Category: Segurança e Privacidade

Como ocultar curtidas no Instagram para ter mais privacidade na rede social

Como ocultar curtidas no Instagram para ter mais privacidade na rede social

Saiba como ter mais privacidade ao ocultar suas curtidas no Instagram (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

O Instagram oferece recursos de privacidade para esconder as curtidas que aparecem para outras pessoas no feed e ocultar o número de likes recebidos nos posts. As opções ajudam quem prefere navegar pela rede social sem expor suas interações digitais.

Essa personalização permite ao usuário gerenciar a visibilidade das suas ações e tirar o contador de curtidas de forma rápida. A configuração pode ser feita diretamente nas configurações do aplicativo no Android ou iPhone.

A diferença entre as opções está no foco da exposição: a primeira oculta as postagens de terceiros que você curtiu no feed Amigos, enquanto a segunda permite desativar o número de curtidas nas suas próprias publicações na rede social.

A seguir, o Tecnoblog te mostra como esconder seus likes no Instagram e como ocultar as curtidas nos seus posts na rede social.

ÍndiceEsconda seus likes: como ocultar suas curtidas para outras pessoasComo ocultar o número de curtidas nos meus posts do InstagramPerguntas frequentes sobre as curtidas do InstagramPosso ocultar as curtidas recebidas nas minhas fotos?Dá para ocultar o número de curtidas em todos os meus posts de uma vez?Posso esconder uma curtida acidental no Instagram?O que eu faço se quiser mostrar minhas curtidas de novo?

Esconda seus likes: como ocultar suas curtidas para outras pessoas

Abra o Instagram no seu smartphone Android ou iPhone.

Toque na sua foto de perfil, localizada no canto inferior direito, para acessar sua página.

Toque no botão de três riscos, no canto superior direito, para abrir o menu principal.

Localize o menu “Atividade no feed Amigos” e toque nele para avançar.

Selecione “Ninguém”, para garantir que você tenha curtidas privadas e proteja seu histórico de interações no Instagram.

Ao limitar a visualização das suas interações, ninguém verá suas curtidas no feed Amigos do Instagram (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Como ocultar o número de curtidas nos meus posts do Instagram

Acesse o Instagram no celular Android ou iPhone.

Toque na sua foto, no canto inferior direito, para entrar no seu perfil.

Toque no ícone de três riscos no canto superior direito para abrir as configurações do Instagram.

Desça a página e toque em “Número de curtidas e compartilhamento”.

Ative a chave ao lado da opção “Ocultar número de curtidas e compartilhamentos” para não mostrar quem curtiu suas fotos no Instagram.

Ao ativar a função “Ocultar número de curtidas e compartilhamentos”, os seguidores não poderão ver quem interagiu com seus posts no Instagram (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Perguntas frequentes sobre as curtidas do Instagram

Posso ocultar as curtidas recebidas nas minhas fotos?

Sim, você pode ocultar curtidas no Instagram tanto em fotos antigas quanto nas novas publicações antes de irem ao ar. Para os novos posts, acesse a tela final de edição, toque no menu “Mais opções” e ative a função “Ocultar o número de curtidas desse post”.

Se a foto já foi publicada no seu feed, basta abri-la, tocar no menu de três pontos no canto superior e selecionar “Ocultar número de curtidas”. Essa é a melhor forma de desativar curtidas no Instagram para o público, mantendo seu acesso privado às métricas.

Dá para ocultar o número de curtidas em todos os meus posts de uma vez?

Sim, ao ativar a opção “Ocultar número de curtidas e compartilhamentos” no menu de configurações do Instagram, a regra se aplica a todas as publicações simultaneamente. O recurso esconde os contadores do público em posts antigos e futuros no seu feed, sem afetar suas métricas privadas de engajamento.

Posso esconder uma curtida acidental no Instagram?

Sim, a melhor forma de disfarçar uma curtida acidental no Instagram é tocar no ícone de coração novamente para remover a reação o mais rápido possível. Ao descurtir a publicação, o aplicativo cancela o registro do seu perfil no feed de interações do usuário sem enviar novos avisos.

Contudo, se a pessoa estiver online ou receber notificações push, o alerta do Instagram pode ser entregue instantaneamente ao dispositivo. Agir rápido reduz significativamente as chances de a outra conta visualizar o deslize antes que o registro suma.

O que eu faço se quiser mostrar minhas curtidas de novo?

Para ver suas curtidas no Instagram novamente e liberar a contagem no feed, desative a função “Ocultar número de curtidas e compartilhamentos” nas configurações do aplicativo. A mudança restaura instantaneamente a exibição do engajamento globalmente para todos os seguidores.

Caso prefira mostrar os likes em posts individuais, abra a foto, toque no menu de três pontos e selecione a opção para exibir curtidas. Você também pode controlar essa visibilidade durante a edição de novos posts acessando o menu de “Mais opções”.
Como ocultar curtidas no Instagram para ter mais privacidade na rede social

Como ocultar curtidas no Instagram para ter mais privacidade na rede social
Fonte: Tecnoblog

Empresário do PR hackeia concorrente e tenta “roubar” os clientes

Empresário do PR hackeia concorrente e tenta “roubar” os clientes

Spyware em computadores de empresária no Paraná foi usado para atravessar negociações (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

Empresário de Ponta Grossa, no Paraná, foi denunciado por hackear a concorrência para obter vantagem e roubar clientes.
A vítima teve um “programa espião” instalado em seus computadores, permitindo ao criminoso acessar informações sensíveis e enviar propostas mais vantajosas.
O caso foi investigado pela polícia, que identificou o suspeito e o indiciou por invasão de dispositivo informático e concorrência desleal.

Um caso de espionagem digital chamou atenção na cidade de Ponta Grossa, no Paraná: um empresário hackeou a concorrente para interceptar negociações e enviar propostas mais vantajosas para “roubar” clientes. A vítima teve um spyware instalado em seus computadores, o que garantiu acesso do criminoso a informações sensíveis sobre orçamentos. Assim, o homem conseguia atravessar propostas, diminuir preços e alcançar novos compradores.

A rapidez com que o empresário enviava propostas mais vantajosas para clientes com quem não havia negociado anteriormente chamou atenção, e ele foi denunciado. Para confirmar, a equipe da loja da vítima simulou uma negociação e desconfiou de ciberataque. Posteriormente, a polícia confirmou a presença de um programa espião.

Segundo o G1, o caso aconteceu no ramo de venda de pneus para tratores e equipamentos agrícolas. A polícia finalizou o inquérito nesta terça-feira (18/08), chamando a situação de um “esquema de espionagem industrial e concorrência desleal cibernética”.

Clientes denunciaram ciberataque

Esse caso no Paraná se destaca pela forma como foi descoberto. Os próprios clientes suspeitaram das propostas enviadas tão rapidamente por outra empresa. Pesou também, é claro, a fidelidade da clientela da empresária de 37 anos, cujo nome não foi revelado.

Foram incluídas no processo mensagens com ofertas mais vantajosas. Nas conversas, é possível verificar o horário de envio e também o produto oferecido, seguindo exatamente o que estava sendo negociado com a outra empresária.

Troca de mensagens entre clientes e o empresário fraudulento mostraram a rapidez com que ofertas melhores foram enviadas (imagem: reprodução/Polícia Civil)

O delegado Derick Moura Jorge realizou análises técnicas nos dispositivos da vítima para identificar o spyware. Uma vez confirmada a invasão, o homem, também de 37 anos, foi indiciado por dois crimes: invasão de dispositivo informático, previsto no Código Penal, e concorrência desleal mediante meio fraudulento para desviar clientela de outrem, parte da Lei de Propriedade Industrial.

Até o momento, ele responde em liberdade, mas o Ministério Público já está com o inquérito em mãos para formalizar a denúncia.

Como funciona um programa espião

O programa em questão é um exemplo de spyware, que permite ao hacker acessar diversas informações dos dispositivos em que foi instalado. Como o ciberataque deu acesso a mensagens trocadas entre a empresária e os clientes, provavelmente trata-se de um stalkerware.

Essa invasão se dá por meio de links maliciosos ou mesmo downloads aparentemente seguros. Portanto, casos como esse são importantes para reforçar os cuidados ao navegar por sites desconhecidos ou lidar com mensagens de promoção, cobranças etc.

A principal dica ao receber um SMS, email ou mesmo ligação é não inserir seus dados a partir dali: busque diretamente a instituição para sanar suas dúvidas.
Empresário do PR hackeia concorrente e tenta “roubar” os clientes

Empresário do PR hackeia concorrente e tenta “roubar” os clientes
Fonte: Tecnoblog

Nova ferramenta do ChatGPT lembra recurso do Windows 11 que caiu em desgraça

Nova ferramenta do ChatGPT lembra recurso do Windows 11 que caiu em desgraça

ChatGPT poderá monitorar o que usuário faz no macOS (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

A OpenAI lançou o Computer History, uma ferramenta para o ChatGPT que grava atividades do usuário no computador, criando uma linha do tempo para auxiliar na busca por informações. Disponível apenas no macOS, ela monitora cliques, digitação e mudanças de app.
O Computer History salva as atividades em resumos de texto no formato Markdown, permitindo que o ChatGPT encontre documentos, gere resumos e sugira automação de tarefas.
A ferramenta difere do Windows Recall, recurso adiado da Microsoft, pois não tira prints da tela, não vem ativada por padrão e armazena dados localmente por 48 horas, mas ainda apresenta riscos de segurança, como armazenamento não criptografado e possibilidade de ataques de injeção de prompt.

A OpenAI lançou uma ferramenta chamada Computer History para o ChatGPT. Disponível apenas no macOS para assinantes dos planos pagos, ela monitora o que o usuário faz no computador e cria uma linha do tempo, podendo usar essas informações nas respostas.

O recurso lembra muito o Recall, do Windows 11, que se propunha a algo parecido: registrar a atividade no sistema operacional e, a partir disso, ajudar o usuário a encontrar informações mesmo sem saber onde elas tinham sido vistas. Existem algumas diferenças, no entanto.

Como o Computer History do ChatGPT funciona?

O Computer History monitora cliques, digitação, atalhos do teclado e mudanças de app. Para isso, ele usa os recursos de acessibilidade do macOS. Essas atividades são convertidas em resumos de texto no formato Markdown e salvas localmente.

Com essas informações, o ChatGPT pode encontrar documentos e gerar resumos, por exemplo, sendo capaz de responder a perguntas como “No que eu estava trabalhando antes do almoço?”. Outra utilidade defendida pela OpenAI é identificar padrões de atividade, que permitem ao Computer History sugerir skills para automatizar tarefas.

ChatGPT can now remember your activity across the apps and websites on your computer.With Computer History in the desktop app, future interactions feel more personalized and require less explanation. pic.twitter.com/WHZPxPp31R— OpenAI (@OpenAI) August 13, 2026

OpenAI parece ter aprendido a lição da Microsoft

Se você acompanha o noticiário de tecnologia, deve ter se lembrado do Windows Recall ao ler sobre o Computer History. O recurso da Microsoft foi anunciado em maio de 2024, junto ao lançamento dos computadores Copilot+.

O Recall tinha proposta parecida, querendo lembrar tudo o que o usuário faz no computador para ajudá-lo a se lembrar de informações que ficaram perdidas: páginas visitadas mas não salvas, arquivos movidos de pasta, mensagens recebidas sem se atentar ao remetente.

A ferramenta tirava prints da tela periodicamente e usava inteligência artificial para “entender” as imagens. Com a Busca Rápida, o usuário poderia digitar termos vagos, como “planejamento da viagem”, para encontrar tudo que ele fez relacionado a esse tema.

Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Tecnoblog (@tecnoblog)

O Recall caiu em desgraça rapidamente, recebendo críticas por ser invasivo demais e não ter o devido cuidado para armazenar as informações salvas. A ferramenta foi adiada diversas vezes e deixou de vir ativada por padrão no Windows 11. Os próprios desenvolvedores passaram a mostrar resistência ao recurso, bloqueando as capturas de tela.

O Computer History do ChatGPT parece tomar alguns cuidados para não escorregar nas mesmas cascas de banana que o Recall. Uma delas é não tirar prints da tela do computador. Seu antecessor, um projeto experimental chamado Chronicle, fazia isso, mas a versão oficial deixou de lado essa técnica.

Além disso, o recurso da OpenAI não vem ativado por padrão, sendo necessário ativá-lo deliberadamente. Em contas profissionais, o administrador da empresa precisa dar acesso à ferramenta. Também há controles sobre quais apps e sites o Computer History deve monitorar. E, claro, o ChatGPT não é um aplicativo de sistema — o Recall viria ativado por padrão no próprio Windows 11.

Por fim, os arquivos gerados pelo recurso são armazenados localmente e deletados após 48 horas.

Recurso do ChatGPT ainda tem riscos de segurança

Mesmo assim, nem tudo é perfeito. As informações são armazenadas de maneira não criptografada, o que significa que outros programas do computador podem acessá-las. Além disso, o processamento não é local, e os dados precisam ser enviados para os servidores da OpenAI. A empresa promete apagá-los depois disso.

Também existe o risco de ataques de injeção de prompt, aqueles em que um agente mal-intencionado consegue dar um comando para a IA fazer algo que ela não deveria, colocando o usuário em risco. Como o Computer History monitora e armazena o conteúdo de apps e sites, o ChatGPT fica muito mais exposto a instruções de terceiros.

Com informações do The Decoder, ZDNet, Thurrott e The Register
Nova ferramenta do ChatGPT lembra recurso do Windows 11 que caiu em desgraça

Nova ferramenta do ChatGPT lembra recurso do Windows 11 que caiu em desgraça
Fonte: Tecnoblog

iPhone ganhará modo que prova que foto é real e não foi gerada por IA

iPhone ganhará modo que prova que foto é real e não foi gerada por IA

iPhone ganhará modo que prova que foto é real e não foi gerada por IA (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Resumo

Apple está desenvolvendo um recurso chamado Apple Reference Image para validar a origem de fotos tiradas com iPhone, evitando que imagens geradas por IA sejam confundidas com fotos reais;
recurso usa dados do hardware de câmera do iPhone para gerar um código de identificação único para cada foto, que pode ser verificado em outros iPhones;
Apple Reference Image estará disponível em uma futura atualização do iOS, prevista para setembro de 2026, e pode ser ativada nas configurações da câmera do iPhone.

A Apple está trabalhando em um recurso para permitir que usuários de iPhone certifiquem que uma foto foi feita integralmente com a câmera do aparelho, não tendo sido gerada ou modificada via inteligência artificial, portanto. A novidade foi encontrada na versão beta 5 do iOS 27.

É o que conta o 9to5Mac. De acordo com o veículo, o recurso tem o nome Apple Reference Image (Imagem de Referência da Apple, em tradução livre) e usa dados únicos relacionados ao hardware de câmera do iPhone para validar a origem da foto.

Isso é potencialmente útil em circunstâncias nas quais o usuário pode ter que comprovar a procedência das fotos ou assegurar que elas não foram manipuladas em ferramentas de IA como ChatGPT e Gemini, a exemplo de trabalhos jornalísticos, documentos judiciais e laudos de seguros.

Como o Apple Reference Image funciona?

A captura de tela liberada pelo 9to5Mac deixa claro que o Apple Reference Image não vem ativado por padrão. Cabe ao usuário habilitá-lo, o que pode ser feito em Ajustes / Câmera / Imagem de Referência (ou equivalente).

Depois disso, é necessário tirar fotos com a opção “Referência” que aparecerá no aplicativo de câmera. Fotos registradas pelo modo de fotografia padrão não são autenticadas.

Apple Reference Image no iOS 27 beta 5 (imagem: Marcus Mendes/9to5Mac)

Mesmo assim, a verificação da imagem parece não ser feita automaticamente. O usuário deve decidir por isso. Nesse processo, a imagem bruta e metadados referentes ao sensor da câmera são enviados para Private Cloud Compute, a infraestrutura de nuvem privada da Apple criada para lidar com tarefas de IA específicas.

O resultado é a geração de um código de identificação (ID) único que é associado à foto. A imagem pode então ser compartilhada com outros iPhones via AirDrop ou aplicativo Mensagens, por exemplo, com a verificação de autenticidade sendo feita no próprio aparelho de destino, sem passar pela Apple.

Para fins de privacidade, apenas certas informações do sensor e metadados da imagem são registrados pela Apple. A foto em si não é armazenada nos servidores da companhia.

É de se esperar que o recurso seja liberado oficialmente junto com o lançamento da versão final do iOS 27, o que deve ocorrer em setembro de 2026.
iPhone ganhará modo que prova que foto é real e não foi gerada por IA

iPhone ganhará modo que prova que foto é real e não foi gerada por IA
Fonte: Tecnoblog

Como ver a senha do Instagram salva no celular ou PC

Como ver a senha do Instagram salva no celular ou PC

Entenda como é possível usar gerenciadores de senhas para encontrar as credenciais do Instagram (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

O Instagram não exibe credenciais no aplicativo nativo por razões de segurança, mas é possível saber as combinações caso elas estejam salvas em um gerenciador de senhas. A consulta é feita em cofres digitais como o Gerenciador de Senhas do Google ou Senhas da Apple, exigindo biometria para liberar o código.

O procedimento para descobrir a senha do Instagram pode ser realizado no Android ou PC usando o navegador Chrome, e no iPhone por meio do aplicativo nativo do iOS. Basta acessar o cofre de credenciais e autenticar o acesso para visualizar a palavra-passe em poucos segundos.

A seguir, confira o passo a passo para achar a senha do Instagram no Android, iPhone e PC.

ÍndiceQuando esse passo a passo funciona?Como ver a senha do Instagram no celularPasso a passo no AndroidPasso a passo no iPhoneComo descobrir a senha do Instagram pelo computador1. Abra as configurações do Google Chrome2. Selecione a aba “Preenchimento automático e senhas”3. Clique em “Senhas”4. Encontre o perfil do Instagram5. Confira a senha do InstagramDá para ver a senha pelo app do Instagram?O que fazer se eu não encontrar a senha do Instagram?

Quando esse passo a passo funciona?

Os recursos para achar a senha do Instagram só funcionam se você autorizou o salvamento automático das credenciais no Gerenciador de Senhas do Google ou no Senhas da Apple. Os cofres nativos armazenam as chaves criptografadas associadas ao perfil e liberam a visualização após autenticação segura.

Se os dados não foram salvos previamente em um gerenciador de senhas do Android, iPhone ou Google Chrome, não será possível revelar o código antigo. Nesses casos, a única alternativa é recuperar a senha do Instagram por meio dos canais oficiais.

Como ver a senha do Instagram no celular

Passo a passo no Android

Abra o Google Chrome no seu dispositivo Android.

Toque no ícone de três pontos, no canto superior direito da tela, e acesse as “Configurações” do navegador.

Navegue pelo menu e toque em “Gerenciador de Senhas do Google” para abrir a lista de credenciais.

Selecione o perfil do Instagram que você deseja consultar a senha.

Insira o PIN de bloqueio do celular ou utilize a biometria (reconhecimento facial ou impressão digital) para acessar o cofre de senha.

Toque no ícone no formato de olho ao lado do campo oculto para ver a senha do Instagram na tela.

Encontrando as credenciais do Instagram por meio do Gerenciador de Senhas do Google (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Passo a passo no iPhone

Abra o aplicativo Senhas da Apple no iPhone e valide o acesso com a biometria (Face ID ou Touch ID).

Acesse o menu “Todas” para ver a lista completa de credenciais salvas no gerenciador de senhas.

Desça a tela até encontrar o perfil do Instagram e toque nele para avançar.

Toque no campo oculto “Senha” para descobrir a senha do Instagram salva no aplicativo.

Descobrindo as credenciais do Instagram por meio do Senhas da Apple (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Como descobrir a senha do Instagram pelo computador

1. Abra as configurações do Google Chrome

Acesse o Google Chrome no PC, clique no ícone de três pontos no canto superior direito e selecione “Configurações” para abrir o menu do navegador.

Abrindo as configurações do navegador (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

2. Selecione a aba “Preenchimento automático e senhas”

No canto esquerdo da tela, clique na aba “Preenchimento automático e senhas” para gerenciar os dados de login mantidos pela sua conta.

Clicando na aba “Preenchimento automático e senhas” do Google Chrome (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

3. Clique em “Senhas”

Clique em cima da opção “Senhas” para visualizar as credenciais e senhas criptografadas salvas no Gerenciador de Senhas do Google.

Selecionando a opção “Senhas” (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

4. Encontre o perfil do Instagram

Localize na lista o perfil do Instagram e clique em cima dele para ver mais detalhes.

Selecionando o perfil do Instagram (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

5. Confira a senha do Instagram

Insira o PIN ou senha de bloqueio do sistema operacional e clique em cima do ícone de olho para ver a senha do Instagram.

Revelando a senha dos Instagram salva no gerenciador de senhas (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Dá para ver a senha pelo app do Instagram?

Não é possível descobrir a senha do Instagram diretamente pelo aplicativo nativo, pois a rede social não exibe as chaves de acesso por motivos de segurança e privacidade. Por isso, a consulta só funciona por meio do gerenciador de senhas do celular ou computador.

O que fazer se eu não encontrar a senha do Instagram?

Se você não for possível ver a senha do Instagram em nenhum cofre digital, a alternativa mais prática é utilizar a função “Esqueceu a senha?” na tela inicial do aplicativo ou do site. Basta informar seu nome de usuário, e-mail ou telefone para receber um link para entrar no Instagram e redefinir as credenciais.

Caso o seu perfil esteja integrado à Central de Contas da Meta, você também pode entrar no Instagram pelo Facebook diretamente e sem digitar senhas. Após reestabelecer o acesso, lembre-se de salvar a nova chave no gerenciador de senhas do dispositivo ou navegador.
Como ver a senha do Instagram salva no celular ou PC

Como ver a senha do Instagram salva no celular ou PC
Fonte: Tecnoblog

Como recuperar senha do Gmail e Conta Google: guia completo (2026)

Como recuperar senha do Gmail e Conta Google: guia completo (2026)

Saiba as diferentes formas de recuperar a senha do Gmail (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Você pode recuperar a senha do Gmail no PC ou celular por meio do aplicativo ou das páginas oficiais de resgate da Conta Google. Os métodos envolvem códigos de verificação por SMS, e-mails de recuperação ou confirmações em dispositivos associados para a validação do perfil.

É altamente recomendado que o procedimento seja feito a partir de um smartphone ou computador que já estava logado anteriormente na Conta Google. Dispositivos e redes Wi-Fi habituais aumentam as chances de sucesso, pois o sistema reconhece a conexão como confiável e simplifica a validação.

A seguir, conheça três métodos para recuperar a senha do Gmail.

ÍndiceComo recuperar a senha do Gmail se você ainda está logado na Conta GoogleComo recuperar a Conta Google se você esqueceu a senhaComo recuperar a Conta Google se você esqueceu o seu endereço do GmailDicas para aumentar as chances de recuperar a Conta Google e GmailPerguntas frequentes sobre a recuperação da Conta GooglePosso redefinir a senha do Gmail se troquei o número do celular?É possível recuperar a senha do Gmail por outro celular?Posso recuperar uma Conta Google respondendo perguntas?Por que não consigo recuperar minha senha do Gmail?Posso recuperar uma conta do Google excluída?Em vídeo: como recuperar a senha do Gmail

Como recuperar a senha do Gmail se você ainda está logado na Conta Google

Abra o aplicativo do Gmail ou do Google no seu celular e toque na sua foto de perfil, no canto superior direito.

Toque em “Gerenciar sua Conta do Google” e selecione “Senha do Google”.

Em vez de informar a senha, toque em “Tentar de outro jeito” e escolha um método para recuperar a senha do Gmail.

Após a validação, digite a nova palavra-passe nos campos indicados e toque em “Alterar senha”.

Acessando o menu “Senha do Google” no app Gmail para trocar a chave de acesso (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Como recuperar a Conta Google se você esqueceu a senha

Acesse o site accounts.google.com pelo navegador do celular ou PC.

Informe seu e-mail e, na tela seguinte, toque em “Esqueceu a senha?”.

Escolha um dos métodos de recuperar a Conta Google, como código via SMS ou e-mail alternativo.

Confirme sua identidade através do formato escolhido de recuperação para avançar.

Após a validação, toque em “Atualizar senha” e crie uma nova combinação para concluir o processo de recuperação de Conta Google.

Usando um dos métodos alternativos de recuperar a Conta Google e redefindo a senha (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Como recuperar a Conta Google se você esqueceu o seu endereço do Gmail

Use o navegador do celular ou PC para acessar: accounts.google.com/signin/usernamerecovery.

Digite o número do celular vinculado à sua Conta Google, incluindo o código do país (DDI) e o DDD (Ex: +5511991234567).

Preencha exatamente o nome e sobrenome vinculados ao perfil da Conta Google e toque em “Avançar”.

Envie o código de verificação via SMS para o número vinculado à Conta Google.

Insira a chave numérica recebida no campo indicado para confirmar sua identidade e toque em “Avançar”.

Selecione a Conta Google que deseja fazer login, anote o endereço de e-mail e faça o processo para redefinir a senha do Gmail.

Enviando um código de verificação para o número vinculado a Conta Google (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Dicas para aumentar as chances de recuperar a Conta Google e Gmail

Existem algumas práticas que ajudam a recuperar a Conta Google e Gmail com maiores chances de sucesso. Por exemplo:

Dispositivos e redes habituais: tente recuperar o e-mail do Google usando um dispositivo ou rede Wi-Fi que você utilize com frequência, pois a plataforma reconhece conexões já validadas como confiáveis;

Evite VPNs e redes Wi-Fi públicas: faça a solicitação a partir da sua casa ou trabalho e sem mascarar o IP, garantindo que a sua localização física ajude no processo para recuperar a Conta Google;

Forneça dados precisos e completos: responda a todas as etapas do formulário de verificação sem pular perguntas, fornecendo dados bem fundamentados sobre a conta em vez de palpites aleatórios;

Aproveite métodos alternativos de autenticação: utilize códigos via SMS, e-mail de segurança ou alertas de confirmação na tela do celular. Se precisar recuperar a Conta Google de outro aparelho, escolha a validação à qual você ainda tem acesso direto;

Evite tentativas consecutivas para impedir bloqueios: se a validação falhar, revise as informações e tente novamente com calma, pois múltiplos envios seguidos podem acionar alertas de segurança e bloquear o perfil temporariamente.

Perguntas frequentes sobre a recuperação da Conta Google

Posso redefinir a senha do Gmail se troquei o número do celular?

Sim, é possível redefinir a senha do Gmail após mudar de número, desde que você confirme sua identidade na Conta Google por outros meios de autenticação. Se o dispositivo ainda estiver conectado, basta acessar as configurações de segurança da conta para criar uma nova chave de acesso.

Caso esteja desconectado no PC ou smartphone, utilize a página de resgate e selecione “Tentar de outro jeito” para validar por e-mail alternativo ou códigos de backup. Após recuperar a Conta Google pelo celular ou navegador, atualize imediatamente o telefone de recuperação cadastrado para evitar bloqueios futuros.

É possível recuperar a senha do Gmail por outro celular?

Sim, você pode recuperar a senha do Gmail por outro smartphone utilizando a página oficial de recuperação no navegador do dispositivo. Caso o chip com o número cadastrado esteja no novo aparelho, basta receber o código de verificação via SMS para validar o acesso.

Se o celular for totalmente novo e tiver outro número, a recuperação da Conta Google só funciona ao utilizar métodos alternativos, como e-mail de recuperação. Vale dizer que esse procedimento tem menores chances de sucesso ao ser realizado em um dispositivo ou conexão inéditas.

Gmail permite recuperar a senha em outro dispositivo, mas é recomendado utilizar uma conexão habital para obter sucesso (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Posso recuperar uma Conta Google respondendo perguntas?

Sim, dá para realizar a recuperação da Conta Google respondendo às perguntas do formulário oficial de verificação de identidade. Se você esqueceu a senha do Gmail, o sistema solicitará dados sobre credenciais antigas e detalhes cadastrais para validar a propriedade do perfil.

Conclua o processo em um celular ou PC habitualmente conectado à sua rede de internet. O algoritmo do Google compara essas informações de acesso e localização para autenticar o usuário com mais segurança e liberar o resgate.

Por que não consigo recuperar minha senha do Gmail?

Estes são alguns pontos que podem estar impedindo a redefinição da senha do Gmail:

Contatos de segurança desatualizados ou inativos: se o telefone ou e-mail de resgate mudaram, o sistema não consegue enviar o código para recuperar a senha do e-mail;

Tentativas em dispositivos ou redes desconhecidos: tentar acessar o perfil de aparelhos, conexões ou navegadores inéditos reduz o nível de confiança do algoritmo para liberar a redefinição da senha do Gmail;

Múltiplas tentativas seguidas com dados incorretos: inserir credenciais antigas erradas sucessivamente pode acionar alertas de segurança e bloquear temporariamente a Conta Google;

Segurança em duas etapas sem métodos de backup: se a autenticação em dois fatores estiver ativa, mas você não tiver acesso aos códigos de resgate ou ao aplicativo autenticador, o acesso ao Gmail será suspenso;

Perfil hackeado, suspenso ou excluído definitivamente: as opções de recuperação deixam de funcionar se invasores alterarem seus dados, se a conta violar políticas ou se for apagada do servidor do Google.

Posso recuperar uma conta do Google excluída?

Sim, é possível recuperar uma Conta Google excluída recentemente caso o processo seja feito na janela de carência do sistema. O prazo limite costuma ser de até 30 dias para perfis pessoais e de até 20 dias para contas corporativas do Google Workspace.

Para reativar o perfil, acesse a página de recuperação por um dispositivo e local habituais antes do encerramento do prazo. Se a plataforma indicar que o e-mail não foi encontrado, a exclusão tornou-se permanente e não haverá como recuperar os arquivos e dados.

Em vídeo: como recuperar a senha do Gmail

Como recuperar senha do Gmail e Conta Google: guia completo (2026)

Como recuperar senha do Gmail e Conta Google: guia completo (2026)
Fonte: Tecnoblog

ANPD manda Paraná suspender reconhecimento facial em escolas públicas

ANPD manda Paraná suspender reconhecimento facial em escolas públicas

Estado utiliza sistema de reconhecimento para registrar frequência escolar (imagem: Gerd Altmann/Pixabay)

Resumo

A ANPD determinou a suspensão imediata do uso de biometria facial em escolas públicas do Paraná.
A ferramenta Escola Paraná Biometria registrava presença de alunos com apoio de IA desde 2021.
O sistema era usado em 2.136 instituições de ensino, alcançando mais de 100 mil colaboradores e cerca de 1 milhão de estudantes.

A Agência Nacional de Proteção de Dados (ANPD) ordenou a suspensão imediata do uso de biometria facial para registro de presença de alunos na rede pública de ensino do Paraná. A decisão ocorreu nesta terça-feira (054). Desde 2021, a ferramenta Escola Paraná Biometria é usada por professores para registrar a frequência dos alunos com apoio de IA.

Segundo o site Núcleo, a Superintendência de Fiscalização da ANPD concluiu que o governo estadual não apresentou base legal válida para impor o reconhecimento facial em larga escala nas escolas. A agência classificou a prática como “desnecessária, desproporcional e excessiva” para a finalidade de controle de chamada.

De acordo com as informações citadas no processo, o sistema, baseado em um algoritmo de reconhecimento da empresa europeia Innovatrics, era usado em 2.136 instituições de ensino, alcançando mais de 100 mil colaboradores e cerca de 1 milhão de estudantes.

ANPD aponta falhas de transparência

ANPD aponta falta de estudos de impacto (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Para a ANPD, o governo estadual não demonstrou por que o uso de biometria facial seria necessário para fazer a chamada escolar. A justificativa apresentada pela secretaria foi a redução do tempo gasto em sala de aula, mas a agência apontou falta de estudos que comprovassem que “esse benefício tenha sido efetivamente alcançado”.

O órgão também cobrou uma avaliação mais robusta sobre os impactos da tecnologia nos direitos de crianças e adolescentes. Dados biométricos são considerados sensíveis pela legislação brasileira, o que exige maior cuidado no tratamento, especialmente quando envolvem menores de idade.

A decisão menciona, ainda, que a Seed-PR não teria apresentado dados atualizados no Relatório de Impacto à Proteção de Dados Pessoais (RIPD), usado para avaliar riscos de projetos que envolvem dados pessoais, e que falta clareza sobre o armazenamento e o controle de acesso às imagens, de acordo com o Núcleo.

Caso pode virar processo administrativo

A medida da ANPD é preventiva e pode ser contestada pelo governo do Paraná por meio de recurso administrativo. Mesmo assim, a suspensão vale de forma imediata.

O caso foi enviado à Coordenação-Geral de Sanção da própria ANPD, que avaliará a abertura de processo administrativo sancionador. A agência também encaminhou as informações ao Ministério Público do Paraná (MPPR).

Um levantamento do InternetLab, citado pela reportagem, identificou ao menos outros seis estados que utilizam ou testaram tecnologias do tipo em suas redes: Alagoas, Amazonas, Goiás, Rio de Janeiro, São Paulo e Tocantins.

ANPD manda Paraná suspender reconhecimento facial em escolas públicas

ANPD manda Paraná suspender reconhecimento facial em escolas públicas
Fonte: Tecnoblog

Apple sofre com ritmo da IA e limita programa que paga por bug descoberto

Apple sofre com ritmo da IA e limita programa que paga por bug descoberto

Apple usa IA para analisar envios e testar sistemas (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

A Apple limitou o número de notificações de bugs que especialistas em segurança podem enviar devido ao grande volume de tentativas, muitas geradas por inteligência artificial.
A empresa oferece recompensas de até US$ 5 milhões para notificações de vulnerabilidades, dependendo da gravidade da falha.
A Apple usa IA para avaliar notificações e encontrar problemas de software, com a atualização mais recente tendo cerca de cinco vezes mais correções do que os updates anteriores.

A Apple tem um programa de recompensas para pesquisadores que descobrem bugs em seus sistemas. Com a inteligência artificial, porém, a situação ficou incontrolável: o grande volume de tentativas levou a empresa a limitar o número de avisos que cada especialista em segurança pode enviar.

A medida foi confirmada pela companhia ao Financial Times. Como lembra o jornal, a empresa lançou, em 2025, um novo programa de recompensas para notificações de vulnerabilidades, com pagamentos que podem chegar a US$ 5 milhões (R$ 25,7 milhões, em conversão direta), dependendo da gravidade da falha.

Por que a Apple colocou limites nos avisos de bugs?

A Apple afirma que seus sistemas de análises estavam pressionados por “AI slop”, nome geralmente dado a conteúdo de baixa qualidade gerado automaticamente. No caso da descoberta de bugs, os modelos de IA usados pelos pesquisadores estavam alucinando e identificando riscos inexistentes nos softwares da marca da maçã.

A Apple impôs um limite nos bugs que uma pessoa ou empresa pode reportar. Atingido esse teto, é preciso esperar 30 dias para voltar a enviar avisos de falhas. Caso um pesquisador encontre alguma vulnerabilidade grave, é possível solicitar um aumento no limite. A companhia diz que essa é uma forma de garantir que notificações críticas cheguem às equipes de segurança.

IA está mudando cenário da cibersegurança

Mythos, da Anthropic, causou impacto imediato no desenvolvimento de software (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

O Financial Times conversou com dois laboratórios de cibersegurança sobre o trabalho de procurar vulnerabilidades nos produtos da Apple.

A startup Bynario, sediada na Itália, disse ter encontrado mais de 50 bugs na versão mais recente do macOS em apenas três semanas, mas não conseguiu enviar as notificações usando o sistema da Apple devido aos novos limites. A fabricante confirmou ao FT que entrou em contato com os pesquisadores e está avaliando as descobertas.

O “segredo” da Bynario foi usar o ChatGPT para identificar bugs — e ela não foi a única a recorrer à IA. Pesquisadores da Calif, que fica nos Estados Unidos, conseguiram quebrar um mecanismo de proteção de memória lançado em setembro de 2025, com ajuda do modelo Mythos, da Anthropic.

As duas entidades não estão sozinhas, já que a própria Apple também passou a usar IA para dar uma força na hora de avaliar as notificações recebidas.

Além disso, a fabricante também está usando essa nova categoria de ferramenta para que ela mesma possa encontrar problemas de software. A atualização mais recente de seus sistemas operacionais tem cerca de cinco vezes mais correções do que os updates anteriores, e a Apple dá os créditos à contribuição dos modelos de cibersegurança da OpenAI e da Anthropic.
Apple sofre com ritmo da IA e limita programa que paga por bug descoberto

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Fonte: Tecnoblog

Windows 11 “espiona” seu PC a cada 15 minutos? Microsoft nega

Windows 11 “espiona” seu PC a cada 15 minutos? Microsoft nega

Windows 11 “espiona” seu PC a cada 15 minutos? Microsoft nega (imagem: Guilherme Reis/Tecnoblog)

Resumo

serviço “Windows Health and Optimized Experiences” existe no Windows 11, é identificado como “whesvc” e inicializa junto com o sistema operacional;
whesvc monitora sinais de lentidão no sistema e salva registros de diagnóstico localmente, sem enviar dados para a Microsoft, a menos que o usuário envie um relatório pelo Hub de Feedback;
executivo da Microsoft desmentiu postagem no X que sugere que o recurso tem fins obscuros.

Uma postagem no X publicada no fim de julho ganhou alguma repercussão ao afirmar que o Windows 11 tem um serviço que atua em segundo plano com a função de enviar dados de PCs gamers para a Microsoft a cada 15 minutos. Parece espionagem, certo? Mas a companhia nega.

A postagem também afirma que o tal serviço tem o nome Windows Health and Optimized Experiences e é inicializado junto com o sistema operacional, automaticamente. A sua missão é a de monitorar dados de CPU, temperatura e bateria para enviá-los à Microsoft a cada 15 minutos, ainda segundo o texto.

De fato, o Windows Health and Optimized Experiences existe e, no Windows 11, é identificado como “whesvc”. Também é verdade que o serviço inicializa junto com o sistema operacional. Mas o resto é exagero.

Quem tratou de desmentir o post foi Scott Hanselman, vice-presidente da comunidade de desenvolvedores da Microsoft. O executivo explicou que o serviço em questão foi adicionado ao Windows 11 em 2025 para gerar dados de diagnóstico quando o computador apresentar problemas de desempenho.

This was added in 2025 and is for Performance-diagnostic capture: When Windows detects slow or sluggish behavior, it can record targeted performance traces locally under %SystemRoot%TempDiagOutputDirWhesvc that can be filed with Feedback Hub. It’s not laptop specific. SAYING… https://t.co/t0e1AWTdiO— Scott Hanselman (@shanselman) August 2, 2026

O Windows Latest tem uma explicação melhor:

O serviço, conhecido internamente como whesvc, monitora sinais de lentidão no sistema e salva apenas registros de diagnóstico localmente em sua máquina. Os dados coletados não saem do seu PC, a menos que você opte por enviar um relatório pelo Hub de Feedback.

A resposta de Scott Hanselman acabou servindo de nota de comunidade para a postagem original, o que, provavelmente, contribuiu para a publicação não alcançar um número maior de usuários no X.

Pelo menos o episódio teve um lado positivo: um usuário perguntou sobre o porquê de o whesvc não ter uma descrição mais clara na área de serviços do Windows 11. De fato, a descrição é um tanto… vaga: “[o whesvc] monitora o dispositivo para obter uma melhor experiência do usuário”.

O whesvc na área de serviços do Windows 11 (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

Bom, Hanselman deu a entender que pedirá aos responsáveis, na Microsoft, que forneçam uma descrição mais detalhada sobre o recurso.

Tem como desativar o whesvc?

Não há motivo para isso, mas, sim, o whesvc pode ser desativado a qualquer momento.

Para tanto, digite “serviços” no campo de busca da Área de Trabalho ou do Menu Iniciar do Windows 11 e abra a opção de mesmo nome.

Em seguida, busque a opção “Integridade e Experiências Otimizadas do Windows” (é o nome do serviço em português). Clique com o botão direito nela, vá em “Propriedades” e clique em “Parar”. Por fim, em “Tipo de Inicialização”, marque “Desativado” e clique em “Ok”.
Windows 11 “espiona” seu PC a cada 15 minutos? Microsoft nega

Windows 11 “espiona” seu PC a cada 15 minutos? Microsoft nega
Fonte: Tecnoblog

Apps de smart TVs podem “emprestar” seu IP para quem você nem conhece

Apps de smart TVs podem “emprestar” seu IP para quem você nem conhece

Usuário pode ter seu dispositivo utilizado em fraudes sem perceber (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

A empresa norueguesa de cibersegurança Mnemonic descobriu aplicativos para smart TVs da Samsung que conectavam televisores a uma rede de proxy residencial.
A prática pode ser usada para mascarar o endereço de IP de terceiros em atividades ilegais.
A Samsung anunciou que vai banir os aplicativos descobertos e identificar todos os que contenham componentes de proxy residencial.

A Samsung anunciou que vai banir apps descobertos compartilhando a conexão do usuário com estranhos. A prática, conhecida como proxy residencial, serve para mascarar o endereço de IP de terceiros usando uma conexão comum, podendo encobrir até mesmo crimes cibernéticos.

O problema foi recentemente descoberto pela empresa norueguesa de cibersegurança Mnemonic, envolvendo games simples para as smart TVs da marca. Em resposta ao TechCrunch, a Samsung detalhou restrições já em vigor para novos registros de apps e uso de kits de desenvolvimento para proxy residencial.

No mês passado, a técnica foi encontrada em apps para TVs LG, que também lançou uma ofensiva para resolver o problema. Além disso, TV boxes ilegais podem vir infectadas com malware do mesmo tipo.

Qual é o problema envolvendo os apps para TVs?

Segundo a Mnemonic, vários aplicativos para smart TVs da Samsung contêm códigos que usam a internet do usuário sem sua permissão ou seu conhecimento. Um deles, por exemplo, era um jogo Pac-Man e chegou a aparecer nas recomendações editoriais da loja de apps da fabricante.

Loja com apps para Tizen chegou a recomendar apps conectados a redes proxy (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

A empresa de cibersegurança explica que o jogo em questão tinha códigos da Bright Data. Essa empresa é especializada em criar e administrar redes proxy. Ela afirma possuir acesso a milhões de conexões residenciais em todo o mundo.

Ok, mas o que isso significa? Um aplicativo com código de proxy residencial pode permitir que estranhos usem a internet da sua casa sem que você saiba. Assim, eles podem agir na rede “disfarçados” como um endereço IP de uma casa comum.

Essa técnica pode ser usada para diversos fins, como raspagem da web e coleta de dados, pesquisas envolvendo geolocalização, ataques para testar senhas roubadas e até mesmo anonimato para ciberataques.

Assim, o usuário afetado por um aplicativo malicioso pode ter desde transtornos simples, como aumento no consumo da internet ou maior frequência de captchas, até problemas mais complicados, como ser associado a atividades ilícitas através do seu IP.

O que a Samsung vai fazer?

Em resposta ao TechCrunch, a Samsung afirmou estar trabalhando para identificar e remover todos os aplicativos da loja que contenham componentes desse tipo.

Além disso, a marca disse já ter tomado algumas medidas, como impedir o registro de novos apps que incluam as funcionalidades de proxy e implementar políticas de desenvolvedor banindo kits de desenvolvimento de proxy residencial em toda a plataforma.

Concorrente sofre com a mesma questão

Apps problemáticos também foram encontrados na loja para TVs LG (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O proxy residencial afeta mais plataformas. Em julho de 2025, uma análise descobriu que 42% dos aplicativos oferecidos pela loja da LG tinham a capacidade de conectar a smart TV em uma rede proxy. A empresa disse que iria banir todos os apps que trouxessem esse tipo de ferramenta.

Resolver a questão, porém, pode não ser tão simples assim. Como explica Harrison Sand, consultor da Mnemonic, muitos aplicativos têm poucas linhas de programação. Para funcionar, eles carregam seu conteúdo de outro site.

A análise feita pelas lojas de apps geralmente leva em conta apenas o código do app, sem incluir os downloads extras. Além disso, a parte que é carregada pode mudar entre a avaliação de segurança e o download pelo usuário — e esse tipo de truque pode estar justamente ali.
Apps de smart TVs podem “emprestar” seu IP para quem você nem conhece

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Fonte: Tecnoblog