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Como medir a distância entre dois pontos no Google Maps

Como medir a distância entre dois pontos no Google Maps

Saiba como usar o medidor de distância do Google Maps (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Medir a distância no Google Maps é um recurso que permite estimar a proximidade entre locais. A ferramenta calcula em linha reta a extensão de terrenos, bairros e até mesmo a distância entre cidades, sem limitar-se aos trajetos de ruas.

Para utilizar a função, basta selecionar um ponto neutro no mapa e selecionar a opção de medição para escolher o segundo local. Então, o aplicativo ou a página do Google Maps calcula a distância entre os pontos e apresenta a medida estimada entre eles.

A seguir, o Tecnoblog te mostra como medir a distância no Google Maps no Android, iPhone e PC.

ÍndiceComo medir distância no Google Maps do celular1. Selecione o ponto inicial2. Toque em “Medir distância”3. Trace a distância entre dois endereçosComo medir distância no Google Maps pelo PC1. Acesse o Google Maps2. Marque o ponto de partida3. Selecione o ponto de destino4. Confira a distância entre os endereços no MapsPor que não aparece a opção de medir distância no Google Maps?Qual é a diferença entre medir a distância e criar uma rota no Maps?

Como medir distância no Google Maps do celular

1. Selecione o ponto inicial

Abra o Google Maps no celular Android ou iPhone e mantenha o dedo pressionado sobre uma área neutra no mapa até aparecer um alfinete vermelho.

Importante: evite tocar em nomes de estabelecimentos ou pontos de interesse já cadastrados, pois essa opção não aparece na ficha comercial desses locais.

Selecionando um ponto neutro no mapa (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

2. Toque em “Medir distância”

Arraste para cima a ficha do local marcado na parte inferior da tela e toque em “Medir distância”. Uma linha pontilhada com um ponto de mira será ativada na tela para você medir a distância no Google Maps do celular.

Ativando a função “Medir Distância” (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

3. Trace a distância entre dois endereços

Mova o mapa para posicionar a linha sobre o destino desejado e toque em “Adicionar”, no canto inferior direito. Então, o Google Maps exibirá a distância entre dois endereços na parte inferior esquerda da tela.

Definindo o destino para calcular a distância (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Como medir distância no Google Maps pelo PC

1. Acesse o Google Maps

Use o navegador do seu PC para acessar maps.google.com.

Acessando o Google Maps no navegador (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

2. Marque o ponto de partida

Clique com o botão direito do mouse sobre o local onde deseja iniciar a medição e selecione a opção “Medir distância”.

Importante: prefira clicar em uma área neutra do mapa, evitando estabelecimentos ou pontos turísticos que exibem fichas comerciais.

Selecionando um ponto neutro e ativando o recurso “Medir Distância” (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

3. Selecione o ponto de destino

Clique com o botão esquerdo do mouse sobre o segundo local para calcular a distância no Google Maps.

Marcando o ponto de destino no Mapa (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

4. Confira a distância entre os endereços no Maps

Por fim, veja os dados da distância entre os endereços no menu localizado na parte inferior da tela do Google Maps.

Visualizando a distância em linha reta entre os dois endereços (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Por que não aparece a opção de medir distância no Google Maps?

O medidor de distância do Google Maps exige condições específicas para aparecer no menu, seja no navegador ou nos dispositivos móveis. Estes são alguns dos motivos que impedem o uso da ferramenta:

Seleção de um ponto de interesse: a função não aparece ao clicar sobre estabelecimentos, empresas ou atrações turísticas com ficha comercial do local. Para medir distância no Google Maps, é necessário selecionar um ponto neutro no mapa;

Modo Lite ativo na web: a plataforma inicia o Modo Lite automaticamente em conexões mais lentas, carregando uma versão simplificada que desativa recursos avançados para economizar dados;

Erros do aplicativo ou navegador: versões desatualizadas do aplicativo ou falhas no carregamento do mapa podem ocultar a opção, sendo necessário atualizar o aplicativo ou recarregar a página no navegador.

Qual é a diferença entre medir a distância e criar uma rota no Maps?

Medir a distância no Google Maps calcula a separação geométrica em linha reta, sem considerar ruas, trânsito ou vias urbanas. Trata-se de uma ferramenta de medição espacial voltada para estimar a proximidade física direta entre dois locais de forma simples.

Traçar uma rota no Google Maps, por sua vez, gera um trajeto navegável integrado à malha viária, adaptado ao modo de transporte escolhido, como carro, caminhada ou transporte público. Esse recurso calcula a distância e o tempo de deslocamento, oferecendo um caminho otimizado para navegação.
Como medir a distância entre dois pontos no Google Maps

Como medir a distância entre dois pontos no Google Maps
Fonte: Tecnoblog

Operadoras do Brasil terão função para usar o mesmo número em dois iPhones

Operadoras do Brasil terão função para usar o mesmo número em dois iPhones

Claro, TIM e Vivo são as maiores operadoras de telefonia do país (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

As principais operadoras de telefonia móvel do Brasil, incluindo a Claro e a Vivo, confirmaram ao Tecnoblog que planejam oferecer o recurso iPhone Handoff, que permite usar o mesmo número em dois iPhones.
A funcionalidade é restrita a prestadoras dos EUA e da Alemanha, mas as operadoras brasileiras estão preparando as providências técnicas para oferecer o recurso aos consumidores quando estiver disponível.
O iPhone Handoff permite que dois iPhones sejam sincronizados, recebendo chamadas e mensagens SMS e correios de voz em ambos os dispositivos, sendo possível graças ao uso de eSIM.

As maiores operadoras de telefonia móvel do Brasil confirmaram ao Tecnoblog que vão oferecer o novo recurso que permite usar o mesmo número em dois iPhones. A novidade foi apresentada pela Apple nesta semana, junto com o iPhone 18 Pro, o inédito iPhone Duo e outros dispositivos com a marca da maçã.

Por enquanto, a ferramenta é restrita a prestadoras dos Estados Unidos e da Alemanha, mas já está no radar das companhias brasileiras. Os representantes da Claro me disseram que, assim que estiver liberada para outros países, vão tomar as providências técnicas para que ela seja ofertada aos consumidores.

Tela de configurações do iPhone Handoff (imagem: pdfu/MacRumors)

Já a Vivo nos contou que “estuda desenvolver a funcionalidade de ativação do eSIM em mais de um smartphone da Apple”. Cabe lembrar que, do ponto de vista técnico, a funcionalidade do iPhone Handoff só é possível para os adeptos de eSIM, sem possibilidade de implementação para clientes com chip físico.

A ideia é simples, mas interessante: os dois iPhones ficam sincronizados e tocam ao mesmo tempo. Aquele que o usuário optar por usar automaticamente recebe a chamada. Hoje em dia, isso não é possível entre telefones, mas já existem implementações similares combinando, por exemplo, o iPhone e o Apple Watch.

Além das chamadas, a tecnologia da Apple também consegue replicar mensagens SMS e correios de voz entre os dois dispositivos – basta ser abastado o suficiente para ter dois iPhone.

Em nota ao Tecnoblog, a TIM declarou que também vai desenvolver a função “nos próximos meses”, sem decretar um prazo.

O iPhone Handoff chega aos usuários americanos na próxima semana, como parte das novidades do iOS 27.

Operadoras do Brasil terão função para usar o mesmo número em dois iPhones

Operadoras do Brasil terão função para usar o mesmo número em dois iPhones
Fonte: Tecnoblog

iPhone no Brasil ganha recurso para mostrar câmera ao vivo à polícia

iPhone no Brasil ganha recurso para mostrar câmera ao vivo à polícia

Pedido de compartilhamento de câmera é iniciado pela polícia (imagem: divulgação/Tecnoblog)

Resumo

Usuários de iPhone no Brasil poderão transmitir vídeos ao vivo para as centrais do 190 durante chamadas de emergência.
A tecnologia utiliza a plataforma RapidSOS para enviar imagens em tempo real aos atendentes da Polícia Militar, agilizando o envio de viaturas.
O recurso está disponível para iPhone 14 ou modelos mais recentes e depende da adesão de cada Centro de Operações da Polícia Militar.

Os brasileiros que possuem iPhone ganharam um novo recurso para momentos críticos: a transmissão de vídeo ao vivo direto para o 190. A tecnologia entrega chamadas em tempo real aos atendentes da Polícia Militar para ajudar durante as ocorrências.

O recurso foi liberdo nessa segunda-feira (24/08) no Brasil, mas já existia nos Estados Unidos desde o lançamento do iOS 18. Trata-se de uma colaboração entre a Apple e a plataforma de segurança RapidSOS.

Como funciona a transmissão ao vivo?

Recurso é compatível com o iPhone 14 ou modelos superiores (imagem: reprodução/RapidSOS)

A funcionalidade é chamada oficialmente de Vídeo ao Vivo do SOS de Emergência. O interessante é que o processo de gravação não é iniciado pela pessoa que liga, mas sim pelo próprio operador do 190: se o profissional avaliar que imagens podem auxiliar no chamado, ele envia um pedido de compartilhamento de câmera para o celular do usuário, que precisa aceitar ou recusar.

Com um toque na opção de compartilhar, a câmera (traseira ou frontal) é ativada e o vídeo começa a ser enviado para a central. Segundo a Apple, o tráfego de dados é criptografado e o usuário mantém o controle total da ferramenta, podendo pausar ou interromper a transmissão a qualquer momento (o sistema também permite o envio de fotos e vídeos armazenados na galeria do iPhone).

Para que o envio das imagens funcione na prática, o usuário precisa possuir pelo menos um iPhone 14 ou modelo mais recente. Já do lado das autoridades, a operação depende dos módulos do sistema UNITE da RapidSOS, responsáveis por processar as informações e exibi-las aos Centros de Comunicação de Emergência (CCEs).

É diferente do SOS via satélite

O recurso funciona de maneira diferente do já conhecido SOS de Emergência via satélite, criado para pedir socorro em rodovias remotas ou trilhas sem sinal de celular, mas que continua indisponível no Brasil. O compartilhamento de vídeo ao vivo, por outro lado, utiliza dados móveis das operadoras ou conexão Wi-Fi ativa.

O acesso dependerá da adesão de cada Centro de Operações da Polícia Militar (Cecopom). A ferramenta de imagem exige que as centrais locais utilizem painéis de recebimento de vídeo da RapidSOS nas operações. Na prática, a adoção acontecerá de forma gradual, variando de município para município e de estado para estado.

Vale mencionar que a infraestrutura da RapidSOS já atua no país desde 2023, prestando serviços de infraestrutura para integrações como a do aplicativo Uber com o 190 no estado do Rio de Janeiro. A tecnologia permite o envio de dados de viagens, informações do veículo e localização de motoristas para a central policial durante ocorrências acionadas no aplicativo de transporte.
iPhone no Brasil ganha recurso para mostrar câmera ao vivo à polícia

iPhone no Brasil ganha recurso para mostrar câmera ao vivo à polícia
Fonte: Tecnoblog

Epic Games Store chega ao iPhone no Brasil com opção de cashback

Epic Games Store chega ao iPhone no Brasil com opção de cashback

Fortnite retorna ao ecossistema da Apple (imagem: reprodução)

Resumo

Epic Games Store foi lançada no iPhone no Brasil após um acordo com o Cade, oferecendo cashback de 20% sobre compras.
O lançamento no Brasil é o terceiro no iOS, após a União Europeia e o Japão, e está disponível para iPhones com iOS 26.5 ou superior.
Ainda assim, o CEO da Epic Games, Tim Sweeney, criticou as exigências da Apple para a instalação da loja.

A Epic Games começou a liberar nessa quinta-feira (30/07) sua loja para dispositivos iOS no Brasil. A chegada da Epic Games Store aos iPhones é resultado direto de um acordo firmado entre a Apple e o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), que abriu espaço para lojas alternativas no iOS brasileiro.

Com o lançamento, o Brasil se consolida como a terceira região a receber a loja alternativa no iOS, juntando-se à União Europeia e ao Japão. A estreia encerra um hiato de mais de cinco anos sem títulos da desenvolvedora nos smartphones da marca. Agora, donos de iPhones rodando o iOS 26.5 ou superior podem acessar o site da empresa para baixar a loja e voltar a jogar títulos como o Fortnite.

Para atrair o público de volta, a Epic preparou incentivos. Entre os principais está o cashback, que devolve 20% do valor das compras por meio das Recompensas Epic, um programa de fidelidade cujas regras da Apple impediam de funcionar na loja oficial.

Contudo, há uma limitação: a Epic Games Store no Brasil chega apenas para os iPhones, diferente do que ocorreu na Europa, onde a Lei dos Mercados Digitais (DMA) forçou a abertura também para o iPadOS.

CEO criticou as exigências da Apple

Em coletiva, o CEO da empresa, Tim Sweeney, detalhou que os usuários precisam passar por nove passos distintos e confirmar a intenção de download pelo menos quatro vezes. Segundo o executivo, esse excesso de atrito gera uma taxa de desistência de quase 50% entre os interessados em instalar a loja.

Para embasar a reclamação, a dona do Fortnite utiliza o histórico recente na Europa. Pressionada por reguladores, a Apple foi obrigada a enxugar o fluxo de instalação para seis etapas, reduzindo a taxa de abandono dos usuários em 60%.

Vale mencionar que o acordo firmado com o Cade permite que a Apple continue cobrando comissões sobre vendas digitais, mesmo em aplicativos distribuídos fora da App Store. Atualmente, a Apple retém uma taxa de 5% sobre as compras processadas na loja da Epic.

Sweeney classifica a cobrança como injusta, argumentando que a desenvolvedora é forçada a repassar parte do lucro para uma empresa que não tem relação com a transação. Inconformada com a fatia retida, a Epic já sinalizou que acionará o Cade para tentar derrubar a tarifa.

O que diz a Apple?

Do outro lado, a Apple rebate as acusações. Em notas enviadas à imprensa, a fabricante do iPhone classificou as falas de Sweeney sobre o processo de instalação e as taxas de comissão como “falsas”. A companhia afirma que as mudanças recentes adotadas no Brasil oferecem novas opções de distribuição para os desenvolvedores com tarifas reduzidas.

Um porta-voz enfatizou que as etapas de download são recursos indispensáveis. O objetivo dos múltiplos avisos é garantir a privacidade dos dados, blindar os dispositivos contra fraudes de terceiros e assegurar a proteção infantil no ambiente online.
Epic Games Store chega ao iPhone no Brasil com opção de cashback

Epic Games Store chega ao iPhone no Brasil com opção de cashback
Fonte: Tecnoblog

WhatsApp amplia disponibilidade de recurso que permite ver quem está online

WhatsApp amplia disponibilidade de recurso que permite ver quem está online

O WhatsApp expandiu os testes com o indicador de contato online para iPhones neste final de semana. Agora, é possível experimentar o ponto verde para ver quando uma pessoa navega pelo aplicativo também no iOS.

A funcionalidade já estava em fase de testes no Android desde meados do último mês de junho e foi descoberto no sistema operacional da Apple pelo WABetaInfo, na versão beta 26.26.10.72.Para aproveitar o recurso, basta ser um usuário de testes do mensageiro no iOS, com a versão mais recente do app instalada, e checar a existência de um pequeno círculo verde no canto inferior direito da foto do contato, na página de “Informações de contato”.Clique aqui para ler mais

WhatsApp amplia disponibilidade de recurso que permite ver quem está online
Fonte: Tudocelular

Vazamento mostra iOS 27 com mais IA e novidades na câmera

Vazamento mostra iOS 27 com mais IA e novidades na câmera

Modo Siri no Dynamic Island: inteligência artificial ganha destaque no iOS 27 (imagem: reprodução/Bloomberg)

Resumo

O iOS 27 terá integração maior com a Siri, com opção de consultar a inteligência artificial com um simples movimento na tela.
O aplicativo de câmera terá novos widgets para customizar a experiência de acordo com as ferramentas mais utilizadas pelo usuário e uma opção “Siri” para leitor inteligente e edições de imagem via IA.
A Apple testa integrações com chatbots de outras empresas, além da parceria com a OpenAI, e o iOS 27 permitirá acessar outros modelos de IA no futuro.

A Apple ainda se prepara para o lançamento do novo iOS 27 durante a WWDC 2026, no dia 8 de junho, mas um vazamento recente já adianta algumas das principais novidades. A expectativa por uma integração maior com a Siri parece se confirmar tanto na câmera quanto no software como um todo, disponível diretamente pela Dynamic Island.

Outra confirmação é a presença do ChatGPT, além de uma opção de consultar a inteligência artificial com um simples movimento na tela. Também foram revelados novos widgets disponíveis no app de câmera que permitem customizar a experiência de acordo com as ferramentas mais utilizadas pelo usuário.

O vazamento foi divulgado pela Bloomberg, inclusive com imagens mostrando a nova interface do iOS 27. É importante frisar que a Apple costuma testar diferentes opções de design antes do lançamento. Portanto, podem haver diferenças em relação ao produto final.

Inteligência artificial em destaque

As IAs generativas têm dominado o mercado de tecnologia em 2026, e não será diferente no próximo sistema do iPhone. As imagens mostram uma grande repaginada na Siri, que aparece com formato de chatbot similar ao encontrado em concorrentes como ChatGPT, Claude, Grok e Gemini.

Recurso “Search or Ask” pode ser acessado deslizando a tela na direção do Dynamic Island (imagem: reprodução/Bloomberg)

Além disso, também será possível ativar a IA com um comando simples a qualquer momento. A exemplo do que acontece com a Tela de Bloqueio e a Central de Controle, bastaria deslizar o dedo a partir do topo da tela para consultar a IA.

Essa função, chamada nos vazamentos de Search or Ask, também deve permitir acessar outros modelos de IA no futuro. Segundo o Bloomberg, além da parceria com a OpenAI, a Apple vem testando integrações com chatbots de outras empresas.

Novidades no app de câmera

Na câmera deve surgir uma opção de Siri entre modos de uso já estabelecidos, como Foto e Retrato. A expectativa é por uma espécie de leitor inteligente para fazer traduções e tirar dúvidas. Também será possível solicitar edições de imagem via IA com mais facilidade, dentro do próprio app.

O aplicativo de câmera também terá uma nova customização de widgets, em que o usuário pode incluir ferramentas de edição mais acessadas para ativá-las com maior facilidade.
Vazamento mostra iOS 27 com mais IA e novidades na câmera

Vazamento mostra iOS 27 com mais IA e novidades na câmera
Fonte: Tecnoblog

YouTube vai liberar modo picture-in-picture grátis para todos; veja como usar

YouTube vai liberar modo picture-in-picture grátis para todos; veja como usar

Interface do YouTube no celular (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

O YouTube liberou o modo Picture-in-Picture (PiP) gratuitamente para todos os usuários de Android e iOS.
A função permite assistir a vídeos em uma janela flutuante. O recurso antes era restrito a assinantes Premium.
O PiP gratuito só funciona com “conteúdos longos que não sejam música”. Se o usuário tentar minimizar o aplicativo durante a reprodução de um videoclipe ou de faixas protegidas por direitos autorais, o vídeo será pausado imediatamente.

O Google começou a liberar nesta quarta-feira (29) o modo picture-in-picture (PiP) do YouTube de forma gratuita para todos os usuários. A novidade permite assistir a vídeos em uma janela flutuante e deixa de ser um benefício exclusivo dos assinantes pagos. Com essa expansão, a plataforma busca democratizar a experiência, encerrando também a restrição que limitava a função sem custos apenas aos Estados Unidos.

A mudança foi reportada pelo portal 9to5Google e confirmada pela equipe do YouTube em publicação na comunidade oficial da plataforma. Na prática, a atualização altera o comportamento padrão do aplicativo: ao iniciar um vídeo e retornar à tela inicial do celular, o conteúdo não é mais interrompido. O player se transforma em uma miniatura que pode ser redimensionada e arrastada para qualquer canto da tela.

A janela suspensa mantém botões essenciais, como os controles de reprodução e pausa, além de um atalho para devolver o vídeo à tela cheia, mas há uma limitação no novo modelo. O Google estabeleceu que o picture-in-picture gratuito só funciona com “conteúdos longos que não sejam música”.

Se o usuário tentar minimizar o aplicativo durante a reprodução de um videoclipe ou de faixas protegidas por direitos autorais, o vídeo será pausado imediatamente. Essa é uma estratégia para proteger o ecossistema do YouTube Music, evitando que a versão gratuita do aplicativo principal seja utilizada como um reprodutor de música em segundo plano.

O que muda para os assinantes Premium e Premium Lite?

Para quem já paga pelas versões mais completas do serviço, a experiência permanece sem cortes. Os assinantes do YouTube Premium continuam com acesso irrestrito ao PiP para qualquer formato de vídeo da plataforma, incluindo clipes musicais, sempre livres de anúncios. A modalidade paga também mantém a exclusividade da reprodução em segundo plano com a tela do celular totalmente bloqueada e apagada — um recurso popular que a versão gratuita continua não oferecendo.

No caso do plano Premium Lite, uma assinatura mais barata que foca na remoção da maior parte das propagandas, o funcionamento será equivalente ao da versão gratuita recém-liberada. Esses usuários poderão utilizar a janela flutuante livremente para vídeos tradicionais, mas continuarão bloqueados de usar o recurso com músicas.

YouTube agora oferece Picture-in-Picture gratuito (imagem: reprodução/Google)

Como ativar o Picture-in-Picture?

A novidade chega para todos os usuários de forma gradual, mas antes é preciso garantir que o sistema do celular esteja configurado para permitir a sobreposição de tela, um procedimento varia um pouco dependendo do dispositivo.

No iPhone (e iPad):

A Apple exige que a funcionalidade nativa de PiP esteja habilitada nas configurações do aparelho.

Abra o aplicativo “Ajustes“.

Toque em “Geral” e depois selecione “Picture in Picture (PIP)“.

Confirme se a chave “Iniciar PiP Automaticamente” está ativada.

Ativando a função nativa Picture-in-Picture (PiP) no iOS (imagem: Gabriel Sérvio/Tecnoblog)

Feito isso, abra o aplicativo do YouTube, toque na sua foto de perfil, acesse o ícone de engrenagem para abrir as “Configurações“, vá em “Reprodução” e ative a opção “Picture-in-picture“.

Habilitando a chave do recurso no aplicativo do YouTube (imagem: Gabriel Sérvio/Tecnoblog)

Em aparelhos Android:

O sistema do Google geralmente já vem com essa permissão ativada por padrão, mas vale conferir caso a janela flutuante não apareça ao minimizar o app (os nomes dos menus podem variar dependendo da fabricante, como Samsung, Motorola ou Xiaomi).

Acesse as “Configurações” do seu aparelho e vá até a lista de “Aplicativos“.

Procure pelo “YouTube” e toque nele.

Role a tela até encontrar a seção chamada “Picture-in-picture” e certifique-se de que a opção de permissão está ativada.

Verificando a permissão de sobreposição de tela no Android (imagem: Gabriel Sérvio/Tecnoblog)

Da mesma forma que no iOS, confira também as configurações internas do aplicativo do YouTube (Configurações > Reprodução) para garantir que a chave do recurso esteja habilitada.

Ativando o Picture-in-picture no aplicativo do YouTube para Android (imagem: Gabriel Sérvio/Tecnoblog)
YouTube vai liberar modo picture-in-picture grátis para todos; veja como usar

YouTube vai liberar modo picture-in-picture grátis para todos; veja como usar
Fonte: Tecnoblog

Gmail corporativo ganha criptografia de ponta a ponta no Android e iPhone

Gmail corporativo ganha criptografia de ponta a ponta no Android e iPhone

Contas gratuitas do Google ficam de fora (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

O Google expandiu a tecnologia de criptografia de ponta a ponta para o aplicativo oficial do Gmail nos celulares. A partir de agora, usuários de Android e iPhone ganham uma camada extra de proteção que garante a confidencialidade de dados sigilosos no ambiente corporativo. O bloqueio impede até mesmo a própria gigante de buscas ou terceiros de acessarem ou interceptarem o conteúdo das mensagens.

Segundo detalhes divulgados no blog oficial do Google Workspace, a novidade permite redigir e ler emails de alta segurança direto pelo aplicativo móvel. A grande sacada é a praticidade: a empresa eliminou a necessidade de softwares adicionais ou chaves de decodificação complexas.

Na prática, a ferramenta funciona sob o modelo de Criptografia do Lado do Cliente (CSE, na sigla em inglês). Diferentemente da proteção padrão do serviço — onde o Google gerencia as chaves criptográficas —, no modelo CSE é a própria organização que mantém o controle total, ou seja, essas chaves ficam armazenadas fora dos servidores do Google.

A versão web do Gmail já contava com o modelo CSE desde o início de 2023. A adaptação para os smartphones começou a ser testada em fase beta em abril de 2025 e chega agora em sua versão final.

Quem pode usar a nova criptografia do Gmail no celular?

Recurso de segurança exige assinaturas específicas (Imagem: Solen Feyissa/Unsplash)

Se você usa o e-mail tradicional do Google no dia a dia, não crie expectativas. O recurso não está disponível para contas gratuitas (com o sufixo @gmail.com) e também deixa de fora os planos básicos do Google Workspace. O foco aqui é o mercado corporativo e as instituições de ensino.

Para ter acesso, a organização precisa possuir licenças específicas (Workspace Enterprise Plus, Education Plus ou Education Standard). E não para por aí: a empresa também precisa ter adquirido alguns complementos (Assured Controls ou Assured Controls Plus). Sem esse combo comercial, a função nem aparece no aplicativo.

A experiência de quem recebe o email blindado também depende da plataforma. Se o destinatário também usar o aplicativo oficial do Gmail no celular, a mensagem será entregue e exibida como uma conversa normal na caixa de entrada, com toda a decodificação acontecendo silenciosamente em segundo plano. Mas e se a pessoa usar outro cliente de e-mail, como o Outlook? Aí o processo muda. O usuário recebe uma notificação e é direcionado para abrir, ler e responder à mensagem pelo navegador web do próprio smartphone.

Como ativar a criptografia adicional no Gmail?

A liberação exige que o departamento de TI dê o primeiro passo. Os administradores da rede precisam habilitar o suporte ao recurso para os clientes Android e iOS. Com tudo liberado no servidor, enviar uma mensagem blindada pelo celular é simples:

Abra o aplicativo do Gmail e toque no botão para criar uma nova mensagem;

Na tela de composição, toque no ícone de cadeado;

No menu suspenso, selecione a opção “Criptografia adicional”.

Usuários devem ativar opção “Criptografia adicional” antes de enviar mensagens (imagem: reprodução/Google)

A partir desse momento, tanto o texto digitado quanto qualquer anexo inserido serão criptografados no próprio aparelho, antes mesmo de começarem a trafegar pela internet.

O recurso já está disponível no Brasil?

A novidade já está liberada para o mercado brasileiro, mas segue a mesma cartilha global e não há período de testes gratuito para usuários comuns e empresas com planos mais acessíveis (como o Business Starter ou Business Standard). Qualquer corporação ou instituição de ensino no Brasil que assine o combo exigido já pode configurar e utilizar a ferramenta de criptografia em seus aparelhos móveis.
Gmail corporativo ganha criptografia de ponta a ponta no Android e iPhone

Gmail corporativo ganha criptografia de ponta a ponta no Android e iPhone
Fonte: Tecnoblog

iPhones antigos são alvos de malware ligado à espionagem internacional

iPhones antigos são alvos de malware ligado à espionagem internacional

Versões antigas do iOS são alvo de hackers (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

Resumo

O Google analisou o exploit kit Coruna, que usa 23 vulnerabilidades do iOS para invadir iPhones sem instalação de aplicativos.

O kit teria circulado entre diferentes atores ao longo de 2025, incluindo espionagem estatal e grupos criminosos.

O malware foca em roubo financeiro, especialmente de carteiras de criptomoedas e chaves de recuperação.

Quem usa iPhone com uma versão antiga do iOS pode estar vulnerável a um exploit kit que passou pelas mãos do governo dos Estados Unidos, espiões russos e golpistas chineses ao longo de 2025. As informações sobre o kit, chamado Coruna, foram reveladas pelo Grupo de Inteligência contra Ameaças do Google (GTIG) nesta semana.

Segundo a apuração, o Coruna foi detectado inicialmente em fevereiro de 2025, operado por um cliente de uma empresa de vigilância não identificada. A mesma estrutura apareceu em campanhas do UNC6353, grupo suspeito de espionagem russa, que mirou sites e usuários da Ucrânia.

O ciclo de vazamentos culminou no final do ano, quando o pacote completo do malware foi utilizado em massa pelo UNC6691, um grupo hacker chinês.

Para os pesquisadores do grupo, o cenário indica o fortalecimento de um mercado paralelo de exploits “de segunda mão”, em que ferramentas digitais altamente destrutivas vazam dos alvos originais e passam a ser reaproveitadas por cibercriminosos comuns.

Como o ataque funciona?

Coruna foi identificado em 2025 (imagem: reprodução/Google)

O Coruna combina 23 vulnerabilidades do iOS em cinco cadeias de exploração, funcionando sem que a vítima precise instalar nada. De acordo com o Google, iPhones rodando o iOS 13 até o 17.2.1 são vulneráveis.

A cadeia começa com uma exploração do motor de navegação do Safari (WebKit) para executar o código remotamente no dispositivo. Em seguida, contorna proteções de memória do sistema e avança até obter acesso ao kernel do iPhone.

Segundo o GTIG, na campanha do grupo chinês, por exemplo, as iscas eram páginas falsas de corretores de finanças e jogos de azar. Uma vez dentro do dispositivo, o sistema carregava um payload focado exclusivamente em roubo financeiro, batizado de PlasmaLoader.

Implantada, a invasão atua contra as finanças da vítima, buscando chaves de segurança de contas e sequências BIP39, usadas na recuperação de carteiras de criptomoedas. O malware roubava informações de carteiras de ao menos 18 aplicativos, incluindo MetaMask, Trust Wallet, Phantom e Exodus.

Site usado de isca indica uso do iPhone (imagem: reprodução/Google)

Ligação com o governo dos EUA

De acordo com a empresa de segurança iVerify, que realizou engenharia reversa, o kit pode ter nascido como um framework do governo dos Estados Unidos. Segundo ela, o código apresenta semelhanças estruturais com armas cibernéticas do país e contém uma extensa documentação escrita em inglês nativo.

Para completar, a revista Wired reportou que o Coruna utiliza módulos de invasão vistos anteriormente na “Operação Triangulation”. Em 2023, a Kaspersky afirmou que o governo dos EUA tentou espionar os iPhones de seus funcionários usando justamente essa campanha. O Google, no entanto, não confirmou a origem do kit.

Como se proteger?

O Coruna não é eficaz contra a versão mais recente do iOS. Por isso, a recomendação é que usuários de iPhone atualizem o sistema operacional. Quem não puder atualizar e quiser se proteger, deve ativar o Modo de Isolamento, disponível na seção “Privacidade e Segurança”, nos Ajustes. O kit também não afeta dispositivos em modo de navegação privada.

O Google afirmou ter adicionado todos os sites e domínios identificados ao Safe Browsing para impedir que usuários os acessem pelo Chrome e outros navegadores compatíveis.

iPhones antigos são alvos de malware ligado à espionagem internacional

iPhones antigos são alvos de malware ligado à espionagem internacional
Fonte: Tecnoblog

Google Maps ganha novo ícone inspirado no Gemini

Google Maps ganha novo ícone inspirado no Gemini

Visual tradicional dá lugar a um design mais minimalista (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

Google Maps está atualizando seu ícone para um design inspirado no Gemini, em gradiente multicolorido.
O novo ícone começa a aparecer nas versões 26.09.06.873668274 para Android e 26.09.5 para iOS.
Além da novidade estética, o Google integrou mais recursos de inteligência artificial do Gemini no Maps.

O Google reformulou o design do ícone do Google Maps nos aplicativos para Android e iOS. A mudança, que está sendo aplicada de forma gradual, substitui as tradicionais divisões diagonais em quatro cores por um efeito gradiente.

Segundo o 9to5Google, o objetivo da companhia é padronizar a identidade visual da sua plataforma de navegação com o restante do ecossistema da big tech.

Quando a atualização chega?

Embora o formato clássico de alfinete de mapa tenha sido mantido para preservar a identidade histórica do serviço, a geometria do logotipo passou por um processo de modernização. O anel superior do ícone está visivelmente mais estreito, enquanto o círculo branco na parte interna foi ampliado.

À esquerda, o ícone clássico; à direita, o novo design com gradiente (imagem: reprodução/9to5Google)

A alteração visual não chega ao mesmo tempo para todos. No ecossistema Android, o novo ícone começa a ser implementado a partir da versão 26.09.06.873668274 do Google Maps. Enquanto isso, para os proprietários de iPhone, o visual atualizado está presente na versão 26.09.5 liberada para o iOS.

Com a novidade, o serviço de mapas se junta a um portfólio de serviços do Google que já adotam o padrão de cores em gradiente. Essa lista inclui o Google Fotos, o aplicativo principal de Pesquisa, a página inicial da empresa e o próprio Gemini.

Mais IA no Maps

A reformulação estética acompanha uma mudança funcional no aplicativo. Nos últimos meses, o Google Maps tem recebido mais recursos de inteligência artificial do Gemini. Uma delas é a adoção de uma experiência de navegação conversacional nativa, que substitui o antigo Google Assistente.

Essa ferramenta agora permite interações mais fluidas por comandos de voz durante os trajetos, otimizando as consultas sobre condições de trânsito em tempo real, por exemplo.

Além das melhorias na navegação, a empresa integrou o motor do Gemini diretamente ao Google Lens dentro da interface do Maps. Essa junção facilita a identificação precisa de pontos de referência utilizando apenas a câmera do celular.

O aplicativo também passou a exibir o recurso “Saiba antes de ir” nos anúncios de rotas, entregando um panorama mais completo sobre os destinos antes mesmo do usuário ligar o carro ou iniciar a sua viagem.
Google Maps ganha novo ícone inspirado no Gemini

Google Maps ganha novo ícone inspirado no Gemini
Fonte: Tecnoblog