Category: Brasil

Huawei inaugura sua primeira loja temporária no Brasil

Huawei inaugura sua primeira loja temporária no Brasil

Quiosque da Huawei no Shopping Cidade São Paulo (foto: divulgação)

Resumo

A Huawei vai inaugurar uma pop-up store no Shopping Cidade São Paulo neste domingo (10/08).
A loja funcionará temporariamente, com sorteios, brindes e promoções, e vai promover os dobráveis, smartwatches e tablets.
Há planos para abrir uma loja-conceito permanente no futuro.

A primeira loja física da Huawei no Brasil será inaugurada em 10 de agosto, Dia dos Pais. Operando no formato pop-up store, o quiosque ficará no Shopping Cidade São Paulo, localizado na Avenida Paulista, e trará smartphones, relógios inteligentes, fones de ouvido e tablets.

Além de permitir que o público conheça produtos recém-lançados no mercado nacional, o espaço terá ações como sorteios, brindes e promoções.

Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Huawei Mobile Brasil (@huaweimobilebr)

O formato pop-up store indica que o espaço vai operar por tempo limitado, mas a Huawei não informou até quando a loja ficará aberta. A empresa promete trazer, futuramente, uma loja-conceito permanente, com detalhes ainda não anunciados.

Huawei voltou a vender smartphones no Brasil

A Huawei retornou ao mercado brasileiro de smartphones em julho de 2025, com dois aparelhos dobráveis. Um deles é o Mate XT, que tem duas dobras e pode ser usado em três tamanhos diferentes. O preço chama a atenção: R$ 32.999.

O outro modelo é o Mate X6, que tem formato fold convencional, com uma dobra para alternar entre dimensões de celular e tablet, semelhante ao Samsung Galaxy Z Fold 7 e ao Honor Magic V3, por exemplo. O preço sugerido é de R$ 22.999.

Antes disso, os últimos smartphones da Huawei foram lançados lá em 2020, pouco depois de a empresa ser atingida por sanções dos Estados Unidos e perder o acesso ao Android. Agora, os aparelhos rodam o sistema HarmonyOS, com sua própria loja de apps.

Além de smartphones, a marca voltou a vender tablets no Brasil, com o MatePad SE 11 e o MatePad 11.5, também com HarmonyOS.

Neste intervalo sem produtos dessas linhas, a companhia continuou vendendo fones de ouvido, smartwatches e roteadores, por exemplo. A divisão de eletrônicos de consumo é só uma das áreas de atuação da Huawei, que também atua no país em setores como telecomunicações e energia.
Huawei inaugura sua primeira loja temporária no Brasil

Huawei inaugura sua primeira loja temporária no Brasil
Fonte: Tecnoblog

Anatel autoriza exclusividade entre Nubank e Claro

Anatel autoriza exclusividade entre Nubank e Claro

NuCel ganhou chip físico de telefonia em julho de 2025 (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

Anatel autorizou que Nubank e Claro mantenham exclusividade no NuCel.
Serviço funciona como MVNO, com atendimento do Nubank e rede da Claro.
Planos partem de 20 GB por R$ 45 e agora têm chips físicos além do eSIM.

O Conselho Diretor da Anatel decidiu que o Nubank e a Claro podem manter um acordo de exclusividade. As duas empresas estão juntas no NuCel, serviço de telefonia anunciado pelo banco digital no ano passado, conforme revelado em primeira mão pelo Tecnoblog.

Com a decisão, divulgada hoje pela Agência Nacional de Telecomunicações, as duas companhias podem continuar com o arranjo do serviço, que possui 44,4 mil acessos. O NuCel existe como uma operadora virtual de telefonia móvel, MVNO na sigla em inglês. O atendimento é do Nubank e a rede é da Claro.

Inicialmente, a área técnica da própria agência concluiu que as duas companhias não poderiam ter um contrato de exclusividade. Em tese, isso habilitaria que o Nubank buscasse outros parceiros no setor de telecomunicações. Ele comercializa os serviços do NuCel principalmente pelo aplicativo oficial Nubank no smartphone.

Por sua vez, a Claro entrou na Anatel solicitando que o vínculo de exclusividade fosse reconhecido. Na prática, o Conselho Diretor pacificou a questão.

Sede da Anatel em Brasília (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Não são conhecidos os detalhes do acordo entre Nubank e Claro. Não é possível saber, por exemplo, quanto uma paga para a outra ou se há compartilhamento da receita proveniente do serviço de telecomunicações. O NuCel tem a proposta de simplificar o setor, tanto que são apenas três planos: 20 GB por R$ 45, 25 GB por R$ 55 e 35 GB por R$ 70.

O NuCel anunciou em julho a adoção de chips físicos de telefonia. Até então, o serviço era ofertado apenas para clientes cujos smartphones são compatíveis com eSIM, o chip virtual.

Anatel autoriza exclusividade entre Nubank e Claro

Anatel autoriza exclusividade entre Nubank e Claro
Fonte: Tecnoblog

TL12 é o tablet Android de 12,6″ que a Vaio acaba de lançar no Brasil

TL12 é o tablet Android de 12,6″ que a Vaio acaba de lançar no Brasil

Tablet Vaio TL12 é vendido na cor preta (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

Resumo

A Vaio lançou no Brasil o tablet TL12, com Android 15 e tela AMOLED de 12,6 polegadas.
Equipado com o processador Unisoc T820, o dispositivo tem 8 GB ou 12 GB de RAM, até 512 GB de armazenamento, 5G e teclado acoplável.
O TL12 é vendido na cor preta e custa a partir de R$ 3.799.

No Brasil, a Vaio é conhecida por seus notebooks. Mas a marca também quer reforçar a sua presença no segmento de tablets. Para tanto, a companhia fez um evento em São Paulo para anunciar o TL12, tablet com tela AMOLED de 12,6 polegadas e sistema operacional Android 15. Os preços partem de R$ 3.799.

De acordo com a Positivo, companhia responsável pela Vaio no Brasil, a novidade é direcionada a quem precisa de versatilidade para estudar ou trabalhar. Por conta disso, o tablet traz uma capa que serve como suporte de mesa, um teclado acoplável e a Vaio Pen, uma stylus com indicador de bateria e tamanho de caneta convencional. Todos esses itens acompanham o produto.

Como tablets favorecem a mobilidade, o TL12 também conta com um slot para SIM card e suporta redes 5G. O aspecto da conectividade é complementado com Wi-Fi 5, Bluetooth 5.2 e porta USB-C na versão 3.1.

Vaio TL12 tem teclado e caneta como acessórios (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

No comando do TL12 está o Unisoc T820, chip octa-core que é complementado com até 12 GB de memória RAM e armazenamento interno de até 512 GB. Já a bateria conta com 10.090 mAh de capacidade.

Na frente, nos deparamos com um tela AMOLED de 12,6 polegadas com resolução de 2,5K e uma câmera de 12 megapixels para chamadas de vídeo. Já a traseira abriga uma única câmera de 13 megapixels acompanhada de flash LED.

A Vaio chama a atenção para o acabamento do tablet. O modelo tem corpo metálico, moldura com superfície lisa e cantos arredondados, espessura de apenas 6,5 mm e peso de 617 g, além da marca da Vaio centralizada na traseira. O dispositivo só está disponível na cor preta.

Como já informado, o sistema operacional do TL12 é o Android 15, mas o tablet receberá atualização para o Android 16.

Tablet Vaio TL12 com capa (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

Disponibilidade e preços do Vaio TL12

O Vaio TL12 já está à venda no site oficial. Os preços oficiais são os seguintes:

Vaio TL12 de 8 GB + 128 GB: R$ 3.799

Vaio TL12 de 8 GB + 256 GB: R$ 3.999

Vaio TL12 de 12 GB + 512 GB: R$ 4.299

O modelo chega para fazer par com o Vaio TL10, tablet com tela de 10,4 polegadas lançado em 2023 pela marca e que continua à venda.

Convém reforçar que, no mercado brasileiro, a Vaio é operada pelo Positivo Tecnologia, uma parceria que existe desde 2015.

Vaio TL12 é o sucessor do TL10 (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

Ficha técnica do Vaio TL12

Tela: AMOLED de 12,6 polegadas, 2560×1600 pixels e 60 Hz

Processador: Unisoc T820 (1 núcleo Cortex-A76 de 2,7 GHz, 2 núcleos Cortex-A76 de 2,3 GHz, 4 núcleos Cortex-A55 de 2,1 GHz)

Memória RAM: 8 GB ou 12 GB

Armazenamento: 128 GB, 256 GB ou 512 GB

Conectividade: 5G, Wi-Fi 5, Bluetooth 5.2, USB-C 3.1

Bateria: 10.090 mAh

Carregador: 33 W

Áudio: estéreo, quatro saídas

Câmera frontal: 12 megapixels

Câmera traseira: 13 megapixels

Sistema operacional: Android 15 (Android 16 a caminho)

Dimensões: 285,8 x 184 x 6,5 mm

Peso: 617 gramas

Cor: preta

Acessórios: capa protetora, teclado e Vaio Pen

TL12 é o tablet Android de 12,6″ que a Vaio acaba de lançar no Brasil

TL12 é o tablet Android de 12,6″ que a Vaio acaba de lançar no Brasil
Fonte: Tecnoblog

Anatel vai responsabilizar marketplaces por venda de produtos irregulares

Anatel vai responsabilizar marketplaces por venda de produtos irregulares

Anatel vem intensificando cobrança de medidas contra produtos irregulares (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

Anatel atualizou seu regulamento para responsabilizar marketplaces pela venda de produtos não homologados no Brasil.
Plataformas como Amazon e Mercado Livre passam a responder com os vendedores em casos de infrações.
A medida, segundo a agência, segue o entendimento do STF e retira a proteção antes garantida pelo Marco Civil da Internet.

A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) atualizou seu regulamento de homologação e, entre outras alterações, passará a incluir os marketplaces na cadeia de responsabilidade. Com isso, um entendimento já adotado pela agência se torna uma regra para o mercado.

Ao longo dos últimos anos, o órgão tem cobrado que plataformas de varejo colaborem na fiscalização de produtos não homologados, como celulares, baterias, TV boxes e drones, entre muitos outros. Em alguns casos, a disputa tomou proporções maiores: a agência chegou a entrar com uma ação judicial para bloquear os sites da Amazon e do Mercado Livre, por exemplo. O pedido foi negado.

O que muda com o novo regulamento?

Celulares precisam de homologação da agência para venda no Brasil (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

“Na prática, marketplaces como Mercado Livre, Amazon, Shopee, Magalu, entre outros, passam a responder solidariamente com os vendedores por infrações relacionadas à oferta de produtos irregulares, normatizando um entendimento já adotado em decisões da Anatel”, escreve a Anatel em seu site.

Desde 2021, a Anatel pede que marketplaces exijam dos vendedores a inclusão de códigos de homologação de produtos ao cadastrar as mercadorias. Agora, isso passa a ser uma norma da agência. “A medida inclui a obrigação de divulgar o código de homologação nos anúncios e de verificar a regularidade dos itens ofertados”, diz o comunicado.

A Anatel afirma ainda que a decisão está “fundamentada em pareceres jurídicos da Advocacia-Geral da União e alinhada ao entendimento do Supremo Tribunal Federal”. Além disso, a mudança entende que os marketplaces não estão protegidos pelo Marco Civil da Internet, o que poderia considerá-los como plataformas e isentá-los de responsabilidade, mas sim que eles se encaixam no papel de fornecedores, devendo responder ao Código de Defesa do Consumidor.

Em nota, a Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee) considerou a atualização do regulamento como “um avanço fundamental para coibir o mercado irregular de celulares no Brasil”.

Com informações da Anatel e do Tele Síntese
Anatel vai responsabilizar marketplaces por venda de produtos irregulares

Anatel vai responsabilizar marketplaces por venda de produtos irregulares
Fonte: Tecnoblog

Teste revela operadoras com 5G mais rápido do Brasil; veja resultado

Teste revela operadoras com 5G mais rápido do Brasil; veja resultado

Ookla usa dados coletados por usuários em app de velocidade de teste (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

A empresa Ookla divulgou, nesta segunda-feira (04/08), os resultados de seu levantamento periódico sobre a qualidade da internet 5G no Brasil. Os dados se referem ao primeiro semestre de 2025 e foram coletados em condições reais, a partir de aparelhos de usuários do app Speedtest. São mais de 82 milhões de medições.

A Claro tem o 5G mais rápido do Brasil, segundo a pesquisa. A operadora teve mediana de 473,56 Mb/s em downloads no primeiro semestre de 2025, e 32,34 Mb/s em uploads. Não é a primeira vez que a empresa tem bom desempenho nestas métricas.

Claro, TIM e Vivo são as maiores operadoras de telefonia do país (Ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Entre as concorrentes, a Vivo vem em segundo lugar, com 430,17 Mb/s e 23,23 Mb/s, respectivamente. A TIM fica em terceiro, com 386,13 Mb/s e 21,61 Mb/s.

A Ookla transformou esses dados em uma pontuação, dando peso de 70% para download, 20% para upload e 10% para latência. O resultado foi 71,75 para Claro, 66,60 para Vivo e 65,22 para TIM.

OperadoraDownload (mediana)Upload (mediana)PontuaçãoClaro473,56 Mb/s32,34 Mb/s71,75Vivo430,17 Mb/s23,23 Mb/s66,60TIM386,17 Mb/s21,61 Mb/s65,22

Vale observar que a Ookla usa a mediana, isto é, o valor “do meio” entre os dados levantados, o que evita que medições fora da curva, sejam elas muito altas ou muito baixas, influenciem o resultado.

Qual a melhor operadora para vídeo, jogos e navegação?

A Ookla usa os dados coletados para avaliar aplicações específicas do 5G, como vídeo, jogos e navegação na web. A Claro saiu vencedora em todos eles.

Os testes consideram tempo necessário para iniciar a reprodução de vídeo, ocorrência de interrupções, qualidade de transmissão em full HD e tempo de carregamento de páginas. No placar geral, a pontuação de velocidade tem 50% do peso; a de vídeo, 25%; e a de web, 25%.

OperadoraVelocidadeVídeoWebGeralClaro71,7578,4495,7079,41Vivo66,6078,0293,1676,09TIM65,2277,8795,2975,90

O levantamento inclui ainda dados relativos a desempenho em jogos, apesar de este quesito não contar na pontuação geral. Mais uma vez, a Claro é líder, com 89,27, seguida pela Vivo (87,55) e pela TIM (86,55).
Teste revela operadoras com 5G mais rápido do Brasil; veja resultado

Teste revela operadoras com 5G mais rápido do Brasil; veja resultado
Fonte: Tecnoblog

CEO da Amazon quer colocar anúncios na voz da Alexa

CEO da Amazon quer colocar anúncios na voz da Alexa

Amazon apresenta Alexa+ durante evento em Nova York (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Resumo

Andy Jassy, CEO da Amazon, pretende integrar anúncios à Alexa+ usando IA para sugerir produtos durante conversas com os usuários.
Hoje, a Alexa exibe propagandas mais discretas, como banners no Echo Show ou entre músicas.
Em 2025, a publicidade rendeu à Amazon um aumento de 22% na receita no segundo trimestre, em comparação com o mesmo período do ano anterior.
A Alexa+ foi anunciada em fevereiro e ainda não tem previsão de chegada ao Brasil.

A Amazon pode transformar a Alexa em uma vitrine de anúncios. Segundo o CEO da empresa, Andy Jassy, há planos para incluir publicidade em conversas com a Alexa+, versão da assistente turbinada com IA generativa.

Durante a conferência de resultados da Amazon nessa quinta-feira (31/07), Jassy disse que a publicidade terá um papel importante “tanto na descoberta de novos produtos quanto como alavanca para gerar receita”.

“As pessoas estão empolgadas com os dispositivos que podem comprar da gente com a Alexa+ integrada. Elas compram muito [com a Alexa+]; é uma experiência de compra agradável que vai melhorar cada vez mais”.

Andy Jassy, CEO da Amazon

Como funcionaria?

Parceiros da Amazon no anúncio da Alexa+ (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Hoje, a Alexa exibe propaganda de forma limitada, com banners no Echo Show ou anúncios pré-gravados entre músicas.

A proposta com a Alexa+ seria mais ambiciosa: inserir anúncios personalizados para cada usuário em conversas multietapas, com a IA sugerindo produtos durante a interação. A versão Plus da Alexa foi anunciada no final de fevereiro, mas ainda não tem data para chegar ao Brasil.

A receita de publicidade da Amazon cresceu 22% no segundo trimestre em relação ao mesmo período de 2024. Como noticiamos no Tecnoblog, a empresa também passou a exibir anúncios em filmes e séries no Prime Video. No Brasil, a nova política começou a valer em 2 de abril, com a opção de manter o conteúdo sem propaganda por R$ 10 a mais na assinatura mensal.

Apesar da possibilidade de aumentar ainda mais essa receita, não está claro como isso seria feito com a Alexa+. Como observa o TechCrunch, a versão aprimorada da assistente sofre com recursos incompletos e o ritmo de lançamento está abaixo do esperado.

A nova versão da Alexa faz parte do Amazon Prime, mas também pode ser contratada à parte por US$ 19,99 mensais. Jassy sugeriu na conferência que novos planos de assinatura poderão surgir, com uma possível versão sem anúncios.

Com informações do TechCrunch
CEO da Amazon quer colocar anúncios na voz da Alexa

CEO da Amazon quer colocar anúncios na voz da Alexa
Fonte: Tecnoblog

Exclusivo: Operadora desmente rumor sobre Starlink grátis no Brasil

Exclusivo: Operadora desmente rumor sobre Starlink grátis no Brasil

Elon Musk é o acionista controlador da Starlink (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

T-Mobile explicou ao Tecnoblog que não há planos para disponibilizar a internet grátis da Starlink no Brasil.
A parceria com a Starlink oferece apenas acesso limitado nos Estados Unidos, sem custos adicionais, mas para planos avançados.
O serviço de internet via satélite T-Satellite está em fase beta nos EUA e é destinado a dispositivos compatíveis.

A operadora de telecomunicações T-Mobile, dos Estados Unidos, declarou com exclusividade ao Tecnoblog que a suposta internet grátis em parceria com a Starlink não será fornecida no Brasil. Por mais que alguns consumidores possuam smartphones compatíveis, não é possível captar o sinal por aqui.

Este tema gerou muita desinformação nos últimos dias, após perfis e sites brasileiros noticiarem manchetes como “Internet grátis da Starlink em celulares começa nesta quinta” ou “Starlink libera internet via satélite grátis”, porém sem explicar que a novidade vale apenas para clientes norte-americanos.

Qual a verdade sobre o assunto?

A T-Mobile, uma das maiores companhias de telefonia dos EUA, realmente fechou uma parceria com a Starlink, empresa de internet via satélite do empresário Elon Musk. Ela prevê o acesso à rede da Starlink, principalmente para atividades mais simples, como envio/recebimento de SMS ou ligações de emergência para o 911 (equivalente ao nosso 190).

Essa novidade só é possível porque smartphones mais recentes conseguem se comunicar diretamente com os satélites da Starlink, que ficam posicionados na órbita baixa da Terra (LEO). Ou seja, os dispositivos se conectam não à torre de telefonia em solo, como ocorre com a telefonia tradicional, mas sim aos equipamentos no espaço.

Para tanto, é preciso estar numa região descoberta, de modo que a conexão ocorra com sinal forte. A Starlink não funciona tão bem quando há obstáculos entre o telefone e o satélite.

T-Mobile explica o que o T-Satellite é capaz de fazer (imagem: reprodução)

O serviço se chama T-Satellite e permaneceu em estágio de testes, o chamado beta, por mais de um ano. Ele se vale do conceito de Direct to Cell (D2C).

O T-Satellite não é totalmente gratuito, como alardearam algumas postagens nas redes sociais. Na verdade, não há custo adicional para os clientes dos planos avançados da T-Mobile. Já assinantes de demais planos devem pagar uma taxa mensal de US$ 10, equivalente a R$ 56. Não custa lembrar: os Estados Unidos possuem um dos serviços de telecomunicações mais caros do mundo.

Onde tem T-Satellite?

A T-Mobile enfatizou na resposta ao Tecnoblog que o T-Satellite está disponível somente em território norte-americano.

O smartphone da pessoa precisa ter compatibilidade com a tecnologia. São dezenas de produtos que saíram nos últimos anos, a partir do iPhone 13 (Apple); Galaxy S21 e Galaxy A25 (Samsung); Moto Razr e Moto G de 2024 (Motorola); ou Pixel 9A (Google), apenas para citar alguns.

Por que não funciona no Brasil?

O T-Satellite foi projetado como um reforço para o serviço fornecido pela T-Mobile nos Estados Unidos. Ele tem foco nos americanos. Não há nenhuma informação oficial sobre a expansão para outros países.

Seria como se a Vivo, maior operadora brasileira, anunciasse o serviço de satélite sem custo adicional para clientes de planos do Vivo Total em território brasileiro. Na sequência, jornais da Argentina começassem a publicar notícias sobre um misterioso serviço de internet grátis por lá, dando a entender que bastaria ter um telefone compatível. O raciocínio não tem lógica alguma.

Aliás, tomamos conhecimento de uma pessoa que fez o teste: mora na fazenda, tem um iPhone 15, compatível com a conexão, e tentou captar o sinal da Starlink. “Não pegou nem urubu voando.”
Exclusivo: Operadora desmente rumor sobre Starlink grátis no Brasil

Exclusivo: Operadora desmente rumor sobre Starlink grátis no Brasil
Fonte: Tecnoblog

Opera vai ao Cade contra Microsoft por práticas desleais no mercado de navegadores

Opera vai ao Cade contra Microsoft por práticas desleais no mercado de navegadores

Microsoft privilegia o Edge no sistema Windows, diz Opera (foto: Denny Müller/Unsplash)

Resumo

A Opera protocolou queixa contra a Microsoft no Brasil, alegando práticas anticompetitivas do navegador Edge.
A empresa acusa a Microsoft de dificultar a escolha de navegadores alternativos no Windows, incluindo mudanças em configurações após atualizações.
A Opera solicita ao Cade uma investigação formal e ações para garantir concorrência justa no mercado.

A empresa Opera, desenvolvedora do navegador de mesmo nome, protocolou nesta terça-feira (29/07) uma queixa formal junto ao Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) no Brasil. A companhia norueguesa alega que a big tech utiliza “táticas anticompetitivas” para direcionar usuários do Windows ao seu próprio navegador, o Microsoft Edge, dificultando a escolha de alternativas como o Opera.A reclamação detalha, entre outras ações, como diferentes versões do Windows, incluindo as mais recentes, teriam sido projetadas para sutilmente desestimular o uso de navegadores de terceiros.

A Microsoft informou ao Tecnoblog que não vai comentar.

Os argumentos da Opera

Segundo comunicado oficial e informações divulgadas pela agência Reuters, a Opera apresentou sua queixa no Brasil por ser um dos seus principais mercados. “O Opera é o terceiro navegador mais popular no Brasil”, afirmou Aaron McParlan, diretor jurídico do Opera, em declaração ao The Verge.

Microsoft enfrenta queixa da Opera no Brasil por práticas anticompetitivas do Edge (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

A companhia solicitou ao Cade que investigue a Microsoft e exija concessões para garantir a concorrência justa. “A queixa, que diz respeito a práticas implementadas globalmente pela Microsoft, representa uma oportunidade para o Brasil assumir a liderança nessa questão internacional”, acrescentou o consultor.

As táticas da Microsoft, segundo a Opera, incluem a reinicialização de configurações de navegadores após atualizações do sistema e a dificuldade em alterar o navegador padrão do Windows, o que exigiria múltiplas etapas. A empresa argumenta que esses mecanismos criam uma barreira artificial para a concorrência leal no mercado de navegadores.

Precedentes históricos da Microsoft

A Microsoft enfrentou outras investigações antitruste na Europa e nos Estados Unidos relacionadas à integração de seu antigo navegador Internet Explorer ao Windows, o que levou a multas e decisões judiciais que exigiam maior flexibilidade para os clientes. Em dezembro de 2007, por exemplo, a Opera já havia apresentado uma queixa à Comissão Europeia pelo mesmo motivo.

Em 2013, a big tech também recebeu uma multa de 561 milhões de euros por não cumprir um compromisso de exibir uma tela de escolha de navegadores. Embora tenha introduzido o recurso, a Opera argumenta que as práticas atuais da empresa de Redmond, embora mais sutis, continuam a minar a concorrência.

Microsoft Edge é o navegador padrão do Windows (imagem: divulgação)

A desenvolvedora do browser sustenta que versões atuais do Windows tornam o processo de definição de um navegador padrão diferente do Edge algo excessivamente complicado. Em vez de uma simples seleção em um menu suspenso, os usuários do Windows 11 são frequentemente levados a um processo de “verificação” para cada tipo de arquivo e protocolo associado à navegação na web, como links HTTP/HTTPS. Essa fragmentação é vista como uma estratégia deliberada para desencorajar a mudança, acrescentou a Opera.

A queixa aborda ainda como o Edge é promovido agressivamente dentro do sistema operacional, com pop-ups, lembretes e links que direcionam os usuários de volta ao navegador, mesmo quando outro diferente foi definido como padrão.

Quais são os próximos passos?

Após análise das autoridades, o processo pode levar a uma investigação formal, que poderia resultar em multas significativas e na exigência de mudanças nas práticas do Windows relacionadas à escolha de navegadores. A Opera quer soluções como permitir que fabricantes de PC instalem navegadores alternativos de fábrica e o fim dos “padrões obscuros que empurram os usuários para o Edge”.

Com informações da Reuters e The Verge
Opera vai ao Cade contra Microsoft por práticas desleais no mercado de navegadores

Opera vai ao Cade contra Microsoft por práticas desleais no mercado de navegadores
Fonte: Tecnoblog

Apple: 60% dos brasileiros com iPhone usam esta proteção antirroubo

Apple: 60% dos brasileiros com iPhone usam esta proteção antirroubo

Proteção de Dispositivo Roubado existe desde 2024 (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

Brasil tem maior adesão à Proteção de Dispositivo Roubado do iPhone.
Recurso exige biometria para mudar Apple ID ou configurações sensíveis.
Apple descarta, por ora, bloqueio por IMEI proposto por autoridades.

Os brasileiros têm um comportamento acima da média quando o assunto é tecnologia contra roubos de iPhone. A empresa revelou que 60% dos clientes por aqui utilizam a proteção avançada no smartphone, contra 50% da média mundial. A informação foi revelada durante um encontro com jornalistas, na sede da empresa, em São Paulo. O Tecnoblog participou da reunião.

A Proteção de Dispositivo Roubado existe desde janeiro de 2024, quando a companhia soltou o iOS 17.3. De lá para cá, consumidores puderam ativá-la, já que não vem habilitada por padrão. Representantes da área de segurança da Apple explicaram que, com esta tecnologia, os ladrões ficam impedidos de fazer uma série de mudanças no iPhone.

O recurso dificulta o típico comportamento do batedor de carteiras (e de celulares), que pega o item da pessoa e imediatamente corre para modificar os ajustes. A função trava mudanças na Apple ID, por mais que o ladrão saiba o código numérico do iPhone. Ainda assim, é necessário esperar um determinado período e entrar com impressão digital ou reconhecimento facial.

Ferramenta protege iPhone longe de locais familiares, como casa e trabalho (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

Por exemplo, não dá para trocar a senha da Apple ID sem passar pela biometria. Por mais que o ladrão saiba o código numérico do iPhone – e muitos se valem de violência para tal –, ainda é necessária a impressão digital ou o reconhecimento facial.

A documentação oficial prevê restrições para uso de métodos de pagamentos salvos no Safari; remoção de conteúdo e de ajustes do iPhone; adição ou remoção de autenticação biométrica; e desativação da função de rastrear o dispositivo, entre outros.

Como ativar a Proteção de Dispositivo Roubado

A maioria dos iPhones é compatível com a ferramenta, que ganhou o apelido de “modo ladrão” logo que foi anunciada. Siga os passos abaixo para acessá-la:

Entre nos Ajustes

Selecione Face ID e Código

Habilite a Proteção de Dispositivo Roubado

Decida se você quer mantê-la ativa durante todo o tempo ou somente quando estiver fora dos seus ambientes familiares (a casa e o escritório)

Vai ter bloqueio por IMEI?

Em encontro em São Paulo, executivos defenderam segurança dos dispositivos da Apple (imagem: divulgação)

A Polícia Metropolitana de Londres, na Inglaterra, posicionou-se favoravelmente a uma espécie de bloqueio de smartphone por meio do IMEI. Ou seja, um produto roubado ficaria permanentemente impedido de funcionar, mesmo que os bandidos consigam resetá-lo. Eu trouxe este tema para os especialistas da Apple, que ponderaram o fato de não existir uma “bala de prata” quando o assunto é segurança.

Eles avaliam que, uma vez que isso seja implementado, haveria dificuldades como, por exemplo, quando um consumidor legítimo fizer o bloqueio sem querer. O mesmo poderia ocorrer caso uma pessoa da mesma família habilitasse o bloqueio por IMEI.

Os especialistas afastam essa possibilidade, ao menos por enquanto, sob a crença de que a Apple possui as ferramentas mais avançadas de privacidade e segurança do mercado.
Apple: 60% dos brasileiros com iPhone usam esta proteção antirroubo

Apple: 60% dos brasileiros com iPhone usam esta proteção antirroubo
Fonte: Tecnoblog

Esta caixa de areia autolimpante deve chegar ao Brasil

Esta caixa de areia autolimpante deve chegar ao Brasil

Com Bluetooth e Wi-Fi, Cura X1 deve otimizar a rotina de limpeza (imagem: reprodução/Amicura Pet)

Resumo

A caixa de areia autolimpante Cura X1, da Amicura Pet, foi homologada pela Anatel e usa tecnologia Smart Life com Bluetooth e Wi-Fi.
Custando US$ 409,99 no exterior, o produto pode chegar acima dos R$ 2.500, mas os valores oficiais ainda não foram divulgados.
Concorrentes como Catlink Scooper SE e Trixie variam entre R$ 5.000 e R$ 8.000 por aqui, conforme recursos e acessórios.

Impulsionado pela busca por conveniência e higiene, o mercado pet brasileiro deve receber em breve mais uma opção de caixa de areia autolimpante para gatos da Amicura Pet. A marca, que tem introduzido e popularizado esses dispositivos mais tecnológicos, quer melhorar a rotina de cuidados dos tutores com os felinos com o novo modelo Cura X1.

O produto mede 67 cm de altura por 50 cm de largura frontal. A entrada central, em formato circular, tem 28 cm de diâmetro com capacidade para até 60 litros. Já homologada pela Anatel, a caixa de areia da Amicura Pet está autorizada para venda no Brasil.

Como funciona a caixa de areia autolimpante?

Amicura Pet deve lançar caixa autolimpante no Brasil em breve (imagem: reprodução/Amicura Pet)

As caixas de areia autolimpantes usam sistemas que detectam a presença do gato. Após a saída do animal, um mecanismo de peneiramento é acionado. Esse processo separa os dejetos da areia limpa, depositando-os em um compartimento selado. Isso contribui para um ambiente mais higiênico e minimiza a dispersão de odores.

O modelo Self-Cleaning Cat Litter Box X1, conforme descrição da empresa, faz justamente isso: automatiza o processo de remoção de resíduos, reduzindo a necessidade de intervenção manual.

Este modelo conta ainda com conectividade Bluetooth e Wi-Fi, utilizando o aplicativo Smart Life, sugerindo a compatibilidade com a plataforma Tuya, comum em dispositivos de casa inteligente.

Produto foi homologado pela Anatel (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

No manual do produto, obtido pelo Tecnoblog, a Amicura Pet lista várias situações não cobertas pela garantia, como danos por uso, manutenção ou armazenamento inadequados.

Também ficam fora da cobertura eventos de força maior, como incêndios, tempestades e inundações, e serviços realizados por prestadores não autorizados durante o processo de desmontagem e manutenção.

Além disso, o desbotamento normal da cor, abrasão e desgaste durante o uso do produto não são cobertos. Curiosamente, a garantia também exclui “danos causados pelo uso indevido de seres humanos ou animais de estimação”.

Quanto vai custar?

O preço oficial para o Brasil ainda não foi divulgado pela empresa. No entanto, o mesmo modelo é vendido por US$ 409,99 no exterior, sendo provável que não custe menos de R$ 2.500 no mercado nacional.

Outros modelos vendidos no Brasil

Calink Scooper SE é outra opção no mercado (imagem: reprodução/Catlink)

No panorama nacional, o Cura X1 da Amicura Pet competirá com outros modelos de caixas de areia autolimpantes. Um deles é a caixa de areia automática Catlink Scooper SE.

Descrita como uma das caixas de areia automáticas mais vendidas globalmente, ela possui um design compacto com 8 níveis de proteção e sensores que interrompem o funcionamento na presença do animal. Suporta gatos de 1,5 kg a 10 kg e é elogiada por sua praticidade, eficiência e qualidade, além de contar com um aplicativo intuitivo para monitoramento.

A Trixie Caixa de Areia para Gatos Automática também está disponível para compra no país, com um preço de quase R$ 5 mil. Este modelo possui um tambor que gira automaticamente após o uso e um processo de limpeza que para ao detectar a aproximação do gato, depositando as partículas sólidas em um recipiente de resíduos. É compatível com sacos de lixo padrão e apresentada como ideal para lares com múltiplos gatos.

Outra marca de destaque é a Litter-Robot, reconhecida por suas caixas de areia de alta capacidade. Os modelos Open Air e Connect estão entre os mais avançados do mercado, mas com preços mais elevados, que variam entre R$ 5.000 e R$ 8.000. Esses preços são influenciados por fatores como a versão do produto, acessórios inclusos e custos de importação.

Com informações de Catlink e Litter-Robot
Esta caixa de areia autolimpante deve chegar ao Brasil

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Fonte: Tecnoblog