Category: Streaming

Em meio a aumento de preços, Netflix vê audiência cair

Em meio a aumento de preços, Netflix vê audiência cair

Em meio a aumentos de preços, Netflix vê audiência cair (foto: Thiago Mobilon/Tecnoblog)

Resumo

A audiência da Netflix caiu, de acordo com levantamento da própria empresa, que aponta diminuição nos dias de acesso mensal dos usuários.
Os usuários passam menos tempo assistindo ao conteúdo da plataforma em comparação a dois anos atrás.
A queda na audiência pode estar relacionada a fatores como a concorrência com outras plataformas de streaming, mudanças na interface e programação de conteúdo menos interessante.

Um levantamento realizado pela própria Netflix aponta para um cenário preocupante para a companhia: os seus usuários estão passando menos tempo assistindo ao conteúdo da plataforma em comparação ao tempo médio de consumo registrado há dois anos.

É o que revela a Bloomberg, que conversou com fontes próximas à empresa que não foram identificadas. Em linhas gerais, a constatação aponta que os usuários da Netflix passam, atualmente, menos dias por mês acessando o aplicativo do serviço. Isso com base em uma métrica interna chamada Qualified Play Days (QPD) — algo como “Dias de Reprodução Qualificada”.

O QPD mede, basicamente, quantos dias por mês o usuário assiste ao conteúdo da Netflix, e não necessariamente quantas vezes o aplicativo do serviço é acessado nesse período. Essa medição é importante porque revela o nível de engajamento, que aqui pode ser entendido como a frequência com a qual o usuário retorna à plataforma.

Se a frequência diminui, significa que o usuário passa menos dias por mês consumindo o conteúdo da Netflix. Isso é ruim para a empresa por vários motivos. Um deles: esse pode ser um indício de que a plataforma ficou menos interessante para o assinante, aumentando o risco de a assinatura ser cancelada.

Mas o problema não acaba aí: a Netflix também constatou que o tempo médio gasto pelos usuários no consumo de conteúdo da plataforma também diminuiu, o que, obviamente, também preocupa a liderança da companhia.

Talvez seja cedo para falar em crise. Mas é fato que o momento é de alerta para a Netflix. Ainda de acordo com a Bloomberg, a queda nas métricas começou a ser percebida em 2022, quando a Netflix passou a coibir o compartilhamento de senhas.

Na época, os líderes da empresa presumiram que esse seria um cenário temporário, que se reverteria quando os assinantes se acostumassem com a nova dinâmica. Mas não foi o que aconteceu. Ainda que, de lá para cá, alguns números tenham apresentado uma oscilação positiva, o que se observa é uma tendência persistente de queda no contexto geral.

Queda no engajamento preocupa executivos da Netflix (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Os aumentos de preços são a causa da queda de audiência da Netflix?

Recentemente, a Netflix declarou a analistas e investidores que os últimos aumentos de preços não causaram uma perda de assinantes em proporções acima do esperado para quando há reajustes nos preços do serviço. O problema parece ter origem em outras causas, portanto.

De acordo com executivos da própria companhia, entre essas possíveis causas estão: a reformulação da interface do serviço, a concorrência mais acirrada com outras plataformas de streaming, deficiências nas campanhas de marketing e uma programação de conteúdo menos interessante.

Mesmo assim, o fator preço pode ter algum impacto, ainda que no longo prazo: se usuários entenderem que a Netflix está menos interessante, independentemente do motivo, eles podem considerar que não vale a pena pagar pelas mensalidades cada vez mais altas cobradas pelo serviço, o que aumenta o risco de diminuição no número de assinaturas.

Nesse sentido, vale relembrar que a Netflix ficou até 24% mais cara no Brasil neste mês de outubro.
Em meio a aumento de preços, Netflix vê audiência cair

Em meio a aumento de preços, Netflix vê audiência cair
Fonte: Tecnoblog

Spotify abre catálogo de audiolivros no Brasil

Spotify abre catálogo de audiolivros no Brasil

Spotify traz audiolivros ao Brasil quatro anos após lançar o serviço (foto: Bruno Gall De Blasi/Tecnoblog)

Resumo

Spotify lançará seu serviço de audiolivros no Brasil em 15 de outubro, com mais de 6 mil títulos em português.
Os usuários terão três formas de acesso: 12 horas mensais incluídas no Premium, uma assinatura adicional chamada Audiobooks+ ou compra avulsa.
O serviço será integrado à plataforma de música e podcasts, com recursos como Page Match, que permite alternar entre livro físico e áudio.

O Spotify vai finalmente disponibilizar seu serviço de audiolivros no Brasil. A partir de 15 de outubro, a plataforma terá mais de 6 mil títulos em português no país. O anúncio foi feito pelo executivo Owen Smith, vice-presidente e chefe global de audiolivros da empresa, durante uma coletiva de imprensa acompanhada pelo Tecnoblog.

A oferta de audiolivros está disponível no exterior desde 2022, após testes realizados pela empresa no ano anterior. Em 2023, o Spotify passou a incluí-los nos planos Premium. Desde então, o catálogo cresceu para mais de 700 mil títulos distribuídos por 22 mercados. No Brasil, a empresa prevê mais de 350 mil títulos em mais de 120 idiomas.

Spotify cria assinatura dedicada a audiolivros

Audiolivros também poderão ser comprados individualmente (imagem: divulgação/Spotify)

Os usuários terão três formas de acesso. Segundo Smith, a principal será o Audiobooks+, nova assinatura que oferece uma franquia mensal de horas para ouvir audiolivros. O preço do plano no país ainda não foi divulgado.

Além disso, assinantes Spotify Premium elegíveis terão acesso a 12 horas mensais de conteúdo sem pagar uma assinatura adicional. Também será possível comprar títulos individualmente, opção disponível para usuários do plano gratuito, Premium e Audiobooks+.

Streaming aposta na integração

Os audiolivros ficarão integrados à mesma plataforma usada para ouvir músicas e podcasts. A página inicial também passará a recomendar livros de acordo com os interesses de cada usuário.

Entre os recursos disponíveis está o Page Match, que permite alternar entre um livro físico ou digital e sua versão em áudio. O usuário aponta a câmera do celular para uma página, e o Spotify identifica o trecho correspondente no audiolivro para que a reprodução continue daquele ponto.

Recurso permite alternar entre livro e audiolivro (imagem: divulgação/Spotify)

A empresa também pretende ampliar a oferta de conteúdo local. Editoras e autores independentes poderão enviar seus títulos por meio do Spotify for Authors. Os acordos não serão exclusivos, permitindo que os livros fiquem disponíveis em outras plataformas. 

A expansão ocorre enquanto o Spotify amplia sua atuação no mercado editorial. Em maio, a empresa passou a oferecer mais de 650 artigos longos de revistas em formato de áudio nos mercados onde os audiolivros estão disponíveis.

Segundo dados apresentados pela empresa, o número de ouvintes mensais de audiolivros cresceu 39% de 2025 para 2026, enquanto as horas de reprodução aumentaram 32% no mesmo período. O Spotify afirma ter mais de 800 mil títulos no catálogo global de audiolivros.
Spotify abre catálogo de audiolivros no Brasil

Spotify abre catálogo de audiolivros no Brasil
Fonte: Tecnoblog

Globoplay vai exibir anúncios até na tela de login

Globoplay vai exibir anúncios até na tela de login

Globoplay amplia espaços de publicidade na plataforma (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

Globoplay começou a exibir publicidade na tela de login e seleção de perfil.
Formato chamado Welcome Ads aparece para usuários gratuitos logados e assinantes do plano com anúncios.
Novo espaço publicitário é exibido antes da reprodução de filmes, séries, novelas ou transmissões ao vivo.

O Globoplay deve começar a exibir anúncios na tela de login e seleção de perfil. Batizado de Welcome Ads, o novo formato permite que marcas apareçam antes mesmo de o usuário escolher o que assistir no serviço de streaming.

A novidade ainda não foi oficializada pela empresa. Os anúncios seriam destinados às TVs de usuários gratuitos logados e aos assinantes do plano com publicidade. Até o momento, não há indicação de que clientes dos planos sem anúncios também serão impactados. O Tecnoblog entrou em contato com a Globo para esclarecer o novo formato e atualizará a matéria com a resposta.

Como funciona o Welcome Ads?

Publicidade aparece na tela de acesso e seleção de perfil (imagem: reprodução)

Segundo o Portal Publicitário, a proposta do Welcome Ads é colocar as propagandas antes da reprodução de filmes, séries, novelas ou transmissões ao vivo.

O anúncio ocupa a tela de acesso ou seleção de perfil. Com isso, a marca pode aparecer logo no primeiro contato do usuário com a plataforma. A Globo ainda não detalhou informações como frequência de exibição, duração das campanhas ou critérios utilizados para escolher quais anúncios aparecem para cada usuário.

A novidade amplia a estratégia publicitária do streaming, que já inclui outros formatos próprios. Há dois anos, o Globoplay lançou o plano Padrão com Anúncios. Atualmente, a mensalidade custa R$ 22,90 no plano com anúncios e R$ 39,90 no plano Premium.

O Welcome Ads deve ganhar mais detalhes durante o Upfront Globo 2027, marcado para 14 de outubro. O evento apresenta aos anunciantes e agências os principais projetos comerciais da empresa e novidades para o ano seguinte.

Streamings com mais publicidade

O movimento acompanha uma tendência observada em plataformas rivais. Serviços de streaming vêm aumentando a importância da publicidade como fonte de receita e criando formatos que vão além dos intervalos tradicionais.

A Netflix, por exemplo, planeja ampliar a quantidade e os formatos de anúncios em sua modalidade mais barata. Em 2026, a empresa afirmou que o plano com publicidade já reunia 250 milhões de usuários globalmente.

O Amazon Prime Video seguiu uma estratégia diferente e passou a incluir propagandas nos planos existentes, cobrando um valor adicional para quem prefere assistir sem interrupções.
Globoplay vai exibir anúncios até na tela de login

Globoplay vai exibir anúncios até na tela de login
Fonte: Tecnoblog

Após críticas, Amazon corrige bug de sideloading no Fire TV

Após críticas, Amazon corrige bug de sideloading no Fire TV

Bug no Fire OS atingiu aparelhos de streaming que rodam as versões 7 e 8 do sistema (Imagem: Darlan Helder/Tecnoblog)

Resumo

A Amazon confirmou que um bug nas configurações do Fire TV estava impedindo a instalação de apps de fontes externas e prometeu um patch corretivo.
A falha atingiu principalmente modelos mais básicos que rodam o Fire OS 7 e 8, como o Fire TV Stick Lite.
Uma atualização silenciosa resolverá o problema, mas o suporte a arquivos APK deve acabar nos futuros aparelhos da linha, que migrarão para o novo sistema Vega OS.

Alguns dispositivos da linha Fire TV voltarão a autorizar a instalação de aplicativos de fontes externas. A prática, conhecida no meio da tecnologia como sideloading, estava bloqueada para muitos usuários após atualizações do sistema Fire OS liberadas pela Amazon.

Após uma onda de reclamações, a empresa reconheceu o problema e disse que a limitação não foi intencional. Na verdade, um bug no software, que já teve a causa identificada, será resolvido com um novo patch de correção.

O que causou o bloqueio?

O problema atingiu aparelhos rodando as versões mais recentes do Fire OS 7 e Fire OS 8 e afetou especificamente o menu “Instalar apps desconhecidos”. O sistema da Amazon passou a verificar desnecessariamente todos os aplicativos do dispositivo, incluindo os nativos, antes de gerar a permissão de instalação.

A interface nem sempre aguardava a conclusão dessa varredura, mostrando um menu incompleto ou completamente vazio na tela. Hardwares mais antigos e com processadores menos potentes, como o modelo de entrada Fire TV Stick Lite, foram os mais prejudicados.

O Fire TV Stick Lite foi um dos modelos mais afetados (Imagem: Darlan Helder/Tecnoblog)

Correção a caminho e futuro da plataforma

A Amazon informou que o patch corretivo será lançado e instalado automaticamente nos dispositivos afetados nos próximos dias. Como a mudança afeta apenas o aplicativo de configurações do sistema, o número da versão do Fire OS não deve ser alterado.

Apesar do alívio para os atuais proprietários, a facilidade de instalar aplicativos de fora da loja da Amazon tem prazo de validade. A fabricante já confirmou que seus futuros dispositivos de streaming deixarão o Android de lado em favor do Vega OS, uma plataforma baseada em Linux. A mudança promete entregar mais fluidez e menor consumo de energia, mas impedirá o uso de pacotes de instalação no formato APK.
Após críticas, Amazon corrige bug de sideloading no Fire TV

Após críticas, Amazon corrige bug de sideloading no Fire TV
Fonte: Tecnoblog

Apple leva streaming e jogos para o iCloud+, mas Brasil fica de fora

Apple leva streaming e jogos para o iCloud+, mas Brasil fica de fora

iCloud+ agora inclui Apple TV e Arcade em mais de 100 países (imagem: reprodução/Apple)

Resumo

A Apple expandiu o iCloud+ para incluir o Apple TV e o Apple Arcade sem custo adicional em mais de 100 países.
A expansão não inclui o Brasil, Estados Unidos e países da União Europeia até o momento.
O iCloud+ mais barato, com 50 GB de armazenamento, sai por R$ 5,90 no Brasil, enquanto o Apple One, que inclui iCloud+, Apple TV, Apple Music e Apple Arcade, parte de R$ 47,90.

A Apple acaba de turbinar o iCloud+ de um modo deveras interessante: agora, assinantes do serviço em mais de 100 países passam a contar com o Apple TV e o Apple Arcade sem custo adicional na assinatura. Infelizmente, o Brasil não está entre os mercados beneficiados. Estados Unidos e União Europeia também ficaram de fora.

Trata-se de uma decisão inesperada, pois a Apple já oferece um “combo” de serviços: trata-se do Apple One, que inclui iCloud+, Apple TV, Apple Music e Apple Arcade.

No Brasil, o Apple One parte de R$ 47,90 por mês. Já o iCloud+ começa em R$ 5,90 mensais (50 GB), mas é focado em armazenamento de dados e backup, além de oferecer alguns recursos de segurança, como a função Ocultar Meu E-mail.

Agora vem a parte interessante: a inclusão do Apple TV e do Apple Arcade ao iCloud+ nos países beneficiados vale até para o plano mais barato, de 50 GB de capacidade, justamente o que custa R$ 5,90 por mês no Brasil. Consegue imaginar como seria pagar esse valor e ter direito, também, ao serviço de streaming de vídeo e à plataforma de jogos da Apple?

Para facilitar os cálculos sobre o quanto você poderia economizar, a tabela abaixo apresenta os preços do Apple One, do Apple TV e do iCloud+ no Brasil:

ServiçoPreçoRecursosiCloud+ (50 GB)R$ 5,90 / mês50 GB de armazenamento + recursos de privacidade (Ocultar Meu E-mail, Retransmissão Privada)iCloud+ (200 GB)R$ 19,90 / mês200 GB de armazenamento + recursos de privacidade, compartilhamento com a famíliaiCloud+ (2 TB)R$ 66,90 / mês2 TB de armazenamento + recursos de privacidade, compartilhamento com a famíliaiCloud+ (6 TB)R$ 199,90 / mês6 TB de armazenamento + recursos de privacidade, compartilhamento com a famíliaiCloud+ (12 TB)R$ 399,90 / mês12 TB de armazenamento + recursos de privacidade, compartilhamento com a famíliaApple TV (Mensal)R$ 34,90 / mêsAcesso ao catálogo do streaming da AppleApple TV (Anual)R$ 279,00 / anoAcesso ao catálogo do streaming da AppleApple One (Individual)R$ 47,90 / mêsiCloud+ (50 GB), Apple TV, Apple Music e Apple ArcadeApple One (Familiar)R$ 64,90 / mêsiCloud+ (200 GB), Apple TV, Apple Music e Apple Arcade (até 5 pessoas)Apple One (Premium)R$ 104,90 / mêsiCloud+ (2 TB), Apple TV, Apple Music, Apple Arcade e Apple Fitness+ (até 5 pessoas)

Planos do iCloud+ no Brasil (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Por que o Brasil ficou de fora da expansão do iCloud+?

Presumivelmente, porque em mercados como Brasil, Estados Unidos e países da União Europeia os pacotes Apple One já contam com uma base significativa de usuários. A expansão do iCloud+ nessas regiões poderia “canibalizar” esses planos.

Em linhas gerais, os mais de 100 países beneficiados com a expansão são aqueles em que a adesão ao Apple One ou ao Apple TV é baixa. Este parece ser um movimento da Apple para expandir a sua plataforma de streaming e levar o Apple Arcade junto, portanto.

Entre os países que passam a contar com a novidade estão: Índia, Arábia Saudita, Singapura, Turquia, Emirados Árabes Unidos, Belize, Guiana, Bahamas, Barbados, Jamaica, Dominica, Granada, Montserrat, Santa Lúcia, Trinidad e Tobago.

Nos mercados contemplados, usuários do Apple TV ou do Apple Arcade serão migrados automaticamente para o iCloud+. Os pacotes Apple One continuarão sendo oferecidos a quem já é assinante, mas não haverá liberação de novas assinaturas.
Apple leva streaming e jogos para o iCloud+, mas Brasil fica de fora

Apple leva streaming e jogos para o iCloud+, mas Brasil fica de fora
Fonte: Tecnoblog

Como cancelar HBO Max: descubra por onde você deve fazer o cancelamento da assinatura

Como cancelar HBO Max: descubra por onde você deve fazer o cancelamento da assinatura

Saiba os diferentes meios de cancelar a assinatura do serviço de streaming HBO Max (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

O primeiro passo para cancelar a assinatura da HBO Max, antiga Max, é identificar por onde o serviço foi contratado. A plataforma tem diferentes canais oficiais de pagamento, como lojas de aplicativos, operadoras ou parceiros de streaming, determinando exatamente onde e como o cancelamento deve ser feito.

Saber quem faz a cobrança é indispensável para concluir o processo de encerramento da assinatura corretamente e evitar cobranças indesejadas. Além disso, vale lembrar que apenas desinstalar o aplicativo do celular ou da Smart TV não encerra o plano.

A seguir, saiba como descobrir a plataforma de pagamento e como realizar o cancelamento da HBO Max.

ÍndiceAntes de tudo: descubra por onde cancelar sua HBO MaxTodos os métodos para cancelar sua HBO Max no BrasilMétodo via navegador no PC ou celularMétodo via Play Store no AndroidMétodo via App Store no iPhoneMétodo via Mercado Livre para assinantes Meli+Método via Canais do Prime Video da Amazon Prime VideoMétodo via RokuMétodo via TV SamsungPerguntas frequentes sobre o cancelamento da HBO MaxConsigo cancelar só o Membro Extra da HBO Max?Posso cancelar uma assinatura de 12 meses da HBO Max?Por que minha assinatura continua ativa após o cancelamento?Posso pedir um reembolso e interromper definitivamente a assinatura?Minha conta vai ser excluída ao cancelar a HBO Max?

Antes de tudo: descubra por onde cancelar sua HBO Max

Se você precisa cancelar a HBO Max e esqueceu por onde o serviço foi contratado, o ponto de partida é verificar as configurações no site oficial. Basta acessar hbomax.com/subscription para visualizar no cabeçalho do plano a empresa parceira responsável pela cobrança, como lojas de aplicativos ou operadoras.

Caso o painel não exiba essa informação detalhada, você pode identificar a origem pelo extrato do seu cartão de crédito ou buscando faturas de confirmação na caixa de e-mail. Sabendo qual é o intermediário de pagamentos, fica fácil seguir para o portal correspondente e encerrar a assinatura sem complicações.

Todos os métodos para cancelar sua HBO Max no Brasil

Após descobrir a plataforma de cobrança da sua assinatura da HBO Max, basta seguir o método correspondente abaixo para realizar o cancelamento do serviço de streaming.

Importante: desinstalar o aplicativo do celular ou smart TV não interrompe a cobrança automática. O encerramento definitivo precisa ser feito diretamente na plataforma do streaming ou na loja de aplicativos onde o pagamento foi cadastrado originalmente.

As informações sobre o plano da HBO Max podem ser visualizadas na página oficial de assinaturas (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Método via navegador no PC ou celular

Os assinantes que realizaram o contrato diretamente pelo site oficial da HBO Max devem seguir este caminho:

Acesse a página hbomax.com/subscription no navegador do PC ou celular e, se necessário, faça login com as suas credenciais.

Desça a página até a seção “Pagamentos” e selecione a opção “Cancelar assinatura”.

Toque em “Continue para cancelar” e siga as instruções nas telas seguintes para finalizar o cancelamento da HBO Max.

Confirmando o cancelamento da assinatura da HBO Max no site oficial (Imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Método via Play Store no Android

Os usuários que fizeram a assinatura pela loja de aplicativos do Android devem fazer os seguintes passos para o cancelamento da HBO Max:

Abra o aplicativo Play Store no dispositivo Android e toque na sua foto de perfil ou iniciais no canto superior direito.

Acesse o menu “Pagamentos e assinaturas” e, na página seguinte, toque em “Assinaturas” para visualizar os serviços ativos na conta do Google Play.

Localize a HBO Max na lista de serviços contratados e toque no ícone para abrir a tela de gerenciamento de dados do plano.

Toque em “Cancelar assinatura” no rodapé da página, escolha um motivo para o encerramento e toque novamente em “Cancelar assinatura” para finalizar o processo de cancelamento da HBO Max. 

Cancelando a assinatura da HBO Max pela Play Store do Android (Imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Método via App Store no iPhone

Os donos de iPhone ou iPad que contrataram a HBO Max por meio da App Store precisam fazer as seguintes ações para encerrar a cobrança do serviço de streaming:

Abra a App Store no seu iPhone e toque no ícone com a sua foto de perfil ou iniciais situado no canto superior direito da tela.

Toque no menu “Assinaturas” para abrir a lista detalhada de serviços vinculados ao seu Apple ID.

Localize e selecione a HBO Max para acessar o painel de configurações da assinatura.

Toque em “Cancelar assinatura” no fim da página e siga as instruções para finalizar o processo de cancelar a HBO Max.

Concluindo o cancelamento da HBO Max por meio da App Store (Imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Método via Mercado Livre para assinantes Meli+

Os clientes Meli+ que optaram por assinar ou ter desconto na contratação da HBO Max precisam fazer os seguintes passos para o cancelamento:

Abra o aplicativo do Mercado Livre no seu celular e selecione a guia “Mais”, no canto inferior direito da tela.

Navegue até o menu “Assinaturas” para visualizar os serviços vinculados ao seu Meli+.

Selecione a “HBO Max” para abrir a tela com os detalhes e configurações da conta de streaming.

Role a página até o final e toque no botão “Cancelar assinatura” para dar início ao processo.

Novamente, desça a página até o final, toque em “Continue para cancelar” e siga as orientações finais para concluir o cancelamento da HBO Max.

Solicitando o cancelamento da HBO Max por meio do Meli+ (Imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Método via Canais do Prime Video da Amazon Prime Video

Os usuários do Prime Video que contrataram a HBO Max pela ferramenta de canais do serviço de streaming da Amazon devem seguir os seguintes passos para cancelar a assinatura:

Abra o aplicativo da Amazon Prime Video no seu celular e toque no ícone “+”, no canto superior direito da tela.

Toque em “Gerenciar suas assinaturas” para listar todos os canais do Prime Video vinculados ao seu perfil.

Encontre a HBO Max na lista, toque em “Cancelar assinatura” e confirme a solicitação para cancelar a conta da HBO Max na janela pop-up.

Cancelando a assinatura da Max pelo Prime Video (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Método via Roku

Quem contratou a HBO Max pela plataforma Roku precisa fazer as seguintes ações para o cancelamento do serviço de streaming:

Acesse o site my.roku.com pelo navegador do PC ou celular e, se necessário, faça login na sua conta.

Toque no ícone ao lado de “Minha Conta”, no canto superior esquerdo, e selecione “Minhas assinaturas”.

Encontre a “HBO Max” na lista de assinaturas ativas vinculadas ao seu perfil.

Toque em “Gerenciar assinatura” e, em seguida, desabilite a opção de renovação automática para cancelar a HBO Max.

Abrindo o menu “Minhas Assinaturas” na plataforma Roku (Imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Método via TV Samsung

Caso a assinatura da HBO Max tenha sido feita por meio da TV Samsung, estes são os passos para cancelar o serviço:

Acesse o portal samsungcheckout.com pelo navegador e faça login com os mesmos dados da sua conta Samsung cadastrada na TV.

Abra o menu “Histórico de compras” e selecione a aba “Assinaturas” para visualizar os serviços recorrentes ativos.

Localize o plano da HBO Max na lista e toque em “Cancelar assinatura” para concluir a solicitação.

Acessando a guia “Histórico de compras” no site “Samsung Checkout” (Imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Perguntas frequentes sobre o cancelamento da HBO Max

Consigo cancelar só o Membro Extra da HBO Max?

Sim, dá para remover apenas o Membro Extra pago na HBO Max sem afetar a assinatura principal do serviço de streaming. Para isso, acesse o painel de assinatura, vá até a seção “Planos Adicionais Atuais” e confirme a exclusão do complemento.

Ao encerrar esse serviço adicional, a cobrança extra será interrompida na fatura seguinte, mas o perfil do convidado continuará ativo até o fim do ciclo vigente. Para perfis normais sem custo extra, basta acessar a gestão de perfis e excluir a conta desejada, apagando o histórico e a lista de conteúdos salvos sem alterar o valor do plano.

Posso cancelar uma assinatura de 12 meses da HBO Max?

Sim, você pode cancelar a assinatura da HBO Max no plano anual a qualquer momento para interromper a cobrança e evitar a renovação automática ao fim dos 12 meses. Ao concluir o procedimento, você mantém acesso completo ao catálogo do streaming até o encerramento do período já pago.

Por que minha assinatura continua ativa após o cancelamento?

O cancelamento da HBO Max serve apenas para desativar a renovação automática da cobrança e evitar novas faturas futuras, sem cortar seu acesso imediato. Por isso, você continua com o serviço totalmente liberado até o último dia do ciclo de faturamento já pago, seja ele mensal ou anual.

Posso pedir um reembolso e interromper definitivamente a assinatura?

Cancelar a HBO Max não gera reembolso automático nem estorno proporcional dos meses restantes. Devoluções de valores são exceções e dependem do intermediário da cobrança, sendo analisadas individualmente em situações como cobrança indevida ou falha no sistema.

Minha conta vai ser excluída ao cancelar a HBO Max?

Não, cancelar a conta da HBO Max interrompe apenas as faturas recorrentes, sem apagar seu perfil de usuário ou histórico da plataforma. Seus dados permanecem armazenados no sistema para facilitar uma eventual reativação do plano no futuro.

Caso queira remover seus dados, acesse hbomax.com/account-delete e solicite a exclusão definitiva das suas informações. O sistema enviará um e-mail de confirmação e, ao clicar em “Apagar minha conta”, você autoriza a exclusão completa da conta no prazo de 7 dias.
Como cancelar HBO Max: descubra por onde você deve fazer o cancelamento da assinatura

Como cancelar HBO Max: descubra por onde você deve fazer o cancelamento da assinatura
Fonte: Tecnoblog

Winamp prepara relançamento e streaming em parceria com Deezer

Winamp prepara relançamento e streaming em parceria com Deezer

Winamp já tem versões para Android e iOS (imagem: divulgação)

Resumo

O Winamp será relançado em 2027 com serviço de streaming por assinatura, utilizando a infraestrutura e o catálogo da Deezer.
O novo serviço oferecerá uma experiência musical personalizada, combinando streaming, bibliotecas musicais, estações de rádio, podcasts e recursos sociais.
O Winamp promete “reimaginar” o modelo de assinatura, oferecendo uma experiência fundamentalmente diferente das plataformas tradicionais de streaming de música.

O Winamp será relançado em 2027 com um serviço de streaming por assinatura. Para isso, ele vai usar a infraestrutura e o catálogo da Deezer, segundo um anúncio feito em conjunto pelas duas marcas nesta quarta-feira (29/07).

“Sob o acordo, a Deezer fornecerá a tecnologia de streaming musical white-label e o catálogo musical global, permitindo que o Winamp lance seu novo serviço de assinatura premium com sua marca”, diz o comunicado.

Como será o novo Winamp?

O novo Winamp deverá chegar no primeiro semestre de 2027, mas ainda há poucos detalhes disponíveis sobre ele. De acordo com os desenvolvedores, o novo player do Winamp não se limitará ao serviço de streaming. O comunicado diz que o aplicativo combinará o serviço com bibliotecas musicais dos usuários, estações de rádio pela internet, podcasts, coleções pessoais armazenadas na nuvem e outras fontes de áudio.

Além disso, o player trará recursos sociais, novas formas de descobrir e organizar músicas e uma interface altamente customizável. Será a volta das icônicas skins?

Winamp já tem serviço de assinatura para artistas e fãs

No comunicado, o Winamp também diz que seu serviço de streaming será “fundamentalmente diferente” das plataformas tradicionais, “reimaginando tanto a experiência de ouvir música quanto o modelo de assinatura”. Os desenvolvedores dizem que os detalhes serão revelados apenas quando o produto estiver perto de ser lançado.

Assinatura no Winamp online (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

Essa não é a primeira vez que o Winamp tenta voltar à cena como uma plataforma de streaming. Em 2023, ele passou a oferecer uma plataforma chamada Fanzone, em um modelo que parecia inspirado no Patreon ou no Bandcamp.

Artistas e produtores de conteúdo oferecem assinaturas gratuitas ou pagas, com direito a recursos adicionais e brindes como NFTs. Ouvintes podem acessar a rede nos apps do Winamp para Android e iOS ou nos sites dos próprios músicos e criadores.
Winamp prepara relançamento e streaming em parceria com Deezer

Winamp prepara relançamento e streaming em parceria com Deezer
Fonte: Tecnoblog

Como adicionar músicas no Spotify: saiba importar ou lançar seu catálogo

Como adicionar músicas no Spotify: saiba importar ou lançar seu catálogo

Saiba como ouvir os arquivos locais do telefone no Spotify (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

O Spotify permite importar arquivos em MP3 salvos no smartphone para ouvir faixas fora do acervo oficial e sem gastar dados. Disponível para Android e iPhone, basta ativar a opção “Arquivos locais” nas configurações do aplicativo para realizar a integração com as mídias do dispositivo.

Já quem é artista e deseja publicar as próprias músicas autorais no catálogo oficial do Spotify, o caminho é contratar uma distribuidora digital. Essa empresa faz o intermédio oficial, garantindo o envio correto das faixas e o repasse dos direitos autorais de reprodução.

A seguir, saiba como importar músicas da biblioteca pessoal para o Spotify e como enviar as próprias músicas para o catálogo do serviço de streaming.

ÍndiceComo importar arquivos de música no Spotify no Android1. Acesse as configurações do Spotify2. Abra o menu “Apps e dispositivos”3. Ative a opção “Arquivos de áudio locais”4. Vá até a “Sua biblioteca” do Spotify5. Veja os arquivos locais vinculados ao SpotifyComo importar arquivos de música no Spotify no iPhone1. Abra o menu de configurações do Spotify2. Acesse “Apps e dispositivos”3. Ative a opção “Arquivos de áudio locais”4. Abra o gerenciador de “Arquivos” do iPhone5. Vá até o menu “No Meu iPhone”6. Localize a pasta “Downloads”7. Selecione as músicas que deseja importar para o Spotify8. Volte à pasta “No Meu iPhone”9. Mova os arquivos para a pasta “Spotify”10. Acesse a biblioteca do Spotify11. Veja os arquivos locais no SpotifyO que fazer para colocar minha música no SpotifyQual o papel da distribuidora?Qual a utilidade da página Spotify for artists?Dúvidas sobre os arquivos locais do SpotifyPor que os arquivos locais do Spotify não aparecem no meu celular?É possível sincronizar os arquivos locais entre celular e PC?Posso apagar os arquivos de música depois que estiverem no Spotify?Dúvidas sobre a distribuição de músicas no SpotifyÉ possível publicar uma música no Spotify sem uma distribuidora?Preciso pagar para colocar minha música no Spotify?Quanto o Spotify paga por reprodução? 

Como importar arquivos de música no Spotify no Android

1. Acesse as configurações do Spotify

Abra o Spotify no seu celular Android e toque no ícone com sua foto de perfil ou iniciais, no canto superior esquerdo. Depois, selecione o menu “Configurações e privacidade”.

Acessando o menu “Configurações e privacidade” (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

2. Abra o menu “Apps e dispositivos”

Toque em “Apps e dispositivos” para ver mais opções do aplicativo de música, incluindo como gerenciar a integração com a biblioteca pessoal.

Selecionando o menu “Apps e dispositivos” (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

3. Ative a opção “Arquivos de áudio locais”

Desça a tela até encontrar a seção “Outros dispositivos” e ative a chave seletora ao lado de “Arquivos de áudio locais”. Essa função garante a permissão necessária para adicionar arquivos locais no Spotify.

Ativando a opção “Arquivos de áudio locais” (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

4. Vá até a “Sua biblioteca” do Spotify

Após ativar a função para adicionar música no Spotify, toque no botão “Sua Biblioteca” na parte interior da tela.

Abrindo a aba “Sua Biblioteca” (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

5. Veja os arquivos locais vinculados ao Spotify

Selecione a pasta “Arquivos Locais” para visualizar todas as faixas que estão no armazenamento do dispositivo. Assim, você pode ouvir seus arquivos MP3 com o Spotify e adicioná-los a playlists.

Abrindo a pasta “Arquivos Locais” (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Como importar arquivos de música no Spotify no iPhone

1. Abra o menu de configurações do Spotify

Acesse o Spotify no seu iPhone e toque na foto de perfil ou iniciais, no canto superior esquerdo. Em seguida, selecione a opção “Configurações e privacidade”.

Entrando em “Configurações e privacidade” do Spotify (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

2. Acesse “Apps e dispositivos”

Toque em “Apps e dispositivos” para descobrir como adicionar música no Spotify.

Selecionando o menu “Apps e dispositivos” (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

3. Ative a opção “Arquivos de áudio locais”

Acione a chave ao lado da opção “Arquivos de áudio locais” e, na mensagem do sistema iOS, confirme a permissão para o Spotify acessar a biblioteca de mídia do seu iPhone.

Ativando a função “Arquivos de áudio locais” e permitindo o acesso do aplicativo à biblioteca de mídia (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

4. Abra o gerenciador de “Arquivos” do iPhone

Acesse o aplicativo “Arquivos” do próprio iOS para localizar e preparar as faixas salvas no armazenamento interno do iPhone.

Acessando o app “Arquivos” do iOS (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

5. Vá até o menu “No Meu iPhone”

Dê um duplo toque na aba “Explorar”, na parte inferior da tela, e depois selecione “No Meu iPhone” para ver as pastas locais disponíveis no aparelho.

Selecionando o menu “No Meu iPhone” para encontrar os arquivos locais (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

6. Localize a pasta “Downloads”

Abra a pasta “Downloads” para ver os arquivos de músicas baixados no seu iPhone. Caso os itens estejam em outro local do sistema, navegue até a pasta correspondente.

Importante: se os MP3 estiverem na pasta “No meu iPhone”, pule para o passo seguinte.

Entrando na pasta “Downloads” (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

7. Selecione as músicas que deseja importar para o Spotify

Abra o menu de 3 pontos no topo da tela e toque na opção “Selecionar”. Em seguida, marque todas as faixas que deseja adicionar aos arquivos locais no Spotify.

Selecionando os arquivos que serão compartilhados com o Spotify (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

8. Volte à pasta “No Meu iPhone”

Toque no ícone de pasta no menu inferior e use o botão de voltar no canto superior direito para retornar à pasta “No Meu iPhone”.

Retornando à pasta “No Meu iPhone” (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

9. Mova os arquivos para a pasta “Spotify”

Acesse a pasta “Spotify” e toque no botão “Mover”, no canto superior direito, para transferir os arquivos para o diretório do app de música.

Movendo as faixas para a pasta Spotify (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

10. Acesse a biblioteca do Spotify

Retorne ao aplicativo do Spotify e toque na aba “Sua Biblioteca”, no canto inferior direito da tela.

Acessando o menu “Sua biblioteca” (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

11. Veja os arquivos locais no Spotify

Acesse a pasta “Arquivos locais” para visualizar todas as faixas do armazenamento do iPhone que estão disponíveis para reprodução no Spotify.

Acessando a pasta “Arquivos Locais” no Spotify (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

O que fazer para colocar minha música no Spotify

Se você é um artista e quer colocar suas músicas no Spotify para todos ouvirem, o processo é bem diferente e inclui várias etapas:

Escolha uma distribuidora digital: contrate empresas parceiras do ecossistema de streaming para intermediar o envio das faixas e assegurar o recolhimento e repasse dos direitos autorais (royalties);

Prepare o áudio masterizado: exporte o arquivo final em alta definição e sem compressão para garantir a fidelidade sonora e atender às especificações técnicas da plataforma;

Organize os metadados do lançamento: cadastre corretamente os dados de composição, data de estreia e direitos autorais para garantir a catalogação e o pagamento das execuções;

Crie uma arte de capa adequada: produza a capa do single ou álbum em formato quadrado (1:1) e em alta resolução, evitando recortes acidentais ou a rejeição da imagem pela auditoria do serviço;

Envie os arquivos com antecedência: faça o upload do material no painel da distribuidora com semanas de margem para agendar e publicar música no Spotify;

Reivindique o perfil no Spotify for Artists: cadastre-se na plataforma para verificar o perfil oficial, personalizar a marca e submeter faixas inéditas para a curadoria de playlists antes de lançar uma música no Spotify.

Qual o papel da distribuidora?

A distribuidora atua como a ponte entre o artista e o Spotify, enviando os arquivos de áudio e os metadados do lançamento segundo as exigências da plataforma. Além dessa entrega, ela gerencia os direitos autorais e recolhe os royalties das reproduções, sendo essencial para o artista colocar uma música no Spotify e monetizar o trabalho.

Qual a utilidade da página Spotify for artists?

O Spotify for Artists funciona como o painel de gestão do músico, permitindo personalizar a identidade visual e indicar faixas para a curadoria de playlists antes de subir a música no Spotify. A plataforma também entrega métricas de audiência e ferramentas para promover datas de apresentações e merchandising diretamente para os ouvintes.

O Spotify permite subir músicas autorais por meio de distribuidoras digitais, que realizam o repasse dos royalties (imagem: Guilherme Reis/Tecnoblog)

Dúvidas sobre os arquivos locais do Spotify

Por que os arquivos locais do Spotify não aparecem no meu celular?

Estes são alguns pontos comuns que impedem o acesso de arquivos locais do Spotify no celular:

Opção desativada nas configurações: a opção para exibir arquivos locais no Spotify precisa ser ativada manualmente no menu de configurações do aplicativo para liberar a sincronização com a biblioteca pessoal;

Faixas fora da pasta correta: no iPhone, o sistema exige que as músicas estejam salvas na pasta do aplicativo para que ele consiga reconhecer e adicionar arquivos locais no Spotify;

Formato incompatível ou proteção DRM: arquivos de áudio sem suporte do app ou protegidos por direitos autorais digitais (DRM) são bloqueados automaticamente por medidas de segurança;

Playlist sem download ativado: a lista de reprodução que armazena as músicas precisa ter a opção de download ativada para permitir a integração dos arquivos em MP3 com o Spotify;

Cache corrompido ou app desatualizado: falhas temporárias e acúmulo de dados residuais podem impedir a exibição, exigindo a limpeza do cache, atualização do aplicativo ou reinicialização do sistema.

É possível sincronizar os arquivos locais entre celular e PC?

Sim, dá para sincronizar playlists com arquivos locais do Spotify entre o smartphone e PC, desde que ambos os dispositivos estejam utilizando a mesma conta. Assim, ao criar uma seleção de músicas no celular, ela será espelhada no aplicativo do computador.

Contudo, como o serviço não armazena essas faixas em servidores na nuvem, a reprodução depende de ter o mesmo arquivo em ambos os dispositivos. Esse processo garante que o ouvinte consiga integrar e ouvir músicas em MP3 com Spotify no PC, utilizando a cópia salva na memória do aparelho.

Posso apagar os arquivos de música depois que estiverem no Spotify?

Não, você não deve apagar a faixa do dispositivo, pois o Spotify apenas cria um atalho de leitura para os arquivos salvos na memória interna. Ao excluir a mídia original, o app perde a referência de origem e fica impossibilitado de adicionar arquivos locais no Spotify.

Diferente das faixas do catálogo oficial, esse recurso não faz upload para os servidores da nuvem nem armazena a música definitivamente na conta. O arquivo pode até tocar temporariamente pelo cache, mas sumirá da biblioteca quando o sistema atualizar o diretório.

O recurso de “Arquivos Locais” do Spotify facilita o acesso a biblioteca pessoal baixada no dispositivo (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Dúvidas sobre a distribuição de músicas no Spotify

É possível publicar uma música no Spotify sem uma distribuidora?

Não é possível postar uma música no Spotify sem o intermédio de uma distribuidora digital. Como a plataforma não aceita envios diretos do usuário, essas empresas trabalham para publicar os arquivos de áudio, gerenciar direitos autorais e repassar os ganhos.

Mesmo para artistas independentes sem gravadora, o uso de um serviço de distribuição é o único caminho para colocar música no Spotify. Tentar burlar esse fluxo usando formatos de podcast, por exemplo, infringe as regras da plataforma e pode levar à remoção do conteúdo.

Preciso pagar para colocar minha música no Spotify?

O Spotify não cobra taxas para hospedar suas faixas no catálogo, porém os custos dependem do serviço de distribuição contratado para a entrega digital. O investimento necessário varia de acordo com o modelo de negócios escolhido pelo artista para publicar música no Spotify.

Existem serviços intermediários que permitem subir música no Spotify de graça em troca de uma porcentagem dos royalties futuros. Já outras distribuidoras cobram anuidades fixas para lançamentos ilimitados ou taxas avulsas por cada single ou álbum enviado.

Quanto o Spotify paga por reprodução? 

O Spotify não tem uma tarifa fixa por reprodução, mas dados da Ditto Music apontam uma média global que varia entre US$ 0,003 e US$ 0,005 por play. Em termos práticos, esse repasse equivale a um ganho estimado de US$ 3 a US$ 5 a cada mil execuções do seu catálogo.

A oscilação ocorre porque os royalties variam de acordo com o país do ouvinte, o modelo de conta (gratuita ou Premium) e a fatia do distribuidor. Assim, acumular um milhão de streams pode render entre US$ 3.000 e US$ 5.000, valor que ainda passa pelos descontos e divisões de direitos autorais.
Como adicionar músicas no Spotify: saiba importar ou lançar seu catálogo

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Fonte: Tecnoblog

Spotify passa por instabilidade na manhã desta terça (14)

Spotify passa por instabilidade na manhã desta terça (14)

Spotify (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

O Spotify passou por problemas nesta manhã de terça-feira (14/07). Segundo relatos nas redes sociais, os aplicativos para desktop e navegador apresentaram lentidão para apresentar a página inicial do serviço. Mais cedo, eles nem mesmo carregavam corretamente.

Aplicativo apresentava mensagem de erro (imagem: Lupa Charleau/Tecnoblog)

Os problemas começaram por volta de 8h30, de acordo com o gráfico do site DownDetector, especializado em monitorar o funcionamento de serviços da web. As queixas chegaram a um pico às 9h e começaram a cair logo em seguida, ficando próximas à normalidade às 9h30.

Problemas começaram por volta de 8h30 (imagem: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

No X (antigo Twitter), houve relatos em português e em outros idiomas, indicando que a falha não acontecia somente no Brasil.

gnt o spotify ta fora do ar??? o site não está carregando— talula de hakunamatata (@bngtanbears) July 14, 2026

@SpotifyCaresreceiving 504 upstream timeout, spotify is down… I’m in the us-west region— awdev (@awdev123) July 14, 2026

spotify amor por que te caes— Kæ (@vmparax) July 14, 2026

Spotify passa por instabilidade na manhã desta terça (14)

Spotify passa por instabilidade na manhã desta terça (14)
Fonte: Tecnoblog

Netflix pensa em exibir TV ao vivo e criar pacotes com outros streamings

Netflix pensa em exibir TV ao vivo e criar pacotes com outros streamings

Netflix enfrenta mercado de streaming cada vez mais acirrado (foto: Thiago Mobilon/Tecnoblog)

Resumo

A Netflix está considerando criar canais lineares séries, filmes e programas de TV, além de pacotes com streamings de outras empresas.
As ações da Netflix caíram mais de 40% nos últimos 12 meses, e a empresa busca aumentar o engajamento dos usuários.
A plataforma de streaming pode incluir eventos esportivos, como a Copa do Mundo, e conteúdos de baixo custo, como podcasts e vídeos curtos.

Executivos da Netflix estão considerando criar canais lineares com transmissão de séries e filmes, bem como incluir streamings de outras empresas em sua plataforma. As medidas seriam uma forma de reverter a queda nas métricas de engajamento dos telespectadores.

Essas informações estão em uma reportagem do Wall Street Journal, que falou com pessoas familiarizadas com o assunto sob condição de anonimato.

Como seriam os canais e os pacotes da Netflix?

Netflix já tem parceria com canal francês (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Os canais com programação linear, seguindo uma grade preestabelecida, exibiram programas de TV específicos, ou ainda séries e filmes de determinados gêneros. Pense em um canal que sempre passa Seinfeld e outro que exibe séries e filmes policiais o dia todo, por exemplo.

Já os pacotes com outros serviços de streaming seriam vendidos pelo próprio aplicativo e poderiam ser acessados pela própria plataforma. O resultado seria parecido com o que o Amazon Prime Video e a Apple TV já fazem há alguns anos, tentando ser uma espécie de hub para todas as assinaturas.

Tanto os canais quanto os streamings ficariam na home do aplicativo da Netflix, concorrendo com o espaço dedicado às produções da própria empresa, no que seria uma mudança considerável em relação ao que a companhia faz até hoje.

Por que a Netflix quer canais e outros streamings?

Segundo as fontes ouvidas pelo WSJ, as métricas de engajamento da Netflix estão caindo. Elas mostram quanto tempo as pessoas passam assistindo ao conteúdo da plataforma e com que frequência veem séries e filmes até o fim.

Como explica o jornal, essa métrica é muito importante para a indústria do entretenimento, pois sinaliza que os consumidores estão satisfeitos e menos propensos a cancelar suas assinaturas. Ter canais e outros streamings seria uma forma de “segurar” a audiência.

As ações da Netflix caíram mais de 40% nos últimos 12 meses, e a empresa vem reportando margens operacionais cada vez menores ano após ano. Nos Estados Unidos, sua fatia da audiência, segundo a Nielsen, corresponde a 7,8%, o menor nível desde maio de 2025.

O mercado de streaming está cada vez mais disputado. A Paramount trabalha para fechar a aquisição da Warner Bros. Discovery depois de um acordo no valor de US$ 111 bilhões e, em junho de 2026, a Fox Corp comprou o Roku por US$ 22 bilhões.

Quais são os outros planos da Netflix?

Para se manter competitiva, a empresa passou a exibir podcasts em vídeo, conteúdos previamente lançados no YouTube e vídeos curtos de parceiros como BuzzFeed e Condé Nast. Esse tipo de material tem custo bem menor que as séries e filmes que a Netflix produz. Além disso, pode ajudar a aumentar o engajamento.

Na França, a Netflix passou a transmitir o canal TF1. O parceiro se disse muito satisfeito com a audiência vinda da plataforma. A companhia de streaming pode procurar acordos semelhantes na Europa e na América Latina, segundo algumas fontes ouvidas pelo WSJ.

Por fim, há planos para eventos esportivos. Executivos da Netflix discutem entrar nos leilões de direitos de transmissão das edições de 2030 e 2034 da Copa do Mundo.
Netflix pensa em exibir TV ao vivo e criar pacotes com outros streamings

Netflix pensa em exibir TV ao vivo e criar pacotes com outros streamings
Fonte: Tecnoblog