Category: Google

É grátis! Google Fotos libera novo botão de ‘Ajuste com IA’ para todos os usuários

É grátis! Google Fotos libera novo botão de ‘Ajuste com IA’ para todos os usuários

O Google Fotos segue expandindo os recursos de inteligência artificial na plataforma, e uma nova ferramenta começa a aparecer para usuários ao redor do mundo. O botão chamado ‘Ajuste com IA’ (AI Enhance), integrado ao editor de imagens dentro da aba automática do app.

A nova ferramenta se posiciona ao lado das opções já conhecidas, como ‘Ajustar’ (Enhance) e Dinâmico (Dynamic), reforçando a estratégia da empresa de centralizar ajustes rápidos com ajuda de IA em um só lugar.

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É grátis! Google Fotos libera novo botão de ‘Ajuste com IA’ para todos os usuários
Fonte: Tudocelular

Carteira do Google lança ID Digital com Passaporte no Brasil; saiba como funciona

Carteira do Google lança ID Digital com Passaporte no Brasil; saiba como funciona

Em outubro do ano passado, conferimos por aqui que o Google estava trabalhando para adicionar em sua carteira digital a possibilidade de criar ID digitais usando passaporte em alternativa à carteira de motorista, ampliando assim a chances de utilização por mais usuários.

Agora, silenciosamente, a funcionalidade ganhou mais um desdobramento e começou a ser disponibilizado de maneira oficial para usuários ao redor do mundo, o que inclui nessa leva o Brasil, além do Reino Unido, Singapura e Taiwan.Nas informações divulgadas dentro do aplicativo, temos que o referido “passe de identificação” pode ser utilizado para confirmar sua idade ou identidade onde for aceito, não substituindo por óbvio a via física, ou seja, é indicado que seja mantida a versão do mundo real com você do mesmo jeito para evitar dor de cabeça.Clique aqui para ler mais

Carteira do Google lança ID Digital com Passaporte no Brasil; saiba como funciona
Fonte: Tudocelular

Adeus, Fitbit! Google deixa vazar sem querer o substituto do aplicativo

Adeus, Fitbit! Google deixa vazar sem querer o substituto do aplicativo

A marca Fitbit, uma das mais conhecidas no segmento de saúde e wearables, pode estar com os dias contados. Novos indícios encontrados pelo Android Authority em plataformas oficiais sugerem que o Google está preparando uma mudança significativa, substituindo gradualmente a identidade da empresa por uma abordagem mais alinhada ao seu próprio ecossistema.

Pistas surgiram a partir de imagens e referências encontradas em lojas digitais, indicando que a transição pode já estar em andamento. Um dos principais sinais dessa mudança é o surgimento do nome “Google Health Premium”.

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Adeus, Fitbit! Google deixa vazar sem querer o substituto do aplicativo
Fonte: Tudocelular

Google diz que 75% dos novos códigos da empresa são gerados por IA

Google diz que 75% dos novos códigos da empresa são gerados por IA

Google vai cobrar uso de IA em avaliações de desempenho de funcionários (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

O Google afirmou que 75% do novo código dos produtos da empresa é gerado por inteligência artificial e revisado por engenheiros humanos.
Migrações de código têm levado 6 vezes menos tempo ao combinar trabalho de engenheiros e agentes de IA.
Microsoft disse que 20% a 30% do código de alguns projetos já é escrito por IA; a Meta mira 55% das alterações com assistência de agentes de IA.

O Google declarou que 75% dos novos códigos dos produtos desenvolvidos pela empresa são gerados por inteligência artificial e revisados por engenheiros humanos. No quarto trimestre de 2025, esse número era de 50%.

A informação foi apresentada na quarta-feira (22/04), mesmo dia em que a empresa realizou um grande evento com foco em IA. A companhia também anunciou dois novos chips para treinamento de modelos e inferência e confirmou a chegada de uma nova Siri ainda em 2026, fruto da parceria com a Apple.

Como o Google está usando IA na programação?

Sundar Pichai ressaltou a contribuição da IA em tarefas complexas (foto: divulgação)

Como explica a Business Insider, a estratégia do Google é colocar os engenheiros para usar modelos Gemini para gerar código. Alguns receberam metas bastante específicas de uso da tecnologia, que serão consideradas nas avaliações de desempenho deste ano.

No Google DeepMind, braço da empresa dedicado à pesquisa em IA, alguns funcionários receberam autorização para usar o Claude Code. Segundo a publicação, isso causou um certo mal-estar dentro da companhia.

Seja como for, parece estar dando resultado. “Recentemente, uma migração de código particularmente complexa foi feita por agentes e engenheiros. Trabalhando juntos, eles conseguiram completar a tarefa seis vezes mais rapidamente do que seria possível há um ano, somente com engenheiros”, explica Sundar Pichai, CEO do Google.

Não são só os engenheiros que estão usando IA no Google. De acordo com uma reportagem de fevereiro de 2026 da Business Insider, gerentes têm cobrado que funcionários de cargos não-técnicos empreguem a tecnologia em suas tarefas, como para fazer anotações durante reuniões.

O que outras empresas estão fazendo com IA?

Em abril de 2025, Satya Nadella, CEO da Microsoft, disse que entre 20% e 30% dos códigos de alguns dos projetos da empresa estavam sendo escritos com IA. Kevin Scott, CTO da companhia, fez uma previsão de que 95% da programação será feita por essa tecnologia nos próximos cinco anos.

A Meta pretende que 55% das alterações de códigos feitas por engenheiros de software tenham assistência de agentes de IA. Para o segundo semestre de 2026, a companhia deseja que 65% dos engenheiros usem IA em 75% do código.

A gigante das redes sociais também pretende contar com um “clone de IA” de seu CEO e fundador, Mark Zuckerberg, para dar feedback a funcionários. A ideia é que eles se sintam mais próximos da cultura da empresa.

Com informações da Business Insider
Google diz que 75% dos novos códigos da empresa são gerados por IA

Google diz que 75% dos novos códigos da empresa são gerados por IA
Fonte: Tecnoblog

O que é Google Play? Conheça as funcionalidades da loja de apps do Google

O que é Google Play? Conheça as funcionalidades da loja de apps do Google

Google Play funciona a “central de distribuição” de apps para dispositivos Android (Imagem: Vítor Pádua/Tecnoblog)

O Google Play funciona como o principal hub de mídias e aplicativos para dispositivos com o sistema operacional Android. Desenvolvida pelo Google, a plataforma centraliza downloads seguros de ferramentas, jogos e conteúdos essenciais para o dia a dia do usuário.

Vinculada à conta Google, a pessoa sincroniza automaticamente a biblioteca de apps, livros e filmes entre smartphones, tablets e outros aparelhos. Essa integração facilita a gestão de softwares e permite que as preferências acompanhem os usuários em qualquer tela.

O acesso ao Google Play é totalmente gratuito, embora o catálogo ofereça tanto softwares grátis quanto opções pagas e assinaturas premium. As transações financeiras são protegidas por criptografia, garantindo que as compras e investimentos digitais ocorram com máxima segurança.

A seguir, conheça detalhadamente o que é o Google Play, seu funcionamento e recursos disponíveis. Também saiba as diferenças da plataforma com o Google Play Services e a App Store.

ÍndiceO que é Google Play?Para que serve o Google Play?Como funciona o Google PlayO que eu posso fazer no Google Play?Google Play é pago para usar?É possível baixar o Google Play no iPhone?Por que o Google Play não funciona?Tem como desativar o Google Play no celular?Qual é a diferença entre Google Play e Google Play Services?Qual é a diferença entre Google Play e App Store?

O que é Google Play?

O Google Play é o centro oficial de distribuição do Android, reunindo aplicativos, jogos e mídias digitais vinculadas diretamente a uma conta Google. A plataforma simplifica o ecossistema mobile, garantindo downloads seguros e a sincronização automática de conteúdos entre diversos dispositivos.

Para que serve o Google Play?

O Google Play atua como a vitrine digital do ecossistema Android, centralizando o download e a atualização de apps, jogos e conteúdos multimídia com segurança. A plataforma automatiza o gerenciamento de software, garantindo que as ferramentas e o entretenimento estejam sempre otimizados e protegidos contra vulnerabilidades.

O Google Play simplifica o download e o gerenciamento de apps nos aparelhos com sistema Android (imagem: André Fogaça/Tecnoblog)

Como funciona o Google Play

O Google Play funciona integrado a uma conta Google, sincronizando downloads e licenças automaticamente via nuvem em diferentes dispositivos. A interface facilita a instalação de pacotes de dados e protege transações financeiras com camadas robustas de criptografia. 

A loja possui um catálogo híbrido onde softwares gratuitos dividem espaço com mídias pagas e ferramentas de compra única. Rótulos informativos ajudam a identificar o que é premium, permitindo que o usuário controle o orçamento digital com clareza.

Aplicativos complexos geralmente exigem pagamento antecipado para liberar o download e o acesso total aos recursos. Já o modelo freemium monetiza por meio de anúncios ou assinaturas recorrentes, garantindo a manutenção contínua do serviço.

O formato de compras in-app varia de acordo com o aplicativo. Alguns softwares oferecem formas de pagamento próprias, enquanto outros utilizam o Google Play para a intermediação financeira por meio de métodos salvos, como cartões ou saldo vinculados à conta Google.

O Google Play centraliza o catálogo de softwares do sistema operacional Android (imagem: Reprodução/Google)

O que eu posso fazer no Google Play?

O Google Play vai além de uma vitrine de aplicativos, sendo o ecossistema central para quem busca produtividade e diversão em dispositivos Android. Essas são algumas funcionalidades disponíveis na plataforma:

Download e gestão multiplataforma: permite instalar aplicativos em smartphones, tablets, smart TVs e smartwatches, garantindo que os softwares essenciais funcionem de forma síncrona em múltiplos dispositivos compatíveis;

Gestão de biblioteca e atualizações de apps: centraliza a manutenção do sistema para otimizar a segurança e o desempenho, facilitando a reinstalação de programas vinculados à conta Google;

Catálogo de jogos e entretenimento: possibilita encontrar diversos jogos mobiles, oferecendo desde títulos casuais até experiências complexas que rodam offline ou em disputas competitivas com jogadores de todo o mundo;

Consumo de mídia e sincronização de progresso: disponibiliza um acervo vasto de filmes e livros digitais para compra ou aluguel, permitindo transições fluidas entre dispositivos sem perder o ponto da leitura;

Administração de assinaturas e pagamentos: organiza todos os serviços recorrentes e métodos de pagamento em um só painel, garantindo controle total sobre gastos com streaming e ferramentas profissionais;

Segurança familiar e filtros de conteúdo: oferece recursos de controle parental para gerenciar o que as crianças acessam, permitindo estabelecer limites de tempo de uso e aprovar transações financeiras remotamente.

O Google Play possibilta gerenciar assinaturas pelo celular e PC (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Google Play é pago para usar?

O acesso ao Google Play é gratuito e não exige taxas de adesão, funcionando como um ecossistema digital para o download de diversos softwares e mídias. A cobrança ocorre apenas na compra de aplicativos premium ou na aquisição direta de produtos como livros e filmes.

Muitas ferramentas adotam o modelo freemium, liberando o uso básico, mas cobrando por compras in-app ou assinaturas para remover anúncios. Há ainda o Google Play Pass, serviço opcional que libera um vasto catálogo de aplicativos mediante um valor fixo.

É possível baixar o Google Play no iPhone?

Não dá para instalar o Google Play no iPhone, já que o iOS da Apple é um ecossistema fechado que restringe lojas externas. Os aplicativos do Android utilizam a extensão APK, um formato de arquivo que o hardware e o sistema da Maçã simplesmente não conseguem processar nativamente.

Essa barreira técnica existe porque as APIs de ambos os sistemas falam “línguas” diferentes. Mesmo com modificações arriscadas no sistema, o iPhone rejeita esses apps por falta de bibliotecas de código compatíveis, mantendo ambas as plataformas em ecossistemas totalmente isolados.

O Google Play é uma plataforma de apps exclusiva dos dispositivos Android (imagem: Reprodução/Google)

Por que o Google Play não funciona?

Existem diversos fatores que podem impedir o funcionamento do Google Play. Os principais motivos são:

Conexão instável ou limitada: a loja exige conexão constante via Wi-Fi ou dados móveis para validar licenças e processar o download de pacotes pesados;

Acúmulo de cache e dados: arquivos temporários podem sofrer erros de leitura no armazenamento, travando a interface e impedindo que novas buscas sejam processadas corretamente;

Serviços Google desatualizados: o Google Play Services atua como a infraestrutura invisível do sistema. Se estiver defasado, a autenticação e a integração entre apps falham;

Versão obsoleta da Play Store: sem patches de segurança e estabilidade, o próprio aplicativo da loja pode apresentar telas em branco ou recusar o carregamento de imagens e ícones;

Armazenamento interno insuficiente: a falta de espaço físico impede a descompressão de novos arquivos, mantendo os downloads em um estado de “pendente” que não se resolve sozinho;

Erro na sincronização de data e hora: o sistema usa o relógio para validar certificados de segurança. Um horário errado faz com que os servidores do Google rejeitem a conexão;

Conflitos de autenticação na conta: problemas com login ou métodos de pagamento inválidos podem gerar alertas de segurança que restringem o acesso à biblioteca de compras;

Incompatibilidade de firmware ou hardware: versões muito antigas do Android dificultam a tentativa de instalar o Google Play no celular de forma estável, já que o suporte oficial é removido;

Indisponibilidade dos serviços Google: em casos raros, o problema pode ser uma queda global nos servidores ou restrições geográficas que bloqueiam conteúdos específicos no Brasil.

Google Play necessita estar constantemente conectado a internet para funcionar corretamente (Imagem: Vítor Pádua/Tecnoblog)

Tem como desativar o Google Play no celular?

Embora não seja possível desinstalar o Google Play sem permissões de acesso total ao sistema, o usuário pode desativá-lo nas configurações de aplicativos. Essa ação oculta o ícone do menu e interrompe o download de novos conteúdos, funcionando como uma suspensão do serviço.

No entanto, é preciso cautela, pois desativar o Google Play Services pode instabilizar o Android e comprometer funções essenciais, como a geolocalização. Outros softwares instalados também podem apresentar falhas em notificações e na sincronização de dados após essa restrição.

Qual é a diferença entre Google Play e Google Play Services?

O Google Play é a vitrine digital de conteúdo, acessada pelo app Play Store para o usuário baixar e gerenciar aplicativos, jogos e mídias manualmente. Ele funciona como um ambiente de interação direta, onde o usuário controla a conta e as instalações no dispositivo.

O Google Play Services é a camada invisível que conecta hardware e softwares, garantindo que recursos como geolocalização e autenticação funcionem sem interrupções. Ele opera em segundo plano como uma estrutura crítica de APIs, mantendo a segurança e a integração do sistema.

Qual é a diferença entre Google Play e App Store?

O Google Play é o “marketplace” oficial do ecossistema Android, atuando como uma vitrine integrada à conta Google para sincronizar aplicativos e mídias. A arquitetura prioriza a flexibilidade, permitindo uma distribuição em massa que se adapta a diversos fabricantes de hardware e diferentes especificações técnicas.

A App Store é a plataforma exclusiva da Apple para os sistemas da marca, sendo a única porta de entrada oficial para softwares em iPhones, iPads e Macs. O destaque da loja é o manual review, um rigoroso processo de curadoria humana que valida critérios de privacidade e design antes de qualquer lançamento.
O que é Google Play? Conheça as funcionalidades da loja de apps do Google

O que é Google Play? Conheça as funcionalidades da loja de apps do Google
Fonte: Tecnoblog

Carteira do Google ganha recurso que rastreia voos direto da tela de bloqueio do Android

Carteira do Google ganha recurso que rastreia voos direto da tela de bloqueio do Android

A Carteira do Google está recebendo uma atualização que pode otimizar a forma como usuários acompanham seus voos no dia a dia. A novidade aproveita recursos recentes do Android para exibir informações em tempo real sem a necessidade de abrir o aplicativo, trazendo mais praticidade para quem está em trânsito.

Essa funcionalidade é integrada ao sistema de Live Updates, mostrando progresso do voo por meio de uma notificação persistente com barra de status. Isso permite acompanhar desde o embarque até o trajeto no ar, desde que haja conexão disponível, tornando o recurso útil tanto para passageiros quanto para quem está monitorando viagens de terceiros.Clique aqui para ler mais

Carteira do Google ganha recurso que rastreia voos direto da tela de bloqueio do Android
Fonte: Tudocelular

Google pode ser obrigado a exibir dados sigilosos da Busca para concorrentes

Google pode ser obrigado a exibir dados sigilosos da Busca para concorrentes

A Comissão Europeia colocou a Busca do Google sob o microscópio em uma nova proposta regulatória. A medida pode forçar o Google a compartilhar dados considerados estratégicos com concorrentes, em nome de maior equilíbrio no mercado digital.

A iniciativa faz parte da aplicação da Lei dos Mercados Digitais (DMA), legislação criada para limitar o poder das grandes plataformas. O objetivo é reduzir barreiras de entrada e estimular a competição no setor de buscas online.De acordo com o rascunho apresentado pela Comissão Europeia, o Google teria de liberar acesso a informações sensíveis da Busca para concorrentes, incluindo dados sobre rankings, consultas realizadas por usuários, cliques e visualizações. O compartilhamento precisaria seguir critérios justos, razoáveis e não discriminatórios.Clique aqui para ler mais

Google pode ser obrigado a exibir dados sigilosos da Busca para concorrentes
Fonte: Tudocelular

Pixel Glow: Google Pixel 12 deve ter função inspirada nos celulares da Nothing

Pixel Glow: Google Pixel 12 deve ter função inspirada nos celulares da Nothing

O Google pode lançar um novo recurso visto em apenas alguns celulares no futuro Pixel 12. Chamado de Pixel Glow, a novidade foi encontrada em linhas de código do recém-lançado Android 17 Beta 4, mas já era referenciada como “Orbit” e “Soft animations” desde o Android 17 Beta 2.Segundo o Android Authority, as linhas de código mencionam que o celular poderá exibir alertas luminosos na traseira para indicar notificações, chamadas de contatos favoritos e outras interações, como ativação do Google Gemini:


Permite que o usuário configure o recurso Pixel Glow, que usa luz e cor sutis para informar o usuário quando o dispositivo estiver com a tela virada para baixo. Pixel Glow: luzes, efeitos, brilho, notificações, chamadas, alertas, contatos favoritos.Clique aqui para ler mais

Pixel Glow: Google Pixel 12 deve ter função inspirada nos celulares da Nothing
Fonte: Tudocelular

Google abraça o “Vibe Coding”: IAs acessam diretrizes atualizadas do Android para criar apps perfeitos

Google abraça o “Vibe Coding”: IAs acessam diretrizes atualizadas do Android para criar apps perfeitos

Enquanto programadores experientes ainda são necessários, hoje basicamente qualquer pessoa com uma ideia pode recorrer ao Gemini, ChatGPT ou Claude para escrever seu próprio app para Android.

A verdade é que, diferentemente de alguns anos atrás, o desenvolvimento de aplicativos atualmente caminha ao lado da inteligência artificial (IA). E agora, o Google quer que isso seja realizado da melhor forma.Embora úteis para diversos cenários de desenvolvimento, esses modelos de IA contam com algumas desvantagens; uma delas é que costumam criar aplicativos a partir de premissas e práticas desatualizadas, gerando apps ineficientes e/ou com bugs.Clique aqui para ler mais

Google abraça o “Vibe Coding”: IAs acessam diretrizes atualizadas do Android para criar apps perfeitos
Fonte: Tudocelular

Google lança aplicativo nativo do Gemini para Mac

Google lança aplicativo nativo do Gemini para Mac

Gemini substituiu Google Assistente em smartphones (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

Google lançou o aplicativo nativo do Gemini para macOS.
A novidade traz integração de tela e atalho para abrir uma barra de chat flutuante.
O app exige macOS 15 (Sequoia) ou versões superiores e usa compartilhamento de janela para extrair informações do que está na tela.

O Google lançou o aplicativo nativo do Gemini para macOS nesta quarta-feira (15/04). A nova experiência permite que usuários interajam com a IA sem a necessidade de abrir o navegador, integrando o assistente ao fluxo de trabalho no computador.

O software traz recursos como o compartilhamento de janela e o atalho Option + Space, que ativa uma barra de chat flutuante em qualquer parte do sistema. Para rodar o app, é preciso possuir um Mac com macOS 15 (Sequoia) ou versões superiores.

Segundo a empresa, esta primeira versão é o “alicerce” para um assistente de desktop mais proativo e pessoal que será desenvolvido nos próximos meses. Em fevereiro, a empresa lançou um agente autônomo para Android em mercados específicos.

Aplicativo já está disponível para download (imagem: divulgação)

O que o Gemini para Mac entrega?

O uso realmente lembra um sistema em fase beta. A versão desktop tem como diferencial a capacidade de entender o conteúdo que o usuário está visualizando com o compartilhamento de tela, mas não espere por um agente autônomo de IA.

Com a ferramenta, é possível solicitar resumos de arquivos locais ou análises de conteúdo visual sem precisar copiar e colar o texto. Para os usuários do sistema da gigante de Cupertino, a interface deve lembrar uma versão “aprimorada” do Spotlight da Apple, segundo o The Verge.

Gemini para macOS permite interagir com conteúdo no computador (imagem: divulgação/Google)

Para utilizar o compartilhamento de tela, o usuário precisa conceder permissões de acessibilidade ao sistema nas configurações do Mac. Uma vez autorizado, o assistente consegue extrair informações diretamente do que está aberto na tela para responder perguntas ou gerar insights.

Além disso, o plicativo preserva as funções encontradas na versão web:

Upload de arquivos: envio de fotos, documentos ou arquivos diretamente do Google Drive.

Geração de mídia: criação de imagens e vídeos sem sair da janela atual.

Histórico: acesso a conversas anteriores vinculadas à conta Google.

A plataforma nativa traz o histórico de conversas sincronizado com a conta Google, permitindo retomar chats iniciados em outros dispositivos.

Disputa de assistentes em desktop

O movimento do Google intensifica a concorrência com empresas como OpenAI (ChatGPT), Anthropic (Claude) e Perplexity pelo domínio da IA no desktop.

No entanto, de acordo com o The Verge, os aplicativos do ChatGPT e do Claude para Mac ainda possuem uma vantagem: eles oferecem recursos que permitem à IA realizar tarefas diretamente no computador.

Google lança aplicativo nativo do Gemini para Mac

Google lança aplicativo nativo do Gemini para Mac
Fonte: Tecnoblog