Category: Inteligência Artificial

YouTube também terá bots com inteligência artificial

YouTube também terá bots com inteligência artificial

YouTube (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

A lista de empresas com recursos de inteligência artificial não para de crescer. A mais nova plataforma na lista é o YouTube. O site de vídeos vai começar a testar duas ferramentas desse tipo. Uma serve resumir os principais assuntos discutidos na área de comentários. A outra responde a perguntas sobre vídeos.

Segundo o YouTube, as duas ferramentas serão disponibilizadas a um pequeno grupo de assinantes do pacote Premium — que, a propósito, ficou mais caro. Como os testes são bastante limitados, dificilmente você terá acesso a eles, pelo menos em um primeiro momento.

IA identifica principais assuntos dos comentários

A ferramenta de resumo de comentários mostra quais são os principais assuntos discutidos pelo público de um vídeo. Ao tocar para ver todas as respostas, um novo botão aparece, organizando a participação dos internautas por tópicos.

A ideia é achar com mais facilidade discussões específicas — pense em um passo de tutorial que você não entendeu direito, por exemplo.

Caso os criadores dos vídeos não gostem de um tópico, eles precisam remover todos os comentários listados naquele assunto.

Por enquanto, o resumo de comentários está disponível para um número reduzido de vídeos com muitos comentários em inglês.

Chatbot resume informações de vídeo

A outra ferramenta testada pelo YouTube é uma inteligência artificial conversacional. Em outras palavras, é um robô que entende o que você está dizendo e dá respostas adequadas, em linguagem natural, como se fosse um ChatGPT daquele vídeo.

A ideia é acessar com mais facilidade as informações que estão em um vídeo. No exemplo dado pelo YouTube, dá para pedir um resumo do conteúdo, mais informações sobre o assunto ou recomendações de conteúdos relacionados.

Este recurso está em testes apenas nos EUA, para usuários de Android.

YouTube também testa IA para criação de vídeos

As duas ferramentas anunciadas nesta segunda-feira (6) se juntam aos recursos de criação de vídeo com inteligência artificial apresentados pelo YouTube em setembro de 2023.

Com a Tela Fantástica (ou Dream Screen, em inglês), é possível criar ilustrações a partir de pedidos em linguagem natural, como “um panda bebendo café” ou “um cachorro dirigindo um carro”.

Além das IAs generativas, o YouTube testa recursos para recomendação de música, dublagem automática e insights a partir de dados.

Com informações: YouTube, TechCrunch
YouTube também terá bots com inteligência artificial

YouTube também terá bots com inteligência artificial
Fonte: Tecnoblog

ChatGPT: OpenAI permite criar versão personalizada do chatbot

ChatGPT: OpenAI permite criar versão personalizada do chatbot

ChatGPT, da OpenAI (Imagem: Vitor Pádua / Tecnoblog)

A OpenAI anunciou nesta segunda-feira (6) que desenvolvedores poderão criar suas próprias versões do ChatGPT, sem precisar usar ferramentas de código. A empresa vai criar uma loja para que os criadores compartilhem seus modelos de linguagem com outros usuários e ganhem dinheiro com isso.

Segundo a empresa, estes “agentes de inteligência artificial” serão chamados GPTs, e a loja receberá o nome de GPT Store. Os GPTs estarão disponíveis para assinantes do ChatGPT Plus (que custa US$ 20 mensais) e clientes do plano empresarial. No segundo caso, os consumidores poderão criar GPTs para uso interno. Já a loja chega no mês que vem.

Configuração sem código

A ferramenta é uma evolução da ferramenta de instruções predefinidas, liberada pela OpenAI em julho de 2023. Com ela, usuários do ChatGPT Plus conseguem configurar instruções padrão. Assim, não é mais necessário repetir algumas preferências na hora de fazer pedidos ao chatbot.

“Muitos usuários avançados mantêm listas cuidadosamente construídas de pedidos e instruções, copiando-as manualmente para o ChatGPT. Os GPTs podem fazer tudo isso agora”, diz a OpenAI em um texto publicado no seu blog.

A reportagem do site The Verge testou os GPTs customizados. Um deles recebia arquivos PDF e dava dicas de como melhorar o texto enviado, sem que o usuário pedisse. Outro ajudava os participantes do DevDay, evento da OpenAI realizado nesta segunda (6).

Os GPTs podem ser configurados de várias formas. Dá para predefinir o tom que eles vão usar nas conversas e qual será a primeira pergunta feita por ele, por exemplo. Isso tudo pode ser feito por meio de uma interface simples, sem precisar mexer em códigos.

OpenAI vai criar loja de GPTs

Os GPTs têm acesso a ferramentas próprias da OpenAI, como navegação na web, Dall-E e interpretação de códigos, e serviços externos, como Canva e Zapier. Outra possibilidade é usar dados customizados — a plataforma permite o upload de informações próprias.

Os modelos poderão ser compartilhados e vendidos na GPT Store, que deve chegar mês que vem. Até agora, não há muitos detalhes sobre como ela deve funcionar, mas a OpenAI garante que os criadores não poderão ver as conversas envolvendo seus GPTs.

Com informações: OpenAI e The Verge
ChatGPT: OpenAI permite criar versão personalizada do chatbot

ChatGPT: OpenAI permite criar versão personalizada do chatbot
Fonte: Tecnoblog

Trend da Disney Pixar está bombando no Instagram; veja como fazer

Trend da Disney Pixar está bombando no Instagram; veja como fazer

“Filtros Pixar” ganharam as redes sociais brasileiras nas últimas semanas (Imagem: Reprodução/Tecnoblog)

Uma nova trend da Disney Pixar ficou muito popular nas últimas duas semanas aqui no Brasil. De acordo com medição do Google, as buscas pelas artes que copiam o estilo da Pixar dobraram nesse período. O tema também está em alta no Instagram. O curioso é que, apesar de se popularizar como se fosse um filtro, na realidade a imagem é criada por ferramentas de inteligência artificial generativa — como o Dall-E e o Bing Image Creator.

Logo, a arte no estilo Pixar nada mais é do que uma imagem com comandos bem detalhados. Se você já usou alguma das plataformas que geram artes, sabe como a criação pode ser um pouquinho trabalhosa. Afinal, ela precisa interpretar e entender o que você quer com as ordens.

Como fazer imagens da trend da Disney Pixar

Acesse o gerador de imagens Bing Create ou o Dall-E (que exige a compra de créditos).Nós vamos ensinar os passos pelo Bing porque é o método mais fácil. Será necessário se autenticar com uma conta da Microsoft (vale até aquele seu @hotmail de 2001).

Digite os comandos desejados na barra de texto, que fica localizada na parte superior da tela.Nós usamos “Felipe Freitas, repórter Tecnoblog” combinado com “cartaz estilo filme da Pixar” e “arte animação Pixar”. Também especificamos que deveria ser um cenário de redação de jornalismo e que o nome do site seria escrito com a mesma fonte adotada pela Disney.

Clique no chamativo botão rosa de “Criar”.

Essa é uma das imagens geradas pelo Bing Image Creator de como seria o Tecnoblog se fosse um filme da Pixar (Imagem: Reprodução/Bing Image Creator)

Na teoria, você consegue criar imagens nesse formato pelo Bing Chat, a IA generativa/buscadora da Microsoft. Todavia, nossos testes só deram certo quando foi feito o upload de alguma das produções do Bing Image Creator.

Tentei fazer uma versão Pixar do Omar Little, da série The Wire, subindo uma imagem do personagem. Os resultados saíram com o rosto borrado, o que pode ser resultado da proteção de privacidade da Microsoft. Se você pedir para gerar uma imagem apenas com comandos, o Bing Chat te atenderá sem restrições.

Tem risco para os meus dados?

Como você não pode subir uma imagem sua para o Bing Image Creator, a IA não registrará seu rosto. No entanto, o seu histórico de busca fica salvo (dá para apagar).

Não custa lembrar que enquanto você ganha uma arte para usar nas redes sociais, a Microsoft e a OpenAI ganham treinamento gratuito para a inteligência artificial.
Trend da Disney Pixar está bombando no Instagram; veja como fazer

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Fonte: Tecnoblog

George R. R. Martin e outros autores entram na Justiça contra OpenAI

George R. R. Martin e outros autores entram na Justiça contra OpenAI

Mais escritores estão acionando a Justiça para processar a OpenAI por plágio. Dessa vez, até o mundialmente conhecido George R. R. Martin, cuja obra “As Crônicas de Gelo e Fogo” foi adaptada para a TV com o nome “Game of Thrones”, integra a lista de requerentes do processo. O sindicato de autores americanos (Authors Guild) é o autor da ação.

OpenAI é novamente acusada de violar direitos autorais (Imagem: Vitor Pádua / Tecnoblog)

A Authors Guild acusa a OpenAI de violar os direitos autorais de escritores ao usar as obras para treinar o ChatGPT. A ação tem a mesma pauta do processo movido por outros autores em julho, quando nomes como Sarah Silverman (humorista) e Christopher Golden (autor) estavam entre os requerentes do processo.

Ação contra OpenAI afirma que empresa violou direitos autorais

Em uma dos trechos do documento, a Authors Guild afirma que a OpenAI copiou as obras dos autores requerentes “sem permissão ou consideração” e, depois, usou os trabalhos sob direitos autorais para treinar os modelos de linguagem grande (LLM na sigla em inglês).

O processo explica que os LLMs são capazes de entregar respostas parecidas com textos humanos (o que quase todo mundo sabe) através de comandos dos usuários— e óbvio que testei o conhecimento do ChatGPT sobre “Game of Thrones”.

ChatGPT descreve ciclo da água “simulando” o personagem Jon Snow (Imagem: Reprodução/Tecnoblog)

No primeiro teste, pedi uma coisa comum: uma resposta simulando como algum personagem falaria. Fica bem claro que o ChatGPT tem conhecimento do livro e da série. Ele consegue pegar referências à história de Jon Snow. Depois, pergunto sobre a história de Catelyn Stark nos livros (que é diferente da série) e ele “acerta”.

No entanto, eu não li os livros e sabia disso tudo por causa da Wikia da obra — e o ChatGPT também é treinado com conteúdo disponível em sites. Obviamente, isso não é uma prova em favor da OpenAI. Será papel da Justiça Federal dos Estados Unidos resolver a disputa. Além disso, livros são pirateados e o ChatGPT pode ter acesso a eles por esse meio.

O fato é que o debate e disputas judiciais sobre direitos autorais e IAs generativas já existe há meses e provavelmente não acabará cedo — se é que vai acabar. Além dos livros, artistas visuais, veículos de imprensa e programadores estão questionando a violação de direitos autorais por diferentes LLMs.

Com informações: CNBC
George R. R. Martin e outros autores entram na Justiça contra OpenAI

George R. R. Martin e outros autores entram na Justiça contra OpenAI
Fonte: Tecnoblog

Dall-E 3 será integrado ao ChatGPT e promete criar imagens melhores

Dall-E 3 será integrado ao ChatGPT e promete criar imagens melhores

A OpenAI anunciou nesta quarta-feira (20) o Dall-E 3, nova versão do seu modelo de inteligência artificial para criação de imagens. Como era de se esperar, a promessa é de que as artes geradas terão uma qualidade superior. Outra novidade é que vai dar para usar a ferramenta diretamente do ChatGPT. A previsão é que ele chegue em outubro.

Uma das ilustrações apresentadas pela OpenAI (Imagem: Divulgação/OpenAI)

Entre as melhorias na qualidade das imagens, a OpenAI promete que o Dall-E 3 será capaz de fazer mãos e textos melhores, dois pontos fracos das ferramentas do tipo disponibilizadas até aqui. Também será possível pedir ajustes em uma imagem já criada.

A empresa diz que os resultados serão mais fiéis ao que os usuários solicitarem. Para ilustrar, ela mostrou um desenho de um simpático abacate cortado ao meio, sem caroço, no divã, dizendo se sentir vazio por dentro.

Desenhos complexos e com textos devem ficar melhores no Dall-E 3 (Imagem: Divulgação/OpenAI)

Dall-E 3 será integrado ao ChatGPT

O Dall-E 3 também será integrado ao ChatGPT. Assim, os usuários não precisarão de duas ferramentas diferentes para gerar textos e imagens — vai dar para pedir tudo diretamente ao chatbot.

A nova versão da inteligência artificial geradora de imagens deve chegar em outubro para assinantes do ChatGPT Plus, plano pago que custa US$ 20 mensais, e também para os usuários corporativos.

OpenAI coloca regras para evitar acusações de plágio

Outra mudança está nas proteções. O Dall-E 3 deve rejeitar pedidos para criar uma imagem ao estilo de um artista vivo — você deve conseguir solicitar um quadro do Michael Jordan no estilo do Van Gogh, mas não do Romero Britto, por exemplo.

Além disso, artistas poderão impedir que todas as suas obras ou algumas delas não sejam usadas para treinar modelos de inteligência artificial da OpenAI.

Essas novidades parecem vir para evitar problemas relacionados a direitos autorais, como acusações de plágio, que surgiram desde que ferramentas do tipo foram liberadas para o público.

A Stability AI, concorrente da OpenAI, foi processada pela Getty Images, por exemplo. As criações do Stable Diffusion muitas vezes vinham com marcas d’água do banco de imagens. Para a Getty, isso é um indício de violação de direitos autorais.

Com informações: OpenAI, Axios, TechCrunch
Dall-E 3 será integrado ao ChatGPT e promete criar imagens melhores

Dall-E 3 será integrado ao ChatGPT e promete criar imagens melhores
Fonte: Tecnoblog

Google Bard ganha integração com Gmail, Docs, Maps e YouTube

Google Bard ganha integração com Gmail, Docs, Maps e YouTube

A ferramenta de inteligência artificial Google Bard, mantida pelo gigante da internet, ganha nesta terça-feira (19) sua maior expansão em seis meses. O Google anunciou o funcionamento da plataforma com “extensões”, como são chamados os sistemas para interligar a IA a outros produtos digitais da empresa. Será possível buscar conteúdo em mensagens do Gmail, em arquivos armazenados no Docs (ou Workspace, como é chamado atualmente), no Maps e até mesmo em vídeos do YouTube.

Google anunciou chegada do Bard ao Brasil em 13.07.2023 (Imagem: Divulgação/Google e Vitor Pádua/Tecnoblog)

De acordo com o Google, a ferramenta de IA também ganha integração com informações de hotéis e de voos armazenadas no mecanismo de busca.

As novidades estão disponíveis no Brasil, mas só funcionam em inglês. Outros idiomas serão acrescentados “em breve”, de acordo com a companhia, que não mencionou prazos.

Extensões no Google Bard

A integração do Bard com outros aplicativos é chamada de “extensão”. A empresa explica que cada plataforma pode trazer dados interessantes para a elaboração de uma resposta mais completa.

A companhia divulgou a seguinte explanação numa nota enviada a jornalistas: “A gente vive a vida circulando entre diferentes apps e janelas. Com as extensões, porém, o Bard passa a ter uma porção de ‘ajudantes’ que trazem apenas as informações necessárias de cada um desses aplicativos. Assim, em vez de passar horas pesquisando voos e fazendo planos para o dia 12 de junho, basta pedir que o Bard pesquise voos no Dia dos Namorados, floriculturas perto do aeroporto e até escreva um poema para surpreender aquela pessoa especial. Tudo isso numa única conversa.”

Demonstração de pergunta ao Bard sobre emails que tratam de uma viagem ao Grand Canyon (Imagem: Divulgação/Google)

Eu participei de uma roda de conversa na qual executivos da empresa responderam dúvidas de repórteres. Nela estava presente Patrick Kane, diretor de gerenciamento de produtos do Google. Ao perguntar sobre a privacidade dos dados pessoais dos usuários, Kane disse que “qualquer interação com o Google Workspace não é revisada por humanos, não será usada em formatos de publicidade no futuro, e nem para treinar o Bard”.

Autoria do conteúdo

O principal responsável pela ferramenta digital também disse que o Google tem o objetivo de “amplificar os mecanismos para que as pessoas chequem as informações” apresentadas pelo Bard. Diante do feedback dos usuários, a plataforma passa a exibir um ícone de “G” que rapidamente diz o nível de confiança de cada trecho do texto gerado pela inteligência artificial.

Interface do Google Bard informa origem de trechos de conteúdo (Imagem: Divulgação/Google)

Na prática, o Google Bard exibe de forma mais explícita a fonte da informação. As demonstrações feitas pela empresa de internet continham citações com fundo verde, por exemplo. Ao clicar naquela frase, o sistema mostrou o site responsável pela informação. Já trechos com fundo laranja não tinham uma fonte identificada, o que pode ser um indício de alucinação da máquina.

O Google não deu detalhes sobre como irá remunerar os produtores do conteúdo que é reprocessado e exibida pela inteligência artificial.

Veja exemplos de comandos para o Bard

O Google divulgou a seguinte lista de comandos que passam a funcionar com o Bard a partir da atualização de hoje. Não custa lembrar que os prompts devem estar em inglês. Ainda que o Bard funcione em mais de 40 idiomas, o update de agora só vale para esta língua.

Pedidos em separado

ExtensãoDescriçãoExemplo de pedidoYouTubeDescubra e aprenda com vídeos do YouTube, por meio de conversas com o BardMostre um modelo de como escrever um discurso de padrinho de casamento, e me dê exemplos de vídeos de YouTube que possam ajudar.MapasAproveite informações baseadas em localização, e concretize seus planosOnde posso levar meu filho de três anos para escolher abóboras de Halloween, e me dê ideias de artes inspiradas no outono que a gente possa fazer em casa.VoosAcesse informações sobre voos, em tempo real, e planeje viagens sob medidaMostre voos para Austin, no Texas, e me dê ideias de passeios para fazer lá. Que tal incluir também Houston?HotéisEncontre hotéis com base em critérios importantes para você, da mesma maneira que você pede dicas para um amigoEncontre hotéis para uma viagem de quatro dias a São Francisco, no Ano Novo.GmailEncontre, resuma e obtenha respostas nos seus e-mails, de forma rápida e simplesFaça um resumo das últimas entrevistas que marquei para visitar e conhecer escolas, e coloque as informações numa tabela, com data e horário.DocsEncontre, resuma e obtenha respostas nos seus documentos, de forma rápida e simplesEncontre o arquivo enviado por Ashley sobre o projeto de limpeza da praça do bairro, e faça um resumo em cinco pontos da proposta de revitalização da praçaDriveEncontre, resuma e obtenha respostas nos seus arquivos PDF, de forma rápida e simplesEncontre no meu Drive o mais recente contrato de aluguel e verifique o valor do depósito caução que eu já realizeFonte: Google

Pedidos combinados

ExtensãoExemplo de pedido combinadoDocs e MapasQuais são os lugares listados no meu arquivo Costa Rica 2024 // Mostre todos esses lugares num mapaGmail, Voos, Hotéis, Mapas e YouTubeQuais são as datas propostas pelo Erik no e-mail sobre a caminhada que vamos fazer na viagem ao Grand Canyon? // Mostre voos para Phoenix nas datas propostas,e mostre hotéis próximos à entrada do Parque Nacional Grand Canyon // Crie um itinerário para a caminhada no Grand Canyon, de ponta a ponta, e inclua uma sugestão de lista de bagagemVoos e MapasEncontre voos sem escala para Chicago no feriado de Ação de Graças. Mostre os melhores lugares para comprar flores assim que eu sair do aeroporto. E me dê alguns conselhos para meu primeiro encontro com os pais da minha namorada, porque eu estou MUITO nervoso!YouTube e LensEsta é a cadeirinha de bebê que comprei para o carro. Me mostre o vídeo com o tutorial de instalação da cadeirinha.YouTube e MapasEncontre hotéis em Paris para uma semana em novembro, e vídeos sobre programas legais para fazer com crianças quando eu estiver lá.Fonte: Google

Bard no Brasil

Considerado um rival do ChatGPT e do Bing Chat, o Bard chegou ao Brasil em julho deste ano, depois de meses de espera. Basta acessar bard.google.com para utilizar a ferramenta. Ela é de graça. O gigante da internet sempre repete que se trata de um “experimento”.
Google Bard ganha integração com Gmail, Docs, Maps e YouTube

Google Bard ganha integração com Gmail, Docs, Maps e YouTube
Fonte: Tecnoblog

Ilha no Caribe deve faturar mais de US$ 25 milhões com domínio usado por IA

Ilha no Caribe deve faturar mais de US$ 25 milhões com domínio usado por IA

Você sabe onde fica Anguila? Eu jamais saberia apontar no mapa. Esta pequena ilha caribenha de 15 mil habitantes deve ganhar uma bela grana nos próximos anos. Ela detém a um tesouro improvável: seu domínio de internet, o .ai, muito usado por empresas de inteligência artificial.

Vista aérea de Anguila (Imagem: Roy Googin/Wikimedia Commons)

Desde os anos 1990, Anguila recebeu o domínio .ai para representar os endereços de sites do país. É igual o .br no Brasil.

Em inglês, inteligencia artificial é “artificial intelligence”, e a sigla AI é muito usada. Logo, as empresas do setor se interessaram. Como este campo está em alta, a tendência é que este número cresça.

Stability.ai, X.ai e Character.ai são alguns exemplos de empresas que se aproveitaram do .ai no nome e no domínio.

Mesmo gigantes como Google e Meta têm os endereços Google.ai e Facebook.ai para as páginas de iniciativas neste campo. A Microsoft.ai, por exemplo, usa a URL para mostrar os serviços de IA da Azure.

Segundo Vince Cate, engenheiro de software que trabalha como um dos administradores do domínio .ai, são 287.432 sites registrados. O número dobrou no último ano.

O país aproveitou o boom da inteligência artificial para subir o preço em meados de abril: de US$ 120 para US$ 140 por dois anos de registro.

Cate estima que os direitos do .ai vão render entre US$ 25 milhões e US$ 30 milhões para Anguila em 2023, contra US$ 6,9 milhões em 2022. Essa cifra é bem relevante: o produto interno bruto (PIB) do país é de cerca de US$ 300 milhões anuais, e as receitas recorrentes no orçamento estão estimadas em US$ 107 milhões.

Domínios de Tuvalu e Montserrat também despertam interesse

Anguila não está sozinha entre os países minúsculos com domínios que interessam empresas de outros lugares.

Um exemplo é Tuvalu. O pequeno país da região da Polinésia, com 11 mil habitantes, é o detentor do .tv, usado por emissoras de todo o mundo. Assim como acontece em Anguila, o registo é uma das principais fontes de receita do governo.

Outro caso é Antígua e Barbuda. O país caribenho detém o domínio .ag. Pode não parecer muito interessante, mas ele é bastante usado por empresas alemãs, por causa do termo “Aktiengesellschaft”. Ele equivalente a uma “sociedade anônima” aqui no Brasil — ou seja, o .ag é para eles o que o .sa seria para nós.

Já Montserrat tem o domínio .ms. A principal empresa a usá-lo é a Microsoft, como encurtador de URLs em vários serviços.

Com informações: Bloomberg
Ilha no Caribe deve faturar mais de US$ 25 milhões com domínio usado por IA

Ilha no Caribe deve faturar mais de US$ 25 milhões com domínio usado por IA
Fonte: Tecnoblog

Google revela preço da inteligência artificial Duet, novo recurso do Workspace

Google revela preço da inteligência artificial Duet, novo recurso do Workspace

O Google anunciou nesta terça-feira (29) o preço do Duet, sua inteligência artificial para auxiliar no uso do Workspace. Assim como o seu rival Windows Copilot, o plano mais barato da IA do Google custará US$ 30 (R$ 145,61 em conversão direta) por mês para cada usuário. O Duet já está disponível para ser “contratado”.

Google Duet é a IA do Google para auxiliar o usuário nos produtos do Workspace (Imagem: Vitor Pádua / Tecnoblog)

Como revelado pelo veículo CNBC, o Google revelara o preço da inteligência artificial para potenciais clientes já em maio, mesmo mês em que o Duet foi apresentado no evento Google I/O. A empresa ainda não publicou os preços dos outros planos, sendo que o valor de US$ 30 é válido para a assinatura voltada à grandes empresas.

Até esse anúncio do Google, a inteligência artificial estava apenas em fase de testes. Através do Duet, o usuário poderá pedir resumos de textos, geração de imagens para apresentações de slides e outros recursos para aumentar a eficiência no uso dos seus aplicativos do Workspace — como Docs, Sheets e Apresentações.

Google Duet rivaliza com Microsoft Copilot até no preço

Windows Copilot será integrado com o Windows 11 e programas do Microsoft 365 (Imagem: Divulgação/Microsoft)

O preço anunciado pelo Google nesta terça é mais um ponto de rivalidade do Duet contra o Microsoft Copilot. Os dois serviços prometem as mesmas facilidades e ganhos de produtividade. O Copilot e o Duet são as versões “tunadas” do Clippy, aquele clips de papel que te ajudava (ou não) nos programas do Microsoft Office — que hoje se chama Microsoft 365.

A diferença é que o Copilot também será integrado ao Windows 11, enquanto o Google não se pronunciou sobre planos de levar o Duet ao ChromeOS. Mas seja você um usuário do Microsoft 365 ou do Google Workspace, as duas inteligências artificiais devem agregar — ainda que não cumpram as grandes promessas das duas empresas em um primeiro momento.

Quem quer economizar e não liga para integração com seus programas de “escritório”, o ChatGPT Plus custa US$ 20 (R$ 97,01) e usa o mesmo GPT-4 da Microsoft.

Com informações: CNBC e The Verge (1 e 2)
Google revela preço da inteligência artificial Duet, novo recurso do Workspace

Google revela preço da inteligência artificial Duet, novo recurso do Workspace
Fonte: Tecnoblog

Amazon, CNN, New York Times e mais sites bloqueiam robô do ChatGPT

Amazon, CNN, New York Times e mais sites bloqueiam robô do ChatGPT

O ChatGPT é capaz de responder inúmeras perguntas com uma precisão razoável, já que foi treinado com grandes quantidades de texto, como livros, artigos e também sites. Estes últimos, no entanto, parecem bem preocupados. Levantamentos mostram que mais de 15 entre os 100 sites mais acessados bloquearam o GPTBot, robô da OpenAI responsável por coletar conteúdo. Nessa lista, estão Amazon, New York Times, CNN e outros.

ChatGPT, da OpenAI (Imagem: Vitor Pádua / Tecnoblog)

Os dados são de uma análise da Originality.ai, empresa especializada em conferir se um conteúdo foi gerado por inteligência artificial ou plagiado.

Entre os 100 sites mais acessados da internet, pelo menos 15 já bloquearam o robô. Entre os 1000 mais acessados, mais de 70 tomaram esta mesma medida.

Entre os mais de 1000 sites que estão bloqueando o GPTBot, estão nomes famosos, como:

Amazon

The New York Times

CNN

Wikihow

Shutterstock

Quora

Bloomberg

Scribd

Reuters

Ikea

Airbnb

Coursera

ChatGPT e outras IAs são acusadas de violar copyright

Bloquear o robô da OpenAI é uma forma de impedir o uso de conteúdo protegido por direitos autorais.

“Propriedade intelectual é a força vital dos nossos negócios, e precisamos proteger os direitos autorais do nosso conteúdo”, declarou uma porta-voz da agência de notícias Reuters à reportagem do jornal The Guardian.

Já o New York Times atualizou os termos de serviço para incluir um item que proíbe a raspagem do conteúdo para treinamento e desenvolvimento de inteligências artificiais.

Este é um tema em debate desde que o ChatGPT e outras ferramentas de inteligência artificial generativa foram lançadas.

O banco de imagens Getty Images, por exemplo, processou os criadores do Stable Diffusion por treinar a IA com fotografias protegidas por copyright. Algumas das criações da ferramenta mostram até mesmo a marca d’água da Getty.

Escritores tomaram caminho parecido e processaram a OpenAI, enquanto uma ação coletiva foi movida contra Microsoft, GitHub e OpenAI por desrespeitar licenças de atribuição de códigos abertos usados no treinamento das ferramentas.

Sites também bloqueiam crawler de arquivo público

O GPTBot é o “crawler” da OpenAI. Este nome é dado a robôs que “rastejam” pela web indexando e coletando informações. Google e Bing, por exemplo, têm os seus, que catalogam as páginas da internet para mostrar resultados de buscas.

A ideia da OpenAI é coletar informações para treinar o modelo de linguagem em larga escala que faz o ChatGPT funcionar.

O GPTBot foi anunciado no começo de agosto de 2023. A OpenAI também disponibilizou informações sobre como os sites poderiam impedir que ele coletasse conteúdo: basta remover a permissão no arquivo robots.txt ou bloquear o IP.

Alguns (mas não todos) sites da lista também bloquearam o CCBot, crawler da organização sem fins lucrativos Common Crawl, cujo objetivo é criar arquivos públicos, para qualquer um acessar.

Parte dos dados usados no treinamento do ChatGPT — e também dos modelos do Google e de outras empresas — vem da Common Crawl.

Com informações: Business Insider, The Guardian, Search Engine Land
Amazon, CNN, New York Times e mais sites bloqueiam robô do ChatGPT

Amazon, CNN, New York Times e mais sites bloqueiam robô do ChatGPT
Fonte: Tecnoblog

Google vai resumir textos e reportagens usando inteligência artificial

Google vai resumir textos e reportagens usando inteligência artificial

A inteligência artificial terá mais uma utilidade em breve: resumir textos da internet. O Google anunciou que seu app de buscas e o navegador Chrome vão contar com um recurso para obter as informações principais de uma página da web, sem que o usuário precise ler tudo.

Google (Imagem: Vitor Pádua / Tecnoblog)

A novidade faz parte da Search Generative Experience (SGE), conjunto de ferramentas que usam IA generativa para acrescentar recursos à busca. Esta tecnologia é da mesma “família” que Bard, ChatGPT e outros.

Chamado “SGE while browsing” (ou “SGE durante a navegação”, em tradução livre), o recurso estará disponível para o app do Google para Android e iOS. Ele também deve chegar ao Chrome nos próximos dias, segundo a empresa.

O Google diz que a ferramenta foi desenhada para “ajudar pessoas a aproveitar mais profundamente conteúdos longos de publicações e criadores, facilitando achar o que você precisa enquanto navega na internet”.

O “SGE while browsing” usa inteligência artificial para criar uma lista de principais assuntos que um texto cobre. Ao clicar em um dos itens, você vai até a parte do artigo que trata daquele tópico.

Outra função é listar perguntas a que aquele artigo responde, também dando a opção de pular para a parte que interessa ao usuário.

No exemplo do Google, em um artigo sobre a Rota 66, a ferramenta traz as perguntas “Em que ano a Rota 66 começou?” e “Qual o comprimento da Rota 66?”.

Publicações terão controle sobre ferramenta

Em seu post para apresentar a novidade, o Google explica que o “SGE while browsing” não resume artigos que estão protegidos por paywall — ou seja, não vai dar para saber o que diz uma reportagem se o jornal ou revista disponibiliza o texto apenas para assinantes.

A decisão de marcar um conteúdo como gratuito ou protegido por paywall caberá aos desenvolvedores e editores.

SGE foi apresentado na Google I/O

Por se tratar de uma ferramenta experimental, o resumo de páginas precisa do Search Labs ativado.

O SGE também é capaz de resumir resultados da busca — assim, você não precisa rolar a página, nem procurar em qual site entrar.

As novidades da busca com inteligência artificial foram apresentadas pela empresa na Google I/O, em maio de 2023. Por enquanto, elas não estão disponíveis no Brasil — apenas o Bard chegou por aqui, em julho de 2023.

Com informações: Google, The Verge
Google vai resumir textos e reportagens usando inteligência artificial

Google vai resumir textos e reportagens usando inteligência artificial
Fonte: Tecnoblog