Category: macOS

Claude agora pode controlar seu Mac pelo iPhone

Claude agora pode controlar seu Mac pelo iPhone

Novidade ainda é restrita ao ecossistema Apple (imagem: reprodução/Anthropic)

Resumo

Anthropic atualiza ferramentas Claude Cowork e Claude Code com controle remoto de Mac.
IA agora pode executar ações no macOS e automatizar tarefas complexas mesmo à distância.
Por enquanto, funcionalidade é restrita ao ecossistema Apple e chega em preview para assinantes pagos.

A Anthropic anunciou uma atualização de peso para as ferramentas Claude Cowork e Claude Code. A inteligência artificial da empresa agora consegue assumir o controle de um Mac remotamente para executar tarefas. O recurso permite que a IA aponte, clique, digite e até navegue pela interface do macOS, concluindo tarefas mesmo longe do computador.

A novidade funciona integrada ao Dispatch, outra funcionalidade recente que viabiliza a atribuição de processos entre diferentes aparelhos. Segundo a Anthropic, o sistema funciona da seguinte maneira: um usuário pode solicitar uma tarefa complexa ao Claude pelo aplicativo para iPhone; em seguida, a IA executa os comandos necessários no Mac que ficou em casa ou no escritório.

O modelo foi desenhado para atuar como um assistente. Em uma das demonstrações publicadas no YouTube, a IA recebe a instrução para exportar uma apresentação de vendas no formato PDF e anexá-la a um convite de reunião. A partir daí, o Claude realiza os cliques na interface do sistema de forma independente.

Como o Claude navega pelos aplicativos?

Para interagir com o sistema, o Claude prioriza integrações diretas com ferramentas como Slack ou Google Agenda. Quando essas pontes não existem, a IA passa a interpretar e controlar a tela. Ela rola páginas, clica em botões, abre arquivos e usa o navegador como um humano. O único requisito técnico é que o aplicativo desktop do Claude esteja aberto no macOS.

Apesar do avanço, a desenvolvedora é transparente quanto às atuais limitações. A Anthropic ressalta que o uso de computadores por modelos de IA ainda está em um estágio inicial e a ferramenta pode cometer erros de execução ou necessitar de uma segunda tentativa para finalizar comandos difíceis.

Para reduzir riscos, a IA sempre solicitará o aval do usuário antes de acessar um aplicativo novo ou instalar ferramentas. A companhia também implementou um sistema de verificação automático focado em detectar e neutralizar atividades perigosas. Outra recomendação oficial é evitar expor o recurso a dados sensíveis ou confidenciais, pelo menos neste período inicial.

A novidade já está disponível em formato de pré-visualização (preview) para assinantes dos planos pagos Claude Pro e Claude Max.

Claude solicita permissão do usuário para acessar novos aplicativos (imagem: reprodução/Anthropic)

Recurso segue tendência do OpenClaw

A nova funcionalidade do Claude segue uma tendência do mercado de agentes autônomos, esbarrando em comparações com o OpenClaw. O projeto de código aberto viralizou no início de 2026 por se conectar a aplicativos de mensagens, como WhatsApp e Telegram, utilizando um sistema baseado em plugins (“skills”) para automação e gerenciamento de arquivos.

Mas, aqui, há uma diferença no ecossistema. Enquanto o OpenClaw é multiplataforma (suportando macOS, Windows e Linux) e altamente personalizável, a versão da Anthropic aposta em um ambiente mais restritivo e controlado, rodando, até o momento, apenas nos computadores da Apple.

A atualização reforça a lista de melhorias da Anthropic, que também liberou recentemente uma ferramenta oficial de importação de memória. Ela permite transferir históricos de conversas de outras IAs concorrentes, eliminando a necessidade de começar do zero após migrar de serviço.
Claude agora pode controlar seu Mac pelo iPhone

Claude agora pode controlar seu Mac pelo iPhone
Fonte: Tecnoblog

Apple deixa vazar MacBook de baixo custo e novos monitores

Apple deixa vazar MacBook de baixo custo e novos monitores

Novo MacBook de entrada deve manter design de alumínio, similar ao Air (imagem: Divulgação/Apple)

Resumo

O macOS 26.3 revelou três novos produtos da Apple: um MacBook de baixo custo (codinome J700) e duas variantes do Studio Display 2 (codinomes J427 e J527).
O MacBook J700 utilizará o chip A18 Pro, similar ao do iPhone 16 Pro, e deve custar entre US$ 599 e US$ 799 nos EUA, com preço estimado no Brasil entre R$ 6.499 e R$ 8.999.
O Studio Display 2 incluirá tecnologias como ProMotion e HDR, com taxa de atualização de 120 Hz e um chip A19 para suportar recursos avançados.

Faltando duas semanas para o evento especial de 4 de março, a própria Apple acabou deixando escapar detalhes sobre o que está por vir. A versão final do macOS 26.3, liberada para o público no dia 11 de fevereiro, trouxe no código-fonte referências diretas a três novos produtos.

Conforme revelado pela Macworld, a descoberta aconteceu por extensões de kernel (kexts) que identificam os dispositivos pelos codinomes J700, J427 e J527. Os registros confirmam rumores de que a empresa planeja uma investida agressiva no setor de entrada com um MacBook inédito, além de uma atualização aguardada para a linha de monitores Studio Display.

O que sabemos sobre o MacBook de entrada?

O dispositivo identificado pelo codinome J700 deve ser um MacBook focado em custo-benefício, inaugurando uma categoria abaixo do MacBook Air. O modelo também pode representar uma quebra de paradigma: será o primeiro computador da marca a utilizar um chip da linha “A”, geralmente reservada aos iPhones, em vez da linha “M”.

O processador escolhido seria o A18 Pro, o mesmo do iPhone 16 Pro. Embora possa parecer um “downgrade” para quem está acostumado com os chips M2 ou M3, testes de benchmark indicam que o A18 Pro tem desempenho superior ao do chip M1. Para o público-alvo deste laptop — estudantes e usuários domésticos que priorizam navegação, edição de textos e consumo de mídia —, o poder de fogo é mais do que suficiente.

Mark Gurman, da Bloomberg, antecipou que o design não deve sofrer cortes drásticos. O laptop deve manter o chassi em alumínio e uma tela de aproximadamente 13 polegadas, sem perder o aspecto premium da Apple.

Qual deve ser o preço no Brasil?

Nos Estados Unidos, as projeções variam entre US$ 599 e US$ 799. Fazendo a conversão direta para a cotação atual, teríamos valores entre R$ 3.264 e R$ 4.354. No entanto, o histórico da Apple no Brasil exige incluir na conta custos de importação, impostos e margem de lucro.

Atualmente, o MacBook Air M2 é vendido nos EUA por US$ 999 e chegou ao Brasil oficialmente por R$ 10.999. Seguindo essa proporção de aproximadamente 11 para 1, podemos estimar os seguintes valores para o mercado nacional:

Versão de US$ 599: entre R$ 6.499 e R$ 6.999

Versão de US$ 799: entre R$ 8.499 e R$ 8.999.

Se o valor inicial for confirmado, este se tornaria o Mac mais acessível do catálogo brasileiro em anos, competindo diretamente com notebooks Windows de alto desempenho.

Studio Display 2 deve trazer ProMotion e HDR

Studio Display finalmente deve ganhar sucessores com de 120 Hz e suporte a HDR (Imagem: Darlan Helder/Tecnoblog)

Além do novo laptop, o macOS 26.3 detalhou os drivers para os modelos J427 e J527, variantes da segunda geração do Studio Display. O monitor atual da Apple já completa quatro anos de mercado e carece de tecnologias que se tornaram fundamentais, como o ProMotion.

O novo monitor deve vir com taxa de atualização de 120 Hz, garantindo mais fluidez em animações e edição de vídeo. Outra adição esperada é o suporte ao HDR (High Dynamic Range), melhorando o contraste e o brilho máximo do painel.

Para dar conta desses recursos e de funções inteligentes como o Áudio Espacial, o periférico deve ser equipado com um chip A19. A presença de dois codinomes diferentes levanta a possibilidade de a Apple lançar uma versão com tela maior ou, quem sabe, uma opção com acabamento de vidro nanotexture como padrão em um dos modelos.

Onde estão os chips M5?

Um detalhe que chama a atenção no vazamento é a ausência de menções aos chips M5. Rumores indicavam novos MacBook Pro e uma atualização do Mac Studio em desenvolvimento com o novo chip. É provável que a Apple reserve as novidades para o segundo semestre de 2026.
Apple deixa vazar MacBook de baixo custo e novos monitores

Apple deixa vazar MacBook de baixo custo e novos monitores
Fonte: Tecnoblog

Adeus, Rosetta 2: Apple entra na reta final da transição de Intel para Arm

Adeus, Rosetta 2: Apple entra na reta final da transição de Intel para Arm

Processador M1 foi o primeiro desenhado pela Apple com arquitetura Arm, ainda em 2020 (imagem: divulgação)

Resumo

A Apple iniciou alertas no macOS 26.4 Beta sobre o fim do Rosetta 2, indicando incompatibilidades futuras para aplicativos da era Intel.
O encerramento definitivo do Rosetta 2 está previsto para o macOS 28, enquanto a maioria dos desenvolvedores já migrou para versões nativas ou universais.
A estratégia da Apple visa dar tempo para adaptação, com o Rosetta 2 ainda ativo, mas com a necessidade de adaptação dos desenvolvedores à arquitetura Arm.

A Apple deu mais um sinal de que a transição para seus chips próprios entrou na reta final. Usuários que ainda dependem de aplicativos desenvolvidos para processadores Intel começaram a ver alertas sobre possíveis incompatibilidades futuras nas versões beta mais recentes do sistema.

Os avisos surgiram no macOS 26.4 Beta e funcionam como um lembrete: softwares que não foram adaptados à arquitetura Arm terão suporte temporário. O encerramento definitivo do Rosetta 2, ferramenta que permite rodar apps antigos nos Macs com Apple Silicon, está previsto apenas para o macOS 28, esperado para o próximo ano.

Por que a Apple está mostrando esses alertas agora?

O Rosetta 2 foi peça-chave na mudança dos Macs com processadores x86 para os chips próprios da Apple, como M1, M2 e seus sucessores. Assim como ocorreu na transição do PowerPC para o Intel anos atrás, a empresa optou por um período de convivência entre tecnologias para evitar rupturas bruscas.

Com a maioria dos desenvolvedores já tendo migrado seus aplicativos para versões nativas ou universais, a Apple entende que o ecossistema está maduro o suficiente para avançar. No macOS 26.4, ao abrir um aplicativo que depende exclusivamente do Rosetta 2, o usuário passa a receber uma notificação com orientações sobre como identificar alternativas compatíveis ou versões atualizadas.

A estratégia não é nova. Em versões anteriores do sistema, a Apple adotou o mesmo método ao preparar o fim dos apps de 32 bits, exibindo avisos durante anos antes de remover o suporte por completo. O objetivo é dar tempo para adaptação, sem cortar funcionalidades de forma imediata.

iOS 26 em execução em diferentes modelos de iPhone (imagem: reprodução/Apple)

O que muda para usuários e desenvolvedores?

Na prática, nada deixa de funcionar agora. O Rosetta 2 continua ativo e permitindo a execução de aplicativos antigos, com exceções pontuais previstas apenas para jogos específicos no futuro. A mudança é mais informativa do que técnica, ao menos por enquanto.

Para usuários, o alerta serve como um sinal de atenção. Quem depende de softwares legados, especialmente ferramentas profissionais que não recebem atualizações frequentes, pode precisar planejar alternativas ou atualizar fluxos de trabalho.

Já para desenvolvedores, a mensagem é direta: o tempo extra concedido pela Apple está chegando ao fim. Adaptar aplicativos à arquitetura Arm não é mais uma recomendação, mas uma exigência para garantir compatibilidade a médio prazo.
Adeus, Rosetta 2: Apple entra na reta final da transição de Intel para Arm

Adeus, Rosetta 2: Apple entra na reta final da transição de Intel para Arm
Fonte: Tecnoblog

Como comprar mais espaço de armazenamento no iPhone

Como comprar mais espaço de armazenamento no iPhone

Saiba como ampliar o armazenamento do iPhone usando o iCloud (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

O jeito mais simples de aumentar a memória do iPhone é assinando um dos planos do iCloud. Este serviço de nuvem da Apple permite guardar fotos, vídeos e outros dados para liberar espaço físico no aparelho.

O plano básico do iCloud oferece 5 GB gratuitos, mas é possível optar por planos pagos. As opções de upgrade incluem 50 GB, 200 GB, 2 TB, 6 TB e 12 TB de armazenamento, adaptando-se a qualquer necessidade.

Veja o passo a passo para comprar armazenamento no iPhone realizando a assinatura do iCloud pelo celular, Mac ou Windows.

ÍndiceComprar armazenamento do iCloud pelo iPhone1. Abra o app “Ajustes”2. Acesse as informações da Conta Apple3. Vá até a opção “iCloud”4. Selecione “Fazer o upgrade para o iCloud+” ou “Ver todos os planos”5. Escolha um plano do iCloud6. Confirme a compra no novo planoComprar armazenamento do iCloud pelo Mac1. Abra os “Ajustes do Sistema” do Mac2. Acesse as informações da Conta Apple3. Selecione o menu “iCloud”4. Clique em “Gerenciar” iCloud5. Acesse a opção “Adicionar armazenamento”6. Escolha o plano do iCloud+7. Conclua a compra do armazenamentoComprar armazenamento do iCloud pelo Windows1. Clique em “Gerenciar” iCloud2. Selecione “Adicionar armazenamento”3. Escolha o plano do iCloud+4. Confirme o upgrade de armazenamento do iCloud+Por que não consigo comprar espaço de armazenamento no iPhone?Precisa ter cartão de crédito para comprar espaço de armazenamento no iPhone?É possível comprar armazenamento em nuvem no iPhone sem ser pelo iCloud?Qual é a diferença entre comprar armazenamento e liberar espaço no iPhone?

Comprar armazenamento do iCloud pelo iPhone

1. Abra o app “Ajustes”

Acesse o aplicativo “Ajustes” no iPhone para ver mais opções de configurações do dispositivo.

Acessando o app “Ajustes no iPhone (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

2. Acesse as informações da Conta Apple

Toque no seu nome de usuário, na parte superior do app, para acessar mais informações da Conta Apple ID.

Abrindo as opções do usuário do iPhone (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

3. Vá até a opção “iCloud”

Toque em “iCloud” para verificar as informações do serviço de armazenamento na nuvem.

Selecionando o menu “iCloud” (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

4. Selecione “Fazer o upgrade para o iCloud+” ou “Ver todos os planos”

Toque em “Atualizar para o iCloud+”, caso não seja assinante, ou “Ver todos os planos” para ver as opções de upgrades para comprar espaço no iPhone por meio do iCloud.

Escolhendo a opção “Fazer o upgrade para o iCloud+” ou “Ver todos os planos” (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

5. Escolha um plano do iCloud

Confira as opções de upgrade de armazenamento do iCloud e selecione o plano que melhor combine com as suas necessidades. Em seguida, toque em “Fazer upgrade” para avançar.

Escolhendo o novo plano do iCloud+ (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

6. Confirme a compra no novo plano

Por fim, confirme pressionando duas vezes o botão lateral direito do iPhone para assinar o iCloud+. Assim, você terá mais espaço de armazenamento no iPhone e em outros dispositivos da Apple.

Confirmando a assinatura do iCloud+ (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Comprar armazenamento do iCloud pelo Mac

1. Abra os “Ajustes do Sistema” do Mac

Clique no menu Apple, ícone de maçã no canto superior esquerdo da tela do sistema operacional Mac, e selecione a opção “Ajustes do Sistema”.

Acessando a opção “Ajustes do sistema” no computador Mac (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

2. Acesse as informações da Conta Apple

Clique em cima do seu nome de usuário, no canto esquerdo da tela, para abrir as opções da Conta Apple.

Abrindo as opções de usuário (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

3. Selecione o menu “iCloud”

Selecione a opção “iCloud” para ver mais informações do serviço de armazenamento em nuvem da Apple.

Selecionando o menu “iCloud” (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

4. Clique em “Gerenciar” iCloud

Na seção “iCloud”, clique na opção “Gerenciar” no canto direito da tela, para abrir um novo menu de opções.

Clicando em “Gerenciar” iCloud (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

5. Acesse a opção “Adicionar armazenamento”

Clique em “Adicionar armazenamento”, no canto superior direito da nova janela, para avançar.

Abrindo a opção “Adicionar armazenamento” do iCloud (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

6. Escolha o plano do iCloud+

Selecione a opção de upgrade do iCloud+ que melhor atende às suas necessidades e, depois, clique no botão “Próximo” no canto inferior direito.

Escolhendo o plano de upgrade do iCloud+ (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

7. Conclua a compra do armazenamento

Insira sua senha da Conta Apple e clique no botão “Comprar” para assinar o plano do iCloud+.

Importante: embora o procedimento seja feito pelo Mac, ele também serve para aumentar o armazenamento do iPhone e outros dispositivos Apple vinculados a sua conta.

Confirmando o pagamento do armazenamento do iCloud (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Comprar armazenamento do iCloud pelo Windows

1. Clique em “Gerenciar” iCloud

Abra o aplicativo do iCloud no Windows e desça a tela até ver a seção “iCloud”. Em seguida, clique no botão “Gerenciar” para avançar.

Acessando a opção “Gerenciar” iCloud no app do Windows (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

2. Selecione “Adicionar armazenamento”

Clique na opção “Adicionar armazenamento”, no canto superior direito da nova janela, para ver as opções de planos de armazenamento do iCloud+.

Clicando em “Adicionar armazenamento” do iCloud (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

3. Escolha o plano do iCloud+

Escolha a opção de upgrade do iCloud+ e, depois, clique em “Próximo” para continuar.

Escolhendo o plano de upgrade do iCloud+ (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

4. Confirme o upgrade de armazenamento do iCloud+

Digite a sua senha da Conta Apple e, em seguida, clique em “Comprar” para realizar a assinatura do armazenamento do iCloud+.

Importante: mesmo com a assinatura sendo feita por meio de um PC Windows, o upgrade para o espaço de armazenamento na nuvem é válido para o iPhone e outros dispositivos vinculados à sua Conta Apple.

Confirmando a compra de espaço de armazenamento no iCloud (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Por que não consigo comprar espaço de armazenamento no iPhone?

Há alguns cenários que impedem você de comprar espaço de armazenamento no iPhone via iCloud+. Os mais comuns são:

Problemas com método de pagamento: ocorrem devido ao saldo insuficiente, dados incorretos do cartão de crédito ou endereço de cobrança não coincidir com o registro do banco. Verifique e atualize as informações de pagamento para solucionar;

Conexão com a internet: uma conexão fraca ou instável impede a comunicação do dispositivo com os servidores da Apple para concluir a assinatura. Tente se conectar a uma rede Wi-Fi estável ou usar os dados móveis em um ambiente com sinal forte;

Falhas temporárias no sistema: um erro temporário no dispositivo ou no sistema pode estar interferindo no processo de upgrade. Muitas vezes isso pode ser resolvido ao reiniciar o dispositivo ou ao entrar e sair da conta Apple;

Interrupções nos sistemas da Apple: os servidores ou sistemas da Apple podem estar com problemas ou passando por manutenção, resultando em falhas nas transações. Confira o status dos sistemas e tente realizar o procedimento mais tarde;

Restrições de dispositivos ou conta: o dispositivo pode ter restrições de rede ativas ou a Conta Apple ID pode estar suspensa por motivos de segurança, bloqueando a compra. Entre em contato com o suporte da Apple para verificar as restrições.

Precisa ter cartão de crédito para comprar espaço de armazenamento no iPhone?

Não, a Apple oferece outros métodos de pagamentos além do cartão de crédito para assinar o iCloud+ e expandir o armazenamento do iPhone. Por exemplo, é possível pagar a assinatura do iCloud+ usando o saldo de cartões-presente (Gift cards) resgatados pela Conta ID Apple.

Posso comprar espaço de armazenamento no iPhone com Pix?

Não é possível comprar diretamente espaço no iCloud+ usando Pix como forma de pagamento. Contudo, dá para adquirir cartões-presente da Apple em lojas ou plataformas que aceitam o Pix e, depois, resgatar o valor como crédito em sua Apple ID para realizar a compra do upgrade de armazenamento no iPhone.

É possível comprar armazenamento em nuvem no iPhone sem ser pelo iCloud?

Sim, você pode comprar e usar armazenamento em nuvem de terceiros no iPhone, como o Google Drive ou o Dropbox, para salvar fotos, vídeos e outros arquivos. Contudo, esses serviços não oferecem o backup completo do sistema, como configurações e dados de aplicativos, sendo uma função exclusiva do iCloud.

Dá para usar cartão de memória no iPhone?

Não, o iPhone não possui entrada para cartões microSD ou qualquer forma de expansão de armazenamento físico. Para gerenciar o espaço quando estiver cheio, a melhor alternativa é apagar arquivos desnecessários e liberar espaço no iCloud.

Qual é a diferença entre comprar armazenamento e liberar espaço no iPhone?

Comprar armazenamento se refere a ter uma assinatura do iCloud+ para expandir o armazenamento em nuvem para fotos, vídeos, arquivos e backups. Ele mantém os dados sincronizados em todos os dispositivos Apple vinculados a conta e garante um backup seguro fora do aparelho físico.

Liberar espaço no iPhone é o ato de apagar dados, fotos, vídeos ou aplicativos desnecessários diretamente na memória interna do aparelho. O objetivo é recuperar o espaço físico local para permitir a instalação de novos aplicativos, atualizações de software ou o registro de mais fotos e vídeos.
Como comprar mais espaço de armazenamento no iPhone

Como comprar mais espaço de armazenamento no iPhone
Fonte: Tecnoblog

Apple encerra suporte ao iCloud no iOS 10 e macOS Sierra

Apple encerra suporte ao iCloud no iOS 10 e macOS Sierra

iCloud tem novos requisitos mínimos (imagem: reprodução/Apple)

Resumo

iCloud passa a exigir iOS 11 ou macOS High Sierra como requisito mínimo;
Modelos antigos, como iPhone 5 e iPad 4, não terão mais acesso ao serviço;
Alteração coincide com chegada do iOS 26, liberado para o iPhone 11 em diante.

Se você tem um iPhone ou um Mac antigo e não atualizado, atenção: os requisitos mínimos para uso dos recursos do iCloud mudaram. Agora, o serviço exige que o dispositivo tenha, pelo menos, o iOS 11 ou o macOS High Sierra (versão 10.13).

Isso significa que, se você tiver um iPhone, iPad ou Mac com o iOS 10 ou macOS Sierra, ou com uma versão anterior a essas, não conseguirá acessar recursos como iCloud Drive, iCloud Photos (Fotos do iCloud) e Find My (Buscar).

O alerta foi dado pelo MacRumors, que notou que a página da Apple que descreve os requisitos do iCloud foi atualizada na segunda-feira (15/09). A atualização serviu justamente para a Apple colocar o iOS 11 e o macOS High Sierra entre os requisitos mínimos para o serviço.

Não surpreende. Tanto o iOS 10 quanto o macOS Sierra foram lançados em 2016. De lá para cá, o iCloud passou por diversas atualizações funcionais e estruturais que, provavelmente, as versões em questão não puderam acompanhar.

Na prática, isso significa que aparelhos como o iPhone 5, o iPhone 5c e o iPad de quarta geração não funcionarão mais com o iCloud, pois o iOS 10 é a última versão compatível com esses modelos.

A situação é um pouco mais tranquila com relação aos Macs, pois o macOS High Sierra é compatível com todos os modelos que rodam o macOS Sierra. Quem tem um Mac nessa condição pode recorrer ao macOS High Sierra para continuar acessando os recursos do iCloud, portanto.

Linha iPhone 5c (imagem: reprodução/Apple)

O iOS 26 já está entre nós

Coincidência ou não, as mudanças nos requisitos mínimos do iCloud ocorrem no mesmo dia em que a Apple liberou a versão final do iOS 26. A novidade está disponível para o iPhone 11 e versões sucessoras da linha. O seu destaque é a interface baseada no conceito Liquid Glass.
Apple encerra suporte ao iCloud no iOS 10 e macOS Sierra

Apple encerra suporte ao iCloud no iOS 10 e macOS Sierra
Fonte: Tecnoblog

Notas do iPhone pode ganhar suporte a markdown no iOS 26

Notas do iPhone pode ganhar suporte a markdown no iOS 26

Notas do iPhone deve trazer mais novidades (imagem: Priscilla Du Preez/Unsplash)

Resumo

O aplicativo Notas do iPhone pode ganhar suporte a markdown no iOS 26 e no macOS 26.
O suporte à markdown oferece vantagens por sua simplicidade e compatibilidade, ideal para documentos leves.
O anúncio oficial deve acontecer nesta segunda-feira (09/06), durante a WWDC.

A próxima grande atualização dos sistemas operacionais da Apple pode trazer uma novidade importante para quem utiliza o app Notas. Segundo o MacRumors, o aplicativo deve ganhar suporte a markdown no iOS 26 e no macOS 26.

A funcionalidade permitiria, ao menos, exportar textos no formato markdown, oferecendo mais versatilidade para usuários que trabalham com diferentes plataformas.

A expectativa é que esse recurso seja apresentado oficialmente nesta segunda-feira (09/06), durante a Worldwide Developers Conference (WWDC), evento anual da Apple voltado para desenvolvedores. Além dessa possível adição, o sistema deve trazer ainda novidades como tradução automática e enquetes no app Mensagens, além de mudanças visuais mais amplas em toda a interface do iOS.

O que é markdown e por que ele tem ganhado espaço?

Markdown é uma linguagem de marcação leve, criada para facilitar a escrita de textos formatados sem depender de menus ou botões. Em vez de clicar em ícones para aplicar negrito, por exemplo, o usuário digita **texto** para obter o mesmo resultado. A simplicidade do markdown o torna ideal para criar documentos leves, fáceis de ler e compatíveis com diversos editores de texto.

Além disso, ele é muito utilizado por desenvolvedores, escritores e profissionais de tecnologia para criar documentos, anotações e conteúdos para web, especialmente por sua compatibilidade com sistemas de controle de versão, como o Git. Com o suporte à linguagem, ferramentas como o app de Notas do iOS ou o Bloco de Notas do Windows ampliam sua utilidade, indo além das funcionalidades básicas de escrita.

Apple segue os passos da Microsoft

Bloco de Notas do Windows começou a testar o suporte a markdown (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

O possível suporte a markdown no app Notas da Apple surge pouco tempo depois de a Microsoft iniciar uma transformação significativa no Bloco de Notas do Windows. Em uma atualização recente, liberada inicialmente para testadores dos canais Canary e Dev do Windows Insider, o Notepad passou a contar com suporte nativo a Markdown e novos recursos de formatação.

Agora é possível aplicar estilos ao texto — como negrito, itálico e listas — diretamente por uma barra de ferramentas na interface. Os usuários também podem alternar entre a visualização formatada e o código markdown, escolhendo a opção no menu ou na barra de status. Caso prefiram manter o uso tradicional, há a opção de desabilitar todos esses recursos e usar o programa como editor de texto simples.

Essas mudanças fazem parte de uma reestruturação maior, especialmente após a descontinuação do WordPad. A Microsoft também começou a testar a inclusão de ferramentas com inteligência artificial no Notepad, o que amplia ainda mais suas possibilidades de uso. Mesmo com essas evoluções, o aplicativo continua com foco em leveza e praticidade, mas agora oferece funções que antes eram exclusivas de editores de texto mais avançados.

Tanto a Apple quanto a Microsoft parecem estar ajustando seus apps nativos de anotações para oferecer recursos mais completos, sem perder a simplicidade característica desses modelos.

Com informações do MacRumors
Notas do iPhone pode ganhar suporte a markdown no iOS 26

Notas do iPhone pode ganhar suporte a markdown no iOS 26
Fonte: Tecnoblog

iOS 26? Apple pode mudar a nomenclatura de seus sistemas

iOS 26? Apple pode mudar a nomenclatura de seus sistemas

iPhone 16e foi lançado com iOS 18 (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Resumo

Apple pretende mudar a numeração dos sistemas operacionais para o ano subsequente ao lançamento, visando uniformizar nomenclatura.

A mudança pretende destacar uma grande reforma no software e facilitar a compreensão do consumidor e desenvolvedor.

A nova geração de sistemas deve apresentar design inspirado no visionOS, com maior semelhança visual entre as plataformas.

A Apple está planejando mudar a forma como nomeia seus sistemas operacionais. De acordo com a Bloomberg, iOS, iPadOS, macOS, watchOS, tvOS e visionOS passariam a ser identificados com o número do ano posterior ao lançamento. O sistema do iPhone, por exemplo, pularia do atual iOS 18 para o iOS 26.

Segundo as fontes ouvidas pelo jornalista Mark Gurman, a ideia é melhorar a consistência entre as plataformas. Além de facilitar a compreensão, os novos números serviriam para enfatizar uma grande reforma que seria feita no software.

Tim Cook no palco da WWDC 2024 (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Atualmente, cada sistema operacional da marca está em um número diferente, já que eles não foram lançados ao mesmo tempo: iOS 18, macOS 15, watchOS 12 e visionOS 2, por exemplo. Esse esquema pode confundir consumidores e desenvolvedores.

O iOS 26 (ou 19?) e os outros sistemas serão anunciados no dia 9 de junho de 2025, durante a abertura da WWDC 2025, conferência da Apple voltada ao público profissional.

Samsung e Microsoft já usaram ano de lançamento

Caso a estratégia se confirme, a Apple se junta à Samsung, à Microsoft e a outras empresas na lista de companhias que trocaram a numeração de seus produtos.

A marca coreana fez um movimento similar em 2020, quando o Galaxy S20 foi apresentado como sucessor do Galaxy S10, marcando a troca do número da geração pelo ano de lançamento.

Galaxy S20 e S20 Ultra foram os primeiros da Samsung a adotar ano de lançamento no nome (foto: Paulo Higa/Tecnoblog)

Já a Microsoft teve idas e vindas. Em 1995, lançou o Windows 95, com identificação que se repetiria com o Windows 98 e o Windows 2000. De lá para cá, foram nomes próprios (XP, Vista) e números sem relação com o ano (Windows 7, 8, 10 e 11).

Há pouco menos de duas décadas, a própria Apple já adotou um esquema parecido em alguns programas, como o iWork ‘08, o iLife ‘08 (ambos de 2007) e o iLife ’11 (de 2010).

Novos números marcam grande reforma de sistemas

Existe a expectativa de que a nova geração de sistemas operacionais da Apple traga grandes novidades, principalmente no que diz respeito ao design.

visionOS será a base da atualização de design da Apple para os iOS, iPadOS e macOS (imagem: divulgação/Pavel Durov)

O novo visual das plataformas seria inspirado no visionOS, usado no headset Vision Pro, de onde viriam ideias para ícones, menus, aplicativos, janelas e botões. Esse “banho de loja” também serviria para deixar os produtos mais parecidos entre si — reforçando a ideia de usar os mesmos números em todos.

Com informações da Bloomberg e do Verge
iOS 26? Apple pode mudar a nomenclatura de seus sistemas

iOS 26? Apple pode mudar a nomenclatura de seus sistemas
Fonte: Tecnoblog

iOS 19 pode contar com aplicativo dedicado a jogos

iOS 19 pode contar com aplicativo dedicado a jogos

Novo hub seria lançado com iPhone 17 e iOS 19 (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

A Apple deve anunciar um novo app dedicado a jogos para iPhone, iPad, Mac e Apple TV na WWDC 2025.
O app, previsto para o iOS 19, deve substituir o Game Center e reunirá games instalados, títulos da App Store, Apple Arcade, rankings e curadoria editorial.
A Apple quer investir mais em jogos e promover o Apple Arcade.

A Apple vai anunciar um app dedicado a jogos para iPhone, iPad, Mac e Apple TV na WWDC, conferência para desenvolvedores que começa no dia 9 de junho, de acordo com informações obtidas pela Bloomberg junto a fontes com conhecimento do assunto. O novo aplicativo deve chegar em setembro, com o lançamento do iOS 19.

Um dos objetivos seria promover o Apple Arcade, serviço por assinatura lançado em 2019 que dá acesso a jogos e itens que são vendidos separadamente na loja. No Brasil, ele custa R$ 14,90 mensais ou R$ 99,90 anuais.

Apple Arcade é um pacote com jogos e itens por assinatura (imagem: divulgação)

Como será o novo app de games para iPhone?

A nova plataforma vai reunir os games do dispositivo e listar jogos disponíveis na App Store, oferecendo também conteúdo editorial, como artigos e listas de recomendações. No Mac, o aplicativo será capaz de mostrar jogos que vieram de outras fontes além da loja da Apple.

O app deve substituir o Game Center atual, incorporando seus recursos, como servir como hub para conquistas e tabelas com a classificação de amigos. Como observa a Bloomberg, o Game Center existe desde 2010, mas nunca fez muito sucesso.

As primeiras notícias sobre uma nova central de jogos do iOS surgiram ainda em outubro de 2024, com uma reportagem do 9to5Mac. De acordo com a publicação, a Apple fez testes para integrar o FaceTime e o iMessage no novo app, para que eles possam ser usados como opções de comunicação.

Apple vai investir mais em jogos

O novo aplicativo parece ser apenas parte dos planos da Apple para o setor de games. A empresa comprou o estúdio de games RAC7, responsável pelo jogo Sneaky Sasquatch.

É uma negociação modesta, já que a desenvolvedora é formada por apenas duas pessoas. Por outro lado, é a primeira vez que a fabricante do iPhone adquire um estúdio de games. Segundo o Digital Trends, que deu a notícia em primeira mão, o RAC7 continuará operando de forma independente.

Com informações da Bloomberg
iOS 19 pode contar com aplicativo dedicado a jogos

iOS 19 pode contar com aplicativo dedicado a jogos
Fonte: Tecnoblog

O que é o macOS? Conheça as versões e nomes do sistema operacional da Apple

O que é o macOS? Conheça as versões e nomes do sistema operacional da Apple

O macOS é sistema opereracional usado nos computadores da Apple (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

O macOS é um sistema operacional desenvolvido pela Apple exclusivamente para desktops e notebooks Mac. A plataforma é conhecida pela interface intuitiva, a experiência fluida e otimizada para o hardware da empresa e a integração com outros dispositivos e serviços da Maçã.

A história do sistema operacional da Apple começou em 1984, com o lançamento do primeiro computador Macintosh. No entanto, o sistema do Mac como conhecemos hoje foi reformulado a partir da tecnologia NeXTSTEP e foi introduzido em 2001.

A seguir, saiba mais sobre o que é macOS, suas versões, vantagens e desvantagens.

ÍndiceO que é o macOS?O que significa macOS?Qual é a história da origem do macOS?Quem criou o macOS?Quando o macOS foi criado?Quais são as versões do macOS lançadas pela Apple?Quais são as vantagens do macOS?Quais são as desvantagens do macOS?Qual é a diferença entre macOS e Windows?Qual é a diferença entre Linux e macOS?O macOS é baseado em Linux?O macOS é um sistema operacional open source?É possível instalar o macOS em um PC com Windows?

O que é o macOS?

O macOS é o sistema operacional da Apple criado exclusivamente para os computadores da marca, como Macs, iMacs e MacBooks. Ele funciona como a ponte entre o hardware e os programas, controlando a memória, o armazenamento e o processamento.

Um ponto forte do macOS é a integração com outros dispositivos e serviços da Apple. A plataforma com interface intuitiva também vem com vários aplicativos essenciais para o dia a dia, como e-mail, navegador e programas voltados para produtividade.

O que significa macOS?

O nome macOS é uma abreviação para Macintosh Operating System (Sistema Operacional Macintosh, em português). A plataforma ganhou esse título por ter sido desenvolvido para ser executado nos computadores Macintosh fabricados pela Apple.

Área de trabalho do Mac OS System 1 (imagem: Reprodução/Wikipedia)

Qual é a história da origem do macOS?

A história do macOS começa com o lançamento do Macintosh em 1984. O sistema operacional apresentou uma interface gráfica intuitiva que permite interagir com o computador usando mouse, ícones e pastas, substituindo as plataformas baseadas em linhas de comando da época.

Ao longo dos anos, o sistema do Mac passou por várias atualizações e se adaptou às demandas dos usuários e avanços tecnológicos. A cada lançamento, o SO introduzia novas tecnologias e funcionalidades que melhoravam a experiência dos usuários.

Um marco na história do macOS foi a adoção da base do software NeXTSTEP em 2001, trazendo uma arquitetura robusta focada em multitarefas e a introdução do Dock. O Mac OS X, depois renomeado para macOS, ajudou a moldar a identidade do moderno sistema operacional do MacBook e demais computadores da Apple que conhecemos hoje.

Quem criou o macOS?

O cientista da computação Jef Raskin é creditado como criador do macOS devido sua colaboração com o projeto Macintosh original da Apple. Além de Raskin, Bill Atkinson e Andy Hertzfeld também tiveram importante participação no desenvolvimento do sistema do Mac.

Quando o macOS foi criado?

O desenvolvimento inicial do macOS começou em 1979. Então, o sistema operacional foi lançado oficialmente junto ao computador Macintosh 128K em 24 janeiro de 1984.

macOS 15 Sequoia é uma das versões mais modernas do sistema operacional da Apple (imagem: Reprodução/Apple)

Quais são as versões do macOS lançadas pela Apple?

O macOS teve uma série de versões ao longo da história, evoluindo significativamente desde seu lançamento em 1984. Veja os principais marcos:

Macintosh System Software 1.0 (1984): a primeira versão do sistema, lançada com o Macintosh 128K, introduziu a interface gráfica (GUI) para usuários comuns com Área de Trabalho e Lixeira;

Macintosh System Software 2.0 (1985): adicionou os comandos “Nova Pasta” e “Desligar”, além de incluir o aplicativo “MiniFinder” para iniciar softwares selecionados rapidamente;

Macintosh System Software 3.0 (1986): estreando ao lado do Macintosh Plus, introduziu o cache de disco e a animação de Lixeira cheia;

Macintosh System Software 4.0 (1987): a primeira versão com suporte a gráficos coloridos foi lançada com o Macintosh SE;

Macintosh System Software 5.0 (1987): lançou a extensão MultiFinder, permitindo rodar diversos programas simultaneamente;

Macintosh System Software 6.0 (1988): apelidado de “System 6”, introduziu suporte à conexão com a internet;

Mac OS 7 (1991): o “System 7” apresenou uma grande reformulação visual e funcional do sistema, com melhor estabilidade;

Mac OS 8 (1997): trouxe mudanças na interface, aprimorou o Finder e introduziu um novo painel de controle. Vendeu mais de 3 milhões de cópias nos primeiros três meses de lançamento;

Mac OS 9 (1999): aprimorou o suporte às redes sem fio AirPort e mecanismo de busca Sherlock;

Mac OS X 10.0 Cheetah (2001): a maior reformulação do sistema operacional da Apple marcou a estreia da nova base UNIX e da interface Aqua;

Mac OS X 10.1 Puma (2001): atualização com foco em melhorias de desempenho;

Mac OS X 10.2 Jaguar (2002): trouxe a integração da ferramenta de busca no Finder e a adição do aplicativo Agenda (hoje, Contatos);

Mac OS X 10.3 Panther (2003): transformou o Safari, desenvolvido pela Apple, em navegador padrão do sistema;

Mac OS X 10.4 Tiger (2005): adicionou a ferramenta de busca de arquivos e dados Spotlight;

Mac OS X 10.5 Leopard (2007): trouxe o sistema de backup Máquina do Tempo para a restauração de arquivos, além de mudanças na dock e uma nova barra de menu;

Mac OS X 10.6 Snow Leopard (2009): apresentou a Mac App Store e se concentrou na expansão da arquitetura de 64 bits;

Mac OS X 10.7 Lion (2011): introduziu o recurso Mission Control para facilitar a organização de janelas e aplicativos;

Mac OS X 10.8 Mountain Lion (2012): trouxe os aplicativos Notas, Lembretes e Mensagens do iOS para o Mac, além de adicionar a Central de Notificações;

Mac OS X 10.9 Mavericks (2013): incluiu novos recursos de privacidade com foco na criptografia e armazenamento de senha;

Mac OS X 10.10 Yosemite (2014): adicionou o recurso Continuidade e Handoff para a troca rápida de tarefas entre o macOS e o iOS do iPhone;

Mac OS X 10.11 El Capitan (2015): aprimorou o desempenho do sistema operacional e introduziu a ferramenta Split View;

macOS 10.12 Sierra (2016): iniciou oficialmente a era “macOS” com o novo recurso de Otimização de Armazenamento e a chegada da Siri ao desktop;

macOS 10.13 High Sierra (2017): adição do novo padrão de vídeo HEIC e a transição para o Apple File System (APFS);

macOS 10.14 Mojave (2018): introdução da Área de Trabalho Dinâmica e do Modo Escuro;

macOS 10.15 Catalina (2019): fim do iTunes e a chegada da ferramenta Sidecar para conectar a tela de um iPad ao Mac;

macOS 11 Big Sur (2020): marcou a transição para o Apple Silicon, chips desenvolvidos pela própria marca com desempenho e eficiência aprimorados;

macOS 12 Monterey (2021): introduziu o Controle Universal, permitindo que os usuários controlem outros dispositivos diretamente pelo computador Mac;

macOS 13 Ventura (2022): apresentou o recurso Stage Manager, mudança na interface que facilitou a transição entre as tarefas e a área de trabalho;

macOS 14 Sonoma (2023): trouxe a possibilidade de adicionar e interagir com widgets na área de trabalho e tratar sites como aplicativos independentes;

macOS 15 Sequoia (2024): marcou a estreia do Apple Intelligence, sistema de inteligência artificial da Apple para otimizar tarefas no computador.

Quais são as vantagens do macOS?

O macOS traz algumas vantagens para os donos de computadores Mac. As principais são:

Interface intuitiva e polida: o macOS oferece uma experiência fácil de usar, com design consistente e funcionalidades que tornam a navegação e o uso mais eficiente;

Ecossistema Apple integrado: a sincronização e interação entre Macs, iPhones, iPads e outros dispositivos Apple são fluidas e intuitivas, facilitando o fluxo de trabalho e a transferência de informações;

Segurança robusta: o macOS adota uma arquitetura segura, tornando-o menos suscetível a vírus e malware em comparação com outros sistemas operacionais;

Desempenho e otimização: o sistema é otimizado para o hardware da Apple, resultando em inicializações rápidas e desempenho consistente mesmo com múltiplos apps em uso;

Apps nativos: a plataforma vem pré-instalada com um pacote de aplicativos gratuitos para produtividade e criatividade, como Pages, Numbers e Keynote;

Suporte de longo prazo: a Apple oferece atualizações regulares do sistema operacional e mantém o suporte para versões mais antigas por um período considerável, garantindo longevidade, acesso a novos recursos e melhorias de segurança.

Quais são as desvantagens do macOS?

Embora entregue vários pontos positivos, os usuários podem encontrar alguns pontos negativos ao usar o macOS. Por exemplo:

Alto custo: os computadores Mac com macOS são significativamente mais caros em comparação com PCs com Windows de configurações semelhantes, tornando-os menos acessíveis para muitos usuários;

Disponibilidade limitada de softwares: o sistema oferece menos opções de aplicativos do que o Windows, especialmente softwares específicos ou corporativos. A oferta de jogos também é menor e muitos títulos não são lançados ou otimizados para a plataforma da Apple;

Menor flexibilidade de personalização: o macOS oferece menos formas de personalização da interface comparado ao Windows;

Incompatibilidade de arquivos: mover arquivos entre o macOS e o Windows pode ser um desafio devido aos formatos incompatíveis.

O macOS também é usado nos computadores MacMini (Imagem: Divulgação/Apple)

Qual é a diferença entre macOS e Windows?

O macOS é o sistema operacional proprietário da Apple, projetado para rodar nos computadores e notebooks da marca. Ele é conhecido pela interface intuitiva e simplificada, o foco em segurança e a ampla integração com outros dispositivos do ecossistema Apple.

Já o Windows é um sistema operacional desenvolvido pela Microsoft, disponível para computadores de diferentes marcas. Ele possui uma interface mais personalizada, uma ampla biblioteca de softwares e maior opção de hardwares customizados.

Qual é a diferença entre Linux e macOS?

O Linux é um sistema operacional de código aberto, oferecendo a oportunidade para que os usuários acessem o código-fonte, façam alterações e distribuam as versões modificadas. Além de ser usado em desktops, a plataforma é adotada em dispositivos móveis, servidores, computação na nuvem e até supercomputadores.

O macOS é um sistema operacional proprietário da Apple, impedindo o acesso e qualquer alteração do código-fonte. Além disso, o SO só pode ser usado em computadores e notebooks fabricados pela Maçã.

O macOS é baseado em Linux?

O macOS não é um sistema operacional baseado em Linux. Embora ambos sejam sistemas operacionais da família Unix, eles foram construídos separadamente e usam kernels distintos.

O sistema operacional da Apple é baseado em Unix, especificamente em tecnologias como NeXTSTEP e BSD. O Linux, por outro lado, usa o kernel Linux desenvolvido pelo engenheiro finlandês Linus Torvalds.

O macOS é um sistema operacional open source?

O macOS não é um sistema operacional de código aberto. Embora use componentes open-source, como o kernel Darwin, grande parte da plataforma é proprietária da Apple. 

Isso significa que os usuários não podem acessar o código-fonte do macOs e realizar modificações. Também não é possível distribuir o sistema operacional para outras pessoas.

É possível instalar o macOS em um PC com Windows?

Tecnicamente é possível instalar o macOS em um PC não fabricado pela Apple. Entretanto, o processo apelidado de “hackintosh” viola os termos de uso da marca e exige um conhecimento técnico avançado para lidar com compatibilidade de hardware e configuração.

Uma alternativa mais acessível é rodar o macOS em uma máquina virtual dentro do Windows. Esse recurso permite experimentar o sistema operacional da Apple sem a instalação direta no hardware do PC, sendo menos complexo e arriscado que o hackintosh.
O que é o macOS? Conheça as versões e nomes do sistema operacional da Apple

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Fonte: Tecnoblog

O que é Linux? Entenda a importância dos sistemas operacionais de código aberto

O que é Linux? Entenda a importância dos sistemas operacionais de código aberto

Tux, o símbolo do Linux (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

O Linux é um sistema operacional de código aberto que serve como base para uma ampla família de sistemas operacionais: as distribuições Linux. Conhecido por sua estabilidade, segurança e flexibilidade, a plataforma é uma alternativa aos sistemas proprietários.

A história do Linux começa em 1991, quando o engenheiro Linus Torvalds criou o kernel como um projeto pessoal e o disponibilizou abertamente. Essa decisão impulsionou uma comunidade global de desenvolvedores, criando uma plataforma de colaboração contínua que conhecemos hoje.

O sistema Linux tem uma ampla influência na computação moderna, sendo essencial em servidores, na computação em nuvem e em supercomputadores. O kernel também é a base do Android, o maior sistema operacional para celulares e tablets do mundo.

A seguir, entenda mais detalhes do que é Linux, sua história e como ele funciona.

ÍndiceO que é Linux?O que significa Linux?Qual é a história do Linux?Quem foi o criador do Linux?Quando o Linux foi lançado?Para que serve o Linux?Por que o Linux é importante?Como funciona o sistema operacional Linux?O que são distribuições do Linux?Quais são as vantagens do Linux?O Linux é seguro?Quais são as desvantagens do Linux?É possível usar Linux para jogos?Qual é a diferença entre Linux e Windows?Qual é a diferença entre macOS e Linux?

O que é Linux?

Linux é um sistema operacional gratuito e de código aberto, que funciona como a base para a comunicação entre o hardware e o software. Assim, ele gerencia os recursos do dispositivo, como processador, memória e armazenamento.

O que significa Linux?

O nome Linux é uma combinação das palavras “Linus”, se referindo ao criador do kernel Linus Torvalds, e “Unix”, o sistema operacional que serviu de base e inspiração para a plataforma. No entanto, a palavra em si não carrega nenhum outro significado.

Qual é a história do Linux?

A história do Linux começou em 1991, quando o engenheiro de software finlandês Linus Torvalds criou o kernel que seria a base do sistema operacional. Seu objetivo era desenvolver uma alternativa gratuita, flexível e de código aberto para computadores pessoais baseado em UNIX e MINIX.

A proposta de um sistema colaborativo atraiu rapidamente a atenção da comunidade global de desenvolvedores. Assim, eles trabalharam juntos para expandir o kernel e criar pacotes de softwares, dando origem às distribuições Linux.

Com o passar dos anos, o sistema operacional Linux demonstrou extrema versatilidade e se tornou um pilar da computação moderna. A segurança e flexibilidade ajudaram a plataforma ir além dos desktops, se transformando na base de servidores de internet, sistemas embarcados, dispositivos móveis e supercomputadores.

Linus Torvalds, o “pai do Linux” (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Quem foi o criador do Linux?

O criador do Linux é o engenheiro de software finlandês Linus Torvalds. Ao contrário de sistemas operacionais como o Windows, que pertencem a uma empresa específica (Microsoft), o Linux não possui um único proprietário e conta com a colaboração de desenvolvedores do mundo todo.

Quando o Linux foi lançado?

O kernel do sistema operacional Linux foi anunciado publicamente em 25 de agosto de 1991. A primeira versão oficial do kernel, a 0.01, foi lançada oficialmente em 17 de setembro do mesmo ano.

Para que serve o Linux?

O sistema Linux é extremamente versátil e com diferentes aplicações, servindo como a base para grande parte da infraestrutura tecnológica moderna. Seus usos mais comuns são:

Servidores e infraestrutura de TI: o sistema operacional é usado em servidores web, de e-mail, de bancos de dados e outros serviços de rede que sustentam a internet e operações corporativas;

Computação em nuvem: plataformas e serviços de computação em nuvem (PaaS, IaaS, SaaS) operam sobre o sistema Linux devido à flexibilidade e eficiência para gerenciar recursos em larga escala;

Dispositivos móveis: o Android, o sistema operacional mais popular para celulares e tablets, é baseado no kernel do Linux. O KaiOS também é um sistema operacional open source construído a partir do mesmo kernel;

Sistemas embarcados: o Linux é encontrado em diferentes dispositivos, como roteadores, smart TVs, câmeras de segurança, equipamentos médicos e sistemas de infoentretenimento de veículos;

Desktops e notebooks: a plataforma é uma alternativa segura e personalizável aos sistemas operacionais comerciais, como Windows e macOS, com uma vasta comunidade e disponibilidade de software;

Supercomputação: grande parte dos supercomputadores mais poderosos do mundo usam o Linux para executar tarefas científicas e de engenharia complexas;

Ambientes de desenvolvimento de software: o Linux é o sistema preferido por desenvolvedores e programadores devido às ferramentas de linha de comando, flexibilidade e compatibilidade com diversas linguagens de programação.

Por que o Linux é importante?

O Linux é um importante sistema operacional pela versatilidade explorada com o código aberto. Essa característica permitiu que ele se tornasse a base de grande parte da infraestrutura tecnológica atual, sendo essencial para servidores de internet e a expansão da computação em nuvem que sustenta os serviços online.

Os sistemas baseados em Linux são conhecidos pela estabilidade e eficiência, necessitando raramente de reinicialização. Essa confiabilidade garante a operação contínua de sistemas na indústria e em serviços essenciais, rodando de maneira otimizada mesmo em hardwares mais modestos.

A força do Linux também reside em sua comunidade global, que colabora ativamente no aprimoramento das distribuições. Esse modelo de desenvolvimento contínuo contribui com a segurança do SO, facilitando a resolução de problemas e a inovação de múltiplas áreas da tecnologia.

Como funciona o sistema operacional Linux?

O Linux é um sistema de código aberto (open-source), permitindo que o código-fonte seja publicamente acessível. Qualquer pessoa pode visualizar, modificar conforme as suas necessidades e distribuir o software para outros usuários e desenvolvedores.

A plataforma funciona com base em três partes principais:

Kernel: componente básico para o funcionamento do sistema operacional Linux. Ele controla os recursos essenciais do dispositivo, como memória e processador, e faz a comunicação entre o hardware e o resto do sistema;

Espaço do usuário: camada para tarefas ao nível de sistema. Inclui tudo que não é o Kernel, como a interface gráfica (o que você vê na tela), as ferramentas de linha de comando e os programas do sistema que gerenciam arquivos e configurações;

Aplicativos: são os programas usados no dia a dia para realizar tarefas específicas, como navegadores de internet, editores de texto e plataformas de programação.

Vale dizer que por sua característica open-source, os desenvolvedores podem recompilar o kernel para incluir ou remover funcionalidades específicas. Isso permite otimizar o sistema para determinado hardware ou objetivo de uso.

O que são distribuições do Linux?

Distribuições Linux são sistemas operacionais completos, construídos a partir do kernel Linux e de uma coleção de softwares adicionais. Existem centenas de tipos de Linux com características específicas, que podem ser aplicados em PCs, celulares, dispositivos embarcados, servidores e até supercomputadores.

Veja algumas das distribuições mais populares do Linux:

Debian: uma base sólida e influente no universo Linux, conhecida por sua estabilidade e rigoroso processo de desenvolvimento. É a fundação para muitas outras distribuições;

Ubuntu: derivada do Debian, é amplamente reconhecida por sua facilidade de uso e instalação. É muito utilizada em desktops, servidores, computação em nuvem e dispositivos de Internet das Coisas (IoT);

Fedora: desenvolvido pela Red Hat, é uma distribuição com foco na integração rápida com tecnologias recentes e ambientes corporativos. É uma escolha comum para desenvolvedores e entusiastas que desejam explorar as inovações usando Linux;

Linux Mint: baseada no Ubuntu, oferece uma experiência de desktop confortável, familiar e completa inspirada no Windows. É uma opção leve para computadores e notebooks antigos ou com configurações modestas;

Tizen: desenvolvido pela Samsung e a Linux Fundation, Tizen é uma das distribuições do Linux para dispositivos embarcados e vestíveis, como smart TVs, smartwatches e aparelhos de IoT;

Android: criado pelo Google, o sistema operacional mais popular entre os celulares e tablets foi desenvolvido a partir do kernel linux. O Android usa uma pilha de software diferente das distribuições tradicionais, sendo adaptado para as necessidades e o ecossistema móvel.

Ubuntu é uma das distribuições mais famosas de Linux (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Quais são as vantagens do Linux?

O Linux oferece certas vantagens em relação aos outros sistemas operacionais. Algumas delas são:

Gratuidade e código aberto: não há custos de licenciamento para usar, distribuir ou modificar o Linux. O acesso ao código-fonte permite total transparência e possibilidade que qualquer pessoa o adapte às suas necessidades;

Personalização e flexibilidade: o código aberto permite que o usuário tenha controle total sobre o sistema. É possível customizar desde a interface visual até o funcionamento interno, adaptando a plataforma para usos específicos;

Segurança aprimorada: o SO tem um sistema de permissões de usuário e a criptografia de ponta a ponta que podem até eliminar o uso de antivírus para proteger a máquina. A comunidade colaborativa também oferece rápidas correções para vulnerabilidades;

Estabilidade e desempenho: o Linux pode rodar por longos períodos sem a necessidade de reiniciar. Bem como, o sistema gerencia recursos de forma eficiente, resultando em bom desempenho em hardwares mais limitados;

Variedade de distribuições: existe um amplo número de distribuições voltadas para diversos públicos e propósitos, incluindo opções para iniciantes ou usuários avançados. Isso permite escolher a opção que melhor se adapte às necessidades da pessoa;

Gerenciamento simplificado: o sistema de gerenciamento de pacotes na maior parte das distribuições facilita a instalação, atualização e remoção de softwares de forma centralizada e eficiente;

Comunidade ativa e suporte: o Linux conta com uma comunidade global colaborativa de usuários e desenvolvedores. Isso significa que é fácil encontrar ajuda, tutoriais, fóruns e documentações para aprender sobre o sistema e resolver problemas.

O Linux é seguro?

Sim, o Linux oferece ferramentas que garantem a segurança do sistema operacional. Além do suporte a criptografia de ponta a ponta, o SO possui um gerenciamento rigoroso de permissões de usuário, logs detalhados de atividade, mecanismos integrados que dificultam o acesso não autorizado e aumentam a visibilidade das operações.

A arquitetura de código aberto também reforça a segurança da plataforma, pois a ampla comunidade de desenvolvedores revisa continuamente o código em busca de falhas. Isso acelera a identificação de vulnerabilidades e a liberação de patches de segurança, mantendo o sistema atualizado e protegido.

Quais são as desvantagens do Linux?

Apesar das diversas características positivas, o Linux traz algumas desvantagens em comparação aos sistemas operacionais comerciais. Por exemplo:

Curva de aprendizado para iniciantes: os usuários acostumados com sistemas Windows ou macOS podem demorar para aprender os comandos das distribuições Linux menos amigáveis com novas interfaces e lógicas de funcionamento;

Falta de padrão: existe uma vasta quantidade de distribuições, o que pode gerar confusão na escolha e na padronização. Isso dificulta a criação de um padrão único em ambientes corporativos sem a ajuda de uma empresa especializada;

Suporte técnico corporativo pago: embora o Linux em si seja gratuito, instituições que necessitam de suporte técnico especializado para ambientes críticos precisam contratar serviços de empresas que oferecem soluções corporativas;

Disponibilidade de software comercial: muitos softwares populares, especialmente programas de edição profissional e ferramentas corporativas específicas, não têm versões nativas para Linux. Embora existam opções gratuitas de código aberto, a compatibilidade e a paridade de recursos podem ser um problema;

Compatibilidade de hardware e drivers: ocasionalmente hardwares muito novos ou específicos, como placas de vídeo, podem ter drivers limitados ou inexistentes para Linux, exigindo a configuração manual ou apresentando desempenho inferior.

É possível usar Linux para jogos?

Sim, o Linux possui ferramentas para executar jogos no sistema operacional de código aberto. Um exemplo é o Proton, desenvolvido pela Valve (criadora do Steam), que adiciona uma camada de compatibilidade que permite rodar jogos feitos para Windows.

Além do número crescente de jogos com suporte nativo ao Linux, existem distribuições otimizadas para games. Algumas opções populares são o Bazzite, Drauger OS, Ubuntu Game Pack e Fedora Game Spin.

Qual é a diferença entre Linux e Windows?

O Linux é um sistema operacional gratuito e de código aberto, aplicado em desktops, servidores, celulares e outros dispositivos. A plataforma permite que os desenvolvedores tenham acesso ao código-fonte e façam as modificações necessárias para se adaptar a diferentes necessidades, além de distribuir as versões personalizadas para outros usuários.

Por outro lado, o Windows é um sistema operacional desenvolvido pela Microsoft e projetado para computadores pessoais. A plataforma proprietária restringe o acesso ao código-fonte, impedindo qualquer forma de alteração no sistema ou a distribuição de versões modificadas.

Qual é a diferença entre macOS e Linux?

O macOS é o sistema operacional dos computadores da Apple, como o desktop iMac e a linha de notebooks MacBook. Ele é uma plataforma proprietária, o que impede o acesso do código-fonte para modificação ou distribuição.

Em contrapartida, o Linux é um SO gratuito e de código aberto compatível com diferentes categorias de dispositivos. Altamente personalizável, os usuários podem acessar e modificar o código-fonte para que a plataforma atenda suas necessidades.
O que é Linux? Entenda a importância dos sistemas operacionais de código aberto

O que é Linux? Entenda a importância dos sistemas operacionais de código aberto
Fonte: Tecnoblog