Category: Brasil

Xiaomi lança Redmi Note 15 no Brasil com preços a partir de R$ 2.799

Xiaomi lança Redmi Note 15 no Brasil com preços a partir de R$ 2.799

Redmi Note 15 5G tem proteção IP69K (imagem: divulgação/Xiaomi)

Resumo

A Xiaomi lança a linha Redmi Note 15 no Brasil com preços a partir de R$ 2.799. Os modelos possuem câmeras de até 200 MP, baterias de até 6.580 mAh e telas AMOLED de até 6,83 polegadas.
O Redmi Note 15 Pro 5G possui câmera de 200 MP, bateria de 6.580 mAh e processador MediaTek Dimensity 7400-Ultra. Ele tem certificação IP69K e tela CrystalRes AMOLED de 6,83 polegadas.
O Redmi Note 15 5G possui design ultrafino, processador Snapdragon 6 Gen 3 e câmera de 108 MP.
O Redmi Note 15 4G usa processador MediaTek Helio G100-Ultra e foca no custo-benefício, com bateria de 6.000 mAh.

A Xiaomi lança hoje (21/01) a linha de celulares Redmi Note 15 no Brasil com três modelos que chegam ao mercado por preços a partir de R$ 2.799. A linha é definida pela promessa alta durabilidade, bateria de longa duração e resistência reforçada.

Os modelos topo de linha possuem câmera de 200 MP, bateria de até 6.580 mAh com tecnologia de silício-carbono e certificação que atesta resistência a quedas de até 2,5 metros. Todos os aparelhos contam com tela AMOLED de até 6,83 polegadas e brilho máximo de 3.200 nits.

Destaques do Redmi Note 15 Pro 5G

Redmi Note 15 Pro 5G tem câmera principal de 200 MP (imagem: divulgação/Xiaomi)

O Redmi Note 15 Pro 5G é o modelo mais avançado da linha no país, equipado com um sensor principal de 200 megapixels de 1/1,4 polegada e estabilização óptica (OIS). Ele traz uma bateria de silício-carbono de 6.580 mAh com carregamento turbo de 45 W e carregamento reverso de 22,5 W. O dispositivo utiliza o processador MediaTek Dimensity 7400-Ultra, fabricado em 4 nanômetros, com promessa de alto desempenho para multitarefas e jogos.

Além do poder de processamento, o aparelho se destaca pela proteção extrema. Ele possui certificação IP69K, a mais alta contra entrada de poeira e jatos de água de alta pressão, além de suportar imersão em até 2 metros de profundidade por 24 horas. A tela CrystalRes AMOLED de 6,83 polegadas conta com proteção Corning Gorilla Glass Victus 2 e oferece resolução 1,5K com taxa de atualização de 120 Hz para maior fluidez visual.

O modelo de 512 GB sai por R$ 4.499,99 e é comercializado nos canais oficiais da Xiaomi nas cores preto e titânio.

Redmi Note 15 5G

Redmi Note 15 5G promete boa resistência com rating IP66 (imagem: divulgação/Xiaomi)

O Redmi Note 15 5G foca num design ultrafino, de apenas 7,35 mm de espessura, sendo o modelo mais esguio da história da linha Redmi. Ele é equipado com o processador Snapdragon 6 Gen 3 (Qualcomm) e possui uma câmera principal de 108 MP com teleobjetiva de nível óptico de 3x. A bateria também utiliza a tecnologia de silício-carbono, oferecendo 5.520 mAh, com suporte a carregamento rápido de 45 W.

Para garantir a durabilidade, o modelo conta com resistência IP66 e alto-falantes duplos com o recurso de aumento de volume de 300%. O painel AMOLED de 6,77 polegadas entrega resolução Full HD+ e também conta com a tecnologia Wet Touch 2.0, permitindo que o usuário responda mensagens ou atenda chamadas mesmo sob chuva forte.

Os preços dependem do armazenamento escolhido: a versão de 256 GB sai por R$ 3.399,99 e o de 512 GB, por R$ 3.899,99. As opções de cor são preto e roxo.

Redmi Note 15 4G

Tela do Redmi Note 15 4G é protegida com Gorilla Glass 7i (imagem: divulgação/Xiaomi)

O Redmi Note 15 4G atua como a opção de entrada no Brasil, mantendo a câmera principal de 108 megapixels e a tela AMOLED de 120 Hz comum ao restante da família. Este modelo utiliza o processador MediaTek Helio G100-Ultra e traz uma bateria robusta de 6.000 mAh com carregamento de 33 W. É uma escolha focada no custo-benefício para quem não prioriza a conectividade de quinta geração.

Sua construção oferece resistência IP64 contra poeira e respingos de água, além de contar com o vidro Corning Gorilla Glass para proteção adicional contra riscos no visor. O aparelho também dispõe de alto-falantes duplos com Dolby Atmos. De acordo com a Xiaomi, ferramentas de edição de imagem com inteligência artificial permitem remover objetos indesejados e expandir cenários diretamente na galeria de fotos.

A versão de 256 GB tem preço sugerido de R$ 2.799,99 no país, disponível nas cores preto, azul e roxo.
Xiaomi lança Redmi Note 15 no Brasil com preços a partir de R$ 2.799

Xiaomi lança Redmi Note 15 no Brasil com preços a partir de R$ 2.799
Fonte: Tecnoblog

Como fica o roaming após o acordo Mercosul-UE?

Como fica o roaming após o acordo Mercosul-UE?

Anatel não muda regras de roaming praticadas no Brasil (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

O acordo Mercosul-UE não altera o modelo de roaming internacional no Brasil e não impõe controle de preços.
A Anatel seguirá as competências previstas na legislação brasileira, sem novas responsabilidades diretas.
O tratado reforça princípios já adotados no Brasil para serviços digitais, sem exigir mudanças imediatas.

O acordo de livre comércio entre Mercosul e União Europeia não altera, ao menos por enquanto, o modelo de roaming internacional praticado no Brasil. Segundo a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), o texto firmado entre os blocos econômicos não cria obrigações de controle tarifário nem estabelece mecanismos para reduzir ou eliminar preços cobrados dos consumidores.

A Anatel afirmou ao site especializado Mobile Time que “não há alteração em relação ao formato atualmente em vigor” para o roaming internacional e esclareceu que o acordo “não estabelece diretrizes para o controle de preços”. O regulador explicou que sua atuação futura no âmbito do tratado seguirá limitada às competências já previstas na legislação brasileira.

O que o acordo prevê para o roaming internacional?

O tema do roaming aparece no artigo 10.37 do acordo Mercosul-UE e é tratado de forma genérica. O texto menciona, de um lado, o provimento de serviços de voz, mensagens e dados por operadoras locais quando usuários estão em outro país. De outro, prevê cooperação entre os blocos para estimular preços considerados razoáveis e transparentes para quem utiliza o celular no exterior.

Na avaliação da Anatel, essas previsões não significam imposição de tabelamento, gratuidade ou criação de regras comuns para a formação de preços. Tampouco há obrigação de adoção de mecanismos específicos para definir valores cobrados dos consumidores, diferentemente do que ocorre em alguns acordos regionais mais restritivos.

Com isso, as operadoras seguem livres para negociar tarifas de roaming de acordo com seus contratos e estratégias comerciais, respeitando a regulação doméstica. A agência reforça que o tratado não interfere no modelo atual nem cria novas responsabilidades diretas para o regulador.

Os países do bloco sul-americano possuem um compromisso específico para a eliminação de cobranças extras. Em agosto de 2025, o Congresso brasileiro decretou o fim dos custos adicionais, que está valendo desde 1º de dezembro.

Serviços digitais

O acordo Mercosul-UE reconhece e legitima práticas adotadas pelo Brasil há anos (foto: Thijs ter Haar/Wikimedia Commons)

Além do roaming, o acordo dedica uma seção aos serviços digitais, incluindo comércio eletrônico. Nesse ponto, a Anatel é indicada como autoridade competente no Brasil, ao lado de outros órgãos públicos, para a implementação dos compromissos assumidos.

Os artigos 10.46 a 10.50 estabelecem princípios que devem orientar o ambiente regulatório, como a promoção do comércio eletrônico, a neutralidade tecnológica, a isenção de tarifas aduaneiras sobre transmissões eletrônicas e a não exigência de autorização prévia para serviços prestados exclusivamente por meios digitais.

“Como regulador das telecomunicações, a agência continuará contribuindo tecnicamente sempre que acionada, garantindo coerência entre o marco regulatório brasileiro e os compromissos assumidos no acordo”, afirmou a Anatel ao Mobile Time.

Para o regulador, o tratado fortalece as relações econômicas entre os blocos e incorpora diretrizes já consolidadas no país, como independência regulatória, transparência e harmonização normativa. A agência diz que acompanhará temas ligados ao uso de redes públicas, interconexão, interoperabilidade, relação entre plataformas digitais e infraestrutura de telecomunicações, além da proteção do usuário final.

Segundo a Anatel, como esses princípios já fazem parte da regulação brasileira, o acordo Mercosul-UE acaba por reconhecer e legitimar práticas adotadas pelo Brasil há anos, sem exigir mudanças imediatas no setor.
Como fica o roaming após o acordo Mercosul-UE?

Como fica o roaming após o acordo Mercosul-UE?
Fonte: Tecnoblog

Multiplan confirma invasão a banco de dados

Multiplan confirma invasão a banco de dados

Barra Shopping é um dos shoppings mais visitados do Rio de Janeiro (imagem: divulgação)

Resumo

Uma das mais conhecidas empresas de shopping centers do Brasil passou por uma invasão cibernética. A Multiplan informou nesta segunda-feira (19) sobre um acesso não autorizado à base de dados do aplicativo Multi, ocorrido em 10 de janeiro, com possível roubo de dados cibernéticos. A empresa está enviando um alerta aos clientes via SMS. Você também já recebeu? Conte pra gente nos comentários.

De acordo com a empresa, dados cadastrais de usuários foram potencialmente acessados, incluindo data de validade e os quatro últimos dígitos do cartão de crédito de quem os tivesse cadastrado. Já os dados completos de cartão ficam armazenados externamente, por um parceiro certificado, e não foram acessados.

Ainda não se sabe o número de potenciais vítimas. O Tecnoblog entrou em contato com a Multiplan e este texto será atualizado caso a empresa nos responda.

Multiplan envia alerta por SMS (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

A administradora de shoppings afirmou no comunicado que não há qualquer indício de que os dados eventualmente acessados tenham sido utilizados para finalidade não autorizada que possa causar danos, riscos ou prejuízos aos clientes. Ainda assim, a Multiplan recomendou que os clientes mantenham atenção redobrada quanto a comunicações suspeitas ou qualquer atividade não reconhecida.

A empresa não identificou impactos no funcionamento dos seus 20 shoppings físicos.

Aviso foi publicado no site da Multiplan (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Quais dados são coletados?

Por sua vez, a política de privacidade do aplicativo Multi informa que as seguintes informações são coletadas pela empresa:

Nome completo, CPF, e-mail, endereços e números de telefone e celular

Data de nascimento e gênero

Dados do seu cartão de crédito

Dados de transações realizadas no Multi

Dados de compras coletados no programa de relacionamento ou promoção comercial

Dados de acesso e navegação

Dados de localização em ambientes físicos

De acordo com a Multiplan, protocolos de segurança foram acionados no momento do incidente, de modo a interromper o acesso. A companhia também disse que entrou em contato com as autoridades competentes, porém sem explicitar se abriu canal com a Polícia Civil, com a Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD) ou com algum outro órgão.

A apuração foi conduzida com auxílio de auditoria externa, cujo nome não foi informado.

A Multiplan declarou que o aplicativo Multi continua funcionando normalmente e é seguro. Ela reforçou o compromisso com as melhores práticas de segurança da informação e com o investimento na proteção de dados dos clientes.
Multiplan confirma invasão a banco de dados

Multiplan confirma invasão a banco de dados
Fonte: Tecnoblog

Motorola homologa dois celulares no Brasil: G77 e Signature

Motorola homologa dois celulares no Brasil: G77 e Signature

Acabamento é um dos destaques do Signature (imagem: divulgação)

Resumo

O Moto G77 e o Motorola Signature foram homologados pela Anatel e estão prontos para venda no Brasil.
O Moto G77 possui internet 5G, Wi-Fi 5, Bluetooth, NFC, bateria de 5.100 mAh e carregador de 33 W.
O Motorola Signature oferece design fino, SoC de alta performance, bateria de 5.200 mAh e carregador de 90 W.

A Motorola prepara o lançamento de dois novos smartphones no Brasil: o Moto G77 e o Motorola Signature. Os dois produtos passaram pela homologação da Anatel, etapa fundamental para o início das vendas no país, segundo documentos visualizados pelo Tecnoblog. As datas de lançamento e os preços são mantidos em segredo.

O começo de 2026 está movimentado para a Motorola. Além destes dois modelos, a fabricante também já está apta a comercializar os já homologados Moto G17, Razr 70 e Edge 70.

Moto G77

Moto G75 tem câmera com sensor Sony (Imagem: Divulgação / Motorola)

O Moto G77 deve suceder o Moto G75, que concorre com aparelhos como o Galaxy A36 (Samsung) na concorrida faixa de aparelhos intermediários.

O modelo foi aprovado pela Anatel no dia 15 de janeiro com dois códigos de modelo: XT2621-1 e XT2621-3, que, segundo o leaker Evan Blass/evleaks, correspondem ao mencionado Moto G77.

Certificado de homologação do Motorola XT2621 (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

O Moto G77 vem com internet 5G, Wi-Fi 5, Bluetooth e NFC, como aponta o certificado, e terá na caixa o carregador MC-337L de 33 W. A bateria tem o código de modelo SP52, com capacidade nominal de 5.100 mAh (provavelmente com capacidade típica de algo em torno de 5.200 mAh).

A conectividade Wi-Fi chama a atenção por ser, na minha visão, um pesado downgrade em relação ao Moto G75, que é compatível com Wi-Fi 6E (portanto, 802.11ax em três bandas: 2,4, 5 e 6 GHz). Este retrocesso abre a possibilidade da Motorola reposicionar os produtos da linha Moto G.

O smartphone será fabricado na China (Wuhan) pela Motorola ou no Brasil (Jaguariúna ou Manaus) pela indústria Flex.

Motorola Signature

Signature inclui até clube de benefícios (imagem: divulgação)

O Motorola Signature, anunciado no início de janeiro, oferece SoC de alta performance, design fino com apenas 7 mm de espessura, sete anos de atualizações e até mesmo um ano de serviço de concierge, algo geralmente visto em aparelhos luxuosos e de boutiques, como os smartphones da Vertu e o Xperia Pureness.

O Signature foi homologado pela Anatel no dia 15 e tem o código de modelo XT2603-2.

Certificado de homologação do Motorola Signature (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

O modelo será fabricado na China (Wuhan) ou no Brasil (Jaguariúna). A bateria de silício-carbono de 5.200 mAh (típicos) recarrega com o carregador MC-907 de 90 W, que virá na caixa do aparelho.
Motorola homologa dois celulares no Brasil: G77 e Signature

Motorola homologa dois celulares no Brasil: G77 e Signature
Fonte: Tecnoblog

Medida do Brasil pode elevar custo da fibra óptica vinda da China

Medida do Brasil pode elevar custo da fibra óptica vinda da China

O preço final dos cabos de fibra óptica importados da China para prestadoras de pequeno porte pode subir mais de 170% (Imagem: Vitor Pádua / Tecnoblog)

A aplicação de direitos antidumping definitivos sobre cabos de fibra óptica importados da China acendeu um sinal de alerta no setor de telecomunicações no Brasil. A medida, aprovada pelo Comitê Executivo de Gestão da Câmara de Comércio Exterior (Gecex) no fim de dezembro de 2025, prevê a cobrança adicional de US$ 2,42 por quilo do produto (cerca de R$ 12,99) e já começa a refletir nos preços praticados no mercado nacional.

Em nota conjunta, a TelComp (Associação Brasileira das Prestadoras de Serviços de Telecomunicações Competitivas) e a Abramulti (Associação Brasileira dos Operadores de Telecomunicações e Provedores de Internet) afirmam que a decisão pode elevar de forma relevante o custo de um insumo considerado estratégico para a expansão da conectividade no Brasil.

Segundo apuração do TeleSíntese, reajustes já foram observados e passaram a impactar os cálculos financeiros de prestadoras de serviços, especialmente as de menor porte.

Por que a medida preocupa o setor?

As entidades ressaltam que não defendem nem apoiam práticas de dumping. O posicionamento, segundo elas, busca chamar atenção para os efeitos econômicos e sociais do aumento de custos de importação de cabos e fibras ópticas, com reflexos diretos em pequenos provedores e na oferta de internet em regiões menos atendidas.

Estimativas preliminares indicam que o preço final dos cabos de fibra óptica importados da China para prestadoras de pequeno porte pode subir mais de 170%. Considerando a participação desses produtos no mercado, a avaliação é que o reajuste tende a pressionar também os preços de fabricantes nacionais e de cabos provenientes de outros países. Nesse cenário, o preço de equilíbrio de todos os cabos comercializados no Brasil poderia aumentar em torno de 50%.

Além dos cabos, foi aplicada medida antidumping sobre a importação de fibras ópticas, o que, segundo as associações, pode intensificar ainda mais os efeitos sobre a cadeia produtiva e o mercado de infraestrutura de telecomunicações.

Medida antidumping foi aplicada sobre a importação de fibras ópticas (imagem: Vitor Pádua / Tecnoblog)

Impactos sobre conectividade e políticas públicas

De acordo com a TelComp e a Abramulti, a elevação generalizada dos custos tende a desacelerar a expansão da banda larga, sobretudo em áreas menos atrativas do ponto de vista econômico e entre consumidores de menor renda. O risco é de aprofundamento do chamado abismo digital, em um momento em que o país ainda busca ampliar o acesso à internet de qualidade.

As entidades também destacam possíveis impactos sobre políticas públicas estruturantes. Programas de conectividade de escolas, como o Aprender Conectado, e obrigações relacionadas à implantação da infraestrutura do 5G podem ser afetados, com risco de redução no número de escolas atendidas e aumento significativo dos custos dos projetos.

Com informações do TeleSíntese

Medida do Brasil pode elevar custo da fibra óptica vinda da China

Medida do Brasil pode elevar custo da fibra óptica vinda da China
Fonte: Tecnoblog

Honor pode lançar celular com superbateria no Brasil

Honor pode lançar celular com superbateria no Brasil

Honor Magic8 Lite/X9d promete resistência com certificações IP68/IP69K e resistência a quedas até 2,5 metros (imagem: divulgação)

Resumo

O Honor Magic8 Lite possui bateria de 8.300 mAh e tela AMOLED de 6,79 polegadas com taxa de atualização de 120 Hz.
Ele é equipado com SoC Snapdragon 6 Gen 4, até 512 GB de memória interna, e câmera principal de 108 megapixels.
O aparelho tem conectividade Wi-Fi 6, USB-C, NFC, e roda Android 15 com Magic OS 9.0.

Não é só a Jovi e a Oppo que querem lançar celulares com baterias enormes no Brasil: a também chinesa Honor homologou uma bateria com enormes 8.300 mAh. O certificado visualizado pelo Tecnoblog foi emitido em 7 de janeiro pela Agência Nacional de Telecomunicações a pedido da DL Eletrônicos, que representa a marca no país.

O componente é fabricado pela Sunwoda ou pela Desay, ambas situadas na província de Guangdong, na China. Ela será utilizada no smartphone de modelo MTN-NX3, que será vendido como Honor Magic8 Lite ou Honor X9d, segundo a certificação do modelo no Bluetooth SIG.

Bateria Honor HB5668A0EIW de 8.300 mAh (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Não está claro qual dos nomes será utilizado no país, já que o aparelho ainda não está homologado e ambas as linhas Magic e X da Honor são vendidas oficialmente no país, mas parece mais provável que venha com o nome Magic8 Lite, já que os modelos da linha X vendidos aqui tendem a ser mais básicos.

O modelo também é vendido na China como Honor X70, com opções de memória interna até 512 GB e câmera frontal inferior. Nesta opção o modelo também conta com carregamento sem fio de 80W.

Características do Honor Magic8 Lite/X9d

Honor Magic8 Lite/X9d tem tela de 6,79 polegadas (imagem: divulgação)

Conheça os destaques da ficha técnica do Honor Magic8 Lite/X9d:

Tela AMOLED de 6,79 polegadas, taxa de atualização de 120 Hz e brilho de pico de 6.000 nits

SoC Snapdragon 6 Gen 4 (4 cores ARM Cortex-A720, 4 cores A520), GPU Adreno 610

RAM de 8 ou 12 GB (apenas no X9d) e 256 ou 512 GB de memória interna (sem expansão)

Câmera principal de 108 megapixels, secundária ultra-wide de 5 megapixels

Câmera frontal de 16 megapixels

Wi-Fi 6 dual-band, USB-C com OTG e NFC

Bateria de 8.300 mAh (ou 7.500 mAh na Europa) com recarga de 66 Watts

Quatro opções de cores: Marrom Avermelhado, Preto, Dourado e Verde

Android 15 com Magic OS 9.0

Ainda não há previsão de lançamento no país, até porque o aparelho em si ainda não está homologado.
Honor pode lançar celular com superbateria no Brasil

Honor pode lançar celular com superbateria no Brasil
Fonte: Tecnoblog

Oppo A6 Pro 5G chega ao Brasil em breve, com bateria grandona

Oppo A6 Pro 5G chega ao Brasil em breve, com bateria grandona

Oppo A6 Pro 5G é duro na queda (imagem: divulgação)

Resumo

Oppo A6 Pro 5G foi homologado pela Anatel e já pode ser vendido no Brasil.
Ele possui bateria de 7.000 mAh, recarga de 80 Watts e tela AMOLED de 120 Hz.
Ainda não há data para o início das vendas no país.

Revelamos ontem (13/01) que a Jovi prepara um novo celular para o Brasil com bateria de 7.000 mAh. Mas ela não está sozinha na batalha dos smartphones com baterias grandes de silício-carbono: a Oppo, conterrânea chinesa, homologou na Anatel o Oppo A6 Pro 5G.

O modelo também terá uma bateria de 7.000 mAh. A homologação foi emitida na quarta-feira passada (07/01), segundo a documentação visualizada pelo Tecnoblog.

O que esperar do Oppo A6 Pro 5G?

Certificado de homologação do Oppo A6 Pro (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

O Oppo A6 Pro é um aparelho de entrada, equipado com SoC Dimensity 6300 da MediaTek (utilizado em aparelhos como o novo Galaxy A07 5G).

Ele conta com 4 ou 6 GB de memória RAM, 128 GB de memória interna e apenas duas câmeras traseiras: a principal, de 50 megapixels, e a secundária, de apenas 2 megapixels com sensor monocromático, servindo apenas para detecção de profundidade.

A tela é AMOLED, com taxa de atualização de 120 Hz e revestida com o vidro Dragontrail DT-Star D+ da empresa japonesa AGC, concorrente da Corning (que fabrica os vidros Gorilla Glass).

O principal diferencial fica mesmo na bateria, de 7.000 mAh, capaz de recarga de 80 Watts (com o carregador VCB8OABH, o mesmo do Reno 14), que permite carregar completamente o aparelho em 1 hora.

Bateria BLPC67 do Oppo A6 Pro 5G (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Em alguns países, o modelo é vendido com bateria menor, de 6.500 mAh, mas o Brasil será agraciado com o componente maior, com código BLPC67, fabricado na China pela CosMX.

O smartphone é oferecido em quatro cores: Coral Pink (rosa claro), Rosewood Red (rosa escuro), Stellar Blue (azul escuro) e Lunar Titanium (prata/titânio). A unidade fotografada para a homologação é na cor Coral Pink.

Oppo A6 Pro 5G fotografado para homologação (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Fabricação e disponibilidade

O aparelho poderá ser fabricado pela Oppo em Dongguang, na província chinesa de Guangdong, e pela Multilaser, em Extrema, Minas Gerais. Com isso, terá os benefícios fiscais de aparelhos montados no Brasil.

Ele será vendido com os acessórios tradicionais na caixa (cabo, carregador e ferramenta para abrir a gaveta de chip), além de uma capinha na caixa.

Oppo A6 Pro 5G nas cores Coral Pink e Lunar Titanium (imagem: divulgação)

Ainda não há previsão de quando o Oppo A6 Pro 5G será vendido no país, mas a homologação já permite a venda no mercado nacional.

Ele deve enfrentar forte concorrência de modelos como o Galaxy A07 5G e Galaxy A17 5G, o vindouro modelo da Jovi com bateria de 7.200 mAh e o Moto G35 e seu eventual sucessor.
Oppo A6 Pro 5G chega ao Brasil em breve, com bateria grandona

Oppo A6 Pro 5G chega ao Brasil em breve, com bateria grandona
Fonte: Tecnoblog

Portabilidade numérica atinge maior patamar desde 2022

Portabilidade numérica atinge maior patamar desde 2022

Portabilidade bateu recorde em 2022, ano do fim da operação da Oi (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

Em 2025, consumidores brasileiros fizeram cerca de 8,5 milhões de pedidos de portabilidade numérica, segundo a ABR Telecom.
São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Rio Grande do Sul lideram os pedidos de portabilidade no Brasil.
Desde 2008, aproximadamente 104 milhões de consumidores brasileiros realizaram portabilidade numérica.

Clientes de telefonia fizeram cerca de 8,5 milhões de pedidos de portabilidade em 2025, segundo dados da Associação Brasileira de Recursos em Telecomunicações (ABR Telecom), entidade que administra as trocas de operadora no Brasil.

O assunto foi destaque no jornal O Globo. Esse é o maior número desde 2022, quando 10,1 milhões levaram seus números para outras empresas. Naquele ano, porém, houve um fator incomum: a Oi parou de operar, o que levou a uma reorganização do mercado. Antes disso, entre 2019 e 2021, a quantidade de solicitações ficou próxima a 8,5 milhões.

Desde 2008, foram 104 milhões de pedidos de portabilidade (foto: Breakingpic/Pexels)

A ABR Telecom não informa quais foram as operadoras envolvidas nas trocas. Segundo a entidade, a lista de estados que mais fazem pedidos de portabilidade é encabeçada por São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Rio Grande do Sul.

O órgão informa também que, desde 2008, quando o sistema foi implementado, cerca de 104 milhões de consumidores já levaram seu número para outra empresa. Para efeito de comparação, há 270 milhões de números ativos hoje no Brasil, de acordo com dados da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).

Ao Globo, Abraão Balbino, presidente da ABR Telecom, declarou que as trocas de operadora vêm da necessidade do consumidor de melhorar sua experiência e conseguir preços melhores, inclusive aproveitando ofertas sazonais, como Black Friday e datas comemorativas.

Como fazer a portabilidade?

O método mais comum é procurar a operadora para a qual você deseja migrar. O processo muda de acordo com a empresa, podendo ser feito por telefone, SMS, internet, app ou na loja, dependendo da companhia.

Após contratar o novo serviço, você precisa confirmar a solicitação de portabilidade. Para isso, aguarde uma mensagem SMS enviada pelo número 7678.

O processo pode levar até três dias úteis para ser concluído, e a linha telefônica pode ficar sem serviço por até 24 horas.

Outra maneira, menos conhecida, é iniciar o processo a partir da linha atual, enviando um SMS para o número 7678 com a mensagem “portar” ou “portabilidade”. A partir daí, é só seguir as instruções e informar a operadora desejada.

Com informações do Globo
Portabilidade numérica atinge maior patamar desde 2022

Portabilidade numérica atinge maior patamar desde 2022
Fonte: Tecnoblog

Jovi homologa bateria para celular com 7.000 mAh

Jovi homologa bateria para celular com 7.000 mAh

Jovi é o nome comercial da Vivo Communication Technology no Brasil (arte: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

A Jovi homologou uma bateria de 7.000 mAh para o modelo J2507, fabricado pela Sunwoda na China e montado no Polo Industrial de Manaus.
O Vivo X300 Ultra, possivelmente equipado com essa bateria, terá duas câmeras de 200 MP e uma ultrawide de 50 MP, além do SoC Snapdragon 8 Elite Gen 5.
A homologação foi realizada pela Agência Nacional de Telecomunicações em 02/01, permitindo a venda no mercado brasileiro.

O ano de 2026 deve ser dedicado aos smartphones com baterias grandes na fabricante chinesa Jovi. A filial brasileira da Vivo Communication obteve a homologação de mais uma bateria, desta vez com 7.000 mAh-hora. O Tecnoblog visualizou a documentação do componente, que foi registrado sob o código de modelo BB50X.

O documento foi emitido pela Agência Nacional de Telecomunicações em 02/01 e, na prática, permite a venda do novo produto no mercado doméstico. O componente será fabricado na China pela empresa especializada Sunwoda.

O restante da documentação revela que o smartphone na qual ela será utilizada tem o código de modelo J2507 e que ele será fabricado no Polo Industrial de Manaus.

Bateria BB50X da Jovi (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Certificado de homologação da bateria BB50X (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

O que é J2507?

Assim como na homologação anterior, há um mistério em relação a qual aparelho receberá a bateria. O código V2507 corresponde ao Vivo Y19s, produto lançado em 2024 e vendido no país como Jovi Y19s. Portanto, podemos descartar facilmente essa possibilidade.

A capacidade da bateria, de 7.000 mAh, se alinha com o Vivo X300 Ultra, que deve ser lançado ainda neste semestre não apenas na China, segundo rumores e vazamentos. Ele deverá trazer duas câmeras de 200 MP: a principal e a teleobjetiva periscópica, além de uma ultrawide de 50 megapixels, e deve vir equipado com o poderoso SoC Snapdragon 8 Elite Gen 5 da Qualcomm.

Snapdragon 8 fez sua estreia em 2021 e chega à quinta geração (imagem: divulgação)
Jovi homologa bateria para celular com 7.000 mAh

Jovi homologa bateria para celular com 7.000 mAh
Fonte: Tecnoblog

Cade proíbe WhatsApp de mudar regras para inteligência artificial

Cade proíbe WhatsApp de mudar regras para inteligência artificial

Cade investiga Meta por política que barra serviços de IA no WhatsApp (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

Cade investiga Meta por possível abuso de posição dominante no Brasil com relação aos novos termos de uso do WhatsApp Business;
A novo política do serviço, prevista para 15 de janeiro, proíbe empresas de IA de oferecer serviços no WhatsApp Business se esse tipo de tecnologia for o seu principal produto;
Cade suspendeu aplicação dos novos termos até a conclusão das investigações.

O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) iniciou um inquérito administrativo para apurar possíveis práticas de abuso de posição dominante pela Meta no Brasil. A Superintendência-Geral (SG) do órgão investiga se os novos termos de uso do WhatsApp Business prejudicam a concorrência com serviços de IA de terceiros.

A investigação vem na esteira de uma queixa registrada no Cade pelas startups Luzia e Zapia, em novembro de 2025, que acusam a Meta de implementar termos de uso nas soluções do WhatsApp Business que privilegiam a Meta AI na plataforma, em detrimento de serviços concorrentes.

Prevista para entrar em vigor em 15 de janeiro, a nova política proíbe empresas especializadas em inteligência artificial de oferecer serviços do tipo no WhatsApp Business quando esse tipo de tecnologia for o seu principal produto, e não um recurso tecnológico complementar.

É por isso que a Microsoft anunciou o fim da integração do Copilot com o WhatsApp. A OpenAI fez o mesmo com relação ao ChatGPT.

Cade suspende aplicação dos novos termos do WhatsApp

De modo complementar ao inquérito administrativo, o Cade determinou a suspensão da aplicação dos novos termos no WhatsApp Business até que as investigações sejam concluídas:

A SG analisa se as alterações pretendidas têm o potencial de fechar mercados, excluir concorrentes e favorecer indevidamente a ferramenta de inteligência artificial proprietária da Meta (“Meta AI”), que poderia se tornar a única opção disponível aos usuários da plataforma.

Se irregularidades forem encontradas, o Cade poderá determinar a abertura de um processo administrativo contra a Meta. Os detalhes da investigação estão disponíveis na página do Inquérito Administrativo n° 08700.012397/2025-63.

Cade investiga se nova política beneficia Meta AI (imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

O que diz a Meta sobre a investigação do Cade?

Ao Tecnoblog, a Meta enviou o seguinte posicionamento sobre o inquerito aberto pelo Cade:

Essas alegações são fundamentalmente equivocadas. O surgimento de chatbots de IA na Plataforma do WhatsApp Business sobrecarrega nossos sistemas, que não foram projetados para esse tipo de suporte.

Essa lógica parte do pressuposto de que o WhatsApp seria, de alguma forma, uma loja de aplicativos. O canal adequado para a entrada dessas empresas de IA no mercado são as próprias lojas de aplicativos, seus websites e parcerias na indústria, e não a Plataforma do WhatsApp Business.

Cade proíbe WhatsApp de mudar regras para inteligência artificial

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Fonte: Tecnoblog