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Gboard, teclado do Google, deve ganhar modo “trackpad” em breve

Gboard, teclado do Google, deve ganhar modo “trackpad” em breve

Gboard, o teclado virtual do Google (imagem: Tecnoblog)

Resumo

Gboard deve ganhar “modo cursor” que facilita navegação em textos, criando uma área semelhante a um trackpad;
Recurso foi descoberto na versão beta do Gboard, mas ainda não há previsão oficial de lançamento;
Apesar disso, “modo cursor” está em fase avançada de desenvolvimento, o que sugere um lançamento para um futuro próximo.

O Gboard é um teclado virtual para Android e iOS que, além de suportar o tradicional modo de digitação, permite que o usuário arraste o dedo sobre as teclas para formar palavras. Em breve, a ferramenta deverá ganhar uma função extra: um “modo cursor” que, de certo modo, cria um trackpad na tela.

A ideia não é, exatamente, oferecer uma espécie de cursor de mouse na tela que faria o usuário ter, no celular, uma experiência semelhante ao desktop, mas facilitar a navegação dentro de textos, principalmente se eles forem exibidos em uma tela grande.

Hoje, o Gboard permite mover o cursor de texto para a esquerda ou a direita se o usuário segurar o dedo sobre a barra de espaço e deslizá-lo no sentido desejado. Também é possível ir para um ponto específico de um texto tocando sobre ele, mas esse procedimento não é lá muito prático.

É aí que o “modo cursor” passa a fazer sentido. Para ativá-lo, o usuário precisaria apenas pressionar e segurar a barra de espaço. Na sequência, as teclas virtuais do Gboard darão espaço a uma área de navegação com cursor que lembra justamente o trackpad de um notebook para permitir ao usuário escolher onde colocar o ponto de inserção de texto.

Com isso, ficará mais fácil e rápido corrigir ou mudar um trecho que está em algum parágrafo mais acima ou mais abaixo. Essa possibilidade deixa claro que o novo recurso viria para ser útil especialmente na edição de textos longos.

O suposto “modo cursor” do Google Gboard (imagem: reprodução/Andrdoid Authority)

Quando o “modo cursor” chegará ao Gboard?

Este é o momento do balde de água fria: ainda não há previsão de chegada do “modo cursor” ao Gboard. Na verdade, o Google não fez nem mesmo um anúncio oficial sobre o recurso até o momento.

O suposto “modo cursor” foi descoberto pelo Android Authority após a exploração da versão 16.8.2.867538971-beta-arm64-v8a do aplicativo do Gboard para Android. Tudo indica que, por ora, o recurso está apenas sendo testado internamente pelo Google.

Existe até a possibilidade de, no fim das contas, o “modo cursor” não chegar ao Gboard. Mas as capturas de tela sugerem que a funcionalidade está em fase avançada de desenvolvimento. Então, se fosse para apostar, eu jogaria as minhas fichas no Google lançando o recurso ainda no primeiro semestre de 2026. Que assim seja.
Gboard, teclado do Google, deve ganhar modo “trackpad” em breve

Gboard, teclado do Google, deve ganhar modo “trackpad” em breve
Fonte: Tecnoblog

Telegram reformula interface do Android para ser mais responsiva; veja o que muda

Telegram reformula interface do Android para ser mais responsiva; veja o que muda

Telegram afirma ser a maior atualização de interface do app já feita no Android (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

Telegram lançou uma grande atualização de interface, com foco em mudanças no Android.
Agora há uma maior padronização visual, com o app para Android adotando um estilo visual Liquid Glass, similar ao iPhone.
A atualização também introduziu ferramentas de gestão de comunidades e a “Fabricação de Presentes” para monetização.

O Telegram lançou ontem (09/02) uma grande atualização que reformula a experiência de uso do app em dispositivos móveis. Segundo a plataforma, esse é o maior update de interface já feito no Android, mas o pacote também traz melhorias pontuais para os iPhones e iPads.

O movimento busca unificar a identidade visual do mensageiro em diferentes sistemas, com a versão para Android adotando o design Liquid Glass do iOS. Além das mudanças visuais, o update traz novidades para presentes virtuais e novas regras para a sucessão de administradores em grupos e canais.

A nova versão já está sendo distribuída para todos os usuários.

Maior atualização no Android

A versão para Android recebeu o que a equipe de desenvolvimento classifica como a “maior atualização de interface da história” do aplicativo. A mudança mais evidente é a substituição do antigo menu lateral por uma nova barra de navegação inferior com quatro abas fixas — Conversas, Contatos, Configurações e Perfil. A novidade permite alternar entre as funções principais com apenas um toque.

Segundo a empresa, o código da interface foi totalmente reconstruído para maximizar a eficiência. O aplicativo agora adota de forma integral a estética Liquid Glass, estilo visual com transparências e efeitos de desfoque que antes eram predominantes na versão para iOS.

Nova barra inferior centraliza navegação no Android (imagem: reprodução/Telegram)

Para reduzir o impacto dessas animações no hardware, o Telegram incluiu controles de efeitos nas configurações de Economia de Energia, permitindo que o usuário limite as transições visuais para preservar a bateria.

Embora o Android tenha recebido mais mudanças, o iOS não passou despercebido. A atualização refinou o visualizador de mídias e os painéis de pré-visualização de stickers. Já os usuários de iPad ganharam suporte ao atalho Command + Enter em teclados físicos.

Gestão de comunidades

Além da estética, a atualização soluciona um problema em comunidades: a sucessão de comando. Caso o proprietário de um grupo abandone o chat sem nomear um sucessor, a titularidade será transferida automaticamente para um dos administradores ativos após o período de uma semana.

O sistema também permite que a transferência de propriedade seja feita de forma manual e instantânea, garantindo a continuidade da gestão sem a necessidade de o antigo dono sair da conversa.

Grupos agora terão sucessão automática de administradores (imagem: reprodução/Telegram)

No campo da monetização, o mensageiro introduziu a “Fabricação de Presentes”. O sistema permite que usuários combinem até quatro presentes colecionáveis que seguem uma escala de raridade que vai do Incomum ao Lendário. Esses ativos podem ser negociados no marketplace de presentes da plataforma.

A API de Bots também melhorou e agora permite aos desenvolvedores personalizar a estética dos botões com cores e emojis para tornar a navegação em sistemas automatizados mais intuitiva.

Telegram em queda no Brasil

Apesar das novidades, o Telegram enfrenta um cenário de retração no país. Segundo a pesquisa Panorama Mobile Time/Opinion Box, a penetração do app nos smartphones brasileiros caiu de 63% para 57% em um intervalo de doze meses. O auge da plataforma foi em 2023, quando atingiu 65% dos aparelhos.

Em comparação, o WhatsApp detém quase 99% de presença nos dispositivos e possui mais de 169 milhões de usuários ativos, segundo a agência TheZarc. Enquanto o rival foca em comunicação cotidiana e transações comerciais, o Telegram atrai usuários por sua capacidade de suportar grupos de até 200 mil membros e pela robustez de sua API de bots.

Globalmente, no entanto, o mensageiro superou a marca de 1 bilhão de usuários ativos mensais em 2025, impulsionado por mercados na Ásia e no Leste Europeu.
Telegram reformula interface do Android para ser mais responsiva; veja o que muda

Telegram reformula interface do Android para ser mais responsiva; veja o que muda
Fonte: Tecnoblog

Strava libera navegação de rotas no Apple Watch e gera menor dependência do iPhone

Strava libera navegação de rotas no Apple Watch e gera menor dependência do iPhone

O Strava começou a libertar a atualização que leva a navegação de rotas ao Apple Watch. Conforme noticiado pelo MacRumors, essa era uma novidade bastante aguardada por corredores, trilheiros e ciclistas em geral. Por enquanto, esse recurso ainda se encontra em fase de testes no app.

Um marco para a plataforma

A adição desta funcionalidade é tida como um marco para a plataforma. No caso, ela permite selecionar rotas pré-carregadas diretamente no relógio inteligente, além de permitir ver detalhes de elevação. O usuário também pode receber direções passo a passo para seguir sem problemas.Um ponto importante é que isso tudo pode ser feito sem ter que olhar para o iPhone. Vale destacar que já era possível compartilhar treinos do Apple Fitness+ para o aplicativo. Agora, a implementação do novo recurso representa uma melhoria mais significativa para a realização de atividades ao ar livre.Clique aqui para ler mais

Strava libera navegação de rotas no Apple Watch e gera menor dependência do iPhone
Fonte: Tudocelular

WhatsApp quer facilitar a vida de novos membros em grupos

WhatsApp quer facilitar a vida de novos membros em grupos

WhatsApp quer facilitar a vida de novos membros de grupos (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

WhatsApp testa o compartilhamento de histórico de conversas em grupos com novos membros.
A funcionalidade foi encontrada no beta para iOS e virá desativada por padrão, visando controle sobre o que é compartilhado.
Mensagens compartilhadas continuarão protegidas por criptografia de ponta a ponta.

O WhatsApp começou a testar um recurso que permite compartilhar o histórico recente de mensagens com novos integrantes de grupos. A funcionalidade foi encontrada na versão para iPhone através do programa beta TestFlight.

A função quer resolver aquele problema de ter que explicar a novos usuários o que já foi comentado anteriormente em um grupo. De acordo com o site especializado WABetaInfo, o aplicativo vai exigir uma autorização para compartilhamento.

O recurso já havia sido identificado anteriormente em testes no Android e, com essa etapa no iOS, o WhatsApp começa a alinhar o funcionamento entre as duas plataformas móveis.

Como vai funcionar o compartilhamento do histórico?

WhatsApp testa envio de histórico de conversas (imagem: reprodução/WABetaInfo)

A função permite enviar até 100 mensagens recentes, desde que tenham sido trocadas nos últimos 14 dias antes da entrada do novo membro. Para verificar se a opção está disponível, o usuário precisará adicionar alguém ao grupo e acessar a tela de informações da conversa. Ao selecionar “Adicionar participante”, pode surgir, ao final do processo, a opção de compartilhar mensagens recentes.

Caso apareça, o usuário escolhe se deseja enviar o histórico e quantas mensagens serão compartilhadas, podendo optar por um número menor que o limite máximo. A ideia é dar mais controle sobre o que será repassado, evitando o envio automático de todo o conteúdo recente.

As mensagens compartilhadas aparecem destacadas visualmente para o novo integrante. Para os demais participantes, o WhatsApp também sinaliza que o histórico foi enviado, indicando quem realizou o compartilhamento.

O pessoal do WABetaInfo também menciona que o recurso estará desativado por padrão. A decisão de compartilhar ou não o histórico cabe exclusivamente ao usuário que está adicionando o novo participante.

As mensagens compartilhadas continuam protegidas por criptografia de ponta a ponta, utilizando as chaves de segurança armazenadas no dispositivo da pessoa que adicionou o novo membro.

Quando chega para todos?

Por enquanto, o recurso está restrito a parte dos testadores da versão beta no iOS.

Ainda não há uma data confirmada para o lançamento, mas usuários com acesso ao teste já conseguem compartilhar mensagens até mesmo com pessoas que ainda não receberam a funcionalidade em suas contas.

WhatsApp quer facilitar a vida de novos membros em grupos

WhatsApp quer facilitar a vida de novos membros em grupos
Fonte: Tecnoblog

iOS 26 enfrenta baixa adesão dos donos de iPhone

iOS 26 enfrenta baixa adesão dos donos de iPhone

Novos recursos não foram suficientes para impulsionar o iOS 26 (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

Dados da StatCounter mostram que apenas 16% dos iPhones ativos utilizam o iOS 26, lançado em setembro de 2025.
Os motivos podem estar ligados ao redesenho visual Liquid Glass, que gerou recepção mista, contribuindo para a resistência à atualização.
A Apple também manteve atualizações de segurança para o iOS 18, permitindo que usuários adiem a migração sem riscos de vulnerabilidade.

Donos de iPhone estão com uma resistência incomum à instalação do iOS 26, a versão mais recente do sistema da Apple. Segundo dados atuais da StatCounter, que analisa estatísticas de mercado, a taxa de adoção está bem abaixo dos padrões históricos da fabricante.

Enquanto versões anteriores costumavam ultrapassar a marca de 50% de instalação nos primeiros meses, a atual ficou longe do mesmo padrão: apenas 16% dos usuários ativos possuem alguma versão do novo sistema (26, 26.1 ou 26.2). Dessa parcela, o iOS 26.1 detém a maior fatia até aqui, com 10,57%. Em contraste, em janeiro de 2025, o iOS 18 já operava em 63% dos aparelhos compatíveis.

Quebra de padrão histórico

Os dados, mesmo que não sejam oficiais da Apple, evidenciam uma mudança de comportamento. O ecossistema da Apple sempre foi reconhecido pela rapidez nas atualizações, já que a empresa disponibiliza o software simultaneamente para todos os modelos suportados globalmente, ao contrário do cenário de fragmentação observado no Android.

A disparidade sugere que o interesse do consumidor em novas funcionalidades foi substituído por uma postura de cautela. Os portais especializados Cult of Mac e TechRadar indicam que, pela primeira vez em anos, a percepção de estabilidade do iOS 18 parece superar o apelo para experimentar as novidades da versão 26.

Por que os usuários estão evitando o iOS 26?

Mudanças visuais introduzidas no iOS 26 dividiram o público (imagem: divulgação/Apple)

A rejeição ao sistema pode ser atribuída a uma combinação de fatores. O principal identificado por analistas é o Liquid Glass, o redesenho visual da interface introduzido nesta versão.

O conceito alterou elementos de navegação e a iconografia clássica do iPhone, gerando uma recepção mista. Muitos usuários ainda preferem a interface anterior e evitam a atualização para não lidar com uma nova curva de aprendizado.

Além do aspecto visual, a própria estratégia da Apple contribuiu para a baixa adesão. Diferente de ciclos passados, em que a permanência em sistemas antigos poderia expor o dispositivo a vulnerabilidades críticas, a companhia manteve o fornecimento de atualizações de segurança para o iOS 18 ao longo de 2025. Essa política permitiu adiar a migração por mais tempo sem correr riscos imediatos de segurança.

Há também um debate sobre a relevância das novas funcionalidades. O iOS 26 trouxe o aplicativo nativo Apple Games, melhorias em inteligência artificial e o Modo de Energia Adaptável. No entanto, esses recursos podem não ter sido suficientes para motivar o update.

A expectativa é que a base de usuários do iOS 26 cresça gradualmente à medida que novos dispositivos, já equipados com o sistema de fábrica, entrem no mercado. Contudo, o cenário atual parece um sinal de que o consumidor prioriza continuidade e confiabilidade, com menor tolerância a mudanças estéticas radicais.

iOS 26 enfrenta baixa adesão dos donos de iPhone

iOS 26 enfrenta baixa adesão dos donos de iPhone
Fonte: Tecnoblog

Como transferir dados do Android para o iPhone sem precisar resetar o aparelho

Como transferir dados do Android para o iPhone sem precisar resetar o aparelho

App para Android permite transferência de dados sem formatar o iPhone (imagem: reprodução/iToolab)

Resumo

O WatsGo transfere dados do Android para o iPhone sem resetar o aparelho. Ele usa cabo USB-C para Lightning ou adaptador OTG.
O WatsGo move dados como histórico do WhatsApp, fotos, vídeos, SMS e chamadas. O processo requer a instalação do app nos dois dispositivos.
O Migrar para iOS só funciona em iPhones não configurados. A transferência manual via nuvem é incompleta e demorada.

Quem troca um Android por um iPhone logo descobre que a ferramenta de migrar dados para o iOS já não funciona mais após a configuração inicial do smartphone. A Apple exige que o iPhone seja resetado aos padrões de fábrica para que a migração aconteça, forçando o usuário a recomeçar do zero.

Para contornar essa limitação, aplicativos de terceiros podem fazer a ponte. O WatsGo é um deles. A ferramenta, disponível para Android, usa uma conexão direta via cabo (OTG ou USB-C para Lightning) para mover o histórico do WhatsApp, fotos e outros dados sem exigir que o iPhone seja formatado.

Como transferir dados do Android para iPhone via app?

WatsGo transfere dados do Android para iOS, inclusive WhatsApp (imagem: reprodução/iToolab)

Se você já configurou o iPhone e precisa transferir os dados do aparelho Android, mas não quer passar por tudo isso novamente formatando o dispositivo, ainda tem como transferir dados do Android para iPhone usando o WatsGo.

Com ele, em vez de depender de Wi-Fi ou nuvem, o usuário utiliza um cabo (USB-C para Lightning ou um adaptador OTG) para ligar o Android ao iPhone, tornando a transferência mais estável e rápida.

O app é capaz de mover dados que os métodos manuais ignoram, como o histórico de chamadas e as mensagens SMS, além de fotos, vídeos, áudios e documentos, sendo uma solução completa para transferir dados do Android para o iPhone.

Como usar o WatsGo?

O WatsGo transfere os dados básicos do Android para o iPhone, como fotos, vídeos, SMS e histórico de chamadas. O processo utiliza uma conexão direta:

1. Faça o download do WatsGo na Play Store.

2. Abra o app e, no menu principal, toque em “Phone to Phone” e escolha “Android to iPhone” como direção da transferência.

Interface do WatsGo (imagem: reprodução/iToolab)

3. Escolha o que transferir: autorize o acesso aos arquivos. Depois, selecione as categorias desejadas — Fotos, Vídeos, Áudio, Documentos, SMS e Histórico de Chamadas — e toque em “Transfer”.

Interface do WatsGo (imagem: reprodução/iToolab)

4. Conecte os dispositivos: o app pedirá permissões de Wi-Fi, Localização e Dispositivos Próximos para criar a conexão. Em seguida, o WatsGo no Android exibirá um QR Code.

Interface do WatsGo (imagem: reprodução/iToolab)

5. Configure o iPhone: no iPhone, instale o app WatsGo (via TestFlight). Abra-o, toque em “Receber dados” e escaneie o QR Code mostrado no Android.

Conclua a transferência: a conexão será feita automaticamente. O progresso aparecerá na tela, e o app exibirá uma mensagem de sucesso ao finalizar o processo.

Como transferir dados do WhatsApp para o iPhone?

O WatsGo possui uma função dedicada para transferir Whatsapp do Android para iPhone. O processo é feito em etapas e exige o backup mais recente do mensageiro:

1. Inicie a transferência: no menu principal, toque em “Transfer WhatsApp” e selecione se é o WhatsApp normal ou o Business.

Transferência do WhatsApp pelo WatsGo (imagem: reprodução/iToolab)

2. Faça o backup no Android: siga as instruções no app. No seu WhatsApp, ative o backup criptografado de ponta-a-ponta e salve ou copie a chave de 64 bits gerada.

Transferência do WhatsApp pelo WatsGo (imagem: reprodução/iToolab)

3. Insira a chave no WatsGo: retorne ao WatsGo e digite a chave de 64 bits. O aplicativo também oferece uma opção “Upload a screenshot” para reconhecer a chave automaticamente.

Transferência do WhatsApp pelo WatsGo (imagem: reprodução/iToolab)

4. Escolha o método e conecte: após a verificação da chave, o WatsGo perguntará como você quer transferir. O app oferece duas opções: com cabo USB ou sem (utilizando o software de desktop da iToolab como intermediário). Para o iPhone receber os dados, ele precisará do app “WatsGo”.

Transferência do WhatsApp pelo WatsGo (imagem: reprodução/iToolab)

5. Aguarde a conclusão: assim que os aparelhos estiverem conectados, a transferência é iniciada. Ao final, o WatsGo exibirá a tela “Data transfer successful”.

Basta abrir o WhatsApp no iPhone, pular a etapa de restauração do iCloud e seu histórico de conversas do Android estará disponível.

Como usar o Migrar para iOS?

Ferramenta “Migrar para iOS” da Apple exige celular limpo (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Para quem acabou de ligar o aparelho pela primeira vez, a solução oferecida pela própria Apple é o app “Migrar para iOS”. Como fazer:

Inicie o iPhone até chegar à tela “Início Rápido”.

Toque em “Configurar sem Outro Dispositivo”.

No Android, abra o app Migrar para iOS.

Conecte-se à rede Wi-Fi temporária criada pelo iPhone.

Escolha o que deseja transferir — contatos, SMS e até o histórico do WhatsApp.

A ferramenta é eficiente para transferir contatos, fotos e calendários, mas, além da demora no processo, só funciona na tela de boas-vindas do iPhone.

Ou seja, se o usuário já passou da tela “Olá” e começou a usar o aparelho, o “Migrar para iOS” deixa de ser uma opção. A partir dali, para usá-lo é necessário formatar o iPhone, o que leva à perda todos os apps e configurações já feitas. Só após esse processo é possível trazer os dados do Android.

Para formatar, o caminho é simples: indo em Ajustes > Geral > Transferir ou Redefinir o iPhone > Apagar Conteúdo e Ajustes.

Transferência manual de dados

Usuário pode usar serviços em nuvem para mover dados (Imagem: Guilherme Reis/Tecnoblog)

Uma outra opção para obter dados sem formatar o smartphone é recorrer a uma transferência manual, usando a nuvem.

É possível sincronizar os contatos e a agenda através da conta Google, e fazer o backup de fotos e vídeos para um serviço como o Google Fotos, para depois baixá-los no iPhone.

Embora seja um método gratuito (caso você tenha espaço nos drives), é um processo que demanda tempo, muito trabalho e, o mais importante, é incompleto.

Através dele, você deixa para trás dados essenciais do smartphone, como o registro de chamadas, histórico de SMS e, principalmente, o backup de conversas do WhatsApp, que não pode ser transferido dessa forma.

Qual o melhor método?

Cada forma de migrar do Android para o iPhone tem seus próprios prós, custos e níveis de segurança dos dados. A escolha ideal depende da situação do usuário e de quais informações ele considera indispensáveis.

Migrar para iOS: é a alternativa oficial e conta com o suporte da Apple (chat e telefone). No entanto, a exigência de resetar o aparelho torna o método inviável para quem já começou a usar o dispositivo. Além disso, o processo pode falhar facilmente devido a interrupções no Android ou de instabilidades na rede Wi-Fi.

Transferência manual: apesar de gratuita, é demorada e exige várias etapas, além de deixar de fora partes importantes do histórico digital (como mensagens, chamadas e apps) e não possuir nenhum tipo de suporte técnico.

WatsGo: é uma alternativa mais completa e prática. Ele permite transferir dados mesmo em um iPhone já configurado, sem precisar restaurar o sistema — mas os recursos são pagos. Em compensação, é possível transferir Whatsapp do Android para iPhone, além de histórico de SMS e registros de chamadas nessa situação. Em caso de falhas, a iToolab oferece suporte direto por e-mail (contact@itoolab.com).

Como transferir dados do Android para o iPhone sem precisar resetar o aparelho

Como transferir dados do Android para o iPhone sem precisar resetar o aparelho
Fonte: Tecnoblog

Apple cancela Clips, app de edição de vídeo do iOS

Apple cancela Clips, app de edição de vídeo do iOS

Apple cancela Clips, app de edição de vídeo do iOS (imagem: reprodução/Apple)

Resumo

Silenciosamente, Apple encerrou suporte e removeu aplicativo Clips da App Store;
Lançado em 2017, aplicativo permitia criar clipes com efeitos visuais;
Baixa popularidade do Clips pode explicar decisão da Apple.

Sem fazer alarde, a Apple descontinuou o Clips, uma das ferramentas nativas do iOS. O aplicativo foi lançado em 2017 para permitir que o usuário criasse clipes combinando vídeos curtos e imagens para serem compartilhados em redes sociais, por exemplo. O problema é que pouca gente usava ou conhecia o Clips.

Em uma página de ajuda, a Apple explica que o Clips não está mais sendo atualizado e que, desde sexta-feira (10/10), não está disponível para download a novos usuários. De fato, a ferramenta não pode mais ser baixada a partir da App Store.

Contudo, quem ainda tem o aplicativo instalado no iOS 26 ou no iPadOS 26, ou em versões anteriores desses sistemas operacionais, ainda pode usá-lo.

Na mesma página de ajuda, a Apple orienta os usuários do Clips a salvar os vídeos feitos com a ferramenta na biblioteca de imagens do iPhone ou iPad (aplicativos Fotos) para que nenhum conteúdo seja perdido, orientação válida para o caso de o app ser removido em alguma atualização do iOS ou iPadOS.

Clips para iOS (imagem: reprodução/Apple)

Por que o Clips foi descontinuado?

A Apple não explica o que a fez descontinuar o Clips. Mas é de se presumir que a baixa popularidade da ferramenta seja o motivo.

O Clips é uma ferramenta de uso fácil, e que permite a aplicação de efeitos, textos adesivos e músicas para tornar o clipe gerado mais interessante ou divertido.

Porém, recursos parecidos podem ser encontrados nos aplicativos das próprias redes sociais, como Instagram e TikTok, ou em apps ligados a esses serviços, como CapCut e Instagram Edits. Isso pode explicar a baixa adesão ao Clips.

Já havia sinais de que o destino do aplicativo seria esse. Desde que foi lançado, o Clips foi atualizado várias vezes para incorporar novas funcionalidades, vindo até a ter suporte a recursos como Animojis e Memojis. Mas, nos últimos anos, o app só vinha recebendo correções para bugs, essencialmente.

Com informações de MacRumors
Apple cancela Clips, app de edição de vídeo do iOS

Apple cancela Clips, app de edição de vídeo do iOS
Fonte: Tecnoblog

Apple encerra suporte ao iCloud no iOS 10 e macOS Sierra

Apple encerra suporte ao iCloud no iOS 10 e macOS Sierra

iCloud tem novos requisitos mínimos (imagem: reprodução/Apple)

Resumo

iCloud passa a exigir iOS 11 ou macOS High Sierra como requisito mínimo;
Modelos antigos, como iPhone 5 e iPad 4, não terão mais acesso ao serviço;
Alteração coincide com chegada do iOS 26, liberado para o iPhone 11 em diante.

Se você tem um iPhone ou um Mac antigo e não atualizado, atenção: os requisitos mínimos para uso dos recursos do iCloud mudaram. Agora, o serviço exige que o dispositivo tenha, pelo menos, o iOS 11 ou o macOS High Sierra (versão 10.13).

Isso significa que, se você tiver um iPhone, iPad ou Mac com o iOS 10 ou macOS Sierra, ou com uma versão anterior a essas, não conseguirá acessar recursos como iCloud Drive, iCloud Photos (Fotos do iCloud) e Find My (Buscar).

O alerta foi dado pelo MacRumors, que notou que a página da Apple que descreve os requisitos do iCloud foi atualizada na segunda-feira (15/09). A atualização serviu justamente para a Apple colocar o iOS 11 e o macOS High Sierra entre os requisitos mínimos para o serviço.

Não surpreende. Tanto o iOS 10 quanto o macOS Sierra foram lançados em 2016. De lá para cá, o iCloud passou por diversas atualizações funcionais e estruturais que, provavelmente, as versões em questão não puderam acompanhar.

Na prática, isso significa que aparelhos como o iPhone 5, o iPhone 5c e o iPad de quarta geração não funcionarão mais com o iCloud, pois o iOS 10 é a última versão compatível com esses modelos.

A situação é um pouco mais tranquila com relação aos Macs, pois o macOS High Sierra é compatível com todos os modelos que rodam o macOS Sierra. Quem tem um Mac nessa condição pode recorrer ao macOS High Sierra para continuar acessando os recursos do iCloud, portanto.

Linha iPhone 5c (imagem: reprodução/Apple)

O iOS 26 já está entre nós

Coincidência ou não, as mudanças nos requisitos mínimos do iCloud ocorrem no mesmo dia em que a Apple liberou a versão final do iOS 26. A novidade está disponível para o iPhone 11 e versões sucessoras da linha. O seu destaque é a interface baseada no conceito Liquid Glass.
Apple encerra suporte ao iCloud no iOS 10 e macOS Sierra

Apple encerra suporte ao iCloud no iOS 10 e macOS Sierra
Fonte: Tecnoblog

Google Tradutor terá exercícios personalizados para treinar idiomas

Google Tradutor terá exercícios personalizados para treinar idiomas

Recurso simula situações de acordo com os objetivos do usuário (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

O Google Tradutor começou a liberar exercícios de escuta e fala em fase beta nos apps para Android e iOS.
Inicialmente, usuários que falam português só podem praticar inglês em atividades curtas e diárias.
O recurso sugere treinos personalizados conforme nível e objetivo do usuário.

O app do Tradutor do Google para Android e iOS começou a receber uma ferramenta que cria exercícios de escuta e fala para quem está aprendendo um idioma estrangeiro. O recurso ainda está em fase beta e, inicialmente, trará aos falantes de português apenas a opção de treinar inglês.

A abordagem é parecida com a de outros apps de idiomas famosos, como o Duolingo, por exemplo. São atividades curtas, que duram alguns minutos, e podem ser feitas diariamente. “Estes exercícios acompanham seu progresso diário e ajudam a formar as habilidades necessárias para se comunicar em outra língua com confiança”, disse ao Verge o gerente de produto Matt Sheets, do Google.

Como funciona a prática de idiomas do Google Tradutor?

Para começar a praticar, o usuário precisa dizer qual é o seu nível de conhecimento do idioma e qual é o seu objetivo ou motivo para praticá-lo — para essa segunda parte, é possível escolher uma das opções predefinidas ou escrever sua própria situação ou interesse. A partir daí, o Google usa a inteligência artificial para gerar exercícios direcionados para o cenário descrito.

Por enquanto, são basicamente dois tipos de tarefas. A tarefa de escuta toca um pequeno trecho do idioma estrangeiro, e cabe ao ouvinte identificar quais palavras estão presentes no áudio. Já a atividade de fala consiste em responder perguntas feitas pela IA, em uma simulação de conversa, contando com dicas do que dizer.

No exemplo dado pelo Google, o usuário diz que seu nível de espanhol é intermediário e que seu objetivo é se comunicar melhor com a família que o hospedará durante um período de intercâmbio. O Tradutor, então, sugere uma atividade com perguntas sobre os horários das refeições. Após concluir os exercícios, o Google lista as palavras praticadas durante a atividade.

Lições estão em fase beta e podem demorar a chegar

O recurso está em fase de testes e, por isso, a distribuição é gradual. Isso significa que pode levar algum tempo até aparecer no seu celular ou tablet. Quando estiver disponível para você, haverá um botão “Praticar” na tela inicial do app.

Para quem fala inglês, é possível praticar espanhol e francês. Já falantes de espanhol, francês e português têm acesso aos exercícios de inglês.

Com informações do Google e do Verge
Google Tradutor terá exercícios personalizados para treinar idiomas

Google Tradutor terá exercícios personalizados para treinar idiomas
Fonte: Tecnoblog

WhatsApp facilita contato com a equipe de suporte técnico

WhatsApp facilita contato com a equipe de suporte técnico

Chatbot de suporte do WhatsApp agora tem acesso facilitado (imagem: reprodução/WABetaInfo)

Resumo

WhatsApp elimina etapa de descrição do problema para simplificar o contato com o suporte.
Mudança já está disponível para usuários da versão estável do app em iOS, Android e desktop no Brasil.
Respostas iniciais no chat são geradas por IA, mas atendentes humanos podem assumir o atendimento conforme necessário.

O WhatsApp está simplificando o contato com o suporte dentro do aplicativo, de modo a tornar o processo mais rápido para os usuários. Para isso, a plataforma removeu uma etapa inicial em que era preciso descrever o problema para iniciar a conversa. Agora, o usuário pode abrir diretamente o chat de ajuda.

A mudança foi identificada primeiramente na versão beta 25.20.10.74 do app para iOS, pelo site especializado WABetaInfo. No entanto, o Tecnoblog verificou que o novo fluxo já está disponível para usuários da versão estável do aplicativo no Brasil, tanto no celular (iPhone e Android) quanto na versão para desktop.

O que mudou?

Anteriormente, usuários precisavam descrever problema e aguardar uma resposta no chat (Imagem: Reprodução/WhatsApp)

Até então, era preciso passar por uma etapa extra, conforme você vê na imagem acima. Os usuários precisavam formular a pergunta e, frequentemente, anexar capturas de tela para explicar a situação antes mesmo de a conversa começar.

Agora, o usuário poderá abrir o chat de suporte diretamente, sem a obrigação de preencher um formulário ou enviar arquivos assim que iniciar a solicitação. Portanto, o aplicativo simplificou o processo para entrar em contato com o suporte.

É importante lembrar que, ao iniciar uma conversa com o suporte, as primeiras respostas costumam ser geradas por uma inteligência artificial da Meta. Ela age como um FAQ, oferecendo soluções rápidas para problemas mais comuns, dado o grande volume de usuários da plataforma.

Na página sobre a ferramenta, o próprio WhatsApp alerta, no entanto, que as respostas da IA podem ser “imprecisas ou inapropriadas”. Por isso, o próprio bot informa que “atendentes humanos estão monitorando” a conversa e podem pode assumir o atendimento a qualquer momento. Não fica claro, porém, quais os critérios para que isso ocorra de forma prioritária.

Para acessar a função, o caminho continua o mesmo: na tela de Configurações, vá até a opção “Ajuda” e clique em “Central de Ajuda”. Ao rolar até o fim da página, você encontra a opção para iniciar o chat com o suporte. No computador, é possível acessar o chatbot seguindo os mesmos passos.

Lembrando que, em casos onde não é possível utilizar o suporte via app, outro canal disponível é pelo e-mail support@whatsapp.com.

Com informações de WABetaInfo
WhatsApp facilita contato com a equipe de suporte técnico

WhatsApp facilita contato com a equipe de suporte técnico
Fonte: Tecnoblog