Category: Internet

Copa do Mundo dispara o tráfego de internet no Brasil

Copa do Mundo dispara o tráfego de internet no Brasil

Neymar e Vini Jr na partida contra a Escócia (imagem: reprodução/Fifa)

Resumo

O data center da Elea no Rio de Janeiro registrou um pico de 951,89 Gb/s de trânsito de dados durante a partida da seleção brasileira contra a Escócia.
A alta demanda de internet durante a Copa do Mundo levou as operadoras a se prepararem para picos de tráfego, com a TIM projetando uma demanda cinco vezes maior do que o habitual.
A TIM está preparando sua infraestrutura de rede, incluindo a redução da latência e a utilização de inteligência artificial para gestão dinâmica da rede, para oferecer uma experiência mais estável aos clientes.

O interesse do brasileiro pela Copa do Mundo, com direito a jogos transmitidos em variados apps, levou a uma alta nunca antes vista de consumo de internet, segundo empresas do setor. O data center da Elea no Rio de Janeiro atingiu pico durante a partida de ontem (24/06), com 951,89 Gb/s de trânsito de dados durante o segundo gol de Vini Jr, por volta das 19h30.

O jogo do Brasil contra a Escócia voltou a evidenciar o impacto dos grandes eventos esportivos sobre a infraestrutura digital. Ao longo da competição, a empresa especializada em data centers também detectou outros dois momentos de tráfego intenso: 865,27 Gb/s na partida contra o Haiti (em 19/06) e 865,02 Gb/s na estreia contra o Marrocos (13/06).

No servidor identificado como RJO1 são processadas as transmissões da Globo e do Globoplay.

De acordo com a Elea, a alta decorre não apenas da transmissão dos jogos, mas também da procura por redes sociais, aplicativos de mensagens, plataformas digitais e serviços financeiros durante jogos da seleção masculina de futebol.

Como as operadoras se preparam para os picos de tráfego?

A operadora TIM projeta uma demanda cinco vezes maior do que o habitual nas próximas etapas do evento esportivo. Por conta disso, disse que está preparando a infraestrutura de rede. Ela afirmou que reduziu a latência e tomou outras providências para oferecer uma experiência mais estável aos clientes, mesmo nos momentos de pico extremo de acessos simultâneos.

Por exemplo, a TIM utiliza inteligência artificial para realizar a gestão dinâmica da rede. Tudo corre em tempo real. Há ainda parcerias com plataformas de streaming.
Copa do Mundo dispara o tráfego de internet no Brasil

Copa do Mundo dispara o tráfego de internet no Brasil
Fonte: Tecnoblog

Como acessar o e-mail do iCloud no celular ou PC

Como acessar o e-mail do iCloud no celular ou PC

Conheça as diferentes formas de ver as mensagens do Mail do iCloud (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Existem diferentes meios de acessar o Mail do iCloud para centralizar as comunicações e checar as mensagens em diferentes dispositivos. No iPhone, iPad e computadores Mac, é necessário ativar uma configuração nos “Ajustes” do dispositivo para que o serviço de e-mail seja integrado automaticamente ao app nativo Mail.

Para os usuários de Android ou PC com Windows, o caminho ideal é acessar o site oficial do serviço via navegador. Em todos os cenários, o usuário pode responder e-mails, gerenciar pastas ou escrever novas mensagens de forma rápida e segura.

A seguir, veja o passo a passo para acessar o e-mail do iCloud no celular ou PC.

ÍndiceComo acessar o e-mail do iCloud no iPhone ou iPad1. Acesse os “Ajustes” do dispositivo Apple2. Toque no seu perfil da Conta Apple3. Selecione a opção “iCloud”4. Abra as configurações do “Mail”5. Ative a opção “Usar neste dispositivo”6. Acesse o app “Mail”Como acessar o e-mail do iCloud no Mac 1. Acesse os “Ajustes do Sistema” do Mac2. Clique no seu nome do ID Apple3. Abra o menu “iCloud”4. Selecione a opção “Mail do iCloud”5. Ative a ferramenta de e-mail6. Abra o app “Mail” no MacComo acessar o e-mail do iCloud via navegador 1. Entre no site oficial do Mail do iCloud2. Inicie a sessão da Conta Apple3. Ajuste as opções de privacidade do e-mail4. Navegue pela caixa de entrada do e-mail do iCloudPor que não consigo acessar o e-mail do iCloud?O que fazer se não lembro a senha do iCloud Mail? Também posso configurar o iCloud Mail em outros apps de cliente de e-mail?

Como acessar o e-mail do iCloud no iPhone ou iPad

1. Acesse os “Ajustes” do dispositivo Apple

Abra o aplicativo “Ajustes” para acessar as configurações do iPhone ou iPad. Essa etapa inicial é essencial para preparar o dispositivo para acessar o iCloud Mail.

Abrindo os “Ajustes” do iPhone (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

2. Toque no seu perfil da Conta Apple

Toque no seu nome no topo da tela para abrir as opções de configurações e gerenciamento do ID Apple.

Abrindo o menu da Conta Apple (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

3. Selecione a opção “iCloud”

Toque em “iCloud” para abrir o menu com detalhes sobre os serviços e aplicativos relacionados ao armazenamento na nuvem da Apple.

Selecionando o menu “iCloud” (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

4. Abra as configurações do “Mail”

Na seção “Salvos no iCloud”, toque em “Mail” para iniciar a configuração do e-mail do iCloud.

Abrindo a opção “Mail” do iCloud (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

5. Ative a opção “Usar neste dispositivo”

Ative a chave ao lado da opção “Usar neste iPhone” ou “Usar neste iPad”, dependendo do aparelho. Ao executar essa ação, o iCloud Mail será automaticamente configurado com o app “Mail” do dispositivo.

Ativando o uso do Mail do iCloud no dispositivo (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

6. Acesse o app “Mail”

Por fim, abra o aplicativo “Mail” para ver o e-mail do iCloud no iPhone ou iPad imediatamente.

Acessando o app “Mail” para ver a caixa de entrada (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Como acessar o e-mail do iCloud no Mac 

1. Acesse os “Ajustes do Sistema” do Mac

Clique no ícone de maçã, no canto superior esquerdo da tela do Mac, e selecione “Ajustes do Sistema”. Esse painel gerencia todos os recursos internos do computador e é o ponto de partida para as configurações de acesso ao e-mail do iCloud.

Abrindo os “Ajustes do Sistema” do Mac (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

2. Clique no seu nome do ID Apple

Clique no seu nome exibido no topo da barra lateral esquerda na janela de “Ajustes” para abrir mais configurações do Mac.

Acessando o menu do ID Apple (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

3. Abra o menu “iCloud”

Clique na opção “iCloud” para acessar as configurações do serviço de armazenamento na nuvem da Apple.

Acessando a opção “iCloud” (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

4. Selecione a opção “Mail do iCloud”

Navegue pela lista de serviços integrados e clique em “Mail do iCloud” para abrir um menu de configurações da ferramenta.

Selecionando o “Mail do iCloud” (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

5. Ative a ferramenta de e-mail

Na janela pop-up, clique no botão “Ativar” ao lado da opção “Mail do iCloud” para habilitar o recurso e, em seguida, clique em “OK” para confirmar. Essa mudança permite entrar no e-mail do iCloud diretamente pelo app “Mail” do Mac.

Ativando a configuração automática do Mail do iCloud (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

6. Abra o app “Mail” no Mac

Localize o aplicativo “Mail” no Dock ou no Launchpad e clique nele para abrir a caixa de entrada do iCloud Mail no seu computador Mac.

Abrindo o app “Mail” no Mac (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Como acessar o e-mail do iCloud via navegador 

1. Entre no site oficial do Mail do iCloud

Use o navegador do celular Android ou do computador Windows para acessar: icloud.com/mail. Esta é a página oficial para quem precisa acessar o e-mail iCloud pelo PC ou outros sistemas.

Acessando o site oficial do Mail do iCloud pelo navegador (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

2. Inicie a sessão da Conta Apple

Toque em “Iniciar sessão” e, em seguida, faça login na Conta Apple vinculada ao seu e-mail do iCloud que você deseja acessar para avançar. Caso a verificação em duas etapas esteja ativada, confirme o código enviado aos seus aparelhos autorizados.

Fazendo login na Conta Apple (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

3. Ajuste as opções de privacidade do e-mail

Caso você seja assinante do iCloud+, escolha as formas de proteção de privacidade. Após ajustar os parâmetros, toque em “Continuar” para entrar no e-mail do iCloud pelo Android ou computador.

Definindo as configurações de privacidade do Mail (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

4. Navegue pela caixa de entrada do e-mail do iCloud

Por fim, acesse a caixa de entrada do e-mail do iCloud e cheque suas mensagens pelo navegador do PC ou smartphone Android.

Navegando pela caixa de entrada do e-mail do iCloud (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Por que não consigo acessar o e-mail do iCloud?

Existem alguns motivos que podem impedir o acesso ao e-mail do iCloud. Os mais comuns são:

Conta não ativada: antes de sincronizar o serviço nos dispositivos Apple, o primeiro passo obrigatório é criar um e-mail no iCloud por meio das configurações do ID Apple;

Bloqueio preventivo de segurança: errar a senha sucessivas vezes ou acessar a conta de locais incomuns faz a Apple aplicar uma retenção de segurança, suspendendo o acesso temporariamente;

Falha na autenticação de dois fatores (2FA): o sistema impede o login se o usuário não estiver com um dispositivo confiável por perto para receber ou gerar o código de verificação obrigatório;

Instabilidade de rede ou servidores: o serviço de e-mail do iCloud pode estar fora do ar devido a manutenções internas ou a própria conexão Wi-Fi e dados móveis está instável;

Incompatibilidade de sistema ou dados corrompidos: sistemas operacionais desatualizados geram falhas no aplicativo, enquanto arquivos temporários corrompidos (cache) impedem a atualização da caixa de entrada.

O que fazer se não lembro a senha do iCloud Mail? 

O caminho mais seguro para recuperar a senha do iCloud é utilizar um dispositivo confiável da Apple, como o iPhone ou o iPad. Basta acessar “Ajustes”, tocar no seu nome na parte superior da tela e selecionar “Iniciar Sessão e Segurança” para redefinir o código.

Caso esteja sem o aparelho por perto, acesse o site oficial iforgot.apple.com em qualquer navegador para iniciar o resgate. Outra opção é baixar o aplicativo “Suporte da Apple” em um dispositivo emprestado e utilizar o recurso dedicado a ajudar terceiros.

Se a Apple não validar a identidade de imediato, a saída é acionar o protocolo de recuperação de conta. Esse processo exige uso de um número de telefone confiável e pode demandar alguns dias de espera enquanto a empresa analisa os dados.

Também posso configurar o iCloud Mail em outros apps de cliente de e-mail?

Sim, o ecossistema da Apple permite integrar o iCloud Mail a outros aplicativos de e-mail de forma simples. Em plataformas como o Outlook para Windows ou em aplicativos do iOS e macOS, o processo é facilitado por fluxos de login automatizados.

Para apps que exigem configuração manual, é preciso inserir as credenciais dos servidores IMAP e SMTP da Apple. Essa ponte de comunicação deve ser feita utilizando os servidores imap.mail.me.com (porta 993) e smtp.mail.me.com (porta 587), ambos protegidos com criptografia SSL ou TLS.

O segredo dessa integração está na segurança: o usuário precisará gerar uma senha específica de aplicativo. Essa combinação temporária substitui a senha padrão, protegendo a conta principal de acessos não autorizados de terceiros.
Como acessar o e-mail do iCloud no celular ou PC

Como acessar o e-mail do iCloud no celular ou PC
Fonte: Tecnoblog

Como transferir fotos do iCloud para o Google Fotos

Como transferir fotos do iCloud para o Google Fotos

É possível usar uma ferramenta da própria Apple para transferir mídias para o Google Fotos (imagem: Reprodução/9to5Mac)

Transferir mídias do iCloud para o Google Fotos é um processo de envio automatizado feito por meio do portal de privacidade da Apple. A ferramenta permite que o usuário solicite uma cópia da sua biblioteca, garantindo que todo o backup seja migrado com segurança para o serviço de destino.

O procedimento leva de 3 a 7 dias para ser concluído, gerando uma duplicata de todas as fotos e vídeos selecionados. Vale dizer que a exclusão manual dos conteúdos originais no iCloud ainda será necessária posteriormente, caso a intenção seja liberar espaço de armazenamento na conta Apple.

Como método alternativo, o usuário pode baixar os arquivos manualmente do iCloud para um computador e realizar o upload para o serviço do Google Fotos. No entanto, o método oficial automatizado é mais indicado para a transferência de amplas bibliotecas de mídia.

A seguir, veja o passo a passo para transferir fotos do iCloud para o Google Fotos.

Índice1. Acesse o portal de privacidade da Apple2. Solicite a transferência de uma cópia de dados3. Escolha o conteúdo que será exportado4. Defina o serviço de destino dos arquivos5. Marque as mídias que deseja transferir6. Revise os detalhes da exportação das mídias7. Conecte a Conta Google8. Autorize a transferência dos arquivos para o Google Fotos9. Confirme a transferência entre o iCloud e o Google FotosExistem outras maneiras de migrar fotos do iCloud para o Google FotosO que acontece ao transferir fotos do iCloud para o Google Fotos?Por que não consigo passar as fotos do iCloud para o Google Fotos?Posso cancelar a transferência de fotos do iCloud para o Google Fotos?Também posso migrar as fotos do Google Fotos para o iCloud?

1. Acesse o portal de privacidade da Apple

Use o navegador do celular ou computador para acessar o site oficial de dados e privacidade da Apple: privacy.apple.com. Então, faça login na sua Conta Apple para iniciar o uso da ferramenta nativa de migração de arquivos.

Iniciando uma sessão na página de Dados e Privacidade da Apple (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

2. Solicite a transferência de uma cópia de dados

Navegue pela página até encontrar a seção “Transferir uma cópia dos seus dados”. Depois, toque em “Solicitar transferência” para iniciar a migração entre as plataformas.

Tocando em “Solicitar a transferência de uma cópia dos seus dados” (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

3. Escolha o conteúdo que será exportado

Na área “Escolha o que você quer exportar”, selecione a opção “Fotos e vídeos do iCloud”. Em seguida, toque em “Próximo” para continuar o processo para transferir fotos do iCloud para o Google Fotos.

Selecionado a opção “Fotos e vídeos do iCloud” para a transferência (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

4. Defina o serviço de destino dos arquivos

Desça a página de privacidade, toque em “Selecionar destino” e escolha a opção do “Google Fotos” como o local para o envio do lote de mídias.

Escolhendo o Google Fotos como destino para cópia dos arquivos (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

5. Marque as mídias que deseja transferir

Marque as caixas correspondentes aos formatos de mídia que você moverá do iCloud para o Google Fotos. Então, toque em “Continuar” para seguir com a organização do lote de transferência.

Marcando quais formatos de mídias serão transferidos do iCloud para o Google Fotos (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

6. Revise os detalhes da exportação das mídias

Verifique os formatos de mídia que serão enviados do iCloud para o Google Fotos. Se estiver tudo certo, toque em “Continuar”.

Revisando os detalhes da exportação de arquivos (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

7. Conecte a Conta Google

Insira o e-mail e a senha da conta Google para qual você realizará a transferência das fotos ou vídeos do iCloud. Essa autenticação garante que o ecossistema receptor reconheça o usuário legítimo dos dados.

Fazendo login na conta Google que receberá a transferência (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

8. Autorize a transferência dos arquivos para o Google Fotos

Após o login, marque a opção “Adicione à biblioteca do Google Fotos” para conceder a permissão para o sistema receber os novos arquivos. Em seguida, toque em “Continuar” para seguir com a migração.

Autorizando a interação entre o iCloud e o Google Fotos (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

9. Confirme a transferência entre o iCloud e o Google Fotos

Revise as informações da transferência, como o e-mail da conta Google de destino e o espaço de armazenamento necessário para receber o lote de arquivos. Se estiver tudo certo, toque em “Confirmar transferência” e aguarde a mensagem de confirmação.

Por fim, a Apple enviará um e-mail informando o prazo de conclusão da migração das fotos do iCloud para o Google Fotos. A marca também notifica o usuário quando o processo estiver completo.

Confirmando a transferência dos arquivos entre o iCloud e o Google Fotos (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Existem outras maneiras de migrar fotos do iCloud para o Google Fotos

Além da ferramenta oficial da Apple, existem outras formas práticas para salvar fotos na nuvem no celular ou PC. Uma delas é utilizar o aplicativo do Google Drive diretamente no iPhone para realizar o backup manual e sincronizar os arquivos de mídia.

A outra opção é baixar fotos do iCloud no PC via navegador e, em seguida, fazer upload manual direto na plataforma do Google Fotos. Esse método oferece total controle ao usuário, permitindo selecionar e transferir pastas ou mídias específicas de um servidor para o outro.

O que acontece ao transferir fotos do iCloud para o Google Fotos?

A migração entre as nuvens da Apple e Google envolve regras automatizadas de processamento e armazenamento. Os principais pontos são:

Cópia de segurança intacta: o procedimento gera apenas uma duplicata dos arquivos no destino e não serve para liberar espaço no iCloud automaticamente, sendo necessário uma exclusão manual na conta Apple após o envio;

Janela de processamento e aviso: o ecossistema leva entre 3 a 7 dias para concluir a migração devido às checagens de segurança da ID Apple, que envia uma notificação por e-mail ao finalizar upload;

Conversão de formatos padrão: as mídias são transferidas em extensões universais (.jpg, .png e .mp4), mas imagens em formato RAW ou extensões proprietárias da Apple podem sofrer incompatibilidade e ficar de fora do lote;

Edições definitivas e perda de Live Photos: as modificações visuais feitas nas imagens tornam-se permanentes após a migração, enquanto as Live Photos perdem os metadados de movimento e se transformam em imagens estáticas;

Restrições de álbuns e organizações: álbuns inteligentes e compartilhados não são transferidos, os vídeos saem das pastas originais e recebem o prefixo “Cópia de” nos servidores do Google;

Duplicatas e limite de armazenamento: o sistema do Google elimina imagens idênticas para otimizar o espaço, mas o usuário deve respeitar o teto de 20 mil mídias por álbum e o limite do plano de armazenamento da conta Google.

Por que não consigo passar as fotos do iCloud para o Google Fotos?

Há alguns pontos que podem interferir na migração de fotos do iCloud para o Google Fotos. O motivo mais comum é a falta de autenticação de dois fatores ativa (2FA) na conta Apple ou o recurso iCloud Photos estar desabilitado.

Outro obstáculo frequente é o gargalo no armazenamento, já que o Google Fotos precisa de espaço suficiente para receber o lote de mídias. Caso novos arquivos entrem na fila após o início do processo, o sistema pode falhar por falta de limite.

Por fim, a incompatibilidade de formatos, como arquivos pesados em RAW ou mídias proprietárias da Apple, costuma causar rejeições nos servidores. Nesses casos, o ecossistema do Google barra a conversão automática, interrompendo a transferência de partes da biblioteca.

Posso cancelar a transferência de fotos do iCloud para o Google Fotos?

Sim, é possível interromper a migração diretamente pela página de Dados e Privacidade da Apple durante o prazo de transferência, que leva de 3 a 7 dias. Basta acessar a plataforma, verificar o status do envio dos arquivos e selecionar a opção para encerrar o procedimento.

Caso o cancelamento seja feito no meio do caminho, os dados já processados pelos servidores continuarão salvos no Google Fotos. A interrupção impede apenas o envio do restante do lote, exigindo a exclusão manual do conteúdo parcial se você desistir do processo.

Também posso migrar as fotos do Google Fotos para o iCloud?

Sim, é viável transferir fotos do Google Fotos para o iCloud utilizando ferramentas oficiais ou manuais. O caminho mais simples é o Google Takeout, que envia os arquivos em segundo plano diretamente para os servidores da Apple após a autenticação.

Para quem prefere uma curadoria detalhada, o método tradicional de download e upload via navegador confere total controle ao usuário. Enquanto o ecossistema automatizado agiliza o envio de amplas bibliotecas, o processo manual se destaca na seleção de mídias específicas de uma nuvem para a outra.
Como transferir fotos do iCloud para o Google Fotos

Como transferir fotos do iCloud para o Google Fotos
Fonte: Tecnoblog

Samsung dá adeus ao OneDrive e prepara rival para Google Drive

Samsung dá adeus ao OneDrive e prepara rival para Google Drive

Samsung Cloud deve voltar a ter armazenamento nas nuvens (imagem: reprodução/Samsung)

Resumo

Samsung Cloud deve voltar a oferecer armazenamento em nuvem com planos Premium de 50 GB, 200 GB e 2 TB;
indícios surgem após confirmação de que integração nativa entre app Galeria e OneDrive acabará em setembro de 2026;
valores do Samsung Cloud Premium são equivalentes aos do iCloud+, e próximos das opções oferecidas pelo Google One.

Nesta semana, a Microsoft confirmou que a Samsung encerrará a integração do OneDrive com dispositivos Galaxy. Coincidência ou não, vieram à tona fortes indícios de que, em breve, a companhia coreana lançará uma nova versão da plataforma Samsung Cloud, com opções de armazenamento nas nuvens que vão de 50 GB a 2 TB.

Talvez você se lembre que, em 2021, o Samsung Cloud deixou de armazenar e sincronizar arquivos do usuário usando servidores próprios. Como alternativa, a companhia passou a oferecer, em celulares e tablets Galaxy, sincronização nativa com o OneDrive para backup ou recuperação de fotos e vídeos.

Com essa mudança, o Samsung Cloud continuou existindo, mas como um mero serviço de sincronização e restauração de dados entre dispositivos (como quando você recupera dados de um smartphone antigo em um aparelho novo).

Eis que, nos últimos dias, usuários de contas Samsung passaram a ser avisados de que a mencionada integração com o OneDrive será mantida somente até 30 de setembro de 2026, como mostra a imagem a seguir:

Aviso de término de integração com o OneDrive em aparelhos Galaxy (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Note que ainda será possível usar o OneDrive para fazer backup de mídia em dispositivos Galaxy, desde que o usuário ative essa configuração no aplicativo do serviço. É o suporte direto ao OneDrive no app Galeria que deixará de existir, como a própria Microsoft explica.

Vem aí o Samsung Cloud Premium?

Provavelmente, sim. Os usuários Henrique Vitório e Igor Omena divulgaram no Threads imagens que mostram um tal de Samsung Cloud “Premium” com opções de armazenamento de até 2 TB, com preços já em reais:

50 GB: R$ 5,90 por mês

200 GB: R$ 19,90 por mês

2 TB: R$ 66,90 por mês

Além de fotos e vídeos, o novo serviço também deverá permitir armazenamento de documentos, músicas e dados de aplicativos.

Porém, o novo Samsung Cloud ainda não é oficial. A novidade foi descoberta no app do serviço por Omena com a execução de um procedimento de exploração que envolve as ferramentas Shizuku e Root Activity Launcher.

Preços da Samsung Cloud Premium (imagem: Igor Omena/Threads)

Os supostos planos do Samsung Cloud são vantajosos?

Sim, mas não em todos os cenários. Observe a seguinte tabela comparativa (os preços não consideram descontos ou promoções):

 50 GB (mês)200 GB (mês)2 TB (mês)Google OneR$ 4,50 (30 GB)R$ 14,99R$ 49,90iCloud+R$ 5,90R$ 19,90R$ 66,90Samsung CloudR$ 5,90R$ 19,90R$ 66,90

Note que os planos do Samsung Cloud têm os mesmos preços dos pacotes oferecidos pela Apple no iCloud+.

Com relação ao Google, é importante esclarecer que não existe opção de 50 GB, mas de 30 GB (Lite). Além disso, o plano convencional de 200 GB não é oferecido para todos os usuários. Existe um plano de 200 GB que custa R$ 24,99 mensais, mas que corresponde ao Google AI Plus, com recursos de inteligência artificial. Aliás, o plano de 2 TB também faz parte do Google AI Plus.

Quando o Samsung Cloud Premium será lançado?

Ainda não há essa informação, até porque o serviço não confirmado pela Samsung até o momento. O Tecnoblog pediu informações à companhia. O texto será atualizado se obtivermos retorno.
Samsung dá adeus ao OneDrive e prepara rival para Google Drive

Samsung dá adeus ao OneDrive e prepara rival para Google Drive
Fonte: Tecnoblog

O que é um buscador da internet? Saiba como funciona um motor de busca na web 

O que é um buscador da internet? Saiba como funciona um motor de busca na web 

Descubram como o Google e outras plataformas atuam como uma imensa biblioteca digital (imagem: Reprodução/The Gradient)

Um buscador da internet é um sistema que mapeia e organiza bilhões de informações em um índice digital global. Como um motor de busca, ele usa robôs para filtrar dados de páginas e arquivos multimídia e entregar resultados relevantes em segundos.

Os sites de busca funcionam por meio de crawlers, robôs que rastreiam links e processam o código-fonte das páginas da web. Em seguida, um algoritmo complexo analisa a autoridade e a qualidade do conteúdo para definir o que aparece no topo.

O Google lidera o mercado global de buscadores com 90% de participação, seguido por nomes como Bing e DuckDuckGo. Outros gigantes como Yandex e Baidu dominam regiões específicas, oferecendo ferramentas poderosas adaptadas para os idiomas locais.

A seguir, entenda melhor o conceito de buscadores web e como eles funcionam detalhadamente. Também descubra como eles selecionam os conteúdos em destaque.

ÍndiceO que é um buscador da internet?Para que serve um buscador web?Como funciona um buscador da internet? Como os buscadores escolhem quais sites aparecem primeiro?Quais são os principais buscadores da internet? Existem buscadores da internet com inteligência artificial? Qual é o buscador da internet mais usado? Qual é a diferença entre buscador da internet e navegador web? 

O que é um buscador da internet?

Um buscador da internet é um sistema que utiliza robôs (crawlers) para mapear e organizar informações de bilhões de sites em um grande índice digital. Quando o usuário faz uma pesquisa, o motor de busca aciona algoritmos que filtram essa base de dados, entregando os resultados relevantes e confiáveis em segundos.

Para que serve um buscador web?

O buscador web serve como um portal de acesso que organiza a internet, transformando termos de pesquisa em resultados organizados e instantâneos. Sua missão é filtrar bilhões de páginas e arquivos multimídia para entregar exatamente o que o usuário procura, poupando tempo de navegação.

Essa ferramenta usa uma base de dados indexada para localizar desde serviços locais até estudos complexos com precisão. Além de democratizar o acesso à informação, ela permite que conteúdos ganhem destaque por meio de SEO, conectando criadores e usuários eficientemente.

Buscadores como o Google agilizam a pesquisa por informações na internet (imagem: Ana Marques/Tecnoblog)

Como funciona um buscador da internet? 

Os sites de busca operam por meio de robôs, os crawlers, que navegam pela rede seguindo links para descobrir novos endereços. Nessa varredura, eles coletam dados brutos e metadados, respeitando as diretrizes de acesso de cada servidor.

Na etapa de indexação, o sistema processa o código-fonte das páginas para catalogar termos e atributos em um banco de dados gigantesco. Apenas as páginas que atendem a critérios de qualidade são arquivadas, garantindo que o índice seja limpo e eficiente.

A leitura técnica do HTML permite que o algoritmo decifre a hierarquia do site, identificando títulos, palavras-chave e a frequência de atualizações. Essa organização é o que garante que o motor de busca localize a resposta exata em frações de segundo.

Fechando o ciclo, algoritmos complexos cruzam a consulta com o índice, considerando fatores como autoridade, localização e intenção do usuário para exibir o ranking. O resultado é uma lista filtrada e inteligente, entregando o conteúdo mais relevante no topo da tela.

Os buscadores web, como o Google, atuam basicamente em três etapas (imagem: Reprodução/Geek For Geeks)

Como os buscadores escolhem quais sites aparecem primeiro?

Os algoritmos dos buscadores analisam a relevância do conteúdo original e elementos como títulos e meta descrições para definir quem lidera o ranking. A experiência do usuário também é prioridade, destacando páginas rápidas, seguras e otimizadas para a navegação em dispositivos móveis.

A autoridade do domínio é medida pelos backlinks, que funcionam como recomendações de outros sites para validar a credibilidade da fonte. O sistema utiliza o PageRank para assegurar que conteúdos atualizados e portais confiáveis ganhem maior visibilidade nas buscas diárias.

Por fim, o algoritmo interpreta a intenção de busca, cruzando dados de localização e contexto para personalizar a entrega. Páginas de baixa qualidade ou que utilizam técnicas de spam são filtradas, garantindo que apenas as respostas mais úteis cheguem ao topo.

Quais são os principais buscadores da internet? 

Existem diferentes mecanismos de busca da internet, trazendo propostas e tecnologias específicas para entregar os melhores resultados aos usuários:

Google: líder global absoluto, utiliza inteligência artificial avançada e processamento de linguagem natural para entregar resultados contextuais e respostas imediatas com precisão;

Bing: o motor da Microsoft aposta em uma experiência visual rica e integração nativa com o Windows, utilizando modelos de linguagem avançados para transformar pesquisas em diálogos produtivos;

DuckDuckGo: buscador estritamente focado em privacidade, não rastreia o histórico de navegação nem cria perfis dos usuários, servindo como principal alternativa para quem busca anonimato total;

Yahoo Search: opera como um portal de serviços e notícias que utiliza a tecnologia de indexação do Bing para fornecer resultados relevantes dentro de um ecossistema de conteúdo;

Yandex: gigante tecnológico no Leste Europeu, é otimizado para buscas em cirílico e oferece ferramentas locais poderosas, dominando o mercado na Rússia e em países vizinhos;

Baidu: principal porta de entrada para a rede na China, é especializado em conteúdo em mandarim e serviços locais, operando sob as diretrizes de conectividade específicas da região.

O Google é o principal motor de busca da internet, seguido do Bing (imagem: Reprodução/Cloud Access)

Existem buscadores da internet com inteligência artificial? 

Sim, os buscadores modernos integram IA para gerar resumos diretos e respostas contextuais, como o Google Gemini e o Bing Copilot. Essa evolução permite que o algoritmo interprete a linguagem natural com precisão, indo além da simples correspondência de palavras-chave isoladas.

Plataformas como Perplexity também utilizam modelos de linguagem para sintetizar dados de diversas fontes com citações em tempo real. Essa tecnologia transforma a pesquisa em uma conversa fluida, priorizando a intenção real do usuário e a clareza das informações entregues.

Qual é o buscador da internet mais usado? 

O Google mantém a liderança absoluta como o buscador mais acessado do mundo, concentrando cerca de 90% de participação no mercado global. Dados do Statcounter Global Stats confirmam a hegemonia da plataforma, que processa 8,5 bilhões de consultas diárias em diferentes dispositivos e sistemas.

Em um distante segundo lugar, o Bing aparece com uma fatia de mercado significativamente menor (5,13%), evidenciando o abismo entre os competidores. Essa concentração reforça como a infraestrutura e os algoritmos da gigante das buscas continuam sendo o principal portão de entrada para a web.

O Google domina 90% do mercado de buscadores web (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Qual é a diferença entre buscador da internet e navegador web? 

Um buscador da internet é uma imensa “biblioteca digital” que usa robôs para rastrear, indexar e organizar o conteúdo de bilhões de sites. Ele atua como um serviço de inteligência que filtra dados por meio de algoritmos, entregando as respostas mais relevantes para cada pesquisa.

O navegador web é o software instalado no dispositivo que serve como a janela para visualizar as páginas da internet ao processar códigos HTML. Ele não armazena as informações da rede, servindo apenas para acessar endereços específicos ou exibir sites que o buscador localizou.
O que é um buscador da internet? Saiba como funciona um motor de busca na web 

O que é um buscador da internet? Saiba como funciona um motor de busca na web 
Fonte: Tecnoblog

É o fim do Ask.com, buscador que surgiu antes do Google

É o fim do Ask.com, buscador que surgiu antes do Google

A versão clássica do Ask.com (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

Resumo

Ask.com, lançado em 1996 como Ask Jeeves, foi encerrado após 30 anos de história na internet;
buscador surgiu antes do Google e inicialmente funcionava como um serviço de perguntas e respostas complementado com um mecanismo de pesquisa;
IAC, que controla o Ask.com há cerca de 20 anos, encerrou o serviço em 1º de maio de 2026 sem dar explicações sobre a decisão.

O Google revolucionou as buscas na internet, mas, antes dele, tínhamos que recorrer a buscadores menos sofisticados, por assim dizer. Um deles era o Ask.com, que foi lançado em 1996 e, agora, 30 anos depois, foi aposentado: se você acessar o serviço, verá um aviso de encerramento de atividades.

Não deve fazer falta. Faz tempo que o Ask.com perdeu a relevância de seus primeiros anos. Se você nasceu depois dos anos 2000, talvez nunca tenha ouvido falar nesse buscador. Mas, para muita gente que nasceu antes, acessar o serviço fazia parte da rotina online.

Talvez fosse um pouco diferente no Brasil. Por aqui, estávamos mais acostumados a serviços como Cadê, AltaVista e Aonde. Apesar disso, o Ask.com ainda teve alguma relevância por aqui.

O Ask.com surgiu sob o nome Ask Jeeves (“Pergunte ao Jeeves”, em tradução livre), que fazia referência a um personagem das histórias de P. G. Wodehouse que dava respostas rápidas e inteligentes aos problemas de seu patrão.

Em seus primórdios, o então Ask Jeeves era um serviço de perguntas e respostas. Nesse sentido, ele até poderia ser considerado o precursor de plataformas como ChatGPT e Gemini, com a diferença de que as suas respostas não eram produzidas por IA, mas organizadas por humanos, razão pela qual somente perguntas comuns eram respondidas.

Para perguntas mais complexas ou para quando o usuário queria obter mais detalhes sobre determinado assunto, o Ask Jeeves oferecia um mecanismo de busca rudimentar, mas que funcionava relativamente bem para a época. Aí veio o Google e mudou tudo.

Uma empresa de nome IAC assumiu o controle do serviço em 2005, quando ele já havia sido deixado para trás pelo Google. Nessa época, a dinâmica de perguntas e respostas também já havia sido deixada de lado. Em uma tentativa de renovar o serviço, a IAC mudou o nome do Ask Jeeves para Ask.com, em 2006, para focar em buscas online.

Não deu muito certo, tanto que a área de perguntas e respostas foi reativada em 2010. Apesar dos esforços, o Ask.com nunca mais foi o mesmo. De lá para cá, digamos que o serviço vinha apenas sobrevivendo. Por um tempo, existiu até uma barra para navegador do Ask.com que era instalada junto com outros softwares e que, como tal, servia apenas para irritar o usuário.

Página inicial do Ask.com em abril de 2026 (captura de tela: Wayback Machine)

Por que o Ask.com foi fechado de vez?

A IAC não deixou claro. Em seus últimos anos, o Ask.com funcionava como um portal: havia um campo de busca na parte superior e chamadas para notícias e artigos no restante de sua página. É possível que esse modelo de negócio não estivesse mais fazendo sentido. Talvez a ascensão de serviços como ChatGPT e Gemini também tenha pesado para a decisão.

Seja como for, ao entrar no site do Ask.com agora, você se depara com o seguinte aviso (novamente, em tradução livre):

À medida que a IAC continua a refinar seu foco, tomamos a decisão de descontinuar nosso negócio de buscas, que inclui o Ask.com. Após 25 anos [esse período considera a mudança de Ask Jeeves para Ask.com] respondendo às perguntas do mundo, o Ask.com foi oficialmente encerrado em 1º de maio de 2026.

“Aos milhões que perguntaram…”

Somos profundamente gratos aos brilhantes engenheiros, designers e equipes que construíram e deram suporte ao Ask ao longo das décadas. E a vocês — os milhões de usuários que recorreram a nós em busca de respostas em um mundo em rápida transformação — agradecemos por sua curiosidade infinita, sua lealdade e sua confiança.

O espírito de Jeeves permanece.

Descanse em paz.
É o fim do Ask.com, buscador que surgiu antes do Google

É o fim do Ask.com, buscador que surgiu antes do Google
Fonte: Tecnoblog

Navegador Opera completa 30 anos e lança máquina do tempo interativa

Navegador Opera completa 30 anos e lança máquina do tempo interativa

Arquivo digital passa por fases da internet (imagem: reprodução/Opera)

Resumo

Opera lançou um arquivo digital interativo para celebrar 30 anos do navegador, permitindo explorar marcos da cultura digital;
Usuários podem participar do concurso cultural no site Web Rewind, submetendo textos e mídias para concorrer a uma viagem ao CERN;
O arquivo inclui sons de modems, vídeos curtos e layouts antigos de redes sociais, destacando a evolução da internet.

A Opera lançou um arquivo digital interativo como parte das celebrações do aniversário de 30 anos de seu navegador, celebrado neste ano de 2026. A ferramenta, desenhada para funcionar como uma linha do tempo navegável das últimas três décadas da cultura digital, é destinado a preservar marcos visuais e culturais da internet.

A empresa foi fundada em 1995, na Noruega, e lançou seu navegador em 1996. Em 2016, a Opera foi adquirida por um consórcio chinês liderado pela Kunlun Tech, que continua detendo a maior parte de suas ações.

Para acessar o arquivo, os usuários devem acessar a página Web Rewind, desenvolvida pela empresa. Nela, é possível utilizar a barra de espaço nos computadores (ou manter a tela pressionada nos celulares e tablets) para avançar rapidamente pela linha do tempo, ou clicar em anos específicos. Todo o conteúdo está disponível em português.

O acervo interativo explora desde sons característicos da conexão por modems, o avanço dos vídeos curtos com plataformas como o falecido Vine e até o design das primeiras páginas personalizadas no MySpace. A viagem temporal avança ainda pelo nascimento da cultura de vídeos virais e pelos antigos layouts de redes sociais, desaguando na atual fase marcada pelos comandos (prompts) de inteligência artificial.

“Em três décadas, a web evoluiu de uma ferramenta científica de nicho para uma parte indispensável de todas as nossas vidas”, contextualizou Jan Standal, vice-presidente sênior da Opera, classificando a plataforma como um tributo à comunidade que moldou a internet.

Concurso cultural e viagem ao CERN

Além de explorar os registros já disponíveis, a iniciativa recolhe contribuições do público para integrar o acervo. A proposta é a de que usuários compartilhem momentos que definiram as próprias experiências online.

Para participar, os interessados devem acessar o site do Web Rewind e submeter um texto descritivo com um máximo de 500 caracteres, sendo permitido anexar fotos ou vídeos (com um limite de 10 MB). As inscrições permanecem abertas até o dia 27 de março deste ano.

Os autores das três melhores contribuições receberão, como prêmio, uma viagem à Suíça para visitar a sede do CERN (Organização Europeia para a Pesquisa Nuclear). Além de atual lar do Grande Colisor de Hádrons, a instituição é o local onde o cientista britânico Tim Berners-Lee desenvolveu a base estrutural da World Wide Web, no início da década de 1990. A viagem dos vencedores está prevista para ocorrer antes de 30 de junho de 2026.
Navegador Opera completa 30 anos e lança máquina do tempo interativa

Navegador Opera completa 30 anos e lança máquina do tempo interativa
Fonte: Tecnoblog

Pesquisadores criam transceptor sem fio 24 vezes mais rápido que 5G

Pesquisadores criam transceptor sem fio 24 vezes mais rápido que 5G

Equipamento foi desenvolvido na Universidade da Califórnia (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

Pesquisadores da Universidade da Califórnia em Irvine criaram um transceptor sem fio que atinge 120 Gb/s, 24 vezes mais rápido que o 5G mmWave.
Tecnologia utiliza chip de silício de 22 nanômetros, reduzindo consumo de energia para 230 miliwatts e facilitando produção em massa.
No entanto, a principal limitação é o alcance de sinal, que é muito menor que o 5G mmWave.

Pesquisadores da Universidade da Califórnia em Irvine (EUA) desenvolveram um dispositivo de transmissão sem fio capaz de transmitir dados a 120 gigabits por segundo (Gb/s), que equivale a cerca de 15 gigabytes por segundo (GB/s). A velocidade é 24 vezes superior à do 5G mmWave e se aproxima das conexões de fibra óptica usadas em data centers, que geralmente operam a 100 Gb/s.

Para chegar a esse número, vale lembrar que um byte equivale a oito bits. Essa velocidade permitiria baixar cerca de três filmes em qualidade 4K (dependendo do nível de compressão dos arquivos) em um segundo, ou baixar um jogo pesado de 130 GB, como Black Myth: Wukong, em menos de nove segundos.

O equipamento desenvolvido pelos pesquisadores trabalha na faixa de 140 GHz e supera em larga margem as tecnologias sem fio disponíveis no mercado.

O Wi-Fi 7 atinge teoricamente até 30 Gb/s, enquanto o 5G mmWave chega a 5 Gb/s. A título de comparação, o 5G brasileiro, o mais rápido da América Latina, atinge velocidade média de 430,8 Mb/s. O novo transceptor opera a 15 GB/s, cerca de 277 vezes mais rápido que a melhor rede comercial do país.

O estudo foi publicado em dois artigos no periódico IEEE Journal of Solid-State Circuits (JSSC).

Como a tecnologia funciona?

A equipe liderada pelo pesquisador Zisong Wang substituiu os conversores digitais-analógicos (DAC) tradicionais por três sub-transmissores sincronizados, o que reduz drasticamente o consumo de energia.

O diferencial está no processamento analógico. O transceptor realiza operações complexas no domínio analógico, ao invés do digital, o que permite que o chip consuma apenas 230 miliwatts. Um DAC convencional capaz de processar 120 Gb/s demandaria vários watts de potência.

Segundo o diretor do Laboratório de Circuitos Integrados de Comunicação em Nanoescala da UC Irvine, Payam Heydari, se fossem usados métodos tradicionais, a bateria de dispositivos móveis de próxima geração duraria minutos.

Tecnologia demonstrou ser mais veloz que o 5G (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

O chip é fabricado em silício com processo de 22 nanômetros, usando tecnologia de silício sobre isolante totalmente depletado. Esse processo é mais simples que os nós de 2 nanômetros ou 18 A usados por empresas como TSMC e Samsung, o que facilita a produção em massa e reduz custos.

Além disso, os pesquisadores destacam que a tecnologia pode substituir quilômetros de cabos em data centers, reduzindo custos de instalação e operação em ambientes com servidores.

Quais são as limitações da tecnologia?

A principal restrição está no alcance do sinal. O 5G mmWave atual, que opera a até 71 GHz, já tem alcance limitado a cerca de 300 metros. Como o novo transceptor opera em frequências ainda mais altas (140 GHz), o raio de cobertura tende a ser menor.

Wang comentou ao Tom’s Hardware que a Comissão Federal de Comunicações dos Estados Unidos e os órgãos responsáveis pelos padrões 6G estão analisando o espectro de 100 GHz como a nova fronteira para comunicações sem fio.

No entanto, para adoção em larga escala, será necessário desenvolver métodos de extensão de alcance e gerenciamento de interferências, além de integrar o sistema às redes já existentes. Ou seja: sem inovações que melhorem o alcance do sinal, as cidades ficariam repletas de estações base de alta velocidade, tornando inviável.
Pesquisadores criam transceptor sem fio 24 vezes mais rápido que 5G

Pesquisadores criam transceptor sem fio 24 vezes mais rápido que 5G
Fonte: Tecnoblog

O que é o Google? Conheça a história e os produtos da empresa de tecnologia

O que é o Google? Conheça a história e os produtos da empresa de tecnologia

Entenda como o Google se tornou uma das principais big tech do planeta (imagem: Vitor Pádua / Tecnoblog)

O Google é uma gigante da tecnologia fundada por Larry Page e Sergey Brin em 1998, na Califórnia. Atualmente, a companhia atua como a principal subsidiária do conglomerado Alphabet Inc., liderando a inovação digital.

A empresa surgiu para organizar as informações da web, tornando-as mais acessíveis por meio de um algoritmo eficaz. Essa missão nasceu de um projeto acadêmico focado em classificar a relevância das páginas da rede mundial.

Além do mecanismo de busca, o portfólio de produtos do Google inclui o Android, o YouTube, o Google Maps e a inteligência artificial Gemini. Essas soluções transformaram a forma como as pessoas consomem conteúdo e interagem com o ambiente digital moderno.

A seguir, conheça mais detalhes sobre a história do Google e o real significado do seu nome. Também descubra os principais serviços e produtos do portfólio da big tech de Mountain View.

O que é o Google?

Google é uma multinacional americana de tecnologia, fundada em 1998, que visa organizar o grande volume de informações da web para torná-la acessível. Embora seja conhecida por seu motor de busca, a empresa atua nos setores de publicidade digital, computação em nuvem, inteligência artificial e o ecossistema mobile Android.

O que significa “Google”?

O nome “Google” surgiu de uma grafia propositalmente incorreta do termo matemático “googol”. A palavra representa o numeral 1 seguido de cem zeros ou 10 elevado à potência de 100, ilustrando a capacidade de processamento de quantidade astronômica de dados. 

Adotado em 1997, o nome simboliza a missão da empresa de organizar o volume massivo de informações disponíveis na web. Assim, ele reflete a ambição dos fundadores em estruturar e tornar universalmente acessível uma escala quase infinita de conteúdos digitais.

Para que serve o Google?

O Google atua como o principal organizador de informações globais, permitindo que usuários encontrem conteúdos, localizações e soluções de forma instantânea. Por meio de algoritmos avançados, a plataforma simplifica a navegação digital e otimiza a produtividade no cotidiano.

Sua infraestrutura integra serviços essenciais como Android, Workspace, YouTube e ferramentas de IA para conectar pessoas e facilitar a comunicação. Dessa forma, a empresa provê um ecossistema completo que transforma dados complexos em recursos acessíveis e úteis.

Além da busca, o Google oferece uma série de produtos e serviços digitais que melhoram o cotidiano dos usuários (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Qual é a história do Google?

A história do Google começou em 1996 na Universidade de Stanford, onde Larry Page e Sergey Brin desenvolveram o algoritmo PageRank e o buscador experimental BackRub. O objetivo era organizar a web por meio do algoritmo que media a relevância entre páginas da grande rede.

O domínio google.com foi registrado em 1997 e, no ano seguinte, a empresa oficializou o motor de busca e estabeleceu-se em uma garagem em Menlo Park, na Califórnia, com aportes iniciais. No ano de 2000, o lançamento do AdWords revolucionou o modelo de negócios ao monetizar as buscas.

A abertura de capital (IPO) em 2004 arrecadou US$ 1,67 bilhão, financiando expansões como o Gmail e as aquisições estratégicas do YouTube e do Android nos anos seguintes. Em 2008, o lançamento do navegador Chrome consolidou a dominância da marca no ecossistema digital.

A criação da Alphabet Inc. em 2015 reorganizou a estrutura corporativa, permitindo que a agora subsidiária Google focasse em hardware e serviços de internet. Sob a gestão de Sundar Pichai, a empresa priorizou o desenvolvimento de tecnologias de nuvem.

Atualmente, a big tech foca na inteligência artificial generativa com o modelo Gemini e sua integração total ao buscador. Assim, a marca continua expandindo seu ecossistema por meio de inovações em IA, publicidade digital e computação em nuvem.

Larry Page e Sergey Brin na garagem onde foi fundado o Google (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Quem criou o Google?

Larry Page e Sergey Brin são os fundadores do Google. A dupla se conheceu durante o doutorado da Universidade de Stanford, quando desenvolveram o algoritmo PageRank e iniciaram o projeto do buscador experimental BackRub.

Quando o Google foi criado?

O Google foi fundado oficialmente em 4 de setembro de 1998. Nesta data, Larry Page e Sergey Brin oficializaram o motor de busca desenvolvido durante o doutorado em Stanford e iniciaram as operações em uma garagem em Menlo Park, Califórnia (EUA).

Sundar Pichai é CEO do Google e da Alphabet Inc. desde 2015 (imagem: divulgação)

Quem é o CEO do Google?

O atual CEO do Google e da Alphabet Inc. é Sundar Pichai, que lidera ambas as companhias desde a reestruturação corporativa iniciada em 2015. Sob sua gestão, a empresa se tornou uma “AI-first”, priorizando inovações em inteligência artificial, computação em nuvem e infraestrutura digital global.

Onde fica a sede do Google?

A sede global do Google, conhecida como Googleplex, está localizada em Mountain View, Califórnia (EUA). O complexo no Vale do Silício abriga o comando central da Alphabet Inc. e simboliza a inovação tecnológica da empresa.

No Brasil, as operações principais concentram-se em São Paulo, divididas entre o escritório administrativo e o Google for Startups Campus. Complementando a infraestrutura, Belo Horizonte sedia um centro de engenharia estratégica para a América Latina.

O Googleplex fica localizado em Mountain View, Califórnia (imagem: The Pancake of Heaven/Wikimedia Commons)

Quais são os produtos do Google?

O Google tem um amplo portfólio que integra software, hardware e inteligência artificial para organizar a informação global. Conheça os principais produtos e serviços divididos por categorias:

Busca e informação

Google Busca: principal motor de pesquisa do mundo, usando algoritmos avançados para entregar resultados precisos em texto, imagens e notícias;

Google Maps e Earth: serviços de geolocalização e navegação por satélite que oferecem rotas em tempo real, Street View e mapeamento detalhado;

Google Lens: ferramenta de reconhecimento visual que usa IA para traduzir textos, identificar objetos e pesquisar produtos por meio da câmera do smartphone.

Produtividade e colaboração

Gmail e Agenda: serviços líderes de e-mail e gestão de tempo, integrados para automatizar convites, lembretes e comunicações corporativas ou pessoais;

Google Drive: plataforma de armazenamento em nuvem que centraliza arquivos e permite a sincronização em tempo real entre diferentes dispositivos;

Google Documentos, Planilhas e Apresentações: ferramentas de produtividade online que permitem a criação e edição simultânea de arquivos sem a necessidade de instalação local.

O buscador do Google segue como um dos principais produtos da big tech (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Comunicação e entretenimento

YouTube: maior plataforma de vídeos e streaming do mundo, abrangendo desde conteúdos educativos e musicais até transmissões ao vivo e o YouTube Kids;

Google Meet e Chat: soluções corporativas de videoconferência em alta definição e mensagens instantâneas voltadas para o trabalho em equipe;

Google Fotos: galeria inteligente que usa IA para organizar, buscar rostos e otimizar o armazenamento de imagens e vídeos na nuvem.

Sistemas operacionais e hardware

Android e WearOS: sistemas operacionais para dispositivos móveis e smartwatches, servindo como base para o ecossistema global de aplicativos;

Chrome e ChromeOS: navegador web de alto desempenho e sistema operacional leve focado em agilidade, segurança e integração total com a nuvem;

Linha Pixel e Nest: smartphones de alto desempenho e dispositivos para casas inteligentes, como alto-falantes integrados com o Google Assistente.

IA e serviços empresariais

Google Gemini: modelo de inteligência artificial generativa multimodal que auxilia em tarefas criativas, escrita de códigos e análise de dados complexos;

Google Cloud: infraestrutura empresarial que oferece computação escalável, análise de dados e ferramentas de desenvolvimento para empresas;

Google Play: loja oficial de distribuição digital para aplicativos, jogos e conteúdo de mídia voltados para o ecossistema Android.

O Gemini vem sendo integrado a diversos produtos do Google, incluindo o buscador e o sistema operacional Android (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Qual é a diferença entre Google e Alphabet?

O Google é a principal subsidiária da Alphabet Inc., focada em produtos digitais e serviços de internet, como Busca, YouTube, Android e publicidade digital. Representa o motor financeiro da holding, operando os negócios mais consolidados e lucrativos que fundamentaram a empresa original.

A Alphabet Inc. é a empresa-mãe que controla o Google e um portfólio de empresas experimentais conhecidas como “Other Bets”, como a Waymo e a Verily. Sua estrutura foi criada para separar o núcleo de internet de projetos de alto risco, garantindo maior transparência e foco em inovação.
O que é o Google? Conheça a história e os produtos da empresa de tecnologia

O que é o Google? Conheça a história e os produtos da empresa de tecnologia
Fonte: Tecnoblog