de créditos de IA, que podem ser usados para acessar mais funções dentro dos serviços Flow e Whisk, voltados para criação de imagens e vídeos a partir do modelo Veo 3.1.

O plano One AI Plus, por exemplo, permite usar até 200 créditos mensais, enquanto o Google One AI Pro disponibiliza mil créditos para os usuários. Na opção Ultra, que custa elevados R$ 1.209,99 por mês, são 25 mil créditos. Este é claramente um plano mais adequado para empresas ligadas à criatividade, e não é o mais indicado para usuários que trabalham com a ferramenta de forma independente.

Recursos como o Gemini Live podem ser explorados com mais armazenamento disponível via Google One AI (imagem: divulgação)

Quem busca apenas expandir o armazenamento em serviços básicos do Google, por exemplo, pode recorrer aos planos One básicos, como o Lite, o Básico e o Padrão, com 30 GB, 100 GB e 200 GB, respectivamente. A opção Premium, por sua vez, tem 2 TB e também cobre recursos de IA.

Preços do Google One

Vamos considerar abaixo os principais planos do Google One oferecidos no Brasil, incluindo o Padrão, o AI Plus, o Premium e o AI Pro, já com os reajustes anunciados.

PadrãoAI PlusPremiumAI ProPreçoR$ 14,99R$ 12,50 (6 primeiros meses) / R$ 24,99 (padrão)R$ 49,99R$ 48,49 (2 primeiros meses) / R$ 96,99 (padrão)Armazenamento200 GB200 GB2 TB5 TBGmail, Docs, Sheets e maisSimSimSimSimCréditos de IANão200 créditos200 créditos1.000 créditosTabela elaborada pelo Tecnoblog com base em dados oficiais

Google surpreende ao aumentar espaço e manter preço do One AI Pro

Google surpreende ao aumentar espaço e manter preço do One AI Pro
Fonte: Tecnoblog

Proton Meet chega para competir com Zoom, Teams e Google Meet

Proton Meet chega para competir com Zoom, Teams e Google Meet

Proton Meet chega para competir com Zoom, Teams e Google Meet (imagem: reprodução/Proton)

Resumo

Proton Meet oferece videoconferências com criptografia de ponta a ponta e permite chamadas anônimas; novidade está disponível para web, Windows, macOS, Linux, Android e iOS;
Proton Workspace inclui e-mail, armazenamento, VPN, gerenciador de senhas e videoconferências. Oferece planos Standard (1 TB) e Premium (3 TB), também com foco em privacidade;
Proton Meet gratuito suporta até 50 participantes por 1 hora; plano profissional custa 7,99 euros/mês. Já Workspace Standard custa 14,99 euros/mês, e o Premium sai por 24,99 euros/mês.

A Proton continua expandindo o seu leque de serviços. As suas novidades mais recentes são o Proton Meet, serviço de videoconferência gratuito para reuniões de até uma hora, e o Proton Workspace, que reúne ferramentas de produtividade para disputar espaço com os ecossistemas do Google e da Microsoft, por exemplo.

Ambos são serviços focados em ambientes corporativos, embora não exclusivamente. A própria Proton explica que, apesar de ter começado suas atividades com ferramentas voltadas a usuários domésticos, a exemplo do Proton Mail e do Proton VPN, seus recursos também começaram a atrair empresas, daí os esforços direcionados a esse segmento.

Não por acaso, A Proton afirma ter, hoje, mais de 100 mil clientes corporativos que usam serviços como Proton Mail, Calendar, Drive/Docs/Sheets, Proton VPN e gerenciamento de senhas. O Proton Meet e o Proton Workspace complementam esses recursos.

Proton Meet: videoconferência criptografada

O Proton Meet chega para rivalizar com serviços como Zoom, Google Meet e Microsoft Teams. Um dos principais recursos da novidade é a realização de videoconferência com criptografia de ponta a ponta ativada por padrão e que é viabilizada por meio do protocolo Messaging Layer Security (MLS).

Outro atributo do Proton Meet está na possibilidade de chamadas de vídeo serem realizadas de modo anônimo e sem necessidade de login com uma conta Proton. Nessas circunstâncias, as reuniões online também não são gravadas ou registradas, o que torna esse modo de uso interessante para dissidentes e ativistas, exemplifica a Proton.

Seja ao falar com um médico, conduzir uma reunião de negócios ou checar como estão seus filhos, é natural esperar que essas interações sejam privadas e seguras por padrão.

Infelizmente, os players dominantes, como Google Meet e Zoom, simplesmente não oferecem essas garantias. É aí que entra o Proton Meet, combinando privacidade com conveniência.

Andy Yen, fundador e CEO da Proton

O Proton Meet tem versões para web (navegador), Windows, macOS, Linux, Android e iOS.

Versão web do Proton Meet (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

Proton Workspace: um pacote de serviços

O Proton Workspace concentra os recursos da plataforma em um pacote de serviços que inclui e-mail, armazenamento, VPN, gerenciador de senhas, videoconferências e afins.

As capacidades de cada ferramenta dependem do plano contratado. Por exemplo, o Proton Workspace Standard oferece armazenamento de 1 TB; já o Workspace Premium alcança 3 TB.

Em todas as opções, os princípios de privacidade que regem os produtos da Proton foram mantidos:

Vemos que as empresas estão adotando cada vez mais ecossistemas em vez de produtos e serviços individuais, e estamos ouvindo mais dos clientes, especialmente daqueles cautelosos com as práticas de dados das grandes empresas de tecnologia, que eles querem uma alternativa segura e em pacote, que corresponda à facilidade de migração e integração do Google ou da Microsoft, mas sem abrir mão da privacidade.

O lançamento do Proton Workspace é a próxima evolução das nossas ofertas empresariais para atender às necessidades desses clientes.

Andy Yen, fundador e CEO da Proton

Proton Workspace é um pacote de serviços (imagem: reprodução/Proton)

Preços do Proton Meet e do Proton Workspace

O Proton Meet pode ser usado gratuitamente por qualquer pessoa para chamadas de vídeo com até 50 participantes e duração de até uma hora.

Para quem precisa de mais recursos, como videoconferências com até 24 horas de duração ou com até 100 participantes, o Proton Meet Profissional aparece como uma opção com custo mensal de 7,99 euros por usuário.

Sobre o Proton Workspace, os preços são os seguintes:

Proton Workspace Standard: mensal de 14,99 euros ou anual equivalente a 12,99 por mês para cada usuário;

Proton Workspace Premium: mensal de 24,99 euros ou anual equivalente a 19,99 por mês para cada usuário.

O plano Standard inclui recursos como Proton Mail, Calendar, Drive, Docs e Sheets, Meet, VPN e Pass. Já o pacote Premium inclui os mesmos recursos, além de armazenamento expandido, mais participantes no Meet, assistente de IA Proton Lumo, entre outros atributos.
Proton Meet chega para competir com Zoom, Teams e Google Meet

Proton Meet chega para competir com Zoom, Teams e Google Meet
Fonte: Tecnoblog

Android 17 Beta 3: Google protege usuários de aparelhos auditivos contra sons altos

Android 17 Beta 3: Google protege usuários de aparelhos auditivos contra sons altos

O Android 17 Beta 3 atingiu a fase de estabilidade e trouxe uma atualização vital para a segurança e o conforto de usuários com deficiência auditiva. A nova build permite silenciar alertas repentinos e toques de chamadas diretamente nos aparelhos auditivos, evitando sustos e possíveis danos adicionais à audição.

Essa mudança representa um passo significativo para tornar o sistema operacional mais inclusivo e menos intrusivo para quem utiliza tecnologias assistivas em 2026.Localizados dentro das configurações de acessibilidade, dois novos botões permitem o gerenciamento preciso do que é transmitido para os dispositivos conectados via Bluetooth. O primeiro toggle impede que notificações soem dentro do aparelho, enquanto o segundo evita que toques de chamada e alarmes toquem em volumes excessivos.Clique aqui para ler mais

Android 17 Beta 3: Google protege usuários de aparelhos auditivos contra sons altos
Fonte: Tudocelular