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Nintendo 64 completa 30 anos! Veja como ele mudou a história dos games

Nintendo 64 completa 30 anos! Veja como ele mudou a história dos games

Nintendo 64 desembarcou no Brasil em 1996 (arte: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

O Nintendo 64, lançado no Brasil em setembro de 1996, foi essencial para a história dos games, com jogos como The Legend of Zelda: Ocarina of Time e Mario Kart 64.
Ele introduziu o controle analógico e tecnologia de 64 bits, sendo o primeiro console a fazer isso.
O Nintendo 64 vendeu mais de 33 milhões de unidades em todo o mundo.

O Nintendo 64 é um dos consoles mais importantes da história dos games. A chegada do modelo no Brasil completou 30 anos na última terça-feira (29/09), e o videogame tem lugar marcado no coração de muitos brasileiros. Foi nele que os gamers se apaixonaram por clássicos como The Legend of Zelda: Ocarina of Time, Mario Kart 64, GoldenEye 007, entre muitos outros.

Hábitos como assoprar a fita ou chamar amigos em casa para curtir um multiplayer em tela dividida estão diretamente relacionados ao aniversariante da semana. O videogame também se destacou no design bastante característico dos anos 90, com direito à versão transparente mostrando seu circuito interno, como os igualmente saudosos iMacs.

Em resumo, se você se considera gamer hoje em dia, provavelmente o Nintendo 64 tem culpa no cartório. A seguir, vamos passar por alguns dos momentos mais curiosos da história do saudoso N64, que foi lançado primeiro no Japão, em 23 de junho de 1996, e chegou ao Brasil em 29 de setembro do mesmo ano.

1. Por que o N64 era diferente?

Nintendo 64 marcou uma revolução no mundo dos jogos (Imagem: Frédéric Bisson/Wikimedia Commons)

Em 1996, o Nintendo 64 era um misto de avanço tecnológico com algumas opções presas ao passado – tudo isso num design completamente distinto. O hardware foi pensado para mundos 3D, com correção de perspectiva, anti-aliasing (aquele serrilhado) e mapeamento de textura.

E mais importante: o controle analógico vinha na caixa, com possibilidade de movimentos graduais e em 360 graus. A gente ainda se lembra da primeira vez que utilizou o equipamento: o comando parecia confuso na comparação com os outros joysticks da época. Quem nunca se deslumbrou com o visual imersivo depois de dar um giro 360º no Mario 64?

Por outro lado, a Nintendo tomou a decisão incomum de continuar com os cartuchos, enquanto PlayStation e Sega Saturn já apostavam no CD-ROM. A mídia física da Big N carregava os jogos quase instantaneamente e podia gravar dados no próprio Game Pak. Por outro lado, oferecia bem menos espaço e encarecia a produção.

2. Parece mentira: o N64 não fez tanto sucesso no Japão

Design transparente, acabamento em plástico colorido… o Nintendo 64 é a cara dos anos 1990 (imagem: reprodução/Nintendo)

Após o grande impacto causado pelo NES (Nintendinho, para os íntimos) e pelo Super Nintendo, o N64 chegou com grande expectativa em um mercado que já tinha o PlayStation 1 e o Sega Saturn (com direito a jogos em CD e gráficos 3D). O resultado, entretanto, não foi dos melhores: no Japão, o console ficou atrás dos dois rivais, com 5,5 milhões de unidades vendidas.

Segundo site Den of Geek, um dos motivos apontados para o “insucesso” foi a ausência de jogos de RPG. Apesar disso, o N64 foi bem em outros mercados, sobretudo nos Estados Unidos. No total, mais de 33 milhões de unidades foram vendidas até o modelo ser descontinuado, em 2002.

3. Sensor de batimentos cardíacos para jogar Tetris

O console da Nintendo teve um dos controles mais estranhos da história dos games: um biossensor que vinha junto com o Tetris 64, uma versão do clássico joguinho de blocos para o N64. Curioso também era o funcionamento do acessório: para usá-lo, era necessário conectar o sensor na sua orelha, por onde conseguia medir seus batimentos cardíacos.

Uma vez “plugado”, o desafio era manter a calma para gerar as melhores peças. Caso o sensor identificasse a respiração mais acelerada, os blocos vinham em opções que dificultavam qualquer encaixe. Há quem diga que o controle também podia aumentar ou diminuir a velocidade das peças, mas essa função não estava prevista no manual.

4. Parceria com a Hyundai

Comboy 64 traz seu nome em coreano inscrito no controle e no slot de fita do console (imagem: reprodução/Consolevariations)

Talvez a versão mais rara do Nintendo 64 seja o Hyundai Comboy 64. O modelo foi fruto de uma parceria estratégica entre Nintendo e a montadora Hyundai para facilitar a entrada do console na Coreia do Sul. Isso ocorreu depois que a importação do N64 foi banida no país.

O projeto durou pouco tempo, já que as vendas foram liberadas pouco após o início da produção do Comboy. No site Consolevariations, a nota de raridade da versão é 79/100.

5. Um videogame para socializar

Havia ainda o fator social, já que o Nintendo 64 vinha com quatro entradas para controles. Naquela época, as videolocadoras ainda não haviam sido suplantadas pelo streaming, e algumas passaram a oferecer o videogame como um serviço. A molecada se reunia nas tardes dos fins de semana, comprava algumas horas de jogo e compartilhava o console. Grandes amizades surgiram ali (alguns confrontos também).

Pokemon Stadium permitia disputas entre quatro pessoas (imagem: reprodução/World of Gaming)

Foi assim com Pokémon Stadium, desenvolvido para ser multiplayer, e que permitia um sem-número de combinações para que os quatro jogadores – ou melhor, treinadores Pokémon! – se enfrentassem na tela.

Outro exemplo é o do game de 007, que trazia a história linear do agente secreto mais famoso do mundo, com missões a serem realizadas. No entanto, a graça mesmo estava em ativar o modo multiplayer, dividir a tela em quadrantes e tentar pegar os rivais em mapas 3D (não tão bem elaborados, sejamos sinceros). A imagem na TV era tão confusa que podia até atacar a labirintite daquele pai ou mãe que vinha ver se os pimpolhos estavam se comportando.

5. O primeiro console de 64 bits da história

O Nintendo 64 foi o primeiro console a utilizar a tecnologia de 64 bits no mundo, como o próprio nome entrega. Em termos práticos, isso significou um poder de processamento e velocidade de RAM muito maior que os outros consoles da época. O próprio Guinness Book reconhece isso.

Na época, a tecnologia veio como algo revolucionário. O N64 era chamado, inclusive, de “Project Reality” internamente, justamente por trazer gráficos “próximos” da realidade.

7. Dá para matar as saudades do controle

O Nintendo 64 tem um lugar tão especial no coração dos fãs que a empresa relançou seu controle para aproveitar os games clássicos disponíveis na assinatura do Nintendo Switch Online. O serviço oferece um acervo de títulos em versões próximas das originais, como Super Mario 64, Space Fox 64, GoldenEye 007, Mario Kart 64, Ocarina of Time, e outros.

Os games ficam disponíveis pela assinatura de um pacote adicional além do serviço Online do Switch. Já o controle pode ser encontrado por a partir de R$ 1.133 no e-commerce nacional. A versão tem conexão sem fio via Bluetooth, mas funciona apenas nos consoles da Nintendo. 
Nintendo 64 completa 30 anos! Veja como ele mudou a história dos games

Nintendo 64 completa 30 anos! Veja como ele mudou a história dos games
Fonte: Tecnoblog

TV 3.0: por que uma CDN importa na nova geração da TV brasileira

TV 3.0: por que uma CDN importa na nova geração da TV brasileira

Simba CDN investe em infraestrutura para DTV+ (imagem: divulgação/Simba CDN)

Resumo

A TV 3.0, ou DTV+, combina transmissão tradicional com conexão à internet, permitindo recursos interativos e conteúdos adicionais.
Essa nova geração da TV brasileira exige uma infraestrutura especializada, incluindo uma Content Delivery Network (CDN) para lidar com grande volume de acessos simultâneos e garantir entrega de conteúdo estável.
A Simba CDN, com sua infraestrutura distribuída pelo Brasil, oferece escala, performance, disponibilidade e experiência para atender às demandas da TV 3.0, possibilitando uma transição suave para a televisão conectada.

A TV 3.0 vai mudar a forma como a televisão aberta se relaciona com a internet. Além de melhorias na imagem e no som, o novo padrão brasileiro, conhecido como DTV+, combina a transmissão tradicional com uma camada conectada capaz de oferecer recursos interativos, conteúdos adicionais, aplicações e novas possibilidades de publicidade.

Essa convergência, no entanto, cria um desafio: se parte da experiência televisiva passa a depender da internet, como lidar com os dados? É nesse ponto que entram as redes de distribuição de conteúdo, como a Simba CDN.

O que muda com a TV 3.0?

A principal diferença do DTV+ está na combinação de duas formas de distribuição:

Sinal de antena (Broadcast): continua responsável pela programação linear transmitida pela antena.

Conexão de internet (Broadband): utiliza a internet para entregar conteúdos, dados, aplicações e outros recursos conectados.

Com isso, o telespectador pode acompanhar a programação normalmente e, ao mesmo tempo, acessar elementos adicionais pela internet. A modalidade abre espaço para conteúdos sob demanda, estatísticas em tempo real, experiências interativas, publicidade mais segmentada e outros serviços associados à programação.

Por que a TV 3.0 exige uma CDN?

Comportamento do público na TV aberta aumenta demanda de serviços (imagem: DC Studio/Magnific)

O comportamento da audiência televisiva é diferente das aplicações convencionais da web. Um programa de grande audiência pode levar um volume enorme de pessoas a acessar os mesmos recursos em um intervalo muito curto.

Se todas essas requisições forem direcionadas para um único servidor, a concentração de tráfego pode comprometer a entrega. Uma Content Delivery Network (CDN) ajuda a distribuir essa demanda por diferentes pontos da rede.

O que uma CDN precisa entregar

Para uma operação desse tipo, não basta distribuir arquivos. A infraestrutura precisa acompanhar a dinâmica de uma audiência de televisão.

Escala: uma CDN precisa lidar com grandes volumes de acessos simultâneos, especialmente em eventos e programas de alta audiência.

Performance: a distribuição geográfica do conteúdo reduz o caminho percorrido pelos dados e pode melhorar o tempo de resposta da conexão.

Disponibilidade: elimina a dependência de um servidor central e adiciona camadas de proteção contra ataques. O Simba CDN, por exemplo, conta com o monitoramento 24 horas de um Centro de Operação de Rede (COR) para manter o conteúdo sempre no ar.

Experiência: assegura estabilidade na entrega dos dados, garantindo que a qualidade da navegação acompanhe a excelência exigida pela televisão.

“A TV 3.0 aproxima definitivamente os universos de broadcast e internet. À medida que novas experiências passam a ser entregues também por IP, precisamos pensar em uma infraestrutura capaz de atender uma audiência com a escala da televisão. É nesse ponto que a CDN passa a ter um papel cada vez mais estratégico”, afirma Carlos Alkimim, Diretor Comercial e de Novos Negócios da Simba CDN.

Carlos Alckmin, diretor da Simba CDN (imagem: reprodução/Simba CDN)

Integração e monetização

A conexão com a internet também amplia o que pode ser feito em torno da programação.

Publicidade: Conexão com AdTechs, ad servers e sistemas de inserção dinâmica de anúncios (SSAI).

Gerenciamento: Sincronização com sistemas de orquestração e gerenciamento de conteúdo (CMS).

Processamento e reprodução: Integração contínua com plataformas de streaming, players, sistemas de armazenamento (storage) e transcoding.

Há, inclusive, uma alteração na própria cadeia audiovisual. Conteúdo, processamento, distribuição, aplicações e audiência passam a fazer parte de um fluxo mais integrado, no qual a camada digital ganha importância.

Infraestrutura local

Simba CDN tem experiência em distribuição de conteúdo para gigantes da TV aberta (imagem: divulgação/Simba CDN)

Estar próximo dos usuários reduz a distância entre o conteúdo e quem o acessa. Para isso, a Simba CDN conta com pontos de presença distribuídos pelo Brasil.

A empresa cresceu dentro do ecossistema audiovisual da Simba Content, joint venture formada por Record, RedeTV! e SBT, garantindo maior experiência para uma infraestrutura de distribuição capaz de atender às novas demandas do setor audiovisual.

“A experiência que temos com grandes operações de vídeo, somada a uma rede distribuída no Brasil e à possibilidade de integração com diferentes tecnologias da cadeia audiovisual, nos coloca em uma posição muito interessante para contribuir com essa transformação”, afirma Carlos Alkimim.

A TV 3.0 já começa a ser testada

A TV 3.0 deixou de ser um projeto puramente conceitual. Durante a SET EXPO 2026, a Simba CDN participou de uma demonstração integrada de entrega de DTV+ pela internet. O teste tinha duas etapas:

Distribuição: depois, a entrega pela rede IP era realizada pela infraestrutura da Simba CDN.

Processamento: o conteúdo audiovisual era processado e comprimido pelo Titan Live, da Ateme.

Uma nova camada para a televisão brasileira

A TV 3.0 não transforma a televisão aberta em streaming nem elimina a transmissão por antena, mas possibilita a combinação dos dois formatos.

Com presença distribuída no Brasil e experiência ligada à operação de vídeo, a Simba CDN entra nessa transição para atender às novas necessidades da televisão conectada. Conheça a Simba CDN e saiba mais sobre a infraestrutura para distribuição de conteúdo audiovisual.
TV 3.0: por que uma CDN importa na nova geração da TV brasileira

TV 3.0: por que uma CDN importa na nova geração da TV brasileira
Fonte: Tecnoblog

Redmi Note 17 chega ao Brasil com preço inicial de R$ 3.999

Redmi Note 17 chega ao Brasil com preço inicial de R$ 3.999

Nova linha apresenta três celulares focados em baterias duradouras (foto: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Resumo

A linha Redmi Note 17 da Xiaomi chega ao Brasil nesta segunda-feira (21/09), com preços a partir de R$ 3.999.
São três modelos: Redmi Note 17 5G, Redmi Note 17 Pro 5G e Redmi Note 17 Pro Max 5G.
Os aparelhos oferecem suporte à rede 5G, novo design de câmera traseira, baterias duradouras e resistência aprimorada.

A Xiaomi lança nesta segunda-feira (21/09) a linha Redmi Note 17 no Brasil, sucessora da família Redmi Note 15 apresentada em janeiro deste ano. São três novos modelos, que chegam por preços entre R$ 3.999 e R$ 6.999. Eles serão disponibilizados ainda hoje nas lojas físicas e no site oficial da marca chinesa.

Os celulares intermediários chegam com suporte à rede 5G, novo design de câmera traseira, baterias duradouras e resistência aprimorada. Mas a grande novidade é a variante Pro Max, que estreia como o modelo mais avançado da linha e traz uma bateria de 9.210 mAh.

Redmi Note 17 Pro Max 5G

Modelo Pro Max marca estreia na linha Redmi Note (Imagem: reprodução/Xiaomi)

O Redmi Note 17 Pro Max 5G traz uma câmera principal de 50 MP (f/1.59) alocada no módulo redesenhado e é o único dos quatro modelos que grava em 4K a 30 fps. O aparelho é alimentado pelo chip Snapdragon 6 Gen 5 (4 nm), com 8 GB de RAM e 512 GB de memória interna.

Com premissa de durabilidade, ele apresenta certificação SGS contra quedas, além dos selos IP66, IP68, IP69 e IP69K contra água e poeira. Inclusive, o smartphone é um dos primeiros da indústria a receber a certificação TÜV SÜD 5 estrelas de Qualidade Titan, que valida confiabilidades contra quedas, proteção à água e desempenho da bateria.

Por falar nisso, a bateria Si-C de 9.210 mAh promete autonomia de até três dias, com suporte a carregamento HyperCharge de até 100 W e recarga reversa de 27 W. Já a tela AMOLED de 6,83 polegadas de 120 Hz é compatível com HDR+ e Dolby Vision e ainda conta com proteção Gorilla Glass Victus 2.

Redmi Note 17 Pro 5G

Redmi Note 17 Pro 5G tem tela AMOLED 1.5K de 6,83″, mas sem suporte a HDR e Dolby Vision (foto: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

O Redmi Note 17 Pro 5G compartilha especificações do modelo Pro Max, mas com algumas limitações. A grande-angular traseira também é de 50 MP, mas possui abertura menor (f/1.8) e se limita a filmagens em 1080p a 30 fps. Já o processador Snapdragon 6s Gen 4 tem performance inferior e acompanha 8 GB de RAM + 512 GB de armazenamento ou 6 GB de RAM + 256 GB de memória interna.

Outras diferenças incluem a falta de suporte ao HDR10+ e Dolby Vision na tela AMOLED de 6,83 polegadas e a bateria ligeiramente menor, com 8.340 mAh de capacidade. As certificações de durabilidade são as mesmas vistas no modelo mais avançado.

Redmi Note 17 5G

Redmi Note 17 5G traz design reforçado, mas proteção contra água se limita a IP65 (imagem: reprodução/Xiaomi)

Completando a linha, o Redmi Note 17 5G se destaca pela bateria de 7.700 mAh com carregamento turbo de 45 W. Não há ultrawide como nos modelos superiores, e a câmera principal conta apenas com a grande-angular de 50 MP (f/1.8).

Para o processamento, o celular apresenta o chip Snapdragon 4 Gen 4 com 6 GB de RAM e 256 GB de armazenamento. O vidro Corning Gorilla Glass 7i protege a tela AMOLED FHD+ de 6,99 polegadas, embora a resistência contra água e poeira seja limitada à certificação IP65.

Disponibilidade e preços da linha Redmi Note 17

Como dito anteriormente, as vendas da linha Redmi Note 17 começam hoje nas lojas físicas e digitais da Xiaomi.

Os preços de lançamento são:

Redmi Note 17 Pro Max 5G (8 GB + 512 GB): R$ 6.999,99

Redmi Note 17 Pro 5G (8 GB + 512 GB): R$ 5.999,99

Redmi Note 17 Pro 5G (6 GB + 256 GB): R$ 4.999,99

Redmi Note 17 5G (6 GB + 256 GB): R$ 3.999,99

Nas próximas semanas, os celulares chegarão a marketplaces parceiros e, a partir de outubro, ao varejo.
Redmi Note 17 chega ao Brasil com preço inicial de R$ 3.999

Redmi Note 17 chega ao Brasil com preço inicial de R$ 3.999
Fonte: Tecnoblog

Apple lança iPhone 18 Pro hoje no Brasil

Apple lança iPhone 18 Pro hoje no Brasil

iPhone 18 Pro Max estreia nova cor (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Resumo

Início oficial das vendas no varejo brasileiro acontece hoje (18), acompanhando o calendário dos Estados Unidos.
Preços partem de R$ 11.999 (iPhone 18 Pro) e R$ 12.999 (iPhone 18 Pro Max), representando um aumento de R$ 500 frente à geração anterior.
Principais destaques incluem a inédita lente de abertura variável, o chip A20 Pro de 2 nanômetros e baterias que prometem até 45 horas de uso.

A Apple inicia hoje (18) as vendas oficiais dos novos iPhone 18 Pro e iPhone 18 Pro Max no Brasil, com preços a partir de R$ 11.999. Anunciados em 9 de setembro, durante um evento nos Estados Unidos , os smartphones chegam ao mercado nacional com foco em atualizações nas câmeras, na capacidade de processamento e, principalmente, na autonomia energética.

Assim como em 2025, os produtos desembarcam por aqui simultaneamente com o as vendas nos Estados Unidos, um indicativo de que a companhia passou a tratar o Brasil com maior importância, segundo fontes do mercado. Os aparelhos já vêm de fábrica rodando o sistema iOS 27. Cabe lembrar que, nesta safra, a Apple optou por lançar apenas os dispositivos com Pro no nome, enquanto os modelos mais básicos são esperados para o primeiro trimestre de 2027.

Quanto custam o iPhone 18 Pro e Pro Max no Brasil?

A nova linha de celulares premium da Apple desembarca por aqui com uma alta de R$ 500 em relação ao ano anterior. O iPhone 18 Pro tem preço sugerido a partir de R$ 11.999 (256 GB), enquanto o iPhone 18 Pro Max começa em R$ 12.999 (256 GB).

Traçando um comparativo com a família passada, o iPhone 17 Pro estreou no mercado brasileiro em 2025 custando R$ 11.499 na versão básica, de 256 GB. Já o iPhone 17 Pro Max chegou ao país por R$ 12.499.

ArmazenamentoiPhone 18 ProiPhone 18 Pro Max256 GBR$ 11.999R$ 12.999512 GBR$ 13.499R$ 14.4991 TBR$ 16.499R$ 17.4992 TBR$ 20.999R$ 21.999Compilação feita pelo Tecnoblog

A Apple oferece opções de parcelamento em até 12 vezes sem juros no site oficial, além de um desconto de 10% para compras à vista. Os consumidores que realizaram a reserva na pré-venda têm previsão de entrega entre os dias 7 e 15 de outubro.

Quais são as principais novidades?

Conjunto de câmeras do iPhone 18 Pro Max (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O grande destaque desta geração é a câmera principal de 48 MP, que estreia a primeira lente de abertura variável na história da Apple e permite o controle manual da entrada de luz no sensor. Segundo a Apple, a abertura de f/1.48 consegue entregar um desempenho 50% superior em fotografias noturnas ou ambientes com baixa luminosidade.

Todo o poder de fogo é comandado pelo chip A20 Pro, o primeiro da maçã fabricado na litografia de 2 nanômetros. Na prática, a sua GPU é até 40% mais veloz que a do antecessor A19 Pro, aliada a um ganho de 50% na largura de banda de memória. O componente Neural Engine também teve sua capacidade de operação duplicada justamente para rodar as novas ferramentas de IA.

Entalhe está 25% menor (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

A autonomia também foi alvo de melhorias importantes. O iPhone 18 Pro Max promete fôlego para até 45 horas de reprodução de vídeo. Já o iPhone 18 Pro alcança até 36 horas nos modelos restritos ao eSIM. O tempo na tomada encolheu. Cinco minutos de carga rendem até sete horas de tela no modelo Max, enquanto a versão Pro recupera metade da capacidade em apenas 15 minutos, conforme as projeções da Apple.

Em conectividade, a companhia introduziu o C2, um modem de celular desenvolvido internamente que diminui o consumo de energia em 15% e usa algoritmos para manter o sinal de rede mais estável. Por fim, o design frontal trouxe um refinamento no recorte da Dynamic Island, que ficou fisicamente menor, mas pode mostrar até três atividades ao vivo ao mesmo tempo sem interferir nos sensores do Face ID.
Apple lança iPhone 18 Pro hoje no Brasil

Apple lança iPhone 18 Pro hoje no Brasil
Fonte: Tecnoblog

Samsung lança Galaxy S26 FE no Brasil; veja preço

Samsung lança Galaxy S26 FE no Brasil; veja preço

Renato Citrini detalha o Galaxy S26 FE (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

A Samsung anunciou o lançamento do celular premium Galaxy S26 FE por preços a partir de R$ 5.499. As vendas começam hoje mesmo (16/09), cerca de duas semanas após o anúncio global do dispositivo. São três opções de cores: grafite, azul cobalto e verde pistache. Com isso, a linha Galaxy S fica completa para o ano de 2026.

O telefone mantém o mesmo conjunto óptico do antecessor, o Galaxy S25 FE: câmera principal de 50 MP (f/1.8, com OIS), ultrawide de 12 MP (f/2.2) e teleobjetiva de 8 MP (f/2.4, com zoom óptico de 3x e OIS). A câmera frontal tem 12 MP.

Galaxy S26 FE possui três opções de cores (imagem: divulgação)

Câmeras do S26 FE (imagem: divulgação)

As novidades de verdade estão no software. O gerente de produto sênior Renato Citrini destacou o S26 FE o My FanCam, até então exclusivo dos dobráveis da marca, que acompanha automaticamente a pessoa filmada e reenquadra o vídeo conforme ela se movimenta. Ele também citou o Super Steady com bloqueio horizontal, herdado da série Galaxy S26, e melhorias no modo noturno e no zoom entre 1x e 2x.

Já a assistente virtual com IA Bixby consegue olhar diretamente nas informações do próprio celular. “Por que o aparelho está gastando mais bateria? A Bixby responde melhor do que um buscador”, segundo Citrini.

O processador é o Exynos 2500, chip de 3 nanômetros que estreou no Galaxy Z Flip 7. A tela em AMOLED Dinâmico 2X tem 6,7 polegadas, resolução Full HD+ e taxa de atualização adaptativa de 1 Hz a 120 Hz. A bateria segue com 4.900 mAh, com carregamento de 45 W com fio e 15 W sem fio. O aparelho mede 16,16 x 7,69 x 0,74 cm, pesa 193 gramas e tem certificação IP68.

Tela do S26 FE (imagem: divulgação)

O S26 FE sai de fábrica com a One UI 9, baseada no Android 17. A Samsung promete sete anos de atualizações, o que deve levar o aparelho até o Android 24. Manter uma equipe dedicada cuidando desses softwares “gera um custo pra gente, mas queremos oferecer essa possibilidade”, segundo Citrini. Já os patches de segurança seguem até 30 de setembro de 2033.

Parte dos recursos de IA depende do Gemini, que exige assinatura; por isso, o aparelho vem com seis meses gratuitos do plano Google AI Pro para usuários elegíveis.

Preços do Galaxy S26 FE

No mercado brasileiro, o S26 FE disputa espaço com intermediários premium e topos de linha de gerações anteriores. Dentro da própria Samsung, o Galaxy S25 com 256 GB aparece atualmente na faixa dos R$ 4 mil. Entre as rivais, o Motorola Edge 70 Pro é encontrado por cerca de R$ 3,3 mil em promoções, enquanto a Xiaomi vende o Xiaomi 17T e Poco X8 Pro por R$ 8.699 e cerca de R$ 3 mil, respectivamente.

Confira os preços do S26 FE:

128 GB: R$ 5.499

256 GB: R$ 6.299

A fabricante anunciou parcerias com o varejo, com parcelamento em até 15 vezes no Mercado Livre e 21 vezes na Amazon e no Magalu, desde que o pagamento seja feito nos cartões das lojas. As operadoras Claro, TIM e Vivo também terão combos do aparelho associado a um plano de telefonia.

Thássius Veloso viajou para São Paulo a convite da Samsung
Samsung lança Galaxy S26 FE no Brasil; veja preço

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Fonte: Tecnoblog

Redata é sancionado pelo governo para trazer data centers ao Brasil

Redata é sancionado pelo governo para trazer data centers ao Brasil

Redata é sancionado pelo governo para trazer data centers ao Brasil (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou o Projeto de Lei 278/2026, que cria o Regime Especial de Tributação para Serviços de Data Center (Redata), oferecendo incentivos fiscais para a instalação ou expansão de data centers no Brasil.
A isenção de tributos pode alcançar R$ 5,2 bilhões em 2026, mas as empresas beneficiadas devem direcionar 2% do valor dos itens adquiridos a projetos de pesquisa e desenvolvimento ligados à economia digital do país.
O Redata visa diminuir a dependência do Brasil de data centers no exterior, já que cerca de 60% das cargas de trabalho digital do país dependem de serviços prestados no exterior.

Depois de ter sido aprovado pelo Senado, o Projeto de Lei 278/2026, que cria o Regime Especial de Tributação para Serviços de Data Center (Redata), foi sancionado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Trata-se de uma medida que gera incentivos fiscais para a instalação ou expansão de data centers no Brasil.

A votação do Redata pelo Senado Federal ocorreu no início deste mês de setembro. Já a assinatura presidencial foi efetuada na última terça-feira (15/09). Com isso, os tributos PIS/Cofins, PIS/Cofins-Importação, Imposto de Importação (II) e Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) podem ser suspensos por cinco anos na aquisição de equipamentos direcionados a data centers.

Nos cálculos do governo, a isenção de tributos proporcionada pelo Redata alcançará a marca de R$ 5,2 bilhões somente em 2026. Mas há várias contrapartidas. Um exemplo: as empresas beneficiadas terão que direcionar 2% do valor dos itens adquiridos a projetos de pesquisa e desenvolvimento ligados à economia digital do país.

Redata visa diminuir a dependência do Brasil de data centers no exterior

De acordo com estimativas do Ministério da Fazenda, cerca de 60% das cargas de trabalho digital do Brasil dependem de serviços prestados no exterior, cenário que “implica riscos à soberania nacional, limita o desempenho operacional das aplicações digitais e acarreta déficits na balança comercial do setor”, ainda segundo o órgão.

Redata visa ampliar número de data centers no Brasil (imagem: Lucas Braga/Tecnoblog)

O Redata foi criado para atacar esse problema levando em consideração aspectos que o governo considera atrativos para a instalação de data centers no país, como oferta de energia renovável a preços competitivos e infraestrutura de telecomunicações apta para o tráfego internacional de dados.

Ao expandir a oferta para o Brasil, vamos propiciar a atração de empresas que vão desenvolver soluções de inteligência artificial, que vão processar seus dados no Brasil e a gente abre uma possibilidade e uma plataforma de exportação de serviços e desenvolvimento.

Rogério Ceron, secretário-executivo do Ministério da Fazenda

Contudo, ainda há alguns pontos do Redata que precisam ser regulamentados. Um deles é a definição objetiva do que pode ser considerado uma fonte de energia de baixo carbono, fator que faz parte das exigências ambientais da iniciativa.

Saiba mais sobre o Redata aqui.

Com informações de Mobile Time
Redata é sancionado pelo governo para trazer data centers ao Brasil

Redata é sancionado pelo governo para trazer data centers ao Brasil
Fonte: Tecnoblog

Apple leva streaming e jogos para o iCloud+, mas Brasil fica de fora

Apple leva streaming e jogos para o iCloud+, mas Brasil fica de fora

iCloud+ agora inclui Apple TV e Arcade em mais de 100 países (imagem: reprodução/Apple)

Resumo

A Apple expandiu o iCloud+ para incluir o Apple TV e o Apple Arcade sem custo adicional em mais de 100 países.
A expansão não inclui o Brasil, Estados Unidos e países da União Europeia até o momento.
O iCloud+ mais barato, com 50 GB de armazenamento, sai por R$ 5,90 no Brasil, enquanto o Apple One, que inclui iCloud+, Apple TV, Apple Music e Apple Arcade, parte de R$ 47,90.

A Apple acaba de turbinar o iCloud+ de um modo deveras interessante: agora, assinantes do serviço em mais de 100 países passam a contar com o Apple TV e o Apple Arcade sem custo adicional na assinatura. Infelizmente, o Brasil não está entre os mercados beneficiados. Estados Unidos e União Europeia também ficaram de fora.

Trata-se de uma decisão inesperada, pois a Apple já oferece um “combo” de serviços: trata-se do Apple One, que inclui iCloud+, Apple TV, Apple Music e Apple Arcade.

No Brasil, o Apple One parte de R$ 47,90 por mês. Já o iCloud+ começa em R$ 5,90 mensais (50 GB), mas é focado em armazenamento de dados e backup, além de oferecer alguns recursos de segurança, como a função Ocultar Meu E-mail.

Agora vem a parte interessante: a inclusão do Apple TV e do Apple Arcade ao iCloud+ nos países beneficiados vale até para o plano mais barato, de 50 GB de capacidade, justamente o que custa R$ 5,90 por mês no Brasil. Consegue imaginar como seria pagar esse valor e ter direito, também, ao serviço de streaming de vídeo e à plataforma de jogos da Apple?

Para facilitar os cálculos sobre o quanto você poderia economizar, a tabela abaixo apresenta os preços do Apple One, do Apple TV e do iCloud+ no Brasil:

ServiçoPreçoRecursosiCloud+ (50 GB)R$ 5,90 / mês50 GB de armazenamento + recursos de privacidade (Ocultar Meu E-mail, Retransmissão Privada)iCloud+ (200 GB)R$ 19,90 / mês200 GB de armazenamento + recursos de privacidade, compartilhamento com a famíliaiCloud+ (2 TB)R$ 66,90 / mês2 TB de armazenamento + recursos de privacidade, compartilhamento com a famíliaiCloud+ (6 TB)R$ 199,90 / mês6 TB de armazenamento + recursos de privacidade, compartilhamento com a famíliaiCloud+ (12 TB)R$ 399,90 / mês12 TB de armazenamento + recursos de privacidade, compartilhamento com a famíliaApple TV (Mensal)R$ 34,90 / mêsAcesso ao catálogo do streaming da AppleApple TV (Anual)R$ 279,00 / anoAcesso ao catálogo do streaming da AppleApple One (Individual)R$ 47,90 / mêsiCloud+ (50 GB), Apple TV, Apple Music e Apple ArcadeApple One (Familiar)R$ 64,90 / mêsiCloud+ (200 GB), Apple TV, Apple Music e Apple Arcade (até 5 pessoas)Apple One (Premium)R$ 104,90 / mêsiCloud+ (2 TB), Apple TV, Apple Music, Apple Arcade e Apple Fitness+ (até 5 pessoas)

Planos do iCloud+ no Brasil (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Por que o Brasil ficou de fora da expansão do iCloud+?

Presumivelmente, porque em mercados como Brasil, Estados Unidos e países da União Europeia os pacotes Apple One já contam com uma base significativa de usuários. A expansão do iCloud+ nessas regiões poderia “canibalizar” esses planos.

Em linhas gerais, os mais de 100 países beneficiados com a expansão são aqueles em que a adesão ao Apple One ou ao Apple TV é baixa. Este parece ser um movimento da Apple para expandir a sua plataforma de streaming e levar o Apple Arcade junto, portanto.

Entre os países que passam a contar com a novidade estão: Índia, Arábia Saudita, Singapura, Turquia, Emirados Árabes Unidos, Belize, Guiana, Bahamas, Barbados, Jamaica, Dominica, Granada, Montserrat, Santa Lúcia, Trinidad e Tobago.

Nos mercados contemplados, usuários do Apple TV ou do Apple Arcade serão migrados automaticamente para o iCloud+. Os pacotes Apple One continuarão sendo oferecidos a quem já é assinante, mas não haverá liberação de novas assinaturas.
Apple leva streaming e jogos para o iCloud+, mas Brasil fica de fora

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Fonte: Tecnoblog

Operadoras do Brasil terão função para usar o mesmo número em dois iPhones

Operadoras do Brasil terão função para usar o mesmo número em dois iPhones

Claro, TIM e Vivo são as maiores operadoras de telefonia do país (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

As principais operadoras de telefonia móvel do Brasil, incluindo a Claro e a Vivo, confirmaram ao Tecnoblog que planejam oferecer o recurso iPhone Handoff, que permite usar o mesmo número em dois iPhones.
A funcionalidade é restrita a prestadoras dos EUA e da Alemanha, mas as operadoras brasileiras estão preparando as providências técnicas para oferecer o recurso aos consumidores quando estiver disponível.
O iPhone Handoff permite que dois iPhones sejam sincronizados, recebendo chamadas e mensagens SMS e correios de voz em ambos os dispositivos, sendo possível graças ao uso de eSIM.

As maiores operadoras de telefonia móvel do Brasil confirmaram ao Tecnoblog que vão oferecer o novo recurso que permite usar o mesmo número em dois iPhones. A novidade foi apresentada pela Apple nesta semana, junto com o iPhone 18 Pro, o inédito iPhone Duo e outros dispositivos com a marca da maçã.

Por enquanto, a ferramenta é restrita a prestadoras dos Estados Unidos e da Alemanha, mas já está no radar das companhias brasileiras. Os representantes da Claro me disseram que, assim que estiver liberada para outros países, vão tomar as providências técnicas para que ela seja ofertada aos consumidores.

Tela de configurações do iPhone Handoff (imagem: pdfu/MacRumors)

Já a Vivo nos contou que “estuda desenvolver a funcionalidade de ativação do eSIM em mais de um smartphone da Apple”. Cabe lembrar que, do ponto de vista técnico, a funcionalidade do iPhone Handoff só é possível para os adeptos de eSIM, sem possibilidade de implementação para clientes com chip físico.

A ideia é simples, mas interessante: os dois iPhones ficam sincronizados e tocam ao mesmo tempo. Aquele que o usuário optar por usar automaticamente recebe a chamada. Hoje em dia, isso não é possível entre telefones, mas já existem implementações similares combinando, por exemplo, o iPhone e o Apple Watch.

Além das chamadas, a tecnologia da Apple também consegue replicar mensagens SMS e correios de voz entre os dois dispositivos – basta ser abastado o suficiente para ter dois iPhone.

Em nota ao Tecnoblog, a TIM declarou que também vai desenvolver a função “nos próximos meses”, sem decretar um prazo.

O iPhone Handoff chega aos usuários americanos na próxima semana, como parte das novidades do iOS 27.

Operadoras do Brasil terão função para usar o mesmo número em dois iPhones

Operadoras do Brasil terão função para usar o mesmo número em dois iPhones
Fonte: Tecnoblog

Samsung prepara a chegada do Galaxy A18 ao Brasil

Samsung prepara a chegada do Galaxy A18 ao Brasil

Galaxy A18 4G em imagens vazadas (imagem: reprodução/Sammyguru)

Resumo

O Galaxy A18 4G da Samsung foi aprovado pela Anatel e pode ser vendido no Brasil.
O smartphone tem características semelhantes às do modelo antecessor, o Galaxy A17 4G, incluindo o processador MediaTek Helio G99.
A bateria do A18 4G seguirá nos 5.000 mAh, e o lançamento no Brasil é esperado nas próximas semanas.

A Samsung prepara a chegada de mais um smartphone de entrada ao Brasil. O Galaxy A18 4G recebeu a aprovação da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) na quarta-feira (09/09) e agora pode ser comercializado no país, segundo os documentos vistos em primeira mão pelo Tecnoblog.

O celular tem o código de modelo SM-A185G/DS, consistente com a numeração utilizada pela Samsung na linha A (para exemplificar, o antecessor A17 4G tem o modelo SM-A175F/DS).

Certificado de homologação do Galaxy A18 4G (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

O antecessor dá uma ideia das características e especificações que o A18 4G deve trazer, já que os vazamentos apontam para quase nenhuma novidade. De fato, os documentos da certificação revelam algumas características que corroboram a mesmice: a conectividade permanece 4G, Wi-Fi 5, Bluetooth e NFC. Por dentro, há o mesmo processador MediaTek Helio G99, utilizado desde o Galaxy A15 4G.

Se você esperava uma bateria maior com silício-carbono como os diversos concorrentes chineses tem feito, não foi dessa vez: a bateria segue nos 5.000 mAh, o mesmo componente utilizado desde o Galaxy A16 (EB-BA166ASY).

Até o design está parecido com o A17, inclusive nas cores praticamente idênticas, mas o peso aumentou 3 gramas e a espessura em 0,2 mm, possivelmente consequência do melhor grau de proteção IP, agora IP64.

A principal mudança deve ficar no preço, já que as memórias RAM e NAND estão mais caras (apesar da Samsung ser uma das fabricantes de tais memórias). No Brasil, o smartphone virá com o carregador de 15 W na caixa, como de costume.

Lançamento é esperado nas próximas semanas

O site Sammyguru, que obteve as primeiras imagens do aparelho, aponta que o varejista de onde as imagens vazaram teria o Galaxy A18 4G em estoque a partir do dia 8 de outubro. É algo que faz sentido se o aparelho for anunciado entre o fim deste mês e os primeiros dias de outubro. O smartphone deve ser lançado em conjunto com o Galaxy A08 4G, já homologado no Brasil.

Ainda não há preço no mercado nacional. Para comparação, o antecessor Galaxy A17 4G chegou ao Brasil no ano passado com preço oficial de R$ 1.399 no modelo de 4 GB de RAM e 128 GB de armazenamento, mas pode ser encontrado hoje na faixa dos R$ 800-1000, ou até menos em algumas promoções.
Samsung prepara a chegada do Galaxy A18 ao Brasil

Samsung prepara a chegada do Galaxy A18 ao Brasil
Fonte: Tecnoblog

Uber libera monitoramento em vídeo para viagens de adolescentes no Brasil

Uber libera monitoramento em vídeo para viagens de adolescentes no Brasil

Uber permite que pais acompanhem viagens dos filhos (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

Uber lançou uma ferramenta de monitoramento em vídeo para viagens de adolescentes no Brasil.
O recurso permite que os pais monitoruem as viagens de seus filhos menores de idade por meio do aplicativo.
A configuração da conta teens pode ser feita tanto pelo perfil do responsável quanto do adolescente, com opções de segurança adicionais.

A Uber lança nesta quarta-feira (09/09) um novo recurso para que pais e responsáveis monitorem em vídeo as viagens de adolescentes. A ferramenta vinculada às contas Uber Adolescentes chegou no final de agosto aos Estados Unidos e, a partir de hoje, começa a ser liberada por aqui.

Segundo a empresa, a novidade amplia a segurança para pais e adolescentes de 12 a 17 anos. Apenas os responsáveis poderão acompanhar a viagem em tempo real. Eles receberão uma notificação com a opção de assistir ao trajeto do menor por vídeo.

Ao fim da corrida, a transmissão é encerrada automaticamente. O vídeo ficará armazenado de forma criptografada e só poderá ser acessado em caso de relato de incidente de segurança.

De acordo com a Uber, a novidade responde a uma demanda dos usuários. Uma pesquisa interna mostrou que 80% dos entrevistados dizem se sentir mais seguros com a conta para adolescentes.

Vídeo é gravado pelo celular do motorista

Responsáveis receberão notificação para acompanhar a viagem em vídeo (imagem: divulgação/Uber)

Segundo a head de operações de segurança da Uber no Brasil, Araceli Almeida, a própria conta teens foi lançada para atender uma necessidade de pais e responsáveis. plataforma. “A transmissão de vídeo ao vivo chega como uma camada adicional de tranquilidade para as famílias”, afirma.

Apenas motoristas parceiros com as melhores avaliações podem realizar viagens nessa modalidade. O novo recurso se soma a outras ferramentas já disponíveis no Uber Adolescentes. Entre elas estão o U-Áudio, que permite gravar a viagem, o U-Ajuda, que identifica desvios de rota e outras situações de risco, e o U-Acompanha, que permite acompanhar o trajeto em tempo real pelo mapa.

A plataforma também oferece o U-Mulher, recurso que permite às passageiras optar por viagens com motoristas mulheres.

Como configurar a conta teens na Uber

Usuários destacam maior segurança com a conta teens (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

A configuração da conta para adolescentes no app da Uber pode ser realizada tanto pelo perfil do responsável quanto do adolescente.

Se você for o adulto, siga o passo a passo:

Vá em Conta e, depois, Família.

Selecione “Sou adulto” e, em seguida, “Adicionar adolescente.

Aqui, você precisa selecionar a idade e inserir o contato do jovem.

Para finalizar, envie o convite e aceite os termos de criação do perfil Familiar.

Já no celular do adolescente, o processo é ligeiramente diferente:

Da mesma forma, vá em Conta e selecione Família.

Aqui, escolha “Sou adolescente” e insira sua idade.

Depois, você precisa escolher um responsável a partir dos contatos.

Para finalizar, aceite os termos.

Uber libera monitoramento em vídeo para viagens de adolescentes no Brasil

Uber libera monitoramento em vídeo para viagens de adolescentes no Brasil
Fonte: Tecnoblog