Category: Anatel

Samsung: versão inédita do Galaxy Fold está pronta para venda no Brasil

Samsung: versão inédita do Galaxy Fold está pronta para venda no Brasil

Suposto design do Galaxy Z Fold 8 Wide (imagem: reprodução/Ice Universe)

Resumo

Galaxy Z Fold 8 Wide foi homologado pela Anatel e pode ser lançado no Brasil.
Smartphone terá conectividade 5G, Wi-Fi 7, Bluetooth, NFC e carregamento sem fio reverso, com bateria de 4.660 mAh.
Samsung deve lançar o dobrável junto com o Flip 8 e o Fold 8 Ultra, em evento previsto para julho.

A trifecta de dobráveis da Samsung para 2026 está completa: o Galaxy Z Fold 8 Wide está homologado pela Anatel. O novo dobrável da fabricante sul-coreana deve ser uma segunda opção na linha Fold 8, oferecendo uma tela de proporção mais larga, como o nome indica.

O smartphone tem o código de modelo SM-F971B e sua homologação foi emitida na quarta-feira (24/06).

Certificado de homologação do Galaxy Z Fold 8 Wide (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Na conectividade, o Fold 8 Wide será igual ao irmão maior: 5G, Wi-Fi 7 de três bandas, Bluetooth, NFC, UWB e carregamento sem fio reverso.

As baterias, também homologadas, são os modelos EB-BF971DAY e EB-BF972DAY, com capacidades nominais de 2.267 e 2.393 mAh, somando 4.660 mAh nominais.

A capacidade se alinha com os rumores e vazamentos do Z Fold Wide, que indicaram capacidade típica de 4.800 mAh. Para recarga, uma surpresa: o carregador incluso na caixa será de 45 W, modelo EP-TA845.

Segundo o leaker Ice Universe, o Fold 8 Wide terá uma câmera a menos que o modelo Ultra, abrindo mão da teleobjetiva.

A fabricação do Fold 8 Wide fica a cargo de cinco fábricas da Samsung, como de costume: duas no Vietnã, uma na Coreia do Sul, além das duas fábricas da empresa no Brasil (em Manaus e Campinas).

Quando chegam?

A expectativa é de que o Galaxy Z Fold 8 Wide, além do Flip 8 e do Fold 8 Ultra, sejam lançados em um vindouro Galaxy Unpacked previsto para o dia 22 de julho. Até o momento, a Samsung não oficializou o evento, no qual também devem ser revelados os novos modelos de smartwatch da empresa sul-coreana, já certificados aqui.

Para comparação, o Galaxy Z Fold 7 foi lançado no início de julho de 2025 durante um evento em Nova York, nos EUA. No Brasil, o modelo chegou no fim do mesmo mês pelo valor de R$ 14.599, mas pode ser encontrado hoje no varejo brasileiro em torno dos R$ 9 mil, ou até menos em promoções.

Mas, prepare o bolso: a Samsung aumentou os valores até dos intermediários devido à escassez de memórias.
Samsung: versão inédita do Galaxy Fold está pronta para venda no Brasil

Samsung: versão inédita do Galaxy Fold está pronta para venda no Brasil
Fonte: Tecnoblog

Lojas online adotam tolerância zero contra celulares usados em presídios

Lojas online adotam tolerância zero contra celulares usados em presídios

Anatel quer dificultar o comércio de minicelulares (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

Anatel firmou um acordo com os principais marketplaces que atuam no Brasil para remover anúncios de minicelulares não homologados.
Esses dispositivos costumam ser usados em presídios e podem trazer riscos à segurança.
Os minicelulares são aparelhos pequenos que imitam modelos clássicos, como o Nokia 3310, mas não passaram pela certificação da Anatel.

A Anatel firmou um acordo com os principais marketplaces do país para combater a venda de minicelulares não homologados. O compromisso foi selado ontem (23/06), com Amazon, Mercado Livre, Shopee, Magalu, Casas Bahia, Carrefour e Temu, que concordaram em adotar uma política de “tolerância zero” para esse tipo de produto.

Os minicelulares têm a comercialização proibida no Brasil desde maio de 2017. São aparelhos de dimensões reduzidas que não passaram pelo processo de certificação da Anatel. Por isso, podem apresentar riscos relacionados à segurança elétrica, baterias e níveis de radiação não testados, além de frequentemente serem ligados à comunicação clandestina em unidades prisionais.

Muitos desses modelos imitam o clássico Nokia 3310, mas têm dimensões extremamente reduzidas: cerca de 62 milímetros de altura e 24 de largura, comparáveis às de uma tampa de caneta Bic.

Aparelhos driblam a fiscalização

Minicelulares apreendidos no Complexo Penal de Bauru-SP, em agosto de 2025 (imagem: divulgação/SAP)

Esses celulares costumam aparecer em operações policiais e apreensões realizadas em presídios. Marcas como Decoin, L8STAR e Jesta figuram com frequência nesses registros, mas são genéricas e não correspondem a fabricantes propriamente ditos. São dispositivos produzidos fora do Brasil e comercializados sob diferentes nomes para facilitar a distribuição em marketplaces e lojas online.

É justamente esse tipo de anúncio que a Anatel pretende eliminar. Nos testes realizados pelo Tecnoblog, apenas o Mercado Livre retornou resultados para buscas relacionadas aos minicelulares.

Ainda que os produtos sejam vendidos na seção Internacional da plataforma, por vendedores estrangeiros, eles continuam disponíveis para consumidores brasileiros.

Mercado Livre ainda permite a compra do produto na seção Internacional (imagem: Bruno Andrade/Tecnoblog)

Na Shopee, por exemplo, buscas pelo termo passaram a exibir celulares convencionais homologados, anunciados como “celular para idoso”, de fabricantes como Samsung, ZTE e LG.

Anatel prepara ranking para pressionar plataformas

Durante a reunião, a agência também propôs a criação de um ranking de conformidade dos marketplaces. A iniciativa deve começar pelo segmento de celulares e smartphones, avaliando o grau de aderência das plataformas às regras de comercialização de produtos homologados.

Segundo a Anatel, os marketplaces ainda precisam exigir a exibição do número de homologação nos anúncios e adotar mecanismos capazes de identificar códigos falsos, inválidos ou pertencentes a outros produtos. De acordo com a agência, parte dos vendedores utiliza essas informações de forma enganosa para dar aparência de regularidade a dispositivos não certificados.

Como próximo passo, a Anatel deve realizar reuniões individuais com cada marketplace para discutir planos de ação específicos. Também será criado um grupo de trabalho permanente para acompanhar a implementação das medidas e monitorar os indicadores de conformidade das plataformas.
Lojas online adotam tolerância zero contra celulares usados em presídios

Lojas online adotam tolerância zero contra celulares usados em presídios
Fonte: Tecnoblog

Anatel diz que alerta de “misantropia” não partiu das autoridades; Defesa Civil investiga

Anatel diz que alerta de “misantropia” não partiu das autoridades; Defesa Civil investiga

Alerta extremo com a mensagem “misantropia” foi recebido à 1h24 no Rio de Janeiro (imagem: reprodução)

A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) informou que as mensagens de alerta recebidas por parcela dos brasileiros na madrugada deste sábado (20/06) não foram emitidas pelas autoridades responsáveis pelo sistema de alertas à população. Segundo a agência, não há motivo para preocupação por parte da população em decorrência dos avisos.

Em nota, a Anatel explica que os alertas via Cell Broadcast, a tecnologia usada para enviar avisos de emergência, são originados em plataforma própria da Defesa Civil. As operadoras realizam o trabalho de transmitir essas mensagens às regiões definidas pelas autoridades.

A Anatel reforçou ainda a importância do sistema de Cell Broadcast como ferramenta de apoio à prevenção e resposta a desastres, voltado à proteção da população e à preservação de vidas.

Já a Defesa Civil confirmou que a plataforma de envio do Defesa Civil Alerta foi tirada do ar às 1h30 da madrugada , depois de sofrer uma possível invasão e disparar um alerta para diversas regiões do país. O aviso foi ordenado remotamente “por alguém alheio ao Sistema Nacional de Proteção e Defesa Civil”.

A mensagem disparada foi do tipo Alerta Extremo e continha a palavra “misantropia”, que significa ódio à humanidade. A Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil, ligada ao Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional, trata o caso como provável ataque hacker, vai acionar a Polícia Federal para apurar o episódio e trabalha para religar o sistema assim que as condições de segurança forem restabelecidas.

Não custa lembrar: o Cell Broadcast foi oficialmente ativado em maio de 2024, depois de dois anos de desenvolvimento.
Anatel diz que alerta de “misantropia” não partiu das autoridades; Defesa Civil investiga

Anatel diz que alerta de “misantropia” não partiu das autoridades; Defesa Civil investiga
Fonte: Tecnoblog

Exclusivo: Galaxy Z Flip 8 se aproxima do lançamento no Brasil

Exclusivo: Galaxy Z Flip 8 se aproxima do lançamento no Brasil

Galaxy Z Flip 7 ganhará sucessor em breve (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Resumo

Galaxy Z Flip 8 foi homologado pela Anatel e pode ser vendido no Brasil.
O dobrável terá suporte a 5G, Wi-Fi 7, Bluetooth, NFC e carregamento reverso, e as baterias somam 4.174 mAh.
O lançamento do Galaxy Z Flip 8 é esperado em um Galaxy Unpacked em julho, junto com os novos Fold 8.

A Samsung começa a preparar o terreno para o lançamento dos novos dobráveis de 2026. O Galaxy Z Flip 8 recebeu homologação da Anatel na quarta-feira (17/06), por solicitação da filial brasileira da firma coreana.

Segundo a documentação visualizada pelo Tecnoblog, o novo dobrável flip da Samsung tem o código de modelo SM-F776B, se alinhando perfeitamente com a lógica usual de códigos de modelo da fabricante (o Flip 7 usa o código SM-F766B).

Certificado de homologação do Galaxy Z Flip 8 (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

O que o Galaxy Flip 8 vai oferecer?

Na conectividade, nada muda: o Flip 8 tem suporte a 5G, Wi-Fi 7 de três bandas (2,4, 5 e 6 GHz), Bluetooth, NFC e carregamento reverso.

Falando em carregamento, é algo que também não deve mudar: as duas baterias (EB-BF776BAY e EB-BF777DAY) somam 4.174 mAh nominais, exatamente a mesma capacidade nominal do antecessor.

A única mudança nelas é que a bateria “principal” está maior (3.024 mAh), e a bateria na parte superior encolheu (1.150 mAh), indicando mudanças no layout interno do Flip 8.

Para recarregar as baterias, o Flip 8 continua com o carregador de 25 W na caixa, modelo EP-TA800, já fornecido com os dobráveis da Samsung desde o Flip 4, além da linha S.

Carregador Samsung EP-TA800 (Foto: Everton Favretto/Tecnoblog)

Então, o que mudará?

A documentação de certificação não revelou nada realmente novo ou inesperado. No departamento de rumores e vazamentos, a expectativa também é de poucas novidades: SoC novo, como esperado, e melhorias na dobradiça e tela para reduzir o vinco no AMOLED dobrável.

Segundo o GSMArena, o Flip 8 receberá o chip Exynos 2600 em alguns mercados e um chip da Qualcomm em outros, sem especificar de qual chip se trata — potencialmente o Snapdragon 8 Elite Gen 5 ou apenas o 8 Gen 5.

Se a informação se concretizar, o modelo brasileiro virá com o chip da Qualcomm, que tende a ser preferido por entusiastas e consumidores.

E quando chega?

A expectativa é de que o Galaxy Z Flip 8, além dos dois novos Fold 8, sejam lançados em uma vindoura Galaxy Unpacked no dia 22 de julho. Até o momento, a Samsung não oficializou o evento. O evento também deve anunciar os novos modelos de smartwatch da coreana, também já certificados aqui.

O Galaxy Z Flip 7 foi lançado no início de julho de 2025 durante um evento em Nova York, nos EUA. No Brasil, o modelo chegou no fim do mesmo mês pelo valor de R$ 8.199, mas pode ser encontrado no varejo hoje na faixa de preço dos R$ 5.500.
Exclusivo: Galaxy Z Flip 8 se aproxima do lançamento no Brasil

Exclusivo: Galaxy Z Flip 8 se aproxima do lançamento no Brasil
Fonte: Tecnoblog

Galaxy Watch Ultra 2 está a caminho do Brasil

Galaxy Watch Ultra 2 está a caminho do Brasil

Galaxy Watch Ultra ganhará sucessor em breve (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Resumo

O Galaxy Watch Ultra 2, com código de modelo SM-L715F, foi homologado pela Anatel para venda no Brasil.
Dispositivo traz conectividade Wi-Fi, Bluetooth, 4G e carregamento sem fio.
Samsung deve lançar os novos Galaxy Watches, incluindo o Galaxy Watch Ultra 2, em um evento Galaxy Unpacked no fim de julho.

Mais um membro da futura linha de smartwatches da Samsung foi aprovado pela Anatel: o Galaxy Watch Ultra 2 recebeu a homologação da agência na segunda-feira (25/05), segundo a documentação visualizada em primeira mão pelo Tecnoblog. O dispositivo, com código de modelo SM-L715F, oferecerá conectividade Wi-Fi, Bluetooth e 4G, além de possuir carregamento sem fio.

Para comparação, o Galaxy Watch Ultra atual é denominado SM-L705F. A expectativa é que o novo smartwatch premium da Samsung adote o chip Snapdragon Wear Elite, da Qualcomm. Durante a MWC, em Barcelona, a fabricante confirmou que a Samsung será uma das primeiras parceiras a usar o novo processador.

Curiosamente, o novo chip possui algumas capacidades que não estão presentes no modelo homologado, como UWB e NB-IoT para uso com redes NTN (redes não-terrestres, ou seja, por satélite).

Certificado de homologação do Galaxy Watch Ultra 2 (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Uma possibilidade é que algumas dessas opções de conectividade e o chip da Qualcomm estejam restritas ao modelo vendido com 5G RedCap (Reduced Capability, criada para baratear dispositivos 5G).

Como informa o portal SamMobile, esse modelo deverá ser oferecido em alguns países, como os EUA e a Coreia do Sul, em parte por demanda das operadoras locais.

Expectativa para o Galaxy Unpacked

Galaxy Watch 8 também receberá sucessor (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

A certificação do Galaxy Watch Ultra 2 completa as homologações dos novos Galaxy Watches, já que os quatro modelos da linha Watch 9 (SM-L340, SM-L345F, SM-L350 e SM-L355F) também estão homologados.

A expectativa é que a Samsung revele os novos relógios no vindouro evento Galaxy Unpacked, marcado para o fim de julho, em conjunto com os novos smartphones dobráveis da marca.

Galaxy Watch Ultra 2 está a caminho do Brasil

Galaxy Watch Ultra 2 está a caminho do Brasil
Fonte: Tecnoblog

Galaxy Watch 9 vem aí: um dos relógios já está homologado no Brasil

Galaxy Watch 9 vem aí: um dos relógios já está homologado no Brasil

Galaxy Watch 8 deve ganhar sucessor em breve (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Resumo

O Galaxy Watch 9 foi homologado no Brasil com conectividade 3G e 4G, Bluetooth e Wi-Fi.
O dispositivo, com modelo SM-L345F, foi registrado na Agência Nacional de Telecomunicações.
A Samsung prepara o lançamento de novos relógios inteligentes, incluindo o Galaxy Watch 9 e o Galaxy Watch Ultra.

A Samsung prepara a chegada da nova linha de relógios inteligentes por aqui. O provável Galaxy Watch 9, por exemplo, acaba de passar pela certificação obrigatória no Brasil, segundo documentos visualizados em primeira mão pelo Tecnoblog. O dispositivo foi registrado ontem (18) sob o modelo SM-L345F.

O certificado na Agência Nacional de Telecomunicações prevê conectividade 3G e 4G, Bluetooth e Wi-Fi de 2,4 e 5 GHz. Nós acreditamos se tratar da versão de 40 mm.

Certificado de homologação do SM-L345F (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Sabemos que a Samsung está trabalhando em novos modelos de seus smartwatches graças a informações do banco de dados de IMEIs da GSM Association (GSMA). Elas revelam que o Galaxy Watch Ultra também deve finalmente ganhar um sucessor.

Se a Samsung mantiver a cadência de lançamentos típica, este ano não veremos um Galaxy Watch 9 Classic com coroa giratória, que costuma ser lançado de dois em dois anos.

Ainda não se sabe quando será o lançamento do suposto Galaxy Watch 9 nem das demais novidades guardadas para o segundo semestre. Rumores dão conta de que, desta vez, o evento Unpacked será em 22 de julho. A Samsung ainda não divulgou nada.
Galaxy Watch 9 vem aí: um dos relógios já está homologado no Brasil

Galaxy Watch 9 vem aí: um dos relógios já está homologado no Brasil
Fonte: Tecnoblog

Anatel troca multa milionária da Claro por novo compromisso

Anatel troca multa milionária da Claro por novo compromisso

Operadora terá que investir em infraestrutura de rede para estudantes (foto: Paulo Higa/Tecnoblog)

Resumo

Anatel converteu multa de R$ 30,8 milhões da Claro em investimentos.
A operadora deverá investir R$ 7,6 milhões para conectar universidades e institutos federais.
A Claro tem 60 dias para enviar relatório à Anatel com unidades que receberão melhorias primeiro.

A Anatel converteu uma multa de R$ 30,8 milhões aplicada à Claro em investimentos para ampliar a conectividade em instituições públicas de ensino. Segundo o Poder360, a operadora terá de destinar R$ 7,6 milhões à implantação de internet de alta velocidade em universidades e institutos federais, conforme despacho publicado no Diário Oficial da União.

O Conselho Diretor da agência reguladora já havia aprovado a medida por unanimidade no dia 7 de maio, mas a validação legal só saiu nessa sexta-feira (15/05). De acordo com os documentos oficiais da Anatel, os recursos da Claro serão usados para estruturar redes de fibra óptica e conectar as faculdades à RNP (Rede Nacional de Ensino e Pesquisa), o que deve melhorar a rotina de estudantes e pesquisadores.

Como funciona a troca da multa por investimentos?

Esse mecanismo é conhecido no setor de telecomunicações como “obrigação de fazer”. Na prática, o negócio funciona de um jeito bem simples: em vez de a operadora pagar a punição em dinheiro para o caixa do Tesouro Nacional, a Anatel dá um abatimento generoso. Em contrapartida, exige que a empresa gaste o dinheiro ampliando a infraestrutura de rede no país.

Após os cálculos previstos pelas regras da agência, o valor final ficou fixado em R$ 7,6 milhões — quantia que ainda passará por correção monetária para a compra de cabos e equipamentos de conectividade. O objetivo principal do projeto é combater o “apagão digital” nas salas de aula e laboratórios federais.

Vale mencionar que os termos do acordo apontam que, se a Claro não iniciar as melhorias no prazo estipulado pelo governo, a empresa perde o direito ao desconto e volta a dever o valor integral de R$ 30,8 milhões.

Por que a Claro foi multada pela Anatel?

Anatel converte parte da sanção milionária em conectividade para estudantes (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

A fiscalização da Anatel descobriu que a Claro descumpriu várias regras do Regulamento Geral de Direitos do Consumidor (RGC). Entre os problemas encontrados estavam a cobrança indevida de multas por quebra de fidelidade e a falta de clareza na hora de oferecer planos sem contratos de permanência.

Essa estratégia de trocar sanções por conectividade acadêmica virou rotina na agência. Este caso já representa o quinto acordo do tipo fechado somente em 2026. Como lembra o Poder360, em fevereiro, outras operadoras já haviam abatido R$ 29 milhões em dívidas para levar internet a 118 faculdades espalhadas por 72 municípios brasileiros.

O desafio, contudo, ainda é grande: dados oficiais do governo apontam que pelo menos 213 instituições de ensino federais sofrem com a falta de conexões adequadas. A Claro agora tem um prazo de 60 dias para enviar um relatório à Anatel informando quais unidades da lista receberão melhorias primeiro. A agência promete fiscalizar o andamento das obras de perto.
Anatel troca multa milionária da Claro por novo compromisso

Anatel troca multa milionária da Claro por novo compromisso
Fonte: Tecnoblog

Exclusivo: Xiaomi 17T passa na Anatel e já pode ser lançado no Brasil

Exclusivo: Xiaomi 17T passa na Anatel e já pode ser lançado no Brasil

Câmera teleobjetiva do Xiaomi 17T deve receber upgrade (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Resumo

Xiaomi 17T passou na Anatel e já pode ser vendido no Brasil.
Celular terá câmera melhorada e possível bateria de 6.500 mAh.
O aparelho será fabricado na China e seu lançamento é esperado para maio.

O Xiaomi 15T vai receber um sucessor em breve: o Xiaomi 17T passou na Anatel e está a caminho do Brasil. O novo smartphone topo de linha vinha aparecendo em vazamentos, e seu lançamento é esperado para maio. O modelo foi homologado com o código 2602DPT53G a pedido da DL, que representa a fabricante no país.

A documentação não deixa espaço para dúvidas, já que nela consta o nome comercial “Xiaomi 17T”. Ela também revela o design do aparelho, com fotos externas.

Xiaomi 17T consta na certificação da Anatel (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

O design não muda muito em relação ao antecessor: visualmente a principal diferença está no flash, que deixa a localização no “cooktop” e passa a ficar logo ao lado do módulo das câmeras.

Apesar dos rumores apontarem que as câmeras se manterão similares, é possível notar nas imagens que o Xiaomi 17T possui uma teleobjetiva diferente, provavelmente utilizando uma lente periscópica com um zoom maior, como o Xiaomi 15T Pro já oferece.

Por dentro, é esperado um SoC Dimensity 8500, que é ligeiramente melhor que o 8400 Ultra do 15T. O smartphone deve chegar já com Android 16. O certificado também revela a presença de Wi-Fi 6 (sem 6 GHz), Bluetooth, 5G e NFC, características esperadas de um modelo dessa faixa de mercado.

Carregador Xiaomi MDY-15-ET de 67 W (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Na caixa do modelo vendido oficialmente no mercado brasileiro virá o carregador MDY-15-ET, de 67 Watts. Ele recarregará a bateria BM6U, de 6.360 mAh nominais — capacidade que se alinha com os 6.500 mAh típicos que os rumores e vazamentos apontam, com um aumento de 1.000 mAh em relação ao Xiaomi 15T.

Segundo a documentação, o smartphone será fabricado na China. Além disso, ele deverá ter um irmão maior, o Xiaomi 17T Pro, com especificações superiores, mas que ainda não está certificado no Brasil.

Quando chega?

Não temos previsão de quando exatamente será o lançamento, nem valores. Para comparação, o Xiaomi 15T chegou por aqui em outubro de 2025, custando R$ 7.499.
Exclusivo: Xiaomi 17T passa na Anatel e já pode ser lançado no Brasil

Exclusivo: Xiaomi 17T passa na Anatel e já pode ser lançado no Brasil
Fonte: Tecnoblog

Exclusivo: Motorola Razr Fold pode chegar ao Brasil a qualquer momento

Exclusivo: Motorola Razr Fold pode chegar ao Brasil a qualquer momento

Motorola Razr Fold em exposição em Barcelona (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Resumo

O Motorola Razr Fold recebeu homologação da Anatel em 7 de 2026, com código XT2651-1. O modelo já pode ser vendido no Brasil.
O aparelho tem 5G, Bluetooth, NFC, Wi-Fi 7, UWB, carregamento sem fio reverso e suporte à Moto Pen Ultra. Ele usa duas baterias, com 5.760 mAh nominais, e traz carregador de 90 W na caixa.
O Razr Fold custa 1.999 euros e 1.799 libras. A Motorola prevê venda no Brasil ainda neste semestre.

Agora vai: o Motorola Razr Fold passou pela homologação na Anatel e já pode ser vendido no Brasil. O smartphone dobrável foi foi anunciado durante a CES 2026 e deve competir diretamente com o Galaxy Z Fold 7, da Samsung, oferecendo alguns recursos a mais.

O modelo foi certificado com o código de modelo XT2651-1 na última terça-feira (7), conforme os documentos visualizados pelo Tecnoblog. Este código de modelo está associado ao codinome Horizon26, segundo o leaker Evan Blass, e condiz com o processo de homologação nos Emirados Árabes Unidos.

A documentação confirma características de um telefone topo de linha, como esperado: conectividade 5G, Bluetooth, NFC, Wi-Fi 7 de três bandas, UWB e carregamento sem fio reverso. Na caixa, o Razr Fold virá com o carregador MC-907 de 90 Watts, capacidade maior do que o Razr Fold é capaz de aceitar (80 Watts).

Certificado de homologação do Razr Fold da Motorola (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Carregador Motorola MC-907 de 90 W durante a certificação (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

No smartphone estão duas baterias (SH29 e SH31) com capacidades nominais de 2.820 e 2.940 mAh, somando 5.760 mAh nominais. Parece lógico assumir que se tratam de baterias que somam 6.000 mAh típicos, a capacidade divulgada pela Motorola para o Razr Fold.

O Razr Fold suporta o uso de caneta stylus (Moto Pen Ultra), acessório que a concorrente sul-coreana removeu no Galaxy Z Fold 7. O Razr Fold também possui grau de proteção contra líquidos superior ao concorrente: IPX9 versus o IP48 do Fold 7 (no entanto, o produto Samsung oferece alguma proteção contra ingresso de poeira).

Moto Pen Ultra (imagem: divulgação)

O smartphone não deve ser barato: ele será vendido por 1.999 euros no velho continente, 1.799 libras no Reino Unido, valores que, em conversão direta, ficam na faixa dos R$ 12 mil por aqui.

Esperamos que a venda do modelo inicie em breve: já há um cadastro de interesse no site da fabricante e a Motorola já informou no passado que pretende vendê-lo ainda neste semestre.
Exclusivo: Motorola Razr Fold pode chegar ao Brasil a qualquer momento

Exclusivo: Motorola Razr Fold pode chegar ao Brasil a qualquer momento
Fonte: Tecnoblog

Empresa de MG compra telefonia fixa da Oi por R$ 60,1 milhões

Empresa de MG compra telefonia fixa da Oi por R$ 60,1 milhões

Negócio inclui orelhões e manutenção da base de clientes até 2028 (imagem: Barbara Eckstein/Flickr)

Resumo

Justiça do Rio de Janeiro aprovou a venda da telefonia fixa da Oi para a Método Telecom por R$ 60,1 milhões à vista.
A empresa de Minas Gerais assume a UPI Serviços Telefônicos da Oi, que inclui infraestrutura, base de clientes e operação de serviços de emergência.
O negócio, no entanto, depende da aprovação da Anatel, que tenta barrar a operação alegando que o edital do leilão viola uma lei federal.

A Justiça do Rio de Janeiro aprovou nesta quarta-feira (08/04) a venda da operação de telefonia fixa da Oi para a empresa mineira Método Telecom. A transação, avaliada em R$ 60,1 milhões, ocorreu por meio de um leilão conduzido pela 7ª Vara Empresarial do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ-RJ), como parte do processo de falência da companhia de telecomunicações.

O certame contou com a participação de duas concorrentes. A Sercomtel Comunicações apresentou uma oferta de R$ 60 milhões, porém com a previsão de pagamento parcelado em dez vezes.

A Método Telecom, por sua vez, ofereceu R$ 60,1 milhões com pagamento à vista, cumprindo as exigências financeiras do edital. O formato de quitação imediata foi determinante para a escolha da vencedora, que recebeu o aval do Ministério Público e dos órgãos de fiscalização.

Com a homologação do leilão, a Justiça fluminense intimou a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), o Tribunal de Contas da União (TCU) e as Fazendas Públicas para acompanharem o resultado do negócio.

O que a Método Telecom leva na compra?

Ao vencer o leilão, a Método Telecom adquire a Unidade Produtiva Isolada (UPI) Serviços Telefônicos da Oi, assumindo infraestruturas críticas e obrigações de longo prazo. A nova operadora passa a ser a responsável pela gestão direta de serviços de utilidade pública, que inclui a operação das linhas de números de emergência, como o 190 (Polícia Militar), 192 (Samu) e 193 (Corpo de Bombeiros).

Como lembra o site Convergência Digital, a transação também engloba a transferência de toda a infraestrutura física remanescente da telefonia fixa da tele. O pacote é composto por postes, torres, cabos, mastros, bases de rádio e os tradicionais orelhões. A compradora também absorve a base de clientes atual que ainda paga por linhas fixas da Oi (cerca de 3,82 milhões, segundo dados da Anatel).

A companhia terá a obrigação de manter a continuidade da prestação desses serviços até, pelo menos, dezembro de 2028. Essa exigência é vital para o atendimento em mais de 7,4 mil localidades brasileiras onde a Oi opera como a única provedora de infraestrutura de telecomunicações.

Impasse com a Anatel

Agência quer suspender o leilão alegando violação de acordos (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Apesar da aprovação na Justiça estadual, a concretização da venda depende da Anatel. O problema é que a agência reguladora tenta barrar a transferência dos ativos, argumentando que as regras do edital violam as diretrizes da Lei Geral de Telecomunicações (LGT) e passam por cima de acordos previamente firmados.

O centro do questionamento é o Termo de Autocomposição. As regras do contrato proíbem a venda de equipamentos essenciais em municípios onde a operadora é a única prestadora disponível. A agência alega que o edital libera a transferência desses ativos sem um filtro rigoroso, gerando o risco de deixar milhares de cidadãos sem sinal. Devido ao que seria um desrespeito às regras, a Anatel pode mudar o curso do negócio.

Além das questões de infraestrutura, a agência aponta a ausência de garantias financeiras para assegurar a operação e defende que a competência para julgar o caso é da Justiça Federal, por envolver o Governo Federal e o Ministério das Comunicações.

Por fim, a autarquia reitera que nenhuma venda no setor pode ser finalizada sem a sua anuência prévia e exige a anulação do edital atual para participar da elaboração de novas regras.
Empresa de MG compra telefonia fixa da Oi por R$ 60,1 milhões

Empresa de MG compra telefonia fixa da Oi por R$ 60,1 milhões
Fonte: Tecnoblog