Category: Brasil

Celular irregular bate recorde no Brasil; Xiaomi é a número um

Celular irregular bate recorde no Brasil; Xiaomi é a número um

Redmi Note 12 é o celular mais vendido no mercado irregular, segundo Abinee (Ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

As vendas de celulares irregulares devem bater um ingrato recorde no quarto trimestre desde ano, abocanhando 21% do mercado. Houve alta em relação aos 17% registrados no terceiro trimestre, segundo estimativa da Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee) em conjunto com a consultoria IDC.

O chamado mercado não oficial passará de 4 milhões de unidades em 2022 para 5,5 milhões neste ano. A principal fornecedora de smartphones irregulares é a Xiaomi, com cerca de 80% de participação. Os produtos da empresa costumam ser importados da China para o Paraguai, e depois entram em território brasileiro por meios escusos.

Os dados foram divulgados nesta quinta-feira (07), durante um encontro para o balanço de fim de ano da Abinee. Apesar do cenário considerado preocupante, a entidade não anunciou medidas concretas para coibir o avanço dos produtos irregulares.

Modus operandi do crime

Nas últimas semanas, o Tecnoblog ouviu relatos de uma verdadeira operação logística do crime na fronteira do Brasil com o Paraguai. Os produtos – normalmente o Redmi Note 12 – são trazidos por motoboys em pequenas quantidades, de modo que a fiscalização aduaneira não consiga pegá-los.

Na sequência, os lojistas colocam os produtos à venda em market places por preços entre 40% e 50% mais baratos do que os smartphones regulares. Aparelhos de R$ 2.599 saem por R$ 940 no esquema ilícito. A diferença está na certificação da Anatel, no carregador dentro do padrão nacional e no recolhimento dos impostos devidos.

Redmi Note 12 é o celular mais vendido no mercado irregular, segundo Abinee (Imagem: Divulgação/Xiaomi)

As vendas costumam ocorrer via internet e os produtos são enviados para todo o Brasil. Via de regra, não trazem cupom fiscal no formato exigido pela Receita Federal.

Nós apuramos que o comércio de celulares irregulares da Realme também está crescendo por aqui, num molde similar aos produtos com a marca da Xiaomi.

Irregular cresce, regular patina

Os números divulgados pela Abinee e pela IDC mostram um salto nas vendas de aparelhos irregulares. Foram 880 mil no primeiro trimestre, 967 mil no segundo, 1,57 milhão no terceiro e 2,05 milhões neste quarto.

Já o mercado regular anda de lado: 8,63 milhões no primeiro trimestre, 7,51 milhões no segundo, 7,85 milhões no terceiro e 7,6 milhões no quarto, segundo as estimativas.

Impacto de bilhões

O diretor de relações governamentais da Abinee, Luiz Carneiro, estima que os celulares irregulares tenham impacto econômico da ordem de R$ 2,1 bilhões somente no primeiro semestre – principalmente por causa da evasão fiscal, já que os produtos não recolhem imposto quase nenhum. A entidade não divulgou o balanço para o ano inteiro.

Há ainda o desaparecimento de R$ 209 milhões em pesquisa e desenvolvimento, o famoso P&D. As empresas que fabricam no Brasil contam com a Lei da Informática, que concede incentivos fiscais e prevê a manutenção de equipes técnicas e laboratórios por aqui.

Resultado geral

O desempenho da indústria de produtos elétricos e eletrônicos “ficou muito abaixo do esperado” em 2023 devido às incertezas da economia, a restrição de crédito, o endividamento das famílias e a inadimplência, de acordo com a associação do setor.

O faturamento geral caiu 6%: de R$ 218,2 bilhões em 2022 para R$ 204,3 bilhões em 2023. Já a área de telecomunicações despencou 21% no período, principalmente por causa da queda de 26% no mercado de telefones celulares.
Celular irregular bate recorde no Brasil; Xiaomi é a número um

Celular irregular bate recorde no Brasil; Xiaomi é a número um
Fonte: Tecnoblog

Fintech N26 chega ao fim no Brasil e cartões são cancelados

Fintech N26 chega ao fim no Brasil e cartões são cancelados

Cartão de crédito da N26 tinha bandeira Mastercard (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

Chegou o dia: todos os cartões de crédito emitidos pela N26 no Brasil serão cancelados nesta quinta-feira (7). De origem alemã, a fintech iniciou as operações brasileiras em 2021 para disputar mercado com plataformas como Nubank e PicPay, mas não teve sucesso. Diante disso, a empresa decidiu sair do país.

Faturas devem ser pagas normalmente

O cancelamento dos cartões de crédito impede que novas compras sejam feitas com eles, obviamente, mas a fintech ressalta que as faturas devem ser pagas normalmente.

Em caso de atraso, haverá incidência de juros e multa sobre o valor devido. Além disso, o não pagamento poderá levar à negativação do usuário (o famoso “nome sujo”), mesmo com a N26 estando inoperante no Brasil.

Se a fatura for fechada quando o aplicativo da N26 não estiver mais funcionando ou se o pagamento estiver sendo feito em parcelas, os boletos correspondentes serão enviados por e-mail.

Empresa recomenda transferência do saldo até o dia 18

Clientes que ainda possuem saldo no aplicativo da N26 têm até 18 de dezembro de 2023 para transferir o valor para uma conta em outra instituição. Após essa data, o app exibirá apenas uma tela que direciona o usuário para um formulário de solicitação de retirada de dinheiro.

Para prevenir fraudes, o formulário exigirá o fornecimento de vários dados, incluindo uma foto para validação facial. O processo é trabalhoso e pode demorar até dez dias úteis para ser concluído. Por isso, é prudente retirar eventuais valores da conta na N26 antes do dia 18.

Informes de rendimento para declaração de imposto de renda serão enviados por e-mail no começo de 2024.

N26 tentou emplacar com conceito de “fincare”

A N26 começou a operar no Brasil em novembro de 2021, inicialmente com os “insiders”, grupo de clientes que se cadastraram para testar a plataforma. Após os testes iniciais, a fintech introduziu o conceito de “fincare”, com o qual tentava se diferenciar de rivais como Nubank, PicPay e Mercado Pago prometendo ajudar o cliente a cuidar do seu dinheiro com planejamento e organização financeira.

Além de um cartão de crédito com bandeira Mastercard Gold, a N26 oferecia uma conta digital que dava direito ao “Spaces”, modalidade com a qual o usuário guardava dinheiro com rendimento de 100% do CDI mais 1% para cada R$ 100 gastos no cartão.

E-mail da N26 com aviso de redução de limite (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

Porém, as operações da N26 eram limitadas. O aplicativo da fintech apresentava instabilidades com frequência e tinha várias funções ausentes, a exemplo da fatura do cartão, que só podia ser paga com saldo em conta, sem opção de boleto ou Pix.

Outras restrições incluíam falta de integração com serviços como Apple Pay e Google Pay, lista de espera para criação de contas e, para muitos usuários, limite de cartão de crédito baixo ou diminuído com o passar do tempo.

N26 anunciou fim das operações em novembro

Com dificuldades para escalar as operações e atrair investimentos, a N26 anunciou a decisão de sair do Brasil em novembro. Na ocasião, a companhia informou ao Tecnoblog que “a decisão reflete a estratégia da empresa de focar seus esforços nos mercados-chave europeus”. A N26 tinha cerca de 200 mil clientes no país.

Post de despedida da N26 no Instagram (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

O encerramento das operações no Brasil não é um movimento inédito para a fintech. Em novembro de 2021, mesma época em que iniciava suas operações em território brasileiro, a N26 desistiu de operar nos Estados Unidos, país em que havia chegado em 2019. A necessidade de altos investimentos para manter as operações americanas foi um dos motivos para a decisão.
Fintech N26 chega ao fim no Brasil e cartões são cancelados

Fintech N26 chega ao fim no Brasil e cartões são cancelados
Fonte: Tecnoblog

Exclusivo: QCY vai combater fones de ouvido importados irregularmente

Exclusivo: QCY vai combater fones de ouvido importados irregularmente

Marca chinesa e importadora oficial trabalham para retirar lojas não autorizadas do ar (Imagem: Divulgação/QCY)

A chinesa QCY conquistou o público internacional com um portfólio com diferentes opções de fones de ouvido TWS e relógios inteligentes. O sucesso da marca chegou ao Brasil, onde a empresa Blue Whale atua como importadora oficial dos produtos da fabricante desde 2021.

Entretanto, nos últimos meses, a companhia sob o nome comercial QCY Brasil enfrenta um inimigo difícil: perfis e lojas falsas que se passam por revendedores autorizados. Os farsantes interferem diretamente na expansão da marca no mercado brasileiro ao lesar clientes de diferentes maneiras.

Para esclarecer o assunto e orientar os consumidores, o Tecnoblog conversou com exclusividade com representantes da QCY diretamente da China e com a equipe da importadora QCY Brasil. A seguir, explicamos os meios de atuação dos perfis falsos e como os clientes podem evitar dores de cabeça ao adquirir produtos da marca.

Comunicado da QCY Brasil destaca os perfis não autorizados pela empresa chinesa (Imagem: Reprodução/Instagram)

Perfis falsos agem nas redes sociais

As supostas lojas autorizadas da QCY realizam grande investimento em marketing nas redes sociais. Inúmeros posts patrocinados com artes e vídeos extremamente atraentes são veiculados para pessoas que buscam sobre produtos da marca. Com isso, os clientes acessam as páginas e, por consequência, adquirem itens em sites não oficiais ou marketplaces sem relação com a empresa chinesa.

As lojas não autorizadas têm causado transtornos aos consumidores. São comuns casos de falsos prazos de entrega, falhas no pós-venda e até envio de produtos falsificados. Isso prejudica diretamente a operação e a credibilidade da importadora oficial da marca.

“Nos últimos meses, recebemos inúmeras reclamações e denúncias de clientes que acreditavam ter comprado nas lojas oficiais. São diversos problemas que afetam a experiência que gostaríamos de proporcionar aos brasileiros”, explica Tailís Redondo, representante de marketing da importadora QCY Brasil.

Importadora oficial possui um depósito de produtos na cidade de São Paulo (Imagem: Divulgação/QCY)

Diferenças entre a importadora oficial e lojas não autorizadas

Tailís explica que a QCY Brasil faz uma curadoria de produtos mais procurados pelos brasileiros antes do processo de importação. Então, todos os itens recebem a certificação da Anatel e, ao chegarem ao Brasil, ficam em um depósito na cidade de São Paulo.

Após essas etapas, os fones de ouvido e smartwatches são disponibilizados na loja oficial da importadora e em marketplaces autorizados (Mercado Livre, Shopee e Amazon). Essa estratégia permite o envio rápido para clientes brasileiros.

As lojas não autorizadas seguem outra dinâmica. Os pedidos são importados diretamente da China e podem demorar meses para chegar ao Brasil. E tem mais: “recentemente, chegou ao nosso conhecimento que um número enorme de produtos foi impedido de entrar no país por não estarem de acordo com as novas leis de importação. Isso prejudica os consumidores que optaram por comprar em uma loja que julgaram confiável”, comenta Tailís.

QCY lamenta a confusão causada aos clientes (Imagem: Divulgação/QCY)

QCY tomará medidas para combater falsos revendedores

O Tecnoblog entrou em contato com a QCY China para entender a situação da marca no Brasil. Então, o porta-voz da fabricante revelou estar ciente dos problemas relacionados aos vendedores não autorizados.

Ele afirmou que uma empresa brasileira está usando sem autorização a marca registrada no INPI em 2016 para atividades comerciais no país. Tanto a QCY China quanto a QCY Brasil possuem equipes jurídicas atuando para remover perfis e lojas não oficiais.

O porta-voz lamentou que uma marca global como a QCY não tenha identificado o problema a tempo e causado confusão nos clientes brasileiros. Ademais, a marca deve realizar uma declaração no site e nas redes sociais globais sobre os recentes ocorridos.

“Orientamos os clientes a sempre verificarem os comunicados oficiais da QCY China e QCY Brasil que divulgamos em nossas plataformas, além das avaliações de outros clientes, e não se deixarem enganar pelo marketing nas redes sociais”, complementa Tailís.

Importadora promete prestar suporte aos clientes afetados

A QCY Brasil diz estar analisando os casos de consumidores que adquiriram produtos da marca em sites não autorizados. De acordo com a representante, questões acerca de atrasos e falta de suporte de certas lojas são encaminhadas para o time jurídico.

“Além disso, temos uma equipe dedicada a buscar os canais de atendimento desses vendedores e auxiliar os consumidores no contato para solicitar devoluções, reembolsos e esclarecer dúvidas. O que tem sido uma dificuldade diária”, explica Tailís. 

Por fim, a importadora brasileira afirma que a QCY China e a QCY Brasil estão “100% comprometidas” em evitar que os clientes passem por situações exaustivas e enganosas novamente.
Exclusivo: QCY vai combater fones de ouvido importados irregularmente

Exclusivo: QCY vai combater fones de ouvido importados irregularmente
Fonte: Tecnoblog

84% das casas brasileiras têm acesso à internet, revela pesquisa

84% das casas brasileiras têm acesso à internet, revela pesquisa

Mais de 150 milhões de brasileiros acessam a internet (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

A TIC Domicílios 2023, pesquisa promovida pelo Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br), constatou que 84% dos lares brasileiros têm acesso à internet. Ou seja, equivalente a 64 milhões de casas. Após dois anos de estabilidade, o número significa um aumento de 4% comparado aos resultados de 2022.

Conforme os dados do estudo, isso está ligado ao crescimento significativo do acesso às redes em residências da classe C (de 87% em 2022 para 91% em 2023). As casas das classes DE também conquistaram mais acesso neste ano (de 60% para 67%).

Quadro da pesquisa TIC Domicílios 2023 mostra a porcentagem dos domicílios com acesso à internet dividido por classes sociais (Imagem: Divulgação/CGI.br)

Apesar do crescimento, país sofre com a exclusão digital

A pesquisa TIC Domicílios 2023 também indica o crescimento da proporção de usuários de internet no Brasil. O estudo revela que 84% dos brasileiros acessaram a rede nos últimos três meses. Isso representa cerca de 156 milhões de cidadãos.

Conforme o relatório, o dado pode ser ampliado se considerar as pessoas que disseram não estarem conectadas no período, mas afirmaram usar apps que necessitam de conexão. Com a “correção”, o número chega a 164 milhões de usuários – ou 88% da população do país.

Entretanto, 29 milhões de brasileiros estão desconectados. Desta parcela, 24 milhões são moradores de áreas urbanas, 17 milhões declaram ser pretos ou pardos e 17 milhões fazem parte das classes DE.

O estudo reflete a exclusão digital que atinge as periferias urbanas do Brasil. Conforme vários serviços passam a ser disponibilizados parcial ou exclusivamente online, grande parte da população é excluída devido à falta de acesso à tecnologia.

Quadro da pesquisa TIC Domicílios 2023 indica o perfil dos brasileiros que não usam de internet (Imagem: Divulgação/CGI.br)

Como os brasileiros acessam a internet em 2023

A TIC Domicílios 2023 ainda mostrou as formas mais usadas pelos brasileiros para acessar a internet. O celular é a plataforma usada por 99% das pessoas para se manterem conectadas, seguido pela televisão (58%) e computadores (42%).

O estudo revela que 58% dos cidadãos se conectam apenas pelo telefone. Sendo que o acesso exclusivo pelos dispositivos móveis é maior entre as mulheres (64%) do que homens (52%); e entre pretos (64%) e pardos (63%) do que entre brancos (49%).

Ainda com o foco no uso de celular, 60% dos brasileiros possuem plano pré-pago e 36% adotam plano pós-pago. Entre as pessoas da classe A, 97% usam tanto Wi-Fi quanto rede móvel. Já nas classes DE, 36% usam internet exclusivamente via Wi-Fi e 11% acessam apenas pela rede móvel.

“Neste ano, voltamos a observar um aumento de conectividade no país. Mas a TIC Domicílios também mostra que a qualidade desse acesso ainda é desigual entre a população, o que restringe o desenvolvimento de habilidades digitais e fruição plena dos benefícios que a internet tem a oferecer”, aponta Alexandre Barbosa, gerente do Cetic.br| NIC.br.

Com informações: CGI.br
84% das casas brasileiras têm acesso à internet, revela pesquisa

84% das casas brasileiras têm acesso à internet, revela pesquisa
Fonte: Tecnoblog

iPhone 15 é o celular 5G mais rápido do Brasil, revela análise

iPhone 15 é o celular 5G mais rápido do Brasil, revela análise

iPhone 15 chegou ao Brasil em 29 de setembro de 2023 (Imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O iPhone 15 foi o celular 5G mais rápido do Brasil no mês de outubro, conforme uma análise feita pela Ookla. A plataforma de inteligência de conectividade analisou os dados do serviço Speedtest Intelligence e revelou os aparelhos com melhor desempenho no país.

A variante mais acessível da atual série de celulares da Apple teve velocidade média de download de 533,32 Mbps e de upload de 35,61 Mbps. Ademais, o telefone teve uma média de latência de 33 ms.

Ranking dos celulares 5G mais rápidos do Brasil, conforme o Speedtest Intelligence (Imagem: Reprodução/Ookla)

O ranking elaborado pela Ookla traz a forte presença dos dispositivos da Apple. Além do iPhone 15, outros três modelos aparecem entre os quatro celulares 5G mais rápidos do Brasil: as variantes iPhone 15 Pro, iPhone 15 Pro Max e iPhone 14 Pro.

Surpreendentemente, o “antigo” iPhone 14 Plus teve um desempenho superior ao novo iPhone 15 Plus. O dispositivo de 2022 aparece em 6º lugar na lista, enquanto o aparelho mais recente amarga a 11ª posição.

O relatório da Ookla também trouxe dados dos celulares 5G mais rápidos de diversos países. A Apple dominou os pódios em vários mercados importantes, como Alemanha, Coreia do Sul, Estados Unidos, França, Índia e Reino Unido.

Galaxy Z Fold 5 é o aparelho Android com melhor velocidade de 5G (Imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Galaxy Z Fold 5 em quinto lugar entre os celulares 5G mais rápidos

Os modelos da linha Samsung Galaxy Z são os únicos dispositivos Android na lista de celulares 5G mais rápidos do Brasil. Embora apareça em 5º lugar no ranking geral, o Galaxy Z Fold 5 foi o telefone com o sistema do Google que mostrou melhor desempenho.

O telefone dobrável da marca sul-coreana teve uma velocidade média de download de 472,37 Mbps e de upload de 35,17 Mbps. Já a média de latência durante a conexão foi de 35 ms.

O segundo aparelho Android com melhor desempenho foi o antecessor Galaxy Z Fold 4 (9º lugar), seguido pelo recente Galaxy Z Flip 5 (10º lugar). Enquanto isso, o Galaxy Z Flip 4 aparece na 12ª posição do ranking.

Conforme as informações, os dados do Speedtest Intelligence sobre os telefones da Apple foram obtidos entre 22 de setembro e 20 de outubro de 2023. Já as performances dos dispositivos da Samsung foram medidas entre 11 de agosto e 20 de outubro de 2023.

Com informações: Ookla e PhoneArena
iPhone 15 é o celular 5G mais rápido do Brasil, revela análise

iPhone 15 é o celular 5G mais rápido do Brasil, revela análise
Fonte: Tecnoblog

Livro com artes feitas com ajuda de IA é desclassificado do Prêmio Jabuti

Livro com artes feitas com ajuda de IA é desclassificado do Prêmio Jabuti

Indicação de arte criada com inteligência artificial foi desclassificada do Prêmio Jabuti (Imagem: Vitor Pádua / Tecnoblog)

A Câmara Brasileira do Livro (CBL), instituição que organiza o Prêmio Jabuti, desclassificou uma edição de Frankenstein da categoria Ilustração por contar com arte feita por inteligência artificial. O livro, publicado pelo Clube de Literatura Clássica, teve suas ilustrações desenvolvidas pelo designer Vicente Pessôa utilizando o Midjourney, IA generativa de imagens.

O Prêmio Jabuti é a maior premiação de literatura do Brasil. A desclassificação dessa edição de Frankenstein acontece um dia após o anúncio dos semifinalistas do Jabuti. Na obra, disponível para os assinantes do Clube de Literatura Clássica, Vicente Pessôa e o programa Midjourney foram creditados como autores da ilustração. No entanto, na indicação, apenas Pêssoa aparece como autor.

Em entrevista ao jornal O Estado de São Paulo, o designer explica que não informou o uso da IA na inscrição porque não havia uma pergunta sobre isso. Na mesma entrevista, Pessôa explica que durante a divulgação do livro o assunto (o uso de IA para a arte) foi amplamente falado.

Prêmio Jabuti exclui indicação por usar IA

Capa do livro Frankenstein, edição publicada pelo Clube de Literatura Clássica, foi desenvolvida pelo Midjourney (Imagem: Reprodução/Tecnoblog)

A organização do Prêmio Jabuti anunciou a desclassificação do indicado nesta sexta-feira (10). Como o regulamento do evento não previa casos que envolvessem o uso de inteligência artificial, coube à Curadoria da CBL avaliar o caso.

A instituição também informou que a utilização do uso de IAs nas obras será discutido para as próximas edições do Prêmio Jabuti. O cartunista André Dahmer, um dos três jurados da categoria, afirmou no Twitter que não sabia que as ilustrações foram feitas por IA, além de desconhecer que Midjourney é o nome de uma ferramenta do tipo.

André Dahmer explica seu voto no X/Twitter (Imagem: Reprodução/Tecnoblog)

Ele também comentou que se soubesse que a arte era híbrida (feita com IA), “veria e julgaria o livro com outros olhos”.

Parece chover no molhado, mas o debate sobre o uso de IAs para criações artísticas está só no começo. Há diversos processos acusando as inteligências de violarem os direitos autorais de artistas e autores para gerar seu conteúdo.

Com informações: O Globo
Livro com artes feitas com ajuda de IA é desclassificado do Prêmio Jabuti

Livro com artes feitas com ajuda de IA é desclassificado do Prêmio Jabuti
Fonte: Tecnoblog

Xiaomi revela o Poco C65 e smartphone será lançado no Brasil

Xiaomi revela o Poco C65 e smartphone será lançado no Brasil

Poco C65 foi oficialmente anunciado pela Xiaomi (Imagem: Divulgação/Xiaomi)

A Xiaomi lançou nesta semana o Poco C65, smartphone de entrada vendido pela sua subsidiária. O modelo traz especificações modestas com uma câmera principal de 50 MP. O Poco C65 chegará com duas opções de armazenamento e será vendido no Brasil.

A Xiaomi não comunicou nenhuma data para a chegada do smartphone por aqui. No entanto, o Poco C65 foi homologado na Anatel no mês passado. O celular será vendido em alguns países como Redmi 13C, seguindo a estratégia da Xiaomi de trocar o nome do modelo em diferentes mercados.

Poco C65 tem câmera de 50 MP

Poco C65 tem câmera principal com sensor de 50 MP (Imagem: Divulgação/Poco)

A câmera principal do conjunto “triplo” do Poco C65 possui um sensor de 50 MP. O conjunto conta ainda com uma lente macro de 2 MP e uma lente auxiliar — a Xiaomi não deu muito detalhes sobre esse terceiro sensor, mas ela usa essa lente para afirmar que o celular tem três câmeras. A lente de selfie, localizada no notch tipo gota, recebeu uma atualização, saltando de 5 MP para 8 MP.

O Poco C65 é equipado com o processador MediaTek Helio G85, um chip modesto e sem suporte para 5G. O smartphone será vendido em versões com 6 GB de memória RAM com 128 GB de armazenamento e outra de 8 GB de RAM mais 256 GB de espaço. O celular suporta a tecnologia RAM virtual, que permite usar

A tela LCD do Poco C65 mede 6,7 polegadas, tem 90 Hz de taxa de atualização e suporta resolução HD. O brilho máximo é de 600 nits.

O Poco C65 possui uma bateria de 5.000 mAh e suporta até 18 W para carregamento — bem abaixo do que a Xiaomi oferta em outros modelos, mas este é um smartphone de entrada. A combinação da bateria e do Helio G85, um chip com desempenho baixo, promete deixar o Poco C65 ligado por várias horas.

A Xiaomi anunciou que o preço da versão 6 GB + 128 GB é de US$ 109 (R$ 534,88 na conversão direta), enquanto o modelo com 8 GB + 256 GB sai por US$ 129 (R$ 633,03).

Com informações: Gizmochina e GSMArena
Xiaomi revela o Poco C65 e smartphone será lançado no Brasil

Xiaomi revela o Poco C65 e smartphone será lançado no Brasil
Fonte: Tecnoblog

Samsung pode voltar a lançar Galaxy XCover no Brasil

Samsung pode voltar a lançar Galaxy XCover no Brasil

Samsung Galaxy XCover Pro, de 2020, foi o último da família no Brasil (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

A linha XCover da Samsung tem smartphones com alta resistência. Um novo integrante da família pode desembarcar no Brasil em breve. A bateria que deve equipar o Galaxy XCover 7 foi homologada na Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) a pedido da empresa.

Os documentos mostram que uma bateria de modelo EB-BG556GBY recebeu o certificado da Anatel. Ela deve ter capacidade de 3.950 mAh e está apta a equipar celulares compatíveis, desde que também sejam homologados. A produção é da Ningde Amperex, que fica na China.

Bateria com nome de modelo EB-G556B foi homologada na Anatel (Imagem: Reprodução/Tecnoblog)

Informações do site especializado GalaxyClub apontam que o futuro Galaxy XCover 7 pode ter o código de modelo SM-G556B. O “G556” também está no código da bateria que passou na Anatel, o que indica que ela deve equipar o futuro smartphone.

XCover 7 pode ser “irmão” do Galaxy A55

Por enquanto, há poucos detalhes sobre o Galaxy XCover 7 além do número de modelo. Especula-se que ele deve ter hardware parecido com o de outro celular ainda não lançado, o Galaxy A55.

Se a Samsung seguir o padrão de seus modelos, o Galaxy A55 deve ter o número de modelo SM-A556B. Como XCover 7 e A55 são aparelhos com código “556B”, é de se esperar que eles compartilhem especificações técnicas.

Último XCover no Brasil foi lançado em 2020

Caso seja mesmo lançado no Brasil, o Galaxy Xcover 7 marcaria o retorno da família ao mercado nacional. O Galaxy XCover Pro, de 2020, foi o último modelo por aqui. Além da resistência aprimorada, ele contava com botões extras programáveis e LED de notificação.

De lá para cá, os celulares XCover 5 e XCover 6 Pro foram lançados no exterior, mas não chegaram ao país. Além dessa linha, a Samsung também tem o Galaxy S23 Tactical Edition, com recursos voltados ao uso militar.
Samsung pode voltar a lançar Galaxy XCover no Brasil

Samsung pode voltar a lançar Galaxy XCover no Brasil
Fonte: Tecnoblog

Shopee inaugura seu 9º centro de distribuição no Brasil

Shopee inaugura seu 9º centro de distribuição no Brasil

Caixa de entrega da Shopee (Imagem: Divulgação/Shopee)

A Shopee anunciou, nesta quarta-feira (1º), a inauguração do seu nono centro de distribuição no Brasil. Ele fica na cidade de Guarulhos (SP), na Grande São Paulo. Com o novo espaço, a plataforma chega a quatro centros no estado de São Paulo, enquanto Rio de Janeiro, Minas Gerais, Paraná, Bahia e Pernambuco contam com um cada.

Os centros de distribuição da plataforma de e-commerce operam em um modelo de cross-docking, que é diferente de um armazém tradicional.

Centro de distribuição da Shopee em Santana do Parnaíba (SP) (Imagem: Divulgação/Shopee)

O cross-docking funciona sem estoque. Parceiros logísticos coletam as mercadorias e as entregam no CD, que fica responsável por reorganizá-las e direcioná-las aos hubs de última milha.

No Brasil, a companhia conta com mais de 100 hubs de primeira e última milha, mais de 1400 pontos de coleta e entrega, cerca de 250 espaços de parceiros logísticos e mais de 15 mil motoristas para coletas.

Segundo a empresa, são mais de 3 milhões de vendedores brasileiros registrados na plataforma

Investimentos da Shopee começaram em 2021

O primeiro centro de distribuição da Shopee no Brasil começou a ser construído em 2021. Ele fica na cidade de Barueri (SP), também na Grande São Paulo

Em julho de 2022, já eram seis CDs da Shopee no país. Além da instalação de Barueri, foram inauguradas outras em São João do Meriti (RJ), Campinas (SP), Ribeirão Preto (SP), Contagem (MG) e Santana do Parnaíba (SP).

Em maio de 2023, a Shopee inaugurou seus dois primeiros centros de distribuição na região Nordeste, no Recife (PE) e em Salvador (BA). O primeiro conta com 10.000 m², e o segundo, 6.000 m².

Escritório da Shopee no Brasil (Imagem: Divulgação)

Além dos investimentos em logística, o marketplace passou a oferecer o Shopee Oficial, com lojas de marcas famosas, e um programa de afiliados local.

A operação local conta com um escritório de três andares na Avenida Brigadeiro Faria Lima, na capital paulista. Google e Meta também estão instalados na região.
Shopee inaugura seu 9º centro de distribuição no Brasil

Shopee inaugura seu 9º centro de distribuição no Brasil
Fonte: Tecnoblog

Trend da Disney Pixar está bombando no Instagram; veja como fazer

Trend da Disney Pixar está bombando no Instagram; veja como fazer

“Filtros Pixar” ganharam as redes sociais brasileiras nas últimas semanas (Imagem: Reprodução/Tecnoblog)

Uma nova trend da Disney Pixar ficou muito popular nas últimas duas semanas aqui no Brasil. De acordo com medição do Google, as buscas pelas artes que copiam o estilo da Pixar dobraram nesse período. O tema também está em alta no Instagram. O curioso é que, apesar de se popularizar como se fosse um filtro, na realidade a imagem é criada por ferramentas de inteligência artificial generativa — como o Dall-E e o Bing Image Creator.

Logo, a arte no estilo Pixar nada mais é do que uma imagem com comandos bem detalhados. Se você já usou alguma das plataformas que geram artes, sabe como a criação pode ser um pouquinho trabalhosa. Afinal, ela precisa interpretar e entender o que você quer com as ordens.

Como fazer imagens da trend da Disney Pixar

Acesse o gerador de imagens Bing Create ou o Dall-E (que exige a compra de créditos).Nós vamos ensinar os passos pelo Bing porque é o método mais fácil. Será necessário se autenticar com uma conta da Microsoft (vale até aquele seu @hotmail de 2001).

Digite os comandos desejados na barra de texto, que fica localizada na parte superior da tela.Nós usamos “Felipe Freitas, repórter Tecnoblog” combinado com “cartaz estilo filme da Pixar” e “arte animação Pixar”. Também especificamos que deveria ser um cenário de redação de jornalismo e que o nome do site seria escrito com a mesma fonte adotada pela Disney.

Clique no chamativo botão rosa de “Criar”.

Essa é uma das imagens geradas pelo Bing Image Creator de como seria o Tecnoblog se fosse um filme da Pixar (Imagem: Reprodução/Bing Image Creator)

Na teoria, você consegue criar imagens nesse formato pelo Bing Chat, a IA generativa/buscadora da Microsoft. Todavia, nossos testes só deram certo quando foi feito o upload de alguma das produções do Bing Image Creator.

Tentei fazer uma versão Pixar do Omar Little, da série The Wire, subindo uma imagem do personagem. Os resultados saíram com o rosto borrado, o que pode ser resultado da proteção de privacidade da Microsoft. Se você pedir para gerar uma imagem apenas com comandos, o Bing Chat te atenderá sem restrições.

Tem risco para os meus dados?

Como você não pode subir uma imagem sua para o Bing Image Creator, a IA não registrará seu rosto. No entanto, o seu histórico de busca fica salvo (dá para apagar).

Não custa lembrar que enquanto você ganha uma arte para usar nas redes sociais, a Microsoft e a OpenAI ganham treinamento gratuito para a inteligência artificial.
Trend da Disney Pixar está bombando no Instagram; veja como fazer

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Fonte: Tecnoblog