Category: Android

iFood libera correção para problema no Android; veja o que fazer

iFood libera correção para problema no Android; veja o que fazer

Nova versão do app do iFood na Google Play Store (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Resumo

App do iFood para Android recebeu correção após falha que impedia pedidos.
Empresa vai alertar clientes por notificação para atualizar o app.
Usuários de iPhone não foram impactados pela instabilidade.

O iFood informou ao Tecnoblog que uma nova versão do aplicativo para Android está disponível para os clientes. Essa atualização resolve o problema que impediu que consumidores fizessem pedidos pelo app durante a manhã e tarde deste sábado (21).

Para atualizá-lo, basta abrir a Google Play Store, tocar na sua imagem de perfil e selecionar “Gerenciar apps e dispositivos”. Depois, toque em “Atualizar tudo” para baixar as atualizações de todos os aplicativos, inclusive o iFood.

Está nos planos do iFood enviar uma notificação para os clientes para informar sobre a importância de fazer a atualização. A primeira mensagem, com o título “Atualize pra usar o app”, foi enviada por volta das 18h30, com o texto “Pra resolver a instabilidade e voltar a pedir, atualize o aplicativo no seu celular Android”.

“O iFood lamenta qualquer inconveniente causado e reforça que os canais de atendimento seguem à disposição de clientes e estabelecimentos parceiros.” A empresa não revelou o motivo da pane, que fazia o aplicativo fechar imediatamente assim que era aberto no Android.

O problema não afetou os donos de iPhone.
iFood libera correção para problema no Android; veja o que fazer

iFood libera correção para problema no Android; veja o que fazer
Fonte: Tecnoblog

Sem almoço: iFood fica fora do ar em plena tarde de sábado

Sem almoço: iFood fica fora do ar em plena tarde de sábado

iFood já registra 120 milhões de pedidos por mês (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

App do iFood fecha sozinho em celulares Android neste sábado (21)
Empresa investiga a falha e ainda não tem prazo para solução
Plataforma domina mercado de delivery com 80% de participação

Clientes do iFood enfrentam dificuldades para abrir o aplicativo no Android. O aplicativo de celular simplesmente fecha após alguns segundos, conforme vídeos publicados em redes sociais. O iFood confirmou ao Tecnoblog que está ciente e trabalha para corrigir o problema.

De acordo com a empresa, o “período de instabilidade” na tarde deste sábado (21) afeta apenas os smartphones com sistema Android – ou seja, os adeptos do iPhone estão a salvo.

Clientes reclamam do iFood em 21/06/2025 (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O time técnico está trabalhando para resolver a pane. No entanto, o iFood não informou uma previsão para que a plataforma volte a funcionar normalmente. “A empresa pede desculpas por qualquer inconveniente causado e reforça que os canais de atendimento estão à disposição dos clientes e estabelecimentos parceiros.”

As reinicializações automáticas levam o sistema Android a sugerir que o cache do aplicativo seja esvaziado. O problema persiste mesmo quando isso é feito. Alguns consumidores também tentaram desinstalar e posteriormente instalar o iFood a partir da Google Play Store, mas também não deu certo.

Android sugere limpar o cache do app do iFood (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Algumas pessoas conseguiram acessar o site do iFood (ifood.com.br) e fazer o pedido, mesmo estando pelo celular. Esses passos não deram certo nos nossos testes, pois o sistema de autenticação trava no momento de enviar o código de confirmação via WhatsApp.

Uma correção foi divulgada às 18h. Os clientes devem atualizar o aplicativo do iFood a partir da Google Play Store.

Não custa lembrar: o iFood bate 120 milhões de pedidos em alguns meses. Isso faz dele o aplicativo de delivery mais popular do país, com cerca de 80% do mercado. Nos últimos meses, a empresa passou a cobrar uma taxa obrigatória de 99 centavos em todos os pedidos e melhorou os benefícios dos entregadores.

Sem almoço: iFood fica fora do ar em plena tarde de sábado

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Fonte: Tecnoblog

WhatsApp: anúncios na lista de Canais, Status e mais são vetados na Europa até 2026

WhatsApp: anúncios na lista de Canais, Status e mais são vetados na Europa até 2026


Atualização (20/06/2025) – GS
Depois de ter confirmado recentemente que o WhatsApp receberia anúncios na aba “Atualizações”, a Meta anunciou agora que a novidade não será implementada na União Europeia antes de 2026.

A suspensão no território europeu atende a exigências regulatórias locais relacionadas à proteção de dados e privacidade. Autoridades da UE pediram esclarecimentos sobre o uso de informações pessoais no direcionamento das campanhas, o que levou ao adiamento do recurso na região.Clique aqui para ler mais

WhatsApp: anúncios na lista de Canais, Status e mais são vetados na Europa até 2026
Fonte: Tudocelular

Redmi K80 Ultra é homologado com carregamento de 120W, bateria de 7.500 mAh e mais

Redmi K80 Ultra é homologado com carregamento de 120W, bateria de 7.500 mAh e mais


Atualização (20/06/2025) – EB
O Redmi K80 Ultra ainda não foi lançado, mas vários jornalistas chineses já colocaram as mãos no novo aparelho. Dentre eles está o canal WekiHome, que aproveitou a oportunidade para desmontá-lo completamente e revelar mais detalhes.Começando pela tela, o Redmi K80 Ultra tem um display OLED LTPS de 6,83 polegadas Full HD+ com 144Hz e molduras totalmente simétricas fabricado pela TCL e protegido pelo Xiaomi Dragon Crystal Glass.Clique aqui para ler mais

Redmi K80 Ultra é homologado com carregamento de 120W, bateria de 7.500 mAh e mais
Fonte: Tudocelular

Huawei no Brasil: afinal, os celulares rodam qual sistema operacional?

Huawei no Brasil: afinal, os celulares rodam qual sistema operacional?

Modelo trifold da Huawei roda EMUI 14.2 no Brasil e restante da América Latina (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Resumo

A Huawei voltou ao mercado brasileiro com celulares de até R$ 33 mil.
Modelos da linha Mate rodam sistema próprio EMUI e aceitam APKs de Android.
Produtos têm loja de aplicativos AppGallery.
Aparelhos vendidos no Brasil usam EMUI baseado em AOSP, não o HarmonyOS Next. Há compatibilidade com apps populares.
Smartphones não contam com 5G nem pagamento por aproximação.

A gigante chinesa Huawei está de volta ao mercado de celulares do Brasil. São dois modelos, com preços que beiram os R$ 33 mil. Os consumidores imediatamente trouxeram a dúvida sobre o sistema presente nos smartphones da linha Mate e quais apps vão rodar neles. Funcionam com aplicativos famosos de Android, por exemplo? Nós fomos atrás dessas respostas.

Em resumo, os celulares da Huawei no Brasil rodam todos os aplicativos de Android que estiverem disponíveis em APK (o pacote no qual os programas são disponibilizados, similar ao EXE e MSI do Windows). O gerente de relações públicas da Huawei, Camilo Martinez, explica ao Tecnoblog que o Mate X6 e o Mate XT rodam sistema EMUI 13, baseado no projeto de código aberto do Android (chamado de Android Open Source Project, ou AOSP). Qualquer empresa pode utilizar essa tecnologia.

O CEO da Huawei no Brasil, Andy Fang, apresenta o preço do Mate XT (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

A confusão com o HarmonyOS

Alguns apaixonados por tecnologia ficaram confusos ao verem o retorno da Huawei ao Brasil, tendo em vista que a empresa sofre sanções do governo dos Estados Unidos desde 2019. Ela não pode mais usar o mesmo Android presente nos telefones da Samsung, Motorola, Oppo ou Jovi, por exemplo. Também está proibida de manter laços ou oferecer serviços ligados ao Google – o que inclui Gmail, Google Maps e até mesmo a popular Google Play Store.

Diante dessa situação, a Huawei adotou dois caminhos:

Na China, desenvolveu um sistema chamado de HarmonyOS, que atualmente marca presença nos smartphones, notebooks, tablets e outros produtos da empresa. Ele é capaz de executar os aplicativos de Android. Numa segunda etapa dessa emancipação digital, a Huawei criou o sistema HarmonyOS Next, que não tem capacidade de rodar apps de Android.

No restante do mundo, decidiu usar o sistema EMUI, baseado no Android Open Source Project, conforme falamos acima. Nossos hermanos do México e Colômbia, por exemplo, estão acostumados com este cenário, que agora se desenha no Brasil.

Os novos Huawei Mate X6 e Mate XT rodam o EMUI 15.0 e 14.2, respectivamente, que têm como base o Android 12 (via AOSP) e o HarmonyOS a partir do 4.0. Ou seja, é um misto desses sistemas todos. Os executivos da companhia no Brasil se dizem confiantes de que os brasileiros terão os mesmos aplicativos que já conhecem e estão acostumados a utilizar.

Para isso, a Huawei oferece uma loja de aplicativos própria, batizada de AppGallery. Diversos desenvolvedores globais estão presentes, como estes da listagem abaixo, feita pelo Tecnoblog:

Redes sociais: TikTok, Kwai e Snapchat

Compras: Shein, AliExpress e Rappi

Comunicação: Telegram e WeChat

Produtividade: Microsoft Office, Outlook, Microsoft OneNote e DeepSeek

Navegadores: Microsoft Edge e UC Mini

Utilidades: Kaspersky Security VPN e TeraBox

Outros: CapCut, InShot, Petal Maps, Booking, Stremio e Tinder

O gerente de relações públicas nos explicou que a Huawei tem planos de conversar com empresas brasileiras que atuam no digital para incluir os aplicativos oficiais na AppGallery.

Interface do EMUI 14.2 no Mate XT (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Lojas alternativas

Além disso, os consumidores poderão instalar lojas alternativas ou baixar diretamente os APKs para instalá-los no telefone. Eu mesmo vi aparelhos da Huawei com todos os apps mais populares, incluindo WhatsApp, Instagram, Netflix e Google Maps. Em outras palavras, existem caminhos para continuar com o software que você já conhece caso opte por um produto da companhia chinesa.

A integração dos smartphones com os serviços do Google é possível graças a soluções de terceiros, como o Micro G Services, um aplicativo que, em sua essência, inclui um módulo no sistema operacional para enviar e receber dados dos servidores do Google. Quem utiliza diz que não sente falta de nenhuma funcionalidade.

Cadê o 5G?

Os brasileiros endinheirados o suficiente para adquirir o Mate X6 (R$ 22.999) ou o Mate XT Ultimate Design (R$ 32.999) vão notar a ausência de uma tecnologia que se tornou chamariz até de modelos superbásicos (abaixo de R$ 1 mil): o 5G. A Huawei não vende nenhum produto compatível com a internet 5G na América Latina.

Os porta-vozes da Huawei são evasivos quando perguntados sobre esta questão, mas a principal tese no mercado é de que as sanções norte-americanas impedem a companhia de colocar a tecnologia 5G nos produtos vendidos fora da China.

A clientela nacional também pode sentir falta dos pagamentos por aproximação. A carteira digital do Google não está presente por motivos óbvios e a Huawei também não oferece algo desenvolvido dentro de casa, assim como a Samsung faz com a Samsung Wallet.
Huawei no Brasil: afinal, os celulares rodam qual sistema operacional?

Huawei no Brasil: afinal, os celulares rodam qual sistema operacional?
Fonte: Tecnoblog

Nothing Phone (3) tem processador confirmado em novo teaser

Nothing Phone (3) tem processador confirmado em novo teaser

Em novo teaser divulgado nesta terça-feira (17), a Nothing confirmou que o Nothing Phone (3) chegará equipado com processador Snapdragon 8s Gen 4, solução premium da Qualcomm voltada para o custo-benefício. A escolha deve garantir um grande salto de desempenho frente à geração anterior e, principalmente, em comparação aos intermediários da empresa, mas pode gerar discussões em virtude da faixa de preço sugerido pela marca.Horas depois de rumores apontarem para o uso do componente, a Nothing confirmou nas redes sociais que o Phone (3) será embarcado com chip Snapdragon 8s Gen 4, em teaser que utiliza a suposta interface de LEDs — que deve suceder a Glyph Interface usada pelos celulares da companhia até o momento — para ilustrar o logo da família de processadores.

Anunciado no início de abril, a solução da Qualcomm chegou com a proposta de oferecer desempenho avançado em um pacote mais acessível em comparação ao Snapdragon 8 Elite. A novidade prometia ganhos de até 31% em CPU sobre o Snapdragon 8s Gen 3, mas sem utilizar os mais modernos núcleos Oryon, e até 49% em gráficos, com uma GPU encorpada de arquitetura atualizada.Clique aqui para ler mais

Nothing Phone (3) tem processador confirmado em novo teaser
Fonte: Tudocelular

WhatsApp testa 18 novas cores nos temas de conversa no Android

WhatsApp testa 18 novas cores nos temas de conversa no Android

Conversas do WhatsApp ganham novas possibilidades de personalização (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

O WhatsApp está testando 18 novas cores de tema na versão beta para Android, totalizando 38 opções de personalização.
Segundo o WABetaInfo, os temas poderão ser aplicados em conversas específicas ou em todos os chats, com suporte aos modos claro e escuro.
A funcionalidade já foi liberada para iPhone na semana passada e deve chegar aos usuários Android em breve.

O WhatsApp está testando novas possibilidades de personalização em sua versão beta para Android. Com a atualização 2.25.19.2, lançada via Google Play, o mensageiro testa a liberação de 18 novas cores para os temas de conversa, totalizando 38 opções disponíveis.

A novidade já está disponível para iPhone desde a semana passada, e, agora, deve chegar também para os usuários do sistema operacional do Google. Segundo o WABetaInfo, o recurso permite aplicar cores diferentes em conversas específicas ou em todos os chats, incluindo canais.

Os temas alteram não apenas a aparência das bolhas de mensagens, mas também o papel de parede e os tradicionais “doodles” que decoram o fundo das janelas. A novidade é compatível com os modos claro e escuro.

Por que o WhatsApp está ganhando mais cores?

18 novas cores foram adicionas para personalização de conversas no WhatsApp (imagem: reprodução/WABetaInfo)

A personalização de temas segue uma tendência já comum em outras redes sociais e aplicativos de mensagens, que buscam adaptar a interface às preferências dos usuários.

No caso do WhatsApp, a escolha de uma cor específica pode ajudar na organização de conversas, na diferenciação de grupos e até no reforço visual do tipo de conteúdo trocado entre contatos.

Desde que os temas de conversa foram introduzidos, o mensageiro tem ampliado o conjunto de opções para atender diferentes estilos. A chegada das novas 18 cores amplia a paleta original de 20 tonalidades, permitindo ajustes mais diversificados. Para quem gosta de variar o visual ou busca uma forma prática de identificar seus chats, a novidade traz mais flexibilidade sem comprometer a usabilidade do app.

Como funciona a nova personalização no WhatsApp?

A atualização, ainda em fase de testes, está sendo distribuída gradualmente. A ideia da Meta, dona do WhatsApp, é unificar a experiência entre Android e iOS, oferecendo as mesmas possibilidades visuais nas duas plataformas. No iPhone, a expansão das cores foi bem recebida pelos usuários.

Na versão beta do Android, é possível acessar a nova paleta de cores diretamente na tela de informações de cada conversa. Basta abrir o chat, tocar no nome do contato ou grupo, selecionar “Tema de conversa” e escolher uma das combinações disponíveis. Também é possível aplicar um tema padrão para todo o aplicativo acessando o menu de “Configurações” > “Conversas” > “Tema padrão de conversa”.

Já está disponível?

No iPhone, sim. No Android, não — apenas na versão beta. A expectativa é que, nas próximas semanas, mais usuários do beta tenham acesso à função. Depois disso, a liberação deve ocorrer também na versão estável do WhatsApp para Android.

Vale mencionar que, antes da expansão das opções de cores ser testada no Android e ter sido liberada para iPhone, a Meta já tinha liberado, em fevereiro, novas opções de cores no mensageiro.

Somada com a última atualização, da semana passada, os usuários de iPhone passaram a contar com 38 combinações possíveis para personalizar seus chats, quase o dobro do número original.

Com informações do WABetaInfo
WhatsApp testa 18 novas cores nos temas de conversa no Android

WhatsApp testa 18 novas cores nos temas de conversa no Android
Fonte: Tecnoblog

Android vai deixar de ter código aberto? Google nega

Android vai deixar de ter código aberto? Google nega

O mascote do Android (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Resumo

O Google liberou o código-fonte do Android 16, mas excluiu pacotes de hardware dos dispositivos Pixel, levantando rumores sobre o fim da iniciativa AOSP.
Segundo o vice-presidente do Android, Seang Chau, o AOSP continuará existindo, e a mudança busca criar pacotes de referência que não dependam de um hardware específico.
A big tech planeja substituir esses pacotes pelo suporte ao AOSP via Cuttlefish e GSI, mas isso pode dificultar o desenvolvimento de ROMs.

Nesta semana, o Google liberou o código-fonte da primeira versão do Android 16. Mas alguns desenvolvedores notaram que alguns pacotes estavam ausentes. Isso gerou rumores de que a companhia planeja tornar este um projeto de código fechado. O Google prontamente negou.

O Android como software de código aberto é mantido por meio da iniciativa Android Open Source Project (AOSP). O código-fonte do Android 16 foi liberado justamente nos repositórios desse projeto. Porém, essa liberação não incluiu pacotes relacionados ao hardware de aparelhos Google Pixel.

Esses pacotes envolvem componentes como árvores de dispositivos (estruturas que contêm informações sobre as especificações de componentes de hardware) e binários de drivers.

Esses componentes servem de referência para o desenvolvimento de versões alternativas do Android (as famosas ROMs), com o LineageOS aparecendo como um exemplo notável. É por isso que a ausência dos tais componentes gerou a desconfiança de que o AOSP se tornaria fechado ou seria descontinuado.

O que o Google diz sobre fechar o AOSP?

Tão logo os rumores sobre o assunto começaram a surgir, Seang Chau, vice-presidente do Android, usou o X para informar que o AOSP não será descontinuado:

Estamos vendo algumas especulações de que o AOSP está sendo descontinuado. Para deixar claro, o AOSP NÃO irá desaparecer. O AOSP foi desenvolvido com o intuito de ser uma plataforma aberta para implementações de dispositivos, fornecedores de SoCs e arquiteturas de conjuntos de instruções.

Seang Chau, vice-presidente do Android no Google

Google nega fechamento do código-fonte do Android (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Mas, sim, está havendo mudanças no AOSP. Chau deu a entender que os componentes relacionados à linha Pixel não foram liberados porque o Google planeja oferecer pacotes de referência que não sejam ligados a dispositivos específicos.

“O AOSP precisa de um alvo de referência que seja flexível, configurável e acessível — independentemente de qualquer hardware específico, incluindo os do Google”, explicou o executivo.

Ainda de acordo com Chau, a companhia planeja substituir esses pacotes de referência pelo suporte ao AOSP via Cuttlefish (uma espécie de emulador do Android), bem como via GSI (imagem genérica do sistema — um Android “puro”).

O grande problema é que essa mudança deve tornar o desenvolvimento de versões alternativas do Android mais trabalhoso, como relata o Android Authority, pelo menos até que os desenvolvedores se acostumem à nova abordagem.

Vale reforçar que a primeira versão do Android 16 foi liberada nesta semana com redesign e várias outras melhorias.
Android vai deixar de ter código aberto? Google nega

Android vai deixar de ter código aberto? Google nega
Fonte: Tecnoblog

Android ganha novas opções para fazer Pix usando Carteira do Google

Android ganha novas opções para fazer Pix usando Carteira do Google

Lens será uma das formas para iniciar Pix (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

Usuários de smartphones Android poderão usar a Carteira do Google para fazer pagamento via Pix com ajuda do Chrome, do Lens e do Circule para Pesquisar.

Os anúncios foram feitos no evento Google For Brasil 2025, realizado em São Paulo (SP) nesta terça-feira (10/06). As modalidades se juntam ao Pix por Aproximação e às transferências usando chaves e QR Code.

Pix no Chrome para lojas online

Uma das novidades para o Pix na Carteira do Google é o pagamento de compras feitas pela internet dentro do navegador Chrome para Android.

Lojas online poderão integrar seus sistemas para facilitar os pagamentos. Dessa forma, ao clicar no botão para copiar o código Pix, o Android pode acessar rapidamente a Carteira do Google para fazer o pagamento, usando o dinheiro de uma das contas cadastradas.

Lojas terão integração com Pix na Carteira do Google (imagem: divulgação)

Um porta-voz do Google mencionou alguns varejistas que farão parte desse ecossistema já no lançamento: Amazon, Americanas, Magalu, Droga Raia e Drogarias Pacheco, entre outros.

Pix no Lens e no Circule para Pesquisar

Além do navegador, haverá mais formas de iniciar um Pix na Carteira do Android, usando o Google Lens e o Circule para Pesquisar.

Ao usar o Lens e apontar a câmera para um QR Code de Pix, o aplicativo reconhece a chave e exibe um botão para iniciar a transferência. O usuário, então, só precisa digitar valor, conferir dados e confirmar a operação. Este recurso será liberado para todos os aparelhos com Android 9 ou superior.

Google Lens vai identificar QR Code de chave Pix (imagem: divulgação)

Outra possibilidade é usar o Circule para Pesquisar, recurso baseado em inteligência artificial para fazer buscas a partir de elementos da tela do Android. A ferramenta poderá identificar chaves Pix presentes em mensagens, sites ou o que estiver aberto e iniciar a transferência.

Chaves Pix em mensagens, documentos e outros lugares serão localizadas pelo Circule para Pesquisar (imagem: divulgação)

Senha extra para mais segurança

Por fim, o Google também anunciou um PIN extra para dar mais proteção ao Pix na Carteira. Ao ser ativado, o usuário define uma senha de quatro dígitos numéricos. A partir de então, esta combinação será necessária para concluir transferências, mesmo após as camadas tradicionais de autenticação.

Carteira do Google poderá ter senha extra (imagem: divulgação)
Android ganha novas opções para fazer Pix usando Carteira do Google

Android ganha novas opções para fazer Pix usando Carteira do Google
Fonte: Tecnoblog