Category: iPhone

O que aconteceu com o Duolingo? App fica xoxo, capenga, frágil e inconsistente

O que aconteceu com o Duolingo? App fica xoxo, capenga, frágil e inconsistente

Coruja mascote do Duolingo aparece cabisbaixa e triste (Imagem: Reprodução/Tecnoblog)

Por que o Duolingo está velho? Seu criador morreu? É só comigo que ele está xoxo? Essas são algumas perguntas que emergiram na internet nos últimos dias por causa do ícone do aplicativo de idiomas no celular.

Em resumo: a corujinha verde do Duolingo aparece xoxa, anêmica, frágil, envelhecida, quase como se tivesse ido de arrasta pra cima. Este visual se repete tanto no iPhone quanto no Android. Há todo um mistério em torno do assunto.

O que sabemos sobre o Duolingo velho?

A verdade é que sabemos muito pouco sobre o motivo de o mascote do Duolingo aparecer envelhecido também nas lojas de aplicativos. Certamente a empresa está com uma campanha de marketing em curso, mas a motivação por ora não está clara. Em 2023, uma mudança no app fez com que a taxa de execução do app aumentasse. Pode ser que estejam repetindo a estratégia.

Os usuários contam nas redes sociais que estão entrando no Duolingo e realizando mais lições. Mesmo assim, até agora não há nenhuma mudança no funcionamento do aplicativo para smartphone.

Executiva quer surpreender os alunos

Nós entramos em contato com a equipe de comunicação do Duolingo no Brasil. Este texto será atualizado caso recebamos uma resposta.

Numa rede corporativa, a diretora de marketing Analigia Martins comemorou o “trabalho incrível” com o objetivo de “encantar e surpreender nossos alunos”. Ela também instigou os seguidores a contarem suas teorias para a mudança no app e sugeriu que buscassem por pistas nos canais oficiais da plataforma de aprendizado.

Alunos estão preocupados, segundo gerente de marketing do Duolingo (Imagem: Reprodução/Tecnoblog)

A boa e velha cartilha da curiosidade se repete. E você, notou que o app está diferente?

Criador do Duolingo morreu?

A história nos conta que o projeto do Duolingo começou pelas mãos dos acadêmicos uis von Ahn e Severin Hacker. Ambos estão na faixa dos 40 anos e vivem bem de saúde. Também continuam trabalhando na plataforma digital e têm fortuna de milhões de dólares (mas nada absurdo como Elon Musk, Mark Zuckerberg e Tim Cook).
O que aconteceu com o Duolingo? App fica xoxo, capenga, frágil e inconsistente

O que aconteceu com o Duolingo? App fica xoxo, capenga, frágil e inconsistente
Fonte: Tecnoblog

Pequenos navegadores crescem na Europa

Pequenos navegadores crescem na Europa

Vivaldi é um dos navegadores que relata o crescimento de usuários na União Europeia (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

Semanas após entrar em vigor, a Lei dos Mercados Digitais (DMA) da União Europeia está mostrando resultado no mercado de navegadores. Browsers menos populares, como o DuckDuckGo, Ecosia, Vivaldi e Aloha relatam que o número de seus usuários está aumentando nos países membros do bloco econômico. E isso aparentar estar ligado com o recurso de escolher o navegador padrão no iPhone e celulares Android.

A DMA institui diretrizes que visam reduzir a força das big techs em forçar seus serviços para os usuários. Uma das soluções apresentadas pela legislação é que as fabricantes de smartphones facilitem a escolha do navegador padrão. No caso do iOS, o usuário recebe uma tela listando, em ordem aleatória, diferentes browsers.

Nova tela do iOS para escolha do navegador padrão. Listagem de browsers é aleatória (Imagem: Reprodução/Brave)

Navegadores poucos conhecidos ganham espaço na UE

Além do Opera e Brave, navegadores que possuem uma certa fama no Brasil, browsers menores, como o DuckDuckGo, Ecosia, Vivaldi e Aloha estão relatando o aumento de instalações em celulares na União Europeia.

Em resposta para a Reuters, o navegador Aloha relatou que o número de usuários cresceu 250% em março. A empresa relata que possui 10 milhões de usuários ativos, mas essa informação não explica se isso era antes ou depois desse salto de crescimento. Assim como o seu rival Vivaldi, o Aloha se vende como um produto focado em privacidade.

O CEO do navegador Aloha, Andrew Frost Moroz, explica que a Europa saltou de quarto para segundo maior mercado da empresa. Bélgica e França lideram o ranking de países com mais novos usuários.

Talvez desconhecido para muitos, o Ecosia, criado na Alemanha, é também um buscador. Sua proposta é usar parte do dinheiro da publicidade para plantar árvores. O navegador alemão, assim como o Vivaldi, DuckDuckGo e Brave, relatam que as instalações estão subindo nas últimas semanas — e talvez isso seja só o começo.

Brave e Opera apresentaram crescimento nas últimas semanas, mas instalações podem seguir crescendo (Imagem: Denny Müller/Unsplash)

Apple e Google segurando atualização?

Segundo a Mozilla, dona do navegador Firefox, apenas 19% dos usuários de iPhone na UE receberam o update que mostra a tela para escolher o navegador padrão. Além disso, a tela só aparece quando se clica no navegador Safari, de propriedade da Apple. O DuckDuckGo também destaca que a aceleração do update pode ampliar o número de instalações.

O Google, assim como a Apple, é acusado pelos navegadores de atrasar o envio da atualização com a função de escolher o navegador padrão. A big tech do buscador mostra essa tela apenas nos Pixels, que têm uma fatia de mercado muito inferior ao iPhone.

Por isso, o crescimento desses navegadores no Android pode ser maior quando as fabricantes que utilizam o sistema operacional do Google, como Samsung e Xiaomi, liberarem a tela de escolha de browser padrão em suas interfaces.

E sim, essas reclamações não passaram batidas pela União Europeia. O bloco já anunciou que está investigando se as big techs estão cumprindo a legislação.  

Com informações: ReadWrite e Reuters
Pequenos navegadores crescem na Europa

Pequenos navegadores crescem na Europa
Fonte: Tecnoblog

Apple faz demissão em massa; equipe do Apple Car foi atingida

Apple faz demissão em massa; equipe do Apple Car foi atingida

Apple cortou postos de trabalho na Califórnia (Ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

A Apple demitiu 614 funcionários na Califórnia, nos Estados Unidos. O anúncio oficial desses layoffs ocorreu no fim de março, em conformidade com as leis trabalhistas locais.
A maioria dos demitidos (371) fazia parte da equipe do Projeto Titan, o esforço da Apple para desenvolver um carro elétrico e autônomo. A iniciativa foi cancelada em fevereiro.
Além disso, 87 funcionários da divisão responsável pelo desenvolvimento de novas tecnologias de display, especificamente painéis microLED, também foram demitidos. Estes profissionais estavam trabalhando em inovações destinadas aos acessórios da Apple, particularmente ao Apple Watch.

A Apple demitiu um total de 614 funcionários nos últimos dias. A big tech comunicou esses layoffs no fim de março, seguindo uma legislação trabalhista americana que exige que os casos de demissão em massa sejam relatados. O estado da Califórnia aprovou o comunicado nesta quinta-feira (4).

Os locais de trabalho dos demitidos mostram que a maior parte deles estava na divisão responsável pelo Projeto Titan, codinome dado ao setor que desenvolvia o carro elétrico e autônomo da Apple. Estes 371 funcionários trabalhavam no escritório da empresa em Santa Clara, na Califórnia. Segundo a Bloomberg, o projeto empregava em torno de 2 mil pessoas.

A big tech cancelou em fevereiro o Apple Car (nome dado pela imprensa ao produto). Na época, o jornalista Mark Gurman, da Bloomberg, informou que a empresa já estava realocando alguns funcionários para outras áreas — principalmente inteligência artificial.

Apple tem planos de levar telas microLED para o Apple Watch, mas demissões afetam esses planos (Imagem: Lucas Braga/Tecnoblog)

Divisão de telas também sofre com demissões

Outros 87 profissionais trabalhavam no prédio da Apple que desenvolve a nova geração de displays para seus acessórios. A proposta da big tech em produzir uma nova tela era ganhar espaço em um setor dominado pela Samsung.

Entre a área de atuação desse setor está o desenvolvimento de painéis microLED. A Apple tem planos de utilizar essa tecnologia em seus Apple Watches. No fim de março, dias antes de enviar o comunicado de demissão em massa, Mark Gurman publicou que empresa cancelou os planos de produzir telas microLED por conta própria — e rumores falam que o Apple Watch com esses displays foram adiados para 2027.

O motivo para a Apple desistir da fabricar telas microLED “em casa” foram o alto custo de produção e dificuldades de engenharia e fornecimento. A tendência é que o Apple Watch utilize displays fabricados por velhas conhecidas de seus produtos: LG e Samsung — além, é claro, de fornecedoras da China, como a BOE.

Com informações: Bloomberg, TechCrunch e 9to5Mac
Apple faz demissão em massa; equipe do Apple Car foi atingida

Apple faz demissão em massa; equipe do Apple Car foi atingida
Fonte: Tecnoblog

Amazon, Apple, Google e Meta são investigados pela União Europeia

Amazon, Apple, Google e Meta são investigados pela União Europeia

Comissão da União Europeia investiga possíveis violações à DMA (Imagem: Thijs ter Haar/Wikimedia Commons)

A União Europeia está abrindo cinco investigações contra a Amazon, Apple, Google e Meta por possíveis violações à Lei de Mercados Digitais (DMA, sigla em inglês). O órgão regulador da UE anunciou que está apurando se as big techs americanas descumpriram a legislação. A DMA entrou em vigor nos países membros da União Europeia no dia 6 de março.

O anúncio da abertura das investigações foi feito pela UE em seu site oficial e deve encerrar dentro de 12 meses. Entre os pontos que serão apurados pela Comissão Europeia estão as políticas da App Store e Play Store; favorecimento de serviços do Google em sua própria busca; a tela de escolha de navegador e a assinatura sem anúncios da Meta. No caso da Amazon, o bloco apura se a empresa favorece os seus produtos dentro do seu marketplace.

Investigações focam em velhas reclamações

Alguns pontos das investigações não são novidades. Por exemplo, a União Europeia quer entender se o Google e a Apple estão facilitando a divulgação de outros meios de pagamentos em suas lojas de aplicativos.

App Store na União Europeia é versão especial da loja, mas UE quer entender se Apple está seguindo obrigações da DMA (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Desde que a DMA entrou em vigor, as duas companhias são obrigadas a permitir que usuários tenham acesso a formas de pagamento que não dependam dos seus sistemas de cobrança. A Apple foi a principal afetada pela mudança, já que proibia qualquer menção a isso nos apps. Para se adequar à legislação, a criadora do iPhone criou uma App Store para países membros da União Europeia.

Recentemente, publicamos no Tecnoblog sobre o aumento das instalações dos navegadores Brave e Opera nos iOS localizados na UE. A medida parece ser efeito da nova tela de escolha de navegador, mas o Bloco ainda tem dúvidas sobre esse recurso.

O repórter Thomas Ricker, do The Verge, que mora nos Países Baixos, publicou algumas capturas de tela do iOS que podem explicar o motivo da investigação deste tema. Após o usuário selecionar o navegador padrão, a tela final de instalação dentro da App Store ainda explica que o usuário pode mudar o programa escolhido — quase como o que o Google e a Microsoft fazem com o Chrome e o Edge.

Os supostos casos de favorecimento do Google e da Amazon são de fácil compreensão. A União Europeia quer entender se as duas empresas estão valorizando os próprios produtos em suas plataformas. Por exemplo, o Google prioriza mostrar nos resultados da busca os seus serviços, como o Workspace e Shop.

Com informações: The Verge
Amazon, Apple, Google e Meta são investigados pela União Europeia

Amazon, Apple, Google e Meta são investigados pela União Europeia
Fonte: Tecnoblog

iPhone com IA: Apple e Google podem fechar parceria para usar Gemini

iPhone com IA: Apple e Google podem fechar parceria para usar Gemini

iOS 18 deve contar com novidades de IA (Imagem: Thássius Veloso / Tecnoblog)

Os iPhones poderão contar com recursos de inteligência artificial baseados nos modelos Gemini, do Google. Segundo fontes familiarizadas com o assunto, a Apple conversa com a gigante das buscas para fechar uma parceria e colocar ferramentas de IA mais avançadas no iOS.

De acordo com uma reportagem da Bloomberg, a Apple trabalha em seus próprios modelos de IA, mas eles se concentram em recursos que rodam nos próprios aparelhos. Funções mais avançadas, como criar imagens ou gerar textos, poderão ser executadas na nuvem, usando os modelos de alguma empresa parceira.

Atualmente, Gemini tem aba no aplicativo do Google para iPhone (Imagem: Divulgação/Google)

Como lembra a reportagem, a Apple estaria desenvolvendo seu próprio modelo de linguagem de larga escala (LLM, em inglês), nome dado às tecnologias que usam inteligência artificial para entender e escrever textos. Ele teria o codinome de Ajax e estaria sendo testado por funcionários em um chatbot apelidado Apple GPT.

O desempenho, porém, estaria abaixo da concorrência — fazer uma parceria, aparentemente, é uma solução mais viável. Antes de falar com o Google, a Apple conversou com a OpenAI.

Mesmo que Apple e Google fechem uma parceria, é improvável que ela seja anunciada na próxima convenção para desenvolvedores WWDC. O evento tradicionalmente acontece em junho e traz o anúncio das novas versões de sistemas operacionais produtos da marca. O iOS 18 só deve ter mesmo recursos desenvolvidos pela própria empresa.

Samsung já usa Gemini, e Apple e Google tem parceria na busca

Caso se torne realidade, o contrato pode ser outra importante vitória do Google no terreno da IA generativa. Antes da Apple, a Samsung anunciou o Galaxy AI no Galaxy S24, que usa o Gemini Pro e o Imagen 2 na nuvem do Google.

Apple e Google já têm alguns relacionamentos. Um dos principais é o acordo em que o Google paga bilhões de dólares para ser o mecanismo padrão de pesquisa nos produtos da Apple. Este contrato esteve na mira de autoridades dos Estados Unidos, que acreditam que ele pode ser uma forma de sufocar a concorrência.

Com informações: Bloomberg, TechCrunch
iPhone com IA: Apple e Google podem fechar parceria para usar Gemini

iPhone com IA: Apple e Google podem fechar parceria para usar Gemini
Fonte: Tecnoblog

Android 15 pode ganhar rastreamento de celulares desligados

Android 15 pode ganhar rastreamento de celulares desligados

Android 15, próxima versão do SO mobile do Google, pode ganhar recurso de rastreio de smartphone desligado (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

O Google pode lançar uma ferramenta para rastrear smartphones Android mesmo desligados. A novidade está prevista para o Android 15, próxima versão do sistema operacional da big tech. O recurso seria adicionado ao Encontre Meu Dispositivo, app do Google para encontrar aparelhos que utilizam o SO da marca.

O Android 15 começou o período de testes no mês de fevereiro, quando foi liberada a versão do sistema operacional para desenvolvedores. A previsão é que a versão final do SO chegue para os usuários entre agosto e setembro. Como sempre, os smartphones Google Pixel serão os primeiros a receber o Android 15 e, consequentemente, este recurso.

Ferramenta é útil contra furtos e roubos

Google Encontre Meu Dispositivo pode receber recurso para buscar smartphones que estão offline (Imagem: Reprodução/Google)

A proposta da ferramenta é facilitar a busca pelos celulares mesmo que eles fiquem sem bateria. No entanto, quem quiser ficar fora do radar por um tempo não terá mais sua privacidade garantida ao desligar o seu Android. Só que, vamos ser realistas, quem desliga o seu celular hoje em dia?

O recurso de encontrar o smartphone Android ainda desligado será útil para quem perder o celular ou for roubado. Em casos de furto e roubo, uma das primeiras coisas que os criminosos fazem é desligar o aparelho para impedir o rastreio.

A novidade, contudo, não tem uma implementação fácil. As fabricantes dos smartphones precisarão de um hardware que mantenha o Bluetooth ligado mesmo que todo o celular esteja desligado, além de outros suportes necessários para que recurso envie sinais para outros dispositivos.

O Encontre Meu Dispositivo utiliza sinais Bluetooth para detectar aparelhos Android nas redondezas. Assim, por exemplo, o sinal de um fone de ouvido pode encontrar um smartphone. O aplicativo se beneficia da enorme quantidade de dispositivos Android para gerar uma ampla rede de detecção de dispositivos.

A Apple conta com um recurso idêntico para o iPhone desde o iOS 15, versão do seu sistema operacional lançado em 2021.

Com informações: Android Police
Android 15 pode ganhar rastreamento de celulares desligados

Android 15 pode ganhar rastreamento de celulares desligados
Fonte: Tecnoblog

Masimo mostra que jailbreak no iPhone libera uso oxímetro alvo de disputa

Masimo mostra que jailbreak no iPhone libera uso oxímetro alvo de disputa

Masimo afirma que oxímetro do Apple Watch usa sua patente (Imagem: Lucas Braga/Tecnoblog)

A Masimo, empresa do ramo de saúde que processa a Apple por violação de patente, realizou um jailbreak em um iPhone para argumentar com a justiça. Ao “desbloquear” o smartphone, a Masimo mostrou que é possível utilizar o oxímetro do relógio, recurso do qual ela acusa a Apple de usar sua patente sem licença. Com isso, a empresa de saúde pede que o banimento aos Apple Watches continue.

Relembrando o caso, a Masimo processa a Apple sob a acusação desta roubar sua tecnologia para criar o oxímetro dos Apple Watches. Antes de lançar o smartwatch, a big tech negociou uma parceria com a empresa. No entanto, a proposta não seguiu adiante e a Apple contratou diversos funcionários da Masimo.

Em dezembro, após o fim do prazo da decisão judicial que a obrigava a interromper a comercialização do produto, a Apple suspendeu a venda dos relógios nos Estados Unidos. Com isso, nenhum Apple Watch Series 9 e Ultra 2 poderiam ser importados para os Estados Unidos — mas modelos mais velhos também tiveram as vendas interrompidas.

Apple Watch Series 9 e Apple Watch Ultra 2 vendidos após dezembro não contam com oxímetro (Imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Solução da Apple para o caso é resolvida com jailbreak

Para retomar as vendas, a Apple passou a vender os Apple Watches Series 9 e Ultra 2 com o recurso desativado por meio de hardware. No entanto, a Masimo argumenta com a alfândega americana que essa solução é contornada usando um iPhone com jailbreak — uma espécie de desbloqueio do dispositivo.

Isso mostra que a Apple também se prepara para uma possível decisão favorável, a qual a autorizaria a usar o oxímetro dos seus smartwatches. A big tech aguarda o julgamento do seu recurso para liberar o uso do recurso. Na pior das hipóteses, caso perca esta apelação e a última na Suprema Corte americana, só poderá retomar o oxímetro dos dispositivos em agosto de 2028, quando a patente da Masimo expira.

Com informações: 9to5Mac e IP Fray
Masimo mostra que jailbreak no iPhone libera uso oxímetro alvo de disputa

Masimo mostra que jailbreak no iPhone libera uso oxímetro alvo de disputa
Fonte: Tecnoblog

Epic recupera conta na App Store europeia e Fortnite voltará ao iPhone

Epic recupera conta na App Store europeia e Fortnite voltará ao iPhone

App Store da Apple (Imagem: Vitor Pádua / Tecnoblog)

A Apple restaurou a conta de desenvolvedor da Epic Games na Europa, o que permitirá que a publisher de jogos libere o Fortnite e outros games no iOS — mas só nos países que integram a União Europeia (UE). A recuperação da conta de desenvolvedor acontece dois dias depois da Epic Games ter a conta removida pela Apple. Agora, a empresa de games seguirá o plano de lançar sua própria loja no iOS.

Em outro efeito desta medida, a UE deve interromper a coleta de informações sobre o caso, uma ação que antecede uma investigação formal de violações da Lei de Mercados Digitais (DMA), que tem entre seus objetivos combater práticas anticompetitivas em plataformas digitais. O bloco econômico divulgou na quarta-feira que estava colhendo informações acerca dos motivos que levaram a Apple a excluir a conta da Epic Games.

Apple chiou, mas fechou acordo

Apple justificou decisão da justiça americana, mas reverteu banimento em acordo com a Epic (Imagem: Vitor Pádua / Tecnoblog)

Em nota, a Apple explicou que autorizou o retorno da Epic após esta concordar com suas regras e políticas baseadas na DMA. A big tech não explica quais são essas regras, mas podemos supor que se trata da comissão de venda para lojas de terceiros.

Mesmo liberando a loja de aplicativos de terceiros no iOS, obrigada pela DMA, a Apple cobrará uma taxa de 0,50 Euros (R$ 2,70) por download de apps com mais de 1 milhão de atualização por aplicativos instalados por essas lojas — o que gerou críticas do Spotify e da própria Epic Games.

Na quarta-feira, ao defender a exclusão da conta da Epic, a Apple relembrou que a justiça americana a autorizou a banir a empresa. A big tech apontou que a empresa de jogos violou as políticas de desenvolvedores. A Apple diz que liberou após conversar com a Epic e esta concordar com as regras, mas os bastidores podem envolver o medo de uma nova multa bilionária — jamais saberemos.

Com informações: TechCrunch e The Verge
Epic recupera conta na App Store europeia e Fortnite voltará ao iPhone

Epic recupera conta na App Store europeia e Fortnite voltará ao iPhone
Fonte: Tecnoblog

Oura Ring começa a vender seus smart rings na Amazon

Oura Ring começa a vender seus smart rings na Amazon

Anéis inteligentes da Oura chegam para a Amazon nos Estados Unidos, mas brasileiros podem comprá-los (Imagem: Divulgação/Oura)

A Oura começou a vender seus anéis inteligentes na Amazon dos Estados Unidos. O lançamento dos smart rings no e-commerce foi realizado na última quinta-feira (7). A ampliação dos pontos de venda da Oura mostra que a empresa quer expandir seu alcance e que ela já pode estar preocupada com o Samsung Galaxy Ring.

Antes de abrir a venda do anel para o site de Jeff Bezos, a finlandesa Oura só comercializava seus smart rings em seu próprio site. Na Amazon, os interessados podem adquirir os seguintes modelos de Oura Ring: Horizon e Heritage — todos de 3ª geração. Além dos anéis, a Oura fornece o kit de ajuste de tamanho, que é vendido por US$ 10 (R$ 50).

Oura Ring mais barato na Amazon custa US$ 299

Anéis inteligentes da Oura chegam para a Amazon nos Estados Unidos, mas brasileiros podem comprá-los (Imagem: Reprodução/Tecnoblog)

O anel inteligente mais barato da Oura e disponível na Amazon, o Heritage de 3ª geração, custa US$ 299 (R$ 1.485,22). A chegada destes smart rings na gigante do e-commerce facilita a sua compra para os brasileiros que tem interesse no produto. No entanto, a compra precisa ser feita pelo site da Amazon dos Estados Unidos — e há os impostos de exportação.

Esse Oura Ring de US$ 299 vai para US$ 615,76 (R$ 3.058,66), somando também o frete internacional, quando importado para o Brasil. Por esse preço, você pode adquirir um Galaxy Watch 6 ou, se pesquisar direitinho, um Apple Watch Series 7. A outra alternativa é esperar a Samsung lançar o Galaxy Ring no Brasil, cujo preço deve ficar abaixo de R$ 2.000 (o objetivo é que o anel inteligente seja uma alternativa mais barata ao smartwatches).

Oura se prepara para chegada da Samsung

Galaxy Ring ainda não foi lançado, mas será o maior concorrente do Oura Ring (Imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Por falar em Samsung, a sua futura entrada no segmento de smart rings é cotada como a razão da Oura liberar seu anel na Amazon. No momento, a finlandesa é o principal (para não dizer único) nome deste segmento. Com a Samsung chegando, a Oura terá uma rival com alcance global e um completo ecossistema para ampliar as funcionalidades do Galaxy Ring.

Pelo lado positivo, a Oura tem alguns meses até a chegada do seu futuro maior concorrente. Rumores sugerem que o Galaxy Ring chegará em julho, no segundo Galaxy Unpacked do ano e junto da nova geração de dobráveis da Samsung.

A Oura tem quatro meses para se fortalecer no mercado e a chegada na Amazon deve ampliar suas vendas. Outro ponto é que a estreia do smart ring da Samsung pode servir como um empurrão para maturar o mercado.

Por exemplo, um usuário de iPhone pode achar a ideia interessante (assim como a Apple me fez querer um Meta Quest), mas como o Galaxy Ring é exclusivo para o ecossistema da Samsung, ele pode comprar um Oura Ring — enquanto a Apple não lança o seu Apple Ring.

Com informações: SamMobile
Oura Ring começa a vender seus smart rings na Amazon

Oura Ring começa a vender seus smart rings na Amazon
Fonte: Tecnoblog

Veja como o iPhone SE 4 pode ficar: site divulga ilustrações em 3D

Veja como o iPhone SE 4 pode ficar: site divulga ilustrações em 3D

Renderização do suposto iPhone SE de 4ª geração mostra notch antigo e visual que mistura iPhone 14 e iPhone XR (Imagem: Reprodução/91Mobiles)

O suposto iPhone SE de quarta geração ganhou novas imagens em 3D, que foram publicadas pelo site 91Mobiles. As ilustrações não-oficiais mostram um aparelho com design parecido com o iPhone 14. Ele teria laterais retas, como os smartphones mais recentes da Apple, mas com o entalhe antigo. Ao mesmo tempo, adotaria novidades de modelos recentes.

Até agora, as três gerações de iPhone SE reaproveitaram projetos de iPhones antigos. O primeiro iPhone SE, de 2016, tinha formas de iPhone 5S, com tela de 4 polegadas. Já o segundo e o terceiro, de 2020 e 2022, repetem o visual do iPhone 8. Em todos os casos, eles vinham com chips atualizados.

iPhone SE 4: cara de um, focinho de outros

O iPhone SE 4 deve mudar um pouco esta tradição. Se as renderizações supostamente vazadas estiverem corretas, ele deve ser uma combinação de iPhone XR e iPhone 14, com outros elementos.

Grande parte do visual parece vir do iPhone 14, como as já mencionadas laterais retas e o entalhe antigo — todos os modelos do iPhone 15 já contam com o recorte na tela em formato de pílula, que a Apple chama de Dynamic Island.

iPhone SE 4ª geração deve manter a configuração de uma câmera na traseira (Imagem: Reprodução/91Mobiles)

Mesmo assim, ele viria com apenas uma câmera. Desconsiderando a linha SE, o último modelo a ter um conjunto simples foi o iPhone XR, de 2018. Do iPhone 11 em diante, todos têm câmera dupla.

De modelos mais recentes viriam outros recursos. Um deles é o botão de Ação, apresentado no iPhone 15. Ele substitui o interruptor do modo silencioso e pode ser programado para várias tarefas diferentes, como abrir a câmera, iniciar uma gravação de voz ou disparam um atalho, entre outras.

Outra diferença é a porta USB-C. Ela deve estar no aparelho para cumprir uma obrigação legal, já que a União Europeia exige que todos os aparelhos lançados usem este padrão para recarga.

Origem das renderizações pode ser fábricas de acessórios

Como explicamos nas renderizações do Galaxy Z Flip 6, essas imagens costumam vazar de fabricantes de capas protetoras e outros acessórios para smartphones. Elas recebem com antecedência as medidas dos aparelhos produzir os itens antes do lançamento oficial.

Apesar desse vazamento ser uma possibilidade, vale destacar que os rumores indicam que o iPhone SE de 4ª geração terá o notch antigo, botão de ação e Face ID — encerrando de vez a era dos ícones iPhones de botão.

Com informações: 91Mobiles e AndroidAutorithy
Veja como o iPhone SE 4 pode ficar: site divulga ilustrações em 3D

Veja como o iPhone SE 4 pode ficar: site divulga ilustrações em 3D
Fonte: Tecnoblog