Category: Segurança e Privacidade

OpenAI treinou IA para atacar outras inteligências artificiais

OpenAI treinou IA para atacar outras inteligências artificiais

IA da OpenAI descobre vulnerabilidades sozinha (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

OpenAI desenvolveu o GPT-Red, um modelo de IA projetado para simular ataques contra grandes modelos de linguagem.
O objetivo é identificar vulnerabilidades e reforçar a segurança dos modelos de IA da própria empresa.
Ferramenta será usada exclusivamente pela OpenAI para proteger sua infraestrutura e não será liberada para clientes.

A OpenAI revelou ontem (15/07) o GPT-Red, um novo modelo de IA criado com um propósito inusitado: atacar e encontrar vulnerabilidades nos próprios sistemas da empresa. A ferramenta simplifica os testes de segurança para blindar as novas gerações de modelos de linguagem contra ameaças antes de chegarem ao mercado.

A desenvolvedora destacou o avanço rápido na capacidade de suas tecnologias e a necessidade dessa nova abordagem defensiva, afirmando que “a simulação de ataques cibernéticos é essencial”. O foco principal do GPT-Red é combater a injeção de comandos. Na prática, são textos criados para “enganar” uma IA, forçando o sistema a contornar suas regras de segurança.

Como os assistentes estão cada vez mais integrados a arquivos locais, navegadores e aplicativos de terceiros, uma instrução perigosa pode ser camuflada no meio de um e-mail comum ou em uma página da web, agindo em segundo plano, sem que o usuário perceba — um tipo de invasão que está em alta no setor de tecnologia.

Introducing GPT-RedAn internal automated red teamer on a mission to find our models’ prompt injection vulnerabilities at scale, helping us build stronger defenses before wider deployment.https://t.co/GxnmxxcpSk— OpenAI (@OpenAI) July 15, 2026

Como o GPT-Red funciona?

O modelo atua como se fosse um hacker humano. Ele envia um comando inicial para a inteligência artificial que está sendo testada, avalia a resposta gerada e ajusta as mensagens seguintes sozinho. Esse ciclo se repete até a ferramenta atingir um objetivo pré-determinado, como forçar o vazamento de dados confidenciais para um servidor externo.

Para ficar mais experiente, a OpenAI utiliza o método de aprendizado por reforço. Nessa técnica, o sistema aprende a tomar decisões por tentativa e erro, recebendo “recompensas” ao acertar um ataque e “penalidades” ao falhar, até descobrir a estratégia invasiva mais eficiente.

Como observado em discussões no Reddit, isso cria um ecossistema de evolução contínua: conforme as IAs de defesa ficam mais robustas, o GPT-Red é obrigado a inventar mecanismos de invasão mais complexos e criativos.

Os números divulgados mostram que a abordagem automatizada já supera com folga o trabalho manual. Em testes internos focados em injeção indireta, o GPT-Red obteve sucesso em 84% dos cenários propostos. Em comparação, especialistas humanos superaram os bloqueios em apenas 13% das tentativas.

Testes no mundo real

Para confirmar a eficiência da ferramenta, a desenvolvedora colocou o GPT-Red contra aplicações usadas no mercado. Um dos alvos foi o software de uma máquina de venda automática gerenciada por inteligência artificial.

O modelo da OpenAI cumpriu todos os objetivos do teste: reduziu o preço de um produto caro para o valor mínimo permitido de US$ 0,50, comprou um item de US$ 100 por esse mesmo preço irrisório e chegou a cancelar o pedido de um cliente legítimo. Após o experimento, as brechas foram comunicadas e corrigidas pelos responsáveis.

GPT-Red age como um hacker para encontrar brechas (imagem: reprodução/OpenAI)

Em outro teste, o GPT-Red atacou um agente de programação baseado no GPT-5.4 mini para avaliar a segurança contra a extração de dados. A ferramenta invasora conseguiu forçar o sistema a vazar informações sensíveis com facilidade. A IA também descobriu uma nova tática de ataque com uma taxa de sucesso superior a 95% contra o antigo modelo GPT-5.1.

Agora, ao incorporar os dados gerados pelo GPT-Red no treinamento de produtos recentes, a OpenAI garante que o recém-lançado GPT-5.6 Sol falha em apenas 0,05% das tentativas de injeção direta.

Quem pode usar o GPT-Red?

Devido ao alto poder de manipulação, a OpenAI confirmou que o GPT-Red não será liberado para clientes e desenvolvedores independentes. A medida é uma precaução para evitar que agentes mal-intencionados tenham acesso às capacidades do programa e automatizem ataques cibernéticos contra outras plataformas.

O plano da companhia é manter a nova inteligência artificial operando exclusivamente nos bastidores para proteger sua própria infraestrutura.

OpenAI treinou IA para atacar outras inteligências artificiais

OpenAI treinou IA para atacar outras inteligências artificiais
Fonte: Tecnoblog

O que é VPN e como a tecnologia protege seus dados na internet

O que é VPN e como a tecnologia protege seus dados na internet

VPNs adicionam camadas de proteção a conexões (imagem: reprodução/NordVPN)

Uma VPN (Rede Privada Virtual) é uma tecnologia que cria uma camada de proteção entre o seu dispositivo e a internet, criptografando os dados da conexão e ocultando o endereço IP real.

Você se conecta ao Wi-Fi do aeroporto, abre o aplicativo do banco, acessa e-mails do trabalho ou faz uma compra online? Cada uma dessas ações deixa rastros e pode expor dados se a conexão não estiver protegida. Para isso, ferramentas como a NordVPN podem ajudar, dificultando o rastreamento da atividade online e o risco de interceptação.

Você precisa de uma VPN?
Se você:
Acessa redes Wi-Fi públicas
Trabalha fora de casa
Faz compras online
Usa serviços bancários pelo celular
Quer reduzir o rastreamento da navegação
Quer consumir conteúdo com restrições de localidade
A VPN não substitui todos os cuidados de segurança, mas adiciona uma camada importante de privacidade para a conexão.
Conheça os planos da NordVPN.

O que é uma VPN e como funciona?

VPN (Rede Privada Virtual) é uma tecnologia que permite criar uma conexão segura e criptografada entre o seu dispositivo e a internet, com o servidor da VPN atuando como intermediário. Ou seja:

Os dados ficam criptografados: informações são convertidas a um formato que terceiros não conseguem ler facilmente.

O endereço IP real é ocultado: sites e serviços passam a ver o IP do servidor da VPN.

A navegação fica menos exposta: provedores, redes públicas e terceiros têm mais dificuldade para acompanhar o tráfego.

A localização aparente pode mudar: ao escolher um servidor em outro país, a conexão pode parecer partir daquela região.

Para que uma VPN serve?

VPNs protegem dados durante a navegação (imagem: reprodução/NordVPN)

A VPN deixou de ser uma exclusividade de especialistas em segurança e tecnologia, sendo útil em diferentes situações:

Proteger dados em redes Wi-Fi públicas: evita que informações sensíveis circulem sem proteção.

Reduzir o rastreamento online: a ferramenta dificulta que sites, anunciantes e outros serviços associem a navegação ao usuário.

Acessar conteúdos com restrição regional: ao se conectar a servidores em outros países, a VPN pode permitir acesso a sites e serviços disponíveis apenas em determinadas regiões, respeitando as regras de cada plataforma.

Aumentar a segurança no trabalho remoto: quem acessa documentos, e-mails corporativos ou sistemas internos fora do escritório pode usar a VPN como camada adicional de proteção.

Evitar limitações baseadas no tipo de tráfego: em alguns casos, a VPN reduz restrições aplicadas por provedores a determinados usos da internet, como streaming, downloads ou jogos online.

Proteger a conexão em jogos: ao ocultar o IP real, a VPN reduz a exposição a ataques direcionados.

Comparar preços em compras e viagens: usar servidores em diferentes países pode ajudar a verificar se há diferenças em valores, que podem variar conforme região ou histórico.

Como escolher a melhor VPN para você

A escolha de uma VPN deve considerar mais do que o preço. Uma boa ferramenta equilibra segurança, velocidade, privacidade e facilidade de uso. Considere critérios como:

Criptografia forte: protege os dados que trafegam entre o dispositivo e o servidor da VPN.

Política de no-logs: indica que o serviço não armazena registros da atividade de navegação.

Auditorias independentes: ajudam a validar as promessas de privacidade do provedor.

Rede ampla de servidores: melhora as opções de conexão e a estabilidade.

Velocidade: evita que a proteção torne a navegação lenta.

Compatibilidade: garante uso em computador, celular, TV, roteador e outros dispositivos.

Recursos extras: como proteção contra phishing, bloqueio de rastreadores, servidores especializados e alerta contra golpes.

Por que a NordVPN se destaca

A NordVPN reúne os principais recursos esperados de uma VPN moderna, adicionando camadas extras de segurança:

Velocidade e infraestrutura global: segundo testes do West Coast Labs realizados em outubro de 2025, a NordVPN registrou velocidade média de 817 Mbps e pontuação geral de 58/60. O serviço conta com mais de 9.500 servidores em mais de 224 localidades nas Américas, Europa, África e Ásia-Pacífico.

Política de no-logs auditada: a NordVPN não registra a atividade online dos usuários, política que já passou por seis auditorias independentes.

Criptografia AES de 256 bits: o tráfego é protegido por um padrão robusto de criptografia, usado para dificultar a leitura dos dados por terceiros.

Protocolos modernos: o serviço oferece OpenVPN, IKEv2/IPsec e NordLynx, uma adaptação do WireGuard criada para combinar velocidade e privacidade.

NordWhisper: protocolo voltado a redes restritivas, como Wi-Fi público, ambientes corporativos ou conexões com filtros, ajudando a manter o acesso sem comprometer a privacidade.

Servidores especializados: a rede inclui opções como Double VPN, Onion over VPN, servidores ofuscados, P2P e IP dedicado, atendendo diferentes necessidades de privacidade, estabilidade e acesso.

Antivírus de última geração: o Next-Gen Antivirus oferece uma camada adicional de proteção contra sites maliciosos, tentativas de phishing, anúncios intrusivos, rastreadores e arquivos infectados por malware. Em dispositivos Windows, também verifica aplicativos vulneráveis que possam representar riscos à segurança.

Proteção contra chamadas fraudulentas: disponível para Android e iPhone, o recurso identifica possíveis ligações suspeitas ao comparar números recebidos com bases de golpes conhecidas. O alerta aparece antes que o usuário atenda, sem acessar ou armazenar o conteúdo da chamada.

Veja os recursos da NordVPN.

Recursos extras para diferentes usos

Além da proteção principal da VPN, a NordVPN oferece recursos que ajudam a adaptar o uso.

Double VPN: encaminha o tráfego por dois servidores diferentes, adicionando uma camada extra de criptografia.

Onion over VPN: combina a VPN com a rede Onion para quem busca mais anonimato.

Servidores ofuscados: ajudam a disfarçar o uso da VPN em redes que tentam bloquear esse tipo de conexão.

P2P: servidores otimizados para compartilhamento de arquivos.

IP dedicado: endereço IP exclusivo para quem precisa de uma conexão mais previsível.

Split Tunneling: permite escolher quais aplicativos passam pela VPN e quais acessam a internet diretamente.

Proteção contra ameaças: bloqueia páginas maliciosas, anúncios intrusivos e rastreadores.

Garanta a sua privacidade

NordVPN é principal opção do mercado (imagem: reprodução/NordVPN)

Para quem busca uma ferramenta completa, o NordVPN combina VPN, recursos de segurança, antivírus de última geração, proteção contra chamadas fraudulentas e compatibilidade com múltiplos dispositivos.

Com uma única assinatura do NordVPN, é possível proteger até 10 aparelhos simultaneamente, tendo disponibilidade para:

Computadores: Windows, macOS e Linux;

Celulares e tablets: Android e iOS;

Entretenimento: Apple TV, Android TV e outros dispositivos inteligentes;

Outras configurações: extensões de navegador e roteadores compatíveis.

A NordVPN ainda oferece suporte ao cliente 24 horas por dia, sete dias por semana, para ajudar em dúvidas de instalação, configuração e uso dos recursos.

O provedor está com uma condição especial: acesse a página oficial da NordVPN e conheça os detalhes.

Perguntas frequentes sobre VPN

1. O que significa a sigla VPN?

VPN é a sigla para Virtual Private Network, ou Rede Privada Virtual. A tecnologia cria uma conexão criptografada entre o seu dispositivo e a internet, direcionando o tráfego por um servidor remoto e protegendo os seus dados e endereço de IP contra terceiros.

2. VPN é segura?

Sim, desde que você escolha um serviço confiável. A NordVPN, por exemplo, utiliza criptografia AES de 256 bits para proteger os dados e adota uma política de não registro de atividades (no-logs), auditada independentemente em diversas ocasiões. Isso significa que a empresa não monitora nem armazena o seu histórico de navegação.

3. VPN grátis vale a pena?

VPNs gratuitas costumam ter limitações importantes:

Menor velocidade

Poucos servidores

Franquias de uso reduzidas

Menores recursos de segurança

Além disso, alguns serviços gratuitos podem monetizar o uso de outras formas, incluindo coleta de dados, anúncios ou outras restrições.

4. É legal usar VPN no Brasil?

Sim. O uso de VPN é totalmente legal no Brasil. A ferramenta é amplamente utilizada para proteger dados em redes Wi-Fi públicas, trabalhar remotamente e navegar na internet com mais tranquilidade.

5. Como usar uma VPN?

Após contratar o serviço e instalar o aplicativo, o usuário escolhe um servidor ou deixa que a própria ferramenta selecione a conexão mais adequada. A partir daí, basta ativar a VPN antes de navegar. Em serviços como a NordVPN, é possível escolher localidades específicas conforme a necessidade.

6. VPN funciona no celular (Android e iPhone)?

Sim. A NordVPN oferece aplicativos dedicados para Android e iPhone (iOS). Após instalar o app, basta escolher um servidor (ou deixar que o aplicativo selecione automaticamente) e ativar a VPN antes de navegar na internet, acessar o banco ou utilizar redes Wi-Fi públicas.

7. Como desativar a VPN no celular?

Abra as configurações do seu smartphone, acesse a seção de VPN (geralmente localizada nas configurações de rede) e desative a conexão. Caso a opção VPN sempre ativa esteja habilitada, talvez seja necessário desativá-la primeiro para evitar que a conexão seja restabelecida automaticamente.
O que é VPN e como a tecnologia protege seus dados na internet

O que é VPN e como a tecnologia protege seus dados na internet
Fonte: Tecnoblog

Após polêmica, Instagram cancela IA que acessava as fotos dos usuários

Após polêmica, Instagram cancela IA que acessava as fotos dos usuários

Instagram foi criticado por sindicato de atores de Hollywood (imagem: Vitor Pádua / Tecnoblog)

Resumo

A Meta desativou a função do Instagram que utilizava IA para reprocessar imagens postadas em perfis abertos após enfrentar questionamentos sobre privacidade e direito de imagem.
A função, lançada na terça-feira (07) como parte do modelo de geração de imagens Muse Image, permitia que fotos de contas públicas do Instagram fossem usadas como referência, gerando críticas.
O SAG-AFTRA recomendou que seus membros desativassem a função, classificando como “inaceitável” o uso das imagens sem consentimento claro, e a Meta reconheceu que o recurso “errou o alvo” ao não oferecer controle adequado sobre o uso do conteúdo público.

A Meta desativou a polêmica função no Instagram que utilizava IA para reprocessar imagens postadas em perfis abertos. A novidade tinha sido anunciada ao longo da semana e rapidamente enfrentou questionamentos, já que foi ativada por padrão, com potencial de violar a privacidade e o direito de imagem dos usuários.

O Muse Image foi lançado na terça-feira (07) como o primeiro modelo de geração de imagens por inteligência artificial do Meta Superintelligence Labs. Integrado ao chatbot Meta AI, o recurso usa fotos como input. Uma das funções permitia mencionar contas públicas do Instagram para que seu conteúdo fosse usado como referência nas gerações. Este ponto concentrou a maior parte das críticas.

O Tecnoblog realizou testes na tarde deste sábado (11) e confirmou que a novidade foi retirada dos ajustes do Instagram, ao menos no Android. A Meta não colocou nenhum aviso diretamente no app.

A atriz Hannah Einbinder, vencedora do Emmy por Hacks, criticou o recurso no Instagram e disse que ele havia sido ativado automaticamente. Ela recomendou que os usuários o desligassem.

Na quinta-feira (09/07), o SAG-AFTRA, sindicato que representa atores e outros profissionais de mídia, também recomendou a seus membros que desativassem a função, classificando como “inaceitável” qualquer uso das imagens dos usuários sem um opt-in claro.

Em comunicado, a empresa disse que a “intenção era oferecer uma ferramenta criativa útil e dar às pessoas controle” sobre o uso do conteúdo público, mas reconheceu que “o recurso errou o alvo” e por isso foi retirado do ar. O SAG-AFTRA classificou a retirada como “a atitude responsável” diante dos riscos de réplicas digitais não consentidas.
Após polêmica, Instagram cancela IA que acessava as fotos dos usuários

Após polêmica, Instagram cancela IA que acessava as fotos dos usuários
Fonte: Tecnoblog

O que é APK? Entenda o funcionamento e riscos desse formato de arquivo 

O que é APK? Entenda o funcionamento e riscos desse formato de arquivo 

O APK é o formato de pacote de arquivos de instalação exclusivo do Android (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

O APK é o formato que o sistema Android usa para distribuir e instalar aplicativos, reunindo os componentes essenciais para o funcionamento de um software. Ele atua como um pacote compactado que entrega os recursos diretamente no celular, garantindo que o sistema operacional consiga processar e rodar o programa de maneira integrada.

Embora o formato seja o motor por trás das instalações feitas pela Google Play Store, ele também permite a instalação manual de apps fora da loja oficial (sideloading). Essa flexibilidade é ideal para desenvolvedores que testam versões antecipadas ou para usuários que buscam softwares que ainda não foram liberados na sua região.

No entanto, baixar APKs de fontes desconhecidas traz riscos significativos, como malwares e softwares modificados que comprometem a segurança dos dados. Além disso, o uso de versões piratas ou alteradas pode causar bloqueio definitivo de contas em redes sociais e jogos.

A seguir, conheça mais sobre os arquivos APKs e como funcionam detalhadamente. Também descubra os pontos fortes e fracos deste formato. 

ÍndiceO que é APK? O que significa APK?Para que serve o APK?Como funciona o APKAPK é seguro? APK é só para celular?Quais são as vantagens do APK? Quais são as desvantagens do APK?Qual é a diferença entre APK e app?Qual é a diferença entre APK e IPA?

O que é APK? 

O APK, ou .apk, é o pacote de arquivos utilizado pelo sistema Android para distribuir e instalar aplicativos, funcionando de maneira semelhante a um formato compactado tipo ZIP. De forma otimizada, ele reúne todo o código compilado, dados e recursos essenciais para o sistema operacional executar o programa no dispositivo.

O que significa APK?

APK é a sigla para Android Application Package (Pacote de Aplicativo Android, em português). O formato foi desenvolvido para o ecossistema Google a partir da necessidade de agrupar todos os componentes de um aplicativo em um único arquivo compactado, baseado na tecnologia ZIP/JAR.

O formato APK “empacota” todos os arquivos essenciais para a instalação de um aplicativo no Android (imagem: Reprodução/MakeUseOf)

Para que serve o APK?

O APK permite instalar, atualizar e rodar aplicativos em qualquer dispositivo Android, desde celulares até smart TVs. Ele funciona nos bastidores da Google Play Store, reunindo códigos compilados e recursos que o sistema lê para executar o programa.

Além das lojas, o arquivo permite a instalação manual (sideloading), ideal para testar versões de desenvolvedores ou acessar recursos antecipados. Contudo, como esses pacotes aceitam modificações externas, baixá-los de fontes seguras é vital para evitar vírus e invasões.

Como funciona o APK

O arquivo APK funciona como um pacote autocontido que o Android descompacta e verifica antes de transformá-lo em um aplicativo funcional. Ele atua semelhantemente a um arquivo .exe no PC, guardando todo o código compilado e elementos visuais estruturados.

Ao iniciar o processo, o gerenciador do sistema lê o arquivo de configuração para checar as permissões e valida a assinatura digital do pacote. Essa checagem garante que os dados não sofreram alterações ou adulterações maliciosas antes de entrar no dispositivo.

Após a validação, o sistema extrai os arquivos e as bibliotecas de programação para pastas internas do dispositivo. Todo esse processo ocorre de forma automática e invisível ao baixar conteúdos diretamente da Google Play Store.

A extração de arquivos e criação de pastas também ocorre durante o sideloading, que é a instalação manual de aplicativos fora da Google Play Store após a autorização do Android. Por fim, o sistema registra o ícone na tela e cria um ambiente isolado para o aplicativo rodar com total segurança.

A instalação de aplicativos fora da Play Store exige uma autorização no sistema Android (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

APK é seguro? 

O formato APK em si não é perigoso, mas a segurança depende inteiramente da origem do arquivo e de quem o distribui. Quando baixado via Google Play Store, o pacote passa pelo escaneamento do Play Protect, que valida as assinaturas digitais do desenvolvedor.

O risco real surge em downloads de sites desconhecidos para sideloading, onde versões modificadas podem camuflar códigos maliciosos. Esses arquivos suspeitos costumam exigir permissões abusivas no sistema, abrindo brechas para o roubo de dados pessoais e bancários.

APK é só para celular?

O APK não funciona apenas em celulares, sendo o formato padrão de instalação para qualquer dispositivo com sistema Android. Ele roda nativamente em tablets, relógios inteligentes, smart TVs e até centrais multimídia automotivas.

Computadores também podem rodar esses pacotes de aplicativos com a ajuda de emuladores e subsistemas dedicados. Nesses ambientes virtuais, o PC simula o ecossistema móvel e traduz os comandos de toque da interface para o uso com mouse e teclado.

Tem APK para iPhone?

Não existe APK para iPhone, já que o formato foi projetado exclusivamente para rodar no sistema Android. A Apple utiliza um padrão de empacotamento fechado para seu ecossistema móvel, conhecido pela extensão .IPA.

Mesmo se a pessoa transferir um arquivo APK para o iPhone, o iOS vai identificá-lo como desconhecido e bloquear a abertura. Para ter o aplicativo desejado no aparelho da Apple, a única saída é baixar a versão correspondente criada direto para a App Store.

O APK é um formato totalmente seguro quando o download ocorre em lojas oficiais (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Quais são as vantagens do APK? 

Estes são os pontos fortes do formato APK no Android:

Acesso antecipado e sem fronteiras: permite instalar apps restritos geograficamente ou testar recursos inéditos antes que a atualização oficial seja liberada na loja da região do usuário;

Controle de versões e backup: dá a liberdade de reverter para uma versão antiga caso o aplicativo atualizado apresente bugs, servindo também como cópia de segurança para preservar aplicativos que saíram do ar;

Instalação independente e offline: viabiliza a instalação de programas sem internet ou em dispositivos sem os serviços do Google de fábrica, facilitando o compartilhamento direto via USB ou Bluetooth;

Liberdade de desenvolvimento: fortalece o ecossistema aberto do Android ao permitir que programadores distribuam versões de teste e pacotes experimentais diretamente para o usuário, sem travas comerciais.

Quais são as desvantagens do APK?

Estes são os pontos fracos do APK:

Risco severo de vírus: arquivos baixados fora das lojas oficiais podem ser alterados com códigos maliciosos, como spyware ou ransomware, que assumem o controle do aparelho e burlam defesas de segurança;

Vazamento de dados privados: pacotes modificados costumam abusar de permissões do sistema para espionar mensagens e roubar senhas bancárias, facilitando fraudes e golpes financeiros na internet;

Falta de atualizações automáticas: como não são corrigidos de forma automática pelas lojas oficiais, esses arquivos ficam obsoletos rapidamente, mantendo o dispositivo vulnerável a falhas críticas do sistema;

Banimento e instabilidade: o uso de versões piratas ou modificadas viola os termos de serviço de redes sociais e jogos, o que pode causar o bloqueio definitivo de contas e travamentos frequentes.

Baixar APKs permite acesso as aplicativos e versões de softwares não disponíveis na Play Store, mas pode colocar em risco a segurança do dispositivo (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Qual é a diferença entre APK e app?

O APK é o arquivo de instalação compactado que armazena todo o código de programação, os metadados e os recursos visuais para o sistema Android. Ele funciona como o pacote de distribuição que o usuário baixa para conseguir colocar o software no dispositivo.

O app é o software final e funcional com o qual o usuário interage diretamente na tela no dia a dia, como jogos, mensageiros e navegadores. No ecossistema móvel, ele ganha vida a partir do APK, representando o programa pronto e em plena execução.

Qual é a diferença entre APK e IPA?

O APK é o pacote de instalação compactado usado exclusivamente pelo ecossistema do Google para distribuir e instalar aplicativos no Android. Ele reúne elementos técnicos como o código compilado e o manifesto do sistema, permitindo instalações tanto por lojas oficiais quanto em sites externos.

O IPA é o formato equivalente e proprietário criado pela Apple para empacotar, validar e distribuir aplicativos nos dispositivos móveis com sistema iOS. Esse arquivo é restrito aos iPhones, sendo o padrão fechado que a App Store utiliza para entregar softwares no ecossistema da maçã.
O que é APK? Entenda o funcionamento e riscos desse formato de arquivo 

O que é APK? Entenda o funcionamento e riscos desse formato de arquivo 
Fonte: Tecnoblog

Samsung Health vai usar seus dados para treinar IA

Samsung Health vai usar seus dados para treinar IA

Informações o app Samsung Health serão utilizadas para treinar IA (imagem: Felipe Freitas/Tecnoblog)

Resumo

A Samsung utilizará dados do app Health para treinamento de IA.
Os usuários recebem notificação de autorização, mas desativar a opção impede a sincronização do app com sua conta.
A Samsung coleta informações de saúde, como atividades, medicações e detalhes de ciclo menstrual, para uso em IA e revisão humana.

A Samsung vai passar a utilizar seus dados coletados no app Health para treinar inteligência artificial. É o que diz uma nova notificação de consentimento recebida por alguns usuários: no texto, a empresa destaca a possibilidade de desativar o compartilhamento das informações para este fim. Acontece que, ao fazer isso, um alerta aparece na tela indicando que você não poderá sincronizar suas informações.

Vale lembrar que o Samsung Health coleta informações a partir de outros aplicativos de saúde, além de trazer informações levantadas diretamente pelo Galaxy Watch, como atividades, medicações e detalhes de ciclo menstrual. Segundo o comunicado da empresa, além do uso pela IA, há a possibilidade de revisão humana.

Segundo o site How-to Geek, que noticiou o caso, este aviso da Samsung também diz que seu perfil pode ser deletado caso o compartilhamento seja interrompido. Ou seja: para utilizar os recursos do app Health, o usuário será obrigado a ceder seus dados para treinamento de IA.

Obrigação de compartilhar dados sensíveis

Entre as informações a serem coletadas estão ciclo menstrual, frequência cardíaca, alimentação e mais (Imagem: Divulgação/Samsung)

Para além da sensibilidade dos dados que serão lidos pela inteligência artificial com a autorização, chama atenção o fato de ser uma exigência para que o dono de celulares e relógios da Samsung continue usando recursos básicos. De acordo com a notificação de consentimento compartilhada pela Samsung, serão compartilhadas no treinamento de IA:

Dados de saúde e bem-estar, como medidas, alimentação, sono e mais;

Medicamentos utilizados;

Registros clínicos, como resultados de exames, tratamentos e mais;

Ciclos menstruais e frequência cardíaca.

Ainda não há informações sobre como esses dados serão utilizados de fato, tampouco de se a empresa pode associar os dados a usuários específicos.

Treinamento pode ter a ver com novo recurso

Uma das novidades anunciadas em junho durante o anúncio de uma grande atualização no app Health foi a introdução de insights, com recomendações de treinos, identificação de possíveis problemas no seu sono, entre outros exemplos. Dessa forma, é possível que os dados levantados sejam base para essa nova função, prevista para o próximo Galaxy Watch 9 que pode ser anunciado no próximo Unpacked da Samsung, no dia 22 de julho.
Samsung Health vai usar seus dados para treinar IA

Samsung Health vai usar seus dados para treinar IA
Fonte: Tecnoblog

Monitores LG irritam usuários ao instalar adware de surpresa

Monitores LG irritam usuários ao instalar adware de surpresa

Monitor LG UltraGear (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Resumo

monitores da LG estão instalando adware de surpresa via LG Monitor App Installer, segundo relatos de usuários no Reddit;
instalação do adware ocorre automaticamente via Microsoft Store após uma atualização do sistema operacional, sem consentimento do usuário;
problema também parece envolver monitores Alienware, da Dell.

Talvez você já tenha passado pela experiência de, ao ligar um PC novo, se deparar com um bloatware — como um trial de um antivírus que você não faz questão de usar. Mas e se isso acontecesse após a compra de um monitor? Pois há relatos do tipo envolvendo modelos da LG.

O assunto veio à tona neste tópico no Reddit. Ali, o autor relata que se deparou com uma janela pop-up promovendo um antivírus da McAfee (sempre ele). Logo ele descobriu que o adware é oriundo do LG Monitor App Installer.

O aplicativo em questão é um software de gerenciamento de monitores da marca coreana. Mas, como a captura de tela abaixo indica, ele também estaria sendo usado para exibir anúncios ao usuário.

E piora. O autor do tópico explica que não instalou o LG Monitor App Installer voluntariamente. De acordo com ele, a instalação foi feita automaticamente via Microsoft Store após uma atualização do sistema operacional.

Adware exibindo anúncio da McAfee (imagem: Mags_Smash/Reddit)

Este último aspecto não é um comportamento problemático em si. Pode ocorrer de, quando um hardware for instalado em um computador, o Windows baixar os drivers correspondentes e estes serem acompanhados de aplicativos complementares.

Também é possível que esses softwares sejam baixados automaticamente via Microsoft Store com a intenção de que a experiência do usuário com o novo hardware seja potencializada. Parece ser o caso aqui. O problema é o aparente uso abusivo desse mecanismo.

O autor do tópico usa três monitores LG: um do modelo 27GP83B e dois do modelo 27GN800. Ele não sabe qual trouxe o LG Monitor App Installer. Fato é que o caso dele não é isolado: outros usuários relataram experiências parecidas, inclusive com monitores Alienware, da Dell.

Há relatos sobre isso até no Brasil, a exemplo do caso abaixado reportado via X:

bootei o windows e dei de cara com um ado próprio windows instalou esse LG monitor app installer, sem meu consentimento via windows store, que tem anúncioo próprio SO é um vírus KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK pic.twitter.com/5r8Ib5RQ2G— Shinobu (@Shinobu_uwu) July 6, 2026

Há como desativar a exibição do adware?

A solução mais óbvia consiste em remover o software problemático. Mas há relatos de que o LG Monitor App Installer não pode ser removido via Microsoft Store ou pela lista de aplicativos da área Configurações.

Neste caso, no Windows 11, uma saída está em ir em Configurações / Aplicativos / Inicialização e desativar a ferramenta em questão para ela não ser inicializada junto com o sistema.

Também é possível prevenir a instalação automática de softwares via gpedit.msc, mas esse recurso não está disponível na versão Home do sistema operacional.

No fim das contas, o que a gente precisa mesmo é de bom senso por parte dos fabricantes.
Monitores LG irritam usuários ao instalar adware de surpresa

Monitores LG irritam usuários ao instalar adware de surpresa
Fonte: Tecnoblog

Ataque de ransomware usa agente de IA para se adaptar a sistemas

Ataque de ransomware usa agente de IA para se adaptar a sistemas

JadePuffer levou 31 segundos para consertar uma tentativa errada de login (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

O ataque de ransomware JadePuffer, descoberto pela empresa de cibersegurança Sysdig, utiliza um agente de inteligência artificial para se adaptar a sistemas e superar falhas durante a invasão.
O agente de IA do JadePuffer aproveita uma vulnerabilidade na ferramenta Langflow, identificada como CVE-2025-3248, para executar código Python remotamente, roubar credenciais e coletar informações protegidas.
O diferencial do JadePuffer é sua capacidade de aprender com falhas e gerar correções rapidamente, como uma correção para uma tentativa sem sucesso de login em apenas 31 segundos, combinando técnicas comuns em uma operação de ransomware completa.

Pesquisadores da empresa de cibersegurança Sysdig descobriram o que consideram ser o primeiro ataque de ransomware a usar um agente de inteligência artificial durante sua ação.

De acordo com os especialistas, a operação, conhecida como JadePuffer, recorre à IA para se adaptar às falhas ocorridas durante a invasão, de maneira similar ao que um humano faria para lidar com obstáculos. O agente é capaz de reconhecer alvos, roubar credenciais, mover-se lateralmente, estabelecer persistência, escalar privilégios e criptografar dados.

Como o JadePuffer opera?

Ataque usa payloads capazes de gerar códigos de forma dinâmica (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

O JadePuffer se aproveita de uma vulnerabilidade na ferramenta Langflow, usada para criar agentes de inteligência artificial. A falha em questão é identificada pelo código CVE-2025-3248 e já foi corrigida, mas os sistemas precisam estar com as atualizações em dia para se proteger.

A brecha de segurança permite que atacantes executem código Python de forma remota. O agente de IA, então, busca e coleta informações protegidas, como chaves API de provedores de IA, carteiras de criptomoedas e credenciais de bases de dados. Ele é capaz de se adaptar conforme o formato dos dados obtidos, como XML ou JSON, por exemplo.

Em outro passo, ele usa o servidor do Langflow para manter persistência e rodar novamente a cada 30 minutos. No caso estudado pela Sysdig, o agente se conectou a um servidor MySQL e um serviço de configurações da Alibaba para aplicativos na nuvem, o Alibaba Nacos, usando credenciais roubadas de uma fonte indefinida.

Assim, ele foi capaz de criptografar 1.342 itens, além de criar um pedido de resgate com endereço de pagamento em Bitcoin e um contato no Proton Mail.

O que o JadePuffer tem de diferente?

Os especialistas afirmam que o ataque não usa técnicas especialmente sofisticadas ou únicas. Seu diferencial é usar um modelo de linguagem em larga escala para combinar essas técnicas em uma operação de ransomware completa.

Em seu blog, a Sysdig explica que os payloads do JadePuffer contêm “raciocínio com linguagem natural, priorização de alvos e anotações detalhadas que operadores humanos geralmente não escrevem, mas que códigos gerados por LLM produzem”.

Além disso, a operação é capaz de se adaptar em tempo real. Isso significa que, quando algum passo falha, ela tenta novamente, com parâmetros refinados. Assim, no caso estudado pelos pesquisadores, o agente conseguiu gerar em 31 segundos uma correção para uma tentativa sem sucesso de login.

Com informações do Register e do Bleeping Computer
Ataque de ransomware usa agente de IA para se adaptar a sistemas

Ataque de ransomware usa agente de IA para se adaptar a sistemas
Fonte: Tecnoblog

Melhor VPN em 2026: por que a NordVPN lidera o mercado?

Melhor VPN em 2026: por que a NordVPN lidera o mercado?

NordVPN concentra recursos de VPN com maior segurança e velocidade (imagem: divulgação/NordVPN)

Quem procura a melhor VPN geralmente espera uma solução rápida, segura e completa, e é por isso que o NordVPN aparece como a nossa principal recomendação. O serviço combina velocidade, estabilidade, criptografia avançada e uma ampla rede de servidores, além de recursos extras de proteção contra ameaças online.

Durante muito tempo, usar uma VPN era algo associado principalmente a esconder o endereço IP ou proteger a conexão em redes públicas. Hoje, a segurança digital exige camadas adicionais de proteção contra golpes, rastreadores e links maliciosos.

Por que recomendamos?
O NordVPN se destaca pelo equilíbrio entre velocidade, segurança e facilidade de uso. Além da criptografia e da ampla rede de servidores, o serviço oferece recursos adicionais de proteção contra ameaças online, tornando-se uma das opções mais completas do mercado.
Pontos principais:
Alta velocidade
Proteção contra ameaças
Rede global de servidores
Aplicativos intuitivos
Garantia de 30 dias
Conheça os planos da NordVPN.

Por que a NordVPN se destaca?

PrósContrasVelocidade alta e ampla cobertura de servidoresNão oferece plano semestralMais de 9.500 servidores em 149 paísesNão possui extensão nativa para Microsoft EdgeSuporte a NordLynx, IKEv2/IPsec e OpenVPNNão cobre algumas localizações específicasPolítica de no-logs auditada por empresas independentesAlguns recursos podem variar conforme o sistema operacionalRecursos extras como Kill Switch, Split Tunneling, SmartPlay, Monitor da Dark Web e proteção contra chamadas fraudulentasCompatível com até 10 dispositivos simultâneosSuporte ao cliente 24/7 por chat ou e-mail

Para quem tem dúvidas sobre qual VPN contratar, alguns dos principais diferenciais da NordVPN são:

Mais de 9.500 servidores em 149 países

Velocidade média de 817 Mb/s em teste do West Coast Labs

Protocolo NordLynx, desenvolvido a partir do WireGuard

Criptografia AES de 256 bits, Kill Switch e política de no-logs auditada

Servidores especializados, como Double VPN, Onion over VPN, P2P, ofuscados e IP dedicado

Antivírus de última geração, Monitor da Dark Web e proteção contra chamadas fraudulentas

Compatibilidade com até 10 dispositivos simultâneos

O que é uma VPN e como funciona?

NordVPN vai além da função tradicional, com ferramentas de segurança digital (imagem: divulgação/NordVPN)

Uma VPN funciona como uma camada de proteção entre o dispositivo e a internet. Quando ativada, ela criptografa os dados da conexão e oculta o endereço IP real do usuário, dificultando o rastreamento da atividade por terceiros.

Elas são úteis para quem busca mais privacidade, proteção em redes Wi-Fi públicas e no acesso a contas pessoais fora de casa, mas também permite acessar conteúdos com restrição regional.

A NordVPN vai além dessa proposta, reunindo ferramentas de segurança digital no mesmo aplicativo, incluindo proteção contra sites maliciosos, tentativas de phishing, anúncios perigosos, rastreadores e vazamentos de credenciais.

Como escolher a melhor VPN?

NordVPN é considerada a melhor VPN no mercado em velocidade de navegação (imagem: divulgação/ NordVPN)

Na hora de escolher uma VPN, alguns critérios pesam mais do que outros: velocidade, segurança, cobertura de servidores, recursos adicionais e facilidade de uso. Afinal, a ferramenta precisa proteger a navegação sem tornar a conexão instável, funcionar em diferentes dispositivos e oferecer recursos úteis para situações reais da rotina digital.

Um dos principais receios de quem usa uma VPN, por exemplo, é perder velocidade na navegação. De pouco adianta ter uma conexão mais protegida se não é possível acessar o conteúdo. Por isso, uma VPN de ponta precisa combinar segurança com desempenho consistente.

Na NordVPN, a base é o protocolo NordLynx, desenvolvido a partir do WireGuard. A tecnologia usa um sistema de NAT duplo para preservar a privacidade do usuário sem comprometer a velocidade da conexão.

O serviço também oferece suporte a outros protocolos, como IKEv2/IPsec e OpenVPN, ampliando as opções de conexão de acordo com o dispositivo e o tipo de uso.

Em testes, o serviço registrou velocidade média de 817 Mb/s, consolidando-se como a VPN mais rápida do mercado. Para isso, a NordVPN conta com mais de 9.500 servidores em 149 países, o que ajuda a distribuir melhor o tráfego.

Além dos servidores convencionais, o serviço oferece opções voltadas a usos específicos:

Double VPN: direciona o tráfego por dois servidores diferentes, adicionando uma camada extra de criptografia. Pode ser útil para usuários que precisam reforçar a privacidade em situações de maior exposição digital.

Onion over VPN: combina a proteção da VPN com o roteamento pela rede Onion, voltado a quem busca mais anonimato.

Servidores ofuscados: ajudam a disfarçar o uso da VPN em redes que tentam bloquear esse tipo de conexão.

Servidores P2P: são otimizados para compartilhamento de arquivos com mais estabilidade.

IP dedicado: oferece um endereço IP exclusivo para o usuário, útil para quem precisa manter uma conexão mais previsível sem compartilhar o mesmo IP com outras pessoas.

Segurança avançada, antivírus e proteção contra golpes

Além da proteção de IP, em serviços mais completos, a segurança também envolve a forma como os servidores armazenam informações, os mecanismos contra vazamentos e as ferramentas de bloqueio a ameaças.

Servidores baseados em RAM: desde 2020, a rede da NordVPN opera em servidores sem disco rígido. Como os dados ficam em memória temporária, as informações são apagadas a cada reinicialização.

Infraestrutura própria: a empresa também utiliza servidores colocados, de propriedade exclusiva da NordVPN, o que amplia o controle sobre a própria infraestrutura.

Política de no-logs auditada: a NordVPN não registra a atividade de navegação dos usuários, política que já passou por auditorias independentes.

Criptografia e Kill Switch: o tráfego é protegido por criptografia AES com chaves de 256 bits. Para reduzir o risco de exposição em caso de instabilidade, o recurso Kill Switch interrompe automaticamente o acesso à internet se a conexão com a VPN cair.

Antivírus de última geração: integrado ao aplicativo, a ferramenta atua contra páginas de phishing, anúncios intrusivos e rastreadores. O recurso também verifica arquivos executáveis baixados para identificar possíveis malwares antes da instalação. Documentos pessoais, como PDFs e arquivos DOCX, ficam fora dessa varredura para preservar a privacidade do usuário.

Monitor da Dark Web: o Dark Web Monitor acompanha vazamentos de dados associados ao endereço de e-mail do usuário. O sistema envia alertas para que a pessoa possa trocar senhas e agir antes que o problema avance.

Proteção contra chamadas fraudulentas: disponível para Android e iPhone, o recurso analisa chamadas recebidas e alerta sobre números suspeitos antes que o usuário atenda. Pode ajudar a identificar ligações desconhecidas que simulam contatos de bancos, lojas ou serviços digitais. A ferramenta funciona em segundo plano e não depende de a conexão VPN estar ativa para operar.

Recursos extras da NordVPN

Serviço oferece diversas ferramentas para situações diferentes (imagem: divulgação/NordVPN)

Além da proteção principal da VPN, a NordVPN oferece recursos para adaptar a conexão a diferentes situações de uso. A ideia é dar mais controle ao usuário, seja para proteger toda

a navegação, separar aplicativos específicos, verificar possíveis vazamentos ou facilitar o acesso em redes mais restritivas.

Entre os principais recursos estão:

Split Tunneling: permite escolher quais aplicativos usam a VPN e quais acessam a internet diretamente. Por exemplo: manter um app de trabalho protegido pela VPN e deixar um serviço de streaming ou banco local fora dela, quando isso fizer mais sentido para a rotina.

SmartPlay: combina VPN e DNS inteligente para facilitar o acesso a serviços de streaming e plataformas de mídia.

DNS privado: cada servidor utiliza DNS próprio, o que ajuda a impedir que terceiros ou provedores de internet acompanhem as páginas acessadas.

Teste de vazamento de DNS: permite verificar se o tráfego continua passando pela proteção da VPN, sem expor consultas de navegação fora do túnel seguro.

Presets: salva combinações de configurações, como servidor e aplicativos, para alternar entre perfis com mais rapidez.

NordWhisper: ajuda a manter a conexão em redes que tentam bloquear o uso de VPN.

Proteção da conta: adiciona autenticação multifator e login com credenciais do Google.

Compatibilidade com dispositivos e facilidade de uso

Serviço oferece alta compatibilidade e suporte aos clientes (imagem: divulgação/NordVPN)

A proteção digital só funciona de forma consistente quando acompanha a rotina do usuário em todos os dispositivos. Por isso, a NordVPN permite proteger até 10 aparelhos simultaneamente com uma única assinatura, o que facilita o uso em ambientes domésticos e profissionais.

O serviço é compatível com os principais sistemas operacionais do mercado, incluindo Android, iOS, Windows, macOS e Linux. Além de computadores e smartphones, também pode ser configurado em Smart TVs, roteadores e navegadores, ampliando a cobertura para dispositivos conectados à mesma rede.

A NordVPN oferece suporte ao cliente 24 horas por dia, sete dias por semana, além de garantia de reembolso de 30 dias para novos usuários.

Acesse a página oficial da NordVPN e garanta um desconto por tempo limitado.
Melhor VPN em 2026: por que a NordVPN lidera o mercado?

Melhor VPN em 2026: por que a NordVPN lidera o mercado?
Fonte: Tecnoblog

O que é segurança da informação? Conheça os pilares fundamentais da área

O que é segurança da informação? Conheça os pilares fundamentais da área

InfoSec é fundamental para a privacidade dos dados (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

A segurança da informação é fundamental para empresas, governos ou pessoas pois oferece confidencialidade, integridade e disponibilidade dos dados, impedindo vazamentos, alterações ou roubo de informações por terceiros.

Só nos Estados Unidos, o custo médio de uma violação de dados atingiu o recorde histórico de US$ 10,22 milhões em 2025 — segundo relatório divulgado pela IBM. Isso evidencia o quão importante é a segurança da informação para a sustentabilidade de uma empresa.

A seguir, conheça os principais pilares da área, as ferramentas mais usadas e tire suas dúvidas.

ÍndiceO que é segurança da informação?Qual é a importância da segurança da informação?Quais são os pilares da segurança da informação?Quais são as principais ferramentas e técnicas de InfoSec?Quais são os exemplos de ameaças à segurança da informação?Qual é a diferença entre segurança da informação e cibersegurança?

O que é segurança da informação?

Segurança da informação protege dados de organizações ou indivíduos por meio de diretrizes, estratégias e políticas que garantem confidencialidade, integridade e disponibilidade — os três pilares da tríade CID. O conceito de InfoSec também abrange documentos físicos fora do ambiente digital.

Qual é a importância da segurança da informação?

A InfoSec assegura a continuidade dos negócios, preserva a reputação da marca e garante a privacidade de clientes.

Estruturar essa proteção gera vantagem competitiva e reduz custos com incidentes cibernéticos. Segundo o relatório Cost of a Data Breach Report da IBM Security, uma única violação de dados custou, em média, R$ 7,19 milhões às organizações brasileiras em 2025.

O relatório ainda aponta que, em todo o mundo, o custo médio de uma violação de dados para as empresas foi de US$ 4,44 milhões no mesmo ano.

Cidadãos brasileiros têm sofrido com constantes vazamentos de dados (Imagem: Guilherme Reis / Tecnoblog)

Quais são os pilares da segurança da informação?

A segurança da informação segue uma estrutura chamada de Tríade CID: Confidencialidade, Integridade e Disponibilidade.

Confidencialidade: restringe o acesso a dados a usuários autorizados, utilizando criptografia e senhas;

Integridade: evita a alteração não autorizada ou acidental de dados;

Disponibilidade: assegura que as informações e os sistemas usados para o armazenamento e visualização desses dados estejam acessíveis sempre que necessário; garante a prevenção contra ataques DDoS, por exemplo.

Além dos três pilares essenciais, outros dois princípios são frequentemente associados à InfoSec: Autenticidade e Não-Repúdio.

O primeiro busca confirmar a autenticidade dos dados, sistemas ou usuários, para garantir que não há intrusos ou informações equivocadas que possam comprometer um negócio.

Já o segundo garante que uma ação realizada por um usuário não possa ser negada. Isso assegura que o autor de um documento não possa alegar falsamente que não o criou ou enviou, por exemplo.

Quais são as principais ferramentas e técnicas de InfoSec?

Uma série de ferramentas, práticas e técnicas são usadas em InfoSec:

EDR/XDR (Endpoint/Extended Detection and Response): ferramenta de InfoSec que monitora o comportamento de dispositivos de uma empresa para encontrar ameaças escondidas que possam afetar a integridade dos dados;

IDS/IPS (Sistemas de Detecção e Prevenção de Intrusão): ferramenta que analisa o envio e recebimento de pacotes de dados para identificar atividades suspeitas; enquanto o IDS monitora o tráfego de uma rede, o IPS atua para bloquear possíveis ameaças;

SIEM (Security Information and Event Management): centraliza, correlaciona e analisa logs de múltiplos dispositivos de rede em tempo real para identificar ameaças;

SOAR (Security Orchestration, Automation, and Response): sistema que conecta todas as ferramentas de segurança coordenando ações automatizadas em resposta às ameaças encontradas. Todo esse sistema permite a resolução de problemas de segurança em segundos, mitigando os efeitos;

DLP (Data Loss Prevention): conjunto de estratégias voltado a garantir que dados confidenciais ou críticos de uma empresa não deixem a rede sem autorização, seja por espionagem ou ataque hacker;

IAM (Identity and Access Management): recurso em InfoSec que faz a gestão do acesso de dados por profissionais da empresa. Define quais permissões cada usuário do sistema terá acesso para controlar a privacidade dos dados;

Firewall: uso de firewall avançado que atua em conjunto com outras ferramentas na inspeção de pacotes. Com base em um conjunto de regras pré-definidas, decide se permite ou bloqueia a passagem de tráfego;

Criptografia: atua na execução dos três pilares fundamentais da segurança da informação, protegendo dados em trânsito, armazenados e em uso. É comum o uso de criptografia simétrica e assimétrica;

DevSecOps: significa Desenvolvimento, Segurança e Operação. É um método de trabalho que adiciona ferramentas de segurança em todas as etapas do desenvolvimento de uma solução, aumentando a segurança e reduzindo custos.

A criptografia é uma técnica de segurança usada para codificar e decifrar dados (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Quais são os exemplos de ameaças à segurança da informação?

As principais ameaças à segurança da informação são ataques realizados por outras pessoas a um sistema, visando o roubo de dados e credenciais de acesso:

Ransomware: sequestro de sistemas operacionais e servidores por meio de criptografia maliciosa, paralisando as atividades e exigindo resgate financeiro para a liberação do acesso;

Phishing: disseminação em massa de comunicações falsas para induzir usuários a revelarem senhas de acesso ou baixarem arquivos maliciosos;

Ataques à Cadeia de Suprimentos (Supply Chain): injeção de código malicioso em softwares, ferramentas ou componentes de fornecedores para comprometer os clientes finais daquela tecnologia;

Ataques DDoS (Distributed Denial-of Service): saturação de servidores, APIs ou links de internet por redes de dispositivos infectados (botnets), interrompendo a disponibilidade de serviços digitais;

Ameaças Internas (Insider Threats): vazamento de propriedade intelectual, roubo de dados ou sabotagem de infraestrutura causados por colaboradores ou ex-funcionários com acessos legítimos;

Ataques Zero-Day: invasões cibernéticas que exploram vulnerabilidades de software desconhecidas pelo fabricante, antes do desenvolvimento e distribuição de correções de segurança (patches);

Injeção de SQL (SQLi): manipulação de campos de entrada em aplicações web para injetar comandos que acessam, alteram ou destroem informações armazenadas no banco de dados;

Cross-Site Scripting (XSS): Iijeção de scripts maliciosos em páginas web legítimas para execução no navegador do usuário final, permitindo o roubo de cookies de sessão e credenciais ativos;

Credential Stuffing: tentativas automatizadas de login em massa utilizando listas de usuários e senhas vazadas em incidentes de terceiros, explorando a reutilização de credenciais por parte dos usuários;

Ataques Man-in-the-Middle (MitM): interceptação ilegal de dados entre duas partes, permitindo a leitura ou alteração do tráfego em conexões de rede não cifradas ou Wi-Fi públicas.

Qual é a diferença entre segurança da informação e cibersegurança?

A segurança da informação foca na proteção de todos os tipos de dados. Isso inclui desde documentos e registros em papel até arquivos armazenados em sistemas, mídias removíveis e dados transmitidos por redes, garantindo também que acessos não autorizados, alterações indevidas e perdas acidentais não aconteçam.

Já a cibersegurança é um tipo de categoria dentro da segurança da informação, com foco em proteger redes, sistemas e dados contra ataques cibernéticos e riscos virtuais.
O que é segurança da informação? Conheça os pilares fundamentais da área

O que é segurança da informação? Conheça os pilares fundamentais da área
Fonte: Tecnoblog

Defesa Civil Alerta é religado após ataque hacker, mas com acesso restrito

Defesa Civil Alerta é religado após ataque hacker, mas com acesso restrito

Alerta de emergência apita mesmo quando celular está no silencioso (Ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

O governo reativou o sistema Defesa Civil Alerta, após ataque hacker, com acesso restrito.
Somente os agentes do Centro Nacional de Gerenciamento de Riscos e Desastres poderão mandar os avisos.
A plataforma usa o sistema de Cell Broadcast, que envia mensagens de texto e avisos sonoros diretamente aos celulares em áreas de risco.

O governo reativou o sistema Defesa Civil Alerta, que dispara mensagens com orientações à população. Ele foi religado neste domingo (21/06), cerca de 36 horas após a invasão que resultou em alertas indevidos. De acordo com o Ministério da Integração e Desenvolvimento Regional, a plataforma vai operar com restrições: somente os agentes do Centro Nacional de Gerenciamento de Riscos e Desastres (Cenad) poderão mandar os avisos.

Ou seja, as Defesas Civis estaduais não terão acesso ao DCA. Caso seja necessário enviar um alerta por evento climático extremo, os estados precisam solicitar o disparo diretamente ao Cenad.

O sistema de Cell Broadcast usado pelo DCA envia mensagens de texto e avisos sonoros diretamente aos celulares em áreas de risco, sem necessidade de cadastro prévio. Os alertas aparecem de forma destacada na tela e podem tocar mesmo em smartphones no modo silencioso. Qualquer pessoa que esteja no município com previsão de desastre pode receber o aviso, independentemente do DDD.

Segundo o coordenador-geral de Monitoramento e Alerta da Defesa Civil Nacional, Tiago Schnorr, a equipe de Tecnologia da Informação do Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR) trabalha na conferência dos procedimentos necessários para o restabelecimento completo da plataforma. “O importante é a gente voltar de uma maneira segura. Então não temos prazo, agora estamos justamente nessa etapa de testes”, afirmou em nota à imprensa.

Alerta extremo com a mensagem “misantropia” foi recebido à 1h24 no Rio de Janeiro (imagem: Tecnoblog)

As investigações sobre a origem da invasão e a forma de acesso à plataforma continuam em andamento. Até o momento, o Ministério não confirma hipóteses sobre autoria ou dinâmica do ataque, e aguarda a conclusão das apurações técnica e policial — a Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil já havia informado que acionaria a Polícia Federal para investigar o caso.

De acordo com uma reportagem do jornal O Globo, os alertas partiram de dois logins associados a agentes do Pará.
Defesa Civil Alerta é religado após ataque hacker, mas com acesso restrito

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Fonte: Tecnoblog