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Google se inspira na Samsung e prepara IA para ajudar usuário

Google se inspira na Samsung e prepara IA para ajudar usuário

Recursos do Gemini atuarão nos bastidores do Android (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Resumo

Google está desenvolvendo duas novas ferramentas de inteligência artificial para o Gemini no Android, que lembram funções recentes da Samsung.
Assistência Proativa analisa a tela e mensagens localmente para oferecer sugestões em tempo real.
Já o Resumo Diário organiza a rotina do usuário compilando dados de sua conta em duas abas: “Metas Ativas” e “Principais Ideias”.

O Google está desenvolvendo mais funcionalidades de inteligência artificial para o Gemini no Android. Descobertos em testes do aplicativo, os recursos batizados de “Assistência Proativa” (Proactive Assistance) e “Resumo Diário” (Daily Brief) analisam o aparelho para exibir sugestões em tempo real.

A ideia é que a IA entregue informações úteis antes mesmo que você faça uma pergunta e a expectativa é que as novidades sejam oficializadas no próximo mês, durante a conferência para desenvolvedores Google I/O 2026.

Como vai funcionar a Assistência Proativa?

A Assistência Proativa foi criada para entender o contexto de uso do seu celular e oferecer ajuda. O recurso foi detalhado pelo portal Android Authority, após uma análise do código da versão 17.18.22.sa.arm64 do aplicativo do Google.

A ferramenta exibe lembretes, atalhos contextuais e resumos de informações no momento em que o usuário precisa, sem que seja necessário digitar um comando. Para que isso funcione, a IA coleta dados a partir de três fontes: o conteúdo exibido na tela do celular, o histórico de notificações recebidas e informações de aplicativos compatíveis.

Para evitar surpresas, o usuário deve ter controle sobre o recurso, podendo ativá-lo ou desativá-lo com uma chave nas configurações. Haverá também um menu de “Aplicativos Conectados” para definir exatamente de onde o Gemini pode puxar os dados. Num primeiro momento, o suporte básico abrange os apps de Contatos e Mensagens.

No entanto, integrações mais profundas com o ecossistema de produtividade da empresa — como Gmail, Google Agenda, Docs, Drive e Google Keep — ficam disponíveis em um painel separado.

Usuário terá controle sobre o fornecimento de dados (imagem: reprodução/Android Authority)

Como a leitura constante da tela e de e-mails levanta preocupações sobre a segurança da informação, o Google adotou uma abordagem com foco na privacidade. Conforme indicam as capturas de tela vazadas, o processamento dos dados ocorre localmente no dispositivo.

As informações ficam em um ambiente criptografado, garantindo que o conteúdo não seja enviado para os servidores da empresa ou seja usado para treinar modelos de IA.

Resumo Diário servirá para organizar a rotina

O Google também está preparando o recurso “Resumo Diário”, acessível a partir de uma barra lateral esquerda dentro do próprio aplicativo do Gemini. A premissa é compilar os dados de uma conta e dividi-los em duas abas: “Metas Ativas” e “Principais Ideias”.

A primeira seção tem como foco os hábitos que você está tentando criar ou temas que vem pesquisando com frequência na Busca do Google. Já a área de “Principais Ideias” atua como um hub inteligente de prioridades, extraindo informações do Gmail e histórico de navegação sem precisar abrir vários aplicativos diferentes.

Inspiração na Samsung

As movimentações do Google parecem uma resposta à sua principal parceira no ecossistema Android. Conforme apontado pelo portal SamMobile, os novos recursos do Gemini bebem muito da fonte de duas ferramentas da Samsung: o Now Brief e o Now Nudge.

Disponibilizadas no início deste ano com o lançamento da família Galaxy S26, as ferramentas da marca sul-coreana já fazem um trabalho semelhante. O Now Brief, por exemplo, concentra em uma única tela os eventos da agenda, previsão do tempo e métricas de exercícios físicos. O sistema ainda recomenda playlists do Spotify ou do YouTube Music e exibe tarefas pendentes, ajustando as sugestões de acordo com a hora do dia.

O Google deve revelar mais detalhes oficiais no palco do Google I/O 2026, marcado para o mês de maio. O evento também servirá de vitrine para outras estreias, incluindo o anúncio do Android 17, novidades do sistema para relógios Wear OS, um novo ChromeOS, além de atualizações para o Android Auto e Android Automotive.
Google se inspira na Samsung e prepara IA para ajudar usuário

Google se inspira na Samsung e prepara IA para ajudar usuário
Fonte: Tecnoblog

Chega de confusão nos ícones do Google

Chega de confusão nos ícones do Google

Maioria dos apps do Google adota ícones coloridos (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Resumo

O Google planeja modificar os ícones dos aplicativos do Google Workspace, como Drive, Gmail e Fotos, para simplificar a identificação.
Os novos ícones terão cores sólidas e detalhes de iluminação, como o Google Meet que será amarelo, o Google Chat verde e o Google Calendar azul.
Os ícones dos apps de Documentos, Planilhas e Apresentações ganharão um novo design com detalhes de iluminação e bordas arredondadas.

Já te aconteceu de abrir a pasta “Google” no seu celular e tocar no ícone errado? A família de aplicativos ganhou uma coloração gradiente que confunde muitos usuários. Para resolver a situação, o Google planeja fazer uma modificação completa nos ícones de apps como Drive, Gmail e Fotos.

De acordo com o site especializado 9to5 Google, a ideia do Google é simplificar os ícones, de modo que os consumidores encontrem os apps com mais facilidade. Por exemplo, o Google Drive deve perder os detalhes em vermelho. Por sua vez, o app do Gmail deve ficar mais vermelho do que nunca, apesar de ainda estampar outras cores.

Novos ícones vazam na web (imagem: reprodução/9to5 Google)

Quais são as mudanças visuais nos aplicativos?

Os ícones vazados pelo 9to5 Google indicam um redirecionamento em especial para o Google Meet, que fica completamente amarelo, o Google Chat, que adota o verde, e o Google Calendar, que ganha um ícone completamente azul.

Os ícones para os apps de Documentos, Planilhas e Apresentações — parte do Google Workspace — continuam predominantemente nas cores azul, verde e amarelo, respectivamente. No entanto, ganham um novo design, mais moderno, com detalhes de iluminação e bordas mais arredondadas.

Quando os novos ícones serão lançados?

Não sabemos quando os novos ícones vão entrar em ação ou se serão exatamente estes revelados em primeira mão pela imprensa internacional. De toda forma, fica a pergunta: você gostou do que viu? Conte para a gente nos comentários do Tecnoblog.
Chega de confusão nos ícones do Google

Chega de confusão nos ícones do Google
Fonte: Tecnoblog

É grátis! Google Fotos libera novo botão de ‘Ajuste com IA’ para todos os usuários

É grátis! Google Fotos libera novo botão de ‘Ajuste com IA’ para todos os usuários

O Google Fotos segue expandindo os recursos de inteligência artificial na plataforma, e uma nova ferramenta começa a aparecer para usuários ao redor do mundo. O botão chamado ‘Ajuste com IA’ (AI Enhance), integrado ao editor de imagens dentro da aba automática do app.

A nova ferramenta se posiciona ao lado das opções já conhecidas, como ‘Ajustar’ (Enhance) e Dinâmico (Dynamic), reforçando a estratégia da empresa de centralizar ajustes rápidos com ajuda de IA em um só lugar.

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É grátis! Google Fotos libera novo botão de ‘Ajuste com IA’ para todos os usuários
Fonte: Tudocelular

Carteira do Google lança ID Digital com Passaporte no Brasil; saiba como funciona

Carteira do Google lança ID Digital com Passaporte no Brasil; saiba como funciona

Em outubro do ano passado, conferimos por aqui que o Google estava trabalhando para adicionar em sua carteira digital a possibilidade de criar ID digitais usando passaporte em alternativa à carteira de motorista, ampliando assim a chances de utilização por mais usuários.

Agora, silenciosamente, a funcionalidade ganhou mais um desdobramento e começou a ser disponibilizado de maneira oficial para usuários ao redor do mundo, o que inclui nessa leva o Brasil, além do Reino Unido, Singapura e Taiwan.Nas informações divulgadas dentro do aplicativo, temos que o referido “passe de identificação” pode ser utilizado para confirmar sua idade ou identidade onde for aceito, não substituindo por óbvio a via física, ou seja, é indicado que seja mantida a versão do mundo real com você do mesmo jeito para evitar dor de cabeça.Clique aqui para ler mais

Carteira do Google lança ID Digital com Passaporte no Brasil; saiba como funciona
Fonte: Tudocelular

Adeus, Fitbit! Google deixa vazar sem querer o substituto do aplicativo

Adeus, Fitbit! Google deixa vazar sem querer o substituto do aplicativo

A marca Fitbit, uma das mais conhecidas no segmento de saúde e wearables, pode estar com os dias contados. Novos indícios encontrados pelo Android Authority em plataformas oficiais sugerem que o Google está preparando uma mudança significativa, substituindo gradualmente a identidade da empresa por uma abordagem mais alinhada ao seu próprio ecossistema.

Pistas surgiram a partir de imagens e referências encontradas em lojas digitais, indicando que a transição pode já estar em andamento. Um dos principais sinais dessa mudança é o surgimento do nome “Google Health Premium”.

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Adeus, Fitbit! Google deixa vazar sem querer o substituto do aplicativo
Fonte: Tudocelular

Google diz que 75% dos novos códigos da empresa são gerados por IA

Google diz que 75% dos novos códigos da empresa são gerados por IA

Google vai cobrar uso de IA em avaliações de desempenho de funcionários (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

O Google afirmou que 75% do novo código dos produtos da empresa é gerado por inteligência artificial e revisado por engenheiros humanos.
Migrações de código têm levado 6 vezes menos tempo ao combinar trabalho de engenheiros e agentes de IA.
Microsoft disse que 20% a 30% do código de alguns projetos já é escrito por IA; a Meta mira 55% das alterações com assistência de agentes de IA.

O Google declarou que 75% dos novos códigos dos produtos desenvolvidos pela empresa são gerados por inteligência artificial e revisados por engenheiros humanos. No quarto trimestre de 2025, esse número era de 50%.

A informação foi apresentada na quarta-feira (22/04), mesmo dia em que a empresa realizou um grande evento com foco em IA. A companhia também anunciou dois novos chips para treinamento de modelos e inferência e confirmou a chegada de uma nova Siri ainda em 2026, fruto da parceria com a Apple.

Como o Google está usando IA na programação?

Sundar Pichai ressaltou a contribuição da IA em tarefas complexas (foto: divulgação)

Como explica a Business Insider, a estratégia do Google é colocar os engenheiros para usar modelos Gemini para gerar código. Alguns receberam metas bastante específicas de uso da tecnologia, que serão consideradas nas avaliações de desempenho deste ano.

No Google DeepMind, braço da empresa dedicado à pesquisa em IA, alguns funcionários receberam autorização para usar o Claude Code. Segundo a publicação, isso causou um certo mal-estar dentro da companhia.

Seja como for, parece estar dando resultado. “Recentemente, uma migração de código particularmente complexa foi feita por agentes e engenheiros. Trabalhando juntos, eles conseguiram completar a tarefa seis vezes mais rapidamente do que seria possível há um ano, somente com engenheiros”, explica Sundar Pichai, CEO do Google.

Não são só os engenheiros que estão usando IA no Google. De acordo com uma reportagem de fevereiro de 2026 da Business Insider, gerentes têm cobrado que funcionários de cargos não-técnicos empreguem a tecnologia em suas tarefas, como para fazer anotações durante reuniões.

O que outras empresas estão fazendo com IA?

Em abril de 2025, Satya Nadella, CEO da Microsoft, disse que entre 20% e 30% dos códigos de alguns dos projetos da empresa estavam sendo escritos com IA. Kevin Scott, CTO da companhia, fez uma previsão de que 95% da programação será feita por essa tecnologia nos próximos cinco anos.

A Meta pretende que 55% das alterações de códigos feitas por engenheiros de software tenham assistência de agentes de IA. Para o segundo semestre de 2026, a companhia deseja que 65% dos engenheiros usem IA em 75% do código.

A gigante das redes sociais também pretende contar com um “clone de IA” de seu CEO e fundador, Mark Zuckerberg, para dar feedback a funcionários. A ideia é que eles se sintam mais próximos da cultura da empresa.

Com informações da Business Insider
Google diz que 75% dos novos códigos da empresa são gerados por IA

Google diz que 75% dos novos códigos da empresa são gerados por IA
Fonte: Tecnoblog

O que é Google Play? Conheça as funcionalidades da loja de apps do Google

O que é Google Play? Conheça as funcionalidades da loja de apps do Google

Google Play funciona a “central de distribuição” de apps para dispositivos Android (Imagem: Vítor Pádua/Tecnoblog)

O Google Play funciona como o principal hub de mídias e aplicativos para dispositivos com o sistema operacional Android. Desenvolvida pelo Google, a plataforma centraliza downloads seguros de ferramentas, jogos e conteúdos essenciais para o dia a dia do usuário.

Vinculada à conta Google, a pessoa sincroniza automaticamente a biblioteca de apps, livros e filmes entre smartphones, tablets e outros aparelhos. Essa integração facilita a gestão de softwares e permite que as preferências acompanhem os usuários em qualquer tela.

O acesso ao Google Play é totalmente gratuito, embora o catálogo ofereça tanto softwares grátis quanto opções pagas e assinaturas premium. As transações financeiras são protegidas por criptografia, garantindo que as compras e investimentos digitais ocorram com máxima segurança.

A seguir, conheça detalhadamente o que é o Google Play, seu funcionamento e recursos disponíveis. Também saiba as diferenças da plataforma com o Google Play Services e a App Store.

ÍndiceO que é Google Play?Para que serve o Google Play?Como funciona o Google PlayO que eu posso fazer no Google Play?Google Play é pago para usar?É possível baixar o Google Play no iPhone?Por que o Google Play não funciona?Tem como desativar o Google Play no celular?Qual é a diferença entre Google Play e Google Play Services?Qual é a diferença entre Google Play e App Store?

O que é Google Play?

O Google Play é o centro oficial de distribuição do Android, reunindo aplicativos, jogos e mídias digitais vinculadas diretamente a uma conta Google. A plataforma simplifica o ecossistema mobile, garantindo downloads seguros e a sincronização automática de conteúdos entre diversos dispositivos.

Para que serve o Google Play?

O Google Play atua como a vitrine digital do ecossistema Android, centralizando o download e a atualização de apps, jogos e conteúdos multimídia com segurança. A plataforma automatiza o gerenciamento de software, garantindo que as ferramentas e o entretenimento estejam sempre otimizados e protegidos contra vulnerabilidades.

O Google Play simplifica o download e o gerenciamento de apps nos aparelhos com sistema Android (imagem: André Fogaça/Tecnoblog)

Como funciona o Google Play

O Google Play funciona integrado a uma conta Google, sincronizando downloads e licenças automaticamente via nuvem em diferentes dispositivos. A interface facilita a instalação de pacotes de dados e protege transações financeiras com camadas robustas de criptografia. 

A loja possui um catálogo híbrido onde softwares gratuitos dividem espaço com mídias pagas e ferramentas de compra única. Rótulos informativos ajudam a identificar o que é premium, permitindo que o usuário controle o orçamento digital com clareza.

Aplicativos complexos geralmente exigem pagamento antecipado para liberar o download e o acesso total aos recursos. Já o modelo freemium monetiza por meio de anúncios ou assinaturas recorrentes, garantindo a manutenção contínua do serviço.

O formato de compras in-app varia de acordo com o aplicativo. Alguns softwares oferecem formas de pagamento próprias, enquanto outros utilizam o Google Play para a intermediação financeira por meio de métodos salvos, como cartões ou saldo vinculados à conta Google.

O Google Play centraliza o catálogo de softwares do sistema operacional Android (imagem: Reprodução/Google)

O que eu posso fazer no Google Play?

O Google Play vai além de uma vitrine de aplicativos, sendo o ecossistema central para quem busca produtividade e diversão em dispositivos Android. Essas são algumas funcionalidades disponíveis na plataforma:

Download e gestão multiplataforma: permite instalar aplicativos em smartphones, tablets, smart TVs e smartwatches, garantindo que os softwares essenciais funcionem de forma síncrona em múltiplos dispositivos compatíveis;

Gestão de biblioteca e atualizações de apps: centraliza a manutenção do sistema para otimizar a segurança e o desempenho, facilitando a reinstalação de programas vinculados à conta Google;

Catálogo de jogos e entretenimento: possibilita encontrar diversos jogos mobiles, oferecendo desde títulos casuais até experiências complexas que rodam offline ou em disputas competitivas com jogadores de todo o mundo;

Consumo de mídia e sincronização de progresso: disponibiliza um acervo vasto de filmes e livros digitais para compra ou aluguel, permitindo transições fluidas entre dispositivos sem perder o ponto da leitura;

Administração de assinaturas e pagamentos: organiza todos os serviços recorrentes e métodos de pagamento em um só painel, garantindo controle total sobre gastos com streaming e ferramentas profissionais;

Segurança familiar e filtros de conteúdo: oferece recursos de controle parental para gerenciar o que as crianças acessam, permitindo estabelecer limites de tempo de uso e aprovar transações financeiras remotamente.

O Google Play possibilta gerenciar assinaturas pelo celular e PC (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Google Play é pago para usar?

O acesso ao Google Play é gratuito e não exige taxas de adesão, funcionando como um ecossistema digital para o download de diversos softwares e mídias. A cobrança ocorre apenas na compra de aplicativos premium ou na aquisição direta de produtos como livros e filmes.

Muitas ferramentas adotam o modelo freemium, liberando o uso básico, mas cobrando por compras in-app ou assinaturas para remover anúncios. Há ainda o Google Play Pass, serviço opcional que libera um vasto catálogo de aplicativos mediante um valor fixo.

É possível baixar o Google Play no iPhone?

Não dá para instalar o Google Play no iPhone, já que o iOS da Apple é um ecossistema fechado que restringe lojas externas. Os aplicativos do Android utilizam a extensão APK, um formato de arquivo que o hardware e o sistema da Maçã simplesmente não conseguem processar nativamente.

Essa barreira técnica existe porque as APIs de ambos os sistemas falam “línguas” diferentes. Mesmo com modificações arriscadas no sistema, o iPhone rejeita esses apps por falta de bibliotecas de código compatíveis, mantendo ambas as plataformas em ecossistemas totalmente isolados.

O Google Play é uma plataforma de apps exclusiva dos dispositivos Android (imagem: Reprodução/Google)

Por que o Google Play não funciona?

Existem diversos fatores que podem impedir o funcionamento do Google Play. Os principais motivos são:

Conexão instável ou limitada: a loja exige conexão constante via Wi-Fi ou dados móveis para validar licenças e processar o download de pacotes pesados;

Acúmulo de cache e dados: arquivos temporários podem sofrer erros de leitura no armazenamento, travando a interface e impedindo que novas buscas sejam processadas corretamente;

Serviços Google desatualizados: o Google Play Services atua como a infraestrutura invisível do sistema. Se estiver defasado, a autenticação e a integração entre apps falham;

Versão obsoleta da Play Store: sem patches de segurança e estabilidade, o próprio aplicativo da loja pode apresentar telas em branco ou recusar o carregamento de imagens e ícones;

Armazenamento interno insuficiente: a falta de espaço físico impede a descompressão de novos arquivos, mantendo os downloads em um estado de “pendente” que não se resolve sozinho;

Erro na sincronização de data e hora: o sistema usa o relógio para validar certificados de segurança. Um horário errado faz com que os servidores do Google rejeitem a conexão;

Conflitos de autenticação na conta: problemas com login ou métodos de pagamento inválidos podem gerar alertas de segurança que restringem o acesso à biblioteca de compras;

Incompatibilidade de firmware ou hardware: versões muito antigas do Android dificultam a tentativa de instalar o Google Play no celular de forma estável, já que o suporte oficial é removido;

Indisponibilidade dos serviços Google: em casos raros, o problema pode ser uma queda global nos servidores ou restrições geográficas que bloqueiam conteúdos específicos no Brasil.

Google Play necessita estar constantemente conectado a internet para funcionar corretamente (Imagem: Vítor Pádua/Tecnoblog)

Tem como desativar o Google Play no celular?

Embora não seja possível desinstalar o Google Play sem permissões de acesso total ao sistema, o usuário pode desativá-lo nas configurações de aplicativos. Essa ação oculta o ícone do menu e interrompe o download de novos conteúdos, funcionando como uma suspensão do serviço.

No entanto, é preciso cautela, pois desativar o Google Play Services pode instabilizar o Android e comprometer funções essenciais, como a geolocalização. Outros softwares instalados também podem apresentar falhas em notificações e na sincronização de dados após essa restrição.

Qual é a diferença entre Google Play e Google Play Services?

O Google Play é a vitrine digital de conteúdo, acessada pelo app Play Store para o usuário baixar e gerenciar aplicativos, jogos e mídias manualmente. Ele funciona como um ambiente de interação direta, onde o usuário controla a conta e as instalações no dispositivo.

O Google Play Services é a camada invisível que conecta hardware e softwares, garantindo que recursos como geolocalização e autenticação funcionem sem interrupções. Ele opera em segundo plano como uma estrutura crítica de APIs, mantendo a segurança e a integração do sistema.

Qual é a diferença entre Google Play e App Store?

O Google Play é o “marketplace” oficial do ecossistema Android, atuando como uma vitrine integrada à conta Google para sincronizar aplicativos e mídias. A arquitetura prioriza a flexibilidade, permitindo uma distribuição em massa que se adapta a diversos fabricantes de hardware e diferentes especificações técnicas.

A App Store é a plataforma exclusiva da Apple para os sistemas da marca, sendo a única porta de entrada oficial para softwares em iPhones, iPads e Macs. O destaque da loja é o manual review, um rigoroso processo de curadoria humana que valida critérios de privacidade e design antes de qualquer lançamento.
O que é Google Play? Conheça as funcionalidades da loja de apps do Google

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Fonte: Tecnoblog

Carteira do Google ganha recurso que rastreia voos direto da tela de bloqueio do Android

Carteira do Google ganha recurso que rastreia voos direto da tela de bloqueio do Android

A Carteira do Google está recebendo uma atualização que pode otimizar a forma como usuários acompanham seus voos no dia a dia. A novidade aproveita recursos recentes do Android para exibir informações em tempo real sem a necessidade de abrir o aplicativo, trazendo mais praticidade para quem está em trânsito.

Essa funcionalidade é integrada ao sistema de Live Updates, mostrando progresso do voo por meio de uma notificação persistente com barra de status. Isso permite acompanhar desde o embarque até o trajeto no ar, desde que haja conexão disponível, tornando o recurso útil tanto para passageiros quanto para quem está monitorando viagens de terceiros.Clique aqui para ler mais

Carteira do Google ganha recurso que rastreia voos direto da tela de bloqueio do Android
Fonte: Tudocelular

Google pode ser obrigado a exibir dados sigilosos da Busca para concorrentes

Google pode ser obrigado a exibir dados sigilosos da Busca para concorrentes

A Comissão Europeia colocou a Busca do Google sob o microscópio em uma nova proposta regulatória. A medida pode forçar o Google a compartilhar dados considerados estratégicos com concorrentes, em nome de maior equilíbrio no mercado digital.

A iniciativa faz parte da aplicação da Lei dos Mercados Digitais (DMA), legislação criada para limitar o poder das grandes plataformas. O objetivo é reduzir barreiras de entrada e estimular a competição no setor de buscas online.De acordo com o rascunho apresentado pela Comissão Europeia, o Google teria de liberar acesso a informações sensíveis da Busca para concorrentes, incluindo dados sobre rankings, consultas realizadas por usuários, cliques e visualizações. O compartilhamento precisaria seguir critérios justos, razoáveis e não discriminatórios.Clique aqui para ler mais

Google pode ser obrigado a exibir dados sigilosos da Busca para concorrentes
Fonte: Tudocelular

Pixel Glow: Google Pixel 12 deve ter função inspirada nos celulares da Nothing

Pixel Glow: Google Pixel 12 deve ter função inspirada nos celulares da Nothing

O Google pode lançar um novo recurso visto em apenas alguns celulares no futuro Pixel 12. Chamado de Pixel Glow, a novidade foi encontrada em linhas de código do recém-lançado Android 17 Beta 4, mas já era referenciada como “Orbit” e “Soft animations” desde o Android 17 Beta 2.Segundo o Android Authority, as linhas de código mencionam que o celular poderá exibir alertas luminosos na traseira para indicar notificações, chamadas de contatos favoritos e outras interações, como ativação do Google Gemini:


Permite que o usuário configure o recurso Pixel Glow, que usa luz e cor sutis para informar o usuário quando o dispositivo estiver com a tela virada para baixo. Pixel Glow: luzes, efeitos, brilho, notificações, chamadas, alertas, contatos favoritos.Clique aqui para ler mais

Pixel Glow: Google Pixel 12 deve ter função inspirada nos celulares da Nothing
Fonte: Tudocelular