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AI Slop impacta mundo dos games e gera reação

AI Slop impacta mundo dos games e gera reação

Engine vem sofrendo com AI Slop (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

A plataforma de desenvolvimento de jogos Godot vai proibir o uso de códigos gerados com inteligência artificial.
A Godot, utilizada em games como Slay the Spire 2 e The Case of the Golden Idol, identificou grande quantidade de Pull Requests mecânicos e de baixa qualidade.
A empresa exige que códigos sejam feitos por humanos para garantir responsabilidade e conhecimento dos contribuintes.

A engine de games Godot, utilizada em títulos como Slay the Spire 2 e The Case of the Golden Idol, vai proibir o uso de IA na programação, exigindo que os códigos utilizados sejam feitos por humanos. A mudança na política está relacionada a uma grande quantidade de pull requests (PRs) mecânicos e de baixa qualidade, o que configura como AI Slop – quando há uma grande quantidade de conteúdos rasos criados com IA generativa.

Essa tecnologia é oferecida em código aberto, e esses PRs são sugeridos pela comunidade para ajustes ou até para complementar o código-base, sendo uma parte importante do funcionamento da plataforma. Segundo a Godot, a análise dessas solicitações leva tempo, e muitas delas são elaboradas sem a profundidade necessária.

Para dar conta da situação, a empresa anunciou que todas as contribuições à engine devem ser feitas por humanos. A ideia é que as pessoas se responsabilizem pelos códigos submetidos, e que tenham conhecimento para fazer correções, caso necessário.

Slay the Spire 2 está entre os títulos baseados em Godot (imagem: divulgação)

Qual o impacto negativo da inteligência artificial nos jogos?

O caso da Godot envolve o uso exagerado de IA nas sugestões de ajustes para o código-base, um avanço significativo do problema que pode prejudicar a qualidade dos jogos construídos em torno da plataforma, além de atrapalhar o próprio trabalho dos revisores. Ainda assim, muitos jogos já publicados na Internet contam com inteligência artificial em algum nível.

No Steam, por exemplo, o número desses games subiu quase 700% de 2024 para 2025, como noticiou o site Tom’s Hardware. Inclusive, um a cada cinco títulos publicados na plataforma no ano passado teriam utilizado IA na produção.

Ao que parece, o público tem um menor interesse em games feitos com IA. Uma análise feita no ano passado identificou uma relação direta entre jogos desenvolvidos dessa forma e menor número de vendas e reviews no Steam. Na Pesquisa Game Brasil deste ano, por exemplo, quase 50% dos entrevistados alegou preocupação com o tema, ainda que 40% admitissem que, dependendo do título, não deixariam de comprar.

AI Slop preocupa toda a Internet

O termo AI Slop é utilizado para identificar esse uso massivo de IA que vem sendo observado nos diferentes ambientes online. Um estudo publicado pelo Imperial College of London, por exemplo, mostra que aproximadamente 35% dos conteúdos presentes na internet já são criados com inteligência artificial em algum nível, enquanto mais de 17% são inteiramente feitos com IA.

YouTube baniu canais com vídeos feitos inteiramente por IA (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

Assim, muitas empresas têm buscado soluções para evitar o tal do AI Slop. Em maio deste ano, o LinkedIn anunciou novas regras de distribuição de seus posts para encorajar conteúdos mais aprofundados e que fujam de textos rasos feitos com IA generativa. O Tinder foi outra empresa a trazer novidades para resolver a situação e anunciou o polêmico reconhecimento de íris via World ID em parceria com a Tools for Humanity, de Sam Altman. 

Já o YouTube baniu alguns canais em janeiro após identificar vídeos feitos inteiramente por IA. Ainda em dezembro de 2025, uma pesquisa apontou que 20% dos conteúdos recomendados pela plataforma de vídeos eram considerados “lixo de IA”, justamente o que compõe o AI Slop.
AI Slop impacta mundo dos games e gera reação

AI Slop impacta mundo dos games e gera reação
Fonte: Tecnoblog

YouTube Shorts acaba de ficar mais parecido com o TikTok

YouTube Shorts acaba de ficar mais parecido com o TikTok

YouTube Shorts acaba de ficar mais parecido com o TikTok (imagem: reprodução/Google)

Resumo

 Google anunciou mudanças na interface do YouTube Shorts para torná-lo mais competitivo com o TikTok e o Instagram Reels;
botão “Não gostei” foi removido e substituído por opções como “Não tenho interesse” e “Não recomendo este canal” para ajustar as recomendações de conteúdo;
YouTube Shorts agora oferece recursos como modo Tela Limpa, reprodução em velocidade 2x e silenciamento rápido de vídeos, visando proporcionar uma experiência mais imersiva e diminuir distrações.

A disputa pela sua atenção em redes sociais e afins acaba de ganhar uma nova página. O Google anunciou algumas mudanças na interface do YouTube Shorts que, em alguma medida, tornam o serviço ainda mais parecido com os rivais TikTok e Instagram Reels.

Uma das mudanças já vem sendo alvo de críticas por parte dos usuários. Em 2021, o YouTube “normal” passou a ocultar “dislikes” ou “descurtidas”. Agora, o YouTube Shorts segue pelo mesmo caminho. No lugar do botão “Não gostei”, que sumirá, o serviço usará as opções “Não tenho interesse” e “Não recomendo este canal” para ajustar as recomendações de conteúdo para cada usuário.

Como já dito, essa mudança tem sido alvo de críticas. Neste tópico no Reddit, por exemplo, há quem reclame de que a remoção do botão “Não gostei” torna mais difícil manifestar insatisfação com vídeos de baixa qualidade, como aqueles que são produzidos por IA com pouco ou nenhum critério.

O botão “Gostei” continua existindo e segue tendo a função de permitir que você curta determinado vídeo. Porém, o ícone de “joinha” está sendo substituído pelo ícone de um coração.

Outra novidade é o modo Tela Limpa (Clear Screen), que oculta ícones e outros elementos visuais na tela durante a reprodução de um vídeo. Essa opção, que é oferecida há tempos no TikTok e Instagram Reels, visa proporcionar uma experiência mais imersiva e diminuir o risco de distrações quando um conteúdo estiver sendo exibido, explica o Google.

Outras novidades incluem:

o YouTube Shorts passou a permitir reprodução em velocidade 2x, basta tocar e segurar na tela durante a execução do vídeo;

agora é possível silenciar um vídeo pausando a reprodução e, em seguida, tocando no ícone de mudo.

Modo de tela limpa do YouTube Shorts (imagem: reprodução/Google)

Quando as mudanças no YouTube Shorts entram em vigor?

Os novos recursos do YouTube Shorts já começaram a ser liberados, em escala global. Porém, esse é um processo gradativo. O Google não deu um prazo para as mudanças chegarem a todos os usuários. Leve em conta também que alguns recursos podem chegar antes do que outros.

De todo modo, acredito que ninguém está realmente ansioso por essas novidades. Mas, pelo menos para o Google, elas fazem sentido, afinal, visam deixar os usuários mais engajados com o YouTube Shorts.
YouTube Shorts acaba de ficar mais parecido com o TikTok

YouTube Shorts acaba de ficar mais parecido com o TikTok
Fonte: Tecnoblog

YouTube libera mensagens diretas no Brasil; veja como funciona

YouTube libera mensagens diretas no Brasil; veja como funciona

YouTube libera mensagens diretas no Brasil (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

Resumo

após teste, YouTube está liberando recurso de mensagens diretas em vários países, incluindo o Brasil;
função permite compartilhar vídeos e conversar por texto, emojis e GIFs, mas é exclusiva para o aplicativo móvel do serviço;
para iniciar um chat, o usuário deve enviar um link de convite, que precisa ser aceito pela outra pessoa em até sete dias.

Se você abrir o aplicativo do YouTube agora, provavelmente encontrará um ícone de conversa no topo direito da tela. Trata-se de um recurso de mensagens diretas que vinha sendo testado e, agora, está sendo liberado de modo amplo em vários países, incluindo o Brasil.

A ideia não é nova. Talvez você se lembre de que, em 2019, o YouTube encerrou uma função de troca de mensagens que havia sido introduzida apenas dois anos antes. Apesar de o recurso nunca ter sido popular muitos usuários reclamaram da decisão.

O recurso de mensagens volta à plataforma de streaming, mas com uma proposta um pouco diferente. O objetivo principal é oferecer mais um meio para que os usuários compartilhem vídeos convencionais e Shorts, embora as mensagens também possam ser usadas para outros fins.

Como as mensagens diretas do YouTube funcionam?

Comece por procurar o ícone de conversa que aparece no topo direito de várias telas do app do YouTube para iOS ou Android. Depois, toque em “Convidar para conversar”. Um convite com um link para conversação no YouTube será gerado para ser compartilhado via e-mail, WhatsApp e afins.

A função de mensagens diretas também está disponível na tela de reprodução de vídeos, mas o acesso a ela é um pouco diferente: é preciso ir no botão de compartilhar e, então, selecionar uma pessoa com quem você já conversa ou tocar no botão que gera um link de convite. Note que esse link precisa ser aceito em até sete dias, do contrário, expirará.

Gerando convite para conversa no YouTube (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

A pessoa que receber o link terá que ter conta no YouTube, obviamente. Também é preciso ter 18 anos de idade ou mais. Leve em conta ainda que, pelo menos por enquanto, a conversa só pode ser feita via aplicativo. A versão web do YouTube não suporta mensagens, pelo menos até o momento.

O destinatário só precisa aceitar o link e enviar uma mensagem para iniciar a conversa. Há suporte para emojis e GIFs, mas não é possível anexar arquivos à conversa. Trata-se de um mecanismo simples de chat. Aparentemente, o YouTube não tem grandes pretensões com a novidade, mas ela pode ser realmente útil para quem consome bastante conteúdo na plataforma.

Além do Brasil, as mensagens diretas do YouTube estão sendo liberadas em países como Alemanha, Espanha, Estados Unidos (por onde começou), França, Portugal e Reino Unido.
YouTube libera mensagens diretas no Brasil; veja como funciona

YouTube libera mensagens diretas no Brasil; veja como funciona
Fonte: Tecnoblog

Galaxy S26 (256 GB) recebe 46% de desconto com cupom no Magalu

Galaxy S26 (256 GB) recebe 46% de desconto com cupom no Magalu

Galaxy S26 5G 256 GB
R$ 4.049,46

R$ 7.499,0046% OFF

Prós

Tela AMOLED Dinâmico de 120 Hz
Câmera wide de 50 MP e grava em 8K
Android 16 e 7 anos de atualizações
Certificação IP68

Contras

Versão BR não tem chip Snapdragon

PIX
Cupom

CUPOM40

R$ 4.049,46  Magazine Luiza

Participe dos canais de ofertas do Achados do TB

WhatsApp
Telegram

O Galaxy S26 (256 GB) está com 46% de desconto no Magazine Luiza, ao custo de R$ 4.049 no Pix com a adição do cupom CUPOM40. O smartphone faz parte da nova linha premium da Samsung lançada há poucos meses e chegou com preço sugerido de R$ 7.499.

Galaxy S26 filma em 8K e traz bateria maior

O Galaxy S26 apresenta o mesmo trio de câmeras traseiras da geração passada, mas que possibilita uma geração de fotos altamente detalhadas e gravação de vídeos em 8K com resultados profissionais. São elas: a principal de 50 MP, ultrawide de 12 MP e teleobjetiva de 10 MP com zoom óptico de 3x. Já a frontal de 12 MP filma em 4K.

Em termos de desempenho, a Samsung afirma que o seu smartphone mais atual proporciona maior poder de processamento em NPU, GPU e CPU. O S26 vem equipado pelo processador Exynos 2600 (2 nm) e 12 GB de memória RAM para executar tarefas simples até as mais exigentes em alta performance.

A bateria evoluiu de 4.000 mAh para 4.300 mAh e promete entregar até 30 horas para reprodução de vídeos. Por outro lado, o carregamento ainda é limitado a um adaptador de até 25 W. O celular em conectividade tem suporte a 5G, Wi-Fi 7, Bluetooth 5.4 e NFC.

Galaxy S26 apresenta um display com resolução Full HD+ e suporte a HDR10+ (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

A tela de 6,3 polegadas utiliza a tecnologia avançada LTPO AMOLED Dinâmico 2X que entrega taxa de atualização adaptável ao tipo de conteúdo de até 120 Hz. Há o revestimento do vidro Gorilla Glass Victus 2 para proteção contra quedas acidentais.

O smartphone premium sai da caixa com Android 16 e a nova One UI 8.5, com promessa de atualizações de segurança e novas funcionalidades do Galaxy AI. Por fim, a construção em alumínio recebe a companhia da certificação IP68 contra poeira e água.

O Galaxy S26 de 256 GB sai por R$ 4.049 no Pix com o cupom CUPOM40 no Magazine Luiza, um desconto garantido de 46% sobre o preço de lançamento.
Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.Galaxy S26 (256 GB) recebe 46% de desconto com cupom no Magalu

Galaxy S26 (256 GB) recebe 46% de desconto com cupom no Magalu
Fonte: Tecnoblog

Bug no YouTube pode consumir até 7 GB de memória RAM

Bug no YouTube pode consumir até 7 GB de memória RAM

Consumo anormal de recursos tem feito abas do YouTube travarem (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

Nos últimos dias, acessar o YouTube virou uma dor de cabeça para diversos usuários. Relatos indicam quedas bruscas de desempenho, com o grande vilão sendo um bug na interface da plataforma do Google, que teria elevado o uso do processador.

A falha também teria aumentado o consumo de memória RAM, ultrapassando a marca de 7 GB em alguns casos. Na prática, o erro deixa os computadores lentos, com engasgos no sistema e páginas travando.

As principais queixas se concentram no Reddit, onde dezenas de pessoas compartilharam o consumo anormal de recursos. Em um primeiro momento, a comunidade suspeitou que essa lentidão fosse apenas mais um desdobramento da guerra do YouTube contra os bloqueadores de anúncios, o que fazia sentido dado o histórico da plataforma.

Além disso, os primeiros relatos indicaram que o problema estava concentrado no Mozilla Firefox. Mas isso mudou quando casos idênticos começaram a pipocar entre usuários do Brave e Microsoft Edge — navegadores que compartilham a mesma base tecnológica do Chrome (o Chromium).

O que está acontecendo?

Conforme apontado pelo site Tom’s Hardware, a raiz do problema é a forma como o código-fonte do próprio YouTube gerencia a exibição de alguns elementos visuais na tela. Os registros detalhados no Bugzilla — sistema de rastreamento de falhas mantido pela Mozilla — indica que a causa exata do problema foi isolada.

A falha técnica se concentra no menu localizado logo abaixo do player de vídeo, em que ficam os botões “Curtir”, “Não Curtir”, “Compartilhar”, “Download” e demais opções de interação. A programação da interface foi desenvolvida para verificar se todos esses botões cabem no espaço disponível na tela.

Se o sistema detecta que os controles vão ultrapassar o limite da janela do navegador, ele oculta um dos botões automaticamente para evitar que o layout do site quebre. É aqui que a falha vem ocorrendo.

Falha na interface do YouTube sobrecarrega o processador e a memória RAM (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

Quando o botão é escondido, a largura livre disponível aumenta. Imediatamente, o código do YouTube percebe essa sobra de espaço e conclui que o botão oculto pode voltar a ser exibido. No entanto, assim que o elemento volta, o espaço acaba novamente, forçando o site a escondê-lo mais uma vez. Esse ciclo de esconde-esconde abriu um loop.

Nos bastidores, o navegador é forçado a recalcular toda a geometria da página a cada milissegundo. Esse fenômeno, conhecido tecnicamente como layout thrashing ou loop de reflow, exige um grande esforço da máquina.

Falha ainda não foi oficialmente corrigida

No Bugzilla, a ocorrência consta como resolvida. Contudo, o Tecnoblog procurou a assessoria do YouTube em busca de esclarecimentos. Em resposta oficial, a empresa declarou apenas que “o caso está sendo investigado”, sem confirmar se a instabilidade foi, de fato, solucionada de vez.

Enquanto uma correção não é oficializada, a principal recomendação para quem se deparar com o computador travando é usar o gerenciador de tarefas do próprio navegador.

No Google Chrome, Brave ou no Microsoft Edge, o usuário pode pressionar o atalho Shift + Esc no teclado para abrir o painel de controle interno. A partir dali, basta identificar a aba do YouTube que está consumindo recursos em excesso e forçar o encerramento.
Bug no YouTube pode consumir até 7 GB de memória RAM

Bug no YouTube pode consumir até 7 GB de memória RAM
Fonte: Tecnoblog

YouTube vai liberar modo picture-in-picture grátis para todos; veja como usar

YouTube vai liberar modo picture-in-picture grátis para todos; veja como usar

Interface do YouTube no celular (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

O YouTube liberou o modo Picture-in-Picture (PiP) gratuitamente para todos os usuários de Android e iOS.
A função permite assistir a vídeos em uma janela flutuante. O recurso antes era restrito a assinantes Premium.
O PiP gratuito só funciona com “conteúdos longos que não sejam música”. Se o usuário tentar minimizar o aplicativo durante a reprodução de um videoclipe ou de faixas protegidas por direitos autorais, o vídeo será pausado imediatamente.

O Google começou a liberar nesta quarta-feira (29) o modo picture-in-picture (PiP) do YouTube de forma gratuita para todos os usuários. A novidade permite assistir a vídeos em uma janela flutuante e deixa de ser um benefício exclusivo dos assinantes pagos. Com essa expansão, a plataforma busca democratizar a experiência, encerrando também a restrição que limitava a função sem custos apenas aos Estados Unidos.

A mudança foi reportada pelo portal 9to5Google e confirmada pela equipe do YouTube em publicação na comunidade oficial da plataforma. Na prática, a atualização altera o comportamento padrão do aplicativo: ao iniciar um vídeo e retornar à tela inicial do celular, o conteúdo não é mais interrompido. O player se transforma em uma miniatura que pode ser redimensionada e arrastada para qualquer canto da tela.

A janela suspensa mantém botões essenciais, como os controles de reprodução e pausa, além de um atalho para devolver o vídeo à tela cheia, mas há uma limitação no novo modelo. O Google estabeleceu que o picture-in-picture gratuito só funciona com “conteúdos longos que não sejam música”.

Se o usuário tentar minimizar o aplicativo durante a reprodução de um videoclipe ou de faixas protegidas por direitos autorais, o vídeo será pausado imediatamente. Essa é uma estratégia para proteger o ecossistema do YouTube Music, evitando que a versão gratuita do aplicativo principal seja utilizada como um reprodutor de música em segundo plano.

O que muda para os assinantes Premium e Premium Lite?

Para quem já paga pelas versões mais completas do serviço, a experiência permanece sem cortes. Os assinantes do YouTube Premium continuam com acesso irrestrito ao PiP para qualquer formato de vídeo da plataforma, incluindo clipes musicais, sempre livres de anúncios. A modalidade paga também mantém a exclusividade da reprodução em segundo plano com a tela do celular totalmente bloqueada e apagada — um recurso popular que a versão gratuita continua não oferecendo.

No caso do plano Premium Lite, uma assinatura mais barata que foca na remoção da maior parte das propagandas, o funcionamento será equivalente ao da versão gratuita recém-liberada. Esses usuários poderão utilizar a janela flutuante livremente para vídeos tradicionais, mas continuarão bloqueados de usar o recurso com músicas.

YouTube agora oferece Picture-in-Picture gratuito (imagem: reprodução/Google)

Como ativar o Picture-in-Picture?

A novidade chega para todos os usuários de forma gradual, mas antes é preciso garantir que o sistema do celular esteja configurado para permitir a sobreposição de tela, um procedimento varia um pouco dependendo do dispositivo.

No iPhone (e iPad):

A Apple exige que a funcionalidade nativa de PiP esteja habilitada nas configurações do aparelho.

Abra o aplicativo “Ajustes“.

Toque em “Geral” e depois selecione “Picture in Picture (PIP)“.

Confirme se a chave “Iniciar PiP Automaticamente” está ativada.

Ativando a função nativa Picture-in-Picture (PiP) no iOS (imagem: Gabriel Sérvio/Tecnoblog)

Feito isso, abra o aplicativo do YouTube, toque na sua foto de perfil, acesse o ícone de engrenagem para abrir as “Configurações“, vá em “Reprodução” e ative a opção “Picture-in-picture“.

Habilitando a chave do recurso no aplicativo do YouTube (imagem: Gabriel Sérvio/Tecnoblog)

Em aparelhos Android:

O sistema do Google geralmente já vem com essa permissão ativada por padrão, mas vale conferir caso a janela flutuante não apareça ao minimizar o app (os nomes dos menus podem variar dependendo da fabricante, como Samsung, Motorola ou Xiaomi).

Acesse as “Configurações” do seu aparelho e vá até a lista de “Aplicativos“.

Procure pelo “YouTube” e toque nele.

Role a tela até encontrar a seção chamada “Picture-in-picture” e certifique-se de que a opção de permissão está ativada.

Verificando a permissão de sobreposição de tela no Android (imagem: Gabriel Sérvio/Tecnoblog)

Da mesma forma que no iOS, confira também as configurações internas do aplicativo do YouTube (Configurações > Reprodução) para garantir que a chave do recurso esteja habilitada.

Ativando o Picture-in-picture no aplicativo do YouTube para Android (imagem: Gabriel Sérvio/Tecnoblog)
YouTube vai liberar modo picture-in-picture grátis para todos; veja como usar

YouTube vai liberar modo picture-in-picture grátis para todos; veja como usar
Fonte: Tecnoblog

YouTube agora permite desativar vídeos de Shorts no feed; veja como

YouTube agora permite desativar vídeos de Shorts no feed; veja como

YouTube agora permite desativar vídeos de Shorts no feed (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

YouTube começou a liberar opção de desativar Shorts no feed com recurso “0 minutos”;
opção “0 minutos” está sendo liberada em escala global, valendo para todas as contas;
recurso não impede visualização de Shorts por meio de acesso direto a esse tipo de vídeo, porém.

Vídeos de Shorts duram poucos segundos, mas podem tomar grande parte do seu tempo se muitos deles forem visualizados em sequência. Se você lida com esse problema, saiba que agora é possível dar um basta: o aplicativo móvel do YouTube agora permite desativar a exibição de Shorts no feed.

Esse tipo de controle foi introduzido em outubro de 2025, quando o YouTube passou a ter um temporizador. Com ele, você pode limitar a visualização de Shorts em 15, 30 ou 45 minutos por dia, ou por uma ou duas horas diárias.

Já no começo de 2026, esse temporizador foi levado aos controles parentais das contas destinadas a menores de idade que são gerenciadas por pais ou responsáveis. O problema é que o limite mínimo continuava em 15 minutos diários, então o Google prometeu implementar uma opção de “0 minutos”.

Pois bem, é essa opção que está sendo liberada agora, mas em escala global, valendo para todas as contas.

E como desativar a exibição de Shorts no YouTube?

Abra o aplicativo do YouTube para Android ou iOS e faça o seguinte:

toque no ícone com a sua foto e, no topo da tela, clique no símbolo de configurações;

na área “Conta”, selecione “Gerenciamento de tempo”;

role a tela e ative a opção “Limite do Feed dos Shorts”;

escolha a opção “0 minutos” (ou “0 minutes”, a tradução ainda não foi feita);

Desativando Shorts no feed do YouTube (capturas de tela: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Se a opção “0 minutos ” ainda não aparece em sua conta, é preciso aguardar. Como de hábito, a liberação do recurso está sendo feita de modo gradativo.

Quando o limite diário é atingido, o YouTube exibe um aviso informando sobre isso. Você até tem a opção de ignorar o limite, mas isso é autossabotagem, certo?

Seja como for, saiba que o temporizador limita apenas a exibição de Shorts no feed do YouTube. Você ainda poderá visualizar vídeos do tipo acessando canais ou endereços individuais.

Com informações de Android Police
YouTube agora permite desativar vídeos de Shorts no feed; veja como

YouTube agora permite desativar vídeos de Shorts no feed; veja como
Fonte: Tecnoblog

YouTube exibe anúncios de 30 segundos nas TVs sem opção de pular

YouTube exibe anúncios de 30 segundos nas TVs sem opção de pular

YouTube agora pode exibir anúncios de até 30 segundos em TVs (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

YouTube agora exibe anúncios de 30 segundos sem opção de pular em smart TVs.
Plataforma levou formato de publicidade mais longa às TVs para incentivar assinaturas do YouTube Premium.
Estratégia busca aumentar a receita e aproveitar o crescimento do consumo de vídeos em televisores.

O YouTube está exibindo anúncios de até 30 segundos sem a opção de pular nas smart TVs. Não se trata de um bug: a plataforma levou o formato de publicidade para os televisores conectados, ampliando a pressão para que os usuários assinem o YouTube Premium — única forma oficial de não ver as propagandas.

A mudança foi anunciada pelo próprio Google no começo deste mês. Nos últimos anos, a empresa vem adotando diferentes estratégias para reforçar seu modelo baseado em anúncios. Entre elas estão ações contra bloqueadores de propaganda e restrições a aplicativos de terceiros que reproduzem vídeos da plataforma.

Publicidade direcionada

Segundo a empresa, a mudança foi pensada especificamente para a experiência em telas grandes, como televisores conectados. Nesse formato, os anúncios são exibidos integralmente antes ou durante o vídeo, sem permitir que o usuário avance ou os ignore.

No comunicado, voltado aos anunciantes, a plataforma explica: “A IA do Google otimiza dinamicamente entre anúncios Bumper de 6 segundos, anúncios padrão de 15 segundos e anúncios exclusivos para CTV de 30 segundos que não podem ser pulados, garantindo que sua campanha alcance o público certo na hora certa”.

O sistema utiliza inteligência artificial para escolher automaticamente entre diferentes formatos de publicidade. A seleção considera fatores como público-alvo e momento da exibição para determinar qual tipo de anúncio será mostrado.

Além do formato de 30 segundos, também podem ser exibidos anúncios mais curtos, como os chamados “bumpers”, de seis segundos, ou versões padrão de 15 segundos.

A empresa afirma ainda que a tecnologia busca aumentar a eficiência das campanhas ao combinar diferentes formatos de publicidade de forma automática.

Formato de publicidade do YouTube foi pensado para televisores conectados (imagem: divulgação)

Estratégia visa aumento de receita

A introdução desse novo formato ocorre em meio a outras mudanças recentes na forma como o YouTube lida com anúncios. Usuários já relataram, por exemplo, a exibição de banners publicitários no aplicativo móvel que não podiam ser fechados imediatamente.

Além disso, algumas contas que utilizam bloqueadores de anúncios passaram a ter acesso limitado a recursos como comentários ou descrições de vídeos.

Essas medidas fazem parte da estratégia da plataforma para fortalecer suas fontes de receita, seja por meio da publicidade ou da assinatura do YouTube Premium.

Segundo a empresa, o crescimento do consumo de vídeos em televisores também tem influenciado essas decisões. Em outro trecho do comunicado, a companhia afirma: “Estamos tornando ainda mais fácil alcançar os milhões de espectadores que assistem ao YouTube na sala de estar — incluindo os espectadores que fizeram do YouTube o serviço de streaming nº 1 nos EUA por três anos consecutivos”.
YouTube exibe anúncios de 30 segundos nas TVs sem opção de pular

YouTube exibe anúncios de 30 segundos nas TVs sem opção de pular
Fonte: Tecnoblog

YouTube Premium Lite ganha reprodução em segundo plano (com ressalvas)

YouTube Premium Lite ganha reprodução em segundo plano (com ressalvas)

YouTube ganhou nova opção para ouvir vídeos com a tela desligada (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

O YouTube Premium Lite agora permite reprodução em segundo plano, mas não para conteúdos musicais e Shorts.
O plano Premium Lite, por R$ 16,90 mensais, inclui reprodução offline e vídeos sem anúncios, mas mantém limitações para música e Shorts.
A reprodução em segundo plano foi adicionada após o YouTube bloquear métodos gratuitos de reprodução contínua via navegador.

O YouTube adicionou o recurso de reprodução em segundo plano em smartphones à assinatura Premium Lite, que custa R$ 16,90 mensais. A plataforma também liberou o download de vídeos para reprodução offline — são, portanto, duas funcionalidades antes exclusivas do plano Premium, de R$ 26,90.

“Começando hoje [24/02] e chegando nas próximas semanas a todos os lugares onde o Premium Lite está disponível, assinantes poderão assistir à maioria dos vídeos sem anúncios, offline e em segundo plano”, diz o comunicado do Google.

Reparou que eles escreveram “maioria dos vídeos”? Pois é, aí começam as desvantagens.

Reprodução em segundo plano não funciona para música

As novidades seguem limitações já existentes no YouTube Premium Lite: conteúdos musicais e Shorts não poderão ser reproduzidos em segundo plano nem baixados no aparelho. Na prática, isso significa que o Premium Lite no celular pode servir para podcasts ou canais de diversos assuntos, mas não para ouvir música.

Antes desses recursos, o principal argumento para vender o Premium Lite era a retirada de anúncios, que funciona com as mesmas regras: videoclipes, shows, gravações continuam com propaganda, e o mesmo vale para Shorts de todos os tipos de conteúdo.

Novos benefícios já aparecem na página brasileira do YouTube (imagem: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

Essa acaba sendo uma forma de diferenciar as duas ofertas. Para quem se interessa pelo conteúdo musical presente no YouTube, a versão Lite pode não ser vantajosa, enquanto a versão Premium mais cara oferece também o YouTube Music.

YouTube fechou “jeitinho” para reprodução em segundo plano

O acréscimo da reprodução em segundo plano ao YouTube Premium Lite chega poucas semanas após o streaming criar barreiras para quem fazia isso sem pagar.

Um método bastante famoso era recorrer ao navegador do celular para manter a plataforma tocando vídeos ao trocar de aplicativo ou desligar a tela. Vivaldi e Brave eram alguns exemplos.

Com informações do Verge
YouTube Premium Lite ganha reprodução em segundo plano (com ressalvas)

YouTube Premium Lite ganha reprodução em segundo plano (com ressalvas)
Fonte: Tecnoblog

YouTube dá novo golpe contra o adblock

YouTube dá novo golpe contra o adblock

YouTube pode estar bloqueando recursos para usuários de adblock (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

Com a guerra declarada do YouTube aos bloqueadores de anúncios, eventualmente usuários mencionam limitações quando estão com o recurso ativado. Desta vez, relatos indicam que ferramentas como a seção de comentários estariam sendo ocultadas.

Segundo discussões no Reddit e na rede social X, ao tentar assistir a um conteúdo com o adblock ativado, o espectador se depara com a mensagem “os comentários estão desativados” em uma grande quantidade de vídeos, mesmo naqueles em que a interação deveria estar liberada.

how come every video has comments turned off for me? byu/stev1234567890 inyoutube

Vale pontuar que os comentários são desativados por padrão em vídeos que miram o público infantil, por exemplo, e criadores podem desativá-los deliberadamente. Contudo, além do espaço interativo, os usuários reclamam que a área de descrição do vídeo também desaparece da interface.

Em testes feitos por alguns dos usuários, ao desativar a extensão de bloqueio, os comentários e as descrições reaparecem. O sumiço dos recursos parece ocorrer em extensões do Chrome e em bloqueadores nativos de rastreamento, como do navegador Brave.

Usuários premium estariam entre as vítimas

Um ponto que chama a atenção é que a medida está afetando até mesmo assinantes do YouTube Premium. Caso o usuário pagante mantenha um bloqueador de anúncios ativo no navegador (por esquecimento ou para uso em outros sites), ele também pode perder o acesso aos comentários e descrições na plataforma de vídeos.

Não há confirmação oficial se o desaparecimento dos recursos é uma tática intencional do YouTube para forçar a desativação dos bloqueadores ou apenas um efeito colateral. Ainda assim, o portal 9to5 Google sugere que as alterações no código da plataforma para impedir o bloqueio de anúncios possam estar causando bugs no site.

Por que o YouTube está combatendo adblocks?

Bloqueador de anúncios barrado no YouTube (imagem: reprodução/Neowin)

Desde 2023, o YouTube reforçou a política contra bloqueadores de anúncios para incentivar o uso da versão paga. Inicialmente, a estratégia consistia em uma abordagem de três avisos: quem utilizasse adblocks recebia pop-ups alertando sobre a proibição.

Após três alertas, o player de vídeo era bloqueado, exigindo que o usuário desativasse a ferramenta ou assinasse o YouTube Premium.

Essa disputa constante entre os scripts do Google e os desenvolvedores de extensões já gerou efeitos colaterais para além do sumiço dos comentários. No final de 2025, por exemplo, uma atualização em um bloqueador popular causou erros na contagem de visualizações para os criadores de conteúdo.

Com isso, muitos youtubers notaram que a média de curtidas aumentou enquanto as visualizações caíam, comprovando que o público estava assistindo, mas o contador do YouTube havia sido neutralizado pelo bloqueador.

YouTube dá novo golpe contra o adblock

YouTube dá novo golpe contra o adblock
Fonte: Tecnoblog