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PlayStation 4 portátil não oficial ganha versão ainda menor com cooler de GTX 750

PlayStation 4 portátil não oficial ganha versão ainda menor com cooler de GTX 750

O cenário de adaptações mecânicas e modificações de hardware continua surpreendendo ao dar novas utilidades a consoles de mesa consagrados. Meses após apresentar uma versão funcional do antigo videogame da Sony, o projetista independente conhecido no Reddit como ‘wewillmakeitnow’ revelou o PS4 Portable V2.

A nova revisão refina o chassi do protótipo original, entregando um formato mais compacto e ergonômico sem sacrificar o desempenho nativo do sistema ou a autonomia de energia. A estrutura central do dispositivo continua sendo construída a partir de uma placa-mãe original do PlayStation 4 Slim, cortada e reencaminhada manualmente para caber em um gabinete impresso em 3D. A parte frontal preserva a tela OLED de 7 polegadas com resolução 1080p, acompanhada por um display secundário alimentado pelo microcontrolador ESP32, encarregado de monitorar métricas de sistema em tempo real, como temperaturas e consumo energético. Para uso em telas maiores, a saída HDMI nativa foi mantida para conexão com TVs e monitores.Clique aqui para ler mais

PlayStation 4 portátil não oficial ganha versão ainda menor com cooler de GTX 750
Fonte: Tudocelular

MSI lança notebook épico para quem adoraria ser um Targaryen

MSI lança notebook épico para quem adoraria ser um Targaryen

A MSI anunciou o Titan 18 HX Dragon Edition Draco Epic, edição limitada criada para celebrar os 40 anos da fabricante. Revelado durante a COMPUTEX 2026, o notebook aposta em um visual inspirado na constelação de Draco, combinando acabamento premium com hardware de ponta voltado ao público gamer e profissional.

Embora não tenha relação oficial com Game of Thrones, o design repleto de dragões, detalhes metálicos e aparência imponente certamente desperta o interesse de quem sonha em pertencer à Casa Targaryen. O chassi do Titan 18 HX Dragon Edition Draco Epic recebeu um processo de gravação em metal para criar texturas detalhadas, seguido por anodização capaz de incorporar a coloração diretamente ao material. Além de ampliar a durabilidade, a técnica produz reflexos dinâmicos conforme a incidência da luz, conferindo um aspecto sofisticado ao equipamento.Clique aqui para ler mais

MSI lança notebook épico para quem adoraria ser um Targaryen
Fonte: Tudocelular

Nubank compra banco e usará licença para não precisar mudar de nome

Nubank compra banco e usará licença para não precisar mudar de nome

Nubank possuirá licença de banco após aquisição (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

O Nubank comprou o Banco Porto Real de Investimentos.
A aquisição dá ao Nubank uma licença bancária, permitindo que continue usando o termo “bank” no seu nome.
A mudança não afetará os 115 milhões de clientes do Nubank no Brasil.

O Nubank anunciou, nesta segunda-feira (20/07), um acordo para a aquisição do Banco Porto Real de Investimentos S/A. Com isso, após a conclusão da compra, ele passará a contar com uma licença bancária, cumprindo os requisitos do Banco Central (BC) e do Conselho Monetário Nacional (CMN) para continuar usando o termo “bank” em seu nome.

O Banco Porto Real foi fundado em 1992 na cidade de Porto Real (RJ) e atua na concessão de crédito a clientes de atacado. Os valores do negócio não foram revelados.

Por que o Nubank estava sob risco de perder nome?

Em novembro de 2025, o BC e o CMN definiram uma resolução conjunta para proibir o uso de termos como “banco” e “bank” por instituições financeiras que não são bancos. Era justamente o caso do Nubank, que possuía as licenças necessárias para atuar como instituição de pagamento, financeira e corretora de valores, mas não como banco.

Como a empresa afirmou ao Tecnoblog à época, essa configuração permitia oferecer os produtos e serviços disponíveis em sua plataforma, e a falta da autorização bancária não traria nenhum impacto aos clientes.

Em dezembro de 2025, o Tecnoblog apurou que a aquisição de uma instituição financeira com essa licença era uma das possibilidades para resolver a questão da nomenclatura. Sete meses depois, essa foi a saída escolhida.

O Nubank afirma que não precisará cumprir “exigências adicionais de capital ou liquidez” para incluir a licença bancária em seu conglomerado. Isso significa que a empresa já tem condições financeiras suficientes para operar como banco.

“Para os 115 milhões de clientes do Nubank no Brasil, nada muda: o aplicativo, os produtos, os serviços, a marca e o nome da instituição permanecem os mesmos”, diz o comunicado divulgado pelo Nubank.
Nubank compra banco e usará licença para não precisar mudar de nome

Nubank compra banco e usará licença para não precisar mudar de nome
Fonte: Tecnoblog

O fim da mídia física: conheça 5 impactos no mercado de games

O fim da mídia física: conheça 5 impactos no mercado de games

Fim da mídia física deve impactar jogadores do Brasil e do mundo (lilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

A Sony anunciou que deixará de produzir versões físicas de seus jogos a partir de 2028, o que pode transformar a forma como compramos, compartilhamos, colecionamos e preservamos os videogames, segundo a empresa.
O fim da mídia física pode resultar em menos descontos e concorrência no mercado de jogos, tornando os preços mais estáveis e controlados pelas fabricantes, sem a disputa entre lojas físicas.
A mudança também pode afetar o mercado de usados e o colecionismo, além de levantar preocupações sobre a preservação dos jogos, que ficam atrelados a servidores e lojas online, podendo desaparecer se os serviços forem encerrados.

A mídia física nos videogames pode estar com os dias contados: a Sony comunicou que deixará de produzir versões físicas de seus jogos a partir de 2028. Essa mudança era esperada, já que a empresa por anos investiu no formato digital, com serviços de assinatura e consoles sem leitor de discos.

A medida marca o fim de uma era para a indústria de games. Desde a estreia do primeiro PlayStation, em 1994, os discos estiveram presentes em praticamente toda a trajetória da marca e acompanharam o crescimento de um mercado que hoje movimenta bilhões de dólares por ano.

Por muito tempo, comprar um jogo significava ir até uma loja, levar a caixa para casa, organizar a coleção na estante e até trocar ou revender aquele título depois de terminá-lo. Com a transição para o digital, esse hábito tende a se tornar cada vez mais raro.

O avanço do formato digital não chega a ser uma surpresa: 85% das vendas de jogos completos da loja do PlayStation saíram direto por download, segundo balanço divulgado no fim de 2025. Enquanto isso, assinaturas como PlayStation Plus, Game Pass e GeForce Now estão mudando o jeito como nós jogamos.

Acabar de vez com o disco físico não é algo que passa em branco. Veja cinco impactos que podem surgir com essa mudança.

Menos descontos e menos concorrência

Sem concorrência, o preço não cai. A vantagem de comprar jogos em mídia física é justamente não ficar refém do monopólio das lojas virtuais.

Enquanto, no digital, você paga o valor imposto pela plataforma, no mercado físico, as lojas disputam o seu bolso, o que sempre gera promoções de verdade. É por causa dessa briga que vemos tantos descontos agressivos por aí. Não é difícil encontrar lançamentos custando bem menos poucas semanas depois de chegarem às lojas. Os preços podem cair ainda mais em períodos como Black Friday e Natal devido à necessidade de renovação de estoque.

Jogos em promoção nas Lojas Americanas (imagem: reprodução/Reddit)

Com o fim dos discos, parte desse cenário tende a desaparecer. Os jogadores ficarão mais dependentes das lojas digitais oficiais. Na prática, isso pode significar um mercado mais centralizado, onde fabricantes passam a ter controle quase total sobre a distribuição dos games.

Lojistas estão preocupados. A rede canadense PNP Games, por exemplo, lançou uma campanha online pedindo que a Sony volte atrás. O abaixo-assinado já registrou mais de 300 mil assinaturas.

O mercado de usados pode desaparecer

Poucas indústrias permitem que um produto seja utilizado, revendido e continue funcionando perfeitamente para outro consumidor. Os videogames sempre fizeram parte desse grupo.

Os jogos usados sustentam uma engrenagem financeira vital para os jogadores. Vender um título zerado para abater o custo do próximo lançamento sempre foi a regra do jogo para economizar. Sem o mercado de segunda mão, o acesso aos games ficaria restrito a um público menor.

Anúncio do jogo God of War Ascension para PS3 (imagem: reprodução/Mercado Livre)

Essa lógica desaparece por completo no mercado digital. Como as licenças ficam presas a uma única conta, é impossível transferir ou revender um jogo. Isso significa perder uma importante forma de reduzir os custos para o consumidor.

Emprestar jogos fica mais difícil

Antes da popularização da internet de alta velocidade, emprestar jogos era algo bastante comum. Muitas pessoas conheceram franquias inteiras dessa forma. Foi assim que eu pude, por exemplo, jogar Donkey Kong Bananza, Tony Hawk’s Pro Skater 3 + 4 e Hunter x Hunter: Nen x Impact, três títulos lançados em julho de 2025, um mês muito movimentado para a indústria de games naquele ano. Seria muito caro comprar todos eles em um intervalo tão curto, mas, graças aos empréstimos, eu e mais dois amigos pudemos aproveitar essa experiência sem pesar no bolso.

O sistema GameShare e o formato Virtual Game Card foram as soluções apresentadas pela Nintendo para contornar esse problema. O primeiro permite compartilhar jogos digitais usando apenas uma cópia do título, seja por meio de uma conexão local sem fio entre aparelhos próximos ou online, via GameChat. Já o cartão de jogo virtual permite transferir jogos digitais entre dois consoles compatíveis, oferecendo uma experiência mais próxima à dos cartuchos físicos.

O colecionismo perde um de seus pilares

Para uma parcela do público, videogame nunca foi só um software. É a caixa na estante que você olha e lembra exatamente de quando comprou, do dia que zerou, daquele cheiro de plástico novo. É o encarte com as artes que você fica folheando. Isso acaba virando parte da sua história com o game, e também ajuda a contar a história de toda uma época.

Encarte Pokémon X (foto: Caio Hansen/Tecnoblog)

Por mais que as fabricantes continuem lançando pôsteres, estatuetas e outros brindes, a ausência da mídia dentro da caixa esvazia parte da magia dessas versões especiais. Esse público vai sentir com mais força o golpe da aposentadoria dos discos.

A preservação dos jogos fica mais vulnerável

De todos os impactos que essa decisão carrega, um dos que mais geram preocupações é a preservação. Livro se guarda na prateleira. Filme se conserva em DVD ou Blu-ray. Já os jogos dependem de uma combinação complexa de hardware, software e infraestrutura digital.

Sem o disco, a existência de um jogo fica totalmente atrelada a servidores e lojas online. Se a empresa decidir encerrar esses serviços ou desligar os sistemas de validação, o game deixa de existir da noite para o dia – e o consumidor perde o acesso para sempre.

Exemplos desse problema já podem ser vistos. A Sony anunciou o fechamento das lojas digitais do PS3 e PS Vita e também informou que vai apagar mais de 500 filmes comprados pelos clientes da PlayStation Store europeia.

Captura da página do movimento Stop Killing Games (imagem: Caio Hansen/Tecnoblog)

Em resposta a tudo isso, surgiu o movimento Stop Killing Games, que defende que jogos pagos continuem acessíveis após o fim do suporte oficial, seja por meio de um modo offline ou de servidores privados. A campanha ganhou força na Europa e já ultrapassou 1 milhão de assinaturas.

São só desvantagens?

A Sony não é a primeira empresa a apostar fortemente no digital. A Microsoft investe há anos no Xbox Game Pass, um serviço de assinatura que funciona de forma semelhante a plataformas de streaming, como a Netflix. Além disso, o Xbox Cloud Gaming permite acessar jogos pela nuvem em TVs e celulares, sem a necessidade de um console. O mercado caminha nessa direção, impulsionado pela popularização da internet e pela busca das fabricantes por modelos de distribuição mais lucrativos.

Para empresas como Sony e Microsoft, vender diretamente ao consumidor elimina intermediários e dá o controle total do mercado. Para o jogador, a principal vantagem está na já conhecida praticidade do download instantâneo e acesso remoto à biblioteca de jogos.
O fim da mídia física: conheça 5 impactos no mercado de games

O fim da mídia física: conheça 5 impactos no mercado de games
Fonte: Tecnoblog

Dia dos Pais 2026: TV LG QLED Mini LED 65” alcança 30% OFF no Mercado Livre

Dia dos Pais 2026: TV LG QLED Mini LED 65” alcança 30% OFF no Mercado Livre

Smart TV LG QLED Mini LED 65QNED70BSA
R$ 3.524,09

R$ 4.999,0030% OFF

Prós

Painel QNED traz cores precisas
Mini LED fornece brilho superior
IA integrada recomenda conteúdos
Controle remoto serve como mouse

Contras

Taxa de atualização de 60 Hz
Porta S/PDIF foi removida

PIX

30% OFF Ver preço

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A smart TV QLED Mini LED QNED70BSA de 65 polegadas, lançamento da LG para 2026, encontra-se com 30% de desconto no Mercado Livre. Você pode levá-la em oferta ao custo de R$ 3.524 no Pix. A televisão com preço original de R$ 4.999 apresenta resolução 4K, IA integrada e iluminação Mini LED como destaques.

TV LG QNED70 possui Mini LED e cores mais vivas

LG 65QNED70BSA promete reproduzir cores com 100% de volume (imagem: Divulgação)

A televisão tem como uma de suas principais características o painel QNED no qual reproduz uma ampla gama de cores mais vistosas aos nossos olhos. A LG afirma que os tons com 100% de volume são pelo menos equivalentes ao padrão cinematográfico DCI-P3. Logo, a experiência visual durante a exibição de conteúdos promete ser altamente imersiva.

A tecnologia Mini LED além de também contribuir para um melhor contraste as cores, fornece um nível de brilho superior e um preto mais profundo às imagens, ao contar com local dimming. Logo, o espectador vai notar um controle de luz mais preciso tanto em cenas claras como escuras.

O modelo QNED70BSA utiliza o processador AI α7 4K Gen9 que identifica e realiza ajustes de configurações pontuais, assim como executa o upscaling para aprimorar a resolução de conteúdos legados para o 4K.

Smart TV LG QLED Mini LED 65QNED70BSA pode encontrar resultados de jogos de futebol (imagem: Divulgação)

Equipada pelo atual webOS 26, a inteligência artificial está presente em várias partes do sistema, funcionando como chatbot para responder perguntas e também proporcionar um áudio imersivo. Além disso, os agentes de IA do Google Gemini e Microsoft Copilot possibilitam sugerir recomendações de conteúdos.

O controle remoto que funciona como um cursor de mouse facilita a navegação entre os diversos streamings disponíveis no sistema, como Netflix, Globoplay, YouTube e entre outros. Embora a taxa de atualização de 60 Hz seja insuficiente para jogar, o usuário pode acessar títulos através das plataformas Xbox Game Pass e Nvidia GeForce Now.

Por fim, a televisão possui três portas HDMI e outras individuais para Ethernet, USB-A e uma saída SPDIF (áudio digital). Adquira a smart TV QLED Mini LED QNED70BSA de 65 polegadas com 30% de desconto no Mercado Livre, por R$ 3.524 no Pix.
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Dia dos Pais 2026: TV LG QLED Mini LED 65” alcança 30% OFF no Mercado Livre
Fonte: Tecnoblog

Galaxy Buds Core atinge menor preço que já divulgamos com 47% OFF

Galaxy Buds Core atinge menor preço que já divulgamos com 47% OFF

Galaxy Buds Core
R$ 184,14

R$ 349,0047% OFF

Prós

Oferece até 35 horas de autonomia
Cancelamento ativo de ruído (ANC)
Kit com três ponteiras de borracha
Resistência IP54 contra poeira e água

Contras

Sem assistência Bixby
Não possui áudio 360
Codecs Básicos

PIX
Cupom

VIPMELI

47% OFF Ver preço

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Os Galaxy Buds Core estão saindo por apenas R$ 184 no Pix com cupom VIPMELI no Mercado Livre. Os fones de ouvido Bluetooth acessíveis da Samsung com ANC e bateria de até 35 horas atingem o menor preço já divulgado pelo Achados, com desconto de 47% sobre o original de R$ 349 nessa oferta do Dia dos Pais 2026.

Galaxy Buds Core tem ANC e bateria que dura por muito tempo

Recurso ANC do Galaxy Buds Core isola ruídos externos (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Embora baratinhos, os Galaxy Buds Core contam com recursos presentes em modelos de fones mais caros, como o cancelamento ativo de ruído (ANC), que isola ruídos externos para uma melhor experiência sonora. Ele deixa passar sons importantes, como os de trânsito, por motivos de segurança.

A integração com a suíte Galaxy AI oferece suporte à tradução de conversas em tempo real (só em dispositivos Samsung com One UI 6.1 e acima); com o recurso, duas pessoas podem sustentar uma conversa mesmo com cada uma falando em seu idioma nativo.

As baterias individuais de 65 mAh suportam até 35 horas de uso com o ANC desligado, ou 20 horas com o recurso ativo, de acordo com a Samsung. O estojo de transporte possui bateria própria de 500 mAh e fornece uma dose extra de uso, além de permitir a recarga rápida do wearable.

Galaxy Buds Core estão disponíveis nas cores preto e branco (imagem: Divulgação/Samsung)

Os Galaxy Buds Core pesam apenas 5,3 g e possuem design ergonômico que se adaptam ao usuário graças ao kit de anéis de borracha, que suportam tamanhos diferentes de orelhas. A superfície de toque dos fones permite controlar players de música e atender a chamadas sem tirar o celular do bolso.

O wearable suporta codecs AAC, SBC e Scalable Codec da Samsung e se conecta a gadgets via Bluetooth 5.4. Embora tenha latência menor que modelos de ponta, o acessório possui qualidade sonora acima da média entre modelos de sua faixa de preço.

Os Galaxy Buds Core com ANC (apenas R$ 184 no Pix com cupom VIPMELI) contam com certificação IP54 e resistem a cenários como poeira intensa, além de respingos de água ou suor. Não perca essa oferta do Dia dos Pais 2026, a menor já divulgada pelo Achados.
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Galaxy Buds Core atinge menor preço que já divulgamos com 47% OFF
Fonte: Tecnoblog

Guerra dos formatos: LibreOffice acusa Microsoft de “aprisionar” usuários

Guerra dos formatos: LibreOffice acusa Microsoft de “aprisionar” usuários

Guerra dos formatos: LibreOffice acusa Microsoft de “aprisionar” usuários (imagem: divulgação/Microsoft)

Resumo

organização The Document Foundation (TDF) acusa Microsoft de “aprisionar” usuários com formatos do Microsoft Office, como DOCX, XLSX e PPTX, devido à complexidade do padrão OOXML;
segundo a TDF, OOXML não é realmente aberto, dificultando compatibilidade com soluções de terceiros, como o LibreOffice, e criando dependência tecnológica;
TDF propõe que indivíduos e organizações priorizem uso do Open Document Format (ODF), padrão aberto aceito em soluções como LibreOffice, OpenOffice e OnlyOffice.

A organização The Document Foundation (TDF), responsável pela suíte de código aberto LibreOffice, soltou mais uma nota pública para criticar a Microsoft. Desta vez, a acusação é a de que a companhia adota estratégias para “aprisionar” os usuários aos formatos do Microsoft Office, como o DOCX (Word), o XLSX (Excel) e o PPTX (PowerPoint).

Em uma crítica anterior, manifestada em fevereiro deste ano, a TDF argumentou que a Microsoft complica as especificações do OOXML para dificultar a compatibilidade desse padrão com soluções de terceiros, a exemplo do próprio LibreOffice.

Este ponto merece uma rápida explicação: o OOXML (Office Open XML) consiste em um padrão de formatos de arquivos que é implementado principalmente nos softwares do Office. É de lá que surgem formatos como DOCX, XLSX e PPTX. De acordo com a TDF, o OOXML não é realmente aberto como a Microsoft sugere, dada a sua complexidade técnica.

A crítica mais recente complementa a anterior. Se na primeira a TDF acusa a Microsoft de dificultar o uso do OOXML por terceiros, nesta, a entidade sugere que a empresa adota práticas obscuras para manter usuários e organizações dependentes do OOXML, a despeito das limitações desse padrão.

Como o OOXML “aprisiona” usuários, segundo a TDF

A TDF dá a entender que o mecanismo de dependência tecnológica criado pela Microsoft está justamente na complexidade do OOXML.

De acordo com a organização, um formato aberto permite que qualquer aplicativo compatível possa ler, gravar e exibir um arquivo correspondente de modo fiel, independentemente do software usado para isso.

Já um formato proprietário pode conter recursos não documentados ou ter comportamentos que só o software de origem consegue tratar. Como consequência, o arquivo pode não ser reproduzido corretamente em outros softwares. Para não ter que lidar com isso, o usuário acaba se mantendo no software de origem, mesmo quando gostaria de usar outro.

Formatos proprietários criam dependência por meio de um mecanismo que é simples em princípio e extraordinariamente eficaz na prática: eles tornam os dados contidos em um documento inseparáveis do software usado para criá-lo.

(…) Isso é “dependência”: não é um cadeado, não é uma proibição técnica, não é uma restrição contratual, mas sim um atrito silencioso e persistente que faz com que qualquer trabalho fora do ecossistema Microsoft pareça ligeiramente fora do padrão.

Italo Vignoli, da The Document Foundation e LibreOffice

O LibreOffice 26.2, que é totalmente compatível com o ODF (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

O que a TDF propõe como solução?

A TDF não recomendou diretamente o uso do LibreOffice, mas que indivíduos e organizações priorizem os formatos de documentos do padrão aberto Open Document Format (ODF). Além do LibreOffice, o padrão é aceito em soluções como OpenOffice e OnlyOffice.

Sim, as versões mais recentes do Office / Microsoft 365 também são compatíveis com o ODF. Mas, sem nenhuma surpresa, a Microsoft não incentiva abertamente o uso desse padrão. Sem contar que alguns recursos específicos da suíte, como macros em VBA ou layouts pré-prontos, podem exigir os formatos do OOXML para funcionarem corretamente.
Guerra dos formatos: LibreOffice acusa Microsoft de “aprisionar” usuários

Guerra dos formatos: LibreOffice acusa Microsoft de “aprisionar” usuários
Fonte: Tecnoblog

Dia dos Pais 2026: Nintendo Switch OLED despenca de preço com cupom

Dia dos Pais 2026: Nintendo Switch OLED despenca de preço com cupom

Nintendo Switch OLED
R$ 1.988,91

R$ 2.699,0026% OFF

Prós

Tela OLED com cores vibrantes
Acompanha Super Mario Bros. Wonder
3 meses da Nintendo Switch Online
Porta LAN integrada

Contras

Sem suporte a 4K na dock
Tempo de carregamento longo

PIX
Cupom

VIPMELI

26% OFF Ver preço

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O Nintendo Switch OLED está saindo por R$ 1.988 no Pix com cupom VIPMELI no Mercado Livre. A oferta é uma das melhores recentes pelo console, que acompanha o jogo Super Mario Bros. Wonder e três meses da Nintendo Switch Online, com desconto de 26% sobre o preço original de R$ 2.699.

Nintendo Switch OLED tem tela de 7″ com cores mais vibrantes

Tela do Nintendo Switch OLED é um pouco maior que o modelo padrão (Imagem: Divulgação/Nintendo)

O Nintendo Switch OLED é uma revisão do console mais vendido da companhia japonesa. Sua tela mede 7″, sendo um pouco maior que a do modelo LCD (6,2″), e entrega cores vibrantes e preto verdadeiro graças à tecnologia OLED, com a mesma resolução do Nintendo Switch padrão (1.280 x 720 pixels).

A dock tem uma nova porta Ethernet que permite conectar o console, quando em modo sistema de mesa, a redes cabeadas para maior estabilidade. O suporte está mais largo e melhor ajustável, melhorando a experiência no modo semiportátil.

De resto, o Nintendo Switch OLED mantém o formato híbrido, podendo ser usado no modo portátil, apoiado sobre uma superfície, ou ligado à TV pela dock com resolução de Full HD. O suporte a até quatro jogadores locais estimula a jogatina em família.

Apoio traseiro do Nintendo Switch OLED é mais amplo e ajustável (Imagem: Divulgação/Nintendo)

O bundle inclui voucher de três meses do serviço Nintendo Switch Online, que permite jogar pela rede com outros jogadores. Além do game Super Mario Bros. Wonder, em que Mario e seus amigos enfrentam o vilão Bowser com novas habilidades.

O hardware interno inclui o processador Nvidia Tegra X1 e 64 GB de espaço interno com suporte a cartões microSDXC de até 2 TB. A bateria, alimentada pela dock no modo console de mesa, sustenta de 4,5 a 9 horas de uso portátil, segundo a Nintendo.

O Nintendo Switch OLED (R$ 1.988 no Pix com cupom VIPMELI) ainda acompanha dois controles Joy-con com suporte a controle por movimentos. Aproveite esta promoção de presente de Dia dos Pais 2026 para jogar os clássicos da Nintendo com toda a família.
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Dia dos Pais 2026: Nintendo Switch OLED despenca de preço com cupom
Fonte: Tecnoblog

Oportunidade: iPhone 17 (512 GB) com desconto antes do Dia dos Pais 2026

Oportunidade: iPhone 17 (512 GB) com desconto antes do Dia dos Pais 2026

iPhone 17 512 GB
R$ 6.425,10

R$ 9.499,0032% OFF

Prós

Tela OLED com ProMotion de 120 Hz
Wide e ultrawide de 48 MP
Selfies com Center Stage e 18 MP
Wi-Fi 7 e
Chip A19 de alta performance
Certificação IP68

Contras

Não tem câmera teleobjetiva

PIX

VIPMELI

32% OFF Ver preço

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O iPhone 17 de 512 GB está saindo por apenas R$ 6.425 no Pix com o cupom VIPMELI no Mercado Livre. O smartphone da Apple com câmeras de 48 MP e tela OLED de 120 Hz atinge um preço 32% menor que o original de R$ 9.499; embora esta não seja a menor oferta histórica, ela ainda é interessante por abater quase um terço do valor.

E comprando hoje, o celular da Apple chega com tempo de sobra para ser o presente de Dia dos Pais desse ano.

iPhone 17 tem câmeras de 48 MP e tela OLED de 120 Hz

O iPhone 17 é equipado com a mesma tela Super Retina XDR OLED dos demais modelos da linha Apple 2025. Com 6,3″, ProMotion de 120 Hz e brilho de até 3.000 nits, o display reproduz imagens e cores com alta definição e fluidez, além de garantir a visibilidade em qualquer ambiente.

Seu chip Apple A19 e os 8 GB de RAM suportam a execução tanto de apps pesados em multitarefa e games quanto de soluções do Apple Intelligence. Para quem deseja tirar muitas fotos e gravar vídeos, os 512 GB de armazenamento fornecem espaço interno de sobra.

O kit principal de câmeras do iPhone 17 inclui uma wide com OIS e sensor de 1/1.56″ e uma ultrawide com ângulo de 120º, que captam cenas excelentes em ambientes amplos. A frontal de 18 MP tira ótimas selfies no modo Paisagem, mesmo segurando o celular na vertical. Todas filmam em 4K a 60 fps.

iPhone 17 traz câmeras wide e ultrawide de 48 MP (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Sua bateria de 3.692 mAh resiste até 30 horas de reprodução de vídeo segundo a Apple, suporta MagSafe e carregamento rápido de 40 W, permitindo uma carga de 0 a 50% em apenas 20 minutos. Assim, o usuário não será pego de surpresa durante o dia com um celular descarregado.

O iPhone 17 de 512 GB (apenas R$ 6.425 no Pix com o cupom VIPMELI) roda iOS 26 e deve receber pelo menos cinco atualizações do sistema. O gadget possui conectividade 5G, Wi-Fi 7, Bluetooth 6.0, Ultra Wideband (UWB), NFC e comporta eSIM.

Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.Oportunidade: iPhone 17 (512 GB) com desconto antes do Dia dos Pais 2026

Oportunidade: iPhone 17 (512 GB) com desconto antes do Dia dos Pais 2026
Fonte: Tecnoblog

Vivo X300 E ganha data de lançamento e primeiros detalhes técnicos são confirmados

Vivo X300 E ganha data de lançamento e primeiros detalhes técnicos são confirmados

Após múltiplos vazamentos, a Vivo Mobile confirmou nesta segunda-feira (20) a data de estreia do Vivo X300 E, novo top de linha focado em custo-benefício da gigante chinesa. Os teasers revelam o visual e os primeiros detalhes técnicos do dispositivo, incluindo bateria grande e sistema de câmera triplo com otimizações da Zeiss.As imagens publicadas pela companhia destacam que o X300 E fugirá do design dos “irmãos” ao apostar em uma aparência mais simples, com laterais retas e um módulo de câmeras quadrado. Foram indicadas 3 opções de cores, entre elas preto, branco e um laranja intenso, que lembra os rivais da série iPhone 17 Pro.

Estão confirmados ainda a presença de 3 câmeras, compostas de uma lente telefoto periscópio e tecnologias da Zeiss, e uma bateria grande de 7.200 mAh — mesmo que não fique próxima de smartphones mais extremos, que já ultrapassam os 10.000 mAh, a capacidade deve garantir uma autonomia duradoura com tranquilidade.Clique aqui para ler mais

Vivo X300 E ganha data de lançamento e primeiros detalhes técnicos são confirmados
Fonte: Tudocelular