Category: Brasil

Anatel autoriza SpaceSail, rival chinesa da Starlink, a operar no Brasil

Anatel autoriza SpaceSail, rival chinesa da Starlink, a operar no Brasil

Com planos de lançar 15 mil satélites até 2030, SpaceSail recebe sinal verde da Anatel (imagem: reprodução/SapceSail)

Resumo

A Anatel concedeu o direito de exploração de satélites não geoestacionários para a empresa chinesa SpaceSail, conhecida em seu país de origem como Qianfan. A decisão autoriza a companhia a operar uma constelação de órbita baixa (LEO) no território brasileiro, estabelecendo concorrência direta com a Starlink, de Elon Musk, que domina o setor atualmente. A autorização foi concedida em 12/02.

O objetivo da licença é ampliar a oferta de banda larga de alta velocidade em áreas remotas e reforçar a infraestrutura de conectividade do país, conforma aponta o portal InfoMoney. O ato regulatório contempla a operação de até 324 satélites em uma fase inicial com validade até julho de 2031.

A SpaceSail possui um prazo de até dois anos para iniciar suas atividades comerciais no Brasil. Em seu cronograma enviado ao órgão regulador, a empresa indicou que pretende lançar o serviço no mercado nacional no quarto trimestre de 2026, coincidindo com o início das operações de sua constelação em solo chinês.

Como a chegada da SpaceSail impacta o mercado brasileiro?

A entrada de um novo player no segmento pode modificar a dinâmica de preços e a disponibilidade de serviços de rede no Brasil. Atualmente, a Starlink detém a liderança isolada deste nicho, sendo a principal escolha para produtores rurais, comunidades amazônicas e empresas de logística que operam em regiões sem cobertura de fibra óptica ou redes móveis tradicionais. São 1 milhão de consumidores. A chegada de uma alternativa quebra esse monopólio técnico.

Com a homologação da SpaceSail pela Anatel, a expectativa é que o aumento da oferta pressione a redução de custos de instalação de equipamentos e o valor das mensalidades. Além da questão comercial, a presença de uma segunda grande constelação LEO garante redundância para serviços públicos críticos. Em situações de falha técnica ou instabilidades em uma rede, o governo e empresas privadas passam a ter uma alternativa equivalente em termos de latência e velocidade.

A vinda da empresa também ocorre em um momento estratégico de estreitamento de relações tecnológicas entre Brasil e China. Recentemente, foram assinados memorandos de entendimento envolvendo a Telebras para cooperação em infraestrutura de telecomunicações.

Além do uso comercial para o consumidor final, a tecnologia de órbita baixa é vista com interesse pelo setor de Defesa e Segurança Pública pela capacidade de manter comunicações criptografadas e estáveis em áreas de fronteira e em alto-mar, onde a infraestrutura terrestre é inexistente.

Empresa chinesa quebra monopólio técnico da Starlink no país (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Planos de expansão

A SpaceSail não limita suas ambições ao lote inicial de 324 satélites. O projeto prevê colocar milhares de dispositivos em órbita até o final desta década. Segundo informações do portal especializado SpaceNews, a meta é atingir mais de 15 mil satélites até 2030, criando uma rede de cobertura global capaz de rivalizar com a infraestrutura da SpaceX.

Para que essa operação funcione no Brasil, no entanto, não basta apenas ter os satélites no céu. A operação exigirá a instalação de diversas estações terrestres, conhecidas como gateways, que conectam o sinal vindo do espaço ao backbone da internet nacional (os cabos de fibra óptica submarinos e terrestres). A empresa já iniciou estudos de viabilidade técnica para a implementação desses centros em pontos estratégicos do território nacional.

A licença da Anatel impõe que a SpaceSail siga normas rigorosas de coordenação de frequências. A agência precisa garantir que os sinais da empresa chinesa não causem interferências em outros serviços de radiocomunicação já existentes ou em satélites de outras operadoras.

A chegada da concorrente chinesa também antecipa a movimentação de outros gigantes do setor. A Amazon, por meio do Project Kuiper, também possui planos para o mercado brasileiro, embora ainda esteja em fases anteriores de implementação regulatória.
Anatel autoriza SpaceSail, rival chinesa da Starlink, a operar no Brasil

Anatel autoriza SpaceSail, rival chinesa da Starlink, a operar no Brasil
Fonte: Tecnoblog

TP-Link homologa roteador mesh parrudo, com Wi-Fi 7 e portas 10G

TP-Link homologa roteador mesh parrudo, com Wi-Fi 7 e portas 10G

TP-Link Deco BE85 possui Wi-Fi 7 (imagem: divulgação/TP-Link)

Resumo

O Deco BE85 é o novo roteador da TP-Link homologado pela Anatel.
Ele possui Wi-Fi 7, portas Ethernet de 10 e 2,5 Gb/s, e porta SFP+ para fibra óptica.
O modelo oferece suporte a VPN, HomeShield e atua como controlador para o protocolo Matter, com preço estimado de mais de R$ 5.100.

A Anatel homologou o Deco BE85, novo roteador da TP-Link voltado para usuários que buscam alto desempenho sem o design agressivo de modelos convencionais. O dispositivo mantém a estética cilíndrica característica da linha Deco para integração com o ambiente doméstico.

O modelo apresenta suporte ao padrão Wi-Fi 7 operando em três bandas. Nas especificações físicas, o Deco BE85 inclui portas Ethernet de 10 e 2,5 Gb/s, além de uma conexão USB-A 3.0 e uma porta SFP+, configuração que reforça o perfil premium do equipamento.

O aparelho foi homologado pela Anatel nesta quarta-feira (11/02), conforme documentos obtidos pelo Tecnoblog, em conjunto com a versão voltada para provedores, denominada HB810.

Portas do TP-Link Deco BE85 (imagem: divulgação)

Ambos possuem o mesmo hardware e diferem apenas no software: o Deco BE85 é focado no mercado de varejo e utiliza o protocolo mesh proprietário da linha Deco, já o HB810 possui recursos de gestão remota para ISPs (Aginet) e utiliza o protocolo EasyMesh da Wi-Fi Alliance, teoricamente tornando-o compatível com mesh até mesmo entre aparelhos de outros fabricantes.

O Deco BE85 possui Wi-Fi 7 (802.11be) em três bandas, prometendo 1.376 Mb/s na faixa de 2,4 GHz, 8.640 Mb/s na faixa de 5 GHz e 11.520 Mb/s na faixa de 6 GHz, somando um total de quase 22 Gb/s teóricos, além de possuir porta USB-A 3.0 que permite compartilhamento de dados na rede. São oito antenas, 12 amplificadores e uma CPU quad-core (baseado na plataforma NPro 7 da Qualcomm), exigindo o uso de duas ventoinhas para refrigerá-lo.

Certificado Anatel do Deco BE85 e HB810 (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Das 5 portas de rede, duas utilizam Ethernet de 2,5 Gb/s com conector RJ45, uma utiliza Ethernet de 10 Gb/s com RJ45 e uma delas também é de 10 Gb/s com RJ45, mas opera alternadamente com a porta SFP+, que permite o uso de diversos tipos de cabeamento, inclusive fibra óptica, através de um transceptor.

Em tese, ele pode receber a fibra diretamente do provedor de internet, reduzindo a bagunça na fiação e a necessidade de um segundo dispositivo.

Transceptor SFP+ (imagem: Dmitry Nosachev/Wikimedia Commons)

O modelo também oferece suporte a VPN e HomeShield, que oferece recursos de segurança e controle parental. Para quem possui dispositivos de casa inteligente, o Deco BE85 funciona como controlador para o protocolo Matter.

Todos esses recursos não devem custar barato: o kit com três unidades custa US$ 980 nos Estados Unidos, mais de R$ 5.100. A título de comparação, o Deco BE65, modelo com especificações inferiores, custa em torno de R$ 2.400 no kit com duas unidades.

O modelo ainda não está à venda no Brasil, mas não deve demorar: o BE85 é listado como “em breve” no site da TP-Link e o HB810 aparece como “novo”, sugerindo já estar disponível para compra.
TP-Link homologa roteador mesh parrudo, com Wi-Fi 7 e portas 10G

TP-Link homologa roteador mesh parrudo, com Wi-Fi 7 e portas 10G
Fonte: Tecnoblog

Malware em jogos pirateados infecta 25 mil PCs no Brasil

Malware em jogos pirateados infecta 25 mil PCs no Brasil

RenEngine Loader ativa o roubo de dados em segundo plano (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

Um malware foi identificado em 25.220 PCs no Brasil.
Ele foi distribuído em uma campanha que usava jogos piratas como vetor, afetando cracks de Far Cry, FIFA, Need for Speed e Assassin’s Creed.
O malware rouba dados como senhas e carteiras de criptomoedas e pode permitir controle remoto dos PCs.
Ao todo, são mais de 400 mil dispositivos infectados no mundo.

25.220. Esse é o número de computadores no Brasil que podem ter sido infectados em uma nova campanha de malware distribuída por meio de jogos pirateados. Ao todo, mais de 400 mil PCs no mundo foram comprometidos.

O golpe se espalha por instaladores modificados e cracks de quatro franquias populares: Far Cry, Need for Speed, FIFA e Assassin’s Creed. A ameaça foi identificada pela empresa de cibersegurança Cyderes e recebeu o nome de RenEngine Loader.

Os jogos funcionam normalmente após a instalação, mas, em segundo plano, o pacote também executa um malware para roubar dados.

Como o malware funciona no Windows?

O ataque começa quando o usuário baixa um instalador “crackeado” ou modificado em sites de pirataria. Neste caso, o domínio citado no relatório de segurança é o dodi-repacks[.]site. Como lembra o PCMag, esse site já apareceu em outras campanhas maliciosas no passado.

A nova ameaça, no entanto, usa um componente legítimo: o Ren’Py, engine popular para jogos do tipo visual novel. Os criminosos incorporam código malicioso dentro de um launcher. Depois, ao executar o instalador, o jogo é descompactado normalmente e o malware é ativado em segundo plano.

Malware é distribuído junto com cracks de jogos populares (imagem: reprodução/Cyderes)

O malware instala um “stealer”, programa especializado em roubar dados sensíveis. Entre as informações coletadas estão:

Senhas salvas no navegador;

Cookies de sessão;

Carteiras de criptomoedas;

Dados de preenchimento automático;

Informações do sistema;

Conteúdo da área de transferência.

Em alguns casos, a empresa de cibersegurança identificou variantes do malware que permitiam espionar os usuários e até controlar os PCs de forma remota.

Brasil é o terceiro país mais afetado

Brasil é o terceiro país com mais infecções na campanha (imagem: reprodução/Cyderes)

A campanha começou a operar ao menos em abril de 2025 e segue ativa em 2026, segundo os pesquisadores. O Brasil é o terceiro país com mais PCs infectados, atrás de Índia e Estados Unidos.

Segundo a Cyderes, são cerca de 5 mil novas infecções por dia. O número total de 400 mil dispositivos corresponde à quantidade de distribuições registradas no servidor de telemetria, mas a empresa pondera que o total real pode ser maior.

Foi possível chegar a esse número graças a um sistema de telemetria embutido no próprio código malicioso em outubro. Esse mecanismo permite acompanhar, em tempo real, a quantidade de máquinas infectadas.

O que fazer?

Parece que a maioria dos antivírus ainda não identifica o estágio inicial do malware como ameaça, o que facilita a infecção sem alertas imediatos. Usuários que suspeitem ter sido afetados podem recorrer à Restauração do Sistema do Windows ou, em último caso, à reinstalação completa do sistema operacional.

Se houver sinais de comprometimento de credenciais, a recomendação é trocar imediatamente as senhas — especialmente de e-mail, serviços bancários e carteiras de criptomoedas — e ativar autenticação em dois fatores sempre que possível.
Malware em jogos pirateados infecta 25 mil PCs no Brasil

Malware em jogos pirateados infecta 25 mil PCs no Brasil
Fonte: Tecnoblog

Celular que copia iPhone Air deve chegar ao Brasil

Celular que copia iPhone Air deve chegar ao Brasil

Realme 16 estampa a palavra “Air” em material de divulgação (imagem: divulgação/Realme)

O Realme 16 já pode ser vendido no Brasil: o smartphone, com código de modelo RMX5171, foi aprovado pela Agência Nacional de Telecomunicações na última segunda-feira (09/02). Ele se destaca pelo Air Design que combina duas câmeras, auto-foco laser e até um espelho para selfies na parte superior traseira, remetendo ao design do iPhone Air e dos Google Pixel.

O modelo foi lançado no Vietnã no final de janeiro, oferecendo SoC MediaTek Dimensity 6400 Turbo, memória interna de 256 GB, RAM de 8 ou 12 GB, conectividade 5G, Wi-Fi 5, NFC e acabamento em duas cores (preto ou branco) com proteções IP66/68/69 e 69K.

Realme 16 durante a certificação (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Porém, a unidade submetida para a certificação no Brasil utiliza uma cor diferente, um violeta claro ou rosa, abrindo a possibilidade de que mais cores sejam oferecidas em outros mercados. O espelho de selfie também está faltando na unidade utilizada nos ensaios.

Na caixa do aparelho estará um carregador de 45 W, já utilizado por outros modelos da fabricante, além do cabo USB, capinha, ferramenta para abrir a bandeja de chips e manuais. A fabricação do aparelho será pela própria Realme na China e pela Digitron em Manaus.

Certificado de homologação do Realme 16 (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

A bateria modelo BLPD07 será importada da China, onde é fabricada pela Dongguan NVT Technology. Ela tem capacidade de 6.550 mAh, divergindo da capacidade do modelo vendido no Vietnã, com 7.000 mAh. O componente é o mesmo utilizado no Realme 15T vendido por aqui.

Ainda não há previsão de quando o modelo será vendido no Brasil nem por quanto. Para fins de referência, o Realme 15 é vendido por R$ 2.699 e o Realme 15T, por 2.399 no varejo.

Realme 16 promete ser duro na queda com proteções IP66/68/69 e 69K (imagem: divulgação/Realme)
Celular que copia iPhone Air deve chegar ao Brasil

Celular que copia iPhone Air deve chegar ao Brasil
Fonte: Tecnoblog

Galaxy Buds 4 já podem ser vendidos no Brasil

Galaxy Buds 4 já podem ser vendidos no Brasil

Render vazado revela design dos novos Galaxy Buds 4 (imagem: reprodução/Android Headlines)

Resumo

O Galaxy Buds 4 foi homologado pela Anatel em 30 de janeiro, permitindo sua venda no Brasil.
O modelo possui cancelamento ativo de ruído, mas não tem ponteiras de silicone e adota um design arredondado com acabamento em aço escovado.
O lançamento dos Galaxy Buds 4 e Galaxy Buds 4 Pro está previsto para o fim do mês, junto com a linha Galaxy S26.

Depois dos celulares da linha Galaxy S26, agora a linha de fones de ouvido Galaxy Buds 4 também está completa: o modelo SM-R540 foi homologado pela Agência Nacional de Telecomunicações no dia 30 de janeiro, atendendo ao pedido da própria Samsung, segundo documentos obtidos pelo Tecnoblog. O modelo Pro já estava homologado desde o fim do ano passado, conforme noticiamos em primeira mão.

Ao contrário do irmão maior, os Galaxy Buds 4 não terão ponteiras de silicone que isolam o ruído ambiente de maneira passiva. Mesmo assim, devem contar com cancelamento ativo de ruídos (ANC), como seus antecessores Buds 2 e Buds 3. O produto abandona o design Blade, com a haste angular contendo LEDs, e agora adota um desenho mais arredondado e com um detalhe de acabamento em aço escovado (ou plástico imitando este efeito), segundo o site especializado Android Headlines.

Certificado de homologação dos Galaxy Buds 4 (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

O Galaxy Buds 4 terão design mais convencional (imagem: reprodução/Android Headlines)

A case também sofreu um redesign, e agora abre pelo lado maior, similar ao Buds 2 e modelos de outras fabricantes. Já a tampa transparente, que estava presente no Buds 3, deve continuar na nova geração. Ela permite ver se os fones estão no estojo sem a necessidade de abri-lo.

Os fones poderão ser fabricados pela Samsung em quatro fábricas: duas no Vietnã, uma na Coréia e uma no Brasil, em Manaus.

Galaxy Buds 4 não terão as ponteiras de silicone do irmão Pro (imagem: reprodução/Android Headlines)

Quando será o lançamento?

Os Galaxy Buds 4 e os Galaxy Buds 4 Pro devem ser lançados no fim deste mês, juntamente com a linha do Galaxy S26. Não há informação oficial sobre valores, mas para comparação, os Galaxy Buds 3 foram chegaram ao Brasil por R$ 1.699 em 2024 e podem ser encontrados hoje no varejo na faixa dos R$ 800 ou até menos em ofertas.
Galaxy Buds 4 já podem ser vendidos no Brasil

Galaxy Buds 4 já podem ser vendidos no Brasil
Fonte: Tecnoblog

Samsung libera Perplexity nas TVs vendidas no Brasil

Samsung libera Perplexity nas TVs vendidas no Brasil

Interface Vision AI das TVs Samsung agora conta com três assistentes inteligentes (imagem: Paulo Higa/Tecnoblog)

Resumo

A Samsung integrou a inteligência artificial da Perplexity às TVs QLED Q7F ou superiores no Brasil, permitindo buscas visuais otimizadas para telas grandes.
O Perplexity, parte do Vision AI Companion, oferece respostas complexas e pesquisas em tempo real em transmissões ao vivo e plataformas de vídeo, reconhecendo comandos em dez idiomas.
A Samsung oferece 12 meses gratuitos do Perplexity Pro; após, a assinatura mensal custa R$ 110. A funcionalidade está disponível para modelos QLED lançados a partir de 2024.

A Samsung anunciou a integração da inteligência artificial da Perplexity às TVs da linha Vision AI comercializadas no Brasil. A novidade está disponível para donos de modelos QLED Q7F ou superiores, e reforça a estratégia de converter o televisor em um “hub de informações interativo”.

O objetivo é oferecer uma interface de busca que seja visualmente otimizada para telas grandes, diferente da experiência mais limitada dos navegadores tradicionais de smart TVs.

O que muda com o Perplexity nas TVs Samsung?

A novidade faz parte do Vision AI Companion (VAC), um ambiente multimodal que agrega diversos serviços de inteligência artificial. Ao contrário dos comandos de voz convencionais, focados em trocar de canal ou ajustar o volume, o Perplexity atua como um motor de respostas complexas.

O sistema foi desenhado para operar de maneira nativa, permitindo que ele funcione sobre qualquer conteúdo exibido, seja em transmissões ao vivo, no streaming da Samsung TV Plus ou em outras plataformas de vídeo. A ferramenta permite que o espectador realize pesquisas acadêmicas, verifique informações em tempo real ou planeje roteiros de viagem.

O serviço reconhece comandos em dez idiomas – incluindo português, inglês, espanhol e coreano – e fornece respostas contextuais baseadas no que está na tela. A ativação é feita mantendo pressionado o botão de Início ou utilizando o botão dedicado AI nos novos modelos de controle remoto Bluetooth, como o TM2560E.

Linha de TVs QLED da Samsung ganha reforço do Perplexity Pro no Brasil (imagem: divulgação/Samsung)

Benefícios e requisitos

Para estimular a adoção da tecnologia no Brasil, a Samsung oferece 12 meses de gratuidade no plano Perplexity Pro. Após esse período promocional, o usuário poderá optar pela renovação do serviço, com assinatura mensal estimada em R$ 110.

É importante destacar que o hub Vision AI possui ainda o Microsoft Copilot Pro e a assistente Bixby.

De acordo com a empresa, a funcionalidade é restrita à categoria QLED e modelos superiores lançados a partir de 2024. A Samsung ressalta que, por se tratar de conteúdo gerado por inteligência artificial generativa, a precisão das informações não é garantida, recomendando a conferência de dados sensíveis em fontes oficiais.
Samsung libera Perplexity nas TVs vendidas no Brasil

Samsung libera Perplexity nas TVs vendidas no Brasil
Fonte: Tecnoblog

Anatel homologa o último Galaxy S26 que faltava no Brasil

Anatel homologa o último Galaxy S26 que faltava no Brasil

Galaxy S25 (do ano passado) deve ganhar sucessor em breve (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Resumo

O Galaxy S26 base foi homologado pela Anatel em 29/01 e será comercializado no Brasil, junto com os modelos Plus e Ultra.
O modelo possui bateria de 4.175 mAh (provavelmente 4.300 típicos) e conectividade avançada, mas não tem UWB.
O evento Samsung Unpacked deve ocorrer em 25/02, segundo Evan Blass, mas o preço do Galaxy S26 ainda é incerto.

Toda a linha Galaxy S26 está habilitada para ser comercializada no Brasil: o Tecnoblog encontrou os documentos de homologação do modelo base na Agência Nacional de Telecomunicações. O aparelho de código SM-S942B/DS foi aprovado pela Anatel em 29/01 a pedido da Samsung Eletrônica da Amazônia.

Ele formará conjunto com os modelos Plus e Ultra, já certificados pela agência, em um arranjo de três versões que se repete desde o Galaxy S20. E algo que também repete os antecessores é a ausência de UWB no menor modelo da família: o Galaxy S26 não possui o recurso, presente apenas nos irmãos Plus e Ultra.

Certificado de homologação do Galaxy S26 (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Características confirmadas do S26

O restante da conectividade avançada permanece: o modelo está equipado com 5G, Wi-Fi 7 de três bandas, Bluetooth, NFC e carregamento sem fio compatível com carregamento reverso (que a Samsung chama de Wireless Power Sharing), provavelmente baseado na nova versão do protocolo Qi2.

O Galaxy S26 virá com bateria de 4.175 mAh nominais (provavelmente 4.300 típicos), maior que a do antecessor Galaxy S25 (4.000 mAh típicos). Este upgrade não alcançou os irmãos maiores, que permanecem com a mesma capacidade de carga de seus antecessores. Para recarga, o carregador de 25 W (EP-TA800) virá na caixa, assim como no restante da linha.

Algo que também permanece idêntico ao restante dos modelos é a produção do aparelho: ele será fabricado na Coréia do Sul, no Vietnã e nas três fábricas brasileiras da Samsung, em Manaus e Campinas.

Galaxy SmartTag 2 suporta UWB, com localização mais precisa, mas o S26 base não (foto: Everton Favretto/Tecnoblog)

Quando será o Unpacked?

Os rumores apontam que a Samsung deverá fazer o lançamento do modelo ainda neste mês. O especialista em vazamentos Evan Blass publicou os convites do Samsung Unpacked com a data de 25 de fevereiro. O preço também permanece uma incógnita, já que a falta de RAM e memórias Flash elevou o custo dos componentes.

Por outro lado, a cotação do dólar reduziu no período, o que pode amenizar uma eventual alta dos valores no mercado brasileiro. Para referência, o Galaxy S25 base foi lançado por R$ 6.999 e pode ser encontrado no varejo hoje na faixa dos R$ 4.000.

Carregador Samsung EP-TA800 (foto: Everton Favretto/Tecnoblog)
Anatel homologa o último Galaxy S26 que faltava no Brasil

Anatel homologa o último Galaxy S26 que faltava no Brasil
Fonte: Tecnoblog

Você ainda tem? Brasil fecha 2025 com 20 milhões de telefones fixos

Você ainda tem? Brasil fecha 2025 com 20 milhões de telefones fixos

Brasil tem 20 milhões de linhas fixas (imagem: reprodução/Pixabay)

Resumo

O Brasil encerrou 2025 com 20 milhões de telefones fixos, uma queda de 3 milhões em relação a 2024. A Claro lidera com 30,5% das linhas.
O país possui 53,9 milhões de acessos de banda larga fixa, 79% via fibra óptica. A Starlink lidera acessos via satélite.
Vivo, Claro e TIM dominam 94,1% do mercado de telefonia móvel. O 4G representa 66,1% dos acessos móveis.

A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) concluiu o panorama do setor, com os resultados para 2025. A documentação permite saber como estão os segmentos de telefonia fixa (sim, ela ainda existe), banda larga e telefonia móvel.

O tradicional telefone fixo continua em queda, com 20 milhões de acessos no país, segundo os dados da Anatel. Houve uma queda de 3 milhões de linhas na comparação com 2024. Com isso, o resultado fica perto do registrado em 1998, quando o setor de telefonia foi privatizado.

A Claro lidera este segmento, com 30,5% das linhas, seguida pela Vivo (25%) e a Oi (19,1%). O restante fica pulverizado entre várias companhias.

A maioria dos telefones fixos continua nas mãos de pessoas físicas, que são 52,1% dos assinantes.

Banda larga fixa

Cabo de fibra óptica para rede de internet (ilustração: Vitor Pádua / Tecnoblog)

O Brasil encerrou 2025 com 53,9 milhões de acessos de banda larga fixa. Destes, 79% utilizam tecnologia de fibra óptica. Do restante, 14,9% são via cabo coaxial (a grande maioria da Claro); acessos via rádio somam 3,3%; satélite soma outros 1,5%, com a Starlink na liderança desta categoria; e 1,3% de cabos metálicos, concentrados na Vivo, Oi, Claro e provedores pequenos.

Apesar da promessa do 5G, o 4G ainda dominou o mercado, com 66,1% dos acessos, contra 21,5% da internet móvel de quinta geração. O 2G e o 3G combinados representam 12,3%, principalmente por causa dos aparelhos M2M, sigla para Machine-to-Machine, que permite a comunicação direta entre dispositivos.

Operadoras pequenas, fatia pequena

A Vivo, Claro e TIM continuam dominando o mercado de telefonia móvel: juntas elas somam 94,1% do total de linhas. O restante está dividido entre a Algar (que opera no Triângulo Mineiro e áreas próximas de São Paulo, Mato Grosso do Sul e Goiás, além de ter acordos de roaming e MVNO para o restante do país), com 1,9%; Arqia (1,3%); e Surf Telecom (1,1%).

As entrantes Brisanet (com licença nas regiões Nordeste e Centro-Oeste) e Unifique (Rio Grande do Sul, Santa Catarina e futuramente Paraná) possuem 0,3% (852.265 linhas) e 0,1% (247.752) cada. A Ligga/Sercomtel soma 24 mil acessos.
Você ainda tem? Brasil fecha 2025 com 20 milhões de telefones fixos

Você ainda tem? Brasil fecha 2025 com 20 milhões de telefones fixos
Fonte: Tecnoblog

Motorola lança Moto G17 no Brasil com 4 GB de RAM e bateria de 5.200 mAh

Motorola lança Moto G17 no Brasil com 4 GB de RAM e bateria de 5.200 mAh

Moto G17 (imagem: reprodução/Motorola)

Resumo

Moto G17 possui 4 GB de RAM, bateria de 5.200 mAh e câmera principal Sony LYTIA 600 de 50 MP;
Novidade oferece ainda tela full HD+ de 6,7 polegadas e armazenamento de 128 GB ou 256 GB, expansível via microSD;
Preço inicial é R$ 1.299, com vendas na loja online da Motorola e em varejistas.

A Motorola escolheu esta quinta-feira (29/01) para o anúncio oficial do Moto G17 no Brasil (e em outros mercados). De categoria intermediária, o aparelho chega com câmera principal Sony LYTIA 600 de 50 megapixels e uma tela full HD+ de 6,7 polegadas como principais atributos. Os preços oficiais começam em R$ 1.299.

O lançamento em território brasileiro já era esperado. Isso porque o Moto G17 foi homologado pela Anatel em 13 de janeiro. Na ocasião, os documentos do aparelho anteciparam o que foi confirmado agora: a novidade vem com uma bateria de 5.200 mAh. Um carregador TurboPower de 20 W acompanha o smartphone.

Mas, como já informado, um dos principais atributos do Moto G17 é a câmera principal com sensor Sony LYTIA 600 de 50 megapixels. O componente suporta a tecnologia quad pixel e conta com um modo de visão noturna automático (Night Vision).

Aqui, a Motorola seguiu uma prática que considero questionável: faz o celular aparentar ter quatro câmeras na traseira, mas há apenas duas ali. Além da câmera de 50 megapixels, há outra de 5 megapixels com lente ultra grande angular.

Já a tela tem 6,7 polegadas de tamanho, resolução de 2400×1080 pixels, brilho típico de 800 nits (1.000 nits no pico), taxa de atualização de 60 Hz e proteção Gorilla Glass 3.

Na parte superior da tela está outro destaque do modelo: uma câmera de selfie com sensor de 32 megapixels que proporciona “reprodução fiel de tons de pele e alta definição para vlogs, reels e transmissões ao vivo”, de acordo com a Motorola.

No comando do Moto G17 está o octa-core MediaTek Helio G81 Extreme. O chip é acompanhado de 4 GB de RAM que podem ser virtualmente aumentados para 12 GB com o uso da tecnologia RAM Boost, que usa parte da capacidade de armazenamento como extensão.

Falando em armazenamento, o Moto G17 está disponível em versões com 128 GB e 256 GB de capacidade. Ambas podem ser expandidas com um cartão microSD de até 1 TB.

Moto G17 na cor rosa (imagem: reprodução/Motorola)

Preços e disponibilidade do Moto G17

As vendas do Moto G17 começam hoje na loja online da Motorola. O modelo também está chegando a varejistas e operadoras. Há três opções de cores: roxo (Pantone Evening Blue), azul claro (Pantone Alaskan Blue) e rosa (Pantone Bordeaux).

Os preços sugeridos, sem considerar eventuais descontos ou promoções, são os seguintes:

Moto G17 de 128 GB: R$ 1.299

Moto G17 de 256 GB: R$ 1.499

Em todas as versões, o sistema operacional é o Android 15.

Ficha técnica do Moto G17

Tela: 6,7 polegadas, LCD, 2400×1080 pixels (full HD+), 60 Hz, Gorilla Glass 3, até 1.000 nits (pico)

Processador: octa-core MediaTek Helio G81 Extreme com GPU Mail-G52 MC2

RAM: 4 GB (expansíveis em até 12 GB via RAM Boost)

Armazenamento: 128 GB ou 256 GB expansíveis via microSD de até 1 TB

Câmeras traseiras: 50 megapixels (Sony LYTIA 600) + 5 megapixels

Câmera frontal: 32 megapixels

Bateria: 5.200 mAh com carregador rápido de 20 W

Conectividade: Bluetooth 5.4, NFC, Wi-Fi 802.11ac, 5G, USB-C

Sistema operacional: Android 15

Cores: roxo, azul claro e rosa

Dimensões: 76 x 165,7 x 8,2 mm

Motorola lança Moto G17 no Brasil com 4 GB de RAM e bateria de 5.200 mAh

Motorola lança Moto G17 no Brasil com 4 GB de RAM e bateria de 5.200 mAh
Fonte: Tecnoblog

Xiaomi lança Redmi Note 15 no Brasil com preços a partir de R$ 2.799

Xiaomi lança Redmi Note 15 no Brasil com preços a partir de R$ 2.799

Redmi Note 15 5G tem proteção IP69K (imagem: divulgação/Xiaomi)

Resumo

A Xiaomi lança a linha Redmi Note 15 no Brasil com preços a partir de R$ 2.799. Os modelos possuem câmeras de até 200 MP, baterias de até 6.580 mAh e telas AMOLED de até 6,83 polegadas.
O Redmi Note 15 Pro 5G possui câmera de 200 MP, bateria de 6.580 mAh e processador MediaTek Dimensity 7400-Ultra. Ele tem certificação IP69K e tela CrystalRes AMOLED de 6,83 polegadas.
O Redmi Note 15 5G possui design ultrafino, processador Snapdragon 6 Gen 3 e câmera de 108 MP.
O Redmi Note 15 4G usa processador MediaTek Helio G100-Ultra e foca no custo-benefício, com bateria de 6.000 mAh.

A Xiaomi lança hoje (21/01) a linha de celulares Redmi Note 15 no Brasil com três modelos que chegam ao mercado por preços a partir de R$ 2.799. A linha é definida pela promessa alta durabilidade, bateria de longa duração e resistência reforçada.

Os modelos topo de linha possuem câmera de 200 MP, bateria de até 6.580 mAh com tecnologia de silício-carbono e certificação que atesta resistência a quedas de até 2,5 metros. Todos os aparelhos contam com tela AMOLED de até 6,83 polegadas e brilho máximo de 3.200 nits.

Destaques do Redmi Note 15 Pro 5G

Redmi Note 15 Pro 5G tem câmera principal de 200 MP (imagem: divulgação/Xiaomi)

O Redmi Note 15 Pro 5G é o modelo mais avançado da linha no país, equipado com um sensor principal de 200 megapixels de 1/1,4 polegada e estabilização óptica (OIS). Ele traz uma bateria de silício-carbono de 6.580 mAh com carregamento turbo de 45 W e carregamento reverso de 22,5 W. O dispositivo utiliza o processador MediaTek Dimensity 7400-Ultra, fabricado em 4 nanômetros, com promessa de alto desempenho para multitarefas e jogos.

Além do poder de processamento, o aparelho se destaca pela proteção extrema. Ele possui certificação IP69K, a mais alta contra entrada de poeira e jatos de água de alta pressão, além de suportar imersão em até 2 metros de profundidade por 24 horas. A tela CrystalRes AMOLED de 6,83 polegadas conta com proteção Corning Gorilla Glass Victus 2 e oferece resolução 1,5K com taxa de atualização de 120 Hz para maior fluidez visual.

O modelo de 512 GB sai por R$ 4.499,99 e é comercializado nos canais oficiais da Xiaomi nas cores preto e titânio.

Redmi Note 15 5G

Redmi Note 15 5G promete boa resistência com rating IP66 (imagem: divulgação/Xiaomi)

O Redmi Note 15 5G foca num design ultrafino, de apenas 7,35 mm de espessura, sendo o modelo mais esguio da história da linha Redmi. Ele é equipado com o processador Snapdragon 6 Gen 3 (Qualcomm) e possui uma câmera principal de 108 MP com teleobjetiva de nível óptico de 3x. A bateria também utiliza a tecnologia de silício-carbono, oferecendo 5.520 mAh, com suporte a carregamento rápido de 45 W.

Para garantir a durabilidade, o modelo conta com resistência IP66 e alto-falantes duplos com o recurso de aumento de volume de 300%. O painel AMOLED de 6,77 polegadas entrega resolução Full HD+ e também conta com a tecnologia Wet Touch 2.0, permitindo que o usuário responda mensagens ou atenda chamadas mesmo sob chuva forte.

Os preços dependem do armazenamento escolhido: a versão de 256 GB sai por R$ 3.399,99 e o de 512 GB, por R$ 3.899,99. As opções de cor são preto e roxo.

Redmi Note 15 4G

Tela do Redmi Note 15 4G é protegida com Gorilla Glass 7i (imagem: divulgação/Xiaomi)

O Redmi Note 15 4G atua como a opção de entrada no Brasil, mantendo a câmera principal de 108 megapixels e a tela AMOLED de 120 Hz comum ao restante da família. Este modelo utiliza o processador MediaTek Helio G100-Ultra e traz uma bateria robusta de 6.000 mAh com carregamento de 33 W. É uma escolha focada no custo-benefício para quem não prioriza a conectividade de quinta geração.

Sua construção oferece resistência IP64 contra poeira e respingos de água, além de contar com o vidro Corning Gorilla Glass para proteção adicional contra riscos no visor. O aparelho também dispõe de alto-falantes duplos com Dolby Atmos. De acordo com a Xiaomi, ferramentas de edição de imagem com inteligência artificial permitem remover objetos indesejados e expandir cenários diretamente na galeria de fotos.

A versão de 256 GB tem preço sugerido de R$ 2.799,99 no país, disponível nas cores preto, azul e roxo.
Xiaomi lança Redmi Note 15 no Brasil com preços a partir de R$ 2.799

Xiaomi lança Redmi Note 15 no Brasil com preços a partir de R$ 2.799
Fonte: Tecnoblog