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Android 17 terá recurso para combater vício em redes sociais

Android 17 terá recurso para combater vício em redes sociais

Novo função do Android 17 quer frear a rolagem infinita nas redes sociais (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

Android 17 terá um recurso para ajudar a combater o vício em redes sociais.
O Pause Point vai exigir uma espera de 10 segundos antes de abrir aplicativos considerados “viciantes”, como Instagram e TikTok.
Durante a espera, o Android deve sugerir atividades mais construtivas e permitir visualizar fotos pessoais.

O Google revelou um novo recurso que chegará nativamente com o Android 17 para ajudar a combater o doomscrolling — hábito de ficar rolando a tela do celular de forma viciosa. Chamada Pause Point, a função cria uma trava de segurança: em vez de só alertar o usuário sobre o tempo excessivo de uso, agora o sistema exige uma espera obrigatória antes de abrir apps classificados como distrações.

A novidade deve congelar a inicialização de um app por 10 segundos, caso ele seja marcado pelo usuário como “viciante”. A tela, no entanto, não ficará apagada durante esse intervalo: o Android vai aproveitar esse tempo para sugerir atividades mais construtivas.

O recurso vai exibir desde atalhos para um exercício rápido de respiração até recomendações de aplicativos úteis instalados no celular. Há ainda a opção de visualizar um carrossel com fotos pessoais, funcionando como um estímulo visual para o usuário sair um pouco da tela.

Aplicativos de terceiros focados em controle de tempo, como Finch ou Focus Friend, já têm seu público fiel. O grande trunfo do Pause Point, no entanto, é rodar de forma nativa, o que deve tornar a trava mais difícil de ser ignorada.

Recurso nativo deve ajudar mais o usuário

Recurso aproveita o intervalo obrigatório para sugerir um respiro (imagem: reprodução/Google)

A principal diferença está no momento em que a intervenção acontece. Os limites de tempo tradicionais do Android, lançados em 2018, costumam falhar porque dependem da força de vontade do usuário. A pessoa estoura a cota de uso, recebe um alerta na tela e, na maioria das vezes, o ignora para continuar navegando.

O 9to5Google destaca que, ao bloquear a abertura do aplicativo logo no primeiro toque, a nova função corta a descarga imediata de dopamina gerada pelo carregamento do feed. O usuário é forçado a parar e decidir se realmente quer gastar tempo naquela plataforma ou se o clique foi apenas um movimento no “piloto automático”.

Se, após os 10 segundos, a pessoa confirmar que deseja abrir a rede social, o Android permite até configurar um cronômetro para aquela sessão específica.

Vale mencionar que, para desativar completamente o recurso, será necessário reiniciar o smartphone — uma camada extra criada para dificultar o desligamento da função por impulso. A versão estável do Android 17, que incluirá a novidade, está prevista para junho.

Resposta contra os algoritmos

A aplicação dessa ferramenta mais agressiva não acontece por acaso. O Google apresentou o Pause Point no momento em que governos do mundo todo elaboram planos para restringir ou até proibir o uso de redes sociais por menores de idade.

Ao integrar essa barreira de uso ao sistema móvel mais popular do mundo, o Google se posiciona como parte da solução. O diretor de operações de produto da divisão de Plataformas e Ecossistemas do Google, Dieter Bohn, pontuou durante coletiva de imprensa que a empresa reconhece o problema.

“O Android está mais poderoso do que nunca, mas também queremos oferecer as ferramentas para você se desconectar quando precisar”, afirmou. “Acho que todos nós já pegamos o celular, abrimos algum aplicativo e ficamos no piloto automático, e uma hora se passou.”

O Google já confirmou que mais recursos focados em combater o tempo de tela abusivo serão lançados nos próximos meses.
Android 17 terá recurso para combater vício em redes sociais

Android 17 terá recurso para combater vício em redes sociais
Fonte: Tecnoblog

Googlebook terá versões com chips Intel, Qualcomm e MediaTek

Googlebook terá versões com chips Intel, Qualcomm e MediaTek

Googlebook terá versões com chips Intel, Qualcomm e MediaTek (imagem: reprodução/Google)

Resumo

Googlebook terá versões com processadores Intel, Qualcomm e MediaTek, confirma Google;
dispositivos serão equipados com “hardware premium” e terão suporte à execução nativa de aplicativos Android;
primeiros modelos do Googlebook serão lançados no outono de 2026, com parcerias firmadas com Acer, Asus, Dell, HP e Lenovo.

O Google revelou a categoria de laptops Googlebook nesta semana, mas ainda mantendo mistério sobre várias características da novidade. Os requisitos de hardware dessas máquinas ainda não foram divulgados, por exemplo. Mas já se sabe que eles serão equipados com processadores de marcas como Intel, Qualcomm e MediaTek.

Para quem não viu, vale uma rápida introdução: os Googlebooks são notebooks de categoria premium que foram desenvolvidos para executar aplicações de IA — o Gemini Intelligence, para ser preciso —, bem como aplicativos para Android.

O Google ainda não confirmou oficialmente qual é o sistema operacional desses equipamentos, mas há indícios fortíssimos de que se trata do Aluminium OS, basicamente, uma mistura de Android com ChromeOS.

Sobre as especificações técnicas, o Google comentou apenas que os Googlebooks contarão com “hardware premium”, sem entrar em detalhes. Eis então que, via X, a Intel revelou que é parceira do Google no projeto:

Estamos empolgados em nos unirmos ao Google em algo que temos construído com eles — o Googlebook.

Dispositivos premium e poderosos projetados para Inteligência. Mal podemos esperar para colocá-lo em suas mãos neste outono [último trimestre de 2026].

Esse é um indício de que os Googlebooks serão compatíveis com a arquitetura x86, certo? Certo. A confirmação veio por meio de uma entrevista de John Maletis, vice-presidente de gerenciamento de produtos do Google, ao site Chrome Unboxed.

Na conversa, o executivo revelou que haverá Googlebooks baseados em chips Intel. Mas não exclusivamente. Ainda segundo Maletis, também haverá modelos equipados com processadores da Qualcomm e da MediaTek.

Isso significa que os Googlebooks serão compatíveis tanto com a arquitetura Arm, como esperado, quanto com a arquitetura x86 (a não ser que a Intel lance um chip Arm para a linha, mas isso é improvável).

Quantidade de memória RAM? Capacidade de armazenamento interno? GPU? Nada disso foi comentado pelo Google até o momento. Mas Maletis garantiu que os Googlebooks contarão com hardware de alta qualidade em prol de uma experiência satisfatória — podemos até esperar pela execução nativa de apps para Android (sem emulação).

Googlebook é oficial (imagem: reprodução/Google)

Quando o Googlebook será lançado?

De acordo com o Google, os primeiros modelos do Googlebook chegarão aos consumidores no outono americano, isto é, entre setembro e dezembro de 2026.

A companhia já confirmou parcerias com marcas como Acer, Asus, Dell, HP e Lenovo para a fabricação e a distribuição desses laptops.
Googlebook terá versões com chips Intel, Qualcomm e MediaTek

Googlebook terá versões com chips Intel, Qualcomm e MediaTek
Fonte: Tecnoblog

Google fora do ar? Busca apresenta instabilidade e erro de servidor

Google fora do ar? Busca apresenta instabilidade e erro de servidor

Sempre que achamos que a internet está com problemas, não é incomum abrirmos o Google e fazermos uma pesquisa qualquer; mas e quando o erro está no próprio buscador? Ao que tudo indica, a Busca do Google passou por uma interrupção generalizada hoje (12).

De acordo com vários usuários no Reddit e no X (ex-Twitter), a seção de pesquisa da empresa apresentou, hoje mais cedo, problemas em países como Estados Unidos, Coreia do Sul, Índia, Filipinas e outros. Aparentemente, o Brasil não chegou a ser afetado.De acordo com relatos e capturas de tela, a página de pesquisa não estava carregando, apresentando um erro interno de servidor. Segundo os gráficos do Downdetector, plataforma online que monitora o status de diversos serviços em tempo real, o pico das falhas aconteceu por volta das 2h da manhã, pelo horário de Brasília.Clique aqui para ler mais

Google fora do ar? Busca apresenta instabilidade e erro de servidor
Fonte: Tudocelular

Meta e Google tentam reverter decisão histórica sobre vício em redes sociais

Meta e Google tentam reverter decisão histórica sobre vício em redes sociais

Veredito pode servir como base para milhares de processos (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

Meta e Google pediram a anulação da condenação de US$ 6 milhões por danos à saúde mental de uma jovem nos EUA.
Segundo a Justiça, as empresas criaram aplicativos “para viciar os usuários”.
Ambas as companhias alegam isenção de responsabilidade pelo conteúdo publicado em suas plataformas e solicitam um novo julgamento.

A Meta e a Alphabet (empresa-mãe do Google) entraram com um pedido formal na Justiça de Los Angeles, na Califórnia (EUA), para tentar anular o veredito histórico que condenou as empresas a pagarem US$ 6 milhões (cerca de R$ 31,4 milhões) por danos à saúde mental de uma jovem.

Segundo a agência Reuters, o recurso busca reverter a decisão de março, que classificou os aplicativos das companhias como “produtos desenvolvidos para viciar os usuários”. Caso o juiz recuse o pedido de anulação, as empresas exigem a realização de um novo julgamento.

A multa milionária foi dividida entre as big techs. A Meta ficou responsável por 70% do valor (US$ 4,2 milhões), enquanto o YouTube deverá arcar com os 30% restantes (US$ 1,8 milhão). O TikTok e o Snapchat também eram alvos da ação original, mas fecharam acordos com a autora antes do início das audiências.

A condenação marcou uma derrota de peso para as empresas, validando a tese de que elas não alertam o público sobre os perigos atrelados ao uso prolongado de seus serviços.

Big techs buscam suporte em lei de 1996

Decisão estipulou multa de US$ 6 milhões às empresas (imagem: Robin Worrall/Unsplash)

Para tentar derrubar a sentença, as plataformas se apoiam na Seção 230 da Lei de Decência nas Comunicações (Communications Decency Act), uma legislação federal norte-americana de 1996.

Essa norma funciona como um escudo legal, isentando as empresas de responsabilidade pelo conteúdo publicado por terceiros. Na petição enviada à corte, a Meta argumenta que as evidências mostradas durante o julgamento conectaram os problemas da autora aos vídeos que ela consumia, e não aos recursos dos aplicativos.

Se um caso idêntico fosse julgado na Justiça brasileira, por exemplo, a disputa seguiria um roteiro parecido, esbarrando no Marco Civil da Internet — que também blinda as redes sociais de responsabilização direta pelo que os usuários postam.

Contudo, como o foco da ação é o design da plataforma, o processo cairia no escopo do Código de Defesa do Consumidor (CDC) e do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). Ao argumentar que a interface do aplicativo é um “produto defeituoso” e perigoso para menores, a Justiça do Brasil poderia condenar as big techs por falha na prestação do serviço, desviando da proteção do Marco Civil.

Ação desvia da lei que isenta redes sociais por conteúdo de terceiros (imagem: Jeremy Zero/Unsplash)

Foi exatamente essa a estratégia que a equipe de acusação utilizou nos Estados Unidos para contornar a lei local. Os advogados da jovem de 20 anos, identificada no processo como Kaley GM, tiraram o foco das postagens e miraram na arquitetura das plataformas.

Com isso, eles conseguiram provar aos jurados que as empresas implementaram propositalmente ferramentas como rolagem infinita, reprodução automática de vídeos, notificações ininterruptas e filtros de beleza.

Essa combinação de recursos, segundo a acusação, cria um ecossistema comparável a um cassino digital para forçar o engajamento e o uso compulsivo. Nos autos do processo, a autora relata que começou a consumir o YouTube aos seis anos de idade e criou seu Instagram aos onze. O tempo excessivo de tela induzido por essas mecânicas teria provocado depressão e pensamentos suicidas.

Desfecho do caso pode ser histórico

O júri que avaliou o caso concluiu que os executivos das redes sociais não apenas conheciam os riscos associados aos seus produtos, mas falharam na adoção de medidas para proteger o público infantojuvenil. O resultado desse embate não afeta apenas o Google e a Meta, mas serve como um termômetro jurídico que guiará as negociações e sentenças de mais de 2 mil ações parecidas só no estado da Califórnia.

Em entrevista à CNBC, Joseph VanZandt, co-líder dos advogados de acusação, resumiu o peso da decisão e o recado dado às empresas: “é um referendo para toda uma indústria de que a responsabilização chegou”.
Meta e Google tentam reverter decisão histórica sobre vício em redes sociais

Meta e Google tentam reverter decisão histórica sobre vício em redes sociais
Fonte: Tecnoblog

Esquecido no churrasco, Google Tasks finalmente recebe o Material 3 Expressive

Esquecido no churrasco, Google Tasks finalmente recebe o Material 3 Expressive

O Google começou a liberar uma atualização visual importante para o widget do Tasks. A mudança faz parte da expansão do Material 3 Expressive, que a empresa já implementou em boa parte do seu portfólio, desde o Telefone, Gmail, Gboard, Carteira e até mesmo na Play Store.

A novidade apareceu na versão 2026.04.27.x do aplicativo, embora a ativação esteja acontecendo via servidor. Entre as mudanças mais visíveis está o novo botão de adicionar tarefas, que agora aparece dentro de uma cápsula colorida com contraste mais forte em relação ao fundo do widget, facilitando a identificação e o acesso rápido à função principal.Clique aqui para ler mais

Esquecido no churrasco, Google Tasks finalmente recebe o Material 3 Expressive
Fonte: Tudocelular

Bug no YouTube pode consumir até 7 GB de memória RAM

Bug no YouTube pode consumir até 7 GB de memória RAM

Consumo anormal de recursos tem feito abas do YouTube travarem (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

Nos últimos dias, acessar o YouTube virou uma dor de cabeça para diversos usuários. Relatos indicam quedas bruscas de desempenho, com o grande vilão sendo um bug na interface da plataforma do Google, que teria elevado o uso do processador.

A falha também teria aumentado o consumo de memória RAM, ultrapassando a marca de 7 GB em alguns casos. Na prática, o erro deixa os computadores lentos, com engasgos no sistema e páginas travando.

As principais queixas se concentram no Reddit, onde dezenas de pessoas compartilharam o consumo anormal de recursos. Em um primeiro momento, a comunidade suspeitou que essa lentidão fosse apenas mais um desdobramento da guerra do YouTube contra os bloqueadores de anúncios, o que fazia sentido dado o histórico da plataforma.

Além disso, os primeiros relatos indicaram que o problema estava concentrado no Mozilla Firefox. Mas isso mudou quando casos idênticos começaram a pipocar entre usuários do Brave e Microsoft Edge — navegadores que compartilham a mesma base tecnológica do Chrome (o Chromium).

O que está acontecendo?

Conforme apontado pelo site Tom’s Hardware, a raiz do problema é a forma como o código-fonte do próprio YouTube gerencia a exibição de alguns elementos visuais na tela. Os registros detalhados no Bugzilla — sistema de rastreamento de falhas mantido pela Mozilla — indica que a causa exata do problema foi isolada.

A falha técnica se concentra no menu localizado logo abaixo do player de vídeo, em que ficam os botões “Curtir”, “Não Curtir”, “Compartilhar”, “Download” e demais opções de interação. A programação da interface foi desenvolvida para verificar se todos esses botões cabem no espaço disponível na tela.

Se o sistema detecta que os controles vão ultrapassar o limite da janela do navegador, ele oculta um dos botões automaticamente para evitar que o layout do site quebre. É aqui que a falha vem ocorrendo.

Falha na interface do YouTube sobrecarrega o processador e a memória RAM (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

Quando o botão é escondido, a largura livre disponível aumenta. Imediatamente, o código do YouTube percebe essa sobra de espaço e conclui que o botão oculto pode voltar a ser exibido. No entanto, assim que o elemento volta, o espaço acaba novamente, forçando o site a escondê-lo mais uma vez. Esse ciclo de esconde-esconde abriu um loop.

Nos bastidores, o navegador é forçado a recalcular toda a geometria da página a cada milissegundo. Esse fenômeno, conhecido tecnicamente como layout thrashing ou loop de reflow, exige um grande esforço da máquina.

Falha ainda não foi oficialmente corrigida

No Bugzilla, a ocorrência consta como resolvida. Contudo, o Tecnoblog procurou a assessoria do YouTube em busca de esclarecimentos. Em resposta oficial, a empresa declarou apenas que “o caso está sendo investigado”, sem confirmar se a instabilidade foi, de fato, solucionada de vez.

Enquanto uma correção não é oficializada, a principal recomendação para quem se deparar com o computador travando é usar o gerenciador de tarefas do próprio navegador.

No Google Chrome, Brave ou no Microsoft Edge, o usuário pode pressionar o atalho Shift + Esc no teclado para abrir o painel de controle interno. A partir dali, basta identificar a aba do YouTube que está consumindo recursos em excesso e forçar o encerramento.
Bug no YouTube pode consumir até 7 GB de memória RAM

Bug no YouTube pode consumir até 7 GB de memória RAM
Fonte: Tecnoblog

O que é um buscador da internet? Saiba como funciona um motor de busca na web 

O que é um buscador da internet? Saiba como funciona um motor de busca na web 

Descubram como o Google e outras plataformas atuam como uma imensa biblioteca digital (imagem: Reprodução/The Gradient)

Um buscador da internet é um sistema que mapeia e organiza bilhões de informações em um índice digital global. Como um motor de busca, ele usa robôs para filtrar dados de páginas e arquivos multimídia e entregar resultados relevantes em segundos.

Os sites de busca funcionam por meio de crawlers, robôs que rastreiam links e processam o código-fonte das páginas da web. Em seguida, um algoritmo complexo analisa a autoridade e a qualidade do conteúdo para definir o que aparece no topo.

O Google lidera o mercado global de buscadores com 90% de participação, seguido por nomes como Bing e DuckDuckGo. Outros gigantes como Yandex e Baidu dominam regiões específicas, oferecendo ferramentas poderosas adaptadas para os idiomas locais.

A seguir, entenda melhor o conceito de buscadores web e como eles funcionam detalhadamente. Também descubra como eles selecionam os conteúdos em destaque.

ÍndiceO que é um buscador da internet?Para que serve um buscador web?Como funciona um buscador da internet? Como os buscadores escolhem quais sites aparecem primeiro?Quais são os principais buscadores da internet? Existem buscadores da internet com inteligência artificial? Qual é o buscador da internet mais usado? Qual é a diferença entre buscador da internet e navegador web? 

O que é um buscador da internet?

Um buscador da internet é um sistema que utiliza robôs (crawlers) para mapear e organizar informações de bilhões de sites em um grande índice digital. Quando o usuário faz uma pesquisa, o motor de busca aciona algoritmos que filtram essa base de dados, entregando os resultados relevantes e confiáveis em segundos.

Para que serve um buscador web?

O buscador web serve como um portal de acesso que organiza a internet, transformando termos de pesquisa em resultados organizados e instantâneos. Sua missão é filtrar bilhões de páginas e arquivos multimídia para entregar exatamente o que o usuário procura, poupando tempo de navegação.

Essa ferramenta usa uma base de dados indexada para localizar desde serviços locais até estudos complexos com precisão. Além de democratizar o acesso à informação, ela permite que conteúdos ganhem destaque por meio de SEO, conectando criadores e usuários eficientemente.

Buscadores como o Google agilizam a pesquisa por informações na internet (imagem: Ana Marques/Tecnoblog)

Como funciona um buscador da internet? 

Os sites de busca operam por meio de robôs, os crawlers, que navegam pela rede seguindo links para descobrir novos endereços. Nessa varredura, eles coletam dados brutos e metadados, respeitando as diretrizes de acesso de cada servidor.

Na etapa de indexação, o sistema processa o código-fonte das páginas para catalogar termos e atributos em um banco de dados gigantesco. Apenas as páginas que atendem a critérios de qualidade são arquivadas, garantindo que o índice seja limpo e eficiente.

A leitura técnica do HTML permite que o algoritmo decifre a hierarquia do site, identificando títulos, palavras-chave e a frequência de atualizações. Essa organização é o que garante que o motor de busca localize a resposta exata em frações de segundo.

Fechando o ciclo, algoritmos complexos cruzam a consulta com o índice, considerando fatores como autoridade, localização e intenção do usuário para exibir o ranking. O resultado é uma lista filtrada e inteligente, entregando o conteúdo mais relevante no topo da tela.

Os buscadores web, como o Google, atuam basicamente em três etapas (imagem: Reprodução/Geek For Geeks)

Como os buscadores escolhem quais sites aparecem primeiro?

Os algoritmos dos buscadores analisam a relevância do conteúdo original e elementos como títulos e meta descrições para definir quem lidera o ranking. A experiência do usuário também é prioridade, destacando páginas rápidas, seguras e otimizadas para a navegação em dispositivos móveis.

A autoridade do domínio é medida pelos backlinks, que funcionam como recomendações de outros sites para validar a credibilidade da fonte. O sistema utiliza o PageRank para assegurar que conteúdos atualizados e portais confiáveis ganhem maior visibilidade nas buscas diárias.

Por fim, o algoritmo interpreta a intenção de busca, cruzando dados de localização e contexto para personalizar a entrega. Páginas de baixa qualidade ou que utilizam técnicas de spam são filtradas, garantindo que apenas as respostas mais úteis cheguem ao topo.

Quais são os principais buscadores da internet? 

Existem diferentes mecanismos de busca da internet, trazendo propostas e tecnologias específicas para entregar os melhores resultados aos usuários:

Google: líder global absoluto, utiliza inteligência artificial avançada e processamento de linguagem natural para entregar resultados contextuais e respostas imediatas com precisão;

Bing: o motor da Microsoft aposta em uma experiência visual rica e integração nativa com o Windows, utilizando modelos de linguagem avançados para transformar pesquisas em diálogos produtivos;

DuckDuckGo: buscador estritamente focado em privacidade, não rastreia o histórico de navegação nem cria perfis dos usuários, servindo como principal alternativa para quem busca anonimato total;

Yahoo Search: opera como um portal de serviços e notícias que utiliza a tecnologia de indexação do Bing para fornecer resultados relevantes dentro de um ecossistema de conteúdo;

Yandex: gigante tecnológico no Leste Europeu, é otimizado para buscas em cirílico e oferece ferramentas locais poderosas, dominando o mercado na Rússia e em países vizinhos;

Baidu: principal porta de entrada para a rede na China, é especializado em conteúdo em mandarim e serviços locais, operando sob as diretrizes de conectividade específicas da região.

O Google é o principal motor de busca da internet, seguido do Bing (imagem: Reprodução/Cloud Access)

Existem buscadores da internet com inteligência artificial? 

Sim, os buscadores modernos integram IA para gerar resumos diretos e respostas contextuais, como o Google Gemini e o Bing Copilot. Essa evolução permite que o algoritmo interprete a linguagem natural com precisão, indo além da simples correspondência de palavras-chave isoladas.

Plataformas como Perplexity também utilizam modelos de linguagem para sintetizar dados de diversas fontes com citações em tempo real. Essa tecnologia transforma a pesquisa em uma conversa fluida, priorizando a intenção real do usuário e a clareza das informações entregues.

Qual é o buscador da internet mais usado? 

O Google mantém a liderança absoluta como o buscador mais acessado do mundo, concentrando cerca de 90% de participação no mercado global. Dados do Statcounter Global Stats confirmam a hegemonia da plataforma, que processa 8,5 bilhões de consultas diárias em diferentes dispositivos e sistemas.

Em um distante segundo lugar, o Bing aparece com uma fatia de mercado significativamente menor (5,13%), evidenciando o abismo entre os competidores. Essa concentração reforça como a infraestrutura e os algoritmos da gigante das buscas continuam sendo o principal portão de entrada para a web.

O Google domina 90% do mercado de buscadores web (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Qual é a diferença entre buscador da internet e navegador web? 

Um buscador da internet é uma imensa “biblioteca digital” que usa robôs para rastrear, indexar e organizar o conteúdo de bilhões de sites. Ele atua como um serviço de inteligência que filtra dados por meio de algoritmos, entregando as respostas mais relevantes para cada pesquisa.

O navegador web é o software instalado no dispositivo que serve como a janela para visualizar as páginas da internet ao processar códigos HTML. Ele não armazena as informações da rede, servindo apenas para acessar endereços específicos ou exibir sites que o buscador localizou.
O que é um buscador da internet? Saiba como funciona um motor de busca na web 

O que é um buscador da internet? Saiba como funciona um motor de busca na web 
Fonte: Tecnoblog

É o fim do Ask.com, buscador que surgiu antes do Google

É o fim do Ask.com, buscador que surgiu antes do Google

A versão clássica do Ask.com (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

Resumo

Ask.com, lançado em 1996 como Ask Jeeves, foi encerrado após 30 anos de história na internet;
buscador surgiu antes do Google e inicialmente funcionava como um serviço de perguntas e respostas complementado com um mecanismo de pesquisa;
IAC, que controla o Ask.com há cerca de 20 anos, encerrou o serviço em 1º de maio de 2026 sem dar explicações sobre a decisão.

O Google revolucionou as buscas na internet, mas, antes dele, tínhamos que recorrer a buscadores menos sofisticados, por assim dizer. Um deles era o Ask.com, que foi lançado em 1996 e, agora, 30 anos depois, foi aposentado: se você acessar o serviço, verá um aviso de encerramento de atividades.

Não deve fazer falta. Faz tempo que o Ask.com perdeu a relevância de seus primeiros anos. Se você nasceu depois dos anos 2000, talvez nunca tenha ouvido falar nesse buscador. Mas, para muita gente que nasceu antes, acessar o serviço fazia parte da rotina online.

Talvez fosse um pouco diferente no Brasil. Por aqui, estávamos mais acostumados a serviços como Cadê, AltaVista e Aonde. Apesar disso, o Ask.com ainda teve alguma relevância por aqui.

O Ask.com surgiu sob o nome Ask Jeeves (“Pergunte ao Jeeves”, em tradução livre), que fazia referência a um personagem das histórias de P. G. Wodehouse que dava respostas rápidas e inteligentes aos problemas de seu patrão.

Em seus primórdios, o então Ask Jeeves era um serviço de perguntas e respostas. Nesse sentido, ele até poderia ser considerado o precursor de plataformas como ChatGPT e Gemini, com a diferença de que as suas respostas não eram produzidas por IA, mas organizadas por humanos, razão pela qual somente perguntas comuns eram respondidas.

Para perguntas mais complexas ou para quando o usuário queria obter mais detalhes sobre determinado assunto, o Ask Jeeves oferecia um mecanismo de busca rudimentar, mas que funcionava relativamente bem para a época. Aí veio o Google e mudou tudo.

Uma empresa de nome IAC assumiu o controle do serviço em 2005, quando ele já havia sido deixado para trás pelo Google. Nessa época, a dinâmica de perguntas e respostas também já havia sido deixada de lado. Em uma tentativa de renovar o serviço, a IAC mudou o nome do Ask Jeeves para Ask.com, em 2006, para focar em buscas online.

Não deu muito certo, tanto que a área de perguntas e respostas foi reativada em 2010. Apesar dos esforços, o Ask.com nunca mais foi o mesmo. De lá para cá, digamos que o serviço vinha apenas sobrevivendo. Por um tempo, existiu até uma barra para navegador do Ask.com que era instalada junto com outros softwares e que, como tal, servia apenas para irritar o usuário.

Página inicial do Ask.com em abril de 2026 (captura de tela: Wayback Machine)

Por que o Ask.com foi fechado de vez?

A IAC não deixou claro. Em seus últimos anos, o Ask.com funcionava como um portal: havia um campo de busca na parte superior e chamadas para notícias e artigos no restante de sua página. É possível que esse modelo de negócio não estivesse mais fazendo sentido. Talvez a ascensão de serviços como ChatGPT e Gemini também tenha pesado para a decisão.

Seja como for, ao entrar no site do Ask.com agora, você se depara com o seguinte aviso (novamente, em tradução livre):

À medida que a IAC continua a refinar seu foco, tomamos a decisão de descontinuar nosso negócio de buscas, que inclui o Ask.com. Após 25 anos [esse período considera a mudança de Ask Jeeves para Ask.com] respondendo às perguntas do mundo, o Ask.com foi oficialmente encerrado em 1º de maio de 2026.

“Aos milhões que perguntaram…”

Somos profundamente gratos aos brilhantes engenheiros, designers e equipes que construíram e deram suporte ao Ask ao longo das décadas. E a vocês — os milhões de usuários que recorreram a nós em busca de respostas em um mundo em rápida transformação — agradecemos por sua curiosidade infinita, sua lealdade e sua confiança.

O espírito de Jeeves permanece.

Descanse em paz.
É o fim do Ask.com, buscador que surgiu antes do Google

É o fim do Ask.com, buscador que surgiu antes do Google
Fonte: Tecnoblog

YouTube vai liberar modo picture-in-picture grátis para todos; veja como usar

YouTube vai liberar modo picture-in-picture grátis para todos; veja como usar

Interface do YouTube no celular (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

O YouTube liberou o modo Picture-in-Picture (PiP) gratuitamente para todos os usuários de Android e iOS.
A função permite assistir a vídeos em uma janela flutuante. O recurso antes era restrito a assinantes Premium.
O PiP gratuito só funciona com “conteúdos longos que não sejam música”. Se o usuário tentar minimizar o aplicativo durante a reprodução de um videoclipe ou de faixas protegidas por direitos autorais, o vídeo será pausado imediatamente.

O Google começou a liberar nesta quarta-feira (29) o modo picture-in-picture (PiP) do YouTube de forma gratuita para todos os usuários. A novidade permite assistir a vídeos em uma janela flutuante e deixa de ser um benefício exclusivo dos assinantes pagos. Com essa expansão, a plataforma busca democratizar a experiência, encerrando também a restrição que limitava a função sem custos apenas aos Estados Unidos.

A mudança foi reportada pelo portal 9to5Google e confirmada pela equipe do YouTube em publicação na comunidade oficial da plataforma. Na prática, a atualização altera o comportamento padrão do aplicativo: ao iniciar um vídeo e retornar à tela inicial do celular, o conteúdo não é mais interrompido. O player se transforma em uma miniatura que pode ser redimensionada e arrastada para qualquer canto da tela.

A janela suspensa mantém botões essenciais, como os controles de reprodução e pausa, além de um atalho para devolver o vídeo à tela cheia, mas há uma limitação no novo modelo. O Google estabeleceu que o picture-in-picture gratuito só funciona com “conteúdos longos que não sejam música”.

Se o usuário tentar minimizar o aplicativo durante a reprodução de um videoclipe ou de faixas protegidas por direitos autorais, o vídeo será pausado imediatamente. Essa é uma estratégia para proteger o ecossistema do YouTube Music, evitando que a versão gratuita do aplicativo principal seja utilizada como um reprodutor de música em segundo plano.

O que muda para os assinantes Premium e Premium Lite?

Para quem já paga pelas versões mais completas do serviço, a experiência permanece sem cortes. Os assinantes do YouTube Premium continuam com acesso irrestrito ao PiP para qualquer formato de vídeo da plataforma, incluindo clipes musicais, sempre livres de anúncios. A modalidade paga também mantém a exclusividade da reprodução em segundo plano com a tela do celular totalmente bloqueada e apagada — um recurso popular que a versão gratuita continua não oferecendo.

No caso do plano Premium Lite, uma assinatura mais barata que foca na remoção da maior parte das propagandas, o funcionamento será equivalente ao da versão gratuita recém-liberada. Esses usuários poderão utilizar a janela flutuante livremente para vídeos tradicionais, mas continuarão bloqueados de usar o recurso com músicas.

YouTube agora oferece Picture-in-Picture gratuito (imagem: reprodução/Google)

Como ativar o Picture-in-Picture?

A novidade chega para todos os usuários de forma gradual, mas antes é preciso garantir que o sistema do celular esteja configurado para permitir a sobreposição de tela, um procedimento varia um pouco dependendo do dispositivo.

No iPhone (e iPad):

A Apple exige que a funcionalidade nativa de PiP esteja habilitada nas configurações do aparelho.

Abra o aplicativo “Ajustes“.

Toque em “Geral” e depois selecione “Picture in Picture (PIP)“.

Confirme se a chave “Iniciar PiP Automaticamente” está ativada.

Ativando a função nativa Picture-in-Picture (PiP) no iOS (imagem: Gabriel Sérvio/Tecnoblog)

Feito isso, abra o aplicativo do YouTube, toque na sua foto de perfil, acesse o ícone de engrenagem para abrir as “Configurações“, vá em “Reprodução” e ative a opção “Picture-in-picture“.

Habilitando a chave do recurso no aplicativo do YouTube (imagem: Gabriel Sérvio/Tecnoblog)

Em aparelhos Android:

O sistema do Google geralmente já vem com essa permissão ativada por padrão, mas vale conferir caso a janela flutuante não apareça ao minimizar o app (os nomes dos menus podem variar dependendo da fabricante, como Samsung, Motorola ou Xiaomi).

Acesse as “Configurações” do seu aparelho e vá até a lista de “Aplicativos“.

Procure pelo “YouTube” e toque nele.

Role a tela até encontrar a seção chamada “Picture-in-picture” e certifique-se de que a opção de permissão está ativada.

Verificando a permissão de sobreposição de tela no Android (imagem: Gabriel Sérvio/Tecnoblog)

Da mesma forma que no iOS, confira também as configurações internas do aplicativo do YouTube (Configurações > Reprodução) para garantir que a chave do recurso esteja habilitada.

Ativando o Picture-in-picture no aplicativo do YouTube para Android (imagem: Gabriel Sérvio/Tecnoblog)
YouTube vai liberar modo picture-in-picture grátis para todos; veja como usar

YouTube vai liberar modo picture-in-picture grátis para todos; veja como usar
Fonte: Tecnoblog

Google prepara nova interface para Gemini no Wear OS; veja como ficará

Google prepara nova interface para Gemini no Wear OS; veja como ficará

O Google já está testando internamente uma nova versão do Gemini para celulares com uma interface renovada e o mesmo tratamento deve ser aplicativo a relógios com Wear OS em breve. É o que indicam códigos internos da versão V1.3.56.902760379 do aplicativo para relógios inteligentes.As imagens mostradas acima e abaixo foram encontradas em um vídeo de demonstração incluído dentro do Gemini para Wear OS. Nelas, podemos notar que o Gemini adotará uma nova interface onde apenas o seu ícone é colorido, com plano de fundo dinâmico com brilho azul.A tela de clima também foi renovada com ícones maiores e um gráfico dentro de um cartão para facilitar a compreensão dos dados. Isto significa que o brilho com arco-íris será removido dos detalhes para dar maior destaque apenas ao ícone do Gemini.Clique aqui para ler mais

Google prepara nova interface para Gemini no Wear OS; veja como ficará
Fonte: Tudocelular