Category: Brasil

Amazon traz o Kindle Colorsoft, com tela colorida, ao Brasil

Amazon traz o Kindle Colorsoft, com tela colorida, ao Brasil

Tela do Kindle Colorsoft tem 150 ppi em cores e 300 em preto-e-branco (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Resumo

Kindle Colorsoft é o primeiro Kindle colorido da Amazon e custa R$ 1.499.
Lançamento oficial no Brasil ocorre meses após a estreia internacional.
Versão Signature inclui 32 GB, recarga sem fio e luz ajustável.

A Amazon anunciou a chegada do Kindle Colorsoft ao Brasil por R$ 1.499. O aparelho se destaca por ser o primeiro da empresa com tela colorida, capaz de reproduzir até 4 mil cores. As vendas começam hoje mesmo (24/07).

O Kindle Colorsoft desembarcou no exterior em outubro de 2024. Desde então, consumidores perguntam quando ocorreria o lançamento por aqui. Finalmente aconteceu, com direito a parcelamento em 12 vezes e desconto para quem pagar no Pix, de acordo com a Amazon.

O design segue o que já estamos acostumados a ver em outros Kindles, com direito a uma tela de 7 polegadas e bateria para até oito semanas, segundo a Amazon. Ele também passa rápido para a página seguinte.

Como é usar o Kindle Colorsoft

Novo Kindle Colorsoft se destaca pela tela e-ink colorida (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

A Amazon recebeu o Tecnoblog e mais alguns veículos de imprensa para uma rodada de demonstrações na sede dela, em São Paulo. De cara, notei que a novidade multicolorida se torna um chamariz para quem lê quadrinhos e mangás.

Os executivos da gigante americana também acreditam que o Kindle Colorsoft será interessante para estudantes de medicina, pela possibilidade de consultarem ilustrações de anatomia com mais facilidade.

Este dispositivo tira proveito das cores no momento de destacar trechos de livros, já que o usuário pode escolher entre quatro opções: amarelo, rosa, azul e laranja. O software consegue agrupá-los por cor, de modo a facilitar a consulta.

A densidade de pixels é um ponto a se observar. O Colorsoft repete os 300 pixels por polegada (ppi) de modelos anteriores quando está exibindo em preto/branco, mas esse índice cai para 150 ppi quando são elementos coloridos. Para mim, que estou acostumado com o Kindle, a diferença é perceptível. O sucesso do aparelho no exterior, no entanto, me leva a crer que os compradores não se estressaram com isso.

A versão de 16 GB é comercializada pelos R$ 1.499 citados no começo da matéria. Há ainda uma edição especial, batizada de Kindle Colorsoft Signature Edition, com 32 GB, recarga sem fio e luz ajustável, pelo preço sugerido de R$ 1.649.

Traseira do Kindle Colorsoft (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Kindle Colorsoft promete até 8 semanas de uso e recarrega via USB-C (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Expansão do Kindle no mundo

O diretor de dispositivos na Amazon, Jacques Benain, me explicou que o Kindle cresce dois dígitos no planeta. Ou seja, é um produto que retém o interesse dos consumidores. “Nunca parou de crescer”, afirma, apesar de não revelar os números referentes ao Brasil. Neste cenário, o Colorsoft se apresenta como uma opção interessante, em especial para quem já conhece os leitores eletrônicos de livros.

“Nós fizemos um estande na Bienal do Livro, no Rio. Algumas pessoas vieram nos mostrar que estão com o mesmo Kindle desde 2012, então ele tem uma durabilidade alta”, complementa a gerente de dispositivos Danielle Casotti. Ela ressalta, porém, que 60% das vendas de Kindle no mundo são para consumidores que nunca tiveram o produto, um sinal de que, sim, há espaço para mais aparelhos.

Thássius Veloso viajou para São Paulo a convite da Amazon
Amazon traz o Kindle Colorsoft, com tela colorida, ao Brasil

Amazon traz o Kindle Colorsoft, com tela colorida, ao Brasil
Fonte: Tecnoblog

Keeta avalia usar drones para entregas de comida no Brasil

Keeta avalia usar drones para entregas de comida no Brasil

Resumo

Keeta avalia usar drones e veículos autônomos no Brasil, após testes bem-sucedidos na China.
Normas atuais dificultam operação com drones; Anac propõe novas regras que podem facilitar.
iFood realizou entregas por drone entre 2020 e 2022, mas não expandiu o serviço.

Empresa de delivery de comida opera com drones na China (imagem: reprodução/Keeta Drone)

A gigante chinesa de delivery Keeta, que se prepara para entrar no mercado brasileiro de delivery, avalia usar drones e veículos autônomos em sua operação. O vice-presidente do grupo Meituan, dono da Keeta, disse que a companhia já realizou mais de um milhão de entregas com essa tecnologia na China e “planeja trazê-la ao Brasil”.

As falas de Tony Qiu se deram numa entrevista ao jornal Folha de São Paulo. Uma fonte do Tecnoblog com conhecimento no assunto também nos confirmou que o potencial rival do iFood avalia novos métodos de entrega no mercado brasileiro.

O executivo, no entanto, condicionou o uso da tecnologia à regulamentação. Segundo ele, a empresa ainda não pode usar os equipamentos no país porque as regras atuais não comportam uma operação em larga escala. Ele fez uma comparação com a China, onde “você já pode pedir comida por drones da Grande Muralha”, afirma.

Modalidade é possível no Brasil?

O principal obstáculo para a implementação do delivery aéreo em larga escala, segundo a Keeta, é a regulamentação no Brasil. Atualmente, uma operação comercial com drones precisa de autorizações de pelo menos três órgãos diferentes: Anac (aviação civil), Departamento de Controle do Espaço Aéreo e Anatel.

As normas atuais exigem que os drones sejam registrados e tenham seguro contra danos a terceiros.

No caso de voos em áreas urbanas em rotas além da vista do piloto (BVLOS), modalidade em que as empresas de delivery aéreo devem operar, as exigências são ainda mais rigorosas. Nesses casos, é preciso apresentar uma análise de risco e obter autorizações especiais para cada rota. Pode ser que essa situação mude ou seja simplificada, uma vez que a Anac prepara novas regras que poderiam viabilizar a nova modalidade.

ANAC prepara algumas mudanças nas regras para operação de drones (imagem: reprodução/Gov.br)

Em junho de 2025, a agência abriu uma consulta pública para uma nova proposta de regulamentação (RBAC nº 100), visando modernizar as regras para operações de drones. A proposta, que recebeu sugestões da sociedade civil até 18 de julho, troca a rigidez dos procedimentos atuais por mais liberdade.

A ideia é que as empresas que consigam demonstrar à agência que os riscos são compreendidos e mitigados possam inovar em seus modelos de operação e, por consequência, criar um ambiente regulatório interessante para o transporte de cargas em larga escala via drones.

iFood já testou entrega por drones

Drone da Speedbird leva entregas do iFood (imagem: divulgação/iFood)

A ideia de receber um pedido por drone não é inédita no Brasil. O iFood, que domina o mercado de delivery de comida por aqui, realizou testes com a tecnologia em duas ocasiões, em parceria com a Speedbird Aero.

A primeira, em 2020, ocorreu em Campinas, com uma rota curta de 400 metros que ligava a praça de alimentação de um shopping a um “droneport”. No local, um entregador pegava o pedido e realizava o trecho final do percurso por terra.

Dois anos depois, a empresa obteve a primeira autorização da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) para realizar entregas comerciais. A licença permitia voos em rotas de até 3 km, inclusive em áreas urbanas, e foi usada para testes em Aracaju.

Na ocasião, um drone atravessou o rio Sergipe, conectando um shopping à cidade vizinha de Barra dos Coqueiros. O trajeto, que por terra levaria até 55 minutos, foi concluído em pouco mais de cinco minutos pelo ar. Ainda assim, o modelo não foi expandido e até hoje não se tornou um método de entrega padrão da plataforma.

Com informações da Folha de São Paulo
Keeta avalia usar drones para entregas de comida no Brasil

Keeta avalia usar drones para entregas de comida no Brasil
Fonte: Tecnoblog

Jovi lança mais três celulares no Brasil; saiba os preços

Jovi lança mais três celulares no Brasil; saiba os preços

Celular Jovi Y29 LTE (imagem: reprodução/Jovi)

Há mais opções de celulares intermediários no Brasil. A Jovi lançou os modelos Y19s, Y29 LTE e Y29s 5G no país. O primeiro tem preço sugerido de R$ 1.499. O segundo, de R$ 1.899. O terceiro ainda vai ter seu preço oficial revelado. Todos são produzidos na Zona Franca de Manaus.

Convém relembrar que a Jovi é a marca que a chinesa Vivo Mobile escolheu para atuar no Brasil. A companhia preferiu recorrer a uma denominação diferente no mercado brasileiro para não entrar em conflito com a operadora Vivo. A estreia no país ocorreu em maio de 2025, com o lançamento do Jovi V50.

Como é o Jovi Y19s?

Dos três smartphones lançados, o Jovi Y19s é o mais simples. O modelo oferece tela IPS LCD de 6,68 polegadas com resolução HD, 4 GB de RAM, 256 GB de armazenamento interno e chip Unisoc T612. Já a traseira abriga uma câmera de 50 megapixels acompanhada de um sensor de profundidade. A câmera frontal tem 5 megapixels.

A Jovi destaca que o Jovi Y19s tem uma bateria de 5.500 mAh com quatro anos de garantia e tecnologia BlueVolt, que promete otimizar o desempenho e a autonomia do componente. Note, porém, que o modelo não é compatível com redes 5G.

Jovi Y19s (imagem: reprodução/Jovi)

Como é o Jovi Y29 LTE?

Direcionado a quem busca um pouco mais de desempenho, o Jovi Y29 LTE traz chip Snapdragon 685, 8 GB de RAM e 256 GB de armazenamento interno. A tela é do tipo IPS LCD, tem 6,7 polegadas, resolução HD e taxa de atualização de até 120 Hz.

O celular conta ainda com duas câmeras na traseira (principal de 50 megapixels, profundidade de 2 megapixels), além de câmera frontal de 8 megapixels. O destaque do modelo é a bateria de 6.500 mAh com suporte a recarga rápida de 44 W. O aparelho não tem conectividade 5G.

Jovi Y29 LTE tem bateria de 6.500 mAh (imagem: reprodução/Jovi)

E como é o Jovi Y29s 5G?

O Tecnoblog já havia adiantado que o Jovi Y29s 5G foi homologado pela Anatel, portanto, era questão de tempo para o seu anúncio oficial. O modelo traz chip MediaTek Dimensity 6300, 8 GB de memória RAM, 256 GB de armazenamento e duas câmeras na traseira (50 megapixels e 5 megapixels).

Já a sua tela consiste em um painel IPS LCD de 6,7 polegadas com resolução HD e bateria de 6.000 mAh, novamente com carregamento rápido de 44 W. Como o nome deixa claro, esse é o único aparelho do trio que suporta redes 5G.

Jovi Y29s 5G (imagem: reprodução/Jovi)

Disponibilidade e preços

Os celulares Jovi Y19s e Jovi Y29 LTE já estão chegando às prateleiras. Relembrando, os preços oficiais (sem considerar descontos ou promoções) são estes:

Jovi Y19s: R$ 1.499, cores preta e azul

Jovi Y29 LTE: R$ 1.899, cores branca e marrom

Jovi Y29s 5G: lançamento esperado para as próximas semanas, preço oficial ainda a ser divulgado

Os três smartphones têm proteção IP64, certificação militar MIL-STD 810H, e saem de fábrica com o Android 15 com promessa de até dois anos de atualizações de segurança e versões do sistema operacional.
Jovi lança mais três celulares no Brasil; saiba os preços

Jovi lança mais três celulares no Brasil; saiba os preços
Fonte: Tecnoblog

Supercomputador brasileiro Santos Dumont recebe atualização e suporte à IA

Supercomputador brasileiro Santos Dumont recebe atualização e suporte à IA

Projeto utiliza tecnologias da Nvidia, Intel e AMD (imagem: reprodução/Sistema de Computação Petaflópica do SINAPAD)

O supercomputador brasileiro Santos Dumont, operado pelo Laboratório Nacional de Computação Científica (LNCC) no Rio de Janeiro, recebeu uma grande atualização na sua capacidade de processamento. A máquina agora atinge 18,85 petaflops (quadrilhões de operações por segundo), um aumento de aproximadamente 575% em relação à especificação original de 2015.

A expansão é o primeiro grande investimento realizado dentro do recém-lançado Plano Brasileiro de Inteligência Artificial (PBIA). O projeto de atualização foi desenvolvido e integrado pela Eviden (empresa do Grupo Atos), utilizando uma combinação de tecnologias da Nvidia, Intel e AMD, para ampliar a capacidade de uso em aplicações de IA.

Hardware para pesquisa em IA

Segundo o presidente do laboratório, Fábio Borges, além de ampliar a capacidade de processamento, a nova atualização tem como objetivo permitir “maior robustez nos cálculos destinados à pesquisa, especialmente com o uso de inteligência artificial”.

Para isso, o Santos Dumont foi dividido em cinco partições diferentes. Os blades (“gavetas” de servidores), contêm vários nós (computadores individuais trabalhando em conjunto), cada qual com uma configuração específica de hardware.

Todas as partições são baseadas na arquitetura BullSequena XH3000 da Eviden, sendo interconectadas por uma malha Nvidia Infiniband NDR de 400 Gb/s. Os principais componentes incluem:

Partição 1: 62 blades equipados com processadores Intel Xeon Scalable de 4ª geração e 4 GPUs Nvidia H100 por blade.

Partição 2: 20 blades totalizando 60 nós, cada um com 2 processadores AMD EPYC 9684X.

Partição 3: 36 blades equipados com 4 Superchips Nvidia Grace Hopper por blade.

Partição 4: 6 blades totalizando 18 nós, cada um com 2 APUs AMD Instinct MI300A.

Nós adicionais: 4 nós equipados com a CPU Nvidia Grace Superchip.

Foco em eficiência energética

Sistema de resfriamento foi atualizado para melhorar eficiência energética (imagem: reprodução/LNCC)

Para além do ganho de performance, a maior parte dos novos nós de processamento está instalada em uma configuração que visa eficiência energética: os seis racks ocupam mais de 7 m² e utilizam um sistema de resfriamento por líquido, que capta mais de 98% do calor gerado, segundo a Eviden.

A tecnologia usa água em temperatura ambiente (entre 26 ºC e 30ºC na entrada) para capturar o calor gerado por todos os componentes, incluindo processadores, GPUs, fontes e dispositivos de rede. De acordo com a empresa, o sistema é mais eficiente que a versão de 2015 do supercomputador, que dissipava cerca de 80% do calor por meio da água.

Plano Nacional para IA

O Plano Brasileiro de Inteligência Artificial (PBIA) prevê um investimento de R$ 23 bilhões ao longo de quatro anos, visando garantir a soberania tecnológica do país quando se trata de inovação e uso de IA através da exploração da máquina.

O supercomputador — que chegou a ser desligado por falta de dinheiro para conta de luz quase uma década atrás — pode ser solicitado para uso por qualquer pesquisador ou instituição do país. A máquina ganhou ainda mais atenção durante a pandemia, quando fez parte do projeto que fez o sequenciamento do genoma da covid-19 em 2020.

Supercomputador brasileiro Santos Dumont recebe atualização e suporte à IA

Supercomputador brasileiro Santos Dumont recebe atualização e suporte à IA
Fonte: Tecnoblog

Honor lança o Magic V5, celular dobrável mais fino do mundo

Honor lança o Magic V5, celular dobrável mais fino do mundo

Honor conseguiu atingir baixa espessura com material único na versão branca (imagem: divulgação)

Resumo

A Honor lançou o Magic V5, celular dobrável mais fino do mercado com apenas 8,8 mm, mas apenas na versão de cor branca e sem considerar as câmeras.
O smartphone vem com Snapdragon 8 Elite, até 16 GB de RAM e até 1 TB de armazenamento.
O lançamento global do Honor Magic V5 foi confirmado, mas por enquanto não há previsão ou preços para o mercado brasileiro.

A Honor lançou nesta quarta-feira (02/07) o Magic V5, seu novo celular dobrável que recupera para a marca o título de “mais fino do mundo”, com apenas 8,8 mm de espessura — mas com algumas ressalvas. O recorde vale só para uma versão do aparelho e não leva em conta a saliência do módulo de câmeras.

O lançamento chega primeiro à China, mas a fabricante afirma que o dobrável chegará a outros países em breve. Por lá, o Honor Magic V5 tem preços sugeridos entre 8.999 yuan (cerca de R$ 6.870, em conversão direta) e 10.999 yuan (R$ 8.390).

No Brasil, o único dobrável da Honor à venda oficialmente é o Magic V3, que tem 9,3 mm de espessura e custa “módicos” R$ 19.999.

Honor Magic V5 tem versão com apenas 8,8 mm de espessura (imagem: divulgação)

Mais fino só em uma versão

Com acabamento em uma “fibra especial”, o modelo branco do Magic V5 atinge os 8,8 mm fechado. Com o número, o smartphone supera por apenas 0,1 mm o Oppo Find N5, que até então detinha o posto de “mais fino do mundo”.

No entanto, como destaca o The Verge, o módulo de câmeras do aparelho da Honor é visivelmente mais saliente, o que faz o celular parecer mais espesso na prática, especialmente quando colocado ao lado do rival.

Lado a lado, câmeras dão a impressão de que o Magic V5 (à esquerda) é mais espesso que o Oppo Find N5 (imagem: reprodução/The Verge)

Além disso, os celulares de outras opções de cores — dourado, vermelho e preto — têm acabamento em fibra de vidro e couro vegano e são ligeiramente mais espessos, com 9 mm.

Quando aberto (e, novamente, desconsiderando as câmeras), o Magic V5 leva vantagem contra o Find N5: são 4,1 mm de espessura contra 4,2 mm do concorrente. Mesmo assim, ambos ainda ficam atrás do tri-fold Huawei Mate XT, que tem apenas 3,6 mm.

No quesito peso, o novo dobrável da Honor também pode ser considerado um dos mais leves, com 217 gramas na versão branca, empatando com o Vivo X Fold 5 (no Brasil, os aparelhos da marca são vendidos sob o nome Jovi).

Quais as especificações do Magic V5?

Apesar da disputa milimétrica, as especificações do Honor Magic V5 são de um aparelho topo de linha. O smartphone repete o processador Qualcomm Snapdragon 8 Elite, presente no rival Oppo Find N5, mas traz opções de memória RAM de até 16 GB e armazenamento de 216 GB a 1 TB.

Ambas as telas, interna e externa, utilizam painéis OLED LTPO com taxa de atualização de 120 Hz, sendo que a interna possui 7,92 polegadas, com resolução de 2344 x 2156 pixels, e a externa 6,43 polegadas, com resolução de 2376 x 1060 pixels. Ambas atingem picos de brilho de até 2.500 nits.

O conjunto de câmeras do Magic V5 inclui uma lente principal de 50 MP, uma teleobjetiva de 20 MP com zoom óptico de 2,5x e uma ultra-angular de 12 MP. Já as câmeras frontais — uma em cada tela — têm 16 MP cada.

O V5 roda o MagicOS 8.0, baseado no Android 14, e também conta com certificação IP59 para resistência contra poeira e água. A versão internacional do dispositivo tem uma bateria de 5.820 mAh, compatível com carregamento rápido de 66 W com fio e 50 W sem fio.

Qual o valor?

O Honor Magic V5 ainda não chegou ao Brasil. A fabricante confirmou que o dobrável será lançado no mercado global, mas ainda não revelou quando isso vai acontecer. O aparelho está disponível na China com os seguintes valores:

8.999 yuan (cerca de R$ 6.870) para a versão de 12 GB de memória RAM + 256 GB de armazenamento;

9.999 yuan (R$ 7.630) para o modelo de 16 GB + 512 GB;

10.999 yuan (R$ 8.390) para a opção de 16 GB + 1 TB.

Com informações do The Verge
Honor lança o Magic V5, celular dobrável mais fino do mundo

Honor lança o Magic V5, celular dobrável mais fino do mundo
Fonte: Tecnoblog

Apenas 7% dos brasileiros trocam de smartphone todo ano, aponta pesquisa

Apenas 7% dos brasileiros trocam de smartphone todo ano, aponta pesquisa

Maioria esmagadora costuma usar o mesmo aparelho por, no mínimo, dois anos (imagem: reprodução/Freepik)

Resumo

Apenas 7% dos brasileiros trocam de smartphone a cada lançamento.
Maioria mantém o aparelho por dois anos ou mais e valoriza processamento e memória.
Apenas 3% priorizam IA na escolha do celular; 94% usam capa protetora.

Você vê necessidade em trocar de smartphone a cada novo lançamento? O brasileiro médio, aparentemente, não: só 7% fazem isso. Segundo uma pesquisa divulgada nesta semana, a maior parte dos entrevistados (30%) disse que faz a troca a cada três anos. Outros 27% fazem isso a cada dois anos, 19% a cada quatro anos e 16% ficam com o mesmo modelo por cinco anos ou mais.

O estudo “O brasileiro e seu smartphone” foi realizado pelo site especializado Mobile Time em parceria com a empresa de pesquisas Opinion Box. Foram ouvidas 2.039 pessoas em todo o país.

Diversos aparelhos ao longo da vida

No total, 72% dos brasileiros já tiveram quatro ou mais celulares na vida. O cenário atual pode ser um indicativo de que o celular já não é mais visto como uma novidade que exige atualização constante.

Outra prova disso é que, embora metade dos entrevistados queira comprar um novo aparelho nos próximos 12 meses, 30% dizem que simplesmente não precisam, enquanto 11,2% ainda não sabem. Apenas 10,3% afirmam que a compra não deve ocorrer por falta de dinheiro.

Enquanto isso, as fabricantes prometem mais tempo de vida útil. Além da Apple, reconhecida por esse suporte maior, outras marcas já oferecem até sete anos de updates, como Samsung e, mais recentemente, a Honor.

Brasileiro troca menos de celular, mas maioria já teve mais de quatro (imagem: reprodução/Mobile Time e Opinion Box)

O retrato do smartphone no Brasil

As classes D e E concentram a maior proporção de pessoas que trocam de smartphone anualmente (8%). No entanto, também são as mais afetadas (38%) por furtos e roubos.

94% dos entrevistados utilizam algum tipo de capa protetora.

30% estão com a tela do smartphone arranhada, trincada ou rachada. O problema é mais comum entre homens (33%) do que entre mulheres (27%).

86% compraram o smartphone atual novo. Só 6% adquiriram um aparelho usado, número menor do que aqueles que ganharam o celular por doação de uma pessoa próxima (8%).

51% compraram o celular atual pela internet, contra 44% que optaram por lojas físicas.

Smartphones são usados para tudo

App Store no iPhone (foto: André Fogaça/Tecnoblog)

O estudo reforça o quanto os smartphones substituem uma série de outros objetos. A função mais usada é a de câmera fotográfica, utilizada por 81% dos entrevistados. Em seguida, aparecem ferramentas básicas, como alarme (74%), calculadora (71%) e relógio (69%).

As carteiras digitais também parecem ter tirado o cartão de crédito físico e o RG dos bolsos de boa parte dos brasileiros: metade já utiliza o telefone para pagamentos por aproximação e 47%, para carregar os documentos de identidade.

Veja as dez funções mais usadas:

FunçãoAdesãoCâmera fotográfica81%Alarme74%Calculadora71%Relógio69%Mapa66%Aparelho de som57%Calendário56%Cartão de crédito ou débito para pagamento por aproximação50%Carteira de documento de identidade47%TV (para ver filmes, séries e programas ao vivo)45%

IA ainda não é prioridade na compra

Galaxy AI: botão de gerar conteúdo no S24 (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

As gafes envolvendo a Apple Intelligence, por exemplo, só afetam mesmo a própria imagem da gigante de Cupertino, pois o brasileiro não liga para a integração com IA. Apesar de serem a grande aposta das fabricantes, os recursos ainda não fazem parte das prioridades do consumidor. Apenas 3% dos entrevistados citaram a inteligência artificial como o fator principal para a escolha de um novo smartphone. É um número que ainda deve mudar conforme essas ferramentas se popularizam.

Dessa forma, para 31% dos entrevistados, o que mais importa é a capacidade de processamento, seguida da memória (25%). A qualidade da câmera (16%), duração da bateria (15%) e conexão 5G (5%) fecham o top 5 de prioridades.
Apenas 7% dos brasileiros trocam de smartphone todo ano, aponta pesquisa

Apenas 7% dos brasileiros trocam de smartphone todo ano, aponta pesquisa
Fonte: Tecnoblog

Telefónica avalia vender parte da Vivo e focar na Europa

Telefónica avalia vender parte da Vivo e focar na Europa

Venda de 20% da Vivo renderia cerca de 3 bilhões de euros à Telefônica (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

Telefónica, dona da Vivo, considera vender até 20% da operadora no Brasil.
A operação visa reduzir a exposição à moeda brasileira, que tem gerado volatilidade nos resultados da empresa, e priorizar investimentos europeus.
A companhia vive uma reestruturação desde 2019, quando começou a deixar de investir em toda a América Latina.

A Telefónica estuda vender até 20% da Vivo no Brasil para financiar uma possível expansão na Europa. A informação circula pela imprensa espanhola e indica que o país, até então uma das operações mais seguras da companhia na América Latina, pode deixar de ser intocável.

Segundo o jornal espanhol El Economista, a venda parcial da Telefônica Brasil (Vivo) é uma das duas principais alternativas avaliadas na revisão estratégica do grupo. A outra opção seria uma ampliação de capital — o que não afetaria a Vivo.

O objetivo seria levantar recursos para fusões e aquisições em mercados europeus sem colocar em risco a saúde financeira da empresa.

Venda pode render R$ 16 bilhões

A Telefónica possui atualmente cerca de 70% da subsidiária brasileira. A venda de uma fatia de quase 20% da Vivo poderia render mais de 3 bilhões de euros (cerca de R$ 16 bilhões na cotação atual), mantendo a empresa com o controle acionário da operadora.

Com isso, a Telefónica sacrificaria parte dos dividendos gerados pela operação brasileira, mas, em troca, reduziria sua exposição ao real. A moeda brasileira, segundo o El Economista, há anos gera volatilidade nos resultados do grupo.

O presidente executivo da companhia, Marc Murtra, tem reiterado que a prioridade da Telefónica é a Europa e há disposição de realocar o máximo de recursos para essa frente.

Telefónica passa por reestruturação desde 2019

Até agora, Brasil esteve de fora do corte da Telefónica na América Latina (foto: Leandro Alonso/Tecnoblog)

A possível venda de parte da Vivo contrasta com o tratamento dado à operação brasileira nos últimos anos. Mesmo em meio a uma ampla reestruturação, iniciada em 2019 — que resultou na venda de operações em grande parte da América Latina, incluindo México, Argentina, Equador e Peru —, a empresa manteve o Brasil entre seus mercados prioritários, junto à Alemanha, Espanha e Reino Unido.

Nesse contexto, a Vivo era vista como uma joia da Telefónica na região, ainda mais considerando sua forte presença no mercado de telefonia móvel. A empresa é a líder isolada no Brasil, com uma participação de mercado que gira em torno dos 40%, muito à frente das principais concorrentes, Claro e TIM.

Pela Vivo, a Telefónica também tem forte presença em banda larga e fibra ótica no Brasil, além de operar em diversos produtos e serviços digitais.

Com informações de El Economista
Telefónica avalia vender parte da Vivo e focar na Europa

Telefónica avalia vender parte da Vivo e focar na Europa
Fonte: Tecnoblog

Cade recomenda que Apple seja punida por danos à ordem econômica

Cade recomenda que Apple seja punida por danos à ordem econômica

Tribunal do Cade pode determinar que Apple abra os pagamentos do iPhone a outras empresas (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

Cade recomenda condenação da Apple por conduta anticompetitiva com o Apple Pay
Empresa pode ser obrigada a permitir outros processadores de pagamento no iPhone
Caso foi iniciado por denúncia do Mercado Livre e segue para julgamento final

O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) recomendou que a Apple seja condenada por conduta anticompetitiva e infração à ordem econômica no mercado de pagamentos do Brasil. De acordo com a investigação, a empresa americana realizou práticas irregulares, como a imposição do sistema dela aos desenvolvedores, que são obrigados a usar o Apple Pay em aplicativos de iPhone.

Ainda de acordo com o Cade, a empresa pratica a restrição à distribuição e comercialização de serviços digitais de terceiros. As informações estão num comunicado divulgado na noite de hoje (30).

Durante a investigação, a Superintendência-Geral do Cade concluiu que as práticas criam barreiras artificiais à entrada de concorrentes em mercados relacionados ao iOS. Isso possibilita que a Apple mantenha posição dominante e reduza as opções disponíveis aos desenvolvedores e usuários do iPhone. Por exemplo, os bancos não podem acessar o NFC do iPhone para fazer pagamentos sem que tenham de pagar uma taxa à Apple.

Caso vai ao tribunal do Cade

Apple cobra taxa para que terceiros acessem o NFC do iPhone e realizem pagamentos (imagem: divulgação)

A entidade recomendou a aplicação de multa, cujo valor não foi informado. A Superintendência-Geral também defendeu a aplicação de “remédios”, como são chamadas as medidas para corrigir os problemas identificados. Eles incluem a remoção de barreiras artificiais. Na prática, isso significa que a Apple pode ser obrigada a abrir o iPhone e o Apple Pay para pagamentos feito por outras empresas.

O caso teve início em 2022, a partir de uma denúncia apresentada pelo Mercado Livre. O caso agora segue para o tribunal da autarquia, que é responsável pela decisão final. O colegiado poderá decidir pela não configuração de infração, com o consequente arquivamento, ou pela existência de infração à ordem econômica e aplicar as penalidades previstas na lei 12.529/2011.

O que diz a Apple?

A Apple emitiu o seguinte comunicado sobre a decisão de hoje:

“Por mais de 16 anos, a App Store proporcionou aos nossos usuários no Brasil um marketplace seguro e confiável para descobrir novos aplicativos e ajudou desenvolvedores brasileiros a construir negócios de sucesso. Estamos preocupados que as medidas propostas pelo Cade prejudiquem a experiência que nossos usuários amam e confiam, além de representar novos riscos à sua privacidade e segurança. Continuaremos a nos envolver com o Cade para defender os direitos de usuários e desenvolvedores em nossa plataforma.”

Em abril, quando a investigação estava em andamento, a gigante americana ressaltou que não possui posição dominante no país, tendo em vista que a maioria dos aparelhos é composta por Android. Ela também disse que a plataforma chamada de NFC & SE está presente no iOS e disponível para que terceiros realizem o processamento do pagamento.
Cade recomenda que Apple seja punida por danos à ordem econômica

Cade recomenda que Apple seja punida por danos à ordem econômica
Fonte: Tecnoblog

Sony alega “condições desafiadoras” e jogos de PS5 ficam mais caros no Brasil

Sony alega “condições desafiadoras” e jogos de PS5 ficam mais caros no Brasil

Death Stranding 2: On the Beach é um dos jogos que ficaram mais caros (imagem: reprodução/Sony)

Não é impressão. Quem tem um PlayStation 5 (PS5) notou que os jogos para o console ficaram mais caros na PlayStation Store brasileira, com alguns deles passando da barreira dos R$ 400. A Sony confirmou o reajuste de preços usando como argumento para essa decisão as “condições desafiadoras de mercado”.

Pelo menos até o momento, não há nenhum comunicado público a respeito. A Sony confirmou o aumento de preços para alguns games do PS5 ao TecMundo.

Eis um exemplo: se você acessar a PlayStation Store agora, provavelmente irá se deparar com um banner para Death Stranding 2: On the Beach. Até recentemente, o game era vendido por R$ 349,90 por lá, mas agora sai por R$ 399,90, com a versão Deluxe custando R$ 449,90.

Death Stranding 2: On the Beach mais caro na PS Store (imagem: Emerson Alecri/Tecnoblog)

Outro exemplo vem de Astro Bot. Em maio, o título custava cerca de R$ 300 na PlayStation Store. Agora, o game custa R$ 339,90 na loja online, com a versão Deluxe saindo por R$ 399,90.

Não são casos únicos. Houve reajustes tanto em títulos mais recentes quanto em jogos mais antigos ou mais acessíveis, a exemplo de Final Fantasy Tactics: The Ivalice Chronicles (R$ 284,90), The Last of Us: Part I (R$ 399,90) e WUCHANG: Fallen Feathers (R$ 284,90).

Astro Bot também ficou mais caro na PS Store (imagem: Emerson Alecri/Tecnoblog)

Qual a explicação da Sony para o aumento de preços?

Um dos fatores que explicam o aumento de preços é a cotação do dólar. A Sony vinha trabalhando como uma conversão próxima a R$ 5,00 por dólar, mas, hoje, a moeda americana gira em torno dos R$ 5,50.

Eis a explicação completa dada pela Sony:

A Sony Interactive Entertainment atualizou os preços do conteúdo da PlayStation Store devido a condições desafiadoras de mercado, incluindo taxas de câmbio flutuantes.

Como resultado, o Brasil viu um aumento nos jogos e conteúdos adicionais da PS Store. As decisões de preços variam por região e são baseadas no ambiente econômico atual.

Felizmente, ainda é possível encontrar os jogos afetados com preços mais convidativos no varejo. A mídia física de Astro Bot está saindo por R$ 239,50 na Amazon, enquanto Death Stranding 2: On the Beach está próximo de R$ 325 na mesma loja, só para dar alguns exemplos. Só resta saber até quando esses valores irão durar.

Em tempo: as novidades de julho para quem assina o PlayStation Plus já saíram.

Com informações de TecMundo
Sony alega “condições desafiadoras” e jogos de PS5 ficam mais caros no Brasil

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Fonte: Tecnoblog

Motorola lança Moto G86 no Brasil; saiba o preço

Motorola lança Moto G86 no Brasil; saiba o preço

Moto G86 na cor grafite é vendido no Brasil (imagem: divulgação/Motorola)

Resumo

O Moto G86 foi lançado no Brasil por R$ 2.499. Ele possui processador MediaTek Dimensity 7300.
O smartphone tem tela POLED de 6,67 polegadas, 8 GB de RAM, 256 GB de armazenamento e câmera principal de 50 MP.
G86 roda Android 15 e conta com atualizações garantidas por duas versões do Android e quatro anos de pacotes de segurança.

O novo Moto G86 está entre nós: ele chega ao mercado brasileiro pelo preço sugerido de R$ 2.499. A Motorola realizou o lançamento na surdina, já que não divulgou o aparelho nos canais de comunicação habituais. Ele passou pela certificação da Anatel em 29 de maio, conforme revelado pelo Tecnoblog.

O sucessor do Moto G85 pode ser adquirido em duas cores da Pantone: Chrysanthemum (vermelho) e Spellbound (grafite). As opções Golden Cypress e Cosmic Sky não aparecem nos e-commerces consultados pela nossa reportagem.

O que tem no Moto G86?

Moto G86 na cor vermelha; telefone tem tela de 6,67 polegadas (imagem: divulgação/Motorola)

O Moto G86 está equipado com SoC MediaTek Dimensity 7300 (4 núcleos ARM Cortex-A78 de 2,5 GHz e 4 núcleos Cortex-A55 de 2 GHz), GPU ARM Mali-G615 MP2 (2 núcleos) e NPU MediaTek 655.

Sua tela é de 6,67 polegadas e utiliza tecnologia POLED, com possibilidade de pretos profundos e alta taxa de contraste.

No Brasil, o telefone é oferecido com 8 GB de memória RAM e 256 GB de armazenamento, que pode ser expandido via cartão microSD.

Novo G86 tira fotos de 50 MP (imagem: divulgação/Motorola)

A câmera principal do G86 tira fotos de 50 MP e utiliza o sensor Sony LYTIA 600, que também possui estabilização óptica de imagem (OIS). A segunda câmera traseira tem 8 MP e também possui autofoco, permitindo tirar fotos ultrawide e em macro. Já a câmera frontal faz selfies de 32 MP.

O smartphone vem de fábrica com o Android 15 e deve receber duas novas versões no futuro, além de quatro anos de pacotes de segurança. Ele conta com o Moto AI, conjunto de ferramentas de inteligência artificial como a “O que rolou”, que resume as notificações, e a “Guarde para depois”, capaz de organizar prints, fotos e anotações.

Ainda falta o Power

A Motorola aproveitou a mesma ocasião para anunciar, no exterior, três novos dispositivos: Moto G56, G86 e G86 Power. O primeiro está à venda por R$ 1.799 e o segundo chega às lojas nesta semana.

Ainda falta o Power, que se destaca pela bateria de 6.720 mAh. Todas as demais características são as mesmas do G86 tradicional. No entanto, não sabemos quando será o lançamento por aqui. O aparelho ainda não passou pela certificação da Anatel.

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Fonte: Tecnoblog