Category: Brasil

Google Brasil desmente boato de que trancou X após decisão do STF

Google Brasil desmente boato de que trancou X após decisão do STF

Estratégia de comunicação no Brasil foca no Instagram e TikTok (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

Google nega fim das atividades no X.
Empresa foca em outras plataformas, como Instagram e TikTok, desde o ano passado.
Empresa estuda impactos da decisão do STF.

O Google Brasil não abandonou o X (antigo Twitter) após a decisão do Supremo Tribunal Federal que mudou as regras das big techs no país. O Tecnoblog conversou com a equipe de comunicação do Google, que nos explicou que o foco tem sido outras plataformas desde o ano passado – notadamente, o Instagram e TikTok.

“Quem lembra do Google dizendo que sairá do Brasil? (…) Já trancou até seu perfil”, escreveu um usuário do X. Ele desconsidera que a página está assim desde 2024, quando o Google respondeu uma pessoa pela última vez na rede hoje controlada por Elon Musk.

Usuário levanta a hipótese falsa sobre Google (imagem: reprodução)

A decisão do STF

Os ministros do STF decidiram ontem (26) pela revisão do chamado Artigo 19 do Marco Civil da Internet, o que deve impactar os pesos-pesados da tecnologia no país, como Google e Meta, entre outras companhias. Imediatamente, surgiram boatos de que o Google Brasil havia se retirado da plataforma.

Aliás, essa tese não faz sentido algum. O novo entendimento do Supremo estabelece que, em determinadas circunstâncias, as plataformas podem ser responsabilizadas pelos conteúdos dos usuários. Neste novo cenário, portanto, o X será impactado pela mudança. Em outras palavras, o gigante das buscas não teria nenhum motivo para abandonar o perfil.

O que pensa o Google sobre a decisão?

O Google emitiu o seguinte comunicado sobre a decisão do Supremo:

“O julgamento do Artigo 19 foi encerrado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) com um novo entendimento sobre responsabilidade civil para um grupo grande e diverso de plataformas de internet. Ao longo dos últimos meses, o Google vem manifestando suas preocupações sobre mudanças que podem impactar a liberdade de expressão e a economia digital. Estamos analisando a tese aprovada, em especial a ampliação dos casos de remoção mediante notificação (previstos no Artigo 21), e os impactos em nossos produtos. Continuamos abertos ao diálogo.”

A companhia não tomou nenhuma medida até o momento.
Google Brasil desmente boato de que trancou X após decisão do STF

Google Brasil desmente boato de que trancou X após decisão do STF
Fonte: Tecnoblog

Você usaria? Nova IA do Happn sugere locais para o primeiro encontro

Você usaria? Nova IA do Happn sugere locais para o primeiro encontro

App utilizará apenas informações públicas dos usuários para montar sugestões (imagem: divulgação/Happn)

Resumo

Recurso com IA do Happn sugere locais para encontros com base em dados públicos dos perfis.
Ferramenta usa hobbies, frases e locais favoritos, em parceria com o Foursquare.
Empresa garante que não acessa conversas privadas e segue a LGPD.

O aplicativo de relacionamentos Happn anunciou uma nova funcionalidade que promete ajudar usuários que se curtiram mutuamente. A ferramenta usa inteligência artificial para sugerir o local ideal para o primeiro encontro. Ela recomenda até cinco bares, cafés, parques e outros locais.

As sugestões são baseadas em informações públicas dos perfis, como os hobbies, teasers (frases exibidas no perfil) e os spots, ou seja, os locais favoritos dos usuários, numa parceria com o Foursquare. A IA cruza esses dados nos dois perfis para propor locais que façam sentido para o possível casal.

Dados de mensagens das conversas privadas entre os usuários, porém, não estão entre os coletados pela ferramenta. Ao Tecnoblog, o Happn garantiu que o Perfect Date não lê o conteúdo das trocas entre os usuários para gerar as sugestões, seguindo os regulamentos da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).

O anúncio global ocorre nesta semana e a função Perfect Date deve chegar ao Brasil no final de julho.

IA como facilitadora

Nova funcionalidade quer auxiliar usuários a identificarem um local perfeito para o primeiro encontro (imagem: divulgação/Happn)

Segundo o Happn, uma pesquisa interna revelou que 54% de seus usuários gostariam de ter uma funcionalidade que ajudasse a sugerir o local ideal para um encontro. A proposta do Perfect Date é, portanto, atuar como um facilitador, sem tirar a espontaneidade da escolha.

“A IA não deve nunca tomar as decisões pelos usuários, mas pode auxiliar a encontrar novos caminhos para os encontros na vida real”, afirmou a CEO do Happn, Karima Ben Abdelmalek, num comunicado. Segundo ela, a ideia é facilitar reconexões reais por meio de experiências “cada vez mais locais e personalizadas”.

É um posicionamento otimista, já que pesquisas indicam que solteiros usam cada vez mais IA de forma ativa durante a busca por um relacionamento. Por outro lado, o mercado dos Estados Unidos passa por um período de desinteresse por apps assim, com usuários jovens cansados de passar tempo selecionando pretendentes na tela do smartphone.

Segundo levantamento recente do Instituto Kinsey da Universidade de Indiana e da empresa Match (dona do Tinder), os usuários já usam as ferramentas de inteligência artificial para criar perfis, alterar imagens e até mesmo gerar mensagens para dar um fora.

Você usaria? Nova IA do Happn sugere locais para o primeiro encontro

Você usaria? Nova IA do Happn sugere locais para o primeiro encontro
Fonte: Tecnoblog

Preço do Disney+ sobe quase 7% no Brasil; veja os valores

Preço do Disney+ sobe quase 7% no Brasil; veja os valores

Disney+ eleva preços de planos Padrão e Premium (Ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

Planos Padrão e Premium do Disney+ terão aumento de até 7% a partir de julho.
Apenas o plano Padrão com Anúncios permanecerá com o preço atual.
Disney não revelou o motivo, mas reajuste pode estar ligado à inflação e ao dólar.

O serviço de streaming Disney+ vai ficar mais caro a partir do próximo mês, com aumento de preços entre 6% e 7%, a depender do pacote escolhido. O plano Disney+ Padrão, por exemplo, passa de R$ 43,90 para R$ 46,90 na assinatura mensal. Somente o plano Padrão com Anúncios permanece com o valor atual.

O percentual de reajuste não é tão grande quanto o praticado por outras plataformas de serviços digitais. Apesar de a Disney não ter divulgado o motivo do aumento, nos parece que está ligado à inflação e ao dólar, e não necessariamente a um movimento para aumentar a margem de lucro.

Planos e preços do Disney+

Confira abaixo o quadro atualizado de características e preços do Disney+ no Brasil.

CaracterísticaDisney+ com AnúnciosDisney+ PadrãoDisney+ PremiumCatálogo do Disney+SimSimSimCatálogo do Star+SimSimSimESPNESPN e ESPN3Apenas ESPN e ESPN3Todos os canais ESPN, incluindo eventos exclusivosVídeo1080p Full HD1080p Full HD4K UHD e HDRÁudio5.15.1Dolby AtmosTelas simultâneas224DownloadsNão25, em até 10 dispositivos25, em até 10 dispositivosAnúnciosSimNãoNãoPreço mensalR$ 27,99R$ 46,90 (era R$ 43,90)R$ 66,90 (era R$ 62,90)Preço anual–R$ 393,90 (era R$ 368,90)R$ 561,90 (era R$ 527,90)

Não custa lembrar que o plano Padrão com Anúncios estreou há pouco mais de um ano. Com ele, a Disney obtém receita via assinatura dos clientes e também pela negociação de espaços publicitários antes e durante os filmes, séries e demais conteúdos.

The Mandalorian figura entre as séries de maior sucesso do Disney+ (imagem: divulgação/Disney)

Com esta novidade, o cenário dos principais streamings do Brasil contempla os seguintes preços de assinaturas mensais:

Disney+: de R$ 27,99 a R$ 66,90

Netflix: de R$ 20,90 a R$ 59,90

Globoplay: de R$ 22,90 a R$ 39,90

Max (futura HBO Max): de R$ 29,90 a R$ 55,90

Apple TV+: R$ 21,90

Mubi: R$ 34,90

Crunchyroll: de R$ 14,99 a R$ 19,99

Preço do Disney+ sobe quase 7% no Brasil; veja os valores

Preço do Disney+ sobe quase 7% no Brasil; veja os valores
Fonte: Tecnoblog

Amazon libera audiolivros da Audible para mais assinantes

Amazon libera audiolivros da Audible para mais assinantes

Amazon fez lançamento da Audible no Brasil em 2023 (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

Amazon Music Unlimited agora inclui um audiolivro por mês da Audible.
Novidade vale para assinantes do Brasil, Itália, Espanha, Alemanha e Japão.
Para acesso ilimitado ao catálogo da Audible, é necessário assinatura separada.

A Amazon liberou o uso da plataforma de audiolivros Audible para os clientes do Amazon Music Unlimited. A novidade, anunciada hoje, vale para assinantes do Brasil, Itália, Espanha, Alemanha e Japão. Eles poderão ouvir um audiolivro por mês.

O Amazon Music Unlimited custa R$ 21,90 por mês e concorre com serviços como Spotify, Deezer e Apple Music. Não confunda com o Amazon Music Prime, que faz parte da assinatura do Amazon Prime, porém com uma série de limitações.

Já a assinatura da Audible sai por R$ 19,90 por mês, com direito a acesso ilimitado ao catálogo de 100 mil audiolivros, em diversos idiomas.

De acordo com a empresa, os clientes podem escutar as obras como e quando quiserem. Quando virar o ciclo de cobrança, poderão continuar com aquele mesmo audiolivro ou selecionar um novo título. Consumidores que desejarem mais livros deverão contratar a assinatura da Audible ou comprar os conteúdos à parte.

Títulos novos e antigos estão na Audible (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Quais audiolivros estão na Audible?

A Audible desembarcou no Brasil em outubro de 2023. De lá para cá, tem realizado diversas atividades, como, por exemplo, uma ativação na Bienal do Livro do Rio de Janeiro, que ocorreu na semana passada.

Os assinantes contam com inúmeros títulos, dentre os quais se destacam 1984, um clássico de George Orwell, estrelado por Lázaro Ramos, Alice Carvalho, Mateus Solano e Milhem Cortaz, ou ainda T-Zombii 2: O Livro dos Vivos, com Samuel de Assis, Fabiula Nascimento, Maíra Góes, Luiz Carlos Persy, Ingo Lyrio e grande elenco.

“Através desta colaboração inovadora, continuamos a reimaginar como entregamos experiências cativantes em áudio globalmente para diversas audiências, fornecendo uma biblioteca e uma experiência excepcionais ao cliente, seja para assinantes do Amazon Music Unlimited ou por meio do serviço da Audible”

Bob Carrigan – CEO da Audible

Amazon libera audiolivros da Audible para mais assinantes

Amazon libera audiolivros da Audible para mais assinantes
Fonte: Tecnoblog

Nova pulseira da Xiaomi passa pela Anatel antes do lançamento global

Nova pulseira da Xiaomi passa pela Anatel antes do lançamento global

Produto se chamava Mi Band e mudou de nome nos últimos anos (imagem: reprodução/Xiaomi)

Resumo

Xiaomi Smart Band 10 é homologada pela Anatel antes do anúncio oficial.
Pulseira traz tela maior, HyperOS 2 e até 150 modos de treino.
Autonomia esperada é de até 21 dias, com bateria de 233 mAh.

A Xiaomi ainda nem anunciou a Smart Band 10 oficialmente, mas o dispositivo já está liberado para ser vendido no Brasil. Documentos obtidos pelo Tecnoblog confirmam que a pulseira foi homologada pela Anatel, antecipando parte das especificações técnicas e confirmando o nome comercial.

O lançamento global da nova geração está previsto para esta quinta-feira (26/06), em um evento da marca na China. Entretanto, a certificação antes mesmo do lançamento global é um forte indicativo de que a Xiaomi já prepara o lançamento da nova geração por aqui.

O pedido de homologação foi feito pela DL, representante oficial da Xiaomi no Brasil, registrada sob o código M2459B1. O item é classificado como um Transceptor de Radiação Restrita – categoria usada para dispositivos com Bluetooth e outras tecnologias sem fio.

Homologação confirma especificações especuladas do aparelho (imagem: Felipe Faustino/Tecnoblog)

Pequenas mudanças

Como é de se esperar para pulseiras inteligentes, não temos tantas mudanças na nova geração. Vazamentos indicam que, apesar de manter o design do dispositivo na mesma linha da versão passada, a Smart Band 10 chega com uma tela AMOLED maior, de 1,72 polegadas, e bordas mais finas, um pequeno acréscimo em relação à tela de 1,62 polegadas da Smart Band 9.

Assim como a versão anterior, o modelo terá Bluetooth 5.4, conectividade com o aplicativo Mi Fitness e resistência à água de 5 ATM, suportando profundidades de até 50 metros.

Segundo o manual do produto, a pulseira possui uma bateria interna de 233 mAh e carregamento por cabo magnético (que vem na caixa). Com a mesma capacidade energética da geração anterior, a expectativa é que a autonomia de bateria de pelo menos 21 dias seja mantida.

Xiaomi Smart Band 10 tem tela pouco maior que a versão anterior (imagem: Felipe Faustino/Tecnoblog)

A pulseira deve rodar o sistema HyperOS 2, o mesmo que já vem sendo implementado em outros dispositivos da marca, e contar com mais de 150 modos de treino, além de monitoramento de sono e outros sensores de saúde.

Um teaser divulgado pela Xiaomi já mostra que o dispositivo deve chegar com quatro opções de cores, indicando, também, a existência de uma edição especial com acabamento em cerâmica.

Quando chega?

Com a homologação garantida, o caminho está livre para o lançamento do dispositivo no Brasil. Resta aguardar o anúncio oficial da empresa com todos os detalhes, como preço e a data de chegada do produto às lojas.

Com informações de NotebookCheck
Nova pulseira da Xiaomi passa pela Anatel antes do lançamento global

Nova pulseira da Xiaomi passa pela Anatel antes do lançamento global
Fonte: Tecnoblog

Em gesto inédito, Google passa a integrar entidade brasileira de publicidade

Em gesto inédito, Google passa a integrar entidade brasileira de publicidade

Google Brasil participará do programa Priority Flagger do Conar (foto: Felipe Ventura/Tecnoblog)

Resumo

O Google Brasil se tornou o primeiro representante de big techs a integrar o Conar, conselho de ética publicitária do país.
A associação cria um canal direto para denúncias de violações em suas plataformas, agilizando a moderação de conteúdos.
A medida ocorre durante debates no STF sobre a responsabilidade das plataformas, indicando estratégia do Google em regulação de conteúdo.

O Google agora é um associado do Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária (Conar). A empresa é a primeira grande plataforma digital internacional a se juntar oficialmente à entidade, que atua na fiscalização da ética na publicidade do país.

Com a associação, o Google participará do programa Priority Flagger da organização. A iniciativa oferece ao conselho um canal de comunicação direto e prioritário para reportar potenciais violações de políticas em anúncios veiculados nas plataformas do Google, como a ferramenta de busca e o YouTube.

O Conar possui um código de ética e um conselho que julga denúncias feitas por consumidores ou empresas. Ele pode recomendar a alteração ou suspensão de anúncios. Embora não aplique multas, as decisões do Conar são amplamente respeitadas no mercado publicitário.

Fabio Coelho é presidente do Google Brasil (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Com a adesão do Google, espera-se que a análise de conteúdos problemáticos seja feita de forma mais rápida pela empresa. Empresas rivais, como a Meta (dona do Facebook e Instagram) e TikTok, não são associadas à entidade.

Em comunicado, o presidente do Google no Brasil, Fábio Coelho, afirma que o mercado publicitário exige responsabilidade e que, junto ao Conar, a empresa trabalhará para “construir um ecossistema publicitário cada vez mais saudável e confiável”.

Google ainda enfrenta Justiça brasileira

A associação ocorre em um momento em que o Supremo Tribunal Federal (STF) discute a responsabilidade civil das plataformas digitais pelo conteúdo veiculado por terceiros, com base no Marco Civil da Internet. A Corte já formou maioria para a responsabilização de big techs.

Ao se aliar a uma entidade de autorregulamentação, o Google pode estar sinalizando boa vontade para realizar a moderação de conteúdo, ainda que o Conar não tenha relação com os temas em análise pela Justiça.

Google resiste às tentativas de regulamentar conteúdo na internet (foto: Carlos Moura/STF)

Coelho afirmou à Folha de São Paulo, numa entrevista publicada hoje, que modificações radicais na legislação podem forçar o Google a aplicar mais restrições no país. Em outras palavras, um número maior de conteúdos poderia ser retirado do ar antes mesmo de uma decisão judicial (como ocorre hoje).

O Google já se posicionou contra o Projeto de Lei 2.630 (o PL das Fake News), que tramita desde 2020. Em 2023, a empresa criticou publicamente a medida na página inicial da busca, o endereço online mais acessado do Brasil.
Em gesto inédito, Google passa a integrar entidade brasileira de publicidade

Em gesto inédito, Google passa a integrar entidade brasileira de publicidade
Fonte: Tecnoblog

iFood libera correção para problema no Android; veja o que fazer

iFood libera correção para problema no Android; veja o que fazer

Nova versão do app do iFood na Google Play Store (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Resumo

App do iFood para Android recebeu correção após falha que impedia pedidos.
Empresa vai alertar clientes por notificação para atualizar o app.
Usuários de iPhone não foram impactados pela instabilidade.

O iFood informou ao Tecnoblog que uma nova versão do aplicativo para Android está disponível para os clientes. Essa atualização resolve o problema que impediu que consumidores fizessem pedidos pelo app durante a manhã e tarde deste sábado (21).

Para atualizá-lo, basta abrir a Google Play Store, tocar na sua imagem de perfil e selecionar “Gerenciar apps e dispositivos”. Depois, toque em “Atualizar tudo” para baixar as atualizações de todos os aplicativos, inclusive o iFood.

Está nos planos do iFood enviar uma notificação para os clientes para informar sobre a importância de fazer a atualização. A primeira mensagem, com o título “Atualize pra usar o app”, foi enviada por volta das 18h30, com o texto “Pra resolver a instabilidade e voltar a pedir, atualize o aplicativo no seu celular Android”.

“O iFood lamenta qualquer inconveniente causado e reforça que os canais de atendimento seguem à disposição de clientes e estabelecimentos parceiros.” A empresa não revelou o motivo da pane, que fazia o aplicativo fechar imediatamente assim que era aberto no Android.

O problema não afetou os donos de iPhone.
iFood libera correção para problema no Android; veja o que fazer

iFood libera correção para problema no Android; veja o que fazer
Fonte: Tecnoblog

Logitech MX Master 4 terá botão extra e retoques no design

Logitech MX Master 4 terá botão extra e retoques no design

Logitech MX Master 4 traz botão extra (imagem: reprodução/EUIPO)

Resumo

O mouse Logitech MX Master 4 terá botão extra, LED de status no topo e base emborrachada para o polegar.
O novo design mantém o padrão da linha anterior, com alguns ajustes ergonômicos sutis.
O modelo tem sido registrado em órgãos regulatórios da Europa e do Brasil, o que pode indicar que será lançado em breve.

Novas imagens do Logitech MX Master 4 surgiram na internet, desta vez por meio de um documento online do Instituto da Propriedade Intelectual da União Europeia (EUIPO). Isso sugere que o sucessor do Logitech MX Master 3S e do MX Master 3 está mais perto de ser lançado oficialmente.

O EUIPO pode ser considerado um órgão equivalente ao Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI), no Brasil. O registro do mouse por lá ocorre pouco tempo depois de o Logitech MX Master 4 ter sido homologado na Anatel para venda no mercado brasileiro, como revelou o Tecnoblog, o que reforça a possibilidade de lançamento para breve.

Os mouses Logitech MX trazem características como design ergonômico, botões adicionais e sensores ópticos com níveis elevados de DPI (pontos por polegada). Esses aspectos os tornam interessantes principalmente para uso profissional. Isso explica a crescente expectativa em torno do lançamento do novo modelo.

Visão superior do Logitech MX Master 4 (imagem: reprodução/EUIPO)

Como é o Logitech MX Master 4?

As imagens obtidas via EUIPO mostram que o MX Master 4 mantém o padrão de design dos modelos antecessores (relembrando, o MX Master 3S e o MX Master 3), mas com ajustes. É possível notar que não existe mais uma área contornando o botão de rolagem (scroll), por exemplo.

Além disso, agora existe um terceiro botão lateral, para acionamento via dedo polegar. A sua finalidade não está clara, mas há rumores de que ele servirá para acionar funções de inteligência artificial. Não seria novidade: a Logitech já lançou um mouse com botão de atalho para o ChatGPT.

Também é possível notar que o LED de recarga e status de bateria foi movido para o topo do mouse, ficando na mesma linha do botão de scroll e do botão de rolagem suave.

Observe ainda que agora existe uma “base” emborrachada para o polegar mais evidente. É possível que esse componente corresponda ao botão de gestos, mas seguimos sem confirmação sobre isso.

Logitech MX Master 4 tem pequenas mudanças de design (imagem: reprodução/EUIPO)

Quando a Logitech vai lançar o MX Master 4?

A Logitech ainda não informou uma data de lançamento para o MX Master 4. Mas, como o mouse tem sido registrado em órgãos reguladores, podemos esperar pelo anúncio em um futuro próximo. Eu apostaria em algo para o terceiro trimestre de 2025.

Com informações de Notebookcheck
Logitech MX Master 4 terá botão extra e retoques no design

Logitech MX Master 4 terá botão extra e retoques no design
Fonte: Tecnoblog

Huawei no Brasil: afinal, os celulares rodam qual sistema operacional?

Huawei no Brasil: afinal, os celulares rodam qual sistema operacional?

Modelo trifold da Huawei roda EMUI 14.2 no Brasil e restante da América Latina (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Resumo

A Huawei voltou ao mercado brasileiro com celulares de até R$ 33 mil.
Modelos da linha Mate rodam sistema próprio EMUI e aceitam APKs de Android.
Produtos têm loja de aplicativos AppGallery.
Aparelhos vendidos no Brasil usam EMUI baseado em AOSP, não o HarmonyOS Next. Há compatibilidade com apps populares.
Smartphones não contam com 5G nem pagamento por aproximação.

A gigante chinesa Huawei está de volta ao mercado de celulares do Brasil. São dois modelos, com preços que beiram os R$ 33 mil. Os consumidores imediatamente trouxeram a dúvida sobre o sistema presente nos smartphones da linha Mate e quais apps vão rodar neles. Funcionam com aplicativos famosos de Android, por exemplo? Nós fomos atrás dessas respostas.

Em resumo, os celulares da Huawei no Brasil rodam todos os aplicativos de Android que estiverem disponíveis em APK (o pacote no qual os programas são disponibilizados, similar ao EXE e MSI do Windows). O gerente de relações públicas da Huawei, Camilo Martinez, explica ao Tecnoblog que o Mate X6 e o Mate XT rodam sistema EMUI 13, baseado no projeto de código aberto do Android (chamado de Android Open Source Project, ou AOSP). Qualquer empresa pode utilizar essa tecnologia.

O CEO da Huawei no Brasil, Andy Fang, apresenta o preço do Mate XT (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

A confusão com o HarmonyOS

Alguns apaixonados por tecnologia ficaram confusos ao verem o retorno da Huawei ao Brasil, tendo em vista que a empresa sofre sanções do governo dos Estados Unidos desde 2019. Ela não pode mais usar o mesmo Android presente nos telefones da Samsung, Motorola, Oppo ou Jovi, por exemplo. Também está proibida de manter laços ou oferecer serviços ligados ao Google – o que inclui Gmail, Google Maps e até mesmo a popular Google Play Store.

Diante dessa situação, a Huawei adotou dois caminhos:

Na China, desenvolveu um sistema chamado de HarmonyOS, que atualmente marca presença nos smartphones, notebooks, tablets e outros produtos da empresa. Ele é capaz de executar os aplicativos de Android. Numa segunda etapa dessa emancipação digital, a Huawei criou o sistema HarmonyOS Next, que não tem capacidade de rodar apps de Android.

No restante do mundo, decidiu usar o sistema EMUI, baseado no Android Open Source Project, conforme falamos acima. Nossos hermanos do México e Colômbia, por exemplo, estão acostumados com este cenário, que agora se desenha no Brasil.

Os novos Huawei Mate X6 e Mate XT rodam o EMUI 15.0 e 14.2, respectivamente, que têm como base o Android 12 (via AOSP) e o HarmonyOS a partir do 4.0. Ou seja, é um misto desses sistemas todos. Os executivos da companhia no Brasil se dizem confiantes de que os brasileiros terão os mesmos aplicativos que já conhecem e estão acostumados a utilizar.

Para isso, a Huawei oferece uma loja de aplicativos própria, batizada de AppGallery. Diversos desenvolvedores globais estão presentes, como estes da listagem abaixo, feita pelo Tecnoblog:

Redes sociais: TikTok, Kwai e Snapchat

Compras: Shein, AliExpress e Rappi

Comunicação: Telegram e WeChat

Produtividade: Microsoft Office, Outlook, Microsoft OneNote e DeepSeek

Navegadores: Microsoft Edge e UC Mini

Utilidades: Kaspersky Security VPN e TeraBox

Outros: CapCut, InShot, Petal Maps, Booking, Stremio e Tinder

O gerente de relações públicas nos explicou que a Huawei tem planos de conversar com empresas brasileiras que atuam no digital para incluir os aplicativos oficiais na AppGallery.

Interface do EMUI 14.2 no Mate XT (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Lojas alternativas

Além disso, os consumidores poderão instalar lojas alternativas ou baixar diretamente os APKs para instalá-los no telefone. Eu mesmo vi aparelhos da Huawei com todos os apps mais populares, incluindo WhatsApp, Instagram, Netflix e Google Maps. Em outras palavras, existem caminhos para continuar com o software que você já conhece caso opte por um produto da companhia chinesa.

A integração dos smartphones com os serviços do Google é possível graças a soluções de terceiros, como o Micro G Services, um aplicativo que, em sua essência, inclui um módulo no sistema operacional para enviar e receber dados dos servidores do Google. Quem utiliza diz que não sente falta de nenhuma funcionalidade.

Cadê o 5G?

Os brasileiros endinheirados o suficiente para adquirir o Mate X6 (R$ 22.999) ou o Mate XT Ultimate Design (R$ 32.999) vão notar a ausência de uma tecnologia que se tornou chamariz até de modelos superbásicos (abaixo de R$ 1 mil): o 5G. A Huawei não vende nenhum produto compatível com a internet 5G na América Latina.

Os porta-vozes da Huawei são evasivos quando perguntados sobre esta questão, mas a principal tese no mercado é de que as sanções norte-americanas impedem a companhia de colocar a tecnologia 5G nos produtos vendidos fora da China.

A clientela nacional também pode sentir falta dos pagamentos por aproximação. A carteira digital do Google não está presente por motivos óbvios e a Huawei também não oferece algo desenvolvido dentro de casa, assim como a Samsung faz com a Samsung Wallet.
Huawei no Brasil: afinal, os celulares rodam qual sistema operacional?

Huawei no Brasil: afinal, os celulares rodam qual sistema operacional?
Fonte: Tecnoblog

Google libera aplicativos de bets na Play Store

Google libera aplicativos de bets na Play Store

Segundo o governo, metade das apostas são feitas em sites ilegais (foto: Areli Alvarez/Qualcomm Institute at UC San Diego)

Resumo

A Play Store passa a aceitar apps de apostas de quota fixa. Medida vale apenas para empresas com aval do Ministério da Fazenda.
Google confirma mudança nas regras para se adequar à legislação brasileira. Política foi atualizada em junho.
Pressão de governo e empresas ajudou a influenciar decisão. Apple, por enquanto, mantém restrição na App Store.

O Google alterou as políticas de sua loja de aplicativos, a Play Store, para permitir a distribuição de apps de apostas de quota fixa, como as bets esportivas. O sinal verde vale apenas para empresas licenciadas pela Secretaria de Prêmios e Apostas do Ministério da Fazenda (SPA/MF).

Em nota, o Google confirmou a mudança. “Estamos acompanhando de perto o desenvolvimento do novo marco regulatório brasileiro para apostas online e, em junho, atualizamos nossa política em resposta à nova regulamentação federal”, escreveu a empresa. “Continuamos a apoiar um ecossistema de aplicativos seguro e confiável.”

Google Play Store também aceita apps de apostas em corridas de cavalos e das loterias operadas pela Caixa Econômica Federal (Imagem: Vítor Pádua/Tecnoblog)

A companhia também explicou ao Tecnoblog que os pedidos das bets são avaliados individualmente, e as empresas precisam ser licenciadas pela SPA/MF. O formato é o mesmo adotado em outros países em que as apostas são legalizadas.

Antes da mudança, a Play Store autorizava apenas apps de apostas em corridas de cavalos e loterias operadas pela Caixa Econômica Federal.

Pressão das empresas e do governo

A liberação vem poucas semanas depois da notícia de que o governo brasileiro e as empresas de apostas esportivas estavam tentando convencer Apple e Google a abrir suas lojas para os apps das bets. Por enquanto, a fabricante do iPhone ainda não alterou suas políticas.

O Ministério da Fazenda argumenta que “a possibilidade de utilização dos aplicativos por empresas operadoras devidamente autorizadas pode representar uma ferramenta positiva no enfrentamento ao mercado ilegal”.

A posição da pasta é compartilhada por associações de empresas do setor. A Associação de Bets e Fantasy Sport defende que oferecer apps em lojas oficiais “reforça a proteção ao usuário e contribui diretamente para o enfraquecimento do mercado ilegal”.

Outra entidade deste mercado, a Associação Nacional de Jogos e Loterias (ANJL), considera que a medida ajuda a “criar um ambiente de referência para jogadores que procuram atuar dentro da legalidade”.

Com informações do Estadão
Google libera aplicativos de bets na Play Store

Google libera aplicativos de bets na Play Store
Fonte: Tecnoblog