Category: Sistemas Operacionais

iOS 26 enfrenta baixa adesão dos donos de iPhone

iOS 26 enfrenta baixa adesão dos donos de iPhone

Novos recursos não foram suficientes para impulsionar o iOS 26 (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

Dados da StatCounter mostram que apenas 16% dos iPhones ativos utilizam o iOS 26, lançado em setembro de 2025.
Os motivos podem estar ligados ao redesenho visual Liquid Glass, que gerou recepção mista, contribuindo para a resistência à atualização.
A Apple também manteve atualizações de segurança para o iOS 18, permitindo que usuários adiem a migração sem riscos de vulnerabilidade.

Donos de iPhone estão com uma resistência incomum à instalação do iOS 26, a versão mais recente do sistema da Apple. Segundo dados atuais da StatCounter, que analisa estatísticas de mercado, a taxa de adoção está bem abaixo dos padrões históricos da fabricante.

Enquanto versões anteriores costumavam ultrapassar a marca de 50% de instalação nos primeiros meses, a atual ficou longe do mesmo padrão: apenas 16% dos usuários ativos possuem alguma versão do novo sistema (26, 26.1 ou 26.2). Dessa parcela, o iOS 26.1 detém a maior fatia até aqui, com 10,57%. Em contraste, em janeiro de 2025, o iOS 18 já operava em 63% dos aparelhos compatíveis.

Quebra de padrão histórico

Os dados, mesmo que não sejam oficiais da Apple, evidenciam uma mudança de comportamento. O ecossistema da Apple sempre foi reconhecido pela rapidez nas atualizações, já que a empresa disponibiliza o software simultaneamente para todos os modelos suportados globalmente, ao contrário do cenário de fragmentação observado no Android.

A disparidade sugere que o interesse do consumidor em novas funcionalidades foi substituído por uma postura de cautela. Os portais especializados Cult of Mac e TechRadar indicam que, pela primeira vez em anos, a percepção de estabilidade do iOS 18 parece superar o apelo para experimentar as novidades da versão 26.

Por que os usuários estão evitando o iOS 26?

Mudanças visuais introduzidas no iOS 26 dividiram o público (imagem: divulgação/Apple)

A rejeição ao sistema pode ser atribuída a uma combinação de fatores. O principal identificado por analistas é o Liquid Glass, o redesenho visual da interface introduzido nesta versão.

O conceito alterou elementos de navegação e a iconografia clássica do iPhone, gerando uma recepção mista. Muitos usuários ainda preferem a interface anterior e evitam a atualização para não lidar com uma nova curva de aprendizado.

Além do aspecto visual, a própria estratégia da Apple contribuiu para a baixa adesão. Diferente de ciclos passados, em que a permanência em sistemas antigos poderia expor o dispositivo a vulnerabilidades críticas, a companhia manteve o fornecimento de atualizações de segurança para o iOS 18 ao longo de 2025. Essa política permitiu adiar a migração por mais tempo sem correr riscos imediatos de segurança.

Há também um debate sobre a relevância das novas funcionalidades. O iOS 26 trouxe o aplicativo nativo Apple Games, melhorias em inteligência artificial e o Modo de Energia Adaptável. No entanto, esses recursos podem não ter sido suficientes para motivar o update.

A expectativa é que a base de usuários do iOS 26 cresça gradualmente à medida que novos dispositivos, já equipados com o sistema de fábrica, entrem no mercado. Contudo, o cenário atual parece um sinal de que o consumidor prioriza continuidade e confiabilidade, com menor tolerância a mudanças estéticas radicais.

iOS 26 enfrenta baixa adesão dos donos de iPhone

iOS 26 enfrenta baixa adesão dos donos de iPhone
Fonte: Tecnoblog

Novo software transforma celular em peso de papel

Novo software transforma celular em peso de papel

Atualização causou falhas graves em smartphones Fairphone (imagem: divulgação)

Resumo

A atualização FP4.QREL.15.15.2 do Fairphone 4 inutilizou alguns aparelhos, que não ligam nem reagem ao carregador.
A fabricante interrompeu a distribuição da atualização e investiga as falhas, que não afetam todos os dispositivos.
Usuários afetados devem registrar o problema no portal de reparos ou contatar o suporte ao cliente.
O Fairphone 4 não é vendido oficialmente no Brasil.

Uma atualização de software liberada nesta semana acabou transformando celulares em “pesos de papel”, após relatos de usuários que ficaram com os aparelhos completamente inutilizados. O problema surgiu depois da liberação de um novo pacote do sistema para o Fairphone 4, modelo lançado em 2021 com promessa de garantia de cinco anos.

Segundo os relatos, a atualização FP4.QREL.15.15.2, liberada na terça-feira (23/12), fez com que os celulares não ligassem e nem reagissem ao carregador. Diante do aumento das queixas, a fabricante holandesa confirmou a existência de falhas inesperadas e decidiu suspender imediatamente a distribuição do software enquanto investiga o ocorrido.

O que aconteceu com a atualização?

Pouco depois da liberação do pacote, usuários relataram que, após concluir a instalação e reiniciar o sistema, o aparelho permanecia completamente desligado, sem qualquer resposta a comandos básicos. O Fairphone 4 saiu de fábrica com o Android 11.

“Meu telefone parece estar completamente inutilizado agora”, escreveu um usuário. “Atualizei ontem à noite, reiniciei hoje de manhã e ele simplesmente morreu”. Em outro post no fórum oficial, outro relato afirma: “Estou na mesma situação e o celular não reage nem quando conectado ao carregador”.

A fabricante confirmou ao site Android Authority que detectou “problemas inesperados” logo após o início do rollout. Em comunicado, informou que pausou a atualização para evitar que mais usuários fossem afetados enquanto a equipe técnica analisa os erros.

Fairphone 4 apresentou problemas após atualização de sistema (imagem: divulgação)

Todos os aparelhos foram afetados?

Apesar da gravidade dos relatos, o problema não parece atingir todos os dispositivos que receberam a atualização. Há usuários que instalaram o software sem enfrentar falhas críticas, o que indica que o bug pode estar relacionado a combinações específicas de hardware, configurações ou estados anteriores do sistema.

A empresa orientou quem teve o celular inutilizado a registrar o problema por meio do portal oficial de reparos ou a entrar em contato diretamente com o suporte ao cliente. Ainda não há confirmação sobre a necessidade de reparo físico, reinstalação manual do sistema ou substituição dos aparelhos afetados.

Até o momento, não há previsão para a retomada do rollout nem detalhes técnicos completos sobre a causa do problema. A empresa afirmou que divulgará as notas oficiais da atualização apenas quando uma versão corrigida estiver pronta para ser distribuída.

O caso chama atenção justamente porque a marca é reconhecida por oferecer uma das políticas de update mais longas do mercado e se posicionar contra a obsolescência programada, embora o ritmo das atualizações já tenha sido alvo de críticas no passado. O Fairphone 4 não é vendido oficialmente no Brasil.
Novo software transforma celular em peso de papel

Novo software transforma celular em peso de papel
Fonte: Tecnoblog

Fita da primeira versão do Unix em C é recuperada com sucesso

Fita da primeira versão do Unix em C é recuperada com sucesso

Técnica sofisticada permitiu recuperar dados sem danificar a mídia física (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

A fita magnética do Unix V4 de 1973 foi recuperada e restaurada por Al Kossow, do Museu da História da Computação.
A recuperação utilizou uma técnica que preserva o fluxo magnético, gerando um arquivo de 1,6 GB a partir de 40 MB de dados reais.
O Unix V4, reescrito em C, tornou o sistema portátil e influenciou sistemas modernos como Linux e macOS.

Uma das peças mais raras da história da tecnologia foi salva do esquecimento digital. Al Kossow, curador de software do Museu da História da Computação (CHM), conseguiu recuperar o conteúdo de uma fita magnética do Unix V4, datada de 1973. A mídia, encontrada por acaso no mês passado em um depósito da Universidade de Utah, contém a primeira versão do sistema operacional reescrita na linguagem C — um marco que mudaria para sempre a forma como interagimos com computadores.

Os arquivos foram reconstruídos e o sistema já está “vivo” novamente, rodando via emulação. O artefato foi encontrado pelo professor Robert Ricci, da Escola de Computação Kahlert, enquanto fazia uma faxina em uma sala de armazenamento da universidade. Dada a importância do achado, a mídia foi enviada com urgência para a Califórnia, segundo o jornal The Register.

Como conseguiram ler a fita magnética de 50 anos?

Recuperar dados de uma mídia magnética dessa idade não é tão simples. Se a equipe tentasse ler os arquivos da maneira tradicional, a degradação física da fita poderia causar erros irreversíveis. Por isso, os especialistas optaram por uma técnica mais sofisticada: preservar o fluxo magnético.

Em vez de tentar decifrar os “zeros e uns” imediatamente, eles usaram conversores de alta velocidade para criar uma “imagem” analógica das ondas magnéticas gravadas na fita. É um processo parecido com o que preservadores fazem com disquetes antigos: o objetivo é capturar o sinal bruto.

Essa leitura gerou um arquivo de 1,6 GB que representa cerca de 40 MB de dados reais. Depois, um software especial analisou essas ondas digitalizadas para reconstruir a informação original. Para quem quiser ver a história com os próprios olhos, uma versão pronta para uso foi disponibilizada. O sistema pode ser iniciado no emulador SimH, que simula o computador da época (um PDP-11), permitindo até digitar comandos em um prompt de 1973.

Imagens do sistema rodando já circulam no Mastodon, onde entusiastas colocaram o Unix V4 para funcionar em máquinas antigas por simulação.

Interface de linha de comando do Unix V4 rodando no emulador (imagem: reprodução/Mastodon)

Por que essa versão do Unix é tão importante?

A recuperação do Unix V4 preenche uma lacuna na história. As versões anteriores haviam sido escritas em Assembly, uma linguagem complexa e presa ao hardware específico da máquina. Foi na versão V4 que Ken Thompson e Dennis Ritchie reescreveram a maioria do sistema em C. Isso tornou o software “portável”, permitindo que ele fosse levado para outros computadores sem precisar ser recriado do zero. Sem esse passo, sistemas modernos como Linux e macOS talvez não existissem da forma como conhecemos.

O material bruto agora está preservado no Internet Archive, garantindo que não se perca novamente.
Fita da primeira versão do Unix em C é recuperada com sucesso

Fita da primeira versão do Unix em C é recuperada com sucesso
Fonte: Tecnoblog

LG promete: donos de TVs poderão retirar o ícone do Copilot

LG promete: donos de TVs poderão retirar o ícone do Copilot

Microsoft Copilot começou a aparecer em smart TVs LG (imagem: reprodução/Reddit)

Resumo

LG comunicou que vai permitir que usuários removam o ícone do Microsoft Copilot de suas smart TVs.
A instalação automática do Copilot gerou críticas por ser considerada invasiva, mas a fabricante afirma que o atalho não compromete a privacidade.
Ainda não há uma data para a atualização que permitirá a remoção.

A LG anunciou que vai alterar o comportamento de seu sistema operacional para permitir que os usuários removam o ícone do Microsoft Copilot da tela inicial de suas smart TVs. A inclusão do sistema da Microsoft viralizou nas últimas semanas com críticas de consumidores que se sentiram invadidos pela instalação automática do recurso.

Visualmente, o Copilot aparece na interface do webOS ao lado de serviços como Netflix e YouTube, comportando-se como qualquer outro aplicativo, conforme o Tecnoblog noticiou no começo desta semana.

No entanto, a companhia esclareceu, em nota enviada ao The Verge, que o item não é um “serviço baseado em aplicativo embutido”, mas sim um “atalho” que redireciona o usuário para a versão web da IA através do navegador da TV.

Ao portal, Chris De Maria, porta-voz da fabricante, afirmou que a companhia “respeita a escolha do consumidor” e tomará medidas para permitir a exclusão do ícone de atalho.

Copilot no webOS

A polêmica começou na última semana, quando proprietários de TVs LG notaram que uma atualização automática do sistema webOS havia instalado o Copilot em seus aparelhos. O problema não era apenas a presença do software, mas a impossibilidade de removê-lo.

My LG TV’s new software update installed Microsoft Copilot, which cannot be deleted. byu/defjam16 inmildlyinfuriating

Diferente de aplicativos de streaming como Netflix ou Disney+, os quais os donos da TVs podem gerenciar livremente, a marca implementou o atalho da Microsoft como um aplicativo de sistema ou pré-instalado.

Segundo a documentação de suporte da própria marca, usuários não podem desinstalar apps dessa categoria, apenas ocultar ou movê-los para o final da lista. Essa impossibilidade o que gerou acusações de “bloatware” em fóruns como o Reddit.

LG nega invasão de privacidade

Além do incômodo visual, a instalação forçada levantou dúvidas sobre privacidade, mas a LG garante, no comunicado, que o atalho não ativa o microfone da TV automaticamente. “Recursos como a entrada de microfone são ativados apenas com o consentimento explícito do cliente”, reforçou a empresa.

Apesar da promessa de correção, a LG não forneceu uma data específica para a liberação do update que tornará o ícone deletável. A integração faz parte da estratégia de AI TV anunciada pela marca em parceria com a Microsoft durante a CES 2025, no início do ano.
LG promete: donos de TVs poderão retirar o ícone do Copilot

LG promete: donos de TVs poderão retirar o ícone do Copilot
Fonte: Tecnoblog

Microsoft confirma falha crítica no RemoteApp após atualização de novembro

Microsoft confirma falha crítica no RemoteApp após atualização de novembro

Microsoft reconheceu falha no Windows (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

Microsoft reconheceu que a atualização KB5070311 de novembro de 2025 causou falhas no RemoteApp em ambientes Azure Virtual Desktop.
A dona do Windows liberou uma solução temporária e ativou o Known Issue Rollback (KIR) para reverter atualizações problemáticas.
Empresas são as principais afetadas, enquanto dispositivos pessoais com Windows Home ou Pro não devem ser impactados.

A Microsoft reconheceu que atualizações recentes do Windows provocam falhas de conexão no RemoteApp. O erro afeta dispositivos Windows 11 24H2/25H2 e Windows Server 2025 que operam em ambientes Azure Virtual Desktop. O problema surgiu após a instalação da atualização do sistema KB5070311 de novembro de 2025 e persiste em versões mais recentes.

O RemoteApp permite que usuários executem aplicativos individuais do Windows a partir da nuvem, sem precisar carregar um desktop virtual completo. Com o bug, essas aplicações param de funcionar, embora sessões de desktop completas continuem operando normalmente.

Empresas são as principais afetadas

Segundo a Microsoft, o problema não atinge dispositivos pessoais com Windows Home ou Pro, já que o Azure Virtual Desktop é usado principalmente em ambientes corporativos. Organizações que dependem do RemoteApp para operações diárias enfrentam interrupções no acesso a aplicativos remotos.

A falha impacta especificamente a conexão entre o cliente e os aplicativos transmitidos, enquanto outras funcionalidades do sistema permanecem inalteradas.

Esse não é o único problema recente do Windows. Há poucos dias, a Microsoft precisou corrigir uma falha que causava flashes brancos no Explorador de Arquivos com o modo escuro ativado.

Sede da Microsoft em Redmond (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Solução temporária exige ajuste no registro

Se você se deparou com esse problema de alguma forma, a Microsoft já divulgou um procedimento manual para contornar o problema. Administradores de servidores ou usuários casuais (caso isso chegue a afetar alguém no Windows 11) precisam adicionar uma chave de registro com privilégios administrativos e reiniciar o sistema.

O processo envolve abrir o Prompt de Comando como administrador e executar o comando:

reg add “HKEY_LOCAL_MACHINESOFTWAREMicrosoftWindows NTCurrentVersionWinLogonShellProgramsRdpShell.exe” /v “ShouldStartRailRPC” /t REG_DWORD /d 1 /f

Após aplicar a mudança, basta reiniciar o sistema. O problema deve ser resolvido.

Microsoft já aplicou a reversão automática

Com o reconhecimento do problema, a empresa também ativou o recurso Known Issue Rollback (KIR) para dispositivos Windows Pro e Enterprise, que reverte automaticamente atualizações problemáticas distribuídas pelo Windows Update.

Usuários devem verificar se há novas atualizações no Windows Update, aplicá-las e reiniciar o dispositivo para receber a correção.

Já em ambientes corporativos nos quais departamentos de TI controlam as atualizações, os administradores podem aplicar manualmente a reversão instalando e configurando uma Política de Grupo específica para cada versão do Windows.

A Microsoft também informou que trabalha em uma correção definitiva, mas não divulgou previsão para o lançamento da solução permanente. Paralelamente, a empresa liberou um novo recurso que promete aumentar o desempenho do PC em até 80% com melhor uso de unidades NVMe.
Microsoft confirma falha crítica no RemoteApp após atualização de novembro

Microsoft confirma falha crítica no RemoteApp após atualização de novembro
Fonte: Tecnoblog

Microsoft corrige falha no Explorador de Arquivos do Windows 11

Microsoft corrige falha no Explorador de Arquivos do Windows 11

Modo escuro no Explorador de Arquivos do Windows 11 (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

Resumo

Microsoft corrigiu bug no Explorador de Arquivos do Windows 11 que causa flashes brancos ao usar o modo escuro;
Correção está na atualização KB5072033, lançada junto ao Patch Tuesday de dezembro de 2025;
O pacote também corrige problemas no Windows PowerShell, Copilot e configurações de redes.

É irônico que um bug faça uma interface em modo escuro exibir flashes brancos na tela. Mas é justamente o que vem acontecendo com o Explorador de Arquivos do Windows 11. Bom, não mais: a Microsoft liberou uma correção para o sistema operacional que corrige o problema.

A tela branca aparece justamente quando o Explorador de Arquivos é aberto com o modo escuro do Windows 11 ativado, antes de pastas, arquivos e atalhos serem exibidos. A falha também se manifesta diante de outras ações, como quando o usuário sai da ou volta para a tela de início, ou abre uma nova guia na ferramenta.

O problema dos flashes no Explorador de Arquivos afeta compilações como 26100.7309 e 26200.7309 do Windows 11, mas não está descartada a possibilidade de o bug se manifestar em outras versões. Isso porque a falha ocorre após a instalação do pacote opcional KB5070311.

Até então, a única solução disponível também era irônica: desativar o modo escuro do sistema operacional.

“Flash” na inicialização do Explorador de Arquivos do Windows 11 (imagem: reprodução/The Verge)

Correção chega com Patch Tuesday de dezembro

A correção para o problema vem com a atualização KB5072033, liberada nesta semana junto ao Patch Tuesday de dezembro de 2025 (o conjunto de atualizações de software que a Microsoft libera na segunda terça-feira de cada mês).

O mesmo pacote traz correções para o PowerShell do Windows, o Copilot e para configurações de redes, por exemplo.

Para instalar a atualização, basta acessar o Windows Update no Windows 11 e verificar se o pacote KB5072033 já está disponível. Se negativo, você pode aguardar para a atualização chegar até o seu computador.

Você também pode fazer o download a partir do site da Microsoft. No link, escolha o pacote correspondente à versão do seu sistema (25H2 ou 24H2) e plataforma (x64 para Intel ou AMD, arm64 para Snapdragon ou outro chip Arm).
Microsoft corrige falha no Explorador de Arquivos do Windows 11

Microsoft corrige falha no Explorador de Arquivos do Windows 11
Fonte: Tecnoblog

One UI 8.5: Now Bar deve ganhar widget de alarme

One UI 8.5: Now Bar deve ganhar widget de alarme

One UI é a interface usada em aparelhos Samsung (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

Now Bar deve ganhar suporte a recursos de alarme na futura interface One UI 8.5;

Outra possível novidade é a chegada da função Math Solver a smartphones Galaxy, possivelmente apenas em modelos com S Pen;

Lançamento da One UI 8.5 é esperado para o início do próximo ano, junto à linha Galaxy S26.

Introduzida como um dos atrativos da One UI 7, a Now Bar deve ficar um pouco mais interessante na One UI 8.5. Isso porque são fortes os rumores de que a Samsung integrará a ferramenta a mais funções do dia a dia do usuário, entre elas, o recurso de alarme dos celulares Galaxy.

A Now Bar funciona como uma área de notificações e ações rápidas que aparece na tela de bloqueio ou na área de status da One UI. Ela pode dar acesso em tempo real aos dados de um exercício monitorado via Samsung Health, pausar ou avançar uma música, exibir informações do clima e por aí vai.

Já havia compatibilidade da Now Bar com as funções de cronômetro e temporizador do relógio da One UI. Mas, de acordo com o site SamMobile, essa integração será expandida na One UI 8.5 para adicionar suporte à função de alarme.

Com isso, a Now Bar poderá exibir um widget para informar que o alarme está prestes a tocar, dando ao usuário a opção de adiar o horário de execução, por exemplo.

Graças à maior integração do relógio à Now Bar, o usuário poderá controlar os recursos de alarme diretamente da tela de bloqueio, sem ter que desbloquear o smartphone para isso.

Now Bar com função de alarme na One UI 8.5 (imagem: reprodução/SamMobile)

One UI 8.5 também trará função Math Solver

A atualização da Now Bar é uma das várias novidades esperadas para a One UI 8.5. Entre as demais está a ampliação do acesso à função Math Solver. Trata-se de uma ferramenta capaz de resolver equações matemáticas.

O Math Solver faz parte dos recursos do Samsung Notes direcionado aos tablets da linha Galaxy. Mas, ainda de acordo com o SamMobile, o recurso foi encontrado em um arquivo APK do Samsung Notes para a interface One UI 8.5 direcionada a smartphones.

Isso significa que o Math Solver deverá chegar a celulares, mas há a possibilidade de que isso ocorra apenas em modelos Galaxy compatíveis com a caneta S Pen. Somente no lançamento é que teremos certeza sobre isso.

Math Solver para celulares Galaxy (imagem: reprodução/SamMobile)

Quando a One UI 8.5 será lançada?

A expectativa é a de que a Samsung lance a versão final da One UI 8.5 junto com a futura linha de celulares Galaxy S26, no início do próximo ano, e libere a interface para os demais aparelhos compatíveis logo depois, de modo gradativo.

Cerca de 100 modelos poderão ser contemplados com a One UI 8.5, incluindo os aparelhos Galaxy S lançados entre 2021 e 2025.
One UI 8.5: Now Bar deve ganhar widget de alarme

One UI 8.5: Now Bar deve ganhar widget de alarme
Fonte: Tecnoblog

Android terá alerta na tela para ligações urgentes

Android terá alerta na tela para ligações urgentes

Nova ferramenta exige discador oficial do Google para funcionar (imagem: reprodução/Google)

Resumo

Google introduziu o recurso Call Reason no Android, permitindo sinalizar chamadas urgentes, visíveis no histórico de chamadas.
A funcionalidade está em beta e requer o app Telefone do Google.
A empresa também anunciou ferramentas de segurança para detectar fraudes em mensagens e filtros no Google Mensagens para grupos indesejados.

O Google anunciou novas atualizações para o sistema Android e introduziu recursos de comunicação, segurança e personalização. Entre as novidades, está a ferramenta Call Reason (motivo da chamada, em tradução livre), que permite sinalizar a urgência da ligação.

Atualmente em fase beta, o recurso permite que, ao discar para um contato salvo, o usuário selecione a opção “urgente”. O destinatário visualizará esse alerta na tela do celular e, caso a chamada não seja atendida, uma notificação de urgência permanecerá visível no histórico, incentivando o retorno da ligação.

O anúncio ocorreu nesta terça-feira (3).

Quais celulares são compatíveis?

GIF mostra funcionamento da ferramenta Call Reason (imagem: reprodução/Google)

A ferramenta está vinculada ao Telefone do Google, o aplicativo de discagem padrão da empresa. Segundo informações do Google Brasil, a funcionalidade será liberada para todos os idiomas globalmente, mas a disponibilidade depende de o app estar instalado no smartphone.

Aparelhos da linha Google Pixel, assim como modelos recentes da Motorola, Xiaomi (versões globais), Nokia (HMD) e Asus, utilizam o discador do Google nativamente. Esses dispositivos, portanto, receberão a novidade automaticamente via atualização.

No Brasil, o impacto tende a ser menor já que a maior vendedora de smartphones é a Samsung, que utiliza um app próprio de Telefone. No entanto, o Android permite a instalação do Telefone do Google em praticamente qualquer dispositivo. Usuários interessados podem baixá-lo gratuitamente na loja oficial e configurá-lo como o discador padrão.

Segurança e mais IA

O pacote de novidades também apresenta novas ferramentas focadas na segurança e acessibilidade. O recurso Circule para Pesquisar agora usa IA para analisar o conteúdo da tela em busca de potenciais golpes. Ao verificar mensagens de texto ou chats suspeitos, o sistema indica a probabilidade de fraude.

Circle to Search ganhou função para verificar segurança de mensagens (imagem: reprodução/Google)

Nas mensagens de texto via Google Mensagens (padrão também nos aparelhos da Samsung), a empresa implementou novos filtros para grupos indesejados. Ao ser adicionado por um número desconhecido, o usuário receberá um alerta com dicas de segurança e opções rápidas para sair do grupo, bloquear o contato e denunciar spam com um único toque.

Utilizando processamento local, o sistema agora também gera legendas em tempo real que descrevem não só a fala, mas a intensidade e a emoção do interlocutor, além de identificar sons ambientes como aplausos.

Google liberou legendas em vídeos ao vivo (imagem: reprodução/Google)

O Google também reestruturou como as notificações são gerenciadas, juntando mensagens longas e conversas em grupo e oferecendo um resumo do conteúdo. Alertas de baixa prioridade, como promoções e avisos de redes sociais, também serão silenciados automaticamente para reduzir distrações.

As configurações de controle parentais, por sua vez, foram migradas para um menu dedicado nas configurações principais do aparelho. Além disso, o sistema expandiu o suporte para ícones temáticos e introduziu uma opção forçada de “tema escuro” para aplicativos que não possuem essa configuração nativa.

Além disso, o Google incluiu a fixação de guias importantes no Chrome para Android e novas combinações de adesivos no “Emoji Kitchen”, do teclado Gboard.
Android terá alerta na tela para ligações urgentes

Android terá alerta na tela para ligações urgentes
Fonte: Tecnoblog

Explorador de Arquivos do Windows 11 pode ficar mais rápido e simples

Explorador de Arquivos do Windows 11 pode ficar mais rápido e simples

Windows 11 recebeu novidades nos canais Dev e Beta (ilustração: Guilherme Reis/Tecnoblog)

Resumo

O Explorador de Arquivos do Windows 11 tem um novo menu de contexto mais simples, com opções agrupadas em submenus para gerenciar arquivos e armazenamento em nuvem.
A Microsoft implementou um pré-carregamento em segundo plano para abrir a ferramenta mais rapidamente.
A build 26220.7271 (KB5070307) do Windows 11 inclui outras novidades, como a experiência Xbox em tela cheia e a restauração point-in-time.

A versão mais recente do Windows 11 traz duas mudanças para o Explorador de Arquivos (File Explorer): um menu de contexto mais simples e um pré-carregamento para deixar a ferramenta mais rápida.

As novidades fazem parte da compilação 26220.7271 (KB5070307), liberada para participantes do programa Insider inscritos nos canais Dev e Beta. Elas podem sofrer mudanças até o lançamento para o público geral, que não tem previsão para acontecer.

Como é o novo menu de contexto?

A Microsoft reorganizou as opções do menu de contexto do Explorador de Arquivos, aquele que aparece quando você clica com o botão direito do mouse.

Ações como girar imagem, colocar como plano de fundo do desktop e comprimir em arquivo ZIP agora estão agrupadas em um submenu para gerenciar arquivos. De modo semelhante, para manter um arquivo no dispositivo ou liberar espaço, o usuário precisará ir até o submenu do armazenamento em nuvem.

Alguns itens foram reordenados, deixando ações de abrir arquivos ou pastas mais próximas, bem como tarefas relacionadas ao envio para outros dispositivos.

Menu de contexto pode ficar menor futuramente (imagem: divulgação)

Usuários reclamam há tempos dos menus de contexto do Windows 11, apontando que eles são muito longos, pouco práticos e ocupam muito espaço na tela.

Vale dizer que essas mudanças do File Explorer ainda não usam o formato “split” apresentado pela Microsoft para o WinUI — isso poderia deixar a lista ainda mais enxuta.

Solução “split”, destinada a desenvolvedores independentes, “esconde” opções menos usadas ao lado de ações padrão (imagem: reprodução/Microsoft)

Como o Explorador de Arquivos vai ficar mais rápido?

A Microsoft também está testando um pré-carregamento do File Explorer em segundo plano. A ideia é abrir a ferramenta em menos tempo.

A novidade vem ativada por padrão, mas é opcional e pode ser desligada. Como todo app em segundo plano consome recursos do computador, pode ser que essa solução deixe o sistema um pouco mais lento. Vamos aguardar para ver como isso funciona na prática.

Quais são as outras novidades no Windows 11?

A build 26220.7271 (KB5070307) trouxe várias mudanças interessantes:

Experiência Xbox em tela cheia para computadores.

Restauração point-in-time, que promete ser flexível e rápida na hora de reverter alterações que causaram problemas na máquina.

Ferramenta de ditado fluido, capaz de corrigir gramática e entender palavras que faltaram em tempo real.

Opção para continuar a ver no computador as páginas e os documentos do Microsoft 365 abertos em um celular Android.

Botão para desinstalar apps diretamente da Microsoft Store.

Com informações da Microsoft e do Neowin
Explorador de Arquivos do Windows 11 pode ficar mais rápido e simples

Explorador de Arquivos do Windows 11 pode ficar mais rápido e simples
Fonte: Tecnoblog

É oficial: Quick Share do Android agora é compatível com o AirDrop

É oficial: Quick Share do Android agora é compatível com o AirDrop

Quick Share para Android ampliou compatibilidade (imagem: reprodução)

Resumo

Google anunciou a compatibilidade do Quick Share com o AirDrop da Apple.
A integração foi desenvolvida sem a colaboração da Apple, possivelmente por engenharia reversa.
A novidade elimina uma das principais barreiras entre os ecossistemas e estreia no Pixel 10, com a chegada progressiva aos demais aparelhos Android.

O Google anunciou nesta quinta-feira (20/11) a compatibilidade entre o Quick Share, serviço de compartilhamento de arquivos do Android, e o AirDrop, até então um recurso exclusivo para os dispositivos da Apple.

A integração elimina uma das maiores barreiras entre os ecossistemas. Agora, será possível realizar transferências diretas entre smartphones Android e iPhones.

A novidade começa a ser liberada hoje para dispositivos da família Pixel 10. A empresa confirmou que desenvolveu a funcionalidade de forma independente, sem colaboração da Apple.

No anúncio oficial, o Google explicou que a novidade segue iniciativas anteriores para conectar melhor Android e iPhone, como a substituição do SMS pelo RCS, que permite enviar fotos em alta resolução e ver quando o envio foi lido.

Compartilhamento de arquivos entre Android e iPhone agora é possível (imagem: divulgação)

Como o Google fez isso sem a Apple?

O Google não deixou claro como fez a integração, mas segundo o Android Authority, é provável que a companhia tenha trabalhado com engenharia reversa, analisando como o AirDrop funciona por dentro para adaptar o Quick Share.

A tecnologia do AirDrop usa conexões comuns, como Bluetooth e Wi‑Fi, padrões abertos que qualquer empresa pode utilizar, o que permitiria criar compatibilidade sem acesso aos sistemas internos da Apple.

O Google não confirmou oficialmente o método usado, mas reforçou que a atualização passou por testes rigorosos de segurança antes de ser lançada.

“Desenvolvemos isso com a segurança como nosso pilar central. Protegemos seus dados usando salvaguardas rigorosas, testadas por especialistas de segurança independentes. Esta é mais uma iniciativa para oferecer a compatibilidade entre sistemas operacionais que as pessoas tanto solicitam, seguindo o que já fizemos com o RCS e os alertas de rastreadores desconhecidos.”

— Google, em comunicado

Quando chega aos outros smartphones Android?

A atualização será liberada progressivamente para outros aparelhos Android nos próximos meses. Por enquanto, não há datas específicas. Segundo o Google, dispositivos com versões recentes do sistema terão prioridade. A compatibilidade inicial com os Pixel 10 serve como teste para ajustes antes da expansão.

Essa não foi a única novidade do Google hoje. Mais cedo, a empresa lançou o Nano Banana Pro, novo modelo de inteligência artificial focado em geração e edição de imagens.

A tecnologia, incorporada ao app Gemini, utiliza recursos do recém-lançado Gemini 3 Pro para transformar textos em ilustrações e ajustar fotos com comandos simples, gratuitamente.
É oficial: Quick Share do Android agora é compatível com o AirDrop

É oficial: Quick Share do Android agora é compatível com o AirDrop
Fonte: Tecnoblog