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Stranger Things: Casio lança edição limitada do G-Shock antes da temporada final

Stranger Things: Casio lança edição limitada do G-Shock antes da temporada final

A Casio acaba de anunciar mais um relógio de edição limitada com a temática do Stranger Things. Apelidado de G-Shock DW-5600STT-1JR, a novidade chega com inspiração principal no “Mundo Invertido”, com vinhas, luz de fundo vermelha e referência à Onze.Enquanto a primeira colaboração entre a marca e a Netflix trazia uma vibe mais retrô, tomando como base o modelo A120WE da fabricante japonesa de relógios, a nova collab toma para si o famoso G-Shock DW-5600 e adiciona vários detalhes da série; que chega em breve a sua última temporada.

Com o clássico formato retangular da linha, a novidade traz mostrador cercado por vinhas em referência ao Vecna – um dos principais antagonistas da série –, grafia com o “A” de “LED BACKLIGHT” invertido, simbolizando a dualidade dos dois mundos, e o logotipo do Stranger Things no topo.Clique aqui para ler mais

Stranger Things: Casio lança edição limitada do G-Shock antes da temporada final
Fonte: Tudocelular

Sem superaquecer: Galaxy S27 Ultra pode ter a maior câmara de vapor já vista em um celular

Sem superaquecer: Galaxy S27 Ultra pode ter a maior câmara de vapor já vista em um celular

Se por um lado, relatos indicam que os Galaxy S26 e S27 Ultra podem ter o mesmo sensor de câmera do S24 Ultra, uma imagem compartilhada hoje pelo usuário @SPYGO19726 está indicando que o Galaxy S27 Ultra pode ter a maior câmara de dissipação de calor já vista em um celular da Samsung.A imagem mostra uma câmara de vapor que deve estar presente no Galaxy S27 Ultra, se destacando pela sua espessura, que se assemelha ao que vemos em alguns notebooks gamer.

De acordo com o informante, a câmara de vapor ainda é um protótipo e será reduzida para caber dentro do aparelho sem comprometer outros componentes.Clique aqui para ler mais

Sem superaquecer: Galaxy S27 Ultra pode ter a maior câmara de vapor já vista em um celular
Fonte: Tudocelular

Google renova interface do Quick Share para Windows

Google renova interface do Quick Share para Windows

O Google começou a liberar uma atualização importante para o Quick Share no Windows, tornando o aplicativo mais intuitivo e visualmente moderno. A versão 1.0.2351.1 chega com interface redesenhada, menus mais claros e uma experiência de compartilhamento entre Android e PC mais fluida.Atualmente, o Quick Share é a solução oficial da Google para enviar e receber arquivos entre dispositivos Android e computadores Windows. Ele permite transferir fotos, vídeos e documentos rapidamente, sem depender de cabos ou serviços em nuvem.

A segurança continua sendo um pilar do app, pois todas as transferências são criptografadas de ponta a ponta, mantendo os arquivos privados durante o processo.Clique aqui para ler mais

Google renova interface do Quick Share para Windows
Fonte: Tudocelular

Nova Launcher recebe segunda atualização após um ano, mas futuro segue incerto

Nova Launcher recebe segunda atualização após um ano, mas futuro segue incerto


Atualização (06/11/25) – JS


O Nova Launcher acaba de receber duas atualizações consecutivas após mais de um ano de silêncio. As versões 8.13 e 8.14, liberadas em sequência no canal beta, reacenderam a curiosidade da comunidade sobre o possível renascimento do projeto, mas, por enquanto, o cenário ainda é de incerteza.Clique aqui para ler mais

Nova Launcher recebe segunda atualização após um ano, mas futuro segue incerto
Fonte: Tudocelular

STF publica decisão que muda entendimento sobre Marco Civil da Internet

STF publica decisão que muda entendimento sobre Marco Civil da Internet

Redes sociais serão responsabilizadas pelo conteúdo (ilustração: Mariia Shalabaieva/Unsplash)

Resumo

O STF decidiu que redes sociais e serviços online são responsáveis por conteúdos de ódio, alterando a interpretação do artigo 19 do Marco Civil da Internet.
As plataformas devem prevenir e coibir publicações discriminatórias, com mecanismos de monitoramento e resposta rápida a denúncias.
A decisão exige revisão das políticas de moderação das plataformas, alinhando-se a legislações como o Digital Services Act da União Europeia.

O Supremo Tribunal Federal (STF) publicou, nesta quarta-feira (05/11), a decisão do julgamento que muda a interpretação do artigo 19 do Marco Civil da Internet, de 2014. Por maioria, os ministros decidiram que plataformas como X, YouTube, TikTok e Instagram passam ser responsáveis pelo conteúdo veiculado na plataforma.

Dessa maneira, o Supremo entende agora que o dever de moderação das plataformas deve se estender a casos de discurso de ódio, especialmente os que atentem contra grupos protegidos pela Lei 7.716/1989, que criminaliza práticas de discriminação racial, religiosa ou de origem. A decisão foi formalizada nos acórdãos dos Recursos Extraordinários 1.037.396 e 1.057.258.

O que muda com a decisão?

STF obriga plataformas a coibir crimes de ódio (foto: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Com a nova interpretação, as plataformas terão obrigação de prevenir e coibir publicações que configurem crimes de discriminação, cabendo a elas manter mecanismos de monitoramento e resposta ágil às denúncias.

A mudança coloca o Brasil mais próximo de legislações como o Digital Services Act (DSA) da União Europeia, usado de exemplo de proteção de usuários e a responsabilização de grandes plataformas.

Plataformas deverão revisar políticas

Big techs vão no caminho contrário internamente (foto: dole777/Unsplash)

Com a publicação dos acórdãos, o entendimento passa a ter efeito vinculante, ou seja, deve orientar decisões de tribunais em todo o país. A decisão não revoga o Marco Civil, mas redefine a forma como seu artigo 19 é aplicado, criando uma exceção para casos de discurso de ódio e discriminação.

Para as plataformas, o novo cenário exige revisão das políticas internas de moderação e de resposta a denúncias, especialmente em relação a conteúdos racistas, homofóbicos, transfóbicos e antissemitas – reconhecidos pelo próprio STF, em decisões anteriores, como crimes de ódio equivalentes.

Entretanto, no caminho oposto, as próprias big techs têm adotado uma postura oposta internamente. A Meta, dona do Facebook, Instagram e Threads, reescreveu neste ano sua políticas de “conduta odiosa”, substituindo trechos que antes proibiam acusações e descrições desumanizantes contra minorias.

Já o X/Twitter promoveu cortes nas equipes de moderação e a reintegração de contas antes banidas por violar regras de ódio. As medidas foram adotadas após o ingresso de Elon Musk no negócio.

STF publica decisão que muda entendimento sobre Marco Civil da Internet

STF publica decisão que muda entendimento sobre Marco Civil da Internet
Fonte: Tecnoblog

Apple deve pagar US$ 1 bilhão por ano para usar IA do Google na Siri

Apple deve pagar US$ 1 bilhão por ano para usar IA do Google na Siri

Siri é a assistente virtual disponível em dispositivos da Apple (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

Apple deve fechar um contrato de US$ 1 bilhão por ano com o Google para usar o Gemini no desenvolvimento da nova Siri.

Segundo a Bloomberg, o modelo do Google substituirá temporariamente os sistemas internos da Apple.

A parceria deve ser discreta e seguir até que a Apple desenvolva modelos de IA que suportem as tarefas.

A Apple deve fechar um contrato bilionário com o Google para utilizar o modelo de inteligência artificial Gemini no desenvolvimento da nova Siri. Segundo Mark Gurman, da Bloomberg, o acordo prevê o pagamento de US$ 1 bilhão por ano ao Google e também inclui o uso do sistema da Alphabet como base para aprimorar a Siri, cuja reformulação é prevista para 2026.

A decisão representa uma mudança estratégica para a empresa de Cupertino, que vem tentando acelerar sua presença no setor de IA generativa. À Bloomberg, fontes próximas ao assunto afirmam que o modelo Gemini usado terá 1,2 trilhão de parâmetros e substituirá temporariamente os modelos internos da Apple.

O sistema deve oferecer uma capacidade muito maior de processar informações e entender o contexto das solicitações dos usuários.

Por que a Apple decidiu recorrer ao Google?

Após testar modelos de outras empresas, incluindo o ChatGPT da OpenAI e o Claude da Anthropic, a Apple teria optado pelo Gemini por seu desempenho superior em tarefas complexas. A intenção, segundo a Bloomberg, é usar a tecnologia do Google como uma solução provisória enquanto a empresa trabalha em seu próprio modelo.

Internamente, o projeto é conhecido como “Glenwood”, e é liderado por Mike Rockwell, criador do headset Vision Pro, e Craig Federighi, chefe de engenharia de software. O novo assistente de voz — com codinome “Linwood” — é planejado para o iOS 26.4.

O acordo prevê que o Gemini seja responsável por funções de resumo e planejamento, que permitem à Siri sintetizar informações e executar tarefas mais complexas. Outros recursos continuarão a operar com modelos desenvolvidos pela própria Apple.

A infraestrutura deve ser executada nos servidores Private Cloud Compute da companhia, mantendo os dados dos usuários isolados da rede do Google.

Parceria silenciosa

Apple Intelligence chegou aos dispositivos brasileiros em março (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Apesar da dimensão do acordo, a Apple não deve divulgar amplamente a colaboração. Segundo Gurman, a ideia é tratar o Google apenas como um fornecedor de tecnologia nos bastidores, diferentemente do acordo que tornou o buscador padrão do Safari.

Para o Google, o contrato reforça a influência do Gemini 2.5 Pro, atualmente um dos modelos mais bem avaliados do mercado. Já para a Apple, representa uma tentativa de recuperar o terreno perdido na corrida da IA.

A promessa é desenvolver, nos próximos anos, um modelo próprio de 1 trilhão de parâmetros, capaz de competir com o sistema do Google. O atraso nas funções de IA da Siri, porém, já obrigou a empresa a rever a campanha do iPhone 16.
Apple deve pagar US$ 1 bilhão por ano para usar IA do Google na Siri

Apple deve pagar US$ 1 bilhão por ano para usar IA do Google na Siri
Fonte: Tecnoblog

Amazon processa Perplexity e quer impedir compras feitas por robôs de IA

Amazon processa Perplexity e quer impedir compras feitas por robôs de IA

Amazon proíbe robôs em seus termos de uso (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

A Amazon processou a Perplexity para impedir o uso de agentes de IA para compras, alegando fraude e violação dos termos de uso.
A Perplexity acusa a Amazon de bullying para limitar a concorrência e as opções dos consumidores.
O caso pode estabelecer um precedente legal sobre o uso de IAs para navegação e compras online.

A Amazon entrou com uma ação judicial para impedir que o navegador Comet, da Perplexity, use agentes de inteligência artificial para fazer compras na loja. A gigante da tecnologia considera que a startup comete fraude eletrônica ao não identificar que o pedido está sendo realizado por um sistema automático.

“O pedido da Amazon é simples: a Perplexity deve ser transparente ao empregar sua inteligência artificial. Assim como qualquer outro invasor, a Perplexity não tem permissão para acessar áreas que foram explicitamente proibidas. O fato de ela usar código em vez de ferramentas para quebrar a segurança não faz com que a prática seja menos ilegal”, diz o documento enviado pela Amazon ao tribunal.

Comet tem assistente de IA que promete facilitar tarefas complexas (imagem: divulgação)

Segundo fontes consultadas pela Bloomberg, a briga começou antes do processo: a Amazon enviou, na sexta-feira passada (31/10), uma carta solicitando que a Perplexity interrompesse esse recurso. No documento, a big tech argumenta que os agentes de IA pioram a experiência de compras em seu site e criam vulnerabilidades de segurança. O robô violaria os termos de uso do e-commerce.

Perplexity acusa Amazon de “bullying”

Em resposta, a Perplexity declarou que a ação “apenas prova que a Amazon pratica bullying”. Em um comunicado publicado em seu blog, a startup acusa a gigante do varejo de impedir uma IA concorrente e reduzir as opções dos consumidores.

Aravind Srivinas, CEO da Perplexity, disse que a startup não está coletando dados da Amazon, muito menos usando informações para treinar seus modelos de IA. Ele afirma ainda que a intenção da varejista é impedir que os usuários possam driblar os anúncios exibidos na loja online.

Futuro dos agentes de IA está em jogo

O resultado do processo pode definir um precedente legal sobre o que IAs desse tipo podem fazer. Gigantes como Google e OpenAI têm apostado em ferramentas para navegar na internet usando apenas prompts escritos em linguagem natural.

Os agentes de IA prometem ser capazes de assumir tarefas dos usuários. Por exemplo: em vez de entrar em uma loja online, encontrar os produtos desejados, colocar no carrinho e fechar a compra, o consumidor poderia simplesmente escrever “compre os itens X, Y e Z na loja XPTO”. (Spoiler: na prática, isso ainda não funciona tão bem.)

O contexto do processo movido pela Amazon é um pouco mais complexo. A varejista passou a oferecer, em abril de 2025, uma ferramenta chamada Buy For Me (“compre para mim”, em tradução livre), que usa IA para realizar compras diretamente em lojas de marcas, sem que seja necessário sair do aplicativo. Outro recurso é o assistente Rufus, que pode navegar no site, recomendar produtos e colocar itens no carrinho.

Como observa a Bloomberg, os termos de uso do site da Amazon proíbem “qualquer uso de mineração de dados, robôs ou ferramentas similares de extração e coleta de dados”.

Fontes ouvidas pela publicação dizem que, em novembro de 2024, a varejista pediu à Perplexity que suspendesse agentes de IA capazes de fazer compras até que as duas empresas chegassem a um acordo. Na ocasião, a startup concordou.

Com informações da Bloomberg
Amazon processa Perplexity e quer impedir compras feitas por robôs de IA

Amazon processa Perplexity e quer impedir compras feitas por robôs de IA
Fonte: Tecnoblog

A navegação do Google Maps com o Gemini está sendo lançada em todos os lugares em que o Gemini está disponível

A navegação do Google Maps com o Gemini está sendo lançada em todos os lugares em que o Gemini está disponível

O Google Maps vai receber uma atualização do Gemini que vai deixar a navegação mais inteligente e fácil. Essa experiência de direção conversacional e sem usar as mãos s…

A navegação do Google Maps com o Gemini está sendo lançada em todos os lugares em que o Gemini está disponível
Fonte: Google

Google Maps ganha orientação de faixa em tempo real com IA

Google Maps ganha orientação de faixa em tempo real com IA

O Google Maps está prestes a se tornar ainda mais do que um simples guia de rotas. A gigante das buscas anunciou uma nova função de orientação de faixa em tempo real, baseada em inteligência artificial, que promete tornar a direção mais segura e intuitiva para quem trafega por rodovias com múltiplas pistas.

Segundo o Google, a ideia é que o aplicativo “enxergue” a estrada como um motorista faria, interpretando as faixas de rolamento com o auxílio das câmeras do veículo e ajustando as instruções de acordo com cada situação. O recurso estreia primeiro em veículos Polestar 4, com implementação inicial nos EUA e na Suécia, antes de chegar a outros modelos e regiões.

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Google Maps ganha orientação de faixa em tempo real com IA
Fonte: Tudocelular