Category: Brasil

Adeus, Oi Fibra: rede neutra oferece R$ 5,6 bilhões por operadora de internet

Adeus, Oi Fibra: rede neutra oferece R$ 5,6 bilhões por operadora de internet

V.tal apresenta proposta para assumir clientes da Oi Fibra (Imagem: Vitor Pádua / Tecnoblog)

Resumo

A V.tal apresentou proposta de R$ 5,6 bilhões para adquirir a carteira de clientes da Oi Fibra, durante a segunda rodada de leilão judicial.
A V.tal foi a única interessada no leilão, após a proposta anterior da Ligga ser rejeitada por estar abaixo do valor mínimo.
A Oi possui 4,3 milhões de clientes de fibra óptica e 9,3% do mercado de banda larga no Brasil.
A proposta da V.tal será avaliada por credores e envolve pagamento em ações, créditos extraconcursais e debêntures.
A V.tal, anteriormente focada em redes neutras, passará a atender clientes finais, o que pode levantar questões sobre sua neutralidade.

Não é novidade que a Oi está passando por dificuldades financeiras, e a companhia agora se desfez de um dos seus ativos mais valiosos. A V.tal, empresa dona da rede neutra derivada da infraestrutura da operadora, apresentou sua proposta pela carteira de clientes de fibra óptica pelo valor de R$ 5,6 bilhões.

O negócio foi apresentado na segunda rodada do leilão realizado pela 7ª Vara Empresarial do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, e a V.tal foi a única empresa a apresentar proposta. Na primeira rodada, a operadora regional Ligga apresentou uma proposta no valor de R$ 1 bilhão, rejeitada por estar abaixo do preço mínimo.

Atualmente, a Oi é a terceira maior operadora de internet banda larga do Brasil, com 9,3% de participação de mercado. A companhia tem 4,3 milhões de clientes de fibra óptica em 296 cidades brasileiras, e registrou receita de R$ 1,09 bilhão no 2º trimestre de 2024.

Credores devem avaliar proposta da V.tal

A proposta da V.tal ainda deve ser avaliada pelos credores em até 10 dias, mas a própria Oi já considera o negócio como feito. Em comunicado à imprensa, o CEO da operadora, Mateus Bandeira, diz que “com a venda da ClientCo, completamos mais uma etapa do Plano de Recuperação Judicial”.

O valor de R$ 5,68 bilhões é divido das seguintes formas:

R$ 4,99 bilhões em ações emitidas pela V.tal;

R$ 375 milhões a partir de créditos extraconcursais detidos pela V.tal contra a Oi pelo contrato firmado para utilização da rede neutra;

R$ 308 milhões em dação de debêntures.

O negócio também deve ser avaliado pelo Cade e pela Anatel. De acordo com a Oi, a data de fechamento da operação estendida por deliberação dos credores é 31 de dezembro de 2024.

Quem é a V.tal?

A V.tal é uma companhia de redes neutras que surgiu a partir da infraestrutura de fibra óptica existente da Oi. Em 2021, a operadora vendeu o controle da sua InfraCo para um fundo do BTG Pactual, mas ainda mantinha participação significativa na empresa de infraestrutura.

Técnicos expandindo rede de fibra óptica da V.tal (Imagem: Lucas Braga / Tecnoblog)

Com a rede derivada da Oi Fibra, a V.tal é responsável por alugar sua infraestrutura de fibra óptica para outras empresas, que comercializam serviços de internet sem ter que montar cabeamento próprio. Com isso, a V.tal é remunerada por cada cliente conectado, e até então atuava apenas no mercado de atacado.

Com a compra da carteira de clientes da Oi Fibra, a V.tal deixa de atender exclusivamente no atacado e se torna uma empresa que oferece serviços diretamente ao consumidor final. Com isso, é natural que a neutralidade da companhia seja questionada. Anteriormente, a empresa assegurou que isolaria a unidade de clientes com uma espécie de muralha ética, que incluiria separação nos sistemas, gestão e governança.

Diversas empresas utilizam a infraestrutura da V.tal. A Oi era a maior cliente, mas a fibra óptica compartilhada também é utilizada por grandes operadoras como Claro, TIM e Sky, além de provedores regionais ou digitais como Vero, Master, Obvious, Flix Fibra, entre outros.

A V.tal não é a única rede neutra disponível no Brasil, apesar de ser a maior empresa do segmento quando se fala em capilaridade e clientes. O mercado também é atendido por concorrentes como I-Systems (oriunda da TIM Ultrafibra), FiBrasil (derivada da Vivo Fibra) e American Tower.
Adeus, Oi Fibra: rede neutra oferece R$ 5,6 bilhões por operadora de internet

Adeus, Oi Fibra: rede neutra oferece R$ 5,6 bilhões por operadora de internet
Fonte: Tecnoblog

CEO diz que Cloudflare não tem envolvimento em novo bloqueio do X/Twitter

CEO diz que Cloudflare não tem envolvimento em novo bloqueio do X/Twitter

CEO diz que Cloudflare não tem envolvimento em novo bloqueio do X/Twitter (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Na semana passada, o X/Twitter ficou acessível para alguns usuários no Brasil, mas foi bloqueado novamente no dia seguinte. Para reaplicar a restrição, a Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) declarou ter notificado provedores e contado com o apoio da Cloudflare. Mas o CEO da companhia nega.

Usuários no Brasil conseguiram acessar a rede social em 18 de setembro. Mas não houve decisão judicial favorável a esse retorno. De acordo com a Abrint (Associação Brasileira de Provedores de Internet e Telecomunicações), o X/Twitter usou os serviços da Cloudflare como proxy reverso para ficar novamente acessível no país.

No dia seguinte, o X/Twitter voltou a ficar bloqueado. Na ocasião, a Anatel declarou que o novo bloqueio foi possível “com o apoio ativo das prestadoras de telecomunicações e da empresa Cloudflare”.

Ficou parecendo, então, que a Cloudflare não hesitou em colaborar com as autoridades brasileiras para manter a determinação local que bloqueia o X/Twitter no Brasil.

CEO da Cloudflare nega colaboração

Na segunda-feira (23), Matthew Prince, CEO da Cloudflare, deu uma entrevista à Bloomberg em que nega a participação da companhia no novo bloqueio:

Para ser honesto, eu não sei sobre o que as autoridades brasileiras estão falando, pois nós não trabalhamos especificamente com eles para bloquear o X ou fazer o X ficar acessível no Brasil.

Matthew Prince, CEO da Cloudflare

Na sequência, o executivo explicou que houve, sim, uma parceria entre a Cloudflare e o X/Twitter que levou a alterações no endereço IP da rede social, mas que isso não foi feito com o intuito de contornar o bloqueio aplicado no Brasil.

O executivo explicou ainda que o país conseguiu retomar o bloqueio considerando o novo endereço IP do X/Twitter, mas que a Cloudflare não fez nada para aumentar essa capacidade de restrição ou, pelo contrário, dificultá-la. “Foi simplesmente uma coincidência”.

O Tecnoblog apurou que a Anatel não irá se manifestar sobre a declaração de Prince.

X/Twitter segue bloqueado no Brasil

O X/Twitter está suspenso no Brasil desde 30 de agosto, por determinação de Alexandre de Moraes, ministro do Supremo Tribunal Federal. A rede social não atendeu a solicitações judiciais de suspensão de determinados perfis. Posteriormente, Elon Musk, empresário que controla o X/Twitter, deixou a empresa sem representação legal no país, o que motivou o bloqueio.

Na semana passada, o X/Twitter chegou a indicar representantes legais no Brasil, mas Moraes pediu documentação comprobatória, o que não foi feito até o momento.

A representação legal e reconhecida está entre as condições que podem fazer a rede social ficar novamente acessível no país, com aval judicial.

CEO diz que Cloudflare não tem envolvimento em novo bloqueio do X/Twitter

CEO diz que Cloudflare não tem envolvimento em novo bloqueio do X/Twitter
Fonte: Tecnoblog

Dançou: TikTok encerra seu streaming de música

Dançou: TikTok encerra seu streaming de música

TikTok (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

O TikTok comunicou que encerrará o seu streaming de música, o TikTok Music. Lançado em julho do ano passado para alguns países, incluindo Brasil, o serviço será descontinuado no dia 28 de novembro, mas os usuários tem até outubro para resgatar as playlists. A empresa não divulgou o motivo do fim do TikTok Music, mas é provável que o mercado altamente competitivo pode estar por trás disso.

O TikTok Music estreou no Brasil e Indonésia em julho de 2023, sendo liberado para mais um punhado de países nas semanas posteriores ao seu lançamento. Um ponto negativo do streaming de música da ByteDance era não contar com versão gratuita — plano mais barato chegou por R$ 8,50.

Spotify, Deezer e YouTube Music, as principais concorrentes do TikTok nesse mercado cheio de opções, contam com planos gratuitos. As exceções são streamings como Tidal (focado em som hi-fi), Apple Music e Amazon Music — este último com a vantagem de integrar a assinatura do Prime.

Página do TikTok Music informa que serviço será encerrado no dia 28 de novembro (Imagem: Reprodução/Tecnoblog)

TikTok Music encerra as suas atividades

A aposta da ByteDance no streaming do música terminou. Quem entrar no app já não pode mais utilizar o serviço. Ao fazer o login (que podia ser feito com a conta do TikTok), o usuário é levado para uma tela informando o fim do app. Os (poucos) usuários do app precisam ficar atento às datas.

Até 28 de novembro os assinantes podem pedir reembolso de suas assinaturas. Já 28 de outubro é o limite para resgatar as playlists. O próprio app ensina o usuário a usar o TuneMyMusic para transferir as listas de músicas para outros streamings.

A empresa afirma que, após 28 de novembro, todas as informações do usuário serão apagadas do TikTok Music.

TikTok Music informa que usuários podem pedir reembolso da assinatura (Imagem: Reprodução/Tecnoblog)

TikTok Music durou menos que trends do TikTok

A aposta do TikTok no mercado de streaming de música foi curta — durou 1 ano e 2 meses. A ByteDance pode ter encerrado o serviço por não querer esperar o streaming se tornar rentável (ou viu que não conseguiria isso).

O TikTok Music tinha concorrentes consolidados há anos e nenhum diferencial. Por exemplo, o Tidal é voltado para quem buscas músicas com mais qualidade. O Spotify conta com podcasts exclusivos.

Mesmo com sua enorme base de usuários, isso não significa conversão de usuários (né, Threads?). A ByteDance usou a estratégia correta de lançar o streaming em mercados selecionados, mas os seus rivais têm uma forte presença global. Segundo o Statista, Spotify tem 31% de fatia de mercado, mais que o dobro do segundo lugar Tencent Music e 19% a mais que o 3º lugar Apple Music.

Com informações: The Verge
Dançou: TikTok encerra seu streaming de música

Dançou: TikTok encerra seu streaming de música
Fonte: Tecnoblog

Operação bloqueia mais de 600 sites piratas e prende cinco pessoas no Brasil

Operação bloqueia mais de 600 sites piratas e prende cinco pessoas no Brasil

Mais de 600 sites piratas são retirados do ar por operação 404.7 (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

O Ministério da Justiça e Segurança Pública deflagrou nesta quinta-feira (19) a sétima fase da Operação 404, cujo objetivo é combater a pirataria na internet. A ação envolve cinco diferentes países, que envolve o bloqueio de 675 sites e 14 aplicativos que violam a propriedade intelectual.

Além do Brasil, a operação também aconteceu na Argentina, Paraguai, Peru e Reino Unido. Foram expedidos 30 mandados de busca e apreensão, cujos materiais relacionados aos crimes foram retidos em decorrência das ordens judiciais. Além disso, as autoridades cumpriram cinco mandados de prisão no Brasil.

As ações foram coordenadas pelo Laboratório de Operações Cibernéticas (Ciberlab), e teve participação das Polícias Civis de nove estados: Espírito Santo, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraná, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e São Paulo. Também houve participação dos Ministérios Públicos de São Paulo e de Santa Catarina.

A sétima fase da Operação 404 foi capaz de remover conteúdos em áudio, vídeo, jogos e músicas, com o bloqueio e suspensão de 675 sites e 14 aplicativos de streaming pirata. Outra parte importante foi a desindexação do conteúdo em mecanismos de buscas como o Google, além da remoção de perfis em redes sociais que divulgavam o acesso pirata.

De acordo com a legislação brasileira, o crime de pirataria tem pena de reclusão de dois a quatro anos, multa. Os investigados também podem ser indiciados por associação criminosa.

Operação 404 ocorre desde 2019

A primeira etapa da Operação 404 foi deflagrada em novembro de 2019, com mandados de busca, apreensão e bloqueios de sites e apps de streaming em território brasileiro. Desde então, a força-tarefa continuou e ganhou contribuições de autoridades de outros países e da Associação Brasileira de Televisão por Assinatura (ABTA).

Em 2023, a sexta etapa da Operação 404 bloqueou 606 sites irregulares que distribuíam conteúdos protegidos por direitos autorais. Na ocasião, 22 mandados de busca e apreensão foram expedidos.

Além da Operação 404, a Anatel também possui uma força-tarefa similar. Desde 2018, a agência mantém o Plano de Ação de Combate à Pirataria para fortalecer a fiscalização de equipamentos de telecomunicações sem homologação, incluindo celulares irregulares e aparelhos de TV Box pirata.

Equipamentos apreendidos pela Anatel. (Foto: Divulgação/Anatel)

Ao todo, a Anatel já tirou do mercado mais de 7,8 milhões de equipamentos, com valor estimado de R$ 729,5 milhões. Desse total, os aparelhos de TV Box que desbloqueiam canais fechados representam 1,37 milhões de equipamentos, com valor estimado de R$ 322 milhões. A operação também retira de circulação produtos como carregadores, baterias e cabos de telecomunicação que não receberam homologação da agência.
Operação bloqueia mais de 600 sites piratas e prende cinco pessoas no Brasil

Operação bloqueia mais de 600 sites piratas e prende cinco pessoas no Brasil
Fonte: Tecnoblog

X/Twitter volta a ser bloqueado após atuação da Anatel; STF aplica multa

X/Twitter volta a ser bloqueado após atuação da Anatel; STF aplica multa

X/Twitter volta a ser bloqueado após atuação da Anatel; STF aplica multa (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Se na quarta-feira muitos usuários conseguiram acessar o X/Twitter no Brasil, nesta quinta-feira (19), o acesso à rede social voltou a ser impedido. A Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) notificou provedores sobre o restabelecimento do bloqueio e afirma ter contado com o apoio da Cloudflare para isso.

Não houve nenhuma decisão judicial que favorecesse o “retorno” do serviço, tampouco um comunicado oficial a respeito. Os usuários no Brasil que conseguiram acessar o X/Twitter foram pegos de surpresa, na verdade.

Mas logo o mistério foi resolvido. O X/Twitter passou a utilizar serviços da Cloudflare como proxy reverso e, com isso, se desvencilhou dos bloqueios aplicados, explicou a Abrint (Associação Brasileira de Provedores de Internet e Telecomunicações).

Na prática, isso quer dizer que os servidores do X/Twitter passaram a receber solicitações por intermédio dos servidores da Cloudflare. Como os endereços IP associados à rede social é que estão bloqueados, e não os da Cloudflare, muitos usuários conseguiram, então, ter acesso ao serviço.

Anatel acionou Cloudflare para novo bloqueio

Logo após relatos sobre acesso ao X/Twitter no Brasil surgirem, a Anatel passou a tratar do caso. Em nota divulgar na manhã de hoje, o órgão afirma ter atuado junto de provedores e da Cloudflare para o bloqueio ser restaurado:

A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) informa que, ao longo do dia 18/9, constatou que a rede social X estava acessível a usuários, em desrespeito à decisão judicial proferida pelo Supremo Tribunal Federal.

Com o apoio ativo das prestadoras de telecomunicações e da empresa Cloudfare, foi possível identificar mecanismo que, espera-se, assegure o cumprimento da determinação, com o restabelecimento do bloqueio.

A conduta da rede X demonstra intenção deliberada de descumprir a ordem do STF. Eventuais novas tentativas de burla ao bloqueio merecerão da Agência as providências cabíveis.

Não por acaso, o acesso ao X/Twitter no Brasil já não era mais possível para muitos usuários no Brasil na manhã de hoje. Era o esperado. De acordo com reportagem do UOL publicada na noite de quarta-feira, a Cloudflare “isolou” o tráfego do X/Twitter após ser notificada pela Anatel.

X/Twitter bloqueado (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

STF multa X/Twitter e Starlink em R$ 5 milhões por dia

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu multar o X/Twitter em R$ 5 milhões por dia em que a rede social ficar acessível no Brasil por meio de técnicas que burlam os bloqueios aplicados, de acordo com apuração de Reinaldo Azevedo, no UOL.

Moares determinou que a rede social “suspenda a utilização de seus novos acessos pelos servidores CDN Cloudfare, Fastly e Edgeuno e outros semelhantes, criados para burlar a decisão judicial de bloqueio da plataforma em território nacional, sob pena de multa diária de R$ 5 milhões”.

A multa também será aplicada à Starlink, por responsabilidade solidária. Isso porque ambas os serviços fazem parte do conglomerado comandado por Elon Musk, mas a Starlink tem representação no Brasil, enquanto o X/Twitter, não.

X/Twitter diz que “desbloqueio” não foi intencional

Em nota publicada na própria rede social, o X/Twitter afirma que a restauração do serviço no Brasil não foi intencional:

Quando o X foi desativado no Brasil, nossa infraestrutura para fornecer serviços na América Latina deixou de estar acessível para a nossa equipe.

Para continuar oferecendo um serviço adequado a nossos usuários, mudamos de provedor de rede. Essa alteração resultou em uma restauração inadvertida e temporária do serviço para usuários brasileiros.

Enquanto esperamos que a plataforma volte a ficar inacessível novamente no Brasil, manteremos os esforços junto o governo brasileiro para retornar muito em breve para os usuários o Brasil.

O X/Twitter foi bloqueado no Brasil por decisão do ministro Alexandre de Moraes, no fim de agosto. A medida foi tomada depois de a rede social descumprir a exigência de indicar representantes legais para as suas operações no Brasil.

X/Twitter volta a ser bloqueado após atuação da Anatel; STF aplica multa

X/Twitter volta a ser bloqueado após atuação da Anatel; STF aplica multa
Fonte: Tecnoblog

iPhone 16 Pro no Brasil: confira preços, cores e ficha técnica

iPhone 16 Pro no Brasil: confira preços, cores e ficha técnica

Apple inicia encomendas do iPhone 16 no Brasil em 24/09 (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

O iPhone 16 Pro e o iPhone 16 Pro Max foram apresentados pela Apple em 9 de setembro de 2024. Os preços no Brasil começam em R$ 10.499 e R$ 12.499, respectivamente.
As telas são maiores que a geração anterior, com 6,3 polegadas no Pro e 6,9 polegadas no Pro Max, além de proteção Ceramic Shield 50% mais resistente.
O novo conjunto de câmeras traseiras inclui um sensor principal de 48 MP e zoom óptico de 5x, com avanços significativos em relação ao iPhone 15 Pro.
A linha traz o chip A18 Pro, que promete 15% mais desempenho e 20% mais eficiência energética quando comparado ao A17 Pro.

O iPhone 16 Pro e o iPhone 16 Pro Max foram anunciados pela Apple em 9 de setembro de 2024. Ambos têm pré-venda no Brasil marcada para o dia 24 do mesmo mês. No país, os preços oficiais da linha começam em R$ 10.499 na versão Pro e em R$ 12.499 na versão Pro Max, com tela maior.

A seguir, conheça as principais características do iPhone 16 Pro e do iPhone 16 Pro Max, bem como as suas diferenças em relação ao iPhone 15 Pro e ao 15 Pro Max, lançados em setembro de 2023.

ÍndicePreços do iPhone 16 Pro no BrasilQuais as cores do iPhone 16 Pro?Ficha técnica do iPhone 16 Pro e 16 Pro MaxPrincipais recursos dos iPhone 16 Pro e 16 Pro Max1. Telas maiores2. Novo conjunto de câmeras3. Botão físico de Controle de Câmera4. Alto desempenho com o chip A18 Pro5. Suporte para Apple IntelligenceO que mais tem no iPhone 16 Pro?

Preços do iPhone 16 Pro no Brasil

iPhone 16 Pro (imagem: divulgação/Apple)

Os preços do iPhone 16 Pro e do iPhone 16 Pro Max variam de acordo com as capacidades de armazenamento de cada modelo. No site brasileiro da Apple, os valores oficiais são estes:

iPhone 16 Pro (128 GB): R$ 10.499

iPhone 16 Pro (256 GB): R$ 11.299

iPhone 16 Pro (512 GB): R$ 12.799

iPhone 16 Pro (1 TB): R$ 14.299

iPhone 16 Pro Max (256 GB): R$ 12.499

iPhone 16 Pro Max (512 GB): R$ 13.999

iPhone 16 Pro Max (1 TB): R$ 15.499

De modo geral, a linha iPhone 16 ficou quase 15% mais cara no Brasil em relação à geração anterior. Um dos fatores que explicam esse aumento de preços é o dólar, que era cotado a algo próximo a R$ 4,90 há um ano e, no anúncio da linha iPhone 16, foi cotado a R$ 5,65.

Em contrapartida, o iPhone 15 ficou até 11% mais barato no Brasil após o anúncio da nova geração. Os modelos iPhone 14 também ficaram mais baratos, mas com redução de até 3,4%.

A pré-venda do iPhone 16 Pro e do 16 Pro Max no Brasil começam em 24 de setembro, com as vendas oficiais previstas para o dia 27 do mesmo mês.

Quais as cores do iPhone 16 Pro?

Cores da linha iPhone 16 Pro (imagem: divulgação/Apple)

A Apple optou por tonalidades mais sóbrias no iPhone 16 Pro e no iPhone 16 Pro Max. Ambos os modelos podem ser encontrados nas seguintes cores:

Titânio-deserto (tonalidade que pende vagamente para o cobre)

Titânio natural (tonalidade acinzentada)

Titânio branco

Titânio preto

Ficha técnica do iPhone 16 Pro e 16 Pro Max

O iPhone 16 Pro e o iPhone 16 Pro Max têm quase as mesmas especificações técnicas. Apenas poucos componentes diferem de um para o outro, como mostra a seguinte ficha técnica:

Tela:

Pro: Super Retina XDR (OLED) de 6,3 polegadas e 2622 x 1206 pixels;

Pro Max: Super Retina XDR (OLED) de 6,9 polegadas e 2868 x 1320 pixels;

Ambos: brilho típico de 1.000 nits (2.000 nits no pico), taxa de atualização de 120 Hz, suporte a Dynamic Island, HDR e True Tone

Chip: A18 Pro com seis núcleos de CPU (dois de alto desempenho, quatro de eficiência energética), seis núcleos de GPU e Neural Engine de 16 núcleos

Memória RAM: 8 GB

Armazenamento: 128 (somente versão Pro), 256, 512 GB ou 1 TB

Bateria: autonomia estimada em até 27 horas de reprodução de vídeo na versão Pro e até 33 horas na versão Pro Max;

Câmeras traseiras:

Principal: 48 MP, f/1,8, dual pixel PDAF, OIS

Teleobjetiva: 12 MP, f/2,8, dual pixel PDAF, OIS, zoom óptico de 5x

Ultrawide: 48 MP, f/2,2, dual pixel PDAF

Câmera frontal: 12 MP, f/1,9, PDAF, OIS

Conectividade: 4G, 5G (sub-6 GHz), Wi-Fi 7, Bluetooth 5.3, NFC, USB 3.0 tipo C, GPS, Glonass, Galileo, QZSS, BeiDou e NavIC

Sensores: Face ID, LiDAR, acelerômetro, giroscópio, proximidade, luz ambiente (duplo), bússola, UWB

Sistema operacional: iOS 18

Outros: botão físico para câmera, botão de ação configurável, alto-falantes estéreos, Dynamic Island, Apple Intelligence, funções SOS de Emergência e Detecção de Acidente, certificação IP68, MagSafe para recarga sem fio de até 25 W, conjunto de quatro microfones

Dimensões:

Pro: 149,6 x 71,5 x 8,25 mm

Pro Max: 163 x 77,6 x 8,25 mm

Peso:

Pro: 199 g

Pro Max: 227 g

Especificações resumidas da linha iPhone 16 Pro (imagem: divulgação/Apple)

Principais recursos dos iPhone 16 Pro e 16 Pro Max

1. Telas maiores

A Apple aumentou o tamanho das telas na nova geração. O iPhone 16 Pro traz visor de 6,3 polegadas, enquanto o iPhone 15 Pro tem um painel de 6,1 polegadas.

Já no iPhone 16 Pro Max, a tela tem 6,9 polegadas de tamanho, enquanto o iPhone 15 Pro Max conta com um visor de 6,7 polegadas.

Em todos os casos, a tela é baseada na Super Retina XDR, a tecnologia OLED da Apple. Porém, nos iPhone 16 Pro e 16 Pro Max, a proteção Ceramic Shield que reforça o display é 50% mais resistente em relação à geração anterior.

iPhone 16 Pro Max tem tela de 6,9 polegadas, enquanto iPhone 16 Pro Max oferece 6,3 polegadas (imagem: divulgação/Apple)

2. Novo conjunto de câmeras

A Apple melhorou as câmeras dos iPhones 16 Pro e 16 Pro Max. Agora, o trio traseiro de câmeras é composto por um sensor principal de 48 megapixels, uma câmera de 12 megapixels para zoom óptico de até 5x, e uma terceira câmera também com 48 megapixels, mas com lente grande angular.

Trata-se de uma avanço importante em relação aos modelos iPhone 15 Pro, que trazem câmeras traseiras na configuração de 48 + 12 + 12 megapixels, com a unidade teleobjetiva alcançando zoom óptico máximo de até 3x.

Na área frontal, a linha iPhone 16 Pro mantém uma câmera de 12 megapixels para selfies.

Consumo traseiro de câmeras do iPhone 16 Pro (imagem: divulgação/Apple)

3. Botão físico de Controle de Câmera

Ainda com relação às câmeras, a linha iPhone 16 Pro tem um botão físico dedicado a elas na lateral direita. Chamado de Controle de Câmera (Camera Control), esse botão pode ser acionado para abrir a câmera rapidamente, fazer disparos ou iniciar a gravação de um vídeo.

Como o Controle de Câmera tem uma superfície com sensibilidade a toques, o botão também pode ser usado para ajustes deslizantes de parâmetros de foto ou filmagem, como níveis de zoom ou profundidade de campo.

O botão Controle de Câmera também está presente no iPhone 16 e no iPhone 16 Plus.

Botão Controle de Câmera no iPhone 16 Pro (imagem: divulgação/Apple)

4. Alto desempenho com o chip A18 Pro

Graças ao chip A18 Pro, os iPhone 16 Pro são os modelos mais poderosos da linha desenvolvidos pela Apple até então. O chip conta com seis núcleos de CPU, sendo dois de alto desempenho e quatro de eficiência energética. Já a GPU tem seis núcleos. Um circuito Neural Engine de 16 núcleos também aparece por aqui para dar conta de tarefas de inteligência artificial.

O A18 Pro é até 15% mais rápido que o A17 Pro do iPhone 15 Pro em CPU, ao mesmo tempo em que demanda até 20% menos energia, de acordo com a Apple.

5. Suporte para Apple Intelligence

Toda a linha iPhone 16 foi desenvolvida para suportar os recursos de inteligência artificial (IA) da Apple Intelligence. Por meio deles, o usuário pode escrever mensagens, criar ou modificar artes, automatizar tarefas e obter respostas mais precisas ou coerentes nas interações com a Siri.

Na geração anterior, somente os modelos iPhone 15 Pro e 15 Pro Max são compatíveis com o Apple Intelligence.

O que mais tem no iPhone 16 Pro?

Entre os demais recursos presentes no iPhone 16 Pro e no iPhone 16 Pro Max estão:

Botão de ação: a linha iPhone 16 Pro mantém o botão físico de ação na lateral que pode ser configurado para ligar a lanterna, gravar um lembrete, acionar um atalho, entre outros recursos;

iOS 18: o iPhone 16 Pro já vem de fábrica com o sistema operacional iOS 18, que traz mais recursos de personalização, bloqueio de aplicativos e integração com o Apple Intelligence, por exemplo;

Gaveta de SIM card: as versões comercializadas no Brasil têm gaveta para chip do celular, apesar de suportarem eSIM; os iPhones 16 Pro vendido nos Estados Unidos é que não contam com gaveta para SIM card;

Robustez: a estrutura dos iPhones 16 Pro é feita em “titânio grau 5”, de acordo com Apple, característica que faz os aparelhos serem mais resistentes e, ao mesmo tempo, não pesarem muito;

Gravação de áudio: a linha iPhone 16 Pro aprimora a gravação de áudio isolada ou junto a filmagens por trazer suporte a áudio espacial, característica que aumenta a imersão no som; contribui para isso a inclusão de quatro microfones com qualidade de estúdio nos aparelhos;

Mais autonomia de bateria: a Apple não revelou as capacidades das baterias da linha iPhone 16 Pro, mas afirma que elas alcança até 33 horas de reprodução de vídeo na versão Pro Max e até 27 horas na versão Pro, o que representa uma aumento de quatro horas de autonomia em relação à linha iPhone 15 Pro.

iPhone 16 Pro no Brasil: confira preços, cores e ficha técnica

iPhone 16 Pro no Brasil: confira preços, cores e ficha técnica
Fonte: Tecnoblog

Samsung promete One UI 6.1.1 para diversos celulares no Brasil; veja lista

Samsung promete One UI 6.1.1 para diversos celulares no Brasil; veja lista

Celulares da linha Galaxy S24 já estão com a One UI 6.1.1 disponível (Imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

A Samsung divulgou nesta quarta-feira (11) a lista de celulares que receberão em breve a One UI 6.1.1 e novos recursos de IA. Essa nova versão da interface foi lançada pela sul-coreana em julho, junto dos dobráveis Galaxy Z Fold 6 e Galaxy Z Flip 6. Segundo a empresa, a liberação da One UI 6.1.1 começará neste mês de setembro, sem uma data específica — mas a linha Galaxy S24 já pode baixar a nova interface.

Celulares que receberão a One UI 6.1.1

Galaxy S23

Galaxy S23+

Galaxy S23 Ultra

Galaxy S23 FE receberá a One UI 6.1.1 nas próximas semanas e ganhará recursos de IA da nova versão da interface (Imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Galaxy S23 FE

Galaxy Z Fold 5

Galaxy Z Flip 5

Galaxy Tab S9 — aqui não há certeza sobre quais modelos da linha terão suporte para os recursos de IA da One UI 6.1.1

Novos recursos de IA na One UI 6.1.1

Entre os novos recursos da Galaxy AI na One UI 6.1.1 está a criação de ilustrações a partir de imagens. A ferramenta permite escolher elementos como estilo do desenho. Ao usar esse recurso, é criado uma marca d’água para explicar que a imagem foi criada com inteligência artificial.

O Galaxy AI da One UI 6.1.1 possui uma ferramenta voltada para produtividade. A Notas Inteligentes pode resumir reuniões, sendo capaz de transcrever áudios. Esse recurso pode ser mais útil para os usuários do Galaxy Z Fold 5, já que a tela maior e o suporte para S Pen facilita o uso para anotações durante reuniões.

Os celulares da linha Galaxy S24 com One UI 6.1.1 terão acesso à ferramenta Repostas Sugeridas. Presente no Galaxy Z Flip 6, este recurso de tradução facilita a comunicação usando o Intérprete, tradutor em tempo real do Galaxy AI.

Relembre o lançamento do Galaxy Z Fold 6 e Z Flip 6

Samsung promete One UI 6.1.1 para diversos celulares no Brasil; veja lista

Samsung promete One UI 6.1.1 para diversos celulares no Brasil; veja lista
Fonte: Tecnoblog

Galaxy S24 FE é homologado pela Anatel e deve ser lançado em breve

Galaxy S24 FE é homologado pela Anatel e deve ser lançado em breve

Suposto Samsung Galaxy S24 FE (imagem: reprodução/Android Headlines)

O Galaxy S24 FE está em vias de se tornar oficial, inclusive no Brasil: um aparelho identificado como SM-S721B/DS foi homologado nesta semana pela Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações). Essa identificação é justamente o codinome do novo celular “premium econômico” da Samsung.

A homologação na Anatel é um processo no qual o órgão verifica se um dispositivo com recursos de telecomunicações cumpre as normas de qualidade, segurança e funcionamento vigentes para o Brasil. Após a obtenção do certificado, o aparelho pode ser comercializado no país.

Ainda não há informação sobre disponibilidade oficial do Galaxy S24 FE no Brasil ou em outros mercados. Mas o smartphone também já foi certificado por agências reguladoras de outros países. Isso sugere que o seu lançamento global está próximo.

Certificado do Samsung Galaxy S24 FE na Anatel (imagem: reprodução/Anatel)

O que esperar do Galaxy S24 FE no Brasil

A documentação da Anatel revela que o Samsung Galaxy S24 FE terá características como suporte a redes LTE (4G), 5G SA e NSA, e Wi-Fi 6E. O aparelho terá ainda slots para dois SIM cards e será acompanhado de um carregador de 25 W.

Vazamentos de dados anteriores sobre o Galaxy S24 FE sugerem ainda que o celular terá os seguintes atributos:

tela de 6,7 polegadas Dynamic AMOLED com resolução full HD+, taxa de atualização de 120 Hz e brilho de pico de 1.900 nits;

Chip Samsung Exynos 2400 (o mesmo que equipa o Galaxy S24 “normal” no Brasil);

Até 256 GB de armazenamento interno de dados;

Bateria de 4.565 mAh;

Três câmeras na traseira, com a principal tendo sensor de 50 megapixels;

Cores grafite, azul, branca ou prata, verde e amarela.

Galaxy S24 FE deve vir em cinco cores (imagem: reprodução/Android Headlines)

Lançamento e preço do Galaxy S24 FE

A Samsung ainda não informou uma data para o lançamento do Galaxy S24 FE, mas a expectativa é a de que isso aconteça em outubro de 2024. A recente homologação do aparelho pela Anatel reforça essa possibilidade.

Também não há informação oficial sobre preços. Mas o Galaxy S23 FE foi lançado em outubro de 2023 no Brasil custando R$ 3.999. Podemos imaginar então um valor igual ou pouca coisa maior para o Galaxy S24 FE a ser vendido no país.

É válido destacar que os aparelhos “FE” têm a proposta de oferecer uma experiência próxima a de um celular Galaxy topo de linha, mas com preços mais acessíveis. Para isso, a Samsung simplifica alguns recursos do dispositivo.

Nesse sentido, o Galaxy S24 FE virá para ser um smartphone um pouco mais econômico em relação à linha Galaxy S24 já disponível, cujas principais características são abordadas no vídeo a seguir:

Galaxy S24 FE é homologado pela Anatel e deve ser lançado em breve

Galaxy S24 FE é homologado pela Anatel e deve ser lançado em breve
Fonte: Tecnoblog

Pix passa por instabilidade nesta sexta-feira (6)

Pix passa por instabilidade nesta sexta-feira (6)

Pix, do Banco Central (Imagem: Vitor Pádua / Tecnoblog)

Usuários de vários bancos relatam que o Pix teve problemas no início da noite desta sexta-feira (dia 06/09). No DownDetector, site que monitora reclamações sobre diversos serviços, há relatos envolvendo o Banco Central do Brasil e também Caixa, Nubank, Santander, Itaú, Mercado Pago, PicPay, Banco Pan e Iti.

Os gráficos mostram um pico de reclamações de clientes destas instituições financeiras, começando às 18h. Outros bancos, como Bradesco, Banco do Brasil e Sicredi, parecem ter enfrentado questões semelhantes ao longo do dia. Por volta das 19h, o volume de notificações enviadas pelos usuários passou a cair.

Usuários de vários bancos compartilharam informações sobre instabilidade por volta das 18h (Imagem: Reprodução / DownDetector)

No BlueSky e no Threads, redes sociais que absorveram parte dos usuários do X (antigo Twitter) desde o bloqueio no Brasil, também há relatos de clientes que não estão conseguindo usar o Pix.

gente vcs tão conseguindo fazer pix nos aplicativos do Itaú ou da Caixa? ou será que é só o meu q tá bugado mesmo?!— Letícia (@meleticia.bsky.social) Sep 6, 2024 at 19:02

pix caiu????? ta fora do ar???— mateus (@owbitchney.bsky.social) Sep 6, 2024 at 18:50

maldita hora do pix sair fora do ar— puts user[:name] (@gabrielvictor.dev) Sep 6, 2024 at 18:47

Publicado por @marinafrancaaf Ver no Threads

Publicado por @isabelana439 Ver no Threads

Por volta das 19h15, a reportagem do Tecnoblog testou o Pix no Banco Inter, XP, Banco do Brasil, Mercado Pago, Santander e Itaú. Houve alguma lentidão, mas as transferências foram concluídas com sucesso.
Pix passa por instabilidade nesta sexta-feira (6)

Pix passa por instabilidade nesta sexta-feira (6)
Fonte: Tecnoblog

Exclusivo: Galaxy Tab S10 Ultra passa na Anatel com S Pen de 2023

Exclusivo: Galaxy Tab S10 Ultra passa na Anatel com S Pen de 2023

Galaxy Tab S10 Ultra é nova geração de celular (Imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

A Anatel homologou na sexta-feira (30) o tablet Galaxy Tab S10 Ultra Wi-Fi. Agora, a Samsung está autorizada a vender o seu próximo tablet premium no Brasil — o que também indica que o lançamento está próximo. Na semana passada, o Galaxy Tab S10+ Wi-Fi recebeu a certificação da Agência.

Assim como o modelo Tab S10+, o Tab S10 Ultra será vendido com a caneta S Pen modelo EJ-PX710, a mesma usada na linha Galaxy Tab S9 Ultra. Com essa nova informação, fica confirmado que a Samsung não lançará uma nova S Pen neste ano. A capa teclado do Tab S10 Ultra também é a versão usada no tablet do ano passado.

Galaxy Tab S10 Ultra com fabricação nacional

Galaxy Tab S10 Ultra recebe homologação da Anatel e terá fabricação nacional (Imagem: Reprodução/Tecnoblog)

O documento de conformidade técnica do Galaxy Tab S10 Ultra mostra que o tablet será fabricado no Brasil. A Samsung usará a sua fábrica em Manaus para a produção do dispositivo. O Galaxy Tab S10 Ultra também terá unidades importadas, vindo das fábricas da empresa no Vietnã e Coreia do Sul.

Com a homologação das versões Wi-Fi do Galaxy Tab S10+ e Tab S10 Ultra, agora só resta para a Samsung receber a certificações dos modelos com conexão celular. Todos essas quatro versões serão equipadas com o processador Dimensity 9300+, marcando a primeira vez que a Samsung usa apenas SoCs da MediaTek em seus tablets premiums.

Lançamento do Galaxy Tab S10+ e Tab S10 Ultra

Segundo rumores, os novos tablets premium da Samsung serão lançados no próximo mês. A sul-coreana não fabricará uma edição Galaxy Tab S10 do dispositivo — a “versão sem sobrenome”. Ao invés, da Samsung vendará apenas as versões Tab S10+ e Tab S10 Ultra.

Já os modelos Tab S10 FE e Tab S10 FE+ podem ser apresentados em outro momento. No ano passado, as versões FE da linha Galaxy Tab S9 foram apresentadas dois meses depois do lançamento da linha principal.
Exclusivo: Galaxy Tab S10 Ultra passa na Anatel com S Pen de 2023

Exclusivo: Galaxy Tab S10 Ultra passa na Anatel com S Pen de 2023
Fonte: Tecnoblog