Category: Anatel

Como descobrir qual empresa ligou para você pelo número de telefone

Como descobrir qual empresa ligou para você pelo número de telefone

Serviço “Qual Empresa Me Ligou” indentifica os telefones usados por pessoas jurídicas (Imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

O serviço “Qual Empresa Me Ligou” foi criado pela Anatel para ajudar as pessoas a identificarem os números de telefones vinculados a empresas (pessoas jurídicas). Assim, é possível consultar o número que ligou para você e descobrir de qual empresa é o telefone.

Você só precisa informar o número e confirmar o captcha para saber os dados da empresa responsável pelas ligações. A consulta gratuita pode ser feita pelo navegador do PC ou celular e não exige cadastro.

A seguir, saiba como consultar o número que ligou para você no “Qual Empresa Me Ligou”:

Índice1. Acesse o “Qual Empresa Me Ligou” pelo navegador2. Informe o número que está ligando para você3. Confirme o captcha para realizar a consulta4. Clique em “Consultar” para descobrir a empresa pelo telefone5. Confira as informações da empresa que ligou para vocêPor que não consigo saber qual empresa me ligou?Dá para saber quem é o dono de um telefone fixo pelo “Qual Empresa Me Ligou”?Posso descobrir quem é o dono de um número de celular pelo serviço da Anatel?

1. Acesse o “Qual Empresa Me Ligou” pelo navegador

Use o navegador do seu PC ou do seu celular para acessar qualempresameligou.com.br. A ferramenta da Anatel foi lançada em 2023 e faz a consulta em um banco de dados de telefones fixos e móveis registrados por pessoas jurídicas.

Tela inicial do serviço “Qual Empresa Me Ligou” da Anatel (Imagem: Reprodução/Qual Empresa Me Ligou)

2. Informe o número que está ligando para você

Clique no campo “Número de Telefone” e digite o número que você deseja descobrir qual empresa está ligando.

Digitando o número de telefone para consulta (Imagem: Reprodução/Qual Empresa Me Ligou)

3. Confirme o captcha para realizar a consulta

Clique no campo ao lado da mensagem “Sou Humano” e realize os testes para confirmar o Captcha. Assim, você poderá finalizar a consulta usando a ferramenta.

Realizando a verificação de Captcha (Imagem: Reprodução/Qual Empresa Me Ligou)

4. Clique em “Consultar” para descobrir a empresa pelo telefone

Clique no botão “Consultar”, ao lado do campo “Número de Telefone”, para descobrir qual empresa está tentando entrar em contato com você.

Clicando no botão “Consultar” no portal “Qual Empresa Me Ligou” (Imagem: Reprodução/Qual Empresa Me Ligou)

5. Confira as informações da empresa que ligou para você

O resultado da pesquisa do “Qual Empresa Me Ligou” exibirá a Razão Social e o CNPJ da empresa que está ligando para você.

Resultado da pesquisa do número de telefone na ferramenta “Qual Empresa Me Ligou” (Imagem: Reprodução/Qual Empresa Me Ligou)

Por que não consigo saber qual empresa me ligou?

O “Qual Empresa Me Ligou” identifica apenas números telefônicos de pessoas jurídicas (empresas com CNPJ). Então, a ferramenta exibirá a mensagem “não foi encontrada uma empresa vinculada a este terminal” nos seguintes casos:

Número de uma pessoa física: o portal não revela os dados de números de telefones fixos ou móveis de pessoas físicas (vinculadas a um CPF) por questões de privacidade;

Número não inserido na base de dados: novos números de empresas podem demorar até 30 dias para serem inseridos no banco de dados do portal;

Número de prestadora de menor porte: os números de empresas gerenciados por prestadoras telefônicas de menor porte estão sendo adicionados gradualmente à base de dados.

Dá para saber quem é o dono de um telefone fixo pelo “Qual Empresa Me Ligou”?

Não. O “Qual Empresa Me Ligou” não reúne dados de telefones fixos de pessoas físicas. O portal traz informações somente de números vinculados a empresas de natureza comercial, com CNPJ.

Então, uma alternativa é usar o serviço da ABR Telecom para saber a operadora de um número. A plataforma ajuda a identificar a prestadora contratada de um telefone fixo ou número de celular, mas não revela o nome do titular.

Posso descobrir quem é o dono de um número de celular pelo serviço da Anatel?

Não é possível identificar o titular de um número de celular cadastrado por uma pessoa física no “Qual Empresa Me Ligou”. O serviço da Anatel fornece informações somente sobre números de telefones de empresas.

Você pode usar outras formas de descobrir quem é dono de um número de celular. Dá para pesquisar o número via Pix, adicionar e enviar mensagens no WhatsApp ou até mesmo ligar.
Como descobrir qual empresa ligou para você pelo número de telefone

Como descobrir qual empresa ligou para você pelo número de telefone
Fonte: Tecnoblog

Anatel exige testes de encaixe e temperatura para liberar carregadores

Anatel exige testes de encaixe e temperatura para liberar carregadores

Carregadores homologados recebem selo da anatel (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) atualizou os requisitos técnicos e procedimentos de teste exigidos para homologar carregadores para celular. Agora, os acessórios precisarão comprovar resistência mecânica e térmica suficiente para continuarem funcionando sem apresentar riscos de segurança.

Segundo o site do órgão, os carregadores serão testados para comprovar sua qualidade e durabilidade em situações como queda livre, comportamento em altas temperaturas, conexão e desconexão sequencial à tomada e torção dos pinos, entre outros. Apenas os acessórios aprovados receberão a homologação da agência.

Homologação comprova segurança e qualidade do produto (Imagem: Paulo Higa/Tecnoblog)

“Após a sequência de testes de certificado, os pinos do carregador não devem apresentar deformações que atrapalhem ou impeçam sua correta inserção e retirada de uma tomada elétrica”, explica o órgão regulador. “Além disso, nenhuma parte do carregador pode ter se soltado ou deformado a ponto de apresentar exposição de contato elétrico vivo.”

Testes incluem queda livre e torção de pinos

O texto do Ato 5.155, que traz as novas normas, já consta no Sistema Eletrônico de Informação (SEI) da Anatel. Nelas, os procedimentos estão mais detalhados. Entre os testes, estão:

100 quedas livres, sendo 10 quedas por minuto

1.000 encaixes e desencaixes (2.000 mudanças de posição) da tomada, a uma frequência de 30 mudanças de posição por minuto

os pinos não devem girar quando aplicado um torque de 0,4 Nm (Newton-metro)

o carregador deve suportar compressão e tração, conforme as normas da ABNT para tomadas e plugues elétricos

Para os testes, as fabricantes precisarão fornecer um celular com bateria inicialmente descarregada e 22 duas unidades de amostra do carregador. As regras passam a valer daqui a 180 dias, em 14 de outubro de 2024, para que a indústria, os laboratórios e os organismos de certificação se adequem.

Com informações: Anatel
Anatel exige testes de encaixe e temperatura para liberar carregadores

Anatel exige testes de encaixe e temperatura para liberar carregadores
Fonte: Tecnoblog

Samsung: novo identificador de chamadas chega ainda este ano

Samsung: novo identificador de chamadas chega ainda este ano

Empresas de telecomunicações iniciam testes do Stir/Shaken em rede aberta (Ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

A Samsung confirmou que implementará o novo identificador de chamadas proposto pela Anatel em seus celulares. Ele stá previsto para chegar no segundo semestre de 2024.
O sistema usa os protocolos STIR/SHAKEN e Rich Call Data para melhorar a identificação e validação de chamadas, proporcionando mais informações como o nome da empresa, a marca e o motivo da ligação.
O projeto tem objetivo de aumentar a segurança e ajudar a combater golpes como da central telefônica falsa.

A Samsung confirmou ao Tecnoblog que o novo identificador de chamadas proposto pela Anatel chegará aos celulares da marca ainda este ano. A previsão é de que a novidade seja implementada “no segundo semestre de 2024”. A fabricante não informou uma data específica.

Conforme você sabe, a Agência Nacional de Telecomunicações iniciou testes de um novo sistema de identificação e validação de chamadas. Ele tira proveito do protocolo STIR/SHAKEN, que já existe nos Estados Unidos, entre outros países, e do protocolo de Rich Call Data (dados ricos de chamada).

Como será o novo identificador

O funcionamento do novo identificador de chamadas depende da adaptação de aplicativos nativos de telefone – o famoso discador que vem de fábrica no smartphone. No começo do mês, a Motorola informou que começaria a liberar a tecnologia no terceiro trimestre e 2024.

O planejamento da Anatel prevê que os smartphones mostrem o nome da empresa, a marca e o motivo da ligação. Seria uma maneira de dar mais segurança para ligações de bancos, por exemplo. O golpe da chamada falsa estaria com os dias contados, já que o consumidor poderia desconsiderar contatos feitos a partir de números não participantes da iniciativa.

A ABR Telecom, ligada às empresas de telecomunicações, é a responsável por manter um sistema que gerencia o funcionamento do novo sistema. Não haverá custo para os recebedores das chamadas. O investimento será absorvido pelo próprio setor.

Resposta da Samsung

O posicionamento da Samsung não dá detalhes sobre como será a implementação do novo recurso. A Motorola, por exemplo, cita as linhas contempladas e os requisitos mínimos dos telefones (em especial o Android 11).

É de se esperar que as fabricantes concentrem o lançamento inicial nos modelos premium, como o Galaxy S24 e os dobráveis previstos para o segundo semestre – Galaxy Z Flip 6 e Galaxy Z Fold 6.

E o iPhone?

Ainda não se sabe qual será a postura da Apple. O iPhone dos Estados Unidos atualmente é compatível com STIR/SHAKEN, mas os usuários criticam a forma inócua com que exibe as informações na hora que chega uma ligação.

Igualmente importante no mercado brasileiro, a Xiaomi também não revelou planos para se adequar à iniciativa da Anatel. A participação é voluntária, de acordo com interlocutores na agência.
Samsung: novo identificador de chamadas chega ainda este ano

Samsung: novo identificador de chamadas chega ainda este ano
Fonte: Tecnoblog

Vivo é a internet mais reclamada na Anatel; Claro e TIM têm piores índices no móvel

Vivo é a internet mais reclamada na Anatel; Claro e TIM têm piores índices no móvel

Vivo teve maior índice de reclamação na Anatel (Imagem: Bruno Gall De Blasi/Tecnoblog)

A Anatel divulgou o Panorama de Reclamações de 2023, que apresenta uma análise sobre as queixas feitas contra serviços de telecomunicações ao longo do ano. A Vivo é a operadora de banda larga com mais queixas, enquanto Claro e TIM tiveram os piores resultados no móvel pré-pago e pós-pago. A agência registrou queda de 24,1% no volume de protocolos.

A agência afirma que a queda no número de protocolos pode estar relacionada com melhorias implementadas pelas operadoras nas centrais de atendimento de primeiro nível e no funcionamento dos serviços. No entanto, o próprio portal de reclamação na Anatel só permite abrir uma solicitação caso o consumidor já tenha um protocolo de atendimento emitido pela ouvidoria da prestadora.

Dentre os números absolutos, a Claro foi a operadora mais reclamada em 2023, com mais de 440 mil protocolos abertos. A Vivo figura no segundo lugar, seguida por TIM e Oi:

Número de reclamaçõesClaroOiTIMVivoBanda larga103.30059.82830.12198.838Celular pré-pago74.945–67.17864.910Celular pós-pago187.591–148.612135.748Total de reclamações*440.449135.800251.359359.836*O total de reclamações também leva em conta os serviços de TV por assinatura e telefonia fixa.Tabela elaborada pelo Tecnoblog com dados da Anatel.

Vivo é a mais reclamada na banda larga fixa

No serviço de banda larga, a Claro é a operadora com o maior número de protocolos absolutos, com 103,3 mil reclamações. No entanto, a Anatel adota outra métrica para melhor comparação: o Índice de Reclamação (IR) leva em conta a proporção entre o número de assinantes e protocolos abertos.

A adoção do índice como forma comparativa é justa: uma operadora com maior participação de mercado naturalmente terá mais reclamações que uma concorrente com a metade do número de clientes.

Entre as três maiores operadoras de internet fixa, a Vivo obteve a pior nota, com 1,25 reclamação a cada mil assinantes. A Oi figura em segundo lugar, com IR de 1,01, enquanto a Claro tem o índice de 0,87.

A Anatel não levou em conta a participação da TIM e Sky nos resultados anuais, pois as prestadoras não possuem grande participação de mercado no serviço de banda larga fixa. No entanto, o IR dessas teles pode ser pior que da concorrência: em dezembro de 2024, a Sky registrou 3,79 protocolos para cada mil assinantes, enquanto a TIM teve índice de 3,47.

TIM e Claro são as mais reclamadas no serviço móvel

A Anatel divide as reclamações de telefonia móvel nos segmentos pós-pago e pré-pago.

No pós-pago, modalidade com cobrança recorrente mensal via boleto ou cartão de crédito, a TIM foi a operadora com pior colocação, com 0,56 reclamação para cada mil assinantes. A Claro aparece em seguida, com IR de 0,45, enquanto a Vivo é a menos reclamada, com nota 0,25.

Já no pré-pago, que exige recargas, a Claro é a operadora que lidera o índice de reclamações com 0,18, seguida por TIM (0,16) e Vivo (0,14). Na comparação com o ano anterior, a TIM foi a prestadora com maior redução de protocolos, com queda de 8,3%.

Claro é a operadora de celular pré-pago com mais reclamações na Anatel em 2023 (Imagem: Divulgação)

O assunto mais reclamado no celular pré-pago foi “Bloqueio, desbloqueio ou suspensão”. No pós-pago, as principais queixas estão relacionadas a cobrança.

Cobrança é o assunto mais reclamado em telecom

O estudo da agência mostra que a cobrança de serviços pós-pagos ou créditos do pré-pago são os principais motivos para os consumidores abrirem uma reclamação, com mais de 436 mil protocolos. Ainda assim, houve queda de 32,6% em relação ao número de chamados do ano anterior.

Outras reclamações financeiras também tiveram números relevantes, como “Cobrança em desacordo com o contratado”, “Cobrança após cancelamento”, “Cobrança indevida de multa por fidelização (multa rescisória)” e “Cobrança de serviço, produto ou plano não contratado”. Ao todo, esses itens representam 18% do total de protocolos.

As reclamações sobre qualidade de funcionamento dos serviços tiveram redução de 14%, com cerca de 45 mil protocolos a menos que em 2022. O desempenho foi visto principalmente nos serviços de telefonia fixa e celular pós-pago.

Em relação ao cancelamento de serviços, a Anatel teve 59 mil reclamações a menos que o ano anterior, com queda de 46% no celular pré-pago e 36% no celular pós-pago. As reduções ocorreram principalmente em chamados sobre cancelamento indevido do pré-pago e dificuldade de cancelamento do pós-pago.

O relatório completo está disponível no site da Anatel.
Vivo é a internet mais reclamada na Anatel; Claro e TIM têm piores índices no móvel

Vivo é a internet mais reclamada na Anatel; Claro e TIM têm piores índices no móvel
Fonte: Tecnoblog

Claro e Vivo têm os consumidores mais satisfeitos de telefonia móvel

Claro e Vivo têm os consumidores mais satisfeitos de telefonia móvel

Lojas da Claro e Vivo em São Paulo (Imagem: Felipe Ventura / Tecnoblog)

A Anatel divulgou a Pesquisa de Satisfação e Qualidade Percebida de 2023, e o estudo mostra que os consumidores ficaram mais satisfeitos com os serviços de telecomunicações em comparação com o ano anterior. A Claro obteve os maiores índices no celular pré-pago, enquanto a Vivo lidera no segmento pós-pago. Na banda larga fixa, as competitivas lideram em qualidade.

A pesquisa de satisfação da Anatel ocorre anualmente, e ouviu 72 mil consumidores de telecomunicações do Brasil entre julho e novembro de 2023. O estudo foi feito entre pessoas físicas, com assinantes de 14 prestadoras de internet fixa, telefonia fixa, celular e TV paga.

Para calcular o índice de satisfação de uma operadora, a Anatel pesquisa sobre a percepção de diferentes frentes: informação ao consumidor, funcionamento do serviço, cobrança e recarga, atendimento telefônico e atendimento digital (como aplicativos e sites das teles).

De acordo com o estudo, houve melhora em todos os índices de qualidade de telecomunicações na comparação com 2022 — com exceção na recarga do celular pré-pago, que teve estabilidade na nota. A qualidade do atendimento telefônico é o item com pior avaliação entre todos os serviços.

Satisfação com serviço celular

No segmento móvel, a Anatel divide a pesquisa entre usuários de planos com modalidade pós-paga (com maior custo mensal) e pré-paga (sem compromisso de pagamento).

No pós-pago, a média nacional entre todas as operadoras foi de 7,61, alta de 0,31 pontos em comparação com o ano anterior. Confira o ranking:

Celular pós-pagoOperadora e nota1º lugarVivo 7,752º lugarClaro 7,633º lugarTIM 7,334º lugarAlgar 6,90Média Brasil7,61Tabela elaborada pelo Tecnoblog com dados da Anatel

No segmento pré-pago as notas são maiores. A média nacional foi de 7,79, com aumento de 0,09 pontos em comparação com o ano de 2022. Confira o ranking:

Celular pré-pagoOperadora e nota1º lugarClaro 7,942º lugarVivo e Algar 7,744º lugarTIM 7,70Média Brasil7,79Tabela elaborada pelo Tecnoblog com dados da Anatel

Regionais lideram satisfação na banda larga fixa

Dentre todos os serviços pesquisados, a banda larga fixa teve o menor índice de satisfação geral. O serviço tem grande importância para usuários de outras modalidades:

42% dos entrevistados que possuem TV por assinatura informaram que utilizam serviços de vídeo online como forma principal para consumir conteúdo (como Netflix, Amazon Prime, HBO e YouTube);

61,4% dos usuários de celular pós-pago e 74,5% dos usuários do pré-pago afirmam que utilizam Wi-Fi como principal meio de acesso para acessar internet pelo smartphone.

Wi-Fi é o meio mais utilizado para acessar internet nos smartphones (Imagem: Pexels / Pixabay)

A média de satisfação geral de internet fixa foi de 7,43. Das 14 operadoras pesquisadas, 7 ficaram acima da média, sendo a Vivo a única prestadora de grande porte em tal colocação. Confira a lista completa:

Banda larga fixaOperadora e nota1º lugarBR Super 8,262º lugarBrisanet 8,243º lugarUnifique 8,104º lugarGB Online 8,095º lugarVero 7,866º lugarVivo 7,767º lugarProxxima 7,738º lugarOi 7,389º lugarTIM 7,3210º lugarAlgar e Valenet 7,2012º lugarSky 7,1513º lugarClaro 7,1314º lugarLigga 7,03Média Brasil7,43Tabela elaborada pelo Tecnoblog com dados da Anatel

De acordo com Cristina Camarate, superintendente de Relações com os Consumidores da Anatel, a agência quer alcançar a nota 7,5 na média nacional de satisfação da banda larga até o ano de 2027.

A Anatel também pontua que a qualidade de funcionamento tem relação mais forte para a percepção de satisfação entre usuários de serviços fixos

Confira o estudo completo para o seu estado

Para ter maior precisão de qual é a operadora com melhor qualidade percebida, vale a pena verificar os dados para o seu estado nos painéis da Anatel.

Em São Paulo, por exemplo, a operadora com melhor avaliação no celular pós-pago é a Vivo. No pré-pago, Algar e Claro lideram o ranking.
Claro e Vivo têm os consumidores mais satisfeitos de telefonia móvel

Claro e Vivo têm os consumidores mais satisfeitos de telefonia móvel
Fonte: Tecnoblog

Contrabando de celular: Anatel quer parceria com a Receita Federal

Contrabando de celular: Anatel quer parceria com a Receita Federal

Contrabando de celular causou evasão fiscal de R$ 2 bilhões no primeiro semestre de 2023 (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

A Anatel está na reta final de um projeto que ampliará o combate aos celulares irregulares – aqueles que chegam ao Brasil sem pagar os impostos. A agência se prepara para integrar o sistema da Receita Federal que permite visualizar contêineres e cargas que vêm do exterior. O presidente da Anatel acredita que haverá um upgrade quando o movimento for concluído.

Carlos Baigorri me disse numa conversa exclusiva que será possível direcionar as equipes de fiscalização. “Nós vamos evitar que eles cheguem de forma irregular”, conta o dirigente. Em outras palavras, os smartphones do mercado paralelo serão interceptados pela Agência Nacional de Telecomunicações antes de serem entregues às lojas.

O Siscomex é um sistema de comércio exterior controlado pelos servidores da Receita Federal, que permite fazer o acompanhamento tanto das importações quanto das exportações. Ele existe há 30 anos e é considerado essencial para o desembaraço de cargas que chegam ao território nacional. 

Siscomex: sistema integrado tem os trâmites para importação e exportação (Imagem: Divulgação/Receita Federal)

A solicitação para ingresso da Anatel é antiga: mais de 16 anos. Na agência, no entanto, a sensação é de que agora vai.

Passos importantes foram dados nos últimos meses, segundo o conselheiro Artur Coimbra, também da Anatel. Primeiro chegou a anuência do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio (MDIC). Agora chegou a vez da Receita: o pedido de ingresso no Sistema Integrado de Comércio Exterior foi formalizado em janeiro de 2024. “Fui lá em 5 de fevereiro para reforçar a nossa solicitação”, diz Coimbra.

O conselheiro da Anatel ressalta que não há prazo para a manifestação da Receita. A avaliação do órgão é a última etapa para a concretização dos planos da agência.

Artur Coimbra é conselheiro da Anatel e especialista em regulação (Foto: Divulgação/Kenny Oliveira/Ministério das Comunicações)

O contrabando de smartphones disparou e bateu recorde em 2023: foram 5,5 milhões de unidades comercializadas em solo nacional, de acordo com uma estimativa divulgada pela Abinee (Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica), a principal interessada no assunto. Ela reúne companhias do porte de Apple, Motorola, Samsung e Xiaomi. Isso dá por volta de 21% do mercado total.

A organização estima que o governo deixou de arrecadar R$ 2 bilhões em impostos somente no primeiro semestre de 2023. Não foi divulgado o cálculo referente ao segundo semestre.
Contrabando de celular: Anatel quer parceria com a Receita Federal

Contrabando de celular: Anatel quer parceria com a Receita Federal
Fonte: Tecnoblog

Anatel libera teste de conexão entre smartphone e satélite

Anatel libera teste de conexão entre smartphone e satélite

Satélite da AST Space Mobile, parceira de Claro e TIM (Imagem: Divulgação)

A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) aprovou a prestação de serviços de telefonia móvel por satélite no Brasil em caráter experimental. A tecnologia é conhecida como Direct-to-Device (D2D) e pode permitir que celulares 4G e 5G funcionem, sem qualquer hardware adicional, em áreas que atualmente não têm cobertura móvel.

Claro e TIM apresentaram um primeiro pedido de interesse no D2D, segundo a agência, e devem realizar testes com a operadora de satélites AST Space Mobile. No D2D, os aparelhos transmitem sinais para satélites de baixa órbita, que o retransmitem a torres de telefonia fixas no solo. Isso é feito usando as mesmas frequências da telefonia móvel, o que garante a compatibilidade com os smartphones atualmente disponíveis.

Telefonia móvel via satélite pode aumentar acesso e cobertura no Brasil (Imagem: Jajang Permana / Unsplash)

A autorização para prestação de serviço experimental está disponível para outras empresas, mas a solicitação de uso deve ser feita pelas empresas detentoras das faixas. Isso significa que só as operadoras que já prestam serviço de telefonia móvel poderão pedir para testar a conexão entre telefones e satélites.

Vale dizer que esta comunicação por satélite não tem relação com a usada para comunicações de emergência, presente nos iPhones mais recentes e em um acessório da Motorola. Neste caso, são usados outro espectro e outra rede de satélites.

Sandbox Regulatório da Anatel permite testes

Para autorizar a prestação de serviços em fase experimental, a Anatel usou um instrumento chamado Sandbox Regulatório. Ele suspende temporariamente algumas regras que impedem determinados projetos, desde que haja relevância no desenvolvimento tecnológico e na promoção do acesso às telecomunicações.

Carlos Baigorri, presidente da Anatel, considera que, se der certo, o D2D seria uma revolução para a conectividade e o acesso no Brasil. Em seu voto, o conselheiro Alexandre Freire avaliou que a “a solução D2D possui um potencial significativo para expandir a cobertura do serviço móvel pessoal, reduzindo a exclusão digital ao fornecer serviços de telecomunicação em áreas remotas e rurais”.

Com informações: Anatel
Anatel libera teste de conexão entre smartphone e satélite

Anatel libera teste de conexão entre smartphone e satélite
Fonte: Tecnoblog

Prepare-se para o fim definitivo dos planos com apps ilimitados

Prepare-se para o fim definitivo dos planos com apps ilimitados

Aos poucos, operadoras estão cortando os apps ilimitados (Ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

De Barcelona – Aqueles comerciais na TV com WhatsApp ilimitado, TikTok fora da franquia, Instagram com acesso grátis etc. estão com os dias contados. Na avaliação do presidente da Anatel, Carlos Baigorri, as empresas de telecomunicações do Brasil se encaminham para uma nova realidade, na qual irão cobrar pelo acesso a cada conteúdo disponível na internet.

O assunto esteve em pauta na principal feira de conectividade do mundo, a MWC 2024, realizada na semana passada. Eu conversei com Baigorri sobre este tema, tendo em vista, por exemplo, que a Claro fez em fevereiro o movimento de retirar alguns aplicativos ilimitados dos novos planos controle.

Entenda o caso

O presidente da Agência Nacional de Telecomunicações fez a ressalva de que o chamado zero rating não é uma questão regulatória, mas sim comercial. “As empresas de telefonia podem fazer isso. Faz mais de uma década que o Cade avaliou uma denúncia e concluiu que isso não fere a neutralidade da rede”. De acordo com ele, as operadoras não pagam à Meta, por exemplo, para incluir o WhatsApp nos pacotes. Trata-se apenas de uma licença de uso de imagem.

Não por acaso, as principais empresas do setor publicaram uma carta aberta reivindicando o fair share a poucos dias do início da MWC. Claro, TIM, Vivo e Algar Telecom aparecem entre as signatárias do documento. Elas querem que empresas do porte de Google (com seu YouTube), Meta (com Instagram e WhatsApp) e Netflix ajudem a pagar a conta da manutenção e expansão da infraestrutura de internet pelo mundo.

Operadoras da América Latina e Caribe cobram o chamado fair share (Imagem: Reprodução/Tecnoblog)

Claro, TIM, Vivo e Algar Telecom estão entre as signatárias do chamado (Imagem: Reprodução/Tecnoblog)

O grupo calcula que o consumo mensal médio de 11 GB por smartphone na América Latina deverá quadruplicar para 40 GB até 2028. Elas dizem que os bilhões de dólares movimentados pela indústria de telecomunicações na região não serão suficientes.

O presidente da Anatel nos contou que as reclamações sobre o tema ocorrem desde 2023. O discurso é de que as big tech ocupam a rede, ganham muito dinheiro e não sobra nada para as teles. Baigorri ainda revelou a resposta dele para esta queixa: “É lógico que estão ocupando a sua rede, você está dando tráfego de graça. Quer que aconteça o quê?”

Quando perguntado se essa é uma tendência, Baigorri me falou que “imagina que sim”.

Claro e TIM confirmam o fim do zero rating

As grandes companhias estão ligadas nisso. Numa conversa recente, eu perguntei ao diretor de marketing da Claro se estamos nos encaminhando para o fim do zero rating. Márcio Carvalho comentou: “Nós estamos remodelando a nossa oferta. Isso ocorre também em função da migração para o 5G, que tem maior velocidade. No passado, o Instagram era só foto, agora tem vídeo. Não tem como dar um cheque em branco sem saber o que os aplicativos vão fazer no dia seguinte.” Ele ainda disse que a Claro “tem o desafio de continuar investindo e remunerar este investimento.”

Em fevereiro, o presidente da TIM concedeu uma declaração similar à do executivo da Claro: “Fechamos a torneira para o zero rating. Todos os novos planos não têm zero rating para as redes sociais”. Alberto Grizelli ainda comentou que “o mundo era outro” quando a estratégia foi implementada.

E o consumidor, como fica?

Carlos Baigorri é presidente da Anatel (Foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Enquanto isso, o consumidor está gastando R$ 100, R$ 150, às vezes R$ 200 por mês para arcar com o custo da internet. Como explicar para este cliente que ele já paga por uma conexão que não deve ficar mais barata, mesmo com a entrada de um possível novo dinheiro?

Baigorri foi sincero: “Essa é uma boa pergunta, eu não sei. Precisava ver a postura do pessoal de marketing das operadoras. Eu compartilho dessa dúvida com você: como eles vão empacotar essa narrativa?”

Ele lembrou que a Agência Nacional de Telecomunicações está realizando uma tomada de subsídios sobre os deveres dos usuários de redes de telefonia. Eles valerão tanto para pessoas físicas – você e eu – quanto para provedores de aplicações que estão conectados à web – como o Google ou o Facebook.

Thássius Veloso viajou para a Espanha a convite da Honor
Prepare-se para o fim definitivo dos planos com apps ilimitados

Prepare-se para o fim definitivo dos planos com apps ilimitados
Fonte: Tecnoblog

Quem tem medo da TV box pirata?

Quem tem medo da TV box pirata?

Uma rede com 170 mil bots, registrando intensa atividade no Brasil. Foi o que revelou um relatório do Qianxin Xlabs, laboratório de cibersegurança chinês. A botnet seria composta por aparelhos de TV box piratas, muito populares no país. A partir dela, criminosos conseguiriam, entre outras coisas, disparar ataques de DDoS. Diante do ocorrido, um Conselheiro da Anatel recomendou jogar fora os dispositivos.

Quem tem medo da TV box pirata? (Imagem: Vitor Pádua / Tecnoblog)

Mas será que o público está de fato preocupado com as possíveis ameaças dos equipamentos irregulares? No episódio de hoje, conversamos sobre a situação da TV box ilegal no Brasil, quais são os riscos para o usuário, o modelo de negócios da TV box pirata, e a estratégia da Anatel para lidar com a questão. Dá o play e vem com a gente!

Participantes

Thiago Mobilon

Thássius Veloso

Lucas Braga

Josué de Oliveira

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Grupos da Caixa Postal do Tecnocast:

Telegram: t.me/caixapostaltecnocast

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Você pode mandar comentários (inclusive em áudio, vai que você aparece no Tecnocast?), dúvidas, críticas e sugestões. Participe!Se preferir, você também pode se comunicar conosco pela Comunidade e através do e-mail tecnocast@tecnoblog.net.

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Créditos

Produção: Josué de Oliveira

Edição e sonorização: Ariel Liborio

Arte da capa: Vitor Pádua

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Quem tem medo da TV box pirata?

Quem tem medo da TV box pirata?
Fonte: Tecnoblog

TV box ilegal: Anatel recomenda jogar fora os aparelhos infectados

TV box ilegal: Anatel recomenda jogar fora os aparelhos infectados

Pesquisadores chineses descobriram uma botnet composta por TV boxes infectadas (Imagem: Vitor Pádua / Tecnoblog)

A notícia de uma botnet composta por TV boxes ilegais acendeu o sinal de alerta na Anatel. O conselheiro Artur Coimbra recomendou que os consumidores joguem fora os equipamentos infectados. Ou, nas palavras dele, que “descartem” os dispositivos por causa dos riscos de segurança. Coimbra falou com exclusividade ao Tecnoblog.

O posicionamento do representante da agência ocorre na esteira de uma denúncia feita por um centro de pesquisas chinês. Mais de 1,3 milhão de endereços IP localizados no Brasil estavam em uso por uma botnet. Os equipamentos zumbis continham vírus e outros malwares, de modo que podiam ser acionados remotamente para cumprir inúmeras tarefas.

Os especialistas chinesesdizem que a maioria das TV boxes e dos IPs encontrados é do Brasil. São Paulo é o estado com mais aparelhos infectados, seguido pelo Rio de Janeiro. Também foram citados os estados de Amazonas, Tocantins, Paraíba, Alagoas, Sergipe, Paraná e Santa Catarina.

Coimbra me disse que o órgão já tinha indícios de uma atividade suspeita sendo realizada também pela internet brasileira a partir de agosto de 2023. Ele ainda explicou que os provedores de acesso cumpriram diversos protocolos para conter a ameaça.

Sem certificação

Artur Coimbra é conselheiro da Anatel e especialista em regulação (Foto: Divulgação/Kenny Oliveira/Ministério das Comunicações)

“O consumidor muitas vezes não sente na pele os problemas de comprar uma TV box irregular. Ele pode até achar que é legal porque pagou centenas de reais na caixinha. No entanto, não é certificada pela Anatel e ainda permite consumo de conteúdo furtado. Se você tem uma dessas, descarte.”
Artur Coimbra – Conselheiro da Anatel

Ele ainda recomendou que os usuários busquem pelo selo da agência antes de fechar a compra de uma nova TV box. Existem diversas opções em conformidade com a lei brasileira. No entanto, as TV boxes ilegais se tornaram febre por destravarem o acesso a plataformas de streaming e canais da TV por assinatura.

Sistema Android TV

Coimbra lembrou que as TV boxes com sistema Android TV (ou mesmo Android, em alguns casos) podem até rodar um sistema desenvolvido por uma grande empresa, no caso o Google, mas não contam com mecanismos básicos de proteção. Elas não costumam receber os pacotes de segurança mais recentes, por exemplo.

O laboratório antipirataria da Anatel já encontrou cavalos de Troia e backdoors embarcadas em unidades de TV box irregular, de acordo com um levantamento de 2022. Com isso, atacantes conseguem controlar remotamente os aparelhos e ainda podem ter acesso aos demais aparelhos na rede doméstica daquele consumidor.

Coimbra disse que a comunicação das TV boxes irregulares com a internet não recebe o mesmo tipo de criptografia visto nos aparelhos regulares. Ou seja, em tese seria possível interceptar e ler os dados.
TV box ilegal: Anatel recomenda jogar fora os aparelhos infectados

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Fonte: Tecnoblog