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O que é carteira digital? Saiba como funciona o sistema de alocação e pagamentos

O que é carteira digital? Saiba como funciona o sistema de alocação e pagamentos

Carteiras digitais podem armazenar versões tokenizadas de cartões, documentos e chaves (Imagem: Divulgação/Samsung)

Carteira digital (ou digital wallet) é um sistema voltado para o armazenamento e gerenciamento de cartões e documentos virtuais, substituindo a necessidade de uma carteira física. Além disso, digital wallets também oferecem formas de pagamentos online e offline.

As carteiras digitais têm funcionamento baseado na tokenização, que substitui dados reais de cartões por códigos digitalizados. A alocação das informações inclui criptografia para proteção dos dados, e o acesso ao sistema é feito via aplicativo ou site.

Digital wallets são abrangentes e podem ser de vários tipos: algumas carteiras digitais armazenam tanto cartões quanto documentos, enquanto e-wallets focam em recursos financeiros, e cripto-wallets são voltadas para gerenciamento e transações de moedas digitais.

A seguir, entenda o que são carteiras digitais, saiba como elas funcionam, e veja vantagens e desvantagens de uso.

ÍndiceO que é carteira digital?Para que serve uma carteira digital?Como funciona uma carteira digitalCarteiras digitais funcionam sem internet?Quais são os tipos de carteira digital?Quais são exemplos de carteiras digitais?Quais são as vantagens da carteira digital?Quais são as desvantagens da carteira digital?Qual é a diferença entre carteira digital e e-wallet?Qual é a diferença entre carteira digital e conta digital?

O que é carteira digital?

Carteira digital (ou digital wallet, em inglês) é um sistema baseado em software usado para armazenar e gerenciar dinheiro, meios de pagamento, documentos e outros ativos digitais. Em outras palavras, trata-se de uma versão virtual de uma carteira física tradicional.

Para que serve uma carteira digital?

A principal função de uma carteira digital é facilitar e digitalizar a rotina do usuário, uma vez que ela pode substituir a carteira física. Assim, uma pessoa pode reunir versões virtuais de dinheiro, cartões e documentos em uma única aplicação eletrônica, ao invés de precisar carregar versões físicas desses itens em carteiras ou bolsas.

Além da função de armazenamento, carteiras digitais também podem ser usadas para pagamentos online ou offline, por meios como Pix, QR Code ou aproximação na máquina de cartão. Algumas digital wallets também permitem gerenciar saldos e acumular programas de benefícios.

Como funciona uma carteira digital

A carteira digital é um sistema baseado em software para armazenamento e processamento seguro de dados, com criptografia das informações. Isso é possível graças às tecnologias de tokenização, que substituem dados reais de cartões financeiros e documentos pessoais por códigos únicos digitais (tokens).

A tokenização é o processo que permite a criação de uma versão digitalizada de um cartão físico de crédito ou débito, por exemplo. E essa mesma tecnologia faz com que carteiras digitais possam armazenar o cartão virtual, habilitando usos em ambientes online ou físicos.

Os dados digitalizados então são guardados no sistema da carteira digital, que pode ser acessado via aplicativos, sites e até dispositivos de hardware (como pen drives), em alguns casos. Para entrar na digital wallet, geralmente é necessário fazer login ou inserir dados biométricos (impressão digital, reconhecimento facial, entre outros).

Carteiras digitais podem ser acessadas via app, site ou hardware (Imagem: Divulgação/Google)

Tratando-se de pagamentos, as carteiras digitais utilizam algumas tecnologias dos aparelhos usados para fazer as operações. Conexão com a internet possibilita transferências online (incluindo Pix), enquanto o uso da câmera do dispositivo móvel habilita pagamentos por QR Code.

Já para pagamentos físicos, as carteiras digitais podem usar a tecnologia NFC ou o recurso Transmissão Magnética Segura (MST) do dispositivo para pagamentos por aproximação.

Em outros casos, abrir cartões ou documentos diretamente da carteira digital já é suficiente para lidar com a situação. Isso é válido para uma simples apresentação da CNH Digital ou ingresso de algum evento, por exemplo.

Carteiras digitais funcionam sem internet?

Sim, mas de forma limitada. Carteiras digitais funcionam sem conexão à internet para pagamentos offline via NFC ou MST, desde que os cartões já estejam cadastrados. Já carteiras digitais de hardware mantêm o armazenamento de chaves privadas em um pen drive ou token, mesmo sem conexão com rede.

No entanto, é importante destacar que a conexão com internet é essencial para o funcionamento completo de uma carteira digital, especialmente para operações online ou que dependem de contas digital.

Quais são os tipos de carteira digital?

Há diversos tipos de carteiras digitais no mercado, que variam de acordo com suas funções primárias. E dentre as principais variantes de digital wallets, estão:

Carteiras digitais gerais: digital wallets usadas para armazenar cartões, documentos e passes de forma geral, e que contam com recursos de pagamentos;

E-wallets: carteiras digitais especificamente voltadas para pagamentos, incluindo recursos para armazenar cartões financeiros e vinculações com contas digitais;

Carteiras digitais de documentos: tipo de digital wallet focada em armazenar documentos pessoais, como carteira de motorista ou título de eleitor;

Carteiras digitais de passes: carteiras digitais que reúnem e alocam cartões de embarque, ingressos para shows, vouchers, entre outros passes;

Cripto-wallets: wallets especializadas no armazenamento, gerenciamento e transações de tipos de criptomoedas;

Carteiras digitais de hardware: carteiras digitais armazenadas em unidades físicas (como pen drive ou SSD), e que costumam guardar chaves privadas para acesso a tokens não fungíveis (NFTs) e ativos digitais em blockchain.

Quais são exemplos de carteiras digitais?

As digital wallets podem ser de big techs, de órgãos do governo ou mesmo de instituições privadas. Dentre os principais exemplos de carteiras digitais, estão:

Carteira do Google: evolução do Google Pay, a Carteira do Google armazena cartões e documentos, e também oferece recursos para pagamentos;

Apple Wallet: a carteira digital da Apple aloca cartões, vales e passes, oferece recursos de pagamentos com o Apple Pay, e até armazenamento de chaves;

Samsung Wallet: a carteira digital da Samsung traz recursos de pagamento e armazenamento de chaves, cartões e passes;

Carteira Digital de Trânsito (CDT): a CDT aloca a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) Digital, além da versão digital do Certificado de Registro e Licenciamento de Veículo (CRLV);

PassWallet: digital wallet que armazena cartões de embarque, ingressos, cartões fidelidade, vouchers, reservas, entre outros passes.

A CDT é um exemplo de carteira digital para armazenamento de documentos (Imagem: Reprodução/Serpro)

Quais são as vantagens da carteira digital?

As digital wallets contam com diversos recursos e tecnologias que resultam em praticidade e conforto no dia a dia. As principais vantagens das carteiras digitais abrangem:

Praticidade de uso: carteiras digitais substituem a necessidade de carteiras e cartões físicos, e podem ser acessadas facilmente via dispositivos móveis;

Segurança dos dados: digital wallets utilizam criptografia para armazenamento seguro dos dados (senhas, cartões, documentos, entre outros);

Agilidade nos pagamentos: os recursos para transferências online e pagamentos por aproximação agilizam a compra e venda de produtos no dia a dia;

Programas de benefícios: muitas carteiras digitais incluem programas de benefícios, com acúmulos de pontos e outras vantagens com base na frequência ou volume de uso;

Múltiplas funções: carteiras virtuais podem ter múltiplos recursos e funcionalidades, devido aos seus diferentes tipos.

Quais são as desvantagens da carteira digital?

Carteiras digitais podem apresentar limitações de uso relacionadas à falta de internet ou de aceitação. Algumas das principais desvantagens das digital wallets incluem:

Limitações offline: carteiras digitais funcionam de maneira limitada quando o dispositivo não tem conexão com a internet;

Desafios de cobertura: nem todos os lugares aceitam transações online ou pagamentos por aproximação oferecidos pelas carteiras digitais;

Problemas de compatibilidade: determinadas carteiras digitais podem não aceitar cartões de certas instituições bancárias;

Riscos em caso de comprometimento do dispositivo: se o dispositivo for furtado ou roubado e não tiver as formas de proteção recomendadas, os dados alocados na carteira digital podem ficar vulneráveis;

Acesso limitado (carteiras digitais de hardware): carteiras digitais de hardware costumam ser acessíveis somente por um único dispositivo (como pen drive ou SSD), o que impõe dificuldades para a entrada.

Qual é a diferença entre carteira digital e e-wallet?

Carteiras digitais costumam ser relacionadas a pagamentos e alocação de cartões bancários, mas também servem para armazenar documentos pessoais, passes e ativos digitais. Logo, uma carteira digital pode ter múltiplas funcionalidades, dependendo do tipo.

Já as e-wallets são carteiras digitais especialmente focadas em meios de pagamento. Esses tipos de carteira costumam ter recursos para vinculação de contas digitais, podem armazenar cartões de crédito ou débito, bem como oferecer opções para transferências.

Qual é a diferença entre carteira digital e conta digital?

Carteiras digitais são sistemas usados para armazenamento e gerenciamento de cartões e documentos. As digital wallets não são necessariamente vinculadas a uma instituição financeira, e podem ter diferentes funcionalidades (como apenas alocar dados digitais ou fazer pagamentos).

Já contas digitais são contas bancárias em versão digital, vinculadas a bancos ou fintechs. Contas digitais oferecem todas as funcionalidades bancárias disponíveis ao usuário, e têm recursos que variam de instituição para instituição.
O que é carteira digital? Saiba como funciona o sistema de alocação e pagamentos

O que é carteira digital? Saiba como funciona o sistema de alocação e pagamentos
Fonte: Tecnoblog

O que é vírus de computador? Saiba como funciona e os principais tipos de ameaça

O que é vírus de computador? Saiba como funciona e os principais tipos de ameaça

Saiba como se proteger dos vírus de computador (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Um vírus de computador é um software malicioso que se anexa a outros programas, infectando um PC desktop ou um notebook e se replicando. Essa ameaça pode corromper dados, roubar informações pessoais ou até mesmo inutilizar o dispositivo.

Existem vários tipos de vírus que representam sérias ameaças à segurança digital dos usuários. Os de boot podem afetar a inicialização do sistema, os de arquivo se anexam a executáveis, enquanto os polimórficos mudam o código para não serem detectados facilmente.

Entenda melhor o conceito de vírus de computador, como eles funcionam e os principais tipos. Também saiba como se proteger contra essas ameaças cibernéticas.

ÍndiceO que é um vírus de computador?Qual foi o primeiro vírus de computador?Como um vírus de computador funciona?Quais são os tipos de vírus de computador?Qual é o vírus de computador mais perigoso do mundo?Quais são as formas de se proteger de um vírus de PC?Tem como saber se o computador está com vírus?O que fazer se meu PC for infectado por um vírus?Qual é a diferença entre vírus e malware?Qual é a diferença entre vírus e worm?

O que é um vírus de computador?

Um vírus de computador é um tipo de software malicioso que se anexa a programas legítimos, se autorreplica e se espalha entre computadores. Ele pode ser programado para modificar arquivos, causar danos a sistemas, roubar dados ou até inutilizar dispositivos.

Qual foi o primeiro vírus de computador?

O Creeper System, desenvolvido por Bob Thomas em 1971, é reconhecido como o primeiro vírus de computador. Sua criação visava testar a viabilidade de um programa capaz de se autorreplicar, funcionando mais como um experimento de segurança do que uma ameaça.

Originalmente, o vírus exibia a mensagem “Eu sou o Creeper. Pegue-me se for capaz” e tentava se remover do sistema anterior a cada nova infecção. Apesar da simplicidade e natureza não maliciosa, ele marcou o início da evolução dos programas autorreplicantes que moldaram os vírus atuais.

Os vírus podem danificar sistemas e realizar outras ações maliciosas no computador (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Como um vírus de computador funciona?

Um vírus de computador geralmente se propaga quando a pessoa acessa links maliciosos ou abre anexos infectados baixados da internet ou recebidos por e-mail. A infecção também pode ocorrer por meio de dispositivos USB ou compartilhamento de arquivos online, infiltrando-se no sistema de forma discreta.

Uma vez instalado, o vírus pode permanecer inativo até a vítima realizar uma ação específica ou começar a se replicar imediatamente, criando cópias de si em programas e arquivos. Essa autorreplicação permite que ele se espalhe rapidamente por todo o armazenamento da máquina, comprometendo diversas áreas do sistema.

Após a disseminação, o vírus executa a ação maliciosa programada, que pode incluir a corrupção ou exclusão de arquivos, interrupção de operações e outros danos. Essas ações são frequentemente usadas em crimes cibernéticos, visando causar prejuízos significativos a sistemas e dados.

Quais são os tipos de vírus de computador?

Existem diversos tipos de vírus de computador, cada um com características e métodos de infecção distintos. Alguns deles são:

Vírus de ação direta: o tipo mais comum, ele se associa a arquivos executáveis e é ativado quando eles são abertos. Embora possa bloquear a abertura de outros arquivos, geralmente não apaga documentos ou afeta o desempenho do sistema;

Vírus de boot: infecta os arquivos responsáveis por iniciar o sistema operacional, residindo na memória do dispositivo. Frequentemente se espalha por meio de hardwares infectados, como pen drives e outros dispositivos USB;

Vírus de arquivo: anexa-se ao final de um arquivo e modifica como o programa é iniciado, injetando um código malicioso. Isso permite que o vírus seja executado sempre que o programa legítimo é aberto;

Vírus de e-mail: esconde-se em mensagens de e-mail e é ativado ao abrir um anexo, clicar em um link ou apenas interagir com o e-mail. Eles se espalham rapidamente ao usar a lista de contatos do usuário infectado;

Vírus sequestrador de navegador (browser hijacker): altera as configurações do navegador sem permissão, redirecionando para sites maliciosos ou exibindo anúncios indesejados. Visa controlar a experiência de navegação da vítima;

Vírus de script web: explora vulnerabilidade em códigos de navegadores e páginas da web, infiltrando-se no dispositivo quando a pessoa acessa sites infectados. Geralmente, esses vírus visam roubar informações ou realizar ataques;

Vírus residente: permanece ativo na memória do computador, mesmo após o programa original que o continha ser fechado ou excluído. Isso permite que ele infecte outros arquivos e programas continuamente;

Vírus multipartido: infecta múltiplos alvos, como o setor de boot, a memória e arquivos executáveis do PC. A capacidade de se espalhar em várias áreas do dispositivo torna a detecção e remoção mais complexas;

Vírus polimórfico: muda o código a cada nova infecção, dificultando que softwares de segurança o detectem. Essa mutação constante o ajuda a evadir das varreduras de sistema;

Vírus de sobregravação: substitui o conteúdo original de um arquivo pelo próprio código malicioso, destruindo os antigos dados existentes. A única forma de removê-lo é excluindo todos os arquivos infectados;

Vírus furtivo: modifica o código do sistema operacional para se esconder de ferramentas de detecção, tornando-o muito difícil de ser encontrado. Ele engana o software antivírus, parecendo ser um arquivo limpo;

Vírus macro: infecta documentos que usam macros, como arquivos do Microsoft Word e Excel. Ele é ativado quando o documento é aberto e a macro é executada, podendo corromper o arquivo ou se espalhar pelo sistema;

Vírus criptografado: usa criptografia para ocultar o código, dificultando a análise por softwares de segurança. Ele inclui um algoritmo de descriptografia para se decifrar antes de ser executado.

Qual é o vírus de computador mais perigoso do mundo?

O Mydoom é frequentemente apontado como o vírus de computador mais perigoso devido à ampla escala de infecção em 2004. A ameaça coletava endereços de e-mail de PCs infectados e se enviava de forma autônoma para novas vítimas, transformando os dispositivos em bots para ataques de negação de serviço distribuído (DDoS).

Segundo especialistas da Norton, o vírus causou danos estimados em US$ 38,5 bilhões e atingiu 1 bilhão de vítimas no período de um ano. Embora enfraquecido por conta dos antivírus modernos, ele ainda é responsável por 1% dos ataques de phishing por e-mail.

Ataques de phishing por e-mail são bastante usados para induzir as vítimas a baixarem arquivos infectados com vírus (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Quais são as formas de se proteger de um vírus de PC?

Algumas práticas no dia a dia ajudam a se proteger de um vírus ou qualquer outro malware no computador, smartphone e outros dispositivos. Por exemplo:

Use um software de segurança confiável: instale e mantenha sempre atualizado um antivírus ou antimalware confiável. Ele será a primeira linha de defesa contra as ameaças mais recentes;

Navegue com cuidado: evite sites desconhecidos ou com reputação duvidosa. Muitos ataques ocorrem por meio de páginas maliciosas que tentam instalar softwares indesejados;

Desconfie de links e anexos suspeitos: tenha cuidado ao clicar em links ou abrir anexos de e-mails e mensagens. Sempre verifique o remetente antes de qualquer interação, pois podem ser ações para instalar vírus;

Baixe apps apenas de lojas oficiais: sempre priorize as lojas oficiais para baixar os aplicativos, como App Store, Google Play Store e Microsoft Store. Isso evita a instalação de versões modificadas e potencialmente infectadas com vírus;

Adote senhas fortes e únicas: crie senhas complexas e diferentes para cada conta online, misturando letras, números e símbolos. Isso dificulta que criminosos acessem as contas, mesmo que uma delas seja comprometida;

Ative a autenticação de dois fatores (2FA): sempre que possível, ative a autenticação de dois fatores. Ela adiciona uma camada extra de segurança, exigindo uma segunda verificação para acessar as contas;

Mantenha o sistema e aplicativos atualizados: as atualizações do sistema operacional e aplicativos trazem correções de segurança que impedem que hackers explorem vulnerabilidades para invadir o dispositivo;

Faça backups regularmente: tenha cópias de segurança dos arquivos importantes em um local externo ou em serviços na nuvem. Se o dispositivo for infectado, você não perderá os dados.

Tem como saber se o computador está com vírus?

Sim, diversos sinais podem indicar que o PC foi infectado com vírus. Por exemplo, fique atento à lentidão excessiva, travamentos frequentes de programas, arquivos que somem ou são corrompidos, e mudanças inesperadas nas configurações do dispositivo.

No entanto, a maneira mais direta de confirmar uma infecção é usando um antivírus ou antimalware confiável. Essa ferramenta fará uma varredura completa no sistema, identificando e removendo quaisquer ameaças para garantir a segurança do aparelho.

O que fazer se meu PC for infectado por um vírus?

Se o PC foi infectado por um vírus, desconecte-o imediatamente da internet e outras redes para impedir que a ameaça se espalhe para outros dispositivos. Em seguida, use um software de segurança confiável para iniciar uma varredura completa do sistema e de todos os arquivos.

Ferramentas de antivírus e antimalware são essenciais para detectar e remover a infecção de maneira segura. Isso protege os dados do dispositivo e evita danos maiores ao sistema.

Dá para remover um vírus do meu computador?

Sim, você pode remover um vírus do computador usando um antivírus ou antimalware confiável. Essas ferramentas são projetadas para escanear o sistema, identificar e eliminar ameaças, protegendo os dados e o funcionamento do dispositivo.

Em situações de infecções mais graves ou persistentes, a recomendação é procurar a ajuda de um profissional de cibersegurança. Ele possui o conhecimento e os recursos para remover o malware de forma segura e eficaz, minimizando riscos de danos adicionais ao computador.

Ter um antivírus ou antimalware confivável pode ajudar a se proteger de vírus e outros malwares (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Qual é a diferença entre vírus e malware?

Vírus de computador é um tipo específico de malware que se anexa a arquivos legítimos e se replica, espalhando-se para outros programas e sistemas. Eles costumam permanecer dormentes até que o arquivo infectado seja executado, quando podem causar danos e outras ações maliciosas.

Malware é um termo amplo que engloba qualquer software intencionalmente projetado para causar danos, interromper sistemas ou obter acesso não autorizado. Essa categoria inclui diversas ameaças, como vírus, worms, trojans, spywares e ransomwares.

Qual é a diferença entre vírus e worm?

Vírus são malwares que se anexam a arquivos legítimos e podem exigir a intervenção do usuário para serem ativados e se replicar, como abrir um documento ou executar um app. Eles atuam visando corromper dados e causar outros danos à máquina.

Worms são um tipo de malware autônomo que se replica e se espalha por redes e sistemas sem a necessidade de interação humana. Eles exploram brechas para se propagar rapidamente para infectar o maior número de máquinas.
O que é vírus de computador? Saiba como funciona e os principais tipos de ameaça

O que é vírus de computador? Saiba como funciona e os principais tipos de ameaça
Fonte: Tecnoblog

Youtuber italiano pode ser preso por vídeos de emuladores de jogos

Youtuber italiano pode ser preso por vídeos de emuladores de jogos

Francesco Salicini no canal Once Were Nerd (imagem: reprodução/YouTube)

Responsável pelo canal Once Were Nerd, o youtuber italiano Francesco Salicini está sob investigação da Guardia di Finanza, força policial ligada ao Ministério da Economia e Finanças da Itália. O motivo? Os numerosos vídeos que ele publicou sobre consoles portáteis que emulam jogos de videogame.

Grande parte dos dispositivos analisados por Salicini utiliza versões antigas do Android adaptadas para executar emuladores de consoles como Super Nintendo (SNES), Nintendo 64, Game Boy e PlayStation Portable (PSP).

Mas os dispositivos e os emuladores em si não são o problema. O que pode complicar a vida do youtuber são os jogos que acompanham os portáteis que ele analisou.

Dependendo do resultado da investigação, Salicini poderá ser acusado de promover a pirataria de jogos ao abordar os dispositivos em questão no canal Once Were Nerd.

O risco de complicações judiciais não é pequeno. O próprio Salicini publicou um vídeo explicando que, em 15 de abril deste ano, agentes da Guardia di Finanza foram à sua casa com um mandado de busca para investigar uma possível promoção de materiais protegidos por direitos autorais.

Na ação, mais de 30 consoles portáteis foram apreendidos, entre eles, dispositivos de linhas como Anbernic, Powkiddy e TrimUI, que podem ser encontrados com relativa facilidade em plataformas como AliExpress e Amazon.

O celular de Francesco Salicini também foi apreendido e devolvido pelas autoridades dois meses depois, em 15 de junho.

Once Were Nerd tem diversos vídeos sobre consoles com emuladores (imagem: reprodução/YouTube)

O que pode acontecer com Francesco Salicini?

De acordo com a legislação italiana, violações de direitos autorais podem resultar em multas de até 15.000 euros (R$ 97.150 na conversão atual) e em até três anos de detenção. Mas possíveis penalidades só serão aplicadas se Francesco Salicini for acusado formalmente e, posteriormente, ir a julgamento.

No curto prazo, o que pode acontecer é de o canal Once Were Nerd ser fechado. As autoridades podem determinar o fechamento do canal antes de a investigação ser finalizada.

O YouTuber não sabe quem fez a denúncia contra ele. Salicini encontrou menções à Nintendo e à Sony em documentos da investigação, mas é possível que a própria Guardia di Finanza tenha decidido ir até ele.

Neste ponto, vale relembrar que a Nintendo tem um histórico de ações contra emuladores. Não dá para descartar o envolvimento da companhia japonesa nessa investigação, portanto.

Com informações de Android Authority
Youtuber italiano pode ser preso por vídeos de emuladores de jogos

Youtuber italiano pode ser preso por vídeos de emuladores de jogos
Fonte: Tecnoblog

O que é modem? Entenda como funciona o dispositivo de conexão à internet

O que é modem? Entenda como funciona o dispositivo de conexão à internet

Conheça o Modem, dispositivo responsável por conectar os aparelhos a internet (imagem: Divulgação/Intelbras)

Modem é um dispositivo que permite que os aparelhos se conectem à internet. Ele converte os sinais digitais de um PC ou celular em sinais analógicos e vice-versa para transmissão de dados via linha telefônica, cabo óptico ou fibra, possibilitando a comunicação de banda larga.

O funcionamento do modem gira em torno da modulação e demodulação de sinais. Ele modula os dados digitais para o formato analógico para poderem ser transmitidos pela infraestrutura da rede, e depois demodula os sinais analógicos recebidos de volta para o formato digital, permitindo que os dispositivos compreendam as informações.

Os principais tipos de modem são o modelo a cabo para conexão coaxial, o DSL que usa linhas telefônicas e o de fibra óptica para internet de alta velocidade. Cada tipo é otimizado para uma infraestrutura de rede específica para fornecer banda larga.

Entenda o que é um modem, suas funções e como ele auxilia os dispositivos a se conectarem a internet. Também conheça os diferentes tipos de aparelhos existentes no mercado.

ÍndiceO que é modem?Qual o significado de modem?Para que serve o modem?Como funciona um modemÉ possível usar internet banda larga sem um modem?Quais são os tipos de modem?Posso trocar meu modem para outro tipo?Qual é a diferença entre modem e roteador?

O que é modem?

Modem é um dispositivo híbrido que possibilita a conexão de computadores, smartphones e outros aparelhos à internet. Ele converte sinais digitais em analógicos e vice-versa para transmissão e recepção de dados, criando uma ponte entre a rede local e o Provedor de Serviço de Internet (ISP).

Qual o significado de modem?

O termo “modem” nasceu da união das palavras “modulador” e “demodulador”. Ele reflete as principais funções do dispositivo: converter sinais digitais em sinais analógicos para a transmissão dos dados (modulação) e transformar sinais analógicos em sinais digitais para a recepção de dados (demodulação).

As provedoras de serviço de internet costumam fornecet modem Wi-Fi para os usuários (imagem: Lucas Braga/Tecnoblog)

Para que serve o modem?

O modem é um tipo de hardware usado na telecomunicação, atuando como uma ponte entre a rede local e o Provedor de Serviços de Internet (ISP). Sua função é modular e demodular sinais, convertendo dados digitais dos dispositivos em sinais analógicos para transmissão pela rede do ISP e vice-versa.

Assim, o modem estabelece a conexão com a internet e permite que computadores, smartphones e tablets acessem a rede externa de forma contínua e eficiente. Sem o modem, a comunicação entre os aparelhos e a infraestrutura do ISP seria impossível.

Como funciona um modem

O funcionamento de um modem de internet se baseia na modulação e demodulação simultânea dos dados. Todo o processo pode ser dividido em 5 etapas principais:

Geração de dados: um dispositivo, como o computador ou smartphone, cria dados digitais que precisam ser enviados pela internet;

Modulação: o modem converte os sinais digitais em sinais analógicos, preparando-os para viajar pelas linhas de comunicação;

Transmissão: os sinais analógicos modulados são enviados por meio da linha telefônica, cabo coaxial ou fibra óptica até outro modem ou equipamento da provedora de internet;

Demodulação: o modem recebe os sinais analógicos e transforma de volta em sinais digitais, tornando-os compreensíveis para os dispositivos;

Decodificação: os dados digitais demodulados são passados para o computador ou outro dispositivo, permitindo a comunicação e o acesso à internet. 

É possível usar internet banda larga sem um modem?

Não dá para usar internet banda larga sem um modem. O dispositivo é essencial para converter o sinal do Provedor de Serviço de Internet (ISP) para o formato que o roteador e os dispositivos conseguem entender e usar.

Modem via satélite e roteador instalados pela Hughes (Imagem: Edison Santiago/Acervo pessoal)

Quais são os tipos de modem?

Há diferentes categorias de modem, cada um com recursos e funcionalidades específicas:

Modem externo: conecta-se a um computador ou dispositivo por cabo. É comum em residências e escritórios pela facilidade de instalação e portabilidade;

Modem interno: integrado diretamente a um computador ou dispositivo, economiza espaço em notebooks e dispositivos móveis (celular e tablet);

Modem USB: semelhante a um modem externo, mas no formato de dongle USB, oferece suporte para conexão móvel para computadores, notebooks e outros dispositivos;

Modem roteador: combina as funções de modem e roteador em um único aparelho. Permite que múltiplos dispositivos se conectem à internet via Wi-Fi ou cabo, sendo a escolha mais comum hoje em dia;

Modem Wi-Fi (sem fio): transmite dados usando ondas de rádio e geralmente vem integrado a roteadores. Oferece acesso à internet sem fio, eliminando a necessidade de cabos para cada dispositivo;

Modem de fibra óptica: projetado para a internet via fibra óptica, converte sinais de luz em dados digitais. Garante velocidades de internet mais rápidas e eficientes;

Modems a cabo: usa a rede coaxial para se conectar à internet. É comum em pacotes de provedores que combinam serviços de internet e televisão por assinatura;

Modem DSL: opera com tecnologia de banda larga DSL (Linha Digital Assinante) por meio de linhas telefônicas. Pode adotar conexão ADSL, que prioriza o download, ou SDSL, com velocidades simétricas;

Modem VoIP: integra um adaptador telefônico analógico (ATA) a um modem DSL ou a cabo. Permite conectar um telefone fixo à internet para chamadas de voz sobre IP;

Modem via satélite: fornece conexão à internet por meio de antenas parabólicas. É uma solução comum em áreas onde outras opções de banda larga são limitadas.

Posso trocar meu modem para outro tipo?

É possível trocar o modelo do modem por outro, mas é necessário verificar a compatibilidade do dispositivo com o Provedor de Serviço de Internet (ISP) e a infraestrutura oferecida por ele. Nem todos os modems funcionam com todas as tecnologias ou provedores.

Além disso, alguns IPSs oferecem apenas suporte para modelos específicos ou exigem o uso de equipamentos fornecidos por eles. Se o uso de um modem próprio for permitido, será preciso informar ao ISP o endereço MAC e o modelo do novo aparelho para que ele possa ser configurado corretamente.

Qual é a diferença entre modem e roteador?

Um modem é o dispositivo que conecta a rede local à internet. Ele converte sinais digitais dos aparelhos em sinais analógicos que podem ser transmitidos por meio das linhas de telecomunicação do Provedor de Serviços de Internet (ISP), permitindo acesso à rede global.

Os dispositivos roteadores atuam como um centro de distribuição de rede, pegando a conexão de internet fornecida pelo modem e compartilhando com múltiplos aparelhos. Eles criam uma rede local que pode ser sem fio (Wi-Fi) ou com fio (cabos Ethernet), permitindo que todos os dispositivos acessem a internet simultaneamente.
O que é modem? Entenda como funciona o dispositivo de conexão à internet

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Fonte: Tecnoblog

Xiaomi HyperOS 2.2 traz novas opções de edição de imagem com IA e melhorias em performance

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Com distribuição global iniciada ainda no último mês de maio, a versão estável mais recente do HyperOS trouxe diversas novas opções para os dispositivos compatíveis da Xiaomi e de suas subsidiárias. O HyperOS 2.2 chegou com melhorias em performance e segurança, novas opções de edição de imagem e mais!Começando pelas ferramentas de edição, a versão da interface introduz novas opções de edição de imagem baseadas em inteligência artificial (IA). Estão disponíveis novos recursos para reconstrução de fotos com baixa qualidade e efeitos para aprimoramento de planos de fundo e destaque do assunto principal.

Além disso, a função de borracha mágica ganhou aprimoramentos, há opções para mudar a expressão das pessoas com IA, novos recursos de recorte e a ferramenta de edição de fotos em grupos ganhou melhorias – com o sistema sendo capaz de selecionar as melhores capturas a partir de múltiplos takes, garantindo que todos sairão bem.Clique aqui para ler mais

Xiaomi HyperOS 2.2 traz novas opções de edição de imagem com IA e melhorias em performance
Fonte: Tudocelular

PS6 pode ter 24 GB de memória RAM e o dobro da potência do PS5 Pro, dizem especialistas

PS6 pode ter 24 GB de memória RAM e o dobro da potência do PS5 Pro, dizem especialistas


Atualização (17/07/2025) – EB
Nesta semana já vimos relatos de que o PS6 terá o dobro da potência do PS5 Pro e hoje os especialistas da Digital Foundry disseram que o próximo console da Sony deve ter 24 GB de RAM. Entretanto, o aumento deve ser destinado a outros propósitos em relação ao que vimos no PlayStation 5 Pro.Ao responder uma pergunta de um apoiador, os especialistas do canal Digital Foundry disseram que a Sony deve aumentar a RAM de 16 GB para 24 GB para que o sistema use os 8 GB adicionais para processar ray tracing avançado e aprendizado de máquina.Clique aqui para ler mais

PS6 pode ter 24 GB de memória RAM e o dobro da potência do PS5 Pro, dizem especialistas
Fonte: Tudocelular

WhatsApp facilita contato com a equipe de suporte técnico

WhatsApp facilita contato com a equipe de suporte técnico

Chatbot de suporte do WhatsApp agora tem acesso facilitado (imagem: reprodução/WABetaInfo)

Resumo

WhatsApp elimina etapa de descrição do problema para simplificar o contato com o suporte.
Mudança já está disponível para usuários da versão estável do app em iOS, Android e desktop no Brasil.
Respostas iniciais no chat são geradas por IA, mas atendentes humanos podem assumir o atendimento conforme necessário.

O WhatsApp está simplificando o contato com o suporte dentro do aplicativo, de modo a tornar o processo mais rápido para os usuários. Para isso, a plataforma removeu uma etapa inicial em que era preciso descrever o problema para iniciar a conversa. Agora, o usuário pode abrir diretamente o chat de ajuda.

A mudança foi identificada primeiramente na versão beta 25.20.10.74 do app para iOS, pelo site especializado WABetaInfo. No entanto, o Tecnoblog verificou que o novo fluxo já está disponível para usuários da versão estável do aplicativo no Brasil, tanto no celular (iPhone e Android) quanto na versão para desktop.

O que mudou?

Anteriormente, usuários precisavam descrever problema e aguardar uma resposta no chat (Imagem: Reprodução/WhatsApp)

Até então, era preciso passar por uma etapa extra, conforme você vê na imagem acima. Os usuários precisavam formular a pergunta e, frequentemente, anexar capturas de tela para explicar a situação antes mesmo de a conversa começar.

Agora, o usuário poderá abrir o chat de suporte diretamente, sem a obrigação de preencher um formulário ou enviar arquivos assim que iniciar a solicitação. Portanto, o aplicativo simplificou o processo para entrar em contato com o suporte.

É importante lembrar que, ao iniciar uma conversa com o suporte, as primeiras respostas costumam ser geradas por uma inteligência artificial da Meta. Ela age como um FAQ, oferecendo soluções rápidas para problemas mais comuns, dado o grande volume de usuários da plataforma.

Na página sobre a ferramenta, o próprio WhatsApp alerta, no entanto, que as respostas da IA podem ser “imprecisas ou inapropriadas”. Por isso, o próprio bot informa que “atendentes humanos estão monitorando” a conversa e podem pode assumir o atendimento a qualquer momento. Não fica claro, porém, quais os critérios para que isso ocorra de forma prioritária.

Para acessar a função, o caminho continua o mesmo: na tela de Configurações, vá até a opção “Ajuda” e clique em “Central de Ajuda”. Ao rolar até o fim da página, você encontra a opção para iniciar o chat com o suporte. No computador, é possível acessar o chatbot seguindo os mesmos passos.

Lembrando que, em casos onde não é possível utilizar o suporte via app, outro canal disponível é pelo e-mail support@whatsapp.com.

Com informações de WABetaInfo
WhatsApp facilita contato com a equipe de suporte técnico

WhatsApp facilita contato com a equipe de suporte técnico
Fonte: Tecnoblog

Xbox testa função para transmitir jogos do console para o PC

Xbox testa função para transmitir jogos do console para o PC

Interface do aplicativo Xbox para PC, exibindo a nova funcionalidade “Stream your own game” (imagem: reprodução/Microsoft)

A Microsoft começou a testar um novo recurso que permite transmitir jogos diretamente do Xbox para o PC por meio do aplicativo oficial do console. A meta, segundo a gigante da tecnologia, é expandir a acessibilidade dos títulos em outras plataformas, oferecendo mais flexibilidade aos jogadores. 

A novidade é uma expansão do Transmita seu Próprio Jogo e está disponível desde terça-feira (15/07) para membros do programa Xbox Insiders. É necessária assinatura ativa do Game Pass Ultimate, que custa atualmente R$ 59,99 mensais.

Mais de 250 jogos do Xbox direto no PC

“Basta acessar a seção Cloud Gaming no aplicativo Xbox para PC, procurar o catálogo ‘Transmita seu próprio jogo’, escolher um título compatível e começar a jogar”, informa a Microsoft. São mais de 250 jogos compatíveis.

A novidade é diferente do Xbox Cloud Gaming e das opções de reprodução remota atuais. Enquanto o Cloud Gaming executa os jogos em servidores remotos da Microsoft, agora é o próprio console do usuário que atua como um servidor de streaming. 

Isso significa que os jogos são executados no hardware do Xbox (Xbox Series X/S ou Xbox One) e transmitidos via rede doméstica para o PC com Windows. Para funcionar, o console de origem deve conectado à internet.

Funcionalidade não se restringe somente aos títulos disponíveis no catálogo do Game Pass (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

A funcionalidade permite que os usuários joguem qualquer título instalado no console – tanto aqueles comprados digitalmente quanto os baseados em mídia física. 

Como mencionado antes, a fase inicial de testes é focada nos Xbox Insiders assinantes do Game Pass Ultimate. Esse grupo de usuários participa de programas de pré-lançamento para dar feedback e ajudar a identificar possíveis problemas.

Quais as principais vantagens?

A nova opção de streaming representa um avanço importante para o Xbox, consolidando sua posição no cenário de jogos em nuvem e streaming. Antes, a reprodução remota, disponível para smartphones e tablets, permitia continuar as sessões de jogo em dispositivos móveis.

A extensão dessa capacidade para o ambiente do PC é uma alternativa para aqueles que desejam continuar jogando seus títulos de console no computador, seja em outra sala da casa ou em um cenário onde o acesso ao console não é prático.

Com informações da Microsoft e PC World
Xbox testa função para transmitir jogos do console para o PC

Xbox testa função para transmitir jogos do console para o PC
Fonte: Tecnoblog

Samsung pode adotar tecnologia similar ao MagSafe na linha Galaxy

Samsung pode adotar tecnologia similar ao MagSafe na linha Galaxy

Samsung Galaxy S25 (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Boa parte dos celulares Android já suporta recarga sem fio. Mas dá para ir além: e se eles contassem com uma tecnologia similar ao padrão MagSafe, da Apple? Algo nesse sentido pode estar a caminho dos smartphones Samsung Galaxy, pelo menos nos modelos mais avançados da linha.

É o que sugere uma pesquisa realizada recentemente pela Samsung por meio de seu aplicativo Members. O questionário, revelado pelo site SammyGuru, pergunta se o usuário estaria disposto a ter ímãs integrados aos seus celulares, mesmo que isso significasse aumentar um pouco a espessura do aparelho.

A Samsung também pergunta se, caso o dispositivo suportasse apenas carregamento sem fio, usando uma tecnologia similar ao Magsafe, haveria menos inconvenientes para o usuário. Essa questão chama a atenção, pois sugere que a companhia cogita remover a recarga com fio de alguns de seus celulares.

Primeiro passo para uma tecnologia similar ao MagSafe já foi dado

O questionário não é garantia de que a Samsung adotará uma tecnologia similar ao MagSafe. Por ora, tudo não passa de uma simples pesquisa.

Mas há boas chances de que isso aconteça em algum momento. Isso porque a linha Galaxy S25 já suporta carregamento sem fio de 15 W no padrão Qi2. As recém-anunciadas séries Galaxy Z Fold 7 e Galaxy Flip 7 também.

O Qi2 é um padrão aberto que, de certa forma, tem como base a tecnologia do MagSafe. É por isso que ambos os padrões seguem o mesmo princípio: permitir recarga sem fio de bateria por meio de um alinhamento via ímãs entre o dispositivo e o acessório de recarga.

Recarga sem fio via MagSafe (imagem: reprodução/Apple)

Porém, nos mencionados aparelhos Galaxy que já suportam o Qi2, o procedimento de recarga não é feito com o apoio de ímãs. É isso que poderá ser acrescentado nas próximas séries da linha, talvez começando pelos modelos Galaxy S26.

A vantagem é que, além de facilitar a recarga sem fio, o uso de ímãs permitirá a conexão de acessórios ao celulares, tal como já acontece nos iPhones.

No universo do Android, talvez a Samsung não esteja sozinha nessa empreitada. Há rumores de que os aparelhos Google Pixel 10 contarão com algo parecido. Essa série será anunciada oficialmente em 20 de agosto de 2025.
Samsung pode adotar tecnologia similar ao MagSafe na linha Galaxy

Samsung pode adotar tecnologia similar ao MagSafe na linha Galaxy
Fonte: Tecnoblog

Samsung: Galaxy AI estará em 400 milhões de dispositivos até o fim do ano

Samsung: Galaxy AI estará em 400 milhões de dispositivos até o fim do ano

Galaxy AI deve aparecer em mais aparelhos da Samsung (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Resumo

A Samsung planeja integrar a Galaxy AI em 400 milhões de dispositivos até o fim do ano, incluindo smartphones, tablets e smartwatches.
A adoção é expressiva: 70% dos usuários do Galaxy S25 já utilizam funções de IA no dia a dia, segundo dados da fabricante.
Anteriormente, a Samsung revelou que os recursos de IA que vêm de fábrica nos aparelhos serão gratuitos para sempre.

A Samsung quer levar a Galaxy AI, sua plataforma de inteligência artificial integrada, para mais de 400 milhões de dispositivos em todo o mundo — entre smartphones, tablets e smartwatches — até o fim deste ano. A nova meta foi anunciada pela sul-coreana durante o Galaxy AI Forum 2025.

Segundo a fabricante, a IA nativa dos aparelhos Galaxy vem recebendo novas funções e está sendo expandida para modelos lançados em anos anteriores. Com isso, a Samsung sinaliza que a Galaxy AI deve se tornar cada vez mais central na experiência dos usuários da marca.

Essa aposta é reforçada por dados de uso divulgados pela própria empresa, que indicam um maior interesse dos consumidores por recursos de IA. Ainda assim, os números contrastam com o que costuma pesar mais na escolha de um novo celular, ao menos no mercado brasileiro.

Uso cresce, mas não decide compra

Galaxy AI cresceu entre usuários dos topo de linha da Samsung (imagem: reprodução/Samsung)

As funções do Galaxy AI já fazem parte do dia a dia de boa parte dos usuários, segundo levantamento da Samsung. Uma pesquisa feita em parceria com a Symmetry Research revela que, para 47% dos consumidores, as rotinas seriam prejudicadas sem as ferramentas de IA, enquanto 45% usam comandos de voz com a mesma frequência que digitam.

Os dados da própria fabricante mostram que a adoção é ainda maior entre donos dos Galaxy S25: mais de 70% utilizam ativamente recursos como o “Circular para Buscar”, o “Assistente de Fotos” e o “Assistente de Notas”.

No entanto, esses números não refletem exatamente o peso da IA como fator de compra de um celular — pelo menos no Brasil. De acordo com a pesquisa anual do Mobile Time, inteligência artificial aparece como prioridade para apenas 3% dos consumidores na hora de escolher um novo smartphone.

O Galaxy AI ganhou destaque com o lançamento da linha Galaxy S24, trazendo recursos como tradução simultânea de chamadas, resumo de textos, reescrita inteligente de mensagens e edição de fotos com preenchimento generativo — uma das funções mais exploradas pela Samsung no marketing.

Além disso, os usuários têm acesso há outras funcionalidades mais robustas graças à parceria entre Samsung e Google, que promove a integração da IA da gigante das buscas, o Gemini, ao ecossistema da sul-coreana.

IA grátis para sempre?

Gemini já possui grande integração com a One UI (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Com o plano de expansão da Samsung, muito se fala sobre a democratização da inteligência artificial. Mas os usuários de todos os 400 milhões de dispositivos conseguirão manter o acesso às ferramentas com o tempo? Diz a Samsung que sim, pelo menos para alguns recursos.

De acordo com informações obtidas pelo Android Police antes do Galaxy Unpacked deste ano, evento em que foram lançados os Galaxy Z Fold 7 e Z Flip 7, algumas funções permanecerão gratuitas para sempre: aquelas que já vêm no aparelho por padrão.

A incerteza fica por conta dos recursos mais avançados do Gemini. Fora dos smartphones da Samsung, o Google já adota uma estratégia de reservar seus recursos de IA mais potentes para quem paga por planos premium — algo que pode se repetir no ecossistema Galaxy.

Com informações de Business Wire
Samsung: Galaxy AI estará em 400 milhões de dispositivos até o fim do ano

Samsung: Galaxy AI estará em 400 milhões de dispositivos até o fim do ano
Fonte: Tecnoblog