Category: Telecomunicações

Vivo aumenta preço e internet de quase 100 planos

Vivo aumenta preço e internet de quase 100 planos

Condições comerciais começam em 6 de julho (ilustração: Vitor Pádua / Tecnoblog)

Resumo

A Vivo aumentou o preço de quase 100 planos de internet controle e pós-pago.
As mudanças passam a valer em 6 de julho.
Operadora informou que os clientes poderão optar por manter ou trocar de plano.

Os clientes da Vivo vão perceber uma fatura mais cara a partir de 6 de julho. A operadora confirmou ao Tecnoblog que fará uma revisão das condições comerciais. Além do custo maior, os serviços também receberão uma franquia de internet mais generosa. Diversos pacotes do Vivo Controle com 6 GB passarão a 11 GB, por exemplo, de acordo com uma verificação realizada pela nossa redação.

Assinantes do Vivo Controle de 9 GB também devem perceber uma bela diferença: os cerca de 15 planos assim vão pular para 20 GB, mais que o dobro. Já no caso do Vivo Pós, a mudança mais expressiva fica nos pacotes com 20 GB, que sobem para 25 GB a partir do próximo mês.

O comunicado oficial explica que a mudança “proporciona ainda mais acesso aos seus aplicativos e conteúdos preferidos”. Nós entramos em contato e insistimos com a prestadora, mas a Vivo não informou ao Tecnoblog o percentual de reajuste nem uma tabela com o antes e depois. Ou seja, será necessário checar nas comunicações individuais, que podem chegar por SMS ou email.

A prestadora vai aproveitar a oportunidade para mudar os nomes das ofertas, o que está em linha com o novo RGC (Regulamento Geral de Direitos do Consumidor de Serviços Telecomunicações). A Vivo nos disse ainda que os clientes poderão “optar por manter ou trocar o pacote atual”.

Confira abaixo os 97 planos que passam a valer em julho, conforme a consulta que fizemos ao site oficial da Vivo. Aproveite para nos contar nos comentários: a sua fatura vai ficar mais cara?

Quais os novos planos do Vivo Controle?

Nome atualFranquia atualNome novoFranquia novaDiferençaVIVO CONTROLE 5GB II5 GBVivo Controle 10GB II10 GB+5 GBVIVO CONTROLE 6GB6 GBVivo Controle 11GB X11 GB+5 GBVIVO CONTROLE 6GB I6 GBVivo Controle 11GB IX11 GB+5 GBVIVO CONTROLE 6GB II6 GBVivo Controle Pln 11GB II11 GB+5 GBVIVO CONTROLE 6GB III6 GBVivo Controle Pln 11GB III11 GB+5 GBVIVO CONTROLE 6GB V6 GBVivo Controle 11GB VIII11 GB+5 GBVIVO CONTROLE 6GB VI6 GBVivo Controle Pln 11GB IV11 GB+5 GBVIVO CONTROLE 6GB VII6 GBVivo Controle Pln 11GB11 GB+5 GBVIVO CONTROLE 6GB VIII6 GBVivo Controle 11GB VII11 GB+5 GBVIVO CONTROLE 7GB I7 GBVivo Controle 15GB IX15 GB+8 GBVIVO CONTROLE 7GB III7 GBVivo Controle Pln 12GB II12 GB+5 GBVIVO CONTROLE 7GB IV7 GBVivo Controle Pln 15GB III15 GB+8 GBVIVO CONTROLE 7GB V7 GBVivo Controle Pln 20GB20 GB+13 GBVIVO CONTROLE 7GB VI7 GBVivo Controle Pln 20GB II20 GB+13 GBVIVO CONTROLE 7GB VII7 GBVivo Controle Pln 20GB20 GB+13 GBVIVO CONTROLE 7GB VIII7 GBVivo Controle 15GB V15 GB+8 GBVIVO CONTROLE 8GB8 GBVivo 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E as novas ofertas do Vivo Pós?

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Vivo aumenta preço e internet de quase 100 planos

Vivo aumenta preço e internet de quase 100 planos
Fonte: Tecnoblog

O que é delay? Entenda as causas de atrasos em transmissões ao vivo

O que é delay? Entenda as causas de atrasos em transmissões ao vivo

Delay é uma consequência técnica dos processos envolvidos na transmissão de dados em tempo real (Imagem: Soumith Soman/Pexels)

Delay é o tempo de atraso que ocorre entre o envio e a recepção de dados. O efeito ocorre principalmente em transmissões ao vivo de imagem e áudio.

Esse atraso ocorre devido a tratamentos e distribuição do sinal aos dispositivos eletrônicos. Questões ligadas a infraestrutura e recursos de processamento de aparelhos também causam delay.

Devido a essas questões técnicas, o delay impacta serviços como TV aberta, streaming e ligações telefônicas, mas de formas diferentes. Como exemplo, a TV aberta consegue reproduzir os jogos do Brasil na Copa do Mundo com menos delay do que canais de streaming.

A seguir, entenda melhor o que é e quais as causas do delay, e confira as transmissões com menos atrasos.

ÍndiceO que é delay?O que significa delay?Quais são as causas do delay?Quais serviços podem ser afetados pelo delay?Como o delay é medido?Quais transmissões têm menos delay?Tem como diminuir o delay de uma transmissão?Qual é a diferença entre delay e lag?Qual é a diferença entre delay e input lag?

O que é delay?

No contexto de tecnologia, delay é o tempo de atraso entre o envio e recepção de dados. O delay é bastante popular em transmissões ao vivo, que distribuem sinais de vídeo e áudio por radiodifusão, satélite ou internet.

Para ilustrar melhor o que é o delay, pense em um jogo de futebol: torcedores no estádio estão acompanhando tudo em tempo real, mas quem está assistindo à partida pela TV ou streaming verá os lances com um certo atraso temporal.

Esse atraso é chamado de delay.

O que significa delay?

O termo “delay” vêm do inglês e significa “atraso” em tradução livre. A expressão costuma ser utilizada para ilustrar a demora que ocorre no processo de transmissão de dados.

Quais são as causas do delay?

O processamento de dados é uma das principais causas do delay, já que o sinal captado por câmeras e microfones passa por tratamentos técnicos até chegar aos dispositivos. E cada etapa de processamento adiciona milissegundos ou segundos de atraso em relação ao tempo real.

Codificação e decodificação de sinal, envio a satélites ou servidores e fragmentação da mídia são exemplos de processos usados em transmissões ao vivo. TVs e rádios, que usam radiodifusão, exigem menos processos. Já streamings precisam passar por mais etapas — e por isso têm mais delay.

Questões técnicas para tratamento e distribuição do sinal causam o delay (Imagem: Isaiah Ekele/Pexels)

A distância percorrida pelo sinal também influencia no delay. E isso significa que transmissões que dependem de infraestruturas mais distantes do usuário final tendem a receber o sinal com mais atraso.

Outro fator que aumenta o delay são os recursos de tratamento de som de imagem de dispositivos. No caso, qualquer processamento extra (como upscaling ou redução de ruído) pode elevar o tempo de atraso até a exibição final do conteúdo.

Quais serviços podem ser afetados pelo delay?

O delay pode afetar qualquer serviço baseado em transmissão e processamento de dados em tempo real. E isso inclui:

Transmissões de TV Aberta e rádio;

Transmissões de TV via fibra óptica ou satélite;

Streaming de áudio e vídeo;

Ligações telefônicas;

Chamadas e videoconferências via internet;

Jogos online.

Como o delay é medido?

Usamos unidades de tempo para medir o delay, como milissegundos (ms), segundos (s) e minutos (min).

Taxas mais baixas de delay indicam que o que você está vendo na tela está mais próximo do tempo real. Em contrapartida, delay de vários segundos ou minutos significa que o conteúdo exibido já aconteceu há algum tempo.

Quais transmissões têm menos delay?

Transmissões de ondas de rádio têm menos delay porque o envio de sinal é quase instantâneo e em massa (broadcast). Já transmissões de dados via internet (como streaming) dependem de vários processos e usam o modelo unicast, de um ponto para cada destinatário.

Em geral, transmissões de rádio e TV aberta apresentam níveis de delay menores, seguidos por serviços de TV por assinatura (fibra óptica, cabo ou satélite) e conteúdos de streaming.

Live streaming costumam ter mais delay por envolver mais processamentos de sinal (Imagem: Libby Penner/Unsplash)

Tem como diminuir o delay de uma transmissão?

Não. O delay é consequência de questões físicas e operacionais de uma transmissão que fogem do controle do telespectador. Somente as emissoras, plataformas ou canais podem reduzir o delay, desde que otimizem a infraestrutura e processos usados no envio de sinal.

No entanto, você pode adotar boas práticas para melhorar a internet em streamings. Também é recomendável desativar processamentos de imagem e áudio para evitar qualquer atraso mínimo na sincronização do sinal.

As ações não vão diminuir o tempo de delay, mas ajudam a evitar travamentos para uma experiência mais fluida e sincronizada.

Qual é a diferença entre delay e lag?

Delay é o tempo de atraso entre o envio e a recepção de dados. Em outras palavras, trata-se da diferença de tempo entre o que ocorre ao vivo e o que está sendo reproduzido no sinal de imagem ou áudio.

Já o lag costuma ser relacionado a problemas na comunicação ou processamento durante a transmissão de sinal, cujos efeitos podem resultar em engasgos e travamentos.

Como exemplo, o delay é quando a TV do vizinho reproduz um gol antes do seu televisor. Já lag pode acontecer quando seu jogo online trava devido a falhas de conexão.

Qual é a diferença entre delay e input lag?

Delay consiste no atraso de sinal que ocorre durante a transmissão de dados em tempo real, devido aos processos técnicos envolvidos.

Já input lag se refere ao tempo de atraso entre um comando e a resposta visual na tela, envolvendo dispositivos de entrada (como mouses, monitores e teclados).

O que é delay? Entenda as causas de atrasos em transmissões ao vivo

O que é delay? Entenda as causas de atrasos em transmissões ao vivo
Fonte: Tecnoblog

Nubank libera NuCel para menores de 18 anos

Nubank libera NuCel para menores de 18 anos

NuCel é o serviço de telefonia do Nubank (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

Nubank liberou o NuCel para jovens a partir de 16 anos.
Os jovens poderão contratar o serviço de telefonia móvel diretamente pelo aplicativo.
Conta será administrada pelo jovem, mas os responsáveis receberão notificações sobre a contratação e poderão cancelar o plano.

A operadora de telefonia NuCel, do Nubank, agora pode ser contratada pelos adolescentes com idades de 16 a 18 anos. O conglomerado financeiro fez o anúncio da novidade nesta terça-feira (26/05), cerca de três anos após começar a atender essa faixa etária.

Segundo o NuCel, os planos são os mesmos já oferecidos para clientes adultos, com preços a partir de R$ 45 por mês. A contratação funciona no modelo controle, sem fidelização e com renovação automática.

Conta será administrada pelo adolescente

O jovem conseguirá gerenciar e cancelar o plano sem autorização manual dos responsáveis, já que os termos são aceitos ao abrir a conta Nubank. Ainda assim, pais e responsáveis receberão notificações em tempo real sobre os atos do serviço: contratação, cancelamento e status de pagamento.

O Nubank afirma que a autonomia é permitida porque o NuCel não envolve risco de endividamento ou perdas financeiras. O responsável legal também pode cancelar o serviço, se desejar.

NuCel oferece planos a partir de R$ 45 por mês (foto: Caio Hansen/Tecnoblog)

Os planos oferecem aos jovens conexão 5G com acesso ilimitado ao WhatsApp e ao app do Nubank. Como incentivo de lançamento, os menores também terão acesso a Caixinha Turbo com rendimento de 120% do CDI por tempo limitado. A fintech diz que a proposta é estimular educação financeira desde cedo.

Ao Tecnoblog, o Nubank também afirmou que não fará monitoramento de navegação ou controle parental sobre os conteúdos acessados pelos adolescentes. Segundo a empresa, esse tipo de gestão continua sob responsabilidade das ferramentas do sistema operacional do celular ou aplicativos dedicados.

Quanto custa o NuCel?

Os planos atuais têm os seguintes preços:

25 GB por R$ 45/mês

30 GB por R$ 60/mês

40 GB por R$ 70/mês

Todos os planos incluem WhatsApp ilimitado, voz ilimitada, acesso ao aplicativo do Nubank e Caixinha Turbo que rende 120% do CDI. Por outro lado, o NuCel não oferece roaming internacional.

Lançado em 2025, o NuCel funciona como uma MVNO (operadora móvel virtual) e usa a infraestrutura de rede da Claro para oferecer conexão aos clientes.
Nubank libera NuCel para menores de 18 anos

Nubank libera NuCel para menores de 18 anos
Fonte: Tecnoblog

Anatel troca multa milionária da Claro por novo compromisso

Anatel troca multa milionária da Claro por novo compromisso

Operadora terá que investir em infraestrutura de rede para estudantes (foto: Paulo Higa/Tecnoblog)

Resumo

Anatel converteu multa de R$ 30,8 milhões da Claro em investimentos.
A operadora deverá investir R$ 7,6 milhões para conectar universidades e institutos federais.
A Claro tem 60 dias para enviar relatório à Anatel com unidades que receberão melhorias primeiro.

A Anatel converteu uma multa de R$ 30,8 milhões aplicada à Claro em investimentos para ampliar a conectividade em instituições públicas de ensino. Segundo o Poder360, a operadora terá de destinar R$ 7,6 milhões à implantação de internet de alta velocidade em universidades e institutos federais, conforme despacho publicado no Diário Oficial da União.

O Conselho Diretor da agência reguladora já havia aprovado a medida por unanimidade no dia 7 de maio, mas a validação legal só saiu nessa sexta-feira (15/05). De acordo com os documentos oficiais da Anatel, os recursos da Claro serão usados para estruturar redes de fibra óptica e conectar as faculdades à RNP (Rede Nacional de Ensino e Pesquisa), o que deve melhorar a rotina de estudantes e pesquisadores.

Como funciona a troca da multa por investimentos?

Esse mecanismo é conhecido no setor de telecomunicações como “obrigação de fazer”. Na prática, o negócio funciona de um jeito bem simples: em vez de a operadora pagar a punição em dinheiro para o caixa do Tesouro Nacional, a Anatel dá um abatimento generoso. Em contrapartida, exige que a empresa gaste o dinheiro ampliando a infraestrutura de rede no país.

Após os cálculos previstos pelas regras da agência, o valor final ficou fixado em R$ 7,6 milhões — quantia que ainda passará por correção monetária para a compra de cabos e equipamentos de conectividade. O objetivo principal do projeto é combater o “apagão digital” nas salas de aula e laboratórios federais.

Vale mencionar que os termos do acordo apontam que, se a Claro não iniciar as melhorias no prazo estipulado pelo governo, a empresa perde o direito ao desconto e volta a dever o valor integral de R$ 30,8 milhões.

Por que a Claro foi multada pela Anatel?

Anatel converte parte da sanção milionária em conectividade para estudantes (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

A fiscalização da Anatel descobriu que a Claro descumpriu várias regras do Regulamento Geral de Direitos do Consumidor (RGC). Entre os problemas encontrados estavam a cobrança indevida de multas por quebra de fidelidade e a falta de clareza na hora de oferecer planos sem contratos de permanência.

Essa estratégia de trocar sanções por conectividade acadêmica virou rotina na agência. Este caso já representa o quinto acordo do tipo fechado somente em 2026. Como lembra o Poder360, em fevereiro, outras operadoras já haviam abatido R$ 29 milhões em dívidas para levar internet a 118 faculdades espalhadas por 72 municípios brasileiros.

O desafio, contudo, ainda é grande: dados oficiais do governo apontam que pelo menos 213 instituições de ensino federais sofrem com a falta de conexões adequadas. A Claro agora tem um prazo de 60 dias para enviar um relatório à Anatel informando quais unidades da lista receberão melhorias primeiro. A agência promete fiscalizar o andamento das obras de perto.
Anatel troca multa milionária da Claro por novo compromisso

Anatel troca multa milionária da Claro por novo compromisso
Fonte: Tecnoblog

Operadora promete 5G de graça sempre que a fibra cair

Operadora promete 5G de graça sempre que a fibra cair

Benefício libera dados móveis sem desconto quando a fibra cai (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

Unifique oferece o benefício “Conexão Garantida” para clientes de planos com internet fibra e móvel.
A novidade libera o uso de dados móveis sem descontar da franquia quando a internet fixa fica fora do ar.
O benefício é válido por 1 a 5 dias, conforme a data da visita técnica, e pode ser estendido mediante nova solicitação.

A Unifique passou a oferecer um benefício para clientes de planos com internet fibra e móvel. Chamado de “Conexão Garantida”, o recurso libera o uso de dados móveis sem descontar da franquia quando a internet fixa fica fora do ar.

Com a oferta, os clientes devem permanecer conectados enquanto o problema técnico não é resolvido. A operadora atua principalmente no Sul do Brasil e vende combos de fibra + móvel a partir de R$ 99,90 por mês.

No entanto, a ativação não é automática. O cliente precisa entrar em contato com a operadora, solicitar o reparo da internet e aguardar o agendamento da visita técnica. Só então, se cumprir os critérios, o acesso móvel ilimitado é liberado.

Como funciona?

Ativação depende de contato com a operadora e visita técnica (imagem: divulgação)

Se a falha não puder ser resolvida remotamente, a Unifique agenda um técnico e ativa o benefício na linha móvel vinculada ao mesmo CPF ou CNPJ. Durante esse período, o uso de dados não é descontado da franquia nem gera cobrança extra.

O acesso vale por 1 a 5 dias, conforme a data da visita. Em alguns casos, pode ser estendido mediante nova solicitação. Quando a internet fixa volta — ou o prazo termina —, o consumo retorna ao normal.

Regras e limitações

A prestadora explica que o benefício tem restrições:

vale para apenas uma linha móvel por cliente;

não é cumulativo com outras promoções;

não gera desconto ou crédito na fatura;

não cobre interrupções programadas;

pode ser cancelado em caso de uso indevido (a Unifique não detalha o que se enquadra nessa categoria, mas geralmente é o uso da rede para atividades ilícitas).

Operadora promete 5G de graça sempre que a fibra cair

Operadora promete 5G de graça sempre que a fibra cair
Fonte: Tecnoblog

Sky renova marca e confirma internet por satélite no Brasil

Sky renova marca e confirma internet por satélite no Brasil

O novo logotipo da Sky (imagem: reprodução/Sky)

Resumo

Sky renova sua marca e confirma plano para oferecer internet via satélite no Brasil, além de serviços de telefonia móvel;
empresa passa a ter cinco divisões: Sky (TV por assinatura), Sky+ (TV ao vivo e streaming), Sky Empresas (TV para estabelecimentos), Sky Móvel (telefonia 4G e 5G) e Sky Link (internet por satélite);
na Sky Móvel, planos incluem opções de 6 GB a 50 GB, com preços variando de R$ 29,90 a R$ 89,90.

Aquela Sky que atuava apenas com TV por assinatura realmente ficou no passado. A companhia também já vende planos de streaming por meio da plataforma Sky+ e, agora, se prepara para oferecer internet via satélite (Sky Link). Para representar a nova fase, a Sky acabou de renovar a sua identidade visual.

O novo logotipo não é, exatamente… novo. O símbolo é muito parecido com o que é adotado pela Sky britânica, com a diferença de que, lá, a marca é colorida. No Brasil e em outros países da América Latina, o logotipo é todo vermelho.

Esse é um detalhe curioso, pois a Sky britânica é uma empresa diferente da Sky da América do Sul, que é controlada pela Waiken ILW. De acordo com o Teletime, houve um acordo entre ambas as partes para que um logotipo similar ao da companhia britânica fosse adotado no Brasil e países vizinhos.

Mais importante, porém, é o que essa mudança representa. O rebranding vem para fazer a Sky estabelecer-se em cinco divisões principais, com as duas últimas sendo novas. São elas:

Sky: planos de TV por assinatura

Sky+: TV ao vivo e streaming

Sky Empresas: planos de TV para bares, hotéis, academias e afins

Sky Móvel: planos de telefonia 4G e 5G

Sky Link: internet por assinatura

Esse novo posicionamento expressa uma transformação profunda. Aos 30 anos de nossa operação no Brasil, somos uma marca que evoluiu junto com seus clientes e que hoje conecta entretenimento, tecnologia e serviços em um ecossistema integrado.

Eduardo Bernstein, diretor de Comunicação da Sky Brasil

Sky passa a ter 5 divisões principais (imagem: reprodução/Sky)

O que é a Sky Móvel?

A Sky Móvel e Sky Link são as divisões que mais chamam a atenção nesta nova fase. Falando da primeira, a Sky Móvel estreou neste mês de abril como uma operadora móvel virtual (MVNO). Como o Tecnoblog revelou com exclusividade, trata-se de uma parceria estabelecida com a Surf Telecom.

Os planos oferecidos no momento, todos pós, são estes (valores sem considerar promoções):

Sky Móvel 6 GB: R$ 29,90

Sky Móvel 15 GB: R$ 39,90

Sky Móvel 30 GB: R$ 69,90

Sky Móvel 50 GB: R$ 89,90

E o que é a Sky Link?

A Sky Link surge para concorrer com a Starlink na oferta de acesso à internet via satélite. Para tanto, a Sky utilizará os serviços do Amazon Leo que, assim como a Starlink, operará com satélites de órbita baixa.

Mas, como a rede de satélites da Amazon ainda não está operando comercialmente, não há data confirmada para a estreia da Sky Link. Mas podemos esperar por novidades em breve, afinal, a previsão é a de que o Amazon Leo comece a funcionar ainda em 2026.
Sky renova marca e confirma internet por satélite no Brasil

Sky renova marca e confirma internet por satélite no Brasil
Fonte: Tecnoblog

Starlink fecha parceria no Brasil para ampliar internet via satélite

Starlink fecha parceria no Brasil para ampliar internet via satélite

Starlink é o serviço de internet via satélite desenvolvido pela SpaceX (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

Starlink firmou parceria com a Alares para venda conjunta de planos de internet no Brasil.
O acordo mira regiões sem fibra óptica, como áreas rurais e localidades mais afastadas, e deve ser divulgado em maio.
Os planos devem repetir as ofertas da Starlink no Brasil, com velocidades a partir de 100 Mb/s por R$ 149 por mês.

A Starlink firmou uma parceria com a Alares para ampliar a oferta de seus serviços no Brasil. O acordo prevê a venda conjunta de planos de internet, combinando a infraestrutura de satélites de Elon Musk com a operação comercial da operadora brasileira, segundo informações do jornal Estadão.

As empresas devem focar em regiões onde a fibra óptica não chega, como áreas rurais e localidades mais afastadas. Apuramos aqui no Tecnoblog que a Alares é o quinto maior provedor de internet do Brasil, e consta na Anatel como Giga Mais Fibra. 

De acordo com o jornal, o lançamento das ofertas está previsto para maio. Os planos devem replicar os mesmos já disponíveis diretamente pela Starlink no mercado brasileiro, com velocidades a partir de 100 Mb/s a R$ 149 por mês.

No final de janeiro, a Starlink bateu a marca de 1 milhão de clientes em solo nacional. Já a Alares possui 129 lojas físicas e tem mais de 820 mil clientes registrados na Anatel até fevereiro de 2026. A companhia é controlada pela Grain Management, gestora dos EUA de fundos de private equity.

Vale lembrar que a Amazon tem um projeto semelhante na América do Sul: a companhia de Jeff Bezos fechou um acordo com a Vrio em 2024 para oferecer internet por satélite do Amazon Leo na região. A Vrio controla a Sky no Brasil e a Directv em países vizinhos.
Starlink fecha parceria no Brasil para ampliar internet via satélite

Starlink fecha parceria no Brasil para ampliar internet via satélite
Fonte: Tecnoblog

Veja a posição do Brasil no ranking de preços de banda larga

Veja a posição do Brasil no ranking de preços de banda larga

Estudo global avaliou os custos de mais de 2.600 planos (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

A plataforma Broadband Genie analisou tarifas em 214 países e mais de 2.600 planos, com dados coletados do fim de janeiro ao início de fevereiro de 2026.
O Brasil ocupa a 47ª posição no ranking de preços de banda larga fixa com custo médio mensal de US$ 23,08 (cerca de R$ 114).
A banda larga mais barata é do Irã, com US$ 2,61 ao mês (R$ 13), enquanto a internet mais cara é em Wallis e Futuna: US$ 373,88/mês (mais de R$ 1.850).

O acesso à internet de alta velocidade facilita desde o trabalho remoto até serviços de saúde e educação. Para mapear o custo dessa conectividade ao redor do globo, a plataforma britânica de comparação de preços Broadband Genie fez uma classificação: o Brasil ocupa a 47ª posição da lista, próximo das regiões que cobram mais barato.

O levantamento analisou tarifas de banda larga fixa em 214 nações. Os dados, coletados entre o final de janeiro e o início de fevereiro de 2026, avaliaram mais de 2.600 planos de provedores locais para criar um cenário das tendências de precificação.

Provedores regionais baratearam os preços

O mercado brasileiro de telecomunicações passou por uma transformação nos últimos anos, impulsionada especialmente pelos provedores regionais de internet. O aumento da concorrência fora dos grandes centros e a substituição das antigas redes de cobre pela fibra óptica ajudaram a democratizar o acesso e a manter os preços em um patamar competitivo. O custo médio mensal, segundo o estudo, é de US$ 23,08 (cerca de R$ 114, na cotação atual).

Embora o usuário brasileiro ainda esbarre em questões de estabilidade e qualidade de atendimento, do ponto de vista financeiro, o valor médio cobrado por aqui é mais acessível do que em diversos mercados de primeiro mundo.

Expansão dos provedores regionais barateou a internet fixa no país (imagem: Glenn Carstens-Peters/Unsplash)

Estados Unidos e Canadá cobram mais caro

Outra constatação do estudo é que riqueza nacional não é sinônimo de internet mais barata. A América do Norte é a segunda sub-região mais cara do planeta para se contratar banda larga, com um custo médio mensal de US$ 98,40 (quase R$ 490).

Os Estados Unidos, por exemplo, amargam a 167ª posição na tabela geral, cobrando em média US$ 80 por mês de seus assinantes. O Canadá aparece um pouco melhor, em 130º lugar, com a tarifa na casa dos US$ 55,26. Segundo o especialista da Broadband Genie Alex Tofts, mercados consolidados sofrem com um custo de vida geral elevado, o que encarece a mão de obra, as operações técnicas e o repasse ao bolso do consumidor.

O Leste Europeu, por outro lado, trilhou um caminho diferente. A sub-região apresenta um custo médio de apenas US$ 15,76 (menos de R$ 80). “As redes de cobre existentes eram tão inadequadas que os provedores optaram diretamente pela fibra ótica, em vez de desperdiçar dinheiro tentando atualizar linhas obsoletas”, explica Tofts.

Qual país cobra mais barato (e mais caro)?

Quando olhamos para o topo do ranking, a banda larga mais barata do mundo está no Irã, com um custo médio de apenas US$ 2,61 (R$ 13). O baixo valor, no entanto, se deve à forte depreciação do rial iraniano frente ao dólar. O portal The Register destaca a ironia desse primeiro lugar, lembrando que o governo local costuma restringir o acesso à internet dos cidadãos durante tensões geopolíticas.

Logo atrás, aparece a Ucrânia (US$ 5,35), que mantém redes de fibra eficientes mesmo em meio ao conflito no país, seguida por Etiópia (US$ 6,46), Bangladesh (US$ 7,38) e Mongólia (US$ 7,41).

Na outra ponta da tabela, a fatura pesa para quem vive isolado. O território de Wallis e Futuna, no Pacífico Sul, tem a internet mais cara do planeta: US$ 373,88 por mês (mais de R$ 1.850). O valor no arquipélago, com cerca de 11 mil habitantes, mostra na prática a dificuldade logística de instalar e manter redes em ilhas remotas.

Metodologia

Para garantir a precisão da comparação, a pesquisa avaliou contratos em diversas faixas de velocidade. Planos corporativos, pacotes combinados (como combos de TV a cabo e telefonia) e taxas de instalação foram excluídos para encontrar o custo real da conexão.

No entanto, há uma ressalva importante: todos os preços foram simplesmente convertidos de moedas locais para dólares americanos. Isso significa que o levantamento não cruza o valor da fatura de internet com a renda média da população.

Portanto, embora a banda larga de US$ 15 no Leste Europeu seja, por exemplo, numericamente mais em conta que a de US$ 55 no Canadá, o impacto real dessa conta mensal no orçamento doméstico do trabalhador local pode contar uma história diferente.
Veja a posição do Brasil no ranking de preços de banda larga

Veja a posição do Brasil no ranking de preços de banda larga
Fonte: Tecnoblog

Amazon Leo: rival da Starlink chega em meados de 2026, diz CEO

Amazon Leo: rival da Starlink chega em meados de 2026, diz CEO

Project Kuiper passou a se chamar Amazon Leo em novembro de 2025 (imagem: divulgação/Amazon)

Resumo

Amazon Leo (antigo Project Kuiper) está nos preparativos finais para a estreia de seu serviço de internet por satélites de órbita terrestre baixa;
CEO da Amazon, Andy Jassy, afirmou a investidores que lançamento oficial está previsto para meados de 2026;
plano é oferecer taxas de download de até 1 Gb/s, mas serviço deve atender a empresas e governos inicialmente.

O Amazon Leo, serviço de acesso à internet via satélites que vem para concorrer com a Starlink, já tem data de lançamento. Ou quase isso: o CEO da empresa declarou recentemente que o início das operações da novidade está previsto para “meados de 2026”.

Convém relembrar que Amazon Leo é a atual denominação do Project Kuiper. A mudança de nome ocorreu em novembro de 2025, em parte para descrever a principal característica dessa divisão: LEO é uma sigla para Low Earth Orbit, ou Órbita Terrestre Baixa, que é o nível no qual os satélites do serviço operam.

A declaração sobre o início das operações do Amazon Leo foi dada pelo CEO da Amazon, Andy Jassy, em carta a acionistas. No documento, o executivo cita a previsão de lançamento de modo indireto, quando comentava que o serviço já tem acordos com governos e empresas:

Embora o lançamento oficial do Amazon Leo esteja previsto para meados de 2026, já temos compromissos de receita significativos vindos de empresas e governos.

Mais recentemente, a Delta Airlines, a companhia aérea com maior faturamento do mundo, anunciou que escolheu o Amazon Leo para seu futuro Wi-Fi e começará com 500 aeronaves em 2028. Ela se junta a outros clientes do Leo, como JetBlue, AT&T, Vodafone, Directv Latin America, Rede Nacional de Banda Larga da Austrália, NASA e outros.

Andy Jassy, CEO da Amazon

Antena Ultra da Amazon Leo que promete até 1Gb/s de download (imagem: divulgação/Amazon)

Amazon Leo promete ser mais rápido do que a Starlink

A carta de Jassy tende a ser bem recebida por investidores e futuros clientes porque sinaliza que finalmente o projeto virará realidade. A Amazon vinha (ou vem) enfrentando dificuldades para tirar o Leo do papel.

Mas a espera pode valer a pena. Em novembro, a Amazon anunciou uma antena que pode oferecer download de até 1 Gb/s. Para você ter ideia do que isso significa frente à concorrência, a Starlink trabalha atualmente com taxa de download máxima na casa dos 400 Mb/s.

Os planos para o Amazon Leo são audaciosos. Além de velocidades elevadas, a companhia quer oferecer cobertura global. Isso inclui a América do Sul e, com efeito, o Brasil: basta nos lembrarmos do acordo que a Amazon fechou com a Vrio em 2024 para oferecer internet por satélite na região. A Vrio controla a Sky no Brasil e a Directv em países vizinhos.

Mas os desafios continuam. Sabe-se, por exemplo, que o Amazon Leo tem cerca de 240 satélites em órbita atualmente, um número baixo para uma cobertura verdadeiramente global. Por conta disso, é provável que, na fase inicial, o serviço de internet do Amazon Leo seja oferecido somente a empresas e governos, tal como Andy Jassy dá a entender em sua carta.
Amazon Leo: rival da Starlink chega em meados de 2026, diz CEO

Amazon Leo: rival da Starlink chega em meados de 2026, diz CEO
Fonte: Tecnoblog

Empresa de MG compra telefonia fixa da Oi por R$ 60,1 milhões

Empresa de MG compra telefonia fixa da Oi por R$ 60,1 milhões

Negócio inclui orelhões e manutenção da base de clientes até 2028 (imagem: Barbara Eckstein/Flickr)

Resumo

Justiça do Rio de Janeiro aprovou a venda da telefonia fixa da Oi para a Método Telecom por R$ 60,1 milhões à vista.
A empresa de Minas Gerais assume a UPI Serviços Telefônicos da Oi, que inclui infraestrutura, base de clientes e operação de serviços de emergência.
O negócio, no entanto, depende da aprovação da Anatel, que tenta barrar a operação alegando que o edital do leilão viola uma lei federal.

A Justiça do Rio de Janeiro aprovou nesta quarta-feira (08/04) a venda da operação de telefonia fixa da Oi para a empresa mineira Método Telecom. A transação, avaliada em R$ 60,1 milhões, ocorreu por meio de um leilão conduzido pela 7ª Vara Empresarial do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ-RJ), como parte do processo de falência da companhia de telecomunicações.

O certame contou com a participação de duas concorrentes. A Sercomtel Comunicações apresentou uma oferta de R$ 60 milhões, porém com a previsão de pagamento parcelado em dez vezes.

A Método Telecom, por sua vez, ofereceu R$ 60,1 milhões com pagamento à vista, cumprindo as exigências financeiras do edital. O formato de quitação imediata foi determinante para a escolha da vencedora, que recebeu o aval do Ministério Público e dos órgãos de fiscalização.

Com a homologação do leilão, a Justiça fluminense intimou a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), o Tribunal de Contas da União (TCU) e as Fazendas Públicas para acompanharem o resultado do negócio.

O que a Método Telecom leva na compra?

Ao vencer o leilão, a Método Telecom adquire a Unidade Produtiva Isolada (UPI) Serviços Telefônicos da Oi, assumindo infraestruturas críticas e obrigações de longo prazo. A nova operadora passa a ser a responsável pela gestão direta de serviços de utilidade pública, que inclui a operação das linhas de números de emergência, como o 190 (Polícia Militar), 192 (Samu) e 193 (Corpo de Bombeiros).

Como lembra o site Convergência Digital, a transação também engloba a transferência de toda a infraestrutura física remanescente da telefonia fixa da tele. O pacote é composto por postes, torres, cabos, mastros, bases de rádio e os tradicionais orelhões. A compradora também absorve a base de clientes atual que ainda paga por linhas fixas da Oi (cerca de 3,82 milhões, segundo dados da Anatel).

A companhia terá a obrigação de manter a continuidade da prestação desses serviços até, pelo menos, dezembro de 2028. Essa exigência é vital para o atendimento em mais de 7,4 mil localidades brasileiras onde a Oi opera como a única provedora de infraestrutura de telecomunicações.

Impasse com a Anatel

Agência quer suspender o leilão alegando violação de acordos (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Apesar da aprovação na Justiça estadual, a concretização da venda depende da Anatel. O problema é que a agência reguladora tenta barrar a transferência dos ativos, argumentando que as regras do edital violam as diretrizes da Lei Geral de Telecomunicações (LGT) e passam por cima de acordos previamente firmados.

O centro do questionamento é o Termo de Autocomposição. As regras do contrato proíbem a venda de equipamentos essenciais em municípios onde a operadora é a única prestadora disponível. A agência alega que o edital libera a transferência desses ativos sem um filtro rigoroso, gerando o risco de deixar milhares de cidadãos sem sinal. Devido ao que seria um desrespeito às regras, a Anatel pode mudar o curso do negócio.

Além das questões de infraestrutura, a agência aponta a ausência de garantias financeiras para assegurar a operação e defende que a competência para julgar o caso é da Justiça Federal, por envolver o Governo Federal e o Ministério das Comunicações.

Por fim, a autarquia reitera que nenhuma venda no setor pode ser finalizada sem a sua anuência prévia e exige a anulação do edital atual para participar da elaboração de novas regras.
Empresa de MG compra telefonia fixa da Oi por R$ 60,1 milhões

Empresa de MG compra telefonia fixa da Oi por R$ 60,1 milhões
Fonte: Tecnoblog