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Samsung lança tablets S12 no Brasil; preços sobem até R$ 2 mil

Samsung lança tablets S12 no Brasil; preços sobem até R$ 2 mil

S12 Ultra e S12 Plus são os novos tablets premium da Samsung (imagem: divulgação)

Resumo

Samsung lançou os tablets Galaxy Tab S12 Ultra e Galaxy Tab S12 Plus no Brasil, com preços sugeridos de R$ 11.999 e R$ 10.499, respectivamente.
Os tablets têm baterias de 11.600 mAh e 10.600 mAh, respectivamente, e prometem até 23 horas de uso na versão mais parruda.
Os modelos trazem tela AMOLED Dinâmico 2X, processador MediaTek Dimensity 9500, Android 17 e incluem a S Pen.

A Samsung lança nesta quarta-feira os tablets Galaxy Tab S12 Ultra e Galaxy Tab S12 Plus, com preços sugeridos de R$ 11.999 e R$ 10.499, respectivamente. A versão mais parruda se destaca pela bateria para até 23 horas de uso. Os dois modelos usam o chips MediaTek Dimensity 9500, rodam Android 17 com One UI 9 e trazem S Pen e Capa Teclado Slim na caixa. Os aparelhos já estão à venda.

O Ultra chega R$ 2 mil mais caro do que a geração passada, em mais um movimento de alta de preços da Samsung: nesta semana, os smartphones básicos passaram a custar até o dobro do preço. O reajuste acompanha o encarecimento dos eletrônicos no país e no mundo, onde a cadeia de suprimentos está pressionada principalmente pela escassez de chips de memória.

Segundo o gerente sênior de tablets, wearables e notebooks da Samsung Brasil, Rafael Araujo, a base instalada de tablets premium da empresa cresceu 2,5 vezes entre janeiro de 2024 e agora, de acordo com dados internos. O lançamento nacional ocorre hoje, na sede da companhia em São Paulo, com a presença do Tecnoblog.

Como é o novo Galaxy Tab S12?

Tablets têm câmera principal de 13 MP (imagem: divulgação)

O SoC Dimensity 9500, fabricado pela MediaTek em 3 nm, traz ganhos de até 141% na NPU (unidade de processamento de IA), 48% na CPU e 67% na GPU em relação ao Galaxy Tab S10+. Na apresentação global, a comparação do Ultra foi feita com o Tab S11 Ultra: 61%, 19% e 17%, respectivamente. O resfriamento passa a usar uma câmara de vapor 3D, com área maior de dissipação de calor, para manter o desempenho em uso prolongado.

Em testes internos, a Samsung estima até 23 horas de reprodução de vídeo no Ultra e 21 horas no Plus. O carregamento de 45 W chega a 40% de carga em 30 minutos e à carga completa em até 95 minutos, segundo a empresa.

As telas são AMOLED Dinâmico 2X, com taxa de atualização de 120 Hz e brilho de pico de 1.600 nits. Quatro alto-falantes reproduzem áudio espacial de quatro canais. Os tablets têm certificação IP68 de resistência a água e poeira, incluindo a S Pen, e corpo de Armor Aluminum. O S12 Plus tem 5,3 mm de espessura e 553 g; a Samsung diz que ele é mais fino e mais leve do que o Tab S10 Plus.

Lucia Bittar traça panorama dos usos de tablets da Samsung (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

A versão Ultra mantém a tela de 14,6 polegadas, a espessura de 5,1 mm, o peso de 692 g, a bateria de 11.600 mAh e o carregamento de 45 W da geração passada. A principal troca está no chip, que substitui o Dimensity 9400+, e no sistema de resfriamento. O S12 Plus retoma a variante Plus, que não teve versão na linha S11.

A diretora de marketing da área de mobile, Lucia Bittar, destacou o forte apelo dos produtos entre os arquitetos e médicos. A linha S é reconhecida pelos ganhos de produtividade, enquanto os tablets da linha Tab A são mais utilizados para entretenimento.

Galaxy Tab S12 Ultra ou Plus: o que muda?

Confira os principais itens da ficha técnica dos aparelhos:

CaracterísticaGalaxy Tab S12 UltraGalaxy Tab S12 PlusTela14,6″; 2960 x 1848 pixels12,6″; 2800 x 1752 pixelsDimensões208,5 x 326,3 x 5,1 mm187,8 x 289,5 x 5,3 mmPeso (Wi-Fi)692 g553 gBateria11.600 mAh10.600 mAhWi-FiWi-Fi 7Wi-Fi 6ECâmeras traseiras13 MP + 8 MP (ultra wide)13 MPCâmera frontal12 MP (ultra wide)12 MP (ultra wide)RAM e armazenamento12 GB + 512 GB12 GB + 512 GBPreço sugeridoR$ 11.999R$ 10.499Tabela elaborada pelo Tecnoblog

Os dois aceitam cartão microSD de até 2 TB e têm Bluetooth 6.0 e leitor de impressão digital na tela.

Android 17, Galaxy AI e Photoshop

Galaxy Tab S12 traz Photoshop Premium pré-instalado (imagem: divulgação)

A nova interface da Samsung, chamada de One UI 9, marca presença nos dispositivos, depois de começar a se espalhar pelos smartphones. Ela se baseia no Android 17 e reúne recursos de IA como o Gemini Notebook, que junta notas, imagens, gravações e arquivos para gerar conteúdo a partir desse material. Os tablets também integram os agentes do Gemini, Bixby e Perplexity.

A nova versão do Now Brief mostra resumos e sugestões com base nos hábitos do usuário, e o Now Nudge identifica o contexto da atividade na tela e propõe ações. A tela pode ser dividida em até três áreas para rodar aplicativos ao mesmo tempo, e o Samsung DeX permite alternar entre áreas de trabalho e sugere combinações de apps. A S Pen conta com o Estúdio Criativo, que gera figurinhas, imagens de perfil e convites, e com o Notas Inteligentes.

A Samsung promete até sete gerações de atualizações do sistema e da One UI, além de sete anos de patches de segurança, contados a partir do lançamento global.

Quais apps premium são gratuitos?

Galaxy Tab S12 Ultra tem tela AMOLED de 14,6 polegadas (imagem: divulgação)

A Samsung também aposta forte na parceria com softwares de produtividade de terceiros. Por exemplo, o Photoshop vem pré-instalado, com suporte à S Pen e às ferramentas de IA generativa do Firefly. A versão para tablets fica com exclusividade na Galaxy Store por pelo menos seis meses, a partir de hoje, e os compradores ganham quatro meses de assinatura do Photoshop Premium para dispositivos móveis.

A Samsung lista ainda seis meses de Notability (no plano Plus) e de Clip Studio Paint EX; um ano de Goodnotes; seis meses de Canva Pro para novos assinantes; e 66% de desconto no LumaFusion até 30/11. A lista inclui também Notion, Noteshelf 3, ArcSite, MyScript Notes e MyScript Math. A empresa estima uma economia de até R$ 2.000 com esses benefícios. Depois do período gratuito, as assinaturas são cobradas diretamente pelos desenvolvedores, em dólar.

Preços do Galaxy Tab S12

O Galaxy Tab S12 Plus custa R$ 10.499 e o Galaxy Tab S12 Ultra, R$ 11.999, ambos com 12 GB de RAM e 512 GB. Os tablets são vendidos na cor cinza, na loja online Samsung, no app Samsung Shop e em lojas tradicionais. O parcelamento vai até 18 vezes sem juros no cartão de crédito, com parcela mínima de R$ 60.

Os parceiros têm condições próprias:

Amazon: até 21 vezes nos cartões Banco do Brasil e Santander

Magazine Luiza: até 21 vezes no cartão Magalu

Mercado Livre: até 18 vezes no Mercado Pago

Vivo: até 21 vezes em qualquer cartão

A Capa Teclado Pro, com corpo de alumínio e trackpad, é vendida separadamente, assim como a Smartbook Cover, a Frame Cover (exclusiva do Ultra) e uma película antirreflexo.

Até 1º de novembro, quem comprar um Galaxy Tab S12 pode levar o Galaxy Buds 4 por R$ 399 ou o Galaxy Buds 4 Pro por R$ 699, nos canais participantes.

O jornalista Thássius Veloso viajou para São Paulo a convite da Samsung

Samsung lança tablets S12 no Brasil; preços sobem até R$ 2 mil

Samsung lança tablets S12 no Brasil; preços sobem até R$ 2 mil
Fonte: Tecnoblog

Spotify abre catálogo de audiolivros no Brasil

Spotify abre catálogo de audiolivros no Brasil

Spotify traz audiolivros ao Brasil quatro anos após lançar o serviço (foto: Bruno Gall De Blasi/Tecnoblog)

Resumo

Spotify lançará seu serviço de audiolivros no Brasil em 15 de outubro, com mais de 6 mil títulos em português.
Os usuários terão três formas de acesso: 12 horas mensais incluídas no Premium, uma assinatura adicional chamada Audiobooks+ ou compra avulsa.
O serviço será integrado à plataforma de música e podcasts, com recursos como Page Match, que permite alternar entre livro físico e áudio.

O Spotify vai finalmente disponibilizar seu serviço de audiolivros no Brasil. A partir de 15 de outubro, a plataforma terá mais de 6 mil títulos em português no país. O anúncio foi feito pelo executivo Owen Smith, vice-presidente e chefe global de audiolivros da empresa, durante uma coletiva de imprensa acompanhada pelo Tecnoblog.

A oferta de audiolivros está disponível no exterior desde 2022, após testes realizados pela empresa no ano anterior. Em 2023, o Spotify passou a incluí-los nos planos Premium. Desde então, o catálogo cresceu para mais de 700 mil títulos distribuídos por 22 mercados. No Brasil, a empresa prevê mais de 350 mil títulos em mais de 120 idiomas.

Spotify cria assinatura dedicada a audiolivros

Audiolivros também poderão ser comprados individualmente (imagem: divulgação/Spotify)

Os usuários terão três formas de acesso. Segundo Smith, a principal será o Audiobooks+, nova assinatura que oferece uma franquia mensal de horas para ouvir audiolivros. O preço do plano no país ainda não foi divulgado.

Além disso, assinantes Spotify Premium elegíveis terão acesso a 12 horas mensais de conteúdo sem pagar uma assinatura adicional. Também será possível comprar títulos individualmente, opção disponível para usuários do plano gratuito, Premium e Audiobooks+.

Streaming aposta na integração

Os audiolivros ficarão integrados à mesma plataforma usada para ouvir músicas e podcasts. A página inicial também passará a recomendar livros de acordo com os interesses de cada usuário.

Entre os recursos disponíveis está o Page Match, que permite alternar entre um livro físico ou digital e sua versão em áudio. O usuário aponta a câmera do celular para uma página, e o Spotify identifica o trecho correspondente no audiolivro para que a reprodução continue daquele ponto.

Recurso permite alternar entre livro e audiolivro (imagem: divulgação/Spotify)

A empresa também pretende ampliar a oferta de conteúdo local. Editoras e autores independentes poderão enviar seus títulos por meio do Spotify for Authors. Os acordos não serão exclusivos, permitindo que os livros fiquem disponíveis em outras plataformas. 

A expansão ocorre enquanto o Spotify amplia sua atuação no mercado editorial. Em maio, a empresa passou a oferecer mais de 650 artigos longos de revistas em formato de áudio nos mercados onde os audiolivros estão disponíveis.

Segundo dados apresentados pela empresa, o número de ouvintes mensais de audiolivros cresceu 39% de 2025 para 2026, enquanto as horas de reprodução aumentaram 32% no mesmo período. O Spotify afirma ter mais de 800 mil títulos no catálogo global de audiolivros.
Spotify abre catálogo de audiolivros no Brasil

Spotify abre catálogo de audiolivros no Brasil
Fonte: Tecnoblog

Nintendo 64 completa 30 anos! Veja como ele mudou a história dos games

Nintendo 64 completa 30 anos! Veja como ele mudou a história dos games

Nintendo 64 desembarcou no Brasil em 1996 (arte: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

O Nintendo 64, lançado no Brasil em setembro de 1996, foi essencial para a história dos games, com jogos como The Legend of Zelda: Ocarina of Time e Mario Kart 64.
Ele introduziu o controle analógico e tecnologia de 64 bits, sendo o primeiro console a fazer isso.
O Nintendo 64 vendeu mais de 33 milhões de unidades em todo o mundo.

O Nintendo 64 é um dos consoles mais importantes da história dos games. A chegada do modelo no Brasil completou 30 anos na última terça-feira (29/09), e o videogame tem lugar marcado no coração de muitos brasileiros. Foi nele que os gamers se apaixonaram por clássicos como The Legend of Zelda: Ocarina of Time, Mario Kart 64, GoldenEye 007, entre muitos outros.

Hábitos como assoprar a fita ou chamar amigos em casa para curtir um multiplayer em tela dividida estão diretamente relacionados ao aniversariante da semana. O videogame também se destacou no design bastante característico dos anos 90, com direito à versão transparente mostrando seu circuito interno, como os igualmente saudosos iMacs.

Em resumo, se você se considera gamer hoje em dia, provavelmente o Nintendo 64 tem culpa no cartório. A seguir, vamos passar por alguns dos momentos mais curiosos da história do saudoso N64, que foi lançado primeiro no Japão, em 23 de junho de 1996, e chegou ao Brasil em 29 de setembro do mesmo ano.

1. Por que o N64 era diferente?

Nintendo 64 marcou uma revolução no mundo dos jogos (Imagem: Frédéric Bisson/Wikimedia Commons)

Em 1996, o Nintendo 64 era um misto de avanço tecnológico com algumas opções presas ao passado – tudo isso num design completamente distinto. O hardware foi pensado para mundos 3D, com correção de perspectiva, anti-aliasing (aquele serrilhado) e mapeamento de textura.

E mais importante: o controle analógico vinha na caixa, com possibilidade de movimentos graduais e em 360 graus. A gente ainda se lembra da primeira vez que utilizou o equipamento: o comando parecia confuso na comparação com os outros joysticks da época. Quem nunca se deslumbrou com o visual imersivo depois de dar um giro 360º no Mario 64?

Por outro lado, a Nintendo tomou a decisão incomum de continuar com os cartuchos, enquanto PlayStation e Sega Saturn já apostavam no CD-ROM. A mídia física da Big N carregava os jogos quase instantaneamente e podia gravar dados no próprio Game Pak. Por outro lado, oferecia bem menos espaço e encarecia a produção.

2. Parece mentira: o N64 não fez tanto sucesso no Japão

Design transparente, acabamento em plástico colorido… o Nintendo 64 é a cara dos anos 1990 (imagem: reprodução/Nintendo)

Após o grande impacto causado pelo NES (Nintendinho, para os íntimos) e pelo Super Nintendo, o N64 chegou com grande expectativa em um mercado que já tinha o PlayStation 1 e o Sega Saturn (com direito a jogos em CD e gráficos 3D). O resultado, entretanto, não foi dos melhores: no Japão, o console ficou atrás dos dois rivais, com 5,5 milhões de unidades vendidas.

Segundo site Den of Geek, um dos motivos apontados para o “insucesso” foi a ausência de jogos de RPG. Apesar disso, o N64 foi bem em outros mercados, sobretudo nos Estados Unidos. No total, mais de 33 milhões de unidades foram vendidas até o modelo ser descontinuado, em 2002.

3. Sensor de batimentos cardíacos para jogar Tetris

O console da Nintendo teve um dos controles mais estranhos da história dos games: um biossensor que vinha junto com o Tetris 64, uma versão do clássico joguinho de blocos para o N64. Curioso também era o funcionamento do acessório: para usá-lo, era necessário conectar o sensor na sua orelha, por onde conseguia medir seus batimentos cardíacos.

Uma vez “plugado”, o desafio era manter a calma para gerar as melhores peças. Caso o sensor identificasse a respiração mais acelerada, os blocos vinham em opções que dificultavam qualquer encaixe. Há quem diga que o controle também podia aumentar ou diminuir a velocidade das peças, mas essa função não estava prevista no manual.

4. Parceria com a Hyundai

Comboy 64 traz seu nome em coreano inscrito no controle e no slot de fita do console (imagem: reprodução/Consolevariations)

Talvez a versão mais rara do Nintendo 64 seja o Hyundai Comboy 64. O modelo foi fruto de uma parceria estratégica entre Nintendo e a montadora Hyundai para facilitar a entrada do console na Coreia do Sul. Isso ocorreu depois que a importação do N64 foi banida no país.

O projeto durou pouco tempo, já que as vendas foram liberadas pouco após o início da produção do Comboy. No site Consolevariations, a nota de raridade da versão é 79/100.

5. Um videogame para socializar

Havia ainda o fator social, já que o Nintendo 64 vinha com quatro entradas para controles. Naquela época, as videolocadoras ainda não haviam sido suplantadas pelo streaming, e algumas passaram a oferecer o videogame como um serviço. A molecada se reunia nas tardes dos fins de semana, comprava algumas horas de jogo e compartilhava o console. Grandes amizades surgiram ali (alguns confrontos também).

Pokemon Stadium permitia disputas entre quatro pessoas (imagem: reprodução/World of Gaming)

Foi assim com Pokémon Stadium, desenvolvido para ser multiplayer, e que permitia um sem-número de combinações para que os quatro jogadores – ou melhor, treinadores Pokémon! – se enfrentassem na tela.

Outro exemplo é o do game de 007, que trazia a história linear do agente secreto mais famoso do mundo, com missões a serem realizadas. No entanto, a graça mesmo estava em ativar o modo multiplayer, dividir a tela em quadrantes e tentar pegar os rivais em mapas 3D (não tão bem elaborados, sejamos sinceros). A imagem na TV era tão confusa que podia até atacar a labirintite daquele pai ou mãe que vinha ver se os pimpolhos estavam se comportando.

5. O primeiro console de 64 bits da história

O Nintendo 64 foi o primeiro console a utilizar a tecnologia de 64 bits no mundo, como o próprio nome entrega. Em termos práticos, isso significou um poder de processamento e velocidade de RAM muito maior que os outros consoles da época. O próprio Guinness Book reconhece isso.

Na época, a tecnologia veio como algo revolucionário. O N64 era chamado, inclusive, de “Project Reality” internamente, justamente por trazer gráficos “próximos” da realidade.

7. Dá para matar as saudades do controle

O Nintendo 64 tem um lugar tão especial no coração dos fãs que a empresa relançou seu controle para aproveitar os games clássicos disponíveis na assinatura do Nintendo Switch Online. O serviço oferece um acervo de títulos em versões próximas das originais, como Super Mario 64, Space Fox 64, GoldenEye 007, Mario Kart 64, Ocarina of Time, e outros.

Os games ficam disponíveis pela assinatura de um pacote adicional além do serviço Online do Switch. Já o controle pode ser encontrado por a partir de R$ 1.133 no e-commerce nacional. A versão tem conexão sem fio via Bluetooth, mas funciona apenas nos consoles da Nintendo. 
Nintendo 64 completa 30 anos! Veja como ele mudou a história dos games

Nintendo 64 completa 30 anos! Veja como ele mudou a história dos games
Fonte: Tecnoblog

TV 3.0: por que uma CDN importa na nova geração da TV brasileira

TV 3.0: por que uma CDN importa na nova geração da TV brasileira

Simba CDN investe em infraestrutura para DTV+ (imagem: divulgação/Simba CDN)

Resumo

A TV 3.0, ou DTV+, combina transmissão tradicional com conexão à internet, permitindo recursos interativos e conteúdos adicionais.
Essa nova geração da TV brasileira exige uma infraestrutura especializada, incluindo uma Content Delivery Network (CDN) para lidar com grande volume de acessos simultâneos e garantir entrega de conteúdo estável.
A Simba CDN, com sua infraestrutura distribuída pelo Brasil, oferece escala, performance, disponibilidade e experiência para atender às demandas da TV 3.0, possibilitando uma transição suave para a televisão conectada.

A TV 3.0 vai mudar a forma como a televisão aberta se relaciona com a internet. Além de melhorias na imagem e no som, o novo padrão brasileiro, conhecido como DTV+, combina a transmissão tradicional com uma camada conectada capaz de oferecer recursos interativos, conteúdos adicionais, aplicações e novas possibilidades de publicidade.

Essa convergência, no entanto, cria um desafio: se parte da experiência televisiva passa a depender da internet, como lidar com os dados? É nesse ponto que entram as redes de distribuição de conteúdo, como a Simba CDN.

O que muda com a TV 3.0?

A principal diferença do DTV+ está na combinação de duas formas de distribuição:

Sinal de antena (Broadcast): continua responsável pela programação linear transmitida pela antena.

Conexão de internet (Broadband): utiliza a internet para entregar conteúdos, dados, aplicações e outros recursos conectados.

Com isso, o telespectador pode acompanhar a programação normalmente e, ao mesmo tempo, acessar elementos adicionais pela internet. A modalidade abre espaço para conteúdos sob demanda, estatísticas em tempo real, experiências interativas, publicidade mais segmentada e outros serviços associados à programação.

Por que a TV 3.0 exige uma CDN?

Comportamento do público na TV aberta aumenta demanda de serviços (imagem: DC Studio/Magnific)

O comportamento da audiência televisiva é diferente das aplicações convencionais da web. Um programa de grande audiência pode levar um volume enorme de pessoas a acessar os mesmos recursos em um intervalo muito curto.

Se todas essas requisições forem direcionadas para um único servidor, a concentração de tráfego pode comprometer a entrega. Uma Content Delivery Network (CDN) ajuda a distribuir essa demanda por diferentes pontos da rede.

O que uma CDN precisa entregar

Para uma operação desse tipo, não basta distribuir arquivos. A infraestrutura precisa acompanhar a dinâmica de uma audiência de televisão.

Escala: uma CDN precisa lidar com grandes volumes de acessos simultâneos, especialmente em eventos e programas de alta audiência.

Performance: a distribuição geográfica do conteúdo reduz o caminho percorrido pelos dados e pode melhorar o tempo de resposta da conexão.

Disponibilidade: elimina a dependência de um servidor central e adiciona camadas de proteção contra ataques. O Simba CDN, por exemplo, conta com o monitoramento 24 horas de um Centro de Operação de Rede (COR) para manter o conteúdo sempre no ar.

Experiência: assegura estabilidade na entrega dos dados, garantindo que a qualidade da navegação acompanhe a excelência exigida pela televisão.

“A TV 3.0 aproxima definitivamente os universos de broadcast e internet. À medida que novas experiências passam a ser entregues também por IP, precisamos pensar em uma infraestrutura capaz de atender uma audiência com a escala da televisão. É nesse ponto que a CDN passa a ter um papel cada vez mais estratégico”, afirma Carlos Alkimim, Diretor Comercial e de Novos Negócios da Simba CDN.

Carlos Alckmin, diretor da Simba CDN (imagem: reprodução/Simba CDN)

Integração e monetização

A conexão com a internet também amplia o que pode ser feito em torno da programação.

Publicidade: Conexão com AdTechs, ad servers e sistemas de inserção dinâmica de anúncios (SSAI).

Gerenciamento: Sincronização com sistemas de orquestração e gerenciamento de conteúdo (CMS).

Processamento e reprodução: Integração contínua com plataformas de streaming, players, sistemas de armazenamento (storage) e transcoding.

Há, inclusive, uma alteração na própria cadeia audiovisual. Conteúdo, processamento, distribuição, aplicações e audiência passam a fazer parte de um fluxo mais integrado, no qual a camada digital ganha importância.

Infraestrutura local

Simba CDN tem experiência em distribuição de conteúdo para gigantes da TV aberta (imagem: divulgação/Simba CDN)

Estar próximo dos usuários reduz a distância entre o conteúdo e quem o acessa. Para isso, a Simba CDN conta com pontos de presença distribuídos pelo Brasil.

A empresa cresceu dentro do ecossistema audiovisual da Simba Content, joint venture formada por Record, RedeTV! e SBT, garantindo maior experiência para uma infraestrutura de distribuição capaz de atender às novas demandas do setor audiovisual.

“A experiência que temos com grandes operações de vídeo, somada a uma rede distribuída no Brasil e à possibilidade de integração com diferentes tecnologias da cadeia audiovisual, nos coloca em uma posição muito interessante para contribuir com essa transformação”, afirma Carlos Alkimim.

A TV 3.0 já começa a ser testada

A TV 3.0 deixou de ser um projeto puramente conceitual. Durante a SET EXPO 2026, a Simba CDN participou de uma demonstração integrada de entrega de DTV+ pela internet. O teste tinha duas etapas:

Distribuição: depois, a entrega pela rede IP era realizada pela infraestrutura da Simba CDN.

Processamento: o conteúdo audiovisual era processado e comprimido pelo Titan Live, da Ateme.

Uma nova camada para a televisão brasileira

A TV 3.0 não transforma a televisão aberta em streaming nem elimina a transmissão por antena, mas possibilita a combinação dos dois formatos.

Com presença distribuída no Brasil e experiência ligada à operação de vídeo, a Simba CDN entra nessa transição para atender às novas necessidades da televisão conectada. Conheça a Simba CDN e saiba mais sobre a infraestrutura para distribuição de conteúdo audiovisual.
TV 3.0: por que uma CDN importa na nova geração da TV brasileira

TV 3.0: por que uma CDN importa na nova geração da TV brasileira
Fonte: Tecnoblog

Redmi Note 17 chega ao Brasil com preço inicial de R$ 3.999

Redmi Note 17 chega ao Brasil com preço inicial de R$ 3.999

Nova linha apresenta três celulares focados em baterias duradouras (foto: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Resumo

A linha Redmi Note 17 da Xiaomi chega ao Brasil nesta segunda-feira (21/09), com preços a partir de R$ 3.999.
São três modelos: Redmi Note 17 5G, Redmi Note 17 Pro 5G e Redmi Note 17 Pro Max 5G.
Os aparelhos oferecem suporte à rede 5G, novo design de câmera traseira, baterias duradouras e resistência aprimorada.

A Xiaomi lança nesta segunda-feira (21/09) a linha Redmi Note 17 no Brasil, sucessora da família Redmi Note 15 apresentada em janeiro deste ano. São três novos modelos, que chegam por preços entre R$ 3.999 e R$ 6.999. Eles serão disponibilizados ainda hoje nas lojas físicas e no site oficial da marca chinesa.

Os celulares intermediários chegam com suporte à rede 5G, novo design de câmera traseira, baterias duradouras e resistência aprimorada. Mas a grande novidade é a variante Pro Max, que estreia como o modelo mais avançado da linha e traz uma bateria de 9.210 mAh.

Redmi Note 17 Pro Max 5G

Modelo Pro Max marca estreia na linha Redmi Note (Imagem: reprodução/Xiaomi)

O Redmi Note 17 Pro Max 5G traz uma câmera principal de 50 MP (f/1.59) alocada no módulo redesenhado e é o único dos quatro modelos que grava em 4K a 30 fps. O aparelho é alimentado pelo chip Snapdragon 6 Gen 5 (4 nm), com 8 GB de RAM e 512 GB de memória interna.

Com premissa de durabilidade, ele apresenta certificação SGS contra quedas, além dos selos IP66, IP68, IP69 e IP69K contra água e poeira. Inclusive, o smartphone é um dos primeiros da indústria a receber a certificação TÜV SÜD 5 estrelas de Qualidade Titan, que valida confiabilidades contra quedas, proteção à água e desempenho da bateria.

Por falar nisso, a bateria Si-C de 9.210 mAh promete autonomia de até três dias, com suporte a carregamento HyperCharge de até 100 W e recarga reversa de 27 W. Já a tela AMOLED de 6,83 polegadas de 120 Hz é compatível com HDR+ e Dolby Vision e ainda conta com proteção Gorilla Glass Victus 2.

Redmi Note 17 Pro 5G

Redmi Note 17 Pro 5G tem tela AMOLED 1.5K de 6,83″, mas sem suporte a HDR e Dolby Vision (foto: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

O Redmi Note 17 Pro 5G compartilha especificações do modelo Pro Max, mas com algumas limitações. A grande-angular traseira também é de 50 MP, mas possui abertura menor (f/1.8) e se limita a filmagens em 1080p a 30 fps. Já o processador Snapdragon 6s Gen 4 tem performance inferior e acompanha 8 GB de RAM + 512 GB de armazenamento ou 6 GB de RAM + 256 GB de memória interna.

Outras diferenças incluem a falta de suporte ao HDR10+ e Dolby Vision na tela AMOLED de 6,83 polegadas e a bateria ligeiramente menor, com 8.340 mAh de capacidade. As certificações de durabilidade são as mesmas vistas no modelo mais avançado.

Redmi Note 17 5G

Redmi Note 17 5G traz design reforçado, mas proteção contra água se limita a IP65 (imagem: reprodução/Xiaomi)

Completando a linha, o Redmi Note 17 5G se destaca pela bateria de 7.700 mAh com carregamento turbo de 45 W. Não há ultrawide como nos modelos superiores, e a câmera principal conta apenas com a grande-angular de 50 MP (f/1.8).

Para o processamento, o celular apresenta o chip Snapdragon 4 Gen 4 com 6 GB de RAM e 256 GB de armazenamento. O vidro Corning Gorilla Glass 7i protege a tela AMOLED FHD+ de 6,99 polegadas, embora a resistência contra água e poeira seja limitada à certificação IP65.

Disponibilidade e preços da linha Redmi Note 17

Como dito anteriormente, as vendas da linha Redmi Note 17 começam hoje nas lojas físicas e digitais da Xiaomi.

Os preços de lançamento são:

Redmi Note 17 Pro Max 5G (8 GB + 512 GB): R$ 6.999,99

Redmi Note 17 Pro 5G (8 GB + 512 GB): R$ 5.999,99

Redmi Note 17 Pro 5G (6 GB + 256 GB): R$ 4.999,99

Redmi Note 17 5G (6 GB + 256 GB): R$ 3.999,99

Nas próximas semanas, os celulares chegarão a marketplaces parceiros e, a partir de outubro, ao varejo.
Redmi Note 17 chega ao Brasil com preço inicial de R$ 3.999

Redmi Note 17 chega ao Brasil com preço inicial de R$ 3.999
Fonte: Tecnoblog

Apple lança iPhone 18 Pro hoje no Brasil

Apple lança iPhone 18 Pro hoje no Brasil

iPhone 18 Pro Max estreia nova cor (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Resumo

Início oficial das vendas no varejo brasileiro acontece hoje (18), acompanhando o calendário dos Estados Unidos.
Preços partem de R$ 11.999 (iPhone 18 Pro) e R$ 12.999 (iPhone 18 Pro Max), representando um aumento de R$ 500 frente à geração anterior.
Principais destaques incluem a inédita lente de abertura variável, o chip A20 Pro de 2 nanômetros e baterias que prometem até 45 horas de uso.

A Apple inicia hoje (18) as vendas oficiais dos novos iPhone 18 Pro e iPhone 18 Pro Max no Brasil, com preços a partir de R$ 11.999. Anunciados em 9 de setembro, durante um evento nos Estados Unidos , os smartphones chegam ao mercado nacional com foco em atualizações nas câmeras, na capacidade de processamento e, principalmente, na autonomia energética.

Assim como em 2025, os produtos desembarcam por aqui simultaneamente com o as vendas nos Estados Unidos, um indicativo de que a companhia passou a tratar o Brasil com maior importância, segundo fontes do mercado. Os aparelhos já vêm de fábrica rodando o sistema iOS 27. Cabe lembrar que, nesta safra, a Apple optou por lançar apenas os dispositivos com Pro no nome, enquanto os modelos mais básicos são esperados para o primeiro trimestre de 2027.

Quanto custam o iPhone 18 Pro e Pro Max no Brasil?

A nova linha de celulares premium da Apple desembarca por aqui com uma alta de R$ 500 em relação ao ano anterior. O iPhone 18 Pro tem preço sugerido a partir de R$ 11.999 (256 GB), enquanto o iPhone 18 Pro Max começa em R$ 12.999 (256 GB).

Traçando um comparativo com a família passada, o iPhone 17 Pro estreou no mercado brasileiro em 2025 custando R$ 11.499 na versão básica, de 256 GB. Já o iPhone 17 Pro Max chegou ao país por R$ 12.499.

ArmazenamentoiPhone 18 ProiPhone 18 Pro Max256 GBR$ 11.999R$ 12.999512 GBR$ 13.499R$ 14.4991 TBR$ 16.499R$ 17.4992 TBR$ 20.999R$ 21.999Compilação feita pelo Tecnoblog

A Apple oferece opções de parcelamento em até 12 vezes sem juros no site oficial, além de um desconto de 10% para compras à vista. Os consumidores que realizaram a reserva na pré-venda têm previsão de entrega entre os dias 7 e 15 de outubro.

Quais são as principais novidades?

Conjunto de câmeras do iPhone 18 Pro Max (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O grande destaque desta geração é a câmera principal de 48 MP, que estreia a primeira lente de abertura variável na história da Apple e permite o controle manual da entrada de luz no sensor. Segundo a Apple, a abertura de f/1.48 consegue entregar um desempenho 50% superior em fotografias noturnas ou ambientes com baixa luminosidade.

Todo o poder de fogo é comandado pelo chip A20 Pro, o primeiro da maçã fabricado na litografia de 2 nanômetros. Na prática, a sua GPU é até 40% mais veloz que a do antecessor A19 Pro, aliada a um ganho de 50% na largura de banda de memória. O componente Neural Engine também teve sua capacidade de operação duplicada justamente para rodar as novas ferramentas de IA.

Entalhe está 25% menor (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

A autonomia também foi alvo de melhorias importantes. O iPhone 18 Pro Max promete fôlego para até 45 horas de reprodução de vídeo. Já o iPhone 18 Pro alcança até 36 horas nos modelos restritos ao eSIM. O tempo na tomada encolheu. Cinco minutos de carga rendem até sete horas de tela no modelo Max, enquanto a versão Pro recupera metade da capacidade em apenas 15 minutos, conforme as projeções da Apple.

Em conectividade, a companhia introduziu o C2, um modem de celular desenvolvido internamente que diminui o consumo de energia em 15% e usa algoritmos para manter o sinal de rede mais estável. Por fim, o design frontal trouxe um refinamento no recorte da Dynamic Island, que ficou fisicamente menor, mas pode mostrar até três atividades ao vivo ao mesmo tempo sem interferir nos sensores do Face ID.
Apple lança iPhone 18 Pro hoje no Brasil

Apple lança iPhone 18 Pro hoje no Brasil
Fonte: Tecnoblog

Samsung lança Galaxy S26 FE no Brasil; veja preço

Samsung lança Galaxy S26 FE no Brasil; veja preço

Renato Citrini detalha o Galaxy S26 FE (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

A Samsung anunciou o lançamento do celular premium Galaxy S26 FE por preços a partir de R$ 5.499. As vendas começam hoje mesmo (16/09), cerca de duas semanas após o anúncio global do dispositivo. São três opções de cores: grafite, azul cobalto e verde pistache. Com isso, a linha Galaxy S fica completa para o ano de 2026.

O telefone mantém o mesmo conjunto óptico do antecessor, o Galaxy S25 FE: câmera principal de 50 MP (f/1.8, com OIS), ultrawide de 12 MP (f/2.2) e teleobjetiva de 8 MP (f/2.4, com zoom óptico de 3x e OIS). A câmera frontal tem 12 MP.

Galaxy S26 FE possui três opções de cores (imagem: divulgação)

Câmeras do S26 FE (imagem: divulgação)

As novidades de verdade estão no software. O gerente de produto sênior Renato Citrini destacou o S26 FE o My FanCam, até então exclusivo dos dobráveis da marca, que acompanha automaticamente a pessoa filmada e reenquadra o vídeo conforme ela se movimenta. Ele também citou o Super Steady com bloqueio horizontal, herdado da série Galaxy S26, e melhorias no modo noturno e no zoom entre 1x e 2x.

Já a assistente virtual com IA Bixby consegue olhar diretamente nas informações do próprio celular. “Por que o aparelho está gastando mais bateria? A Bixby responde melhor do que um buscador”, segundo Citrini.

O processador é o Exynos 2500, chip de 3 nanômetros que estreou no Galaxy Z Flip 7. A tela em AMOLED Dinâmico 2X tem 6,7 polegadas, resolução Full HD+ e taxa de atualização adaptativa de 1 Hz a 120 Hz. A bateria segue com 4.900 mAh, com carregamento de 45 W com fio e 15 W sem fio. O aparelho mede 16,16 x 7,69 x 0,74 cm, pesa 193 gramas e tem certificação IP68.

Tela do S26 FE (imagem: divulgação)

O S26 FE sai de fábrica com a One UI 9, baseada no Android 17. A Samsung promete sete anos de atualizações, o que deve levar o aparelho até o Android 24. Manter uma equipe dedicada cuidando desses softwares “gera um custo pra gente, mas queremos oferecer essa possibilidade”, segundo Citrini. Já os patches de segurança seguem até 30 de setembro de 2033.

Parte dos recursos de IA depende do Gemini, que exige assinatura; por isso, o aparelho vem com seis meses gratuitos do plano Google AI Pro para usuários elegíveis.

Preços do Galaxy S26 FE

No mercado brasileiro, o S26 FE disputa espaço com intermediários premium e topos de linha de gerações anteriores. Dentro da própria Samsung, o Galaxy S25 com 256 GB aparece atualmente na faixa dos R$ 4 mil. Entre as rivais, o Motorola Edge 70 Pro é encontrado por cerca de R$ 3,3 mil em promoções, enquanto a Xiaomi vende o Xiaomi 17T e Poco X8 Pro por R$ 8.699 e cerca de R$ 3 mil, respectivamente.

Confira os preços do S26 FE:

128 GB: R$ 5.499

256 GB: R$ 6.299

A fabricante anunciou parcerias com o varejo, com parcelamento em até 15 vezes no Mercado Livre e 21 vezes na Amazon e no Magalu, desde que o pagamento seja feito nos cartões das lojas. As operadoras Claro, TIM e Vivo também terão combos do aparelho associado a um plano de telefonia.

Thássius Veloso viajou para São Paulo a convite da Samsung
Samsung lança Galaxy S26 FE no Brasil; veja preço

Samsung lança Galaxy S26 FE no Brasil; veja preço
Fonte: Tecnoblog

Redata é sancionado pelo governo para trazer data centers ao Brasil

Redata é sancionado pelo governo para trazer data centers ao Brasil

Redata é sancionado pelo governo para trazer data centers ao Brasil (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou o Projeto de Lei 278/2026, que cria o Regime Especial de Tributação para Serviços de Data Center (Redata), oferecendo incentivos fiscais para a instalação ou expansão de data centers no Brasil.
A isenção de tributos pode alcançar R$ 5,2 bilhões em 2026, mas as empresas beneficiadas devem direcionar 2% do valor dos itens adquiridos a projetos de pesquisa e desenvolvimento ligados à economia digital do país.
O Redata visa diminuir a dependência do Brasil de data centers no exterior, já que cerca de 60% das cargas de trabalho digital do país dependem de serviços prestados no exterior.

Depois de ter sido aprovado pelo Senado, o Projeto de Lei 278/2026, que cria o Regime Especial de Tributação para Serviços de Data Center (Redata), foi sancionado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Trata-se de uma medida que gera incentivos fiscais para a instalação ou expansão de data centers no Brasil.

A votação do Redata pelo Senado Federal ocorreu no início deste mês de setembro. Já a assinatura presidencial foi efetuada na última terça-feira (15/09). Com isso, os tributos PIS/Cofins, PIS/Cofins-Importação, Imposto de Importação (II) e Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) podem ser suspensos por cinco anos na aquisição de equipamentos direcionados a data centers.

Nos cálculos do governo, a isenção de tributos proporcionada pelo Redata alcançará a marca de R$ 5,2 bilhões somente em 2026. Mas há várias contrapartidas. Um exemplo: as empresas beneficiadas terão que direcionar 2% do valor dos itens adquiridos a projetos de pesquisa e desenvolvimento ligados à economia digital do país.

Redata visa diminuir a dependência do Brasil de data centers no exterior

De acordo com estimativas do Ministério da Fazenda, cerca de 60% das cargas de trabalho digital do Brasil dependem de serviços prestados no exterior, cenário que “implica riscos à soberania nacional, limita o desempenho operacional das aplicações digitais e acarreta déficits na balança comercial do setor”, ainda segundo o órgão.

Redata visa ampliar número de data centers no Brasil (imagem: Lucas Braga/Tecnoblog)

O Redata foi criado para atacar esse problema levando em consideração aspectos que o governo considera atrativos para a instalação de data centers no país, como oferta de energia renovável a preços competitivos e infraestrutura de telecomunicações apta para o tráfego internacional de dados.

Ao expandir a oferta para o Brasil, vamos propiciar a atração de empresas que vão desenvolver soluções de inteligência artificial, que vão processar seus dados no Brasil e a gente abre uma possibilidade e uma plataforma de exportação de serviços e desenvolvimento.

Rogério Ceron, secretário-executivo do Ministério da Fazenda

Contudo, ainda há alguns pontos do Redata que precisam ser regulamentados. Um deles é a definição objetiva do que pode ser considerado uma fonte de energia de baixo carbono, fator que faz parte das exigências ambientais da iniciativa.

Saiba mais sobre o Redata aqui.

Com informações de Mobile Time
Redata é sancionado pelo governo para trazer data centers ao Brasil

Redata é sancionado pelo governo para trazer data centers ao Brasil
Fonte: Tecnoblog

Apple leva streaming e jogos para o iCloud+, mas Brasil fica de fora

Apple leva streaming e jogos para o iCloud+, mas Brasil fica de fora

iCloud+ agora inclui Apple TV e Arcade em mais de 100 países (imagem: reprodução/Apple)

Resumo

A Apple expandiu o iCloud+ para incluir o Apple TV e o Apple Arcade sem custo adicional em mais de 100 países.
A expansão não inclui o Brasil, Estados Unidos e países da União Europeia até o momento.
O iCloud+ mais barato, com 50 GB de armazenamento, sai por R$ 5,90 no Brasil, enquanto o Apple One, que inclui iCloud+, Apple TV, Apple Music e Apple Arcade, parte de R$ 47,90.

A Apple acaba de turbinar o iCloud+ de um modo deveras interessante: agora, assinantes do serviço em mais de 100 países passam a contar com o Apple TV e o Apple Arcade sem custo adicional na assinatura. Infelizmente, o Brasil não está entre os mercados beneficiados. Estados Unidos e União Europeia também ficaram de fora.

Trata-se de uma decisão inesperada, pois a Apple já oferece um “combo” de serviços: trata-se do Apple One, que inclui iCloud+, Apple TV, Apple Music e Apple Arcade.

No Brasil, o Apple One parte de R$ 47,90 por mês. Já o iCloud+ começa em R$ 5,90 mensais (50 GB), mas é focado em armazenamento de dados e backup, além de oferecer alguns recursos de segurança, como a função Ocultar Meu E-mail.

Agora vem a parte interessante: a inclusão do Apple TV e do Apple Arcade ao iCloud+ nos países beneficiados vale até para o plano mais barato, de 50 GB de capacidade, justamente o que custa R$ 5,90 por mês no Brasil. Consegue imaginar como seria pagar esse valor e ter direito, também, ao serviço de streaming de vídeo e à plataforma de jogos da Apple?

Para facilitar os cálculos sobre o quanto você poderia economizar, a tabela abaixo apresenta os preços do Apple One, do Apple TV e do iCloud+ no Brasil:

ServiçoPreçoRecursosiCloud+ (50 GB)R$ 5,90 / mês50 GB de armazenamento + recursos de privacidade (Ocultar Meu E-mail, Retransmissão Privada)iCloud+ (200 GB)R$ 19,90 / mês200 GB de armazenamento + recursos de privacidade, compartilhamento com a famíliaiCloud+ (2 TB)R$ 66,90 / mês2 TB de armazenamento + recursos de privacidade, compartilhamento com a famíliaiCloud+ (6 TB)R$ 199,90 / mês6 TB de armazenamento + recursos de privacidade, compartilhamento com a famíliaiCloud+ (12 TB)R$ 399,90 / mês12 TB de armazenamento + recursos de privacidade, compartilhamento com a famíliaApple TV (Mensal)R$ 34,90 / mêsAcesso ao catálogo do streaming da AppleApple TV (Anual)R$ 279,00 / anoAcesso ao catálogo do streaming da AppleApple One (Individual)R$ 47,90 / mêsiCloud+ (50 GB), Apple TV, Apple Music e Apple ArcadeApple One (Familiar)R$ 64,90 / mêsiCloud+ (200 GB), Apple TV, Apple Music e Apple Arcade (até 5 pessoas)Apple One (Premium)R$ 104,90 / mêsiCloud+ (2 TB), Apple TV, Apple Music, Apple Arcade e Apple Fitness+ (até 5 pessoas)

Planos do iCloud+ no Brasil (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Por que o Brasil ficou de fora da expansão do iCloud+?

Presumivelmente, porque em mercados como Brasil, Estados Unidos e países da União Europeia os pacotes Apple One já contam com uma base significativa de usuários. A expansão do iCloud+ nessas regiões poderia “canibalizar” esses planos.

Em linhas gerais, os mais de 100 países beneficiados com a expansão são aqueles em que a adesão ao Apple One ou ao Apple TV é baixa. Este parece ser um movimento da Apple para expandir a sua plataforma de streaming e levar o Apple Arcade junto, portanto.

Entre os países que passam a contar com a novidade estão: Índia, Arábia Saudita, Singapura, Turquia, Emirados Árabes Unidos, Belize, Guiana, Bahamas, Barbados, Jamaica, Dominica, Granada, Montserrat, Santa Lúcia, Trinidad e Tobago.

Nos mercados contemplados, usuários do Apple TV ou do Apple Arcade serão migrados automaticamente para o iCloud+. Os pacotes Apple One continuarão sendo oferecidos a quem já é assinante, mas não haverá liberação de novas assinaturas.
Apple leva streaming e jogos para o iCloud+, mas Brasil fica de fora

Apple leva streaming e jogos para o iCloud+, mas Brasil fica de fora
Fonte: Tecnoblog

Operadoras do Brasil terão função para usar o mesmo número em dois iPhones

Operadoras do Brasil terão função para usar o mesmo número em dois iPhones

Claro, TIM e Vivo são as maiores operadoras de telefonia do país (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

As principais operadoras de telefonia móvel do Brasil, incluindo a Claro e a Vivo, confirmaram ao Tecnoblog que planejam oferecer o recurso iPhone Handoff, que permite usar o mesmo número em dois iPhones.
A funcionalidade é restrita a prestadoras dos EUA e da Alemanha, mas as operadoras brasileiras estão preparando as providências técnicas para oferecer o recurso aos consumidores quando estiver disponível.
O iPhone Handoff permite que dois iPhones sejam sincronizados, recebendo chamadas e mensagens SMS e correios de voz em ambos os dispositivos, sendo possível graças ao uso de eSIM.

As maiores operadoras de telefonia móvel do Brasil confirmaram ao Tecnoblog que vão oferecer o novo recurso que permite usar o mesmo número em dois iPhones. A novidade foi apresentada pela Apple nesta semana, junto com o iPhone 18 Pro, o inédito iPhone Duo e outros dispositivos com a marca da maçã.

Por enquanto, a ferramenta é restrita a prestadoras dos Estados Unidos e da Alemanha, mas já está no radar das companhias brasileiras. Os representantes da Claro me disseram que, assim que estiver liberada para outros países, vão tomar as providências técnicas para que ela seja ofertada aos consumidores.

Tela de configurações do iPhone Handoff (imagem: pdfu/MacRumors)

Já a Vivo nos contou que “estuda desenvolver a funcionalidade de ativação do eSIM em mais de um smartphone da Apple”. Cabe lembrar que, do ponto de vista técnico, a funcionalidade do iPhone Handoff só é possível para os adeptos de eSIM, sem possibilidade de implementação para clientes com chip físico.

A ideia é simples, mas interessante: os dois iPhones ficam sincronizados e tocam ao mesmo tempo. Aquele que o usuário optar por usar automaticamente recebe a chamada. Hoje em dia, isso não é possível entre telefones, mas já existem implementações similares combinando, por exemplo, o iPhone e o Apple Watch.

Além das chamadas, a tecnologia da Apple também consegue replicar mensagens SMS e correios de voz entre os dois dispositivos – basta ser abastado o suficiente para ter dois iPhone.

Em nota ao Tecnoblog, a TIM declarou que também vai desenvolver a função “nos próximos meses”, sem decretar um prazo.

O iPhone Handoff chega aos usuários americanos na próxima semana, como parte das novidades do iOS 27.

Operadoras do Brasil terão função para usar o mesmo número em dois iPhones

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Fonte: Tecnoblog