Category: Anatel

Moto G17 vem aí: celular foi homologado para venda no Brasil

Moto G17 vem aí: celular foi homologado para venda no Brasil

Moto G15 terá um sucessor em breve (imagem: divulgação)

Resumo

Moto G17 foi homologado pela Anatel, com bateria de 5.200 mAh e conectividade 4G, Wi-Fi 5, NFC e Bluetooth.
O aparelho será fabricado no Brasil e na China e terá um carregador de 20 W incluído.
O celular substituirá o Moto G15 e competirá com smartphones de entrada, como o Galaxy A17 da Samsung.

Nem só de smartphones dobráveis vive a Motorola: o Moto G17, membro de entrada da linha Moto G, foi homologado pela Anatel. A certificação, emitida na terça-feira (13/01), permite a venda do aparelho no país.

Ele poderá ser fabricado nas unidades da Flex (antiga Flextronics) em Jaguariúna (SP) e Manaus ou na fábrica da Motorola em Wuhan (China).

Sabemos de qual celular a homologação se trata graças ao leaker Evan Blass, que divulgou um documento com os diversos modelos a serem lançados pela empresa de Chicago em 2026.

O código XT2623-1 consta na lista como o Moto G17 (com codinome lemu26). E já vem tarde: o Moto G15 foi lançado no final de 2024, mais de um ano atrás.

Certificado de homologação do Moto G17 (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Sua bateria é o modelo RL52, com capacidade de 5.200 mAh nominais. Ela foi certificada ainda em 2024 e é a mesma utilizada nos celulares Moto G05 e G06 e no antecessor direto, o Moto G15.

O dispositivo possui conectividade 4G, Wi-Fi 5 (2,4 e 5 GHz, portanto), além de NFC e Bluetooth. Na caixa virá um carregador de 20 W, modelo MC-207L.

Carregador MC-207 da Motorola (foto: André Fogaça/Tecnoblog)

Preço e disponibilidade

O Moto G15 de 256 GB é vendido por R$ 999 no site oficial, e há uma versão de 128 GB custando em torno dos R$ 750 à vista.

Nesta faixa de preço, os smartphones tendem a ter especificações modestas, pouca memória RAM (algo que deve ser intensificar em 2026) e as melhorias entre as gerações tendem a ser incrementais.

O modelo deve concorrer com outros aparelhos de entrada, como o Galaxy A17 da Samsung, que oferece versão 5G e é encontrado hoje por R$ 1.130, na média.

Por enquanto, não há data oficial de lançamento do Moto G17 no Brasil.

Moto G17 vem aí: celular foi homologado para venda no Brasil

Moto G17 vem aí: celular foi homologado para venda no Brasil
Fonte: Tecnoblog

Jovi homologa bateria para celular com 7.000 mAh

Jovi homologa bateria para celular com 7.000 mAh

Jovi é o nome comercial da Vivo Communication Technology no Brasil (arte: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

A Jovi homologou uma bateria de 7.000 mAh para o modelo J2507, fabricado pela Sunwoda na China e montado no Polo Industrial de Manaus.
O Vivo X300 Ultra, possivelmente equipado com essa bateria, terá duas câmeras de 200 MP e uma ultrawide de 50 MP, além do SoC Snapdragon 8 Elite Gen 5.
A homologação foi realizada pela Agência Nacional de Telecomunicações em 02/01, permitindo a venda no mercado brasileiro.

O ano de 2026 deve ser dedicado aos smartphones com baterias grandes na fabricante chinesa Jovi. A filial brasileira da Vivo Communication obteve a homologação de mais uma bateria, desta vez com 7.000 mAh-hora. O Tecnoblog visualizou a documentação do componente, que foi registrado sob o código de modelo BB50X.

O documento foi emitido pela Agência Nacional de Telecomunicações em 02/01 e, na prática, permite a venda do novo produto no mercado doméstico. O componente será fabricado na China pela empresa especializada Sunwoda.

O restante da documentação revela que o smartphone na qual ela será utilizada tem o código de modelo J2507 e que ele será fabricado no Polo Industrial de Manaus.

Bateria BB50X da Jovi (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Certificado de homologação da bateria BB50X (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

O que é J2507?

Assim como na homologação anterior, há um mistério em relação a qual aparelho receberá a bateria. O código V2507 corresponde ao Vivo Y19s, produto lançado em 2024 e vendido no país como Jovi Y19s. Portanto, podemos descartar facilmente essa possibilidade.

A capacidade da bateria, de 7.000 mAh, se alinha com o Vivo X300 Ultra, que deve ser lançado ainda neste semestre não apenas na China, segundo rumores e vazamentos. Ele deverá trazer duas câmeras de 200 MP: a principal e a teleobjetiva periscópica, além de uma ultrawide de 50 megapixels, e deve vir equipado com o poderoso SoC Snapdragon 8 Elite Gen 5 da Qualcomm.

Snapdragon 8 fez sua estreia em 2021 e chega à quinta geração (imagem: divulgação)
Jovi homologa bateria para celular com 7.000 mAh

Jovi homologa bateria para celular com 7.000 mAh
Fonte: Tecnoblog

Poco M8 e Redmi Note 15 passam pela Anatel

Poco M8 e Redmi Note 15 passam pela Anatel

Poco M8 possui pintura em dois tons (imagem: divulgação/Xiaomi)

Resumo

A Anatel homologou os smartphones Poco M8 5G e Redmi Note 15 5G, permitindo sua venda oficial no Brasil.
Ambos os modelos usam o Snapdragon 6 Gen 3 e bateria de 5.520 mAh com ânodos de silício-carbono.
As principais diferenças são as câmeras: Poco M8 com 50 MP e 2 MP; Redmi Note 15 com 200 MP e 8 MP.

Ano novo, celulares novos: a DL Eletrônicos recebeu a homologação de dois novos smartphones da Xiaomi. São eles: o Poco M8 5G e o Redmi Note 15 5G, com códigos de modelo 25118PC98G e 25098RA98G, respectivamente. A homologação foi emitida pela Anatel na última quarta-feira (07/01).

Por serem aparelhos muito parecidos, a certificação foi emitida em conjunto. Eles utilizam a bateria BN6D, de 5.520 mAh típicos com ânodos de silício-carbono, também já homologada pela Anatel.

Certificado de homologação do Poco M8 e Redmi Note 15 (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Bateria BN6D da Xiaomi (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Os dois smartphones utilizam o mesmo SoC: o Snapdragon 6 Gen 3 da Qualcomm, fabricado em litografia de 4 nm.

A principal divergência entre os dois modelos está nas câmeras: o Poco M8 vem com uma câmera principal de 50 MP, acompanhadade uma segunda câmera de apenas 2 MP para detecção de profundidade. Já o Redmi Note 15 tem câmera principal de 200 MP e ultrawide de 8 MP.

A outra diferença está no design. No Poco M8 (no começo da matéria), a Xiaomi aposta na pintura em dois tons, com um ar mais agressivo. Enquanto isso, o Redmi Note 15 (abaixo) tem coloração mais sóbria, com exceção do modelo na cor Mist Purple, que mescla violeta com branco.

Redmi Note 15 usa cores mais sóbrias (imagem: divulgação/Xiaomi)

Ainda não há previsão de lançamento dos novos celulares Android no Brasil, mas, considerando que a linha Redmi Note 14 foi lançada no fim de janeiro do ano passado, o lançamento não deve tardar.

Poco M8 e Redmi Note 15 passam pela Anatel

Poco M8 e Redmi Note 15 passam pela Anatel
Fonte: Tecnoblog

Galaxy Buds 4 Pro vem aí: Samsung homologa fones para venda no Brasil

Galaxy Buds 4 Pro vem aí: Samsung homologa fones para venda no Brasil

Galaxy Buds 3 Pro terão sucessor (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Resumo

Galaxy Buds 4 Pro foi homologado pela Anatel e já pode ser vendido no Brasil.
Segundo vazamentos, o design do Galaxy Buds 4 Pro terá hastes arredondadas e um detalhe metálico na lateral.
O modelo deve ser vendido em preto, branco e damasco e chegar ao mercado junto com a linha S26, provavelmente em fevereiro.

Os Galaxy Buds 3 Pro devem ganhar um sucessor em breve. A Samsung homologou o novo Galaxy Buds 4 Pro na Anatel, segundo a documentação vista em primeira mão pelo Tecnoblog.

O produto, modelo SM-R640, foi homologado pela agência em 29 de dezembro. O código segue a lógica tradicional da fabricante sul-coreana, já que a versão atual é reconhecida pelo código SM-R630.

Certificado de homologação dos Galaxy Buds 4 Pro (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

O novo modelo deve manter o design com hastes adotado a partir da terceira geração da linha. Contudo, tudo indica que haverá um novo detalhe metálico na lateral e menos ângulos. O design do produto parece ter passado por ajustes para ficar mais discreto.

A base da haste, antes marcada por um formato mais triangular, agora aparece arredondada, segundo revelou o site Android Authority. O estojo também deve retornar ao design com a tampa no lado maior.

Galaxy Buds 4 Pro deve mudar o estilo do estojo (imagem: reprodução/Android Authority)

O Galaxy Buds 4 Pro poderá ser vendido em três cores: preto, branco e damasco (apricot, em inglês), como também apontado pelo site.

O antecessor, Galaxy Buds 3 Pro, foi lançado pela Samsung no meio de 2024. Há um ano e meio, o produto chegou custando R$ 2.199, mas pode ser encontrado no varejo na faixa de R$ 1.500 e até menos de R$ 1.000, quando em oferta.

Fones terão três cores diferentes (imagem: reprodução/Android Authority)

Quando os Galaxy Buds 4 Pro serão lançados?

Ainda não há previsão de lançamento, mas uma possibilidade é que sejam lançados em conjunto com a nova linha de smartphones da Samsung, provavelmente em fevereiro. Como revelamos aqui no Tecnoblog, o Galaxy S26 Ultra foi homologado pela Anatel e já pode ser vendido no Brasil.

Um segundo modelo de fones, mais barato e com menos recursos (e sem o sufixo Pro), também deve ser lançado em conjunto, mas ainda não foi homologado pela Anatel.
Galaxy Buds 4 Pro vem aí: Samsung homologa fones para venda no Brasil

Galaxy Buds 4 Pro vem aí: Samsung homologa fones para venda no Brasil
Fonte: Tecnoblog

Após alerta do Itaú, Anatel decide bloquear operadoras que facilitam spoofing

Após alerta do Itaú, Anatel decide bloquear operadoras que facilitam spoofing

Golpistas usam spoofing para fingir ligar da central do Itaú (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

A Anatel implementará regras rígidas contra operadoras que facilitam spoofing, bloqueando suas interconexões.
Empresas não poderão revender ou alugar números de telefone; centrais de atendimento devem contratar diretamente com operadoras.
Números de celular devem estar vinculados a um IMSI para evitar chamadas VoIP mascaradas.

A partir de 1º de janeiro, um novo despacho da Anatel prevê regras mais duras para as prestadoras de telefonia que facilitarem o chamado spoofing, técnica que adultera o número de origem de uma ligação telefônica. As empresas do setor poderão ser sancionadas com o bloqueio de suas interconexões. Na prática, elas ficam isoladas digitalmente, impedidas de completar ligações para clientes de outras operadoras.

O tema do spoofing ganhou destaque após um alerta emitido pelo banco Itaú nos últimos dias. Ele identificou que bandidos estavam utilizando os números oficiais, iniciados em 3004 ou 4004, para telefonar e enganar as vítimas em golpes bancários.

A nova sanção da Anatel tem prazo inicial de um mês e pode chegar a três meses em caso de reincidência. Para os clientes dessas empresas que forem flagrados cometendo a fraude, a regra é ainda mais rígida: a operadora deve rescindir o contrato e cortar o serviço imediatamente.

Despacho 978/2025 entra em vigor em 1º de janeiro (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Cabe explicar aqui que existem muitas etapas entre o início de uma chamada telefônica e o fim dela, quando toca no telefone do destinatário final. A medida da Anatel foca nesta camada intermediária, pressionando as operadoras a fiscalizarem o tráfego que passa por suas redes.

Outro ponto do despacho nº 978/2025 tem a ver com empresas detentoras de números de telefone. Elas não poderão mais fazer a revenda, repasse, aluguel ou cessão dos chamados recursos de numeração, tendo em vista que isso é uma irregularidade. Com isso, as centrais de atendimento terceirizadas terão que contratar os recursos diretamente com as operadoras.”

Combate ao VoIP irregular

Outro detalhe técnico importante do despacho ataca uma tática comum para fazer você atender ligações de estranhos. A Anatel determinou que todo número de celular (SMP) deve estar obrigatoriamente vinculado a um IMSI — a identidade única que existe dentro de cada chip (SIM Card ou eSIM).

Na prática, isso visa impedir que softwares de computador (VoIP) gerem chamadas massivas mascarando-se com números móveis aleatórios (xx) 9xxxx-xxxx sem que exista um chip real por trás daquela linha. Para o consumidor, a medida tenta garantir que, se o identificador de chamadas mostra um número de celular, a origem seja de fato uma linha móvel rastreável, e não um robô operando de um servidor anônimo.
Após alerta do Itaú, Anatel decide bloquear operadoras que facilitam spoofing

Após alerta do Itaú, Anatel decide bloquear operadoras que facilitam spoofing
Fonte: Tecnoblog

Lançamento do Poco F8 Pro no Brasil pode ocorrer em 2026

Lançamento do Poco F8 Pro no Brasil pode ocorrer em 2026

Poco F8 Pro tem 8 milímetros de espessura (imagem: divulgação)

Resumo

A bateria do Xiaomi Poco F8 Pro, de 6.210 mAh, foi homologada pela Anatel.
O smartphone possui SoC Qualcomm Snapdragon 8 Elite, 12 GB de RAM, até 512 GB de armazenamento e Android 16 com HyperOS 3.
A fabricante chinesa aguarda homologação do smartphone, que, por enquanto, não tem data de chegada ao Brasil.

A Xiaomi prepara a vinda do Poco F8 Pro para o mercado brasileiro. A bateria do modelo, de código BM6M, já está homologada pela Anatel, indicando que a certificação do restante do aparelho não deve tardar a ocorrer.

O certificado, emitido no dia 19 de dezembro, foi solicitado pela DL Eletrônicos, que representa oficialmente a fabricante chinesa no Brasil. A documentação aponta que a bateria será utilizada no modelo 2510DPC44G, que corresponde ao Poco F8 Pro e que ainda não recebeu certificação da agência.

Bateria do Poco F8 Pro (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Certificado da bateria do Poco F8 Pro (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

A bateria é fabricada pela Sunwoda, empresa chinesa especializada em baterias de íons de lítio, e aceita recarga de até 100 Watts, que a Xiaomi afirma ser capaz de recarregar de 0 até 100% em menos de 40 minutos.

O Poco F8 Pro foi lançado no final de novembro, em conjunto com seu “irmão maior”, o Poco F8 Ultra, oferecendo uma opção de menor custo para a linha Poco F8.

Poco F8 Ultra oferece traseira que imita jeans (imagem: divulgação/Poco)

Especificações do Poco F8 Pro

O Poco F8 Pro vem equipado com:

Tela AMOLED de 6,59 polegadas com taxa de atualização de 120 Hz e revestimento em vidro Gorilla Glass 7i da Corning

Bordas em alumínio e traseira em vidro em três opções de cores (nada de imitação de jeans aqui)

SoC Qualcomm Snapdragon 8 Elite

Memória RAM de 12 GB, memória interna de 256 ou 512 GB

Sistema operacional Android 16 com HyperOS 3

Alto-falantes estéreo ajustados pela Bose

Três câmeras traseiras: principal de 50 megapixels com OIS e PDAF multi-direcional, teleobjetiva de 50 megapixels, PDAF multidirecional e 2,5x de zoom e ultrawide de 8 megapixels e ângulo de visão de 120 graus

Câmera frontal de 20 megapixels com foco fixo

Wi-Fi 7 dual-band, Bluetooth 5.4 com vários codecs de alta definição, GPS dual-band e NFC

Bateria de 6.210 mAh com recarga de até 100 Watts

Não há previsão de quando o modelo será vendido no Brasil, o que também depende da homologação do aparelho em si ser emitida pela Anatel. O Poco F8 Ultra também não está homologado.
Lançamento do Poco F8 Pro no Brasil pode ocorrer em 2026

Lançamento do Poco F8 Pro no Brasil pode ocorrer em 2026
Fonte: Tecnoblog

Samsung deve apostar em celular básico com bateria grande

Samsung deve apostar em celular básico com bateria grande

Galaxy A06 5G deve ganhar sucessor em breve, com bateria maior (imagem: divulgação/Samsung)

Resumo

O Galaxy A07 5G foi homologado pela Anatel. Ele possui bateria de 6.000 mAh, maior que a do Galaxy A06 5G.
O modelo mantém o SoC Dimensity 6300 da MediaTek com GPU Mali-G57 e 4 GB de RAM.
O carregador incluído é o EP-TA200 de 15 W com porta USB-A.

A Samsung realizou a homologação do Galaxy A07 5G no mercado brasileiro. O smartphone básico mantém a conectividade 5G na linha A e deve substituir o atual Galaxy A06 5G. Ele se destaca pela bateria de 6.000 mAh.

Seguindo a estrutura de numeração da Samsung, o modelo SM-A076M/DS é a variante 5G do Galaxy A07, que foi homologado pela Anatel na última sexta-feira (19). O que não segue a lógica é a bateria: ela tem o código LC-196 e está homologada pela Anatel desde o fim de outubro.

Ela terá capacidade nominal de 6.000 mAh, tamanho inédito em telefones da Samsung desde o lançamento do Galaxy M15 e M35. Ainda assim, a especificação fica abaixo de modelos de fabricantes chinesas, que adotaram a nova tecnologia de ânodos de silício-carbono para aumentar a densidade energética.

Certificado de homologação do Galaxy A07 5G (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Bateria LC-196 do Galaxy A07 5G (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Para recarregar, o modelo virá com o carregador EP-TA200 de 15 W (e porta USB-A) na caixa.

Quais as especificações do Galaxy A07 5G?

O Galaxy A07 5G deve manter a maioria das características de seu antecessor, especialmente o SoC, que deve continuar sendo o Dimensity 6300 da MediaTek, com dois núcleos ARM Cortex-A76 e seis núcleos Cortex-A55, acompanhados de uma GPU Mali-G57 de dois núcleos, também desenvolvida pela ARM. O surgimento do modelo no Geekbench praticamente confirma as especificações.

E, infelizmente, também deve manter a pior característica do Galaxy A06: o modelo de 128 GB deve continuar com 4 GB de RAM. A escassez de RAM no mercado, causada pelas empresas de inteligência artificial, não ajuda.

Carregador EP-TA200 de 15 W da Samsung (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog

O lançamento ainda não tem data para acontecer, mas não deverá tardar, pois o produto também já foi certificado em outros países e páginas de suporte para o modelo já aparecem no site da Samsung em alguns países.

Parece que nem só de celulares topo de linha vive a Samsung.
Samsung deve apostar em celular básico com bateria grande

Samsung deve apostar em celular básico com bateria grande
Fonte: Tecnoblog

Amazon Leo: rival da Starlink dá novo passo para lançar provedor no Brasil

Amazon Leo: rival da Starlink dá novo passo para lançar provedor no Brasil

Conectores do Amazon Leo GGMA (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Parece déja vu: antes de um novo serviço ser lançado, equipamentos necessários para a prestação dele precisam ser homologados pela Anatel. Aconteceu com a Starlink e agora acontece com o Amazon Leo (antigo Kuiper): a agência aprovou o GGMA (Ground Gateway Modem Assembly), utilizado nas estações terrenas do vindouro provedor via satélite da Amazon, segundo documentos visualizados pelo Tecnoblog em primeira mão.

O equipamento GGMA não é o hardware que será utilizado pelos clientes finais do serviço, mas sim o que conectará os satélites, em órbita baixa, à internet.

Certificado de homologação do GGMA do Amazon Leo (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Você não iria querer ele em casa mesmo: são 22 conectores diferentes, incluindo dois conectores para fibras ópticas de 100 Gigabits, além do peso de 11,3 Kg e das três ventoinhas para refrigeração.

O GGMA é responsável pelo processamento e controle dos transmissores utilizados nas estações terrenas do Amazon Leo, conectado aos LNBs e outros equipamentos que farão a transmissão e recepção dos sinais de internet.

Lançamento de foguete com satélite do antigo projeto Kuiper (foto: divulgação)

Lançamento deve ficar para 2026

O lançamento comercial do Amazon Leo deve ficar para 2026, graças uma parceria com a Sky, com cobertura inicialmente na região Sul do Brasil. A empresa já possui licenças de SCM (Serviço de Comunicação Multimídia) e de uso de satélites estrangeiros, necessárias para prestação do serviço no país.

Ainda não foram divulgadas datas exatas nem valores para o serviço, que deve rivalizar com a popular Starlink, do empresário Elon Musk.

Licença de exploração do Amazon Leo (antigo Kuiper) (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)
Amazon Leo: rival da Starlink dá novo passo para lançar provedor no Brasil

Amazon Leo: rival da Starlink dá novo passo para lançar provedor no Brasil
Fonte: Tecnoblog

Celular com bateria digna de powerbank pode ser lançado no Brasil

Celular com bateria digna de powerbank pode ser lançado no Brasil

Cubot KingKong ES 3 (imagem: divulgação)

Resumo

O Cubot KingKong ES 3 possui bateria de 10.200 mAh e resistência militar com certificações IP68, IP69K e MIL-STD-810H.
O aparelho tem SoC Unisoc T615, 6 GB de RAM, 256 GB de armazenamento expansível, câmeras traseiras de 48 MP, 2 MP e 0,3 MP, e câmera frontal de 16 MP.
O modelo roda Android 15, suporta Wi-Fi 5, Bluetooth 5.0, NFC, e possui carregador de 33 W.

Celulares com baterias enormes não são exatamente uma novidade, mas infelizmente eles não costumam vir para o Brasil. Não mais: um smartphone com capacidade de 10.200 mAh acaba de passar pela homologação da Anatel, conforme documentos visualizados pelo Tecnoblog.

O telefone KingKong ES 3, da marca chinesa Cubot, praticamente repete a mesma capacidade de um powerbank tradicional.

Certificado de homologação do Cubot KingKong ES 3 (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

O modelo faz parte da linha KingKong, que oferece celulares robustos, e o ES 3 não deixa a edesejar: ele possui certificações IP68, IP69K e MIL-STD-810H, prometendo resistência a jatos de água, poeira e quedas.

Por dentro, o aparelho é mais modesto, utilizando o SoC T615 da Unisoc, que oferece apenas dois núcleos Cortex-A75 e seis núcleos Cortex-A55, combinados a GPU Mali-G57 da ARM. São 6 GB de RAM e 256 GB de memória interna, que pode ser expandida com cartão microSD.

Na traseira, três câmeras: uma principal de 48 megapixels com foco automático por detecção de fase, uma para fotos em macro de 2 megapixels com autofoco, e um sensor de profundidade, com resolução de meros 0,3 megapixel. Na frente, a câmera para selfies tem 16 megapixels e foco fixo.

O modelo roda o sistema operacional Android 15, além de ser capaz de Wi-Fi 5 (2,4 e 5 GHz, portanto), Bluetooth 5.0 e NFC. Sua conectividade com redes móveis está limitada até o 4G, nada de 5G aqui. Para carregar a enorme bateria, um carregador de 33 W virá na caixa do aparelho.

Este powerbank Samsung tem capacidade similar ao Cubot KingKong ES 3 (Foto: Lucas Lima/Tecnoblog)

Tudo isso torna o KingKong ES 3 pesadinho e grandinho: são 352 gramas e espessura de 15,3 milímetros.

Não há previsão de quando o modelo estará disponível no Brasil, e a bateria do modelo ainda precisa ser homologada, o que ainda impede a venda do aparelho no país.
Celular com bateria digna de powerbank pode ser lançado no Brasil

Celular com bateria digna de powerbank pode ser lançado no Brasil
Fonte: Tecnoblog

Exclusivo: Samsung inicia trâmites do Galaxy S26 na Anatel

Exclusivo: Samsung inicia trâmites do Galaxy S26 na Anatel

Samsung homologa a bateria EB-BS942ABY (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Resumo

A Samsung iniciou a homologação da bateria do Galaxy S26 na Anatel, com capacidade nominal de 4.175 mAh.
A bateria modelo EB-BS942ABY é destinada ao Galaxy S26 Pro e pode ser fabricada na Coreia do Sul, Vietnã, China e Manaus.
O lançamento do Galaxy S26 pode ocorrer em fevereiro, com a certificação completa prevista para dezembro.

A Samsung iniciou os processos para vender a futura linha Galaxy S26 no Brasil. É o que revela a homologação da bateria modelo EB-BS942ABY, desenvolvida pela Samsung SDI e certificada no país a pedido da Samsung Eletrônica da Amazônia. A homologação foi emitida pela Agência Nacional de Telecomunicações nesta terça-feira (9) e nós já pudemos visualizar o documento.

O componente possui capacidade nominal de 4.175 mAh, ou seja, maior que a bateria do Galaxy S25 e menor que do Galaxy S25 Plus. Acredita-se que ela terá 4.300 mAh típicos. Vazamentos recentes indicam que esta peça iria para o suposto Galaxy S26 Pro, que deve ser o smartphone mais barato da nova geração.

Como de costume, a bateria poderá ser fabricada em várias partes do mundo, incluindo Coréia do Sul, Vietnã e China, além de três fábricas em Manaus.

O que será a versão Pro?

Evento Unpacked pode ficar para fevereiro de 2026 (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

O código de modelo da bateria aparenta entregar que o componente será mesmo para um novo membro da linha S26, já que as baterias da Samsung tipicamente seguem uma numeração similar ao do modelo em que vem instaladas: o Galaxy S25 “base” tem código de modelo SM-S931 e usa a bateria EB-BS931ABY. A bateria recém-homologada indica a existência de um modelo SM-S942 – o tal do Galaxy S26 Pro, conforme os rumores.

A certificação da bateria é apenas um dos passos necessários para a venda no Brasil, já que o aparelho em si também precisa de certificação, assim como os outros membros da família S26 e suas respectivas baterias. A linha S da Samsung costuma ter seus lançamentos no início do ano, e as certificações no Brasil costumam vir em dezembro, à tempo do lançamento.

Ainda não se sabe quando a Samsung vai apresentar o Galaxy S26. Nos últimos anos, o evento Unpacked tem sido realizado em janeiro nos Estados Unidos. Há indícios, porém, de que a gigante sul-coreana tem planos de mexer no calendário e empurrar o anúncio global para fevereiro.
Exclusivo: Samsung inicia trâmites do Galaxy S26 na Anatel

Exclusivo: Samsung inicia trâmites do Galaxy S26 na Anatel
Fonte: Tecnoblog