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Após adotar IA e recuar, empresa diz que humanos farão só atendimento VIP

Após adotar IA e recuar, empresa diz que humanos farão só atendimento VIP

Empresa retomou contratação de atendentes humanos no SAC (foto: reprodução/Klarna Holding AB)

Resumo

O CEO da Klarna, Sebastian Siemiatkowski, anunciou que o atendimento humano será oferecido como opção VIP na empresa.
Em 2024, a Klarna demitiu sua equipe de suporte para focar em IA, mas reverteu a decisão após críticas sobre a queda na qualidade do atendimento.
A estratégia atual, segundo o CEO, será um modelo híbrido que combina automação com atendimento humano para equilibrar eficiência e qualidade.

Depois de reconhecer que a automação prejudicou a qualidade do atendimento, a Klarna agora quer transformar o contato humano em um serviço premium. Durante um evento em Londres nesta semana, o CEO da fintech sueca, Sebastian Siemiatkowski, anunciou que o atendimento com pessoas passará a ser uma opção VIP.

A justificativa, segundo ele, é equilibrar os ganhos de eficiência com a preservação da “conexão humana”. A proposta também tenta conter críticas à contradição entre as decisões da empresa e os discursos recentes do executivo.

Atendimento humano para balancear IA

Durante a SXSW de Londres, o CEO da Klarna, Sebastian Siemiatkowski, afirmou que o atendimento humano “sempre será uma coisa VIP”, comparando-o a um produto artesanal.

A declaração ocorre após a fintech recuar da estratégia de automação total. Em 2024, a Klarna demitiu sua equipe de suporte e substituiu o atendimento por IA — decisão que gerou críticas e piorou a experiência dos usuários.

O próprio CEO reconheceu que priorizar o corte de custos levou a uma “menor qualidade”, e que deixar clientes já frustrados lidando com um algoritmo não foi a melhor prática. Por disso, a Klarna voltou atrás e retomou a contratação de atendentes humanos.

Após a repercussão do caso, a empresa foi criticada pela aparente contradição entre discurso e prática. Em resposta, Siemiatkowski adotou um novo tom: “duas coisas podem ser verdade ao mesmo tempo”.

A proposta agora, segundo o executivo, é oferecer uma experiência híbrida: a IA cuida de tarefas repetitivas, enquanto pessoas reais se tornam um diferencial para quem busca atendimento personalizado.

Klarna promete beneficiar funcionários com ganhos da IA

Inteligência Artificial deverá substituir trabalhos “manuais”, segundo Siemiatkowski (imagem: tungnguyen0905/Pixabay)

Siemiatkowski afirma que pretende usar a economia gerada pela IA para aumentar os salários dos funcionários e automatizar tarefas repetitivas. Ainda assim, a empresa oferecerá aos clientes uma “conexão humana”.

O novo posicionamento da empresa se relaciona a uma visão pessoal de Siemiatkowski sobre o futuro do trabalho. Ele reconhece que cargos de engenharia ainda não foram impactados, mas acredita que isso pode mudar.

Segundo o CEO, está surgindo uma nova geração de profissionais híbridos — empresários que programam com o apoio da IA.

Para ilustrar, contou que ele próprio tem usado o ChatGPT como um “tutor particular” para aprender a programar e entender melhor os dados da Klarna. A experiência, segundo ele, tornou a empresa mais eficiente.

Com informações do TechCrunch
Após adotar IA e recuar, empresa diz que humanos farão só atendimento VIP

Após adotar IA e recuar, empresa diz que humanos farão só atendimento VIP
Fonte: Tecnoblog

Casa conectada: saiba como funciona e conheça exemplos de dispositivos inteligentes

Casa conectada: saiba como funciona e conheça exemplos de dispositivos inteligentes

Descubra o que é e para que serve uma casa conectada (Imagem: Freepik)

Uma casa conectada é um ambiente onde dispositivos inteligentes se comunicam entre si e com os moradores, permitindo o controle centralizado e automatizado de funções domésticas.

A conexão em uma casa tecnológica costuma funcionar via redes Wi-Fi, Bluetooth ou outros protocolos sem fio (Zigbee e Z-wave), oferecendo mais conforto, segurança e economia energética no dia a dia.

Um hub central ou um app para celular atua como o cérebro que controla lâmpadas, tomadas, câmeras de segurança e fechaduras de forma remota, mesmo quando os moradores estiverem fora de casa.

A seguir, saiba mais detalhes de uma casa conectada, as vantagens e desvantagens e como o conceito se diferencia de uma smart home.

ÍndiceO que é casa conectada?Para que serve uma casa conectada?Como funciona uma casa conectada?Quais são os exemplos de dispositivos inteligentes de uma casa conectada?Quais são as vantagens de uma casa conectada?Quais são as desvantagens de uma casa conectada?Ter uma casa conectada gasta mais energia elétrica?É possível controlar uma casa conectada sem internet?Qual é a diferença entre casa conectada e casa inteligente?

O que é casa conectada?

Uma casa conectada é um sistema residencial onde diversos dispositivos, eletrodomésticos e sistemas de segurança são interligados e controlados centralmente, seja por aplicativos ou comandos de voz.

Essa integração permite a automação de tarefas, criando um ambiente mais inteligente, eficiente e personalizado para os moradores.

Para que serve uma casa conectada?

Uma casa conectada serve para simplificar a vida dos moradores ao integrar e centralizar o controle de diversos dispositivos domésticos. Ela permite gerenciar remotamente a iluminação, temperatura, segurança e eletrodomésticos, oferecendo conveniência e personalização.

A tecnologia automatiza tarefas rotineiras, proporcionando conforto e eficiência energética por meio da otimização de recursos. Uma casa conectada também eleva a segurança dos moradores com sistema de monitoramento e alertas, criando um ambiente residencial mais prático, eficiente e protegido.

Amazon Echo com a assistente Alexa e Google Nest Audio com o Google Assistente podem ser dispositivos que ajudam a gerenciar uma casa conectada (imagem: Darlan Helder/Tecnoblog)

Como funciona uma casa conectada?

Uma casa conectada funciona com a interligação de dispositivos inteligentes que se comunicam para automatizar e controlar funções domésticas. Essa conexão ocorre via redes, como Wi-Fi ou Bluetooth, onde sensores e interfaces trabalham juntos para criar um ecossistema digital coordenado.

O controle centralizado, feito por aplicativos ou assistentes virtuais, é uma parte essencial de uma residência conectada. Além disso, o padrão de conectividade Matter busca simplificar a integração, garantindo maior compatibilidade entre produtos de diversos fabricantes.

Para ter uma casa conectada, é necessário um hub central ou um dispositivo que atue como tal, uma rede de internet estável e aparelhos inteligentes compatíveis. Os dispositivos iniciais podem ser lâmpadas, tomadas inteligentes ou outros dispositivos da tecnologia de consumo, expandindo para outros itens conectados conforme a necessidade dos moradores.

Quais são os exemplos de dispositivos inteligentes de uma casa conectada?

Diversos dispositivos inteligentes podem ser integrados a uma casa conectada para criar um ambiente automatizado e personalizado. Alguns exemplos são:

Iluminação inteligente: lâmpadas, tomadas e sistemas de iluminação que podem ser controlados por aplicativos no celular, comandos de voz ou sensores de movimento;

Sistemas de segurança inteligentes: câmeras de segurança, campainhas com vídeo e sistemas de alarme que monitoram a casa em tempo real, permitindo o gerenciamento remoto;

Fechaduras inteligentes: fechaduras que oferecem controle de acesso à casa a qualquer momento, permitindo gerenciar entradas e saídas de pessoas pelo celular;

Termostatos inteligentes: dispositivos que ajustam automaticamente a temperatura da casa ou de um cômodo, conforme uma programação ou sensores de clima;

Alto-falantes inteligentes (smart speakers): modelos equipados com assistentes virtuais inteligentes como Alexa, Google Assistente e Siri, controlam outros dispositivos, reproduzem música e fornecem informações por comando de voz;

Eletrodomésticos inteligentes: produtos conectados da linha branca, como ar-condicionado, máquinas de lavar roupa e geladeiras, que podem ser controlados remotamente para maior conveniência e eficiência;

Outros dispositivos inteligentes: inclui purificadores de ar, aparelhos de exercícios interativos e robôs domésticos, como aspiradores robóticos e limpadores de janela, que podem ser programados para tarefas diárias.

Family Hub Plus é uma geladeira da Samsung que pode ser integrada a uma casa conectada (imagem: Divulgação/Samsung)

Quais são as vantagens de uma casa conectada?

As casas conectadas oferecem uma série de benefícios que transformam a maneira como as pessoas interagem com as residências. Por exemplo:

Eficiência e conveniência aprimoradas: controle de luzes, termostatos e outros dispositivos remotamente, além da criação de rotinas personalizadas para maior conforto e economia de tempo;

Gestão de tarefas simplificada: uso de assistentes virtuais, como Alexa e Google Assistente, para controlar outros dispositivos inteligentes com comando de voz e automatizar tarefas diárias;

Economia de energia inteligentes: otimização do consumo de energia com a automatização de sistemas de iluminação e climatização, reduzindo custos e contribuindo para a sustentabilidade;

Acessibilidade para todos: facilita o dia a dia dos moradores com mobilidade reduzida ou idosos, adaptando o ambiente às necessidades deles com soluções de automação;

Segurança reforçada: monitoramento da casa a distância por meio de câmeras e sensores, recebendo alertas em tempo real para maior tranquilidade e proteção;

Quais são as desvantagens de uma casa conectada?

Embora as casas conectadas ofereçam muitas conveniências, há alguns pontos negativos que chamam atenção:

Dependência da internet: praticamente todos os dispositivos dependem de uma conexão de internet estável e ininterrupta para funcionar, o que pode ser um problema em caso de quedas ou instabilidade na rede. Isso não ocorre com dispositivos que operam em redes locais, como Zigbee ou Z-Wave, por exemplo;

Complexidade de configuração e uso: a configuração inicial e a gestão diária dos diversos dispositivos inteligentes podem ser um desafio para algumas pessoas, exigindo um certo nível de familiaridade com tecnologia;

Incompatibilidade entre dispositivos: apesar de avanços como o padrão Matter, ainda é comum encontrar dispositivos de diferentes fabricantes que não se comunicam entre si, limitando as opções de integração;

Vulnerabilidades de segurança e privacidade: muitos dispositivos não têm criptografia robusta, o que os torna suscetíveis a ataques cibernéticos e à interceptação de dados, comprometendo a segurança e a privacidade dos moradores;

Obsolescência tecnológica rápida: os dispositivos podem se tornar obsoletos em pouco tempo devido a rápida evolução da tecnologia, exigindo atualizações ou substituições para manter a casa totalmente funcional e atualizada;

Alto custo inicial e de manutenção: a compra de dispositivos, a instalação e, em alguns casos, até reformas estruturais, representam um investimento inicial elevado. Além disso, pode haver custos contínuos com assinaturas e manutenção.

Ter uma casa conectada gasta mais energia elétrica?

Não, uma casa conectada tende a economizar energia ao automatizar e otimizar o uso de dispositivos. Uma pesquisa conduzida por Patience Ukpene e Tessy Nkechi na University of Delta na Nigéria constatou que as tecnologias inteligentes ajudaram a reduzir de 15% a 25% do consumo geral de energia de uma residência.

É possível controlar uma casa conectada sem internet?

Sim, muitos dispositivos inteligentes operam em redes locais, como Zigbee ou Z-Wave, que criam uma malha de comunicação independente da internet. Isso significa que é possível controlar os aparelhos por meio de um hub local mesmo que a conexão principal caia.

Qual é a diferença entre casa conectada e casa inteligente?

Uma casa conectada permite controlar os dispositivos remotamente, seja por aplicativos ou comandos de voz. Basicamente, o morador diz o que fazer e o aparelho executa, mas a automação de rotinas fica por conta do usuário.

Uma casa inteligente vai além, automatizando processos e aprendendo as preferências dos moradores ao longo do tempo. A casa age de forma autônoma com base em sensores, horários ou inteligência artificial, otimizando o ambiente sem a intervenção constante do usuário.
Casa conectada: saiba como funciona e conheça exemplos de dispositivos inteligentes

Casa conectada: saiba como funciona e conheça exemplos de dispositivos inteligentes
Fonte: Tecnoblog

O que é software? Saiba para que serve e conheça os principais tipos na computação

O que é software? Saiba para que serve e conheça os principais tipos na computação

O sistema operacional de um celular é um dos tipos de software (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Software é o conjunto de instruções que permite que dispositivos eletrônicos, como celulares e computadores, realizem tarefas. Ele faz a ponte entre o usuário e o hardware, garantindo que tudo funcione como esperado.

Existem softwares que atuam nos bastidores, como os sistemas operacionais, e outros usados diretamente pelas pessoas, como aplicativos, jogos, navegadores e editores de texto.

Esses programas são geralmente classificados em três tipos: software de sistema, de aplicação e de programação. Cada um tem um papel específico na estrutura e no funcionamento dos sistemas computacionais.

Nos próximos tópicos, explicamos com mais detalhes o que é software, como ele funciona e quais são seus principais tipos.

ÍndiceO que é software?O que significa a palavra software?Para que serve um software?Quais são os tipos de software?1. Software de sistema2. Software de aplicação3. Software de programaçãoComo funciona o desenvolvimento de um software?Qual é a diferença entre software livre e proprietário?Qual é a diferença entre software e hardware?Qual é a diferença entre software e firmware?

O que é software?

Software é todo programa ou conjunto de instruções digitais que orienta o funcionamento de dispositivos eletrônicos. Ele permite que tarefas sejam executadas, desde operações básicas até atividades mais complexas, como rodar aplicativos e jogos.

O que significa a palavra software?

O termo “software” surgiu na década de 1950 e combina as palavras inglesas “soft” (macio) e “ware” (produto), em contraste com “hardware”. Ele é usado para descrever os componentes intangíveis da computação, ou seja, os programas e instruções que não têm forma física, ao contrário do hardware.

Para que serve um software?

O software tem como principal função controlar o hardware e permitir que dispositivos eletrônicos executem tarefas. Ele traduz comandos do usuário para uma linguagem que a máquina compreende, possibilitando ações como abrir um aplicativo ou reproduzir um vídeo.

Nos eletrônicos de consumo, é o software que viabiliza o uso de recursos como câmeras, conectividade com a internet e até sistemas de automação. O software é essencial em quase tudo que envolve tecnologia, já que o hardware seria incapaz de operar por conta própria.

MIUI+ é um software da Xiaomi que integra a tela de smarpthones a computadores da fabricante (Imagem: Divulgação/ Xiaomi)

Quais são os tipos de software?

Existem três tipos principais de software: o de sistema, que gerencia o funcionamento do dispositivo; o de aplicação, voltado para tarefas do dia a dia; e o de programação, usado para criar outros softwares. Veja detalhes abaixo:

1. Software de sistema

O software de sistema é responsável por controlar os componentes do hardware e fornecer a base para que outros programas funcionem. Ele atua nos bastidores, garantindo que tudo esteja operando de forma coordenada. Alguns exemplos são:

Sistemas operacionais: controlam todo o funcionamento do dispositivo, como Windows, macOS e Linux, que representam diferentes tipos de sistemas operacionais;

Drivers: fazem a ponte entre o sistema e os periféricos, sendo o software responsável por permitir a comunicação entre o computador e dispositivos como impressoras e placas de vídeo;

Firmware: é um exemplo de software gravado diretamente no hardware, usado para executar funções específicas em dispositivos como roteadores e TVs;

BIOS: é o responsável por inicializar e testar os componentes do sistema logo após o computador ser ligado;

Kernel: é o núcleo de um sistema operacional, responsável por gerenciar recursos como memória, processador e dispositivos de entrada e saída.

O software de sistema gerencia todo o funcionamento do dispositivo: o Android cumpre esse papel essencial em alguns smartphones, por exemplo (Imagem: Divulgação/Google)

2. Software de aplicação

O software de aplicação é voltado para o uso direto do usuário, permitindo a realização de tarefas específicas no dia a dia, como se comunicar, navegar na internet ou criar documentos. Alguns dos principais são:

Aplicativos de comunicação e redes sociais: WhatsApp, Telegram, Instagram, Zoom;

Programas de computador: Word, Excel, Photoshop, AutoCAD;

Navegadores: Google Chrome, Mozilla Firefox, Microsoft Edge;

Ferramentas de inteligência artificial: ChatGPT, DALL·E, Copilot;

Jogos: Minecraft, Fortnite, The Sims, League of Legends.

Navegadores, editores de texto e redes sociais são exemplos de software de aplicação, presentes no dia a dia de milhões de usuários (Imagem: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

3. Software de programação

O software de programação é usado por desenvolvedores para criar, testar, manter e versionar outros softwares. Ele oferece as ferramentas necessárias para escrever código e gerenciar projetos de desenvolvimento. Alguns exemplos são:

Ambientes de desenvolvimento: Visual Studio, Eclipse, IntelliJ IDEA;

Softwares de banco de dados: MySQL, PostgreSQL, MongoDB;

Compiladores: GCC, Clang, javac;

Sistemas de controle de versão: Git, SVN, Mercurial.

Linguagens, IDEs e bancos de dados fazem parte do kit de ferramentas que desenvolvedores usam para criar novos softwares (Imagem: Unsplash/Caspar Camille Rubin)

Como funciona o desenvolvimento de um software?

O desenvolvimento de um software começa com a identificação de uma necessidade ou problema a ser resolvido. A partir disso, define-se o escopo do projeto, cria-se um planejamento e os desenvolvedores começam a escrever o código-fonte com base nas funcionalidades esperadas.

Depois da codificação, o software passa por testes, ajustes e validações para garantir que funcione corretamente. Quando aprovado, ele é disponibilizado ao público, especialmente em soluções voltadas para tecnologia de consumo, como aplicativos móveis, plataformas web ou sistemas embarcados em dispositivos eletrônicos.

Qual é a diferença entre software livre e proprietário?

O software livre, também chamado de open source, é aquele cujo código-fonte está disponível para qualquer pessoa usar, modificar e distribuir. Ele promove a colaboração e a transparência, permitindo que desenvolvedores contribuam para melhorias e correções.

Já o software proprietário é controlado por uma empresa ou desenvolvedor, que restringe o acesso ao código-fonte e impõe regras específicas de uso. Nesse modelo, o usuário pode utilizar o programa, mas sem liberdade para alterá-lo ou redistribuí-lo.

O Linux é um exemplo clássico de software livre, que contrasta com programas proprietários por permitir acesso e modificação do código-fonte (imagem: reprodução/KDE)

Qual é a diferença entre software e hardware?

Software é o conjunto de instruções e dados que orienta o funcionamento de um dispositivo eletrônico. Ele é intangível, ou seja, não pode ser tocado, e pode ser modificado ou atualizado com facilidade.

Já o hardware é a parte física de um sistema de computação, composta por componentes como processador, memória, disco rígido e placa-mãe. Em outros termos: o software diz o que deve ser feito, e o hardware executa as instruções.

Hardware é o corpo, software é o cérebro: só juntos eles fazem qualquer dispositivo funcionar (Imagem: Chris Ried/Unsplash)

Qual é a diferença entre software e firmware?

Software é um termo mais amplo que abrange programas utilizados em dispositivos para executar tarefas diversas, como sistemas operacionais, aplicativos e ferramentas. Ele é armazenado em unidades como discos rígidos ou SSDs e pode ser facilmente instalado, removido ou atualizado.

Firmware, por outro lado, é um tipo específico de software incorporado diretamente no hardware. Ele é gravado em memória permanente, como ROM ou flash, e serve para controlar funções básicas e específicas do dispositivo, como inicialização e operação de componentes internos.
O que é software? Saiba para que serve e conheça os principais tipos na computação

O que é software? Saiba para que serve e conheça os principais tipos na computação
Fonte: Tecnoblog

Amazon não será bloqueada no Brasil, decide Justiça

Amazon não será bloqueada no Brasil, decide Justiça

Lojistas usam Amazon para oferecer celulares contrabandeados, segundo Conselho Nacional de Combate à Pirataria (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

Amazon consegue manter site no ar após decisão do TRF3.
Anatel previa bloqueio de domínios em casos de venda irregular.
Presidente da agência descartou punição imediata à empresa.

A Amazon obteve uma importante vitória na Justiça brasileira no caso dos celulares vendidos de maneira irregular. A Quarta Turma do Tribunal Regional Federal da Terceira Região (TRF3) decidiu ontem (5) favoravelmente ao pedido da companhia para manter o site amazon.com.br no ar. Com isso, o domínio da Amazon não poderá ser bloqueado pela Anatel.

Não custa lembrar: a Agência Nacional de Telecomunicações publicou uma medida cautelar em 2024 que prevê punição para os marketplaces que permitem a comercialização de smartphones considerados irregulares. Normalmente, são aparelhos que entram no país de maneira duvidosa e sem recolher impostos.

O arsenal de sanções da agência inclui multas financeiras e o eventual bloqueio total das páginas. O presidente da Anatel, Carlos Baigorri, explicou ao Tecnoblog nesta semana que a suspensão do domínio seria a última opção e que não é interesse da agência seguir por este caminho, visto que teria “efeito colateral” em pessoas e empresas sem envolvimento com o assunto.

Aparelhos piratas da Xiaomi eram vendidos com preço 40% abaixo do mercado (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Ainda assim, tanto os marketplaces quanto a Anatel levaram o assunto para a Justiça. O caso teve idas e vindas, mas a sentença de ontem representa uma vantagem para a companhia com origem nos Estados Unidos. Os detalhes da decisão ainda não são conhecidos.

Baigorri havia assegurado, em entrevista na terça-feira (3), antes do caso andar no TRF3, que respeitaria a decisão da Justiça. Já a Amazon declarou hoje ao Tecnoblog que vai continuar colaborando com o governo para inibir a venda de produtos irregulares. “Temos políticas robustas em vigor para garantir que os produtos oferecidos em nossa loja sejam de alta qualidade e estejam em conformidade com a legislação local.”

A Amazon também nos disse que “permanece firmemente comprometida com o Brasil” e que apóia 100 mil vendedores brasileiros no marketplace.

Com informações do Jota

Amazon não será bloqueada no Brasil, decide Justiça

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Fonte: Tecnoblog

LG revela canal de beisebol e outras novidades para suas TVS no Rio2C 2025

LG revela canal de beisebol e outras novidades para suas TVS no Rio2C 2025

A LG apresentou novidades relacionadas às suas TVs durante o Rio2C, maior evento de criatividade e inovação da América Latina. Nesse sentido, a marca estava com um painel dedicado às funcionalidades do LG Channels, Inteligência Afetiva desenvolvida por ela, recursos do WebOS e lançamento do canal K-BaseballTV.

Em geral, a companhia acredita que sua participação no evento realizado no fim de maio reforçou o seu compromisso com a inovação centrada no usuário. Dessa forma, ela destacou a união de tecnologia e inteligência para a criação de experiências personalizadas, acessíveis e conectadas.Janaina Tadeu, gerente Latam de Business Strategy da LG, foi quem explicou sobre as novidades do LG Channels, além de falar sobre o K-BaseballTV, canal que se dedica a transmitir jogos da Liga de Beisebol da Coreia (KBO League) de forma gratuita. Segundo ela:Clique aqui para ler mais

LG revela canal de beisebol e outras novidades para suas TVS no Rio2C 2025
Fonte: Tudocelular

Meta e Yandex espionaram usuários por falha em celular Android, diz pesquisa

Meta e Yandex espionaram usuários por falha em celular Android, diz pesquisa

Uma pesquisa feita pelo Instituto IMDEA Networks, na Espanha, e pela Universidade Radboud, na Holanda, mostrou que a Meta e a Yandex se aproveitaram de uma brecha de segurança do Android para coletar os dados de navegação do usuário, inclusive em modo anônimo do navegador ou com VPN ativado.

Os especialistas indicaram que as redes sociais da Meta – Facebook, Instagram e WhatsApp – e a rival russa do Google usavam uma falha na interface “localhost” destinada a desenvolvedores como forma de pegar as informações da pessoa sem o seu consentimento.Como funcionava?

O estudo explica que as plataformas executavam servidores locais diretamente no smartphone com o sistema Android, com acesso aos cookies e demais dados por códigos JavaScript provenientes de sites de cada grupo, chamados Meta Pixel e Yandex Metrica.Clique aqui para ler mais

Meta e Yandex espionaram usuários por falha em celular Android, diz pesquisa
Fonte: Tudocelular

Cuidado: Samsung vai apagar contas que estiverem inativas

Cuidado: Samsung vai apagar contas que estiverem inativas

Samsung vai apagar contas que estiverem inativas (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Se você tenho uma Conta Samsung (Samsung Account), atenção: ela poderá ser excluída em breve pela companhia, se estiver inativa. Se isso acontecer, os dados associados a ela não poderão ser restaurados. A boa notícia é que é fácil evitar que isso ocorra, caso você queira preservar a sua conta.

De acordo com um aviso por e-mail que tem sido enviado pela companhia aos usuários que podem ser afetados pela medida, serão apagadas as contas que não tiverem sido usadas ou acessadas por um período igual ou superior a 24 meses.

Isso pode acontecer quando o usuário era dono de um celular ou tablet Samsung, por exemplo, mas o trocou por um modelo de outra marca. Nessas circunstâncias, a Conta Samsung perde utilidade.

Mas, mesmo quando não há um aparelho Samsung em uso, é possível preservar a conta. Ela pode ser usada para compras na loja online da marca, ser do tipo familiar ou ter um histórico de pontos de recompensa. Em todos esses casos, a conta é considerada ativa e, portanto, não corre o risco de ser apagada.

Contas Samsung são usadas nos dispositivos da marca, como o Galaxy S25 Edge (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Como evitar que a sua Conta Samsung seja excluída?

Se a Conta Samsung tiver sido usada ou acessada nos últimos 24 meses, nada mudará. Se não for o caso, é possível preservar a conta realizando um acesso a ela até 31 de julho de 2025. Após essa data, a conta poderá deixar de existir.

De novo, não é preciso ter um dispositivo Samsung para isso. É possível fazer login em sua Conta Samsung no site oficial. Um único acesso é suficiente para a conta passar de inativa para ativa e, assim, não correr o risco de ser apagada.

Isso se você tiver interesse em manter essa conta, é claro. Se não houver planos de voltar para o ecossistema da Samsung, você pode simplesmente deixar a conta ser excluída. A companhia te avisará por e-mail antes de isso acontecer.

Com informações de SamMobile
Cuidado: Samsung vai apagar contas que estiverem inativas

Cuidado: Samsung vai apagar contas que estiverem inativas
Fonte: Tecnoblog

Moto G15 (256 GB) tem 36% de desconto dias antes do Dia dos Namorados

Moto G15 (256 GB) tem 36% de desconto dias antes do Dia dos Namorados

Motorola Moto G15 256 GB
R$ 898,99

R$ 1.39936% OFF

Prós

Slot para cartão de memória até 1 TB
Bateria um pouco acima do padrão
Tela de 6,7 polegadas

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Taxa de atualização 60 Hz
Não tem suporte 5G

PIX

R$ 898,99  Mercado Livre

Participe dos canais de ofertas do Achados do TB

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O Moto G15 256 GB chega a 36% de desconto para o Dia dos Namorados. Lançado por R$ 1.399, está custando apenas R$ 899 no Pix em oferta no Mercado Livre. O celular Motorola tende a ter preço mais acessível e levar componentes básicos, mas ainda assim oferece bom custo-benefício.

Moto G15 leva câmera principal 50 MP e bateria de 5.200 mAh

Moto G15 é um celular Motorola com bateria de 5.200 mAh (imagem: Divulgação/Motorola)

O Moto G15 traz câmera dupla traseira, o sensor principal de 50 MP com zoom digital 6x e uma lente ultrawide de 5 MP com campo de visão 120°, possibilitando registrar fotos com mais informações por conta do enquadramento maior. Ainda leva câmera frontal de 8 MP e pode gravar vídeos com resolução Full HD.

O celular surpreende com uma bateria acima do padrão do mercado, tem capacidade de 5.200 mAh e carregamento com fio 18 W. Além de ser compatível com carregamento rápido. Segundo a Motorola, o Moto G15 tem autonomia para até 40 horas de uso.

O smartphone da Motorola foi desenvolvido com Mediatek Helio G81 Extreme, processador octa-core com 2 GHz de velocidade. A RAM inicial de 4 GB pode receber até 8 GB adicionais de RAM Boost para otimizar o desempenho e melhorar a navegação entre os aplicativos.

Moto G15 tem RAM de até 12 GB via RAM Boost (foto: Motorola)

O Moto G15 leva tela grande de 6,7″ com tecnologia IPS LCD de 2.400 x 1080 pixels e resolução FHD+. Além de ser revestida com a proteção Gorilla Glass 3. Acompanha taxa de atualização modesta de 60 Hz e brilho máximo de 1.000 nits que pode evitar reflexos e dificuldades para enxergar em ambientes muito iluminados.

O smartphone em promoção por R$ 899 no Pix tem o sistema Android 15 e carrega a certificação IP54 resistente contra água e poeira. Na ficha técnica, ainda traz as especificações de conectividade Wi-Fi 5, Bluetooth 5.4, NFC e rede móvel limitada ao 4G.
Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.Moto G15 (256 GB) tem 36% de desconto dias antes do Dia dos Namorados

Moto G15 (256 GB) tem 36% de desconto dias antes do Dia dos Namorados
Fonte: Tecnoblog

Meta optou por não remover golpes com deepfakes de famosos, diz comitê

Meta optou por não remover golpes com deepfakes de famosos, diz comitê

Meta demora a remover anúncios com deepfakes de celebridades, aponta Comitê de Supervisão (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

O Comitê de Supervisão da Meta concluiu que a empresa falha em combater fraudes com deepfakes de celebridades.
O conselho recomendou atualizar diretrizes e treinar revisores para identificar deepfakes com maior eficácia.
A Meta contestou, dizendo que as críticas são “imprecisas” e que já investe em tecnologias antifraude.

O Comitê de Supervisão da Meta — uma espécie de tribunal independente para decisões de conteúdo — concluiu que a empresa não faz o suficiente para combater golpes com deepfakes envolvendo celebridades em suas plataformas. Segundo o comitê, a Meta tem permitido a circulação de conteúdos fraudulentos para evitar o risco de remover, por engano, vídeos legítimos de figuras públicas.

A decisão foi divulgada nesta quinta-feira (05/06), após a análise de um caso envolvendo um deepfake do ex-jogador Ronaldo Fenômeno. O vídeo falso foi denunciado em 2024, após circular no Facebook como parte de um golpe.

Deepfake de Ronaldo Fenômeno motivou investigação

Denúncias frustradas em vídeo fake com Ronaldo levaram às observações do órgão de supervisão (imagem: reprodução)

Um anúncio de um cassino online chamado Plinko, que usava um deepfake de Ronaldo gerado por IA, motivou a investigação. Segundo o órgão, o conteúdo tinha sinais óbvios de falsificação e usuários o denunciaram como golpe mais de 50 vezes, mas a Meta não o removeu.

A Meta só retirou o post do Facebook após o Comitê de Supervisão concordar em analisar o caso. Na época, o vídeo já tinha mais de 600 mil visualizações. Para os analistas, a situação expõe falhas no processo de moderação de conteúdo.

Segundo o Comitê, a Meta só aplica sua política contra deepfakes depois que o conteúdo é encaminhado para uma equipe interna, que precisa confirmar se a pessoa retratada realmente não aprovou o uso da sua imagem. Esse processo, mais lento e limitado, acaba permitindo que golpes passem despercebidos.

No documento, o órgão recomenda que a Meta atualize suas diretrizes internas e capacite seus revisores de conteúdo para identificar esses golpes, treinando-os com “indicadores” de conteúdo manipulado por IA.

Meta diz que alegações são “imprecisas”

Em resposta, um porta-voz da Meta afirmou que “muitas das alegações do Comitê são simplesmente imprecisas”. A big tech destacou que os golpes se tornaram mais complexos nos últimos anos, impulsionados por “redes criminosas internacionais implacáveis”, mas que seus esforços para combatê-los também evoluíram.

Contudo, o relatório observa que o uso de deepfakes de celebridades para aplicar golpes tem se tornado um grande problema para a companhia, à medida que a tecnologia de IA se torna mais barata e acessível.

O próprio Comitê destaca que encontrou milhares de anúncios em vídeo promovendo o app Plinko na Biblioteca de Anúncios da Meta, vários deles com deepfakes de outras figuras conhecidas, como o jogador Cristiano Ronaldo e até mesmo o próprio CEO da Meta, Mark Zuckerberg.

Entre as ações que estão sendo feitas para conter o problema, a Meta mencionou um teste iniciado no ano passado que utiliza tecnologia de reconhecimento facial para combater golpes do tipo “celeb-bait”. Quanto às conclusões do Comitê, informou que responderá formalmente às recomendações em até 60 dias.

Com informações do Engadget
Meta optou por não remover golpes com deepfakes de famosos, diz comitê

Meta optou por não remover golpes com deepfakes de famosos, diz comitê
Fonte: Tecnoblog

Como clonar HD para SSD sem perder dados? (guia detalhado)

Como clonar HD para SSD sem perder dados? (guia detalhado)

Como clonar um disco rígido para SSD no Windows (imagem: reprodução/EaseUS)

Uma das melhores formas de aumentar o desempenho do seu computador é trocando o disco rígido (HD) por um SSD. Mas migrar todos os aplicativos, dados e configurações do sistema operacional pode ser trabalhoso se o procedimento não for feito com as ferramentas adequadas. É aí que entra a clonagem de HD.

A clonagem de disco rígido oferece várias vantagens, como economia de tempo e prevenção da perda de dados. Além disso, o procedimento garante que tudo o que estiver no HD seja duplicado, incluindo as configurações do sistema operacional e os dados existentes ali, para reduzir o tempo de inatividade.

Este artigo oferece orientações passo a passo para você clonar um disco rígido (HD) para um SSD no Windows. O texto explica tudo o que você precisa saber sobre isso, desde a instalação do SSD novo, passando pelo download da ferramenta de clonagem adequada, até a transferência segura dos arquivos via EaseUS Disk Copy.

Como clonar um HD para SSD no Windows

1. Instale o SSD no computador

Antes de iniciar a clonagem, você precisa instalar o novo SSD em seu computador. Isso pode ser feito internamente, conectando o SSD a uma porta SATA ou M.2 livre na placa-mãe, ou externamente, por meio de um adaptador USB para SATA (solução plug-and-play).

Certifique-se de que o SSD esteja conectado corretamente e recebendo energia. Em seguida, verifique se o Windows reconhece a nova unidade acessando o Gerenciamento de Disco ou o Explorador de Arquivos.

Instalando o SSD no PC (imagem: reprodução/EaseUS)

2. Baixe a ferramenta de clonagem de disco

O EaseUS Disk Copy é uma ferramenta de cópia de disco eficiente e poderosa, que simplifica a duplicação de discos rígidos. Com suporte para Windows 11 e versões anteriores, o aplicativo permite criar cópias idênticas de unidades de armazenamento, independentemente do tipo de dispositivo, do sistema operacional ou do sistema de arquivos em uso.

Com interface intuitiva e de fácil entendimento, a ferramenta pode ser usada por qualquer pessoa. Ela permite que você atualize seu HD ou SSD com eficiência, transfira seu sistema operacional ou duplique dados importantes.

O EaseUS Disk Copy também é capaz de clonar discos com setores defeituosos e permite redimensionar partições, facilitando o processo de atualização para seu novo SSD.

As principais características do EaseUS Disk Copy são:

suporte para clonagem setor por setor, permitindo que você crie uma cópia completa e precisa do seu disco rígido;

compatível com o Windows nas versões de 7 a 11;

capacidade clonar unidades com setores defeituosos, reduzindo o risco de perda de dados;

compatibilidade com vários sistemas de arquivos, juntamente com esquemas de partição que suportam MBR e GPT;

permite redimensionar partições e otimizar sua implementação em SSDs.

3. Clonando o HD para SSD no Windows

Passo 1: abra o EaseUS Disk Copy e selecione a opção Modo de disco.

Selecione a opção Modo de disco (imagem: reprodução/EaseUS)

Passo 2: escolha seu disco rígido atual como o disco de origem — é a unidade que você deseja clonar.

Escolhendo a unidade de origem (imagem: reprodução/EaseUS)

Passo 3: selecione seu novo SSD como o disco de destino — para onde os dados serão copiados.

Escolhendo a unidade de destino (imagem: reprodução/EaseUS)

Passo 4: ajuste o layout do disco, se necessário, e ative a opção que define o SSD como destino para otimizar o alinhamento das partições e obter o melhor desempenho do dispositivo.

Passo 5: leia o aviso de que todos os dados no SSD de destino serão apagados e confirme para prosseguir. Aguarde a conclusão do procedimento de clonagem. A duração do processo depende do tamanho do disco de origem e da velocidade da conexão.

Iniciando o processo de clonagem do HD (imagem: reprodução/EaseUS)

4. Inicialize a partir do SSD que recebeu a clonagem

Agora, é preciso inicializar o computador usando o SSD novo. Acesse as configurações de BIOS ou UEFI e defina a ordem de inicialização para que o SSD seja a primeira unidade de inicialização.

Salve as alterações e reinicie o computador. O PC inicializará o Windows e todos os seus arquivos e configurações, exatamente como no disco original, mas com a velocidade e a confiabilidade do SSD.

Alterando a ordem de inicialização para escolher o SSD novo (imagem: reprodução/EaseUS)

Pontos importantes para clonar o HD para SSD no computador

Escolha o software de clonagem adequado

Escolha um aplicativo de clonagem confiável e eficaz para tornar o processo prefeito. O EaseUS Disk Copy é uma ótima recomendação para isso devido à sua velocidade, facilidade de uso e suporte robusto para vários sistemas de arquivos e tipos de disco.

Faça backup dos arquivos existentes

Faça cópia dos dados cruciais armazenados no HD de origem um backup em mídia ou serviço na nuvem. O backup ajuda a proteger os arquivos de problemas inesperados que podem ocorrer durante a clonagem.

Verifique a capacidade do SSD

Verifique se o novo SSD tem espaço suficiente para armazenar todos os dados do seu disco rígido atual. A falta de espaço de armazenamento não permitirá a clonagem.

Verifique o tipo de partição

Confirme se o tipo de partição do SSD é compatível com o da unidade original, ou seja, se é MBR ou GPT. Formatos de partição incompatíveis podem causar falhas de inicialização ou problemas de acesso aos dados após a clonagem.

Por que escolher um SSD em vez de um HD?

Há vários benefícios em trocar seu disco rígido por um SSD no computador:

Maior durabilidade: ao contrário dos HDs, que são compostos por discos giratórios e braços que precisam se mover mecanicamente, os SSDs não possuem componentes móveis. Como resultado, eles são significativamente menos suscetíveis a danos causados por choques, quedas ou desgaste;

Consumo de energia reduzido: SSDs são mais econômicos em comparação com HDs porque não requerem discos ou motores giratórios. A eficiência energética não só prolonga a vida útil das baterias de notebooks, como também reduz o consumo de energia em desktops;

Maior velocidade: SSDs possuem velocidades de leitura e gravação de dados significativamente maiores em relação aos HDs. Isso resulta em inicialização e carregamento de aplicativos mais rápidos.

Problemas que podem ocorrer após a clonagem de disco

Falha na inicialização

Um dos problemas mais frequentes após a clonagem de um disco rígido é que o computador não inicializa a partir do novo SSD. Pode ser que o BIOS/UEFI não tenha sido configurado para inicializar primeiro a partir da unidade clonada ou que os arquivos de inicialização do sistema não tenham sido transferidos corretamente.

Para resolver esse problema, configure o SSD para inicializar primeiro e teste se a clonagem foi bem-sucedida.

Tipos de partição incompatíveis

Se o tipo de partição da unidade clonada não coincidir com as configurações de firmware do sistema (BIOS ou UEFI), o sistema não a reconhecerá como inicializável. Por exemplo, sistemas que usam UEFI suportam apenas o estilo de partição GPT, enquanto sistemas com BIOS tendem a suportar partições MBR.

Arquivos perdidos ou corrompidos

Às vezes, a ferramenta de clonagem pode não replicar todos os arquivos com precisão, principalmente se houver setores defeituosos ou dados corrompidos na unidade original. Isso pode levar à perda de arquivos do sistema ou a travamentos de aplicativos, fazendo o sistema ou o app ficar instável. Uma ferramenta de clonagem que suporte cópia setor por setor e detecta setores defeituosos reduz esse risco.

SSD com capacidade menor

Após a clonagem, o SSD parecerá ter menos espaço disponível do que o previsto se os tamanhos das partições não forem definidos adequadamente. Isso geralmente ocorre ao clonar um disco rígido de maior capacidade de armazenamento para um SSD menor.

Problemas de compatibilidade de driver ou hardware

Variações de hardware entre as unidades novas e antigas, ou drivers de dispositivos obsoletos, podem causar problemas de desempenho ou falhas do sistema em alguns casos. Para garantir o funcionamento correto, atualize os drivers e o firmware do SSD e de dispositivos similares.

Resumo

Substituir um HD por um sSD melhorará significativamente o desempenho do seu computador, o que envolve inicialização mais rápida, maior confiabilidade e eficiência energética. Com uma ferramenta de clonagem adequada, como o EaseUS Disk Copy, você pode clonar dados e sistemas de forma fácil e eficiente.

Mesmo que a clonagem de disco possa ser uma tarefa complexa às vezes, identificar problemas com antecedência e aprender como lidar com eles garante um processo tranquilo. Usando uma ferramenta de clonagem confiável e com as devidas precauções, você aproveitará todos os benefícios do seu novo SSD.

Perguntas frequentes

Como transferir o disco rígido para o SSD?

Conecte o SSD ao computador usando um adaptador SATA ou USB. Use um programa de clonagem confiável, como o EaseUS Disk Copy, para copiar o disco rígido (HD) para a unidade de estado sólido (SSD). Altere a ordem de inicialização para inicializar a partir do novo SSD.

Qual é o melhor software de clonagem?

O EaseUS Disk Copy está entre os melhores utilitários de clonagem de disco compatíveis com o Windows 11 e versões anteriores. Ele oferece clonagem segura e rápida, com recursos como gerenciamento de setores defeituosos e otimização de SSD.

Posso clonar o sistema operacional de um HD para um SSD?

Sim, você pode clonar um sistema operacional de um disco rígido (HD) para uma unidade de estado sólido (SSD). O EaseUS Disk Copy permite clonar uma cópia completa, setor por setor, com tudo, incluindo arquivos de sistema e configurações. Isso facilita a atualização para um SSD.
Como clonar HD para SSD sem perder dados? (guia detalhado)

Como clonar HD para SSD sem perder dados? (guia detalhado)
Fonte: Tecnoblog