Category: Sony

PlayStation 4 portátil não oficial ganha versão ainda menor com cooler de GTX 750

PlayStation 4 portátil não oficial ganha versão ainda menor com cooler de GTX 750

O cenário de adaptações mecânicas e modificações de hardware continua surpreendendo ao dar novas utilidades a consoles de mesa consagrados. Meses após apresentar uma versão funcional do antigo videogame da Sony, o projetista independente conhecido no Reddit como ‘wewillmakeitnow’ revelou o PS4 Portable V2.

A nova revisão refina o chassi do protótipo original, entregando um formato mais compacto e ergonômico sem sacrificar o desempenho nativo do sistema ou a autonomia de energia. A estrutura central do dispositivo continua sendo construída a partir de uma placa-mãe original do PlayStation 4 Slim, cortada e reencaminhada manualmente para caber em um gabinete impresso em 3D. A parte frontal preserva a tela OLED de 7 polegadas com resolução 1080p, acompanhada por um display secundário alimentado pelo microcontrolador ESP32, encarregado de monitorar métricas de sistema em tempo real, como temperaturas e consumo energético. Para uso em telas maiores, a saída HDMI nativa foi mantida para conexão com TVs e monitores.Clique aqui para ler mais

PlayStation 4 portátil não oficial ganha versão ainda menor com cooler de GTX 750
Fonte: Tudocelular

O fim da mídia física: conheça 5 impactos no mercado de games

O fim da mídia física: conheça 5 impactos no mercado de games

Fim da mídia física deve impactar jogadores do Brasil e do mundo (lilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

A Sony anunciou que deixará de produzir versões físicas de seus jogos a partir de 2028, o que pode transformar a forma como compramos, compartilhamos, colecionamos e preservamos os videogames, segundo a empresa.
O fim da mídia física pode resultar em menos descontos e concorrência no mercado de jogos, tornando os preços mais estáveis e controlados pelas fabricantes, sem a disputa entre lojas físicas.
A mudança também pode afetar o mercado de usados e o colecionismo, além de levantar preocupações sobre a preservação dos jogos, que ficam atrelados a servidores e lojas online, podendo desaparecer se os serviços forem encerrados.

A mídia física nos videogames pode estar com os dias contados: a Sony comunicou que deixará de produzir versões físicas de seus jogos a partir de 2028. Essa mudança era esperada, já que a empresa por anos investiu no formato digital, com serviços de assinatura e consoles sem leitor de discos.

A medida marca o fim de uma era para a indústria de games. Desde a estreia do primeiro PlayStation, em 1994, os discos estiveram presentes em praticamente toda a trajetória da marca e acompanharam o crescimento de um mercado que hoje movimenta bilhões de dólares por ano.

Por muito tempo, comprar um jogo significava ir até uma loja, levar a caixa para casa, organizar a coleção na estante e até trocar ou revender aquele título depois de terminá-lo. Com a transição para o digital, esse hábito tende a se tornar cada vez mais raro.

O avanço do formato digital não chega a ser uma surpresa: 85% das vendas de jogos completos da loja do PlayStation saíram direto por download, segundo balanço divulgado no fim de 2025. Enquanto isso, assinaturas como PlayStation Plus, Game Pass e GeForce Now estão mudando o jeito como nós jogamos.

Acabar de vez com o disco físico não é algo que passa em branco. Veja cinco impactos que podem surgir com essa mudança.

Menos descontos e menos concorrência

Sem concorrência, o preço não cai. A vantagem de comprar jogos em mídia física é justamente não ficar refém do monopólio das lojas virtuais.

Enquanto, no digital, você paga o valor imposto pela plataforma, no mercado físico, as lojas disputam o seu bolso, o que sempre gera promoções de verdade. É por causa dessa briga que vemos tantos descontos agressivos por aí. Não é difícil encontrar lançamentos custando bem menos poucas semanas depois de chegarem às lojas. Os preços podem cair ainda mais em períodos como Black Friday e Natal devido à necessidade de renovação de estoque.

Jogos em promoção nas Lojas Americanas (imagem: reprodução/Reddit)

Com o fim dos discos, parte desse cenário tende a desaparecer. Os jogadores ficarão mais dependentes das lojas digitais oficiais. Na prática, isso pode significar um mercado mais centralizado, onde fabricantes passam a ter controle quase total sobre a distribuição dos games.

Lojistas estão preocupados. A rede canadense PNP Games, por exemplo, lançou uma campanha online pedindo que a Sony volte atrás. O abaixo-assinado já registrou mais de 300 mil assinaturas.

O mercado de usados pode desaparecer

Poucas indústrias permitem que um produto seja utilizado, revendido e continue funcionando perfeitamente para outro consumidor. Os videogames sempre fizeram parte desse grupo.

Os jogos usados sustentam uma engrenagem financeira vital para os jogadores. Vender um título zerado para abater o custo do próximo lançamento sempre foi a regra do jogo para economizar. Sem o mercado de segunda mão, o acesso aos games ficaria restrito a um público menor.

Anúncio do jogo God of War Ascension para PS3 (imagem: reprodução/Mercado Livre)

Essa lógica desaparece por completo no mercado digital. Como as licenças ficam presas a uma única conta, é impossível transferir ou revender um jogo. Isso significa perder uma importante forma de reduzir os custos para o consumidor.

Emprestar jogos fica mais difícil

Antes da popularização da internet de alta velocidade, emprestar jogos era algo bastante comum. Muitas pessoas conheceram franquias inteiras dessa forma. Foi assim que eu pude, por exemplo, jogar Donkey Kong Bananza, Tony Hawk’s Pro Skater 3 + 4 e Hunter x Hunter: Nen x Impact, três títulos lançados em julho de 2025, um mês muito movimentado para a indústria de games naquele ano. Seria muito caro comprar todos eles em um intervalo tão curto, mas, graças aos empréstimos, eu e mais dois amigos pudemos aproveitar essa experiência sem pesar no bolso.

O sistema GameShare e o formato Virtual Game Card foram as soluções apresentadas pela Nintendo para contornar esse problema. O primeiro permite compartilhar jogos digitais usando apenas uma cópia do título, seja por meio de uma conexão local sem fio entre aparelhos próximos ou online, via GameChat. Já o cartão de jogo virtual permite transferir jogos digitais entre dois consoles compatíveis, oferecendo uma experiência mais próxima à dos cartuchos físicos.

O colecionismo perde um de seus pilares

Para uma parcela do público, videogame nunca foi só um software. É a caixa na estante que você olha e lembra exatamente de quando comprou, do dia que zerou, daquele cheiro de plástico novo. É o encarte com as artes que você fica folheando. Isso acaba virando parte da sua história com o game, e também ajuda a contar a história de toda uma época.

Encarte Pokémon X (foto: Caio Hansen/Tecnoblog)

Por mais que as fabricantes continuem lançando pôsteres, estatuetas e outros brindes, a ausência da mídia dentro da caixa esvazia parte da magia dessas versões especiais. Esse público vai sentir com mais força o golpe da aposentadoria dos discos.

A preservação dos jogos fica mais vulnerável

De todos os impactos que essa decisão carrega, um dos que mais geram preocupações é a preservação. Livro se guarda na prateleira. Filme se conserva em DVD ou Blu-ray. Já os jogos dependem de uma combinação complexa de hardware, software e infraestrutura digital.

Sem o disco, a existência de um jogo fica totalmente atrelada a servidores e lojas online. Se a empresa decidir encerrar esses serviços ou desligar os sistemas de validação, o game deixa de existir da noite para o dia – e o consumidor perde o acesso para sempre.

Exemplos desse problema já podem ser vistos. A Sony anunciou o fechamento das lojas digitais do PS3 e PS Vita e também informou que vai apagar mais de 500 filmes comprados pelos clientes da PlayStation Store europeia.

Captura da página do movimento Stop Killing Games (imagem: Caio Hansen/Tecnoblog)

Em resposta a tudo isso, surgiu o movimento Stop Killing Games, que defende que jogos pagos continuem acessíveis após o fim do suporte oficial, seja por meio de um modo offline ou de servidores privados. A campanha ganhou força na Europa e já ultrapassou 1 milhão de assinaturas.

São só desvantagens?

A Sony não é a primeira empresa a apostar fortemente no digital. A Microsoft investe há anos no Xbox Game Pass, um serviço de assinatura que funciona de forma semelhante a plataformas de streaming, como a Netflix. Além disso, o Xbox Cloud Gaming permite acessar jogos pela nuvem em TVs e celulares, sem a necessidade de um console. O mercado caminha nessa direção, impulsionado pela popularização da internet e pela busca das fabricantes por modelos de distribuição mais lucrativos.

Para empresas como Sony e Microsoft, vender diretamente ao consumidor elimina intermediários e dá o controle total do mercado. Para o jogador, a principal vantagem está na já conhecida praticidade do download instantâneo e acesso remoto à biblioteca de jogos.
O fim da mídia física: conheça 5 impactos no mercado de games

O fim da mídia física: conheça 5 impactos no mercado de games
Fonte: Tecnoblog

PS6: controle com tela touch pode ter vazado

PS6: controle com tela touch pode ter vazado

Uma nova patente registrada pela Sony pode ter revelado os primeiros indícios do controle destinado ao PlayStation 6. O documento descreve um dispositivo com tela sensível ao toque e integração com aparelhos pessoais, ampliando as funções encontradas atualmente no DualSense.

A tecnologia permitiria exibir chamadas, mensagens e outras notificações recebidas pelo celular diretamente no controle. O jogo também poderia pausar automaticamente quando o usuário interagisse com algum desses alertas, evitando a perda de momentos importantes.Encontrada pelo site MP1st, a patente sugere uma comunicação constante entre o acessório e dispositivos externos. A proposta transformaria a tela touch em uma central de notificações durante as partidas, reduzindo a necessidade de pegar o smartphone.Clique aqui para ler mais

PS6: controle com tela touch pode ter vazado
Fonte: Tudocelular

XBOX Helix pode ter uma "bala de prata" contra o PlayStation 6

XBOX Helix pode ter uma “bala de prata” contra o PlayStation 6

O próximo console da Microsoft, conhecido internamente como Project Helix, pode chegar ao mercado com leitor de discos. O rumor ganhou força nesta quinta-feira (16) após uma publicação nas redes sociais e colocou o aparelho em possível vantagem contra o PlayStation 6.

A informação surge em meio aos planos da Sony de abandonar novos jogos em mídia física a partir de 2028. Caso a Microsoft preserve o formato, o suporte a discos pode se tornar uma “bala de prata” para atrair jogadores insatisfeitos com a estratégia da rival.O rumor partiu do perfil G.O.A.T. GAMING, identificado como @iiamcloudman no X. Segundo a conta, o Xbox Project Helix virá acompanhado de uma unidade de disco, embora a publicação não apresente documentos, fontes ou outros elementos capazes de comprovar a alegação.Clique aqui para ler mais

XBOX Helix pode ter uma “bala de prata” contra o PlayStation 6
Fonte: Tudocelular

Motorola Edge 70 Fusion Plus sai com 36% OFF em oferta 7.7 do Magalu

Motorola Edge 70 Fusion Plus sai com 36% OFF em oferta 7.7 do Magalu

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O Edge 70 Fusion Plus de 256 GB está saindo por R$ 2.231 no Pix com cupom INFLU120 no Magazine Luiza. O celular da Motorola com tela AMOLED de 144 Hz, chip Snapdragon e câmera Sony de 50 MP recebe desconto de 36% sobre o valor original de R$ 3.499 nesta oferta de 7.7, data em que o varejo costuma oferecer promoções.

Edge 70 Fusion Plus tem tela de 144 Hz e câmera Sony de 50 MP

Tela Extreme AMOLED do Edge 70 Fusion Plus tem taxa de 144 Hz (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

A tela Extreme AMOLED com certificação Pantone Verified de 6,78″ do Edge 70 Fusion Plus possui taxa de 144 Hz e brilho de até 5.200 nits, sendo capaz de reproduzir cores excelentes, além de entregar alta fluidez e garantir a visibilidade em qualquer ambiente. O vidro Gorilla Glass 7i protege-a em acidentes como quedas.

Seu chip Qualcomm Snapdragon 7s Gen 4 e os até 24 GB de RAM via RAM Boost suportam apps exigentes em multitarefa e funções da suíte Moto AI. Os 256 GB de espaço permitem guardar localmente uma quantidade razoável de vídeos e fotos.

O kit de câmeras inclui uma wide com sensor principal Sony LYTIA 710 de 50 MP com OIS e ultrawide de 13 MP para cenas em ambientes amplos, e uma telefoto de 10 MP com zoom óptico de 3x para aproximações. A frontal de 32 MP tira ótimas selfies. Todas filmam em 4K.

Câmeras do Edge 70 Fusion Fusion Plus incluem wide de 50 MP e telefoto de 10 MP (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

O corpo em plástico do celular traz as certificações IP68/IP69 e MIL-STD810H, que juntas conferem alta resistência em cenários extremos como poeira intensa, mergulhos acidentais e altas temperaturas.

Sua bateria de 5.200 mAh resiste até 39 horas e suporta carregamento TurboPower de 68 W, que recebe uma carga completa via USB-C em apenas 10 minutos, segundo a fabricante, sendo excelente para usuários com uma agenda corrida.

O Motorola Edge 70 Fusion Plus de 256 GB (R$ 2.231 no Pix com cupom INFLU120), que será atualizado até o Android 19, possui conectividade 5G, Wi-Fi 6E, Bluetooth 6.0 e NFC.
Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.Motorola Edge 70 Fusion Plus sai com 36% OFF em oferta 7.7 do Magalu

Motorola Edge 70 Fusion Plus sai com 36% OFF em oferta 7.7 do Magalu
Fonte: Tecnoblog

Sony segue decisão polêmica e muda foco de fábrica histórica de discos de PlayStation

Sony segue decisão polêmica e muda foco de fábrica histórica de discos de PlayStation

Apenas dias depois do anúncio surpresa de que encerraria a produção de jogos físicos para PlayStation, a Sony já começou a reestruturar suas operações e investiu € 30 milhões (~US$ 34 milhões, ou ~R$ 180 milhões) para iniciar a conversão de sua principal fábrica de discos na Áustria em uma unidade de produção de microlentes ópticas — a situação é um indício de que a companhia dobrou a aposta na decisão, que pode acabar sendo de fato irreversível.Propriedade da divisão Sony Digital Audio Disc Corporation (DADC), a unidade localizada em Thalgau, na Áustria, produz hoje 600 mil discos por dia, com metade desse volume dedicado aos jogos de PlayStation. Com a revelação polêmica do fim da mídia física para o console, previsto para entrar em vigor em janeiro de 2028, o local sofreria um impacto significativo.

“A produção de discos deve cair para 10% da capacidade atual da fábrica em 2028”, afirmou o CEO da Sony DADC, Dietmar Tanzer, à emissora austríaca ORF Salzburg. Esse corte tornaria a produção basicamente insustentável, o que motivou então a gigante japonesa a realizar ajustes.Clique aqui para ler mais

Sony segue decisão polêmica e muda foco de fábrica histórica de discos de PlayStation
Fonte: Tudocelular

O fim da mídia física: Sony bate martelo sobre fábrica de discos

O fim da mídia física: Sony bate martelo sobre fábrica de discos

Jogos lançados até 2028 terão versões em disco (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Resumo

A Sony vai converter sua fábrica de discos na Áustria para produzir microlentes ópticas.
Funcionários serão requalificados para atuar na nova produção.
A fábrica austríaca da Sony passará de 600 mil mídias fabricadas por dia para 10% desse volume em 2028.

A Sony anunciou que vai abandonar a venda de jogos em mídia física, e já sabe o que fazer com sua única fábrica de discos. Segundo o presidente da divisão responsável pela produção de discos (como CDs, DVDs e Blu-rays), Dietmar Tanzer, os funcionários empregados em Thalgau, na Áustria, serão treinados para assumir novas funções, agora na produção de microlentes ópticas, componentes importantes para o redirecionamento de luz.

A Sony Digital Audio Disc Corporation (ou apenas DADC) já teve várias operações de fabricação de CDs pelo mundo, inclusive dois centros nos Estados Unidos. Ela começou a reduzir este negócio nos últimos anos e se estabeleceu somente em solo austríaco a partir de 2022. Por sua vez, uma das unidades americanas mudou totalmente de atividade, focando no envelopamento de faróis para a indústria automobilística.

Tanzer prometeu ao site austríaco ORF Salzburg que todos os 300 funcionários que trabalham hoje na produção de discos serão requalificados para atuar na área. Atualmente, são 600 mil mídias fabricadas por dia, com pelo menos 50% delas para jogos de PlayStation. A expectativa é de diminuir a produção para apenas 10% em 2028, quando novos jogos passarão a ser vendidos apenas no formato digital.

Fábrica da divisão de discos da Sony em Thalgau, na Áustria, vai focar no desenvolvimento de microlentes ópticas (imagem: reprodução/Google Maps)

Mudança de rota não é novidade

Segundo o site The Verge, a ideia de trocar a produção de discos pelo foco em microlentes ópticas é antiga: em 2024, um vídeo de bastidores da fábrica em Thalgau já mostrava trabalhos envolvendo os nanocomponentes, cuja fabricação também utiliza discos no processo.

Apesar de ser algo relativamente novo, a tecnologia pode ser aplicada a diferentes cenários, desde luzes em headsets até faróis de carros, setor que tem sido abastecido pela Sony por meio da fábrica de Indiana desde 2022. Antes dessa mudança de rota, o polo estadunidense foi casa de maior parte da produção de discos da empresa, com 23 das 26,4 bilhões de unidades fabricadas até hoje.

GTA 6 aponta uma nova fase no mundo dos jogos

Futuro do PlayStation é 100% digital, e Sony já sabe o que fazer com sua fábrica de discos (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Apesar de não ser um exclusivo da PlayStation, o GTA 6 marca o fim da linha para a mídia física. A pré-venda do aguardado game da Rockstar foi anunciada em junho e dá conta apenas de versões digitais, tanto para PlayStation quanto para Xbox. Aos “saudosistas”, a desenvolvedora vai oferecer uma edição física fake, sem disco, trazendo apenas a capa e um código para baixar no seu videogame.

Segundo a Sony, há uma preferência do público pela mídia digital, mas é importante destacar seu papel nesse processo. Desde 2020, com a chegada do PlayStation 5 (PS5), a fabricante traz uma opção mais barata sem leitor de discos, passando a oferecer a opção de incluir um leitor destacável nas versões mais recentes do console. A Microsoft segue uma proposta semelhante, com o Xbox Series S, modelo de entrada, já lançado como um videogame 100% digital.
O fim da mídia física: Sony bate martelo sobre fábrica de discos

O fim da mídia física: Sony bate martelo sobre fábrica de discos
Fonte: Tecnoblog

Sony estuda aumento no preço das assinaturas da PlayStation Plus

Sony estuda aumento no preço das assinaturas da PlayStation Plus

A Sony parece ter tirado a semana para trazer más notícias para os jogadores de PlayStation. Além de anunciar o fim dos jogos em mídia física e do encerramento das lojas digitais do PS3 e PS Vita, novas informações afirmam que a empresa estuda mais um aumento no valor das assinaturas da PlayStation Plus.

Vale lembrar que a empresa realizou um reajuste no valor do serviço para o mercado brasileiro em maio deste ano. Caso o rumor se confirme e o aumento também seja aplicado por aqui, muitos jogadores ficarão insatisfeitos.Em seu último relatório fiscal, a Sony mostrou uma queda acentuada na venda de consoles e de jogos proprietários. Curiosamente, no relatório do trimestre anterior, a empresa já havia revelado que pretendia contornar a crise da RAM monetizando a base já instalada de usuários. Clique aqui para ler mais

Sony estuda aumento no preço das assinaturas da PlayStation Plus
Fonte: Tudocelular

PlayStation vai abandonar jogos em mídia física

PlayStation vai abandonar jogos em mídia física

Jogos lançados antes de 2028 ainda terão versões em disco (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Resumo

Sony anunciou que deixará de produzir versões em disco para novos jogos de PlayStation a partir de janeiro de 2028.
Lançamentos serão vendidos apenas em formato digital a partir daí.
Jogos lançados antes da data continuarão disponíveis em mídia física.

A Sony anunciou nesta quarta-feira (1º/07) que deixará de produzir versões em disco para novos jogos de PlayStation a partir de janeiro de 2028. A partir daí, todos os lançamentos serão comercializados apenas em formato digital, pela PlayStation Store e outras lojas. Jogos lançados antes dessa data continuarão disponíveis em mídia física.

A medida vale para todos os jogos na plataforma, não apenas os games dos estúdios PlayStation. “Essa é uma direção natural para a Sony Interactive Entertainment se adaptar às tendências de consumo, já que a preferência geral por mídia digital supera significativamente a de discos físicos”, diz a Sony em comunicado. 

O anúncio reforça uma tendência vista em toda a indústria. O mais recente episódio envolve a Rockstar e o lançamento de GTA 6: o jogo não terá uma versão em disco, e a edição “física” vendida em lojas será a caixa contendo apenas o código para download — formato que a Sony agora pretende adotar como padrão.

Vale lembrar que GTA 6 chegará primeiro aos consoles Xbox e PlayStation, ainda sem previsão de chegada aos PCs.

Jogos exclusivos apenas no PlayStation

PlayStation será requisito para jogar novos exclusivos (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Já em relação aos jogos de seus estúdios, a Sony vai deixar de lançar títulos exclusivos single-player para PC. Os grandes lançamentos da PlayStation Studios serão destinados somente à linha PlayStation 5 ou a consoles da marca que forem lançados posteriormente.

A estratégia gerou reação até de ex-executivos da Sony. O ex-chefe da PlayStation, Shawn Layden, criticou o recuo da empresa no mercado de PCs. Em entrevista ao portal francês PSI, o executivo afirmou que levar os exclusivos do PlayStation para o computador sempre teve como objetivo ampliar o alcance das franquias e atrair novos jogadores para o ecossistema da marca — e não simplesmente aumentar a receita.

“Acho que, se alguém espera 18 meses para jogar no PC, não estamos perdendo uma venda. Essa pessoa provavelmente nunca compraria um PlayStation. Se o objetivo era apenas cobrir os custos da adaptação, tudo bem, há dinheiro envolvido. Mas, fora isso, não sei o que eles estão pensando.”

– Shawn Layden, ex-chefe da PlayStation

PlayStation vai abandonar jogos em mídia física

PlayStation vai abandonar jogos em mídia física
Fonte: Tecnoblog

Sony mata as lojas digitais do PlayStation 3 e PS Vita pela segunda vez

Sony mata as lojas digitais do PlayStation 3 e PS Vita pela segunda vez

Em 2021, a Sony decidiu anunciar o fim da PS Store do PS3, PSP e PS Vita, mas por conta da forte repercussão da comunidade na época, a marca decidiu voltar atrás e restaurou o funcionamento no PS3 e PS Vita, mas esta semana, além de confirmar o fim da produção dos jogos em mídia física, a empresa também anunciou que irá encerrar de vez a loja digitais dos consoles.

O fechamento acontecerá de forma gradual, começando ainda em 2026 em alguns mercados e alcançando todos os países em julho de 2027.Segundo a companhia, após o fechamento da PlayStation Store não será mais possível comprar jogos, DLCs e outros conteúdos diretamente nos aparelhos. Em contrapartida, usuários continuarão tendo acesso ao download de títulos adquiridos anteriormente por tempo indeterminado.Clique aqui para ler mais

Sony mata as lojas digitais do PlayStation 3 e PS Vita pela segunda vez
Fonte: Tudocelular