Category: Google

Pixel Glow: Google Pixel 12 deve ter função inspirada nos celulares da Nothing

Pixel Glow: Google Pixel 12 deve ter função inspirada nos celulares da Nothing

O Google pode lançar um novo recurso visto em apenas alguns celulares no futuro Pixel 12. Chamado de Pixel Glow, a novidade foi encontrada em linhas de código do recém-lançado Android 17 Beta 4, mas já era referenciada como “Orbit” e “Soft animations” desde o Android 17 Beta 2.Segundo o Android Authority, as linhas de código mencionam que o celular poderá exibir alertas luminosos na traseira para indicar notificações, chamadas de contatos favoritos e outras interações, como ativação do Google Gemini:


Permite que o usuário configure o recurso Pixel Glow, que usa luz e cor sutis para informar o usuário quando o dispositivo estiver com a tela virada para baixo. Pixel Glow: luzes, efeitos, brilho, notificações, chamadas, alertas, contatos favoritos.Clique aqui para ler mais

Pixel Glow: Google Pixel 12 deve ter função inspirada nos celulares da Nothing
Fonte: Tudocelular

Google abraça o “Vibe Coding”: IAs acessam diretrizes atualizadas do Android para criar apps perfeitos

Google abraça o “Vibe Coding”: IAs acessam diretrizes atualizadas do Android para criar apps perfeitos

Enquanto programadores experientes ainda são necessários, hoje basicamente qualquer pessoa com uma ideia pode recorrer ao Gemini, ChatGPT ou Claude para escrever seu próprio app para Android.

A verdade é que, diferentemente de alguns anos atrás, o desenvolvimento de aplicativos atualmente caminha ao lado da inteligência artificial (IA). E agora, o Google quer que isso seja realizado da melhor forma.Embora úteis para diversos cenários de desenvolvimento, esses modelos de IA contam com algumas desvantagens; uma delas é que costumam criar aplicativos a partir de premissas e práticas desatualizadas, gerando apps ineficientes e/ou com bugs.Clique aqui para ler mais

Google abraça o “Vibe Coding”: IAs acessam diretrizes atualizadas do Android para criar apps perfeitos
Fonte: Tudocelular

Google lança aplicativo nativo do Gemini para Mac

Google lança aplicativo nativo do Gemini para Mac

Gemini substituiu Google Assistente em smartphones (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

Google lançou o aplicativo nativo do Gemini para macOS.
A novidade traz integração de tela e atalho para abrir uma barra de chat flutuante.
O app exige macOS 15 (Sequoia) ou versões superiores e usa compartilhamento de janela para extrair informações do que está na tela.

O Google lançou o aplicativo nativo do Gemini para macOS nesta quarta-feira (15/04). A nova experiência permite que usuários interajam com a IA sem a necessidade de abrir o navegador, integrando o assistente ao fluxo de trabalho no computador.

O software traz recursos como o compartilhamento de janela e o atalho Option + Space, que ativa uma barra de chat flutuante em qualquer parte do sistema. Para rodar o app, é preciso possuir um Mac com macOS 15 (Sequoia) ou versões superiores.

Segundo a empresa, esta primeira versão é o “alicerce” para um assistente de desktop mais proativo e pessoal que será desenvolvido nos próximos meses. Em fevereiro, a empresa lançou um agente autônomo para Android em mercados específicos.

Aplicativo já está disponível para download (imagem: divulgação)

O que o Gemini para Mac entrega?

O uso realmente lembra um sistema em fase beta. A versão desktop tem como diferencial a capacidade de entender o conteúdo que o usuário está visualizando com o compartilhamento de tela, mas não espere por um agente autônomo de IA.

Com a ferramenta, é possível solicitar resumos de arquivos locais ou análises de conteúdo visual sem precisar copiar e colar o texto. Para os usuários do sistema da gigante de Cupertino, a interface deve lembrar uma versão “aprimorada” do Spotlight da Apple, segundo o The Verge.

Gemini para macOS permite interagir com conteúdo no computador (imagem: divulgação/Google)

Para utilizar o compartilhamento de tela, o usuário precisa conceder permissões de acessibilidade ao sistema nas configurações do Mac. Uma vez autorizado, o assistente consegue extrair informações diretamente do que está aberto na tela para responder perguntas ou gerar insights.

Além disso, o plicativo preserva as funções encontradas na versão web:

Upload de arquivos: envio de fotos, documentos ou arquivos diretamente do Google Drive.

Geração de mídia: criação de imagens e vídeos sem sair da janela atual.

Histórico: acesso a conversas anteriores vinculadas à conta Google.

A plataforma nativa traz o histórico de conversas sincronizado com a conta Google, permitindo retomar chats iniciados em outros dispositivos.

Disputa de assistentes em desktop

O movimento do Google intensifica a concorrência com empresas como OpenAI (ChatGPT), Anthropic (Claude) e Perplexity pelo domínio da IA no desktop.

No entanto, de acordo com o The Verge, os aplicativos do ChatGPT e do Claude para Mac ainda possuem uma vantagem: eles oferecem recursos que permitem à IA realizar tarefas diretamente no computador.

Google lança aplicativo nativo do Gemini para Mac

Google lança aplicativo nativo do Gemini para Mac
Fonte: Tecnoblog

YouTube Music ganha novo visual: veja as mudanças na tela 'Now Playing’

YouTube Music ganha novo visual: veja as mudanças na tela ‘Now Playing’

O Google segue implementando melhorias e modificações na tela de Now Playing do YouTube Music – interface que mostra o que está tocando no aplicativo. Com a chegada da versão 9.14 para Android e iOS, o recurso recebeu novas atualizações.

A mudança que mais chama a atenção está no topo da tela. Os segmentos que antes traziam as nomenclaturas “Música” e “Vídeo” agora exibem apenas ícones representativos, ocupando menos espaço. Veja a comparação:A parte inferior da tela também passou por alterações. As abas de “Letras” e “Relacionados” não aparecem mais no rodapé; o espaço agora é ocupado pelo menu com a fila de reprodução.Clique aqui para ler mais

YouTube Music ganha novo visual: veja as mudanças na tela ‘Now Playing’
Fonte: Tudocelular

Gmail corporativo ganha criptografia de ponta a ponta no Android e iPhone

Gmail corporativo ganha criptografia de ponta a ponta no Android e iPhone

Contas gratuitas do Google ficam de fora (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

O Google expandiu a tecnologia de criptografia de ponta a ponta para o aplicativo oficial do Gmail nos celulares. A partir de agora, usuários de Android e iPhone ganham uma camada extra de proteção que garante a confidencialidade de dados sigilosos no ambiente corporativo. O bloqueio impede até mesmo a própria gigante de buscas ou terceiros de acessarem ou interceptarem o conteúdo das mensagens.

Segundo detalhes divulgados no blog oficial do Google Workspace, a novidade permite redigir e ler emails de alta segurança direto pelo aplicativo móvel. A grande sacada é a praticidade: a empresa eliminou a necessidade de softwares adicionais ou chaves de decodificação complexas.

Na prática, a ferramenta funciona sob o modelo de Criptografia do Lado do Cliente (CSE, na sigla em inglês). Diferentemente da proteção padrão do serviço — onde o Google gerencia as chaves criptográficas —, no modelo CSE é a própria organização que mantém o controle total, ou seja, essas chaves ficam armazenadas fora dos servidores do Google.

A versão web do Gmail já contava com o modelo CSE desde o início de 2023. A adaptação para os smartphones começou a ser testada em fase beta em abril de 2025 e chega agora em sua versão final.

Quem pode usar a nova criptografia do Gmail no celular?

Recurso de segurança exige assinaturas específicas (Imagem: Solen Feyissa/Unsplash)

Se você usa o e-mail tradicional do Google no dia a dia, não crie expectativas. O recurso não está disponível para contas gratuitas (com o sufixo @gmail.com) e também deixa de fora os planos básicos do Google Workspace. O foco aqui é o mercado corporativo e as instituições de ensino.

Para ter acesso, a organização precisa possuir licenças específicas (Workspace Enterprise Plus, Education Plus ou Education Standard). E não para por aí: a empresa também precisa ter adquirido alguns complementos (Assured Controls ou Assured Controls Plus). Sem esse combo comercial, a função nem aparece no aplicativo.

A experiência de quem recebe o email blindado também depende da plataforma. Se o destinatário também usar o aplicativo oficial do Gmail no celular, a mensagem será entregue e exibida como uma conversa normal na caixa de entrada, com toda a decodificação acontecendo silenciosamente em segundo plano. Mas e se a pessoa usar outro cliente de e-mail, como o Outlook? Aí o processo muda. O usuário recebe uma notificação e é direcionado para abrir, ler e responder à mensagem pelo navegador web do próprio smartphone.

Como ativar a criptografia adicional no Gmail?

A liberação exige que o departamento de TI dê o primeiro passo. Os administradores da rede precisam habilitar o suporte ao recurso para os clientes Android e iOS. Com tudo liberado no servidor, enviar uma mensagem blindada pelo celular é simples:

Abra o aplicativo do Gmail e toque no botão para criar uma nova mensagem;

Na tela de composição, toque no ícone de cadeado;

No menu suspenso, selecione a opção “Criptografia adicional”.

Usuários devem ativar opção “Criptografia adicional” antes de enviar mensagens (imagem: reprodução/Google)

A partir desse momento, tanto o texto digitado quanto qualquer anexo inserido serão criptografados no próprio aparelho, antes mesmo de começarem a trafegar pela internet.

O recurso já está disponível no Brasil?

A novidade já está liberada para o mercado brasileiro, mas segue a mesma cartilha global e não há período de testes gratuito para usuários comuns e empresas com planos mais acessíveis (como o Business Starter ou Business Standard). Qualquer corporação ou instituição de ensino no Brasil que assine o combo exigido já pode configurar e utilizar a ferramenta de criptografia em seus aparelhos móveis.
Gmail corporativo ganha criptografia de ponta a ponta no Android e iPhone

Gmail corporativo ganha criptografia de ponta a ponta no Android e iPhone
Fonte: Tecnoblog

YouTube libera função de "clones de IA" para criadores de conteúdo nos Shorts

YouTube libera função de “clones de IA” para criadores de conteúdo nos Shorts

Criadores de conteúdo do YouTube Shorts agora podem gerar clones digitais de si mesmos para estrelar vídeos curtos, conforme anunciou o Google em postagem feita nesta quarta-feira (8). A novidade, anunciada originalmente em janeiro, usa Inteligência Artificial para replicar rosto e voz, expandindo o trabalho já feito após a chegada do modelo Veo à plataforma.Conforme explica a gigante das buscas na publicação, para ter acesso à novidade, o usuário precisa ter mais de 18 anos e um canal no YouTube. O processo de criação é feito diretamente no aplicativo principal do serviço ou no YouTube Create, e envolve uma captura ao vivo (“live selfie”) para registrar as feições e a voz.

Com o avatar pronto, o criador pode então usar prompts de texto para gerar cenas inéditas do zero ou inserir sua versão de IA dentro de um clipe de Shorts já existente, oferecendo amplas flexibilidade e personalização, e abrindo novas possibilidades.Clique aqui para ler mais

YouTube libera função de “clones de IA” para criadores de conteúdo nos Shorts
Fonte: Tudocelular

Mais controle: Android 17 vai mudar forma de compartilhar contatos

Mais controle: Android 17 vai mudar forma de compartilhar contatos

Novidade garante que os apps não espionem quem você conhece (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

O Android 17 terá o Seletor de Contatos, que permite compartilhar contatos individuais sem conceder acesso à agenda completa.
O sistema atua como intermediário: o aplicativo recebe acesso temporário apenas aos registros e campos escolhidos, como e-mail ou telefone.
A versão final do Android 17, atualmente em fase beta, pode chegar entre junho e julho de 2026.

Os aplicativos móveis são conhecidos pela “fome” de dados pessoais, e cabe ao sistema impor limites a esse apetite. No ecossistema do Google, uma das permissões mais invasivas está com os dias contados: o Android 17 terá um novo Seletor de Contatos que deve dar ao usuário o controle que faltava há anos na gestão da agenda.

A mudança resolveria um problema crônico de privacidade: o modelo de permissões amplo demais, do tipo “tudo ou nada”. Atualmente, se você precisa compartilhar um único número de telefone com um aplicativo de entregas, por exemplo, o Android exige a permissão READ_CONTACTS, que entrega de bandeja nomes, e-mails, endereços, fotos e até anotações privadas de todos os seus contatos salvos para terceiros.

Com a atualização, o sistema passa a agir como um intermediário, permitindo a seleção de registros individuais sem que um app sequer saiba quem mais está na sua agenda.

Como vai funcionar o Seletor de Contatos do Android 17?

O funcionamento é inspirado no Seletor de Fotos, introduzido no Android 13. Em vez de o app enxergar toda a lista de contatos, haverá uma interface para pesquisar e selecionar apenas quem deseja compartilhar. No blog oficial, a gerente sênior de produto do Google, Roxanna Aliabadi Walker, afirma que a interface inclui uma barra de busca e suporte para seleção múltipla sem expor o restante da agenda.

Para o usuário, a experiência é transparente: após escolher as pessoas, basta tocar em “Concluído” e o aplicativo recebe um acesso temporário apenas àquelas informações. A ferramenta também reduz a sobrecarga do sistema. Isso significa menos gasto de bateria e memória em comparação ao método antigo, que exigia consultas individuais e lentas.

Assim que o app processa os dados, o acesso expira, impedindo que continue monitorando sua agenda em segundo plano.

Interface permite selecionar contatos individuais antes de compartilhar (imagem: reprodução/Google)

Mais controle para o usuário

Conforme reportado pelo portal MakeUseOf, a permissão de contatos era uma das poucas que ainda contava com acesso limitado no Android. Enquanto o acesso à localização e à galeria de fotos ganhou camadas de proteção nos últimos anos, a agenda permanecia uma caixa aberta aos desenvolvedores. O Android 17 permitirá solicitar apenas campos específicos.

Se um app precisa apenas do e-mail, o desenvolvedor vai poder configurar a solicitação para receber rigorosamente essa informação, e não o número de telefone ou a foto de perfil do contato. O Google reforça que a recomendação agora é pedir apenas o que é essencial para um recurso funcionar. “A abordagem antiga frequentemente concedia aos aplicativos mais dados do que o necessário”, admite a empresa.

Vale destacar que o Android 17 está atualmente em fase beta. Se o cronograma habitual do Google for seguido, a versão final deve chegar aos smartphones da linha Pixel e de outras fabricantes parceiras entre junho e julho de 2026.
Mais controle: Android 17 vai mudar forma de compartilhar contatos

Mais controle: Android 17 vai mudar forma de compartilhar contatos
Fonte: Tecnoblog

Google Fotos remove opções adicionais para edição de fotos com IA; entenda como isso é bom

Google Fotos remove opções adicionais para edição de fotos com IA; entenda como isso é bom

O Google Fotos oferece várias ferramentas adicionais para celulares Google Pixel, tais como edição de foto com o Help Me Edit e filtros de IA. Entretanto, o Google está testando uma simplificação destas opções, removendo versões adicionais ao terminar de modificar suas mídias.A novidade foi apontada primeiro pelo usuário @y7kka do Telegram ao Android Authority, que conseguiu replicar a alteração usando engenharia reversa na versão 7.69.0.890655694 do Google Fotos para Android.

Nela, o filtro de inteligência artificial do Google Fotos AI Enhance apresenta apenas um resultado final ao invés de três. A versão atual é nomeada como AI Enhance II, enquanto a aprimorada é identificada como AI Enhance I.Clique aqui para ler mais

Google Fotos remove opções adicionais para edição de fotos com IA; entenda como isso é bom
Fonte: Tudocelular

Google Chrome renova painel de configurações com a nova interface Material 3 Expressive

Google Chrome renova painel de configurações com a nova interface Material 3 Expressive

O Google Chrome para Android começou a receber mudanças no menu de configurações com o novo padrão visual Material 3 Expressive. A novidade é parte da reformulação do Android anunciada recentemente pela empresa e foca em reorganizar elementos da interface para torná-los mais claros, acessíveis e visualmente consistentes com o restante do sistema.

O novo visual do Google Chrome: O que muda com o Material 3 Expressive

Com a mais recente atualização, o Chrome passa a adotar o Material 3 Expressive, interface com ajustes visuais no layout e organização dos itens da seção de configurações. Dessa maneira, o usuário tem acesso a:


Seções mais bem definidas;
Melhor hierarquia visual;
Separação mais clara entre categorias.
Elementos mais destacados e acessíveis

Com o update, cada linha é exibida em cartões separados uns dos outros. Além disso, os botões e opções ficam mais evidentes, o que facilita a navegação dentro das configurações.Clique aqui para ler mais

Google Chrome renova painel de configurações com a nova interface Material 3 Expressive
Fonte: Tudocelular

Chrome 148: Google vai otimizar vídeos e áudios com técnica simples

Chrome 148: Google vai otimizar vídeos e áudios com técnica simples

Chrome 148: Google vai otimizar vídeos e áudios com técnica simples (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

Google Chrome 148 implementará técnica de “lazy loading” para vídeos e áudios, otimizando o carregamento desses conteúdos em páginas web;
“lazy loading” reduz o consumo de CPU e memória, melhora a experiência do usuário e pode economizar dados;
versão estável do Chrome 148, com essa funcionalidade, está prevista para 22 de abril de 2026.

Melhorar o desempenho do navegador é um desafio em uma web com cada vez mais recursos de mídia, que demandam largura de banda e processamento. Mas mudanças sutis podem fazer a diferença. Um exemplo virá do Chrome 148: o Google está testando, nessa versão, um modo de carregamento lento ou sob demanda (lazy loading) de vídeo e áudio.

Técnicas de lazy loading não são novidade para quem trabalha com desenvolvimento web. Basicamente, esta é uma abordagem em que determinado tipo de conteúdo de uma página só é carregado quando visualizado ou é estritamente necessário para uma aplicação.

Como exemplo, suponha que você esteja visualizando uma página que contém fotos. No comportamento típico, essas imagens seriam carregadas todas de uma vez pelo navegador. Com o carregamento sob demanda, elas só são carregadas quando você rola a página para visualizá-las.

O Chrome e os demais navegadores baseados no Chromium suportam o lazy loading para imagens e iframes (páginas incorporadas) pelo menos desde 2019 (começou com o Chrome 74, ainda em fase experimental).

O que os desenvolvedores do browser estão fazendo, agora, é testando a técnica para o carregamento de vídeos ou áudios incorporados a páginas web.

Google Chrome para PC (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Qual a vantagem disso? Por ser uma forma de carregamento inteligente, digamos assim, o lazy loading otimiza o consumo de CPU ou de memória RAM pelo navegador, pois somente recursos visualizados naquele momento são processados imediatamente.

Além disso, o carregamento gradual otimiza a renderização do conteúdo como um todo, melhora a experiência do usuário ao prevenir instabilidades e ajuda a economizar dados, pois, se o usuário sair da página antes de chegar ao seu final, nem todos os seus elementos serão carregados.

No caso de vídeos, é de se esperar melhoras em conteúdos do tipo hospedados no site que os exibe. Mas, no caso de vídeos incorporados do YouTube, pode não haver diferença, pois o serviço já tem um mecanismo assíncrono que otimiza o seu carregamento.

Quando o Chrome 148 será lançado oficialmente?

Atualmente, o Chrome 148 está em fase beta. A expectativa é a de que a sua correspondente versão estável seja lançada em 22 de abril de 2026 trazendo o lazy loading de vídeos e áudios entre seus atributos.

Com informações de PCWorld
Chrome 148: Google vai otimizar vídeos e áudios com técnica simples

Chrome 148: Google vai otimizar vídeos e áudios com técnica simples
Fonte: Tecnoblog