Category: Brasil

Google surpreende ao aumentar espaço e manter preço do One AI Pro

Google surpreende ao aumentar espaço e manter preço do One AI Pro

Google One AI Pro dobra capacidade máxima de armazenamento para assinantes (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Resumo

O Google One AI Pro oferece mais que o dobro de armazenamento agora: 5 TB; preço fica em  R$ 48,49 nos dois primeiros meses, depois R$ 96,99 mensais;
O plano inclui 1.000 créditos de IA para serviços como Flow e Whisk com o modelo Veo 3.1;
Outras opções para Inteligência Artificial incluem o Google One AI Plus com 200 GB e 200 créditos, e o Google One Ultra com 30 TB e 25 mil créditos.

O Google One AI Pro, assinatura para armazenamento extra na nuvem, recebeu um reajuste de espaço e agora oferece até 5 TB para os clientes. A novidade já está disponível no Brasil e sai a partir de R$ 48,49 em período promocional nos dois primeiros meses; depois, o valor volta aos R$ 96,99 originais. Esse é mais que o dobro de espaço oferecido no plano até então, que permitia guardar arquivos até 2 TB.

Agora, usuários interessados em uma quantidade menor de armazenamento podem optar pelo Google One Premium, com os mesmos 2 TB e mensalidade de R$ 49,99. Vale lembrar que os planos de IA começam em R$ 12,49 (One IA Plus de 200 GB), em preço promocional pelos seis primeiros meses.

O anúncio foi feito pelo Google nesta quarta-feira (01/04), conforme repercutiu o site especializado 9to5 Google, e logo em seguida o plano foi revisto no Brasil.

Com a novidade, agora são três opções de assinatura voltadas para o uso de inteligência artificial: Plus, Pro e Ultra. Enquanto os dois primeiros ficam em 200 GB e 5 TB, o plano mais alto permite até 30 TB de arquivos armazenados, entre fotos, documentos, emails e recursos premium de IA. Entre os serviços oferecidos pelo Google estão Gemini, NotebookLM, Flow, Whisk, entre outros.

Por que ter um plano específico de inteligência artificial?

As assinaturas oferecidas pelo Google para usuários profissionais das IAs têm, além do armazenamento extra, outras vantagens específicas. Entre elas estão a oferta de créditos de IA, que podem ser usados para acessar mais funções dentro dos serviços Flow e Whisk, voltados para criação de imagens e vídeos a partir do modelo Veo 3.1.

O plano One AI Plus, por exemplo, permite usar até 200 créditos mensais, enquanto o Google One AI Pro disponibiliza mil créditos para os usuários. Na opção Ultra, que custa elevados R$ 1.209,99 por mês, são 25 mil créditos. Este é claramente um plano mais adequado para empresas ligadas à criatividade, e não é o mais indicado para usuários que trabalham com a ferramenta de forma independente.

Recursos como o Gemini Live podem ser explorados com mais armazenamento disponível via Google One AI (imagem: divulgação)

Quem busca apenas expandir o armazenamento em serviços básicos do Google, por exemplo, pode recorrer aos planos One básicos, como o Lite, o Básico e o Padrão, com 30 GB, 100 GB e 200 GB, respectivamente. A opção Premium, por sua vez, tem 2 TB e também cobre recursos de IA.

Preços do Google One

Vamos considerar abaixo os principais planos do Google One oferecidos no Brasil, incluindo o Padrão, o AI Plus, o Premium e o AI Pro, já com os reajustes anunciados.

PadrãoAI PlusPremiumAI ProPreçoR$ 14,99R$ 12,50 (6 primeiros meses) / R$ 24,99 (padrão)R$ 49,99R$ 48,49 (2 primeiros meses) / R$ 96,99 (padrão)Armazenamento200 GB200 GB2 TB5 TBGmail, Docs, Sheets e maisSimSimSimSimCréditos de IANão200 créditos200 créditos1.000 créditosTabela elaborada pelo Tecnoblog com base em dados oficiais

Google surpreende ao aumentar espaço e manter preço do One AI Pro

Google surpreende ao aumentar espaço e manter preço do One AI Pro
Fonte: Tecnoblog

Xiaomi lança tag de rastreamento no Brasil; veja preço

Xiaomi lança tag de rastreamento no Brasil; veja preço

Diversas unidades da Xiaomi Smart Tag durante lançamento em Barcelona (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Resumo

A Xiaomi Smart Tag custa R$ 299 no Brasil e é compatível com iOS e Android, utilizando as redes Apple Find My e Android Find Hub.
O dispositivo possui Bluetooth 5.4, NFC, resistência IP67 e bateria CR2032 com duração de um ano.
A Smart Tag inclui um alto-falante integrado e um acelerômetro para alertas sonoros e notificações “anti-esquecimento”.

O mercado brasileiro de acessórios inteligentes ganhou um novo competidor de peso nesta semana: a Xiaomi oficializou a chegada da Xiaomi Smart Tag pelo preço sugerido de R$ 299. O rastreador compacto foi desenvolvido para localizar itens como chaves, malas e mochilas.

O grande diferencial do produto é a interoperabilidade: diferente dos principais rivais, o Smart Tag da Xiaomi é compatível tanto com a rede Apple Find My quanto com o Android Find Hub (o “Encontre Meu Dispositivo”, do Google).

O Tecnoblog acompanhou o anúncio global do produto durante a feira MWC 2026, em Barcelona, e agora o gadget desembarca no país para acirrar a disputa em um segmento hoje dominado por Apple e Samsung.

Xiaomi Smart Tag aposta em design minimalista e integração com Android e iPhone (imagem: reprodução/Xiaomi)

A Xiaomi Smart Tag funciona em qualquer celular?

Diferentemente da AirTag da Apple ou da Galaxy SmartTag da Samsung, que são exclusivas para seus respectivos sistemas, o dispositivo da Xiaomi é compatível com iOS e Android. Para usuários de iPhone, a integração é pelo aplicativo Buscar (Find My). O processo de pareamento permite que o item seja rastreado pela infraestrutura da Apple de forma criptografada.

Já no universo Android, a tag utiliza a rede Find Hub, que se apoia na enorme base de dispositivos com o sistema do Google para atualizar as coordenadas geográficas do objeto.

Design inclui uma abertura para chaveiros, eliminando a necessidade de capas extras (imagem: reprodução/Xiaomi)

A segurança é um ponto chave. Toda a transmissão de dados é protegida por criptografia de ponta a ponta. Isso garante que apenas o dono ou pessoas autorizadas pela função de compartilhamento familiar vejam o paradeiro do objeto. Essa função de compartilhamento, aliás, facilita a rotina de quem divide chaves de carro ou mochilas com parentes, permitindo que mais de uma pessoa monitore o mesmo item.

Além do rastreamento via mapa, o acessório possui um alto-falante integrado. Através do celular, o usuário pode emitir um alerta sonoro para encontrar itens que estejam próximos, mas fora do campo de visão, como chaves escondidas entre as almofadas do sofá ou uma carteira no fundo da bolsa.

Bluetooth 5.4, NFC e resistência IP67

Por baixo do design minimalista disponível na cor branca, o Xiaomi Smart Tag traz especificações técnicas atualizadas. O acessório utiliza o padrão Bluetooth 5.4, que consome menos energia e oferece uma conexão mais estável. O suporte a NFC também está presente: caso um desconhecido encontre uma tag perdida, basta aproximar o smartphone do sensor para que as informações de contato do proprietário apareçam na tela, facilitando a devolução.

Certificação IP67 garante funcionamento mesmo após contato com água ou chuva (imagem: reprodução/Xiaomi)

A durabilidade é outro ponto de destaque. O rastreador possui certificação IP67, o que garante proteção contra poeira e resistência à imersão a até um metro de água por 30 minutos. Quanto à autonomia, a Xiaomi adotou uma bateria substituível do tipo CR2032, com duração estimada de um ano.

O dispositivo conta ainda com um acelerômetro integrado para gerenciar alertas inteligentes: se você se afastar demais de um objeto monitorado, por exemplo, o celular envia uma notificação “anti-esquecimento”.

Preço e concorrência no Brasil

Xiaomi Smart Tag é vendido apenas na cor branca (imagem: reprodução/Xiaomi)

Confira abaixo os preços da Xiaomi Smart Tag e produtos concorrentes no mercado brasileiro:

ProdutoPreçoKit com 4 unidadesXiaomi Smart TagR$ 299,99R$ 899,99Apple AirTagR$ 369,00R$ 1.249,00Samsung Galaxy SmartTag 2R$ 349,00—Motorola Moto TagR$ 299,00R$ 1.099,00
Xiaomi lança tag de rastreamento no Brasil; veja preço

Xiaomi lança tag de rastreamento no Brasil; veja preço
Fonte: Tecnoblog

TikTok quer oferecer empréstimos e já busca licença no Brasil

TikTok quer oferecer empréstimos e já busca licença no Brasil

Plataforma inicia movimentação para transformar TikTok em fintech (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

TikTok busca aprovação do Banco Central para operar como fintech no Brasil, oferecendo contas digitais e crédito.
Segundo a agência Reuters, a plataforma solicitou duas licenças: emissor de moeda eletrônica e sociedade de crédito direto.
O movimento consolida o Brasil como um mercado prioritário para a ByteDance, controladora da plataforma.

O TikTok solicitou aprovação do Banco Central (BC) para operar como uma fintech de pagamentos e de crédito no Brasil. O objetivo da empresa, controlada pela gigante chinesa ByteDance, é oferecer serviços financeiros básicos.

De acordo com a agenda pública do BC, executivos da ByteDance — incluindo o chefe global de pagamentos da companhia, Liao Baohua — reuniram-se com o presidente do BC, Gabriel Galípolo, em Brasília, nessa terça-feira (31/03).

Segundo fontes ouvidas pela Reuters, a solicitação envolve duas licenças distintas. A primeira, de emissor de moeda eletrônica, daria ao TikTok o direito de oferecer contas de pagamento, permitindo que usuários mantenham saldo, recebam valores e façam transferências.

A segunda é para operar como sociedade de crédito direto (SCD), modalidade que autoriza a concessão de empréstimos com capital próprio ou a intermediação entre credores e tomadores. Nesse formato, a plataforma não poderia captar depósitos do público como fazem os bancos tradicionais.

O que muda para o usuário?

Certificações permitiram transferências e obtenção de crédito no app (imagem: Swello/Unsplash)

Hoje, o app já possui uma carteira interna, mas ela serve apenas para compra de moedas virtuais, envio de presentes em lives e processamento de vendas no TikTok Shop. O usuário não consegue manter saldo livre, pagar compras externas ou fazer transferências para terceiros.

Com o aval do BC, o TikTok passaria a oferecer uma conta digital nos moldes do que já fazem PicPay e Mercado Pago. A licença de SCD abriria ainda a possibilidade de oferecer crédito pessoal e parcelamentos para consumidores do TikTok Shop.

Shopee, iFood e 99Pay já trilharam a mesma rota por aqui. Mas o TikTok pode se tornar a primeira rede social de entretenimento a virar uma fintech no país. Na China, a ByteDance já opera o Douyin Pay desde 2021, competindo com carteiras estabelecidas como Alipay e WeChat Pay.

Em 2023, a empresa tentou movimento semelhante na Indonésia para alavancar seu e-commerce, mas foi proibida de processar transações diretamente e precisou recorrer a parcerias locais, segundo a Reuters.

Brasil como mercado prioritário

O pedido ao Banco Central consolida o Brasil como um mercado prioritário na expansão regional da companhia chinesa. No final do ano passado, a ByteDance anunciou um investimento superior a R$ 200 bilhões (cerca de US$ 38,4 bilhões) para a construção de um data center no país.

Com uma penetração altíssima de redes sociais, o Brasil registrou 131 milhões de usuários do TikTok maiores de 18 anos no fim de 2025, com os anúncios da plataforma alcançando 80% de todos os adultos no país, de acordo com dados da consultoria DataReportal.
TikTok quer oferecer empréstimos e já busca licença no Brasil

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Fonte: Tecnoblog

Galaxy do Brasil passa a enviar arquivos para iPhone (e funciona bem!)

Galaxy do Brasil passa a enviar arquivos para iPhone (e funciona bem!)

Galaxy S26 Ultra se comunica com iPhone próximo (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Resumo

A Samsung atualizou os Galaxy S26 no Brasil para compartilhar arquivos com iPhones via Bluetooth, preservando metadados de fotos e vídeos.
O Quick Share agora identifica iPhones próximos, permitindo envio direto de arquivos, mas não exibe nomes específicos dos dispositivos Apple.
A função requer Android com Google Play Services versão 26.11 ou superior e Quick Share atualizado, além de conexões Bluetooth e Wi-Fi ativas.

A Samsung liberou para clientes brasileiros a atualização que permite aos celulares Galaxy compartilhar arquivos diretamente com os iPhones, via Bluetooth. Esse era um pedido antigo que só se tornou viável agora. O Tecnoblog realizou testes e comprovou que a função está operando conforme o prometido.

Com a atualização de segurança de março, o Quick Share passa a identificar iPhones próximos. No nosso teste, foi possível enviar fotos diretamente de um Galaxy S26 Ultra para um iPhone 15 Pro Max sem intercorrências. Os arquivos recebidos no dispositivo da Apple mantêm os metadados, como identificação do aparelho, data, hora, ISO e foco.

A liberação dessa ferramenta é uma ótima notícia depois de anos de dificuldades para compartilhamento de arquivos entre os sistemas de duas das maiores empresas de tecnologia do planeta.

Como funciona a integração com o iPhone?

Samsung avisa sobre compartilhamento com aparelhos da Apple (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

A integração utiliza os protocolos de proximidade para permitir a visibilidade entre os sistemas. Curiosamente, o Quick Share não identifica os nomes dos iPhones ao redor, mesmo quando estão na agenda de contatos. Aparece apenas “iPhone”, o que pode dificultar a identificação em locais com muitos dispositivos da Apple.

O Quick Share compatível com AirDrop veio ativado de fábrica junto com a atualização. Ainda assim, é possível mexer nos ajustes seguindo este caminho: Config → Dispositivos conectados → Quick Share (ou Compartilhamento Rápido) → Ative a opção de Compartilhar com dispositivos Apple.

Requisitos

De acordo com a Samsung, o celular Android precisa rodar a versão 26.11 (ou superior) do Google Play Services e ter o aplicativo Quick Share atualizado pela Galaxy Store. As conexões Bluetooth e Wi-Fi de ambos os aparelhos também devem permanecer ativas durante todo o processo.

Por ora, temos notícias de que a nova ferramenta está disponível apenas para a recém-lançada linha do Galaxy S26. Existe a expectativa de que os sul-coreanos liberem mais mais dispositivos conforme disponibilizam os pacotes de segurança.

Galaxy do Brasil passa a enviar arquivos para iPhone (e funciona bem!)

Galaxy do Brasil passa a enviar arquivos para iPhone (e funciona bem!)
Fonte: Tecnoblog

Poco X7 Pro 5G (512 GB) sai 49% mais barato com cupom no Magalu

Poco X7 Pro 5G (512 GB) sai 49% mais barato com cupom no Magalu

Poco X7 Pro 5G 512 GB
R$ 2.631,59

R$ 5.199,0049% OFF

Prós

Alto poder de processamento (MediaTek Dimensity 8400 Ultra)
Bateria de 6.000 mAh
Carregamento rápido de até 90 W
Até 24 GB de RAM
Resistência à água e poeira

Contras

Câmera frontal não filma em 4K
Interface vem com muitos apps pré-instalados
Traseira em plástico

PIX
Cupom

PEGA100
R$ 2.631,59  Magazine Luiza

Participe dos canais de ofertas do Achados do TB

WhatsApp
Telegram

O Poco X7 Pro 5G de 512 GB está saindo por apenas R$ 2.631,59 com o cupom PEGA100 no Magalu. O desconto representa quase metade do preço do smartphone da Xiaomi, lançado por R$ 5.199 no Brasil. A ficha técnica concorre com a de outros celulares da categoria intermediário premium, e se destaca pelo desempenho e bateria.

Poco X7 Pro tem RAM de até 24 GB e bateria de 6.000 mAh

Xiaomi Poco X7 Pro (imagem: Divulgação)

O Poco X7 Pro 5G é equipado com processador Dimensity 8400 Ultra de 4 nanômetros e RAM nativa de 12 GB, suportando ainda uma expansão para até 24 GB via RAM Virtual. A título de comparação, o conjunto oferece desempenho superior ao do Samsung Galaxy A56, que roda jogos exigentes na qualidade máxima sem engasgos.

Outro destaque é a grande capacidade da bateria, que com 6.000 mAh deve entregar 20 horas de reprodução de vídeos, segundo a Poco. Além disso, o smartphone ainda vem com carregador de 90 Watts na caixa, garantindo um carregamento rápido e maior praticidade para o usuário.

A tela é outro fator em que o Poco X7 Pro se sai melhor que o concorrente mais próximo Galaxy A56, graças à resolução 1.220 x 2.712 pixels. Demais especificações do display são bastante semelhantes, incluindo tecnologia AMOLED, taxa de atualização de 120 Hz e brilho de até 3.200 nits para boa visualização sob qualquer luz.

Xiaomi Poco X7 Pro (imagem: Divulgação)

Contudo, o jogo de câmeras é um pouco mais simples, trazendo apenas dois sensores na traseira: um principal de 50 MP e uma ultrawide de 8 MP. Para selfies, o sensor é de 20 MP. E a promessa de atualizações do sistema operacional pela Xiaomi também é mais curta, com o celular se limitando até o Android 18.

Vale notar ainda que o Poco X7 Pro não é o modelo mais recente da linha, porém, apesar de já ter sido analisado pelo Tecnoblog, o Poco X8 Pro ainda não foi oficialmente lançado no Brasil. Lembrando que para chegar ao valor de R$ 2.631,59 no Pix pelo Poco X7 Pro, é necessário aplicar o cupom PEGA100 no Magazine Luiza.

Confira o nosso review do Poco X8 Pro

Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.Poco X7 Pro 5G (512 GB) sai 49% mais barato com cupom no Magalu

Poco X7 Pro 5G (512 GB) sai 49% mais barato com cupom no Magalu
Fonte: Tecnoblog

Motorola homologa celular misterioso no Brasil

Motorola homologa celular misterioso no Brasil

Motorola deve lançar novo smartphone no Brasil (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

Motorola homologou na Anatel o modelo XT2607-1, com bateria de 6.500 mAh e carregador de 90 W.
Pouco se sabe sobre o aparelho, mas, segundo a certificação, ele vem com 5G, Bluetooth, NFC, carregamento sem fio e Wi-Fi 6E.
O smartphone será fabricado na China e no Brasil, e pode integrar a linha Edge 70.

A firma de Chicago não para. Desta vez, a Motorola Mobility homologou o XT2607-1, um smartphone sobre o qual pouco sabemos.

O documento, visualizado pelo Tecnoblog, foi expedido pela Anatel na quarta-feira (18/03), por solicitação da filial brasileira da companhia.

O que sabemos sobre o XT2607-1?

Certificado de homologação do XT2607-1 (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Já se sabe que o codinome do aparelho é Terrain26, graças ao tradicional leaker Evan Blass. Ele divulgou uma lista de nomes obtida em uma página de suporte da Lenovo, dona da Motorola, mas não revelou qual será o nome comercial do modelo.

A homologação brasileira revela mais alguns detalhes: o modelo tem 5G, Bluetooth, NFC, carregamento sem fio e Wi-Fi 6E. A presença de Wi-Fi de 6 GHz implica que o modelo deve ser de gama intermediária para cima, mas não um aparelho topo de linha, já que modelos high-end costumam ser lançados com Wi-Fi 7.

Certificado de conformidade do XT2607-1 revela presença de Wi-Fi 6E (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

O documento também revela a bateria: ele virá com o componente denominado ST65, fabricado pela ATL. E, como o nome indica, ela tem 6.500 mAh típicos (6.325 mAh nominais).

Bateria ST65, utilizada no XT2607-1 (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

O componente tem cerca de 6,5 cm por 9,5 cm e aparenta ser bem fino, apesar da construção com duas células, o que parece indicar o uso de ânodos de silício-carbono, algo que a Motorola tem adotado em vários de seus modelos recentes. Essa bateria recarregará com um carregador de 90 W, o mesmo utilizado pelo Signature.

O smartphone será fabricado na fábrica da Motorola em Wuhan, na China, e na fábrica da Flex em Jaguariúna (SP), no Brasil.

Pelas características, deve se tratar de mais um membro da família Edge 70. Recentemente, a Motorola lançou o Edge 70 e os irmãos Edge 70 e 70 Plus por aqui, mas os Edge 60 Pro e Neo ainda não têm sucessor — nem mesmo no exterior.
Motorola homologa celular misterioso no Brasil

Motorola homologa celular misterioso no Brasil
Fonte: Tecnoblog

AirPods Max 2 passam pela Anatel e venda no Brasil deve começar em breve

AirPods Max 2 passam pela Anatel e venda no Brasil deve começar em breve

Fones AirPods Max 2 estão disponíveis em várias cores (imagem: reprodução/Apple)

Resumo

Apple obteve homologação da Anatel para os AirPods Max 2, permitindo a venda no Brasil, com preço de R$ 6.590;
AirPods Max 2 possuem chip Apple H2, oferecendo cancelamento de ruído ativo 1,5 vez mais eficaz que a geração anterior;
outros recursos incluem tradução de conversas em tempo real, áudio adaptativo e suporte a Áudio Espacial com reprodução a 24 bits e 48 kHz.

Os fones AirPods Max 2 já podem ser comercializados no Brasil. Nesta semana, a Apple obteve a homologação da Anatel necessária para isso. A data de início das vendas no mercado brasileiro ainda não foi definida, mas já sabemos o preço oficial do produto: R$ 6.590.

A documentação liberada pela Anatel mostra que o produto é identificado como “A3454”. Pois bem, no site da Apple, esse código corresponde justamente aos recém-anunciados AirPods Max 2.

É válido relembrar que a homologação junto à Anatel é uma etapa essencial para a venda de produtos com recursos de telecomunicações no Brasil. Essa é uma forma de garantir que o item atende aos parâmetros de qualidade e segurança necessários para equipamentos com essas características operarem no país.

Os AirPods Max 2 foram anunciados pela Apple no começo da semana. Na ocasião, a Apple já havia colocado o produto na versão brasileira de seu site, junto com o já mencionado preço de R$ 6.590.

Ainda falta a informação sobre o início das vendas, mas a homologação do produto pela Anatel sugere que a comercialização começará em breve.

Homologação dos AirPods Max 2 na Anatel (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

O que há de novo nos AirPods Max 2?

A principal novidade dos AirPods Max 2 é a presença do chip Apple H2, que já equipa fones como AirPods 4, AirPods Pro 2 e AirPods Pro 3.

O H2 permite aos AirPods Max 2 terem cancelamento de ruído ativo (ANC) 1,5 vez mais eficaz em relação aos AirPods Max de primeira geração, explica a Apple.

Outros recursos incluem tradução de conversas faladas em tempo real, tecnologia de áudio adaptativo, função de isolamento de voz para chamadas mais claras, redução automática de ruídos do ambiente muito altos e interações com a Siri a partir de gestos com a cabeça.

AirPods Max 2 (imagem: reprodução/Apple)

Sobre a qualidade de áudio, os novos fones suportam reprodução a 24 bits e 48 kHz quando o cabo USB-C que acompanha o produto é usado, bem como são compatíveis com Áudio Espacial.

No visual, pouco ou nada muda em relação à geração anterior da linha.
AirPods Max 2 passam pela Anatel e venda no Brasil deve começar em breve

AirPods Max 2 passam pela Anatel e venda no Brasil deve começar em breve
Fonte: Tecnoblog

Positivo lança Vision Tab 11 com 4G e caneta digital na caixa

Positivo lança Vision Tab 11 com 4G e caneta digital na caixa

Positivo Vision Tab 11 é o novo tablet da marca (imagem: divulgação)

Resumo

Positivo Vision Tab 11 é o novo tablet da marca, com tela IPS Incell de 10,9 polegadas e resolução Full HD.
O dispositivo tem conectividade 4G, processador UNISOC T606 e já vem com uma caneta digital na caixa.
Ele está disponível no Brasil por R$ 1.499 com capa protetora ou R$ 1.699 com capa teclado.

A Positivo Tecnologia revelou o Positivo Vision Tab 11, novo tablet da marca com recursos voltados ao consumo de conteúdo e produtividade. O dispositivo chega ao mercado brasileiro por R$ 1.499 e, segundo a fabricante, busca aproveitar um mercado em alta no país.

Dados da consultoria IDC indicam que o setor saltou de 1,4 milhão de unidades vendidas em 2022 para mais de 2,1 milhões em 2025, consolidando uma retomada relevante. Aparelhos com telas entre 10 e 11 polegadas passaram a liderar as vendas no país, com mais de 40% da demanda.

O que o Positivo Vision Tab 11 oferece?

O tablet chega com tela IPS Incell de 10,9 polegadas e resolução Full HD. Um dos principais diferenciais é que o aparelho vem com uma caneta digital já na caixa.

O Vision Tab 11 também conta com conectividade 4G nativa, o que amplia as possibilidades de uso fora de redes Wi-Fi. A ideia é permitir acesso à internet em deslocamentos ou ambientes sem conexão fixa, algo cada vez mais demandado em rotinas híbridas.

Pensado para tarefas do dia a dia, o modelo traz processador UNISOC T606, 4 GB de memória RAM e armazenamento interno de 128 GB, com opção de expansão via cartão microSD. A configuração atende a atividades como navegação, aplicativos de trabalho, videoaulas e reuniões online.

Novo tablet da Positivo chega com caneta inclusa e conectividade 4G (imagem: divulgação)

Outro ponto é a bateria de 6.000 mAh, projetada para garantir autonomia ao longo de um dia de uso moderado. Há ainda a possibilidade de acoplar uma capa com teclado destacável, vendida separadamente.

Quanto custa?

A Positivo posiciona o Vision Tab 11 como uma opção versátil dentro de uma faixa de preço intermediária. No Brasil, o modelo está disponível para compra no site oficial da Positivo e nas varejistas parceiras, em duas versões: uma com capa protetora tradicional, por R$ 1.499, e outra com capa teclado, por R$ 1.699 — ambas acompanhadas de caneta digital.
Positivo lança Vision Tab 11 com 4G e caneta digital na caixa

Positivo lança Vision Tab 11 com 4G e caneta digital na caixa
Fonte: Tecnoblog

Samsung começa a encerrar vendas do Galaxy Z TriFold

Samsung começa a encerrar vendas do Galaxy Z TriFold

Galaxy Z TriFold já aparece indisponível em alguns mercados (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

Resumo

Samsung está encerrando as vendas do Galaxy Z TriFold, lançado há três meses.
O dobrável de três telas era vendido por US$ 2.899 e, aparentemente, foi tratado como vitrine tecnológica, com vendas limitadas.
Segundo a Bloomberg, a Samsung considera aproveitar elementos do TriFold em futuros dispositivos, apesar do encerramento das vendas.

A Samsung começou a retirar do mercado o Galaxy Z TriFold, seu primeiro smartphone com três dobras, lançado há apenas três meses. A informação é da agência Bloomberg, que afirma que o modelo terá as vendas encerradas gradualmente em diferentes mercados.

A fabricante não confirmou oficialmente a decisão. Contudo, vale lembrar que o Galaxy Z TriFold sequer foi lançado no Brasil e, desde o início, teve uma disponibilidade vista como limitada, com rumores indicando apenas 40 mil unidades em todo o mundo.

Segundo a Bloomberg, o fim das vendas deve começar pela Coreia do Sul, estendendo-se aos Estados Unidos assim que os estoques acabarem. Nos canais oficiais da empresa, o dispositivo já aparece como “esgotado”, sem previsão de reposição. Por lá, o dispositivo era vendido por US$ 2.899 — cerca de R$ 15.950, em conversão direta.

Vida curta?

Uma trajetória limitada do Galaxy Z TriFold já era esperada. Desde o início, o modelo foi tratado mais como uma vitrine tecnológica do que como um produto de grande escala dentro do portfólio da Samsung, que já comercializa outros dobráveis ao redor do mundo.

Além do preço alto, o aparelho nunca foi distribuído por operadoras ou grandes varejistas, sendo vendido exclusivamente nos canais oficiais da fabricante. Essa estratégia reforçou o caráter experimental do dispositivo, que também teve produção restrita — com relatos de cerca de 6 mil unidades disponibilizadas inicialmente em seu mercado de origem.

Outro fator decisivo é o custo de fabricação. Componentes mais caros e a complexidade do design com duas dobradiças dificultaram a viabilidade comercial do produto, tornando difícil obter margem de lucro mesmo com o preço elevado. A título de comparação, o trifold da Huawei chegou ao Brasil por R$ 32.999.

Galaxy Z TriFold teve presença limitada no mercado (imagem: divulgação/Samsung)

Conceito não deve ser descartado

Apesar do encerramento precoce, a Samsung não descarta aproveitar elementos do TriFold em futuros lançamentos. À Bloomberg, o executivo Won-Joon Choi, da divisão mobile da Samsung, afirmou que a empresa ainda avalia a possibilidade de uma nova geração.

Entre os pontos que podem ser reaproveitados estão a tela ampla e o formato mais horizontal, que favorecem o consumo de conteúdo e o uso multitarefa.

Samsung começa a encerrar vendas do Galaxy Z TriFold

Samsung começa a encerrar vendas do Galaxy Z TriFold
Fonte: Tecnoblog

Motorola já pode lançar o dobrável Razr 70 Ultra no Brasil

Motorola já pode lançar o dobrável Razr 70 Ultra no Brasil

Motorola Razr 60 Ultra vai ganhar sucessor em breve (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

Resumo

O Razr 70 Ultra da Motorola foi homologado pela Anatel e já pode ser vendido no Brasil.
Com o código de modelo XT2655-1, ele mantém conectividade 5G, Bluetooth, Wi-Fi 7, NFC e UWB.
As baterias do Razr 70 Ultra têm capacidade total de 4.800 mAh, indicando um aumento de 300 mAh em relação à versão anterior.

A Motorola Mobility continua investindo em seus smartphones dobráveis. Depois da homologação do irmão menor da linha Razr 70 em janeiro, e do anúncio do Razr Fold no começo deste mês, o Razr 70 Ultra também foi homologado. Com código de modelo XT2655-1, ele teve seu certificado aprovado pela Anatel na última quinta-feira (12/03), conforme a documentação visualizada pelo Tecnoblog.

Certificado de homologação do Razr 70 Ultra (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

A documentação não revela grandes mudanças: ele permanece com conectividade 5G, Bluetooth, Wi-Fi 7 de três bandas, NFC e UWB, características já presentes no Razr 60 Ultra.

As baterias têm códigos de modelo SS37 e SS13, com 3.635 mAh e 1.165 mAh, somando 4.800 mAh nominais. Provavelmente, serão anunciadas como tendo 5.000 mAh típicos.

Ou seja, um aumento de 300 mAh em relação à versão atual, indicando que, ao contrário de vários modelos já lançados pela Motorola, o Razr 70 Ultra ainda não recebeu baterias de silício-carbono.

Na caixa vendida no Brasil, o Razr 70 Ultra virá com o carregador MC-687N, melhor conhecido pelo seu nome comercial de TurboPower 68 W, também o mesmo que já acompanha o Razr 60 Ultra.

Razr 70 na certificação do TENAA chinês (imagem: reprodução/Gizmochina)

O design deve se manter semelhante ao atual. Sabemos que o design do Razr 70 não mudou muito, conforme revelado por sua certificação chinesa, e não há razão para crer que o Razr 70 Ultra diverja.

A linha Razr 60 foi certificada em março do ano passado, e foi lançada aproximadamente um mês depois, em abril, o que pode indicar que o lançamento da nova linha não deve demorar. E provavelmente por um bom motivo: a fabricante detém cerca de metade do mercado de dobráveis nos EUA e na América Latina, segundo a consultoria IDC.
Motorola já pode lançar o dobrável Razr 70 Ultra no Brasil

Motorola já pode lançar o dobrável Razr 70 Ultra no Brasil
Fonte: Tecnoblog