Category: Brasil

Motorola já pode lançar o dobrável Razr 70 Ultra no Brasil

Motorola já pode lançar o dobrável Razr 70 Ultra no Brasil

Motorola Razr 60 Ultra vai ganhar sucessor em breve (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

Resumo

O Razr 70 Ultra da Motorola foi homologado pela Anatel e já pode ser vendido no Brasil.
Com o código de modelo XT2655-1, ele mantém conectividade 5G, Bluetooth, Wi-Fi 7, NFC e UWB.
As baterias do Razr 70 Ultra têm capacidade total de 4.800 mAh, indicando um aumento de 300 mAh em relação à versão anterior.

A Motorola Mobility continua investindo em seus smartphones dobráveis. Depois da homologação do irmão menor da linha Razr 70 em janeiro, e do anúncio do Razr Fold no começo deste mês, o Razr 70 Ultra também foi homologado. Com código de modelo XT2655-1, ele teve seu certificado aprovado pela Anatel na última quinta-feira (12/03), conforme a documentação visualizada pelo Tecnoblog.

Certificado de homologação do Razr 70 Ultra (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

A documentação não revela grandes mudanças: ele permanece com conectividade 5G, Bluetooth, Wi-Fi 7 de três bandas, NFC e UWB, características já presentes no Razr 60 Ultra.

As baterias têm códigos de modelo SS37 e SS13, com 3.635 mAh e 1.165 mAh, somando 4.800 mAh nominais. Provavelmente, serão anunciadas como tendo 5.000 mAh típicos.

Ou seja, um aumento de 300 mAh em relação à versão atual, indicando que, ao contrário de vários modelos já lançados pela Motorola, o Razr 70 Ultra ainda não recebeu baterias de silício-carbono.

Na caixa vendida no Brasil, o Razr 70 Ultra virá com o carregador MC-687N, melhor conhecido pelo seu nome comercial de TurboPower 68 W, também o mesmo que já acompanha o Razr 60 Ultra.

Razr 70 na certificação do TENAA chinês (imagem: reprodução/Gizmochina)

O design deve se manter semelhante ao atual. Sabemos que o design do Razr 70 não mudou muito, conforme revelado por sua certificação chinesa, e não há razão para crer que o Razr 70 Ultra diverja.

A linha Razr 60 foi certificada em março do ano passado, e foi lançada aproximadamente um mês depois, em abril, o que pode indicar que o lançamento da nova linha não deve demorar. E provavelmente por um bom motivo: a fabricante detém cerca de metade do mercado de dobráveis nos EUA e na América Latina, segundo a consultoria IDC.
Motorola já pode lançar o dobrável Razr 70 Ultra no Brasil

Motorola já pode lançar o dobrável Razr 70 Ultra no Brasil
Fonte: Tecnoblog

MacBook Neo é homologado para venda no Brasil

MacBook Neo é homologado para venda no Brasil

MacBook Neo é o novo laptop de entrada da Apple (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Resumo

MacBook Neo e MacBook Pro de 16 polegadas com M5 Pro foram homologados pela Anatel e podem ser vendidos no Brasil.
O Neo vem com SoC A18 Pro, mesmo do iPhone 16 Pro, e custa a partir de R$ 7.299.
Já o MacBook Pro de 16 polegadas com M5 Pro tem GPU de 20 núcleos, largura de banda de memória de 307 GB/s e custa R$ 33.999.

A Apple tem pressa: pouco mais de uma semana após o anúncio, o novo MacBook Neo, laptop de entrada da fabricante americana, foi homologado pela Anatel e já pode ser vendido no país.

Ele tem o código de modelo A3404 e consta na agência com status “Homologação Emitida”, mas infelizmente ainda não é possível acessar a documentação. No site oficial da Apple no Brasil, o Neo custa a partir de R$ 7.299.

MacBook Neo tem quatro opções de cores (imagem: divulgação)

O MacBook Neo vem com o SoC A18 Pro da Apple, já utilizado no iPhone 16 Pro e Pro Max, lançados no final de 2024. O laptop será comercializado em opções com 256 GB de armazenamento ou 512 GB de armazenamento e leitor de digitais Touch ID.

Ambos os modelos vêm com 8 GB de RAM e estão disponíveis em quatro cores: prateado, blush (rosa claro), amarelo-cítrico ou índigo (azul escuro).

Mais um MacBook Pro a caminho

Certificado de homologação do MacBook Pro de 16″ com M5 Pro (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Como noticiamos na segunda-feira (09/03), vários dos MacBooks com os novos chips M5 foram homologados, mas ainda faltavam três com esta linha de SoCs. Agora só faltam dois: o MacBook Pro de 16 polegadas com chip M5 Pro (modelo A3428) também foi homologado pela Anatel.

A diferença para o seu irmão mais potente fica na GPU, na largura de banda da memória e na capacidade de codificação e decodificação de vídeo ProRes: o M5 Max é oferecido em opções de GPUs de 32 e 40 núcleos com dois motores de vídeo ProRes e larguras de banda de memória de 460 e 614 GB/s.

Já o M5 Pro possui “apenas” 20 núcleos em sua GPU, um motor de conversão de vídeo ProRes e largura de banda de memória de 307 GB/s. Tudo isso tem seu preço: o MacBook Pro de 16 polegadas mais barato (com o M5 Pro) custa R$ 33.999 no site da empresa.
MacBook Neo é homologado para venda no Brasil

MacBook Neo é homologado para venda no Brasil
Fonte: Tecnoblog

Jovi V70 chega ao Brasil com câmera de 200 MP; veja o preço

Jovi V70 chega ao Brasil com câmera de 200 MP; veja o preço

Jovi V70 5G tem câmera principal de 200 MP (imagem: divulgação)

Resumo

Jovi V70 chega ao Brasil com câmera principal de 200 MP e bateria de 7.000 mAh.
O aparelho possui tela AMOLED de 6,83 polegadas, processador MediaTek Dimensity 7360 e armazenamento de 256 GB ou 512 GB.
Celular está disponível para compra a partir de hoje, nas cores azul e lilás, pelo preço inicial de R$ 3.499.

O Jovi V70 5G chega ao Brasil nesta quarta-feira (11/03). O celular intermediário da fabricante chinesa é a versão brasileira do Vivo V70 FE e será vendido pelo preço inicial sugerido de R$ 3.499.

O grande destaque do aparelho é a câmera principal de 200 MP com estabilização óptica de imagem (OIS). Segundo a fabricante, o sensor permite capturar imagens com alto nível de detalhe e fazer recortes posteriores sem perda perceptível de qualidade. O conjunto traseiro inclui ainda uma lente ultrawide de 8 MP, enquanto a câmera frontal tem 32 MP e grava vídeos em 4K.

A bateria também é um dos pontos fortes do modelo. Com 7.000 mAh, ela tem suporte a carregamento rápido de 90 W e promete autonomia para rotinas intensas de uso ao longo do dia.

Tela e hardware

Celular tem brilho máximo de até 1.900 nits (imagem: divulgação)

O V70 traz tela AMOLED de 6,83 polegadas com resolução de 2800 × 1260 pixels e taxa de atualização de até 120 Hz. O desempenho fica por conta do processador MediaTek Dimensity 7360, acompanhado de 8 GB de memória RAM e mais 8 GB via RAM Boost. As opções de armazenamento são 256 GB ou 512 GB.

O smartphone sai de fábrica com Android 16 e interface Origin OS 6 e inclui conectividade 5G, Wi-Fi 6, Bluetooth 5.4 e NFC para pagamentos por aproximação.

Disponibilidade

O Jovi V70 está disponível a partir de hoje por R$ 3.499 (256 GB) e R$ 3.999 (512 GB), nas cores azul e lilás. 

Ele será vendido por operadoras, varejistas, lojas online parceiras e canais oficiais da Jovi, além da loja física da marca no Shopping Ibirapuera, em São Paulo (SP).

A fabricante informou que quem comprar o smartphone até 31 de maio terá benefícios extras: um ano de cobertura contra quebra de tela, dois anos de garantia do produto, quatro anos de garantia da bateria e cinco anos de revisões periódicas do aparelho.
Jovi V70 chega ao Brasil com câmera de 200 MP; veja o preço

Jovi V70 chega ao Brasil com câmera de 200 MP; veja o preço
Fonte: Tecnoblog

Galaxy A37 passa na Anatel e já pode chegar ao Brasil

Galaxy A37 passa na Anatel e já pode chegar ao Brasil

Galaxy A37 já está homologado pela Anatel (arte: Vítor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

Galaxy A37 foi homologado pela Anatel com código de modelo SM-A376B/DS.
O celular deve manter conectividade 5G, Wi-Fi 6, Bluetooth e NFC, além da bateria de 5.000 mAh.
O aparelho trará processador Exynos 1480 e GPU Xclipse 530, e poderá ser produzido na Coreia do Sul, Vietnã ou Brasil.

A Samsung continua preparando o terreno para renovar sua popular linha Galaxy A no Brasil: depois do A57, o Galaxy A37 foi homologado pela Anatel. O novo smartphone foi aprovado na última quinta-feira (05/03), com código de modelo SM-A376B/DS, segundo a documentação visualizada pelo Tecnoblog.

Ao contrário do irmão maior, a certificação não revela nenhuma grande novidade: o celular deve manter a conectividade 5G, Wi-Fi 6, Bluetooth e NFC, como o antecessor.

Certificado de homologação do Galaxy A37 (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

A bateria também não muda: são 5.000 mAh típicos, com o mesmo componente utilizado no A36, A56 e no vindouro A57 (EB-BA566ASY). Para recarregar a bateria, o A37 virá com o mesmo carregador que acompanhará o A57: o EP-TA200 de 15 W.

A principal mudança deve ficar no processador: sai o Snapdragon 6 Gen 3 da Qualcomm e entra o Exynos 1480 da própria Samsung, que estreou em 2024 no Galaxy A55.

Carregador EP-TA200 de 15 W da Samsung (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

O novo chip deve trazer um aumento de performance de CPU de cerca de 20% em relação ao A36, um aumento significativo. A GPU passa a ser a Xclipse 530, desenvolvida com tecnologia da AMD.

A quantidade de RAM não é revelada pela documentação, mas, considerando a crise atual, não há motivos para a Samsung alterar a quantidade para cima: o A36 é vendido hoje no Brasil em opções de 6 GB (com 128 GB de armazenamento) e 8 GB de RAM (com 256 GB de memória interna).

Também similar ao irmão maior, o A37 poderá ser produzido na Coreia do Sul, Vietnã ou no Brasil (em Manaus e Campinas). Ele deve chegar em quatro cores: awesome charcoal (cinza/preto), awesome graygreen (cinza esverdeado), awesome lavender (violeta) e awesome white (branco).

Galaxy A55 inaugurou o SoC Exynos 1480 (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Quando estará disponível?

Ainda não temos informações sobre a data de lançamento e preços. Para comparação, o Galaxy A36 chegou ao Brasil por R$ 2.699 na versão de 6 GB de RAM e 128 GB de armazenamento.

Hoje, é possível encontrar o modelo no varejo por preços em torno dos R$ 1.500 ou menos em promoções.
Galaxy A37 passa na Anatel e já pode chegar ao Brasil

Galaxy A37 passa na Anatel e já pode chegar ao Brasil
Fonte: Tecnoblog

Operação da Anatel contra internet pirata prende seis pessoas

Operação da Anatel contra internet pirata prende seis pessoas

Operação Provedor Legal prendeu seis pessoas (imagem: reprodução/Anatel)

Resumo

Anatel e forças policiais realizaram a Operação Provedor Legal em todo o país, visando provedores clandestinos de internet.
Do total, 52% dos provedores inspecionados eram ilegais, resultando em 15 empresas autuadas e seis pessoas presas.
As autoridades apreenderam R$ 200 mil em infraestrutura irregular, incluindo mais de 500 metros de cabos furtados.

A Anatel, em conjunto com as polícias Federal, Civil e Militar, deflagrou nesta quinta-feira (05/03) a Operação Provedor Legal. De âmbito nacional, a iniciativa mira empresas que comercializam banda larga fixa de forma clandestina.

Seis representantes de provedores piratas foram presos em flagrante e levados à sede da Polícia Federal. Eles responderão criminalmente pelo delito de desenvolvimento clandestino de atividades de telecomunicações, previsto no artigo 183 da Lei Geral de Telecomunicações.

A ação busca desarticular provedores clandestinos que prejudicam tanto a infraestrutura nacional quanto a concorrência no mercado de telecomunicações. O balanço oficial da agência mostra a dimensão do problema: mais da metade dos alvos operava fora da legalidade.

Segundo os fiscais, 52% dos provedores inspecionados eram clandestinos. Como resultado do pente-fino, 15 empresas foram autuadas por prestarem serviços de internet sem outorga (a licença exigida por lei) e por utilizarem roteadores e antenas sem homologação da Anatel.

O que foi apreendido na operação?

Mais da metade dos alvos visitados pelos agentes operava de forma clandestina (imagem: reprodução/Anatel)

Durante as buscas, as autoridades confiscaram cerca de R$ 200 mil em infraestrutura instalada em estações irregulares. O detalhe que chamou a atenção dos fiscais foi a origem de parte do material: foram recolhidos mais de 500 metros de cabos furtados de operadoras legalizadas.

Dos 48% restantes, segundo os dados do governo federal, 41% operavam integralmente dentro da lei, sem qualquer irregularidade. Outros 3% utilizavam equipamentos sem certificação, enquanto 4% das inspeções terminaram com laudos inconclusivos — casos que agora passarão por uma análise técnica e documental mais aprofundada da agência.

Proteção da infraestrutura e concorrência

A ofensiva foi coordenada pela Superintendência de Fiscalização (SFI) da Anatel e integra um plano maior de combate à concorrência desleal. Para o conselheiro da agência, Edson Holanda, a operação nacional é um marco necessário para dar estabilidade ao mercado.

Ele ressalta que a atuação pirata vai muito além de uma simples infração administrativa, sendo um ataque direto à segurança jurídica. “Empresas que investem em outorgas, equipamentos homologados e conformidade fiscal não podem ser prejudicadas por quem opera à margem da lei”, declarou.

A superintendente da SFI, Gesiléa Teles, explicou que as auditorias em campo são rigorosas. As equipes verificam desde as licenças de funcionamento e declarações de assinantes até a legalidade dos contratos de compartilhamento de postes e a origem de todo o maquinário.

Segundo Teles, esta rodada de fiscalizações é apenas o pontapé inicial. Novas fases da operação já estão programadas para manter a pressão contra a pirataria.
Operação da Anatel contra internet pirata prende seis pessoas

Operação da Anatel contra internet pirata prende seis pessoas
Fonte: Tecnoblog

Gemini agora pode analisar imagens de câmeras ao vivo no Google Home

Gemini agora pode analisar imagens de câmeras ao vivo no Google Home

Gemini poderá interpretar o que ocorre ao vivo em imagens de câmeras (imagem: reprodução/Google)

Resumo

Google Home agora possui o recurso Live Search, que permite ao assistente analisar imagens de câmeras ao vivo.
Por enquanto, a função está disponível apenas para assinantes do Google Home Premium, que custa US$ 20 por mês (cerca de R$ 105).
Além da novidade, outras atualizações melhoram o controle por voz, incluindo comandos mais precisos e reconhecimento aprimorado de dispositivos.

O ecossistema de dispositivos inteligentes do Google Home recebeu uma atualização com várias novidades na última segunda-feira (02/03), que ampliam a interação do sistema com o Gemini. O chefe da divisão, Anish Kattukaran, anunciou as mudanças pelo X. Entre elas está o Live Search, função para as câmeras inteligentes que permite consultar o assistente sobre o que está sendo captado ao vivo.

Até agora, o Gemini para dispositivos domésticos só conseguia responder perguntas sobre eventos já registrados. Com o Live Search, o Google expande as possibilidades com respostas baseadas na imagem em tempo real.

O recurso, no entanto, está restrito a assinantes do plano avançado do Google Home Premium, que custa US$ 20 por mês (cerca de R$ 105), sem previsão de disponibilidade para usuários no Brasil.

O Gemini for Home foi lançado em outubro do ano passado como substituto oficial do Google Assistente nos dispositivos inteligentes (IoT). “Lançamos o Gemini for Home em acesso antecipado especificamente para aprender com o uso no mundo real”, disse Kattukaran. “Com milhões de vocês testando e moldando essa experiência todos os dias, estamos enviando melhorias de voz regularmente para responder ao feedback”.

App do Google Home permite controlar dispositivos IoT (foto: Darlan Helder/Tecnoblog)

Comandos mais inteligentes

Além do Live Search, o pacote de atualizações de março traz melhorias no controle de dispositivos por voz. O Gemini passou a entender melhor o contexto dos seguintes comandos:

Dizer “apague a cozinha” agora afeta apenas as luzes do cômodo, e não todos os aparelhos conectados.

Comandos como “apague todas as luzes” passam a considerar apenas a residência atual, sem afetar uma possível segunda casa também gerenciada pelo app.

Além disso, o assistente ganhou melhor reconhecimento de dispositivos com nomes personalizados. Um item chamado “Table Glow”, por exemplo, agora é corretamente identificado como luminária com base nos metadados do fabricante. Com isso, eles passam a responder comandos genéricos como “acenda as luzes” mesmo sem a palavra “luz” no nome.

Outras correções incluem menos interrupções enquanto o usuário fala, maior confiabilidade na execução de automações criadas por voz e melhor desempenho na reprodução de músicas recém-lançadas. Os modelos de IA usados para respostas também foram atualizados pela empresa.

Gemini agora pode analisar imagens de câmeras ao vivo no Google Home

Gemini agora pode analisar imagens de câmeras ao vivo no Google Home
Fonte: Tecnoblog

Amazon Now estreia no Brasil com entregas em até 15 minutos

Amazon Now estreia no Brasil com entregas em até 15 minutos

Amazon Now entrega em 15 minutos (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

Resumo

Amazon Now no Brasil entrega em até 15 minutos e oferece frete grátis para assinantes Prime em compras acima de R$ 15;
não assinantes Prime pagam taxa de R$ 5,49; serviço disponível em cidades como São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte;
Mais de 5.000 produtos estão disponíveis, principalmente de supermercado, com rastreamento em tempo real.

A Amazon escolheu esta terça-feira (03/03) para a estreia oficial do serviço Amazon Now no Brasil. A novidade permite que compras realizadas na plataforma cheguem em até 15 minutos. Nesta fase inicial, são mais de 5.000 produtos disponíveis (o objeto é expandir esse número), quase todos itens de “supermercado”.

A parte mais interessante é que a taxa de entrega é gratuita para compras acima de R$ 15 para quem é assinante do Amazon Prime. Para não assinantes, a taxa de entrega tem um valor interessante: R$ 5,49.

Em ambos os casos, o comprador tem a opção de dar uma gorjeta ao entregador ao receber o pedido. É possível acompanhar o status da entrega via notificações por WhatsApp. Também há a opção de rastreamento em tempo real da entrega.

Como esperado, é preciso informar um código de entrega para o procedimento ser finalizado com segurança, informação que só deve ser fornecida ao entregador se o pedido tiver chegado como o esperado.

Amazon Now já funciona no Brasil (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

Onde o Amazon Now está disponível?

Nesta fase inicial, o Amazon Now cobrirá oito cidades brasileiras, a começando de São Paulo. Porém, mesmo nos municípios cobertos, é preciso checar se o seu CEP é atendido. As cidades cobertas são estas:

São Paulo (SP)

Campinas (SP)

Rio de Janeiro (RJ)

Belo Horizonte (MG)

Porto Alegre (RS)

Curitiba (PR)

Fortaleza (CE)

Recife (PE)

O serviço já começou a funcionar em São Paulo. Nos demais locais, o serviço será implementado de modo gradual até 8 de março. Para usá-lo, basta acessar a página do Amazon Now.

Como já informado, os produtos disponíveis no novo serviço são quase todos de “supermercado”. Há categorias como laticínios, feira (frutas e legumes), padaria, bebidas, suplementos, limpeza, cuidados pessoais, entre tantas outras.

Todos os produtos vendidos via Amazon Now são identificados com um selo que leva o nome da modalidade.

A Amazon destaca a oferta de produtos congelados, categoria que não é oferecida ou é muito limitada em plataformas concorrentes.

Assinantes do Amazon Prime podem ter, além do frete gratuito, acesso a ofertas exclusivas.

Em desenvolvimento
Texto em elaboração. Atualize a página dentro de alguns instantes para obter mais detalhes.

Amazon Now estreia no Brasil com entregas em até 15 minutos

Amazon Now estreia no Brasil com entregas em até 15 minutos
Fonte: Tecnoblog

Notebooks baratos vão sumir até 2028, prevê consultoria

Notebooks baratos vão sumir até 2028, prevê consultoria

Mercado de celulares de entrada também será atingido (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

A crise dos chips aumentará os preços das memórias RAM e SSDs, impactando PCs e smartphones até 2028.
Notebooks baratos desaparecerão do mercado em até dois anos devido ao aumento dos custos de produção.
A demanda dos data centers de IA por memória afetará a disponibilidade de celulares e consoles, atrasando lançamentos.

O segmento de PCs de entrada deve desaparecer do mercado em até dois anos. A previsão drástica é de um novo relatório da consultoria Gartner, que detalha como o boom dos preços de memória em nível global afetará toda a cadeia de produção. Segundo a análise, esse fenômeno reduzirá as remessas globais de computadores em 10,4% e de smartphones em 8,4% já ao longo de 2026.

O que está causando essa crise?

A resposta direta está na estimativa de um aumento de 130% nos preços de memória DRAM e armazenamento SSD ainda este ano. Esse salto astronômico resultará num reajuste inevitável aos consumidores, encarecendo a fabricação de PCs em 17% e de smartphones em 13%, na comparação com 2025.

Toda a indústria tecnológica já se prepara para o que algumas publicações estão chamando de RAMmageddon, impulsionado por uma escassez severa na produção e a fome insaciável dos data centers de inteligência artificial por mais memória.

Historicamente, a memória de um PC representava cerca de 16% do custo total da lista de materiais. Com a crise atual, esse número atingirá 23%. O analista da Gartner Ranjit Atwal explica que essa margem elimina a capacidade das fabricantes e dos fornecedores de absorverem os custos. Como as máquinas de entrada já possuem uma margem de lucro extremamente baixa, produzi-las se tornará um negócio financeiramente inviável.

O resultado? O fim do segmento de computadores baratos e a maior contração nas remessas de dispositivos em mais de uma década.

Fim do notebook “baratinho” no Brasil

Comprar um notebook no Brasil exigirá um investimento maior (imagem: Rupixen/Unsplash)

Trazendo essa realidade para o mercado brasileiro, o cenário acende um alerta para o varejo e para o consumidor. Atualmente, é possível encontrar notebooks básicos de entrada no país — geralmente equipados com processadores modestos, 8 GB de RAM e algum SSD — abaixo dos R$ 2 mil.

Se aplicarmos o repasse projetado de 17%, esse equipamento subiria mais de R$ 300. Contudo, no Brasil o cenário é mais complicado. O repasse gringo é focado apenas no custo de fabricação. Por aqui, entram na conta a flutuação do dólar e o efeito cascata dos impostos.

Vale lembrar que, no final de fevereiro, o governo federal chegou a propor o aumento da tarifa de importação de notebooks e smartphones de 16% para 20%. O governo recuou após pressão popular, mas, como os impostos são cobrados sobre o valor do produto importado, uma máquina cuja base já é mais cara em dólar gerará um tributo final maior em reais. Somando a isso a margem de lucro das varejistas, o salto no preço final de prateleira será relevante. Na prática, a barreira financeira para comprar um computador novo deve subir.

Além da alta nos preços, a consultoria aponta para o desinteresse comercial. Em vez de produzir e vender um notebook básico encarecido, as marcas preferem direcionar as memórias escassas para laptops premium, onde as margens de lucro justificam o investimento.

Celulares e consoles também vão sofrer

A demanda dos data centers de IA por chips e memórias também causará um tombo nas vendas de celulares. A Gartner alerta que os usuários de smartphones básicos serão os mais afetados, precisando recorrer cada vez mais a aparelhos de segunda mão.

O setor de games também começa a sentir o baque. A Valve relatou que o Steam Deck tem ficado indisponível com frequência, alertando que o problema se tornará rotineiro devido à falta de componentes. Já a nova geração de consoles pode demorar mais para chegar. Informações divulgadas pela Bloomberg indicam que a Sony avalia adiar o lançamento do PlayStation 6 para 2028 ou 2029. Lançar o hardware nos próximos dois anos significaria esbarrar na escassez de peças ou ter que anunciar um preço final inviável para os compradores.

Notebooks baratos vão sumir até 2028, prevê consultoria

Notebooks baratos vão sumir até 2028, prevê consultoria
Fonte: Tecnoblog

Samsung está pronta para vender o Galaxy A57 no Brasil

Samsung está pronta para vender o Galaxy A57 no Brasil

Google Play Console revela o design do Galaxy A57 (imagem: reprodução/The Tech Outlook)

Resumo

O Galaxy A57 foi homologado pela Anatel e pode ser vendido no Brasil. Ele sucederá o Galaxy A56, mantendo a bateria de 5.000 mAh e ganhando Wi-Fi 6E.
O A57 terá o novo SoC Exynos 1680, com três clusters, e uma GPU Xclipse 550. A quantidade de RAM pode variar entre 6 GB e 12 GB, dependendo do país.
O design será similar ao A56, mais fino e leve. Ele virá com Android 16 e One UI 8 ou 8.5, além de um carregador de 15 W. O lançamento é esperado para março.

O Galaxy A57 já pode ser vendido no Brasil. O celular mais potente da popular linha Galaxy A recebeu a homologação da Anatel na última quinta-feira (19), segundo documentos obtidos pelo Tecnoblog. Ele vai suceder o Galaxy A56 e terá algumas novidades na ficha técnica.

O smartphone foi registrado sob código SM-A576B/DS. A documentação também entrega que o smartphone será compatível com o Wi-Fi 6E, que traz benefícios principalmente para quem vive em centros urbanos.

Certificado de homologação do Galaxy A57 (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Especificações do Galaxy A57

A documentação revela que o A57 manterá a bateria com capacidade de 5.000 mAh do A56 (literalmente, é a mesma bateria). O que não se mantém igual é a conexão Wi-Fi: o Galaxy A57 ganhou Wi-Fi 6E, permitindo conexões em três bandas (2,4, 5 e 6 GHz).

O smartphone deve ser alimentado pelo novo SoC Exynos 1680, que ainda não lançado. Testes no Geekbench indicam que ele manterá a arquitetura de três clusters do antecessor Exynos 1580, com um núcleo de 2,91 GHz, três núcleos de 2,6 GHz e quatro núcleos de 1,95 GHz, além de uma nova GPU Xclipse 550, produzida pela Samsung em parceria com a AMD.

Não está claro a quantidade de RAM, que poderia ser entre 6 GB e 12 GB. Este aspecto do aparelho costuma variar entre os vários países onde o modelo é oferecido e capacidade de memória interna, e que também deve sofrer o impacto da escassez de RAM.

O smartphone terá capacidade para dois chips, algo que o modelo anterior já oferecia.

O design deve se manter similar ao Galaxy A56, conforme imagens no Google Play Console, ferramenta utilizada por desenvolvedores de aplicativos para Android. Ele deverá ficar ligeiramente mais fino e leve. Por falar em Android, o modelo deve manter a excelente política de atualizações da Samsung, com seis anos de atualizações, saindo da caixa com Android 16 combinado com One UI 8 ou a nova One UI 8.5.

No Brasil, a caixa deve incluir carregador de 15 W com cabo USB-A para USB-C. O A57 poderá ser fabricado na terra natal da Samsung, em duas fábricas no Vietnã ou em duas fábricas no Brasil, localizadas em Campinas e Manaus.

Carregador EP-TA200 de 15 W da Samsung virá na caixa do Galaxy A57 (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog

Data de lançamento e preço continuam sob sigilo

Ainda não temos informações sobre preço do Galaxy A57 e sua data de lançamento. Há razões para acreditar que será em março, já que o próximo evento de lançamento da Samsung (Galaxy Unpacked) será na próxima quarta-feira, mas deverá apenas servir para o anúncio da nova linha Galaxy S26 e dos novos acessórios. Além disso, os outros supostos membros da família (Galaxy A27 e A37) ainda não receberam homologação no Brasil.

O antecessor Galaxy A56 foi lançado na primeira semana de março de 2025 e chegou às lojas duas semanas depois pelo preço sugerido de R$ 2.999, que rapidamente caiu. Hoje, a versão de 128 GB é vendida no varejo por R$ 2.000 ou até menos em ofertas.
Samsung está pronta para vender o Galaxy A57 no Brasil

Samsung está pronta para vender o Galaxy A57 no Brasil
Fonte: Tecnoblog

Anatel autoriza SpaceSail, rival chinesa da Starlink, a operar no Brasil

Anatel autoriza SpaceSail, rival chinesa da Starlink, a operar no Brasil

Com planos de lançar 15 mil satélites até 2030, SpaceSail recebe sinal verde da Anatel (imagem: reprodução/SapceSail)

Resumo

A Anatel concedeu o direito de exploração de satélites não geoestacionários para a empresa chinesa SpaceSail, conhecida em seu país de origem como Qianfan. A decisão autoriza a companhia a operar uma constelação de órbita baixa (LEO) no território brasileiro, estabelecendo concorrência direta com a Starlink, de Elon Musk, que domina o setor atualmente. A autorização foi concedida em 12/02.

O objetivo da licença é ampliar a oferta de banda larga de alta velocidade em áreas remotas e reforçar a infraestrutura de conectividade do país, conforma aponta o portal InfoMoney. O ato regulatório contempla a operação de até 324 satélites em uma fase inicial com validade até julho de 2031.

A SpaceSail possui um prazo de até dois anos para iniciar suas atividades comerciais no Brasil. Em seu cronograma enviado ao órgão regulador, a empresa indicou que pretende lançar o serviço no mercado nacional no quarto trimestre de 2026, coincidindo com o início das operações de sua constelação em solo chinês.

Como a chegada da SpaceSail impacta o mercado brasileiro?

A entrada de um novo player no segmento pode modificar a dinâmica de preços e a disponibilidade de serviços de rede no Brasil. Atualmente, a Starlink detém a liderança isolada deste nicho, sendo a principal escolha para produtores rurais, comunidades amazônicas e empresas de logística que operam em regiões sem cobertura de fibra óptica ou redes móveis tradicionais. São 1 milhão de consumidores. A chegada de uma alternativa quebra esse monopólio técnico.

Com a homologação da SpaceSail pela Anatel, a expectativa é que o aumento da oferta pressione a redução de custos de instalação de equipamentos e o valor das mensalidades. Além da questão comercial, a presença de uma segunda grande constelação LEO garante redundância para serviços públicos críticos. Em situações de falha técnica ou instabilidades em uma rede, o governo e empresas privadas passam a ter uma alternativa equivalente em termos de latência e velocidade.

A vinda da empresa também ocorre em um momento estratégico de estreitamento de relações tecnológicas entre Brasil e China. Recentemente, foram assinados memorandos de entendimento envolvendo a Telebras para cooperação em infraestrutura de telecomunicações.

Além do uso comercial para o consumidor final, a tecnologia de órbita baixa é vista com interesse pelo setor de Defesa e Segurança Pública pela capacidade de manter comunicações criptografadas e estáveis em áreas de fronteira e em alto-mar, onde a infraestrutura terrestre é inexistente.

Empresa chinesa quebra monopólio técnico da Starlink no país (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Planos de expansão

A SpaceSail não limita suas ambições ao lote inicial de 324 satélites. O projeto prevê colocar milhares de dispositivos em órbita até o final desta década. Segundo informações do portal especializado SpaceNews, a meta é atingir mais de 15 mil satélites até 2030, criando uma rede de cobertura global capaz de rivalizar com a infraestrutura da SpaceX.

Para que essa operação funcione no Brasil, no entanto, não basta apenas ter os satélites no céu. A operação exigirá a instalação de diversas estações terrestres, conhecidas como gateways, que conectam o sinal vindo do espaço ao backbone da internet nacional (os cabos de fibra óptica submarinos e terrestres). A empresa já iniciou estudos de viabilidade técnica para a implementação desses centros em pontos estratégicos do território nacional.

A licença da Anatel impõe que a SpaceSail siga normas rigorosas de coordenação de frequências. A agência precisa garantir que os sinais da empresa chinesa não causem interferências em outros serviços de radiocomunicação já existentes ou em satélites de outras operadoras.

A chegada da concorrente chinesa também antecipa a movimentação de outros gigantes do setor. A Amazon, por meio do Project Kuiper, também possui planos para o mercado brasileiro, embora ainda esteja em fases anteriores de implementação regulatória.
Anatel autoriza SpaceSail, rival chinesa da Starlink, a operar no Brasil

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Fonte: Tecnoblog