Category: Brasil

Veja a posição do Brasil no ranking de preços de banda larga

Veja a posição do Brasil no ranking de preços de banda larga

Estudo global avaliou os custos de mais de 2.600 planos (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

A plataforma Broadband Genie analisou tarifas em 214 países e mais de 2.600 planos, com dados coletados do fim de janeiro ao início de fevereiro de 2026.
O Brasil ocupa a 47ª posição no ranking de preços de banda larga fixa com custo médio mensal de US$ 23,08 (cerca de R$ 114).
A banda larga mais barata é do Irã, com US$ 2,61 ao mês (R$ 13), enquanto a internet mais cara é em Wallis e Futuna: US$ 373,88/mês (mais de R$ 1.850).

O acesso à internet de alta velocidade facilita desde o trabalho remoto até serviços de saúde e educação. Para mapear o custo dessa conectividade ao redor do globo, a plataforma britânica de comparação de preços Broadband Genie fez uma classificação: o Brasil ocupa a 47ª posição da lista, próximo das regiões que cobram mais barato.

O levantamento analisou tarifas de banda larga fixa em 214 nações. Os dados, coletados entre o final de janeiro e o início de fevereiro de 2026, avaliaram mais de 2.600 planos de provedores locais para criar um cenário das tendências de precificação.

Provedores regionais baratearam os preços

O mercado brasileiro de telecomunicações passou por uma transformação nos últimos anos, impulsionada especialmente pelos provedores regionais de internet. O aumento da concorrência fora dos grandes centros e a substituição das antigas redes de cobre pela fibra óptica ajudaram a democratizar o acesso e a manter os preços em um patamar competitivo. O custo médio mensal, segundo o estudo, é de US$ 23,08 (cerca de R$ 114, na cotação atual).

Embora o usuário brasileiro ainda esbarre em questões de estabilidade e qualidade de atendimento, do ponto de vista financeiro, o valor médio cobrado por aqui é mais acessível do que em diversos mercados de primeiro mundo.

Expansão dos provedores regionais barateou a internet fixa no país (imagem: Glenn Carstens-Peters/Unsplash)

Estados Unidos e Canadá cobram mais caro

Outra constatação do estudo é que riqueza nacional não é sinônimo de internet mais barata. A América do Norte é a segunda sub-região mais cara do planeta para se contratar banda larga, com um custo médio mensal de US$ 98,40 (quase R$ 490).

Os Estados Unidos, por exemplo, amargam a 167ª posição na tabela geral, cobrando em média US$ 80 por mês de seus assinantes. O Canadá aparece um pouco melhor, em 130º lugar, com a tarifa na casa dos US$ 55,26. Segundo o especialista da Broadband Genie Alex Tofts, mercados consolidados sofrem com um custo de vida geral elevado, o que encarece a mão de obra, as operações técnicas e o repasse ao bolso do consumidor.

O Leste Europeu, por outro lado, trilhou um caminho diferente. A sub-região apresenta um custo médio de apenas US$ 15,76 (menos de R$ 80). “As redes de cobre existentes eram tão inadequadas que os provedores optaram diretamente pela fibra ótica, em vez de desperdiçar dinheiro tentando atualizar linhas obsoletas”, explica Tofts.

Qual país cobra mais barato (e mais caro)?

Quando olhamos para o topo do ranking, a banda larga mais barata do mundo está no Irã, com um custo médio de apenas US$ 2,61 (R$ 13). O baixo valor, no entanto, se deve à forte depreciação do rial iraniano frente ao dólar. O portal The Register destaca a ironia desse primeiro lugar, lembrando que o governo local costuma restringir o acesso à internet dos cidadãos durante tensões geopolíticas.

Logo atrás, aparece a Ucrânia (US$ 5,35), que mantém redes de fibra eficientes mesmo em meio ao conflito no país, seguida por Etiópia (US$ 6,46), Bangladesh (US$ 7,38) e Mongólia (US$ 7,41).

Na outra ponta da tabela, a fatura pesa para quem vive isolado. O território de Wallis e Futuna, no Pacífico Sul, tem a internet mais cara do planeta: US$ 373,88 por mês (mais de R$ 1.850). O valor no arquipélago, com cerca de 11 mil habitantes, mostra na prática a dificuldade logística de instalar e manter redes em ilhas remotas.

Metodologia

Para garantir a precisão da comparação, a pesquisa avaliou contratos em diversas faixas de velocidade. Planos corporativos, pacotes combinados (como combos de TV a cabo e telefonia) e taxas de instalação foram excluídos para encontrar o custo real da conexão.

No entanto, há uma ressalva importante: todos os preços foram simplesmente convertidos de moedas locais para dólares americanos. Isso significa que o levantamento não cruza o valor da fatura de internet com a renda média da população.

Portanto, embora a banda larga de US$ 15 no Leste Europeu seja, por exemplo, numericamente mais em conta que a de US$ 55 no Canadá, o impacto real dessa conta mensal no orçamento doméstico do trabalhador local pode contar uma história diferente.
Veja a posição do Brasil no ranking de preços de banda larga

Veja a posição do Brasil no ranking de preços de banda larga
Fonte: Tecnoblog

Amazon Leo: rival da Starlink chega em meados de 2026, diz CEO

Amazon Leo: rival da Starlink chega em meados de 2026, diz CEO

Project Kuiper passou a se chamar Amazon Leo em novembro de 2025 (imagem: divulgação/Amazon)

Resumo

Amazon Leo (antigo Project Kuiper) está nos preparativos finais para a estreia de seu serviço de internet por satélites de órbita terrestre baixa;
CEO da Amazon, Andy Jassy, afirmou a investidores que lançamento oficial está previsto para meados de 2026;
plano é oferecer taxas de download de até 1 Gb/s, mas serviço deve atender a empresas e governos inicialmente.

O Amazon Leo, serviço de acesso à internet via satélites que vem para concorrer com a Starlink, já tem data de lançamento. Ou quase isso: o CEO da empresa declarou recentemente que o início das operações da novidade está previsto para “meados de 2026”.

Convém relembrar que Amazon Leo é a atual denominação do Project Kuiper. A mudança de nome ocorreu em novembro de 2025, em parte para descrever a principal característica dessa divisão: LEO é uma sigla para Low Earth Orbit, ou Órbita Terrestre Baixa, que é o nível no qual os satélites do serviço operam.

A declaração sobre o início das operações do Amazon Leo foi dada pelo CEO da Amazon, Andy Jassy, em carta a acionistas. No documento, o executivo cita a previsão de lançamento de modo indireto, quando comentava que o serviço já tem acordos com governos e empresas:

Embora o lançamento oficial do Amazon Leo esteja previsto para meados de 2026, já temos compromissos de receita significativos vindos de empresas e governos.

Mais recentemente, a Delta Airlines, a companhia aérea com maior faturamento do mundo, anunciou que escolheu o Amazon Leo para seu futuro Wi-Fi e começará com 500 aeronaves em 2028. Ela se junta a outros clientes do Leo, como JetBlue, AT&T, Vodafone, Directv Latin America, Rede Nacional de Banda Larga da Austrália, NASA e outros.

Andy Jassy, CEO da Amazon

Antena Ultra da Amazon Leo que promete até 1Gb/s de download (imagem: divulgação/Amazon)

Amazon Leo promete ser mais rápido do que a Starlink

A carta de Jassy tende a ser bem recebida por investidores e futuros clientes porque sinaliza que finalmente o projeto virará realidade. A Amazon vinha (ou vem) enfrentando dificuldades para tirar o Leo do papel.

Mas a espera pode valer a pena. Em novembro, a Amazon anunciou uma antena que pode oferecer download de até 1 Gb/s. Para você ter ideia do que isso significa frente à concorrência, a Starlink trabalha atualmente com taxa de download máxima na casa dos 400 Mb/s.

Os planos para o Amazon Leo são audaciosos. Além de velocidades elevadas, a companhia quer oferecer cobertura global. Isso inclui a América do Sul e, com efeito, o Brasil: basta nos lembrarmos do acordo que a Amazon fechou com a Vrio em 2024 para oferecer internet por satélite na região. A Vrio controla a Sky no Brasil e a Directv em países vizinhos.

Mas os desafios continuam. Sabe-se, por exemplo, que o Amazon Leo tem cerca de 240 satélites em órbita atualmente, um número baixo para uma cobertura verdadeiramente global. Por conta disso, é provável que, na fase inicial, o serviço de internet do Amazon Leo seja oferecido somente a empresas e governos, tal como Andy Jassy dá a entender em sua carta.
Amazon Leo: rival da Starlink chega em meados de 2026, diz CEO

Amazon Leo: rival da Starlink chega em meados de 2026, diz CEO
Fonte: Tecnoblog

Exclusivo: Motorola Razr Fold pode chegar ao Brasil a qualquer momento

Exclusivo: Motorola Razr Fold pode chegar ao Brasil a qualquer momento

Motorola Razr Fold em exposição em Barcelona (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Resumo

O Motorola Razr Fold recebeu homologação da Anatel em 7 de 2026, com código XT2651-1. O modelo já pode ser vendido no Brasil.
O aparelho tem 5G, Bluetooth, NFC, Wi-Fi 7, UWB, carregamento sem fio reverso e suporte à Moto Pen Ultra. Ele usa duas baterias, com 5.760 mAh nominais, e traz carregador de 90 W na caixa.
O Razr Fold custa 1.999 euros e 1.799 libras. A Motorola prevê venda no Brasil ainda neste semestre.

Agora vai: o Motorola Razr Fold passou pela homologação na Anatel e já pode ser vendido no Brasil. O smartphone dobrável foi foi anunciado durante a CES 2026 e deve competir diretamente com o Galaxy Z Fold 7, da Samsung, oferecendo alguns recursos a mais.

O modelo foi certificado com o código de modelo XT2651-1 na última terça-feira (7), conforme os documentos visualizados pelo Tecnoblog. Este código de modelo está associado ao codinome Horizon26, segundo o leaker Evan Blass, e condiz com o processo de homologação nos Emirados Árabes Unidos.

A documentação confirma características de um telefone topo de linha, como esperado: conectividade 5G, Bluetooth, NFC, Wi-Fi 7 de três bandas, UWB e carregamento sem fio reverso. Na caixa, o Razr Fold virá com o carregador MC-907 de 90 Watts, capacidade maior do que o Razr Fold é capaz de aceitar (80 Watts).

Certificado de homologação do Razr Fold da Motorola (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Carregador Motorola MC-907 de 90 W durante a certificação (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

No smartphone estão duas baterias (SH29 e SH31) com capacidades nominais de 2.820 e 2.940 mAh, somando 5.760 mAh nominais. Parece lógico assumir que se tratam de baterias que somam 6.000 mAh típicos, a capacidade divulgada pela Motorola para o Razr Fold.

O Razr Fold suporta o uso de caneta stylus (Moto Pen Ultra), acessório que a concorrente sul-coreana removeu no Galaxy Z Fold 7. O Razr Fold também possui grau de proteção contra líquidos superior ao concorrente: IPX9 versus o IP48 do Fold 7 (no entanto, o produto Samsung oferece alguma proteção contra ingresso de poeira).

Moto Pen Ultra (imagem: divulgação)

O smartphone não deve ser barato: ele será vendido por 1.999 euros no velho continente, 1.799 libras no Reino Unido, valores que, em conversão direta, ficam na faixa dos R$ 12 mil por aqui.

Esperamos que a venda do modelo inicie em breve: já há um cadastro de interesse no site da fabricante e a Motorola já informou no passado que pretende vendê-lo ainda neste semestre.
Exclusivo: Motorola Razr Fold pode chegar ao Brasil a qualquer momento

Exclusivo: Motorola Razr Fold pode chegar ao Brasil a qualquer momento
Fonte: Tecnoblog

Google Finanças reforçado com IA chega ao Brasil

Google Finanças reforçado com IA chega ao Brasil

Google Finanças reforçado com IA chega ao Brasil (imagem: reprodução/Google)

Resumo

Google Finanças com IA chegou ao Brasil e a mais de 100 países; teste começou em agosto de 2025 nos Estados Unidos;
serviço reúne cotações de ações, moedas, contratos futuros, criptomoedas, índices e notícias; versão brasileira converte valores para reais e mostra conteúdo do Brasil, naturalmente;
IA oferece respostas sobre investimentos, gráficos avançados e notícias em tempo real.

O Google Finanças (Google Finance) foi lançado em 2006, mas até hoje não é muito conhecido. Talvez isso mude um pouco na versão com inteligência artificial do serviço, que foi introduzida em agosto de 2025 nos Estados Unidos e, agora, chega a outros 100 países. O Brasil está entre eles.

Ao contrário do que o nome pode sugerir, o Google Finanças não é um organizador financeiro pessoal, mas uma plataforma de auxílio a investimentos.

Você pode usá-la para acompanhar o sobe e desce de ações nas principais bolsas de valores do mundo, por exemplo. Também é possível usar o Google Finanças para pesquisar sobre moedas estrangeiras, contratos futuros, criptomoedas e mais.

As informações da plataforma são regionalizadas. Por conta disso, a versão brasileira do Google Finanças faz conversões para reais por padrão, bem como exibe índices e notícias referentes ao Brasil, por exemplo.

Qual o diferencial do Google Finanças com IA?

O Google Finanças com IA oferece três recursos principais:

perguntas sobre investimentos: você pode usar o campo de pesquisa do Google Finanças para saber sobre o valor de uma ação, o cenário econômico e assim por diante; a resposta é gerada por IA generativa;

gráficos avançados: é possível usar o serviço para gerar gráficos de evolução de ativos, indicadores técnicos e afins; para isso, basta digitar instruções como “gere um gráfico sobre a evolução das ações da Petrobras nos últimos seis meses”;

dados e notícias em tempo real: a IA também pode gerar um feed de notícias ou de informações financeiras em tempo real, sob medida.

Google Finanças gerando gráficos (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

O Google Finanças com IA começou a ser testado em agosto de 2025 nos Estados Unidos e, posteriormente, na Índia. Agora, o serviço foi expandido para mais de 100 países, segundo a companhia, como México, Argentina, Colômbia, Chile e, como já ficou claro, Brasil.

Em resumo, o serviço pode te ajudar a tomar decisões referentes a investimentos. Mas o próprio Google alerta que os dados apresentados pela IA podem ter inconsistências, por isso, convém não confiar cegamente na ferramenta no atual estágio.

Para acessar a novidade, basta acessar a versão beta do Google Finanças. Quem já usa o serviço e prefere a versão anterior (sem IA) pode voltar a ela clicando no botão “Clássico”, no topo da página ou no botão de configurações, na versão web móvel.
Google Finanças reforçado com IA chega ao Brasil

Google Finanças reforçado com IA chega ao Brasil
Fonte: Tecnoblog

Jogador brasileiro está mais atento ao uso da IA em games, mostra pesquisa

Jogador brasileiro está mais atento ao uso da IA em games, mostra pesquisa

PGB 2026 divulga dados dos gamers brasileiros (Imagem: divulgação/PGB)

Resumo

A PGB 2026 levantou preocupação dos jogadores brasileiros acerca do uso de IA no desenvolvimento de games pela primeira vez, e quase 50% relatam preocupação com essa possibilidade.
Número de brasileiros que se consideram gamers caiu para 75,3% (eram 82,2% em 2025), mas 86,7% do público vê nos games uma das atividades de entretenimento digital preferidas.
O segmento mobile lidera com 44,1% das preferências, mas há uma tendência de aumento entre gamers de PC, com 21,1%.

A nova edição da PGB (Pesquisa Game Brasil) aponta que já são quase 50% dos gamers brasileiros preocupados com o uso de inteligência artificial em algum nível do desenvolvimento dos jogos. O estudo traz esse dado pela primeira vez, apontando ainda que, apesar da preocupação, a presença de IA não interfere na compra da maioria, já que 39,3% não deixariam de obter um novo game feito em sua maioria com a tecnologia, enquanto 40,9% admitem que haveria essa possibilidade.

Outra informação relevante do estudo é a diminuição do público que se considera gamer no Brasil: dos 82,2% registrados na PGB 2025, o número caiu para 75,3% neste ano.

O levantamento é feito anualmente por SX Group e Go Gamers em parceria com ESPM e Blend New Research. Neste ano, o número de entrevistados foi de 7.115, com idades entre 16 e 55 anos. As respostas foram obtidas entre 5 e 13 de março de 2026.

Hábito de jogar segue em alta no Brasil, mas público identificado como gamer diminui (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Número menor de gamers, mas não de jogadores

Chama atenção a queda no número de brasileiros que se consideram gamers. O dado foi destaque nas últimas pesquisas divulgadas, ficando acima dos 80% em 2025. Dessa vez, houve uma queda de 6,9 pontos percentuais.

Segundo a pesquisa, mesmo com a baixa, o hábito de jogar continua forte por aqui: 86,7% dos entrevistados afirmam que os games são uma das principais fontes de entretenimento, enquanto 80,7% apontam a jogatina como sua principal atividade de lazer digital. Segundo a pesquisa, essa diferença entre os dados tem a ver com a identificação do brasileiro, que ficou mais seletiva.

As mulheres seguem à frente: elas representam 52,8% dos entrevistados, enquanto 47,2% são homens. Em relação à geração desses players, há uma mudança significativa na liderança: antes maioria, os millennials perderam o posto para os gen z, que agora compõem 36,5% do total, contra 33,7% do público entre 30 e 44 anos. Na PGB 2025, esse número chegou a 49,4%, uma variação de 15,7 pontos percentuais.

Jogar no celular ainda é a preferência do público brasileiro, mas há tendência de crescimento no PC (Imagem: Divulgação/Motorola)

Preferência por mobile segue forte no Brasil

Jogar no celular tem sido a preferência dos brasileiros há algum tempo. No ano passado, esta plataforma foi citada por 35% e aumentou pata 44,1% em 2026.

Segundo o CEO da Go Gamers, Carlos Silva, os números mostram uma tendência de crescimento de jogadores de PC. Ele afirma que há “um movimento de maior envolvimento e engajamento com os jogos digitais”, comportamento que indica “um público com maior disposição para investir em hardware e jogos”.

O aumento percentual entre gamers de computador, em contrapartida, não é dos mais altos, subindo apenas 0,8%: de 20,3% em 2025 para 21,1% agora em 2026. Já nos consoles, a porcentagem caiu de 24,7% para 24%.

Comportamento de compra na era do cloud gaming

Serviços de jogos na nuvem, como o Xbox Cloud Gaming, levam PGB a questionar preocupação com acesso futuro aos jogos (imagem: divulgação/Xbox)

Os entrevistados também foram questionados a respeito do tipo de acesso aos games, considerando mídia física, digital e via nuvem. Sobre a preocupação em perder acesso aos títulos disponíveis digitalmente, 34,5% responderam que pensam no assunto com algum receio, enquanto 26,8% afirmam não ter nenhuma preocupação. Já aqueles que têm esse receio chegam a 22%, principalmente pela falta de uma edição física para jogar.

Para o professor da ESPM e consultor da Go Gamers, Mauro Berimbau, “o valor não está apenas no ato de jogar”, e sim na possibilidade de revisitar esses games a qualquer momento no futuro. Essa afirmação é corroborada pelos 62,6% do público, que afirmaram ter o hábito de voltar a jogar games antigos ou clássicos por conta própria, enquanto 55,1% do público têm esse costume para se divertir com amigos.

O preço mais baixo foi o principal motivo para comprar um game antigo, segundo 44% dos entrevistados. Outros 36,3% disseram que buscam remakes ou remasterizações, uma tendência atual do setor, por causa do melhor desempenho gráfico. Essa possibilidade foi citada por 36,3% dos entrevistados.

Jogador brasileiro está mais atento ao uso da IA em games, mostra pesquisa

Jogador brasileiro está mais atento ao uso da IA em games, mostra pesquisa
Fonte: Tecnoblog

Jovi amplia produção em Manaus e registra alta nas vendas do V70

Jovi amplia produção em Manaus e registra alta nas vendas do V70

André Varga enfatiza o compromisso da Jovi com o Brasil (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

A Jovi comemora a evolução do negócio no Brasil: o Jovi V70 5G, smartphone mais recente da marca, registrou um volume de vendas 40% maior do que o antecessor, o Jovi V50. A fabricante chinesa, que atende pelo nome de Vivo Mobile Communication no país de origem, não revelou números absolutos de vendas.

Os dados foram apresentados durante um evento na noite de hoje em São Paulo, com a presença do Tecnoblog. A estatística considera os primeiros 25 dias de comercialização. Ainda de acordo com a Jovi, já são dez produtos à venda no mercado brasileiro, um indicativo de que os chineses possuem um projeto robusto para cá.

O V70 5G traz câmera principal de 200 megapixels com estabilização óptica (OIS), zoom de até 30x com 12 megapixels e recursos de inteligência artificial para fotografia. O gerente sênior de produto Douglas Issii destacou que “o brasileiro gosta muito de fotografia”.

Jovi V70 5G tem câmera de 200 megapixels (imagem: divulgação)

O smartphone conta ainda com bateria de 7.000 mAh, carregamento rápido de 90 W, processador MediaTek Dimensity, conectividade 5G e certificações IP68 e IP69 de resistência a água e poeira.

A empresa baseou o desenvolvimento do aparelho em mais de 4 mil pesquisas de campo no país. “O consumidor final está no centro do processo de decisão, desde o desenvolvimento de produto até o marketing”, disse o diretor Andre Varga.

Segundo os dados divulgados, consumidores brasileiros utilizam mais recursos avançados de câmera – como retrato, selfie, vídeo e zoom – em comparação com a média global, onde o modo padrão predomina.

A fábrica da Jovi em Manaus teve capacidade expandida para 500 mil unidades por ano, cinco vezes mais do que em 2025. A marca ainda celebrou a presença em 1,8 mil pontos de venda.

Thássius Veloso viajou para São Paulo a convite da Jovi

Jovi amplia produção em Manaus e registra alta nas vendas do V70

Jovi amplia produção em Manaus e registra alta nas vendas do V70
Fonte: Tecnoblog

Google surpreende ao aumentar espaço e manter preço do One AI Pro

Google surpreende ao aumentar espaço e manter preço do One AI Pro

Google One AI Pro dobra capacidade máxima de armazenamento para assinantes (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Resumo

O Google One AI Pro oferece mais que o dobro de armazenamento agora: 5 TB; preço fica em  R$ 48,49 nos dois primeiros meses, depois R$ 96,99 mensais;
O plano inclui 1.000 créditos de IA para serviços como Flow e Whisk com o modelo Veo 3.1;
Outras opções para Inteligência Artificial incluem o Google One AI Plus com 200 GB e 200 créditos, e o Google One Ultra com 30 TB e 25 mil créditos.

O Google One AI Pro, assinatura para armazenamento extra na nuvem, recebeu um reajuste de espaço e agora oferece até 5 TB para os clientes. A novidade já está disponível no Brasil e sai a partir de R$ 48,49 em período promocional nos dois primeiros meses; depois, o valor volta aos R$ 96,99 originais. Esse é mais que o dobro de espaço oferecido no plano até então, que permitia guardar arquivos até 2 TB.

Agora, usuários interessados em uma quantidade menor de armazenamento podem optar pelo Google One Premium, com os mesmos 2 TB e mensalidade de R$ 49,99. Vale lembrar que os planos de IA começam em R$ 12,49 (One IA Plus de 200 GB), em preço promocional pelos seis primeiros meses.

O anúncio foi feito pelo Google nesta quarta-feira (01/04), conforme repercutiu o site especializado 9to5 Google, e logo em seguida o plano foi revisto no Brasil.

Com a novidade, agora são três opções de assinatura voltadas para o uso de inteligência artificial: Plus, Pro e Ultra. Enquanto os dois primeiros ficam em 200 GB e 5 TB, o plano mais alto permite até 30 TB de arquivos armazenados, entre fotos, documentos, emails e recursos premium de IA. Entre os serviços oferecidos pelo Google estão Gemini, NotebookLM, Flow, Whisk, entre outros.

Por que ter um plano específico de inteligência artificial?

As assinaturas oferecidas pelo Google para usuários profissionais das IAs têm, além do armazenamento extra, outras vantagens específicas. Entre elas estão a oferta de créditos de IA, que podem ser usados para acessar mais funções dentro dos serviços Flow e Whisk, voltados para criação de imagens e vídeos a partir do modelo Veo 3.1.

O plano One AI Plus, por exemplo, permite usar até 200 créditos mensais, enquanto o Google One AI Pro disponibiliza mil créditos para os usuários. Na opção Ultra, que custa elevados R$ 1.209,99 por mês, são 25 mil créditos. Este é claramente um plano mais adequado para empresas ligadas à criatividade, e não é o mais indicado para usuários que trabalham com a ferramenta de forma independente.

Recursos como o Gemini Live podem ser explorados com mais armazenamento disponível via Google One AI (imagem: divulgação)

Quem busca apenas expandir o armazenamento em serviços básicos do Google, por exemplo, pode recorrer aos planos One básicos, como o Lite, o Básico e o Padrão, com 30 GB, 100 GB e 200 GB, respectivamente. A opção Premium, por sua vez, tem 2 TB e também cobre recursos de IA.

Preços do Google One

Vamos considerar abaixo os principais planos do Google One oferecidos no Brasil, incluindo o Padrão, o AI Plus, o Premium e o AI Pro, já com os reajustes anunciados.

PadrãoAI PlusPremiumAI ProPreçoR$ 14,99R$ 12,50 (6 primeiros meses) / R$ 24,99 (padrão)R$ 49,99R$ 48,49 (2 primeiros meses) / R$ 96,99 (padrão)Armazenamento200 GB200 GB2 TB5 TBGmail, Docs, Sheets e maisSimSimSimSimCréditos de IANão200 créditos200 créditos1.000 créditosTabela elaborada pelo Tecnoblog com base em dados oficiais

Google surpreende ao aumentar espaço e manter preço do One AI Pro

Google surpreende ao aumentar espaço e manter preço do One AI Pro
Fonte: Tecnoblog

Xiaomi lança tag de rastreamento no Brasil; veja preço

Xiaomi lança tag de rastreamento no Brasil; veja preço

Diversas unidades da Xiaomi Smart Tag durante lançamento em Barcelona (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Resumo

A Xiaomi Smart Tag custa R$ 299 no Brasil e é compatível com iOS e Android, utilizando as redes Apple Find My e Android Find Hub.
O dispositivo possui Bluetooth 5.4, NFC, resistência IP67 e bateria CR2032 com duração de um ano.
A Smart Tag inclui um alto-falante integrado e um acelerômetro para alertas sonoros e notificações “anti-esquecimento”.

O mercado brasileiro de acessórios inteligentes ganhou um novo competidor de peso nesta semana: a Xiaomi oficializou a chegada da Xiaomi Smart Tag pelo preço sugerido de R$ 299. O rastreador compacto foi desenvolvido para localizar itens como chaves, malas e mochilas.

O grande diferencial do produto é a interoperabilidade: diferente dos principais rivais, o Smart Tag da Xiaomi é compatível tanto com a rede Apple Find My quanto com o Android Find Hub (o “Encontre Meu Dispositivo”, do Google).

O Tecnoblog acompanhou o anúncio global do produto durante a feira MWC 2026, em Barcelona, e agora o gadget desembarca no país para acirrar a disputa em um segmento hoje dominado por Apple e Samsung.

Xiaomi Smart Tag aposta em design minimalista e integração com Android e iPhone (imagem: reprodução/Xiaomi)

A Xiaomi Smart Tag funciona em qualquer celular?

Diferentemente da AirTag da Apple ou da Galaxy SmartTag da Samsung, que são exclusivas para seus respectivos sistemas, o dispositivo da Xiaomi é compatível com iOS e Android. Para usuários de iPhone, a integração é pelo aplicativo Buscar (Find My). O processo de pareamento permite que o item seja rastreado pela infraestrutura da Apple de forma criptografada.

Já no universo Android, a tag utiliza a rede Find Hub, que se apoia na enorme base de dispositivos com o sistema do Google para atualizar as coordenadas geográficas do objeto.

Design inclui uma abertura para chaveiros, eliminando a necessidade de capas extras (imagem: reprodução/Xiaomi)

A segurança é um ponto chave. Toda a transmissão de dados é protegida por criptografia de ponta a ponta. Isso garante que apenas o dono ou pessoas autorizadas pela função de compartilhamento familiar vejam o paradeiro do objeto. Essa função de compartilhamento, aliás, facilita a rotina de quem divide chaves de carro ou mochilas com parentes, permitindo que mais de uma pessoa monitore o mesmo item.

Além do rastreamento via mapa, o acessório possui um alto-falante integrado. Através do celular, o usuário pode emitir um alerta sonoro para encontrar itens que estejam próximos, mas fora do campo de visão, como chaves escondidas entre as almofadas do sofá ou uma carteira no fundo da bolsa.

Bluetooth 5.4, NFC e resistência IP67

Por baixo do design minimalista disponível na cor branca, o Xiaomi Smart Tag traz especificações técnicas atualizadas. O acessório utiliza o padrão Bluetooth 5.4, que consome menos energia e oferece uma conexão mais estável. O suporte a NFC também está presente: caso um desconhecido encontre uma tag perdida, basta aproximar o smartphone do sensor para que as informações de contato do proprietário apareçam na tela, facilitando a devolução.

Certificação IP67 garante funcionamento mesmo após contato com água ou chuva (imagem: reprodução/Xiaomi)

A durabilidade é outro ponto de destaque. O rastreador possui certificação IP67, o que garante proteção contra poeira e resistência à imersão a até um metro de água por 30 minutos. Quanto à autonomia, a Xiaomi adotou uma bateria substituível do tipo CR2032, com duração estimada de um ano.

O dispositivo conta ainda com um acelerômetro integrado para gerenciar alertas inteligentes: se você se afastar demais de um objeto monitorado, por exemplo, o celular envia uma notificação “anti-esquecimento”.

Preço e concorrência no Brasil

Xiaomi Smart Tag é vendido apenas na cor branca (imagem: reprodução/Xiaomi)

Confira abaixo os preços da Xiaomi Smart Tag e produtos concorrentes no mercado brasileiro:

ProdutoPreçoKit com 4 unidadesXiaomi Smart TagR$ 299,99R$ 899,99Apple AirTagR$ 369,00R$ 1.249,00Samsung Galaxy SmartTag 2R$ 349,00—Motorola Moto TagR$ 299,00R$ 1.099,00
Xiaomi lança tag de rastreamento no Brasil; veja preço

Xiaomi lança tag de rastreamento no Brasil; veja preço
Fonte: Tecnoblog

TikTok quer oferecer empréstimos e já busca licença no Brasil

TikTok quer oferecer empréstimos e já busca licença no Brasil

Plataforma inicia movimentação para transformar TikTok em fintech (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

TikTok busca aprovação do Banco Central para operar como fintech no Brasil, oferecendo contas digitais e crédito.
Segundo a agência Reuters, a plataforma solicitou duas licenças: emissor de moeda eletrônica e sociedade de crédito direto.
O movimento consolida o Brasil como um mercado prioritário para a ByteDance, controladora da plataforma.

O TikTok solicitou aprovação do Banco Central (BC) para operar como uma fintech de pagamentos e de crédito no Brasil. O objetivo da empresa, controlada pela gigante chinesa ByteDance, é oferecer serviços financeiros básicos.

De acordo com a agenda pública do BC, executivos da ByteDance — incluindo o chefe global de pagamentos da companhia, Liao Baohua — reuniram-se com o presidente do BC, Gabriel Galípolo, em Brasília, nessa terça-feira (31/03).

Segundo fontes ouvidas pela Reuters, a solicitação envolve duas licenças distintas. A primeira, de emissor de moeda eletrônica, daria ao TikTok o direito de oferecer contas de pagamento, permitindo que usuários mantenham saldo, recebam valores e façam transferências.

A segunda é para operar como sociedade de crédito direto (SCD), modalidade que autoriza a concessão de empréstimos com capital próprio ou a intermediação entre credores e tomadores. Nesse formato, a plataforma não poderia captar depósitos do público como fazem os bancos tradicionais.

O que muda para o usuário?

Certificações permitiram transferências e obtenção de crédito no app (imagem: Swello/Unsplash)

Hoje, o app já possui uma carteira interna, mas ela serve apenas para compra de moedas virtuais, envio de presentes em lives e processamento de vendas no TikTok Shop. O usuário não consegue manter saldo livre, pagar compras externas ou fazer transferências para terceiros.

Com o aval do BC, o TikTok passaria a oferecer uma conta digital nos moldes do que já fazem PicPay e Mercado Pago. A licença de SCD abriria ainda a possibilidade de oferecer crédito pessoal e parcelamentos para consumidores do TikTok Shop.

Shopee, iFood e 99Pay já trilharam a mesma rota por aqui. Mas o TikTok pode se tornar a primeira rede social de entretenimento a virar uma fintech no país. Na China, a ByteDance já opera o Douyin Pay desde 2021, competindo com carteiras estabelecidas como Alipay e WeChat Pay.

Em 2023, a empresa tentou movimento semelhante na Indonésia para alavancar seu e-commerce, mas foi proibida de processar transações diretamente e precisou recorrer a parcerias locais, segundo a Reuters.

Brasil como mercado prioritário

O pedido ao Banco Central consolida o Brasil como um mercado prioritário na expansão regional da companhia chinesa. No final do ano passado, a ByteDance anunciou um investimento superior a R$ 200 bilhões (cerca de US$ 38,4 bilhões) para a construção de um data center no país.

Com uma penetração altíssima de redes sociais, o Brasil registrou 131 milhões de usuários do TikTok maiores de 18 anos no fim de 2025, com os anúncios da plataforma alcançando 80% de todos os adultos no país, de acordo com dados da consultoria DataReportal.
TikTok quer oferecer empréstimos e já busca licença no Brasil

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Fonte: Tecnoblog

Galaxy do Brasil passa a enviar arquivos para iPhone (e funciona bem!)

Galaxy do Brasil passa a enviar arquivos para iPhone (e funciona bem!)

Galaxy S26 Ultra se comunica com iPhone próximo (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Resumo

A Samsung atualizou os Galaxy S26 no Brasil para compartilhar arquivos com iPhones via Bluetooth, preservando metadados de fotos e vídeos.
O Quick Share agora identifica iPhones próximos, permitindo envio direto de arquivos, mas não exibe nomes específicos dos dispositivos Apple.
A função requer Android com Google Play Services versão 26.11 ou superior e Quick Share atualizado, além de conexões Bluetooth e Wi-Fi ativas.

A Samsung liberou para clientes brasileiros a atualização que permite aos celulares Galaxy compartilhar arquivos diretamente com os iPhones, via Bluetooth. Esse era um pedido antigo que só se tornou viável agora. O Tecnoblog realizou testes e comprovou que a função está operando conforme o prometido.

Com a atualização de segurança de março, o Quick Share passa a identificar iPhones próximos. No nosso teste, foi possível enviar fotos diretamente de um Galaxy S26 Ultra para um iPhone 15 Pro Max sem intercorrências. Os arquivos recebidos no dispositivo da Apple mantêm os metadados, como identificação do aparelho, data, hora, ISO e foco.

A liberação dessa ferramenta é uma ótima notícia depois de anos de dificuldades para compartilhamento de arquivos entre os sistemas de duas das maiores empresas de tecnologia do planeta.

Como funciona a integração com o iPhone?

Samsung avisa sobre compartilhamento com aparelhos da Apple (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

A integração utiliza os protocolos de proximidade para permitir a visibilidade entre os sistemas. Curiosamente, o Quick Share não identifica os nomes dos iPhones ao redor, mesmo quando estão na agenda de contatos. Aparece apenas “iPhone”, o que pode dificultar a identificação em locais com muitos dispositivos da Apple.

O Quick Share compatível com AirDrop veio ativado de fábrica junto com a atualização. Ainda assim, é possível mexer nos ajustes seguindo este caminho: Config → Dispositivos conectados → Quick Share (ou Compartilhamento Rápido) → Ative a opção de Compartilhar com dispositivos Apple.

Requisitos

De acordo com a Samsung, o celular Android precisa rodar a versão 26.11 (ou superior) do Google Play Services e ter o aplicativo Quick Share atualizado pela Galaxy Store. As conexões Bluetooth e Wi-Fi de ambos os aparelhos também devem permanecer ativas durante todo o processo.

Por ora, temos notícias de que a nova ferramenta está disponível apenas para a recém-lançada linha do Galaxy S26. Existe a expectativa de que os sul-coreanos liberem mais mais dispositivos conforme disponibilizam os pacotes de segurança.

Galaxy do Brasil passa a enviar arquivos para iPhone (e funciona bem!)

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Fonte: Tecnoblog