Category: Google

Google Pixel Tag: rival da AirTag da Apple tem preço e data de estreia vazados

Google Pixel Tag: rival da AirTag da Apple tem preço e data de estreia vazados

Depois de ter os primeiros detalhes e até o suposto visual vazados, a Google Pixel Tag, primeiro rastreador de objetos da gigante das buscas, teve agora a janela de estreia e a possível faixa de preço apontadas por um novo rumor. Ao que parece, o acessório realmente chegaria neste mês, ao lado da linha Pixel 11, e apostaria em um valor preparado para bater de frente com nomes mais consagrados no setor, em especial Apple e Samsung.A existência da Pixel Tag foi descoberta pelo portal 9to5Google, a partir da página de uma varejista da Eslovênia já retirada do ar. O conteúdo trouxe os primeiros aspectos do dispositivo, incluindo o suporte à rede Find Hub e até o design, em formato de pílula com acabamento na cor Light Fog (branco/prata).
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Google Pixel Tag: rival da AirTag da Apple tem preço e data de estreia vazados
Fonte: Tudocelular

Controle sua rotina: Google Gemini refinará Resumo Diário com nova interface e ajustes

Controle sua rotina: Google Gemini refinará Resumo Diário com nova interface e ajustes

O Gemini já oferece uma opção de receber uma notificação com Resumo Diário, mas ainda pode ser complexo ajustá-lo para que mostre informações relevantes. O Google quer corrigir isto e a prova foi encontrada pelo Android Authority na versão v17.45.14.sa.arm64 do seu aplicativo.Dentre as mudanças encontradas e habilitadas por engenharia reversa no aplicativo estão uma nova interface que substitui a caixa de texto com um microfone por um botão de “Personalize o seu resumo” (imagens abaixo). Tocar nele abre um menu em lista ao invés de caixas com sugestões para tornar o seu Resumo Diário mais útil.Porém, a grande mudança é a capacidade de definir o que será mudando ao clicar em cada opção composta por duas etapas. Você pode priorizar ou remover um tópico, seguir notícias por assunto, ajustar o tom ou estilo do resumo ou até outros parâmetros descrevendo o que deseja alterar.Clique aqui para ler mais

Controle sua rotina: Google Gemini refinará Resumo Diário com nova interface e ajustes
Fonte: Tudocelular

A torneira não fecha: vaza ficha técnica e preços de toda a linha Pixel 11

A torneira não fecha: vaza ficha técnica e preços de toda a linha Pixel 11

Mais um vazamento em massa da linha Google Pixel 11 está disponível na internet, agora com todos os detalhes das fichas técnicas e preços dos aparelhos. As informações, compartilhadas pelo site Android Headlines, confirmam os detalhes esperados para o evento de lançamento marcado para 12 de agosto.Ao que tudo indica, o Pixel 11 tem preço inicial de US$ 899, mas agora o celular oferece 256 GB de espaço interno no lugar de 128 GB. Além disso, toda a família chega ao mercado com os novos processadores Tensor G6 e Titan M3, mas as versões de entrada do Pixel 11 Pro e do Pixel 11 Pro XL sofreram uma redução na memória RAM para apenas 12 GB.

Esses dois modelos, aliás, também tiveram aumento de preço e passam a custar US$ 1.099 e US$ 1.299. O dobrável Pixel 11 Pro Fold não escapou do corte de memória e começa com 12 GB de RAM e tem preço sugerido de US$ 1.899.Clique aqui para ler mais

A torneira não fecha: vaza ficha técnica e preços de toda a linha Pixel 11
Fonte: Tudocelular

Como fazer backup do celular Android pela conta Google

Como fazer backup do celular Android pela conta Google

Veja o caminho para salvar os dados importantes do celular Android antes de mudar de aparelho (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Fazer backup do celular Android utilizando a conta Google é o melhor meio de proteger dados importantes na nuvem. O processo é simples: basta acessar as configurações do sistema, abrir o menu de serviços da conta Google e configurar o backup para ativar a sincronização automática.

A cópia de segurança guarda dados de aplicativos, preferências do sistema, histórico de chamadas e mensagens de texto diretamente na nuvem do Google. Essa rotina facilita a migração para um novo aparelho e garante a recuperação rápida dos dados em qualquer imprevisto.

Contudo, para não sofrer com o aviso de armazenamento cheio na nuvem, vale gerenciar os itens sincronizados e desativar o envio de arquivos pesados desnecessários. Desativar a cópia de imagens e vídeos do WhatsApp, por exemplo, ajuda a economizar o espaço da conta.

A seguir, veja o passo a passo para fazer backup do celular Android com a conta Google.

ÍndiceComo fazer backup do celular com a conta Google 1. Abra as configurações do celular2. Acesse o menu “Google”3. Selecione “Todos os serviços”4. Toque em “Backup”5. Inicie a cópia de segurançaO que o Google salva no backup do Android?Recomendações para economizar espaço de nuvem no backup do AndroidDesative a redundância no backup do WhatsAppDesative backups de SMS e chamadasSelecione o backup apenas de apps importantesFaça backup de fotos e vídeos separadamenteRevise a lista de backup periodicamentePreciso pagar para fazer o backup na conta Google?

Como fazer backup do celular com a conta Google 

1. Abra as configurações do celular

Deslize a tela para cima para abrir a bandeja de aplicativos do Android e pesquise pelo atalho de configurações com ícone de engrenagem (Config. ou Ajustes, dependendo da marca do dispositivo).

Acessando as configurações do celular Android (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

2. Acesse o menu “Google”

Desça a tela até encontrar a opção “Google” ou “Serviços do Google” para gerenciar suas preferências da conta Google.

Abrindo a opção “Google” nas configurações (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

3. Selecione “Todos os serviços”

Toque na aba “Todos os serviços”, no canto superior direito, para visualizar a lista completa de recursos, incluindo o caminho para configurar o backup do Android.

Selecionando a aba “Todos os serviços” do Google (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

4. Toque em “Backup”

Navegue pela tela até encontrar a seção “Backup e restauração” e toque em “Backup” para acessar o painel de sincronização.

Entrando no menu “Backup” do Android (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

5. Inicie a cópia de segurança

Toque em “Fazer backup agora” para enviar os dados para o backup do Google e aguarde a conclusão da cópia de segurança.

Dica rápida: se a função para fazer backup do celular estiver desativada, toque em “Ativar backup”, confirme as informações e inicie o salvamento dos dados na nuvem.

Realizando o backup do celular (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

O que o Google salva no backup do Android?

O backup do Android do Google geralmente salva os dados do dispositivo, aplicativos e mídias selecionadas. Esses são alguns tipos de cópias de segurança armazenadas na nuvem:

Dados de aplicativos: salva as preferências e progressos de aplicativos compatíveis, facilitando a vida ao fazer backup no celular e trocar de aparelhos;

Configurações de sistema: armazena senhas de Wi-Fi conhecidas, papéis de parede e layouts da tela inicial, simplificando a restauração do backup Android;

Contatos e agenda: mantém números de telefone, e-mails e compromissos sincronizados diretamente na nuvem para acesso imediato em qualquer tela;

Histórico de chamadas e SMS: registra a lista de ligações recentes e mensagens de texto recebidas, garantindo a preservação dessas informações ao restaurar o backup em um aparelho novo;

Fotos e vídeos: envia mídias registradas pela câmera para o Google Fotos, desde que a sincronização automática esteja ativada;

Arquivos do Google Drive: mantém a salvo arquivos locais vinculados aos serviços em nuvem da empresa, deixando de fora apenas itens salvos offline.

Recomendações para economizar espaço de nuvem no backup do Android

Para evitar o problema de armazenamento cheio do serviço da nuvem do Google, algumas práticas podem ajudar a reduzir o espaço ocupado em nuvem pelo backup do Android. Por exemplo:

Desative a redundância no backup do WhatsApp

Para quem usa o WhatsApp com frequência, fotos e vídeos baixados acabam ocupando espaço na nuvem duas vezes. Isso acontece porque o Google Fotos e o mensageiro sincronizam esses arquivos em duplicidade automaticamente.

Para evitar esse desperdício de espaço ao fazer backup do celular, você pode desativar as pastas do WhatsApp no Google Fotos. Para isso, abra o app de galeria, toque em “Álbuns”, selecione a pasta “WhatsApp Vídeo” ou “WhatsApp Images” e desative a chave ao lado da opção “Backup”.

Outra solução prática é configurar o backup do WhatsApp para ignorar mídias pesadas na cópia de segurança. Então, acesse as configurações do mensageiro, navegue até “Conversas”, abra o menu “Backup de conversas” e desative a chave “Incluir vídeos”.

Desativando o backup das pastas do WhatsApp no Google Fotos (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Desative backups de SMS e chamadas

O Android permite desativar categorias específicas ao fazer backup do celular, como mensagens de texto (SMS) e histórico de chamadas. Basta seguir este caminho: Configurações > Serviços do Google > Todos os serviços > Backup > Outros dados do dispositivo.

Então, desative as chaves ao lado das opções de “Mensagens SMS” e “Histórico de ligações” para impedir que esses registros entrem no próximo backup Android. Essa flexibilidade evita acúmulo desnecessário de dados e simplifica o processo na hora de fazer backup de um celular para outro.

Desmarcando o backup de SMS e ligações no Android (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Selecione o backup apenas de apps importantes

Muitos aplicativos são simples de serem reconfigurados e, por isso, podem seguramente não ser incluídos no backup do Android. Novamente, ao visitar o menu “Outros Dados do dispositivo”, vá até a seção “Dados do app” e desative a cópia de segurança dos softwares para economizar espaço.

Por outro lado, é extremamente recomendado manter o backup de aplicativos críticos, como o Google Authenticator e outras ferramentas de verificação de dois fatores (2FA). Como eles são mais difíceis de serem configurados em outro aparelho, as cópias podem poupar esse trabalho.

Desativando o backup de apps menos importantes (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Faça backup de fotos e vídeos separadamente

Para otimizar o envio de mídias para a nuvem, você pode configurar um backup focado apenas nas imagens e gravações do seu interesse. Isso evita que o armazenamento seja ocupado com arquivos desnecessários.

Vá até o menu de backup, toque na opção “Fotos e vídeos” e selecione “Backup padrão”. Em seguida, abra o menu “Pastas do Dispositivo” e marque os diretórios com as mídias que você deseja sincronizar por meio do backup.

Além disso, você pode otimizar a cópia de segurança alterando a qualidade de envio no Google Fotos. Mudar a opção de qualidade original para o modo compactado reduz o tamanho dos vídeos e economiza espaço na conta.

Selecionando as pastas de fotos e vídeos que podem ser inclusas no backup (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Revise a lista de backup periodicamente

Por fim, crie o hábito de checar as configurações de backup do Android para evitar o desperdício de espaço na nuvem com aplicativos desnecessários. É recomendado fazer esse ajuste fino periodicamente para manter salvos apenas os dados de aplicativos que exigem proteção contínua.

Preciso pagar para fazer o backup na conta Google?

A princípio, não é preciso pagar para usar o backup na conta Google porque o serviço oferece 15 GB de armazenamento gratuito divididos entre Gmail, Drive e Fotos. O processo para salvar uma cópia de segurança é de graça até que esse limite unificado da nuvem seja atingido.

O pagamento entra em cena apenas quando os dados do backup superam essa cota gratuita, exigindo a contratação do Google One. Como as informações do celular agora ocupam esse espaço compartilhado, planos pagos tornam-se necessários para quem acumula muitos arquivos.
Como fazer backup do celular Android pela conta Google

Como fazer backup do celular Android pela conta Google
Fonte: Tecnoblog

Google encerra suporte ao Android 6.0 após quase 11 anos

Google encerra suporte ao Android 6.0 após quase 11 anos

Android 7.0 agora é requisito mínimo exigido pelo Google (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

Google encerrou o suporte ao Android 6.0, também conhecido como Marshmallow.
O sistema não receberá mais atualizações do Google Play Services, o que aumenta sua vulnerabilidade a ataques.
O WhatsApp ainda é compatível com o Android 6.0 e continuará funcionando.

O Google encerrou oficialmente o suporte ao Android 6.0. De forma discreta, a empresa passou a exigir o Android 7.0 Nougat como versão mínima para que serviços essenciais continuem funcionando.

A mudança acontece quase 11 anos após o lançamento do Marshmallow, em 2015, tornando-o a versão do Android com o ciclo de suporte mais longo da história do sistema até agora. O sistema adicionou suporte para USB-C e leitores de impressão digital.

A medida atinge principalmente o Google Play Services, que atua em segundo plano conectando aplicativos a recursos do Google, como serviços de localização, autenticação e notificações, além de distribuir ferramentas de segurança sem depender de uma atualização completa do sistema operacional.

O que muda para quem ainda usa o Android 6.0?

Android 6.0 Marshmallow teve o suporte mais longo até aqui (imagem: Takahiro Yamagiwa/Flickr)

Com a perda do suporte, a maior consequência é o fim do recebimento de atualizações críticas. Dispositivos estacionados no Android 6.0 não receberão mais os pacotes do Google Play Protect, que atua como a defesa nativa da plataforma.

Para o dono de um celular antigo, a boa notícia é que o aparelho não deixará de funcionar de vez. Funções básicas de telefonia, como realizar e receber chamadas de voz, enviar SMS e utilizar o alarme, continuam operando normalmente. O problema real é usar a internet ou serviços críticos em um smartphone defasado, o que expõe o usuário a novas vulnerabilidades.

A indústria de aplicativos já começou a aderir às novas exigências do Google. No início deste mês, a equipe por trás do jogo móvel Art of War 3: Global Conflict publicou um aviso no Facebook confirmando o fim da compatibilidade com o sistema antigo.

No comunicado, os desenvolvedores explicaram que a arquitetura do Android 6.0 impede a implementação de recursos modernos. O estúdio recomendou que os jogadores atualizem o sistema pelo menos para a versão 7.0 ou comprem um aparelho novo.

WhatsApp ainda roda no Android 6.0?

Usar o WhatsApp em um sistema desprotegido representa um risco (foto: André Fogaça/Tecnoblog)

A resposta é sim, pelo menos por enquanto. De acordo com as informações mais recentes da página de suporte da Meta, o mensageiro continua operando normalmente no Marshmallow. Na verdade, o Android 6.0 se tornará o requisito mínimo oficial exigido pelo WhatsApp apenas a partir de 8 de setembro de 2026, data em que as versões 5.0 e 5.1 do sistema perderão o acesso definitivo ao serviço.

No entanto, é importante ressaltar que utilizar um aplicativo de mensagens em um sistema operacional tão defasado representa um risco considerável, já que as falhas de segurança do aparelho não serão mais corrigidas.

Aplicativos do Google param de funcionar

O corte do Android 6.0 ocorreu junto a uma escalada nas exigências de aplicativos oficiais. Conforme destacado em uma publicação do Reddit, outras ferramentas populares ganharam restrições severas nos últimos dias.

O aplicativo oficial do YouTube, por exemplo, agora exige no mínimo o Android 10 para rodar de forma nativa. Isso significa que smartphones parados no Android 9 já não receberão os updates da plataforma de vídeos. O aplicativo principal de buscas, o Google App, deu um salto ainda mais agressivo. O requisito mínimo de instalação passou do Android 9 para o Android 11.

Em relação ao Gmail, há divergência de informações. Enquanto relatos no Reddit apontam que o Android 7.0 passou a ser o requisito mínimo, o portal Android Authority ressalta que, por ora, ainda há compatibilidade com o Android 6.0.

Como verificar e atualizar o Android?

Para quem tem dúvidas sobre o status do próprio aparelho, o processo de verificação é simples:

Abra o aplicativo “Configurações” do telefone;

Role a tela e selecione “Sobre o telefone” (ou menu semelhante, a depender da fabricante);

Clique em “Versão do Android”.

Seguindo os passos, também é possível conferir a data do último patch de segurança. Caso a versão exibida seja a 6.0 ou inferior, o usuário pode procurar manualmente por atualizações disponíveis. Já mostramos aqui no TB como o processo funciona.
Google encerra suporte ao Android 6.0 após quase 11 anos

Google encerra suporte ao Android 6.0 após quase 11 anos
Fonte: Tecnoblog

Apenas 3% dos usos do Gemini envolvem automação massiva de tarefas

Apenas 3% dos usos do Gemini envolvem automação massiva de tarefas

Uso de IA no trabalho preocupa, mas pesquisa do Google aponta caminho contrário (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

Google realizou uma pesquisa sobre o uso do Gemini no mercado de trabalho e concluiu que a inteligência artificial é mais utilizada nas tarefas do que para cumprir funções, com apenas 3% dos casos analisados envolvendo uso massivo de IA no trabalho.
A pesquisa, que analisou 14,65 milhões de interações nas plataformas que oferecem o IA, mostrou que 75% das tarefas envolvem consultas simples ao Gemini e 86% das interações são para tarefas fora do trabalho.
O que o uso de IA no justifica a substituição de humanos de IA, e que a tecnologia funciona mais como ferramenta do que meioação, de acordo com o

O Google publicou uma pesquisa em que analisa o uso do Gemini no mercado de trabalho. O tema é uma grande preocupação para profissionais de diferentes áreas, sobretudo por causa de empresas que desejam substituir funcionários por inteligência artificial. Segundo o estudo, a ferramenta é mais utilizada para auxiliar nas tarefas do que para cumprir funções: apenas 3% dos casos analisados envolvem uso massivo de IA no trabalho, enquanto 75% das tarefas envolvem consultas simples ao Gemini.

Outro dado que corrobora isso é a porcentagem de interações que buscam automatizar completamente determinadas atividades, com 10% das conversas em trabalhos considerados “cognitivos”. Portanto, as soluções são pensadas pelos funcionários em sua maioria, e depois executadas em algum nível usando IA. As consultas ao Gemini também são mais voltadas para o dia a dia: 86% delas envolvem tarefas fora do trabalho.

O levantamento seguiu a metodologia ATLAS (Activity, Task, Landscape and Adoption Study), e analisou consultas feitas no Gemini. Ao todo, foram 14,65 milhões de interações nas plataformas que oferecem o modelo de IA como alternativa. De acordo com o The Wall Street Journal, os resultados indicam que um bom uso da tecnologia pode, inclusive, valorizar os trabalhadores.

Substituição por IA e temor no mercado de trabalho

São muitos os casos de demissões em massa sob a justificativa de que a inteligência artificial está mudando a lógica de trabalho, principalmente por conta das automações. Segundo dados da plataforma Layoffs.fyi, já são mais de 120 mil cortes apenas considerando companhias de tecnologia.

Amazon, Meta e Microsoft (foto) já anunciaram demissões em massa por “reestruturações internas” (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Mais recentemente, a Microsoft anunciou 4,8 mil demissões, cerca de 2,1% da força de trabalho em todo o mundo. Antes disso, em janeiro, foi a vez da Amazon, que demitiu cerca de 30 mil pessoas e comunicou que “o mundo está mudando mais rápido do que nunca”. Empresas como a Meta também tiveram casos semelhantes.

Uma pesquisa divulgada em fevereiro indicou que muitas empresas estavam usando a IA como justificativa para demissões já planejadas, inclusive sem ter a automação necessária para substituir esses funcionários.

Comportamento profissional com IA não justifica substituição

No estudo divulgado pelo Google, não há dados sobre automações que justifiquem a substituição de humanos por agentes de IA. Muitos técnicos usam o Gemini para consultar detalhes específicos de suas áreas, por exemplo, como forma de auxiliar em serviços de elétrica, construção, entre outros.

De acordo com o Axios, existem também algumas lacunas importantes a serem consideradas. O estudo não leva em conta modelos do Gemini como Enterprise e Workspace, com agentes focados em tarefas de trabalho, já que os acessos são privados. Dessa forma, é possível que já existam automações que não foram consideradas no estudo.

Pesquisa do Google sobre o uso do Gemini destrincha comportamento de profissionais com a IA (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

O levantamento destaca ainda que o uso de IA está mais relacionado a cargos de liderança em regiões com alto poder aquisitivo. Em números, o Google fala em um aumento no uso de IA de 2,5% a cada 1% de aumento na faixa salarial.

Outro destaque que corrobora a ideia de que as IAs não estão “substituindo” os trabalhadores é o tipo de uso do Gemini: 86% das interações analisadas envolvem atividades gerais, e não necessariamente envolvem trabalho. Em sua maioria, são dicas de cozinha e limpeza, além de dúvidas sobre serviços governamentais, por exemplo.

A verdade é que, pela análise, a maior parte das ocupações não tem um grande volume de uso de IA. Apenas 3% dos casos analisados envolvem um uso massivo, aplicado a mais de 75% das tarefas realizadas – aqui, principalmente em trabalhos que envolvem estatística, programação, entre outros exemplos mais voltados para matemática.

Com essas informações, o Google conclui que a IA funciona mais como ferramenta que meio de automação, necessariamente. Considerando o mercado estadunidense, por exemplo, a empresa afirma que 80% dos trabalhadores têm pelo menos 10% das atividades laborais afetadas pela IA, mas isso não significa uma automação dos processos que justifique a substituição de humanos pelos LLMs.
Apenas 3% dos usos do Gemini envolvem automação massiva de tarefas

Apenas 3% dos usos do Gemini envolvem automação massiva de tarefas
Fonte: Tecnoblog

Google Gemini testa opção que acaba com maior incômodo das imagens do Nano Banana

Google Gemini testa opção que acaba com maior incômodo das imagens do Nano Banana

O Google tem preparado os últimos detalhes para lançar uma função muito aguardada no Gemini: a possibilidade de remover a marca d’água de imagens geradas no Nano Banana.

A novidade já consta no beta do aplicativo, sendo que ela ganhou força após Josh Woodward, vice-presidente do Google que lidera o Gemini e o Google Labs, realizar uma consulta pública sobre as maiores queixas dos usuários em relação à plataforma.


O pedido para eliminar a marca d’água visual figurou entre os dez itens mais solicitados, levando a equipe de desenvolvimento a analisar a viabilidade da proposta.Clique aqui para ler mais

Google Gemini testa opção que acaba com maior incômodo das imagens do Nano Banana
Fonte: Tudocelular

IAs chinesas superam rivais humanos em olimpíada de matemática

IAs chinesas superam rivais humanos em olimpíada de matemática

Modelos de IA gabaritam prova da Olimpíada Internacional de Matemática pela primeira vez (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

Modelos de IA de Huawei e Xiaohongshu acertaram 100% das questões na Olimpíada Internacional de Matemática (IMO) em julho, superando competidores humanos.
A prova foi realizada sem intervenção humana e as questões só foram liberadas após a finalização da prova por parte dos estudantes inscritos.
Outras IAs, incluindo ChatGPT e Claude, também testaram as questões da IMO, com resultados positivos, mas não oficiais.

Os modelos de IA Celia, da Huawei, e dots-node-3.0, da Xiaohongshu gabaritaram a prova da Olimpíada Internacional de Matemática (IMO, na sigla em inglês), superando os competidores humanos. Esse é o primeiro registro da tecnologia de inteligência artificial acertando 100% das questões em desafios do tipo. No ano passado, Google e OpenAI haviam divulgado seus resultados, que foram muito positivos, mas não perfeitos.

Segundo a Xiaohongshu, chegar aos 100% é extremamente difícil, o que fica comprovado pelo resultado entre humanos: dos 666 participantes em Xangai, apenas sete conseguiram gabaritar a prova. A empresa afirma que é a primeira vez que seu modelo é testado com questões da IMO.

Segundo o Taipei Times, as questões só foram liberadas para o teste com os modelos de IA depois de concluídas entre os estudantes reais. Além disso, nenhuma intervenção humana foi permitida durante as resoluções.

A empresa de capital de risco Menlo Ventures, dos Estados Unidos, realizou testes próprios com o auxílio de um parceiro para verificar a taxa de acerto de IAs americanas, já que elas não participariam oficialmente da prova. O ChatGPT na versão GPT-5.6 Sol (OpenAI), o Claude Fable 5 (Anthropic) e a ferramenta da Axiom Math também gabaritaram o teste.

Claude Fable 5 também foi testada de forma extraoficial (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Essa não é a primeira vez que modelos de IA são testados em provas da Olimpíada Internacional de Matemática. Em 2024, o Google “conquistou” a medalha de prata com o modelo da DeepMind, que acertou quatro de seis questões. A resolução, no entanto, demorou cerca de três dias.

Já em 2025, o modelo ficou com nota suficiente para ganhar o ouro, assim como o ChatGPT, mas não chegou à nota máxima. É importante destacar que não foram revelados os modelos exatos usados nos testes anteriores.
IAs chinesas superam rivais humanos em olimpíada de matemática

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Fonte: Tecnoblog

Google Chrome finalmente roda Netflix em 4K no Windows 11 e alcança o Microsoft Edge

Google Chrome finalmente roda Netflix em 4K no Windows 11 e alcança o Microsoft Edge

Usuários do Windows que preferem o navegador da Google têm um motivo para comemorar. O Google Chrome passou a suportar nativamente a reprodução de conteúdos em 4K Ultra HD (2160p) na Netflix em computadores com Windows 11. A mudança encerra uma limitação histórica que forçava os assinantes a recorrerem ao Microsoft Edge ou ao aplicativo dedicado da plataforma para consumir filmes e séries na resolução máxima.

A alteração ocorreu de forma discreta na documentação oficial da Netflix, que passou a listar o suporte a Ultra HD para o Chrome a partir da versão 117 em sistemas Windows. Até então, o navegador estava limitado a transmissões em HD (720p ou 1080p), criando uma desvantagem direta em relação ao concorrente da Microsoft.Embora a atualização do navegador seja um passo fundamental, o streaming em 4K exige a validação de uma série de diretrizes de segurança de hardware e largura de banda para funcionar corretamente. Para desbloquear a taxa de bits máxima, o sistema precisa atender às seguintes exigências:Clique aqui para ler mais

Google Chrome finalmente roda Netflix em 4K no Windows 11 e alcança o Microsoft Edge
Fonte: Tudocelular

Google agora permite login via vídeo de selfie; veja como funciona

Google agora permite login via vídeo de selfie; veja como funciona

Google agora permite login via vídeo de selfie (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

Resumo

Google lançou um método de autenticação via vídeo de selfie para login em contas, permitindo acesso após perda de senha ou bloqueio da conta;
para ativar o recurso, o usuário acessa a página de configuração, lê um QR Code com o celular, e faz login novamente; em seguida, grava um vídeo de selfie com orientações para mover o rosto;
o vídeo é armazenado de forma segura na conta do usuário, com camadas de segurança adicionais para evitar acessos indevidos por fotos ou vídeos falsos.

A sua conta do Google agora conta com mais um mecanismo de autenticação para quando você perde a senha: o login via vídeo de selfie, que permite que você entre em sua conta mostrando o seu rosto à câmera do seu celular ou tablet.

Esse recurso não é exatamente novo. Ainda que discretamente, o Google lançou um mecanismo de recuperação de conta via vídeo de selfie em fevereiro de 2026.

A nova abordagem é uma ligeira evolução desse mecanismo, por assim dizer. Nela, o login auxiliado por vídeo de selfie deixa de ser um recurso emergencial de recuperação do acesso para ser um método de autenticação oficial, ainda que continue sendo direcionado a circunstâncias como perda de senha ou bloqueio da conta.

Como funciona o vídeo de selfie na Conta Google?

O primeiro passo consiste em acessar a página de configuração do vídeo de selfie. Se você o fizer via desktop, verá um QR Code que deverá ser lido com a câmera do seu celular ou tablet. O código abrirá o aplicativo do Google no aparelho. Nesse momento, poderá ser necessário fazer login em sua Conta Google novamente.

Em seguida, a captura de imagem começará. Você receberá orientações para mover o rosto para os lados durante o procedimento. É algo que lembra a autenticação facial existente em aplicativos de bancos, por exemplo.

Registro de vídeo de selfie para login na Conta Google (imagem: reprodução/Google)

De acordo com o Google, o vídeo capturado é armazenado de modo seguro em sua conta e poderá ser excluído a qualquer momento. A gravação será usada para comparação de imagens durante um procedimento de login por meio de vídeo de selfie.

Quando for necessário fazer login por esse método, uma série de camadas de segurança entrará em ação para evitar que a Conta Google seja acessada indevidamente por terceiros por meio de fotos ou deepfakes (vídeos falsos), por exemplo.

“Também usamos nossas práticas de segurança padrão para detectar e ajudar a evitar tentativas de login suspeitas”, complementa o Google.

Vale destacar que este é um lançamento global, mas com liberação gradual. Se a sua conta ainda não tiver acesso à novidade, bastará esperar alguns dias.
Google agora permite login via vídeo de selfie; veja como funciona

Google agora permite login via vídeo de selfie; veja como funciona
Fonte: Tecnoblog