Category: Telecomunicações

Anatel libera o polêmico sistema anti-spam da Vivo

Anatel libera o polêmico sistema anti-spam da Vivo

Vivo Anti Spam causou discórdia no setor de telecomunicações (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

A Anatel liberou o sistema anti-spam da Vivo, que é gratuito para clientes de pós-pago e controle, após rejeitar pedidos de empresas como a TIM.
O sistema da Vivo filtra chamadas indesejadas antes que elas toquem no telefone, utilizando critérios como volume de chamadas e interação manual.
A taxa de erro do sistema é de aproximadamente 0,009% por mês, principalmente devido a inconsistências entre a empresa que está ligando e o CNPJ titular do número.

A Agência Nacional de Telecomunicações deu aval para que a Vivo continue oferecendo o serviço Vivo Anti Spam, que filtra chamadas indesejadas, para a base de clientes. A Superintendência de Competição rejeitou pedidos formulados pela TIM e outras empresas do setor. A informação foi originalmente divulgada pelo Teletime e confirmada pelo Tecnoblog. Ao todo, a Anatel analisou mais de dez reclamações.

O sistema anti-spam da Vivo existe desde dezembro de 2024 e se diferencia de outras soluções do mercado porque filtra as chamadas quando elas entram na rede da operadora. O telefone nem toca. Em junho, ele deixou de ser opcional (o chamado opt-in) e foi ativado por padrão para todos (opt-out). A partir daí, outras empresas do setor – em especial as donas de call centers – passaram a se queixar de queda na taxa de completude. Em outras palavras, menos “alvos” atendiam às ligações.

A redação do Tecnoblog entrou em contato com as entidades citadas. A TIM informou que não irá se pronunciar. O texto será atualizado conforme chegarem as respostas da Anatel e da Vivo.

Como funciona o anti-spam?

Vivo Anti Spam no celular (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

A Vivo explica no material de divulgação que o Vivo Anti Spam utiliza um método inteligente para determinar os chamadores ofensivos, com base no tráfego em tempo real. Entre os critérios estaria o volume de chamadas partindo de números específicos. Ainda assim, é de se notar que a prestadora nunca detalhou as regras de filtragem do serviço, que é oferecido de forma gratuita para os clientes do móvel no pós-pago e controle (pré-pago fica de fora).

Nós tivemos acesso aos esclarecimentos fornecidos pela Vivo à Anatel. A operadora explica que a referência técnica seria “a capacidade máxima de geração de chamadas por um ser humano”. O sistema leva em consideração a interação manual com o terminal, o tempo de processamento na rede, o período mínimo de toque no destino e o intervalo necessário para reiniciar o processo.

O sistema da Vivo também considera a taxa de rejeição às chamadas que partem de determinados números, o que a operadora classificou como “elementos técnicos e comportamentais”.

Vivo defende que sistema não é discriminatório (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

De acordo com a Vivo, a taxa de erro fica em aproximadamente 0,009% por mês. Eles se devem principalmente por inconsistências entre a empresa que está ligando e o CNPJ titular do número.

Ainda de acordo com a nossa apuração, a decisão que veio a público nesta sexta-feira (13) tende a pacificar o setor. A própria Anatel entende que o modelo usado pela Vivo pode servir de referência para o mercado. A agência reguladora não viu problemas com a ativação compulsória do serviço
Anatel libera o polêmico sistema anti-spam da Vivo

Anatel libera o polêmico sistema anti-spam da Vivo
Fonte: Tecnoblog

Centro-Oeste ganhará nova operadora de celular

Centro-Oeste ganhará nova operadora de celular

Brisanet irá oferecer serviço móvel na região Centro-Oeste (arte: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

A cearense Brisanet expandirá sua cobertura de telefonia móvel para cidades pequenas de Goiás e Mato Grosso do Sul ainda este ano.
A Brisanet iniciará sua oferta de planos móveis no Centro-Oeste no dia 26 deste mês, começando por cidades pequenas com menos de 30 mil moradores.
A empresa é a quarta maior operadora de banda larga fixa do país e tem 2,8% de participação no mercado, com mais de 1 milhão de clientes móveis.

Até o fim do mês, os moradores dos estados de Goiás e Mato Grosso do Sul ganharão uma nova operadora de telefonia móvel, a cearense Brisanet. Segundo reportagem do Teletime, a oferta iniciará no dia 26, daqui a duas semanas, e começará por cidades pequenas, com menos de 30 mil moradores.

A Brisanet não é novata no setor: com a atuação focada em estados do Nordeste até então, ela é hoje a quarta maior operadora de banda larga fixa do país, com 2,8% de participação, atrás apenas do trio Claro, Vivo e Nio. No móvel, a empresa iniciou a atuação em 2023 na região Nordeste, após adquirir a licença do espectro de 3,5 GHz (banda n78) e 2.300 MHz (banda 40/n40) no leilão de 2021, onde outras empresas também adquiriram licenças (nacionais ou regionais).

Em maio, a Brisanet e as outras entrantes (Unifique, Amazônia 5G e Iez!) também adquiriram licenças para a faixa de 700 MHz, permitindo mais capacidade e cobertura e aumentando suas obrigações de cobertura.

Até o momento, a Brisanet é, de longe, a maior das três entrantes do móvel, com pouco mais de 1 milhão de clientes, comparados aos quase 338 mil clientes da Unifique e a quantidade desconhecida da Iez! (que não reportou clientes até junho para a Anatel).

Oferta em parceria com provedores regionais

Ao contrário do que a Brisanet faz em sua região de origem, a oferta dos planos móveis no Centro-Oeste deve acontecer através de outros provedores regionais. É uma estratégia que tem sido replicada pelas outras duas entrantes (Unifique e Iez!), além de diversas das MVNOs.

Superficialmente, a estratégia faz sentido, ao aproveitar a presença já existente dos provedores nestas cidades, além de reduzir a despesa com marketing da Brisanet. Segundo a empresa, em cidades maiores de 20 mil habitantes, a venda ficará por conta da própria Brisanet.

Hoje, os planos móveis da Brisanet começam em R$ 29,99 (nos primeiros 12 meses) com 20 GB e vão até R$ 59,99. Em locais sem cobertura própria, os celulares Brisanet se conectam à rede da TIM, mas o consumo em roaming é menor do que o permitido na rede própria. A empresa também oferece 5G FWA por R$ 129,90 com 500 GB ou 1 TB por 179,90.

Obrigações de cobertura explicam expansão

Operadoras regionais e suas áreas de cobertura (arte: Vitor Pádua/Tecnoblog)

A expansão da Brisanet para o Centro-Oeste é fácil de explicar: em 2021, ela também adquiriu a licença para ofertar telefonia 5G na região.

As primeiras obrigações de cobertura dos dois leilões (2021 e 2026) estão batendo na porta: até o dia 31 de dezembro, ela precisa cobrir 30% das cidades de até 30 mil habitantes com 5G em sua área de cobertura, além de cobrir 100% dos trechos ainda não cobertos da BR-101 em sua área de cobertura e 20% de uma lista de localidades não-cobertas com 4G.

Serão 62 cidades goianas e 53 cidades sul-matogrossenses cobertas, com um investimento de R$ 100 milhões, além de mais 115 cidades no ano de 2027.

José Roberto Nogueira é fundador e CEO da Brisanet (foto: divulgação)

O CEO Roberto Roberto Nogueira afirmou ao Teletime que considera cobrir todas as cidades de até 30 mil habitantes do Nordeste e Centro-Oeste até 2029, um ano antes do prazo imposto às empresas do setor.

Por ora, não é possível esperar ofertas muito agressivas nesta expansão: a Brisanet quer aumentar seu ARPU (renda média por usuário) do segmento móvel, dos atuais R$ 20 para R$ 30 no ano que vem. A ideia de rentabilizar mais a clientela é uma tendência no setor: grandes empresas já vem aplicando ao lançar novos planos com valores iniciais de R$ 30 ou superiores.
Centro-Oeste ganhará nova operadora de celular

Centro-Oeste ganhará nova operadora de celular
Fonte: Tecnoblog

Vivo Easy Lite muda de nome e ganha nova forma de pagamento

Vivo Easy Lite muda de nome e ganha nova forma de pagamento

Vivo Easy Lite muda de nome e ganha nova forma de pagamento (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

Vivo mudou o nome do plano Vivo Easy Lite para Vivo Lite e adicionou o Pix como forma de pagamento;
planos Vivo Lite oferecem 20 GB, 30 GB ou 40 GB de franquia por mês, com preços a partir de R$ 35 mensais;
benefícios incluem acesso ilimitado ao YouTube por dois meses, ligações, SMS e 50% de desconto em ingressos do Cinemark.

Se você assina algum plano Vivo Easy Lite, talvez já tenha notado que, desde a semana passada, a modalidade passou a se chamar simplesmente Vivo Lite. A mudança de nomenclatura é acompanhada da adição de uma nova forma de pagamento: o Pix.

Os efeitos da alteração já aparecem no site da operadora: as páginas do Vivo Easy Lite foram modificadas para exibir apenas o nome Vivo Lite. A Vivo não explicou o motivo da mudança de nome, mas esclareceu ao Tecnoblog que os benefícios oferecidos nos planos foram mantidos.

Em termos práticos, a única novidade é mesmo a adição do Pix como forma de pagamento. Até então, os planos Lite aceitavam apenas pagamento via cartão de crédito.

Quais são os planos Vivo Lite?

O site da operadora destaca três opções de planos Vivo Lite. São eles:

 Vivo Lite 20 GBVivo Lite 30 GBVivo Lite 40 GBFranquia20 GB por mês30 GB por mês40 GB por mêsPreço anual–12 x R$ 30 no cartão12 x R$ 40 no cartãoPreço mensalR$ 35R$ 45R$ 55Benefício extra2 meses de YouTube2 meses de YouTube2 meses de YouTubeCompilação feita pelo Tecnoblog

O pagamento anual é mais interessante porque, como a cobrança é feita em 12 vezes no cartão de crédito, na prática, o assinante desembolsa R$ 30 por mês no plano de 30 GB ou R$ 40 mensais no pacote de 40 GB.

Em todas as opções, o usuário tem acesso ilimitado ao YouTube durante dois meses, sem que o tráfego do serviço seja descontado da franquia. Ligações, SMS e 50% de desconto em ingressos do Cinemark estão entre os demais benefícios oferecidos.

Pelo menos até certo ponto, os planos Vivo Lite concorrem com os pacotes Claro Flex, que, atualmente, oferecem opções que começam em R$ 44,90 (35 GB).

Já na TIM, as alternativas mais próximas são os planos TIM Controle Fit, que partem de 12 vezes de R$ 20 para 25 GB de franquia por mês.
Vivo Easy Lite muda de nome e ganha nova forma de pagamento

Vivo Easy Lite muda de nome e ganha nova forma de pagamento
Fonte: Tecnoblog

TIM e Claro oscilam após vendaval atingir RJ nesta quarta (29)

TIM e Claro oscilam após vendaval atingir RJ nesta quarta (29)

Operadoras enfrentam dificuldades após condição climática adversa (foto: Lucas Braga/Tecnoblog)

Clientes da TIM e da Claro reclamam que as operadoras apresentam instabilidade na tarde desta quarta-feira (29/07). Os consumidores observam que os problemas começaram logo após um vendaval atingir o estado do Rio de Janeiro. As rajadas de vento passaram de 100 km/h.

Procurada pelo Tecnoblog, a TIM confirmou que foram registradas instabilidades em sua rede no Rio de Janeiro. Os problemas foram causados por falhas no fornecimento de energia elétrica após o vendaval. A operadora informa que os serviços foram parcialmente normalizados e as equipes seguem atuando.

Problemas começaram à tarde

O site DownDetector, que monitora queixas sobre diversos serviços, identificou um aumento nas reclamações sobre as duas operadoras por volta das 12h. Os dois gráficos estão da cor laranja, o que sugere que se trata de uma instabilidade parcial; quando é uma falha generalizada e há um pico repentino nas reclamações, o traçado aparece na cor vermelha.

DownDetector identificou queixas de oscilações (imagem: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

Clientes reclamam de falta de internet e queda de sinal

O Tecnoblog encontrou relatos nas redes sociais sobre a instabilidade nas duas operadoras, tanto no 4G e 5G quanto na internet fixa. Há maior quantidade de queixas sobre a TIM. Em diversos casos, os consumidores enfrentam também outros tipos de transtornos, como falta de luz.

Uma ventania do caralho aqui no Rio de Janeiro…. já caiu a luz, a Internet, a tim já parou de funcionar…. puta que pariu— vivita TRETA CAMPEÃ (@flam4ngo81) July 29, 2026

Além de não ter luz ainda fiquei sem sinal de dados pqp hein tim— ⋆ 𝕯𝖆𝖓𝖎 – VAI VER DEMI HALSEY TOP BMTH & MGK (@_daniext) July 29, 2026

A Tim é a primeira a ficar sem sinal. Essa porcaria— Nath (@nathannygoes) July 29, 2026

@ClaroBrasil que instabilidade e essa minha filha— Silvestre (@thsilvestre2) July 29, 2026

o vento parou mas tá sem luz e minha internet da claro está péssima, não abre nada— thaís (@jjkcstalyst) July 29, 2026

Vendaval provoca transtornos no Rio de Janeiro

O Rio de Janeiro recebeu rajadas de vento de mais de 100 km/h na tarde desta quarta-feira (29/07). Além disso, há previsão de chuva para a noite. A capital entrou em Estágio 2 de alerta.

Segundo o G1, o vendaval causou um apagão em bairros da capital e da Baixada Fluminense. Sinais de trânsito apagaram, e trens e metrô pararam de funcionar. Além disso, houve quedas de árvores e desabamentos. A Prefeitura pede que a população evite deslocamentos.
TIM e Claro oscilam após vendaval atingir RJ nesta quarta (29)

TIM e Claro oscilam após vendaval atingir RJ nesta quarta (29)
Fonte: Tecnoblog

Vivo quer desligar a rede 2G “o quanto antes”

Vivo quer desligar a rede 2G “o quanto antes”

Desligamento vai reduzir custos operacionais e liberar espaço para melhorias no 5G (Imagem: Lucas Braga / Tecnoblog)

Resumo

A Vivo pretende desativar a rede 2G “o quanto antes” para reduzir custos e liberar espectro de frequências para o 4G e 5G.
No entanto, a operadora ainda enfrenta obstáculos, incluindo a dependência de dispositivos corporativos que ainda usam essa rede.
O 2G ainda é utilizado por 6,7% das conexões comerciais/empresariais no Brasil, principalmente por equipamentos como rastreadores e medidores de energia.

Manter a infraestrutura do 2G ativa no Brasil deixou de fazer sentido para a Vivo. Durante a coletiva para divulgação de resultados financeiros, nesta terça-feira (28), o CEO Christian Gebara afirmou que quer desativar a rede legada “o quanto antes for possível” para eliminar os altos custos de operação e limpar o espectro de frequências, com o objetivo final de turbinar o 4G e o 5G.

Apesar da urgência declarada pelo executivo, a Vivo ainda não tem um cronograma para encerrar o serviço de segunda geração. Hoje, o desligamento ainda esbarra em diversos obstáculos. O principal talvez seja a enorme base de dispositivos corporativos que ainda dependem do sinal antigo para funcionar.

Por que o 2G da Vivo ainda não foi desligado?

O sinal 2G pode parecer sinônimo de lentidão, mas ele ainda é fundamental para o nicho de Internet das Coisas (IoT). Dados de maio ilustram bem essa realidade: enquanto o 4G domina o setor de forma isolada, com 64,4% das linhas e o 5G avança para 23,9%, o antigo 2G ainda responde por 6,7% do mercado de conexões para fins comerciais/empresariais. Curiosamente, a rede de segunda geração supera até mesmo o 3G, que hoje amarga apenas 5,1% de participação.

Essa continuidade do 2G é sustentada quase integralmente pelo setor corporativo. Segundo o portal Convergência Digital, Gebara explicou que a demanda por uso do 2G por usuários comuns já é irrelevante, mas equipamentos como rastreadores veiculares de frotas, medidores inteligentes de concessionárias de energia elétrica e antigas máquinas de cartão de crédito seguem presos à rede antiga.

Na prática, os inúmeros clientes precisam migrar fisicamente para tecnologias mais modernas antes que a operadora tenha condições técnicas de puxar a tomada das antenas. Para tentar resolver esse gargalo, até a Anatel entrou em cena. A agência reguladora sinalizou que pretende suspender a homologação de celulares e dispositivos restritos ao 2G ou 3G para estancar a entrada de aparelhos defasados no mercado nacional, forçando a indústria a adotar padrões mais recentes.

Ainda assim, o próprio mercado mantém uma sobrevida ao formato antigo. Dispositivos focados no uso básico e de baixo custo continuam sendo lançados pelas fabricantes. Um exemplo recente é o celular de entrada Nokia 123 Shield, que sai de fábrica utilizando o padrão GSM, provando que o ecossistema do 2G ainda respira.

Dividindo a conta das antenas com a TIM

Enquanto o desligamento total não chega, a alternativa encontrada pelas gigantes das telecomunicações para não perder dinheiro é focar no compartilhamento de infraestrutura. A Vivo mantém um acordo de uso conjunto de rede, conhecido como RAN Sharing, com a TIM. O modelo funciona como uma divisão de despesas operacionais.

No caso específico do GSM (o 2G), o acordo é ainda mais incisivo: ele envolve o desligamento da rede legada de uma das operadoras. Em vez de cada empresa manter sua própria torre na mesma cidade, consumindo mais energia e exigindo manutenção duplicada, a antena de uma delas é desativada. Assim, os clientes que ainda possuem aparelhos restritos ao sinal GSM passam a usar integralmente a rede 2G da outra operadora no lugar, eliminando a redundância da infraestrutura.

No fim, a lógica de mercado das operadoras brasileiras é promover um desligamento escalonado, permitindo que as faixas de frequência hoje desperdiçadas com o tráfego fantasma do 2G sejam completamente limpas. Com essas “rodovias” virtuais liberadas, as conexões modernas ganharão mais faixas de tráfego, garantindo mais capacidade, estabilidade e velocidade para suportar o crescente consumo de dados no Brasil.
Vivo quer desligar a rede 2G “o quanto antes”

Vivo quer desligar a rede 2G “o quanto antes”
Fonte: Tecnoblog

TIM lança planos Ultracombo que unem fibra e celular; veja os preços

TIM lança planos Ultracombo que unem fibra e celular; veja os preços

TIM lança planos Ultracombo que unem fibra e celular (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

TIM lançou planos Ultracombo, que combinam internet residencial via fibra óptica com plano móvel, em localidades selecionadas, com preços a partir de R$ 89,99 por mês;
planos incluem serviços de streaming como Paramount+ e Deezer, e variam de acordo com a região atendida;
pacotes móveis são baseados nos serviços TIM Black; já a internet fixa é baseada no TIM Ultrafibra.

TIM Ultracombo é o nome da nova proposta da operadora que combina plano móvel com internet residencial via fibra óptica em um só pacote. A novidade estreia em localidades selecionadas com preços que partem de R$ 89,99 por mês (500 Mb/s de fibra mais 65 GB de internet móvel).

Para ser exato, os novos pacotes combinam os serviços da TIM Ultrafibra com variadas opções dos planos TIM Black. Os pacotes mais avançados também incluem os serviços de streaming Paramount+ e Deezer. Dependendo da região, o Globoplay é oferecido no lugar do Paramount+.

Quais são os planos e preços do TIM Ultracombo?

Os planos TIM Ultracombo estão sendo oferecidos apenas em algumas regiões, a exemplo da cidade de São Paulo. Ali, os planos disponíveis são os seguintes:

 Internet móvelInternet fixaStreamingMensalidade1TIM Black Light (65 GB)TIM Ultrafibra 500 Mega–R$ 89,992TIM Black (70 GB)TIM Ultrafibra 1 GigaParamount+, DeezerR$ 139,993TIM Black Premium (115 GB)TIM Ultrafibra 1 GigaParamount+, DeezerR$ 169,994TIM Black Família VIP (200 GB)TIM Ultrafibra 1 GigaParamount+, DeezerR$ 314,99

Já no Rio de Janeiro, os planos TIM Ultracombo são estes:

PlanosInternet móvelInternet fixaStreamingMensalidade1TIM Black (70 GB)TIM Ultrafibra 600 MegaGloboplay, DeezerR$ 149,992TIM Black Premium (115 GB)TIM Ultrafibra 600 MegaGloboplay, DeezerR$ 169,993TIM Black Família VIP (200 GB)TIM Ultrafibra 600 MegaGloboplay, DeezerR$ 314,99

Os preços informados valem para pagamento via débito automático. No pagamento via fatura (boleto), a mensalidade de cada plano aumenta em R$ 10.

É necessário levar em conta também que a franquia de dados que sobrar dos pacotes móveis acumula para uso no mês seguinte, exceto para o plano de R$ 89,99 mensais.

Em São Paulo, TIM Ultracombo começa em R$ 89,99 por mês (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

A operadora comentou as novas ofertas:

A convergência já é uma realidade no mercado. O desafio agora é oferecer motivos concretos para que os consumidores deem esse passo. Sabemos que trocar de provedor ou concentrar serviços ainda envolve barreiras e burocracias que muitas vezes desestimulam essa decisão.

O TIM Ultracombo nasce justamente para responder a essa demanda, combinando benefícios relevantes, mais conveniência e uma proposta única que simplifica a relação do cliente com a operadora.

Jamerson Melo, head de residential solutions da TIM

Vale lembrar que, também nesta semana, a TIM lançou novos planos Controle, com preços que partem de R$ 35 mensais.
TIM lança planos Ultracombo que unem fibra e celular; veja os preços

TIM lança planos Ultracombo que unem fibra e celular; veja os preços
Fonte: Tecnoblog

Starlink anuncia antena menor, mais leve e que gasta menos energia

Starlink anuncia antena menor, mais leve e que gasta menos energia

À esquerda: antena V4; à direita: antena V5 (imagem: reprodução/Starlink)

Resumo

Starlink lançou kit V5, com antena menor (384 x 306 x mm) e mais leve (1,1 kg), e que consome menos energia (35-50 W);
nova antena tem dimensões parecidas com as da antena Starlink Mini, mas não é adequada para uso em movimento;
taxa de download do Starlink V5 é de +375 Mb/s, ligeiramente menor que a do kit anterior (+400 Mb/s).

Starlink V5. Esse é o nome no novo kit de internet via satélite que a Starlink anunciou para clientes domésticos. A novidade traz uma antena menor e mais leve, características que facilitam a sua instalação, e promete mais eficiência energética em relação ao kit anterior, o Starlink V4, lançado em 2023.

As diferenças físicas entre as duas versões são notáveis. A nova antena chega a ter dimensões parecidas com as da antena Starlink Mini, que continuará disponível. A razão disso é que, ao contrário desta última, a antena do kit Starlink V5 não é adequada para uso em movimento (em veículos).

O comparativo de características a seguir ajuda a mostrar o que mudou:

 Starlink V5Starlink V4Dimensões384 x 306 x 34 mm594 x 383 x 39,7 mmPeso1,1 kg2,9 kgConsumo35-50 W75-100 WDownload+375 Mb/s+400 Mb/s

Você deve ter notado que a taxa de download do Starlink V5 é ligeiramente menor em relação ao kit anterior, mas, na prática, a diferença de 25 Mb/s deve ser imperceptível, pelo menos para grande parte dos usuários. A instalação presumivelmente mais fácil e o consumo reduzido de energia podem compensar essa desvantagem.

The next generation Starlink Kit is designed to deliver reliable, high-speed home internet. Starlink V5 has a smaller form factor and lightweight design with greater power efficiency than the Starlink V4.With speeds up to 375+ Mbps, Starlink V5 delivers seamless connectivity… pic.twitter.com/0dorU6n0oD— Starlink (@Starlink) July 14, 2026

Disponibilidade do kit Starlink V5

Via X, a Starlink informou que a nova antena está “atualmente disponível em áreas selecionadas”, sem especificar quais. Sabe-se, porém, que essas áreas incluem algumas localidades dos Estados Unidos.

Por causa dessa estreia limitada, ainda não há informações claras sobre preços. Mas o PCMag descobriu um relato no Reddit de um usuário que encontrou o kit Starlink V5 disponível em Montana, mas apenas para o plano residencial de 100 Mb/s que, ali, custa US$ 55 por mês mais US$ 10 mensais pelo aluguel da antena.

Neste ponto, vale relembrar: a Starlink começou a cobrar aluguel da antena em junho de 2026 em alguns mercados, com valor justamente de US$ 10 nos Estados Unidos.

Não há informações sobre disponibilidade do kit Starlink V5 no Brasil. Mas, ainda via X, a Starlink comentou que “à medida que a produção aumenta, o Starlink V5 estará disponível em áreas adicionais”. Essa previsão é válida para os Estados Unidos, mas não está descartada a possibilidade de o kit chegar a outros países em etapas futuras.
Starlink anuncia antena menor, mais leve e que gasta menos energia

Starlink anuncia antena menor, mais leve e que gasta menos energia
Fonte: Tecnoblog

Vivo derruba preço de fibra superveloz para peitar Claro

Vivo derruba preço de fibra superveloz para peitar Claro

Vivo e Claro praticam mesmo preço de internet fibra ultraveloz (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

A Vivo reduziu o preço da sua conexão de fibra ótica de 1 Gb/s para R$ 200, uma queda de 33% em relação ao preço anterior de R$ 300, conforme apurado pelo Tecnoblog.
A mudança coloca a Vivo em concorrência direta com a Claro, que oferece uma conexão similar por R$ 199,90 mensais, e a Nio, que oferece o serviço por R$ 145 mensais.
A TIM ainda tem a fibra mais barata do país, com o TIM Ultra Fibra de 1 Gb/s por R$ 99 mensais.

Os clientes da Vivo vão perceber uma importante redução no preço da fibra ótica: o serviço com 1 Gb/s passou de R$ 300 para R$ 200, segundo o Tecnoblog apurou com exclusividade, o que representa uma queda de 33%. A mudança começou a valer nos últimos dias. Com isso, a operadora passa a competir de igual para igual com a Claro, que também já praticava o mesmo valor.

Nós procuramos a Vivo para entender o motivo da redução, mas a empresa não retornou até o fechamento desta nota. Vamos atualizá-la caso a empresa se manifeste.

A conexão de 1 Gb/s bate no teto oferecido pela Vivo atualmente. Essa velocidade costuma ser indicada para quem tem muitos equipamentos em casa, assiste vídeo em resolução altíssima ou joga online.

Quais os preços do Vivo Fibra?

Os demais preços do Vivo Fibra não passaram por modificação. O portfólio atual, conforme checado pelo Tecnoblog diretamente no site da prestadora, fica assim:

600 Mb/s por R$ 100 mensais

700 Mb/s por R$ 150 mensais

1 Gb/s por R$ 200 mensais

Não custa lembrar que estes são os preços dos serviços avulsos. Caso o cliente opte pelo combo, também encontra, por exemplo, a velocidade de 500 Mb/s na oferta do Vivo Total Essencial (por R$ 130 mensais, combinado com telefonia pós-paga).

Vivo Fibra de 1 Giga passa a custar R$ 200 (imagem: reprodução)

Competição no Brasil

A mudança na fibra de 1 Gb/s coloca a Vivo em rota de colisão com a Claro, que comercializa o Claro Fibra 1 Giga por R$ 199,90 mensais.

Os benefícios são muito diferentes entre as duas prestadoras. A Vivo aposta na degustação do Gemini premium por até 12 meses, numa parceria com Google, e no Amazon Prime de graça. Enquanto isso, a Claro inclui o acesso ao Globoplay sem custo adicional.

A Nio, que herdou o serviço de telecomunicações da Oi Fibra, comercializa conexão similar por R$ 145 mensais (no cartão). Ela também dá Globoplay como cortesia por 12 meses.

E sabe quem tem a fibra mais barata do país? Os provedores regionais costumam praticar valores bastante competitivos, mas entre as grandes empresas nacionais, a TIM é imbatível: a mensalidade do TIM Ultra Fibra de 1 Gb/s sai por R$ 99.
Vivo derruba preço de fibra superveloz para peitar Claro

Vivo derruba preço de fibra superveloz para peitar Claro
Fonte: Tecnoblog

Amazon Leo já tem satélites suficientes para começar disputa com Starlink

Amazon Leo já tem satélites suficientes para começar disputa com Starlink

Project Kuiper passa a se chamar Amazon Leo em novembro de 2025 (imagem: divulgação)

Resumo

Amazon Leo, serviço de acesso à internet via satélite, já possui 396 satélites implantados, o suficiente para iniciar as operações, conforme informado pela empresa nesta quinta-feira (02/07);
14ª missão de lançamento de satélites do Amazon Leo foi realizada com um foguete Atlas V da United Launch Alliance (ULA), transportando 29 unidades;
serviço do Amazon Leo ainda não tem data de início confirmada, mas a empresa já planeja expandir a rede com futuros e mais numerosos lançamentos.

O Amazon Leo, serviço de acesso à internet por satélites que vai concorrer com a Starlink, deve entrar em funcionamento em breve. Nesta quinta-feira (02/07), a Amazon destacou que já possui satélites implantados em quantidade suficiente para a operação inicial — são cerca de 400 unidades.

As missões de lançamento dos satélites do Amazon Leo tiveram início em abril de 2025. A 14ª missão foi realizada hoje por meio de um foguete Atlas V da United Launch Alliance (ULA), que transportou 29 unidades. Com isso, a rede do serviço agora conta com 396 satélites implantados.

Depois disso, Chris Weber, vice-presidente de negócios do Amazon Leo, comentou:

Os últimos lançamentos foram importantes para o Amazon Leo, fazendo com que tenhamos mais de 390 satélites implantados, o suficiente para oferecer um serviço contínuo nas latitudes iniciais.

Ainda há muito trabalho pela frente — incluindo a elevação de todos os novos satélites às altitudes designadas a eles —, mas já concluímos lançamentos suficientes para o serviço inicial neste ano, e as missões futuras apenas aumentarão a cobertura e a capacidade.

Chris Weber, vice-presidente de negócios e produtos do Amazon Leo

Ao falar de “elevação”, o executivo se refere ao fato de o Atlas V ter liberado os satélites da última missão em uma altitude de aproximadamente 465 km em relação à Terra; agora, a equipe do Amazon Leo trabalha para posicionar essas unidades a uma altitude de 630 km.

Veículos de lançamento do Amazon Leo — o Vulcan é o próximo (imagem: reprodução/Amazon)

Quando o serviço do Amazon Leo começará a funcionar?

Ainda não há uma data cravada. Mas podemos esperar por novidades para breve. Primeiro porque o Amazon Leo já tinha previsão de estreia para 2026. Em segundo lugar, porque as palavras de Weber deixam claro que a Amazon quer cumprir essa promessa.

É claro que, com cerca de 400 satélites, o Amazon Leo não terá o mesmo nível de eficiência ou cobertura que a Starlink, que já acumula mais de 10.000 satélites em operação. Mas, como Weber enfatizou, as próximas missões terão a finalidade de expandir a rede do serviço.

Já começa pelo próximo lançamento, que também ficará a cargo da ULA, mas usará um veículo Vulcan, que pode transportar pelo menos 40 satélites.

A expansão é necessária porque a intenção é a de prestar o serviço em escala global, o que inclui o Brasil: a Amazon tem um acordo com a Vrio (Sky) para oferecer internet por satélite em território brasileiro.

Em tempo: Amazon Leo é a atual denominação do Project Kuiper. A mudança de nome ocorreu em novembro de 2025, em parte para descrever a principal característica da iniciativa: LEO é uma sigla para Low Earth Orbit, ou Órbita Terrestre Baixa, que é o nível no qual os satélites do serviço devem operar.
Amazon Leo já tem satélites suficientes para começar disputa com Starlink

Amazon Leo já tem satélites suficientes para começar disputa com Starlink
Fonte: Tecnoblog

Anatel diz que alerta de “misantropia” não partiu das autoridades; Defesa Civil investiga

Anatel diz que alerta de “misantropia” não partiu das autoridades; Defesa Civil investiga

Alerta extremo com a mensagem “misantropia” foi recebido à 1h24 no Rio de Janeiro (imagem: reprodução)

A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) informou que as mensagens de alerta recebidas por parcela dos brasileiros na madrugada deste sábado (20/06) não foram emitidas pelas autoridades responsáveis pelo sistema de alertas à população. Segundo a agência, não há motivo para preocupação por parte da população em decorrência dos avisos.

Em nota, a Anatel explica que os alertas via Cell Broadcast, a tecnologia usada para enviar avisos de emergência, são originados em plataforma própria da Defesa Civil. As operadoras realizam o trabalho de transmitir essas mensagens às regiões definidas pelas autoridades.

A Anatel reforçou ainda a importância do sistema de Cell Broadcast como ferramenta de apoio à prevenção e resposta a desastres, voltado à proteção da população e à preservação de vidas.

Já a Defesa Civil confirmou que a plataforma de envio do Defesa Civil Alerta foi tirada do ar às 1h30 da madrugada , depois de sofrer uma possível invasão e disparar um alerta para diversas regiões do país. O aviso foi ordenado remotamente “por alguém alheio ao Sistema Nacional de Proteção e Defesa Civil”.

A mensagem disparada foi do tipo Alerta Extremo e continha a palavra “misantropia”, que significa ódio à humanidade. A Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil, ligada ao Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional, trata o caso como provável ataque hacker, vai acionar a Polícia Federal para apurar o episódio e trabalha para religar o sistema assim que as condições de segurança forem restabelecidas.

Não custa lembrar: o Cell Broadcast foi oficialmente ativado em maio de 2024, depois de dois anos de desenvolvimento.
Anatel diz que alerta de “misantropia” não partiu das autoridades; Defesa Civil investiga

Anatel diz que alerta de “misantropia” não partiu das autoridades; Defesa Civil investiga
Fonte: Tecnoblog