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O que é delay? Entenda as causas de atrasos em transmissões ao vivo

O que é delay? Entenda as causas de atrasos em transmissões ao vivo

Delay é uma consequência técnica dos processos envolvidos na transmissão de dados em tempo real (Imagem: Soumith Soman/Pexels)

Delay é o tempo de atraso que ocorre entre o envio e a recepção de dados. O efeito ocorre principalmente em transmissões ao vivo de imagem e áudio.

Esse atraso ocorre devido a tratamentos e distribuição do sinal aos dispositivos eletrônicos. Questões ligadas a infraestrutura e recursos de processamento de aparelhos também causam delay.

Devido a essas questões técnicas, o delay impacta serviços como TV aberta, streaming e ligações telefônicas, mas de formas diferentes. Como exemplo, a TV aberta consegue reproduzir os jogos do Brasil na Copa do Mundo com menos delay do que canais de streaming.

A seguir, entenda melhor o que é e quais as causas do delay, e confira as transmissões com menos atrasos.

ÍndiceO que é delay?O que significa delay?Quais são as causas do delay?Quais serviços podem ser afetados pelo delay?Como o delay é medido?Quais transmissões têm menos delay?Tem como diminuir o delay de uma transmissão?Qual é a diferença entre delay e lag?Qual é a diferença entre delay e input lag?

O que é delay?

No contexto de tecnologia, delay é o tempo de atraso entre o envio e recepção de dados. O delay é bastante popular em transmissões ao vivo, que distribuem sinais de vídeo e áudio por radiodifusão, satélite ou internet.

Para ilustrar melhor o que é o delay, pense em um jogo de futebol: torcedores no estádio estão acompanhando tudo em tempo real, mas quem está assistindo à partida pela TV ou streaming verá os lances com um certo atraso temporal.

Esse atraso é chamado de delay.

O que significa delay?

O termo “delay” vêm do inglês e significa “atraso” em tradução livre. A expressão costuma ser utilizada para ilustrar a demora que ocorre no processo de transmissão de dados.

Quais são as causas do delay?

O processamento de dados é uma das principais causas do delay, já que o sinal captado por câmeras e microfones passa por tratamentos técnicos até chegar aos dispositivos. E cada etapa de processamento adiciona milissegundos ou segundos de atraso em relação ao tempo real.

Codificação e decodificação de sinal, envio a satélites ou servidores e fragmentação da mídia são exemplos de processos usados em transmissões ao vivo. TVs e rádios, que usam radiodifusão, exigem menos processos. Já streamings precisam passar por mais etapas — e por isso têm mais delay.

Questões técnicas para tratamento e distribuição do sinal causam o delay (Imagem: Isaiah Ekele/Pexels)

A distância percorrida pelo sinal também influencia no delay. E isso significa que transmissões que dependem de infraestruturas mais distantes do usuário final tendem a receber o sinal com mais atraso.

Outro fator que aumenta o delay são os recursos de tratamento de som de imagem de dispositivos. No caso, qualquer processamento extra (como upscaling ou redução de ruído) pode elevar o tempo de atraso até a exibição final do conteúdo.

Quais serviços podem ser afetados pelo delay?

O delay pode afetar qualquer serviço baseado em transmissão e processamento de dados em tempo real. E isso inclui:

Transmissões de TV Aberta e rádio;

Transmissões de TV via fibra óptica ou satélite;

Streaming de áudio e vídeo;

Ligações telefônicas;

Chamadas e videoconferências via internet;

Jogos online.

Como o delay é medido?

Usamos unidades de tempo para medir o delay, como milissegundos (ms), segundos (s) e minutos (min).

Taxas mais baixas de delay indicam que o que você está vendo na tela está mais próximo do tempo real. Em contrapartida, delay de vários segundos ou minutos significa que o conteúdo exibido já aconteceu há algum tempo.

Quais transmissões têm menos delay?

Transmissões de ondas de rádio têm menos delay porque o envio de sinal é quase instantâneo e em massa (broadcast). Já transmissões de dados via internet (como streaming) dependem de vários processos e usam o modelo unicast, de um ponto para cada destinatário.

Em geral, transmissões de rádio e TV aberta apresentam níveis de delay menores, seguidos por serviços de TV por assinatura (fibra óptica, cabo ou satélite) e conteúdos de streaming.

Live streaming costumam ter mais delay por envolver mais processamentos de sinal (Imagem: Libby Penner/Unsplash)

Tem como diminuir o delay de uma transmissão?

Não. O delay é consequência de questões físicas e operacionais de uma transmissão que fogem do controle do telespectador. Somente as emissoras, plataformas ou canais podem reduzir o delay, desde que otimizem a infraestrutura e processos usados no envio de sinal.

No entanto, você pode adotar boas práticas para melhorar a internet em streamings. Também é recomendável desativar processamentos de imagem e áudio para evitar qualquer atraso mínimo na sincronização do sinal.

As ações não vão diminuir o tempo de delay, mas ajudam a evitar travamentos para uma experiência mais fluida e sincronizada.

Qual é a diferença entre delay e lag?

Delay é o tempo de atraso entre o envio e a recepção de dados. Em outras palavras, trata-se da diferença de tempo entre o que ocorre ao vivo e o que está sendo reproduzido no sinal de imagem ou áudio.

Já o lag costuma ser relacionado a problemas na comunicação ou processamento durante a transmissão de sinal, cujos efeitos podem resultar em engasgos e travamentos.

Como exemplo, o delay é quando a TV do vizinho reproduz um gol antes do seu televisor. Já lag pode acontecer quando seu jogo online trava devido a falhas de conexão.

Qual é a diferença entre delay e input lag?

Delay consiste no atraso de sinal que ocorre durante a transmissão de dados em tempo real, devido aos processos técnicos envolvidos.

Já input lag se refere ao tempo de atraso entre um comando e a resposta visual na tela, envolvendo dispositivos de entrada (como mouses, monitores e teclados).

O que é delay? Entenda as causas de atrasos em transmissões ao vivo

O que é delay? Entenda as causas de atrasos em transmissões ao vivo
Fonte: Tecnoblog

YouTube libera mensagens diretas no Brasil; veja como funciona

YouTube libera mensagens diretas no Brasil; veja como funciona

YouTube libera mensagens diretas no Brasil (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

Resumo

após teste, YouTube está liberando recurso de mensagens diretas em vários países, incluindo o Brasil;
função permite compartilhar vídeos e conversar por texto, emojis e GIFs, mas é exclusiva para o aplicativo móvel do serviço;
para iniciar um chat, o usuário deve enviar um link de convite, que precisa ser aceito pela outra pessoa em até sete dias.

Se você abrir o aplicativo do YouTube agora, provavelmente encontrará um ícone de conversa no topo direito da tela. Trata-se de um recurso de mensagens diretas que vinha sendo testado e, agora, está sendo liberado de modo amplo em vários países, incluindo o Brasil.

A ideia não é nova. Talvez você se lembre de que, em 2019, o YouTube encerrou uma função de troca de mensagens que havia sido introduzida apenas dois anos antes. Apesar de o recurso nunca ter sido popular muitos usuários reclamaram da decisão.

O recurso de mensagens volta à plataforma de streaming, mas com uma proposta um pouco diferente. O objetivo principal é oferecer mais um meio para que os usuários compartilhem vídeos convencionais e Shorts, embora as mensagens também possam ser usadas para outros fins.

Como as mensagens diretas do YouTube funcionam?

Comece por procurar o ícone de conversa que aparece no topo direito de várias telas do app do YouTube para iOS ou Android. Depois, toque em “Convidar para conversar”. Um convite com um link para conversação no YouTube será gerado para ser compartilhado via e-mail, WhatsApp e afins.

A função de mensagens diretas também está disponível na tela de reprodução de vídeos, mas o acesso a ela é um pouco diferente: é preciso ir no botão de compartilhar e, então, selecionar uma pessoa com quem você já conversa ou tocar no botão que gera um link de convite. Note que esse link precisa ser aceito em até sete dias, do contrário, expirará.

Gerando convite para conversa no YouTube (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

A pessoa que receber o link terá que ter conta no YouTube, obviamente. Também é preciso ter 18 anos de idade ou mais. Leve em conta ainda que, pelo menos por enquanto, a conversa só pode ser feita via aplicativo. A versão web do YouTube não suporta mensagens, pelo menos até o momento.

O destinatário só precisa aceitar o link e enviar uma mensagem para iniciar a conversa. Há suporte para emojis e GIFs, mas não é possível anexar arquivos à conversa. Trata-se de um mecanismo simples de chat. Aparentemente, o YouTube não tem grandes pretensões com a novidade, mas ela pode ser realmente útil para quem consome bastante conteúdo na plataforma.

Além do Brasil, as mensagens diretas do YouTube estão sendo liberadas em países como Alemanha, Espanha, Estados Unidos (por onde começou), França, Portugal e Reino Unido.
YouTube libera mensagens diretas no Brasil; veja como funciona

YouTube libera mensagens diretas no Brasil; veja como funciona
Fonte: Tecnoblog

Simba CDN aposta em infraestrutura local para otimizar tráfego de vídeo e streaming

Simba CDN aposta em infraestrutura local para otimizar tráfego de vídeo e streaming

Simba CDN é alternativa brasileira para infraestrutura digital (imagem: divulgação/Simba CDN)

Resumo

A Simba CDN oferece infraestrutura de entrega de conteúdo local para otimizar tráfego de vídeo e streaming.
A solução foca em necessidades do setor audiovisual e empresas com grande volume de acessos.
A CDN utiliza arquitetura baseada no padrão MEC (Multi-Access Edge Computing) da 3GPP.

O consumo de vídeos sob demanda e de transmissões de grandes eventos ao vivo só cresce, e, consequentemente, elevou o padrão exigido em infraestrutura digital. Hoje, manter um streaming no ar sem interrupções exige mais do que servidores potentes: é necessário olhar para a eficiência com que os dados chegam ao usuário final.  

Isso porque uma transmissão ruim ou que apresenta um longo tempo de carregamento impacta diretamente na percepção do cliente sobre a qualidade do serviço. Por isso, a infraestrutura de entrega de conteúdo (CDN) tem tanto peso na estratégia do negócio.

Para suprir essa demanda, a Simba CDN é uma solução brasileira que foca nas necessidades do setor audiovisual e de empresas com grande volume de acessos, apostando em infraestrutura local e flexibilidade técnica para garantir estabilidade e suporte próximo às operações.

Como a infraestrutura influencia na latência?

A entrega de dados depende bastante de uma infraestrutura física de servidores e redes de transporte. Quando um usuário inicia a reprodução do vídeo, o carregamento, a estabilidade e a qualidade da imagem são influenciados pela distância que os dados precisam percorrer até chegar ao aparelho.

Quanto maior esse caminho, maior tende a ser a latência. Esse atraso na transmissão resulta em demora para iniciar o vídeo, quedas na qualidade da imagem, travamentos e interrupções por buffering — o armazenamento temporário de partes do arquivo na memória do dispositivo.

De olho nesse problema, a arquitetura da Simba CDN baseia-se no padrão MEC (Multi-Access Edge Computing) da 3GPP, que descentraliza o processo de distribuição e otimiza a entrega:

Acesso na borda da rede: a operação é distribuída por Pontos de Presença (PoPs), que entregam o vídeo a partir de unidades mais próximas do usuário

Caching profundo (deep caching): os conteúdos mais acessados ficam armazenados nessas pontas da rede, reduzindo o tempo de resposta no streaming HTTP, melhorando o QoE (Quality of Experience).

Alívio do servidor de origem: a CDN absorve parte das solicitações e diminui a dependência do servidor principal

Estabilidade em picos de audiência: com o tráfego dividido entre diferentes pontos da rede, a transmissão fica menos sujeita a sobrecargas e travamentos

Infraestrutura para vídeo e TV 3.0

Carlos Alkimim, diretor da Simba Content (imagem: divulgação/Simba CDN)

A Simba CDN tem DNA no mercado audiovisual, como parte do grupo Simba Content, uma joint-venture criada pelas emissoras Record, RedeTV e SBT. Dessa forma, a arquitetura já considera as exigências do setor, como estabilidade em transmissões ao vivo, baixa latência e capacidade de sustentar picos de audiência.

Com a chegada da TV 3.0 no Brasil, que aproxima a transmissão aberta da internet, esse ponto se torna ainda mais importante. Para as emissoras, isso gera a necessidade de uma infraestrutura capaz de distribuir conteúdo em grande escala, com resposta rápida e sem comprometer a qualidade.

Além disso, por meio de uma rede de parceiros, a plataforma pode ser conectada a serviços que fazem parte do workflow de uma operação de vídeo, como:

Transcoding: conversão do conteúdo para diferentes formatos, resoluções e dispositivos;

CMS e orquestração: organização e gerenciamento dos fluxos de publicação;

Monetização publicitária: integração com soluções de anúncios em vídeo dinâmico;

Players de vídeo: conexão direta com as interfaces usadas pelo público final.

Apesar do foco em audiovisual, vale reforçar que essa mesma estrutura pode atender outros mercados que dependem de alto volume de tráfego, como:

Provedores de internet

Empresas de telecomunicações

Plataformas de educação

Outros portais com grande quantidade de acessos diários.

Segurança de dados e proteção de conteúdo

Simba CDN conta com estrutura preparada de acompanhamento (imagem: divulgação/Simba CDN)

Quando uma transmissão depende da internet, outra preocupação também deve ser a proteção da operação contra tentativas de derrubar o serviço ou acessar o conteúdo indevidamente.

Para isso, a Simba CDN usa aprendizado de máquina para detectar anomalias no tráfego e conta com proteção contra ataques DDoS, que podem sobrecarregar servidores e comprometer a transmissão.

A outra frente é a pirataria. A estrutura integra recursos como bloqueio geográfico, restrição de usuários anônimos e autenticação por tokens de acesso. Também há suporte a marca d’água (watermarking) nos principais players do mercado, o que dificulta a extração e a redistribuição não autorizada dos vídeos.

Esse monitoramento é feito pelo Centro de Operação de Rede (COR) da Simba, que funciona 24 horas todos os dias, acompanhando o tráfego, coordenando os serviços e aplicando correções proativamente.

Flexibilidade comercial

Uma infraestrutura de vídeo precisa acompanhar o ritmo do negócio. Por isso, a Simba CDN trabalha com o modelo pay as you grow, em que os custos acompanham o uso real da plataforma.

Dessa forma, é possível escalar a operação conforme a demanda aumenta, sem antecipação de investimentos desnecessariamente. A flexibilidade também aparece nos ajustes da rede para cada cenário:

Regras de cache: definição de como e por quanto tempo os conteúdos ficam armazenados na borda da rede;

Regiões de distribuição: escolha das áreas prioritárias para entrega, de acordo com a localização da audiência;

Analytics em tempo real: acompanhamento de métricas de desempenho para ajustar a estratégia de entrega com mais precisão.

Ao combinar infraestrutura distribuída, segurança, suporte local e um modelo comercial ajustado ao crescimento do cliente, a Simba CDN é uma alternativa para operações digitais que precisam escalar sem abrir mão da estabilidade.

Para conhecer os recursos completos e conversar com especialistas, acesse o site da Simba CDN.
Simba CDN aposta em infraestrutura local para otimizar tráfego de vídeo e streaming

Simba CDN aposta em infraestrutura local para otimizar tráfego de vídeo e streaming
Fonte: Tecnoblog

Plex triplica preço e revolta usuários

Plex triplica preço e revolta usuários

Plex triplica preço de plano vitalício e revolta usuários (imagem: reprodução/Plex)

Resumo

O Plex triplicou o preço do plano vitalício do Plex Pass de US$ 249,99 para US$ 749,99 a partir de 1º de julho de 2026.
O reajuste gerou revolta entre usuários, que criticaram o aumento de 200% do valor, considerando-o “insano” e uma “aposentadoria suave” do plano vitalício.
A empresa justificou o aumento afirmando que o plano vitalício ainda é uma opção valiosa, mas que precisa refletir o valor real e contínuo do software a ser desenvolvido e mantido.

Aumentos periódicos de preços são comuns em serviços por assinatura. Mas o Plex parece ter exagerado na dose: o serviço anunciou um reajuste em seu plano vitalício que simplesmente triplica o valor cobrado atualmente. Trata-se do Lifetime Plex Pass, que passará de US$ 249,99 para US$ 749,99.

As reações foram imediatas nas redes sociais. No X, por exemplo, o usuário DerrickGott007 comentou: “[o aumento é] completamente insano para um servidor que você mantém e é seu, na sua casa, repleto de suas próprias mídias”.

Já no Reddit, um usuário fez um comentário ainda mais sagaz, digamos assim: “a US$ 750 você teria que se inscrever na assinatura anual por 11 anos para conseguir recuperar o investimento. Eu vejo isso como uma aposentadoria suave do plano vitalício”.

No anúncio do reajuste, o Plex justificou o aumento de 200% da seguinte forma:

Consideramos eliminar o Lifetime Plex Pass no passado, visto que assinaturas recorrentes [mensais ou anuais] nos ajudam a manter o desenvolvimento no longo prazo, mas sabemos que ele ainda é uma opção valiosa para muitos de nossa comunidade.

Portanto, em vez de descontinuá-lo, vamos mantê-lo disponível a um preço que reflita o valor real e contínuo do software que nos comprometemos a desenvolver e manter nos próximos anos.

O preço de US$ 749,99 entrará em vigor a partir de 1º de julho de 2026. Quem quiser obter o Plex Pass vitalício pelo atual valor de US$ 249,99 precisa fazer a compra antes dessa data, portanto.

No Brasil, o Plex Pass vitalício custa R$ 1.399,90 atualmente. O preço reajustado ainda não foi confirmado, mas, convertendo US$ 749,99 em reais pela cotação de hoje, podemos esperar um valor de pelo menos R$ 3.770 a partir de 1º de julho.

Vale destacar que, para quem já conta com o Plex Pass vitalício, nada muda. O plano continuará sendo oferecido com todos os seus recursos, sem necessidade de pagamentos adicionais (até porque isso seria motivo para processo judicial).

Plataforma do Plex (imagem: Bruno Andrade/Tecnoblog)

O que é o Plex Pass?

O Plex é uma plataforma que permite que você crie uma espécie de streaming particular ao mesmo tempo em que oferece canais de TV, filmes e séries. Grande parte dos recursos do serviço é gratuita, mas quem quiser obter mais funcionalidades pode recorrer a um dos planos do Plex Pass.

Entre os recursos do Plex Pass estão transcodificação acelerada por hardware, download de mídia do servidor para consumo offline, controle parental, temas exclusivos e muito mais.

Com o reajuste do plano vitalício, é possível que usuários migrem para outras opções, com o gratuito Jellyfin aparecendo como um forte candidato para quem busca uma alternativa.
Plex triplica preço e revolta usuários

Plex triplica preço e revolta usuários
Fonte: Tecnoblog

Bug no YouTube pode consumir até 7 GB de memória RAM

Bug no YouTube pode consumir até 7 GB de memória RAM

Consumo anormal de recursos tem feito abas do YouTube travarem (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

Nos últimos dias, acessar o YouTube virou uma dor de cabeça para diversos usuários. Relatos indicam quedas bruscas de desempenho, com o grande vilão sendo um bug na interface da plataforma do Google, que teria elevado o uso do processador.

A falha também teria aumentado o consumo de memória RAM, ultrapassando a marca de 7 GB em alguns casos. Na prática, o erro deixa os computadores lentos, com engasgos no sistema e páginas travando.

As principais queixas se concentram no Reddit, onde dezenas de pessoas compartilharam o consumo anormal de recursos. Em um primeiro momento, a comunidade suspeitou que essa lentidão fosse apenas mais um desdobramento da guerra do YouTube contra os bloqueadores de anúncios, o que fazia sentido dado o histórico da plataforma.

Além disso, os primeiros relatos indicaram que o problema estava concentrado no Mozilla Firefox. Mas isso mudou quando casos idênticos começaram a pipocar entre usuários do Brave e Microsoft Edge — navegadores que compartilham a mesma base tecnológica do Chrome (o Chromium).

O que está acontecendo?

Conforme apontado pelo site Tom’s Hardware, a raiz do problema é a forma como o código-fonte do próprio YouTube gerencia a exibição de alguns elementos visuais na tela. Os registros detalhados no Bugzilla — sistema de rastreamento de falhas mantido pela Mozilla — indica que a causa exata do problema foi isolada.

A falha técnica se concentra no menu localizado logo abaixo do player de vídeo, em que ficam os botões “Curtir”, “Não Curtir”, “Compartilhar”, “Download” e demais opções de interação. A programação da interface foi desenvolvida para verificar se todos esses botões cabem no espaço disponível na tela.

Se o sistema detecta que os controles vão ultrapassar o limite da janela do navegador, ele oculta um dos botões automaticamente para evitar que o layout do site quebre. É aqui que a falha vem ocorrendo.

Falha na interface do YouTube sobrecarrega o processador e a memória RAM (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

Quando o botão é escondido, a largura livre disponível aumenta. Imediatamente, o código do YouTube percebe essa sobra de espaço e conclui que o botão oculto pode voltar a ser exibido. No entanto, assim que o elemento volta, o espaço acaba novamente, forçando o site a escondê-lo mais uma vez. Esse ciclo de esconde-esconde abriu um loop.

Nos bastidores, o navegador é forçado a recalcular toda a geometria da página a cada milissegundo. Esse fenômeno, conhecido tecnicamente como layout thrashing ou loop de reflow, exige um grande esforço da máquina.

Falha ainda não foi oficialmente corrigida

No Bugzilla, a ocorrência consta como resolvida. Contudo, o Tecnoblog procurou a assessoria do YouTube em busca de esclarecimentos. Em resposta oficial, a empresa declarou apenas que “o caso está sendo investigado”, sem confirmar se a instabilidade foi, de fato, solucionada de vez.

Enquanto uma correção não é oficializada, a principal recomendação para quem se deparar com o computador travando é usar o gerenciador de tarefas do próprio navegador.

No Google Chrome, Brave ou no Microsoft Edge, o usuário pode pressionar o atalho Shift + Esc no teclado para abrir o painel de controle interno. A partir dali, basta identificar a aba do YouTube que está consumindo recursos em excesso e forçar o encerramento.
Bug no YouTube pode consumir até 7 GB de memória RAM

Bug no YouTube pode consumir até 7 GB de memória RAM
Fonte: Tecnoblog

YouTube vai liberar modo picture-in-picture grátis para todos; veja como usar

YouTube vai liberar modo picture-in-picture grátis para todos; veja como usar

Interface do YouTube no celular (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

O YouTube liberou o modo Picture-in-Picture (PiP) gratuitamente para todos os usuários de Android e iOS.
A função permite assistir a vídeos em uma janela flutuante. O recurso antes era restrito a assinantes Premium.
O PiP gratuito só funciona com “conteúdos longos que não sejam música”. Se o usuário tentar minimizar o aplicativo durante a reprodução de um videoclipe ou de faixas protegidas por direitos autorais, o vídeo será pausado imediatamente.

O Google começou a liberar nesta quarta-feira (29) o modo picture-in-picture (PiP) do YouTube de forma gratuita para todos os usuários. A novidade permite assistir a vídeos em uma janela flutuante e deixa de ser um benefício exclusivo dos assinantes pagos. Com essa expansão, a plataforma busca democratizar a experiência, encerrando também a restrição que limitava a função sem custos apenas aos Estados Unidos.

A mudança foi reportada pelo portal 9to5Google e confirmada pela equipe do YouTube em publicação na comunidade oficial da plataforma. Na prática, a atualização altera o comportamento padrão do aplicativo: ao iniciar um vídeo e retornar à tela inicial do celular, o conteúdo não é mais interrompido. O player se transforma em uma miniatura que pode ser redimensionada e arrastada para qualquer canto da tela.

A janela suspensa mantém botões essenciais, como os controles de reprodução e pausa, além de um atalho para devolver o vídeo à tela cheia, mas há uma limitação no novo modelo. O Google estabeleceu que o picture-in-picture gratuito só funciona com “conteúdos longos que não sejam música”.

Se o usuário tentar minimizar o aplicativo durante a reprodução de um videoclipe ou de faixas protegidas por direitos autorais, o vídeo será pausado imediatamente. Essa é uma estratégia para proteger o ecossistema do YouTube Music, evitando que a versão gratuita do aplicativo principal seja utilizada como um reprodutor de música em segundo plano.

O que muda para os assinantes Premium e Premium Lite?

Para quem já paga pelas versões mais completas do serviço, a experiência permanece sem cortes. Os assinantes do YouTube Premium continuam com acesso irrestrito ao PiP para qualquer formato de vídeo da plataforma, incluindo clipes musicais, sempre livres de anúncios. A modalidade paga também mantém a exclusividade da reprodução em segundo plano com a tela do celular totalmente bloqueada e apagada — um recurso popular que a versão gratuita continua não oferecendo.

No caso do plano Premium Lite, uma assinatura mais barata que foca na remoção da maior parte das propagandas, o funcionamento será equivalente ao da versão gratuita recém-liberada. Esses usuários poderão utilizar a janela flutuante livremente para vídeos tradicionais, mas continuarão bloqueados de usar o recurso com músicas.

YouTube agora oferece Picture-in-Picture gratuito (imagem: reprodução/Google)

Como ativar o Picture-in-Picture?

A novidade chega para todos os usuários de forma gradual, mas antes é preciso garantir que o sistema do celular esteja configurado para permitir a sobreposição de tela, um procedimento varia um pouco dependendo do dispositivo.

No iPhone (e iPad):

A Apple exige que a funcionalidade nativa de PiP esteja habilitada nas configurações do aparelho.

Abra o aplicativo “Ajustes“.

Toque em “Geral” e depois selecione “Picture in Picture (PIP)“.

Confirme se a chave “Iniciar PiP Automaticamente” está ativada.

Ativando a função nativa Picture-in-Picture (PiP) no iOS (imagem: Gabriel Sérvio/Tecnoblog)

Feito isso, abra o aplicativo do YouTube, toque na sua foto de perfil, acesse o ícone de engrenagem para abrir as “Configurações“, vá em “Reprodução” e ative a opção “Picture-in-picture“.

Habilitando a chave do recurso no aplicativo do YouTube (imagem: Gabriel Sérvio/Tecnoblog)

Em aparelhos Android:

O sistema do Google geralmente já vem com essa permissão ativada por padrão, mas vale conferir caso a janela flutuante não apareça ao minimizar o app (os nomes dos menus podem variar dependendo da fabricante, como Samsung, Motorola ou Xiaomi).

Acesse as “Configurações” do seu aparelho e vá até a lista de “Aplicativos“.

Procure pelo “YouTube” e toque nele.

Role a tela até encontrar a seção chamada “Picture-in-picture” e certifique-se de que a opção de permissão está ativada.

Verificando a permissão de sobreposição de tela no Android (imagem: Gabriel Sérvio/Tecnoblog)

Da mesma forma que no iOS, confira também as configurações internas do aplicativo do YouTube (Configurações > Reprodução) para garantir que a chave do recurso esteja habilitada.

Ativando o Picture-in-picture no aplicativo do YouTube para Android (imagem: Gabriel Sérvio/Tecnoblog)
YouTube vai liberar modo picture-in-picture grátis para todos; veja como usar

YouTube vai liberar modo picture-in-picture grátis para todos; veja como usar
Fonte: Tecnoblog

YouTube agora permite desativar vídeos de Shorts no feed; veja como

YouTube agora permite desativar vídeos de Shorts no feed; veja como

YouTube agora permite desativar vídeos de Shorts no feed (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

YouTube começou a liberar opção de desativar Shorts no feed com recurso “0 minutos”;
opção “0 minutos” está sendo liberada em escala global, valendo para todas as contas;
recurso não impede visualização de Shorts por meio de acesso direto a esse tipo de vídeo, porém.

Vídeos de Shorts duram poucos segundos, mas podem tomar grande parte do seu tempo se muitos deles forem visualizados em sequência. Se você lida com esse problema, saiba que agora é possível dar um basta: o aplicativo móvel do YouTube agora permite desativar a exibição de Shorts no feed.

Esse tipo de controle foi introduzido em outubro de 2025, quando o YouTube passou a ter um temporizador. Com ele, você pode limitar a visualização de Shorts em 15, 30 ou 45 minutos por dia, ou por uma ou duas horas diárias.

Já no começo de 2026, esse temporizador foi levado aos controles parentais das contas destinadas a menores de idade que são gerenciadas por pais ou responsáveis. O problema é que o limite mínimo continuava em 15 minutos diários, então o Google prometeu implementar uma opção de “0 minutos”.

Pois bem, é essa opção que está sendo liberada agora, mas em escala global, valendo para todas as contas.

E como desativar a exibição de Shorts no YouTube?

Abra o aplicativo do YouTube para Android ou iOS e faça o seguinte:

toque no ícone com a sua foto e, no topo da tela, clique no símbolo de configurações;

na área “Conta”, selecione “Gerenciamento de tempo”;

role a tela e ative a opção “Limite do Feed dos Shorts”;

escolha a opção “0 minutos” (ou “0 minutes”, a tradução ainda não foi feita);

Desativando Shorts no feed do YouTube (capturas de tela: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Se a opção “0 minutos ” ainda não aparece em sua conta, é preciso aguardar. Como de hábito, a liberação do recurso está sendo feita de modo gradativo.

Quando o limite diário é atingido, o YouTube exibe um aviso informando sobre isso. Você até tem a opção de ignorar o limite, mas isso é autossabotagem, certo?

Seja como for, saiba que o temporizador limita apenas a exibição de Shorts no feed do YouTube. Você ainda poderá visualizar vídeos do tipo acessando canais ou endereços individuais.

Com informações de Android Police
YouTube agora permite desativar vídeos de Shorts no feed; veja como

YouTube agora permite desativar vídeos de Shorts no feed; veja como
Fonte: Tecnoblog

Nubank corta acesso grátis à HBO Max

Nubank corta acesso grátis à HBO Max

HBO Max passa a custar R$ 11,90 no Ultravioleta (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

O Nubank cortou o acesso grátis ao HBO Max para clientes do Ultravioleta.
O plano Básico custa R$ 11,90 por mês.
O plano Standard custa R$ 17,90 por mês.
O preço público no site do HBO Max é R$ 29,90 e R$ 44,90, respectivamente.

O Nubank está fazendo uma importante mudança para os clientes da modalidade premium Ultravioleta: não será mais possível acessar o conteúdo do streaming HBO Max de graça, benefício disponível desde 2024. Até então, os consumidores contavam com este benefício, que passa a ser pago.

O conglomerado financeiro começou a comunicar os clientes afetados nesta semana. Via email, ele diz que a assinatura do plano Básico (com anúncios) sai por R$ 11,90 mensais. Quem quiser o plano Standard (sem anúncios) terá que pagar R$ 17,90 por mês.

Comunicado enviado pela Nubank aos clientes do Ultravioleta (imagem: Thiago Mobilon/Tecnoblog)

Ainda vale a pena?

O Tecnoblog verificou que ainda há um importante desconto frente aos valores cobrados pela Warner ao público em geral. Os mesmos planos saem por R$ 29,90 e R$ 44,90, respectivamente, no site oficial da HBO Max.

No comunicado, o Nubank não entra em detalhes sobre o motivo da decisão. Nós estamos em contato com o streaming para entender melhor e este texto será atualizado caso recebamos uma resposta.

O que é Ultravioleta?

O Ultravioleta é o segmento do Nubank voltado aos clientes de alta renda. Em agosto de 2025, o cartão de crédito foi reformulado, de modo a conceder até 2,2 pontos por dólar gasto. O próprio cliente pode decidir pelo mecanismo de pontos ou de cashback. Além disso, o IOF foi zerado em compras internacionais.

Por outro lado, o Nubank encerrou o famoso cashback que rendia 200% do CDI, gerando insatisfação de alguns consumidores.

Novos clientes pagam a mensalidade de R$ 89. A isenção é oferecida a pessoas com gastos mensais de R$ 8 mil ou investimentos de R$ 50 mil.
Nubank corta acesso grátis à HBO Max

Nubank corta acesso grátis à HBO Max
Fonte: Tecnoblog

Spotify lança recurso para melhorar qualidade de áudio no PC

Spotify lança recurso para melhorar qualidade de áudio no PC

Modo Exclusivo é restrito ao app do Spotify para Windows (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

Spotify lançou o “Modo Exclusivo” para melhorar a qualidade de áudio no Windows.
O recurso permite controle total do áudio pelo aplicativo, evitando interferências e garantindo a qualidade “Bit-perfect playback”.
A função não suporta vídeos, podcasts e prévias, e limita o áudio a um único aplicativo por vez.

O Spotify disponibilizou o recurso “Modo Exclusivo”, voltado para usuários que buscam maior fidelidade sonora no computador. Ele é restrito ao Windows e exige uma assinatura Premium.

A novidade permite que o aplicativo tenha controle total sobre o processamento de áudio do sistema, reduzindo interferências comuns do computador. A empresa afirma que “seu computador pode alterar o áudio antes que ele chegue ao seu DAC, por meio de reamostragem, misturando outros sons do sistema e alterando o volume.” Com o recurso ativado, isso é evitado, garantindo uma reprodução mais fiel.

Melhor qualidade de som

Na prática, o Modo Exclusivo faz com que o Spotify ignore o mixer de áudio do sistema operacional, entregando o som diretamente ao dispositivo de saída. Isso possibilita o chamado “Bit-perfect playback”, que preserva as características originais da faixa reproduzida.

Esse tipo de reprodução é especialmente relevante para quem utiliza DACs (conversores digital-analógicos) ou interfaces de áudio dedicadas. Nesses casos, o ganho de qualidade pode ser mais perceptível, principalmente quando combinado com a opção de áudio sem perdas já disponível na plataforma.

Por outro lado, o recurso traz algumas limitações. Enquanto estiver ativo, outros aplicativos não poderão reproduzir som no mesmo dispositivo selecionado. Além disso, funções do próprio Spotify, como transições automáticas entre músicas e crossfade, deixam de funcionar.

O Modo Exclusivo não se aplica a todos os conteúdos. Vídeos, podcasts e prévias podem continuar utilizando o áudio padrão do sistema, exigindo que o usuário desative a função em alguns casos.

Como ativar o recurso?

Configuração do Modo Exclusivo no app para Windows (imagem: divulgação)

Para utilizar o Modo Exclusivo, é necessário acessar as configurações de reprodução no app do Spotify no Windows e selecionar manualmente o dispositivo de saída desejado. A opção só aparece quando há compatibilidade com o hardware utilizado.

Fones Bluetooth, alto-falantes integrados e dispositivos virtuais, por exemplo, não são suportados. A recomendação é usar equipamentos com DAC dedicado ou saídas de áudio compatíveis.

Outro detalhe é que, com o recurso ativado, o controle de volume passa a depender do próprio Spotify ou do dispositivo externo conectado, já que o controle geral do sistema deixa de interferir.

O lançamento atende a uma demanda antiga de usuários, que pediam uma alternativa semelhante ao que já existe em serviços concorrentes. A empresa informou ainda que pretende levar o Modo Exclusivo para o macOS “em uma versão futura”.
Spotify lança recurso para melhorar qualidade de áudio no PC

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Fonte: Tecnoblog

YouTube exibe anúncios de 30 segundos nas TVs sem opção de pular

YouTube exibe anúncios de 30 segundos nas TVs sem opção de pular

YouTube agora pode exibir anúncios de até 30 segundos em TVs (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

YouTube agora exibe anúncios de 30 segundos sem opção de pular em smart TVs.
Plataforma levou formato de publicidade mais longa às TVs para incentivar assinaturas do YouTube Premium.
Estratégia busca aumentar a receita e aproveitar o crescimento do consumo de vídeos em televisores.

O YouTube está exibindo anúncios de até 30 segundos sem a opção de pular nas smart TVs. Não se trata de um bug: a plataforma levou o formato de publicidade para os televisores conectados, ampliando a pressão para que os usuários assinem o YouTube Premium — única forma oficial de não ver as propagandas.

A mudança foi anunciada pelo próprio Google no começo deste mês. Nos últimos anos, a empresa vem adotando diferentes estratégias para reforçar seu modelo baseado em anúncios. Entre elas estão ações contra bloqueadores de propaganda e restrições a aplicativos de terceiros que reproduzem vídeos da plataforma.

Publicidade direcionada

Segundo a empresa, a mudança foi pensada especificamente para a experiência em telas grandes, como televisores conectados. Nesse formato, os anúncios são exibidos integralmente antes ou durante o vídeo, sem permitir que o usuário avance ou os ignore.

No comunicado, voltado aos anunciantes, a plataforma explica: “A IA do Google otimiza dinamicamente entre anúncios Bumper de 6 segundos, anúncios padrão de 15 segundos e anúncios exclusivos para CTV de 30 segundos que não podem ser pulados, garantindo que sua campanha alcance o público certo na hora certa”.

O sistema utiliza inteligência artificial para escolher automaticamente entre diferentes formatos de publicidade. A seleção considera fatores como público-alvo e momento da exibição para determinar qual tipo de anúncio será mostrado.

Além do formato de 30 segundos, também podem ser exibidos anúncios mais curtos, como os chamados “bumpers”, de seis segundos, ou versões padrão de 15 segundos.

A empresa afirma ainda que a tecnologia busca aumentar a eficiência das campanhas ao combinar diferentes formatos de publicidade de forma automática.

Formato de publicidade do YouTube foi pensado para televisores conectados (imagem: divulgação)

Estratégia visa aumento de receita

A introdução desse novo formato ocorre em meio a outras mudanças recentes na forma como o YouTube lida com anúncios. Usuários já relataram, por exemplo, a exibição de banners publicitários no aplicativo móvel que não podiam ser fechados imediatamente.

Além disso, algumas contas que utilizam bloqueadores de anúncios passaram a ter acesso limitado a recursos como comentários ou descrições de vídeos.

Essas medidas fazem parte da estratégia da plataforma para fortalecer suas fontes de receita, seja por meio da publicidade ou da assinatura do YouTube Premium.

Segundo a empresa, o crescimento do consumo de vídeos em televisores também tem influenciado essas decisões. Em outro trecho do comunicado, a companhia afirma: “Estamos tornando ainda mais fácil alcançar os milhões de espectadores que assistem ao YouTube na sala de estar — incluindo os espectadores que fizeram do YouTube o serviço de streaming nº 1 nos EUA por três anos consecutivos”.
YouTube exibe anúncios de 30 segundos nas TVs sem opção de pular

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Fonte: Tecnoblog