Category: Google

Google Chrome renova painel de configurações com a nova interface Material 3 Expressive

Google Chrome renova painel de configurações com a nova interface Material 3 Expressive

O Google Chrome para Android começou a receber mudanças no menu de configurações com o novo padrão visual Material 3 Expressive. A novidade é parte da reformulação do Android anunciada recentemente pela empresa e foca em reorganizar elementos da interface para torná-los mais claros, acessíveis e visualmente consistentes com o restante do sistema.

O novo visual do Google Chrome: O que muda com o Material 3 Expressive

Com a mais recente atualização, o Chrome passa a adotar o Material 3 Expressive, interface com ajustes visuais no layout e organização dos itens da seção de configurações. Dessa maneira, o usuário tem acesso a:


Seções mais bem definidas;
Melhor hierarquia visual;
Separação mais clara entre categorias.
Elementos mais destacados e acessíveis

Com o update, cada linha é exibida em cartões separados uns dos outros. Além disso, os botões e opções ficam mais evidentes, o que facilita a navegação dentro das configurações.Clique aqui para ler mais

Google Chrome renova painel de configurações com a nova interface Material 3 Expressive
Fonte: Tudocelular

Chrome 148: Google vai otimizar vídeos e áudios com técnica simples

Chrome 148: Google vai otimizar vídeos e áudios com técnica simples

Chrome 148: Google vai otimizar vídeos e áudios com técnica simples (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

Google Chrome 148 implementará técnica de “lazy loading” para vídeos e áudios, otimizando o carregamento desses conteúdos em páginas web;
“lazy loading” reduz o consumo de CPU e memória, melhora a experiência do usuário e pode economizar dados;
versão estável do Chrome 148, com essa funcionalidade, está prevista para 22 de abril de 2026.

Melhorar o desempenho do navegador é um desafio em uma web com cada vez mais recursos de mídia, que demandam largura de banda e processamento. Mas mudanças sutis podem fazer a diferença. Um exemplo virá do Chrome 148: o Google está testando, nessa versão, um modo de carregamento lento ou sob demanda (lazy loading) de vídeo e áudio.

Técnicas de lazy loading não são novidade para quem trabalha com desenvolvimento web. Basicamente, esta é uma abordagem em que determinado tipo de conteúdo de uma página só é carregado quando visualizado ou é estritamente necessário para uma aplicação.

Como exemplo, suponha que você esteja visualizando uma página que contém fotos. No comportamento típico, essas imagens seriam carregadas todas de uma vez pelo navegador. Com o carregamento sob demanda, elas só são carregadas quando você rola a página para visualizá-las.

O Chrome e os demais navegadores baseados no Chromium suportam o lazy loading para imagens e iframes (páginas incorporadas) pelo menos desde 2019 (começou com o Chrome 74, ainda em fase experimental).

O que os desenvolvedores do browser estão fazendo, agora, é testando a técnica para o carregamento de vídeos ou áudios incorporados a páginas web.

Google Chrome para PC (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Qual a vantagem disso? Por ser uma forma de carregamento inteligente, digamos assim, o lazy loading otimiza o consumo de CPU ou de memória RAM pelo navegador, pois somente recursos visualizados naquele momento são processados imediatamente.

Além disso, o carregamento gradual otimiza a renderização do conteúdo como um todo, melhora a experiência do usuário ao prevenir instabilidades e ajuda a economizar dados, pois, se o usuário sair da página antes de chegar ao seu final, nem todos os seus elementos serão carregados.

No caso de vídeos, é de se esperar melhoras em conteúdos do tipo hospedados no site que os exibe. Mas, no caso de vídeos incorporados do YouTube, pode não haver diferença, pois o serviço já tem um mecanismo assíncrono que otimiza o seu carregamento.

Quando o Chrome 148 será lançado oficialmente?

Atualmente, o Chrome 148 está em fase beta. A expectativa é a de que a sua correspondente versão estável seja lançada em 22 de abril de 2026 trazendo o lazy loading de vídeos e áudios entre seus atributos.

Com informações de PCWorld
Chrome 148: Google vai otimizar vídeos e áudios com técnica simples

Chrome 148: Google vai otimizar vídeos e áudios com técnica simples
Fonte: Tecnoblog

Google Meet chega ao CarPlay para permitir reuniões durante o trânsito

Google Meet chega ao CarPlay para permitir reuniões durante o trânsito

Google Meet no Apple CarPlay (imagem: reprodução/Google)

Resumo

Google Meet agora é compatível com Apple CarPlay, permitindo reuniões via áudio no painel do carro;
integração começou a ser liberada globalmente em 23 de março de 2026 e é válida para todos os usuários do Google Meet;
Google planeja integrar o Google Meet ao Android Auto em breve.

Você já teve que participar de uma reunião online no carro, usando o celular, por estar preso no trânsito? Essa situação vai ficar mais fácil de ser manejada para quem usa o Apple CarPlay: a plataforma agora conta com suporte oficial a videoconferências via Google Meet.

A novidade permite que o usuário participe de reuniões a partir do painel do carro. Por ali, pode-se visualizar a agenda de eventos e, quando a pessoa tiver que participar de uma chamada, poderá entrar nela com um único toque na tela.

O Google Meet para CarPlay permite que a reunião seja realizada via conexões móveis à internet, mas apenas reproduz áudio. Os demais participantes, se estiverem usando dispositivos como celulares, tablets e notebooks, poderão visualizar as imagens, mas quem estiver no carro só poderá escutar e falar.

Essa restrição tem um objetivo um tanto óbvio: evitar que a pessoa olhe para a tela durante a reunião e, com isso, deixe de prestar atenção no trânsito a ponto de causar um acidente.

Agenda de reuniões do Meet visualizada no CarPlay (imagem: reprodução/Google)

O Google Meet para CarPlay já está sendo liberado?

Sim, em escala global. O recurso estará ativado por padrão se você tiver o aplicativo do Google Meet instalado em seu iPhone. Então, bastará conectar o iPhone ao Apple CarPlay do veículo e tocar no ícone da ferramenta para iniciar uma reunião.

Observe, porém, que a implementação do recurso começou em 23 de março de 2026 e está sendo liberada gradualmente. Pode levar alguns dias para ela chegar até você, portanto. A novidade é válida tanto para clientes do Google Workspace quanto para usuários individuais (com uma Conta Google comum).

Talvez você esteja se perguntando sobre uma versão do Google Meet para Android Auto. Bom, o Google informou que essa integração já está a caminho e prometeu dar novidades a respeito “em breve”.

Antes de encerrar, vale destacar que serviços como Google Meet, Microsoft Teams e Zoom ganharam um rival nesta semana: o Proton Meet, que oferece recursos de privacidade entre seus diferenciais (dá até para realizar chamadas de vídeo anônimas).
Google Meet chega ao CarPlay para permitir reuniões durante o trânsito

Google Meet chega ao CarPlay para permitir reuniões durante o trânsito
Fonte: Tecnoblog

Google surpreende ao aumentar espaço e manter preço do One AI Pro

Google surpreende ao aumentar espaço e manter preço do One AI Pro

Google One AI Pro dobra capacidade máxima de armazenamento para assinantes (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Resumo

O Google One AI Pro oferece mais que o dobro de armazenamento agora: 5 TB; preço fica em  R$ 48,49 nos dois primeiros meses, depois R$ 96,99 mensais;
O plano inclui 1.000 créditos de IA para serviços como Flow e Whisk com o modelo Veo 3.1;
Outras opções para Inteligência Artificial incluem o Google One AI Plus com 200 GB e 200 créditos, e o Google One Ultra com 30 TB e 25 mil créditos.

O Google One AI Pro, assinatura para armazenamento extra na nuvem, recebeu um reajuste de espaço e agora oferece até 5 TB para os clientes. A novidade já está disponível no Brasil e sai a partir de R$ 48,49 em período promocional nos dois primeiros meses; depois, o valor volta aos R$ 96,99 originais. Esse é mais que o dobro de espaço oferecido no plano até então, que permitia guardar arquivos até 2 TB.

Agora, usuários interessados em uma quantidade menor de armazenamento podem optar pelo Google One Premium, com os mesmos 2 TB e mensalidade de R$ 49,99. Vale lembrar que os planos de IA começam em R$ 12,49 (One IA Plus de 200 GB), em preço promocional pelos seis primeiros meses.

O anúncio foi feito pelo Google nesta quarta-feira (01/04), conforme repercutiu o site especializado 9to5 Google, e logo em seguida o plano foi revisto no Brasil.

Com a novidade, agora são três opções de assinatura voltadas para o uso de inteligência artificial: Plus, Pro e Ultra. Enquanto os dois primeiros ficam em 200 GB e 5 TB, o plano mais alto permite até 30 TB de arquivos armazenados, entre fotos, documentos, emails e recursos premium de IA. Entre os serviços oferecidos pelo Google estão Gemini, NotebookLM, Flow, Whisk, entre outros.

Por que ter um plano específico de inteligência artificial?

As assinaturas oferecidas pelo Google para usuários profissionais das IAs têm, além do armazenamento extra, outras vantagens específicas. Entre elas estão a oferta de créditos de IA, que podem ser usados para acessar mais funções dentro dos serviços Flow e Whisk, voltados para criação de imagens e vídeos a partir do modelo Veo 3.1.

O plano One AI Plus, por exemplo, permite usar até 200 créditos mensais, enquanto o Google One AI Pro disponibiliza mil créditos para os usuários. Na opção Ultra, que custa elevados R$ 1.209,99 por mês, são 25 mil créditos. Este é claramente um plano mais adequado para empresas ligadas à criatividade, e não é o mais indicado para usuários que trabalham com a ferramenta de forma independente.

Recursos como o Gemini Live podem ser explorados com mais armazenamento disponível via Google One AI (imagem: divulgação)

Quem busca apenas expandir o armazenamento em serviços básicos do Google, por exemplo, pode recorrer aos planos One básicos, como o Lite, o Básico e o Padrão, com 30 GB, 100 GB e 200 GB, respectivamente. A opção Premium, por sua vez, tem 2 TB e também cobre recursos de IA.

Preços do Google One

Vamos considerar abaixo os principais planos do Google One oferecidos no Brasil, incluindo o Padrão, o AI Plus, o Premium e o AI Pro, já com os reajustes anunciados.

PadrãoAI PlusPremiumAI ProPreçoR$ 14,99R$ 12,50 (6 primeiros meses) / R$ 24,99 (padrão)R$ 49,99R$ 48,49 (2 primeiros meses) / R$ 96,99 (padrão)Armazenamento200 GB200 GB2 TB5 TBGmail, Docs, Sheets e maisSimSimSimSimCréditos de IANão200 créditos200 créditos1.000 créditosTabela elaborada pelo Tecnoblog com base em dados oficiais

Google surpreende ao aumentar espaço e manter preço do One AI Pro

Google surpreende ao aumentar espaço e manter preço do One AI Pro
Fonte: Tecnoblog

Proton Meet chega para competir com Zoom, Teams e Google Meet

Proton Meet chega para competir com Zoom, Teams e Google Meet

Proton Meet chega para competir com Zoom, Teams e Google Meet (imagem: reprodução/Proton)

Resumo

Proton Meet oferece videoconferências com criptografia de ponta a ponta e permite chamadas anônimas; novidade está disponível para web, Windows, macOS, Linux, Android e iOS;
Proton Workspace inclui e-mail, armazenamento, VPN, gerenciador de senhas e videoconferências. Oferece planos Standard (1 TB) e Premium (3 TB), também com foco em privacidade;
Proton Meet gratuito suporta até 50 participantes por 1 hora; plano profissional custa 7,99 euros/mês. Já Workspace Standard custa 14,99 euros/mês, e o Premium sai por 24,99 euros/mês.

A Proton continua expandindo o seu leque de serviços. As suas novidades mais recentes são o Proton Meet, serviço de videoconferência gratuito para reuniões de até uma hora, e o Proton Workspace, que reúne ferramentas de produtividade para disputar espaço com os ecossistemas do Google e da Microsoft, por exemplo.

Ambos são serviços focados em ambientes corporativos, embora não exclusivamente. A própria Proton explica que, apesar de ter começado suas atividades com ferramentas voltadas a usuários domésticos, a exemplo do Proton Mail e do Proton VPN, seus recursos também começaram a atrair empresas, daí os esforços direcionados a esse segmento.

Não por acaso, A Proton afirma ter, hoje, mais de 100 mil clientes corporativos que usam serviços como Proton Mail, Calendar, Drive/Docs/Sheets, Proton VPN e gerenciamento de senhas. O Proton Meet e o Proton Workspace complementam esses recursos.

Proton Meet: videoconferência criptografada

O Proton Meet chega para rivalizar com serviços como Zoom, Google Meet e Microsoft Teams. Um dos principais recursos da novidade é a realização de videoconferência com criptografia de ponta a ponta ativada por padrão e que é viabilizada por meio do protocolo Messaging Layer Security (MLS).

Outro atributo do Proton Meet está na possibilidade de chamadas de vídeo serem realizadas de modo anônimo e sem necessidade de login com uma conta Proton. Nessas circunstâncias, as reuniões online também não são gravadas ou registradas, o que torna esse modo de uso interessante para dissidentes e ativistas, exemplifica a Proton.

Seja ao falar com um médico, conduzir uma reunião de negócios ou checar como estão seus filhos, é natural esperar que essas interações sejam privadas e seguras por padrão.

Infelizmente, os players dominantes, como Google Meet e Zoom, simplesmente não oferecem essas garantias. É aí que entra o Proton Meet, combinando privacidade com conveniência.

Andy Yen, fundador e CEO da Proton

O Proton Meet tem versões para web (navegador), Windows, macOS, Linux, Android e iOS.

Versão web do Proton Meet (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

Proton Workspace: um pacote de serviços

O Proton Workspace concentra os recursos da plataforma em um pacote de serviços que inclui e-mail, armazenamento, VPN, gerenciador de senhas, videoconferências e afins.

As capacidades de cada ferramenta dependem do plano contratado. Por exemplo, o Proton Workspace Standard oferece armazenamento de 1 TB; já o Workspace Premium alcança 3 TB.

Em todas as opções, os princípios de privacidade que regem os produtos da Proton foram mantidos:

Vemos que as empresas estão adotando cada vez mais ecossistemas em vez de produtos e serviços individuais, e estamos ouvindo mais dos clientes, especialmente daqueles cautelosos com as práticas de dados das grandes empresas de tecnologia, que eles querem uma alternativa segura e em pacote, que corresponda à facilidade de migração e integração do Google ou da Microsoft, mas sem abrir mão da privacidade.

O lançamento do Proton Workspace é a próxima evolução das nossas ofertas empresariais para atender às necessidades desses clientes.

Andy Yen, fundador e CEO da Proton

Proton Workspace é um pacote de serviços (imagem: reprodução/Proton)

Preços do Proton Meet e do Proton Workspace

O Proton Meet pode ser usado gratuitamente por qualquer pessoa para chamadas de vídeo com até 50 participantes e duração de até uma hora.

Para quem precisa de mais recursos, como videoconferências com até 24 horas de duração ou com até 100 participantes, o Proton Meet Profissional aparece como uma opção com custo mensal de 7,99 euros por usuário.

Sobre o Proton Workspace, os preços são os seguintes:

Proton Workspace Standard: mensal de 14,99 euros ou anual equivalente a 12,99 por mês para cada usuário;

Proton Workspace Premium: mensal de 24,99 euros ou anual equivalente a 19,99 por mês para cada usuário.

O plano Standard inclui recursos como Proton Mail, Calendar, Drive, Docs e Sheets, Meet, VPN e Pass. Já o pacote Premium inclui os mesmos recursos, além de armazenamento expandido, mais participantes no Meet, assistente de IA Proton Lumo, entre outros atributos.
Proton Meet chega para competir com Zoom, Teams e Google Meet

Proton Meet chega para competir com Zoom, Teams e Google Meet
Fonte: Tecnoblog

Android 17 Beta 3: Google protege usuários de aparelhos auditivos contra sons altos

Android 17 Beta 3: Google protege usuários de aparelhos auditivos contra sons altos

O Android 17 Beta 3 atingiu a fase de estabilidade e trouxe uma atualização vital para a segurança e o conforto de usuários com deficiência auditiva. A nova build permite silenciar alertas repentinos e toques de chamadas diretamente nos aparelhos auditivos, evitando sustos e possíveis danos adicionais à audição.

Essa mudança representa um passo significativo para tornar o sistema operacional mais inclusivo e menos intrusivo para quem utiliza tecnologias assistivas em 2026.Localizados dentro das configurações de acessibilidade, dois novos botões permitem o gerenciamento preciso do que é transmitido para os dispositivos conectados via Bluetooth. O primeiro toggle impede que notificações soem dentro do aparelho, enquanto o segundo evita que toques de chamada e alarmes toquem em volumes excessivos.Clique aqui para ler mais

Android 17 Beta 3: Google protege usuários de aparelhos auditivos contra sons altos
Fonte: Tudocelular

Atualização Pixel Watch: Google corrige bug de passos e calorias no Fitbit

Atualização Pixel Watch: Google corrige bug de passos e calorias no Fitbit

Usuários de smartwatches Pixel enfrentaram um problema curioso — e frustrante — nas últimas semanas. Relatos indicavam que os relógios inteligentes estavam registrando passos e calorias de forma incorreta, mesmo durante atividades mínimas.

Agora, o Google confirmou oficialmente a falha e anunciou que a correção já começou a ser aplicada. De acordo com a empresa, o erro fazia com que alguns modelos contabilizassem dados acima do real, afetando diretamente métricas de saúde e condicionamento físico.

Clique aqui para ler mais

Atualização Pixel Watch: Google corrige bug de passos e calorias no Fitbit
Fonte: Tudocelular

YouTube começa a filtrar "AI slop" com enquetes para usuários

YouTube começa a filtrar “AI slop” com enquetes para usuários

Relatos de usuários indicam que o YouTube começou a testar uma nova ferramenta que pede a ajuda do público para identificar vídeos de baixa qualidade gerados por Inteligência Artificial, popularmente conhecidos como “AI slop”. O objetivo seria frear a enxurrada de conteúdos genéricos, que dominam as recomendações e prejudicam a experiência na plataforma, mas há discussões que sugerem que a ideia da gigante das buscas vai além.Segundo apontam postagens em diferentes redes sociais, uma janela de pesquisa começou a ser mostrada após a exibição de vídeos, que pergunta se o conteúdo “parece AI slop”. A avaliação oferece cinco opções de resposta, que variam de “nada” a “extremamente”.

O termo descreve vídeos produzidos com esforço mínimo por meio de IA, criados apenas para gerar cliques e receita, e que costumam apresentar erros visuais evidentes, vozes sintéticas monótonas ou roteiros confusos ou sem sentido. Com o avanço da tecnologia em outras frentes, essa identificação também tem sido dada a conteúdos e funcionalidades que apresentam uma estética bastante particular e geralmente desagradável, sendo o DLSS 5 um dos casos mais recentes.Clique aqui para ler mais

YouTube começa a filtrar “AI slop” com enquetes para usuários
Fonte: Tudocelular

YouTube e FIFA fecham parceria para a Copa do Mundo 2026

YouTube e FIFA fecham parceria para a Copa do Mundo 2026

O YouTube anunciou uma parceria oficial com a FIFA para a Copa do Mundo 2026. A plataforma passará a atuar como “Preferred Platform” do torneio, como uma forma de ampliar a distribuição de conteúdo e aproximar fãs do maior evento do futebol mundial.

O acordo surge com objetivo de oferecer novas formas de acompanhar a competição, prevista para ocorrer em três países da América do Norte. A edição de 2026 terá partidas disputadas no Canadá, México e Estados Unidos.Segundo a FIFA, a colaboração com o YouTube permitirá destacar conteúdos oficiais da Copa 2026 e ampliar oportunidades para parceiros de mídia e criadores digitais. A entidade pretende explorar o alcance do YouTube para aumentar visibilidade do torneio e atrair novas gerações de espectadores.Clique aqui para ler mais

YouTube e FIFA fecham parceria para a Copa do Mundo 2026
Fonte: Tudocelular

Google Chrome nativo para Linux em Arm chega ainda em 2026 com recursos aguardados

Google Chrome nativo para Linux em Arm chega ainda em 2026 com recursos aguardados

O Google confirmou que lançará uma versão nativa do Chrome para dispositivos Linux com arquitetura Arm. A novidade, prevista para estrear ainda em 2026, promete resolver gargalos de desempenho e trazer funções até então limitadas no sistema de código aberto.Atualmente, o navegador oficial existe apenas para plataformas x86, com CPUs AMD ou Intel. Quem utiliza Linux em máquinas munidas de processadores Arm precisa recorrer a soluções improvisadas, seja instalando o Chromium por meio de pacotes de terceiros (como snap ou flatpak), ou rodando a versão tradicional com emuladores. Ambas as soluções consomem recursos excessivos do sistema e entregam uma experiência inferior em fluidez e bateria.Com o lançamento, o Linux finalmente se igualará ao Windows e macOS, que já possuem esse suporte nativo há anos. A versão desenvolvida especificamente para o hardware vai destravar funcionalidades essenciais que faziam falta aos usuários, como:Clique aqui para ler mais

Google Chrome nativo para Linux em Arm chega ainda em 2026 com recursos aguardados
Fonte: Tudocelular