Category: Meta AI

Instagram quer sugerir os comentários que os usuários vão postar nas fotos

Instagram quer sugerir os comentários que os usuários vão postar nas fotos

Meta AI está presente no Instagram e em outras plataformas da companhia (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

Instagram está testando uma ferramenta de IA que sugere comentários baseados no conteúdo das imagens.
A Meta confirmou o experimento e destacou que a Meta AI pode também ser utilizada em outras áreas da plataforma.
Não foi revelado quando o recurso estará disponível para os usuários.

O Instagram está testando uma ferramenta de inteligência artificial que “entende” o que está em cada publicação e sugere comentários para o usuário enviar, sem que ele precise escrever o texto. A Meta confirma o experimento e diz que a Meta AI pode ajudar em outras áreas da rede.

O recurso foi encontrado pelo usuário Jonah Manzano, que costuma publicar novidades de redes sociais em seu perfil do X. Em um vídeo, ele deu uma demonstração de como a ferramenta vai funcionar.

Como o Instagram vai sugerir comentários?

No vídeo, um novo ícone de lápis aparece ao lado do campo para escrever um comentário. Ao tocar neste ícone, surge um menu da Meta AI, com três sugestões de comentários.

Short video how it works pic.twitter.com/WdVOxcumZa— Jonah Manzano (@jonah_manzano) March 15, 2025

Manzano fez um teste em uma de suas próprias fotos, em que ele e outra pessoa estão em uma sala de estar. Ao que tudo indica, a Meta AI “entende” o que está na imagem; ela sugere os comentários “Decoração bacana da sala”, “Adorei o clima aconchegante” e “Lugar bacana para tirar foto” (traduções livres; os comentários estão originalmente em inglês).

O TechCrunch consultou a Meta sobre este assunto. Um porta-voz declarou que a empresa testa regularmente mais recursos para usar a Meta AI nos aplicativos. “Além das mensagens diretas, você encontrará a Meta AI disponível em áreas como comentários, feed, grupos e busca”.

Apesar disso, a companhia não revelou quando este recurso estará disponível para mais pessoas.

O que mais a Meta quer fazer com IA?

Já faz algum tempo que a Meta trabalha com a possibilidade de ocupar suas plataformas com conteúdo produzido por inteligência artificial. Em dezembro de 2024, Connor Hayes, vice-presidente de IA generativa da Meta, disse esperar que a IA passe a criar perfis, publicações e comentários nas redes, agindo como uma pessoa real.

Pouco tempo depois, usuários encontraram algumas contas criadas pela empresa e administradas por inteligência artificial. Os perfis tinham biografias, publicações e imagens completamente fictícias. Após críticas, a Meta removeu as contas e bloqueou buscas pelos nomes dos personagens.

Com informações do TechCrunch
Instagram quer sugerir os comentários que os usuários vão postar nas fotos

Instagram quer sugerir os comentários que os usuários vão postar nas fotos
Fonte: Tecnoblog

Meta AI vai usar Reels que você viu para personalizar respostas

Meta AI vai usar Reels que você viu para personalizar respostas

Meta AI funciona no WhatsApp, Messenger, Instagram e Facebook (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

A Meta anunciou que seu chatbot com inteligência artificial, a Meta AI, poderá usar dados do Facebook e do Instagram para dar respostas mais adequadas aos pedidos. Além disso, a ferramenta terá uma memória para armazenar detalhes sobre o usuário, como preferências alimentares e interesses.

A memória da Meta AI estava em testes desde o ano passado. Agora, o recurso será disponibilizado inicialmente no Facebook, Messenger e WhatsApp para Android e iOS nos Estados Unidos e no Canadá. Não há previsão de chegada a outros mercados, como o Brasil.

Meta AI vai “decorar” informações de conversas (imagem: divulgação)

Como a Meta AI vai usar informações de Facebook e Instagram?

A Meta usará as informações coletadas do Facebook e do Instagram para dar respostas mais adequadas. No exemplo dado pela empresa, caso o usuário pergunte o que fazer no fim de semana, a Meta AI pode usar a localização cadastrada no perfil do Facebook para dar recomendações naquele lugar.

Isso também vale para interações com conteúdo: se você viu reels de artistas country, diz a Meta, o chatbot pode recomendar um show de música country.

Como funciona a memória da Meta AI?

A memória da Meta AI armazena informações sobre o usuário obtidas durante as conversas. Estas informações podem ser as principais de uma mensagem escrita, mas também podem ser detalhes mencionados durante o bate-papo com a IA.

No exemplo dado pela Meta, a pessoa pede uma receita para o café da manhã, e a Meta AI sugere omelete. O usuário, então, diz ser vegano, e a inteligência artificial armazena esta informação na memória. Futuramente, quando tiver que recomendar alimentos, o chatbot saberá desta preferência. Os usuários poderão acessar a memória e apagar as informações indesejadas.

O recurso de memória da IA, porém, não é uma novidade. O ChatGPT conta com uma ferramenta idêntica há quase um ano.

Questionada pelo Verge, a Meta disse que, no momento, não oferecerá opções para desativar estes recursos. “Acreditamos que as melhores experiências são personalizadas”, disse o porta-voz da companhia.

Com informações da Meta, Verge e TechCrunch
Meta AI vai usar Reels que você viu para personalizar respostas

Meta AI vai usar Reels que você viu para personalizar respostas
Fonte: Tecnoblog

Meta planeja lançar óculos inteligentes com telas em 2025

Meta planeja lançar óculos inteligentes com telas em 2025

Ray-Ban Meta atual não tem tela, apenas som (Imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

A Meta estaria se preparando para colocar pequenos displays nas lentes dos óculos inteligentes Meta Ray-Ban, com lançamento previsto para o segundo semestre de 2025. As telinhas serviriam para mostrar notificações e respostas da assistente virtual Meta AI.

As informações foram obtidas pelo jornal Financial Times. De acordo com pessoas familiarizadas com os planos da Meta, os displays terão capacidades bem limitadas, longe de tornar o Meta Ray-Ban um dispositivo de realidade mista.

De acordo com o Wall Street Journal, a Meta também pode lançar uma pulseira para controlar os óculos, como a que faz parte do protótipo Orion, apresentado em setembro no Meta Connect.

Esta pulseira funcionaria de um jeito diferente dos headsets de realidade virtual, que usam câmeras para rastrear os dedos. Em vez disso, o acessório detectaria contrações nos músculos do pulso para entender qual o movimento que o usuário está fazendo.

Meta Ray-Ban fala com o usuário

Os óculos Meta Ray-Ban atuais não contam com telas nas lentes. O aparelho tem saídas de som para “falar” com o usuário, mas nenhum componente visual. A armação também conta com câmeras, que podem ser usadas para tirar fotos e realizar videochamadas — o usuário apenas ouve o interlocutor, e a pessoa do outro lado da ligação vê o que o usuário está vendo.

Com a chegada da Meta AI, os óculos Ray-Ban Meta passaram a compreender melhor o que o usuário diz. Além disso, a inteligência artificial pode usar as câmeras, e o usuário pode pedir mais informações sobre o que está diante dele — solicitar uma descrição da cena ou perguntar qual a espécie de um animal, por exemplo.

O mercado de realidade virtual, mista e aumentada tem ganhado concorrentes nos últimos anos:

A Apple tem o Vision Pro, com grande capacidade técnica e um preço bem alto: US$ 3.499 (cerca de R$ 21,7 mil, na cotação de hoje).

O lançamento mais recente da Meta é o Quest 3S, com preço bem mais acessível: US$ 299 (aproximadamente R$ 1.850, em conversão direta).

O Google anunciou o sistema Android XR, integrado à inteligência artificial Gemini. A Samsung lançará um aparelho com a plataforma no ano que vem.

Com informações: Engadget, ZDNet
Meta planeja lançar óculos inteligentes com telas em 2025

Meta planeja lançar óculos inteligentes com telas em 2025
Fonte: Tecnoblog

Meta fecha acordo com Reuters para usar notícias em IA do WhatsApp

Meta fecha acordo com Reuters para usar notícias em IA do WhatsApp

Meta AI funciona no WhatsApp, Messenger, Instagram e Facebook (Imagem: Vitor Pádua / Tecnoblog)

A Meta teria fechado um acordo de múltiplos anos de duração com a agência de notícias Reuters para usar seu conteúdo em respostas do chatbot Meta AI, liberado recentemente no Brasil. As informações foram obtidas pelo site Axios junto a fontes que estão a par do contrato.

Procurada pelo site The Verge, a Meta confirmou a parceria. “Embora a maioria das pessoas use a Meta AI para tarefas criativas, pesquisas profundas ou ajuda prática, esta parceria vai ajudar a garantir uma experiência mais útil para quem busca informações sobre eventos atuais”, disse a companhia em um e-mail.

Antiga sede da Reuters em Londres (Inglaterra) (Imagem: Concus Cretus / Wikimedia Commons)

O Axios diz que, a partir desta sexta-feira (dia 25/10), usuários da Meta AI nos Estados Unidos terão acesso a notícias e informações em tempo real ao conversar com o chatbot, presente em Facebook, Instagram, Messenger e WhatsApp. As respostas devem trazer links para o site da Reuters, e a agência de notícias será remunerada pelo conteúdo, segundo uma das fontes ouvidas.

A falta de informações atualizadas e confiáveis é um problema presente em muitas ferramentas de inteligência artificial generativa. A Meta AI, lançada no Brasil recentemente, fornece respostas factualmente incorretas sobre candidatos das eleições municipais de 2024.

Empresas de IA fecham acordo com publicações

Esta é a primeira vez que a Meta fecha uma parceria com uma empresa jornalística para obter conteúdo para sua inteligência artificial.

Este tipo de acordo se tornou frequente há cerca de um ano. A OpenAI, que desenvolve o ChatGPT, tem contratos com The Atlantic, The Wall Street Journal e Vox Media, entre outras publicações.

Nem sempre o relacionamento entre as big techs e as companhias de jornalismo é harmonioso, porém. O jornal The New York Times abriu um processo contra a OpenAI e a Microsoft, acusando as companhias de infringir direitos autorais ao usar reportagens para treinar os modelos de linguagem.

Com informações: Axios, The Verge
Meta fecha acordo com Reuters para usar notícias em IA do WhatsApp

Meta fecha acordo com Reuters para usar notícias em IA do WhatsApp
Fonte: Tecnoblog

Meta AI no WhatsApp testa recurso de salvar informações sobre usuários

Meta AI no WhatsApp testa recurso de salvar informações sobre usuários

Meta AI quer guardar dados do usuário para melhorar as respostas dadas (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

A Meta está testando o recurso de salvar informações sobre os usuários com a sua IA generativa no WhatsApp. A ferramenta apareceu na versão 2.24.22.9 do aplicativo para Android. Com essa funcionalidade, a Meta AI, IA generativa da big tech, terá maior conhecimento sobre o usuário, como preferências e outras informações pessoais.

Naturalmente, isso levanta questões sobre a privacidade do usuário. Na tela do recurso, divulgada pelo site WABetaInfo, a mensagem informa que a Meta AI “automaticamente relembrará algumas partes da conversa para entregar respostas mais relevantes”. Também existe a opção do usuário salvar dados que ele deseja que a IA guarde na memória.

Por que a Meta AI quer salvar informações?

Recurso de Memória da Meta AI aparece em versão beta do WhatsApp (Imagem: Divulgação/WABetaInfo)

A proposta da Meta com esse recurso para a IA é que os usuários tenham respostas mais precisas e contextualizadas. Por exemplo: suponha que você tenha restrições na sua dieta por conta de saúde ou alguma alergia. Sabendo disso, a Meta AI poderá recomendar receitas levando em conta essas restrições.

Essa funcionalidade também permite que os usuários recuperem mensagens trocadas com a Meta AI. O WABetaInfo explica ainda que você poderá apagar as informações salvas. Afinal, o usuário pode mudar de dieta, de gostos, precisar ficar sem fazer alguma coisa por conta de saúde, etc.

Meta AI chegou no Brasil neste mês

A Meta AI foi liberada no Brasil para WhatsApp, Messenger, Facebook e Instagram no dia 9 de outubro. No WhatsApp, o recurso pode ser acessado por um botão dedicado, localizado em cima do botão de iniciar nova conversa, ou fazendo a pergunta na barra de pesquisa.

Ao abrir a Meta AI, o usuário é levado para uma janela idêntica às conversas. Para utilizar a IA é necessário concordar com a política de uso da Meta sobre suas inteligências artificiais.

Com informações: WABetaInfo
Meta AI no WhatsApp testa recurso de salvar informações sobre usuários

Meta AI no WhatsApp testa recurso de salvar informações sobre usuários
Fonte: Tecnoblog

Meta pede ao Cade o fim da investigação contra a Meta AI

Meta pede ao Cade o fim da investigação contra a Meta AI

Meta também é investigada por ANPD e Senacon (Ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

A Meta enviou uma resposta ao Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) pedindo o fim do procedimento preparatório contra ela. A investigação foi aberta após pedido do Instituto de Defesa de Consumidores (Idec), devido ao uso de dados pessoais para treinamento de inteligência artificial. As advogadas que representam a empresa dizem que as alegações são infundadas.

O Idec apresentou pedidos à ANPD, ao Cade e à Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon). Vale lembrar que o Cade é o órgão que cuida das questões de concorrência no Brasil. As questões de privacidade são tratadas majoritariamente pela Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD). Ela proibiu o uso dos dados de brasileiros para treinamento da IA.

Mark Zuckberg apresenta Meta AI, em evento realizado em setembro de 2023 (Imagem: Reprodução/Meta)

Na quarta-feira da semana passada (17), a própria Meta suspendeu todas as suas ferramentas de IA generativa. Com isso, a Meta AI não chegou ao Brasil na última terça (23), quando foi lançada em mais 22 países.

Meta aponta “contexto dinâmico” na IA

Na notificação enviada ao Cade, os argumentos do Instituto vão na linha de que o treinamento da IA com dados de usuários criaria um problema de concorrência. A Meta discorda e considera que o Idec não definiu adequadamente qual seria este mercado em que ela teria domínio.

“É importante notar que as alegações do Idec fornecem tão poucas informações que qualquer tentativa de contestar os argumentos é limitada pelo simples fato de que eles praticamente inexistem”, escrevem as advogadas.

No documento apresentado ao Cade, a Meta argumenta que o contexto de desenvolvimento da IA é “extremamente dinâmico”, devido a “entradas frequentes de vários players com diferentes portes, incluindo big techs e startups”. A companhia defende que sua IA tem código aberto, o que pode incentivar outras empresas a desenvolverem produtos deste tipo. Por isso, a Meta nega que sua posição seja dominante no mercado.

O documento também busca refutar a tese de que nenhuma empresa conseguiria competir com a Meta, pelo simples fato de ela ter acesso a mais dados pessoais do que suas concorrentes.

A gigante das redes sociais aponta o ChatGPT como “mais notório large language model (LLM) do mundo” e sua desenvolvedora, a OpenAI, como prova de que é possível competir sem ter os dados dos usuários de Facebook e Instagram. A Meta também indica a startup francesa Mistral e a empresa sul-coreana Naver como exemplos de que não há domínio de mercado.
Meta pede ao Cade o fim da investigação contra a Meta AI

Meta pede ao Cade o fim da investigação contra a Meta AI
Fonte: Tecnoblog

WhatsApp testa botão para gerar imagens com IA

WhatsApp testa botão para gerar imagens com IA

Acesso à Meta AI no WhatsApp está disponível apenas em alguns países (Imagem: Vitor Pádua / Tecnoblog)

O WhatsApp pode ganhar uma ferramenta para gerar imagens usando inteligência artificial sem precisar sair de uma conversa. Um novo botão chamado “Imagine”, com o logo da Meta AI, está sendo testado. Ele ficaria nas opções de anexos — aquelas que aparecem ao tocar o ícone de clipe, ao lado do campo para escrever a mensagem.

A ferramenta surgiu na versão 2.24.12.4 do WhatsApp para Android, ainda em fase beta. A funcionalidade ainda está em desenvolvimento e não foi liberada para os usuários. O site WABetaInfo conseguiu acessá-la no código do app.

Botão Imagine aparece ao lado de fotos, áudios, enquetes e mais (Imagem: Reprodução / WABetaInfo)

A Meta AI está disponível apenas em alguns países, para usuários selecionados. Ela funciona como uma conversa própria, dentro do WhatsApp e de outros mensageiros da empresa. Em conversas em grupo, é possível mencioná-la, usando “@”, mas não dá para fazer isso em conversas individuais.

É aí que o botão “Imagine” pode ajudar. Sem ele, o usuário precisaria ir até a conversa com a Meta AI, gerar a imagem e voltar para o chat anterior. Com a opção nos anexos, dá para fazer isso dentro da conversa.

IA também vai fazer figurinhas no WhatsApp

A Meta AI ainda não está disponível no Brasil, mas já é possível usar recursos de inteligência artificial para algumas tarefas no WhatsApp. Nas últimas semanas, o mensageiro ganhou uma ferramenta para criar figurinhas usando IA.

Figurinhas geradas por IA no WhatsApp em português (imagens: Thiago Mobilon/Thássius Veloso/Tecnoblog)

No menu de figurinhas, um novo botão “Usar IA” está disponível. Ao tocar nele, o usuário pode descrever qual a imagem desejada. O WhatsApp, então, dá quatro opções — é possível enviar e salvar qualquer uma delas ou pedir para refazer, com outra descrição.

O gerador de figurinhas com IA está sendo liberado gradualmente, tanto para Android quanto para iOS.

Com informações: WABetaInfo
WhatsApp testa botão para gerar imagens com IA

WhatsApp testa botão para gerar imagens com IA
Fonte: Tecnoblog

WhatsApp deve permitir envio de imagens e vídeos em HD por padrão

WhatsApp deve permitir envio de imagens e vídeos em HD por padrão

Fotos enviadas com qualidade HD chegaram no app em agosto, mas ainda precisam ser ativada na hora de envio (Imagem: Divulgação/WhatsApp)

O WhatsApp liberou na sua versão beta para Android a opção de enviar fotos e vídeos em alta resolução por padrão. O site WABetaInfo, especializado em rastrear recursos do aplicativo, encontrou esta novidade na última segunda-feira. O recurso está disponível nas configurações do app de mensagens, no menu Armazenamento e Dados.

Essa novidade é uma evolução da opção de enviar imagens em alta resolução (HD) no aplicativo. O WhatsApp liberou essa função em agosto de 2023, entregando uma solução nativa e oficial para o envio de fotos e vídeos em HD. Antes disso, os usuários usavam métodos alternativos para enviar uma imagem de alta resolução.

Enviar imagens em HD por padrão

Como mostra a captura de tela do WABetaInfo, os usuários poderão ativar a opção de enviar imagens em alta resolução por padrão nas configurações do WhatsApp. O recurso está disponível na seção “Armazenamento e Dados”.

Recurso de ativar por padrão envio de mídia em alta qualidade no beta do WhatsApp (Imagem: Reprodução/WABetaInfo)

O print não mostra, mas podemos deduzir pelo nome do recurso “Media upload quality” que haverá um novo submenu para ativar esse padrão. Atualmente, essa seção conta com o submenu “Download automático de mídia”, na qual você pode definir como o WhatsApp funcionará ao baixar mídias recebidas.

Fazendo o paralelo entre o download e upload, é altamente provável que você também possa escolher como o WhatsApp atuará ao enviar uma imagem em HD no Wi-Fi, dados móveis e em roaming — assim como temos no submenu para baixar mídias.

Usando o português bem direto, essa opção de enviar imagens em HD no WhatsApp será uma mão na roda. Salvo quando você está usando a rede móvel ou com uma conexão ruim, é muito provável que você queira enviar e receber fotos na melhor qualidade possível. Não há previsão de quando o recurso será lançado oficialmente.

Com informações: SamMobile e WABetaInfo
WhatsApp deve permitir envio de imagens e vídeos em HD por padrão

WhatsApp deve permitir envio de imagens e vídeos em HD por padrão
Fonte: Tecnoblog

WhatsApp Beta recebe recurso de IA generativa da Meta

WhatsApp Beta recebe recurso de IA generativa da Meta

WhatsApp (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

O WhatsApp Beta para Android incorporou a funcionalidade de IA generativa da Meta, disponível para usuários do programa de testes, permitindo o envio de prompts diretamente pelo aplicativo.
A integração da Meta AI no WhatsApp facilita a interação do usuário com a inteligência artificial, oferecendo a possibilidade de fazer perguntas e solicitar sugestões de mensagens de forma rápida e sem necessidade de trocar de aplicativo.
Na versão 2.24.7.14 do WhatsApp Beta para Android, os usuários podem enviar prompts para a Meta AI diretamente do campo de busca, agilizando o processo de uso da IA sem ter que procurar por contatos ou mensagens.
A Meta AI, que opera com o modelo de linguagem Llama 2, promete não só melhorar a experiência no WhatsApp, mas também está planejada para integrar outros serviços da Meta, incluindo o Instagram.

O WhatsApp Beta para Android recebeu o recurso de IA generativa da Meta. Quem participa do programa de testes já pode usar a Meta AI — nome nada criativo, porém muito direto — no aplicativo de mensagens. Esta funcionalidade está localizada na parte superior do WhatsApp.

A integração do Meta AI com o WhatsApp permite que os usuários enviem prompts mais rapidamente. Assim, o usuário pode fazer alguma pergunta, pedir sugestões de mensagens para falar com o contatinho ou ideais de mensagens de feliz aniversário — tudo sem mudar de aplicativo.

Meta AI direto no campo de busca do WhatsApp

Outra novidade visualizada na versão 2.24.7.14 do WhatsApp Beta para Android é a opção de enviar prompts direto do campo de busca. Logo, ao invés de pesquisar por algum contato ou mensagem, o usuário pode fazer diretamente uma pergunta para a Meta AI. Tal qual o fato de evitar a troca de apps, é uma função que acelera o uso da inteligência artificial.

Meta AI no campo de busca da versão beta do WhatsApp para Android (Imagem: Reprodução/WABetaInfo)

O funcionamento da Meta AI não parece (pelo menos por enquanto) estar integrado à digitação da mensagem. O Samsung Galaxy AI, por exemplo, tem uma ferramenta que ajuda a escrever mensagens e corrigir textos.

A Meta AI utiliza o Llama 2, segunda geração do modelo de linguagem desenvolvido pela empresa de Mark Zuckerberg. A IA generativa foi anunciada em setembro de 2023 e terá um aplicativo próprio.

No entanto, um grande diferencial desta inteligência artificial será a integração com os serviços da Meta. Fora o uso da Meta AI no WhatsApp, a empresa já anunciou que o Instagram também se beneficiará desta novidade. A big tech também criou a Emu, uma IA generativa de imagens.

Com informações: WABetaInfo e Phone Arena
WhatsApp Beta recebe recurso de IA generativa da Meta

WhatsApp Beta recebe recurso de IA generativa da Meta
Fonte: Tecnoblog

Aos 20 anos de idade, o Facebook não vai a lugar nenhum

Aos 20 anos de idade, o Facebook não vai a lugar nenhum

Em março de 2022, uma reportagem do The Washington Post revelou que o Facebook teria contratado uma firma de consultoria para lançar uma campanha difamatória contra o TikTok. Era um momento tenso para a empresa, que, pela primeira vez em sua história, registrava perda de usuários.

As redes sociais podem estar acabando, mas o Facebook, não (Imagem: Vitor Pádua / Tecnoblog)

A ideia da campanha era associar o TikTok a desafios e trends perigosas, criando uma imagem problemática para a empresa. O objetivo, é claro, era colocar algum empecilho no caminho do aplicativo de vídeos, provável destino dos usuários que abandonavam o Facebook.

O caso parecia indicar uma empresa desesperada, sem saber como preservar a relevância de seu principal produto. O TikTok, por sua vez, era o novo acontecimento no universo das mídias sociais. Um inesperado concorrente que evidenciava a falta de inovação do Facebook.

Só que muita coisa mudou de lá para cá. Os resultados financeiros mais recentes da Meta apresentam números sólidos. E isso inclui também o Facebook, que, diferente do cenário de 2022, cresceu em número de usuários.

No ano em que comemora seu vigésimo aniversário, a rede de Mark Zuckerberg mostra que ainda está bem viva.

Sinônimo de rede social

O Tecnocast 321 teve como tema os 20 anos do Facebook. Um dos pontos abordados na conversa foi a maneira como a plataforma conseguiu se definir como um sinônimo de rede social.

É claro que o Facebook não foi o primeiro site onde era possível criar um perfil, adicionar amigos, mandar recados e outras funções semelhantes. Antecessores como o Friendster e o Myspace já apresentavam essas funcionalidades. Isso sem falar no Orkut, queridinho entre os brasileiros.

Mas o jeito como o Facebook conseguiu concentrá-las num só lugar e expandir o aspecto social da rede é que o tornou o principal exemplar desse tipo de plataforma. Em dado momento, a quantidade de recursos disponíveis tornava difícil para qualquer outro concorrente oferecer algo que o Facebook já não tivesse.

Feed com atualizações, grupos fechados, páginas que podiam ser seguidas para acompanhar conteúdos específicos, chat, aniversários, eventos. Esse conjunto de elementos formava um ecossistema onde o usuário tinha inúmeros motivos para ficar.

No meio do caminho, a plataforma fazia experiências. Ajustes no feed; novos recursos, como o Facebook 360º (quem lembra?); e até mesmo uma tentativa de competir com a Twitch através do Facebook Gaming.

Site do Facebook (Imagem: Austin Distel/Unsplash)

Vários desses experimentos falhavam, e plataforma os deixava de lado. Na prática, eram tentativas de acrescentar ao que a rede já tinha de sólido. Mesmo quando coisas novas fracassavam, o de sempre continuava funcionando — e trazendo os usuários de volta.

Outro ponto que fortalecia ainda mais o Facebook enquanto rede social era que, em determinado momento, todo mundo já estava lá. Seus amigos, familiares, colegas de faculdade. Ir para outro lugar fazia menos sentido num contexto como esse.

É claro que tamanha concentração de gente num único espaço trouxe seus problemas. E os problemas do Facebook, apesar de seu indiscutível sucesso, se multiplicaram ao longo de seus 20 anos.

Privacidade, bolhas e desinformação

Por melhores que sejam os números reportados — 3.07 bilhões de usuários mensais e 2.11 bilhões de usuários diários —, é inegável que o Facebook de hoje tem um problema de imagem. Os inúmeros escândalos na plataforma são responsáveis por isso.

O mais famoso de todos é o da Cambridge Analytica, quando a empresa de consultoria política teve acesso a dados de 50 milhões de usuários. Tudo devido a permissões dadas a aplicativos externos. De posse dessas informações, foi possível disparar propaganda política direcionada.

A reputação da empresa saiu manchada, e continuaria assim devido a outros casos envolvendo falhas de privacidade. Outro ponto sensível foi a desinformação, que, segundo pesquisadores, recebia muito mais engajamento na plataforma do que histórias e matérias de fontes fidedignas.

A imagem do Facebook como um local cheio de fake news é herdada de eleições recentes, quando a circulação desse tipo de conteúdo se tornou lugar-comum na rede. Isso pôde ser verificado tanto no contexto das últimas eleições americanas quanto nas eleições brasileiras mais recentes.

Notificação para quem interagiu com fake news sobre COVID-19 (Imagem: Divulgação/Facebook)

Da mesma forma, passou-se a questionar mais o papel dos algoritmos na criação de bolhas ideológicas, que reforçam as convicções dos usuários pela oferta reiterada de conteúdos com os quais a pessoa já concorda. Uma espécie de barreira que dificulta o contato com quem pensa diferente.

Estes problemas certamente fizeram o Facebook perder usuários. A saída de muitos nessa época, combinada à perda de usuários mais jovens nos anos recentes, ajudou a criar a noção de uma rede decadente, onde apenas os nossos pais estão.

Os números, no entanto, continuam contando outra história.

Onde está o foco de Mark Zuckerberg?

Em 2021, o metaverso foi apontado como o projeto principal da Meta. A empresa ganhou até um novo nome por conta disso. Mas é evidente que a ideia não ganhou a tração que Zuckerberg gostaria.

Agora, o criador do Facebook e CEO de sua empresa-mãe volta sua atenção para inteligência artificial. Nenhuma surpresa aí: é o que todos no mercado de tecnologia estão fazendo.

Antes disso, houve o lançamento do Threads, concorrente do Twitter. E ainda outros projetos ao longo dos últimos anos que capturaram a atenção de Zuckerberg, desde streaming de vídeo até a criação de uma criptomoeda.

Mark Zuckerberg (imagem: Reprodução/Facebook)

Uma matéria recente da Bloomberg descreve essas mudanças de foco do chefão da Meta como tentativas de criar algo maior que o Facebook, que possa fortalecer as perspectivas da empresa para o futuro.

No entanto, o Facebook segue sendo o produto mais popular da Meta. Por mais que o crescimento não seja tão acentuado quanto no passado e que usuários jovens estejam migrando para o TikTok, algo no Facebook ainda faz com que mais de 2 bilhões de pessoas o acessem todos os dias.

Num momento em que se fala sobre o fim das redes sociais, com novas formas de consumo de conteúdo tomando o lugar das antigas formas de interação on-line, a maior rede de todas mostra que não está nem perto do fim.
Aos 20 anos de idade, o Facebook não vai a lugar nenhum

Aos 20 anos de idade, o Facebook não vai a lugar nenhum
Fonte: Tecnoblog