Category: Sony

Sem discos e nem concorrência: Sony é processada em 5 países por monopolizar o PlayStation

Sem discos e nem concorrência: Sony é processada em 5 países por monopolizar o PlayStation

A Sony Interactive Entertainment atravessa uma de suas maiores crises regulatórias internacionais. A gigante japonesa é alvo de ações coletivas e representações concorrenciais em pelo menos cinco países: Estados Unidos, Reino Unido, Holanda, Portugal e México. As acusações sustentam que a empresa comete práticas anticoncorrenciais ao restringir a venda de jogos digitais à PlayStation Store e direcionar o mercado para o fim das mídias físicas.

Segundo levantamento publicado pelo Kotaku, que reuniu as ações em andamento e procurou os envolvidos, o impasse ganhou força em 2019, quando a Sony encerrou a distribuição de códigos de download para varejistas como Amazon e Walmart. Com a confirmação do plano para descontinuar gradualmente os discos físicos, entidades e parlamentares alegam que a empresa busca criar um ecossistema fechado e imune à concorrência de preços.A espinha dorsal das ações judiciais aponta abuso de posição dominante. Ao retirar os códigos digitais de terceiros, a PlayStation Store tornou-se o único canal para venda e compra de títulos digitais nos consoles da marca. Historicamente, o varejo de discos atuava como um contrapeso ao mercado digital, permitindo a concorrência direta entre os preços da loja oficial e estoques com desconto em grandes redes.Clique aqui para ler mais

Sem discos e nem concorrência: Sony é processada em 5 países por monopolizar o PlayStation
Fonte: Tudocelular

Sony PlayStation 6 deve dobrar o desempenho do PS5 com nova arquitetura AMD RDNA

Sony PlayStation 6 deve dobrar o desempenho do PS5 com nova arquitetura AMD RDNA

A Sony prepara o lançamento de um PlayStation 6 de altíssimo desempenho para o período entre 2027 e 2028. O equipamento deve ser equipado com a arquitetura AMD RDNA 5 e núcleos Zen 6 em seu processador. A ideia é que o modelo estabeleça um novo padrão de fidelidade visual e processamento na indústria global de jogos.

Em geral, esses detalhes foram destacados por meio de vazamentos originados de documentos internos da AMD. Caso seja verdade, o novo console de mesa da japonesa terá capacidade de entregar mais do que o dobro de desempenho bruto em comparação com o PlayStation 5 atual.Alguns detalhes foram revelados sobre o modelo e sugerem que o PS6 deverá contar com 52 a 55 unidades de computação (CUs) baseadas em RDNA 5, superando as 36 CUs do PS5 padrão. Não apenas isso, como o console deve integrar até 10 núcleos de CPU Zen 6 e uma largura de banda de memória de 640 GB/s, contra os 558 GB/s do modelo original.Clique aqui para ler mais

Sony PlayStation 6 deve dobrar o desempenho do PS5 com nova arquitetura AMD RDNA
Fonte: Tudocelular

KytyPS5: Emulador de PlayStation 5 atinge novo marco e já roda jogos 3D a 30 FPS

KytyPS5: Emulador de PlayStation 5 atinge novo marco e já roda jogos 3D a 30 FPS

Avançando em um ritmo acelerado, a cena de emulação do PlayStation 5 no PC acaba de dar mais um salto significativo com o anúncio de que o KytyPS5, um dos projetos mais promissores, já é capaz de executar alguns jogos 3D com taxas próximas de 30 FPS. A novidade acirra a disputa com nomes como o SharpEmu e dá esperanças de vermos maior estabilidade em um prazo menor.Os detalhes foram compartilhados pelo pefil Techjunkie Aman no X/Twitter e demonstram alguns exemplos animadores do KytyPS5. O maior destaque nos testes é o remake de XIII, lançado em 2020, que já alcança os 30 FPS com gameplay funcional e resposta aos comandos, embora ainda sofra com texturas quebradas e cenários renderizados pela metade.
Another playable title joins the growing list for the Kyty PS5 emulator.

XIII is now playable at around 30 FPS.

Current status:
• Playable
• Runs at 30 FPS
• Minor graphical issues remain

It’s another encouraging step for PS5 emulation, with compatibility continuing to… pic.twitter.com/5rEpvcbvTbClique aqui para ler mais

KytyPS5: Emulador de PlayStation 5 atinge novo marco e já roda jogos 3D a 30 FPS
Fonte: Tudocelular

Dia dos Pais 2026: Nintendo Switch 2 e mais consoles pelo menor preço atual

Dia dos Pais 2026: Nintendo Switch 2 e mais consoles pelo menor preço atual

Nintendo Switch 2 (imagem: Divulgação/Nintendo)

O Dia dos Pais 2026 está chegando e para aqueles que jogar é sinônimo de lazer, separamos as melhores ofertas de consoles e acessórios gamers. Na lista abaixo você vai encontrar gadgets da Nintendo, Sony e de outras marcas consolidadas com até 32% OFF. Adquira o presente o quanto antes para chegar antes da data!

Tabela de conteúdosNintendo Switch 2 traz taxa de 120 Hz e 256 GB de armazenamentoNintendo Switch 2 Pro Controller tem botão ‘C’ e entrada para P2Nintendo Switch OLED tem cores mais vivas e porta LANPlaystation 5 conta com gráficos em 4K e Ray-TracingControle DualSense PS5 tem microfone e alto-falante embutidoGameSir X5 Lite tem design ajustável e função turboJBL Quantum 100M2 tem conexão multiplataforma e microfone removível

Nintendo Switch 2 traz taxa de 120 Hz e 256 GB de armazenamento

16% OFF Ver preço

Nintendo Switch 2
R$ 3.759,06

R$ 4.499,9016% OFF

Prós

Mantém portabilidade e flexibilidade
Tela de 7,9″ com taxa de 120 Hz
256 GB de espaço interno
Suporta 4K via dock em TVs

Contras

Bateria de até 6 horas no modo portátil

PIX

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O Nintendo Switch 2 por R$ 3.759,06 no Pix no Magalu é a estrela atual da Nintendo. O console portátil possui tela LCD de 7,9″ com taxa de 120 Hz que permite fluidez a jogatina. São oferecidas três maneiras de jogar, com destaque para o modo TV com HDR10 e resolução 4K quando compatível. O hardware inclui chip Nvidia T239, 12 GB de RAM, 256 GB e bateria de 5.200 mAh. O Switch 2 é retrocompatível ao Switch.

Nintendo Switch 2 Pro Controller tem botão ‘C’ e entrada para P2

17% OFF Ver preço

Nintendo Switch 2 Pro Controller
R$ 499,84

R$ 599,9017% OFF

Prós

Inclui botão C para abrir o GameChat
Novos Botões GL e GR
Possui conector para fones de ouvido
Uso flexível com fio ou sem fio

Contras

Incompatível com o Nintendo Switch
Tempo de carregamento de 3 horas

PIX

17% OFF Ver preço

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Para quem busca melhorar a experiência, uma alternativa é adquirir o Nintendo Switch 2 Pro Controller (R$ 499,84 no Pix no Magalu). O controle comparado a geração anterior possui o botão ‘C’ para acesso rápido ao chat, dois botões localizados nas traseiras das hastes e entrada para fones de ouvido P2 (3,5 mm).

Nintendo Switch OLED tem cores mais vivas e porta LAN

17% OFF Ver preço

Nintendo Switch OLED
R$ 2.252,00

R$ 2.699,0017% OFF

Prós

Tela OLED com cores vibrantes
Acompanha Super Mario Bros. Wonder
3 meses da Nintendo Switch Online
Porta LAN integrada

Contras

Sem suporte a 4K na dock
Tempo longo de carregamento

Parcelado

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O Nintendo Switch OLED (R$ 2.252 em até 12x sem juros) é ideal para quem deseja melhor experiência visual. O dispositivo obtém a mesma proposta híbrida dos ‘irmãos’ Switch, porém o diferencial está na sua tela OLED de 7″ capaz de reproduzir melhores cores ao painel LCD. Há uma porta Ethernet para jogar online com menor latência.

Playstation 5 conta com gráficos em 4K e Ray-Tracing

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PlayStation 5 Edição Digital 825 GB
R$ 3.759,06

Prós

Suporta HDR
Gráficos em 4K com Ray-Tracing
Retrocompátivel com jogos de PS4

Contras

Sem leitor de mídia de discos
Não inclui jogos

PIX

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O PS5 com SSD de 825 GB está por R$ 3.759,06 no Pix em oferta no Magalu. O videogame da Sony roda em resolução 4K com taxa de 120 Hz. Além disso, o recurso Ray-Tracing dá mais realismo as cenas. A edição por ser a Slim Digital não tem a bandeja para jogos físicos, mas em compensação inclui um controle DualSense.

Controle DualSense PS5 tem microfone e alto-falante embutido

TOMA30

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Controle DualSense Playstation 5
R$ 368,72

Prós

Microfone e alto-falante embutido
Entrada para fones P2
Porta USB-C para carregamento
Gatilhos adaptáveis
Resposta tátil alta

Contras

Analógicos podem sofrer com drift

PIX
Cupom

TOMA30

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O controle DualSense do PS5 está disponível por R$ 368,72 no Pix com o cupom TOMA30 no Magalu. O acessório oferece gatilhos adaptáveis e uma resposta tátil alta que possibilita sentir vibrações a depender dos jogos. Além disso, há entrada para fones P2 e um alto-falante integrado possibilitando ao jogador ouvir sons.

GameSir X5 Lite tem design ajustável e função turbo

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GameSir X5 Lite
R$ 141,55

Prós

Design ergonômico e ajustável
Compatível com iOS e Android
Inclui almofadas de silicone
Não tem bateria
Conexão USB-C

Contras

Incompatível com linhas abaixo do iPhone 15

PIX

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O controle GameSir X5 Lite por R$ 141,55 no Pix pode ser uma alternativa interessante a quem não tem um videogame. Já que transforma a jogatina pelo celular a uma semelhante a de consoles portáteis. O gadget apresenta joysticks anti-drift e uma função Turbo aos botões para respostas mais rápidas. Além disso, a conxeão USB-C promete baixa latência ao jogar.

JBL Quantum 100M2 tem conexão multiplataforma e microfone removível

32% OFF Ver preço

JBL Quantum 100M2
R$ 155,70

R$ 229,0032% OFF

Prós

Design feito de almofadas respiráveis
Compatível com multiplataforma
Áudio imersivo com drivers de 40 mm
Microfone removível

Contras

Sem cancelamento ativo de ruído

PIX

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O JBL Quantum 100M2 por R$ 155,70 no Pix é um headset gamer de entrada que possui conexão multiplataforma, ou seja, funciona com consoles da Sony, Nintendo e também PCs. Inclusive, possui som surround nativo para videogames da Microsoft, como o Xbox. O acessório conta com drivers imersivos de 40 mm e microfone removível, possibilitando maior autonomia.
Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.Dia dos Pais 2026: Nintendo Switch 2 e mais consoles pelo menor preço atual

Dia dos Pais 2026: Nintendo Switch 2 e mais consoles pelo menor preço atual
Fonte: Tecnoblog

Sony reconhece críticas, mas mantém fim da mídia física

Sony reconhece críticas, mas mantém fim da mídia física

Sony reconhece críticas, mas mantém fim da mídia física (lilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

Sony, por meio da sua diretora financeira, Lin Tao, reconheceu as críticas ao abandono da mídia física no ecossistema do PlayStation, mas reafirmou a decisão de seguir com o plano;
decisão foi justificada pela digitalização de conteúdo, que segundo Tao, é o fator mais importante e está progredindo em todos os tipos de conteúdo;
Sony planeja direcionar esforços para manter os interesses dos usuários pelos jogos do PlayStation mesmo quando o ecossistema tornar-se totalmente digital.

Depois de muita polêmica, a Sony se manifestou sobre a decisão de deixar a mídia física de lado no ecossistema do PlayStation. A companhia deu a entender que compreende as queixas dos usuários sobre o assunto, mas que, apesar disso, o plano de descontinuação está mantido.

Quem comentou o assunto foi Lin Tao, diretora financeira (CFO) da Sony, durante uma sessão de perguntas e respostas sobre os resultados financeiros da companhia em seu último trimestre fiscal.

A executiva deixou claro que a Sony vinha considerando tomar essa decisão há algum tempo e que já esperava por uma reação negativa por parte dos jogadores. Como contrapartida, a companhia espera direcionar esforços para manter o interesse dos usuários pelos títulos do PlayStation mesmo quando o ecossistema tornar-se totalmente digital.

Por que a Sony decidiu abandonar a mídia física no PlayStation?

A própria Lin Tao respondeu:

Há vários motivos para termos tomado essa decisão, sendo o principal o fato de que a digitalização de conteúdo em geral tem progredido. Esse é o fator mais importante. Não se trata apenas do PlayStation, mas de todos os tipos de conteúdo; a digitalização está avançando.

Portanto, ao pensarmos no futuro, dedicamos muito tempo e reflexão, consideramos cuidadosamente essa questão e chegamos a essa conclusão. Vamos prosseguir com cautela [com o fim da mídia física].

Lin Tao, CFO da Sony

Ao falar em “prosseguir com cautela”, Tao se refere ao fato de que a Sony não disponibilizará mais jogos em mídia física para PlayStation somente a partir de 2028. A decisão foi anunciada com um ano e meio de antecedência para que usuários, desenvolvedores de games e afins tivessem tempo de “digerir” a notícia.

Lin Tao, CFO da Sony (imagem: reprodução/Sony)

Tao também reconheceu que “jogos são amados por muitas pessoas” e que, portanto, as reações negativas são compreensíveis. Nesse sentido, a executiva deu a entender que a Sony espera usar esse aspecto emocional para continuar engajando os jogadores. A companhia só não explicou como.

Enquanto isso, o assunto segue causando polêmica: já há extensas discussões e reações sobre os vários impactos que o fim da mídia física pode ter no mercado de jogos.

Eis um exemplo: a varejista canadense PNP Games fez um abaixo-assinado contra a decisão da Sony pelo temor de que, com isso, as lojas físicas de jogos sejam fortemente prejudicadas.

Com informações de VGC
Sony reconhece críticas, mas mantém fim da mídia física

Sony reconhece críticas, mas mantém fim da mídia física
Fonte: Tecnoblog

PlayStation é processada por brasileiro que teve sua conta PSN invadida e banida injustamente

PlayStation é processada por brasileiro que teve sua conta PSN invadida e banida injustamente

Um jogador brasileiro decidiu processar a Sony Interactive Entertainment após ter sua conta da PlayStation Network invadida e suspensa duas vezes. Segundo o consumidor, os banimentos ocorreram por ações praticadas pelo invasor, mas o suporte não apresentou uma solução definitiva para o problema.

O caso foi revelado pelo próprio usuário em um vídeo publicado nesta semana. A ação judicial busca recuperar o acesso normal ao perfil e responsabilizar a PlayStation pelos prejuízos provocados pelas suspensões, embora ainda não exista uma decisão sobre o processo.De acordo com o relato do criador de conteúdo Math Viana, a conta dele na PSN sofreu uma invasão antes de receber o primeiro bloqueio, com duração de 30 dias. O proprietário procurou o atendimento da PlayStation e explicou que outra pessoa havia utilizado seu perfil, mas precisou aguardar o encerramento da punição.Clique aqui para ler mais

PlayStation é processada por brasileiro que teve sua conta PSN invadida e banida injustamente
Fonte: Tudocelular

SharpEmu x KyTyPS5: testes com emuladores do PlayStation 5 trazem cenário desanimador

SharpEmu x KyTyPS5: testes com emuladores do PlayStation 5 trazem cenário desanimador

A emulação do PlayStation 5 no PC deu passos importantes nos últimos meses, mas relatórios recentes e promessas exageradas esbarram em uma realidade bem mais limitada. Uma nova bateria de testes publicada pelo canal B Mark no YouTube colocou lado a lado os projetos SharpEmu e KyTyPS5 em seis títulos comerciais, utilizando uma configuração intermediária com processador AMD Ryzen 5 5600X e placa de vídeo Radeon RX 6650 XT.

O resultado prático mostra que a emulação do console da Sony continua em estágio inicial, marcada por alto consumo de CPU, erros de renderização e incapacidade de entregar uma experiência jogável.Durante as avaliações, nenhum dos seis jogos analisados conseguiu rodar com estabilidade do início ao fim. O comportamento dos softwares variou bastante entre travamentos na tela de carregamento, falhas graves de renderização gráfica e encerramentos repentinos do sistema antes mesmo do início da jogabilidade real. Clique aqui para ler mais

SharpEmu x KyTyPS5: testes com emuladores do PlayStation 5 trazem cenário desanimador
Fonte: Tudocelular

PlayStation 4 portátil não oficial ganha versão ainda menor com cooler de GTX 750

PlayStation 4 portátil não oficial ganha versão ainda menor com cooler de GTX 750

O cenário de adaptações mecânicas e modificações de hardware continua surpreendendo ao dar novas utilidades a consoles de mesa consagrados. Meses após apresentar uma versão funcional do antigo videogame da Sony, o projetista independente conhecido no Reddit como ‘wewillmakeitnow’ revelou o PS4 Portable V2.

A nova revisão refina o chassi do protótipo original, entregando um formato mais compacto e ergonômico sem sacrificar o desempenho nativo do sistema ou a autonomia de energia. A estrutura central do dispositivo continua sendo construída a partir de uma placa-mãe original do PlayStation 4 Slim, cortada e reencaminhada manualmente para caber em um gabinete impresso em 3D. A parte frontal preserva a tela OLED de 7 polegadas com resolução 1080p, acompanhada por um display secundário alimentado pelo microcontrolador ESP32, encarregado de monitorar métricas de sistema em tempo real, como temperaturas e consumo energético. Para uso em telas maiores, a saída HDMI nativa foi mantida para conexão com TVs e monitores.Clique aqui para ler mais

PlayStation 4 portátil não oficial ganha versão ainda menor com cooler de GTX 750
Fonte: Tudocelular

O fim da mídia física: conheça 5 impactos no mercado de games

O fim da mídia física: conheça 5 impactos no mercado de games

Fim da mídia física deve impactar jogadores do Brasil e do mundo (lilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

A Sony anunciou que deixará de produzir versões físicas de seus jogos a partir de 2028, o que pode transformar a forma como compramos, compartilhamos, colecionamos e preservamos os videogames, segundo a empresa.
O fim da mídia física pode resultar em menos descontos e concorrência no mercado de jogos, tornando os preços mais estáveis e controlados pelas fabricantes, sem a disputa entre lojas físicas.
A mudança também pode afetar o mercado de usados e o colecionismo, além de levantar preocupações sobre a preservação dos jogos, que ficam atrelados a servidores e lojas online, podendo desaparecer se os serviços forem encerrados.

A mídia física nos videogames pode estar com os dias contados: a Sony comunicou que deixará de produzir versões físicas de seus jogos a partir de 2028. Essa mudança era esperada, já que a empresa por anos investiu no formato digital, com serviços de assinatura e consoles sem leitor de discos.

A medida marca o fim de uma era para a indústria de games. Desde a estreia do primeiro PlayStation, em 1994, os discos estiveram presentes em praticamente toda a trajetória da marca e acompanharam o crescimento de um mercado que hoje movimenta bilhões de dólares por ano.

Por muito tempo, comprar um jogo significava ir até uma loja, levar a caixa para casa, organizar a coleção na estante e até trocar ou revender aquele título depois de terminá-lo. Com a transição para o digital, esse hábito tende a se tornar cada vez mais raro.

O avanço do formato digital não chega a ser uma surpresa: 85% das vendas de jogos completos da loja do PlayStation saíram direto por download, segundo balanço divulgado no fim de 2025. Enquanto isso, assinaturas como PlayStation Plus, Game Pass e GeForce Now estão mudando o jeito como nós jogamos.

Acabar de vez com o disco físico não é algo que passa em branco. Veja cinco impactos que podem surgir com essa mudança.

Menos descontos e menos concorrência

Sem concorrência, o preço não cai. A vantagem de comprar jogos em mídia física é justamente não ficar refém do monopólio das lojas virtuais.

Enquanto, no digital, você paga o valor imposto pela plataforma, no mercado físico, as lojas disputam o seu bolso, o que sempre gera promoções de verdade. É por causa dessa briga que vemos tantos descontos agressivos por aí. Não é difícil encontrar lançamentos custando bem menos poucas semanas depois de chegarem às lojas. Os preços podem cair ainda mais em períodos como Black Friday e Natal devido à necessidade de renovação de estoque.

Jogos em promoção nas Lojas Americanas (imagem: reprodução/Reddit)

Com o fim dos discos, parte desse cenário tende a desaparecer. Os jogadores ficarão mais dependentes das lojas digitais oficiais. Na prática, isso pode significar um mercado mais centralizado, onde fabricantes passam a ter controle quase total sobre a distribuição dos games.

Lojistas estão preocupados. A rede canadense PNP Games, por exemplo, lançou uma campanha online pedindo que a Sony volte atrás. O abaixo-assinado já registrou mais de 300 mil assinaturas.

O mercado de usados pode desaparecer

Poucas indústrias permitem que um produto seja utilizado, revendido e continue funcionando perfeitamente para outro consumidor. Os videogames sempre fizeram parte desse grupo.

Os jogos usados sustentam uma engrenagem financeira vital para os jogadores. Vender um título zerado para abater o custo do próximo lançamento sempre foi a regra do jogo para economizar. Sem o mercado de segunda mão, o acesso aos games ficaria restrito a um público menor.

Anúncio do jogo God of War Ascension para PS3 (imagem: reprodução/Mercado Livre)

Essa lógica desaparece por completo no mercado digital. Como as licenças ficam presas a uma única conta, é impossível transferir ou revender um jogo. Isso significa perder uma importante forma de reduzir os custos para o consumidor.

Emprestar jogos fica mais difícil

Antes da popularização da internet de alta velocidade, emprestar jogos era algo bastante comum. Muitas pessoas conheceram franquias inteiras dessa forma. Foi assim que eu pude, por exemplo, jogar Donkey Kong Bananza, Tony Hawk’s Pro Skater 3 + 4 e Hunter x Hunter: Nen x Impact, três títulos lançados em julho de 2025, um mês muito movimentado para a indústria de games naquele ano. Seria muito caro comprar todos eles em um intervalo tão curto, mas, graças aos empréstimos, eu e mais dois amigos pudemos aproveitar essa experiência sem pesar no bolso.

O sistema GameShare e o formato Virtual Game Card foram as soluções apresentadas pela Nintendo para contornar esse problema. O primeiro permite compartilhar jogos digitais usando apenas uma cópia do título, seja por meio de uma conexão local sem fio entre aparelhos próximos ou online, via GameChat. Já o cartão de jogo virtual permite transferir jogos digitais entre dois consoles compatíveis, oferecendo uma experiência mais próxima à dos cartuchos físicos.

O colecionismo perde um de seus pilares

Para uma parcela do público, videogame nunca foi só um software. É a caixa na estante que você olha e lembra exatamente de quando comprou, do dia que zerou, daquele cheiro de plástico novo. É o encarte com as artes que você fica folheando. Isso acaba virando parte da sua história com o game, e também ajuda a contar a história de toda uma época.

Encarte Pokémon X (foto: Caio Hansen/Tecnoblog)

Por mais que as fabricantes continuem lançando pôsteres, estatuetas e outros brindes, a ausência da mídia dentro da caixa esvazia parte da magia dessas versões especiais. Esse público vai sentir com mais força o golpe da aposentadoria dos discos.

A preservação dos jogos fica mais vulnerável

De todos os impactos que essa decisão carrega, um dos que mais geram preocupações é a preservação. Livro se guarda na prateleira. Filme se conserva em DVD ou Blu-ray. Já os jogos dependem de uma combinação complexa de hardware, software e infraestrutura digital.

Sem o disco, a existência de um jogo fica totalmente atrelada a servidores e lojas online. Se a empresa decidir encerrar esses serviços ou desligar os sistemas de validação, o game deixa de existir da noite para o dia – e o consumidor perde o acesso para sempre.

Exemplos desse problema já podem ser vistos. A Sony anunciou o fechamento das lojas digitais do PS3 e PS Vita e também informou que vai apagar mais de 500 filmes comprados pelos clientes da PlayStation Store europeia.

Captura da página do movimento Stop Killing Games (imagem: Caio Hansen/Tecnoblog)

Em resposta a tudo isso, surgiu o movimento Stop Killing Games, que defende que jogos pagos continuem acessíveis após o fim do suporte oficial, seja por meio de um modo offline ou de servidores privados. A campanha ganhou força na Europa e já ultrapassou 1 milhão de assinaturas.

São só desvantagens?

A Sony não é a primeira empresa a apostar fortemente no digital. A Microsoft investe há anos no Xbox Game Pass, um serviço de assinatura que funciona de forma semelhante a plataformas de streaming, como a Netflix. Além disso, o Xbox Cloud Gaming permite acessar jogos pela nuvem em TVs e celulares, sem a necessidade de um console. O mercado caminha nessa direção, impulsionado pela popularização da internet e pela busca das fabricantes por modelos de distribuição mais lucrativos.

Para empresas como Sony e Microsoft, vender diretamente ao consumidor elimina intermediários e dá o controle total do mercado. Para o jogador, a principal vantagem está na já conhecida praticidade do download instantâneo e acesso remoto à biblioteca de jogos.
O fim da mídia física: conheça 5 impactos no mercado de games

O fim da mídia física: conheça 5 impactos no mercado de games
Fonte: Tecnoblog

PS6: controle com tela touch pode ter vazado

PS6: controle com tela touch pode ter vazado

Uma nova patente registrada pela Sony pode ter revelado os primeiros indícios do controle destinado ao PlayStation 6. O documento descreve um dispositivo com tela sensível ao toque e integração com aparelhos pessoais, ampliando as funções encontradas atualmente no DualSense.

A tecnologia permitiria exibir chamadas, mensagens e outras notificações recebidas pelo celular diretamente no controle. O jogo também poderia pausar automaticamente quando o usuário interagisse com algum desses alertas, evitando a perda de momentos importantes.Encontrada pelo site MP1st, a patente sugere uma comunicação constante entre o acessório e dispositivos externos. A proposta transformaria a tela touch em uma central de notificações durante as partidas, reduzindo a necessidade de pegar o smartphone.Clique aqui para ler mais

PS6: controle com tela touch pode ter vazado
Fonte: Tudocelular