Category: Google

Nova verificação de segurança reCAPTCHA do Google pode ser burlada de forma hilária

Nova verificação de segurança reCAPTCHA do Google pode ser burlada de forma hilária

O Google iniciou os testes de um novo sistema de verificação para o reCAPTCHA capaz de utilizar a câmera do computador para confirmar se o usuário realmente é humano. A novidade substitui parte dos desafios tradicionais por um simples gesto com a mão, mas já apresenta falhas preocupantes.

Os primeiros testes revelaram que o mecanismo pode ser enganado com facilidade. Usuários conseguiram concluir a verificação utilizando apenas uma imagem estática de uma pessoa acenando, levantando dúvidas sobre a eficácia da tecnologia antes mesmo da chegada ao público.Quando o desafio aparece, o navegador solicita acesso à câmera e pede para o usuário realizar um movimento simples, como acenar ou manter a palma da mão aberta diante da lente. Em seguida, a inteligência artificial identifica 21 pontos das articulações da mão para validar a ação.Clique aqui para ler mais

Nova verificação de segurança reCAPTCHA do Google pode ser burlada de forma hilária
Fonte: Tudocelular

YouTube Shorts acaba de ficar mais parecido com o TikTok

YouTube Shorts acaba de ficar mais parecido com o TikTok

YouTube Shorts acaba de ficar mais parecido com o TikTok (imagem: reprodução/Google)

Resumo

 Google anunciou mudanças na interface do YouTube Shorts para torná-lo mais competitivo com o TikTok e o Instagram Reels;
botão “Não gostei” foi removido e substituído por opções como “Não tenho interesse” e “Não recomendo este canal” para ajustar as recomendações de conteúdo;
YouTube Shorts agora oferece recursos como modo Tela Limpa, reprodução em velocidade 2x e silenciamento rápido de vídeos, visando proporcionar uma experiência mais imersiva e diminuir distrações.

A disputa pela sua atenção em redes sociais e afins acaba de ganhar uma nova página. O Google anunciou algumas mudanças na interface do YouTube Shorts que, em alguma medida, tornam o serviço ainda mais parecido com os rivais TikTok e Instagram Reels.

Uma das mudanças já vem sendo alvo de críticas por parte dos usuários. Em 2021, o YouTube “normal” passou a ocultar “dislikes” ou “descurtidas”. Agora, o YouTube Shorts segue pelo mesmo caminho. No lugar do botão “Não gostei”, que sumirá, o serviço usará as opções “Não tenho interesse” e “Não recomendo este canal” para ajustar as recomendações de conteúdo para cada usuário.

Como já dito, essa mudança tem sido alvo de críticas. Neste tópico no Reddit, por exemplo, há quem reclame de que a remoção do botão “Não gostei” torna mais difícil manifestar insatisfação com vídeos de baixa qualidade, como aqueles que são produzidos por IA com pouco ou nenhum critério.

O botão “Gostei” continua existindo e segue tendo a função de permitir que você curta determinado vídeo. Porém, o ícone de “joinha” está sendo substituído pelo ícone de um coração.

Outra novidade é o modo Tela Limpa (Clear Screen), que oculta ícones e outros elementos visuais na tela durante a reprodução de um vídeo. Essa opção, que é oferecida há tempos no TikTok e Instagram Reels, visa proporcionar uma experiência mais imersiva e diminuir o risco de distrações quando um conteúdo estiver sendo exibido, explica o Google.

Outras novidades incluem:

o YouTube Shorts passou a permitir reprodução em velocidade 2x, basta tocar e segurar na tela durante a execução do vídeo;

agora é possível silenciar um vídeo pausando a reprodução e, em seguida, tocando no ícone de mudo.

Modo de tela limpa do YouTube Shorts (imagem: reprodução/Google)

Quando as mudanças no YouTube Shorts entram em vigor?

Os novos recursos do YouTube Shorts já começaram a ser liberados, em escala global. Porém, esse é um processo gradativo. O Google não deu um prazo para as mudanças chegarem a todos os usuários. Leve em conta também que alguns recursos podem chegar antes do que outros.

De todo modo, acredito que ninguém está realmente ansioso por essas novidades. Mas, pelo menos para o Google, elas fazem sentido, afinal, visam deixar os usuários mais engajados com o YouTube Shorts.
YouTube Shorts acaba de ficar mais parecido com o TikTok

YouTube Shorts acaba de ficar mais parecido com o TikTok
Fonte: Tecnoblog

Google Sheets ganha IA do Gemini que realmente importa: correção de fórmulas

Google Sheets ganha IA do Gemini que realmente importa: correção de fórmulas

Depois de adicionar várias funções de inteligência artificial (IA) a alguns de seus produtos que podem não ser vistas exatamente como úteis por alguns usuários, o Google acaba de anunciar um recurso para a sua plataforma de planilhas de que você provavelmente irá gostar.

Sabe aquela fórmula que você inseriu errado e não sabe exatamente o porquê? A nova integração trata exatamente disso. A partir de agora, o Gemini integrado ao Google Sheets será capaz de analisar a fórmula inserida e as células ao redor para entregar ao usuário uma explicação sobre o erro. Melhor ainda: entregará a fórmula corrigida para uso.
O Gemini identifica o erro na planilha e sugere a correção em uma aba lateral.
O Gemini mostrará um botão de “Resolver” automaticamente quando uma fórmula com erro for inserida. Uma nova aba lateral explicará o problema e irá sugerir a equação correta.Clique aqui para ler mais

Google Sheets ganha IA do Gemini que realmente importa: correção de fórmulas
Fonte: Tudocelular

O que é NotebookLM? Conheça a ferramenta de IA do Google

O que é NotebookLM? Conheça a ferramenta de IA do Google

Saiba como o NotebookLM pode ser um importante aliado para a otimização de trabalhos (imagem: Reprodução/Google)

O NotebookLM é um assistente de pesquisa desenvolvido pelo Google que utiliza inteligência artificial avançada para analisar e resumir documentos. A ferramenta transforma arquivos pessoais complexos em uma base de conhecimento organizada, facilitando a extração de insights de grandes volumes de informações.

O principal diferencial da plataforma é a “ancoragem” de dados: todas as respostas geradas pela IA são acompanhadas de citações diretas das fontes originais. Esse mecanismo confere uma precisão técnica superior, garantindo que o usuário possa validar cada ponto levantado com total transparência e confiabilidade.

A seguir, conheça mais sobre o NotebookLM, seu funcionamento e aplicações comuns. Também saiba os pontos fortes e fracos do assistente virtual.

ÍndiceO que é o NotebookLM? Como funciona o NotebookLMPara que serve o NotebookLM?O NotebookLM é gratuito?Quais são as vantagens do NotebookLM?Quais são as desvantagens do NotebookLM?Qual é a diferença entre o NotebookLM e o Gemini? Qual é a diferença entre o NotebookLM e o ChatGPT?

O que é o NotebookLM? 

O NotebookLM é um assistente virtual de notas e pesquisa do Google Labs que utiliza inteligência artificial, especificamente o modelo Gemini 1.5 Pro, para interagir com documentos. A ferramenta otimiza o fluxo de trabalho ao analisar, resumir e gerar insights automáticos diretamente a partir das fontes enviadas pelo usuário.

Como funciona o NotebookLM

O NotebookLM opera por meio da tecnologia de Geração Aumentada por Recuperação (RAG), conectando o modelo Gemini diretamente aos arquivos enviados pelo usuário. O sistema realiza o processamento multimodal, analisando integradamente conteúdos em texto, vídeos do YouTube e áudios.

A inteligência artificial fica “ancorada” exclusivamente nesse repositório pessoal, sem buscar respostas externas na internet ou inventar dados. Quando o usuário faz uma pergunta, a ferramenta cruza as fontes salvas para gerar respostas precisas e sempre acompanhadas de citações diretas.

O assistente expande a produtividade ao transformar essas interações em notas, suportando uma base de conhecimento de até 25 milhões de palavras. Além disso, recursos avançados geram automaticamente guias de estudo, cronogramas e resumos em áudio no formato podcast.

Todo esse ecossistema funciona sob rígidos critérios de privacidade, garantindo que os dados inseridos nunca sejam utilizados para treinar os modelos públicos do Google. O resultado é um assistente sob medida focado apenas no universo de informações fornecido pelo usuário.

Esquema de funcionamento do NotebookLM do Google (imagem: YouTube/Online Training For Everyone)

Para que serve o NotebookLM?

O NotebookLM serve como um assistente virtual de pesquisa que transforma documentos em uma base de conhecimento interativa. Confira as principais utilidades da ferramenta:

Estudo e materiais didáticos: facilita a compreensão de temas complexos e gera automaticamente questionários, cronogramas e guias personalizados baseados em PDFs ou gravações;

Análise profissional e citações: permite que pesquisadores e equipes de negócios façam varreduras em artigos ou relatórios, exibindo respostas com fontes exatas para evitar erros de informação;

Brainstorming e novos formatos: conecta ideias soltas em painéis digitais e converte textos em materiais dinâmicos, como resumos estruturados e podcasts gerados por IA;

Otimização de rotinas educativas: agiliza o planejamento de aulas ao transformar pilhas de arquivos acadêmicos em esboços de apresentações e roteiros didáticos de apoio;

Suporte técnico e integração: ajuda novos funcionários a localizarem dados em manuais extensos e abastece equipes com respostas rápidas sobre especificações complexas de produtos.

O NotebookLM é gratuito?

Sim, o NotebookLM é gratuito para qualquer usuário com uma conta Google ativa, oferecendo acesso total às principais funções de IA. Essa versão padrão permite criar até 100 cadernos de notas e realizar pesquisas diárias avançadas sem custo.

Para demandas corporativas e profissionais, a plataforma disponibiliza planos pagos com limites ampliados e recursos de colaboração em equipe. Essas assinaturas premium expandem a capacidade de armazenamento e ativam o suporte para até 600 fontes por projeto.

NotebookLM oferece uma ampla variedade de ferramentas, incluindo resumos em áudio e vídeo (imagem: reprodução/Google)

Quais são as vantagens do NotebookLM?

Estes são os pontos fortes do NotebookLM:

Processamento multimodal: aceita e cruza múltiplos formatos como PDFs, vídeos do YouTube e áudios, graças à capacidade do modelo Gemini de processar até 25 milhões de palavras por projeto;

IA ancorada com citações: se baseia exclusivamente nos arquivos enviados para gerar as respostas com maior precisão, exibindo o trecho exato da fonte para validação e evitando informações falsas;

Resumos interativos em áudio: transforma relatórios e textos densos em podcasts dinâmicos gerados por IA, facilitando o consumo de dados complexos de forma leve;

Gerador de estudos e guia interativos: cria instantaneamente materiais didáticos como flashcards, questionários e painéis de notas, explicando conceitos passo a passo como um mentor personalizado;

Foco em privacidade e economia: reúne recursos avançados de análise de dados sem custos, assegurando contratualmente que as informações enviadas nunca serão utilizadas para treinar os modelos públicos do Google.

Quais são as desvantagens do NotebookLM?

Estes são os pontos fracos do uso do NotebookLM:

Risco de ilusão do aprendizado: os resumos e áudios gerados automaticamente podem criar uma falsa sensação de domínio do conteúdo, simplificando nuances conceituais e interpretações mais profundas dos textos originais;

Flutuações de contexto e falhas: ao lidar com grandes volumes de dados, a IA pode sofrer com “cegueira contextual”, deixando de cruzar informações cruciais ou falhando em localizar trechos específicos entre múltiplos arquivos;

Limitações nos resumos em áudio: os podcasts gerados pela IA ainda apresentam falhas de sotaque, dinâmicas repetitivas em discussões longas e, eventualmente, focam em pontos triviais em vez dos dados relevantes;

Silos isolados e barreiras de formatos: os cadernos de notas não se comunicam entre si e a ferramenta impõe restrições para alguns formatos do cotidiano corporativo, como planilhas complexas, imagens e códigos de programação.

NotebookLM auxilia na criação de resumos interativos por meio do processamento multimodal, mas ainda pode apresentar “cegueira contextual” e ignorar tópicos importantes (imagem: reprodução/Google)

Qual é a diferença entre o NotebookLM e o Gemini? 

O NotebookLM é um assistente focado em pesquisa e notas que funciona ancoradamente, analisando exclusivamente os documentos e links enviados pelo usuário. Seu objetivo é cruzar dados restritos e gerar resumos e áudios com citações diretas, sem recorrer ao conhecimento externo.

O Gemini é um modelo de inteligência artificial de uso geral do Google, treinado com uma base ampla de dados públicos da internet. Ele atua de forma aberta e multifuncional na web e no celular, sendo ideal para criar conteúdos do zero, programar e buscar informações.

Qual é a diferença entre o NotebookLM e o ChatGPT?

O NotebookLM é o assistente de notas do Google projetado para funcionar de forma ancorada, analisando estritamente os arquivos e links que o usuário envia. Ele atua como um bibliotecário virtual que gera resumos e áudios baseados apenas no material compartilhado, exibindo citações diretas para evitar alucinações.

O ChatGPT é o chatbot multifuncional da OpenAI, treinado com uma gigantesca base de dados públicos da internet e alimentado por inteligência artificial generativa. Ele opera de forma aberta e generalista, sendo ideal para solucionar problemas amplos, programar códigos e criar textos criativos.
O que é NotebookLM? Conheça a ferramenta de IA do Google

O que é NotebookLM? Conheça a ferramenta de IA do Google
Fonte: Tecnoblog

Além dos bugs: Android 17 ativa áudio de alta resolução no Google Pixel; e as outras marcas?

Além dos bugs: Android 17 ativa áudio de alta resolução no Google Pixel; e as outras marcas?

Liberado em sua versão estável ainda na semana passada (16), o Android 17 já está disponível para smartphones da linha Google Pixel. Apesar de os bugs do novo sistema serem o motivo dos holofotes nos últimos dias (1,2), nem só de falhas vive a plataforma – e, aparentemente, o Google manteve algumas cartas na manga.

O usuário do Reddit QuantumCatalyzt notou que, com a chegada da atualização, seu Pixel 9 Pro ganhou suporte ao codec LHDC, permitindo a ativação do áudio de alta resolução em seus fones OnePlus Buds.Os colegas do portal Android Authority notaram o mesmo. Ao navegar pelos menus de Configurações > Sistema > Opções do desenvolvedor > Bluetooth > Codec de áudio Bluetooth, uma nova opção “LHDC v5” fica disponível ao conectar dispositivos compatíveis com áudio de alta resolução, sendo possível alterar a taxa de amostragem do áudio para 96 kHz.Clique aqui para ler mais

Além dos bugs: Android 17 ativa áudio de alta resolução no Google Pixel; e as outras marcas?
Fonte: Tudocelular

Mais bug no Android 17: 5G para de funcionar e irrita usuários, mas tem solução inusitada

Mais bug no Android 17: 5G para de funcionar e irrita usuários, mas tem solução inusitada

O Google começou a liberar o Android 17 para a linha Pixel há poucos dias e a atualização já acumula dores de cabeça. Além de um problema grave que causa falhas na sensibilidade ao toque da tela, o update também começou a apresentar dificuldades de conexão. Além de um problema no Wi-Fi em apps nativos, os aparelhos da gigante das buscas passou a operar no 4G, em vez de acessar o 5G e respeitar a configuração ajustada.A instabilidade atinge diversos modelos compatíveis com o novo pacote de software e as queixas se multiplicam em fóruns online. Um proprietário do Pixel 9 Pro relatou no Reddit que a conectividade na geração mais recentes dos dados móveis simplesmente sumiu após o download da versão inédita. Outros usuários confirmaram a mesma falha de conexão e deixaram claro o descontentamento com o sistema recém-lançado.

Mas a própria comunidade descobriu uma saída rápida para se livrar do bug antes mesmo que o Google libere uma correção oficial. Um usuário do Pixel 10 Pro resolveu o defeito ao explorar as configurações do aparelho e compartilhou o truque na rede social que consiste em “colocar no Modo de Reparo e depois tirá-lo”. A técnica inusitada exige poucos passos e restabelece o acesso ao 5G em instantes para a maioria dos afetados.Clique aqui para ler mais

Mais bug no Android 17: 5G para de funcionar e irrita usuários, mas tem solução inusitada
Fonte: Tudocelular

Chrome testa recurso peculiar que conversa com o Google sobre o seu antivírus

Chrome testa recurso peculiar que conversa com o Google sobre o seu antivírus

Investigações da versão mais recente do Chrome Canary revelam que o Google testa uma nova função peculiar que coleta dados do antivírus instalado no Windows durante o download de arquivos. Ao que parece, a estranha novidade afeta apenas quem utiliza a proteção reforçada do navegador, adicionando mais uma camada de telemetria aos servidores da empresa.Descoberta pelo site Windows Report a partir da análise do código-fonte do Chromium, a mudança faz com que o navegador consulte o sistema operacional sobre qual software de segurança está ativo na máquina — como Windows Defender, McAfee, AVG ou Avast.

Essa informação é então anexada aos download protection pings, alertas de segurança enviados ao Google para verificar se um arquivo é malicioso. A coleta, no entanto, afeta apenas usuários com o Enhanced Safe Browsing (Proteção Reforçada) ativado. Quem utiliza a navegação segura padrão não tem esses dados compartilhados.Clique aqui para ler mais

Chrome testa recurso peculiar que conversa com o Google sobre o seu antivírus
Fonte: Tudocelular

Login no Spotify mudou? Entenda a decisão

Login no Spotify mudou? Entenda a decisão

Tela de login no aplicativo do Spotify (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

Resumo

a partir de 1º de setembro de 2026, Spotify só permitirá login por e-mail cadastrado ou métodos alternativos, como contas na Apple, Google e Facebook;
a autenticação via nome de usuário não será mais permitida como medida para aumentar a segurança e simplificar a recuperação da conta;
usuários que fazem login via nome de usuário já estão sendo avisados por e-mail sobre a mudança.

Se você usa o Spotify, precisa ficar atento: a partir de 1º de setembro de 2026, somente será possível fazer login no serviço usando o endereço de e-mail cadastrado em seu perfil ou métodos alternativos, como contas na Apple, Google e Facebook. A autenticação via nome de usuário (username) não será mais permitida.

Nada muda para quem já faz login por e-mail (meu caso) ou pelos métodos alternativos, obviamente. Mas, para quem realiza o procedimento via nome de usuário, o Spotify está enviando um e-mail avisando sobre a mudança. Na mensagem, o usuário tem a opção de alterar o endereço caso prefira fazer login com um e-mail diferente do cadastrado em sua conta.

A mudança é global e, à medida que usuários vão sendo avisados sobre ela, queixas começam a surgir. No fórum do Spotify, por exemplo, este usuário publicou a seguinte mensagem:

Tenho vários endereços de e-mail diferentes, mas apenas uma conta ativa do Spotify, que uso há anos. Entendo que a opção de login com e-mail seja importante para contas mais recentes do Spotify que não têm nome de usuário, mas por favor, mantenham a opção de login com nome de usuário, mesmo que os nomes de usuário tenham sido descontinuados!

Tenho muito medo de não conseguir acessar a minha conta porque vou esquecer qual e-mail usei. E também é muito mais demorado digitar, para quem tem nome de usuário.

Relatos a respeito da mudança também já surgem em plataformas como o Reddit, de onde a imagem a seguir foi obtida:

E-mail do Spotify avisando sobre a mudança no login (imagem: GegoByte/Reddit)

Por que o Spotify vai acabar com o login via nome de usuário?

A companhia não deu detalhes sobre a decisão, apenas informou que esta é uma medida de segurança:

No Spotify, nosso compromisso em oferecer uma experiência perfeita se estende a todos os aspectos da nossa plataforma, incluindo o processo de login.

Padronizar os métodos de login para e-mails aumenta a segurança e simplifica a recuperação da conta.

Note, porém, que o nome de usuário ainda poderá ser mantido por quem tem um perfil público no Spotify. Somente a autenticação por esse método é que deixará de funcionar.

Alguns usuários também fazem autenticação via número de telefone. Pelo menos por ora, essa opção também será mantida.
Login no Spotify mudou? Entenda a decisão

Login no Spotify mudou? Entenda a decisão
Fonte: Tecnoblog

Android Auto subitamente perde o aplicativo do Facebook Messenger

Android Auto subitamente perde o aplicativo do Facebook Messenger

Usuários do Android Auto começaram a relatar o desaparecimento inesperado do Facebook Messenger da plataforma automotiva do Google. A mudança ocorreu sem aviso prévio e deixou muitos motoristas sem acesso a um dos aplicativos de mensagens mais populares durante seus deslocamentos diários.

Os relatos surgiram nos últimos dias em fóruns especializados e redes sociais. Segundo os usuários afetados, o Messenger simplesmente deixou de aparecer na lista de aplicativos compatíveis do Android Auto, impedindo o envio e a leitura de mensagens por meio da interface veicular.Até o momento, nem o Google nem a Meta divulgaram explicações oficiais sobre a remoção. A ausência de comunicados alimentou especulações sobre possíveis problemas técnicos, alterações de compatibilidade ou até mesmo uma decisão estratégica envolvendo uma das duas empresas.Clique aqui para ler mais

Android Auto subitamente perde o aplicativo do Facebook Messenger
Fonte: Tudocelular

Como transferir fotos do iCloud para o Google Fotos

Como transferir fotos do iCloud para o Google Fotos

É possível usar uma ferramenta da própria Apple para transferir mídias para o Google Fotos (imagem: Reprodução/9to5Mac)

Transferir mídias do iCloud para o Google Fotos é um processo de envio automatizado feito por meio do portal de privacidade da Apple. A ferramenta permite que o usuário solicite uma cópia da sua biblioteca, garantindo que todo o backup seja migrado com segurança para o serviço de destino.

O procedimento leva de 3 a 7 dias para ser concluído, gerando uma duplicata de todas as fotos e vídeos selecionados. Vale dizer que a exclusão manual dos conteúdos originais no iCloud ainda será necessária posteriormente, caso a intenção seja liberar espaço de armazenamento na conta Apple.

Como método alternativo, o usuário pode baixar os arquivos manualmente do iCloud para um computador e realizar o upload para o serviço do Google Fotos. No entanto, o método oficial automatizado é mais indicado para a transferência de amplas bibliotecas de mídia.

A seguir, veja o passo a passo para transferir fotos do iCloud para o Google Fotos.

Índice1. Acesse o portal de privacidade da Apple2. Solicite a transferência de uma cópia de dados3. Escolha o conteúdo que será exportado4. Defina o serviço de destino dos arquivos5. Marque as mídias que deseja transferir6. Revise os detalhes da exportação das mídias7. Conecte a Conta Google8. Autorize a transferência dos arquivos para o Google Fotos9. Confirme a transferência entre o iCloud e o Google FotosExistem outras maneiras de migrar fotos do iCloud para o Google FotosO que acontece ao transferir fotos do iCloud para o Google Fotos?Por que não consigo passar as fotos do iCloud para o Google Fotos?Posso cancelar a transferência de fotos do iCloud para o Google Fotos?Também posso migrar as fotos do Google Fotos para o iCloud?

1. Acesse o portal de privacidade da Apple

Use o navegador do celular ou computador para acessar o site oficial de dados e privacidade da Apple: privacy.apple.com. Então, faça login na sua Conta Apple para iniciar o uso da ferramenta nativa de migração de arquivos.

Iniciando uma sessão na página de Dados e Privacidade da Apple (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

2. Solicite a transferência de uma cópia de dados

Navegue pela página até encontrar a seção “Transferir uma cópia dos seus dados”. Depois, toque em “Solicitar transferência” para iniciar a migração entre as plataformas.

Tocando em “Solicitar a transferência de uma cópia dos seus dados” (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

3. Escolha o conteúdo que será exportado

Na área “Escolha o que você quer exportar”, selecione a opção “Fotos e vídeos do iCloud”. Em seguida, toque em “Próximo” para continuar o processo para transferir fotos do iCloud para o Google Fotos.

Selecionado a opção “Fotos e vídeos do iCloud” para a transferência (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

4. Defina o serviço de destino dos arquivos

Desça a página de privacidade, toque em “Selecionar destino” e escolha a opção do “Google Fotos” como o local para o envio do lote de mídias.

Escolhendo o Google Fotos como destino para cópia dos arquivos (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

5. Marque as mídias que deseja transferir

Marque as caixas correspondentes aos formatos de mídia que você moverá do iCloud para o Google Fotos. Então, toque em “Continuar” para seguir com a organização do lote de transferência.

Marcando quais formatos de mídias serão transferidos do iCloud para o Google Fotos (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

6. Revise os detalhes da exportação das mídias

Verifique os formatos de mídia que serão enviados do iCloud para o Google Fotos. Se estiver tudo certo, toque em “Continuar”.

Revisando os detalhes da exportação de arquivos (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

7. Conecte a Conta Google

Insira o e-mail e a senha da conta Google para qual você realizará a transferência das fotos ou vídeos do iCloud. Essa autenticação garante que o ecossistema receptor reconheça o usuário legítimo dos dados.

Fazendo login na conta Google que receberá a transferência (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

8. Autorize a transferência dos arquivos para o Google Fotos

Após o login, marque a opção “Adicione à biblioteca do Google Fotos” para conceder a permissão para o sistema receber os novos arquivos. Em seguida, toque em “Continuar” para seguir com a migração.

Autorizando a interação entre o iCloud e o Google Fotos (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

9. Confirme a transferência entre o iCloud e o Google Fotos

Revise as informações da transferência, como o e-mail da conta Google de destino e o espaço de armazenamento necessário para receber o lote de arquivos. Se estiver tudo certo, toque em “Confirmar transferência” e aguarde a mensagem de confirmação.

Por fim, a Apple enviará um e-mail informando o prazo de conclusão da migração das fotos do iCloud para o Google Fotos. A marca também notifica o usuário quando o processo estiver completo.

Confirmando a transferência dos arquivos entre o iCloud e o Google Fotos (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Existem outras maneiras de migrar fotos do iCloud para o Google Fotos

Além da ferramenta oficial da Apple, existem outras formas práticas para salvar fotos na nuvem no celular ou PC. Uma delas é utilizar o aplicativo do Google Drive diretamente no iPhone para realizar o backup manual e sincronizar os arquivos de mídia.

A outra opção é baixar fotos do iCloud no PC via navegador e, em seguida, fazer upload manual direto na plataforma do Google Fotos. Esse método oferece total controle ao usuário, permitindo selecionar e transferir pastas ou mídias específicas de um servidor para o outro.

O que acontece ao transferir fotos do iCloud para o Google Fotos?

A migração entre as nuvens da Apple e Google envolve regras automatizadas de processamento e armazenamento. Os principais pontos são:

Cópia de segurança intacta: o procedimento gera apenas uma duplicata dos arquivos no destino e não serve para liberar espaço no iCloud automaticamente, sendo necessário uma exclusão manual na conta Apple após o envio;

Janela de processamento e aviso: o ecossistema leva entre 3 a 7 dias para concluir a migração devido às checagens de segurança da ID Apple, que envia uma notificação por e-mail ao finalizar upload;

Conversão de formatos padrão: as mídias são transferidas em extensões universais (.jpg, .png e .mp4), mas imagens em formato RAW ou extensões proprietárias da Apple podem sofrer incompatibilidade e ficar de fora do lote;

Edições definitivas e perda de Live Photos: as modificações visuais feitas nas imagens tornam-se permanentes após a migração, enquanto as Live Photos perdem os metadados de movimento e se transformam em imagens estáticas;

Restrições de álbuns e organizações: álbuns inteligentes e compartilhados não são transferidos, os vídeos saem das pastas originais e recebem o prefixo “Cópia de” nos servidores do Google;

Duplicatas e limite de armazenamento: o sistema do Google elimina imagens idênticas para otimizar o espaço, mas o usuário deve respeitar o teto de 20 mil mídias por álbum e o limite do plano de armazenamento da conta Google.

Por que não consigo passar as fotos do iCloud para o Google Fotos?

Há alguns pontos que podem interferir na migração de fotos do iCloud para o Google Fotos. O motivo mais comum é a falta de autenticação de dois fatores ativa (2FA) na conta Apple ou o recurso iCloud Photos estar desabilitado.

Outro obstáculo frequente é o gargalo no armazenamento, já que o Google Fotos precisa de espaço suficiente para receber o lote de mídias. Caso novos arquivos entrem na fila após o início do processo, o sistema pode falhar por falta de limite.

Por fim, a incompatibilidade de formatos, como arquivos pesados em RAW ou mídias proprietárias da Apple, costuma causar rejeições nos servidores. Nesses casos, o ecossistema do Google barra a conversão automática, interrompendo a transferência de partes da biblioteca.

Posso cancelar a transferência de fotos do iCloud para o Google Fotos?

Sim, é possível interromper a migração diretamente pela página de Dados e Privacidade da Apple durante o prazo de transferência, que leva de 3 a 7 dias. Basta acessar a plataforma, verificar o status do envio dos arquivos e selecionar a opção para encerrar o procedimento.

Caso o cancelamento seja feito no meio do caminho, os dados já processados pelos servidores continuarão salvos no Google Fotos. A interrupção impede apenas o envio do restante do lote, exigindo a exclusão manual do conteúdo parcial se você desistir do processo.

Também posso migrar as fotos do Google Fotos para o iCloud?

Sim, é viável transferir fotos do Google Fotos para o iCloud utilizando ferramentas oficiais ou manuais. O caminho mais simples é o Google Takeout, que envia os arquivos em segundo plano diretamente para os servidores da Apple após a autenticação.

Para quem prefere uma curadoria detalhada, o método tradicional de download e upload via navegador confere total controle ao usuário. Enquanto o ecossistema automatizado agiliza o envio de amplas bibliotecas, o processo manual se destaca na seleção de mídias específicas de uma nuvem para a outra.
Como transferir fotos do iCloud para o Google Fotos

Como transferir fotos do iCloud para o Google Fotos
Fonte: Tecnoblog