Category: Internet

HTTP: o que é e como funciona o protocolo usado para transferir dados na web

HTTP: o que é e como funciona o protocolo usado para transferir dados na web

HTTP é o protocolo de comunicação usado para abrir sites da web (Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

O HTTP é um protocolo de comunicação para transferência de dados entre clientes e servidores, que possibilita ações simples como a visualizações de sites da web.

Enquadrado como protocolo padrão para comunicação cliente-servidor, o HTTP se destaca por sua simplicidade, compatibilidade e desempenho, o que facilita sua adoção e uso.

A seguir, entenda melhor o que é o HTTP, veja como ele funciona, e saiba o que o diferencia de outros protocolos usados na internet.

ÍndiceO que significa HTTP?Quem inventou o HTTP?Como funciona o protocolo HTTP?O que são métodos HTTP?HTTP é o único protocolo usado na web?Qual é a diferença entre HTTP e HTTPS?Qual é a diferença entre HTTP e TCP?Qual é a diferença entre HTTP e FTP?

O que significa HTTP?

HTTP significa “Hypertext Transfer Protocol” (ou “Protocolo de Transferência de Hipertexto” em português). Trata-se de um protocolo de comunicação desenvolvido para transferência de informações entre dispositivos conectados em rede.

O HTTP tem papel fundamental no fluxo entre clientes e servidores, possibilitando que aplicações web e navegadores façam solicitações, e que os sistemas de computadores enviem mensagens de resposta para essas requisições.

Essa comunicação cliente-servidor permite, por exemplo, que um navegador abra uma página da web depois de ter solicitado a requisição e de ter recebido a resposta do servidor.

Quem inventou o HTTP?

O HTTP foi desenvolvido pelo cientista britânico Tim Berners-Lee, no começo da década de 90. Na época, Lee estava trabalhando na Organização Europeia para a Pesquisa Nuclear (CERN), situada na fronteira de Suíça e França.

Com o objetivo de atender à demanda por um compartilhamento automatizado de informações, o cientista desenvolveu componentes como HTTP, HTML e URL para dar luz ao sistema de informação global World Wide Web (WWW).

Tim Berners-Lee, criador do protocolo HTTP (Imagem: “Sir Tim Berners-Lee” por Knight Foundation sob CC BY-SA 2.0)

No final de 1990, Lee já havia criado o primeiro servidor web e o primeiro navegador do mundo (intitulado de WorldWideWeb), que permitiam visualizações de páginas da web com suporte ao protocolo HTTP.

Tais feitos renderam a Tim Berners-Lee o apelido de “pai da internet”.

Como funciona o protocolo HTTP?

O protocolo HTTP tem o funcionamento padrão de comunicação no molde clientes-servidores. Os clientes (navegadores ou aplicações web) fazem solicitações aos servidores, que retornam as requisições feitas.

Em termos de fluxo, o cliente envia uma solicitação com métodos HTTP específicos para o servidor, além de caminhos e informações adicionais. Vale destacar que cada método corresponde a uma requisição específica.

O servidor então processa a solicitação e envia códigos numéricos (status HTTP) como resposta para indicar se a requisição foi recebida e a ação foi executada, se houve algum tipo de erro ou se mais ações são necessárias.

Importante frisar que versões do protocolo HTTP mais recentes (como HTTP/2 e HTTP/3) apresentam melhorias de desempenho e segurança durante a navegação, embora o conceito de comunicação cliente-servidor seja o mesmo.

O que são métodos HTTP?

HTTP tem diversos métodos referentes a diferentes tipos de ações (Imagem: padrinan/Pixabay)

Métodos HTTP indicam ações que a solicitação HTTP espera de um determinado servidor consultado. Cada método estipula uma operação diferente e nem todos eles podem ser suportados por um servidor. Os principais métodos HTTP abrangem:

GET: tem como objetivo receber dados de volta de um servidor;

POST: envia dados ao servidor para processamento;

PUT: substitui representações de recursos atuais de destino, podendo criar um novo recurso caso não exista algum atrelado à URL;

DELETE: tem como objetivo excluir o recurso especificado;

HEAD: solicita metadados de um recurso no servidor, sem a transferência do conteúdo completo;

OPTIONS: retorna uma lista com os métodos HTTP suportados e permitidos pelo servidor;

PATCH: aplica modificações ou atualizações de recursos de forma parcial;

TRACE: usado para depuração ou diagnóstico de problemas.

HTTP é o único protocolo usado na web?

Não. A comunicação e transferência de dados na web também conta com os protocolos HTTPS para mais segurança das informações, FTP para trocar de arquivos, SMTP para envio de e-mails, TCP/IP para endereçamento de pacotes de dados e garantias de entregas ordenadas, entre outros.

Qual é a diferença entre HTTP e HTTPS?

O HTTP consiste em um protocolo de comunicação simples, cujas informações podem ser lidas por qualquer pessoa com acesso à rede. Já o HTTPS utiliza um certificado SSL/TLS para criptografar os dados, o que pode garantir mais segurança para informações sensíveis e usuários da web.

Importante mencionar que HTTPS não quer dizer “site seguro”, visto que criminosos podem encontrar meios para garantir o certificado em suas páginas maliciosas.

Qual é a diferença entre HTTP e TCP?

O protocolo de comunicação HTTP é voltado para a transferência de informações entre dispositivos em rede por meio de solicitações e entregas. O TCP (como parte do conjunto TCP/IP) participa desse processo, mas como protocolo de transporte focado em garantir a entrega confiável de dados via web.

Qual é a diferença entre HTTP e FTP?

O HTTP tem como objetivo a transferência de informações via web, e é comumente usado para acesso de sites ou aplicações. Em contrapartida, o protocolo FTP foca na transferência de arquivos entre sistemas no modelo servidor-cliente.
HTTP: o que é e como funciona o protocolo usado para transferir dados na web

HTTP: o que é e como funciona o protocolo usado para transferir dados na web
Fonte: Tecnoblog

SpaceX começa a vender o pequenino roteador Starlink Mini

SpaceX começa a vender o pequenino roteador Starlink Mini

Além de um tamanho menor, suporte da Starlink Mini deixa é mais baixo (Imagem: Divulgação / SpaceX)

A Starlink iniciou a venda da sua antena Mini nos Estados Unidos. O equipamento é voltado para quem busca uma antena fácil de ser carregada, que pode até ser colocada em uma mochila. No momento, o novo produto não está disponível no Brasil — apesar de já aparecer no site brasileiro da Starlink.

Como diz a própria empresa, a antena Starlink Mini “tem o tamanho de um notebook”. As medidas do roteador são 30 cm x 25 cm x 3,8 cm. Segundo a empresa, o equipamento pesa pouco mais de 900 g — praticamente um terço da antena padrão.

Novo plano para usar a Starlink Mini

Nova antena Starlink Mini tem tamanho de notebook e teve suas vendas iniciadas (Imagem: Divulgação/Starlink)

O plano associado à nova antena se chama Mini Roam. Nos Estados Unidos, o serviço custa US$ 30 (R$ 162) a mais na assinatura padrão — que é de US$ 120 mensais por lá e R$ 184 aqui. Mesmo que o produto seja mostrado no site brasileiro da Starlink, ainda não há informações sobre o plano no país. O Mini Roam tem 50 GB de franquia de dados.

O kit da antena Starlink Mini conta com um suporte (menor do que o usado na antena doméstica), um cabo USB-C, um adaptador de tubo e uma fonte de alimentação com cabo — você precisa ligá-la a algum lugar, como a bateria de carro ou um mini-gerador. Falando do consumo de energia, a empresa afirma que o gasto fica entre 25 W e 40 W.

Kit da Starlink Mini traz esses itens (Imagem: Reprodução / Starlink)

A antena ainda não foi certificada pela Anatel, etapa fundamental para que sua venda seja autorizada no Brasil — inclusive, a Starlink é o maior provedor de internet via satélite no país.

Nos Estados Unidos, o preço da antena Starlink Mini é de US$ 599 (R$ 3.244). O equipamento padrão custa, no Brasil, R$ 2.000. O valor da nova antena é US$ 100 maior que a versão padrão nos Estados Unidos.

Com informações: The Verge
SpaceX começa a vender o pequenino roteador Starlink Mini

SpaceX começa a vender o pequenino roteador Starlink Mini
Fonte: Tecnoblog

Como vender e-book na Amazon? Veja como publicar livros pelo Kindle Direct Publishing

Como vender e-book na Amazon? Veja como publicar livros pelo Kindle Direct Publishing

Saiba o passo a passo para publicar um livro digital e vender na loja do Kindle (Imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

É possível publicar e vender um e-book na Amazon pelo Kindle Direct Publishing (ou Amazon KDP). Todo o processo de cadastro do material é realizado de forma simples e gratuitamente na plataforma do e-commerce.

Os autores têm total controle do e-book cadastrado para venda na loja Kindle da Amazon, incluindo definir o preço do livro. Além disso, é possível receber até 70% dos royalties pelas vendas na plataforma ou adicionar à obra a seleção de títulos do Kindle Unlimited.

A seguir, veja como publicar e vender um livro digital na Amazon.

Índice1. Faça login no Amazon Kindle Direct Publishing2. Clique em “+ Criar” para cadastrar o seu livro3. Selecione “Criar eBook”4. Preencha os detalhes do e-book para Kindle5. Envie o manuscrito do livro no KDP6. Crie ou faça upload da arte da capa do livro7. Complete o formulário de informações do livro8. Preencha os dados de preço do e-book9. Publique o e-book na loja da AmazonComo funciona a publicação de livros no Kindle Direct Publishing?Quanto custa publicar um livro na Amazon?Quanto tempo demora para publicar um e-book na Amazon?Quais são os requisitos para publicar e-books na Amazon?Meus livros digitais da Amazon podem ser lidos fora do Kindle?Posso colocar meus e-books do KDP no Kindle Unlimited?Quanto custa distribuir um e-book no Kindle Unlimited?

1. Faça login no Amazon Kindle Direct Publishing

Use o navegador do seu computador para acessar kdpamazon.com/pt_BR/. Então, clique no botão:

Inscreva-se no KDP: caso seja seu primeiro acesso na plataforma e não possui conta na Amazon. Em seguida, faça um breve cadastro;

Faça login: você já possui conta na Amazon e deseja usar o mesmo cadastro no KDP.

Selecionando as opções para acessar o Kindle Direct Publishing (Imagem: Reprodução/Amazon)

2. Clique em “+ Criar” para cadastrar o seu livro

Após o login no KDP, clique no botão “+Criar” para iniciar o cadastro do seu livro na plataforma.

Clicando no botão “+Criar” para iniciar o cadastro do e-book (Imagem: Reprodução/Amazon)

3. Selecione “Criar eBook”

Na próxima página, você verá diferentes opções de formatos para publicar um livro na Amazon. Neste guia, iremos seguir com a opção “Criar eBook” para disponibilizar a publicação no formato digital para Kindle.

Selecionando a opção “Criar eBook” no KDP (Imagem: Reprodução/Amazon)

4. Preencha os detalhes do e-book para Kindle

Preencha o formulário com os dados do seu livro que será publicado pela Amazon. Isso inclui:

Título e subtítulo;

Autor;

Colaboradores;

Descrição;

Direitos de publicação;

Público principal e categoria;

Palavras-chave.

Depois, clique no botão “Salvar e Continuar”, na parte inferior da tela, para avançar.

Preenchendo os dados do e-book no KDP (Imagem: Reprodução/Amazon)

5. Envie o manuscrito do livro no KDP

Na página “Conteúdo do eBook Kindle”, clique em “Fazer upload do manuscrito”. Então, selecione o arquivo do manuscrito no seu livro no computador para continuar.

Enviando o manuscrito do e-book (Imagem: Reprodução/Amazon)

6. Crie ou faça upload da arte da capa do livro

Na seção “Capa do eBook Kindle”, escolha uma das opções:

Use o Criador de capas: usar a ferramenta do KDP para criar a arte de capa do livro;

Faça upload de uma capa: enviar a arte de capa da publicação do seu computador.

Selecionando o arquivo de capa do e-book (Imagem: Reprodução/Amazon)

7. Complete o formulário de informações do livro

Informe os dados restantes do seu livro que será publicado, como:

Conteúdo gerado por IA;

ISBN do eBook.

Em seguida, toque no botão “Salvar e continuar”.

Preenchendo o restante das informações do e-book (Imagem: Reprodução/Amazon)

8. Preencha os dados de preço do e-book

Na página “Preço do eBook Kindle”, você encontra a opção para inscrever seu livro no programa KDP Select e, assim, disponibilizar a publicação para os assinantes do Kindle Unlimited.

Já na seção “Preços, royalty e distribuição”, é possível cadastrar o preço sugerido de venda do seu e-book e calcular os valores da entrega digital e das taxas de royalties (sem impostos).

Definindo o preço sugerido de venda do e-book e royalties (Imagem: Reprodução/Amazon)

9. Publique o e-book na loja da Amazon

Após concluir os detalhes dos preços de venda da sua publicação, clique no botão “Publicar seu eBooks Kindle” no final da página. Então, aguarde até 72 horas para o livro digital estar disponível para venda na Amazon.

Enviando o e-book para a publicação no KDP (Imagem: Reprodução/Amazon)

Como funciona a publicação de livros no Kindle Direct Publishing?

O Amazon KDP permite publicar um livro digital na Amazon de forma independente e gratuita. Os autores que usam a plataforma mantêm total controle sobre a obra, incluindo os direitos autorais, design, formatos e preço do e-book.

O programa oferece duas opções de taxa de royalties para os autores: 35% ou 70%. O valor da remuneração sobre a comercialização da obra varia conforme o preço de venda e os países em que o material será disponibilizado.

Os autores que usam o Amazon KDP têm a vantagem de oferecer uma distribuição mais acessível dos livros. Principalmente os escritores que desejam usar o alcance do maior e-commerce do mundo para um lançamento global.

Embora o cadastro para a venda da obra seja gratuito, a plataforma cobra uma taxa pela entrega dos livros digitais. Com base no tamanho do arquivo, a Amazon desconta uma porcentagem pela venda de cada cópia do e-book.

Quanto custa publicar um livro na Amazon?

Não há custos para publicar um livro digital pelo Amazon KDP. Entretanto, a plataforma fica com uma porcentagem dos royalties e cobra uma taxa de distribuição digital pela venda de cada cópia do e-book na loja Kindle.

É importante dizer que o lançamento de um livro ainda envolve outros custos adicionais. Por exemplo, o autor ou a editora podem contratar outros profissionais para colaborar com a produção do material (editor, revisor, diagramador, capista).

Também é essencial ter uma verba de marketing no caso de uma venda independente dos e-books. O programa de distribuição da Amazon possui ferramentas de anúncios customizados para auxiliar na divulgação do livro.

Quanto tempo demora para publicar um e-book na Amazon?

O Amazon KDP garante que o e-book estará disponível para compra nas lojas em no máximo 72 horas após o envio.

Quais são os requisitos para publicar e-books na Amazon?

Você deve formatar o manuscrito conforme as diretrizes do Amazon KDP. O documento deve atender aos seguintes requisitos:

Formatação: o manuscrito deve ter índice, títulos de capítulos, notas de rodapé (se aplicável), recuos de parágrafos e espaçamento de linha padronizados. Também deve apresentar elementos pré e pós-textuais;

Tamanho: não há limite de páginas para e-books, mas é recomendado que o material tenha mais de 2.500 palavras para oferecer uma boa experiência ao leitor;

Capa: imagem no formato TIFF/JPEG com proporção 1,6:1.

Formato do manuscrito: arquivos em Microsoft Word (DOC/DOCX), Kindle Package Format (KPF), EPUB ou MOBI de até 650 MB.

Para saber mais detalhes, acesse o guia de formatação de e-books da Amazon.

Quais são os formatos de livro digital que posso publicar na Amazon?

O KDP aceita diferentes formatos de livros digitais. Os mais usados são:

Microsoft Word (DOC/DOCX);

Kindle Package Format (KPF);

EPUB;

MOBI;

HTML (ZIP, HTM ou HTML)

Rich Text (RFT)

Adobe PDF (PDF).

Meus livros digitais da Amazon podem ser lidos fora do Kindle?

Sim, você pode usar o Kindle para ler e-books em outros dispositivos. É possível acessar a sua biblioteca com livros adquiridos na loja da Amazon usando o app Kindle em celulares, tablets e computadores.

Posso colocar meus e-books do KDP no Kindle Unlimited?

Sim, dá para colocar os e-books no Kindle Unlimited durante o cadastro no Amazon KDP. Na página “Preço do eBook Kindle”, o autor deve selecionar a opção “KDP Select” para disponibilizar o livro para os assinantes do programa da Amazon.

Quanto custa distribuir um e-book no Kindle Unlimited?

Os autores não precisam pagar para distribuir um e-book no Kindle Unlimited, mas é necessário renovar a inscrição no KDP Select a cada 90 dias. Ao participar do programa, os royalties são gerados a partir de cada página lida pelos assinantes da Amazon.

Todos os e-books que integram o KDP Select também podem receber o bônus KDP Select All-Stars. Essa é uma bonificação da Amazon que é dada aos livros e autores mais lidos pelos assinantes do Kindle Unlimited.
Como vender e-book na Amazon? Veja como publicar livros pelo Kindle Direct Publishing

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Fonte: Tecnoblog

Comitê diz que Meta só demonstrou ter cumprido 28% das recomendações

Comitê diz que Meta só demonstrou ter cumprido 28% das recomendações

Comitê revisa decisões de moderação de Facebook e outras redes da Meta (Imagem: Brett Jordan / Unsplash)

O mais recente relatório do Comitê de Supervisão da Meta indica que a empresa implementou total ou parcialmente 75 das 266 recomendações feitas, segundo as provas obtidas pelo grupo. Isso dá cerca de 28%. A companhia também relata “progresso” em outras 81 recomendações (30%).

Ainda segundo o documento, a Meta diz que outras 42 das 266 recomendações já foram colocadas em prática, mas ainda não publicou informações que demonstrem isso.

Outras 15 recomendações foram rejeitadas após avaliação de viabilidade, 32 foram recusadas, 16 foram omitidas ou reformuladas e 5 ainda aguardam resposta. Os dados vão de janeiro de 2021 a maio de 2024.

Como nota o Engadget, o documento não traz nenhum comentário sobre estes números, nem mesmo sobre recomendações específicas que a Meta deixou de cumprir.

Comitê funciona como “suprema corte” da Meta

O Comitê de Supervisão da Meta (ou Oversight Board, em inglês) é um órgão independente, composto por especialistas de diversas áreas. Ele foi criado para revisar a moderação das plataformas da empresa, funcionando como uma espécie de suprema corte das redes sociais, a quem os usuários podem recorrer caso não concordem com as decisões.

Meta é dona de WhatsApp, Instagram e Facebook (Ilustração: Vitor Pádua / Tecnoblog)

O relatório anual também mostra a enorme quantidade de apelos que o Comitê recebe: em 2023, foram 398.597. De todos estes, apenas 53 foram “julgados”. O grupo explica que estes casos são os que teriam maior repercussão entre os usuários da Meta.

Entre os exemplos, estão melhorias no sistema de “strikes” das redes da empresa e a funcionalidade de status da conta, que mostra aos usuários se alguma de suas publicações violou as regras da companhia.

O documento ainda traz alguns assuntos que o Comitê pretende abordar nos próximos meses. Entre eles, estão a “demoção”, que é quando uma publicação tem sua visibilidade limitada — o contrário de promoção. Usuários do Facebook e Instagram chamam isso de “shadowban”, termo que significa que a conta foi banida do algoritmo de recomendação sem que o dono tenha sido informado. A Meta nega a prática.

Com informações: Engadget
Comitê diz que Meta só demonstrou ter cumprido 28% das recomendações

Comitê diz que Meta só demonstrou ter cumprido 28% das recomendações
Fonte: Tecnoblog

Google desiste da rolagem infinita na busca

Google desiste da rolagem infinita na busca

Google desativa rolagem infinita nas buscas (Imagem: Vitor Pádua / Tecnoblog)

A rolagem infinita é um recurso utilizado em diversos sites, mas o Google resolveu desativar essa função no buscador. A partir de hoje, quem faz pesquisas na versão para desktop encontrará as tradicionais páginas numeradas no rodapé.

A informação foi confirmada pelo próprio Google ao Search Engine Land, e a medida afeta inicialmente a interface para computadores. O gigante das buscas também irá remover a rolagem infinita dos smartphones a partir do próximo mês.

De acordo com a empresa, a retirada da rolagem infinita permitirá que os resultados sejam entregues de forma mais rápida em vez de carregar respostas que os usuários não haviam solicitado. O Google também revelou que a rolagem contínua não aumentava a satisfação dos usuários com a busca.

Busca do Google volta a ser paginada (Imagem: Reprodução/Google)

O Google havia implementado a rolagem infinita em 2021 nas buscas feitas por celulares e no final de 2022 na versão para desktop. Com a retirada do recurso, as pesquisas voltam a ser paginadas como era anteriormente.

A retirada da rolagem infinita do Google também pode impactar na audiência dos sites, uma vez que os resultados podem ficar escondidos a partir da segunda página.

Vazamento detalhou mecanismo de busca do Google

O algoritmo de busca do Google sempre foi uma incógnita para muitos estudiosos de SEO, mas um megavazamento de dados revelou alguns segredos que detalham como o mecanismo classifica as posições de páginas para exibir durante as pesquisas.

Os documentos informam que a quantidade de links que uma página recebe é um importante critério de classificação, algo que representantes do Google informavam que editores e profissionais de SO não precisavam se preocupar tanto com isso.

Dentre outros critérios, o algoritmo do Google também avalia a correspondência do título com o conteúdo de uma página, bem como frequências de atualização e análise de autoridade de quem escreveu determinado artigo (EEAT).
Google desiste da rolagem infinita na busca

Google desiste da rolagem infinita na busca
Fonte: Tecnoblog

Instagram agora permite fazer lives exclusivas para melhores amigos

Instagram agora permite fazer lives exclusivas para melhores amigos

Você poderá fazer uma live no Instagram apenas para seus amigos próximos (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Se você é tímido como eu, provavelmente nunca fez uma live no Instagram. A rede social quer mudar isso, e agora permite que criar transmissões de vídeo ao vivo exclusivas para quem está na lista de Amigos Próximos.

O recurso foi liberado nesta última quinta-feira (20) para todos os usuários. Ao iniciar uma live, é possível escolher se ela será compartilhada com todos ou apenas para sua lista de melhores amigos.

Quem está na lista de close friends receberá uma notificação assim que a live começar. A transmissão para os Amigos Próximos é idêntica à de uma live convencional, e os espectadores podem curtir, comentar, enviar perguntas e até mesmo pedirem para participar ao vivo em vídeo.

Melhores amigos serão notificados ao iniciar uma live exclusiva para a lista (Imagem: Reprodução/Meta)

Com o novo recurso, o Instagram quer fomentar transmissões de vídeo mais íntimas e espontâneas. No X (ex-Twitter), a rede social deu exemplo de criar uma live para pedir conselhos aos amigos sobre qual roupa utilizar.

NEW Go Live with your Close Friends to ask for OOTD advice or just chat in real time pic.twitter.com/wDYjqw1N4f— Instagram (@instagram) June 20, 2024

Instagram colocou comentários nos stories

Outra novidade anunciada pelo Instagram nessa semana é a possibilidade de adicionar comentários nos stories. A mecânica é diferente das respostas e curtidas, pois os novos comentários podem ser vistos por qualquer pessoa.

Somente é possível adicionar comentários para amigos — ou seja, apenas se a pessoa em questão também segue de volta o seu perfil. Ao visualizar um story com comentário, um pequeno balão de texto aparece no canto inferior esquerdo da tela do smartphone.

Ao contrário das lives para melhores amigos, os comentários nos stories não estão disponíveis para todas as contas — de acordo com a rede social, trata-se de um teste que começou com “um pequeno grupo de pessoas”.

Ao menos por enquanto, não é possível desativar os comentários nos stories, caso essa função esteja disponível na sua conta — mas é possível apagar e denunciar comentários. Nada muda nas respostas e curtidas, que continuam privadas.
Instagram agora permite fazer lives exclusivas para melhores amigos

Instagram agora permite fazer lives exclusivas para melhores amigos
Fonte: Tecnoblog

Instagram testa comentários nos Stories que todo mundo vai poder ver

Instagram testa comentários nos Stories que todo mundo vai poder ver

Instagram começou a desenvolver comentários nos Stories em dezembro de 2023 (Imagem: Vitor Pádua / Tecnoblog)

Resumo

O Instagram está testando comentários nos Stories que ficam visíveis para outros usuários.
O recurso foi liberado para poucas pessoas na rede, com um ícone de comentário aparecendo ao visualizar um Story.
Os comentários seguem as configurações de privacidade do perfil, podendo ser limitados a seguidores ou bloqueados.
Este novo recurso não substitui as respostas privadas, que continuam disponíveis.
Ferramentas de moderação permitem excluir, denunciar, bloquear seguidores e ocultar Stories.

O Instagram está testando comentários nos Stories. Eles são diferentes das tradicionais respostas e ficam visíveis para outros usuários. A Meta diz que o recurso foi liberado para poucas pessoas, em caráter experimental.

O aplicativo do Instagram exibiu, nos últimos dias, um aviso para os participantes do teste. Para eles, surgiu um ícone de comentário no canto inferior da tela, ao visualizar um Story. Os comentários publicados são exibidos para todos e aparecem de forma semelhante ao que acontece nas transmissões ao vivo.

Comentários aparecem para outros usuários (Imagem: Reprodução / Tecnoblog)

Ao publicar um Story, o usuário recebe um aviso de que a nova forma de interação ficará disponível e poderá ser visualizada por mais pessoas. Não há como desativar o recurso e sair do teste, mas os comentários provavelmente seguirão as configurações de privacidade do perfil, podendo ser limitados a seguidores ou bloqueados para todos.

A Meta enviou o seguinte posicionamento ao Tecnoblog:

“Estamos sempre trabalhando em maneiras de ajudar você a se conectar melhor com os seus amigos nos Stories. Estamos testando uma nova maneira de deixar comentários nos Stories, começando com um pequeno grupo de pessoas.”

Respostas privadas

O novo recurso causou reações desesperadas em alguns usuários, que temem por sua privacidade. Se foi o seu caso, pode ficar tranquilo: os comentários não vão substituir as respostas, e você ainda poderá enviar mensagens particulares para interagir com os Stories dos seus amigos. As reações e curtidas também continuam como antes.

O funcionamento é bem parecido com o dos comentários nas fotos do feed. Quando alguém comentar seu Story, você receberá um alerta na aba de notificações. Além disso, as ferramentas de moderação são bem parecidas: dá para excluir ou denunciar comentários, bloquear ou remover seguidores e também ocultar seu Story para aquela pessoa não poder mais acessá-lo.

Usuário terá acesso rápido para moderar comentários em seus Stories (Imagem: Reprodução / Tecnoblog)

Os comentários estão sendo desenvolvidos desde dezembro de 2023, quando eram conhecidos pelo nome “Hype”. A Meta não usou esta marca no teste, até o momento. E vale lembrar que, como sempre acontece em ferramentas experimentais, pode haver erros e problemas, além de mudanças frequentes no funcionamento.

Com informações: TecMundo
Instagram testa comentários nos Stories que todo mundo vai poder ver

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Fonte: Tecnoblog

Chefe da saúde pública dos EUA pede “selo de advertência” em redes sociais

Chefe da saúde pública dos EUA pede “selo de advertência” em redes sociais

Debate sobre saúde mental e redes sociais está em alta (Imagem: Robin Worrall / Unsplash)

Vivek Murthy, chefe dos departamentos de saúde pública dos Estados Unidos, fez um apelo ao Congresso do país: exigir que as redes sociais tenham “selos de advertência”, semelhantes aos das embalagens de cigarro, para expor os perigos que elas representariam para a saúde mental de crianças e adolescentes.

Murthy ocupa o cargo de cirurgião-geral dos EUA, nome dado ao líder do sistema de saúde pública no país. “A crise de saúde pública entre os jovens é uma emergência, e as redes sociais despontaram como um fator importante”, escreveu ele em um artigo publicado no jornal The New York Times.

Selo proposto para redes sociais deve seguir padrão das mensagens sobre tabaco (Imagem: Debora Cartagena / CDC)

No texto, o médico cita estudos indicando que adolescentes que passam mais de três horas por dia usando redes sociais têm riscos maiores de apresentar sintomas de ansiedade e depressão. Além disso, metade dos jovens dizem que as plataformas fazem com que eles se sintam mal sobre a própria aparência.

O selo pedido pelo cirurgião-geral seria semelhante ao apresentado nas embalagens de cigarro vendidas no país. É uma mensagem de três linhas, sem imagem, diferente das advertências presentes nos maços e caixas vendidos no Brasil. E, como no caso do tabaco, para que a medida seja colocada em prática, o Congresso dos EUA precisaria criar uma lei autorizando a mensagem.

Governos investigam e processam redes sociais

O impacto das redes sociais na saúde mental dos adolescentes é uma questão em alta nos últimos anos. Em 2021, Frances Haugen, ex-funcionária da Meta, acusou a empresa de esconder resultados de pesquisas internas que demonstrariam os perigos do Instagram para o bem-estar deste público.

Nos EUA, 41 estados processaram a Meta por supostamente ter enganado a população sobre os danos que suas plataformas poderiam causar a crianças e adolescentes.

Instagram é acusado de viciar crianças e adolescentes (Imagem: Azamat E / Unsplash)

O governador da Flórida, Ron DeSantis, do Partido Republicano, sancionou uma lei que proíbe que menores de 14 anos tenham contas nas redes sociais; menores de 16 precisam de consentimento dos pais para acessar as plataformas.

No estado de Nova York, a governadora Kathy Hochul, do Partido Democrata, prometeu sancionar uma lei para proibir o uso de algoritmos nos feeds de crianças e impedir que as empresas compartilhem informações de usuários menores de 18 anos.

O assunto também tem repercussão fora dos EUA. A União Europeia vai investigar se Facebook e Instagram estimulam comportamentos viciantes em crianças e adolescentes.

Com informações: Associated Press, Axios, The Verge, CNN
Chefe da saúde pública dos EUA pede “selo de advertência” em redes sociais

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Fonte: Tecnoblog

Google lança no Brasil ferramenta que remove dados pessoais das buscas

Google lança no Brasil ferramenta que remove dados pessoais das buscas

Vice-Presidente Global de Segurança e Privacidade do Google apresenta novas soluções de segurança durante Google for Brasil 2024 (Imagem: Ana Marques/Tecnoblog)

No evento Google for Brasil, realizado nesta terça-feira (11), a companhia anunciou a ferramenta “Privacidade nos resultados para você”. Com ela, usuários do Google no Brasil podem solicitar que o buscador remova dados pessoais que aparecem nos resultados das pesquisas, como endereço residencial, número de telefone e e-mail.

Esse é um recurso de privacidade importante, afinal, não é raro que dados pessoais fiquem expostos na web. A liberação dessas informações pode ocorrer sob uma série de circunstâncias, como quando a pessoa participa de um concurso público, está envolvida em processos judiciais ou é vítima de vazamento de dados.

Com a ferramenta “Privacidade nos resultados para você”, é possível solicitar que o Google remova informações pessoais de contato, bem como notifique o usuário quando novas páginas com esses dados surgirem nas pesquisas.

Até o final do ano, o Google também permitirá que a remoção de dados pessoais inclua números de documentos oficiais, como CPF, CNH e passaporte. A empresa destaca que o Brasil será um dos primeiros países a permitir que o usuário solicite a remoção de dados de documentos de identificação nos resultados.

Ferramenta Privacidade nos resultados para você (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

Royal Hansen, do Google, ressalta a importância desse mecanismo:

Nossos produtos são pensados tendo privacidade no centro, desde o início do seu desenvolvimento. Além disso, através de nossas práticas de gerenciamento de dados, oferecemos aos nossos usuários o controle de suas informações.

É claro que remover estas informações da Busca não as remove da internet, mas este é um passo importante para ajudar a proteger as pessoas online.

Royal Hansen, vice-presidente global de privacidade e segurança do Google

Como remover dados pessoais das buscas do Google

Basta acessar a página Privacidade nos resultados sobre você. No celular, acesse o aplicativo do Google, toque na sua foto de perfil e vá em “Privacidade nos resultados sobre você”.

Versão do Privacidade nos resultados para você no celular (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

Depois, vá em “Começar agora”. Você será instruído a informar dados pessoais como nome, endereço residencial, número de telefone e e-mail. Todas essas informações podem ser adicionadas mais de uma vez. Assim, você pode informar o seu endereço residencial atual e o antigo, por exemplo.

O Google verificará se esses dados estão disponíveis na web. Os resultados encontrados serão mostrados a você. Basta tocar no ícone com três pontos ao lado do resultado e selecionar “Remover”. O buscador excluirá essa informação dos resultados, desde que ela esteja de acordo com os critérios de remoção do serviço.

Vale reforçar o recado de Royal Hansen: o pedido de remoção faz as informações pessoais deixarem de ser exibidas no buscador, mas as páginas que contêm esses dados continuam existindo.
Google lança no Brasil ferramenta que remove dados pessoais das buscas

Google lança no Brasil ferramenta que remove dados pessoais das buscas
Fonte: Tecnoblog

Suposto megavazamento dá detalhes sobre como a busca do Google funciona

Suposto megavazamento dá detalhes sobre como a busca do Google funciona

Suposto megavazamento dá detalhes sobre como a busca do Google funciona (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

O que aparenta ser um grande vazamento de documentos do Google revela detalhes sobre o funcionamento do buscador. Mais de 2.500 páginas dão informações sigilosas sobre como os algoritmos da plataforma classificam os resultados das pesquisas. Esses dados nunca foram divulgados publicamente pela companhia.

A documentação parece ser oriunda de uma API interna do Google e foi disponibilizada via bot em um repositório no GitHub. Rand Fishkin, especialista em SEO (Search Engine Optimization), analisou as informações e publicou um extenso relatório a respeito.

Os documentos são muito técnicos, mas é possível extrair dali algumas características importantes sobre o sistema de classificação de resultados do Google.

Algumas revelações da documentação

Uma das constatações é a de links continuam sendo importantes para o buscador. Por muito tempo, o Google contava a quantidade de links que apontavam para determinado site ou página como um de seus principais critérios de classificação nas buscas. Era o chamado PageRank.

A quantidade de links ainda é um parâmetro considerado pelo buscador, mas, nos últimos anos, o Google dava a entender que editores de conteúdo e profissionais de SEO não precisavam mais se importar tanto com isso. Mas, de acordo com os documentos vazados, os links ainda continuam sendo muito relevantes.

As análises também mostram que o Google considera uma série de parâmetros para avaliar cliques nos resultados de modo a identificar se os links indicados trouxeram informações relevantes para o usuário.

Outros critérios de classificação revelados nos documentos incluem:

o Google tem um parâmetro que avalia quão bem o título de uma página corresponde ao seu conteúdo;

o buscador tem parâmetros para avaliar o quão frequentemente um site é atualizado, e aparenta dar mais prioridade aos que têm conteúdo novo com frequência;

o buscador tem um mecanismo de pontuação de autoridade de sites que pode influenciar no posicionamento de páginas nos resultados;

o Google analisa dados sobre o autor de um conteúdo para determinar a sua relevância.

Documentos supostamente vazados do Google (imagem: Rand Fishkin/SparkToro)

O Google teria mentido para editores e profissionais de SEO?

As primeiras análises desses documentos dão a entender que o Google não tem sido totalmente transparente com editores de sites e profissionais de SEO que buscam as orientações da companhia para entender como o buscador funciona.

Por exemplo, o ponto sobre o Google analisar dados de autor faz parte de um conceito chamado EEAT, sigla em inglês para Experiência, Especialização, Autoridade, Confiabilidade.

Representantes do Google já disseram, mais de uma vez, que os produtores de conteúdo devem se preocupar com EEAT para transmitir informações mais confiáveis para os usuários, mas que esses dados não são considerados para a classificação de páginas. Porém, a documentação sugere o contrário.

Outro aspecto que teria sido tratado com pouca clareza por parte da empresa é o critério de autoridade. A existência desse parâmetro remete a 2011, quando a companhia lançou um conjunto de atualizações para o buscador chamado Panda.

Mas o Google teria dito nos anos seguintes que não existe uma escala de pontos de autoridade para sites. Essa é outra afirmação que entra em conflito com a documentação.

Alguns dos milhares de atributos considerados pelo buscador, de acordo com os documentos (imagem: Rand Fishkin/SparkToro)

Os documentos vazados são verdadeiros?

O Google ainda não soltou nenhum comunicado para confirmar o vazamento, mas a riqueza de detalhes e a forma como os documentos estão organizados sugerem que eles são verdadeiros, sim.

Mas o impacto que isso terá sobre o Google como empresa, sobre o mecanismo de busca em si e sobre o “mercado” de SEO como um todo é algo que somente conheceremos nos próximos dias ou semanas.

Com informações: Search Engine Land, The Verge
Suposto megavazamento dá detalhes sobre como a busca do Google funciona

Suposto megavazamento dá detalhes sobre como a busca do Google funciona
Fonte: Tecnoblog