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YouTube exibe anúncios de 30 segundos nas TVs sem opção de pular

YouTube exibe anúncios de 30 segundos nas TVs sem opção de pular

YouTube agora pode exibir anúncios de até 30 segundos em TVs (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

YouTube agora exibe anúncios de 30 segundos sem opção de pular em smart TVs.
Plataforma levou formato de publicidade mais longa às TVs para incentivar assinaturas do YouTube Premium.
Estratégia busca aumentar a receita e aproveitar o crescimento do consumo de vídeos em televisores.

O YouTube está exibindo anúncios de até 30 segundos sem a opção de pular nas smart TVs. Não se trata de um bug: a plataforma levou o formato de publicidade para os televisores conectados, ampliando a pressão para que os usuários assinem o YouTube Premium — única forma oficial de não ver as propagandas.

A mudança foi anunciada pelo próprio Google no começo deste mês. Nos últimos anos, a empresa vem adotando diferentes estratégias para reforçar seu modelo baseado em anúncios. Entre elas estão ações contra bloqueadores de propaganda e restrições a aplicativos de terceiros que reproduzem vídeos da plataforma.

Publicidade direcionada

Segundo a empresa, a mudança foi pensada especificamente para a experiência em telas grandes, como televisores conectados. Nesse formato, os anúncios são exibidos integralmente antes ou durante o vídeo, sem permitir que o usuário avance ou os ignore.

No comunicado, voltado aos anunciantes, a plataforma explica: “A IA do Google otimiza dinamicamente entre anúncios Bumper de 6 segundos, anúncios padrão de 15 segundos e anúncios exclusivos para CTV de 30 segundos que não podem ser pulados, garantindo que sua campanha alcance o público certo na hora certa”.

O sistema utiliza inteligência artificial para escolher automaticamente entre diferentes formatos de publicidade. A seleção considera fatores como público-alvo e momento da exibição para determinar qual tipo de anúncio será mostrado.

Além do formato de 30 segundos, também podem ser exibidos anúncios mais curtos, como os chamados “bumpers”, de seis segundos, ou versões padrão de 15 segundos.

A empresa afirma ainda que a tecnologia busca aumentar a eficiência das campanhas ao combinar diferentes formatos de publicidade de forma automática.

Formato de publicidade do YouTube foi pensado para televisores conectados (imagem: divulgação)

Estratégia visa aumento de receita

A introdução desse novo formato ocorre em meio a outras mudanças recentes na forma como o YouTube lida com anúncios. Usuários já relataram, por exemplo, a exibição de banners publicitários no aplicativo móvel que não podiam ser fechados imediatamente.

Além disso, algumas contas que utilizam bloqueadores de anúncios passaram a ter acesso limitado a recursos como comentários ou descrições de vídeos.

Essas medidas fazem parte da estratégia da plataforma para fortalecer suas fontes de receita, seja por meio da publicidade ou da assinatura do YouTube Premium.

Segundo a empresa, o crescimento do consumo de vídeos em televisores também tem influenciado essas decisões. Em outro trecho do comunicado, a companhia afirma: “Estamos tornando ainda mais fácil alcançar os milhões de espectadores que assistem ao YouTube na sala de estar — incluindo os espectadores que fizeram do YouTube o serviço de streaming nº 1 nos EUA por três anos consecutivos”.
YouTube exibe anúncios de 30 segundos nas TVs sem opção de pular

YouTube exibe anúncios de 30 segundos nas TVs sem opção de pular
Fonte: Tecnoblog

YouTube Premium Lite ganha reprodução em segundo plano (com ressalvas)

YouTube Premium Lite ganha reprodução em segundo plano (com ressalvas)

YouTube ganhou nova opção para ouvir vídeos com a tela desligada (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

O YouTube Premium Lite agora permite reprodução em segundo plano, mas não para conteúdos musicais e Shorts.
O plano Premium Lite, por R$ 16,90 mensais, inclui reprodução offline e vídeos sem anúncios, mas mantém limitações para música e Shorts.
A reprodução em segundo plano foi adicionada após o YouTube bloquear métodos gratuitos de reprodução contínua via navegador.

O YouTube adicionou o recurso de reprodução em segundo plano em smartphones à assinatura Premium Lite, que custa R$ 16,90 mensais. A plataforma também liberou o download de vídeos para reprodução offline — são, portanto, duas funcionalidades antes exclusivas do plano Premium, de R$ 26,90.

“Começando hoje [24/02] e chegando nas próximas semanas a todos os lugares onde o Premium Lite está disponível, assinantes poderão assistir à maioria dos vídeos sem anúncios, offline e em segundo plano”, diz o comunicado do Google.

Reparou que eles escreveram “maioria dos vídeos”? Pois é, aí começam as desvantagens.

Reprodução em segundo plano não funciona para música

As novidades seguem limitações já existentes no YouTube Premium Lite: conteúdos musicais e Shorts não poderão ser reproduzidos em segundo plano nem baixados no aparelho. Na prática, isso significa que o Premium Lite no celular pode servir para podcasts ou canais de diversos assuntos, mas não para ouvir música.

Antes desses recursos, o principal argumento para vender o Premium Lite era a retirada de anúncios, que funciona com as mesmas regras: videoclipes, shows, gravações continuam com propaganda, e o mesmo vale para Shorts de todos os tipos de conteúdo.

Novos benefícios já aparecem na página brasileira do YouTube (imagem: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

Essa acaba sendo uma forma de diferenciar as duas ofertas. Para quem se interessa pelo conteúdo musical presente no YouTube, a versão Lite pode não ser vantajosa, enquanto a versão Premium mais cara oferece também o YouTube Music.

YouTube fechou “jeitinho” para reprodução em segundo plano

O acréscimo da reprodução em segundo plano ao YouTube Premium Lite chega poucas semanas após o streaming criar barreiras para quem fazia isso sem pagar.

Um método bastante famoso era recorrer ao navegador do celular para manter a plataforma tocando vídeos ao trocar de aplicativo ou desligar a tela. Vivaldi e Brave eram alguns exemplos.

Com informações do Verge
YouTube Premium Lite ganha reprodução em segundo plano (com ressalvas)

YouTube Premium Lite ganha reprodução em segundo plano (com ressalvas)
Fonte: Tecnoblog

YouTube dá novo golpe contra o adblock

YouTube dá novo golpe contra o adblock

YouTube pode estar bloqueando recursos para usuários de adblock (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

Com a guerra declarada do YouTube aos bloqueadores de anúncios, eventualmente usuários mencionam limitações quando estão com o recurso ativado. Desta vez, relatos indicam que ferramentas como a seção de comentários estariam sendo ocultadas.

Segundo discussões no Reddit e na rede social X, ao tentar assistir a um conteúdo com o adblock ativado, o espectador se depara com a mensagem “os comentários estão desativados” em uma grande quantidade de vídeos, mesmo naqueles em que a interação deveria estar liberada.

how come every video has comments turned off for me? byu/stev1234567890 inyoutube

Vale pontuar que os comentários são desativados por padrão em vídeos que miram o público infantil, por exemplo, e criadores podem desativá-los deliberadamente. Contudo, além do espaço interativo, os usuários reclamam que a área de descrição do vídeo também desaparece da interface.

Em testes feitos por alguns dos usuários, ao desativar a extensão de bloqueio, os comentários e as descrições reaparecem. O sumiço dos recursos parece ocorrer em extensões do Chrome e em bloqueadores nativos de rastreamento, como do navegador Brave.

Usuários premium estariam entre as vítimas

Um ponto que chama a atenção é que a medida está afetando até mesmo assinantes do YouTube Premium. Caso o usuário pagante mantenha um bloqueador de anúncios ativo no navegador (por esquecimento ou para uso em outros sites), ele também pode perder o acesso aos comentários e descrições na plataforma de vídeos.

Não há confirmação oficial se o desaparecimento dos recursos é uma tática intencional do YouTube para forçar a desativação dos bloqueadores ou apenas um efeito colateral. Ainda assim, o portal 9to5 Google sugere que as alterações no código da plataforma para impedir o bloqueio de anúncios possam estar causando bugs no site.

Por que o YouTube está combatendo adblocks?

Bloqueador de anúncios barrado no YouTube (imagem: reprodução/Neowin)

Desde 2023, o YouTube reforçou a política contra bloqueadores de anúncios para incentivar o uso da versão paga. Inicialmente, a estratégia consistia em uma abordagem de três avisos: quem utilizasse adblocks recebia pop-ups alertando sobre a proibição.

Após três alertas, o player de vídeo era bloqueado, exigindo que o usuário desativasse a ferramenta ou assinasse o YouTube Premium.

Essa disputa constante entre os scripts do Google e os desenvolvedores de extensões já gerou efeitos colaterais para além do sumiço dos comentários. No final de 2025, por exemplo, uma atualização em um bloqueador popular causou erros na contagem de visualizações para os criadores de conteúdo.

Com isso, muitos youtubers notaram que a média de curtidas aumentou enquanto as visualizações caíam, comprovando que o público estava assistindo, mas o contador do YouTube havia sido neutralizado pelo bloqueador.

YouTube dá novo golpe contra o adblock

YouTube dá novo golpe contra o adblock
Fonte: Tecnoblog

YouTube libera dublagem automática para todo mundo

YouTube libera dublagem automática para todo mundo

YouTube libera dublagem automática para todo mundo (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

YouTube introduziu dublagem automática em 2023 e, agora, recurso está disponível em 27 idiomas, com 8 suportando modo Expressive Speech;
Usuários podem definir idioma de preferência para dublagem automática em “Reprodução e desempenho”;
Não há opção para o usuário desativar a dublagem automática, porém.

Introduzida em 2023, a dublagem automática de vídeos no YouTube agora é oficial: baseado em inteligência artificial, o recurso foi expandido para mais idiomas, de modo a funcionar, a partir de agora, em canais do mundo todo.

O que a funcionalidade faz é adicionar faixas de áudio em línguas diferentes em relação ao idioma original de um vídeo. Assim, para um conteúdo produzido em inglês, um áudio dublado em português será reproduzido automaticamente para um usuário do Brasil, por exemplo — no país, a dublagem já funciona há algum tempo.

No atual estágio, o recurso funciona oficialmente com 27 idiomas. Porém, até o momento, apenas oito deles são compatíveis com o modo Expressive Speech (Fala Expressiva), que reproduz as falas dubladas com “emoção” e “energia” tão semelhantes às do áudio original quanto possível: alemão, espanhol, francês, hindi, indonésio, inglês, italiano e português.

A dublagem automática foi aprimorada aos poucos no YouTube. E este “liberou geral” para os canais chega com um pequeno recurso para os usuários: agora, cada pessoa pode definir seu idioma de preferência, isto é, aquele para o qual os vídeos a serem visualizados deverão ser traduzidos por padrão.

Para isso, basta ir em “Reprodução e desempenho” e escolher o idioma desejado no campo correspondente (pode-se escolher mais de um).

O vídeo a seguir dá detalhes sobre o funcionamento da dublagem automática da plataforma:

É possível desativar a dublagem automática do YouTube?

Até o momento, não há nenhuma configuração específica para desativar a dublagem automática. Criadores de conteúdo podem fazer isso, mas somente para seus canais.

Para usuários, a solução está em mudar a dublagem para a faixa de áudio original a partir do ícone de engrenagem / opção “Faixa de áudio” em cada vídeo.

O procedimento pode fazer o YouTube guardar essa preferência para os próximos vídeos por algum tempo, embora não haja garantia de que esse truque funcione.

Eu estou entre os que preferem o áudio original. No meu caso, absorvo melhor o conteúdo quando ouço as vozes verdadeiras. Quando o vídeo está em um idioma que eu não conheço, apelo para as legendas.

Há quem prefira o áudio original por considerar a dublagem automática do YouTube pouco precisa ou excessivamente “artificial”. Pelo menos este último aspecto pode melhorar em breve: a plataforma já está testando uma tecnologia que faz dublagem com sincronização labial.
YouTube libera dublagem automática para todo mundo

YouTube libera dublagem automática para todo mundo
Fonte: Tecnoblog

Snapchat é acusado de estimular vício em redes e fecha acordo nos EUA

Snapchat é acusado de estimular vício em redes e fecha acordo nos EUA

Snap conseguiu o acordo antes do início do julgamento em Los Angeles (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Resumo

A empresa Snap, dona do Snapchat, fechou acordo em processo nos EUA sobre vício em redes sociais.
O julgamento testa a tese de que redes sociais são produtos “defeituosos” e podem ser responsabilizadas por danos pessoais.
A Seção 230 da Lei de Decência nas Comunicações é central no debate sobre a responsabilidade das plataformas.
Meta, TikTok e YouTube seguem no caso.

A empresa controladora do Snapchat fechou um acordo em um processo que acusa grandes plataformas digitais de incentivarem o vício em redes sociais. O acerto foi anunciado poucos dias antes do início do julgamento em Los Angeles, que é considerado o primeiro do tipo a avançar para a fase de júri nos Estados Unidos.

Embora o Snapchat já não tenha a mesma relevância no Brasil, o caso chama atenção por envolver também Meta, TikTok e YouTube, que permanecem como rés no processo. Não se sabe quanto será pago pois os termos do acordo com a empresa Snap não foram divulgados. Ela não será mais processada nesta ação específica.

Em nota enviada à BBC após a audiência na Suprema Corte da Califórnia, a Snap afirmou que as partes ficaram “satisfeitas por terem conseguido resolver este assunto de maneira amigável”.

Por que é um processo histórico?

A ação foi movida por uma jovem identificada pelas iniciais K.G.M., hoje com 19 anos. Ela alega que se tornou dependente de aplicativos de redes sociais ainda na adolescência e que isso teve impactos diretos sobre sua saúde mental. Segundo a acusação, escolhas de design e funcionamento dos algoritmos teriam sido determinantes para o uso compulsivo.

Este é o primeiro de vários processos semelhantes que devem chegar a julgamento ao longo do ano nos Estados Unidos. A estratégia jurídica lembra a adotada décadas atrás contra a indústria do tabaco, com milhares de adolescentes, distritos escolares e procuradores estaduais acusando empresas de tecnologia de causar danos pessoais e sociais.

Os autores das ações afirmam que recursos como rolagem infinita, reprodução automática de vídeos e sistemas de recomendação foram projetados para manter usuários engajados por longos períodos, contribuindo para quadros de depressão, transtornos alimentares e automutilação.

O que ainda está em jogo?

Meta, TikTok e YouTube permanecem como rés no processo (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Como não houve acordo com as outras rés, o julgamento seguirá contra Meta, TikTok e YouTube, com a seleção do júri prevista para a próxima segunda-feira (27 de janeiro. O CEO da Meta, Mark Zuckerberg, deve depor. Antes do acordo, o CEO da Snap, Evan Spiegel, também estava listado como testemunha.

Os casos são acompanhados de perto porque testam uma nova tese jurídica: a de que plataformas de redes sociais seriam produtos “defeituosos” e, portanto, passíveis de responsabilização por danos pessoais. As empresas, por sua vez, argumentam que não há comprovação científica de um elo direto entre uso de redes sociais e vício, além de sustentarem que as ações violam proteções legais ligadas à liberdade de expressão.

Outro ponto central do embate envolve a Seção 230 da Lei de Decência nas Comunicações, de 1996, historicamente usada pelas big techs para se proteger de responsabilidades legais. Os autores das ações afirmam que o problema não está no conteúdo publicado por terceiros, mas na forma como as plataformas são estruturadas para incentivar o uso excessivo.

Mesmo fora deste julgamento específico, a Snap segue como ré em outros processos semelhantes, que podem redefinir os limites de responsabilidade das empresas de tecnologia.
Snapchat é acusado de estimular vício em redes e fecha acordo nos EUA

Snapchat é acusado de estimular vício em redes e fecha acordo nos EUA
Fonte: Tecnoblog

YouTube: criadores terão IA para gerar vídeos com sua própria imagem

YouTube: criadores terão IA para gerar vídeos com sua própria imagem

YouTube promete combater conteúdos repetitivos e spam (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

O YouTube introduzirá ferramentas de IA para criar jogos e gerar Shorts com a imagem dos criadores.
O YouTube Shopping será ampliado, permitindo compras diretamente no aplicativo.
A plataforma reforçará o controle parental para proteger crianças e adolescentes.

O YouTube vai dar mais ênfase à inteligência artificial em 2026. A plataforma ganhará ferramentas para criar jogos usando IA, além de fazer experiências com músicas. Outra novidade é que os criadores poderão gerar Shorts usando sua própria imagem com uma ferramenta do próprio serviço.

Os anúncios estão em uma carta publicada pelo CEO da rede, Neal Mohan. O comunicado não dá mais detalhes de quando esses recursos estarão disponíveis.

Neal Mohan é CEO do YouTube desde 2023 (imagem: Wikimedia Commons/Collision Conf)

O texto também menciona o AI slop, nome dado ao conteúdo de baixa qualidade produzido em larga escala com o auxílio de IA generativa. O YouTube não deve adotar uma postura muito rígida com isso, pelo que o comunicado indica.

“Ao longo dos últimos 20 anos, aprendemos a não impor quaisquer noções preconcebidas sobre o ecossistema de criadores”, afirma o executivo em sua carta. “Hoje, tendências antes consideradas estranhas, como ASMR e assistir outras pessoas jogando videogames, são sucessos populares.”

Mesmo assim, a rede promete aprimorar sistemas atuais contra spam, clickbait e conteúdos repetitivos.

YouTube vai ficar mais parecido com TikTok

Entre as novidades anunciadas por Mohan, os Shorts poderão ser compostos apenas por imagens estáticas, um formato também oferecido pelo TikTok. Esse tipo de conteúdo aparecerá diretamente no feed.

Outro movimento para 2026 é a ampliação do YouTube Shopping, que permite comprar produtos diretamente pelo aplicativo do streaming, sem precisar acessar uma loja — de um jeito parecido com o TikTok Shop. No exterior, o YouTube Shopping já conta com 500 mil criadores. Ainda não há nenhuma informação sobre disponibilidade no Brasil.

Rede reforça controle parental para evitar regulamentação

Mohan também reforçou as iniciativas do YouTube para garantir, em suas palavras, “uma experiência de visualização adequada” para crianças e adolescentes. O executivo lembrou das medidas de controle parental recém-anunciadas, que permitem que responsáveis limitem ou bloqueiem o acesso aos vídeos curtos em contas de menores de idade

O texto traz ainda uma alfinetada nas tentativas de regulamentação, dizendo que a empresa acredita que “os pais — e não os governos — devem decidir o que é melhor para suas famílias”.
YouTube: criadores terão IA para gerar vídeos com sua própria imagem

YouTube: criadores terão IA para gerar vídeos com sua própria imagem
Fonte: Tecnoblog

Usuários de Gmail poderão ter mais de um endereço @gmail.com

Usuários de Gmail poderão ter mais de um endereço @gmail.com

Gmail prepara recurso para alterar o endereço @gmail.com (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

O Gmail agora permite alterar o endereço de e-mail ou criar um alias com @gmail.com sem apagar o original.
O recurso está em fase de testes, inicialmente disponível em hindi, sugerindo testes na Índia.
O endereço antigo continua funcionando como alias, permitindo que mensagens cheguem à mesma caixa de entrada.

O Google começou a liberar um recurso aguardado há anos pelos usuários do Gmail: a possibilidade de alterar o endereço de email ou criar um novo alias (ou seja, um redirecionamento) sem precisar abandonar a conta original. A novidade apareceu em um documento de suporte da empresa e indica uma mudança relevante na forma como o serviço lida com identidades.

Até agora, o Gmail permitia apenas o uso de variações internas, mas não autorizava a troca efetiva do endereço principal. Com a nova função, o usuário ganha mais flexibilidade para reorganizar sua caixa de entrada, corrigir nomes antigos ou adotar um e-mail mais adequado ao uso profissional ou pessoal.

O que muda no Gmail?

Segundo o documento de suporte, o endereço de email associado à conta do Google é o principal identificador usado para acessar serviços como Gmail, Drive, YouTube e outros. “Esse endereço ajuda você e outras pessoas a identificar sua conta”.

Na sequência, o texto detalha a principal novidade: “Se quiser, você pode alterar o endereço de e-mail da sua Conta do Google que termina em gmail.com para um novo endereço de e-mail que também termine em gmail.com”. Isso significa que o usuário poderá definir um novo endereço principal, sem precisar criar uma conta do zero.

Outro ponto importante é que o endereço antigo não deixa de funcionar. Ele passa a atuar como um alias, permitindo que mensagens enviadas para qualquer uma das duas opções cheguem à mesma caixa de entrada. Na prática, o usuário pode manter dois endereços @gmail.com ativos simultaneamente.

A documentação ainda aponta que haverá um período de trava logo após criar um novo endereço no Gmail.

Usuário do Gmail poderá definir um novo endereço principal, sem precisar criar uma conta do zero (Imagem: Ana Marques/Tecnoblog)

Quem já pode usar o recurso?

O Google ainda não fez um anúncio oficial. No entanto, a existência do documento indica que o recurso já está em fase de liberação gradual. Por enquanto, o material foi encontrado apenas em hindi, o que sugere que os testes iniciais estejam concentrados na Índia antes de uma expansão global.

Usuários que já tiverem acesso encontrarão a opção dentro das configurações da conta do Google, com um link direto para a página de suporte que explica o processo. Não há, até o momento, um cronograma público para a liberação geral.

Serviços concorrentes, como Outlook e Proton Mail, permitem há anos a criação e a troca de aliases de forma mais ampla.
Usuários de Gmail poderão ter mais de um endereço @gmail.com

Usuários de Gmail poderão ter mais de um endereço @gmail.com
Fonte: Tecnoblog

YouTube fora do ar: site de vídeos sofre soluço nesta sexta-feira (19)

YouTube fora do ar: site de vídeos sofre soluço nesta sexta-feira (19)

YouTube apresenta pane (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

O YouTube ficou fora do ar nesta sexta-feira (19) para uma parcela relevante dos usuários. A plataforma do Google rapidamente subiu no monitoramento da ferramenta DownDetector, um indicativo de que passa por uma instabilidade técnica. A pane se mostrou mais proeminente a partir das 10h10. No nosso monitoramento, a situação parece ter sido resolvida por volta das 10h40.

Por ora, não temos nenhuma informação sobre o que ocorreu com a plataforma de vídeos.

No X, pessoas lamentam o problema com o YouTube nesta manhã (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)
YouTube fora do ar: site de vídeos sofre soluço nesta sexta-feira (19)

YouTube fora do ar: site de vídeos sofre soluço nesta sexta-feira (19)
Fonte: Tecnoblog

Como transcrever vídeo do YouTube de forma simples e rápida

Como transcrever vídeo do YouTube de forma simples e rápida

Como transcrever vídeo do YouTube de forma simples e rápida (imagem: reprodução/EaseUS)

Baixar vídeos do YouTube é uma ação válida em várias situações, mas há circunstâncias em que é necessário ir além. É o caso de quando precisamos, também, transcrever (transformar em texto) as falas existentes no vídeo. Com ferramentas como o EaseUS VideFlow, é possível fazer isso e muito mais.

Você pode precisar transcrever vídeos do YouTube para criar uma legenda para um conteúdo baixado, adicionar o texto resultante a um documento, traduzir falas que estão em outros idiomas, auxiliar pessoas que têm deficiência auditiva e assim por diante.

Softwares ou sites para transcrição de vídeos existem aos montes por aí. O problema é que grande parte deles gera resultados de baixa qualidade ou muito limitados. É neste ponto que ferramentas como o EaseUS VideFlow aparecem como uma boa solução.

O que é o EaseUS VideFlow?

O EaseUS VideFlow é um software que permite realizar tarefas como baixar, transcrever e editar vídeos. Se você precisa fazer download ou transcrever um vídeo no YouTube, a ferramenta consegue executar essas tarefas de modo ágil e descomplicado.

Um detalhe interessante é que, apesar de estarmos falando sobre o YouTube, o EaseUS VideFlow pode baixar e transcrever vídeos de mais de 1.000 sites e plataformas online, como Instagram, Facebook, X (Twitter), TikTok, Vimeo, Dailymotion e tantas outras.

Aqui estão os recursos e características mais notáveis do EaseUS VideFlow:

compatível com YouTube e mais de 1.000 sites ou serviços online de vídeos;

capaz de converter os vídeos baixados para formatos como MP4, MOV e GIF;

trabalha com resoluções de vídeo avançadas, como HD, 4K e 8K;

pode converter áudio dos vídeos baixados para formatos como MP3 e WAV;

permite baixar múltiplos vídeos de uma só vez (download em lote);

tem versões para Windows (10 e 11) e Mac;

consegue transcrever e resumir textos, bem como gerar legendas;

oferece funções de edição de vídeo potencializadas por inteligência artificial;

funciona em português e em vários outros idiomas;

conta com interface amigável e intuitiva, o que possibilita o seu uso até por pessoas pouco familiarizadas com o computador.

Como transcrever vídeos do YouTube com o EaseUS VideFlow?

É fácil! Comece por baixar o EaseUS VideFlow em seu computador. Após o download, execute o arquivo de instalação e prossiga com o procedimento conforme as orientações que aparecem na tela.

Depois que a ferramenta tiver sido instalada, faça o seguinte:

Passo 1. Acesse o vídeo no YouTube a ser transcrito e copie o seu link a partir da barra de endereços do navegador.

Passo 2. Abra o EaseUS VideFlow em seu computador.

Passo 3. Toque no botão “Colar Link” ou equivalente para baixar o vídeo do YouTube em sua máquina. Aguarde o download ser concluído. O procedimento costuma ser rápido.

Transcrição de vídeo no EaseUS VideFlow (imagem: reprodução/EaseUS)

Passo 4. No EaseUS VideFlow, acesse a coluna à direita e vá à área de ferramentas de vídeo. Ali, escolha “Vídeo para texto” ou equivalente.

Passo 5. Vá à pasta onde o vídeo foi baixado e selecione-o. Agora é só aguardar a transcrição ser concluída. Ela poderá ser salva em formato TXT (texto puro) ou DOC (Word), por exemplo.

Repare que, na mesma área de ferramentas, você pode acessar vários outros recursos úteis, como gerar legendas, resumir o vídeo, transformar um trecho em GIF animado e converter formatos.

Ainda na coluna à direita do EaseUS VideFlow, você tem acesso a recursos de edição potencializados por IA, como colorização de vídeo em preto e branco, remoção de ruído (granulados na imagem), aprimoramento de cores, entre vários outros.

Os vários recursos de IA do VideFlow (imagem: reprodução/EaseUS)

Tem como transcrever vídeo do YouTube de modo online?

Tem, sim. A EaseUS conta com uma ferramenta online para transcrever vídeo do YouTube, de modo que você não precise instalar nenhum software em seu computador para isso.

Um detalhe interessante é que essa ferramenta usa uma tecnologia de inteligência artificial para gerar as transcrições. Com isso, ela pode separar as vozes de duas ou mais pessoas que conversam no vídeo de modo automático, bem como traduzir o texto resultante para mais de 30 idiomas, só para dar alguns exemplos de seu potencial.

Para transcrever vídeos do YouTube com esse método, faça o seguinte:

Passo 1. Acesse o YouTube em seu navegador de internet, procure o vídeo a ser transcrito e copie o seu respectivo link a partir da barra de endereços.

Passo 2. Na página da ferramenta online que transcreve vídeo do YouTube, cole o link copiado anteriormente no campo principal ou, se preferir, faça upload de um vídeo já armazenado em seu computador ou dispositivo móvel.

Passo 3. Escolha um idioma para a transcrição ser feita, se preferir, e clique ou toque no botão de gerar transcrição. O resultado será apresentado em texto dentro de alguns instantes. Na sequência, você pode baixar ou copiar o conteúdo.

Ferramenta online de transcrição da EaseUS (imagem: reprodução/EaseUS)

Há outras opções online para transcrever vídeo do YouTube?

Há outras opções, sim. Porém, é importante estar ciente de que elas tendem a ser mais limitadas em recursos ou disponibilidade, ou exibir anúncios invasivos, por exemplo.

Uma dessas alternativas é o site Ytscribe, que funciona assim:

Passo 1. Entre no YouTube e copie o link do vídeo a ser transcrito.

Passo 2. Acesse o endereço ytscribe.com em seu navegador.

Passo 3. No site do Ytscribe, cole o link copiado e clique ou toque no botão de transcrever.

Passo 4. Faça login no Ytscribe com a sua conta Google para o procedimento começar e aguarde o seu término. Sem o login, não é possível usar a ferramenta.

Outra alternativa é o site Mapify. Para usá-lo, proceda do seguinte modo:

Passo 1. Acesse o endereço mapify.so/pt/tools/youtube-to-transcript em seu navegador.

Passo 2. Entre no YouTube e copie o link do vídeo cujo conteúdo deve ser transcrito.

Passo 3. Cole o link copiado no campo principal do Mapify e clique ou toque no botão de transcrição.

Passo 4. Aguarde a transcrição ser concluída. Por fim, copie ou baixe o texto resultante. Note, porém, que a versão gratuita funciona apenas com vídeos do YouTube que já têm legenda embutida.

Conclusão

No decorrer do texto, você viu que há várias opções de ferramentas para transcrever vídeos do YouTube. O EaseUS VideFlow se destaca entre as soluções apresentadas por ter numerosos recursos complementares, incluindo capacidade de baixar múltiplos vídeos, gerar legendas e permitir edições rápidas.

Independentemente da opção escolhida, é importante fazer uso do conteúdo resultante apenas para fins pessoais. Não baixe vídeos quando não houver autorização para isso e não republique o conteúdo transcrito em outros meios se você não tiver permissão dos autores para isso.
Como transcrever vídeo do YouTube de forma simples e rápida

Como transcrever vídeo do YouTube de forma simples e rápida
Fonte: Tecnoblog

YouTube testa o retorno das mensagens diretas dentro do app

YouTube testa o retorno das mensagens diretas dentro do app

YouTube testa ferramenta de mensagens diretas dentro do app (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

YouTube testa o retorno das mensagens diretas no app para facilitar o compartilhamento de vídeos.
O novo sistema de DMs inclui travas de segurança, como convites prévios para iniciar conversas e ferramentas para bloquear ou denunciar usuários.
A reintrodução das mensagens diretas deve integrar melhor os YouTube Shorts com a parte social, semelhante ao Instagram e TikTok.

O YouTube parece disposto a voltar atrás quanto à existência de uma ferramenta de chat dentro da rede. A plataforma começou a testar mensagens diretas (DMs) no app para dispositivos móveis, e a novidade já está sendo distribuída para um grupo seleto de usuários na Europa.

O teste, anunciado na página de suporte do YouTube, é descrito pela própria plataforma como uma resposta aos pedidos da comunidade. Atualmente, a funcionalidade, que permite o compartilhamento de vídeos e conversas sem sair do ambiente do YouTube, é restrita a usuários maiores de 18 anos na Irlanda e na Polônia.

Como funciona o chat nativo?

A proposta é simples e semelhante ao funcionamento de outras redes sociais, como o Instagram e o TikTok. Com a mudança, ao encontrar um vídeo, o usuário poderá enviá-lo para um amigo e iniciar uma conversa sem precisar copiar o link e abrir outro app.

Segundo a página de suporte encontrada pelo 9to5Google, o sistema foi desenhado com travas de segurança. Para iniciar um bate-papo, será necessário enviar um convite prévio. O destinatário poderá aceitar ou recusar a solicitação, além de ter ferramentas para bloquear usuários ou denunciar conversas mal-intencionadas.

O YouTube também deixa claro que o espaço não será “terra sem lei”. As mensagens trocadas estarão sujeitas às mesmas Diretrizes da Comunidade que regem os vídeos e comentários públicos.

Isso significa que sistemas automatizados poderão escanear o conteúdo dos chats em busca de violações e aplicar punições, se necessário.

Novidade para alavancar os Shorts?

Usuários poderiam compartilhar vídeos e conteúdos do Shorts sem sair do app (imagem: divulgação)

Além de ser um suposto pedido dos usuários, o movimento deve tentar repetir no YouTube Shorts o sucesso que a Meta e a ByteDance tiveram com a integração entre suas seções de vídeos curtos e a parte social do Instagram e do TikTok.

Os dois apps integram um robusto sistema de mensagens diretas que incentiva o compartilhamento interno entre amigos.

Ao reimplementar as mensagens, a estratégia do YouTube é transformar a plataforma em uma rede social mais completa, aumentando o tempo de tela e evitando que o engajamento “vaze” para mensageiros concorrentes.

Recurso parecido já existiu

YouTube teve seção de mensagens há alguns anos (imagem: André Fogaça/Tecnoblog)

O YouTube manteve um recurso nativo de mensagens diretas entre 2017 e 2019, mas decidiu matá-lo em setembro daquele ano.

Na época, a justificativa oficial da empresa foi a necessidade de priorizar “conversas públicas”, como comentários, posts na comunidade e stories. A decisão gerou críticas imediatas, especialmente entre o público mais jovem. Agora, meia década depois, o Google parece ter percebido que abrir mão desse canal de comunicação foi um erro estratégico.
YouTube testa o retorno das mensagens diretas dentro do app

YouTube testa o retorno das mensagens diretas dentro do app
Fonte: Tecnoblog