Category: Streaming

YouTube Premium Lite ganha reprodução em segundo plano (com ressalvas)

YouTube Premium Lite ganha reprodução em segundo plano (com ressalvas)

YouTube ganhou nova opção para ouvir vídeos com a tela desligada (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

O YouTube Premium Lite agora permite reprodução em segundo plano, mas não para conteúdos musicais e Shorts.
O plano Premium Lite, por R$ 16,90 mensais, inclui reprodução offline e vídeos sem anúncios, mas mantém limitações para música e Shorts.
A reprodução em segundo plano foi adicionada após o YouTube bloquear métodos gratuitos de reprodução contínua via navegador.

O YouTube adicionou o recurso de reprodução em segundo plano em smartphones à assinatura Premium Lite, que custa R$ 16,90 mensais. A plataforma também liberou o download de vídeos para reprodução offline — são, portanto, duas funcionalidades antes exclusivas do plano Premium, de R$ 26,90.

“Começando hoje [24/02] e chegando nas próximas semanas a todos os lugares onde o Premium Lite está disponível, assinantes poderão assistir à maioria dos vídeos sem anúncios, offline e em segundo plano”, diz o comunicado do Google.

Reparou que eles escreveram “maioria dos vídeos”? Pois é, aí começam as desvantagens.

Reprodução em segundo plano não funciona para música

As novidades seguem limitações já existentes no YouTube Premium Lite: conteúdos musicais e Shorts não poderão ser reproduzidos em segundo plano nem baixados no aparelho. Na prática, isso significa que o Premium Lite no celular pode servir para podcasts ou canais de diversos assuntos, mas não para ouvir música.

Antes desses recursos, o principal argumento para vender o Premium Lite era a retirada de anúncios, que funciona com as mesmas regras: videoclipes, shows, gravações continuam com propaganda, e o mesmo vale para Shorts de todos os tipos de conteúdo.

Novos benefícios já aparecem na página brasileira do YouTube (imagem: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

Essa acaba sendo uma forma de diferenciar as duas ofertas. Para quem se interessa pelo conteúdo musical presente no YouTube, a versão Lite pode não ser vantajosa, enquanto a versão Premium mais cara oferece também o YouTube Music.

YouTube fechou “jeitinho” para reprodução em segundo plano

O acréscimo da reprodução em segundo plano ao YouTube Premium Lite chega poucas semanas após o streaming criar barreiras para quem fazia isso sem pagar.

Um método bastante famoso era recorrer ao navegador do celular para manter a plataforma tocando vídeos ao trocar de aplicativo ou desligar a tela. Vivaldi e Brave eram alguns exemplos.

Com informações do Verge
YouTube Premium Lite ganha reprodução em segundo plano (com ressalvas)

YouTube Premium Lite ganha reprodução em segundo plano (com ressalvas)
Fonte: Tecnoblog

YouTube dá novo golpe contra o adblock

YouTube dá novo golpe contra o adblock

YouTube pode estar bloqueando recursos para usuários de adblock (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

Com a guerra declarada do YouTube aos bloqueadores de anúncios, eventualmente usuários mencionam limitações quando estão com o recurso ativado. Desta vez, relatos indicam que ferramentas como a seção de comentários estariam sendo ocultadas.

Segundo discussões no Reddit e na rede social X, ao tentar assistir a um conteúdo com o adblock ativado, o espectador se depara com a mensagem “os comentários estão desativados” em uma grande quantidade de vídeos, mesmo naqueles em que a interação deveria estar liberada.

how come every video has comments turned off for me? byu/stev1234567890 inyoutube

Vale pontuar que os comentários são desativados por padrão em vídeos que miram o público infantil, por exemplo, e criadores podem desativá-los deliberadamente. Contudo, além do espaço interativo, os usuários reclamam que a área de descrição do vídeo também desaparece da interface.

Em testes feitos por alguns dos usuários, ao desativar a extensão de bloqueio, os comentários e as descrições reaparecem. O sumiço dos recursos parece ocorrer em extensões do Chrome e em bloqueadores nativos de rastreamento, como do navegador Brave.

Usuários premium estariam entre as vítimas

Um ponto que chama a atenção é que a medida está afetando até mesmo assinantes do YouTube Premium. Caso o usuário pagante mantenha um bloqueador de anúncios ativo no navegador (por esquecimento ou para uso em outros sites), ele também pode perder o acesso aos comentários e descrições na plataforma de vídeos.

Não há confirmação oficial se o desaparecimento dos recursos é uma tática intencional do YouTube para forçar a desativação dos bloqueadores ou apenas um efeito colateral. Ainda assim, o portal 9to5 Google sugere que as alterações no código da plataforma para impedir o bloqueio de anúncios possam estar causando bugs no site.

Por que o YouTube está combatendo adblocks?

Bloqueador de anúncios barrado no YouTube (imagem: reprodução/Neowin)

Desde 2023, o YouTube reforçou a política contra bloqueadores de anúncios para incentivar o uso da versão paga. Inicialmente, a estratégia consistia em uma abordagem de três avisos: quem utilizasse adblocks recebia pop-ups alertando sobre a proibição.

Após três alertas, o player de vídeo era bloqueado, exigindo que o usuário desativasse a ferramenta ou assinasse o YouTube Premium.

Essa disputa constante entre os scripts do Google e os desenvolvedores de extensões já gerou efeitos colaterais para além do sumiço dos comentários. No final de 2025, por exemplo, uma atualização em um bloqueador popular causou erros na contagem de visualizações para os criadores de conteúdo.

Com isso, muitos youtubers notaram que a média de curtidas aumentou enquanto as visualizações caíam, comprovando que o público estava assistindo, mas o contador do YouTube havia sido neutralizado pelo bloqueador.

YouTube dá novo golpe contra o adblock

YouTube dá novo golpe contra o adblock
Fonte: Tecnoblog

YouTube Music limita letras e reforça o Premium

YouTube Music limita letras e reforça o Premium

YouTube Music passa a limitar o acesso às letras para usuários da versão gratuita (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

O YouTube Music começou a restringir o acesso às letras de músicas para usuários que utilizam a versão gratuita do serviço. Relatos recentes indicam que a plataforma passou a impor um limite mensal para a visualização completa das letras, movimento que amplia diferenças entre contas pagas e não pagas.

A mudança não é totalmente inédita. Desde setembro de 2025, o Google vinha testando a exibição de letras como um recurso exclusivo do YouTube Music Premium. Agora, porém, a política parece ter avançado para uma implementação mais ampla, afetando usuários em diferentes mercados. Procurado pela imprensa estrangeira, o Google ainda não confirmou oficialmente os detalhes do limite.

Nos testes e relatos publicados, usuários sem assinatura conseguem acessar integralmente as letras de apenas cinco músicas por mês. Ao atingir esse número, o aplicativo passa a exibir apenas os primeiros versos, enquanto o restante do texto aparece desfocado.

Como funciona a nova limitação

A restrição é apresentada de forma explícita dentro do aplicativo. Ao abrir a aba de letras, o usuário vê um aviso destacando quantas visualizações completas ainda restam naquele mês, acompanhado de uma contagem regressiva. Após o esgotamento da cota, o bloqueio é automático.

A funcionalidade deixa de ser apenas um complemento visual e passa a integrar o conjunto de recursos usados como argumento comercial para a assinatura. O YouTube Music Premium já oferece benefícios como reprodução em segundo plano, downloads e ausência de anúncios.

Embora o Google não tenha detalhado os critérios técnicos da limitação, a experiência relatada indica que o bloqueio ocorre independentemente do artista ou do álbum, contando apenas o número total de músicas com letras acessadas.

Estratégia comercial ou enshittification?

Letras completas agora fazem parte do pacote do YouTube Music Premium (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

A decisão se insere em um debate mais amplo sobre o que críticos chamam de enshittification, conceito que descreve o processo pelo qual plataformas digitais, após conquistarem uma base ampla de usuários, passam a degradar gradualmente a experiência gratuita para extrair mais valor financeiro.

Nesse contexto, a limitação das letras é vista por parte dos usuários como mais um passo na redução deliberada de funcionalidades antes consideradas básicas. Letras de músicas, que já foram amplamente acessíveis em serviços de streaming, tornam-se um diferencial pago, reforçando a dependência do modelo de assinatura.

Para o YouTube Music, a estratégia pode ajudar a elevar a conversão para o Premium em um mercado altamente competitivo, dominado por serviços como Spotify e Apple Music. Por outro lado, a medida também tende a alimentar críticas sobre a perda de valor da versão gratuita e o aumento da fragmentação da experiência.
YouTube Music limita letras e reforça o Premium

YouTube Music limita letras e reforça o Premium
Fonte: Tecnoblog

MTV e Nickelodeon saem do ar no Brasil

MTV e Nickelodeon saem do ar no Brasil

Paramount encerra canais de entretenimento no Brasil (imagem: divulgação/Paramount)

Resumo

A Paramount encerrou seis canais distribuídos no Brasil: MTV, MTV Hits, MTV 00s, Nickelodeon, Nick Jr. e Comedy Central. A decisão foi comunicada às operadoras em outubro, marcando o fim de uma era para algumas das principais programações de entretenimento da televisão. Ela entrou em vigor no dia 31 de dezembro.

A retirada do sinal faz parte de uma reestruturação global. A partir de agora, o foco da empresa no país será exclusivamente no modelo Direct-to-Consumer (D2C), priorizando a plataforma paga de streaming Paramount+ e o serviço gratuito Pluto TV. O objetivo é eliminar intermediários na entrega de conteúdo ao consumidor final.

Operadoras como Claro e Sky confirmaram que foram informadas sobre o desligamento. A primeira afirma, em comunicado ao portal Na Telinha, que avalia “as ações que serão adotadas para os clientes do hub de conteúdo da operadora”, enquanto a Sky informou que os canais descontinuados serão substituídos por opções como SBT News, Sky News e AMC Series.

Por que o os canais foram desativados?

A decisão teria sido impulsionada por uma combinação de fatores financeiros negativos. A Paramount enfrentava uma queda consistente na receita publicitária da TV paga, somada à diminuição geral da base de assinantes desse serviço no Brasil.

Além disso, o Na Telinha aponta que os altos custos associados ao Serviço de Acesso Condicionado (SeAC, termo técnico para o serviço prestado por ela) teriam pesado na balança. Ao migrar totalmente para o streaming, a empresa reduz drasticamente os custos operacionais locais.

Nas redes sociais, telespectadores se despediram dos canais da empresa.

Está encerrado desde as 6 da manhã (só os bêbados e os fedendo a ressaca viram) todos os canais Paramount/Viacom do BrasilFim de uma eraAdeus Nickelodeon, MTV, Paramount e COMEDY Central pic.twitter.com/SBfNF7j3O0— Alex – Faz o X Aew (@EuAlexFernandes) January 1, 2026

Paramount muda foco para streaming

Companhia foca na distribuição de conteúdo pelas plataformas de streaming (Imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

O movimento ocorre num momento de transformação profunda para a própria Paramount. A empresa concluiu, no início de 2025, a fusão com a Skydance Media, produtora liderada pelo bilionário David Ellison, e tenta ganhar força para competir com gigantes como Netflix e Disney.

A empresa protagoniza, atualmente, uma oferta hostil para compra da Warner Bros. Discovery (WBD), tentando criar um gigante de entretenimento. O negócio, entretanto, vem sofrendo resistência do conselho da WBD, liderado pelo CEO David Zaslav, que recomendou aos acionistas que mantenham o negócio firmado com a Netflix no início de dezembro.

A proposta hostil da Paramount pela dona de marcas como DC Comics e Harry Potter partiu, inicialmente, de um pagamento de US$ 30 por ação em dinheiro. O negócio incluiria a divisão de TV tradicional (com marcas como TNT e CNN), o que não está previsto na proposta da Netflix.
MTV e Nickelodeon saem do ar no Brasil

MTV e Nickelodeon saem do ar no Brasil
Fonte: Tecnoblog

YouTube fora do ar: site de vídeos sofre soluço nesta sexta-feira (19)

YouTube fora do ar: site de vídeos sofre soluço nesta sexta-feira (19)

YouTube apresenta pane (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

O YouTube ficou fora do ar nesta sexta-feira (19) para uma parcela relevante dos usuários. A plataforma do Google rapidamente subiu no monitoramento da ferramenta DownDetector, um indicativo de que passa por uma instabilidade técnica. A pane se mostrou mais proeminente a partir das 10h10. No nosso monitoramento, a situação parece ter sido resolvida por volta das 10h40.

Por ora, não temos nenhuma informação sobre o que ocorreu com a plataforma de vídeos.

No X, pessoas lamentam o problema com o YouTube nesta manhã (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)
YouTube fora do ar: site de vídeos sofre soluço nesta sexta-feira (19)

YouTube fora do ar: site de vídeos sofre soluço nesta sexta-feira (19)
Fonte: Tecnoblog

Google One libera desconto no YouTube Premium no Brasil

Google One libera desconto no YouTube Premium no Brasil

Combo reduz valor do streaming para R$ 22,99 via Google One (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

Google One no Brasil agora oferece desconto de 14% no YouTube Premium, reduzindo a mensalidade para R$ 22,99.
A oferta está disponível para assinantes de planos a partir de 2 TB, que custa R$ 49,99 mensais.
O complemento não está disponível para assinaturas do Google One gerenciadas por terceiros, contas do Google Workspace, menores de 18 anos e membros de planos familiares que não sejam administradores.

O Google One no Brasil agora dá acesso ao YouTube Premium por um valor reduzido: R$ 22,99. Trata-se de um desconto de aproximadamente 14% na mensalidade. Segundo a empresa, o combo foi ampliado para Brasil, Canadá, Japão, Alemanha e França, e é válido para assinantes de planos a partir de 2 TB (categoria Premium).

Esse novo sistema não realiza a substituição automática de cobranças. Para evitar duplicidade, o Google alerta que usuários que já assinam o YouTube Premium cancelem manualmente a assinatura atual antes ou logo após aderirem ao complemento do Google One.

A novidade chega quase dez meses após um reajuste de preços nos planos do Google One. Em abril, o próprio YouTube Premium sofreu um reajuste e ficou até 28% mais caro por aqui. Um mês depois, a empresa liberou para os brasileiros um plano de assinatura mais barato, o YouTube Premium Lite.

Quanto custa?

A nova modalidade funciona como um “add-on” (complemento) à assinatura principal de armazenamento. Para o mercado brasileiro, a oferta é baseada na junção do plano de 2 TB do Google One com o preço promocional do serviço de streaming.

O plano de 2 TB custa R$ 49,99 por mês, e o complemento adiciona R$ 22,99 ao valor final, totalizando R$ 72,98 mensais. Fora do combo, o YouTube Premium individual sai por R$ 26,90, o que torna a assinatura cerca de 14% mais barata no pacote.

Unificação dos serviços sai quase R$ 4 mais barata por mês (imagem: divulgação/Google)

É importante notar que, ao realizar a adesão, caso o usuário possua um plano anual do Google One, o ciclo de faturamento é automaticamente alterado para o ciclo de cobrança mensal.

Para aqueles que já possuem o Google One e decidirem migrar, o tempo restante da assinatura anterior (caso já paga) será reembolsado proporcionalmente. Ainda assim, não há reembolso para períodos parciais da assinatura do YouTube Premium cancelada.

O que tem no YouTube Premium?

YouTube Premium permite ver vídeos sem anúncios (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Ao efetivar a assinatura do complemento, o usuário passa a ter acesso aos recursos do YouTube Premium. As funcionalidades listadas pelo serviço incluem:

YouTube Music Premium: streaming de música incluído na assinatura com mais de 100 milhões de músicas;

Sem anúncios: veja vídeos e ouça músicas sem interrupções;

Conteúdos em segundo plano: vídeos e músicas são reproduzidas em segundo plano enquanto usa outros apps no celular ou está com a tela bloqueada;

Conteúdos offline: faça download de vídeos e músicas para assistir e ouvir quando não estiver conectado à internet;

Resolução 1080p Premium: qualidade de imagem aprimorada em vídeos Full HD no celular e no computador;

Jump Ahead: ferramenta de IA que ajuda a pular para os pontos de destaque de um vídeo;

Picture in Picture (PiP) para YouTube Shorts: visualização do vídeo do YouTube Shorts em uma janela flutuante enquanto usa outros aplicativos no telefone;

Não é para todo mundo

O Google, porém, impõe restrições sobre quem pode ativar o complemento. Segundo a empresa, a oferta não está disponível para usuários com assinaturas do Google One gerenciadas por terceiros ou parceiros afiliados. Isso inclui pacotes obtidos por operadoras de telefonia, promoções de terceiros ou assinaturas via App Store.

A página de suporte oficial esclarece que usuários com uma assinatura de teste do Google AI Pro com duração superior a um mês também não são elegíveis para a oferta.

Da mesma forma, contas do Google Workspace (geralmente corporativas ou estudantis) e usuários menores de 18 anos não podem realizar a contratação. Além disso, membros de planos familiares do Google One que não sejam os administradores da conta também estão impedidos de ativar o recurso.
Google One libera desconto no YouTube Premium no Brasil

Google One libera desconto no YouTube Premium no Brasil
Fonte: Tecnoblog

O que é pirataria digital? Entenda as consequências dos conteúdos piratas

O que é pirataria digital? Entenda as consequências dos conteúdos piratas

Conheça os principais riscos de consumir conteúdos piratas na internet (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

A pirataria digital é a distribuição, reprodução e uso de conteúdo digital protegido por direitos autorais sem a autorização dos criadores. Isso abrange desde filmes e músicas até softwares e jogos, caracterizando-se como uma violação legal.

As consequências dessa prática incluem perdas financeiras para criadores, desvalorizando o trabalho e reduzindo investimento em inovação e novas produções. Já os consumidores de produtos piratas perdem a garantia, suporte técnico e as atualizações oficiais.

A pirataria digital é considerada crime de violação de direitos autorais no Brasil, com penas que incluem detenção e multa. Além das implicações legais, o acesso a plataformas ilegais expõe o usuário a malwares, vírus e risco de roubo de dados pessoais.

A seguir, entenda melhor o que é pirataria digital, como ela funciona e suas consequências. Também saiba como essa ação ilegal prejudica indivíduos, empresas e a economia.

ÍndiceO que é pirataria digital?Como funciona a pirataria digital?Quais são as consequências da pirataria digital?Quais são os exemplos de pirataria digital?Como se proteger da pirataria digital?Quais são os riscos de baixar conteúdo pirata?É possível combater a pirataria digital?

O que é pirataria digital?

A pirataria digital é a reprodução, distribuição ou uso não autorizado de conteúdo digital protegido por direitos autorais, sem a permissão expressa ou pagamento ao criador. É um ato ilegal de roubo de propriedade intelectual, violando as leis de copyright e causando prejuízos financeiros significativos para os criadores e as indústrias.

Como funciona a pirataria digital?

A pirataria digital funciona com os infratores copiando e compartilhando ilegalmente materiais protegidos por direitos autorais, como filmes e softwares, por meio da internet. Isso ocorre frequentemente por redes P2P (peer-to-peer), como BitTorrent, ou sites não autorizados de streaming.

Esses métodos permitem que as pessoas baixem ou assistam ao conteúdo digital sem pagar, contornando a distribuição oficial e as taxas de licenciamento. Os operadores lucram com isso usando anúncios, assinaturas premium ou até mesmo pedindo doações.

O sistema P2P descentraliza o compartilhamento, onde os usuários baixam arquivos de outros e, ao mesmo tempo, os distribuem para novas pessoas. Outras formas incluem sites de streaming não licenciados, serviços IPTV ilegais e links de download direto.

Torrent e redes P2P continuam sendo um dos principais meios de pirataria (imagem: Reprodução/AVG)

Quais são as consequências da pirataria digital?

A pirataria digital gera impactos sérios que se estendem por esferas legais, econômicas e de segurança para usuários, criadores e a economia global:

Responsabilidade legal: o ato pode resultar em multas pesadas e processos judiciais cíveis, podendo, em contextos comerciais, levar até mesmo a pena de prisão;

Riscos de segurança: consumir conteúdo pirata expõe o usuário a vírus e malwares, comprometendo a integridade a privacidade dos dados pessoais e corporativos;

Danos e riscos físicos: dispositivos modificados ou produtos de streaming piratas podem não seguir normas de segurança, apresentando mau funcionamento e até mesmo risco de incêndio;

Qualidade e suporte nulo: o material ilegal é frequentemente defeituoso, desatualizado e vem sem garantia ou qualquer acesso a suporte técnico ou atendimento ao cliente;

Conteúdo nocivo: sites não regulamentados expõem usuários, especialmente menores, a material explícito, violento ou inadequados, devido à ausência de filtros de segurança;

Perda de receita e empregos: a indústria criativa sofre perdas bilionárias em faturamento, freando o investimento e levando à demissão de profissionais nesses setores;

Inovação e criação limitadas: a diminuição do financiamento devido às perdas reduz o capital para a produção de novas obras e desacelera o avanço tecnológico na indústria;

Financiamento do crime: o ecossistema ilegal frequentemente atua como uma fonte de recurso estável que pode ser utilizada para financiar redes e grupos do crime organizado.

Pirataria digital é crime?

Sim, a pirataria digital é um crime cibernético no Brasil, tipificado pela violação de direitos autorais conforme o Artigo 184 do Código Penal. Essencialmente, a lei visa proteger a propriedade intelectual de criadores.

A legislação brasileira prevê diferentes níveis de penalidade para este crime, que variam conforme a finalidade da infração cometida. O infrator que age com o intuito de lucro está sujeito a uma pena de reclusão de dois a quatro anos, além de multa, dada a maior gravidade.

A lei também pune a pirataria na internet quando praticada sem objetivo de lucro, aplicando-se uma detenção de três meses a um ano ou multa. A distinção legal reforça a criminalização de qualquer forma de violação autoral, independentemente da obtenção de vantagem financeira.

Pirataria digital é tipificada como um crime cibernético no Brasil (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Quais são os exemplos de pirataria digital?

A pirataria digital atinge diversas propriedades intelectuais protegidas por direitos autorais. Os exemplos mais comuns são:

Software: envolve a cópia, instalação ou distribuição não autorizada de programas de computador, como usar uma única licença em múltiplas máquinas ou vender e usar cópias falsificadas;

Música: é o download, compartilhamento ou transmissão ilegal de faixas e álbuns protegidos, frequentemente por meio de redes P2P (peer-to-peer) ou plataformas de streaming e download não licenciadas;

Filmes e séries: inclui a gravação, o download, o streaming ou a distribuição de obras audiovisuais sem permissão, geralmente usando sites de torrent, hospedagem ou plataformas ilegais;

Livros e e-books: refere-se à digitalização, reprodução ou distribuição não autorizada de obras literárias e científicas, ocorrendo em sites de compartilhamento de arquivos ou acervos ilegais;

Jogos eletrônicos: consiste na cópia, distribuição e uso ilegal de jogos de videogames para qualquer plataforma, o que pode envolver o download de versões “crackeadas” ou o desvio de sistemas de Gestão de Direitos Digitais (DRM);

Conteúdo online e mídia social: é o uso, repostagem ou monetização não autorizada de materiais digitais como artigos, podcasts, cursos, imagens e vídeos, violando os termos em sites e redes sociais.

Como se proteger da pirataria digital?

Os criadores devem adotar uma abordagem em múltiplas camadas para se proteger da pirataria digital. Isso inclui a aplicação de Gestão de Direitos Digitais (DRM), o uso de marcas d’água para rastrear vazamentos e a proteção legal por meio de registro de direitos autorais.

Os consumidores, por sua vez, devem escolher plataformas e opções legais para consumir conteúdo, apoiando os criadores e tendo uma experiência livre de riscos. É crucial manter atenção em relação à segurança na internet e reportar conteúdos ilegais.

Essa estratégia combinada desincentiva a cópia não autorizada ao dificultar o acesso, permite a identificação de infratores e oferece um caminho seguro e de valor para o consumo legal.

Pirataria de filmes, música e softwares ainda continua em alta (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Quais são os riscos de baixar conteúdo pirata?

Estes são alguns riscos que a pessoa se expõe ao consumir conteúdo pirata:

Infecção por softwares maliciosos: arquivos e plataformas piratas são vetores comuns para vírus, cavalos de troia (trojans) e outros tipos de malware. Eles podem comprometer a segurança do sistema ao executar códigos maliciosos;

Roubo de dados pessoais e fraude: um malware oculto pode visar credenciais de login, senhas e informações de pagamento armazenadas no dispositivo. Isso leva diretamente ao risco de roubo de identidade, acesso indevido a contas e prejuízos financeiros;

Vulnerabilidade de segurança críticas: softwares piratas não recebem as atualizações de segurança e o suporte oficial dos desenvolvedores. Isso mantém o sistema exposto a falhas de segurança conhecidas, aumentando o risco de exploração por hackers;

Instabilidade do sistema e corrupção de arquivos: o conteúdo modificado ou de baixa qualidade pode causar falhas, lentidão e instabilidade no sistema operacional. Há um risco significativo de perda total de dados e corrupção de arquivos importantes;

Risco legal e sanções: apesar de muitas jurisdições ficarem em cima de quem distribui, o ato de baixar conteúdo ilegal pode configurar crime de violação de direitos autorais. O usuário pode ser sujeito a multas e, em casos mais graves, a outras penalidades legais.

É possível combater a pirataria digital?

Sim, existem estratégias para combater a pirataria digital que combinam tecnologia, ações legais e iniciativas focadas no consumidor. O objetivo é tornar o conteúdo digital legal mais acessível, conveniente e atrativo do que as versões pirateadas.

Este embate usa soluções como DRM (Digital Rights Management) e marcas d’água para proteger o conteúdo, além de inteligência artificial para identificar padrões de pirataria. Além disso, são implementadas ações legais como bloqueio de sites e envio de notificações para remover material infrator.

A estratégia é complementada por medidas que envolvem o mercado, como alternativas acessíveis e investimento na educação dos consumidores sobre o impacto da pirataria. A colaboração entre detentores de direitos, plataformas, provedores de internet também é essencial para reforçar as leis e o monitoramento em tempo real.
O que é pirataria digital? Entenda as consequências dos conteúdos piratas

O que é pirataria digital? Entenda as consequências dos conteúdos piratas
Fonte: Tecnoblog

Netflix quer impedir transmissão para TV, mas este macete ainda funciona

Netflix quer impedir transmissão para TV, mas este macete ainda funciona

Fim do espelhamento incomodou usuários (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

O Tizen, da Samsung, permite espelhar conteúdos do celular Galaxy para a TV usando o recurso Smart View, mesmo após a Netflix desabilitar o Google Cast.
O espelhamento via Smart View tem limitações: não permite usar o celular simultaneamente e o conteúdo não ocupa toda a tela da TV.
A Netflix removeu a transmissão via Google Cast para TVs modernas, exceto dispositivos sem interface própria, como Chromecast de gerações anteriores e alguns modelos de televisores específicos.

A Netflix desabilitou a transmissão de conteúdo para TVs usando o Google Cast, mas ainda não é o fim definitivo do espelhamento: o Tizen, da Samsung, ainda permite a prática, graças a um jeitinho.

O sistema oferece um recurso chamado Smart View, que permite espelhar na TV a tela de um smartphone da linha Galaxy. Com isso, todo o conteúdo do celular aparece no televisor.

Usando essa técnica, é possível escolher o que você quer ver no celular e espelhar para a tela maior. Assim, não é necessário instalar o app da Netflix na TV ou mesmo fazer login.

Nós testamos e conseguimos usar o streaming dessa forma. Imaginamos que haveria problemas envolvendo DRM (tecnologias que bloqueiam conteúdos protegidos por direitos autorais), mas não houve nenhum impeditivo técnico.

O método tem algumas limitações, no entanto. Como ele depende do que está passando na tela do celular, não é possível usar o aparelho e ver TV ao mesmo tempo. Além disso, o conteúdo não ocupa a tela toda, deixando uma borda preta ao redor.

Tela espelhada via Smart View mostra até os controles (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

As TVs Samsung também têm suporte ao AirPlay, da Apple, mas ao tentar espelhar a tela de um iPhone com o app da Netflix aberto, apenas o som é transmitido — as imagens do filme ou série não aparecem.

Mudança da Netflix desagradou usuários

A gigante do streaming atualizou discretamente seu aplicativo e removeu a opção de transmitir filmes e séries do celular para a maioria das TVs modernas. Isso afeta especificamente o Google Cast — o suporte ao AirPlay foi removido em 2019.

A exceção para a nova regra são aparelhos que não contam com interface de navegação própria. Essa lista é bem curta: tem as três primeiras gerações do Chromecast, o Chromecast Ultra, o Google Nest Hub Smart Display e alguns modelos de televisores das marcas Vizio e Compal.

De resto, a regra é clara. O aparelho tem interface própria e dá para instalar o app da Netflix? Se a resposta é sim, não é possível usar o Cast.

Mesmo nos casos permitidos, é necessário ter uma assinatura dos planos Padrão ou Premium, que não têm propaganda. Usuários do pacote Padrão com Anúncios não têm acesso à funcionalidade.

O fim do suporte ao Google Cast incomodou alguns assinantes, que apontam que o recurso era útil para acessar o streaming em casas de amigos, espaços alugados ou hotéis sem precisar fazer login em dispositivos de outras pessoas.
Netflix quer impedir transmissão para TV, mas este macete ainda funciona

Netflix quer impedir transmissão para TV, mas este macete ainda funciona
Fonte: Tecnoblog

Retrospectiva do Spotify ganha inédito cálculo de idade musical

Retrospectiva do Spotify ganha inédito cálculo de idade musical

Retrospectiva Spotify 2025 calcula idade musical do usuário (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Resumo

O Spotify lançou a Retrospectiva 2025 com a nova função “idade musical” e inteligência artificial generativa.
A edição de 2025 inclui o ranking de fãs, Clubes e Festinha da Retrospectiva, além de recursos anteriores.
Bad Bunny foi o artista mais ouvido globalmente, enquanto Henrique & Juliano lideraram no Brasil.

O Spotify lançou nesta quarta-feira (3) a desejada Retrospectiva 2025, uma tela personalizada que mostra os hábitos de escuta dos usuários ao longo do ano. A principal novidade é a função de “idade musical”, que compara os gostos do usuário com pessoas da mesma faixa etária analisando o ano de lançamento das músicas mais ouvidas. Nós tivemos acesso antecipado à ferramenta e, por algum motivo que me falta, eu fui classificado com idade musical de 20 anos.

Outra diferença em relação a anos anteriores está na inteligência artificial generativa e no LLM, que foi utilizado para produzir alguns dos textos que são apresentados durante a retrospectiva. O Spotify leva em consideração o consumo dos usuários desde janeiro até “algumas semanas” antes da divulgação do Wrapped.

Dados do Wrapped 2025

A nova edição inclui o ranking de fãs, que mostra a posição do ouvinte entre os fãs do artista preferido com base nos minutos de reprodução. Também mantém recursos como Top Gêneros, Quiz da Top Música e Corrida do Top Artista, que mostra como os cinco artistas favoritos mudaram mês a mês.

Wrapped tem a tradicional tela de artistas mais ouvidos em 2025 (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Entre as novidades, o recurso de Clubes coloca os usuários em um de seis grupos que representam estilos únicos de ouvir música. Já a Festinha da Retrospectiva é uma função interativa que transforma dados de escuta em jogo ao vivo com amigos. Assim como em outros anos, mensagens personalizadas de podcasters favoritos também podem aparecer no app.

Todo o material é formatado em vídeo vertical e pode ser compartilhado em redes como Instagram, TikTok ou status do WhatsApp.

Não custa lembrar: nós estamos na temporada de retrospectivas. Com o lançamento de hoje, o Spotify se junta a Deezer, Apple Music, Amazon Music, YouTube Music e até mesmo o iFood, apenas para citar alguns serviços digitais. A escala, no entanto, é completamente outra: o Spotify possui 700 milhões de ouvintes e, segundo dados internos, 80% esperam pelo acesso ao Wrapped.

Como acessar?

A funcionalidade está disponível no app do Spotify para Android e iPhone (iOS), entre outros sistemas. A empresa nos explicou que é preciso estar com a versão mais recente instalada. Essa funcionalidade pode ser acessada pelo feed de Retrospectiva na tela inicial. Neste ano, usuários podem controlar a velocidade das páginas e revisitar momentos específicos sem precisar voltar ao início.

O Spotify Brasil decidiu promover sua maior e mais longa live para celebrar o lançamento da Retrospectiva 2025. A transmissão multicanal acontece no TikTok, Instagram e YouTube a partir das 13h de hoje. O line-up inclui Camila Fremder, Gregorio Duvivier, João Vicente, Paulinho O Loko, Lela Brandão e J. Eskine. A programação traz quadros especiais, jogos, reacts, performances e versão ao vivo da “Resenha do Arrocha”, com conversas sobre Retrospectivas, desafios musicais e versões exclusivas de podcasts.

Rankings Globais

Bad Bunny liderou rankings de artistas e de álbuns em 2025 (imagem: divulgação/Spotify)

Artista mais ouvido: Bad Bunny (19,8 bilhões de streams; quarto título após 2020, 2021 e 2022)

Música mais ouvida: “Die With A Smile” – Lady Gaga & Bruno Mars

Álbum mais ouvido: “DeBÍ TiRAR MáS FOToS” – Bad Bunny

Podcast mais ouvido: The Joe Rogan Experience (sexto ano consecutivo no topo)

Top Artistas do Brasil

Henrique & Juliano

Grupo Menos É Mais

MC Ryan SP

Jorge & Mateus

Mc IG

Zé Neto & Cristiano

Matheus & Kauan

MC Tuto

Natanzinho Lima

Filipe Ret

Top Músicas do Brasil

Diego & Victor Hugo – Tubarões – Ao Vivo

Grupo Menos É Mais, Simone Mendes – P do Pecado – Ao Vivo

Grupo Menos É Mais – Coração Partido (Corazón Partío) – Ao Vivo

Danilo e Davi – Apaga Apaga Apaga – Ao Vivo

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O Assunto

Retrospectiva do Spotify ganha inédito cálculo de idade musical

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Fonte: Tecnoblog

Plex começa a bloquear streaming remoto sem assinatura

Plex começa a bloquear streaming remoto sem assinatura

Plex é uma plataforma de armazenamento de mídia e streaming (imagem: divulgação/Plex)

Resumo

O Plex começou a bloquear o streaming remoto sem assinatura, primeiro nos dispositivos Roku.
O acesso remoto agora requer pagamento do dono do servidor ou do espectador, com planos mensais de R$ 19,90 e R$ 5,90.
A medida visa aumentar a lucratividade, afetando também aplicativos de terceiros que usam a API do Plex.

O Plex começou a barrar o uso gratuito da plataforma fora de casa, com novas regras que impedem o acesso remoto a servidores de mídia pessoais sem o pagamento de uma taxa. Até então, a plataforma permitia que qualquer pessoa acessasse o conteúdo de um servidor, fora da rede Wi-Fi do dono, de graça.

A medida, anunciada em março, começa a valer agora para usuários de dispositivos Roku. Com a mudança, para que o streaming remoto funcione em apps de TV, é necessário que haja uma assinatura ativa, seja por parte de quem transmite ou de quem assiste.

As novas regras marcam o fim de uma era para quem utilizava o serviço para compartilhar bibliotecas de filmes e séries com amigos e familiares sem custo.

Acesso remoto será pago

Página de recomendações do aplicativo Plex para Windows (imagem: Bruno Andrade/Tecnoblog)

A nova política flexibiliza a origem do pagamento, mas exige que ele exista. Para liberar o acesso remoto irrestrito aos seus convidados, o dono do servidor precisa assinar o Plex Pass, que custa R$ 19,90 no plano mensal ou R$ 199,90 por ano.

Caso o dono do servidor opte por permanecer na versão gratuita, o custo é repassado para o espectador. Para conseguir assistir ao conteúdo de um amigo em outra casa, o usuário convidado precisará ter seu próprio Plex Pass ou assinar o Remote Watch Pass, uma nova modalidade mais barata (R$ 5,90 mensais) criada especificamente para desbloquear a visualização remota sem os outros benefícios premium.

Plataforma oferece a assinatura do Plex Pass com desconto (imagem: Bruno Andrade/Tecnoblog)

Plex tenta aumentar lucratividade

A restrição não atinge todos os dispositivos simultaneamente. Segundo postagens de funcionários em fóruns oficiais, identificadas pelo site How-To Geek, o bloqueio começou nesta semana especificamente para o app do Plex no sistema Roku.

No entanto, o plano de expansão já está traçado. A empresa confirmou que a exigência de pagamento chegará a todas as outras plataformas de TV — incluindo Amazon Fire TV, Apple TV e Android TV — ao longo de 2026. Aplicativos de terceiros que usam a API do Plex para streaming remoto também serão afetados.

A decisão impopular é uma tentativa da empresa de equilibrar as contas, para manter o suporte e desenvolver novos recursos. Apesar disso, a empresa recebeu um aporte de US$ 40 milhões em investimentos neste ano, segundo o TechCrunch.
Plex começa a bloquear streaming remoto sem assinatura

Plex começa a bloquear streaming remoto sem assinatura
Fonte: Tecnoblog