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O que é APK? Entenda o funcionamento e riscos desse formato de arquivo 

O que é APK? Entenda o funcionamento e riscos desse formato de arquivo 

O APK é o formato de pacote de arquivos de instalação exclusivo do Android (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

O APK é o formato que o sistema Android usa para distribuir e instalar aplicativos, reunindo os componentes essenciais para o funcionamento de um software. Ele atua como um pacote compactado que entrega os recursos diretamente no celular, garantindo que o sistema operacional consiga processar e rodar o programa de maneira integrada.

Embora o formato seja o motor por trás das instalações feitas pela Google Play Store, ele também permite a instalação manual de apps fora da loja oficial (sideloading). Essa flexibilidade é ideal para desenvolvedores que testam versões antecipadas ou para usuários que buscam softwares que ainda não foram liberados na sua região.

No entanto, baixar APKs de fontes desconhecidas traz riscos significativos, como malwares e softwares modificados que comprometem a segurança dos dados. Além disso, o uso de versões piratas ou alteradas pode causar bloqueio definitivo de contas em redes sociais e jogos.

A seguir, conheça mais sobre os arquivos APKs e como funcionam detalhadamente. Também descubra os pontos fortes e fracos deste formato. 

ÍndiceO que é APK? O que significa APK?Para que serve o APK?Como funciona o APKAPK é seguro? APK é só para celular?Quais são as vantagens do APK? Quais são as desvantagens do APK?Qual é a diferença entre APK e app?Qual é a diferença entre APK e IPA?

O que é APK? 

O APK, ou .apk, é o pacote de arquivos utilizado pelo sistema Android para distribuir e instalar aplicativos, funcionando de maneira semelhante a um formato compactado tipo ZIP. De forma otimizada, ele reúne todo o código compilado, dados e recursos essenciais para o sistema operacional executar o programa no dispositivo.

O que significa APK?

APK é a sigla para Android Application Package (Pacote de Aplicativo Android, em português). O formato foi desenvolvido para o ecossistema Google a partir da necessidade de agrupar todos os componentes de um aplicativo em um único arquivo compactado, baseado na tecnologia ZIP/JAR.

O formato APK “empacota” todos os arquivos essenciais para a instalação de um aplicativo no Android (imagem: Reprodução/MakeUseOf)

Para que serve o APK?

O APK permite instalar, atualizar e rodar aplicativos em qualquer dispositivo Android, desde celulares até smart TVs. Ele funciona nos bastidores da Google Play Store, reunindo códigos compilados e recursos que o sistema lê para executar o programa.

Além das lojas, o arquivo permite a instalação manual (sideloading), ideal para testar versões de desenvolvedores ou acessar recursos antecipados. Contudo, como esses pacotes aceitam modificações externas, baixá-los de fontes seguras é vital para evitar vírus e invasões.

Como funciona o APK

O arquivo APK funciona como um pacote autocontido que o Android descompacta e verifica antes de transformá-lo em um aplicativo funcional. Ele atua semelhantemente a um arquivo .exe no PC, guardando todo o código compilado e elementos visuais estruturados.

Ao iniciar o processo, o gerenciador do sistema lê o arquivo de configuração para checar as permissões e valida a assinatura digital do pacote. Essa checagem garante que os dados não sofreram alterações ou adulterações maliciosas antes de entrar no dispositivo.

Após a validação, o sistema extrai os arquivos e as bibliotecas de programação para pastas internas do dispositivo. Todo esse processo ocorre de forma automática e invisível ao baixar conteúdos diretamente da Google Play Store.

A extração de arquivos e criação de pastas também ocorre durante o sideloading, que é a instalação manual de aplicativos fora da Google Play Store após a autorização do Android. Por fim, o sistema registra o ícone na tela e cria um ambiente isolado para o aplicativo rodar com total segurança.

A instalação de aplicativos fora da Play Store exige uma autorização no sistema Android (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

APK é seguro? 

O formato APK em si não é perigoso, mas a segurança depende inteiramente da origem do arquivo e de quem o distribui. Quando baixado via Google Play Store, o pacote passa pelo escaneamento do Play Protect, que valida as assinaturas digitais do desenvolvedor.

O risco real surge em downloads de sites desconhecidos para sideloading, onde versões modificadas podem camuflar códigos maliciosos. Esses arquivos suspeitos costumam exigir permissões abusivas no sistema, abrindo brechas para o roubo de dados pessoais e bancários.

APK é só para celular?

O APK não funciona apenas em celulares, sendo o formato padrão de instalação para qualquer dispositivo com sistema Android. Ele roda nativamente em tablets, relógios inteligentes, smart TVs e até centrais multimídia automotivas.

Computadores também podem rodar esses pacotes de aplicativos com a ajuda de emuladores e subsistemas dedicados. Nesses ambientes virtuais, o PC simula o ecossistema móvel e traduz os comandos de toque da interface para o uso com mouse e teclado.

Tem APK para iPhone?

Não existe APK para iPhone, já que o formato foi projetado exclusivamente para rodar no sistema Android. A Apple utiliza um padrão de empacotamento fechado para seu ecossistema móvel, conhecido pela extensão .IPA.

Mesmo se a pessoa transferir um arquivo APK para o iPhone, o iOS vai identificá-lo como desconhecido e bloquear a abertura. Para ter o aplicativo desejado no aparelho da Apple, a única saída é baixar a versão correspondente criada direto para a App Store.

O APK é um formato totalmente seguro quando o download ocorre em lojas oficiais (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Quais são as vantagens do APK? 

Estes são os pontos fortes do formato APK no Android:

Acesso antecipado e sem fronteiras: permite instalar apps restritos geograficamente ou testar recursos inéditos antes que a atualização oficial seja liberada na loja da região do usuário;

Controle de versões e backup: dá a liberdade de reverter para uma versão antiga caso o aplicativo atualizado apresente bugs, servindo também como cópia de segurança para preservar aplicativos que saíram do ar;

Instalação independente e offline: viabiliza a instalação de programas sem internet ou em dispositivos sem os serviços do Google de fábrica, facilitando o compartilhamento direto via USB ou Bluetooth;

Liberdade de desenvolvimento: fortalece o ecossistema aberto do Android ao permitir que programadores distribuam versões de teste e pacotes experimentais diretamente para o usuário, sem travas comerciais.

Quais são as desvantagens do APK?

Estes são os pontos fracos do APK:

Risco severo de vírus: arquivos baixados fora das lojas oficiais podem ser alterados com códigos maliciosos, como spyware ou ransomware, que assumem o controle do aparelho e burlam defesas de segurança;

Vazamento de dados privados: pacotes modificados costumam abusar de permissões do sistema para espionar mensagens e roubar senhas bancárias, facilitando fraudes e golpes financeiros na internet;

Falta de atualizações automáticas: como não são corrigidos de forma automática pelas lojas oficiais, esses arquivos ficam obsoletos rapidamente, mantendo o dispositivo vulnerável a falhas críticas do sistema;

Banimento e instabilidade: o uso de versões piratas ou modificadas viola os termos de serviço de redes sociais e jogos, o que pode causar o bloqueio definitivo de contas e travamentos frequentes.

Baixar APKs permite acesso as aplicativos e versões de softwares não disponíveis na Play Store, mas pode colocar em risco a segurança do dispositivo (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Qual é a diferença entre APK e app?

O APK é o arquivo de instalação compactado que armazena todo o código de programação, os metadados e os recursos visuais para o sistema Android. Ele funciona como o pacote de distribuição que o usuário baixa para conseguir colocar o software no dispositivo.

O app é o software final e funcional com o qual o usuário interage diretamente na tela no dia a dia, como jogos, mensageiros e navegadores. No ecossistema móvel, ele ganha vida a partir do APK, representando o programa pronto e em plena execução.

Qual é a diferença entre APK e IPA?

O APK é o pacote de instalação compactado usado exclusivamente pelo ecossistema do Google para distribuir e instalar aplicativos no Android. Ele reúne elementos técnicos como o código compilado e o manifesto do sistema, permitindo instalações tanto por lojas oficiais quanto em sites externos.

O IPA é o formato equivalente e proprietário criado pela Apple para empacotar, validar e distribuir aplicativos nos dispositivos móveis com sistema iOS. Esse arquivo é restrito aos iPhones, sendo o padrão fechado que a App Store utiliza para entregar softwares no ecossistema da maçã.
O que é APK? Entenda o funcionamento e riscos desse formato de arquivo 

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Fonte: Tecnoblog

Google removerá extensões antigas do Chrome a partir de agosto; saiba quais

Google removerá extensões antigas do Chrome a partir de agosto; saiba quais

O Google Chrome está passando por mudanças, e a transição do padrão Manifest V3 vai remover definitivamente as extensões baseadas no antigo Manifest V2. A mudança faz parte de um processo iniciado há alguns anos para aumentar a segurança do navegador e otimizar o consumo de recursos.

Todavia, também afetará extensões conhecidas, como o bloqueador de anúncios uBlock Origin. Nos últimos meses, a empresa já havia restringido o uso dessas extensões ao desativá-las automaticamente e dificultar sua reativação pelos usuários.

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Google removerá extensões antigas do Chrome a partir de agosto; saiba quais
Fonte: Tudocelular

Samsung marca Unpacked em 22 de julho; Fold Wide é esperado

Samsung marca Unpacked em 22 de julho; Fold Wide é esperado

Convite para o Unpacked do segundo semestre (imagem: divulgação)

Resumo

O evento Samsung Unpacked será realizado em 22 de julho em Londres, Reino Unido, onde a empresa apresentará novos produtos.
A Samsung deve lançar o Fold Wide, um celular dobrável em formato “passaporte”, e novas versões do Flip e do Fold tradicional.
A empresa também pode apresentar novos relógios da linha Galaxy Watch e possivelmente óculos inteligentes baseados em inteligência artificial.

A Samsung divulgou que a próxima edição do evento Unpacked será em 22 de julho, desta vez em Londres, no Reino Unido. A empresa deve apresentar novos celulares dobráveis e smartwatches. Caso os rumores se confirmem, será a oportunidade para mostrar ao mundo o Fold Wide, primeiro telefone da marca em formato “passaporte”, como vem sendo apelidado.

A gigante sul-coreana revelou a data do Unpacked em publicações nas redes sociais. Ela já vinha atiçando os fãs com teasers que entregam a mudança no formato da tela do Galaxy Fold. Num deles, uma barra de chocolate levava várias mordidas até ficar menos alta, e portanto, numa proporção mais larga.

O evento de lançamento terá transmissão ao vivo no YouTube da Samsung Brasil a partir das 10h.

Suposto design do Galaxy Z Fold 8 Wide (imagem: reprodução/Ice Universe)

Hoje em dia, os gringos encontram este tipo de display no Google Pixel 10, vendido nos Estados Unidos, e no Huawei Pura X Max, comercializado na China, conforme observado pelo Tecnoblog no vídeo mais abaixo. É altamente provável que a Samsung seja a primeira indústria a trazer algo do tipo para o Brasil.

A fabricante também deve apresentar novas versões do Flip, do Fold tradicional – provavelmente ganhando a alcunha de Ultra – e dos relógios da linha Galaxy Watch. Há ainda a suspeita de que os coreanos estejam se preparando para mostrar a primeira geração de óculos inteligentes, baseados em inteligência artificial, para disputar mercado com a Meta e os produtos Ray-Ban.

Samsung marca Unpacked em 22 de julho; Fold Wide é esperado

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Fonte: Tecnoblog

Experiência de Safari! Google Chrome otimiza recurso muito utilizado por todos

Experiência de Safari! Google Chrome otimiza recurso muito utilizado por todos

O Google começou a liberar um novo recurso para o Chrome que promete tornar o processo de copiar e colar mais rápido. Agora, aplicativos da web, como Google Docs e Planilhas recebem a funcionalidade chamada Selective format read (Leitura de formato seletivo).

Presente na versão 149 do navegador, a função também chegou ao Microsoft Edge, sendo ativada automaticamente para todos os usuários.

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Experiência de Safari! Google Chrome otimiza recurso muito utilizado por todos
Fonte: Tudocelular

Android Auto: atualização causa travamentos e revolta usuários

Android Auto: atualização causa travamentos e revolta usuários

E as atualizações mais recentes do Android Auto parecem estar causando problemas para parte dos usuários. As reclamações publicadas no Reddit e nos fóruns oficiais do Google, indicam que o sistema fecha logo após a abertura.

Até o momento, a versão 17.2 é a principal afetada, embora alguns casos também tenham sido registrados na versão 17.1.
Segundo os relatos, o Android Auto encerra a execução poucos instantes após ser iniciado, fazendo a central multimídia retornar temporariamente ao sistema nativo do veículo antes de reconectar.

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Android Auto: atualização causa travamentos e revolta usuários
Fonte: Tudocelular

Google perde batalha judicial e leva multa de R$ 25 bilhões na Europa

Google perde batalha judicial e leva multa de R$ 25 bilhões na Europa

Empresa também enfrenta processos sobre regras da Play Store (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

A União Europeia manteve a multa de R$ 25 bilhões contra o Google, após rejeitar o último recurso da empresa no processo sobre monopólio do Android.
A multa foi aplicada porque o Google abusou de sua posição dominante com o sistema móvel Android para sufocar a concorrência no mercado de buscas.
A Comissão Europeia mantém novas investigações ativas contra a Google, incluindo uma sobre a Google Play Store e outra sobre o ranqueamento de resultados de certos veículos de notícias.

O Tribunal de Justiça da União Europeia (TJUE) colocou um ponto final em uma das batalhas judiciais mais longas do mercado de tecnologia. A mais alta corte do bloco europeu rejeitou o último recurso apresentado pela Alphabet, controladora do Google. Com a decisão, a companhia terá de pagar uma multa histórica fixada em 4,1 bilhões de euros (cerca de R$ 25 bilhões em conversão direta). A decisão foi divulgada nesta quinta-feira (02/07).

A penalidade foi mantida sob a justificativa de que a big tech abusou de sua posição dominante com o sistema móvel Android para sufocar a concorrência no mercado de buscas. O tribunal defendeu o entendimento de que o Google adotou táticas ilegais para forçar o uso de suas próprias ferramentas, garantindo a liderança isolada no segmento.

O que levou à multa bilionária?

O embate começou em 2016, quando a Comissão Europeia acusou a companhia de ferir as leis antitruste locais. Segundo informações repercutidas pelo Yahoo Finance, o centro da investigação era a estratégia de amarrar serviços usando contratos rígidos de licenciamento. Para que as fabricantes de smartphones e operadoras de telefonia tivessem acesso amplo ao Android, o Google exigia a instalação obrigatória do navegador Chrome e do seu próprio aplicativo de buscas como serviços nativos.

Considerando que o Android já detinha uma fatia de mercado superior a 80% em diversos países europeus, essa exigência contratual criou uma barreira de entrada para qualquer navegador ou buscador rival. Quando o usuário comprava um celular novo, não precisava baixar nada. O pacote de ferramentas do Google já estava pronto para uso na tela principal do aparelho.

A prática cortou o espaço da concorrência e formou o que as autoridades classificaram como um “quase monopólio”, privando o consumidor de escolha.

O Google declarou à imprensa europeia que o julgamento fracassou em considetat os investimentos da empresa para que o Android permaneça “aberto, interoperável e gratuito”.

Decisão do Tribunal de Justiça da União Europeia é definitiva (imagem: Thijs ter Haar/Wikimedia Commons)

Próximos desafios do Google na Europa

O departamento jurídico da Alphabet segue com muito trabalho pela frente. Atualmente, a Comissão Europeia mantém novas investigações ativas contra a gigante de buscas.

Outro foco é a Google Play Store. A empresa é investigada por supostamente impedir que desenvolvedores de aplicativos direcionem os consumidores para métodos de pagamento externos, o que os livraria das taxas cobradas pela loja oficial. Por fim, outra apuração analisa suspeitas de que a companhia estaria rebaixando o ranqueamento de resultados de certos veículos de notícias.

Vale mencionar que essa não é a primeira grande derrota financeira do Google em solo europeu. Em 2017, a empresa recebeu uma sanção de 2,4 bilhões de euros (cerca de R$ 14,6 bilhões) por priorizar ilegalmente o seu próprio serviço de comparação de preços, o Google Shopping, nos resultados de pesquisa. A companhia tentou reverter o quadro nos tribunais, mas perdeu o processo em 2024.
Google perde batalha judicial e leva multa de R$ 25 bilhões na Europa

Google perde batalha judicial e leva multa de R$ 25 bilhões na Europa
Fonte: Tecnoblog

Android 17 QPR1 Beta 6 aproxima modo desktop do PC e renova design da interface

Android 17 QPR1 Beta 6 aproxima modo desktop do PC e renova design da interface

Lançado ontem, o Android 17 QPR1 Beta 6 marca o ponto de estabilidade da plataforma, preparando o sistema para integrar o lançamento da série Pixel 11 nos próximos meses. Contudo, embora esteja focado em eliminar problemas, a nova versão também traz recursos interessantes.

Carregando o número de build CP31.260618.005, o release traz novidades para o modo desktop do Android – competidor direto do Samsung DeX –, para o Health Connect e para alguns itens da interface do sistema. Mas vamos por partes.

In desktop windowing, taskbar icons are now on the bottom left instead of in the bottom center.

Plus, picture-in-picture (PiP) windows now freely float in desktop windowing so you can drag them anywhere on screen and they’ll stay there.

Previously, they’d snap to the left or… pic.twitter.com/Bm2ZCuvPzpClique aqui para ler mais

Android 17 QPR1 Beta 6 aproxima modo desktop do PC e renova design da interface
Fonte: Tudocelular

Nova verificação de segurança reCAPTCHA do Google pode ser burlada de forma hilária

Nova verificação de segurança reCAPTCHA do Google pode ser burlada de forma hilária

O Google iniciou os testes de um novo sistema de verificação para o reCAPTCHA capaz de utilizar a câmera do computador para confirmar se o usuário realmente é humano. A novidade substitui parte dos desafios tradicionais por um simples gesto com a mão, mas já apresenta falhas preocupantes.

Os primeiros testes revelaram que o mecanismo pode ser enganado com facilidade. Usuários conseguiram concluir a verificação utilizando apenas uma imagem estática de uma pessoa acenando, levantando dúvidas sobre a eficácia da tecnologia antes mesmo da chegada ao público.Quando o desafio aparece, o navegador solicita acesso à câmera e pede para o usuário realizar um movimento simples, como acenar ou manter a palma da mão aberta diante da lente. Em seguida, a inteligência artificial identifica 21 pontos das articulações da mão para validar a ação.Clique aqui para ler mais

Nova verificação de segurança reCAPTCHA do Google pode ser burlada de forma hilária
Fonte: Tudocelular

YouTube Shorts acaba de ficar mais parecido com o TikTok

YouTube Shorts acaba de ficar mais parecido com o TikTok

YouTube Shorts acaba de ficar mais parecido com o TikTok (imagem: reprodução/Google)

Resumo

 Google anunciou mudanças na interface do YouTube Shorts para torná-lo mais competitivo com o TikTok e o Instagram Reels;
botão “Não gostei” foi removido e substituído por opções como “Não tenho interesse” e “Não recomendo este canal” para ajustar as recomendações de conteúdo;
YouTube Shorts agora oferece recursos como modo Tela Limpa, reprodução em velocidade 2x e silenciamento rápido de vídeos, visando proporcionar uma experiência mais imersiva e diminuir distrações.

A disputa pela sua atenção em redes sociais e afins acaba de ganhar uma nova página. O Google anunciou algumas mudanças na interface do YouTube Shorts que, em alguma medida, tornam o serviço ainda mais parecido com os rivais TikTok e Instagram Reels.

Uma das mudanças já vem sendo alvo de críticas por parte dos usuários. Em 2021, o YouTube “normal” passou a ocultar “dislikes” ou “descurtidas”. Agora, o YouTube Shorts segue pelo mesmo caminho. No lugar do botão “Não gostei”, que sumirá, o serviço usará as opções “Não tenho interesse” e “Não recomendo este canal” para ajustar as recomendações de conteúdo para cada usuário.

Como já dito, essa mudança tem sido alvo de críticas. Neste tópico no Reddit, por exemplo, há quem reclame de que a remoção do botão “Não gostei” torna mais difícil manifestar insatisfação com vídeos de baixa qualidade, como aqueles que são produzidos por IA com pouco ou nenhum critério.

O botão “Gostei” continua existindo e segue tendo a função de permitir que você curta determinado vídeo. Porém, o ícone de “joinha” está sendo substituído pelo ícone de um coração.

Outra novidade é o modo Tela Limpa (Clear Screen), que oculta ícones e outros elementos visuais na tela durante a reprodução de um vídeo. Essa opção, que é oferecida há tempos no TikTok e Instagram Reels, visa proporcionar uma experiência mais imersiva e diminuir o risco de distrações quando um conteúdo estiver sendo exibido, explica o Google.

Outras novidades incluem:

o YouTube Shorts passou a permitir reprodução em velocidade 2x, basta tocar e segurar na tela durante a execução do vídeo;

agora é possível silenciar um vídeo pausando a reprodução e, em seguida, tocando no ícone de mudo.

Modo de tela limpa do YouTube Shorts (imagem: reprodução/Google)

Quando as mudanças no YouTube Shorts entram em vigor?

Os novos recursos do YouTube Shorts já começaram a ser liberados, em escala global. Porém, esse é um processo gradativo. O Google não deu um prazo para as mudanças chegarem a todos os usuários. Leve em conta também que alguns recursos podem chegar antes do que outros.

De todo modo, acredito que ninguém está realmente ansioso por essas novidades. Mas, pelo menos para o Google, elas fazem sentido, afinal, visam deixar os usuários mais engajados com o YouTube Shorts.
YouTube Shorts acaba de ficar mais parecido com o TikTok

YouTube Shorts acaba de ficar mais parecido com o TikTok
Fonte: Tecnoblog

Google Sheets ganha IA do Gemini que realmente importa: correção de fórmulas

Google Sheets ganha IA do Gemini que realmente importa: correção de fórmulas

Depois de adicionar várias funções de inteligência artificial (IA) a alguns de seus produtos que podem não ser vistas exatamente como úteis por alguns usuários, o Google acaba de anunciar um recurso para a sua plataforma de planilhas de que você provavelmente irá gostar.

Sabe aquela fórmula que você inseriu errado e não sabe exatamente o porquê? A nova integração trata exatamente disso. A partir de agora, o Gemini integrado ao Google Sheets será capaz de analisar a fórmula inserida e as células ao redor para entregar ao usuário uma explicação sobre o erro. Melhor ainda: entregará a fórmula corrigida para uso.
O Gemini identifica o erro na planilha e sugere a correção em uma aba lateral.
O Gemini mostrará um botão de “Resolver” automaticamente quando uma fórmula com erro for inserida. Uma nova aba lateral explicará o problema e irá sugerir a equação correta.Clique aqui para ler mais

Google Sheets ganha IA do Gemini que realmente importa: correção de fórmulas
Fonte: Tudocelular