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Samsung libera One UI 8.5 para vários celulares Galaxy; Brasil está na fila

Samsung libera One UI 8.5 para vários celulares Galaxy; Brasil está na fila

Galaxy S25 está entre os aparelhos que começaram a receber a One UI 8.5 (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Resumo

A Samsung começou a liberar a versão final da interface One UI 8.5 para diversos celulares da linha Galaxy, começando pela Coreia do Sul, segundo o site oficial da marca.
A interface chega aos seguintes celulares e tablets: Galaxy S25, Galaxy S25 Plus, Galaxy S25 Ultra, Galaxy S24, Galaxy S24 Plus, Galaxy S24 Ultra, Galaxy Z Fold 6, Galaxy Z Flip 6, linha Galaxy Tab S11 e linha Galaxy Tab S10.
A novidade deve chegar ao mercado brasileiro a partir de 14 de maio, começando pelos smartphones da linha Galaxy S25 e expandindo para os demais modelos gradativamente.

A Samsung começou a liberar a versão final da interface One UI 8.5 para diversos celulares da linha Galaxy nesta quarta-feira (06/05), após um extenso período de testes. Até então, somente os smartphones lançados em 2026, como o Galaxy S26, contavam oficialmente com a novidade.

Como de hábito, a liberação começou para consumidores baseados na Coreia do Sul. Outros mercados serão atendidos nas próximas semanas ou meses, de modo progressivo.

Quando a One UI 8.5 chegará ao Brasil?

O Brasil não está nesta primeira leva expectativa é de que os usuários brasileiros recebam a novidade a partir de 14 de maio. Provavelmente, a liberação começará pelos smartphones da linha Galaxy S25 e será expandida aos demais modelos gradativamente, da mesma maneira que acontece em outras partes do mundo.

One UI 8.5 no Galaxy S26 Ultra (imagem: Ana Marques/Tecnoblog)

A One UI 8.5 está chegando para quais aparelhos?

De acordo com a Samsung, a versão final da One UI 8.5 está sendo liberada para os seguintes celulares e tablets:

Galaxy S25

Galaxy S25 Plus

Galaxy S25 Ultra

Galaxy S25 FE

Galaxy S24

Galaxy S24 Plus

Galaxy S24 Ultra

Galaxy S24 FE

Galaxy Z Fold 7

Galaxy Z Fold 6

Galaxy Z Flip 7

Galaxy Z Flip 6

Linha Galaxy Tab S11

Linha Galaxy Tab S10

É importante reforçar que a linha Galaxy S26 já conta com a One UI 8.5. O mesmo vale para outros smartphones lançados pela Samsung em 2026, como o Galaxy A37 e o Galaxy A57.

Outros dispositivos serão beneficiados em etapas futuras. Eis a lista de modelos Galaxy que devem receber a One UI 8.5.

O que a One UI 8.5 oferece?

A One UI 8.5 oferece um pacote de pequenos e médios aprimoramentos que, juntos, a tornam bastante interessante. Entre eles, podemos destacar:

interface com ajustes de design, novos efeitos visuais em menus e otimização de navegação;

Now Bar com widget de alarme;

ocultação por IA de dados sensíveis em fotos (como números de documentos);

função Math Solver (para equações matemáticas) no Samsung Notes;

Bixby integrada com os recursos de IA do Perplexity;

filtro de chamadas potencializado com IA;

mecanismo que pode “silenciar” aplicativos que emitem muitas notificações.

Samsung libera One UI 8.5 para vários celulares Galaxy; Brasil está na fila

Samsung libera One UI 8.5 para vários celulares Galaxy; Brasil está na fila
Fonte: Tecnoblog

Golpe do sequestro de reserva usa dados reais de hotéis para enganar brasileiros

Golpe do sequestro de reserva usa dados reais de hotéis para enganar brasileiros

Golpe utiliza dados precisos de hospedagens para aumentar a taxa de sucesso (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

Com a proximidade das férias de meio de ano e dos próximos feriados, o aumento no volume de viajantes em plataformas de reservas acendeu um alerta no setor de segurança cibernética. Pesquisadores da Norton identificaram um novo golpe convincente, batizado de “Sequestro de Reservas”, que mira os consumidores logo após a confirmação da hospedagem. Diferentemente do phishing tradicional, esta tática utiliza dados reais da viagem para enganar as vítimas e induzi-las a realizar pagamentos indevidos.

Para entender a mecânica e o alcance dessa ameaça, o Tecnoblog conversou com o diretor de IA e inovação da Norton, Iskander Sanchez-Rola. O executivo detalhou como a operação funciona e forneceu respostas que mapeiam o impacto do golpe no Brasil, revelando que o país já é um dos principais alvos da fraude.

Golpe altamente direcionado

De acordo com os dados apresentados pela Norton, o impacto no país é expressivo. “O Brasil ocupa a terceira posição entre os países com maior número de detecções de golpes nesse tipo de campanha, com várias centenas de casos — aproximadamente 1.000”, revela o executivo.

No cenário global, a companhia estima que a campanha já mirou cerca de 12 mil clientes. A maior parte fica no Reino Unido e na Alemanha, seguidos pelo Brasil, com França e Itália completando a lista. A análise técnica da Norton leva em consideração os quatro primeiros meses de 2026.

Como os bandidos obtêm os dados reais das reservas?

A sofisticação do golpe está na origem do vazamento dos dados, que não ocorre nos dispositivos dos usuários, mas sim na cadeia de prestadores de serviço. O diretor de IA e inovação na Norton explica que a dinâmica da invasão é baseada no comprometimento de contas de terceiros: “Nesse tipo de ataque, os cibercriminosos obtêm acesso às informações ao comprometer contas de parceiros em plataformas como o Booking.com, incluindo hotéis e outros provedores de hospedagem”.

Apesar da escrita em inglês, o uso de dados reais ajuda a enganar as vítimas (imagem: reprodução/Norton)

Com o acesso aos painéis administrativos dos hotéis, os invasores coletam dados autênticos – como datas da estadia e referências de pagamento. Em seguida, utilizam essas informações para elaborar mensagens que aparentam ser legítimas, muitas vezes enviadas pelos próprios canais da plataforma de reservas ou por email que imitam a identidade visual do hotel.

O objetivo é enviar solicitações urgentes de pagamento sob a falsa ameaça de cancelamento, enganando o usuário que, ao ver dados tão precisos sobre sua viagem, baixa a guarda e confia no remetente. Embora o Brasil seja um alvo central, as mensagens fraudulentas são principalmente escritas em inglês, mesmo quando direcionadas a brasileiros, destaca a Norton.

Como se proteger?

Por ser um golpe altamente direcionado, o sequestro de reservas não alcança os mesmos volumes de campanhas de fraude em massa. No entanto, sua taxa de convencimento exige cautela.

Para evitar cair na cilada, a principal recomendação é manter o ceticismo com qualquer mensagem recebida após o fechamento da reserva, especialmente as que pedem ações rápidas. Caso receba uma notificação exigindo validação de cartão de crédito ou pagamentos adicionais através de links externos, não conclua a transação.

O Tecnoblog separou mais algumas dicas de segurança:

Contate o hotel: se houver qualquer dúvida sobre uma cobrança, use um canal de comunicação independente (como o telefone oficial listado no site do hotel) para verificar a veracidade da solicitação.

Verifique a URL: golpistas costumam criar sites com domínios quase idênticos aos originais, mudando apenas um caractere.

Atenção aos links externos: plataformas como Booking ou Airbnb recomendam que toda a transação financeira seja feita nos próprios aplicativos ou sites.

Ative o 2FA: mantenha a autenticação de dois fatores ativa em todas as suas contas de viagem e e-mail. Isso dificulta que terceiros acessem suas informações de reserva caso obtenham sua senha.

Golpe do sequestro de reserva usa dados reais de hotéis para enganar brasileiros

Golpe do sequestro de reserva usa dados reais de hotéis para enganar brasileiros
Fonte: Tecnoblog

Modo Xbox chega oficialmente ao Windows 11

Modo Xbox chega oficialmente ao Windows 11

Modo Xbox chega oficialmente ao Windows 11 (imagem: reprodução/Microsoft)

Resumo

Modo Xbox foi oficialmente lançado no Windows 11, após fase de teste, permitindo que usuários transformem área de trabalho em painel de jogos em tela cheia;
recurso proporciona acesso rápido a jogos instalados e disponíveis via Xbox Game Pass, e proporciona menos distrações;
Microsoft iniciou a liberação do Modo Xbox de forma gradual em “mercados selecionados”, o que inclui o Brasil.

Depois de uma fase de testes, o Modo Xbox (Xbox Mode) tornou-se oficial no Windows 11. O recurso, que transforma a área de trabalho do sistema operacional em uma espécie de painel de jogos em tela cheia, começou a ser liberado pela Microsoft para usuários finais, estejam eles usando notebooks, desktops ou tablets.

A proposta é um tanto óbvia: permitir que você tenha acesso rápido ao seu acervo de jogos, bem como possa jogá-los com menos risco de se distrair com outro recurso do computador. Para isso, o novo modo tenta reproduzir, no PC, a experiência de jogar no Xbox, tanto quanto possível.

O acervo de jogos que pode ser acessado inclui tanto aqueles que foram instalados no computador pelas vias tradicionais quanto títulos disponíveis via Xbox Game Pass e outras plataformas compatíveis com o Windows.

É claro que o seu PC continua disponível para outras tarefas: você pode entrar e sair do Modo Xbox a qualquer momento.

Modo Xbox tem origem nos portáteis ROG Xbox Ally

O Modo Xbox é o nome de um recurso que, até recentemente, a Microsoft chamava de Xbox Full Screen Experience (Xbox FSE). O FSB foi implementado inicialmente na linha de portáteis ROG Xbox Ally como uma interface que otimiza a experiência do usuário com esse tipo de dispositivo.

Vem daí outra característica importante do Modo Xbox: a facilidade de navegação por meio de joysticks (e não somente por teclado e mouse, como é típico de PCs).

Com o passar dos meses, a Microsoft expandiu o recurso para outros PCs portáteis para jogos e, no fim de 2025, confirmou a liberação do então XBox FSB para notebooks, desktops e tablets que rodam o Windows 11. A promessa começou a ser cumprida agora.

Xbox FSE para Windows 11, agora chamado de Modo Xbox (imagem: reprodução/Microsoft)

Disponibilidade do Modo Xbox no Windows 11

De acordo com a Microsoft, o Modo Xbox já começou a ser liberado. Porém, esse é um processo gradual, que pode levar semanas ou até meses para cobrir todos os PCs.

Como o recurso está sendo disponibilizado via atualização do Windows 11, habilitar a opção “Obter as atualizações mais recentes assim que elas estiverem disponíveis” no Windows Update pode apressar o processo, como a própria Microsoft sugere (isso se o recurso já não estiver ativado, é claro).

Mas grande parte dos usuários terá mesmo que ter paciência. A Microsoft afirma que a liberação começou em “mercados selecionados”. Eis, porém, uma boa notícia para nós: o Brasil está entre esses mercados.
Modo Xbox chega oficialmente ao Windows 11

Modo Xbox chega oficialmente ao Windows 11
Fonte: Tecnoblog

Sky renova marca e confirma internet por satélite no Brasil

Sky renova marca e confirma internet por satélite no Brasil

O novo logotipo da Sky (imagem: reprodução/Sky)

Resumo

Sky renova sua marca e confirma plano para oferecer internet via satélite no Brasil, além de serviços de telefonia móvel;
empresa passa a ter cinco divisões: Sky (TV por assinatura), Sky+ (TV ao vivo e streaming), Sky Empresas (TV para estabelecimentos), Sky Móvel (telefonia 4G e 5G) e Sky Link (internet por satélite);
na Sky Móvel, planos incluem opções de 6 GB a 50 GB, com preços variando de R$ 29,90 a R$ 89,90.

Aquela Sky que atuava apenas com TV por assinatura realmente ficou no passado. A companhia também já vende planos de streaming por meio da plataforma Sky+ e, agora, se prepara para oferecer internet via satélite (Sky Link). Para representar a nova fase, a Sky acabou de renovar a sua identidade visual.

O novo logotipo não é, exatamente… novo. O símbolo é muito parecido com o que é adotado pela Sky britânica, com a diferença de que, lá, a marca é colorida. No Brasil e em outros países da América Latina, o logotipo é todo vermelho.

Esse é um detalhe curioso, pois a Sky britânica é uma empresa diferente da Sky da América do Sul, que é controlada pela Waiken ILW. De acordo com o Teletime, houve um acordo entre ambas as partes para que um logotipo similar ao da companhia britânica fosse adotado no Brasil e países vizinhos.

Mais importante, porém, é o que essa mudança representa. O rebranding vem para fazer a Sky estabelecer-se em cinco divisões principais, com as duas últimas sendo novas. São elas:

Sky: planos de TV por assinatura

Sky+: TV ao vivo e streaming

Sky Empresas: planos de TV para bares, hotéis, academias e afins

Sky Móvel: planos de telefonia 4G e 5G

Sky Link: internet por assinatura

Esse novo posicionamento expressa uma transformação profunda. Aos 30 anos de nossa operação no Brasil, somos uma marca que evoluiu junto com seus clientes e que hoje conecta entretenimento, tecnologia e serviços em um ecossistema integrado.

Eduardo Bernstein, diretor de Comunicação da Sky Brasil

Sky passa a ter 5 divisões principais (imagem: reprodução/Sky)

O que é a Sky Móvel?

A Sky Móvel e Sky Link são as divisões que mais chamam a atenção nesta nova fase. Falando da primeira, a Sky Móvel estreou neste mês de abril como uma operadora móvel virtual (MVNO). Como o Tecnoblog revelou com exclusividade, trata-se de uma parceria estabelecida com a Surf Telecom.

Os planos oferecidos no momento, todos pós, são estes (valores sem considerar promoções):

Sky Móvel 6 GB: R$ 29,90

Sky Móvel 15 GB: R$ 39,90

Sky Móvel 30 GB: R$ 69,90

Sky Móvel 50 GB: R$ 89,90

E o que é a Sky Link?

A Sky Link surge para concorrer com a Starlink na oferta de acesso à internet via satélite. Para tanto, a Sky utilizará os serviços do Amazon Leo que, assim como a Starlink, operará com satélites de órbita baixa.

Mas, como a rede de satélites da Amazon ainda não está operando comercialmente, não há data confirmada para a estreia da Sky Link. Mas podemos esperar por novidades em breve, afinal, a previsão é a de que o Amazon Leo comece a funcionar ainda em 2026.
Sky renova marca e confirma internet por satélite no Brasil

Sky renova marca e confirma internet por satélite no Brasil
Fonte: Tecnoblog

Exclusivo: Xiaomi 17T passa na Anatel e já pode ser lançado no Brasil

Exclusivo: Xiaomi 17T passa na Anatel e já pode ser lançado no Brasil

Câmera teleobjetiva do Xiaomi 17T deve receber upgrade (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Resumo

Xiaomi 17T passou na Anatel e já pode ser vendido no Brasil.
Celular terá câmera melhorada e possível bateria de 6.500 mAh.
O aparelho será fabricado na China e seu lançamento é esperado para maio.

O Xiaomi 15T vai receber um sucessor em breve: o Xiaomi 17T passou na Anatel e está a caminho do Brasil. O novo smartphone topo de linha vinha aparecendo em vazamentos, e seu lançamento é esperado para maio. O modelo foi homologado com o código 2602DPT53G a pedido da DL, que representa a fabricante no país.

A documentação não deixa espaço para dúvidas, já que nela consta o nome comercial “Xiaomi 17T”. Ela também revela o design do aparelho, com fotos externas.

Xiaomi 17T consta na certificação da Anatel (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

O design não muda muito em relação ao antecessor: visualmente a principal diferença está no flash, que deixa a localização no “cooktop” e passa a ficar logo ao lado do módulo das câmeras.

Apesar dos rumores apontarem que as câmeras se manterão similares, é possível notar nas imagens que o Xiaomi 17T possui uma teleobjetiva diferente, provavelmente utilizando uma lente periscópica com um zoom maior, como o Xiaomi 15T Pro já oferece.

Por dentro, é esperado um SoC Dimensity 8500, que é ligeiramente melhor que o 8400 Ultra do 15T. O smartphone deve chegar já com Android 16. O certificado também revela a presença de Wi-Fi 6 (sem 6 GHz), Bluetooth, 5G e NFC, características esperadas de um modelo dessa faixa de mercado.

Carregador Xiaomi MDY-15-ET de 67 W (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Na caixa do modelo vendido oficialmente no mercado brasileiro virá o carregador MDY-15-ET, de 67 Watts. Ele recarregará a bateria BM6U, de 6.360 mAh nominais — capacidade que se alinha com os 6.500 mAh típicos que os rumores e vazamentos apontam, com um aumento de 1.000 mAh em relação ao Xiaomi 15T.

Segundo a documentação, o smartphone será fabricado na China. Além disso, ele deverá ter um irmão maior, o Xiaomi 17T Pro, com especificações superiores, mas que ainda não está certificado no Brasil.

Quando chega?

Não temos previsão de quando exatamente será o lançamento, nem valores. Para comparação, o Xiaomi 15T chegou por aqui em outubro de 2025, custando R$ 7.499.
Exclusivo: Xiaomi 17T passa na Anatel e já pode ser lançado no Brasil

Exclusivo: Xiaomi 17T passa na Anatel e já pode ser lançado no Brasil
Fonte: Tecnoblog

Tinder terá polêmica verificação por íris para combater perfis de IA

Tinder terá polêmica verificação por íris para combater perfis de IA

Tinder ganha nova camada de segurança, mas serviço é proibido no Brasil (imagem: Unsplash/Good Faces Agency)

Resumo

Tinder anuncia reconhecimento de íris para combater perfis falsos com IA.
O reconhecimento de íris ocorre via World ID, parceria com a Tools for Humanity, empresa cofundada por Sam Altman, CEO da Open AI.
A novidade foi testada no Japão e chega em outras partes do mundo em breve, com bônus e selo de verificação para usuários que fizerem a checagem.
No Brasil, o World ID foi proibido em janeiro de 2025 pela Autoridade Nacional de Proteção de Dados.

O Tinder anunciou uma nova ferramenta para combater casos de catfish utilizando inteligência artificial na plataforma: o reconhecimento de íris via World ID. A novidade fica disponível a partir do serviço World graças a uma parceria com a Tools for Humanity, empresa cofundada por Sam Altman, CEO da Open AI.

Nos países em que estará disponível, o reconhecimento de íris do Tinder será no próprio app, com direito a bônus para usados os usuários que fizerem a checagem. Eles ganharão selo de verificado. Não há informações sobre banimento de contas sem essa confirmação.

O recurso foi testado no Japão e chega em outras partes do mundo “em breve”. Essa tecnologia, vale lembrar, está proibida no Brasil, após decisão da ANPD. Ou seja: nada de World ID no Tinder BR, pelo menos por enquanto.

Dispositivo da World é uma das opções para criar World ID, disponível também via app (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

IA em golpes de namoro

O reconhecimento de íris é um “passo natural” da plataforma, de acordo com o Match Group, dono do Tinder. Vale lembrar que o app de namoro já exige um vídeo de verificação de humanidade para seus usuários, e o World ID vem como uma camada extra de combate a golpes.

Segundo a Comissão Federal de Comércio dos Estados Unidos, usuários de apps de namoro perderam US$ 1 bilhões em fraudes somente em 2025, o que dá cerca de R$ 5 bilhões. Além disso, trazendo para a realidade brasileira, a Meta processou duas empresas e duas pessoas por produzirem deepfakes do médico Drauzio Varella para vender medicamentos falsos na internet.

Deepfakes com IA levam empresas a buscarem novas soluções de segurança (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Segundo a BBC, uma usuária do Tinder no Reino Unido afirmou que 30% das contas visualizadas ao navegar pelo app são de bots, com descrições, melhorias e até mesmo chat com IA. Um levantamento da Norton divulgado em janeiro também reforça esse relato, apontando que mais da metade dos usuários de aplicativos de namoro nos EUA já se encontraram em situações do tipo.

Por que o World ID foi proibido no Brasil?

No Brasil, o serviço que oferece a criação da World ID não está disponível desde o início de 2025, por decisão da ANPD. Isso porque a proposta do então Worldcoin era oferecer dinheiro aos participantes do projeto que fizessem a leitura de íris. A Coordenação-Geral de Fiscalização CGF) da autarquia federal entendeu que essa oferta “interfere na livre manifestação da vontade do indivíduo” e pode influenciar pessoas em posição de vulnerabilidade.

Por aqui, continua valendo o Face Check, verificação facial anunciada em dezembro de 2025. A ferramenta funciona de forma semelhante ao reconhecimento feito em apps de banco, e promete reforçar a segurança contra perfis falsos, deepfakes e entrada de menores de idade.

Tinder terá polêmica verificação por íris para combater perfis de IA

Tinder terá polêmica verificação por íris para combater perfis de IA
Fonte: Tecnoblog

Check-in digital em hotéis já é obrigatório no Brasil

Check-in digital em hotéis já é obrigatório no Brasil

Página do FNRH Digital (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

Resumo

check-in com FNRH Digital substitui fichas em papel no cadastro de hóspedes e padroniza o procedimento em todo o Brasil;
FNRH Digital foi criada pelo Serpro sob orientação do Ministério do Turismo para reduzir tempo no check-in e erros de preenchimento;
sistema usa QR Code ou link, e login Gov.br para pré-preencher dados do hóspede.

Esta segunda-feira (20/04) foi definida como o último dia de prazo para que serviços de hospedagem como hotéis e pousadas de todo o Brasil adotem o sistema da Ficha Nacional de Registro de Hóspedes (FNRH Digital), que vem sendo chamado informalmente de “check-in digital”. O objetivo é substituir as fichas em papel no cadastro de hóspedes.

De fato, é comum gastar preciosos minutos fazendo cadastro ao dar entrada em um hotel ou pousada. Durante o procedimento, é necessário informar dados como nome completo, RG, CPF, endereço de residência e meios de contato para, no fim, assinar um formulário em papel.

Nos horários mais movimentados, quando muitos hóspedes chegam de uma vez para fazer check-in, a espera para o procedimento ser realizado pode ser longa e cansativa.

Com a FNRH Digital, esse problema tende a ficar no passado. O sistema foi criado pelo Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro) sob orientação do Ministério do Turismo para padronizar o check-in em todo o Brasil, o que deve tornar o procedimento não só mais rápido, como também menos suscetível a erros de preenchimento.

Como funciona o check-in digital?

Ao chegar a um serviço de hospedagem, o cliente deve ler, com seu celular, um QR Code que leva para a FNRH Digital. Totens para esse fim também podem ser disponibilizados. No sistema, a pessoa deve fazer login usando a sua conta Gov.br para seus dados de hospedagem serem pré-preenchidos.

O hotel ou pousada também pode enviar o link do check-in digital por e-mail, WhatsApp ou outro meio para que o cliente realize o procedimento antecipadamente, tal como nos serviços de check-in de voos comerciais. Assim, o hóspede só precisa apresentar seu documento de identidade na recepção para retirar a chave ou cartão de acesso ao quarto.

Vale destacar que a autenticação do hóspede com uma conta Gov.br é recomendada, mas não obrigatória. Quem optar pelo não uso desse método tem a opção de preencher o formulário eletrônico da FNRH Digital. É possível também preencher dados de dependentes.

O formulário digital também é oferecido a estrangeiros que, como tal, não têm CPF. Neste caso, os dados devem ser informados tendo o número de passaporte como ponto de partida.

Em todos os casos, os dados dos usuários são resguardados com base na Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).

FNRH Digital agiliza check-in em serviços de hospedagem (imagem: Roberto Castro/MTur).

Já posso usar a FNRH Digital na minha próxima hospedagem?

Depende. O sistema em si já é funcional e começou a ser disponibilizado para as empresas de hospedagem em novembro de 2025. O problema é que grande parte dos estabelecimentos do setor ainda não se adequou ao novo sistema, que é de implementação obrigatória. A data limite para isso é 20 de abril de 2026, ou seja, hoje.

De acordo com uma apuração do próprio Ministério do Turismo, mais de 3.400 serviços de hospedagem já aderiram à FNRH Digital, mas o Brasil conta, atualmente, com 19.231 estabelecimentos do tipo (considerando as empresas que estão devidamente inseridas no Cadastro de Prestadores de Serviços Turísticos — Cadastur).

Ainda não está claro se haverá um novo prazo, embora isso possa ocorrer devido ao fato de muitos serviços de hospedagem enfrentarem dificuldades técnicas para aderir à FNRH Digital.

De todo modo, as expectativas do governo para o pleno funcionamento do sistema são grandes:

Hotéis, pousadas, resorts e outros meios de hospedagem vão passar a oferecer um check-in muito mais ágil, confortável e seguro. Além de eliminar o uso de papel e contribuir para a sustentabilidade ambiental do nosso país, a nova ficha digital vai facilitar a vida de todos: do hóspede, que não perderá mais tempo com procedimentos demorados em balcões de recepção; e dos empreendedores do setor, que vão ter menos custos e poderão aprimorar seus negócios.

Gustavo Feliciano, Ministro do Turismo

Check-in digital em hotéis já é obrigatório no Brasil

Check-in digital em hotéis já é obrigatório no Brasil
Fonte: Tecnoblog

Starlink fecha parceria no Brasil para ampliar internet via satélite

Starlink fecha parceria no Brasil para ampliar internet via satélite

Starlink é o serviço de internet via satélite desenvolvido pela SpaceX (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

Starlink firmou parceria com a Alares para venda conjunta de planos de internet no Brasil.
O acordo mira regiões sem fibra óptica, como áreas rurais e localidades mais afastadas, e deve ser divulgado em maio.
Os planos devem repetir as ofertas da Starlink no Brasil, com velocidades a partir de 100 Mb/s por R$ 149 por mês.

A Starlink firmou uma parceria com a Alares para ampliar a oferta de seus serviços no Brasil. O acordo prevê a venda conjunta de planos de internet, combinando a infraestrutura de satélites de Elon Musk com a operação comercial da operadora brasileira, segundo informações do jornal Estadão.

As empresas devem focar em regiões onde a fibra óptica não chega, como áreas rurais e localidades mais afastadas. Apuramos aqui no Tecnoblog que a Alares é o quinto maior provedor de internet do Brasil, e consta na Anatel como Giga Mais Fibra. 

De acordo com o jornal, o lançamento das ofertas está previsto para maio. Os planos devem replicar os mesmos já disponíveis diretamente pela Starlink no mercado brasileiro, com velocidades a partir de 100 Mb/s a R$ 149 por mês.

No final de janeiro, a Starlink bateu a marca de 1 milhão de clientes em solo nacional. Já a Alares possui 129 lojas físicas e tem mais de 820 mil clientes registrados na Anatel até fevereiro de 2026. A companhia é controlada pela Grain Management, gestora dos EUA de fundos de private equity.

Vale lembrar que a Amazon tem um projeto semelhante na América do Sul: a companhia de Jeff Bezos fechou um acordo com a Vrio em 2024 para oferecer internet por satélite do Amazon Leo na região. A Vrio controla a Sky no Brasil e a Directv em países vizinhos.
Starlink fecha parceria no Brasil para ampliar internet via satélite

Starlink fecha parceria no Brasil para ampliar internet via satélite
Fonte: Tecnoblog

Veja a posição do Brasil no ranking de preços de banda larga

Veja a posição do Brasil no ranking de preços de banda larga

Estudo global avaliou os custos de mais de 2.600 planos (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

A plataforma Broadband Genie analisou tarifas em 214 países e mais de 2.600 planos, com dados coletados do fim de janeiro ao início de fevereiro de 2026.
O Brasil ocupa a 47ª posição no ranking de preços de banda larga fixa com custo médio mensal de US$ 23,08 (cerca de R$ 114).
A banda larga mais barata é do Irã, com US$ 2,61 ao mês (R$ 13), enquanto a internet mais cara é em Wallis e Futuna: US$ 373,88/mês (mais de R$ 1.850).

O acesso à internet de alta velocidade facilita desde o trabalho remoto até serviços de saúde e educação. Para mapear o custo dessa conectividade ao redor do globo, a plataforma britânica de comparação de preços Broadband Genie fez uma classificação: o Brasil ocupa a 47ª posição da lista, próximo das regiões que cobram mais barato.

O levantamento analisou tarifas de banda larga fixa em 214 nações. Os dados, coletados entre o final de janeiro e o início de fevereiro de 2026, avaliaram mais de 2.600 planos de provedores locais para criar um cenário das tendências de precificação.

Provedores regionais baratearam os preços

O mercado brasileiro de telecomunicações passou por uma transformação nos últimos anos, impulsionada especialmente pelos provedores regionais de internet. O aumento da concorrência fora dos grandes centros e a substituição das antigas redes de cobre pela fibra óptica ajudaram a democratizar o acesso e a manter os preços em um patamar competitivo. O custo médio mensal, segundo o estudo, é de US$ 23,08 (cerca de R$ 114, na cotação atual).

Embora o usuário brasileiro ainda esbarre em questões de estabilidade e qualidade de atendimento, do ponto de vista financeiro, o valor médio cobrado por aqui é mais acessível do que em diversos mercados de primeiro mundo.

Expansão dos provedores regionais barateou a internet fixa no país (imagem: Glenn Carstens-Peters/Unsplash)

Estados Unidos e Canadá cobram mais caro

Outra constatação do estudo é que riqueza nacional não é sinônimo de internet mais barata. A América do Norte é a segunda sub-região mais cara do planeta para se contratar banda larga, com um custo médio mensal de US$ 98,40 (quase R$ 490).

Os Estados Unidos, por exemplo, amargam a 167ª posição na tabela geral, cobrando em média US$ 80 por mês de seus assinantes. O Canadá aparece um pouco melhor, em 130º lugar, com a tarifa na casa dos US$ 55,26. Segundo o especialista da Broadband Genie Alex Tofts, mercados consolidados sofrem com um custo de vida geral elevado, o que encarece a mão de obra, as operações técnicas e o repasse ao bolso do consumidor.

O Leste Europeu, por outro lado, trilhou um caminho diferente. A sub-região apresenta um custo médio de apenas US$ 15,76 (menos de R$ 80). “As redes de cobre existentes eram tão inadequadas que os provedores optaram diretamente pela fibra ótica, em vez de desperdiçar dinheiro tentando atualizar linhas obsoletas”, explica Tofts.

Qual país cobra mais barato (e mais caro)?

Quando olhamos para o topo do ranking, a banda larga mais barata do mundo está no Irã, com um custo médio de apenas US$ 2,61 (R$ 13). O baixo valor, no entanto, se deve à forte depreciação do rial iraniano frente ao dólar. O portal The Register destaca a ironia desse primeiro lugar, lembrando que o governo local costuma restringir o acesso à internet dos cidadãos durante tensões geopolíticas.

Logo atrás, aparece a Ucrânia (US$ 5,35), que mantém redes de fibra eficientes mesmo em meio ao conflito no país, seguida por Etiópia (US$ 6,46), Bangladesh (US$ 7,38) e Mongólia (US$ 7,41).

Na outra ponta da tabela, a fatura pesa para quem vive isolado. O território de Wallis e Futuna, no Pacífico Sul, tem a internet mais cara do planeta: US$ 373,88 por mês (mais de R$ 1.850). O valor no arquipélago, com cerca de 11 mil habitantes, mostra na prática a dificuldade logística de instalar e manter redes em ilhas remotas.

Metodologia

Para garantir a precisão da comparação, a pesquisa avaliou contratos em diversas faixas de velocidade. Planos corporativos, pacotes combinados (como combos de TV a cabo e telefonia) e taxas de instalação foram excluídos para encontrar o custo real da conexão.

No entanto, há uma ressalva importante: todos os preços foram simplesmente convertidos de moedas locais para dólares americanos. Isso significa que o levantamento não cruza o valor da fatura de internet com a renda média da população.

Portanto, embora a banda larga de US$ 15 no Leste Europeu seja, por exemplo, numericamente mais em conta que a de US$ 55 no Canadá, o impacto real dessa conta mensal no orçamento doméstico do trabalhador local pode contar uma história diferente.
Veja a posição do Brasil no ranking de preços de banda larga

Veja a posição do Brasil no ranking de preços de banda larga
Fonte: Tecnoblog

Amazon Leo: rival da Starlink chega em meados de 2026, diz CEO

Amazon Leo: rival da Starlink chega em meados de 2026, diz CEO

Project Kuiper passou a se chamar Amazon Leo em novembro de 2025 (imagem: divulgação/Amazon)

Resumo

Amazon Leo (antigo Project Kuiper) está nos preparativos finais para a estreia de seu serviço de internet por satélites de órbita terrestre baixa;
CEO da Amazon, Andy Jassy, afirmou a investidores que lançamento oficial está previsto para meados de 2026;
plano é oferecer taxas de download de até 1 Gb/s, mas serviço deve atender a empresas e governos inicialmente.

O Amazon Leo, serviço de acesso à internet via satélites que vem para concorrer com a Starlink, já tem data de lançamento. Ou quase isso: o CEO da empresa declarou recentemente que o início das operações da novidade está previsto para “meados de 2026”.

Convém relembrar que Amazon Leo é a atual denominação do Project Kuiper. A mudança de nome ocorreu em novembro de 2025, em parte para descrever a principal característica dessa divisão: LEO é uma sigla para Low Earth Orbit, ou Órbita Terrestre Baixa, que é o nível no qual os satélites do serviço operam.

A declaração sobre o início das operações do Amazon Leo foi dada pelo CEO da Amazon, Andy Jassy, em carta a acionistas. No documento, o executivo cita a previsão de lançamento de modo indireto, quando comentava que o serviço já tem acordos com governos e empresas:

Embora o lançamento oficial do Amazon Leo esteja previsto para meados de 2026, já temos compromissos de receita significativos vindos de empresas e governos.

Mais recentemente, a Delta Airlines, a companhia aérea com maior faturamento do mundo, anunciou que escolheu o Amazon Leo para seu futuro Wi-Fi e começará com 500 aeronaves em 2028. Ela se junta a outros clientes do Leo, como JetBlue, AT&T, Vodafone, Directv Latin America, Rede Nacional de Banda Larga da Austrália, NASA e outros.

Andy Jassy, CEO da Amazon

Antena Ultra da Amazon Leo que promete até 1Gb/s de download (imagem: divulgação/Amazon)

Amazon Leo promete ser mais rápido do que a Starlink

A carta de Jassy tende a ser bem recebida por investidores e futuros clientes porque sinaliza que finalmente o projeto virará realidade. A Amazon vinha (ou vem) enfrentando dificuldades para tirar o Leo do papel.

Mas a espera pode valer a pena. Em novembro, a Amazon anunciou uma antena que pode oferecer download de até 1 Gb/s. Para você ter ideia do que isso significa frente à concorrência, a Starlink trabalha atualmente com taxa de download máxima na casa dos 400 Mb/s.

Os planos para o Amazon Leo são audaciosos. Além de velocidades elevadas, a companhia quer oferecer cobertura global. Isso inclui a América do Sul e, com efeito, o Brasil: basta nos lembrarmos do acordo que a Amazon fechou com a Vrio em 2024 para oferecer internet por satélite na região. A Vrio controla a Sky no Brasil e a Directv em países vizinhos.

Mas os desafios continuam. Sabe-se, por exemplo, que o Amazon Leo tem cerca de 240 satélites em órbita atualmente, um número baixo para uma cobertura verdadeiramente global. Por conta disso, é provável que, na fase inicial, o serviço de internet do Amazon Leo seja oferecido somente a empresas e governos, tal como Andy Jassy dá a entender em sua carta.
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Fonte: Tecnoblog