Category: Brasil

Motorola homologa celular misterioso no Brasil

Motorola homologa celular misterioso no Brasil

Motorola deve lançar novo smartphone no Brasil (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

Motorola homologou na Anatel o modelo XT2607-1, com bateria de 6.500 mAh e carregador de 90 W.
Pouco se sabe sobre o aparelho, mas, segundo a certificação, ele vem com 5G, Bluetooth, NFC, carregamento sem fio e Wi-Fi 6E.
O smartphone será fabricado na China e no Brasil, e pode integrar a linha Edge 70.

A firma de Chicago não para. Desta vez, a Motorola Mobility homologou o XT2607-1, um smartphone sobre o qual pouco sabemos.

O documento, visualizado pelo Tecnoblog, foi expedido pela Anatel na quarta-feira (18/03), por solicitação da filial brasileira da companhia.

O que sabemos sobre o XT2607-1?

Certificado de homologação do XT2607-1 (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Já se sabe que o codinome do aparelho é Terrain26, graças ao tradicional leaker Evan Blass. Ele divulgou uma lista de nomes obtida em uma página de suporte da Lenovo, dona da Motorola, mas não revelou qual será o nome comercial do modelo.

A homologação brasileira revela mais alguns detalhes: o modelo tem 5G, Bluetooth, NFC, carregamento sem fio e Wi-Fi 6E. A presença de Wi-Fi de 6 GHz implica que o modelo deve ser de gama intermediária para cima, mas não um aparelho topo de linha, já que modelos high-end costumam ser lançados com Wi-Fi 7.

Certificado de conformidade do XT2607-1 revela presença de Wi-Fi 6E (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

O documento também revela a bateria: ele virá com o componente denominado ST65, fabricado pela ATL. E, como o nome indica, ela tem 6.500 mAh típicos (6.325 mAh nominais).

Bateria ST65, utilizada no XT2607-1 (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

O componente tem cerca de 6,5 cm por 9,5 cm e aparenta ser bem fino, apesar da construção com duas células, o que parece indicar o uso de ânodos de silício-carbono, algo que a Motorola tem adotado em vários de seus modelos recentes. Essa bateria recarregará com um carregador de 90 W, o mesmo utilizado pelo Signature.

O smartphone será fabricado na fábrica da Motorola em Wuhan, na China, e na fábrica da Flex em Jaguariúna (SP), no Brasil.

Pelas características, deve se tratar de mais um membro da família Edge 70. Recentemente, a Motorola lançou o Edge 70 e os irmãos Edge 70 e 70 Plus por aqui, mas os Edge 60 Pro e Neo ainda não têm sucessor — nem mesmo no exterior.
Motorola homologa celular misterioso no Brasil

Motorola homologa celular misterioso no Brasil
Fonte: Tecnoblog

AirPods Max 2 passam pela Anatel e venda no Brasil deve começar em breve

AirPods Max 2 passam pela Anatel e venda no Brasil deve começar em breve

Fones AirPods Max 2 estão disponíveis em várias cores (imagem: reprodução/Apple)

Resumo

Apple obteve homologação da Anatel para os AirPods Max 2, permitindo a venda no Brasil, com preço de R$ 6.590;
AirPods Max 2 possuem chip Apple H2, oferecendo cancelamento de ruído ativo 1,5 vez mais eficaz que a geração anterior;
outros recursos incluem tradução de conversas em tempo real, áudio adaptativo e suporte a Áudio Espacial com reprodução a 24 bits e 48 kHz.

Os fones AirPods Max 2 já podem ser comercializados no Brasil. Nesta semana, a Apple obteve a homologação da Anatel necessária para isso. A data de início das vendas no mercado brasileiro ainda não foi definida, mas já sabemos o preço oficial do produto: R$ 6.590.

A documentação liberada pela Anatel mostra que o produto é identificado como “A3454”. Pois bem, no site da Apple, esse código corresponde justamente aos recém-anunciados AirPods Max 2.

É válido relembrar que a homologação junto à Anatel é uma etapa essencial para a venda de produtos com recursos de telecomunicações no Brasil. Essa é uma forma de garantir que o item atende aos parâmetros de qualidade e segurança necessários para equipamentos com essas características operarem no país.

Os AirPods Max 2 foram anunciados pela Apple no começo da semana. Na ocasião, a Apple já havia colocado o produto na versão brasileira de seu site, junto com o já mencionado preço de R$ 6.590.

Ainda falta a informação sobre o início das vendas, mas a homologação do produto pela Anatel sugere que a comercialização começará em breve.

Homologação dos AirPods Max 2 na Anatel (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

O que há de novo nos AirPods Max 2?

A principal novidade dos AirPods Max 2 é a presença do chip Apple H2, que já equipa fones como AirPods 4, AirPods Pro 2 e AirPods Pro 3.

O H2 permite aos AirPods Max 2 terem cancelamento de ruído ativo (ANC) 1,5 vez mais eficaz em relação aos AirPods Max de primeira geração, explica a Apple.

Outros recursos incluem tradução de conversas faladas em tempo real, tecnologia de áudio adaptativo, função de isolamento de voz para chamadas mais claras, redução automática de ruídos do ambiente muito altos e interações com a Siri a partir de gestos com a cabeça.

AirPods Max 2 (imagem: reprodução/Apple)

Sobre a qualidade de áudio, os novos fones suportam reprodução a 24 bits e 48 kHz quando o cabo USB-C que acompanha o produto é usado, bem como são compatíveis com Áudio Espacial.

No visual, pouco ou nada muda em relação à geração anterior da linha.
AirPods Max 2 passam pela Anatel e venda no Brasil deve começar em breve

AirPods Max 2 passam pela Anatel e venda no Brasil deve começar em breve
Fonte: Tecnoblog

Positivo lança Vision Tab 11 com 4G e caneta digital na caixa

Positivo lança Vision Tab 11 com 4G e caneta digital na caixa

Positivo Vision Tab 11 é o novo tablet da marca (imagem: divulgação)

Resumo

Positivo Vision Tab 11 é o novo tablet da marca, com tela IPS Incell de 10,9 polegadas e resolução Full HD.
O dispositivo tem conectividade 4G, processador UNISOC T606 e já vem com uma caneta digital na caixa.
Ele está disponível no Brasil por R$ 1.499 com capa protetora ou R$ 1.699 com capa teclado.

A Positivo Tecnologia revelou o Positivo Vision Tab 11, novo tablet da marca com recursos voltados ao consumo de conteúdo e produtividade. O dispositivo chega ao mercado brasileiro por R$ 1.499 e, segundo a fabricante, busca aproveitar um mercado em alta no país.

Dados da consultoria IDC indicam que o setor saltou de 1,4 milhão de unidades vendidas em 2022 para mais de 2,1 milhões em 2025, consolidando uma retomada relevante. Aparelhos com telas entre 10 e 11 polegadas passaram a liderar as vendas no país, com mais de 40% da demanda.

O que o Positivo Vision Tab 11 oferece?

O tablet chega com tela IPS Incell de 10,9 polegadas e resolução Full HD. Um dos principais diferenciais é que o aparelho vem com uma caneta digital já na caixa.

O Vision Tab 11 também conta com conectividade 4G nativa, o que amplia as possibilidades de uso fora de redes Wi-Fi. A ideia é permitir acesso à internet em deslocamentos ou ambientes sem conexão fixa, algo cada vez mais demandado em rotinas híbridas.

Pensado para tarefas do dia a dia, o modelo traz processador UNISOC T606, 4 GB de memória RAM e armazenamento interno de 128 GB, com opção de expansão via cartão microSD. A configuração atende a atividades como navegação, aplicativos de trabalho, videoaulas e reuniões online.

Novo tablet da Positivo chega com caneta inclusa e conectividade 4G (imagem: divulgação)

Outro ponto é a bateria de 6.000 mAh, projetada para garantir autonomia ao longo de um dia de uso moderado. Há ainda a possibilidade de acoplar uma capa com teclado destacável, vendida separadamente.

Quanto custa?

A Positivo posiciona o Vision Tab 11 como uma opção versátil dentro de uma faixa de preço intermediária. No Brasil, o modelo está disponível para compra no site oficial da Positivo e nas varejistas parceiras, em duas versões: uma com capa protetora tradicional, por R$ 1.499, e outra com capa teclado, por R$ 1.699 — ambas acompanhadas de caneta digital.
Positivo lança Vision Tab 11 com 4G e caneta digital na caixa

Positivo lança Vision Tab 11 com 4G e caneta digital na caixa
Fonte: Tecnoblog

Samsung começa a encerrar vendas do Galaxy Z TriFold

Samsung começa a encerrar vendas do Galaxy Z TriFold

Galaxy Z TriFold já aparece indisponível em alguns mercados (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

Resumo

Samsung está encerrando as vendas do Galaxy Z TriFold, lançado há três meses.
O dobrável de três telas era vendido por US$ 2.899 e, aparentemente, foi tratado como vitrine tecnológica, com vendas limitadas.
Segundo a Bloomberg, a Samsung considera aproveitar elementos do TriFold em futuros dispositivos, apesar do encerramento das vendas.

A Samsung começou a retirar do mercado o Galaxy Z TriFold, seu primeiro smartphone com três dobras, lançado há apenas três meses. A informação é da agência Bloomberg, que afirma que o modelo terá as vendas encerradas gradualmente em diferentes mercados.

A fabricante não confirmou oficialmente a decisão. Contudo, vale lembrar que o Galaxy Z TriFold sequer foi lançado no Brasil e, desde o início, teve uma disponibilidade vista como limitada, com rumores indicando apenas 40 mil unidades em todo o mundo.

Segundo a Bloomberg, o fim das vendas deve começar pela Coreia do Sul, estendendo-se aos Estados Unidos assim que os estoques acabarem. Nos canais oficiais da empresa, o dispositivo já aparece como “esgotado”, sem previsão de reposição. Por lá, o dispositivo era vendido por US$ 2.899 — cerca de R$ 15.950, em conversão direta.

Vida curta?

Uma trajetória limitada do Galaxy Z TriFold já era esperada. Desde o início, o modelo foi tratado mais como uma vitrine tecnológica do que como um produto de grande escala dentro do portfólio da Samsung, que já comercializa outros dobráveis ao redor do mundo.

Além do preço alto, o aparelho nunca foi distribuído por operadoras ou grandes varejistas, sendo vendido exclusivamente nos canais oficiais da fabricante. Essa estratégia reforçou o caráter experimental do dispositivo, que também teve produção restrita — com relatos de cerca de 6 mil unidades disponibilizadas inicialmente em seu mercado de origem.

Outro fator decisivo é o custo de fabricação. Componentes mais caros e a complexidade do design com duas dobradiças dificultaram a viabilidade comercial do produto, tornando difícil obter margem de lucro mesmo com o preço elevado. A título de comparação, o trifold da Huawei chegou ao Brasil por R$ 32.999.

Galaxy Z TriFold teve presença limitada no mercado (imagem: divulgação/Samsung)

Conceito não deve ser descartado

Apesar do encerramento precoce, a Samsung não descarta aproveitar elementos do TriFold em futuros lançamentos. À Bloomberg, o executivo Won-Joon Choi, da divisão mobile da Samsung, afirmou que a empresa ainda avalia a possibilidade de uma nova geração.

Entre os pontos que podem ser reaproveitados estão a tela ampla e o formato mais horizontal, que favorecem o consumo de conteúdo e o uso multitarefa.

Samsung começa a encerrar vendas do Galaxy Z TriFold

Samsung começa a encerrar vendas do Galaxy Z TriFold
Fonte: Tecnoblog

Motorola já pode lançar o dobrável Razr 70 Ultra no Brasil

Motorola já pode lançar o dobrável Razr 70 Ultra no Brasil

Motorola Razr 60 Ultra vai ganhar sucessor em breve (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

Resumo

O Razr 70 Ultra da Motorola foi homologado pela Anatel e já pode ser vendido no Brasil.
Com o código de modelo XT2655-1, ele mantém conectividade 5G, Bluetooth, Wi-Fi 7, NFC e UWB.
As baterias do Razr 70 Ultra têm capacidade total de 4.800 mAh, indicando um aumento de 300 mAh em relação à versão anterior.

A Motorola Mobility continua investindo em seus smartphones dobráveis. Depois da homologação do irmão menor da linha Razr 70 em janeiro, e do anúncio do Razr Fold no começo deste mês, o Razr 70 Ultra também foi homologado. Com código de modelo XT2655-1, ele teve seu certificado aprovado pela Anatel na última quinta-feira (12/03), conforme a documentação visualizada pelo Tecnoblog.

Certificado de homologação do Razr 70 Ultra (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

A documentação não revela grandes mudanças: ele permanece com conectividade 5G, Bluetooth, Wi-Fi 7 de três bandas, NFC e UWB, características já presentes no Razr 60 Ultra.

As baterias têm códigos de modelo SS37 e SS13, com 3.635 mAh e 1.165 mAh, somando 4.800 mAh nominais. Provavelmente, serão anunciadas como tendo 5.000 mAh típicos.

Ou seja, um aumento de 300 mAh em relação à versão atual, indicando que, ao contrário de vários modelos já lançados pela Motorola, o Razr 70 Ultra ainda não recebeu baterias de silício-carbono.

Na caixa vendida no Brasil, o Razr 70 Ultra virá com o carregador MC-687N, melhor conhecido pelo seu nome comercial de TurboPower 68 W, também o mesmo que já acompanha o Razr 60 Ultra.

Razr 70 na certificação do TENAA chinês (imagem: reprodução/Gizmochina)

O design deve se manter semelhante ao atual. Sabemos que o design do Razr 70 não mudou muito, conforme revelado por sua certificação chinesa, e não há razão para crer que o Razr 70 Ultra diverja.

A linha Razr 60 foi certificada em março do ano passado, e foi lançada aproximadamente um mês depois, em abril, o que pode indicar que o lançamento da nova linha não deve demorar. E provavelmente por um bom motivo: a fabricante detém cerca de metade do mercado de dobráveis nos EUA e na América Latina, segundo a consultoria IDC.
Motorola já pode lançar o dobrável Razr 70 Ultra no Brasil

Motorola já pode lançar o dobrável Razr 70 Ultra no Brasil
Fonte: Tecnoblog

MacBook Neo é homologado para venda no Brasil

MacBook Neo é homologado para venda no Brasil

MacBook Neo é o novo laptop de entrada da Apple (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Resumo

MacBook Neo e MacBook Pro de 16 polegadas com M5 Pro foram homologados pela Anatel e podem ser vendidos no Brasil.
O Neo vem com SoC A18 Pro, mesmo do iPhone 16 Pro, e custa a partir de R$ 7.299.
Já o MacBook Pro de 16 polegadas com M5 Pro tem GPU de 20 núcleos, largura de banda de memória de 307 GB/s e custa R$ 33.999.

A Apple tem pressa: pouco mais de uma semana após o anúncio, o novo MacBook Neo, laptop de entrada da fabricante americana, foi homologado pela Anatel e já pode ser vendido no país.

Ele tem o código de modelo A3404 e consta na agência com status “Homologação Emitida”, mas infelizmente ainda não é possível acessar a documentação. No site oficial da Apple no Brasil, o Neo custa a partir de R$ 7.299.

MacBook Neo tem quatro opções de cores (imagem: divulgação)

O MacBook Neo vem com o SoC A18 Pro da Apple, já utilizado no iPhone 16 Pro e Pro Max, lançados no final de 2024. O laptop será comercializado em opções com 256 GB de armazenamento ou 512 GB de armazenamento e leitor de digitais Touch ID.

Ambos os modelos vêm com 8 GB de RAM e estão disponíveis em quatro cores: prateado, blush (rosa claro), amarelo-cítrico ou índigo (azul escuro).

Mais um MacBook Pro a caminho

Certificado de homologação do MacBook Pro de 16″ com M5 Pro (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Como noticiamos na segunda-feira (09/03), vários dos MacBooks com os novos chips M5 foram homologados, mas ainda faltavam três com esta linha de SoCs. Agora só faltam dois: o MacBook Pro de 16 polegadas com chip M5 Pro (modelo A3428) também foi homologado pela Anatel.

A diferença para o seu irmão mais potente fica na GPU, na largura de banda da memória e na capacidade de codificação e decodificação de vídeo ProRes: o M5 Max é oferecido em opções de GPUs de 32 e 40 núcleos com dois motores de vídeo ProRes e larguras de banda de memória de 460 e 614 GB/s.

Já o M5 Pro possui “apenas” 20 núcleos em sua GPU, um motor de conversão de vídeo ProRes e largura de banda de memória de 307 GB/s. Tudo isso tem seu preço: o MacBook Pro de 16 polegadas mais barato (com o M5 Pro) custa R$ 33.999 no site da empresa.
MacBook Neo é homologado para venda no Brasil

MacBook Neo é homologado para venda no Brasil
Fonte: Tecnoblog

Jovi V70 chega ao Brasil com câmera de 200 MP; veja o preço

Jovi V70 chega ao Brasil com câmera de 200 MP; veja o preço

Jovi V70 5G tem câmera principal de 200 MP (imagem: divulgação)

Resumo

Jovi V70 chega ao Brasil com câmera principal de 200 MP e bateria de 7.000 mAh.
O aparelho possui tela AMOLED de 6,83 polegadas, processador MediaTek Dimensity 7360 e armazenamento de 256 GB ou 512 GB.
Celular está disponível para compra a partir de hoje, nas cores azul e lilás, pelo preço inicial de R$ 3.499.

O Jovi V70 5G chega ao Brasil nesta quarta-feira (11/03). O celular intermediário da fabricante chinesa é a versão brasileira do Vivo V70 FE e será vendido pelo preço inicial sugerido de R$ 3.499.

O grande destaque do aparelho é a câmera principal de 200 MP com estabilização óptica de imagem (OIS). Segundo a fabricante, o sensor permite capturar imagens com alto nível de detalhe e fazer recortes posteriores sem perda perceptível de qualidade. O conjunto traseiro inclui ainda uma lente ultrawide de 8 MP, enquanto a câmera frontal tem 32 MP e grava vídeos em 4K.

A bateria também é um dos pontos fortes do modelo. Com 7.000 mAh, ela tem suporte a carregamento rápido de 90 W e promete autonomia para rotinas intensas de uso ao longo do dia.

Tela e hardware

Celular tem brilho máximo de até 1.900 nits (imagem: divulgação)

O V70 traz tela AMOLED de 6,83 polegadas com resolução de 2800 × 1260 pixels e taxa de atualização de até 120 Hz. O desempenho fica por conta do processador MediaTek Dimensity 7360, acompanhado de 8 GB de memória RAM e mais 8 GB via RAM Boost. As opções de armazenamento são 256 GB ou 512 GB.

O smartphone sai de fábrica com Android 16 e interface Origin OS 6 e inclui conectividade 5G, Wi-Fi 6, Bluetooth 5.4 e NFC para pagamentos por aproximação.

Disponibilidade

O Jovi V70 está disponível a partir de hoje por R$ 3.499 (256 GB) e R$ 3.999 (512 GB), nas cores azul e lilás. 

Ele será vendido por operadoras, varejistas, lojas online parceiras e canais oficiais da Jovi, além da loja física da marca no Shopping Ibirapuera, em São Paulo (SP).

A fabricante informou que quem comprar o smartphone até 31 de maio terá benefícios extras: um ano de cobertura contra quebra de tela, dois anos de garantia do produto, quatro anos de garantia da bateria e cinco anos de revisões periódicas do aparelho.
Jovi V70 chega ao Brasil com câmera de 200 MP; veja o preço

Jovi V70 chega ao Brasil com câmera de 200 MP; veja o preço
Fonte: Tecnoblog

Galaxy A37 passa na Anatel e já pode chegar ao Brasil

Galaxy A37 passa na Anatel e já pode chegar ao Brasil

Galaxy A37 já está homologado pela Anatel (arte: Vítor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

Galaxy A37 foi homologado pela Anatel com código de modelo SM-A376B/DS.
O celular deve manter conectividade 5G, Wi-Fi 6, Bluetooth e NFC, além da bateria de 5.000 mAh.
O aparelho trará processador Exynos 1480 e GPU Xclipse 530, e poderá ser produzido na Coreia do Sul, Vietnã ou Brasil.

A Samsung continua preparando o terreno para renovar sua popular linha Galaxy A no Brasil: depois do A57, o Galaxy A37 foi homologado pela Anatel. O novo smartphone foi aprovado na última quinta-feira (05/03), com código de modelo SM-A376B/DS, segundo a documentação visualizada pelo Tecnoblog.

Ao contrário do irmão maior, a certificação não revela nenhuma grande novidade: o celular deve manter a conectividade 5G, Wi-Fi 6, Bluetooth e NFC, como o antecessor.

Certificado de homologação do Galaxy A37 (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

A bateria também não muda: são 5.000 mAh típicos, com o mesmo componente utilizado no A36, A56 e no vindouro A57 (EB-BA566ASY). Para recarregar a bateria, o A37 virá com o mesmo carregador que acompanhará o A57: o EP-TA200 de 15 W.

A principal mudança deve ficar no processador: sai o Snapdragon 6 Gen 3 da Qualcomm e entra o Exynos 1480 da própria Samsung, que estreou em 2024 no Galaxy A55.

Carregador EP-TA200 de 15 W da Samsung (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

O novo chip deve trazer um aumento de performance de CPU de cerca de 20% em relação ao A36, um aumento significativo. A GPU passa a ser a Xclipse 530, desenvolvida com tecnologia da AMD.

A quantidade de RAM não é revelada pela documentação, mas, considerando a crise atual, não há motivos para a Samsung alterar a quantidade para cima: o A36 é vendido hoje no Brasil em opções de 6 GB (com 128 GB de armazenamento) e 8 GB de RAM (com 256 GB de memória interna).

Também similar ao irmão maior, o A37 poderá ser produzido na Coreia do Sul, Vietnã ou no Brasil (em Manaus e Campinas). Ele deve chegar em quatro cores: awesome charcoal (cinza/preto), awesome graygreen (cinza esverdeado), awesome lavender (violeta) e awesome white (branco).

Galaxy A55 inaugurou o SoC Exynos 1480 (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Quando estará disponível?

Ainda não temos informações sobre a data de lançamento e preços. Para comparação, o Galaxy A36 chegou ao Brasil por R$ 2.699 na versão de 6 GB de RAM e 128 GB de armazenamento.

Hoje, é possível encontrar o modelo no varejo por preços em torno dos R$ 1.500 ou menos em promoções.
Galaxy A37 passa na Anatel e já pode chegar ao Brasil

Galaxy A37 passa na Anatel e já pode chegar ao Brasil
Fonte: Tecnoblog

Operação da Anatel contra internet pirata prende seis pessoas

Operação da Anatel contra internet pirata prende seis pessoas

Operação Provedor Legal prendeu seis pessoas (imagem: reprodução/Anatel)

Resumo

Anatel e forças policiais realizaram a Operação Provedor Legal em todo o país, visando provedores clandestinos de internet.
Do total, 52% dos provedores inspecionados eram ilegais, resultando em 15 empresas autuadas e seis pessoas presas.
As autoridades apreenderam R$ 200 mil em infraestrutura irregular, incluindo mais de 500 metros de cabos furtados.

A Anatel, em conjunto com as polícias Federal, Civil e Militar, deflagrou nesta quinta-feira (05/03) a Operação Provedor Legal. De âmbito nacional, a iniciativa mira empresas que comercializam banda larga fixa de forma clandestina.

Seis representantes de provedores piratas foram presos em flagrante e levados à sede da Polícia Federal. Eles responderão criminalmente pelo delito de desenvolvimento clandestino de atividades de telecomunicações, previsto no artigo 183 da Lei Geral de Telecomunicações.

A ação busca desarticular provedores clandestinos que prejudicam tanto a infraestrutura nacional quanto a concorrência no mercado de telecomunicações. O balanço oficial da agência mostra a dimensão do problema: mais da metade dos alvos operava fora da legalidade.

Segundo os fiscais, 52% dos provedores inspecionados eram clandestinos. Como resultado do pente-fino, 15 empresas foram autuadas por prestarem serviços de internet sem outorga (a licença exigida por lei) e por utilizarem roteadores e antenas sem homologação da Anatel.

O que foi apreendido na operação?

Mais da metade dos alvos visitados pelos agentes operava de forma clandestina (imagem: reprodução/Anatel)

Durante as buscas, as autoridades confiscaram cerca de R$ 200 mil em infraestrutura instalada em estações irregulares. O detalhe que chamou a atenção dos fiscais foi a origem de parte do material: foram recolhidos mais de 500 metros de cabos furtados de operadoras legalizadas.

Dos 48% restantes, segundo os dados do governo federal, 41% operavam integralmente dentro da lei, sem qualquer irregularidade. Outros 3% utilizavam equipamentos sem certificação, enquanto 4% das inspeções terminaram com laudos inconclusivos — casos que agora passarão por uma análise técnica e documental mais aprofundada da agência.

Proteção da infraestrutura e concorrência

A ofensiva foi coordenada pela Superintendência de Fiscalização (SFI) da Anatel e integra um plano maior de combate à concorrência desleal. Para o conselheiro da agência, Edson Holanda, a operação nacional é um marco necessário para dar estabilidade ao mercado.

Ele ressalta que a atuação pirata vai muito além de uma simples infração administrativa, sendo um ataque direto à segurança jurídica. “Empresas que investem em outorgas, equipamentos homologados e conformidade fiscal não podem ser prejudicadas por quem opera à margem da lei”, declarou.

A superintendente da SFI, Gesiléa Teles, explicou que as auditorias em campo são rigorosas. As equipes verificam desde as licenças de funcionamento e declarações de assinantes até a legalidade dos contratos de compartilhamento de postes e a origem de todo o maquinário.

Segundo Teles, esta rodada de fiscalizações é apenas o pontapé inicial. Novas fases da operação já estão programadas para manter a pressão contra a pirataria.
Operação da Anatel contra internet pirata prende seis pessoas

Operação da Anatel contra internet pirata prende seis pessoas
Fonte: Tecnoblog

Gemini agora pode analisar imagens de câmeras ao vivo no Google Home

Gemini agora pode analisar imagens de câmeras ao vivo no Google Home

Gemini poderá interpretar o que ocorre ao vivo em imagens de câmeras (imagem: reprodução/Google)

Resumo

Google Home agora possui o recurso Live Search, que permite ao assistente analisar imagens de câmeras ao vivo.
Por enquanto, a função está disponível apenas para assinantes do Google Home Premium, que custa US$ 20 por mês (cerca de R$ 105).
Além da novidade, outras atualizações melhoram o controle por voz, incluindo comandos mais precisos e reconhecimento aprimorado de dispositivos.

O ecossistema de dispositivos inteligentes do Google Home recebeu uma atualização com várias novidades na última segunda-feira (02/03), que ampliam a interação do sistema com o Gemini. O chefe da divisão, Anish Kattukaran, anunciou as mudanças pelo X. Entre elas está o Live Search, função para as câmeras inteligentes que permite consultar o assistente sobre o que está sendo captado ao vivo.

Até agora, o Gemini para dispositivos domésticos só conseguia responder perguntas sobre eventos já registrados. Com o Live Search, o Google expande as possibilidades com respostas baseadas na imagem em tempo real.

O recurso, no entanto, está restrito a assinantes do plano avançado do Google Home Premium, que custa US$ 20 por mês (cerca de R$ 105), sem previsão de disponibilidade para usuários no Brasil.

O Gemini for Home foi lançado em outubro do ano passado como substituto oficial do Google Assistente nos dispositivos inteligentes (IoT). “Lançamos o Gemini for Home em acesso antecipado especificamente para aprender com o uso no mundo real”, disse Kattukaran. “Com milhões de vocês testando e moldando essa experiência todos os dias, estamos enviando melhorias de voz regularmente para responder ao feedback”.

App do Google Home permite controlar dispositivos IoT (foto: Darlan Helder/Tecnoblog)

Comandos mais inteligentes

Além do Live Search, o pacote de atualizações de março traz melhorias no controle de dispositivos por voz. O Gemini passou a entender melhor o contexto dos seguintes comandos:

Dizer “apague a cozinha” agora afeta apenas as luzes do cômodo, e não todos os aparelhos conectados.

Comandos como “apague todas as luzes” passam a considerar apenas a residência atual, sem afetar uma possível segunda casa também gerenciada pelo app.

Além disso, o assistente ganhou melhor reconhecimento de dispositivos com nomes personalizados. Um item chamado “Table Glow”, por exemplo, agora é corretamente identificado como luminária com base nos metadados do fabricante. Com isso, eles passam a responder comandos genéricos como “acenda as luzes” mesmo sem a palavra “luz” no nome.

Outras correções incluem menos interrupções enquanto o usuário fala, maior confiabilidade na execução de automações criadas por voz e melhor desempenho na reprodução de músicas recém-lançadas. Os modelos de IA usados para respostas também foram atualizados pela empresa.

Gemini agora pode analisar imagens de câmeras ao vivo no Google Home

Gemini agora pode analisar imagens de câmeras ao vivo no Google Home
Fonte: Tecnoblog