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Snapchat é acusado de estimular vício em redes e fecha acordo nos EUA

Snapchat é acusado de estimular vício em redes e fecha acordo nos EUA

Snap conseguiu o acordo antes do início do julgamento em Los Angeles (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Resumo

A empresa Snap, dona do Snapchat, fechou acordo em processo nos EUA sobre vício em redes sociais.
O julgamento testa a tese de que redes sociais são produtos “defeituosos” e podem ser responsabilizadas por danos pessoais.
A Seção 230 da Lei de Decência nas Comunicações é central no debate sobre a responsabilidade das plataformas.
Meta, TikTok e YouTube seguem no caso.

A empresa controladora do Snapchat fechou um acordo em um processo que acusa grandes plataformas digitais de incentivarem o vício em redes sociais. O acerto foi anunciado poucos dias antes do início do julgamento em Los Angeles, que é considerado o primeiro do tipo a avançar para a fase de júri nos Estados Unidos.

Embora o Snapchat já não tenha a mesma relevância no Brasil, o caso chama atenção por envolver também Meta, TikTok e YouTube, que permanecem como rés no processo. Não se sabe quanto será pago pois os termos do acordo com a empresa Snap não foram divulgados. Ela não será mais processada nesta ação específica.

Em nota enviada à BBC após a audiência na Suprema Corte da Califórnia, a Snap afirmou que as partes ficaram “satisfeitas por terem conseguido resolver este assunto de maneira amigável”.

Por que é um processo histórico?

A ação foi movida por uma jovem identificada pelas iniciais K.G.M., hoje com 19 anos. Ela alega que se tornou dependente de aplicativos de redes sociais ainda na adolescência e que isso teve impactos diretos sobre sua saúde mental. Segundo a acusação, escolhas de design e funcionamento dos algoritmos teriam sido determinantes para o uso compulsivo.

Este é o primeiro de vários processos semelhantes que devem chegar a julgamento ao longo do ano nos Estados Unidos. A estratégia jurídica lembra a adotada décadas atrás contra a indústria do tabaco, com milhares de adolescentes, distritos escolares e procuradores estaduais acusando empresas de tecnologia de causar danos pessoais e sociais.

Os autores das ações afirmam que recursos como rolagem infinita, reprodução automática de vídeos e sistemas de recomendação foram projetados para manter usuários engajados por longos períodos, contribuindo para quadros de depressão, transtornos alimentares e automutilação.

O que ainda está em jogo?

Meta, TikTok e YouTube permanecem como rés no processo (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Como não houve acordo com as outras rés, o julgamento seguirá contra Meta, TikTok e YouTube, com a seleção do júri prevista para a próxima segunda-feira (27 de janeiro. O CEO da Meta, Mark Zuckerberg, deve depor. Antes do acordo, o CEO da Snap, Evan Spiegel, também estava listado como testemunha.

Os casos são acompanhados de perto porque testam uma nova tese jurídica: a de que plataformas de redes sociais seriam produtos “defeituosos” e, portanto, passíveis de responsabilização por danos pessoais. As empresas, por sua vez, argumentam que não há comprovação científica de um elo direto entre uso de redes sociais e vício, além de sustentarem que as ações violam proteções legais ligadas à liberdade de expressão.

Outro ponto central do embate envolve a Seção 230 da Lei de Decência nas Comunicações, de 1996, historicamente usada pelas big techs para se proteger de responsabilidades legais. Os autores das ações afirmam que o problema não está no conteúdo publicado por terceiros, mas na forma como as plataformas são estruturadas para incentivar o uso excessivo.

Mesmo fora deste julgamento específico, a Snap segue como ré em outros processos semelhantes, que podem redefinir os limites de responsabilidade das empresas de tecnologia.
Snapchat é acusado de estimular vício em redes e fecha acordo nos EUA

Snapchat é acusado de estimular vício em redes e fecha acordo nos EUA
Fonte: Tecnoblog

YouTube: criadores terão IA para gerar vídeos com sua própria imagem

YouTube: criadores terão IA para gerar vídeos com sua própria imagem

YouTube promete combater conteúdos repetitivos e spam (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

O YouTube introduzirá ferramentas de IA para criar jogos e gerar Shorts com a imagem dos criadores.
O YouTube Shopping será ampliado, permitindo compras diretamente no aplicativo.
A plataforma reforçará o controle parental para proteger crianças e adolescentes.

O YouTube vai dar mais ênfase à inteligência artificial em 2026. A plataforma ganhará ferramentas para criar jogos usando IA, além de fazer experiências com músicas. Outra novidade é que os criadores poderão gerar Shorts usando sua própria imagem com uma ferramenta do próprio serviço.

Os anúncios estão em uma carta publicada pelo CEO da rede, Neal Mohan. O comunicado não dá mais detalhes de quando esses recursos estarão disponíveis.

Neal Mohan é CEO do YouTube desde 2023 (imagem: Wikimedia Commons/Collision Conf)

O texto também menciona o AI slop, nome dado ao conteúdo de baixa qualidade produzido em larga escala com o auxílio de IA generativa. O YouTube não deve adotar uma postura muito rígida com isso, pelo que o comunicado indica.

“Ao longo dos últimos 20 anos, aprendemos a não impor quaisquer noções preconcebidas sobre o ecossistema de criadores”, afirma o executivo em sua carta. “Hoje, tendências antes consideradas estranhas, como ASMR e assistir outras pessoas jogando videogames, são sucessos populares.”

Mesmo assim, a rede promete aprimorar sistemas atuais contra spam, clickbait e conteúdos repetitivos.

YouTube vai ficar mais parecido com TikTok

Entre as novidades anunciadas por Mohan, os Shorts poderão ser compostos apenas por imagens estáticas, um formato também oferecido pelo TikTok. Esse tipo de conteúdo aparecerá diretamente no feed.

Outro movimento para 2026 é a ampliação do YouTube Shopping, que permite comprar produtos diretamente pelo aplicativo do streaming, sem precisar acessar uma loja — de um jeito parecido com o TikTok Shop. No exterior, o YouTube Shopping já conta com 500 mil criadores. Ainda não há nenhuma informação sobre disponibilidade no Brasil.

Rede reforça controle parental para evitar regulamentação

Mohan também reforçou as iniciativas do YouTube para garantir, em suas palavras, “uma experiência de visualização adequada” para crianças e adolescentes. O executivo lembrou das medidas de controle parental recém-anunciadas, que permitem que responsáveis limitem ou bloqueiem o acesso aos vídeos curtos em contas de menores de idade

O texto traz ainda uma alfinetada nas tentativas de regulamentação, dizendo que a empresa acredita que “os pais — e não os governos — devem decidir o que é melhor para suas famílias”.
YouTube: criadores terão IA para gerar vídeos com sua própria imagem

YouTube: criadores terão IA para gerar vídeos com sua própria imagem
Fonte: Tecnoblog

Usuários de Gmail poderão ter mais de um endereço @gmail.com

Usuários de Gmail poderão ter mais de um endereço @gmail.com

Gmail prepara recurso para alterar o endereço @gmail.com (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

O Gmail agora permite alterar o endereço de e-mail ou criar um alias com @gmail.com sem apagar o original.
O recurso está em fase de testes, inicialmente disponível em hindi, sugerindo testes na Índia.
O endereço antigo continua funcionando como alias, permitindo que mensagens cheguem à mesma caixa de entrada.

O Google começou a liberar um recurso aguardado há anos pelos usuários do Gmail: a possibilidade de alterar o endereço de email ou criar um novo alias (ou seja, um redirecionamento) sem precisar abandonar a conta original. A novidade apareceu em um documento de suporte da empresa e indica uma mudança relevante na forma como o serviço lida com identidades.

Até agora, o Gmail permitia apenas o uso de variações internas, mas não autorizava a troca efetiva do endereço principal. Com a nova função, o usuário ganha mais flexibilidade para reorganizar sua caixa de entrada, corrigir nomes antigos ou adotar um e-mail mais adequado ao uso profissional ou pessoal.

O que muda no Gmail?

Segundo o documento de suporte, o endereço de email associado à conta do Google é o principal identificador usado para acessar serviços como Gmail, Drive, YouTube e outros. “Esse endereço ajuda você e outras pessoas a identificar sua conta”.

Na sequência, o texto detalha a principal novidade: “Se quiser, você pode alterar o endereço de e-mail da sua Conta do Google que termina em gmail.com para um novo endereço de e-mail que também termine em gmail.com”. Isso significa que o usuário poderá definir um novo endereço principal, sem precisar criar uma conta do zero.

Outro ponto importante é que o endereço antigo não deixa de funcionar. Ele passa a atuar como um alias, permitindo que mensagens enviadas para qualquer uma das duas opções cheguem à mesma caixa de entrada. Na prática, o usuário pode manter dois endereços @gmail.com ativos simultaneamente.

A documentação ainda aponta que haverá um período de trava logo após criar um novo endereço no Gmail.

Usuário do Gmail poderá definir um novo endereço principal, sem precisar criar uma conta do zero (Imagem: Ana Marques/Tecnoblog)

Quem já pode usar o recurso?

O Google ainda não fez um anúncio oficial. No entanto, a existência do documento indica que o recurso já está em fase de liberação gradual. Por enquanto, o material foi encontrado apenas em hindi, o que sugere que os testes iniciais estejam concentrados na Índia antes de uma expansão global.

Usuários que já tiverem acesso encontrarão a opção dentro das configurações da conta do Google, com um link direto para a página de suporte que explica o processo. Não há, até o momento, um cronograma público para a liberação geral.

Serviços concorrentes, como Outlook e Proton Mail, permitem há anos a criação e a troca de aliases de forma mais ampla.
Usuários de Gmail poderão ter mais de um endereço @gmail.com

Usuários de Gmail poderão ter mais de um endereço @gmail.com
Fonte: Tecnoblog

YouTube fora do ar: site de vídeos sofre soluço nesta sexta-feira (19)

YouTube fora do ar: site de vídeos sofre soluço nesta sexta-feira (19)

YouTube apresenta pane (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

O YouTube ficou fora do ar nesta sexta-feira (19) para uma parcela relevante dos usuários. A plataforma do Google rapidamente subiu no monitoramento da ferramenta DownDetector, um indicativo de que passa por uma instabilidade técnica. A pane se mostrou mais proeminente a partir das 10h10. No nosso monitoramento, a situação parece ter sido resolvida por volta das 10h40.

Por ora, não temos nenhuma informação sobre o que ocorreu com a plataforma de vídeos.

No X, pessoas lamentam o problema com o YouTube nesta manhã (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)
YouTube fora do ar: site de vídeos sofre soluço nesta sexta-feira (19)

YouTube fora do ar: site de vídeos sofre soluço nesta sexta-feira (19)
Fonte: Tecnoblog

Como transcrever vídeo do YouTube de forma simples e rápida

Como transcrever vídeo do YouTube de forma simples e rápida

Como transcrever vídeo do YouTube de forma simples e rápida (imagem: reprodução/EaseUS)

Baixar vídeos do YouTube é uma ação válida em várias situações, mas há circunstâncias em que é necessário ir além. É o caso de quando precisamos, também, transcrever (transformar em texto) as falas existentes no vídeo. Com ferramentas como o EaseUS VideFlow, é possível fazer isso e muito mais.

Você pode precisar transcrever vídeos do YouTube para criar uma legenda para um conteúdo baixado, adicionar o texto resultante a um documento, traduzir falas que estão em outros idiomas, auxiliar pessoas que têm deficiência auditiva e assim por diante.

Softwares ou sites para transcrição de vídeos existem aos montes por aí. O problema é que grande parte deles gera resultados de baixa qualidade ou muito limitados. É neste ponto que ferramentas como o EaseUS VideFlow aparecem como uma boa solução.

O que é o EaseUS VideFlow?

O EaseUS VideFlow é um software que permite realizar tarefas como baixar, transcrever e editar vídeos. Se você precisa fazer download ou transcrever um vídeo no YouTube, a ferramenta consegue executar essas tarefas de modo ágil e descomplicado.

Um detalhe interessante é que, apesar de estarmos falando sobre o YouTube, o EaseUS VideFlow pode baixar e transcrever vídeos de mais de 1.000 sites e plataformas online, como Instagram, Facebook, X (Twitter), TikTok, Vimeo, Dailymotion e tantas outras.

Aqui estão os recursos e características mais notáveis do EaseUS VideFlow:

compatível com YouTube e mais de 1.000 sites ou serviços online de vídeos;

capaz de converter os vídeos baixados para formatos como MP4, MOV e GIF;

trabalha com resoluções de vídeo avançadas, como HD, 4K e 8K;

pode converter áudio dos vídeos baixados para formatos como MP3 e WAV;

permite baixar múltiplos vídeos de uma só vez (download em lote);

tem versões para Windows (10 e 11) e Mac;

consegue transcrever e resumir textos, bem como gerar legendas;

oferece funções de edição de vídeo potencializadas por inteligência artificial;

funciona em português e em vários outros idiomas;

conta com interface amigável e intuitiva, o que possibilita o seu uso até por pessoas pouco familiarizadas com o computador.

Como transcrever vídeos do YouTube com o EaseUS VideFlow?

É fácil! Comece por baixar o EaseUS VideFlow em seu computador. Após o download, execute o arquivo de instalação e prossiga com o procedimento conforme as orientações que aparecem na tela.

Depois que a ferramenta tiver sido instalada, faça o seguinte:

Passo 1. Acesse o vídeo no YouTube a ser transcrito e copie o seu link a partir da barra de endereços do navegador.

Passo 2. Abra o EaseUS VideFlow em seu computador.

Passo 3. Toque no botão “Colar Link” ou equivalente para baixar o vídeo do YouTube em sua máquina. Aguarde o download ser concluído. O procedimento costuma ser rápido.

Transcrição de vídeo no EaseUS VideFlow (imagem: reprodução/EaseUS)

Passo 4. No EaseUS VideFlow, acesse a coluna à direita e vá à área de ferramentas de vídeo. Ali, escolha “Vídeo para texto” ou equivalente.

Passo 5. Vá à pasta onde o vídeo foi baixado e selecione-o. Agora é só aguardar a transcrição ser concluída. Ela poderá ser salva em formato TXT (texto puro) ou DOC (Word), por exemplo.

Repare que, na mesma área de ferramentas, você pode acessar vários outros recursos úteis, como gerar legendas, resumir o vídeo, transformar um trecho em GIF animado e converter formatos.

Ainda na coluna à direita do EaseUS VideFlow, você tem acesso a recursos de edição potencializados por IA, como colorização de vídeo em preto e branco, remoção de ruído (granulados na imagem), aprimoramento de cores, entre vários outros.

Os vários recursos de IA do VideFlow (imagem: reprodução/EaseUS)

Tem como transcrever vídeo do YouTube de modo online?

Tem, sim. A EaseUS conta com uma ferramenta online para transcrever vídeo do YouTube, de modo que você não precise instalar nenhum software em seu computador para isso.

Um detalhe interessante é que essa ferramenta usa uma tecnologia de inteligência artificial para gerar as transcrições. Com isso, ela pode separar as vozes de duas ou mais pessoas que conversam no vídeo de modo automático, bem como traduzir o texto resultante para mais de 30 idiomas, só para dar alguns exemplos de seu potencial.

Para transcrever vídeos do YouTube com esse método, faça o seguinte:

Passo 1. Acesse o YouTube em seu navegador de internet, procure o vídeo a ser transcrito e copie o seu respectivo link a partir da barra de endereços.

Passo 2. Na página da ferramenta online que transcreve vídeo do YouTube, cole o link copiado anteriormente no campo principal ou, se preferir, faça upload de um vídeo já armazenado em seu computador ou dispositivo móvel.

Passo 3. Escolha um idioma para a transcrição ser feita, se preferir, e clique ou toque no botão de gerar transcrição. O resultado será apresentado em texto dentro de alguns instantes. Na sequência, você pode baixar ou copiar o conteúdo.

Ferramenta online de transcrição da EaseUS (imagem: reprodução/EaseUS)

Há outras opções online para transcrever vídeo do YouTube?

Há outras opções, sim. Porém, é importante estar ciente de que elas tendem a ser mais limitadas em recursos ou disponibilidade, ou exibir anúncios invasivos, por exemplo.

Uma dessas alternativas é o site Ytscribe, que funciona assim:

Passo 1. Entre no YouTube e copie o link do vídeo a ser transcrito.

Passo 2. Acesse o endereço ytscribe.com em seu navegador.

Passo 3. No site do Ytscribe, cole o link copiado e clique ou toque no botão de transcrever.

Passo 4. Faça login no Ytscribe com a sua conta Google para o procedimento começar e aguarde o seu término. Sem o login, não é possível usar a ferramenta.

Outra alternativa é o site Mapify. Para usá-lo, proceda do seguinte modo:

Passo 1. Acesse o endereço mapify.so/pt/tools/youtube-to-transcript em seu navegador.

Passo 2. Entre no YouTube e copie o link do vídeo cujo conteúdo deve ser transcrito.

Passo 3. Cole o link copiado no campo principal do Mapify e clique ou toque no botão de transcrição.

Passo 4. Aguarde a transcrição ser concluída. Por fim, copie ou baixe o texto resultante. Note, porém, que a versão gratuita funciona apenas com vídeos do YouTube que já têm legenda embutida.

Conclusão

No decorrer do texto, você viu que há várias opções de ferramentas para transcrever vídeos do YouTube. O EaseUS VideFlow se destaca entre as soluções apresentadas por ter numerosos recursos complementares, incluindo capacidade de baixar múltiplos vídeos, gerar legendas e permitir edições rápidas.

Independentemente da opção escolhida, é importante fazer uso do conteúdo resultante apenas para fins pessoais. Não baixe vídeos quando não houver autorização para isso e não republique o conteúdo transcrito em outros meios se você não tiver permissão dos autores para isso.
Como transcrever vídeo do YouTube de forma simples e rápida

Como transcrever vídeo do YouTube de forma simples e rápida
Fonte: Tecnoblog

YouTube testa o retorno das mensagens diretas dentro do app

YouTube testa o retorno das mensagens diretas dentro do app

YouTube testa ferramenta de mensagens diretas dentro do app (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

YouTube testa o retorno das mensagens diretas no app para facilitar o compartilhamento de vídeos.
O novo sistema de DMs inclui travas de segurança, como convites prévios para iniciar conversas e ferramentas para bloquear ou denunciar usuários.
A reintrodução das mensagens diretas deve integrar melhor os YouTube Shorts com a parte social, semelhante ao Instagram e TikTok.

O YouTube parece disposto a voltar atrás quanto à existência de uma ferramenta de chat dentro da rede. A plataforma começou a testar mensagens diretas (DMs) no app para dispositivos móveis, e a novidade já está sendo distribuída para um grupo seleto de usuários na Europa.

O teste, anunciado na página de suporte do YouTube, é descrito pela própria plataforma como uma resposta aos pedidos da comunidade. Atualmente, a funcionalidade, que permite o compartilhamento de vídeos e conversas sem sair do ambiente do YouTube, é restrita a usuários maiores de 18 anos na Irlanda e na Polônia.

Como funciona o chat nativo?

A proposta é simples e semelhante ao funcionamento de outras redes sociais, como o Instagram e o TikTok. Com a mudança, ao encontrar um vídeo, o usuário poderá enviá-lo para um amigo e iniciar uma conversa sem precisar copiar o link e abrir outro app.

Segundo a página de suporte encontrada pelo 9to5Google, o sistema foi desenhado com travas de segurança. Para iniciar um bate-papo, será necessário enviar um convite prévio. O destinatário poderá aceitar ou recusar a solicitação, além de ter ferramentas para bloquear usuários ou denunciar conversas mal-intencionadas.

O YouTube também deixa claro que o espaço não será “terra sem lei”. As mensagens trocadas estarão sujeitas às mesmas Diretrizes da Comunidade que regem os vídeos e comentários públicos.

Isso significa que sistemas automatizados poderão escanear o conteúdo dos chats em busca de violações e aplicar punições, se necessário.

Novidade para alavancar os Shorts?

Usuários poderiam compartilhar vídeos e conteúdos do Shorts sem sair do app (imagem: divulgação)

Além de ser um suposto pedido dos usuários, o movimento deve tentar repetir no YouTube Shorts o sucesso que a Meta e a ByteDance tiveram com a integração entre suas seções de vídeos curtos e a parte social do Instagram e do TikTok.

Os dois apps integram um robusto sistema de mensagens diretas que incentiva o compartilhamento interno entre amigos.

Ao reimplementar as mensagens, a estratégia do YouTube é transformar a plataforma em uma rede social mais completa, aumentando o tempo de tela e evitando que o engajamento “vaze” para mensageiros concorrentes.

Recurso parecido já existiu

YouTube teve seção de mensagens há alguns anos (imagem: André Fogaça/Tecnoblog)

O YouTube manteve um recurso nativo de mensagens diretas entre 2017 e 2019, mas decidiu matá-lo em setembro daquele ano.

Na época, a justificativa oficial da empresa foi a necessidade de priorizar “conversas públicas”, como comentários, posts na comunidade e stories. A decisão gerou críticas imediatas, especialmente entre o público mais jovem. Agora, meia década depois, o Google parece ter percebido que abrir mão desse canal de comunicação foi um erro estratégico.
YouTube testa o retorno das mensagens diretas dentro do app

YouTube testa o retorno das mensagens diretas dentro do app
Fonte: Tecnoblog

YouTube testa upscaling via IA e novas funções para melhorar vídeos na TV

YouTube testa upscaling via IA e novas funções para melhorar vídeos na TV

YouTube investe em novas ferramentas para telas grandes (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

O YouTube testa upscaling por IA, chamado Super Resolution, para melhorar a qualidade de vídeos em TVs, convertendo resoluções inferiores a 1080p para Full HD e futuramente 4K.
A plataforma aumentará o limite de tamanho para miniaturas de 2 MB para 50 MB, permitindo thumbnails em 4K, e testará vídeos de maior qualidade com criadores selecionados.
Novas funções de navegação incluem prévias imersivas para facilitar a descoberta de conteúdo e busca contextual que prioriza vídeos do canal acessado.

O YouTube anunciou uma série de novidades voltadas à experiência de quem assiste aos vídeos pela TV. A plataforma está testando um recurso de upscaling via inteligência artificial, supostamente capaz de converter automaticamente vídeos com resolução inferior a 1080p para qualidade Full HD – e, no futuro, até 4K.

As atualizações fazem parte da estratégia do YouTube para consolidar sua liderança nas telas grandes. De acordo com dados da Nielsen em abril, o serviço já representa 12,4% do tempo total de visualização de televisão, superando gigantes como Disney, Paramount e Netflix. O anúncio foi feito nesta quarta-feira (29).

O que muda com o upscaling por IA no YouTube?

Chamado de Super Resolution, o novo sistema utiliza inteligência artificial para aprimorar vídeos de baixa qualidade, tornando as imagens mais nítidas em televisores. Segundo o YouTube, os criadores continuarão tendo controle total sobre seus conteúdos — podendo manter a resolução original e até desativar o recurso caso prefiram.

A empresa também afirma que os arquivos originais serão preservados, e o público poderá escolher entre assistir ao vídeo em sua versão original ou com a melhora aplicada pela IA. A ideia é aproximar a experiência visual do YouTube à de concorrentes de streaming, mas sem comprometer a fidelidade do conteúdo.

Vale lembrar que outras plataformas, como a Netflix, já enfrentaram críticas por resultados insatisfatórios em upscaling via IA — incluindo distorções em rostos e artefatos visuais.

YouTube traz vídeos mais nítidos para TVs com IA (imagem: reprodução/YouTube)

Outras novidades no YouTube para TV

Além do aprimoramento de imagem, o YouTube aumentará o limite de tamanho para miniaturas de 2 MB para 50 MB, permitindo thumbnails em 4K. A empresa também está testando vídeos de maior peso e qualidade com um grupo de criadores selecionados.

Entre as novidades voltadas à navegação, a plataforma incluirá prévias imersivas para facilitar a descoberta de conteúdo, permitindo que o usuário percorra canais e vídeos sem precisar abrir cada um. Outra adição é a busca contextual, que prioriza vídeos do canal acessado durante a pesquisa.
YouTube testa upscaling via IA e novas funções para melhorar vídeos na TV

YouTube testa upscaling via IA e novas funções para melhorar vídeos na TV
Fonte: Tecnoblog

YouTube testa locutores gerados por IA em rádios e playlists

YouTube testa locutores gerados por IA em rádios e playlists

YouTube ganhou programa de recursos experimentais (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

O YouTube testa locutores de IA no YouTube Music para contar histórias e curiosidades sobre músicas.
O recurso é parte do YouTube Labs e está disponível apenas para alguns assinantes Premium nos EUA.
O Google e concorrentes, como o Spotify, exploram apresentadores virtuais em serviços de música e outras plataformas.

O YouTube está realizando testes para colocar locuções geradas por inteligência artificial em estações de rádio e mixes do YouTube Music. Segundo a plataforma de streaming, os apresentadores vão contar histórias, revelar curiosidades e fazer comentários divertidos sobre as músicas favoritas do usuário.

O recurso é o primeiro do YouTube Labs, nome que a empresa deu para seu recém-lançado programa de recursos experimentais. Ele é exclusivo para assinantes do plano Premium. Mesmo assim, o cadastro não garante acesso: os locutores só foram disponibilizados a um pequeno número de usuários nos Estados Unidos.

Google e concorrentes apostam em apresentadores virtuais

Colocar a IA para falar é uma das apostas do Google para essa tecnologia. Um grande exemplo disso é o NotebookLM, ferramenta voltada a estudos que é capaz de transformar cadernos, artigos, anotações e outros materiais em um podcast sobre o assunto, com direito a dois apresentadores conversando.

O recurso fez sucesso e o Google tem planos para colocar uma ferramenta semelhante nos resultados de busca, transformando as páginas mais relevantes da pesquisa em um resumo falado.

Voltando aos serviços de música, o YouTube Music não é o primeiro a recorrer à tecnologia para simular um apresentador. Em agosto de 2023, o Spotify apresentou o DJ X, recurso que cria playlists e contextualiza as escolhas, explicando em áudio o motivo da seleção.

Mesmo mídias mais tradicionais bêm fazendo seus testes com a IA. Na Polônia, uma estação de rádio demitiu seus jornalistas e colocou apresentadores virtuais na programação. A Off Radio Krakow abandonou a ideia após críticas — um abaixo-assinado pelo fim do experimento conseguiu 23 mil assinaturas em cerca de uma semana.

Com informações do YouTube e do Verge
YouTube testa locutores gerados por IA em rádios e playlists

YouTube testa locutores gerados por IA em rádios e playlists
Fonte: Tecnoblog

Google Discover vai exibir posts de rede social e vídeos do YouTube

Google Discover vai exibir posts de rede social e vídeos do YouTube

Feed do Google Discover vai exibir artigos, vídeos e notícias (imagem: divulgação/Google)

Resumo

O Google Discover vai permitir que usuários sigam criadores e veículos de imprensa, exibindo postagens de redes sociais e vídeos do YouTube no feed.
A função de “seguir” deve personalizar a experiência, ampliando a visibilidade de conteúdos de criadores e editores escolhidos.
Com a atualização, o Google posiciona o Discover como possível concorrente das redes sociais, oferecendo um feed mais diversificado e personalizado.

O Google Discover, feed que exibe conteúdo no app do Google para Android e iOS, vai ganhar novidades. A gigante de buscas anunciou nessa quarta-feira (17/09) que a ferramenta terá uma função para seguir criadores e veículos de imprensa, além de exibir postagens de redes sociais, como o Instagram e o X/Twitter, e vídeos curtos do YouTube.

A atualização visa concentrar mais informações no mesmo local e deve oferecer maior controle para os usuários sobre o que consomem na web. Layla Amjadi, diretora sênior de gerenciamento de produtos para a Busca do Google, explicou em comunicado que o Discover “será um ponto de partida mais útil e personalizado para explorar a web”.

Como funcionam os novos recursos do Google Discover?

Com apenas um toque, Google entende o que é de alto interesse para o usuário (imagem: divulgação/Google)

A função de “seguir” permitirá que os usuários personalizem diretamente o feed. Ao encontrar conteúdo de um criador ou editor de interesse, o usuário poderá tocar no botão de seguir e sobre o nome do veículo para acessar um espaço dedicado que reúne as publicações daquela fonte, incluindo artigos, vídeos do YouTube e postagens de redes sociais.

Optar por seguir uma página aumenta a probabilidade de seu conteúdo aparecer no feed principal do Discover (para o recurso funcionar, é preciso estar conectado a uma conta do Google). Segundo a executiva do Google, o “foco é ajudar editores e criadores a se conectarem com seus públicos”.

A funcionalidade de seguir criadores já está disponível, enquanto a integração dos novos tipos de conteúdo será implementada gradualmente “nas próximas semanas”. O Google confirmou que, além de X, Instagram e YouTube Shorts, mais plataformas serão adicionadas futuramente.

Google Discover x Redes sociais

Com essa expansão, o Discover pode se tornar um concorrente dos feeds de plataformas de redes sociais. Segundo a big tech, as mudanças foram baseadas em pesquisas com usuários, que indicaram o desejo por uma experiência de conteúdo mais diversificada.

“Em nossa pesquisa, as pessoas nos disseram que gostariam de ver uma mistura de conteúdo no Discover, incluindo vídeos e postagens em redes sociais, além de artigos”, afirmou o Google.

Objetivo é criar uma experiência que conecta ainda mais os usuários com seus interesses (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

A mudança deve tornar o feed mais dinâmico e personalizado para o público, enquanto criadores e veículos ganham um novo canal de distribuição. O Google enfatizou ainda que as alterações tendem a tornar o ato de descobrir e acompanhar tópicos de interesse uma experiência mais fluida.

Esta atualização se soma a outras modificações no Google Discover. Recentemente, a empresa introduziu resumos de notícias gerados por inteligência artificial e até uma ferramenta que cria automaticamente um podcast com base no conteúdo do feed.

Com informações do Google
Google Discover vai exibir posts de rede social e vídeos do YouTube

Google Discover vai exibir posts de rede social e vídeos do YouTube
Fonte: Tecnoblog

YouTuber está dobrando o Fold 7 até quebrar; veja ao vivo

YouTuber está dobrando o Fold 7 até quebrar; veja ao vivo

YouTuber está dobrando o Fold 7 até quebrar (imagem: reprodução/YouTube)

Lançado em julho, o Galaxy Z Fold 7 foi desenvolvido para ser dobrado 500 mil vezes sem apresentar danos. Será que o celular da Samsung é realmente tão resistente assim? Um youtuber coreano decidiu tirar a prova: ele está dobrando e desdobrando o aparelho, e transmitindo tudo pelo YouTube, em tempo real.

O objetivo do youtuber, cujo canal se chama Tech·it, é dobrar o Galaxy Z Fold 7 pelo menos 200.000 vezes para constatar se o aparelho consegue chegar a essa marca sem sofrer danos.

Repare que o youtuber não utiliza nenhuma engenhoca para dobrar o Galaxy Z Fold 7 tantas vezes, ao contrário dos testes de resistência feitos em laboratório.

Ele realiza essa tarefa com as mãos e faz pequenas pausas quando se cansa. Nas pausas, o smartphone também é checado para verificação de danos.

Para chegar a um número preciso, o youtuber coreano ligou sensores ao aparelho que contam a quantidade de dobras. Na primeira parte da transmissão, um vídeo que durou quase 11 horas, a contagem encerrou em poucos mais de 140.000 dobras.

Essa primeira fase, por assim dizer, foi encerrada com o aparelho funcionando perfeitamente, com exceção de um discreto estalo que passou a ser percebido quando a contagem superou a marca de 100.000 dobras.

O aparelho continuava funcionando normalmente quando a contagem superou 148.000 dobras, que ocorreu quando este texto foi publicado. Essa segunda fase consiste na live de continuação, a que aparece mais acima.

Galaxy Z Flip 7 e Z Fold 7 foram lançados na Samsung Unpacked (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Galaxy Z Fold 7 pode chegar a 500.000 dobras

Apesar de o youtuber ter como objetivo atingir a marca de 200.000 dobras, esse é o número de vezes que a tela do Galaxy Z Fold 6 (a geração anterior) pode ser dobrada sem sofrer danos.

Mas, de acordo com a Samsung, o Galaxy Z Fold 7 amplia esse número para mais de 500.000 dobras. Ou seja, a tela da atual geração é 2,5 mais resistente em relação ao modelo antecessor.

Ainda de acordo com a Samsung, esse número de dobras significa que, em condições de uso típico, que considera cerca de 100 dobras por dia, a tela do Galaxy Z Fold 7 poderá resistir por mais de dez anos.

Vale lembrar que, no Brasil, o Galaxy Z Fold 7 custa a partir de R$ 14.599 (sem considerar eventuais descontos ou promoções).

Quando ao youtuber coreano, fica a torcida para que ele encontre um bom ortopedista.

YouTuber está dobrando o Fold 7 até quebrar; veja ao vivo

YouTuber está dobrando o Fold 7 até quebrar; veja ao vivo
Fonte: Tecnoblog