Category: Brasil

Galaxy Buds 4 já podem ser vendidos no Brasil

Galaxy Buds 4 já podem ser vendidos no Brasil

Render vazado revela design dos novos Galaxy Buds 4 (imagem: reprodução/Android Headlines)

Resumo

O Galaxy Buds 4 foi homologado pela Anatel em 30 de janeiro, permitindo sua venda no Brasil.
O modelo possui cancelamento ativo de ruído, mas não tem ponteiras de silicone e adota um design arredondado com acabamento em aço escovado.
O lançamento dos Galaxy Buds 4 e Galaxy Buds 4 Pro está previsto para o fim do mês, junto com a linha Galaxy S26.

Depois dos celulares da linha Galaxy S26, agora a linha de fones de ouvido Galaxy Buds 4 também está completa: o modelo SM-R540 foi homologado pela Agência Nacional de Telecomunicações no dia 30 de janeiro, atendendo ao pedido da própria Samsung, segundo documentos obtidos pelo Tecnoblog. O modelo Pro já estava homologado desde o fim do ano passado, conforme noticiamos em primeira mão.

Ao contrário do irmão maior, os Galaxy Buds 4 não terão ponteiras de silicone que isolam o ruído ambiente de maneira passiva. Mesmo assim, devem contar com cancelamento ativo de ruídos (ANC), como seus antecessores Buds 2 e Buds 3. O produto abandona o design Blade, com a haste angular contendo LEDs, e agora adota um desenho mais arredondado e com um detalhe de acabamento em aço escovado (ou plástico imitando este efeito), segundo o site especializado Android Headlines.

Certificado de homologação dos Galaxy Buds 4 (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

O Galaxy Buds 4 terão design mais convencional (imagem: reprodução/Android Headlines)

A case também sofreu um redesign, e agora abre pelo lado maior, similar ao Buds 2 e modelos de outras fabricantes. Já a tampa transparente, que estava presente no Buds 3, deve continuar na nova geração. Ela permite ver se os fones estão no estojo sem a necessidade de abri-lo.

Os fones poderão ser fabricados pela Samsung em quatro fábricas: duas no Vietnã, uma na Coréia e uma no Brasil, em Manaus.

Galaxy Buds 4 não terão as ponteiras de silicone do irmão Pro (imagem: reprodução/Android Headlines)

Quando será o lançamento?

Os Galaxy Buds 4 e os Galaxy Buds 4 Pro devem ser lançados no fim deste mês, juntamente com a linha do Galaxy S26. Não há informação oficial sobre valores, mas para comparação, os Galaxy Buds 3 foram chegaram ao Brasil por R$ 1.699 em 2024 e podem ser encontrados hoje no varejo na faixa dos R$ 800 ou até menos em ofertas.
Galaxy Buds 4 já podem ser vendidos no Brasil

Galaxy Buds 4 já podem ser vendidos no Brasil
Fonte: Tecnoblog

Samsung libera Perplexity nas TVs vendidas no Brasil

Samsung libera Perplexity nas TVs vendidas no Brasil

Interface Vision AI das TVs Samsung agora conta com três assistentes inteligentes (imagem: Paulo Higa/Tecnoblog)

Resumo

A Samsung integrou a inteligência artificial da Perplexity às TVs QLED Q7F ou superiores no Brasil, permitindo buscas visuais otimizadas para telas grandes.
O Perplexity, parte do Vision AI Companion, oferece respostas complexas e pesquisas em tempo real em transmissões ao vivo e plataformas de vídeo, reconhecendo comandos em dez idiomas.
A Samsung oferece 12 meses gratuitos do Perplexity Pro; após, a assinatura mensal custa R$ 110. A funcionalidade está disponível para modelos QLED lançados a partir de 2024.

A Samsung anunciou a integração da inteligência artificial da Perplexity às TVs da linha Vision AI comercializadas no Brasil. A novidade está disponível para donos de modelos QLED Q7F ou superiores, e reforça a estratégia de converter o televisor em um “hub de informações interativo”.

O objetivo é oferecer uma interface de busca que seja visualmente otimizada para telas grandes, diferente da experiência mais limitada dos navegadores tradicionais de smart TVs.

O que muda com o Perplexity nas TVs Samsung?

A novidade faz parte do Vision AI Companion (VAC), um ambiente multimodal que agrega diversos serviços de inteligência artificial. Ao contrário dos comandos de voz convencionais, focados em trocar de canal ou ajustar o volume, o Perplexity atua como um motor de respostas complexas.

O sistema foi desenhado para operar de maneira nativa, permitindo que ele funcione sobre qualquer conteúdo exibido, seja em transmissões ao vivo, no streaming da Samsung TV Plus ou em outras plataformas de vídeo. A ferramenta permite que o espectador realize pesquisas acadêmicas, verifique informações em tempo real ou planeje roteiros de viagem.

O serviço reconhece comandos em dez idiomas – incluindo português, inglês, espanhol e coreano – e fornece respostas contextuais baseadas no que está na tela. A ativação é feita mantendo pressionado o botão de Início ou utilizando o botão dedicado AI nos novos modelos de controle remoto Bluetooth, como o TM2560E.

Linha de TVs QLED da Samsung ganha reforço do Perplexity Pro no Brasil (imagem: divulgação/Samsung)

Benefícios e requisitos

Para estimular a adoção da tecnologia no Brasil, a Samsung oferece 12 meses de gratuidade no plano Perplexity Pro. Após esse período promocional, o usuário poderá optar pela renovação do serviço, com assinatura mensal estimada em R$ 110.

É importante destacar que o hub Vision AI possui ainda o Microsoft Copilot Pro e a assistente Bixby.

De acordo com a empresa, a funcionalidade é restrita à categoria QLED e modelos superiores lançados a partir de 2024. A Samsung ressalta que, por se tratar de conteúdo gerado por inteligência artificial generativa, a precisão das informações não é garantida, recomendando a conferência de dados sensíveis em fontes oficiais.
Samsung libera Perplexity nas TVs vendidas no Brasil

Samsung libera Perplexity nas TVs vendidas no Brasil
Fonte: Tecnoblog

Anatel homologa o último Galaxy S26 que faltava no Brasil

Anatel homologa o último Galaxy S26 que faltava no Brasil

Galaxy S25 (do ano passado) deve ganhar sucessor em breve (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Resumo

O Galaxy S26 base foi homologado pela Anatel em 29/01 e será comercializado no Brasil, junto com os modelos Plus e Ultra.
O modelo possui bateria de 4.175 mAh (provavelmente 4.300 típicos) e conectividade avançada, mas não tem UWB.
O evento Samsung Unpacked deve ocorrer em 25/02, segundo Evan Blass, mas o preço do Galaxy S26 ainda é incerto.

Toda a linha Galaxy S26 está habilitada para ser comercializada no Brasil: o Tecnoblog encontrou os documentos de homologação do modelo base na Agência Nacional de Telecomunicações. O aparelho de código SM-S942B/DS foi aprovado pela Anatel em 29/01 a pedido da Samsung Eletrônica da Amazônia.

Ele formará conjunto com os modelos Plus e Ultra, já certificados pela agência, em um arranjo de três versões que se repete desde o Galaxy S20. E algo que também repete os antecessores é a ausência de UWB no menor modelo da família: o Galaxy S26 não possui o recurso, presente apenas nos irmãos Plus e Ultra.

Certificado de homologação do Galaxy S26 (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Características confirmadas do S26

O restante da conectividade avançada permanece: o modelo está equipado com 5G, Wi-Fi 7 de três bandas, Bluetooth, NFC e carregamento sem fio compatível com carregamento reverso (que a Samsung chama de Wireless Power Sharing), provavelmente baseado na nova versão do protocolo Qi2.

O Galaxy S26 virá com bateria de 4.175 mAh nominais (provavelmente 4.300 típicos), maior que a do antecessor Galaxy S25 (4.000 mAh típicos). Este upgrade não alcançou os irmãos maiores, que permanecem com a mesma capacidade de carga de seus antecessores. Para recarga, o carregador de 25 W (EP-TA800) virá na caixa, assim como no restante da linha.

Algo que também permanece idêntico ao restante dos modelos é a produção do aparelho: ele será fabricado na Coréia do Sul, no Vietnã e nas três fábricas brasileiras da Samsung, em Manaus e Campinas.

Galaxy SmartTag 2 suporta UWB, com localização mais precisa, mas o S26 base não (foto: Everton Favretto/Tecnoblog)

Quando será o Unpacked?

Os rumores apontam que a Samsung deverá fazer o lançamento do modelo ainda neste mês. O especialista em vazamentos Evan Blass publicou os convites do Samsung Unpacked com a data de 25 de fevereiro. O preço também permanece uma incógnita, já que a falta de RAM e memórias Flash elevou o custo dos componentes.

Por outro lado, a cotação do dólar reduziu no período, o que pode amenizar uma eventual alta dos valores no mercado brasileiro. Para referência, o Galaxy S25 base foi lançado por R$ 6.999 e pode ser encontrado no varejo hoje na faixa dos R$ 4.000.

Carregador Samsung EP-TA800 (foto: Everton Favretto/Tecnoblog)
Anatel homologa o último Galaxy S26 que faltava no Brasil

Anatel homologa o último Galaxy S26 que faltava no Brasil
Fonte: Tecnoblog

Você ainda tem? Brasil fecha 2025 com 20 milhões de telefones fixos

Você ainda tem? Brasil fecha 2025 com 20 milhões de telefones fixos

Brasil tem 20 milhões de linhas fixas (imagem: reprodução/Pixabay)

Resumo

O Brasil encerrou 2025 com 20 milhões de telefones fixos, uma queda de 3 milhões em relação a 2024. A Claro lidera com 30,5% das linhas.
O país possui 53,9 milhões de acessos de banda larga fixa, 79% via fibra óptica. A Starlink lidera acessos via satélite.
Vivo, Claro e TIM dominam 94,1% do mercado de telefonia móvel. O 4G representa 66,1% dos acessos móveis.

A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) concluiu o panorama do setor, com os resultados para 2025. A documentação permite saber como estão os segmentos de telefonia fixa (sim, ela ainda existe), banda larga e telefonia móvel.

O tradicional telefone fixo continua em queda, com 20 milhões de acessos no país, segundo os dados da Anatel. Houve uma queda de 3 milhões de linhas na comparação com 2024. Com isso, o resultado fica perto do registrado em 1998, quando o setor de telefonia foi privatizado.

A Claro lidera este segmento, com 30,5% das linhas, seguida pela Vivo (25%) e a Oi (19,1%). O restante fica pulverizado entre várias companhias.

A maioria dos telefones fixos continua nas mãos de pessoas físicas, que são 52,1% dos assinantes.

Banda larga fixa

Cabo de fibra óptica para rede de internet (ilustração: Vitor Pádua / Tecnoblog)

O Brasil encerrou 2025 com 53,9 milhões de acessos de banda larga fixa. Destes, 79% utilizam tecnologia de fibra óptica. Do restante, 14,9% são via cabo coaxial (a grande maioria da Claro); acessos via rádio somam 3,3%; satélite soma outros 1,5%, com a Starlink na liderança desta categoria; e 1,3% de cabos metálicos, concentrados na Vivo, Oi, Claro e provedores pequenos.

Apesar da promessa do 5G, o 4G ainda dominou o mercado, com 66,1% dos acessos, contra 21,5% da internet móvel de quinta geração. O 2G e o 3G combinados representam 12,3%, principalmente por causa dos aparelhos M2M, sigla para Machine-to-Machine, que permite a comunicação direta entre dispositivos.

Operadoras pequenas, fatia pequena

A Vivo, Claro e TIM continuam dominando o mercado de telefonia móvel: juntas elas somam 94,1% do total de linhas. O restante está dividido entre a Algar (que opera no Triângulo Mineiro e áreas próximas de São Paulo, Mato Grosso do Sul e Goiás, além de ter acordos de roaming e MVNO para o restante do país), com 1,9%; Arqia (1,3%); e Surf Telecom (1,1%).

As entrantes Brisanet (com licença nas regiões Nordeste e Centro-Oeste) e Unifique (Rio Grande do Sul, Santa Catarina e futuramente Paraná) possuem 0,3% (852.265 linhas) e 0,1% (247.752) cada. A Ligga/Sercomtel soma 24 mil acessos.
Você ainda tem? Brasil fecha 2025 com 20 milhões de telefones fixos

Você ainda tem? Brasil fecha 2025 com 20 milhões de telefones fixos
Fonte: Tecnoblog

Motorola lança Moto G17 no Brasil com 4 GB de RAM e bateria de 5.200 mAh

Motorola lança Moto G17 no Brasil com 4 GB de RAM e bateria de 5.200 mAh

Moto G17 (imagem: reprodução/Motorola)

Resumo

Moto G17 possui 4 GB de RAM, bateria de 5.200 mAh e câmera principal Sony LYTIA 600 de 50 MP;
Novidade oferece ainda tela full HD+ de 6,7 polegadas e armazenamento de 128 GB ou 256 GB, expansível via microSD;
Preço inicial é R$ 1.299, com vendas na loja online da Motorola e em varejistas.

A Motorola escolheu esta quinta-feira (29/01) para o anúncio oficial do Moto G17 no Brasil (e em outros mercados). De categoria intermediária, o aparelho chega com câmera principal Sony LYTIA 600 de 50 megapixels e uma tela full HD+ de 6,7 polegadas como principais atributos. Os preços oficiais começam em R$ 1.299.

O lançamento em território brasileiro já era esperado. Isso porque o Moto G17 foi homologado pela Anatel em 13 de janeiro. Na ocasião, os documentos do aparelho anteciparam o que foi confirmado agora: a novidade vem com uma bateria de 5.200 mAh. Um carregador TurboPower de 20 W acompanha o smartphone.

Mas, como já informado, um dos principais atributos do Moto G17 é a câmera principal com sensor Sony LYTIA 600 de 50 megapixels. O componente suporta a tecnologia quad pixel e conta com um modo de visão noturna automático (Night Vision).

Aqui, a Motorola seguiu uma prática que considero questionável: faz o celular aparentar ter quatro câmeras na traseira, mas há apenas duas ali. Além da câmera de 50 megapixels, há outra de 5 megapixels com lente ultra grande angular.

Já a tela tem 6,7 polegadas de tamanho, resolução de 2400×1080 pixels, brilho típico de 800 nits (1.000 nits no pico), taxa de atualização de 60 Hz e proteção Gorilla Glass 3.

Na parte superior da tela está outro destaque do modelo: uma câmera de selfie com sensor de 32 megapixels que proporciona “reprodução fiel de tons de pele e alta definição para vlogs, reels e transmissões ao vivo”, de acordo com a Motorola.

No comando do Moto G17 está o octa-core MediaTek Helio G81 Extreme. O chip é acompanhado de 4 GB de RAM que podem ser virtualmente aumentados para 12 GB com o uso da tecnologia RAM Boost, que usa parte da capacidade de armazenamento como extensão.

Falando em armazenamento, o Moto G17 está disponível em versões com 128 GB e 256 GB de capacidade. Ambas podem ser expandidas com um cartão microSD de até 1 TB.

Moto G17 na cor rosa (imagem: reprodução/Motorola)

Preços e disponibilidade do Moto G17

As vendas do Moto G17 começam hoje na loja online da Motorola. O modelo também está chegando a varejistas e operadoras. Há três opções de cores: roxo (Pantone Evening Blue), azul claro (Pantone Alaskan Blue) e rosa (Pantone Bordeaux).

Os preços sugeridos, sem considerar eventuais descontos ou promoções, são os seguintes:

Moto G17 de 128 GB: R$ 1.299

Moto G17 de 256 GB: R$ 1.499

Em todas as versões, o sistema operacional é o Android 15.

Ficha técnica do Moto G17

Tela: 6,7 polegadas, LCD, 2400×1080 pixels (full HD+), 60 Hz, Gorilla Glass 3, até 1.000 nits (pico)

Processador: octa-core MediaTek Helio G81 Extreme com GPU Mail-G52 MC2

RAM: 4 GB (expansíveis em até 12 GB via RAM Boost)

Armazenamento: 128 GB ou 256 GB expansíveis via microSD de até 1 TB

Câmeras traseiras: 50 megapixels (Sony LYTIA 600) + 5 megapixels

Câmera frontal: 32 megapixels

Bateria: 5.200 mAh com carregador rápido de 20 W

Conectividade: Bluetooth 5.4, NFC, Wi-Fi 802.11ac, 5G, USB-C

Sistema operacional: Android 15

Cores: roxo, azul claro e rosa

Dimensões: 76 x 165,7 x 8,2 mm

Motorola lança Moto G17 no Brasil com 4 GB de RAM e bateria de 5.200 mAh

Motorola lança Moto G17 no Brasil com 4 GB de RAM e bateria de 5.200 mAh
Fonte: Tecnoblog

Xiaomi lança Redmi Note 15 no Brasil com preços a partir de R$ 2.799

Xiaomi lança Redmi Note 15 no Brasil com preços a partir de R$ 2.799

Redmi Note 15 5G tem proteção IP69K (imagem: divulgação/Xiaomi)

Resumo

A Xiaomi lança a linha Redmi Note 15 no Brasil com preços a partir de R$ 2.799. Os modelos possuem câmeras de até 200 MP, baterias de até 6.580 mAh e telas AMOLED de até 6,83 polegadas.
O Redmi Note 15 Pro 5G possui câmera de 200 MP, bateria de 6.580 mAh e processador MediaTek Dimensity 7400-Ultra. Ele tem certificação IP69K e tela CrystalRes AMOLED de 6,83 polegadas.
O Redmi Note 15 5G possui design ultrafino, processador Snapdragon 6 Gen 3 e câmera de 108 MP.
O Redmi Note 15 4G usa processador MediaTek Helio G100-Ultra e foca no custo-benefício, com bateria de 6.000 mAh.

A Xiaomi lança hoje (21/01) a linha de celulares Redmi Note 15 no Brasil com três modelos que chegam ao mercado por preços a partir de R$ 2.799. A linha é definida pela promessa alta durabilidade, bateria de longa duração e resistência reforçada.

Os modelos topo de linha possuem câmera de 200 MP, bateria de até 6.580 mAh com tecnologia de silício-carbono e certificação que atesta resistência a quedas de até 2,5 metros. Todos os aparelhos contam com tela AMOLED de até 6,83 polegadas e brilho máximo de 3.200 nits.

Destaques do Redmi Note 15 Pro 5G

Redmi Note 15 Pro 5G tem câmera principal de 200 MP (imagem: divulgação/Xiaomi)

O Redmi Note 15 Pro 5G é o modelo mais avançado da linha no país, equipado com um sensor principal de 200 megapixels de 1/1,4 polegada e estabilização óptica (OIS). Ele traz uma bateria de silício-carbono de 6.580 mAh com carregamento turbo de 45 W e carregamento reverso de 22,5 W. O dispositivo utiliza o processador MediaTek Dimensity 7400-Ultra, fabricado em 4 nanômetros, com promessa de alto desempenho para multitarefas e jogos.

Além do poder de processamento, o aparelho se destaca pela proteção extrema. Ele possui certificação IP69K, a mais alta contra entrada de poeira e jatos de água de alta pressão, além de suportar imersão em até 2 metros de profundidade por 24 horas. A tela CrystalRes AMOLED de 6,83 polegadas conta com proteção Corning Gorilla Glass Victus 2 e oferece resolução 1,5K com taxa de atualização de 120 Hz para maior fluidez visual.

O modelo de 512 GB sai por R$ 4.499,99 e é comercializado nos canais oficiais da Xiaomi nas cores preto e titânio.

Redmi Note 15 5G

Redmi Note 15 5G promete boa resistência com rating IP66 (imagem: divulgação/Xiaomi)

O Redmi Note 15 5G foca num design ultrafino, de apenas 7,35 mm de espessura, sendo o modelo mais esguio da história da linha Redmi. Ele é equipado com o processador Snapdragon 6 Gen 3 (Qualcomm) e possui uma câmera principal de 108 MP com teleobjetiva de nível óptico de 3x. A bateria também utiliza a tecnologia de silício-carbono, oferecendo 5.520 mAh, com suporte a carregamento rápido de 45 W.

Para garantir a durabilidade, o modelo conta com resistência IP66 e alto-falantes duplos com o recurso de aumento de volume de 300%. O painel AMOLED de 6,77 polegadas entrega resolução Full HD+ e também conta com a tecnologia Wet Touch 2.0, permitindo que o usuário responda mensagens ou atenda chamadas mesmo sob chuva forte.

Os preços dependem do armazenamento escolhido: a versão de 256 GB sai por R$ 3.399,99 e o de 512 GB, por R$ 3.899,99. As opções de cor são preto e roxo.

Redmi Note 15 4G

Tela do Redmi Note 15 4G é protegida com Gorilla Glass 7i (imagem: divulgação/Xiaomi)

O Redmi Note 15 4G atua como a opção de entrada no Brasil, mantendo a câmera principal de 108 megapixels e a tela AMOLED de 120 Hz comum ao restante da família. Este modelo utiliza o processador MediaTek Helio G100-Ultra e traz uma bateria robusta de 6.000 mAh com carregamento de 33 W. É uma escolha focada no custo-benefício para quem não prioriza a conectividade de quinta geração.

Sua construção oferece resistência IP64 contra poeira e respingos de água, além de contar com o vidro Corning Gorilla Glass para proteção adicional contra riscos no visor. O aparelho também dispõe de alto-falantes duplos com Dolby Atmos. De acordo com a Xiaomi, ferramentas de edição de imagem com inteligência artificial permitem remover objetos indesejados e expandir cenários diretamente na galeria de fotos.

A versão de 256 GB tem preço sugerido de R$ 2.799,99 no país, disponível nas cores preto, azul e roxo.
Xiaomi lança Redmi Note 15 no Brasil com preços a partir de R$ 2.799

Xiaomi lança Redmi Note 15 no Brasil com preços a partir de R$ 2.799
Fonte: Tecnoblog

Como fica o roaming após o acordo Mercosul-UE?

Como fica o roaming após o acordo Mercosul-UE?

Anatel não muda regras de roaming praticadas no Brasil (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

O acordo Mercosul-UE não altera o modelo de roaming internacional no Brasil e não impõe controle de preços.
A Anatel seguirá as competências previstas na legislação brasileira, sem novas responsabilidades diretas.
O tratado reforça princípios já adotados no Brasil para serviços digitais, sem exigir mudanças imediatas.

O acordo de livre comércio entre Mercosul e União Europeia não altera, ao menos por enquanto, o modelo de roaming internacional praticado no Brasil. Segundo a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), o texto firmado entre os blocos econômicos não cria obrigações de controle tarifário nem estabelece mecanismos para reduzir ou eliminar preços cobrados dos consumidores.

A Anatel afirmou ao site especializado Mobile Time que “não há alteração em relação ao formato atualmente em vigor” para o roaming internacional e esclareceu que o acordo “não estabelece diretrizes para o controle de preços”. O regulador explicou que sua atuação futura no âmbito do tratado seguirá limitada às competências já previstas na legislação brasileira.

O que o acordo prevê para o roaming internacional?

O tema do roaming aparece no artigo 10.37 do acordo Mercosul-UE e é tratado de forma genérica. O texto menciona, de um lado, o provimento de serviços de voz, mensagens e dados por operadoras locais quando usuários estão em outro país. De outro, prevê cooperação entre os blocos para estimular preços considerados razoáveis e transparentes para quem utiliza o celular no exterior.

Na avaliação da Anatel, essas previsões não significam imposição de tabelamento, gratuidade ou criação de regras comuns para a formação de preços. Tampouco há obrigação de adoção de mecanismos específicos para definir valores cobrados dos consumidores, diferentemente do que ocorre em alguns acordos regionais mais restritivos.

Com isso, as operadoras seguem livres para negociar tarifas de roaming de acordo com seus contratos e estratégias comerciais, respeitando a regulação doméstica. A agência reforça que o tratado não interfere no modelo atual nem cria novas responsabilidades diretas para o regulador.

Os países do bloco sul-americano possuem um compromisso específico para a eliminação de cobranças extras. Em agosto de 2025, o Congresso brasileiro decretou o fim dos custos adicionais, que está valendo desde 1º de dezembro.

Serviços digitais

O acordo Mercosul-UE reconhece e legitima práticas adotadas pelo Brasil há anos (foto: Thijs ter Haar/Wikimedia Commons)

Além do roaming, o acordo dedica uma seção aos serviços digitais, incluindo comércio eletrônico. Nesse ponto, a Anatel é indicada como autoridade competente no Brasil, ao lado de outros órgãos públicos, para a implementação dos compromissos assumidos.

Os artigos 10.46 a 10.50 estabelecem princípios que devem orientar o ambiente regulatório, como a promoção do comércio eletrônico, a neutralidade tecnológica, a isenção de tarifas aduaneiras sobre transmissões eletrônicas e a não exigência de autorização prévia para serviços prestados exclusivamente por meios digitais.

“Como regulador das telecomunicações, a agência continuará contribuindo tecnicamente sempre que acionada, garantindo coerência entre o marco regulatório brasileiro e os compromissos assumidos no acordo”, afirmou a Anatel ao Mobile Time.

Para o regulador, o tratado fortalece as relações econômicas entre os blocos e incorpora diretrizes já consolidadas no país, como independência regulatória, transparência e harmonização normativa. A agência diz que acompanhará temas ligados ao uso de redes públicas, interconexão, interoperabilidade, relação entre plataformas digitais e infraestrutura de telecomunicações, além da proteção do usuário final.

Segundo a Anatel, como esses princípios já fazem parte da regulação brasileira, o acordo Mercosul-UE acaba por reconhecer e legitimar práticas adotadas pelo Brasil há anos, sem exigir mudanças imediatas no setor.
Como fica o roaming após o acordo Mercosul-UE?

Como fica o roaming após o acordo Mercosul-UE?
Fonte: Tecnoblog

Multiplan confirma invasão a banco de dados

Multiplan confirma invasão a banco de dados

Barra Shopping é um dos shoppings mais visitados do Rio de Janeiro (imagem: divulgação)

Resumo

Uma das mais conhecidas empresas de shopping centers do Brasil passou por uma invasão cibernética. A Multiplan informou nesta segunda-feira (19) sobre um acesso não autorizado à base de dados do aplicativo Multi, ocorrido em 10 de janeiro, com possível roubo de dados cibernéticos. A empresa está enviando um alerta aos clientes via SMS. Você também já recebeu? Conte pra gente nos comentários.

De acordo com a empresa, dados cadastrais de usuários foram potencialmente acessados, incluindo data de validade e os quatro últimos dígitos do cartão de crédito de quem os tivesse cadastrado. Já os dados completos de cartão ficam armazenados externamente, por um parceiro certificado, e não foram acessados.

Ainda não se sabe o número de potenciais vítimas. O Tecnoblog entrou em contato com a Multiplan e este texto será atualizado caso a empresa nos responda.

Multiplan envia alerta por SMS (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

A administradora de shoppings afirmou no comunicado que não há qualquer indício de que os dados eventualmente acessados tenham sido utilizados para finalidade não autorizada que possa causar danos, riscos ou prejuízos aos clientes. Ainda assim, a Multiplan recomendou que os clientes mantenham atenção redobrada quanto a comunicações suspeitas ou qualquer atividade não reconhecida.

A empresa não identificou impactos no funcionamento dos seus 20 shoppings físicos.

Aviso foi publicado no site da Multiplan (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Quais dados são coletados?

Por sua vez, a política de privacidade do aplicativo Multi informa que as seguintes informações são coletadas pela empresa:

Nome completo, CPF, e-mail, endereços e números de telefone e celular

Data de nascimento e gênero

Dados do seu cartão de crédito

Dados de transações realizadas no Multi

Dados de compras coletados no programa de relacionamento ou promoção comercial

Dados de acesso e navegação

Dados de localização em ambientes físicos

De acordo com a Multiplan, protocolos de segurança foram acionados no momento do incidente, de modo a interromper o acesso. A companhia também disse que entrou em contato com as autoridades competentes, porém sem explicitar se abriu canal com a Polícia Civil, com a Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD) ou com algum outro órgão.

A apuração foi conduzida com auxílio de auditoria externa, cujo nome não foi informado.

A Multiplan declarou que o aplicativo Multi continua funcionando normalmente e é seguro. Ela reforçou o compromisso com as melhores práticas de segurança da informação e com o investimento na proteção de dados dos clientes.
Multiplan confirma invasão a banco de dados

Multiplan confirma invasão a banco de dados
Fonte: Tecnoblog

Motorola homologa dois celulares no Brasil: G77 e Signature

Motorola homologa dois celulares no Brasil: G77 e Signature

Acabamento é um dos destaques do Signature (imagem: divulgação)

Resumo

O Moto G77 e o Motorola Signature foram homologados pela Anatel e estão prontos para venda no Brasil.
O Moto G77 possui internet 5G, Wi-Fi 5, Bluetooth, NFC, bateria de 5.100 mAh e carregador de 33 W.
O Motorola Signature oferece design fino, SoC de alta performance, bateria de 5.200 mAh e carregador de 90 W.

A Motorola prepara o lançamento de dois novos smartphones no Brasil: o Moto G77 e o Motorola Signature. Os dois produtos passaram pela homologação da Anatel, etapa fundamental para o início das vendas no país, segundo documentos visualizados pelo Tecnoblog. As datas de lançamento e os preços são mantidos em segredo.

O começo de 2026 está movimentado para a Motorola. Além destes dois modelos, a fabricante também já está apta a comercializar os já homologados Moto G17, Razr 70 e Edge 70.

Moto G77

Moto G75 tem câmera com sensor Sony (Imagem: Divulgação / Motorola)

O Moto G77 deve suceder o Moto G75, que concorre com aparelhos como o Galaxy A36 (Samsung) na concorrida faixa de aparelhos intermediários.

O modelo foi aprovado pela Anatel no dia 15 de janeiro com dois códigos de modelo: XT2621-1 e XT2621-3, que, segundo o leaker Evan Blass/evleaks, correspondem ao mencionado Moto G77.

Certificado de homologação do Motorola XT2621 (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

O Moto G77 vem com internet 5G, Wi-Fi 5, Bluetooth e NFC, como aponta o certificado, e terá na caixa o carregador MC-337L de 33 W. A bateria tem o código de modelo SP52, com capacidade nominal de 5.100 mAh (provavelmente com capacidade típica de algo em torno de 5.200 mAh).

A conectividade Wi-Fi chama a atenção por ser, na minha visão, um pesado downgrade em relação ao Moto G75, que é compatível com Wi-Fi 6E (portanto, 802.11ax em três bandas: 2,4, 5 e 6 GHz). Este retrocesso abre a possibilidade da Motorola reposicionar os produtos da linha Moto G.

O smartphone será fabricado na China (Wuhan) pela Motorola ou no Brasil (Jaguariúna ou Manaus) pela indústria Flex.

Motorola Signature

Signature inclui até clube de benefícios (imagem: divulgação)

O Motorola Signature, anunciado no início de janeiro, oferece SoC de alta performance, design fino com apenas 7 mm de espessura, sete anos de atualizações e até mesmo um ano de serviço de concierge, algo geralmente visto em aparelhos luxuosos e de boutiques, como os smartphones da Vertu e o Xperia Pureness.

O Signature foi homologado pela Anatel no dia 15 e tem o código de modelo XT2603-2.

Certificado de homologação do Motorola Signature (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

O modelo será fabricado na China (Wuhan) ou no Brasil (Jaguariúna). A bateria de silício-carbono de 5.200 mAh (típicos) recarrega com o carregador MC-907 de 90 W, que virá na caixa do aparelho.
Motorola homologa dois celulares no Brasil: G77 e Signature

Motorola homologa dois celulares no Brasil: G77 e Signature
Fonte: Tecnoblog

Medida do Brasil pode elevar custo da fibra óptica vinda da China

Medida do Brasil pode elevar custo da fibra óptica vinda da China

O preço final dos cabos de fibra óptica importados da China para prestadoras de pequeno porte pode subir mais de 170% (Imagem: Vitor Pádua / Tecnoblog)

A aplicação de direitos antidumping definitivos sobre cabos de fibra óptica importados da China acendeu um sinal de alerta no setor de telecomunicações no Brasil. A medida, aprovada pelo Comitê Executivo de Gestão da Câmara de Comércio Exterior (Gecex) no fim de dezembro de 2025, prevê a cobrança adicional de US$ 2,42 por quilo do produto (cerca de R$ 12,99) e já começa a refletir nos preços praticados no mercado nacional.

Em nota conjunta, a TelComp (Associação Brasileira das Prestadoras de Serviços de Telecomunicações Competitivas) e a Abramulti (Associação Brasileira dos Operadores de Telecomunicações e Provedores de Internet) afirmam que a decisão pode elevar de forma relevante o custo de um insumo considerado estratégico para a expansão da conectividade no Brasil.

Segundo apuração do TeleSíntese, reajustes já foram observados e passaram a impactar os cálculos financeiros de prestadoras de serviços, especialmente as de menor porte.

Por que a medida preocupa o setor?

As entidades ressaltam que não defendem nem apoiam práticas de dumping. O posicionamento, segundo elas, busca chamar atenção para os efeitos econômicos e sociais do aumento de custos de importação de cabos e fibras ópticas, com reflexos diretos em pequenos provedores e na oferta de internet em regiões menos atendidas.

Estimativas preliminares indicam que o preço final dos cabos de fibra óptica importados da China para prestadoras de pequeno porte pode subir mais de 170%. Considerando a participação desses produtos no mercado, a avaliação é que o reajuste tende a pressionar também os preços de fabricantes nacionais e de cabos provenientes de outros países. Nesse cenário, o preço de equilíbrio de todos os cabos comercializados no Brasil poderia aumentar em torno de 50%.

Além dos cabos, foi aplicada medida antidumping sobre a importação de fibras ópticas, o que, segundo as associações, pode intensificar ainda mais os efeitos sobre a cadeia produtiva e o mercado de infraestrutura de telecomunicações.

Medida antidumping foi aplicada sobre a importação de fibras ópticas (imagem: Vitor Pádua / Tecnoblog)

Impactos sobre conectividade e políticas públicas

De acordo com a TelComp e a Abramulti, a elevação generalizada dos custos tende a desacelerar a expansão da banda larga, sobretudo em áreas menos atrativas do ponto de vista econômico e entre consumidores de menor renda. O risco é de aprofundamento do chamado abismo digital, em um momento em que o país ainda busca ampliar o acesso à internet de qualidade.

As entidades também destacam possíveis impactos sobre políticas públicas estruturantes. Programas de conectividade de escolas, como o Aprender Conectado, e obrigações relacionadas à implantação da infraestrutura do 5G podem ser afetados, com risco de redução no número de escolas atendidas e aumento significativo dos custos dos projetos.

Com informações do TeleSíntese

Medida do Brasil pode elevar custo da fibra óptica vinda da China

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Fonte: Tecnoblog