Category: Sistemas Operacionais

Samsung libera One UI 8.5 para Galaxy A56

Samsung libera One UI 8.5 para Galaxy A56

Galaxy A56 chegou ao mercado com One UI 7 e Android 15 (foto: Ana Marques/Tecnoblog)

Resumo

A Samsung iniciou a liberação da One UI 8.5 baseada no Android 16 para o Galaxy A56 no Brasil.
Atualização que também está disponível para os Galaxy A36 e todos os modelos da linha Galaxy S23.
A One UI 8.5 oferece novos recursos, como um filtro de chamadas melhorado com IA, função de resolução automática de equações matemáticas no Samsung Notes e novos efeitos visuais na interface.

Os primeiros celulares da linha Galaxy A começaram a receber a desejada atualização para a interface One UI 8.5. Os donos de Galaxy A56 vendidos no Brasil devem ser notificados do update a partir da noite de hoje (21/05). Ele é baseado no Android 16.

O Galaxy A56 se tornou um dos smartphones mais cobiçados de 2025 por aliar bom desempenho ao custo-benefício. Além dele, a Samsung decidiu liberar a atualização para o Galaxy A36 (anunciado junto com ele) e todos os produtos da série Galaxy S23 (base, Plus, Ultra e FE).

Como de costume, a atualização é liberada em ondas. Ou seja, pode ser que para alguns consumidores chegue antes dos outros. O Tecnoblog apurou que os sul-coreanas optaram por acelerar a disponibilização da nova One UI no território nacional, a ponto de avançar mais rápido do que o cronograma extraoficial que havíamos divulgado há duas semanas.

A expectativa agora fica em torno dos outros aparelhos recentes terminados no número 6, como o Galaxy A06, Galaxy A16 e Galaxy A26. No entanto, ainda deve levar algumas semanas para que eles sejam contemplados.

O que tem na One UI 8.5?

Conforme comentamos, a One UI 8.5 é uma atualização baseada no Android 16. Ela foi lançada junto com o Galaxy S26, em fevereiro, e depois começou a chegar aos outros dispositivos da marca. Hoje, está nos flagships das séries S, Flip e Fold, além de desembarcar também nos primeiros A, como uma atualização gratuita.

Confira alguns dos novos recursos:

Filtro de chamadas potencializado por IA

Bixby com recursos de IA do Perplexity

Função no Samsung Notes que resolve equações matemáticas automaticamente

Interface com novos efeitos visuais em menus e navegação otimizada

Widget de alarme na Now Bar

IA que oculta dados sensíveis em fotos (como números de documentos)

Samsung libera One UI 8.5 para Galaxy A56

Samsung libera One UI 8.5 para Galaxy A56
Fonte: Tecnoblog

One UI 8.5 chega ao Galaxy S24 e outros celulares Samsung

One UI 8.5 chega ao Galaxy S24 e outros celulares Samsung

Linha S24 começou a receber a One UI 8.5 no Brasil (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Resumo

Samsung começou a distribuição da One UI 8.5 para mais celulares no Brasil.
Agora, estão recebendo a interface os Galaxy S24, S24 FE, S24 Plus, S24 Ultra, Z Flip 6 e Z Fold 6.
O update traz novos recursos de inteligência artificial e novas ferramentas para a rotina.

A Samsung começou a liberar a One UI 8.5 para mais celulares no Brasil. Desta vez, foram os modelos da linha Galaxy S24 e dobráveis de 2024 que começaram a receber o update.

A distribuição ocorre de forma gradual e dá sequência ao plano da gigante sul-coreana de atualizar seus principais dispositivos com novos recursos de IA e segurança. Os seguintes aparelhos começaram a receber a One UI 8.5 agora:

Galaxy S24

Galaxy S24 FE

Galaxy S24 Plus

Galaxy S24 Ultra

Galaxy Z Flip 6

Galaxy Z Fold 6

O pacote chega para dar uma sobrevida visual e funcional aos topos de linha das gerações anteriores. Além de polimentos estéticos, a nova versão também foca em ferramentas para otimizar a rotina do usuário.

Quais são as principais novidades da One UI 8.5?

O novo sistema é baseado no Android 16 e chega como uma sutil reformulação visual;

No campo da segurança, um destaque é a capacidade de ocultar dados sensíveis de documentos e fotos automaticamente usando inteligência artificial;

Em produtividade, o aplicativo Samsung Notes agora consegue resolver equações matemáticas escritas à mão;

O assistente virtual Bixby também recebeu integração à API da Perplexity AI para realizar buscas;

O pacote inclui ainda um filtro de chamadas aprimorado, widget de alarme na Now Bar e um recurso anti-spam que identifica e silencia aplicativos que exageram nas notificações para poupar bateria.

Filtro de chamadas usa IA para identificar e barrar ligações indesejadas (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Quem ainda vai receber a atualização?

Enquanto dispositivos lançados em 2026 — como a família S26, os intermediários Galaxy A37 e A57 — já rodam a nova interface de fábrica, outros dispositivos da Samsung receberam o update de forma antecipada no mercado brasileiro. É o caso das linhas S25, Z Flip 7 e Z Fold 7, que começaram a atualizar em 12 de maio.

Para os demais aparelhos elegíveis, a distribuição acontecerá de forma escalonada nos próximos meses. Seguindo a política de suporte de longo prazo da fabricante, a lista de dispositivos inclui:

Dobráveis de gerações anteriores: Galaxy Z Flip 5 e Galaxy Z Fold 5 (devem receber o pacote nos próximos dias), além de Z Fold 4 e Z Flip 4;

Topos de linha antigos: dispositivos das séries Galaxy S23 e S22;

Intermediários: modelos das linhas Galaxy A56, A55, A54, A53, M56 e M54;

Fim do ciclo: o pacote deve representar a última grande atualização de sistema para o Galaxy S21 FE, A73 e A33.

One UI 8.5 chega ao Galaxy S24 e outros celulares Samsung

One UI 8.5 chega ao Galaxy S24 e outros celulares Samsung
Fonte: Tecnoblog

Windows Update vai remover driver com problema automaticamente no Windows 11

Windows Update vai remover driver com problema automaticamente no Windows 11

Windows Update vai remover driver com problema automaticamente no Windows 11 (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

Microsoft anunciou recurso Recuperação de Drivers Iniciada pela Nuvem (CIDR) para Windows 11, que remove automaticamente drivers problemáticos e recupera versão anterior;
CIDR utiliza Hardware Dev Center Driver Shiproom para recuperar drivers, garantindo o funcionamento correto do hardware até que um driver validado seja liberado;
recurso será testado entre maio e agosto de 2026 e deve ser liberado nas versões finais do Windows 11 a partir de setembro.

A Microsoft anunciou mais uma medida como parte de sua promessa de melhorar a experiência do usuário com o Windows 11. Trata-se de um recurso chamado Recuperação de Drivers Iniciada pela Nuvem (CIDR, na sigla em inglês). O objetivo é reverter a atualização de drivers quando estes causam problemas.

Atualizações de drivers servem para aprimorar o funcionamento, adicionar funções ou corrigir bugs envolvendo os componentes de hardware relacionados a eles. Mas, às vezes, a atualização gera problemas, como fazer uma placa de vídeo deixar de executar determinados jogos ou causar reinicializações no Windows.

Diante dessas circunstâncias, o usuário precisa reverter a instalação do driver (voltar à versão anterior) manualmente, o que nem sempre é fácil, ou aguardar o fabricante do hardware fornecer um novo driver, o que pode levar um tempo considerável.

É aí que o CIDR passa a fazer sentido: quando um driver problemático é identificado como tal no Windows 11, o mecanismo o remove e recupera a versão anterior, que funcionava normalmente.

Tudo é feito de modo automático, via Windows Update, explica a Microsoft. Isso porque o driver é recuperado a partir do Hardware Dev Center Driver Shiproom, uma espécie de canal online da Microsoft por onde fabricantes de hardware gerenciam e distribuem drivers.

Pode acontecer de o CIDR não recuperar exatamente o driver que estava instalado antes da recuperação, mas obter uma versão mais atual, mas ainda anterior ao driver que está causando problemas.

Windows Update do Windows 11 (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

Em todos os casos, o objetivo é garantir o correto funcionamento do componente de hardware e do computador como um todo até que um driver que atenda aos padrões de qualidade do sistema seja validado e liberado.

Note, porém, que se nenhum driver for localizado no Driver Shiproom para ser usado como substituto, o driver problemático será mantido.

Quando o CIDR chegará ao Windows 11, de fato?

De acordo com o cronograma da Microsoft, o CIDR ficará em fase de teste entre maio e agosto de 2026. Não havendo intercorrências durante esse período, o recurso começará a ser liberado nas versões finais do Windows 11 a partir de setembro deste ano.

Convém lembrar que outra promessa da Microsoft que envolve o Windows Update é uma nova configuração que permite ao usuário pausar facilmente as atualizações do Windows 11.
Windows Update vai remover driver com problema automaticamente no Windows 11

Windows Update vai remover driver com problema automaticamente no Windows 11
Fonte: Tecnoblog

Linux deixará de suportar os clássicos chips AMD K5

Linux deixará de suportar os clássicos chips AMD K5

Kernel Linux deixará de suportar os clássicos chips AMD K5 (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

Linux encerrará suporte a processadores AMD K5, lançados em 1996, a partir da versão 7.2 do kernel em 2026;

motivo principal é ausência ou implementação despadronizada do recurso Time Stamp Counter (TSC) em determinadas variantes desses chips;

modelos antigos da Cyrix sem suporte a TSC também serão afetados pela medida.

Lançados em 1996, os processadores AMD K5 deixarão de ser suportados pelo Linux em breve. A remoção do suporte deve começar, oficialmente, pela versão 7.2 do kernel, a ser lançada no segundo semestre de 2026. O motivo principal da decisão? Os esforços necessários para manter suporte a CPUs sem “TSC” (você já vai entender).

TSC é a sigla para Time Stamp Counter. Trata-se de um recurso presente em chips x86 que conta os ciclos do processador desde o momento em que ele entra em operação (a contagem é zerada quando o computador é desligado, obviamente). O TSC pode ser usado para agendamento de processos, checagem de desempenho, sincronização de tarefas, entre outras ações.

O problema é que algumas variantes do AMD K5 não contavam com TSC ou o implementavam de modo despadronizado. Para lidar com esses chips, o kernel Linux precisa manter um código adicional que faz uma espécie de emulação desse recurso ou aciona mecanismos de contagem alternativos, que são mais lentos ou complexos.

Esse código adicional requer esforços de manutenção. Então, os desenvolvedores precisam, de tempos em tempos, definir o que deve ser mantido e o que deve ser removido do kernel para não só otimizar esses esforços, como também para garantir que o projeto não fique “inchado”.

Neste ponto, o contexto desta história fica visível: o AMD K5 é um chip introduzido na década de 1990 e, portanto, pouco usado atualmente; nesse cenário, os esforços para manter o suporte ao modelo não compensam mais, presumivelmente.

Chip AMD K5 (imagem: reprodução/eBay)

Quando o AMD K5 será “aposentado” no Linux?

O Phoronix encontrou referências para a remoção de chips x86 sinalizados como “sem TSC” no repositório do kernel Linux 7.2, versão que deve ser lançada entre agosto e outubro de 2026. A versão atual é o kernel Linux 7.0, vale relembrar.

Além do AMD K5, a medida valerá para outros chips i586/i686 sem suporte adequado a TSC, a exemplo de alguns modelos da família Cyrix.

Atualmente, os desenvolvedores preparam o lançamento do kernel 7.1, versão que marcará o fim do suporte a processadores i486 no Linux.
Linux deixará de suportar os clássicos chips AMD K5

Linux deixará de suportar os clássicos chips AMD K5
Fonte: Tecnoblog

Samsung libera One UI 8.5 para vários celulares Galaxy; Brasil está na fila

Samsung libera One UI 8.5 para vários celulares Galaxy; Brasil está na fila

Galaxy S25 está entre os aparelhos que começaram a receber a One UI 8.5 (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Resumo

A Samsung começou a liberar a versão final da interface One UI 8.5 para diversos celulares da linha Galaxy, começando pela Coreia do Sul, segundo o site oficial da marca.
A interface chega aos seguintes celulares e tablets: Galaxy S25, Galaxy S25 Plus, Galaxy S25 Ultra, Galaxy S24, Galaxy S24 Plus, Galaxy S24 Ultra, Galaxy Z Fold 6, Galaxy Z Flip 6, linha Galaxy Tab S11 e linha Galaxy Tab S10.
A novidade deve chegar ao mercado brasileiro a partir de 14 de maio, começando pelos smartphones da linha Galaxy S25 e expandindo para os demais modelos gradativamente.

A Samsung começou a liberar a versão final da interface One UI 8.5 para diversos celulares da linha Galaxy nesta quarta-feira (06/05), após um extenso período de testes. Até então, somente os smartphones lançados em 2026, como o Galaxy S26, contavam oficialmente com a novidade.

Como de hábito, a liberação começou para consumidores baseados na Coreia do Sul. Outros mercados serão atendidos nas próximas semanas ou meses, de modo progressivo.

Quando a One UI 8.5 chegará ao Brasil?

O Brasil não está nesta primeira leva expectativa é de que os usuários brasileiros recebam a novidade a partir de 14 de maio. Provavelmente, a liberação começará pelos smartphones da linha Galaxy S25 e será expandida aos demais modelos gradativamente, da mesma maneira que acontece em outras partes do mundo.

One UI 8.5 no Galaxy S26 Ultra (imagem: Ana Marques/Tecnoblog)

A One UI 8.5 está chegando para quais aparelhos?

De acordo com a Samsung, a versão final da One UI 8.5 está sendo liberada para os seguintes celulares e tablets:

Galaxy S25

Galaxy S25 Plus

Galaxy S25 Ultra

Galaxy S25 FE

Galaxy S24

Galaxy S24 Plus

Galaxy S24 Ultra

Galaxy S24 FE

Galaxy Z Fold 7

Galaxy Z Fold 6

Galaxy Z Flip 7

Galaxy Z Flip 6

Linha Galaxy Tab S11

Linha Galaxy Tab S10

É importante reforçar que a linha Galaxy S26 já conta com a One UI 8.5. O mesmo vale para outros smartphones lançados pela Samsung em 2026, como o Galaxy A37 e o Galaxy A57.

Outros dispositivos serão beneficiados em etapas futuras. Eis a lista de modelos Galaxy que devem receber a One UI 8.5.

O que a One UI 8.5 oferece?

A One UI 8.5 oferece um pacote de pequenos e médios aprimoramentos que, juntos, a tornam bastante interessante. Entre eles, podemos destacar:

interface com ajustes de design, novos efeitos visuais em menus e otimização de navegação;

Now Bar com widget de alarme;

ocultação por IA de dados sensíveis em fotos (como números de documentos);

função Math Solver (para equações matemáticas) no Samsung Notes;

Bixby integrada com os recursos de IA do Perplexity;

filtro de chamadas potencializado com IA;

mecanismo que pode “silenciar” aplicativos que emitem muitas notificações.

Samsung libera One UI 8.5 para vários celulares Galaxy; Brasil está na fila

Samsung libera One UI 8.5 para vários celulares Galaxy; Brasil está na fila
Fonte: Tecnoblog

Vai ficar mais fácil pausar as atualizações do Windows 11

Vai ficar mais fácil pausar as atualizações do Windows 11

Windows Update do Windows 11 (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

Resumo

Windows 11 permitirá escolher um período específico para pausar as atualizações do sistema operacional;

pausas no Windows Update poderão durar até 35 dias, mas serem renovadas após esse prazo;

outros ajustes no Windows Update permitem pular downloads durante a instalação do Windows 11 e garantem botões de desligamento e reinicialização sem atualização obrigatória.

Quem já passou pela experiência de ter que aguardar uma atualização do Windows 11 ser concluída antes de uma jogatina ou reunião online sabe o quão frustrante isso é. Felizmente, a Microsoft começou a liberar um recurso que permite agendar pausas no Windows Update para prevenir situações como essas.

Em março, a Microsoft fez uma série de promessas para melhorar a experiência de uso do Windows 11, entre elas, a de permitir que o usuário tenha mais controle sobre as atualizações do sistema operacional. É o que estamos vendo aqui.

A mudança mais recente permite que você escolha uma data para as atualizações do Windows Update serem pausadas. Isso significa que, até que a data chegue, as atualizações do sistema operacional não serão aplicadas. Isso permitirá que você evite que o Windows 11 seja atualizado durante um período de viagem, por exemplo.

É possível escolher uma data com até 35 dias à frente. Porém, se essa quantidade de dias não for suficiente, você poderá renovar o período de pausa, novamente com limite de até 35 dias.

Na abordagem atual, só é possível pausar atualizações por períodos que vão de uma a cinco semanas, mas sem especificação de data ou possibilidade de renovar a paralisação.

A renovação poderá ser feita indefinidamente, mas é prudente não abusar desse recurso para o sistema operacional não deixar de receber atualizações de segurança e recursos importantes.

Programando pausas no Windows Update do Windows 11 (imagem: reprodução/Microsoft)

A Microsoft anunciou mais novidades sobre o Windows Update?

Sim. Outra novidade é a confirmação do recurso que permite que você pule o download de atualizações durante a instalação do Windows 11. Com isso, o tempo de duração do procedimento, que pode superar uma hora, tende a cair drasticamente.

A Microsoft também prometeu assegurar que os botões “Desligar” e “Reiniciar” apareçam no Menu Iniciar quando houver atualizações pendentes de reinicialização para serem instaladas.

Na abordagem atual, essas circunstâncias fazem os botões “Atualizar e desligar” e “Atualizar e reiniciar” aparecerem com prioridade. O problema é que a reinicialização que instala as atualizações pode ser demorada. Então, se o usuário escolher “Desligar” ou “Reiniciar”, a atualização não será efetuada naquele momento.

Por fim, a Microsoft prometeu:

dar descrições mais claras sobre as atualizações disponíveis para Windows 11;

agrupar atualizações para que o usuário seja interrompido menos vezes quando elas surgirem;

reduzir o tempo de atualização e implementar mecanismos de recuperação automática em caso de falha durante o procedimento para garantir a segurança do sistema.

Botões Desligar e Reiniciar estão garantidos (imagem: reprodução/Microsoft)

Quando as novidades do Windows Update serão liberadas?

Os incrementos do Windows Update começaram a ser liberados para usuários que participam do programa de testes Windows Insider, especificamente nos canais Dev e Experimental (novo, substituirá os canais Dev e Canary).

Ainda não há data definida para os novos recursos chegarem à versão final do Windows 11, mas isso deve ser feito no decorrer dos próximos meses.
Vai ficar mais fácil pausar as atualizações do Windows 11

Vai ficar mais fácil pausar as atualizações do Windows 11
Fonte: Tecnoblog

Linux: Ubuntu 26.04 vem aí e estas são as principais novidades

Linux: Ubuntu 26.04 vem aí e estas são as principais novidades

Ubuntu 26.04 “Resolute Raccoon” (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

Resumo

Ubuntu 26.04 “Resolute Raccoon” é uma versão LTS com suporte garantido pela Canonical até abril de 2031;

sistema operacional introduz ambiente de desktop Gnome 50 e já vem com o kernel Linux 7.0;

Entre as mudanças visuais, pastas voltam a ser alaranjadas; Showtime assume como reprodutor de mídia oficial e há um novo visualizador de documentos.

Preservando a tradição, a Canonical reservou este mês de abril para o anúncio oficial de uma nova versão de sua distribuição Linux. O Ubuntu 26.04 “Resolute Raccoon” chega como uma edição com suporte de longo prazo (LTS) e tem o ambiente de desktop Gnome 50 como principal novidade.

Principal, mas não a única. Para começar, sendo esta uma versão LTS (Long Term Support), o seu suporte está garantido por pelo menos cinco anos, isto é, até abril de 2031.

Mas, neste momento, o que mais nos interessa são os recursos funcionais. Pois bem, você conhecerá os atributos mais importantes da nova versão a seguir. Os detalhes exibidos aqui foram baseados na versão beta.

Gnome 50 rodando no Wayland

O Ubuntu 26.04 traz o Gnome 50 como ambiente de desktop padrão. Anunciada em março, essa versão traz novos recursos de acessibilidade (como uma opção que reduz efeitos de movimento para prevenir desconforto visual), controles parentais inéditos e melhorias em aplicativos ou recursos nativos.

Um exemplo: agora é possível configurar mais facilmente aplicativos para inicializarem automaticamente após o login. Outro: o Gnome 50 traz um visualizador de documentos em PDF e outros formatos chamado Papers no lugar do Evince. Entre os seus recursos está a adição mais prática de anotações, que incluem não somente textos, como também marcas e linhas.

O visualizador de documentos do Ubuntu 26.04 (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

Outro detalhe interessante tem relação com o desempenho. O Gnome 50 roda totalmente a partir do sistema gráfico Wayland que, por ser mais moderno que o antigo X11/X.Org, pode oferecer mais fluidez em animações, suporte avançado a tecnologias atuais, como VRR, além de segurança aprimorada. O mecanismo gráfico X.Org deixou de ser usado, definitivamente.

Recursos específicos do Ubuntu 26.04

Sobre características implementadas no Gnome especificamente para o Ubuntu 26.10, a barra lateral à esquerda continua lá. A Ubuntu Dock, como é chamada, agora tem fundo opaco, não oferecendo mais efeito translúcido.

Como sempre, também há um novo pacote de papéis de parede, o que inclui a imagem padrão que faz referência ao codinome da nova versão do sistema operacional.

Outra mudança notável está no Showtime assumindo a função de reprodutor de mídia padrão do sistema. O player tem um visual minimalista que, como tal, torna seu uso mais fácil e tende a contribuir com o fator estabilidade. O Showtime foi introduzido no Gnome 49, mas somente agora virou padrão no Ubuntu.

Não há outras grandes novidades sobre os aspectos visuais, porém, quem tem um olhar mais atento vai notar que as pastas deixaram de ser predominantemente cinzas e voltaram a ser alaranjadas. Quem não curtir essa mudança pode alterar os padrões de cores nas configurações do sistema.

Ícones de pastas são laranjas no Ubuntu 26.04 (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

Outra novidade — ou “não novidade” — é a remoção da ferramenta Programas e Atualizações, que permitia atualizar softwares e recursos como drivers, mas já é considerada obsoleta e insegura pelos desenvolvedores do Ubuntu. Ainda é possível usar esse utilitário, mas só se você o instalar manualmente.

Já o Centro de Aplicativos (App Center), que é o gerenciador de softwares oficial da distribuição, agora lida oficialmente com pacotes Debian (.deb), e não apenas com os Snaps.

Isso pode agradar aos usuários que preferem trabalhar diretamente com pacotes .deb, seguindo a dinâmica tradicional. Os Snaps, vale dizer, são uma implementação da própria Canonical que têm a vantagem de englobar as dependências de cada app, mas podem ser mais pesados ou ter inicialização mais lenta, entre outras possíveis desvantagens.

App Center do Ubuntu 26.04 lida com Snap e Deb (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

O que mais há de interessante no Ubuntu 26.04?

Entre as demais características de destaque do Ubuntu 26.04 estão:

kernel Linux 7.0: a distribuição é baseada na versão mais recente do kernel, que traz gerenciamento de swap melhorado, aprimoramentos em sistemas de arquivos, mais compatibilidade com chips Intel e AMD, entre outros;

sudo com asteriscos: agora você pode configurar o sudo para exibir asteriscos na digitação de senha (por padrão, a ferramenta não exibe nada durante esse procedimento);

drivers gráficos: mais recentes, os drivers Nvidia 590 e Mesa 26.0.2 (abertos) também estão aqui;

ROCm para GPUs AMD: essa é uma plataforma de código aberto da AMD que permite que chips gráficos da marca sejam usados para tarefas de IA, aprendizado de máquina e afins; ela está mais bem integrada ao Ubuntu;

ajustes de segurança: há vários novos recursos para esse aspecto, como criptografia de disco com suporte a TPM (antes, esse recurso era experimental) e criptografia pós-quântica ativada por padrão;

softwares atualizados: como não poderia deixar de ser, a nova versão também traz um conjunto atualizado de aplicativos, que incluem LibreOffice 26.2, Thunderbird 140 e Firefox 149/150.

Firefox continua entre os softwares do Ubuntu (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

Onde baixar o Ubuntu 26.04 “Resolute Raccoon”?

A versão final do Ubuntu 26.04 “Resolute Raccoon” está prevista para ser lançada oficialmente em 23 de abril. O download poderá ser feito a partir do site oficial (que, por ora, exibe imagens do Ubuntu 25.10). Ali, basta escolher a opção de desktop e usar uma ferramenta como o Rufus para criar um pendrive de instalação.

Quem quiser experimentar a versão beta pode baixá-la desde já neste endereço.

Ah, e se você não simpatiza com o Gnome, saiba que é possível recorrer aos outros “sabores” do Ubuntu (versões baseadas em ambientes de desktop diferentes). Vale ressaltar, porém, que o Ubuntu Mate e o Ubuntu Unity não devem ter suporte de longo prazo.

Um último detalhe: o Ubuntu 26.04 exige um pouco mais de RAM nos requisitos mínimos.

Linux: Ubuntu 26.04 vem aí e estas são as principais novidades

Linux: Ubuntu 26.04 vem aí e estas são as principais novidades
Fonte: Tecnoblog

Fim do suporte a chips i486 no Linux está próximo

Fim do suporte a chips i486 no Linux está próximo

Fim do suporte a chips i486 no Linux está próximo (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

kernel Linux deve iniciar remoção do suporte aos chips i486 na versão 7.1;
suporte ao i486 gera código legado e rotinas de emulação x86-32 para CPUs 32 bits antigas, o que consome tempo de manutenção;
Linux já encerrou suporte a chips i386 em 2012 por motivo semelhante.

Introduzidos no final dos anos 1980 e popularizados na década seguinte, os processadores i486 deverão deixar de ser suportados pelo kernel Linux. Desenvolvedores do projeto já se movimentam para que as linhas de código referentes a esses chips deixem de existir. Entre eles está Linus Torvalds.

O motivo: os chips i486 são muito antigos e, consequentemente, são pouco utilizados atualmente. Sobre isso, há cerca de um ano, Torvalds chegou a comentar:

Eu realmente tenho a sensação de que é hora de deixar o suporte ao i486 para trás.

Não há nenhuma razão real para alguém desperdiçar um segundo de esforço de desenvolvimento com esse tipo de problema.

Linus Torvalds

A qual problema Torvalds se refere? Também no ano passado, Ingo Molnar, outro importante desenvolvedor do projeto, explicou o porquê de o suporte a chips i486 ser complicado no Linux:

Na arquitetura x86, nós temos vários recursos complexos de emulação de hardware em x86-32 para suportar CPUs antigas de 32 bits que pouquíssimas pessoas usam com kernels modernos.

Essa compatibilidade às vezes causa problemas que as pessoas gastam tempo para resolver, tempo este que poderia ser gasto em outras atividades.

Ingo Molnar

Faz sentido. Código pouco usado em um projeto tão importante e complexo como o Linux exige esforços de manutenção, adaptação e até otimização para que o kernel não fique “inchado” ou tenha problemas de desempenho. Convém direcionar esforços para aquilo que tem mais prioridade.

Em tempo, o nome i486 faz referência à linha de processadores 80486 (ou somente 486) de 32 bits que a Intel lançou no fim dos anos 1980 e início da década de 1990. Também houve alternativas oferecidas pela concorrência, a exemplo dos chips Am486, da AMD.

Não seria um movimento inédito. Basta nos lembrarmos de que, em 2012, o kernel Linux perdeu suporte aos chips i386, que antecederam os processadores i486, por razões parecidas.

Processador Intel 486 DX (imagem: yellowcloud/Flickr)

Quando o suporte a i486 deixará de existir no Linux?

Linus Torvalds e sua turma trabalham atualmente no kernel Linux 7.0, versão que pode ser anunciada oficialmente já no próximo fim de semana. Porém, o Phoronix observou que uma alteração de código que dá início à remoção do suporte a i486 foi inserida recentemente em uma ramificação relacionada ao kernel 7.1.

Isso significa que a versão seguinte ao Linux 7.0 é que deve dar início ao processo de aposentadoria dos chips 486 na plataforma. Mas não pense que esta será uma decisão tomada às pressas: discussões sobre o fim do suporte a chips i486 no Linux existem pelo menos desde 2022.

Quem tem um PC 486 em atividade não ficará desamparado, porém. Neste caso, a solução é recorrer a uma distribuição Linux com uma versão anterior do kernel e que, como tal, mantém suporte a esse tipo de processador.
Fim do suporte a chips i486 no Linux está próximo

Fim do suporte a chips i486 no Linux está próximo
Fonte: Tecnoblog

Microsoft quer que o Edge abra sozinho sempre que o Windows 11 iniciar

Microsoft quer que o Edge abra sozinho sempre que o Windows 11 iniciar

Edge é o navegador oficial da Microsoft (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

Microsoft está testando a abertura automática do Edge ao iniciar o Windows 11, ativada por padrão.
Nos testes, o Edge abriu automaticamente mesmo quando o Google Chrome estava marcado como navegador padrão.
Tudo indica que o teste está sendo realizado com uma pequena parcela de usuários e pode não chegar à versão estável.

Há poucos dias, a Microsoft revelou um plano para melhorar a experiência do usuário com o Windows 11. Pois bem, no caso do Edge, a abordagem pode ser um pouco diferente: a companhia está testando a abertura automática do navegador sempre que o sistema é iniciado.

Não é o primeiro aplicativo a adotar esse comportamento no Windows. O que chama atenção é que, ao contrário da maioria dos apps — que pedem autorização prévia para iniciar com o sistema —, a função já viria ativada por padrão, cabendo ao usuário desativá-la.

O pessoal do Windows Central visualizou a “novidade”. Um banner aparece no topo informando que o Edge “agora é iniciado quando você entra no Windows”. 

Banner no topo do navegador avisa que o Edge abrirá sozinho (imagem: reprodução/Windows Central)

De acordo com o portal, tudo indica que o teste tem sido feito com uma parcela pequena de usuários. E, como é apenas um beta, pode ser que não chegue à versão estável do browser.

Vale citar que, por padrão, o Windows já pré-carrega o Edge em segundo plano para iniciar mais rápido. Hoje, é possível configurar o navegador para inicializar com o sistema, mas isso ainda é opcional.

Edge abre mesmo sem ser navegador padrão

Nos testes, o comportamento do Edge se manteve mesmo com o Google Chrome marcado como navegador padrão. Resta aguardar para ver se a Microsoft manterá a mudança.

Também não custa lembrar que a empresa vem integrando cada vez mais o Edge ao Copilot — o que, na prática, pode transformar essa abertura automática em mais uma porta de entrada para a IA.
Microsoft quer que o Edge abra sozinho sempre que o Windows 11 iniciar

Microsoft quer que o Edge abra sozinho sempre que o Windows 11 iniciar
Fonte: Tecnoblog

Engenheiro da Microsoft “vaza” Barra de Tarefas móvel do Windows 11

Engenheiro da Microsoft “vaza” Barra de Tarefas móvel do Windows 11

Barra de Tarefas na parte superior do Windows 11 (imagem: reprodução/Windows Latest)

Resumo

engenheiro da Microsoft divulgou vídeo, já apagado, mostrando Barra de Tarefas móvel do Windows 11;
como previsto, Barra de Tarefas móvel permitirá movimentação para a esquerda, direita, topo ou inferior;
não há data prevista de liberação, mas espera-se que novidade até o fim de 2026.

Depois de muitas críticas de usuários, a Microsoft prometeu tornar móvel a Barra de Tarefas do Windows 11. Mas deve demorar para essa novidade chegar, certo? Talvez não demore: um engenheiro da companhia divulgou um vídeo que sugere que o recurso já está em fase avançada de desenvolvimento.

No Windows 10 (e versões anteriores), você pode posicionar a Barra de Tarefas na parte superior, bem como nas laterais esquerda e direita da Área de Trabalho. Mas, no Windows 11, a Barra de Tarefas fica presa à parte inferior da tela.

Embora a grande maioria dos usuários prefira usar a Barra de Tarefas a partir da parte inferior (é o meu caso), há quem queira ter liberdade para mover esse componente, seja para fins estéticos, seja para melhorar a experiência com uma aplicação específica.

Recentemente, a Microsoft causou surpresa ao anunciar um pacote de novidades para o sistema operacional. No meio desse pacote está justamente uma Barra de Tarefas móvel no Windows 11.

Em breve, a novidade será liberada para usuários que participam do programa de testes Windows Insider. Porém, antes do que deveria, um engenheiro da Microsoft publicou um vídeo no X que mostra a Barra de Tarefas móvel em ação.

Barra de Tarefas à direita do Windows 11 (imagem: reprodução/Windows Latest)

Como funciona a nova Barra de Tarefas do Windows 11?

O vídeo foi apagado, mas o Windows Latest conseguiu guardar o conteúdo antes de sua exclusão. As imagens não têm alta qualidade porque a demonstração foi feita a partir de uma máquina virtual, mas dão uma noção de como o recurso funcionará.

Sabemos, com base nas imagens divulgadas pela Microsoft na ocasião do anúncio, que o campo de pesquisa some se a Barra for posicionada à esquerda ou à direita, dando lugar a um ícone de lupa.

Já com base nas capturas do vídeo (as imagens desta notícia), vemos um menu que surge com um clique sobre a Barra de Tarefas que dá opções de movimentação para a esquerda, a direita, o topo ou a parte inferior. O Windows Latest ressalta que essas opções estão ali apenas para depuração, então, não está claro se elas farão parte da novidade. Tomara que sim.

Opções de movimentação da Barra de Tarefas do Windows 11 (imagem: reprodução/Windows Latest)

Eu espero que também seja possível reposicionar a Barra de Tarefas arrastando-a com o cursor do mouse, tal como no Windows 10.

De todo modo, será possível alterar a posição da Barra de Tarefas na área de configurações do Windows 11. Por ali também deverá estar outra funcionalidade prometida: a possibilidade de ajustar as dimensões da Barra de Tarefas (e não apenas o tamanho de seus ícones, como é possível atualmente).

Quando a Barra de Tarefas móvel chegará ao Windows 11?

A Microsoft não deu um prazo para isso, mas sinalizou que as mudanças prometidas para o Windows 11 chegarão até o fim de 2026, o que deve incluir a Barra de Tarefas móvel.

Há boas chances de que a liberação do recurso para testadores do Windows Insider seja feita ainda neste trimestre.
Engenheiro da Microsoft “vaza” Barra de Tarefas móvel do Windows 11

Engenheiro da Microsoft “vaza” Barra de Tarefas móvel do Windows 11
Fonte: Tecnoblog