Category: Google

O Android 17 é oficial; veja as principais novidades

O Android 17 é oficial; veja as principais novidades

Android 17 é oficial (arte: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

Google lançou oficialmente Android 17, sistema operacional que estreia na linha de celulares Google Pixel e chegará a aparelhos de marcas como Samsung, Motorola e Xiaomi;
Android 17 aprimora produtividade e segurança com recursos como multitarefa com balões, reações de tela e modo que concede acesso temporário à localização exata;
liberação da versão final do Android 17 começou para dispositivos “Pixel elegíveis”, como as séries Pixel 6 e posteriores, e dependerá do cronograma de cada fabricante para celulares e tablets das demais marcas.

Depois de meses de testes e características antecipadas, o Google fez, nesta terça-feira (16/06), o anúncio da versão final do Android 17. Oficialmente, o sistema operacional estreia na linha de celulares Google Pixel, mas também chegará a aparelhos de marcas como Samsung, Motorola, Xiaomi e tantas outras.

É importante deixar claro desde já que o Android 17 não é uma grande evolução em relação ao Android 16. Podemos entender a nova versão como um conjunto de aprimoramentos em relação ao seu antecessor, principalmente em termos de produtividade e segurança.

O que há de novo no Android 17, precisamente?

Estes são os atributos do Android 17 que o Google destacou no anúncio oficial:

Multitarefa com balões (ou bolhas): é uma função que transforma qualquer aplicativo em uma janela flutuante, de modo que você não precise sair da tarefa principal e, com isso, correr o risco de perder o foco;

Reações de tela: recurso que permite gravar vídeos de reações, de modo que você possa comentar um vídeo mostrando a sua imagem em miniatura em um canto sem depender de aplicativos de terceiros para isso;

Jogos em telas dobráveis: o Android 17 melhora o aproveitamento do espaço da tela em celulares dobráveis para determinados jogos, permitindo que a parte superior mostre a ação e, na inferior, você acesse os respectivos controles virtuais;

Mais segurança: entre os recursos dessa categoria está um modo que permite conceder a um app acesso temporário à sua localização exata e uma função que impede a desativação do aparelho quando ele é marcado como perdido; saiba mais sobre os recursos de segurança do Android 17.

Android 17 melhora experiência de jogar em celulares dobráveis (imagem: reprodução/Google)

Esses são apenas alguns dos recursos do Android 17. Os demais incluem (mas não se limitam a):

modo Continue On que transfere tarefas de um dispositivo para outro (recurso ainda limitado);

expansão da integração com o Apple AirDrop para compartilhamento de arquivos com o Android (não exclusivo da versão 17);

função que combate o “vício” em redes sociais;

promessa de mais qualidade nas postagens de conteúdo no Instagram (graças a uma parceria com a Meta).

Outra proteção: Android 17 exige biometria para desativar recursos de segurança (imagem: reprodução/Google)

Quando o Android 17 será liberado?

A liberação da versão final do Android 17 começou hoje para dispositivos “Pixel elegíveis”. Entre eles estão as séries Pixel 6 e posteriores.

Para celulares e tablets das demais marcas, a liberação dependerá do cronograma e da lista de compatibilidade que cada fabricante definir, tal como você já deve ter imaginado.
O Android 17 é oficial; veja as principais novidades

O Android 17 é oficial; veja as principais novidades
Fonte: Tecnoblog

YouTube tem recorde astronômico de usuários, mas Netflix continua como rainha em assinaturas

YouTube tem recorde astronômico de usuários, mas Netflix continua como rainha em assinaturas

O YouTube caminha para atingir números impressionantes de audiência global, mas a Netflix segue firme na liderança quando o assunto envolve assinaturas pagas. A conclusão aparece em um novo estudo da Omdia, que analisou o cenário atual do mercado de streaming e projetou seu crescimento até 2031.

Segundo as estimativas, a plataforma do Google deve alcançar cerca de 2,7 bilhões de usuários ativos mensais já em 2026. Apesar desse alcance gigantesco, a Netflix continuará ocupando o topo entre os serviços baseados em assinatura, ampliando ainda mais sua vantagem sobre os concorrentes.Atualmente, a Netflix possui pouco mais de 300 milhões de assinantes em todo o mundo. A previsão da Omdia aponta para um crescimento consistente ao longo dos próximos anos, permitindo à empresa chegar a aproximadamente 396,2 milhões de clientes até 2031.Clique aqui para ler mais

YouTube tem recorde astronômico de usuários, mas Netflix continua como rainha em assinaturas
Fonte: Tudocelular

Nano Banana: o que é e como funciona a IA de imagens do Google

Nano Banana: o que é e como funciona a IA de imagens do Google

Nano Banana é um modelo de IA que facilita a edição de imagens (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

O Nano Banana é o modelo de inteligência artificial generativa do Google, voltado para a criação e edição avançada de imagens. Integrada ao ecossistema do Gemini, essa ferramenta permite realizar ajustes complexos em arquivos por meio de comandos de texto intuitivos.

O funcionamento se baseia no processamento de pedidos em linguagem natural, sem exigir o uso de softwares de edições manuais. Para isso, algoritmos realizam a compreensão e raciocínio da solicitação, traduzindo as instruções cheias de detalhes em uma imagem.

Como vantagens, destacam-se a agilidade da edição conversacional e o redimensionamento inteligente, que otimiza fluxos criativos. Em contrapartida, as desvantagens incluem possíveis gargalos em edições de alta complexidade e restrições de uso impostas na versão gratuita.

A seguir, saiba mais sobre o Nano Banana, o funcionamento do modelo de IA e os pontos fortes e fracos. Também entenda a diferença da ferramenta em relação ao Midjourney e DALL-E.

ÍndiceO que é Nano Banana?De onde vem o nome Nano Banana? Para que serve o Nano Banana?Como funciona o Nano Banana O Nano Banana é gratuito?Quais são as vantagens do Nano Banana? Quais são as desvantagens do Nano Banana? Qual é a diferença entre Nano Banana e Google Gemini? Qual é a diferença entre Nano Banana e Midjourney? Qual é a diferença entre Nano Banana e DALL-E?

O que é Nano Banana?

O Nano Banana, apelido viral do Gemini 2.5 Flash Image, é um modelo de inteligência artificial do Google focado na geração e edição avançada de imagens. A ferramenta automatiza ajustes complexos, como alteração de planos de fundos e estilos, oferecendo uma versão Pro para otimizar fluxos de trabalho profissionais.

De onde vem o nome Nano Banana? 

O nome “Nano Banana” surgiu como um codinome divertido sugerido por Naina Raisinghani, gerente de produtos de inteligência artificial do Google. A escolha une de forma descontraída os apelidos da executiva, “Naina Banana” e “Nano”, sendo rapidamente adotado pela equipe de desenvolvimento da big tech.

Usuários podem usar o Nano Banana para criar infográficos completos a partir de anotações (imagem: Reprodução/Google)

Para que serve o Nano Banana?

O Nano Banana permite gerar e editar imagens de forma ágil por meio de comandos de texto, otimizando a criação visual conversacional. Ele automatiza desde a remoção de objetos e troca de fundos até a transformação de anotações em diagramas estruturados.

A ferramenta combina fotos, ajusta a iluminação de retratos com facilidade e garante a consistência de personagens em diferentes edições. Esse recurso mantém elementos visuais idênticos e reconhecíveis em múltiplos cenários, sendo ideal para manter a identidade visual de projetos profissionais.

Como funciona o Nano Banana 

O Nano Banana opera integrado ao ecossistema do Gemini, onde o usuário insere comandos de texto ou faz upload de uma imagem para iniciar a criação visual. A partir dessas instruções em linguagem natural, ele processa as modificações diretamente no chat, dispensando ferramentas manuais de edição.

Essa IA generativa utiliza algoritmos avançados de compreensão e raciocínio para interpretar pedidos complexos cheios de nuances. O sistema analisa solicitações detalhadas e executa refinamentos contínuos na mesma conversa, mantendo o contexto histórico de cada alteração.

Na prática, o Nano Banana 2 e o Nano Banana Pro examinam a imagem enviada ou gerada e preservam detalhes cruciais do original enquanto renderizam as alterações solicitadas. Esse equilíbrio permite ajustar a iluminação ou substituir objetos secundários, sem descaracterizar o elemento principal da cena.

O diferencial técnico do modelo está na capacidade de garantir a consistência de personagens e objetos ao longo de edições sucessivas. Com isso, o usuário pode transformar planos de fundo e aplicar novos estilos estéticos, mantendo a identidade visual perfeitamente reconhecível.

O Nano Banana pode ser acessado pelo aplicativo do Gemini para celular (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

O Nano Banana é gratuito?

Sim, o Nano Banana pode ser utilizado gratuitamente no aplicativo Gemini para criação e edição ágil de imagens. Contudo, essa modalidade de acesso livre possui um teto restrito para o volume de requisições diárias de processamento.

Para atender fluxos de trabalho corporativos e pesados, o Google disponibiliza planos de assinatura que desbloqueiam o Nano Banana Pro. A versão premium eleva a capacidade computacional da ferramenta, garantindo maior velocidade e prioridade na renderização de arquivos complexos.

O Nano Banana Pro, disponível na assinatura paga do Gemini, libera maior poder computacional para a edição das imagens (imagem: Reprodução/Google)

Quais são as vantagens do Nano Banana? 

Estes são os pontos fortes da ferramenta Nano Banana:

Edição por comandos e refinamento contínuo: modifica imagens de alta qualidade utilizando linguagem natural diretamente no chat, permitindo ajustar o mesmo arquivo em formato de conversa sem reiniciar do zero;

Controle de cena e transferência de estilo: garante domínio sobre iluminação, foco e enquadramento da câmera, além de aplicar a identidade estética e a paleta visual de uma foto de referência em outra;

Redimensionamento inteligente e expansão de tela: altera a proporção do arquivo para diferentes mídias e redes sociais via preenchimento generativo, expandindo as bordas do cenário sem cortar nenhum detalhe importante;

Renderização de texto e tipografia precisa: apresenta evolução no processamento de caracteres e elementos gráficos, permitindo integrar palavras nítidas e sem distorções para a criação de logotipos ou peças publicitárias;

Consistência de personagens e objetos: mantém elementos centrais e pessoas com características físicas idênticas ao longo de múltiplas edições, preservando a identidade visual do projeto em diferentes cenários.

Quais são as desvantagens do Nano Banana? 

Estes são os pontos fracos do Nana Banana:

Gargalos de processamento em edições complexas: renderizações avançadas que exigem múltiplas camadas de alteração podem apresentar lentidão, demandando alto poder computacional e tempo de espera do usuário;

Limites restritivos de uso gratuito: o teto de requisições diárias nas contas gratuitas costuma interromper o fluxo de trabalho de usuários intensivos, forçando a migração para planos pagos;

Flutuação de qualidade e retrabalho: em alguns casos, o nível de realismo pode oscilar entre as gerações na mesma conversa, exigindo etapas extras de refinamento ou o uso da versão Pro para obter resultados satisfatórios;

Inconsistência tipográfica e de branding: o modelo de linguagem visual pode falhar ao tentar reproduzir identidades de marcas com fidelidade absoluta ou ao inserir textos padronizados e sem erros geométricos;

Riscos de segurança e desinformação: a capacidade hiper-realista da IA generativa acende alertas sobre deepfakes e o uso indevido da ferramenta para criar conteúdos falsos ou violar direitos de privacidade.

O Nano Banana 2 oferece diversos recursos para edição de imagem por meio de comandos de texto, mas pode apresentar gargalos em projetos complexos (imagem: Reprodução/Google)

Qual é a diferença entre Nano Banana e Google Gemini? 

O Nano Banana é o motor especializado em geração e edição avançada de imagem que opera integradamente no ecossistema Gemini. A ferramenta atua exclusivamente na tradução de comandos textuais em modificações visuais, controlando elementos gráficos como iluminação, estilo e cenários.

O Google Gemini é uma plataforma integrada de inteligência artificial multimodal que funciona como um assistente completo para o usuário. O ecossistema amplo processa e gera textos, resolve códigos de programação e gerencia tarefas complexas por meio de diversos modelos de linguagem.

Qual é a diferença entre Nano Banana e Midjourney? 

O Nano Banana é o modelo de IA do Google integrado ao Gemini que se destaca pela edição conversacional e refinamento contínuo de imagens. O sistema prioriza a precisão ao interpretar comandos textuais, modificando arquivos existentes enquanto mantém a consistência de personagens e objetos centrais.

O Midjouney opera como uma plataforma independente focada em renderizar ilustrações e conceitos artísticos altamente estéticos e ultrarrealistas do zero. Essa ferramenta é a escolha ideal para profissionais que buscam impacto visual sofisticado e composições conceituais ricas em texturas e iluminação.

Qual é a diferença entre Nano Banana e DALL-E?

O Nano Banana é o motor de IA generativa do Google focado em edição conversacional e refinamento de arquivos visuais. Integrado ao ecossistema Gemini, o modelo se destaca por interpretar nuances textuais para modificar imagens existentes e manter a consistência de personagens.

O DALL-E é o sistema de conversão de texto em imagem da OpenAI, projetado essencialmente para interpretar descrições escritas e transformá-las em ilustrações do zero. A ferramenta foca na criação de conceitos visuais inéditos, traduzindo ideias abstratas em gráficos com alta fidelidade ao comando inicial.
Nano Banana: o que é e como funciona a IA de imagens do Google

Nano Banana: o que é e como funciona a IA de imagens do Google
Fonte: Tecnoblog

Google vai sugerir ajustes em semáforos de São Paulo para melhorar o trânsito

Google vai sugerir ajustes em semáforos de São Paulo para melhorar o trânsito

Projeto chega à quarta cidade no Brasil (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

Resumo

O Google lança o projeto Green Light em São Paulo (SP), parceria com a CET e a Prodam, para melhorar o trânsito com ajustes em semáforos usando inteligência artificial.
O projeto analisa dados de tráfego do Maps para identificar gargalos em cruzamentos e sugere ajustes para melhorar o fluxo de carros e reduzir emissões poluentes.
O Green Light já está presente em mais de dez cidades em quatro continentes e, no Brasil, foi adotado em 83 cruzamentos, com redução de 9% no consumo de combustível.

O Google trará o projeto Green Light, voltado a melhorias em semáforos, para São Paulo (SP), em parceria com a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) e a Prodam (empresa de tecnologia do município).

“Estamos usando a IA como uma ferramenta poderosa para tornar o trânsito mais fluido e o ar mais limpo, economizando tempo e combustível dos motoristas sem a necessidade de construir novas infraestruturas”, afirma Paula Aluani, gerente de parcerias estratégias de Geo, área da empresa responsável por Google Maps e Waze.

O que é o projeto Green Light do Google?

O projeto Green Light usa dados de tráfego e mapas para analisar o comportamento de semáforos e identificar gargalos, com o auxílio de inteligência artificial.

A partir daí, o Google pode sugerir a autoridades ajustes para melhorar o fluxo de carros, reduzindo o movimento de parar e acelerar, que é responsável por emissões adicionais de gases poluentes.

As alterações são de segundos no tempo em que o sinal fica aberto em horários específicos. Cabe aos municípios acatar ou não o que foi recomendado.

Menos paradas, menos poluição

A capital paulista é a quarta cidade brasileira a receber a tecnologia, depois de Rio de Janeiro (RJ), Campinas (SP) e São Caetano do Sul (SP).

Segundo o Google, o projeto já reduziu em cerca de 30% o número de paradas de carros nas cidades onde foi adotado, considerando dados globais. No Brasil, as medidas foram adotadas em 83 cruzamentos, com redução de 9% no consumo de combustível.

Globalmente, o projeto Green Light já está presente em mais de dez cidades em quatro continentes — a lista inclui Seattle (Estados Unidos), Hamburgo (Alemanha), Budapeste (Hungria) e Jacarta (Indonésia).
Google vai sugerir ajustes em semáforos de São Paulo para melhorar o trânsito

Google vai sugerir ajustes em semáforos de São Paulo para melhorar o trânsito
Fonte: Tecnoblog

Gemini chega para celulares Android mais simples e baratos

Gemini chega para celulares Android mais simples e baratos

Gemini Go chega para celulares baratos com sistema Android (Imagem: Vitor Valeri/Tecnoblog)

Resumo

O Gemini, inteligência artificial do Google, está disponível em celulares Android baratos com sistema operacional Android Go, substituindo o assistente de voz.
Para usar o Gemini Go, basta atualizar o aplicativo do Google pela Play Store e acessá-lo pelo widget na home do Android ou pelo botão de Home ou energia.
Com o Gemini Go, é possível realizar atividades como ligações, mensagens por comandos de voz, buscas específicas, organizar agenda e reproduzir conteúdos de apps baixados no smartphone.

O Gemini chegou de forma nativa a celulares Android mais baratos com a versão Go do sistema operacional do Google. Agora, basta atualizar o aplicativo geral da empresa pela Play Store para começar a usar o Gemini Go em pesquisas rápidas e consultas na IA generativa, sem a necessidade de recorrer ao navegador.

A novidade impacta modelos de entrada ou até mesmo intermediários, como Redmi A5, Poco C71 e Infinix Smart 10, todos à venda no Brasil por menos de R$ 1 mil. Eles têm entre 2 e 4 GB de memória RAM. Antes, os smartphones ficavam restritos ao Google Assistente.

Segundo o Google, o recurso já está disponível em português, mas algumas funções podem demorar a chegar. Portanto, vale checar se a atualização pode ser feita via Google Play Store e testar alguns prompts com a IA.

Como usar o Gemini Go?

Redmi A5, da Xiaomi, traz uma versão Go do Android, agora com suporte ao Gemini (imagem: Divulgação/Xiaomi)

O Gemini Go fica disponível dentro do próprio app do Google, que normalmente apresenta um widget na home do Android. Para atualizar, basta seguir os passos:

Abra a Play Store no seu celular.

Busque por “Google” na barra de pesquisa.

Cheque se há alguma atualização disponível. Pode ser que o aplicativo já esteja atualizado, caso você tenha o update automático ativado.

Assim, não será mais necessário entrar no navegador para acessar o Gemini, mas sim o próprio app do buscador. Dependendo do celular, basta pressionar o botão de Home ou o botão de energia para acessar a IA. Também é possível baixar o app do Gemini, mas, em um modelo de entrada, isso pode significar perder um espaço significativo de armazenamento.

A nova versão da IA realiza diferentes atividades, como ligações ou mensagens por comandos de voz, buscas mais específicas, organização da agenda, adição de eventos ao calendário, entre outros exemplos.

Também é possível reproduzir conteúdos a partir de apps baixados no smartphone, assim como abrir vídeos no YouTube usando comandos de voz. Essas ações já eram possíveis via Google Assistente, mas sofriam com algumas limitações que a IA generativa vem tentando resolver.
Gemini chega para celulares Android mais simples e baratos

Gemini chega para celulares Android mais simples e baratos
Fonte: Tecnoblog

Android Auto: Google Maps ganha novo design para alertas de trânsito

Android Auto: Google Maps ganha novo design para alertas de trânsito

O Google atualizou a interface do Maps para Android Auto nos últimos dias. O aplicativo foi contemplado com um novo design para alertas de trânsito, com o objetivo de torná-los menos distrativos.

Com a mudança, o pop-up surge diretamente sobre o tempo estimado, ao manter os demais elementos da interface na tela. Em outras palavras, os atalhos são apenas diminuídos, mas sem sair alguma informação importante do lugar com o surgimento do aviso por alguns segundos, com opção de “Sim” ou “Não”. Confira o antes e depois a seguir:Até então, o design existente gerou controvérsias entre os usuários, uma vez que os alertas geravam grande distração aos motoristas. Isso porque eles substituíam as instruções escritas e até o tempo estimado até o destino em muitos momentos. Somente sumiam após a interação do condutor com a janela.Clique aqui para ler mais

Android Auto: Google Maps ganha novo design para alertas de trânsito
Fonte: Tudocelular

Google Health 5.01: nova atualização corrige bug de passos e melhora dieta

Google Health 5.01: nova atualização corrige bug de passos e melhora dieta

Depois de ganhar uma atualização significativa no final do mês passado, o Google Health acaba de passar por mais ajustes com a chegada da versão 5.01.

A novidade traz consigo 16 incrementos e correções para o redesign que acompanhou a versão 5.0. Segundo o próprio Google, esta é a “primeira de muitas melhorias que virão”.O update foca na consolidação de dados e no refinamento da experiência do usuário, trazendo correções cruciais e novos recursos em quatro pilares centrais.Clique aqui para ler mais

Google Health 5.01: nova atualização corrige bug de passos e melhora dieta
Fonte: Tudocelular

Reino Unido obriga Google a deixar imprensa fora dos Resumos de IA

Reino Unido obriga Google a deixar imprensa fora dos Resumos de IA

Google é obrigado a oferecer controles à imprensa britânica sobre uso em IAs (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

Reino Unido determinou que o Google ofereça uma ferramenta de exclusão para sites informativos saírem dos Resumos de IA.
A medida também obriga o Google a fornecer links claros para as fontes originais dos conteúdos utilizados nos resultados gerados pelo Gemini.
Big tech implementará um novo comando no para permitir que gestores de sites controlem como os conteúdos entram nas experiências de busca.

Poucas semanas após reafirmar a integração do Gemini com a busca, o Google enfrenta mais um revés. Nesta quarta-feira (03/06), a autoridade de concorrência do Reino Unido, CMA, determinou que a empresa ofereça aos donos de sites informativos uma forma de impedir o uso de conteúdos nos Resumos de IA e em outros recursos de busca com a tecnologia.

A decisão, considerada a primeira do tipo a oferecer ferramentas para produções jornalísticas contra a raspagem de dados por IA, chega como parte de novas regras de conduta para a big tech e busca dar mais controle à imprensa sobre como as páginas são usadas pelo buscador.

A CMA afirma que a medida deve equilibrar a relação entre o Google e os veículos de imprensa, colocando os sites em posição mais forte para negociar acordos de conteúdo. Ela também deve ser mais uma palha na fogueira acesa pelas editoras do Brasil, que exigem ao Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) a imposição de regras semelhantes.

Google já começou a implementar mudanças

Imprensa ganha controles sobre uso de conteúdo em IAs do Google (imagem: reprodução/Google)

Além da opção de exclusão (opt-out), a nova medida obriga que o Google assegure que o conteúdo utilizado nos resultados gerados pelo Gemini ofereça links claros para as fontes originais.

Segundo o Google, o site que decidir não aparecer nas respostas de IA, como os Resumos de IA, Modo IA e prévias de IA no Discover, não será punido no ranqueamento dos resultados tradicionais. Essa era uma das principais críticas da imprensa do país, já que tags como a “nosnippet”, que já permite o bloqueio de conteúdos nos resumos de IA, também retira o conteúdo da busca tradicional.

Para gerenciar isso, o Google começou a implementar um novo comando no Search Console. A ferramenta permitirá que gestores de sites controlem diretamente como os conteúdos entram nas experiências de busca com IA. Em comunicado, a empresa também afirma que a ferramenta oferecerá métricas sobre a aparição de informações do veículo nas respostas de IA.

Os novos controles para o Reino Unido foram anunciados em março, em resposta a consulta pública iniciada em janeiro pela CMA, ainda que a contragosto do Google. Se o objetivo era impedir a formalização de novas regras, entretanto, não funcionou.

Brasil tenta emplacar regras parecidas

Cade investiga abuso de posição dominante pelo Google no Brasil (imagem: reprodução)

No Brasil, o tema está nas mãos do Cade. O órgão investiga a relação entre o Google e veículos de imprensa desde 2019, em um processo que começou voltado à indexação de notícias e foi reaberto no ano passado com foco nos Resumos de IA.

Associações e empresas jornalísticas afirmam que a ferramenta concentra ainda mais poder nas mãos do Google, e a principal queixa é a possibilidade de reduzir visitas aos sites e afetar a monetização por publicidade — que, aliás, também estará presente no Modo IA do buscador.

Um dos pontos centrais da investigação é a ausência de uma opção de opt-out. Segundo a queixa, os veículos não teriam como impedir o uso de seu conteúdo nos Resumos de IA sem afetar também sua presença nos resultados gerais da busca.

Após sete anos, em abril, o Cade decidiu transformar o inquérito administrativo em um processo formal contra o Google. No voto, o presidente interino do órgão, Diogo Thomson, apontou “fortes indícios” de abuso exploratório de posição dominante.

Anteriormente, o Google negou que os Resumos de IA prejudiquem o jornalismo e pediu o arquivamento do processo. A empresa afirma que eventuais quedas de audiência não são causadas pela inteligência artificial, mas por mudanças mais amplas no consumo de notícias.

Reino Unido obriga Google a deixar imprensa fora dos Resumos de IA

Reino Unido obriga Google a deixar imprensa fora dos Resumos de IA
Fonte: Tecnoblog

Google está comprando códigos de desenvolvedores Android para treinar sua IA

Google está comprando códigos de desenvolvedores Android para treinar sua IA

O Google estaria oferecendo dinheiro para desenvolvedores Android em troca de acesso ao código-fonte de seus aplicativos. Segundo informações divulgadas pelo site 404 Media, a iniciativa faz parte de um programa confidencial voltado para treinamento de ferramentas baseadas em inteligência artificial.

Os convites começaram a chegar por e-mail para desenvolvedores com aplicativos populares na Play Store, principalmente projetos com milhões de downloads. A oferta promete gerar receita extra aos criadores enquanto ajuda a companhia a aprimorar produtos voltados para desenvolvimento.Um detalhe chamou atenção na abordagem utilizada pelo Google para a compra de códigos dos desenvolvedores Android. O e-mail enviado aos desenvolvedores não menciona inteligência artificial diretamente, apesar de documentos vinculados ao convite confirmarem relação com treinamento de IA.Clique aqui para ler mais

Google está comprando códigos de desenvolvedores Android para treinar sua IA
Fonte: Tudocelular

E no Brasil? Google abrirá sua primeira loja de varejo fora dos EUA

E no Brasil? Google abrirá sua primeira loja de varejo fora dos EUA

O Google acaba de anunciar sua primeira loja de varejo fora dos Estados Unidos. A unidade física ficará na famosa avenida arborizada de Omotesando, na capital do Japão.A nova loja de Tóquio promete trazer uma experiência completa para os consumidores. Segundo a empresa, os visitantes “poderão ver e comprar uma ampla gama de produtos do Google e de marcas parceiras, incluindo smartphones Google Pixel, produtos Google Nest, dispositivos Google Fitbit e acessórios.”

A loja também oferecerá “experiências de IA” da companhia, permitindo ver os serviços em ação.Clique aqui para ler mais

E no Brasil? Google abrirá sua primeira loja de varejo fora dos EUA
Fonte: Tudocelular