Category: Inteligência Artificial

IA do Google: Gemini Live passa a responder com voz em português

IA do Google: Gemini Live passa a responder com voz em português

Gemini Live ganha opção de responder o usuário em português e mais de 40 idiomas (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

O Google liberou o Gemini Live com suporte a português brasileiro e mais de 40 idiomas para Android.
O recurso permitirá interações por voz, similar ao ChatGPT e assistentes como Siri e Alexa.
A liberação ocorrerá de forma gradual, podendo demorar dias ou semanas para todos os usuários.
O Gemini Live também será integrado a outros apps do Google, como Gmail, Maps e YouTube.
Os usuários podem selecionar até dois idiomas no aplicativo, configurando via Google Assistente.

O Google divulgou nesta quinta-feira (3) que está liberando a opção de fala em português brasileiro no Gemini para Android. A ferramenta está disponível no Gemini Live, uma versão da IA do Google que permite ao usuário conversar com a inteligência artificial. O recurso é similar à ferramenta de conversa do ChatGPT — e praticamente uma Siri.

Em nota enviada à imprensa, o Google explica que a liberação do Gemini Live ocorrerá de forma gradual. Assim, alguns usuários receberão essa novidade nos próximos dias ou semanas. O Gemini Live é uma ferramenta do aplicativo da IA para Android e funciona nos celulares e tablets.

Gemini Live chega para português e mais de 40 idiomas

Além da versão em português, o Google liberou o Gemini Live para mais de 40 idiomas. A novidade também será integrada com outros aplicativos da big tech que possuem recurso de voz, como o Gmail, Maps e YouTube. O Google explica que espera liberar mais idiomas no futuro.

Os usuários poderão ainda selecionar até dois idiomas para o Gemini Live em seus dispositivos. Para escolher essas duas línguas, o usuário terá que acessar a configuração do aplicativo do Google. Veja como fazer:

Abra o aplicativo do Google e, na parte superior, toque na sua foto de perfil ou iniciais

Toque em Configurações e selecione Google Assistente

Na tela que abrir, busque pela opções Idiomas

Escolha o português brasileiro ou qualquer idioma disponível

Opcionalmente, você pode adicionar um segundo idioma. Por enquanto, você pode definir e usar até dois idiomas com o Gemini Live

Lembrando que a liberação dos novos idiomas está ocorrendo de forma gradual. Se o português brasileiro ainda não apareceu para você, espere mais um tempo para este idioma ficar disponível no seu aparelho.

Gemini Live é praticamente um Gemini que fala

Apresentado em agosto durante o Made By Google, o Gemini Live é a IA generativa do Google que responde falando os seus comando de voz. O ChatGPT tem um recurso idêntico — e gerou até aquela treta com a Scarlett Johansson. A Siri e Alexa fazem algo similar há anos, mas com zero capacidade de IA geracional.
IA do Google: Gemini Live passa a responder com voz em português

IA do Google: Gemini Live passa a responder com voz em português
Fonte: Tecnoblog

Xiaomi 14T com lentes Leica chega oficialmente ao Brasil; saiba o preço

Xiaomi 14T com lentes Leica chega oficialmente ao Brasil; saiba o preço

Xiaomi 14T tem câmera tripla com lente Leica e configurações avançadas para fotos (Imagem: Isabela Giantomaso / Tecnoblog)

A Xiaomi revelou nesta quarta-feira (dia 02/10) o preço do smartphone Xiaomi 14T no Brasil: R$ 5.999. O aparelho chega às lojas e quiosques da marca, bem como ao site, na versão com 512 GB de armazenamento e 12 GB de RAM, nas cores preto e cinza.

O Xiaomi 14T é uma novidade no mercado global. Ele foi apresentado no exterior na última quinta-feira (dia 26/09). O Tecnoblog esteve em Berlim (Alemanha) a convite da empresa e conheceu o aparelho de pertinho.

Lentes da Leica e sensor da Sony

O carro-chefe do Xiaomi 14T é a fotografia. Ele conta com um conjunto triplo de câmeras, todas com lentes da famosa fabricante alemã Leica. O conjunto é capaz de dar quatro opções de distâncias focais, equivalentes de 15 mm a 100 mm.

As lentes de altíssima qualidade acompanham sensor principal um Sony IMX906 de 50 megapixels. Na câmera teleobjetiva, outro sensor de 50 megapixels, enquanto a ultrawide conta com um componente de 12 megapixels. Para selfies, o conjunto oferece 32 megapixels, em uma câmera que fica sob o visor.

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O Xiaomi 14T conta também com recursos de software para tirar qualidade máxima das lentes e sensores. O smartphone oferece os modos Leica Autêntico, Leica Vibrante e Leica Retrato, que dispensam ajustes avançados.

Na hora de gravar vídeos, é possível recorrer aos modos Filme e Diretor, com configurações mais completas. Também há a opção de captar imagens em 4K e 30 fps, com HDR.

IA, desempenho e design

Deixando as câmeras um pouco de lado, vamos falar do “resto” do Xiaomi 14T. Ele tem tela CrystalRes AMOLED de 6,67 polegadas, 144 Hz e brilho máximo de 4.000 nits.

O visual é metálico, e as cores titan black e titan gray (preto e cinza, respectivamente) estarão disponíveis no mercado brasileiro. O corpo do smartphone conta com proteção contra poeira e água no padrão IP68.

Câmera principal do Xiaomi 14T tem 50 megapixels com modos Leica para filtros (Foto: Isabela Giantomaso/Tecnoblog)

Em desempenho, o Xiaomi 14T conta com o chip MediaTek Dimensity 8300 Ultra e 12 GB de RAM, além de 16 GB de memória virtual. A versão lançada no Brasil tem 512 GB para armazenamento. Além disso, duas outras especificações importantes são a bateria de 5.000 mAh e a recarga de 67 W.

O smartphone vem de fábrica com Android 14 e a camada de software HyperOS, da Xiaomi. Como não podia deixar de ser, ele conta com recursos de inteligência artificial, como intérprete de idiomas, transcrição de falas, resumo de anotações e ferramentas de edição de imagem. Além disso, o assistente Google Gemini vem instalado.

Ficha técnica – Xiaomi 14T

TelaCrystalRes AMOLED de 6,67 polegadas (2712 x 1220 pixels)Câmera traseira 50 MP (principal) + 50 MP (teleobjetiva) + 12 MP (ultrawide)Câmera frontal32 MPProcessadorMediaTek Dimensity 8300-UltraSoftware Android 14 + Xiaomi HyperOSMemória RAM12 GBArmazenamento512 GBBateria5.000 mAh com HyperCharge 67WConectividade5G, Dual SIM, Wi-Fi 6E, Bluetooth 5.4, NFCDimensões160,5 mm x 75,1 mm x 7,80 mmPeso195 gramasCoresCinza e preto
Xiaomi 14T com lentes Leica chega oficialmente ao Brasil; saiba o preço

Xiaomi 14T com lentes Leica chega oficialmente ao Brasil; saiba o preço
Fonte: Tecnoblog

Udemy irrita professores por prazo para excluir aulas de treinamento da sua IA

Udemy irrita professores por prazo para excluir aulas de treinamento da sua IA

Udemy deu prazo de três semanas para professores autorizarem ou não o uso das aulas para treinamento de IA (Imagem: Vitor Pádua / Tecnoblog)

Professores da Udemy estão irritados com a plataforma de ensino. A Udemy deu um prazo de três semanas para que os professores autorizassem ou não que a IA da empresa fosse treinada com suas aulas. Passado o prazo, os profissionais que ministram cursos na plataforma não podem mais impedir que a IA assistam a suas aulas — pelo menos não nesse ano, já que a Udemy abrirá anualmente a opção de sair do programa de IA.

O comunicado foi feita pela Udemy no seu fórum oficial no dia 21 de agosto. A opção de autorizar que a IA usasse as aulas para o seu treinamento foi ativada por padrão. O dia final para desativar essa opção foi 12 de setembro. Há relatos de professores que só souberam disso quando viram o email de aprovação no programa de IA.

Udemy abrirá periodicamente a opção de autorizar treinamento

Segundo Katie Stegs, usuária que fornece aulas da Udemy, a empresa comunicou que haverá janelas de desativar a opção de treinamento da IA durante o ano. Essas janelas serão informadas pela empresa aos usuários, ao invés de definir um período fixo para isso.

Em resposta ao 404 Media, Stegs explicou que só soube do caso ao receber o email avisando que ela foi adicionado ao programa de treinamento de IA. O fato de a Udemy impedir que professores desativem a opção a qualquer momento levanta o contínuo debate sobre a violação de direitos autorais para treinamento de inteligências artificiais.

Criadores não podem impedir o treinamento da IA da Udemy após o fim da janela (Imagem: Reprodução/404 Media)

Stegs destacou que o conteúdo do curso é de propriedade intelectual dela. Assim, ela defende que tem o direito de optar a qualquer momento se autoriza ou não o uso do curso para o treinamento da IA da Udemy.

Scott Rogers, vice-presidente de estratégia de conteúdo da Udemy, explicou que a IA da empresa foi desenvolvida já pensando na capacidade de remover o conhecimento adquirido. Se um professor optar por sair do programa, a IA será capaz de “desaprender” o conteúdo. Como esse processo leva um tempo, Rogers justifica que isso levou a Udemy a criar a janela anual de sair do programa de IA.

Udemy vai pagar professores, só não sabemos como

A empresa promete ainda que pagará os professores se os recursos de IA gerarem receita — seja lá o que isso quer dizer, já que a Udemy não explicou a fundo essa ideia. A plataforma ainda afirma que não criará cursos com base no treinamento da IA.

Porém, professores relatam que ganhar dinheiro com cursos na Udemy está mais complicado. As promoções de cursos também diminuiu a receita recebida pelos criadores. A empresa também demitiu 280 funcionários para contratar pessoas de lugares com salários menores.

Com informações: 404 Media e The Verge
Udemy irrita professores por prazo para excluir aulas de treinamento da sua IA

Udemy irrita professores por prazo para excluir aulas de treinamento da sua IA
Fonte: Tecnoblog

CEO da Nvidia defende uso de usinas nucleares para alimentar datacenters

CEO da Nvidia defende uso de usinas nucleares para alimentar datacenters

Jensen Huang (imagem: reprodução/Nvidia)

Datacenters, por si só, são instalações que demandam muita energia elétrica. Mas, com o atual advento da inteligência artificial (IA), essa demanda tende a ser muito maior nos próximos anos. Como lidar com isso? No entendimento de Jensen Huang, CEO da Nvidia, uma solução viável são as usinas nucleares.

O assunto ganhou força nas últimas semanas. Um exemplo vem da Oracle. Larry Ellison, fundador e presidente, declarou no início do mês que a companhia considera construir um datacenter a ser mantido por três reatores nucleares.

Outro exemplo vem da Microsoft, que pretende utilizar um dos reatores da usina de Three Mile Island para alimentar sistemas de IA.

Além de Oracle e Microsoft, companhias como Amazon, Google e tantas outras preveem aumentar a sua base de datacenters ou ampliar unidades já existentes. No cerne desse movimento está justamente a inteligência artificial. Aplicações do tipo demandam muito processamento.

Se há muito processamento, também há muita demanda por energia. A Agência Internacional de Energia (IEA) prevê que o consumo energético de datacenters deverá variar entre 650 e 1.050 TWh (Terawatts-hora) em 2026. Em 2022, esse número ficou em 460 TWh.

Usina nuclear de Three Mile Island, a ser reativada para a Microsoft(imagem: divulgação/Constellation)

Huang: energia nuclear é “maravilhosa” para datacenters

Vem daí o crescente interesse por energia nuclear. À Bloomberg, Jensen Huang chamou essa opção de “maravilhosa”, dando a entender que a Nvidia está disposta a investir nessa ideia como forma de viabilizar a construção de “fábricas de IA”, ou seja, de datacenters focados em inteligência artificial.

O CEO da Nvidia não revelou planos específicos. Sobre datacenters, as declarações do executivo estiveram mais focadas em explicar como esse tipo de solução tem implementação complexa no que diz respeito ao consumo energético. Nesse sentido, o executivo considera o uso de usinas nucleares, mas não como única opção:

A energia nuclear é maravilhosa como fontes de energia, uma das fontes de energia sustentável. [Mas] Não será a única. Precisaremos de energia de todas as fontes e equilibrar a disponibilidade e o custo dela, bem como a sustentabilidade no longo prazo.

Jensen Huang, CEO da Nvidia

CEO da Nvidia defende uso de usinas nucleares para alimentar datacenters

CEO da Nvidia defende uso de usinas nucleares para alimentar datacenters
Fonte: Tecnoblog

IA finge que é humana e consegue derrubar os captchas do Google

IA finge que é humana e consegue derrubar os captchas do Google

IA nem sempre acerta na primeira tentativa, mas desempenho é comparável ao de humanos (Imagem: Vitor Pádua / Tecnoblog)

Cientistas da universidade ETH Zurich, na Suíca, treinaram uma inteligência artificial para que ela conseguisse resolver os captchas do Google, que existem para determinar se quem está tentando acessar um serviço é realmente de carne e osso. Ela não chegou a demonstrar 100% de precisão na hora de resolver os desafios, mas foi capaz de superar as barreiras com as mesmas taxas de sucesso que pessoas reais.

O estudo usou o Recaptcha v2, do Google. Você já deve ter passado por ele: o teste pede para o usuário identificar semáforos, faixas de pedestre, pontes e outros itens da paisagem urbana.

Modelo treinado por pesquisadores de universidade suíça aprendeu a identificar objetos (Imagem: Reprodução / Google Cloud)

Para responder às questões, os pesquisadores treinaram um modelo de processamento de imagens chamado Yolo (sigla para “you only live once”, ou “você só vive uma vez”). O treinamento usou 14 mil fotos de ruas devidamente etiquetadas. Também é importante notar que o modelo não funciona sozinho, precisando de intervenção humana para operar.

Pouco tempo depois, o Yolo conseguia reconhecer os objetos tão bem quanto um humano. Ao cometer algum erro pequeno, o Recaptcha v2 liberava mais um puzzle. Assim, com mais de uma tentativa, a IA sempre conseguia convencer o sistema de que era uma pessoa real.

Google diz que IA não põe sistema em risco

Não é a primeira vez que um sistema computadorizado consegue se sair bem na hora de resolver captchas. Há dez anos, este mesmo Tecnoblog noticiava que um software dava a resposta certa em 90% das tentativas, e existiam até serviços que empregavam humanos para passar pelos testes.

Especialistas consultados pela reportagem do Decrypt consideram que as máquinas estão cada vez melhores em resolver estes desafios. Chegará um momento em que eles não serão mais suficientes para determinar se tem um humano por trás daquele acesso.

Mesmo assim, o Google considera que risco não é tão grande quanto parece e tem seus motivos para acreditar nisso: o Recaptcha vai além dos captchas.

“Nós nos concentramos em ajudar nossos clientes a proteger seus usuários sem precisar de desafios visuais”, explica à New Scientist um representante do Google Cloud. “Hoje, a maioria das proteções oferecidas pelo Recaptcha a 7 milhões de sites é completamente invisível.”

A versão 3 da tecnologia do Google consegue analisar se um visitante é humano ou robô levando em consideração a atividade na página. É por isso que, às vezes, você clica na caixinha “Não sou um robô” e o teste nem aparece.

Google é responsável pela tecnologia do Recaptcha (Ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

O material da ETH Zurich leva estes aspectos em consideração. Os cientistas descobriram que o Recaptcha mostra menos captchas quando detecta movimento do mouse ou a existência de histórico e cookies no navegador, pois estes são indícios de que uma pessoa realmente está usando o computador.

Em outro teste, eles concluíram que o uso de VPN para mudar o IP também reduz o número de desafios exigidos. O sistema considera que muitos acessos consecutivos de um mesmo IP significam um comportamento automatizado.

Por isso, os testes foram realizados usando VPN, simulação de movimento do mouse e um navegador com histórico de navegação e cookies. Essas precauções foram tomadas porque o objetivo dos pesquisadores era analisar apenas a capacidade da IA em resolver os captchas, sem que outros comportamentos influenciassem no processo.

Captchas ajudam a treinar máquinas

Além de separar humanos de robôs, os captchas também têm outro propósito: as respostas dadas são usadas para treinar os próprios sistemas do Google, para que eles reconheçam objetos em imagens.

O Recaptcha, aliás, nasceu como um projeto da Universidade Carnegie Mellon, nos Estados Unidos, para ajudar a digitalizar livros antigos. Quando uma palavra não era reconhecida por sistemas automáticos, humanos contribuíam para identificar o que estava escrito ali.

Com informações: Decrypt, ZDNet e TechRadar
IA finge que é humana e consegue derrubar os captchas do Google

IA finge que é humana e consegue derrubar os captchas do Google
Fonte: Tecnoblog

Samsung anuncia Galaxy Tab S10 Ultra e Tab S10+ com chip MediaTek 9300+

Samsung anuncia Galaxy Tab S10 Ultra e Tab S10+ com chip MediaTek 9300+

Galaxy Tab S10 Ultra (imagem: divulgação/Samsung)

A Samsung fez o anúncio oficial dos tablets Galaxy Tab S10 Ultra e Galaxy Tab S10+. Ambos trazem tela Dynamic AMOLED 2X, chip MediaTek Dimensity 9300+ e recursos para inteligência artificial (IA). Mas a versão Ultra é um pouco mais sofisticada em alguns aspectos, além de ser maior.

De acordo com a companhia, o Dimensity 9300+ faz o Galaxy Tab S10 Ultra ter ganhos de desempenho de 18% na CPU, 28% em gráficos e de 14% na NPU em relação ao tablet sucessor, o Galaxy Tab S9 Ultra. Esses ganhos tornam a nova versão ainda mais capacitada para tarefas de IA, sinaliza a marca.

Esse aspecto foi levado tão a sério (ou está tão na moda) que os teclados acopláveis Book Cover, que transformam os novos tablets em notebook, agora contam com um botão físico Galaxy AI para ativação rápida da assistente de inteligência artificial.

Samsung Galaxy Tab S10 Ultra

O Galaxy Tab S10 Ultra se destaca por trazer uma tela Dynamic AMOLED 2X de 14,6 polegadas. Aqui, a resolução é de 2960×1848 pixels.

Além disso, o modelo tem duas câmeras na traseira, de 13 + 8 megapixels, e duas câmeras na frente, de 12 + 12 megapixels.

O modelo também é o único que conta com uma variação que traz 16 GB de RAM mais 1 TB de armazenamento. As outras combinações possíveis são de 12 GB + 512 GB, e de 12 GB + 256 GB.

Por ser fisicamente maior, o Galaxy Tab S10 Ultra conta ainda com uma bateria mais generosa, de 11.200 mAh, com suporte a recarga rápida de 45 W.

Galaxy Tab S10 Ultra (imagem: divulgação/Samsung)

Samsung Galaxy Tab S10+

O Galaxy Tab S10+ mantém a tela Dynamic AMOLED 2X, mas em um painel de 12,4 polegadas com 2800×1752 pixels de resolução.

Na traseira, o conjunto de câmeras é o mesmo do modelo Ultra. Já a frente abriga somente uma câmera de 12 megapixels e lente grande angular (ultrawide).

O modelo conta ainda com 12 GB de RAM. Aqui, não existe opção com 16 GB de memória. Já o armazenamento interno pode ser de 256 GB ou 512 GB.

A bateria é um pouco menor em relação à versão Ultra, mas ainda parece ser adequada para um tablet: são 10,090 mAh, também com recarga de 45 W.

Galaxy Tab S10+ (imagem: divulgação/Samsung)

Disponibilidade e preços

A Samsung fez apenas o anúncio global dos tablets Galaxy Tab S10 Ultra e Galaxy Tab S10+. Segundo a companhia, ambos serão lançados oficialmente em “mercados selecionados” em 3 de outubro de 2024.

Nos Estados Unidos, os preços iniciais são estes:

Galaxy Tab S10 Ultra: US$ 1.199,99 (R$ 6.525)

Galaxy Tab S10+: US$ 999,99 (R$ 5.440)

Ambos os tablets são acompanhados da caneta S Pen.

A marca ainda não informou se a primeira leva de lançamentos incluirá o Brasil.

Ficha técnica da linha Galaxy Tab S10

 Tab S10 UltraGalaxy Tab S10+TelaDynamic AMOLED 2X, 14,6 polegadas, 2960×1848 pixels, 120 Hz, antirreflexoDynamic AMOLED 2X, 12,4 polegadas, 2800×1752 pixels, 120 Hz, antirreflexoChipMediaTek Dimensity 9300+MediaTek Dimensity 9300+RAM12 GB, 16 GB12 GBArmazenamento256 GB, 512 GB, 1 TB256 GB, 512 GBCâmeras traseirasPrincipal de 13 MP, ultrawide de 8 MPPrincipal de 13 MP, ultrawide de 8 MPCâmeras frontaisPrincipal de 12 MP, ultrawide de 12 MPUltrawide de 12 MPBateria11.200 mAh, 45 W10.090 mAh, 45 WConectividade5G (Sub-6), Wi-Fi 7, Wi-Fi Direct, Bluetooth 5.3, USB-C5G (Sub-6/mmW), Wi-Fi 6E, Wi-Fi Direct, Bluetooth 5.3, USB-COutros4 alto-falantes, IP68, sensor de digitais na tela, corpo de alumínio, cores Moonstone Gray e Platinum Silver4 alto-falantes, IP68, sensor de digitais na tela, corpo de alumínio, cores Moonstone Gray e Platinum SilverSistema operacionalAndroid 14Android 14Dimensões208,6 X 326,4 X 5,4 mm185,4 X 285,4 X 5,6 mmPeso718 g (Wi-Fi), 723 g (5G)571g (Wi-Fi), 576g (5G)
Samsung anuncia Galaxy Tab S10 Ultra e Tab S10+ com chip MediaTek 9300+

Samsung anuncia Galaxy Tab S10 Ultra e Tab S10+ com chip MediaTek 9300+
Fonte: Tecnoblog

Consumidores estão comprando novos PCs, mas não por causa da IA

Consumidores estão comprando novos PCs, mas não por causa da IA

Surface Pro no campus da Microsoft em Redmond, EUA (Foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

PCs equipados com chips que trazem NPU para tarefas de inteligência artificial (IA), a exemplo dos SoCs Qualcomm Snapdragon X, têm aparecido aos montes. Eles estão sendo adquiridos por consumidores finais, mas o que pesa para a decisão de compra de qualquer PC novo não é a IA. É o que aponta o IDC Research.

No cenário atual, notebooks preparados para IA, principalmente dentro da categoria Copilot+, são equipados com processadores que pertencem a uma das seguintes famílias de chips:

Qualcomm Snapdragon X Plus e Snapdragon X Elite

AMD Ryzen AI 300

Intel Core Ultra 200V (Lunar Lake)

Todos os processadores dessas linhas contam com uma NPU (Unidade de Processamento Neural) de 40 TOPS ou mais (1 TOPS corresponde a 1 trilhão de operações por segundo) e, portanto, estão aptos a executar determinadas tarefas de IA de modo nativo, dependendo pouco ou nada de serviços nas nuvens.

Mas Jitesh Ubrani, gerente de pesquisa da divisão Worldwide Mobile Device Trackers do IDC, aponta que os consumidores ainda não entenderam totalmente a importância de uma NPU.

Há aqueles que sabem que esse tipo de componente é importante em aplicações de inteligência artificial. O problema é que, pelo menos no PC, a IA ainda não provou a que veio. “Embora a IA venha sendo uma palavra da moda, ela ainda não é um fator de decisão entre os compradores de PCs”, afirma Ubrani.

Nem precisamos fingir surpresa. Na atualização 24H2 do Windows 11, a ser liberada nas próximas semanas, a Microsoft incluirá um conjunto de recursos de IA no sistema operacional, especialmente no âmbito do Copilot. Mas nenhum parece ser algo que fará a diferença no dia a dia do usuário.

Entre esses recursos poderão estar um criador de imagens para o Paint e o polêmico Recall, que faz capturas de tela de ações no Windows 11, criando um histórico organizado em uma linha do tempo para permitir que o usuário recupere informações consultadas ou criadas anteriormente.

São recursos interessantes, mas nenhum deles parece ser indispensável, pelo menos até o momento.

Snapdragon X Plus é direcionado a notebooks e tem NPU para IA (imagem: divulgação/Qualcomm)

Venda de PCs está estável

O IDC prevê que 2024 terminará com 261 milhões de PCs comercializados no mundo todo. Essa número representa um aumento de apenas 0,3% nas vendas em relação a 2023, portanto, indica que o mercado está estável. Esse não é um cenário excelente, mas também não é algo que represente uma crise.

Não há informação sobre qual parte desse volume consiste em PCs com IA, mas sabe-se que essa proporção é bem modesta. A categoria deve apresentar crescimento em vendas, mas no médio ou longo prazo.

No entendimento do IDC, a América do Norte, países da Europa Ocidental e mercados asiáticos, como o Japão, devem liderar a adoção de PCs com IA nos próximos meses. Mas isso porque os consumidores precisam de novos computadores, não necessariamente porque eles fazem questão de máquinas com NPU.

Um fator que deve contribuir para isso é o fim do suporte ao Windows 10 pela Microsoft, marcado para outubro de 2025. Essa situação pode servir de incentivo para a compra de computadores novos, visto que máquinas antigas com o Windows 10 não são compatíveis com o Windows 11.
Consumidores estão comprando novos PCs, mas não por causa da IA

Consumidores estão comprando novos PCs, mas não por causa da IA
Fonte: Tecnoblog

A teoria da internet morta

A teoria da internet morta

E se a maior parte do que vemos na internet não foi criado por humanos? Essa é a premissa da teoria da internet morta. Ela afirma que a web “morreu” por volta de 2016, e, desde então, é povoada por bots e conteúdo sintético.

A teoria da internet morta (Vitor Pádua / Tecnoblog)

Estamos falando de uma teoria da conspiração, obviamente; só que diversos levantamentos sugerem que, de fato, uma quantidade considerável do tráfego e do conteúdo da internet não é humano. Há cada vez mais perfis falsos, textos e imagens gerados por IA, e um clima de desconfiança em relação ao que vemos na web.

Será que caminhamos para uma internet dominada por robôs? Quais serão as consequências da nossa exposição a tanto conteúdo que apenas simula o real? É o que discutimos no episódio de hoje. Dá o play e vem com a gente!

Participantes

Thiago Mobilon

Josué de Oliveira

Ana Marques

Isabela Giantomaso

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Grupos da Caixa Postal do Tecnocast:

Telegram: t.me/caixapostaltecnocast

WhatsApp: tbnet.me/caixapostaltecnocast

Você pode mandar comentários (inclusive em áudio, vai que você aparece no Tecnocast?), dúvidas, críticas e sugestões. Participe!Se preferir, você pode se comunicar conosco pela Comunidade e através do e-mail tecnocast@tecnoblog.net.

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Créditos

Produção: Josué de Oliveira

Edição e sonorização: Ariel Liborio

Arte da capa: Vitor Pádua

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A teoria da internet morta

A teoria da internet morta
Fonte: Tecnoblog

Google Fotos terá ferramentas de IA para editar vídeos

Google Fotos terá ferramentas de IA para editar vídeos

Presets de IA estarão disponíveis para Android e iOS, mas novas ferramentas de ajuste serão exclusivas do sistema do Google (Imagem: Vitor Pádua / Tecnoblog)

O Google Fotos vai ganhar novas ferramentas para seu editor de vídeo. A empresa quer facilitar cortes, ajustes e melhorias, e vai recorrer à inteligência artificial para executar estas tarefas. Os novos recursos devem chegar para os aplicativos de Android e iOS ao longo das próximas semanas.

Nas duas plataformas, o app passará a contar com presets de vídeo feitos com IA. Eles são capazes de editar gravações de modo quase independente, cortando as cenas, ajustando a iluminação, controlando a velocidade e estabilizando as imagens, entre outras modificações. Tudo isso ficará acessível com poucos toques.

Inteligência artificial é capaz de criar vídeo em slow motion com apenas um toque (Imagem: Divulgação / Google)

Google Fotos para Android terá mais opções de ajuste

Algumas novas ferramentas são exclusivas da versão para Android, que deve ficar mais próxima de outros aplicativos de edição de vídeo. O recurso de corte foi atualizado e agora tem controles aperfeiçoados, que facilitam o processo de encontrar o ponto exato em que uma gravação deve começar ou terminar.

O editor ganhou um botão de ajustes automáticos. Com ele, o Google Fotos pode realçar cores e estabilizar as imagens com apenas um toque.

Outra ferramenta nova é o controle de velocidade. Com ela, o usuário pode criar vídeos em câmera lenta ou acelerar a reprodução das imagens, gerando efeitos interessantes para gravações caseiras.

Principais ferramentas de edição de vídeos ficarão mais fáceis de acessar (Imagem: Divulgação / Google)

O Google fez alterações na interface do editor. Agora, ferramentas como silenciar, melhorar, estabilizar e exportar quadro ficam logo abaixo da linha do tempo dos vídeos, onde podem ser encontradas com mais facilidade.

A empresa diz que as novidades começaram a ser distribuídas, o que significa que pode demorar alguns dias ou semanas até a atualização chegar ao seu aparelho.

Com informações: Google, The Verge

Google Fotos terá ferramentas de IA para editar vídeos

Google Fotos terá ferramentas de IA para editar vídeos
Fonte: Tecnoblog

Duolingo terá videochamadas com personagem usando IA

Duolingo terá videochamadas com personagem usando IA

Lily vai adaptar conversa de acordo com o nível de conhecimento do usuário (Imagem: Divulgação / Duolingo)

O Duolingo vai usar inteligência artificial para simular videochamadas com a personagem Lily, a garota mal-humorada de cabelo roxo da turma da corujinha. Segundo a desenvolvedora do app, as conversas serão realistas e espontâneas, além de adaptadas ao nível de conhecimento do usuário sobre a língua estrangeira.

Por enquanto, o recurso estará disponível apenas para os cursos de inglês, espanhol e francês. As videochamadas fazem parte do plano pago Duolingo Max, que ainda não está disponível no Brasil. O Max tem como grande diferencial o uso do modelo de linguagem GPT-4, da OpenAI. A tecnologia entra em cena para explicar qual foi o erro em uma resposta ou trocar mensagens com personagens.

Aventuras simulam conversas reais

Outra novidade do app são as Aventuras. Elas simulam situações cotidianas, como pedir um café ou perguntar onde estão as maçãs no supermercado, chegando até a cenários bem mais complicados, como passar pela imigração.

A ideia é aplicar na prática o que foi ensinado nos exercícios da língua estrangeira. O visual é parecido com o de um RPG de videogames antigos. As Aventuras estarão disponíveis para Android e iOS, sem precisar de assinatura.

Novidades em música e matemática

Os cursos de música e matemática do Duolingo, que antes eram exclusivos do iOS, serão liberados também para o Android.

Além disso, a empresa criou um instrumento musical portátil em parceria com a fabricante Loog. Ele é um piano digital compacto, de três oitavas, pensado especialmente para o curso de música do app da corujinha. Nos EUA, ele estará à venda por US$ 249 (R$ 1.378, em conversão direta).

Piano da Loog é pensado para o curso de música do Duolingo (Imagem: Divulgação / Duolingo)

O Duolingo também fechou um acordo de licenciamento com a Sony Music. Com isso, o curso de música ganhará canções de vários artistas.
Duolingo terá videochamadas com personagem usando IA

Duolingo terá videochamadas com personagem usando IA
Fonte: Tecnoblog