Category: Google

Malware para Android usa motor de IA do Google para sequestrar aparelhos

Malware para Android usa motor de IA do Google para sequestrar aparelhos

Pesquisadores da Dr. Web identificaram uma nova e sofisticada família de trojans para Android que utiliza a biblioteca TensorFlow.js do Google para realizar fraudes de cliques. A ameaça utiliza inteligência artificial para analisar visualmente os anúncios e interagir com eles sem qualquer ação do usuário.

Diferente dos malwares tradicionais que dependem de códigos estáticos, este novo agente malicioso executa modelos de aprendizado de máquina para superar anúncios dinâmicos e vídeos. O malware está sendo distribuído principalmente através da loja GetApps da Xiaomi e plataformas de APK modificados.O grande salto tecnológico desta ameaça reside na substituição de rotinas predefinidas por análise visual em tempo real. Ao carregar modelos treinados de um servidor remoto, o malware utiliza o TensorFlow.js para identificar elementos relevantes na tela e mimetizar o comportamento humano.Clique aqui para ler mais

Malware para Android usa motor de IA do Google para sequestrar aparelhos
Fonte: Tudocelular

Google atualiza Relógio com nova opção de personalização para alarmes

Google atualiza Relógio com nova opção de personalização para alarmes

Apenas dias depois de iniciar os testes com a função, o Google começou a liberar de forma ampla nesta sexta-feira (23) uma atualização para seu app de Relógio com uma mudança simples, mas bem-vinda: a personalização da tela de alarmes. A adição desfaz, ao menos em partes, a renovação de design baseada no Material 3 Expressive aplicada no ano passado ao resgatar o padrão de deslizar para desativar.Conforme constatou o portal 9to5Google, a atualização mais recente do Relógio do Google liberou de forma ampla uma nova opção de personalização para a tela de alarme — a mudança já aparece em um dos celulares testados pelo TudoCelular, ainda que possa levar alguns dias para que todos a recebam.

Desde que integrou a linguagem visual Material 3 Expressive no aplicativo, a gigante das buscas redesenhou a maneira como a tela de alarmes funcionava, abandonando o gesto de deslizar para desativar em favor de botões. Isso pode ter atrapalhado usuários que já estavam acostumados com o padrão antigo.Clique aqui para ler mais

Google atualiza Relógio com nova opção de personalização para alarmes
Fonte: Tudocelular

Gboard vai ficar mais rápido com recurso simples que poupa toques na tela

Gboard vai ficar mais rápido com recurso simples que poupa toques na tela

O teclado Gboard acaba de ganhar uma novidade aparentemente pequena, mas que promete causar um grande impacto na forma como digitamos. A atualização, atualmente em fase beta, traz uma função que automatiza uma das ações mais repetitivas durante a escrita no celular.A partir da versão 16.6, o Gboard mudará automaticamente para o teclado de letras após o uso do apóstrofo, algo que antes exigia uma troca manual. Essa simples mudança torna a digitação muito mais fluida, especialmente para quem digita muito em inglês palavras com contrações ou possessivos, como “it’s” ou “John’s”.

A função já havia sido detectada em testes internos há alguns meses, e agora começa a aparecer para os usuários que participam do programa beta. Ainda assim, nem todos os testadores receberam a novidade, e a expectativa é de que ela chegue ao público geral nas próximas semanas.Clique aqui para ler mais

Gboard vai ficar mais rápido com recurso simples que poupa toques na tela
Fonte: Tudocelular

Google não tem planos para anúncios no Gemini, diz executivo

Google não tem planos para anúncios no Gemini, diz executivo

Demis Hassabis, CEO do Google DeepMind (foto: John Sears/Wikimedia)

Resumo

O Google não planeja inserir anúncios no Gemini, focando no aprimoramento do assistente.
OpenAI testa anúncios no ChatGPT para gerar receita, enquanto o Google prioriza a experiência do usuário.
Demis Hassabis afirma que empresas chinesas de IA estão seis meses atrás dos laboratórios ocidentais.

O Google não tem pretensão de inserir anúncios no Gemini tão cedo, ao contrário do que foi anunciado pelo ChatGPT nos últimos dias. A confirmação veio de Demis Hassabis, CEO da Google DeepMind, durante o Fórum Econômico Mundial em Davos, na Suíça.

Em entrevista ao portal Sources, o executivo afirmou que a empresa “não tem planos” de monetizar o chatbot via publicidade no momento, priorizando o desenvolvimento da tecnologia.

Como noticiamos aqui no Tecnoblog dias atrás, a OpenAI anunciou que começará a testar anúncios nas versões gratuita e Go do ChatGPT nos Estados Unidos. Para o chefe da DeepMind, “é interessante que eles tenham ido por esse caminho tão cedo. Talvez eles sintam que precisam gerar mais receita”.

Antes do anúncio da nova fonte de receita, um colunista do New York Times analisou a situação da companhia de Sam Altman e sugeriu que, em 18 meses, a empresa poderia enfrentar dificuldades. Ainda que não seja uma previsão oficial, tudo indica que o mercado está receoso com as finanças da OpenAI neste prazo.

Publicidade pode “contaminar” IA

Para o Google, a estratégia atual é transformar o Gemini num assistente melhor e onipresente. Hassabis demonstrou ceticismo sobre como a publicidade pode conviver com a proposta de uma inteligência artificial pessoal.

Durante a entrevista, o executivo explicou que o usuário espera que um assistente universal confiável tenha recomendações “genuinamente boas para você, imparciais e não contaminadas”. Segundo ele, misturar essa dinâmica com publicidade exige um cuidado extremo, pois “há muitas maneiras de fazer isso de forma errada”.

ChatGPT, rival do Gemini, começou a incluir anúncios na conversa com o chatbot (imagem: divulgação/OpenAI)

China: “seis meses atrás do Ocidente”

Além da alfinetada na rival, Hassabis também avaliou que as empresas de IA da China, como a startup DeepSeek, estão cerca de seis meses atrás dos principais laboratórios ocidentais em termos de tecnologia de ponta.

Segundo a Bloomberg, Hassabis classificou a reação do mercado ao modelo R1 da DeepSeek, lançado há um ano, como uma “reação exagerada e massiva”, mas reconheceu a qualidade dos avanços, em especial considerando as restrições de hardware impostas pelos Estados Unidos.

Para ele, embora as empresas chinesas sejam extremamente competentes em “alcançar a fronteira” tecnológica, elas “ainda precisam mostrar que conseguem inovar além dessa fronteira”.

Google não tem planos para anúncios no Gemini, diz executivo

Google não tem planos para anúncios no Gemini, diz executivo
Fonte: Tecnoblog

Atualização do Google Messages traz recurso essencial para quem lida com muitos links

Atualização do Google Messages traz recurso essencial para quem lida com muitos links

O compartilhamento de links tende a ficar mais fácil para quem envia os endereços por meio do Google Mensagens. A ideia é aprimorar a forma de copiar essas URLs enviadas nas mensagens, removendo alguns detalhes considerados inconvenientes sobre o processo em conversas.

Forma de facilitar o copia e cola

Em geral, o novo recurso consiste em um botão que serve para copiar esse link e ele deve aparecer logo no topo da interface. Dessa forma, o usuário poderá compartilhar mais facilmente os endereços que receber nas conversas, além de não copiar todo o conteúdo da mensagem, como acontecia anteriormente.Smart Replies em atualização

O Google também desenvolve mais funcionalidades para implementar em seu aplicativo de mensagens. Nesse sentido, a ideia é que o Smart Replies, as respostas rápidas, possam ser personalizadas, assim, o usuário pode deixá-las mais alinhadas ao seu modo de escrever no app.Clique aqui para ler mais

Atualização do Google Messages traz recurso essencial para quem lida com muitos links
Fonte: Tudocelular

Mais dinheiro para criadores: YouTube facilita anúncios em vídeos sobre assuntos sensíveis

Mais dinheiro para criadores: YouTube facilita anúncios em vídeos sobre assuntos sensíveis

O YouTube realizou uma nova atualização nas suas diretrizes de conteúdo amigável para anunciantes nesta semana. Esta mudança passou a flexibilizar as regras, a fim de permitir que criadores com publicações sobre temas controversos sigam com a geração de receita das publicidades.

O comunicado sobre a alteração veio em um vídeo publicado pelo canal Creator Insider, um canal informal feito por funcionários reais da plataforma de vídeos para informar os seus updates. Confira a seguir:

Clique aqui para ler mais

Mais dinheiro para criadores: YouTube facilita anúncios em vídeos sobre assuntos sensíveis
Fonte: Tudocelular

O que é o Google? Conheça a história e os produtos da empresa de tecnologia

O que é o Google? Conheça a história e os produtos da empresa de tecnologia

Entenda como o Google se tornou uma das principais big tech do planeta (imagem: Vitor Pádua / Tecnoblog)

O Google é uma gigante da tecnologia fundada por Larry Page e Sergey Brin em 1998, na Califórnia. Atualmente, a companhia atua como a principal subsidiária do conglomerado Alphabet Inc., liderando a inovação digital.

A empresa surgiu para organizar as informações da web, tornando-as mais acessíveis por meio de um algoritmo eficaz. Essa missão nasceu de um projeto acadêmico focado em classificar a relevância das páginas da rede mundial.

Além do mecanismo de busca, o portfólio de produtos do Google inclui o Android, o YouTube, o Google Maps e a inteligência artificial Gemini. Essas soluções transformaram a forma como as pessoas consomem conteúdo e interagem com o ambiente digital moderno.

A seguir, conheça mais detalhes sobre a história do Google e o real significado do seu nome. Também descubra os principais serviços e produtos do portfólio da big tech de Mountain View.

O que é o Google?

Google é uma multinacional americana de tecnologia, fundada em 1998, que visa organizar o grande volume de informações da web para torná-la acessível. Embora seja conhecida por seu motor de busca, a empresa atua nos setores de publicidade digital, computação em nuvem, inteligência artificial e o ecossistema mobile Android.

O que significa “Google”?

O nome “Google” surgiu de uma grafia propositalmente incorreta do termo matemático “googol”. A palavra representa o numeral 1 seguido de cem zeros ou 10 elevado à potência de 100, ilustrando a capacidade de processamento de quantidade astronômica de dados. 

Adotado em 1997, o nome simboliza a missão da empresa de organizar o volume massivo de informações disponíveis na web. Assim, ele reflete a ambição dos fundadores em estruturar e tornar universalmente acessível uma escala quase infinita de conteúdos digitais.

Para que serve o Google?

O Google atua como o principal organizador de informações globais, permitindo que usuários encontrem conteúdos, localizações e soluções de forma instantânea. Por meio de algoritmos avançados, a plataforma simplifica a navegação digital e otimiza a produtividade no cotidiano.

Sua infraestrutura integra serviços essenciais como Android, Workspace, YouTube e ferramentas de IA para conectar pessoas e facilitar a comunicação. Dessa forma, a empresa provê um ecossistema completo que transforma dados complexos em recursos acessíveis e úteis.

Além da busca, o Google oferece uma série de produtos e serviços digitais que melhoram o cotidiano dos usuários (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Qual é a história do Google?

A história do Google começou em 1996 na Universidade de Stanford, onde Larry Page e Sergey Brin desenvolveram o algoritmo PageRank e o buscador experimental BackRub. O objetivo era organizar a web por meio do algoritmo que media a relevância entre páginas da grande rede.

O domínio google.com foi registrado em 1997 e, no ano seguinte, a empresa oficializou o motor de busca e estabeleceu-se em uma garagem em Menlo Park, na Califórnia, com aportes iniciais. No ano de 2000, o lançamento do AdWords revolucionou o modelo de negócios ao monetizar as buscas.

A abertura de capital (IPO) em 2004 arrecadou US$ 1,67 bilhão, financiando expansões como o Gmail e as aquisições estratégicas do YouTube e do Android nos anos seguintes. Em 2008, o lançamento do navegador Chrome consolidou a dominância da marca no ecossistema digital.

A criação da Alphabet Inc. em 2015 reorganizou a estrutura corporativa, permitindo que a agora subsidiária Google focasse em hardware e serviços de internet. Sob a gestão de Sundar Pichai, a empresa priorizou o desenvolvimento de tecnologias de nuvem.

Atualmente, a big tech foca na inteligência artificial generativa com o modelo Gemini e sua integração total ao buscador. Assim, a marca continua expandindo seu ecossistema por meio de inovações em IA, publicidade digital e computação em nuvem.

Larry Page e Sergey Brin na garagem onde foi fundado o Google (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Quem criou o Google?

Larry Page e Sergey Brin são os fundadores do Google. A dupla se conheceu durante o doutorado da Universidade de Stanford, quando desenvolveram o algoritmo PageRank e iniciaram o projeto do buscador experimental BackRub.

Quando o Google foi criado?

O Google foi fundado oficialmente em 4 de setembro de 1998. Nesta data, Larry Page e Sergey Brin oficializaram o motor de busca desenvolvido durante o doutorado em Stanford e iniciaram as operações em uma garagem em Menlo Park, Califórnia (EUA).

Sundar Pichai é CEO do Google e da Alphabet Inc. desde 2015 (imagem: divulgação)

Quem é o CEO do Google?

O atual CEO do Google e da Alphabet Inc. é Sundar Pichai, que lidera ambas as companhias desde a reestruturação corporativa iniciada em 2015. Sob sua gestão, a empresa se tornou uma “AI-first”, priorizando inovações em inteligência artificial, computação em nuvem e infraestrutura digital global.

Onde fica a sede do Google?

A sede global do Google, conhecida como Googleplex, está localizada em Mountain View, Califórnia (EUA). O complexo no Vale do Silício abriga o comando central da Alphabet Inc. e simboliza a inovação tecnológica da empresa.

No Brasil, as operações principais concentram-se em São Paulo, divididas entre o escritório administrativo e o Google for Startups Campus. Complementando a infraestrutura, Belo Horizonte sedia um centro de engenharia estratégica para a América Latina.

O Googleplex fica localizado em Mountain View, Califórnia (imagem: The Pancake of Heaven/Wikimedia Commons)

Quais são os produtos do Google?

O Google tem um amplo portfólio que integra software, hardware e inteligência artificial para organizar a informação global. Conheça os principais produtos e serviços divididos por categorias:

Busca e informação

Google Busca: principal motor de pesquisa do mundo, usando algoritmos avançados para entregar resultados precisos em texto, imagens e notícias;

Google Maps e Earth: serviços de geolocalização e navegação por satélite que oferecem rotas em tempo real, Street View e mapeamento detalhado;

Google Lens: ferramenta de reconhecimento visual que usa IA para traduzir textos, identificar objetos e pesquisar produtos por meio da câmera do smartphone.

Produtividade e colaboração

Gmail e Agenda: serviços líderes de e-mail e gestão de tempo, integrados para automatizar convites, lembretes e comunicações corporativas ou pessoais;

Google Drive: plataforma de armazenamento em nuvem que centraliza arquivos e permite a sincronização em tempo real entre diferentes dispositivos;

Google Documentos, Planilhas e Apresentações: ferramentas de produtividade online que permitem a criação e edição simultânea de arquivos sem a necessidade de instalação local.

O buscador do Google segue como um dos principais produtos da big tech (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Comunicação e entretenimento

YouTube: maior plataforma de vídeos e streaming do mundo, abrangendo desde conteúdos educativos e musicais até transmissões ao vivo e o YouTube Kids;

Google Meet e Chat: soluções corporativas de videoconferência em alta definição e mensagens instantâneas voltadas para o trabalho em equipe;

Google Fotos: galeria inteligente que usa IA para organizar, buscar rostos e otimizar o armazenamento de imagens e vídeos na nuvem.

Sistemas operacionais e hardware

Android e WearOS: sistemas operacionais para dispositivos móveis e smartwatches, servindo como base para o ecossistema global de aplicativos;

Chrome e ChromeOS: navegador web de alto desempenho e sistema operacional leve focado em agilidade, segurança e integração total com a nuvem;

Linha Pixel e Nest: smartphones de alto desempenho e dispositivos para casas inteligentes, como alto-falantes integrados com o Google Assistente.

IA e serviços empresariais

Google Gemini: modelo de inteligência artificial generativa multimodal que auxilia em tarefas criativas, escrita de códigos e análise de dados complexos;

Google Cloud: infraestrutura empresarial que oferece computação escalável, análise de dados e ferramentas de desenvolvimento para empresas;

Google Play: loja oficial de distribuição digital para aplicativos, jogos e conteúdo de mídia voltados para o ecossistema Android.

O Gemini vem sendo integrado a diversos produtos do Google, incluindo o buscador e o sistema operacional Android (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Qual é a diferença entre Google e Alphabet?

O Google é a principal subsidiária da Alphabet Inc., focada em produtos digitais e serviços de internet, como Busca, YouTube, Android e publicidade digital. Representa o motor financeiro da holding, operando os negócios mais consolidados e lucrativos que fundamentaram a empresa original.

A Alphabet Inc. é a empresa-mãe que controla o Google e um portfólio de empresas experimentais conhecidas como “Other Bets”, como a Waymo e a Verily. Sua estrutura foi criada para separar o núcleo de internet de projetos de alto risco, garantindo maior transparência e foco em inovação.
O que é o Google? Conheça a história e os produtos da empresa de tecnologia

O que é o Google? Conheça a história e os produtos da empresa de tecnologia
Fonte: Tecnoblog

Google Chrome readiciona suporte ao JPEG XL: entenda o que muda na sua navegação

Google Chrome readiciona suporte ao JPEG XL: entenda o que muda na sua navegação

O Google Chrome decidiu regredir em uma política que o fez ser acusado de monopolista em 2023. Estamos falando do suporte ao formato de imagem JPEG-XL no navegador, removido em 2022 e readicionado em 2026 após se tornar mais popular nos últimos anos.Em 2022, o Google preferiu adicionar o suporte a imagens WebP ao invés de JPEG-XL, mas agora ele finalmente cedeu e liberou a capacidade de exibir imagens neste formato essencial no seu navegador.

Apesar disso, o suporte não vem habilitado por padrão, é preciso ativá-lo nos Experimentos do Google Chrome pela página “chrome://flags”.Clique aqui para ler mais

Google Chrome readiciona suporte ao JPEG XL: entenda o que muda na sua navegação
Fonte: Tudocelular

Google Maps ganha novos menus e segue Apple com navegação muito mais fácil

Google Maps ganha novos menus e segue Apple com navegação muito mais fácil

O Google segue buscando meios de aprimorar a experiência de uso do Maps, mesmo que ainda tenha no Waze uma ótima alternativa. Depois de implementar melhorias visuais com uso do Gemini e até comandos com base em Inteligência Artificial em seu serviço de mapas, a Gigante das Buscas está agora focando em melhorar a usabilidade do aplicativo como um todo, especialmente no que diz respeito ao menu de configurações.

Em sua versão 25.49, aplicativo do Google Maps ganhou novos menus totalmente reformulados, tanto no Android quanto no iOS, algo muito pedido pelos usuários há um bom tempo. Outra novidade que vem sendo entregue de forma gradual foca em uma navegação passo a passo mais intuitiva, algo essencial especialmente quando usada ao volante, já que qualquer distração para uma olhada mais aprofundada no mapa por ser fatal.Novos menusO Google nunca deu muita atenção ao menu de configurações do Maps, simplesmente adicionando mais e mais componentes ao longo dos anos sem organizar de uma forma mais direta. Isso acarretou em inconsistências sérias no design quando comparado a outros apps da empresa, com direito a emojis sendo usados junto a textos e botões, configurações de redes junto a temas e outros problemas que certamente deram pesadelos a quem leva esse tipo de coisa a sério.Clique aqui para ler mais

Google Maps ganha novos menus e segue Apple com navegação muito mais fácil
Fonte: Tudocelular

Google quer contratar pessoas para checar respostas da IA no buscador

Google quer contratar pessoas para checar respostas da IA no buscador

Nos últimos meses, o Google passou a direcionar mais usuários para o AI Mode (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

O Google está buscando profissionais para verificar e aprimorar respostas geradas por inteligência artificial em seu principal produto: a busca. Um anúncio recente de vaga sugere que a empresa reconhece limites importantes nas respostas automáticas exibidas ao usuário, especialmente no recurso de Visão Geral fornecido por IA.

A movimentação ocorre em meio à reformulação da experiência de busca, que vem incorporando cada vez mais respostas diretas geradas por IA. Embora o Google não admita falhas de forma explícita, a criação de um time dedicado à qualidade dessas respostas indica preocupação com erros, contradições e informações inventadas — um problema recorrente em sistemas baseados em modelos generativos.

O que diz a vaga aberta pelo Google?

O cargo de engenheiro é voltado para a equipe de Search e fica dentro de AI Answers Quality. Segundo a descrição, os profissionais contratados terão como missão melhorar a qualidade das respostas apresentadas pelo Google, com foco direto nos AI Overviews, que aparecem no topo da página de resultados.

“Na Busca do Google, estamos reinventando o significado de buscar informações – de qualquer forma e em qualquer lugar. Para isso, precisamos resolver desafios complexos de engenharia e expandir nossa infraestrutura, mantendo uma experiência universalmente acessível e útil na qual pessoas do mundo todo confiam”, afirma o Google na descrição da vaga.

Descrição de posição no Google (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Em outro trecho, a empresa explica que o objetivo do time é “ajudar a equipe de Qualidade de Respostas de IA a fornecer Visões Gerais de IA para consultas complexas e difíceis dos usuários no SRP e no Modo IA”. A linguagem sugere que o trabalho não será apenas técnico, mas também analítico, avaliando se as respostas fazem sentido e correspondem às fontes citadas.

Por que o Google precisa revisar respostas da IA?

Inteligência artificial generativa chegou à busca do Google (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

A iniciativa surge em um momento sensível. Nos últimos meses, o Google passou a direcionar mais usuários para o Modo IA, além de integrar resumos automáticos ao Discover e até reescrever manchetes de veículos jornalísticos com IA. O problema é que essas respostas nem sempre são confiáveis.

Há registros de situações em que a IA apresenta valores financeiros inexistentes, dados conflitantes para a mesma pergunta formulada de formas diferentes e cita fontes que não confirmam a informação exibida. Reportagens recentes também apontaram respostas equivocadas envolvendo temas de saúde, um dos campos mais sensíveis para esse tipo de tecnologia.
Google quer contratar pessoas para checar respostas da IA no buscador

Google quer contratar pessoas para checar respostas da IA no buscador
Fonte: Tecnoblog