Category: Inteligência Artificial (IA)

Pedir para IA agir como especialista prejudica respostas, mostra estudo

Pedir para IA agir como especialista prejudica respostas, mostra estudo

IAs têm resultados piores em programação quando devem agir como programadores (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

Estudo da Universidade do Sul da Califórnia mostra que pedir para IA assumir papéis reduz a precisão em tarefas exatas como programação e matemática.
Modelos de linguagem que seguem instruções, como o Llama e o Qwen, perdem precisão quando instruídos a atuar como “especialistas”.
Abordagem ainda funciona para segurança e estilo de escrita, mas o estudo sugere uso mais estratégico de personas conforme o tipo de tarefa.

Um dos truques mais populares na hora de interagir com ferramentas de inteligência artificial é o de pedir para que o modelo assuma o papel de um especialista. A técnica, no entanto, pode ter o efeito oposto ao desejado na hora de escrever códigos em alguns modelos de IA.

Um novo estudo de pesquisadores da Universidade do Sul da Califórnia (USC), nos EUA, revela que adotar esse tipo de persona no prompt piora o desempenho de grandes modelos de linguagem (LLMs) em tarefas exatas, como aquelas que envolvem programação e matemática.

A pesquisa, publicada no arXiv, repositório de estudos ainda não revisados por pares, concluiu que o impacto das instruções de interpretação de papéis depende do tipo de tarefa. Enquanto a técnica funciona bem para alinhar o modelo a regras de segurança ou estilos de escrita, comandos genéricos como “você é um desenvolvedor full-stack sênior” prejudicam a capacidade de a IA de resgatar fatos do banco de dados de treinamento.

Dificuldade em memorizar os fatos

Os pesquisadores utilizaram um teste padronizado usado pela indústria para avaliar a precisão dos modelos de linguagem, o MMLU. O estudo colocou à prova seis modelos, divididos entre arquiteturas focadas em seguir instruções — como o Llama 3.1 da Meta, o Mistral e o Qwen da Alibaba — e modelos destilados para raciocínio, como variantes do DeepSeek R1. Vale pontuar que os modelos utilizados na pesquisa foram lançados entre 2024 e o início de 2025.

Ao responder questões de múltipla escolha com a instrução prévia de atuar como um “especialista”, a IA atingiu precisão geral de 68%, abaixo do resultado sem nenhuma interpretação, no qual marcou 71,6%. Aqueles modelos que foram otimizados pelos fabricantes para obedecer “prompts de sistema” — como o Llama e o Qwen — são os que mais sofrem perda de precisão.

Segundo o estudo, quando o usuário insere a exigência de uma persona no comando, a IA ativa um “modo de seguimento de instruções” que consome recursos de processamento que, de outra forma, seriam dedicados à lembrança de dados factuais corretos. Já nos modelos de raciocínio pesado, como o DeepSeek-R1, a persona não fez muita diferença.

Em entrevista ao The Register, Zizhao Hu, doutorando da USC e coautor do artigo, afirmou que a descoberta se aplica diretamente ao desenvolvimento de software, mas fornecer detalhes e regras específicas sobre a arquitetura do projeto ou preferências de interface ainda é útil. Isso porque esses aspectos são de estruturação e formatação, áreas em que a IA responde bem a instruções de alinhamento.

Quando a tática funciona?

IA ainda pode receber instruções com “roleplay” (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Apesar de falhar em tarefas que exigem precisão, a técnica ainda tem utilidade comprovada no que o estudo chama de “tarefas dependentes de alinhamento”. Pedir para a IA atuar como um “Monitor de Segurança”, por exemplo, aumentou as taxas de recusa a ataques em 17,7. Além da segurança, o método se provou eficaz para adaptar tons de escrita, seguir regras rígidas de formatação, simular múltiplos agentes e gerar dados sintéticos.

Para as tarefas exatas, a equipe da USC — composta por Hu, Mohammad Rostami e Jesse Thomason — propôs uma técnica batizada de PRISM (Persona Routing via Intent-based Self-Modeling). O método ativa a persona apenas quando ela melhora respostas textuais e de estrutura, mas desliga o filtro e volta ao modelo base na hora de gerar saídas que dependem de conhecimento pré-treinado.

Pedir para IA agir como especialista prejudica respostas, mostra estudo

Pedir para IA agir como especialista prejudica respostas, mostra estudo
Fonte: Tecnoblog

OpenAI decide acabar com o Sora, ferramenta que gera vídeos por IA

OpenAI decide acabar com o Sora, ferramenta que gera vídeos por IA

Sora será descontinuado pela OpenAI (imagem: reprodução/OpenAI)

Resumo

OpenAI decidiu descontinuar o Sora e suas APIs para focar em outros projetos, sobretudo de robótica;
ferramenta de IA foi anunciada em 2024 para permitir a criação de vídeos a partir de instruções digitadas;
cronograma de descontinuação do Sora ainda será divulgado pela OpenAI.

Em um anúncio repentino e surpreendente, a OpenAI anunciou a decisão de encerrar o Sora, ferramenta de inteligência artificial que gera vídeos a partir das instruções digitadas pelo usuário. As APIs que permitem que desenvolvedores integrem o Sora a seus aplicativos também serão descontinuadas.

A OpenAI anunciou o Sora em fevereiro de 2024, mas somente em setembro de 2025, com o lançamento do Sora 2, é que a ferramenta conquistou um público expressivo, não só por conta dos aprimoramentos trazidos com essa versão (vide o vídeo mais abaixo), mas também devido ao lançamento de um app móvel cuja dinâmica de funcionamento lembra a do TikTok.

Mas eis que, por meio do X, a OpenAI revelou que está dando adeus ao Sora:

Estamos nos despedindo do aplicativo do Sora. A todos que criaram com o Sora, compartilharam e construíram uma comunidade em torno dele: obrigado. O que vocês criaram com o Sora foi importante, e sabemos que esta notícia é desapontadora.

Em breve, compartilharemos mais informações, incluindo cronogramas [de descontinuação] para o aplicativo e a API, além de detalhes sobre como preservar seu trabalho.

Por que o Sora vai ser descontinuado pela OpenAI?

A veículos como o VentureBeat, a OpenAI informou apenas que decidiu encerrar o Sora para se concentrar no desenvolvimento de outros projetos, principalmente no campo da robótica:

Decidimos descontinuar o Sora no aplicativo para consumidores e na API. À medida que nos concentramos e a demanda por computação aumenta, a equipe de pesquisa do Sora continua focada em pesquisas de simulação do mundo real para avançar na robótica, ajudando as pessoas a resolver tarefas físicas do mundo real.

OpenAI

Parece ter sido uma decisão tomada abruptamente, pois não havia nada sugerindo uma descontinuação. Era o contrário: rumores recentes indicavam que o Sora seria integrado ao ChatGPT.

A decisão teve outro efeito: pôs fim à parceria da OpenAI com a Disney firmada para permitir aos usuários do Sora criar vídeos usando mais de 200 personagens de franquias como Marvel, Pixar e Star Wars.

No momento, segue sendo possível usar o Sora. Como a própria OpenAI informou em seu comunicado, o cronograma de descontinuação ainda será divulgado.
OpenAI decide acabar com o Sora, ferramenta que gera vídeos por IA

OpenAI decide acabar com o Sora, ferramenta que gera vídeos por IA
Fonte: Tecnoblog

Claude agora pode controlar seu Mac pelo iPhone

Claude agora pode controlar seu Mac pelo iPhone

Novidade ainda é restrita ao ecossistema Apple (imagem: reprodução/Anthropic)

Resumo

Anthropic atualiza ferramentas Claude Cowork e Claude Code com controle remoto de Mac.
IA agora pode executar ações no macOS e automatizar tarefas complexas mesmo à distância.
Por enquanto, funcionalidade é restrita ao ecossistema Apple e chega em preview para assinantes pagos.

A Anthropic anunciou uma atualização de peso para as ferramentas Claude Cowork e Claude Code. A inteligência artificial da empresa agora consegue assumir o controle de um Mac remotamente para executar tarefas. O recurso permite que a IA aponte, clique, digite e até navegue pela interface do macOS, concluindo tarefas mesmo longe do computador.

A novidade funciona integrada ao Dispatch, outra funcionalidade recente que viabiliza a atribuição de processos entre diferentes aparelhos. Segundo a Anthropic, o sistema funciona da seguinte maneira: um usuário pode solicitar uma tarefa complexa ao Claude pelo aplicativo para iPhone; em seguida, a IA executa os comandos necessários no Mac que ficou em casa ou no escritório.

O modelo foi desenhado para atuar como um assistente. Em uma das demonstrações publicadas no YouTube, a IA recebe a instrução para exportar uma apresentação de vendas no formato PDF e anexá-la a um convite de reunião. A partir daí, o Claude realiza os cliques na interface do sistema de forma independente.

Como o Claude navega pelos aplicativos?

Para interagir com o sistema, o Claude prioriza integrações diretas com ferramentas como Slack ou Google Agenda. Quando essas pontes não existem, a IA passa a interpretar e controlar a tela. Ela rola páginas, clica em botões, abre arquivos e usa o navegador como um humano. O único requisito técnico é que o aplicativo desktop do Claude esteja aberto no macOS.

Apesar do avanço, a desenvolvedora é transparente quanto às atuais limitações. A Anthropic ressalta que o uso de computadores por modelos de IA ainda está em um estágio inicial e a ferramenta pode cometer erros de execução ou necessitar de uma segunda tentativa para finalizar comandos difíceis.

Para reduzir riscos, a IA sempre solicitará o aval do usuário antes de acessar um aplicativo novo ou instalar ferramentas. A companhia também implementou um sistema de verificação automático focado em detectar e neutralizar atividades perigosas. Outra recomendação oficial é evitar expor o recurso a dados sensíveis ou confidenciais, pelo menos neste período inicial.

A novidade já está disponível em formato de pré-visualização (preview) para assinantes dos planos pagos Claude Pro e Claude Max.

Claude solicita permissão do usuário para acessar novos aplicativos (imagem: reprodução/Anthropic)

Recurso segue tendência do OpenClaw

A nova funcionalidade do Claude segue uma tendência do mercado de agentes autônomos, esbarrando em comparações com o OpenClaw. O projeto de código aberto viralizou no início de 2026 por se conectar a aplicativos de mensagens, como WhatsApp e Telegram, utilizando um sistema baseado em plugins (“skills”) para automação e gerenciamento de arquivos.

Mas, aqui, há uma diferença no ecossistema. Enquanto o OpenClaw é multiplataforma (suportando macOS, Windows e Linux) e altamente personalizável, a versão da Anthropic aposta em um ambiente mais restritivo e controlado, rodando, até o momento, apenas nos computadores da Apple.

A atualização reforça a lista de melhorias da Anthropic, que também liberou recentemente uma ferramenta oficial de importação de memória. Ela permite transferir históricos de conversas de outras IAs concorrentes, eliminando a necessidade de começar do zero após migrar de serviço.
Claude agora pode controlar seu Mac pelo iPhone

Claude agora pode controlar seu Mac pelo iPhone
Fonte: Tecnoblog

Estúdio admite uso de IA após descoberta de jogador e pede desculpas

Estúdio admite uso de IA após descoberta de jogador e pede desculpas

Usuário apontou inconsistências visuais em objetos de Crimson Desert (imagem: divulgação)

Resumo

O estúdio Pearl Abyss admitiu o uso de IA em elementos visuais de Crimson Desert e pediu desculpas pelo erro.
A desenvolvedora iniciou uma auditoria para substituir conteúdos gerados por IA e prometeu atualizações futuras.
O uso de IA em jogos tem gerado polêmica e estúdios menores já destacam projetos sem IA para valorizar o trabalho manual.

Desde o lançamento na última quinta-feira (19/03), Crimson Desert tem chamado atenção pela qualidade gráfica. A recepção, porém, ganhou um ponto de tensão após um jogador identificar indícios de uso de inteligência artificial no jogo.

No Reddit, o usuário publicou evidências do que classificou como “estranho”, apontando inconsistências visuais em alguns objetos de arte no game. “Parece arte de IA de alguns anos atrás”, escreveu.

A repercussão levou o estúdio a se pronunciar oficialmente: a empresa confirmou o uso da tecnologia e pediu desculpas.

O que o estúdio explicou sobre o caso?

Found this AI Painting. byu/Rex_Spy inCrimsonDesert

Em comunicado, a desenvolvedora Pearl Abyss reconheceu que utilizou ferramentas de IA generativa na criação de alguns elementos visuais em fases iniciais do projeto. Segundo a empresa, esses conteúdos tinham caráter experimental e serviram para acelerar a definição de estilo e ambientação.

De acordo com o estúdio, os materiais gerados por IA deveriam ter sido substituídos após revisão das equipes de arte e desenvolvimento. Ainda assim, parte desse material acabou sendo incluída na versão final do jogo por engano. No Steam, Crimson Desert é vendido por R$ 349,99.

Além disso, a desenvolvedora afirma que a presença desses conteúdos não está alinhada aos seus padrões internos e assume responsabilidade pelo ocorrido. “Deveríamos ter divulgado claramente o nosso uso de IA”, escreve. “Pedimos sinceras desculpas por essas falhas”.

Imagem compartilhada pelo usuário mostra inconsistências (imagem: reprodução/Reddit/Rex_Spy)

Uso de IA tem sido comum

O uso de IA nos jogos virou um tema polêmico. Muitos estúdios menores, inclusive, passaram a destacar seus projetos como livres de IA, reforçando a valorização do trabalho manual.

Também não é o primeiro caso do tipo: no ano passado, uma polêmica muito parecida ocorreu em torno de The Alters, que usou IA para traduções e texto. Grandes empresas têm investido na tecnologia para otimizar processos, mas parte da comunidade e desenvolvedores independentes é contra.

No caso de Crimson Desert, a desenvolvedora informou que iniciou uma auditoria completa para identificar e substituir os conteúdos afetados. Atualizações com correções devem ser lançadas em patches futuros, enquanto processos internos passam por revisão para evitar episódios semelhantes.
Estúdio admite uso de IA após descoberta de jogador e pede desculpas

Estúdio admite uso de IA após descoberta de jogador e pede desculpas
Fonte: Tecnoblog

Smart TV LG QNED 55″ tem 24% OFF em até 10x com cupom na Semana do Consumidor

Smart TV LG QNED 55″ tem 24% OFF em até 10x com cupom na Semana do Consumidor

Smart TV LG QNED73 55QNED73ASA
R$ 3.099,00

R$ 4.099,0024% OFF

Prós

Tecnologia QNED oferece alto volume de cores e pretos profundos
IA integrada personaliza conteúdos e faz recomendações
Controle remoto pode ser utilizado como mouse

Contras

Menos avançada em relação às TVs QNED com MiniLED da LG

Cupom
Parcelado

5% OFF NA PáGINA
R$ 3.099,00  Mercado Livre

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WhatsApp
Telegram

A Smart TV 4K LG QNED73 de 55 polegadas está saindo por apenas R$ 3.099 em até 10x sem juros aplicando o cupom de 5% OFF que aparece na página do produto no Mercado Livre. A oferta representa um desconto de 24% sobre o preço original da TV (R$ 4.099), e faz parte da campanha para o Dia do Consumidor na varejista.

Smart TV LG QNED entrega alta variedade de cores

Controle Remoto da LG QNED73 (imagem: Divulgação)

A tecnologia QNED utilizada pela TV da LG é composta por um painel LCD, com um filtro de nanopartículas (NanoCell) e uma camada de pontos quânticos. Graças à essa combinação, a LG QNED73 é capaz de reproduzir imagens mais realistas, com um alto volume de cores, pretos profundos e bons ângulos de visão comparados ao LCD comum.

Além disso, o televisor da LG conta com processador alpha 7 AI de 8ª geração e promete uma experiência de reprodução aprimorada pela inteligência artificial. Dentre as funcionalidades disponíveis, estão a personalização de cores e som com base nas preferências do usuário, e a busca e recomendação de conteúdos por IA.

A TV ainda vem com um controle remoto com sensor de movimento e roda de rolagem que pode ser utilizado como mouse, facilitando a experiência com a interface. Também é possível utilizar a voz para realizar comandos na TV, tornando-a ainda mais interativa e prática.

Lembrando que, com o cupom de 5% OFF que aparece na página, o preço da Smart TV 4K LG QNED73 de 55 polegadas cai para apenas R$ 3.099 em até 10x sem juros no Mercado Livre.

Quando é o Dia do Consumidor em 2026?

Essa e outras ofertas fazem parte da campanha para o Dia do Consumidor 2026, que acontece neste final de semana, dia 15 de março. Mas você não precisa esperar até lá para encontrar bons descontos. Na verdade, o ideal é ficar de olho no Achados do TB e aproveitar as ofertas antecipadas antes que elas acabem.
Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.Smart TV LG QNED 55″ tem 24% OFF em até 10x com cupom na Semana do Consumidor

Smart TV LG QNED 55″ tem 24% OFF em até 10x com cupom na Semana do Consumidor
Fonte: Tecnoblog

Nvidia pode lançar plataforma aberta para agentes de IA

Nvidia pode lançar plataforma aberta para agentes de IA

Nvidia estaria investindo em plataforma de agentes de IA (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

Nvidia pode lançar uma plataforma de criação e gerenciamento de agentes de IA de código aberto.
Segundo a revista Wired, o projeto, chamado NemoClaw, pode ser anunciado já neste mês.
O NemoClaw permitiria executar tarefas autônomas com segurança e privacidade, funcionando mesmo fora do ecossistema da Nvidia.

A Nvidia quer uma plataforma para criação e gerenciamento de agentes de inteligência artificial para chamar de sua. O anúncio do sistema, chamado internamente de NemoClaw e desenvolvido em código aberto, pode ocorrer durante a conferência anual de desenvolvedores da fabricante, marcada para começar no dia 16 de março em San Jose, na Califórnia.

Segundo a revista Wired, a gigante dos chips já começou a apresentar o produto a empresas de software corporativo. A proposta é que a plataforma permita que companhias enviem agentes autônomos para executar tarefas do dia a dia, e que funcione mesmo fora de ecossistemas com hardware da própria Nvidia.

A empresa teria entrado em contato com possíveis parceiras para contribuições ao projeto, entre elas Salesforce, Cisco, Google, Adobe e CrowdStrike. Ainda não está claro se as empresas fecharam acordos.

Mais um “claw”

O investimento no NemoClaw ocorre durante uma alta nas notícias sobre agentes autônomos (os “claws”), que, diferente de chatbots comuns como o ChatGPT, Gemini e Claude, devem executar tarefas sem supervisão humana.

A tecnologia virou tendência especialmente após o hype em cima do assistente OpenClaw e do projeto Moltbook, uma “rede social de robôs” que viralizou nos últimos meses por permitir essa autonomia.

Vale lembrar que, mesmo com a divulgação de problemas graves de segurança, líderes dos projetos, como Peter Steinberger, criador do OpenClaw, e Matt Schlicht e Ben Parr, fundadores do Moltbook, já estão em outras big techs — OpenAI e Meta, respectivamente.

Essa última, aliás, havia pedido para que os funcionários evitassem a tecnologia de Steinberger, após uma funcionária da divisão de segurança relatar que o agente saiu do controle.

Para contornar esse receio e atrair o mercado, a Nvidia planeja oferecer ferramentas robustas de segurança e privacidade integradas nativamente à nova plataforma, diz a Wired.

Mudança de estratégia

Jensen Huang, CEO da Nvidia (imagem: divulgação/Nvidia)

Segundo a revista, o NemoClaw é mais um passo da Nvidia na adoção de modelos de IA de código aberto. Até então, a estratégia de software da fabricante centrava-se quase inteiramente no CUDA (Compute Unified Device Architecture), sistema proprietário desenvolvido para manter os desenvolvedores dentro do ecossistema das próprias GPUs da empresa.

Abraçar o modelo aberto seria uma manobra para garantir a relevância da empresa na infraestrutura de IA, mesmo que aumente a disputa pelo domínio do hardware.

Nvidia pode lançar plataforma aberta para agentes de IA

Nvidia pode lançar plataforma aberta para agentes de IA
Fonte: Tecnoblog

Mês do Consumidor: Galaxy Tab S10 Lite fica 25% mais barato com cupom

Mês do Consumidor: Galaxy Tab S10 Lite fica 25% mais barato com cupom

Galaxy Tab S10 Lite Wi-Fi 128 GB
R$ 2.094,10

R$ 3.199,0035% OFF

Prós

Possibilidade de expansão via cartão
Capa e caneta inclusas
Bateria de 8.000 mAh
Mais seis anos de atualizações do Android

Contras

Câmeras inferiores ao Galaxy Tab S10 FE
Carregador na caixa de apenas 15 W

PIX
Cupom

INFO200
R$ 2.094,10  Amazon

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Telegram

O Galaxy Tab S10 Lite de 128 GB está saindo por apenas R$ 2.069 no Pix com o cupom INFO200 na Amazon. A oferta representa um desconto de 25% sobre o preço original do tablet (R$ 2.799), e faz parte da campanha para o Dia do Consumidor deste ano.

O tablet da Samsung tem RAM de 6 GB, tela grande de 10,9 polegadas com conexão com a S Pen e conta com recursos inteligentes do Galaxy AI.

Galaxy Tab S10 Lite tem tela de 10,9″ com S Pen

Galaxy Tab S10 Lite (imagem: Divulgação/Samsung)

A tela de 10,9 polegadas oferece espaço amplo para a leitura de PDFs e edição de documentos. A taxa de atualização de 90Hz proporciona uma navegação fluida entre abas de pesquisa e aplicativos de anotações. E o suporte à caneta Stylus transforma o display em um caderno digital preciso, otimizando a rotina de quem estuda ou trabalha remotamente.

O processador Exynos 1380 e os 6 GB de RAM garantem agilidade na execução de aplicativos educacionais e profissionais. A combinação técnica permite alternar entre videoaulas e editores de texto sem travamentos no sistema Android 15. E o hardware suporta multitarefa estável no tablet.

Por fim, o dispositivo da Samsung ainda conta com recursos de IA do Galaxy AI integrados, incluindo Assistente de Texto, Assistente de Notas, Assistente Matemático e Circule Para Pesquisar do Google. Essas funcionalidades podem ser ótimas aliadas na hora de estudar ou trabalhar com o Galaxy Tab S10 Lite (por R$ 2.069 no Pix com cupom INFO200).

Galaxy Tab S10 Lite (imagem: Divulgação/Samsung)

Que dia é o Dia do Consumidor 2026?

O Dia do Consumidor 2026 será em 15 de março, mesma data em que acontece todos os anos, sendo que desta vez ele cai em um sábado. Mas quem não pretende perder a sexta-feira da virada e muito menos o descanso do sábado pode acompanhar as ofertas antecipadas no Achados do TB, e economizar sem passar sufoco.
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Mês do Consumidor: Galaxy Tab S10 Lite fica 25% mais barato com cupom
Fonte: Tecnoblog

Smart TV LG NanoCell 50” cai 36% em oferta do Mercado Livre no Mês do Consumidor

Smart TV LG NanoCell 50” cai 36% em oferta do Mercado Livre no Mês do Consumidor

Smart TV LG NanoCell 50NANO80ASA
R$ 2.159,91

R$ 3.399,0036% OFF

Prós

Alta fidelidade de cores com filtro NanoCell
Sistema webOS com cinco anos de atualizações garantidas
Controle Smart Magic incluso permite navegação por gestos
Processador com IA realiza upscaling
Reconhecimento inteligente de voz

Contras

Frequência limitada a 60 Hz
Sem suporte a Dolby Vision

PIX

R$ 2.159,91  Mercado Livre

Participe dos canais de ofertas do Achados do TB

WhatsApp
Telegram

A Smart TV LG com tecnologia NanoCell de 50 polegadas está 36% mais barata em relação ao seu preço de referência de R$ 3.339 no Mês do Consumidor. A televisão sai por R$ 2.159 no Pix em oferta registrada no Mercado Livre.

O modelo 50NANO80ASA se destaca pelo filtro de cores diferenciado, além de apresentar inteligência artificial integrada e resolução 4K.

LG NANO80 conta com Nano Cores e processador otimizado para IA

Smart TV LG NanoCell NANO80 (imagem: Divulgação)

O televisor vem equipado pelo chip α7 AI Processor 4K Gen8 no qual utiliza inteligência artificial para tornar a experiência de uso adaptada as necessidades dos usuários. Como por exemplo, realizar o upscaling de conteúdos com resoluções inferiores ao 4K nativo.

A tecnologia também está presente nas formas de proporcionar um áudio mais imersivo, como chatbot para assistir em ajustes e propor recomendações com base em histórico de buscas.

A Smart TV LG NANO80A tem a particularidade do uso de Nano Cores, no qual fornece tons mais vivos e precisos as cores, possibilitando a exibição de de imagens com maior níveis de detalhes. A tecnologia somada a resolução 4K UHD vai proporcionar uma experiência visual de excelência.

Smart TV LG NANO80 exibe cores mais intensas aos conteúdos (imagem: Divulgação)

O sistema operacional webOS 25 inclui o suporte aos serviços Apple Airplay e Google Cast para espelhamento de tela e reconhecimento de voz através do controle Smart Magic MR25, adicionando outras possibilidades de uso da TV. Além disso, vem com os principais aplicativos de streaming instalados para momentos de lazer.

A Smart TV LG NanoCell de 50 polegadas apresenta entradas para cabos HDMI (com suporte a eARC e ALLM), USB e conexões de Wi-Fi 5 e Bluetooth 5.1. Para quem busca uma televisão com IA e atualizações garantidas por muitos anos pode adquiri-la por R$ 2.159 no Pix em oferta no Mercado Livre no Mês do Consumidor.

O que é o Mês do Consumidor?

O período se popularizou por conta do Dia do Consumidor celebrado anualmente em 15 de Março. Entretanto, as principais lojas do varejo aproveitam a ocasião e logo no início do mês abaixam os preços com o objetivo de faturar mais.

Portanto, acompanhe dia a dia as ofertas publicadas do Achados para conseguir uma TV para assistir a Copa do Mundo 2026 ou adquirir outro gadget mais barato.
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Smart TV LG NanoCell 50” cai 36% em oferta do Mercado Livre no Mês do Consumidor
Fonte: Tecnoblog

Read AI lança assistente que automatiza e-mails e compromissos

Read AI lança assistente que automatiza e-mails e compromissos

Integração com Slack e Microsoft Teams está nos planos da empresa (imagem: reprodução/Read AI)

Resumo

Read AI lançou a Ada, assistente de IA que automatiza e-mails e compromissos; novidade gerencia reuniões, elabora respostas e interage com calendários;
Ada cruza informações de dados corporativos, reuniões e buscas na internet para responder perguntas complexas; assistente também prepara rascunhos de respostas que o usuário revisa antes do envio;
com mais de 5 milhões de usuários ativos mensais, Read AI planeja integrar Ada com Slack e Microsoft Teams; empresa enfrenta concorrência de outras startups no setor de produtividade.

Conhecida por bots que participam de videochamadas para transcrever e resumir reuniões, a Read AI decidiu dar um passo além. Nesta quinta-feira (26/02), a startup lançou globalmente a Ada, assistente de inteligência artificial focada em interações por e-mail.

A ferramenta foi apresentada como um “gêmeo digital” que ajuda a gerenciar calendários, elaborar respostas com base no conhecimento interno da empresa e lidar com comunicação cotidiana.

A configuração acontece enviando um e-mail para o endereço “ada@read.ai“. A partir daí, a IA passa a intermediar as tarefas solicitadas. Se pedir para marcar uma reunião, por exemplo, a ferramenta negocia a disponibilidade diretamente com o contato na própria thread do e-mail. Caso os horários não batam, a assistente sugere novas opções sozinha.

Vale mencionar que o sistema acessa o calendário do usuário de forma restrita durante o processo, sem revelar a natureza de outros compromissos.

Como o gêmeo digital da Read AI funciona?

Além de cuidar da agenda, a Ada elabora respostas para perguntas complexas cruzando informações da base de dados corporativa, de reuniões passadas e até de buscas na internet. Se um colega perguntar sobre o andamento das metas do trimestre, por exemplo, o sistema busca os dados internamente e cria um resumo ágil.

Caso um cliente faça uma pergunta na troca de e-mails, a assistente prepara um rascunho de resposta. O titular da conta só precisa revisar e aprovar antes do envio definitivo. A startup garante que nenhuma informação sensível é compartilhada sem autorização explícita.

Justin Farris, vice-presidente de produto da Read AI, explica que a ferramenta constrói um grafo de conhecimento próprio. Ele é alimentado pelas gravações de reuniões e serviços conectados, garantindo respostas muito mais contextualizadas.

Farris acrescentou que, com o tempo, a assistente também tomará ações proativas. Se você mencionar uma tarefa pendente em uma reunião, a Ada enviará um lembrete para configurá-la após a chamada com os dados necessários.

“Quando você adiciona a Ada ao seu fluxo de trabalho e conecta mais serviços para dar contexto, ela começa a evoluir e assumir mais tarefas”, explicou o CEO da Read AI, David Shim, ao TechCrunch. A empresa confirmou que, embora o foco de lançamento seja o e-mail, integrações oficiais com o Slack e o Microsoft Teams chegam em breve.

Expansão e cenário competitivo

A Read AI é hoje uma das empresas em destaque no setor de produtividade. O lançamento reflete esse momento: a companhia ultrapassou a marca de 5 milhões de usuários ativos mensais recentemente. Durante o Web Summit Qatar no início deste mês, Shim revelou que a plataforma registra cerca de 50 mil novas inscrições todos os dias.

Apoiada por mais de US$ 81 milhões em rodadas de financiamento, a startup vem aumentando seu portfólio. No último ano, introduziu o Search Copilot para buscas internas e adicionou capacidades para gerar e-mails personalizados após videoconferências.

O setor de produtividade aplicada a reuniões, no entanto, apresenta um cenário concorrido. Empresas como a Granola adicionaram recursos para extrair conhecimento de dados de reuniões no final do ano passado.

Já a Quill também apresenta ferramentas que conectam notas a gerenciadores como Linear, Notion e plataformas de atendimento ao cliente, mirando a mesma automação de processos corporativos.
Read AI lança assistente que automatiza e-mails e compromissos

Read AI lança assistente que automatiza e-mails e compromissos
Fonte: Tecnoblog

Analistas questionam efeitos da IA na economia dos EUA: “Basicamente zero”

Analistas questionam efeitos da IA na economia dos EUA: “Basicamente zero”

Investimentos em data centers e IA ainda não se traduziram em crescimento significativo do PIB dos EUA (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

Economistas de Wall Street afirmam que o impacto da IA no PIB dos EUA em 2025 é mínimo, apesar de investimentos bilionários.
Equipamentos e softwares relacionados à IA são importados, diluindo o efeito dos investimentos no PIB americano.
Falta de métricas confiáveis dificulta a medição do impacto da IA na produtividade e no crescimento econômico.

Avaliações recentes feitas por analistas de um grande banco americano indicam que, ao menos até agora, o impacto direto desses investimentos sobre o PIB dos Estados Unidos é mínimo — descrito internamente como “basicamente zero”.

“Na verdade, não consideramos o investimento em IA como um fator fortemente positivo para o crescimento”, disse o economista-chefe do Goldman Sachs, Jan Hatzius, em entrevista ao Atlantic Council. “Acho que há muita informação distorcida sobre o impacto que o investimento em IA teve no crescimento do PIB dos EUA em 2025, e esse impacto é muito menor do que se costuma perceber”, afirmou.

Até agora os efeitos macroeconômicos da inteligência artificial seguem discretos (imagem ilustrativa: Max Pixel)

A inteligência artificial virou peça central no discurso sobre o futuro da economia dos Estados Unidos. Bancos, executivos e líderes empresariais passaram a associar o avanço da tecnologia a um ciclo de crescimento sustentado, impulsionado por investimentos bilionários em infraestrutura, chips e centros de dados. Para esse grupo, a IA já estaria ajudando a manter a economia aquecida em um cenário global instável.

No campo político, o tema também virou argumento estratégico. O presidente Donald Trump recorreu à promessa de crescimento impulsionado pela IA para defender a redução de regulações estaduais sobre o setor. Em uma publicação na Truth Social, escreveu: “O investimento em IA está ajudando a tornar a economia dos EUA a mais aquecida do mundo, mas a regulação excessiva dos estados ameaça minar esse motor de crescimento”.

O contraste expõe uma divergência crescente entre a narrativa defendida por empresas e autoridades e os números observados nos cálculos econômicos tradicionais.

O investimento virou crescimento econômico?

Durante parte de 2025, economistas reforçaram a percepção de que a IA já estaria deixando marcas visíveis no Produto Interno Bruto. Jason Furman, professor de Harvard, destacou em seu perfil no X que equipamentos e softwares ligados ao processamento de informação responderam por grande parte da expansão econômica no primeiro semestre. Na mesma linha, análises do Federal Reserve Bank of St. Louis sugeriram que investimentos relacionados à IA tiveram peso relevante no crescimento do terceiro trimestre.

Investment in information processing equipment & software is 4% of GDP.But it was responsible for 92% of GDP growth in the first half of this year.GDP excluding these categories grew at a 0.1% annual rate in H1. pic.twitter.com/7p1eAI1aAa— Jason Furman (@jasonfurman) September 27, 2025

Nos últimos meses, no entanto, essa leitura passou a ser questionada por analistas do mercado financeiro. Para Joseph Briggs, economista do Goldman Sachs, o entusiasmo inicial pode ter simplificado demais a discussão. “Era uma história muito intuitiva. Isso talvez tenha evitado ou limitado a necessidade de investigar mais a fundo o que estava acontecendo”, disse ao The Washington Post.

A revisão mais dura veio de Hatzius. Segundo ele, o efeito da IA no PIB americano em 2025 foi “basicamente nulo”.

Onde o dinheiro realmente aparece?

Um dos pontos centrais é a origem dos equipamentos que sustentam a infraestrutura de IA. Chips avançados e outros componentes são, em grande parte, importados. Na prática, isso dilui o efeito dos investimentos domésticos nas contas nacionais. “Grande parte do investimento em IA que vemos nos EUA contribui para o PIB de Taiwan e para o PIB da Coreia, mas não muito para o PIB dos EUA”, explicou o economista.

Outro problema é a falta de instrumentos confiáveis para medir como o uso da IA por empresas e consumidores se converte em produtividade e crescimento real. Sem métricas claras, o impacto econômico permanece difuso e difícil de quantificar.

O contraste entre os volumes investidos e os resultados observados sugere que a IA ainda está em uma fase de transição. A tecnologia pode transformar a economia no longo prazo, mas, até agora, seus efeitos macroeconômicos seguem discretos — bem longe da narrativa de crescimento imediato que dominou o mercado.

Com informações do Gizmodo
Analistas questionam efeitos da IA na economia dos EUA: “Basicamente zero”

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Fonte: Tecnoblog