Category: Serviços Financeiros

Itaú fora do ar: clientes não conseguem acessar app nesta sexta (24)

Itaú fora do ar: clientes não conseguem acessar app nesta sexta (24)

Aplicativo do Itaú não funciona (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

O aplicativo do Banco Itaú está fora do ar nesta manhã de sexta-feira (24/04). Clientes dizem que não é possível usar o app e reclamam que não puderam concluir compras e fazer pagamentos usando Pix. O internet banking via web continua funcionando, e cartões aparentemente não tiveram problemas.

Notícia urgente
O Tecnoblog está acompanhando a falha no app do Itaú e atualizará este post com mais informações assim que elas estiverem disponíveis.

Após a publicação deste texto, o Itaú enviou o seguinte comunicado:

O Itaú Unibanco informa que identificou uma instabilidade pontual na manhã desta sexta-feira (24), que impactou uma parcela de clientes para acesso ao app. O banco ressalta que a situação já foi regularizada e que o acesso a todos os clientes está retornando gradativamente. O Itaú pede desculpas aos clientes pelo inconveniente.

No X, a empresa enviou respostas às queixas, reconhecendo o transtorno e informando sobre os trabalhos em um reparo:

Olá! Já estamos cientes dessa falha no app e pedimos desculpas pelos possíveis transtornos causados.O time responsável já está cuidando de tudo para realizar os ajustes necessários o quanto antes.Qualquer dúvida envia uma mensagem via DM, tá?— Itaú (@itau) April 24, 2026

O que aconteceu com o Itaú?

Segundo o DownDetector, site que monitora a disponibilidade de serviços online, as reclamações começaram a surgir por volta de 9h, atingindo um pico por volta das 9h30. Às 10h, o número de relatos já era menor, mas ainda significativo.

Número de queixas subiu e caiu rapidamente (imagem: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

Os relatos sobre o problema estão no X e nos comentários do post mais recente da instituição financeira no Instagram. Inicialmente, uma mensagem de erro aparecia. Nos últimos minutos, correntistas passaram a dizer que um aviso de senha incorreta impedia o login.

@itau pic.twitter.com/yo24hEYEeD— Ithallo Kelwyn (@KelwynIthallo) April 24, 2026

desgraça itau minha senha não esta erradaaaaaaa— joão vitor (@caprisongzzz) April 24, 2026

Itaú fora do ar: clientes não conseguem acessar app nesta sexta (24)

Itaú fora do ar: clientes não conseguem acessar app nesta sexta (24)
Fonte: Tecnoblog

Google Finanças reforçado com IA chega ao Brasil

Google Finanças reforçado com IA chega ao Brasil

Google Finanças reforçado com IA chega ao Brasil (imagem: reprodução/Google)

Resumo

Google Finanças com IA chegou ao Brasil e a mais de 100 países; teste começou em agosto de 2025 nos Estados Unidos;
serviço reúne cotações de ações, moedas, contratos futuros, criptomoedas, índices e notícias; versão brasileira converte valores para reais e mostra conteúdo do Brasil, naturalmente;
IA oferece respostas sobre investimentos, gráficos avançados e notícias em tempo real.

O Google Finanças (Google Finance) foi lançado em 2006, mas até hoje não é muito conhecido. Talvez isso mude um pouco na versão com inteligência artificial do serviço, que foi introduzida em agosto de 2025 nos Estados Unidos e, agora, chega a outros 100 países. O Brasil está entre eles.

Ao contrário do que o nome pode sugerir, o Google Finanças não é um organizador financeiro pessoal, mas uma plataforma de auxílio a investimentos.

Você pode usá-la para acompanhar o sobe e desce de ações nas principais bolsas de valores do mundo, por exemplo. Também é possível usar o Google Finanças para pesquisar sobre moedas estrangeiras, contratos futuros, criptomoedas e mais.

As informações da plataforma são regionalizadas. Por conta disso, a versão brasileira do Google Finanças faz conversões para reais por padrão, bem como exibe índices e notícias referentes ao Brasil, por exemplo.

Qual o diferencial do Google Finanças com IA?

O Google Finanças com IA oferece três recursos principais:

perguntas sobre investimentos: você pode usar o campo de pesquisa do Google Finanças para saber sobre o valor de uma ação, o cenário econômico e assim por diante; a resposta é gerada por IA generativa;

gráficos avançados: é possível usar o serviço para gerar gráficos de evolução de ativos, indicadores técnicos e afins; para isso, basta digitar instruções como “gere um gráfico sobre a evolução das ações da Petrobras nos últimos seis meses”;

dados e notícias em tempo real: a IA também pode gerar um feed de notícias ou de informações financeiras em tempo real, sob medida.

Google Finanças gerando gráficos (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

O Google Finanças com IA começou a ser testado em agosto de 2025 nos Estados Unidos e, posteriormente, na Índia. Agora, o serviço foi expandido para mais de 100 países, segundo a companhia, como México, Argentina, Colômbia, Chile e, como já ficou claro, Brasil.

Em resumo, o serviço pode te ajudar a tomar decisões referentes a investimentos. Mas o próprio Google alerta que os dados apresentados pela IA podem ter inconsistências, por isso, convém não confiar cegamente na ferramenta no atual estágio.

Para acessar a novidade, basta acessar a versão beta do Google Finanças. Quem já usa o serviço e prefere a versão anterior (sem IA) pode voltar a ela clicando no botão “Clássico”, no topo da página ou no botão de configurações, na versão web móvel.
Google Finanças reforçado com IA chega ao Brasil

Google Finanças reforçado com IA chega ao Brasil
Fonte: Tecnoblog

Nubank integra Pix, débito e crédito no pagamento por aproximação

Nubank integra Pix, débito e crédito no pagamento por aproximação

Funcionalidade é nativa do app Nubank (imagem: divulgação)

Resumo

Nubank integrou Pix, débito e crédito ao pagamento por aproximação no app para Android.
Recurso permite pagar por NFC sem cartão físico e sem carteira digital.
O cliente poderá, inclusive, parcelar a compra no Pix em até 12 vezes.

O Nubank anunciou nesta terça-feira (07/04) a integração de Pix, débito e crédito no pagamento por aproximação. Agora, clientes poderão pagar compras presenciais apenas aproximando o celular de maquininhas compatíveis com NFC, sem precisar do cartão físico.

Geralmente, é necessário abrir o app, escanear um QR Code ou digitar uma chave para pagar com o Pix em lojas físicas. Com a mudança, o Pix passa a funcionar de forma semelhante a um cartão no app do Nubank, direto na aproximação.

Integração permite pagar sem cartão físico (imagem: divulgação)

O recurso é nativo do aplicativo — ou seja, não exige o cadastro em uma carteira digital, como o Google Wallet — e será liberado gradualmente para usuários de Android. No momento do pagamento, o cliente também poderá escolher o Pix parcelado em até 12 vezes.

A configuração é automática: ao acessar a função, o aplicativo cria um cartão virtual tokenizado, sem outras exigências. No entanto, em qualquer modalidade, a transação exige autenticação por biometria ou senha do dispositivo.

Segundo o Nubank, essa tokenização impede o compartilhamento dos dados reais do cartão com o estabelecimento.

Como vai funcionar?

Acesse “Aproximar para pagar” em Meus Cartões ou “Pix por aproximação” na área Pix do aplicativo;

O app criará automaticamente um cartão virtual tokenizado;

Aproxime o celular da maquininha compatível para concluir o pagamento.

Nubank integra Pix, débito e crédito no pagamento por aproximação

Nubank integra Pix, débito e crédito no pagamento por aproximação
Fonte: Tecnoblog

TikTok quer oferecer empréstimos e já busca licença no Brasil

TikTok quer oferecer empréstimos e já busca licença no Brasil

Plataforma inicia movimentação para transformar TikTok em fintech (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

TikTok busca aprovação do Banco Central para operar como fintech no Brasil, oferecendo contas digitais e crédito.
Segundo a agência Reuters, a plataforma solicitou duas licenças: emissor de moeda eletrônica e sociedade de crédito direto.
O movimento consolida o Brasil como um mercado prioritário para a ByteDance, controladora da plataforma.

O TikTok solicitou aprovação do Banco Central (BC) para operar como uma fintech de pagamentos e de crédito no Brasil. O objetivo da empresa, controlada pela gigante chinesa ByteDance, é oferecer serviços financeiros básicos.

De acordo com a agenda pública do BC, executivos da ByteDance — incluindo o chefe global de pagamentos da companhia, Liao Baohua — reuniram-se com o presidente do BC, Gabriel Galípolo, em Brasília, nessa terça-feira (31/03).

Segundo fontes ouvidas pela Reuters, a solicitação envolve duas licenças distintas. A primeira, de emissor de moeda eletrônica, daria ao TikTok o direito de oferecer contas de pagamento, permitindo que usuários mantenham saldo, recebam valores e façam transferências.

A segunda é para operar como sociedade de crédito direto (SCD), modalidade que autoriza a concessão de empréstimos com capital próprio ou a intermediação entre credores e tomadores. Nesse formato, a plataforma não poderia captar depósitos do público como fazem os bancos tradicionais.

O que muda para o usuário?

Certificações permitiram transferências e obtenção de crédito no app (imagem: Swello/Unsplash)

Hoje, o app já possui uma carteira interna, mas ela serve apenas para compra de moedas virtuais, envio de presentes em lives e processamento de vendas no TikTok Shop. O usuário não consegue manter saldo livre, pagar compras externas ou fazer transferências para terceiros.

Com o aval do BC, o TikTok passaria a oferecer uma conta digital nos moldes do que já fazem PicPay e Mercado Pago. A licença de SCD abriria ainda a possibilidade de oferecer crédito pessoal e parcelamentos para consumidores do TikTok Shop.

Shopee, iFood e 99Pay já trilharam a mesma rota por aqui. Mas o TikTok pode se tornar a primeira rede social de entretenimento a virar uma fintech no país. Na China, a ByteDance já opera o Douyin Pay desde 2021, competindo com carteiras estabelecidas como Alipay e WeChat Pay.

Em 2023, a empresa tentou movimento semelhante na Indonésia para alavancar seu e-commerce, mas foi proibida de processar transações diretamente e precisou recorrer a parcerias locais, segundo a Reuters.

Brasil como mercado prioritário

O pedido ao Banco Central consolida o Brasil como um mercado prioritário na expansão regional da companhia chinesa. No final do ano passado, a ByteDance anunciou um investimento superior a R$ 200 bilhões (cerca de US$ 38,4 bilhões) para a construção de um data center no país.

Com uma penetração altíssima de redes sociais, o Brasil registrou 131 milhões de usuários do TikTok maiores de 18 anos no fim de 2025, com os anúncios da plataforma alcançando 80% de todos os adultos no país, de acordo com dados da consultoria DataReportal.
TikTok quer oferecer empréstimos e já busca licença no Brasil

TikTok quer oferecer empréstimos e já busca licença no Brasil
Fonte: Tecnoblog

Pix: brasileiros estão satisfeitos, mas querem mais agilidade, diz pesquisa

Pix: brasileiros estão satisfeitos, mas querem mais agilidade, diz pesquisa

Há diversos tipos de serviço do Pix para diferentes necessidades de uso (foto: Bruno Peres/Agência Brasil)

Resumo

87% dos usuários do Pix desejam que o processo leve menos de 15 segundos. 69% estão dispostos a vincular dados bancários para agilizar pagamentos.
Pix Parcelado é o mais conhecido, com 83% de reconhecimento e 31% de uso. Pix por Aproximação tem 76% de reconhecimento e 42% de uso.
Pix Internacional é pouco conhecido, com 74% desconhecendo sua existência. Apenas 8% usaram, e 57% demonstram interesse.

A pesquisa Panorama E-commerce, realizada pela Visa Conecta, revelou que 87% dos consumidores entrevistados que já usaram Pix consideram atraente que o processo leve menos de 15 segundos.

O trabalho também descobriu que as modalidades Pix por Aproximação e Pix Parcelado são bem conhecidas, mas o Pix Internacional — ainda não regulamentado e oferecido de forma não oficial por algumas empresas — não deslanchou.

O questionário envolveu 1.521 entrevistas com consumidores brasileiros digitalizados e maiores de 18 anos. A amostra buscou refletir classes sociais, gêneros e regiões da população digitalizada do Brasil.

O que os brasileiros pensam do Pix?

A pesquisa Panorama E-commerce mostrou que o tempo necessário para fazer um Pix é um gargalo relevante — e os consumidores estão dispostos a ceder dados para acelerar o processo.

Pix tornou-se o meio de pagamento mais popular do Brasil (foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil)

Dos 1.442 entrevistados que já usaram Pix, 65% consideraram que seria muito melhor se a transferência levasse aproximadamente 15 segundos, e 23% pensam que isso seria melhor.

Entre os 1.260 que desejam mais agilidade, 69% se mostraram dispostos a vincular suas informações da conta bancária a um site ou app de loja online para pagar com mais facilidade.

Novas modalidades são conhecidas, mas pouco usadas

A Panorama E-commerce também verificou qual o grau de conhecimento e interesse dos brasileiros por três novas modalidades do Pix: Pix por Aproximação, Pix Parcelado e Pix Internacional.

O Pix Parcelado é, de longe, o mais conhecido entre os três, com 83% do público demonstrando saber de sua existência. O interesse é grande, com 35% afirmando que com certeza irão usar a modalidade e outros 28% dizendo que provavelmente usarão.

Na prática, porém, apenas 31% já fizeram pagamentos em parcelas usando Pix. O nível de satisfação desse subgrupo é alto, com 87% de aprovação.

O Pix por Aproximação é menos conhecido, com 76% dizendo que sabiam de sua existência. A intenção de uso é menor, com 70% manifestando interesse. O uso real foi de 42%, com alto grau de satisfação: 96%.

Pix Internacional desperta pouco interesse

Por fim, o Pix Internacional enfrenta o maior grau de desconhecimento, com 74% dos entrevistados sem saber que ele existia. Além disso, apenas 8% usaram esse método. A intenção de uso também é menor do que a das outras categorias, com 57% demonstrando interesse.

Vale fazer a ressalva de que o Pix Internacional faz mais sentido para quem compra produtos importados, viaja ou faz remessas ao exterior, o que, por si só, já exclui uma boa parcela da população brasileira.

Outro ponto de atenção é que essa modalidade ainda não foi lançada oficialmente. O que existe no momento são serviços de intermediação que tornam isso possível.

Assim, dá para fazer um Pix para uma conta internacional ou pagar dessa forma em lojas no exterior, método já visto na Argentina, na França e nos Estados Unidos, por exemplo. Nesses casos, uma companhia brasileira faz o meio de campo entre contas locais e estrangeiras.
Pix: brasileiros estão satisfeitos, mas querem mais agilidade, diz pesquisa

Pix: brasileiros estão satisfeitos, mas querem mais agilidade, diz pesquisa
Fonte: Tecnoblog

WhatsApp do Itaú passa a ler imagens para fazer Pix

WhatsApp do Itaú passa a ler imagens para fazer Pix

Perfil do Itaú no WhatsApp lê imagem e gera Pix (imagem: divulgação)

Resumo

O Itaú Unibanco lançou uma funcionalidade que permite fazer Pix via WhatsApp enviando apenas uma imagem, sem digitar valores ou chave Pix.
A tecnologia lê a imagem, identifica os valores e propõe a transação, disponível para clientes que habilitarem o Pix no WhatsApp pelo app Itaú.
A funcionalidade segue protocolos de segurança digital, com conclusão via senha transacional e criptografia de ponta a ponta.

O Itaú libera hoje uma nova funcionalidade que permite fazer Pix via WhatsApp enviando apenas uma imagem, sem necessidade de digitar valores ou chave Pix. A tecnologia lê a imagem, identifica os valores e propõe a transação para o cliente confirmar. A solução está disponível para todos os clientes do banco que habilitarem o Pix no WhatsApp pelo app oficial Itaú.

O Pix no WhatsApp já estava disponível para pagamentos via texto, voz e QR Code. Desde o lançamento, a ferramenta alcançou até três vezes mais transações por mês se comparado a outros canais, segundo o banco, que não apresentou números absolutos.

A nova funcionalidade permite fotografar a placa com a chave ou a conta do estabelecimento comercial e enviar para o WhatsApp oficial do Itaú no número 4004-1515.

Comprovante de Pix no perfil do Itaú no WhatsApp (imagem: divulgação)

A Inteligência Itaú, nome dado ao guarda-chuva de ferramentas tecnológicas do banco, tem capacidade para interpretar qualquer tipo de imagem enviada. Situações como pagar pipoca na rua ou dividir conta do bar com amigos ficam mais simples, sem precisar digitar valores ou chave Pix. Segundo Beatriz Bernardi, diretora do Itaú Unibanco, o objetivo é que clientes resolvam necessidades financeiras no mesmo ambiente em que conversam com amigos e familiares.

A novidade mantém segue protocolos de segurança digital, com conclusão via senha transacional e criptografia de ponta a ponta. O banco reafirmou compromisso em oferecer soluções práticas que acompanham o ritmo da vida dos clientes.

Apesar de ser novidade no Itaú, a mesma ferramenta já existe no Banco do Brasil, Inter e Magie, apenas para citar alguns serviços financeiros.

WhatsApp do Itaú passa a ler imagens para fazer Pix

WhatsApp do Itaú passa a ler imagens para fazer Pix
Fonte: Tecnoblog

Bancos de Hong Kong criam cofre digital para impedir golpes

Bancos de Hong Kong criam cofre digital para impedir golpes

Nova ferramenta de bancos locais bloqueia movimentações online (imagem: reprodução/HSBC)

Resumo

Autoridade Monetária de Hong Kong lançou um cofre digital que isola parte do saldo bancário para impedir golpes de engenharia social.
O desbloqueio do chamado Money Safe exige verificação presencial em agências, com entrevista para detectar fraudes ou coação.
A ferramenta também permite desativar plataformas de internet banking, com reativação apenas após verificação presencial.

Para conter o avanço de golpes de engenharia social (conhecidos como phishing), o governo de Hong Kong finalizou a implementação de um novo mecanismo de segurança bancária que permite aos clientes isolar parte do dinheiro em um “cofre” digital. A medida impede movimentações pela internet e desativa a configuração de plataformas online dos bancos.

O chamado Money Safe, implementado por exigência da Autoridade Monetária local (HKMA), deixa de lado a ideia de facilitar o uso de dinheiro digitalmente e cria mais burocracia sobre a transferência de determinadas quantias de dinheiro nas contas.

Para isso, a iniciativa, oficializada em comunicado conjunto com a Associação de Bancos na terça-feira (30/12), obriga a pessoa a comparecer fisicamente a uma agência ou escritório para passar por uma verificação de identidade.

O prazo de adesão pelas instituições financeiras se encerrou no último dia de 2025. A HKMA argumenta que a proteção é essencial para salvaguardar economias que não serão utilizadas no curto prazo, blindando o patrimônio contra acessos não autorizados ou coagidos.

Como funciona o Money Safe?

O Money Safe opera como uma subconta dentro da conta corrente tradicional. O usuário define quanto deseja proteger e, enquanto o dinheiro estiver alocado nessa modalidade, ele fica indisponível para transações digitais, pagamentos ou saques em caixas eletrônicos. O desbloqueio exige que o cliente passe por um protocolo presencial:

Solicitação: o cliente inicia o pedido, mas o dinheiro não é liberado.

Deslocamento: é necessário ir a uma agência física do banco.

Entrevista: um funcionário realiza uma verificação anti-fraude.

Enquanto isso, o bancário é instruído a fazer perguntas específicas para detectar se o cliente está sob ameaça, sendo enganado por golpistas ou agindo sob coação. Somente após essa validação humana os fundos são liberados para transferência.

No caso dos bancos virtuais que operam em Hong Kong, que não possuem rede de agências, os clientes devem fazer a verificação de identidade em escritórios ou pontos de atendimento.

Bloqueio de contas digitais

Usuários podem bloquear acesso via internet banking (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Além do cofre, a HKMA introduziu outra medida para combater golpes em que criminosos manipulam as vítimas para a criação indevida de acessos digitais. O órgão regulador relatou em documento oficial a ocorrência de casos em que clientes são manipulados por golpistas para configurar plataformas de internet banking em suas contas, permitindo que terceiros assumam o controle e desviem fundos.

Para mitigar esse risco, os bancos agora devem oferecer a opção de desabilitar a configuração de plataformas de internet banking, permitindo que o correntista opte por manter sua conta operando em um modelo “offline”.

Se o cliente escolher essa desativação, a reabilitação do acesso digital no futuro segue a mesma regra do Money Safe: só pode ser feita através de um processo de verificação presencial na agência. Ao contrário da retenção do dinheiro no cofre, essa não é uma possibilidade para clientes de instituições de pagamento virtuais.

Sistema levou um ano para implementação

A pressão para a criação do sistema veio de uma diretriz emitida no final de 2024 por Eddie Yue, chefe-executivo da autoridade monetária. O governo local identificou um padrão em que vítimas forneciam credenciais a criminosos ou eram manipuladas para transferir grandes somas rapidamente.

O vice-executivo da HKMA, Arthur Yuen, classificou a ferramenta como uma “camada adicional de proteção” vital para a estabilidade do sistema financeiro do território, que representa cerca de um quarto do PIB local, segundo o The Register. Além do cofre, os bancos também estão estudando permitir que usuários desativem totalmente as transferências online.
Bancos de Hong Kong criam cofre digital para impedir golpes

Bancos de Hong Kong criam cofre digital para impedir golpes
Fonte: Tecnoblog

Nubank fora do ar? Clientes reclamam que dinheiro sumiu nesta terça (23)

Nubank fora do ar? Clientes reclamam que dinheiro sumiu nesta terça (23)

Nubank fica fora do ar (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Clientes do Nubank relatam nas redes sociais que o aplicativo da instituição financeira passa por instabilidades. Ao tentar fazer transações, o dinheiro é debitado do saldo, mas o pagamento ou transferência não é concluído. Situação semelhante ocorre quando alguém manda valores a um cliente do Nubank: a operação é dada como bem-sucedida pelo banco de quem envia, mas não aparece na conta de quem deveria receber.

Notícia urgente
O Tecnoblog está acompanhando os problemas no Nubank e atualizará este texto assim que houver mais informações.

Segundo o DownDetector, as reclamações começaram por volta das 10h20. Até o horário de publicação deste texto, por volta das 10h50, o gráfico continua em alta, sem sinais de retroceder.

Problemas começaram por volta de 10h20 (imagem: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

Aqui no Tecnoblog, tentamos fazer um Pix e não conseguimos. O valor foi debitado da conta e voltou após alguns minutos. No X, clientes reclamam de não conseguir fazer Pix e não ter acesso a dinheiro resgatado das Caixinhas, como são chamados os investimentos da instituição.

@nubank devolvam meu dinheiro, fiz duas transferências que falharam e o dinheiro saiu da conta— TV (@euthaisv_) December 23, 2025

Nubank não tá devolvendo o dinheiro da caixinha essa salafrária!— Arnaldo Gomes (@oarnaldogomes) December 23, 2025

Recebi um pix que simplesmente sumiu, não tá na conta, o problema é que recebi ONTEM, nubank eu quero meu pix— usuário (@bitcheater666) December 23, 2025
Nubank fora do ar? Clientes reclamam que dinheiro sumiu nesta terça (23)

Nubank fora do ar? Clientes reclamam que dinheiro sumiu nesta terça (23)
Fonte: Tecnoblog

BC Protege+ já barrou 16 mil aberturas de contas bancárias suspeitas

BC Protege+ já barrou 16 mil aberturas de contas bancárias suspeitas

BC Protege+ já barrou 16 mil aberturas de contas bancárias suspeitas (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

Desde 1º de dezembro, BC Protege+ já bloqueou 15.904 tentativas de abertura indevida de contas em serviços financeiros;

BC Protege+ impede que CPFs ou CNPJs cadastrados tenham novas contas dos tipos corrente, poupança ou de pagamento abertas em instituições financeiras;

Cerca de 330 mil pessoas ativaram proteção nos primeiros dez dias de serviço.

O BC Protege+ foi lançado pelo Banco Central para impedir a abertura não autorizada de contas bancárias ou em outros serviços financeiros em nome de pessoas físicas ou jurídicas que se cadastraram no sistema. Em quase 10 dias de operação, cerca de 16 mil tentativas de aberturas de contas foram barradas pelo serviço.

É o que revela um balanço divulgado pelo Banco Central. O BC Protege+ começou a funcionar em 1º de dezembro de 2025 e, até a última terça-feira (09/12), 329,6 mil pessoas já haviam ativado a proteção.

Ainda de acordo com o Banco Central, as instituições financeiras já fizeram 8,8 milhões de consultas ao sistema dentro do mesmo período. Isso levou o BC Protege+ a impedir a abertura não autorizada de 15.904 contas, para ser exato.

Isso significa que a ferramenta tem cumprido o seu propósito. Quando uma pessoa ativa seu CPF ou CNPJ no BC Protege+, passa a informar ao sistema financeiro que não deseja a abertura de novas contas-correntes, de poupança ou de pagamento em seu nome ou no nome de sua organização.

Essa é uma medida que ajuda a evitar, por exemplo, que criminosos usem dados pessoais vazados ou roubados para criar contas bancárias em nome de “laranjas” para receber valores oriundos de atividades fraudulentas.

Isso porque as instituições financeiras estão condicionadas a consultar o sistema sempre que receberem uma solicitação de abertura de conta. Se o CPF ou CNPJ consultado estiver cadastrado no Protege+, a criação da conta deve ser recusada e o solicitante precisa ser avisado da restrição.

Quem tiver seu CPF ou CNPJ ativo no BC Protege+ precisa estar ciente, porém, de que essa proteção deverá ser desativada antes de uma tentativa legítima de abertura de conta em uma instituição financeira atuante no Brasil.

BC Protege+ ativado no site Meu BC (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

Como ativar o BC Protege+?

O passo a passo é o seguinte:

comece por acessar a página Meu BC e, ali, clique ou toque em “Fazer login”;

faça login usando uma conta Gov.br nível prata ou ouro;

vá em BC Protege+, na coluna à esquerda ou na área de mesmo nome à direita;

marque a opção “Proteção ativada”.

Se você precisar abrir uma conta em alguma instituição financeira, faça o mesmo procedimento, mas para desativar a proteção.

Com informações de Agência Brasil
BC Protege+ já barrou 16 mil aberturas de contas bancárias suspeitas

BC Protege+ já barrou 16 mil aberturas de contas bancárias suspeitas
Fonte: Tecnoblog

Nubank passa a mostrar Netflix e outras assinaturas recorrentes

Nubank passa a mostrar Netflix e outras assinaturas recorrentes

Clientes do Nubank gastam média de R$ 92 por mês com assinaturas recorrentes (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

O Nubank lançou o Gerenciador de Assinaturas, que centraliza cobranças recorrentes como streaming e academias.
Cerca de 21 milhões de clientes têm assinaturas ativas, com gasto médio mensal de R$ 92 e ticket médio de R$ 38.
A ferramenta permite visualizar pagamentos, histórico e previsão de cobranças, mas não cancela serviços diretamente.

O Nubank lançou nesta terça-feira (9) o Gerenciador de Assinaturas, ferramenta que centraliza em um único lugar todas as cobranças recorrentes dos clientes, como serviços de streaming, academias e aplicativos.

A funcionalidade está sendo liberada de forma gradual para a base de clientes do Nubank no Brasil. Para acessar, é necessário entrar na seção de cartão de crédito e buscar pela área Minhas Assinaturas. Nela, é possível ver valores e nomes como Globoplay, Netflix, Vivo, Smart Fit e Spotify.

Cerca de 21 milhões de clientes têm alguma assinatura ativa, segundo dados internos coletados de outubro de 2024 a outubro de 2025. O gasto médio mensal é de R$ 92 por pessoa, com ticket médio de R$ 38 por transação. Os serviços como streaming, telecomunicações, bem-estar, academias, planos de saúde, ensino a distância e gaming lideram o ranking das diferentes categorias.

Gerenciador de Assinaturas do Nubank (imagem: Tecnoblog)

No período analisado, os clientes gastaram aproximadamente R$ 24 bilhões em assinaturas recorrentes utilizando cartão de crédito, débito e Pix, os meios de pagamento mais utilizados. Mais de 627 milhões de transações foram registradas nos últimos 12 meses.

A ferramenta permite visualizar no celular todos os pagamentos e assinaturas ativas e recorrentes no cartão de crédito, o valor de cada uma, histórico recente de pagamentos e previsão das próximas cobranças. É possível acessar o cartão cadastrado em cada assinatura (virtual, adicional ou físico), caso o cliente precise bloquear, trocar ou reutilizar.

O sistema oferece recursos de personalização, como opção de esconder assinaturas, editar frequência e submeter feedbacks para maior precisão dos gastos.

Apesar do nome, o Gerenciador de Assinaturas não permite cancelar serviços diretamente pelo aplicativo. A ferramenta funciona como uma planilha dos compromissos financeiros, para auxiliar no planejamento e evitar surpresas na fatura. Segundo Emilia Lopes, diretora-geral do Nubank, a funcionalidade traz transparência a uma área que muitos clientes consideram um “ponto cego” em suas finanças, de modo a eliminar a necessidade de planilhas ou aplicativos de terceiros.
Nubank passa a mostrar Netflix e outras assinaturas recorrentes

Nubank passa a mostrar Netflix e outras assinaturas recorrentes
Fonte: Tecnoblog