Category: Inteligência Artificial

Quem é Sam Altman? Conheça a trajetória do criador da OpenAI, dona do ChatGPT

Quem é Sam Altman? Conheça a trajetória do criador da OpenAI, dona do ChatGPT

Sam Altman, CEO da OpenAI, foi responsável por popularizar a IA generativa (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Sam Altman é um empreendedor americano e atual CEO da OpenAI, sendo o principal rosto do avanço da inteligência artificial generativa. Sua liderança foi fundamental para o lançamento do ChatGPT, posicionando-o como uma das figuras mais poderosas da tecnologia atual.

Sua trajetória de sucesso ganhou força ao presidir a aceleradora Y Combinator, onde impulsionou o crescimento de empresas como Airbnb e Reddit. Hoje, ele concentra os esforços na gestão da OpenAI, moldando o futuro da inovação digital e da automação.

O executivo também é um influente investidor no Vale do Silício, com participações em setores de energia nuclear e biotecnologia. Assim, Altman construiu sua fortuna mediante uma visão apurada sobre startups que prometem transformar a humanidade a longo prazo.

A seguir, conheça mais sobre o cofundador da OpenAI, sua trajetória profissional e empresas nas quais ele investe. Também descubra qual é a sua fortuna e sua influência no mercado tecnológico.

ÍndiceQuem é Sam Altman?Qual é a formação de Sam Altman?Qual é a carreira profissional de Sam Altman?Quais são as empresas de Sam Altman?Quais empresas Sam Altman investe?Qual é o patrimônio de Sam Altman?De onde vem a fortuna de Sam Altman?Qual é a importância de Sam Altman para o mercado tecnológico?

Quem é Sam Altman?

Samuel Altman, nascido em 22 de abril de 1985, é um influente empreendedor, investidor americano e atual CEO da OpenAI. Referência no desenvolvimento da inteligência artificial generativa, ele lidera debates sobre segurança tecnológica, regulação e os impactos socioeconômicos dessa inovação.

Qual é a formação de Sam Altman?

Altman ingressou na Universidade de Stanford em 2003 para cursar Ciências da Computação, mas desistiu da graduação após dois anos. Ele abandonou o curso em 2005 para fundar a Loopt, sua primeira startup focada em tecnologia.

O empresário atribui seu aprendizado estratégico mais às partidas de pôquer com colegas do que à sala de aula tradicional. Para Altman, deixar a faculdade foi um risco calculado e reversível diante das oportunidades do setor tecnológico.

Altman abandonou o curso de Ciências da Computação em Stanford para apostar no empreendedorismo (imagem: Lance Ulanoff/Future)

Qual é a carreira profissional de Sam Altman?

A trajetória de Sam Altman começou com a criação da startup Loopt em 2005, quando abandonou os estudos em Stanford. Após vender a empresa em 2012, passou a focar em investimentos e teve uma breve experiência – somente oito dias – como CEO do Reddit em 2014.

Assumiu a presidência da aceleradora Y Combinator de 2014 até 2019, onde impulsionou o crescimento de unicórnios como Airbnb, Reddit e Stripe. Sob sua liderança, a companhia expandiu sua escala global e o valor de mercado de seu portfólio ultrapassou US$ 65 bilhões.

Altman foi um dos cofundadores da OpenAI em 2015, assumindo o cargo de CEO a partir de 2019 para liderar a revolução da inteligência artificial generativa com o ChatGPT. Em 2023, superou uma breve crise de governança, sendo reintegrado ao cargo após massivo apoio interno e externo.

Além da IA, o empreendedor foi cofundador e presidiu empresas de energia nuclear, como a Helion Energy e a Oklo. Sua trajetória reflete a busca contínua por inovação, conectando avanços em softwares e hardware para moldar o futuro tecnológico mundial.

Quais são as empresas de Sam Altman?

Altman é o CEO e dono da OpenAI, onde lidera o desenvolvimento de tecnologias como ChatGPT e o modelo Sora. Sua gestão foca na expansão global da inteligência artificial generativa e na captação de investimentos multimilionários.

Embora tenha sido cofundador das empresas de energia nuclear Helion Energy e Oklo, ele não detém cargos de presidência ou liderança desde 2025. O mesmo ocorre com a empresa de biometria Tools for Humanity e a companhia de capital de risco Hydrazine Capital, ambas fundadas com seu irmão Jack Altman.

Sam Altman é cofundador e atual CEO da OpenAI (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Quais empresas Sam Altman investe?

Altman é um dos investidores mais estratégicos do Vale do Silício, usando veículos como a Hydrazine Capital e Apollo Projects para financiar empresas de tecnologia com alto potencial. Estas são algumas das companhias nas quais ele investe:

Helion Energy e Oklo: lidera aportes em fusão nuclear e fissão avançada para viabilizar energia limpa, barata e abundante em escala global;

Retro Biosciences: foca em biotecnologia para estender a longevidade humana saudável por meio de engenharia celular e terapias inovadoras contra o envelhecimento;

Neuralink e Humane: apoia interfaces cérebro-computador e dispositivos vestíveis de inteligência artificial, visando uma integração profunda entre a IA e o cotidiano humano;

World (Worldcoin): cofundou o projeto que usa biometria para criar um sistema de identidade digital global e uma rede financeira baseada em criptografia;

Wave Mobile Money: investe no setor de fintech para democratizar o acesso a serviços financeiros e transferências em dispositivos móveis em mercados emergentes na África;

Hermes: financia o desenvolvimento de aeronaves hipersônicas destinadas a mudar a velocidade do transporte aéreo comercial;

Rescale e Apex: apoia empresas voltadas para simulações de engenharia em nuvem e segurança cibernética baseada em inteligência artificial;

Aspire e Rain AI: investe no design de chips de IA e computação neuromórfica para otimizar o processamento de modelos de linguagem de próxima geração;

Airbnb, Reddit e Stripe: participou de rodadas de investimentos dessas empresas que se tornaram pilares no setor de hotelaria, comunicação social e processamento de pagamentos online.

Sam Altman foi um dos principais investidores do Airbnb (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Qual é o patrimônio de Sam Altman?

O patrimônio de Sam Altman é estimado em cerca de US$ 2,2 bilhões, segundo dados da Forbes em janeiro de 2026. Isso coloca o empreendedor e investidor na posição 1860 entre os indivíduos mais ricos do mundo.

De onde vem a fortuna de Sam Altman?

A fortuna de Altman provém de antigos aportes em empresas atualmente gigantes como Airbnb, Stripe e Reddit, além de participações em empresas de energia como Helion Energy. Ele diversificou seu capital por meio da Hydrazine Capital e da presidência da Y Combinator, consolidando bilhões em ativos.

Embora tenha tido suporte familiar para estudar em Stanford, Altman não herdou patrimônio e construiu sua riqueza como um investidor de risco. Seu sucesso financeiro não tem ligação com o salário na OpenAI, vindo quase integralmente de seu portfólio pessoal de startups.

Altman é considerado um exemplo de “self-made man” do Vale do Silício (imagem: Reprodução/Vjeran Pavic)

Qual é a importância de Sam Altman para o mercado tecnológico?

Altman é uma importante figura na evolução da inteligência artificial (IA), liderando a OpenAI rumo à popularização de ferramentas generativas. Sua visão estratégica dita o ritmo da inovação contemporânea, transformando como a sociedade e as empresas interagem com sistemas autônomos.

O sucesso de suas iniciativas forçou uma reorganização nas big techs, que aceleram os ciclos de desenvolvimento para competir com a OpenAI. Esse movimento consolidou novos padrões de produtividade e intensificou o debate sobre a segurança de modelos de larga escala.

Como ex-líder da Y Combinator, Altman moldou o ecossistema de startups ao impulsionar unicórnios e democratizar o acesso ao financiamento de alto risco. Ele direciona capital para setores de fronteira, conectando o desenvolvimento de softwares avançados a avanços reais em energia e biotecnologia.

Sua influência estende-se à esfera política, onde atua como interlocutor essencial na criação de normas globais para governança tecnológica e ética. Ao equilibrar progresso técnico com visão social, Altman posiciona-se como o “arquiteto da nova economia digital”.
Quem é Sam Altman? Conheça a trajetória do criador da OpenAI, dona do ChatGPT

Quem é Sam Altman? Conheça a trajetória do criador da OpenAI, dona do ChatGPT
Fonte: Tecnoblog

Google quer contratar pessoas para checar respostas da IA no buscador

Google quer contratar pessoas para checar respostas da IA no buscador

Nos últimos meses, o Google passou a direcionar mais usuários para o AI Mode (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

O Google está buscando profissionais para verificar e aprimorar respostas geradas por inteligência artificial em seu principal produto: a busca. Um anúncio recente de vaga sugere que a empresa reconhece limites importantes nas respostas automáticas exibidas ao usuário, especialmente no recurso de Visão Geral fornecido por IA.

A movimentação ocorre em meio à reformulação da experiência de busca, que vem incorporando cada vez mais respostas diretas geradas por IA. Embora o Google não admita falhas de forma explícita, a criação de um time dedicado à qualidade dessas respostas indica preocupação com erros, contradições e informações inventadas — um problema recorrente em sistemas baseados em modelos generativos.

O que diz a vaga aberta pelo Google?

O cargo de engenheiro é voltado para a equipe de Search e fica dentro de AI Answers Quality. Segundo a descrição, os profissionais contratados terão como missão melhorar a qualidade das respostas apresentadas pelo Google, com foco direto nos AI Overviews, que aparecem no topo da página de resultados.

“Na Busca do Google, estamos reinventando o significado de buscar informações – de qualquer forma e em qualquer lugar. Para isso, precisamos resolver desafios complexos de engenharia e expandir nossa infraestrutura, mantendo uma experiência universalmente acessível e útil na qual pessoas do mundo todo confiam”, afirma o Google na descrição da vaga.

Descrição de posição no Google (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Em outro trecho, a empresa explica que o objetivo do time é “ajudar a equipe de Qualidade de Respostas de IA a fornecer Visões Gerais de IA para consultas complexas e difíceis dos usuários no SRP e no Modo IA”. A linguagem sugere que o trabalho não será apenas técnico, mas também analítico, avaliando se as respostas fazem sentido e correspondem às fontes citadas.

Por que o Google precisa revisar respostas da IA?

Inteligência artificial generativa chegou à busca do Google (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

A iniciativa surge em um momento sensível. Nos últimos meses, o Google passou a direcionar mais usuários para o Modo IA, além de integrar resumos automáticos ao Discover e até reescrever manchetes de veículos jornalísticos com IA. O problema é que essas respostas nem sempre são confiáveis.

Há registros de situações em que a IA apresenta valores financeiros inexistentes, dados conflitantes para a mesma pergunta formulada de formas diferentes e cita fontes que não confirmam a informação exibida. Reportagens recentes também apontaram respostas equivocadas envolvendo temas de saúde, um dos campos mais sensíveis para esse tipo de tecnologia.
Google quer contratar pessoas para checar respostas da IA no buscador

Google quer contratar pessoas para checar respostas da IA no buscador
Fonte: Tecnoblog

O que é IBM? Conheça a história e o impacto da empresa na tecnologia

O que é IBM? Conheça a história e o impacto da empresa na tecnologia

Saiba como a IBM se tornou uma das empresas mais importantes do setor da tecnologia (imagem: Tecnoblog)

A IBM é uma multinacional americana de tecnologia focada em inovação, inteligência artificial e serviços em nuvem. Inicialmente com o nome CTR, ela surgiu em 1911 a partir da fusão de empresas de tabulação para modernizar processos de gestão de dados que antes eram manuais e lentos.

A expansão global ocorreu sob o comando de Thomas J. Watson, que rebatizou a companhia para International Business Machines em 1924. Seu objetivo era criar soluções inovadoras de hardware que atendessem às necessidades de grandes negócios mundiais.

A marca moldou a era digital com o mainframe System/360 e os computadores IBM, padronizando o mercado mundial de hardware e software. Hoje, a empresa prioriza soluções de computação em nuvem híbrida, IA para o mercado corporativo e sistemas avançados de computação quântica.

A seguir, conheça mais sobre a história da IBM e sua importância para o mercado de tecnologia. Também descubra os principais produtos ofertados pela marca atualmente e seus principais concorrentes. 

ÍndiceO que é IBM?O que significa IBM?Qual é a história da IBM?Qual é a importância da IBM para a tecnologia?Quais são os produtos da IBM?A IBM trabalha com inteligência artificial?Quais são os principais concorrentes da IBM?

O que é IBM?

A IBM é uma empresa multinacional americana que lidera o setor de tecnologia por meio de soluções em inteligência artificial, computação em nuvem e avanços em computação quântica. Referência histórica em hardware e software, a companhia hoje foca em consultoria estratégica e inovação digital para o mercado corporativo global.

O que significa IBM?

IBM significa International Business Machines (Máquinas de Negócios Internacionais, em português), nome adotado em 1924 para refletir a expansão global da empresa e o foco na automação de dados empresariais. A sigla também marcou a transição de máquinas tabuladoras físicas para soluções modernas disponíveis na época.

Mark I da IBM no campus da Universidade de Harvard, em 1944 (imagem: PhotoQuest/Archive Photos)

Qual é a história da IBM?

Fundada em 1911 como CTR, a empresa consolidou tecnologias de tabulação sob a liderança de Thomas J. Watson. Em 1924, ela foi renomeada como International Business Machines, expandindo seu alcance global em equipamentos de escritório.

A IBM impulsionou a era digital com o Mark I durante os anos 1940, competindo tecnologicamente com o primeiro computador ENIAC. Em 1964, o mainframe System/360 padronizou arquiteturas de computação, garantindo à companhia o domínio absoluto do setor.

Em 1981, o lançamento do IBM PC popularizou o uso doméstico e definiu o padrão para a computação pessoal. Apesar do reconhecido histórico na área de hardware, a marca teve que reinventar o modelo de negócios sob a gestão de Louis Gerstner para superar as crises severas nos anos 1990.

O foco da empresa migrou para consultoria estratégica e softwares, movimento reforçado pela aquisição da PwC Consulting em 2002. Além disso, a divisão de hardware pessoal foi vendida à Lenovo em 2005, permitindo focar em soluções corporativas robustas.

Atualmente, a IBM lidera os segmentos de nuvem híbrida, inteligência artificial e computação quântica. Por meio da plataforma watsonx, a companhia mantém a relevância global ao resolver desafios empresariais de altíssima complexidade técnica.

Mainframe System/360 ajudou a padronizar a arquitetura da computação nos anos 1960 (imagem: Divulgação/IBM)

Qual é a importância da IBM para a tecnologia?

A IBM moldou a infraestrutura tecnológica global, sendo responsável pela criação do disco rígido, da linguagem SQL e do código de barras. Seus laboratórios realizaram invenções na área de nanotecnologia e detém o recorde de patentes e prêmios científicos.

A empresa mudou a computação corporativa com o mainframe IBM System/360 nos anos 1960 e democratizou o acesso tecnológico ao lançar o computador pessoal IBM PC nos anos 1980. Além disso, foi pioneira na inteligência artificial ao derrotar campeões mundiais de xadrez usando supercomputadores como Deep Blue e IBM Watson.

Hoje, a marca faz a transição para a nuvem híbrida e investe na viabilização comercial da computação quântica de alta escala. Assim, o foco estratégico permanece na resolução de problemas complexos por meio de arquiteturas de processamento de próxima geração.

IBM PC foi responsável por popularizar os computadores pessoais nos anos 1980 (imagem: Divulgação/IBM)

Quais são os produtos da IBM?

A IBM concentra o portfólio em soluções de nuvem híbrida e inteligência artificial gerativa para o mercado corporativo. Seu ecossistema integra tecnologias de ponta com serviços especializados para acelerar a transformação digital de grandes organizações.

Plataformas de IA e Dados:

Watsonx Suite: conjunto de ferramentas que inclui o Orchestrate para automação com agentes de IA e o watsonx.data para integração de grandes volumes de dados;

Modelos Granite: modelos de linguagem focados em eficiência empresarial, priorizando inteligência artificial de pequeno porte e processamento de borda (edge AI).

Hardware e Infraestrutura:

Mainframe IBM zSystems: mainframes de alto desempenho projetados para processar volumes massivos de transações com inferência de IA integrada nativamente;

Processadores quânticos: sistemas avançados que visam alcançar a computação tolerante a falhas até 2029, focando em inovações de processamento futuro;

Infraestrutura de nuvem híbrida: ecossistema baseado em IBM Cloud que usa tecnologias de contêineres e APIs para garantir a migração fluida e a integração entre ambientes locais e nuvens públicas.

Soluções de software:

Software de integração e mensageria: soluções como API Connect e IBM MQ que asseguram a comunicação entre sistemas complexos e o gerenciamento eficiente do fluxo de informações digitais;

Automação e Analytics empresarial: ferramentas de automação robótica (RPA) e análise preditiva como o Cognos, projetadas para otimizar processos internos e embasar decisões estratégicas por meio de dados.

Divisão de computação quântica da IBM trabalha para criar sistemas de computação tolerantes a falhas (imagem: Divulgação/IBM)

A IBM trabalha com inteligência artificial?

A IBM lidera o setor de IA empresarial com a plataforma watsonx, que integra modelos de linguagem e governança de dados em nuvem híbrida. Essa infraestrutura permite que corporações automatizem fluxos de trabalhos complexos e gerenciem grandes volumes de informações com total controle.

Por meio de modelos Granite e agentes autônomos, a companhia otimiza a produtividade operacional e a tomada de decisão em tempo real. Parcerias estratégicas com Salesforce e Oracle potencializam essas tecnologias, levando inovações de escala industrial para diversos setores globais.

O foco futuro reside no Project Bob para codificação assistida e no desenvolvimento de arquiteturas neurais avançadas que superam limitações tradicionais. Tais ferramentas asseguram operações de TI proativas, garantindo máxima segurança e desempenho em ambientes mainframes e nuvem.

Quais são os principais concorrentes da IBM?

A IBM enfrenta uma concorrência diversificada devido ao seu vasto portfólio, que abrange desde infraestrutura crítica até inteligência artificial e serviços estratégicos:

Microsoft Azure, AWS e Google Cloud: lideram o mercado de nuvem pública e ferramentas de IA generativa, pressionando a estratégia de nuvem híbrida e a plataforma watsonx da IBM;

Accenture e Deloitte: são os principais rivais da IBM Consulting, disputando grandes contratos de transformação digital, aconselhamento estratégico e implementação de tecnologias emergentes no setor corporativo;

Dell Technologies e HPE: mantêm uma disputa no mercado de infraestrutura, oferecendo servidores de alto desempenho e soluções de armazenamento que competem com o hardware da IBM;

Oracle e SAP: dominam o segmento de softwares empresariais e bancos de dados, focando na automação de processos e gestão de dados com as soluções de software;

TCS, Infosys e Capgemini: provedores de serviços de TI que concorrem diretamente na execução de projetos de terceirização, suporte operacional e modernização de sistemas legados em escala global.

O que é IBM? Conheça a história e o impacto da empresa na tecnologia

O que é IBM? Conheça a história e o impacto da empresa na tecnologia
Fonte: Tecnoblog

Executivos da Salesforce admitem perda de confiança na IA generativa

Executivos da Salesforce admitem perda de confiança na IA generativa

Sanjna Parulekar é VP sênior de marketing de produtos (imagem: reprodução/Salesforce)

Resumo

A Salesforce enfrenta problemas de confiabilidade com grandes modelos de linguagem e busca alternativas mais estáveis, afetando diretamente o produto Agentforce.
Executivos identificaram problemas como a deriva da IA e alucinações, levando a uma reavaliação estratégica que prioriza fundações de dados.
A empresa demitiu cerca de 4 mil funcionários e as ações caíram 34% desde dezembro de 2024, mas a expectativa é que o Agentforce gere mais de US$ 500 milhões em receita anual.

A Salesforce, uma das maiores empresas de software corporativo do mundo, está recuando na implementação agressiva de grandes modelos de linguagem (LLMs) após enfrentar problemas de confiabilidade. A companhia, que defende a transformação do ambiente de trabalho com uso da tecnologia, agora busca alternativas mais estáveis para os produtos e reconhece as limitações técnicas para tarefas complexas.

Segundo o jornal The Information, Sanjna Parulekar, vice-presidente sênior de marketing de produtos da companhia, admitiu que houve queda no otimismo sobre a IA. “Todos nós estávamos mais confiantes sobre grandes modelos de linguagem há um ano”, afirmou a executiva.

O reposicionamento afeta diretamente o Agentforce, principal aposta recente da Salesforce na área de IA. O produto vinha sendo apresentado como uma plataforma de agentes capazes de executar tarefas complexas de forma autônoma, mas agora deve depender menos de respostas abertas geradas por LLMs.

Salesforce deve diminuir uso de grandes modelos de linguagem (imagem: Raysonho/Wikimedia)

Aleatoriedade gerou ineficiência

Entre os problemas identificados está o chamado AI drift — ou deriva da IA. Em uma publicação recente, o executivo Phil Mui explicou que agentes baseados em modelos de linguagem tendem a perder o foco quando confrontados com interações humanas fora do fluxo esperado.

Um exemplo são os chatbots projetados para auxiliar no preenchimento de formulários. Ao receberem perguntas irrelevantes do cliente, esses sistemas costumam se distrair, reduzindo a eficiência do fluxo de trabalho corporativo.

Além da perda de foco, a questão das alucinações pesou na decisão. O CEO da Salesforce, Marc Benioff, afirmou em entrevista ao Business Insider que está reescrevendo a estratégia anual da empresa. A nova diretriz prioriza fundações de dados em detrimento dos modelos de IA isolados.

Marc Benioff, CEO e cofundador da Salesfoce (imagem: reprodução/The Logan Bartlett Show)

Para Benioff, operar esses sistemas sem o contexto adequado aumenta drasticamente o risco de erros. Ele considera que, no ambiente corporativo, inventar informações incorretas com alta confiança é inaceitável.

Apesar dos problemas técnicos, o CEO mantém grandes ambições para a marca do produto. Benioff chegou a sugerir que não ficaria surpreso se a própria companhia viesse a ser rebatizada com o nome do produto, Agentforce.

Salesforce diminuiu força de trabalho

A recalibragem da estratégia coincide com um momento de tensão na força de trabalho, após a Salesforce demitir cerca de 4 mil funcionários, principalmente da área de suporte, e atribuir parte do serviço a agentes de IA.

As ações da Salesforce registraram uma queda de aproximadamente 34% em relação ao pico atingido em dezembro de 2024, refletindo o ceticismo dos investidores quanto à capacidade da empresa de converter o hype da IA em resultados consistentes. Ainda assim, a projeção é de que a plataforma Agentforce gere mais de US$ 500 milhões em receita anual.
Executivos da Salesforce admitem perda de confiança na IA generativa

Executivos da Salesforce admitem perda de confiança na IA generativa
Fonte: Tecnoblog

Samsung quer colocar IA até no calendário do celular

Samsung quer colocar IA até no calendário do celular

Linha Galaxy conta com ferramentas de IA generativa para imagens (foto: Ana Marques/Tecnoblog)

Resumo

A Samsung integrou IA no app de calendário para gerar imagens de fundo no widget de contagem regressiva, com base no título do compromisso.
A função está na versão 12.7.05.36 do app, disponível para a One UI 8.5 em fase beta, mas ainda não está acessível para todos os usuários.
Outras melhorias no calendário incluem ocultar compromissos passados, marcar lembretes como completos, busca com linguagem natural e anexar múltiplas imagens.

A mais recente atualização da Samsung para o app de calendário vem com uma discreta ferramenta de inteligência artificial. Segundo o registro de mudanças, será possível gerar imagens de fundo com base no título do compromisso, que aparecerão no widget de contagem regressiva.

A novidade foi notada pelo site SamMobile e está presente na versão 12.7.05.36, distribuída apenas para aparelhos com a One UI 8.5 — vale dizer que essa versão da interface da Samsung para o Android ainda está em fase beta.

Opção de imagem gerada por IA ainda não aparece no app (imagem: reprodução/SamMobile)

Apesar de constar no changelog, o pessoal do SamMobile não conseguiu usar a funcionalidade, já que ela não apareceu entre as opções de imagem de fundo do widget.

One UI 8.5 terá IA em mais funções

Quem não é entusiasta da IA pode respirar aliviado: esse é um recurso opcional e pouco intrusivo, que não afeta o uso do aplicativo, nem altera as informações dos compromissos.

Vários apps e dispositivos já fazem uso dessa tecnologia para ilustrar suas interfaces. A própria Samsung oferece, na linha Galaxy, um gerador de papéis de parede que funciona com base em prompts de texto. Entre as concorrentes, a Motorola tem uma funcionalidade semelhante.

A One UI 8.5 deve adotar a IA para ainda mais finalidades. Uma das primeiras versões do sistema trouxe a opção de usar inteligência artificial para mudar automaticamente do Wi-Fi para os dados móveis, aprendendo com os dados da rede e os deslocamentos do usuário.

Os modelos de IA também poderão controlar o uso de rede com base em padrões, hábitos e rotinas, visando economizar o consumo de energia e poupar bateria.

Calendário recebe outras melhorias

Voltando ao calendário, o registro de mudanças lista outras quatro novidades:

Opções para ocultar compromissos passados.

Suporte para marcar lembretes como completos.

Melhorias na busca com linguagem natural.

Suporte a anexar múltiplas imagens e melhorias na exibição.

Com informações do SamMobile
Samsung quer colocar IA até no calendário do celular

Samsung quer colocar IA até no calendário do celular
Fonte: Tecnoblog

Projeto de substituição do Google Assistente sofre atraso

Projeto de substituição do Google Assistente sofre atraso

Google Assistente continuará sendo substituído ao longo de 2026 (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Resumo

Google adiou para 2026 a substituição definitiva do Google Assistente pelo Gemini em dispositivos Android.
A substituição já ocorre em alguns dispositivos, como a linha Pixel 9 e o Galaxy S25 Ultra.
Para funcionar, a empresa afirma que o aparelho deve rodar, no mínimo, o Android 10 e conter 2 GB de RAM ou superior.

O Google confirmou nesse sábado (20/12) que o processo de substituição definitiva do Google Assistente pelo Gemini em dispositivos Android levará mais tempo do que o planejado inicialmente. A empresa, que tinha a meta de tornar a nova inteligência artificial o assistente padrão na maioria dos celulares até o final de 2025, estendeu o cronograma de transição para o ano de 2026.

Em comunicado, a companhia informou que está ajustando o cronograma para assegurar que a mudança ocorra de maneira fluida para a base de usuários. Com a nova diretriz, as atualizações de sistema que convertem o software de assistente virtual anterior do Google para a nova tecnologia continuarão gradualmente ao longo do próximo ano.

A empresa não especificou uma nova data limite para o encerramento total do Assistente clássico, mas afirmou que compartilhará mais detalhes sobre as etapas seguintes nos “próximos meses”.

A decisão mantém o funcionamento dos dois serviços em paralelo por um período maior do que o estipulado na estratégia original. A inteligência artificial, inclusive, segue respondendo ao comando “Hey, Google”, que originalmente ativava o Google Assistente.

Gemini substituiu Google Assistente

A substituição já é uma realidade para parte do ecossistema Android desde o ano passado. A linha Pixel 9 e o Galaxy S25 Ultra, por exemplo, já chegaram ao mercado trazendo o Gemini configurado como o assistente padrão de fábrica.

Apesar de ainda não chegar como padrão em todos os aparelhos, a experiência é opcional. Usuários de modelos compatíveis podem baixar o aplicativo do Gemini e escolher substituir o Assistente antigo manualmente.

Planos de expansão

Google continua expansão para outros dispositivos (imagem: divulgação/Google)

Em entrevistas anteriores, executivos como Sissie Hsiao, vice-presidente de experiências do Gemini, definiram a ferramenta como uma “evolução” do produto anterior, segundo o portal Engadget.

O foco do desenvolvimento recente tem sido garantir paridade de recursos, permitindo que a IA execute tanto tarefas generativas quanto comandos utilitários, como controlar dispositivos de casa inteligente, definir alarmes e tocar música.

Além disso, a ideia prevê a expansão da IA para além dos telefones, como tablets, sistemas automotivos e dispositivos vestíveis (como fones de ouvido e smartwatches) que poderão se beneficiar da tecnologia do Gemini.

Para suportar o assistente atualizado, no entanto, o hardware deve cumprir especificações técnicas mínimas. Segundo a documentação da empresa, os dispositivos precisam rodar o sistema operacional Android 10 ou superior e contar com, pelo menos, 2 GB de memória RAM para processar os modelos de linguagem.
Projeto de substituição do Google Assistente sofre atraso

Projeto de substituição do Google Assistente sofre atraso
Fonte: Tecnoblog

IA fica responsável por máquina de vendas e dá prejuízo

IA fica responsável por máquina de vendas e dá prejuízo

/

Experimento da Anthropic expõe limites de agentes de IA autônomos (imagem: divulgação/Anthropic)

Resumo

A Anthropic colocou uma IA para gerenciar uma máquina de vendas, mas o resultado foi uma série de decisões erradas do sistema e prejuízo financeiro.
Apelidada de Claudius, a IA foi manipulada por funcionários, vendendo produtos abaixo do custo e distribuindo itens gratuitamente.
O veredito da empresa é que a distância para um agente de IA completamente funcional e autônomo ainda é grande.

Um experimento conduzido pela Anthropic, dona da IA Claude, mostrou que a autonomia total de sistemas de inteligência artificial ainda esbarra em limitações práticas. A empresa colocou um agente de IA para administrar uma pequena máquina de vendas em seus escritórios, mas o resultado foi uma sequência de decisões equivocadas e perdas financeiras.

A IA, apelidada de Claudius, operava a máquina quase de forma independente, definindo preços, gerenciando estoque e atendendo clientes. A interação com os funcionários era feita por meio da plataforma Slack. Segundo a Anthropic, o objetivo era avaliar como agentes autônomos se comportam em tarefas do mundo real, indo além de responder perguntas ou gerar textos.

Como funcionou o experimento?

Na primeira fase, Claudius controlou sozinho uma operação no escritório do The Wall Street Journal: pesquisava produtos, sugeria preços e autorizava vendas. Sem sensores ou mecanismos físicos de controle, a IA dependia do chamado “sistema de honra”, confiando que as pessoas pagariam corretamente pelos itens. Rapidamente, surgiram problemas.

Funcionários conseguiram convencer a IA a vender produtos abaixo do custo, distribuir itens gratuitamente e até comprar objetos sem sentido comercial, como cubos de tungstênio e itens caros para “marketing”. O jornal escreve que a IA “sorteou um PlayStation 5 para fins de marketing”.

Em um momento, o agente começou a alucinar e chegou a afirmar que era um humano “usando um blazer azul”, evidenciando falhas de contexto e identidade. O resultado foi um prejuízo constante e a perda quase total do estoque.

IA não conseguiu lucrar

Anthropic testou agente de IA em negócio real (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Na segunda fase, a Anthropic tentou corrigir os erros com uma máquina instalada no seu próprio escritório. Claudius foi atualizado para um modelo mais recente, recebeu ferramentas adicionais — como sistemas de gestão de estoque e pesquisa de preços — e passou a responder a um “CEO” virtual, outro agente de IA chamado Seymour Cash. A ideia era impor metas e disciplina financeira.

As mudanças trouxeram melhorias parciais: os descontos caíram cerca de 80% e a IA passou a calcular melhor margens e prazos. Ainda assim, o sistema continuou vulnerável a manipulações humanas e a decisões pouco racionais. O próprio “CEO virtual” autorizou reembolsos excessivos e se envolveu em longas conversas irrelevantes, comprometendo a eficiência do negócio.

Para a Anthropic, o experimento deixa um recado claro. “A ideia de uma IA administrando um negócio não parece tão absurda quanto antes”, diz um post no blog da empresa. “Mas a diferença entre ‘capaz’ e ‘completamente robusto’ continua grande”.
IA fica responsável por máquina de vendas e dá prejuízo

IA fica responsável por máquina de vendas e dá prejuízo
Fonte: Tecnoblog

Google lança IA que cria resumo matinal com informações importantes do dia

Google lança IA que cria resumo matinal com informações importantes do dia

CC usa Gemini e prepara usuário para o dia (imagem: divulgação)

Resumo

O Google lançou o CC, um agente experimental que usa IA para gerar resumos diários com compromissos, tarefas e contas a pagar, usando dados do Gmail, Agenda e Drive.
O CC está em fase experimental e é liberado gradualmente nos EUA e Canadá para usuários com 18 anos ou mais, com prioridade para assinantes do Google AI Ultra e planos pagos.
O CC segue a ideia do ChatGPT Pulse da OpenAI, que organiza sugestões em cards usando o histórico de conversas e pode conectar aplicativos externos para incluir informações no resumo.

O Google anunciou, nesta terça-feira (16/12), o CC, um agente experimental que usa inteligência artificial para gerar um resumo do dia. A ideia é que, logo pela manhã, você receba no seu email uma lista de informações importantes.

Segundo a empresa, o resumo “Seu dia seguinte” inclui os compromissos do dia, tarefas importantes, atualizações e até mesmo contas a pagar. O CC pode ainda preparar rascunhos de emails (mas não pode enviá-los) e mostrar links da agenda.

E para dar instruções ao assistente, basta escrever um email para ele, com lembretes, compromissos ou informações importantes. Dá até para copiá-lo em uma conversa para obter um resumo do que foi discutido. O endereço do assistente é [seu-username]+cc@gmail.com.

O CC usa o modelo Gemini como base. Para conseguir realizar todas essas tarefas, ele precisa acessar o Gmail, a Agenda e o Google Drive, além de coletar informações da internet.

Por enquanto, o CC está em fase experimental, como parte do programa Google Labs. O agente está sendo liberado gradualmente para usuários nos Estados Unidos e no Canadá com 18 anos ou mais. Interessados devem se inscrever na lista de espera — assinantes do Google AI Ultra e de planos pagos terão prioridade.

Google CC segue os passos do ChatGPT Pulse

A ideia de usar IA generativa para criar um resumo do dia não é inédita. Em setembro de 2025, a OpenAI anunciou o ChatGPT Pulse, que tem uma proposta parecida.

O robô usa o histórico de conversas para organizar sugestões em cards, que são exibidos na manhã seguinte. Entre as possibilidades, estão sugestões de jantar, ideias de treinos ou acompanhamento de temas profissionais.

Também dá para conectar aplicativos externos para que essas informações sejam incluídas no resumo. Ao conectar a Google Agenda, por exemplo, o Pulse pode propor reuniões, lembrar de aniversários ou indicar locais a visitar nas próximas viagens. Outra forma de usar o assistente é fazer pedidos diretos, como recomendar eventos locais às sextas.

Com informações do Google e do The Verge
Google lança IA que cria resumo matinal com informações importantes do dia

Google lança IA que cria resumo matinal com informações importantes do dia
Fonte: Tecnoblog

O que é Perplexity? Veja como funciona e como usar o buscador de IA

O que é Perplexity? Veja como funciona e como usar o buscador de IA

Descubra como o Perplexity pode ser uma ferramenta de produtividade facilitando pesquisas na internet (imagem: Divulgação/Perplexity)

O Perplexity AI é um motor de busca conversacional que usa IA generativa para entregar respostas diretas e precisas em vez de somente exibir os links. Em essência, ele elimina a busca exaustiva e prioriza a transparência nas referências.

A ferramenta analisa dados da web em tempo real para gerar os resultados, citando fontes confiáveis para validar cada informação apresentada ao usuário. Assim, a IA generativa cria resumos diretos sobre o assunto ou dúvida apresentada pela pessoa.

Atualmente, o Perplexity AI está disponível via navegador, aplicativos móveis para iOS e Android e até mesmo em smart TVs selecionadas. Para usar, basta digitar uma pergunta no campo de busca e, em seguida, refinar o resultado por meio do chat interativo para obter mais detalhes.

A seguir, conheça mais sobre o Perplexity AI, seu funcionamento detalhado e como usá-lo no dia a dia. Também saiba as vantagens e desvantagens do buscador de IA.

ÍndiceO que é o Perplexity?O que significa Perplexity?Quem é o dono do Perplexity?Como funciona o Perplexity AIO Perplexity é gratuito?Como usar o PerplexityComo usar o aplicativo do PerplexityComo usar o Perplexity no navegadorQuais são os principais recursos do Perplexity?Quais são as vantagens do Perplexity AI?Quais são as desvantagens do Perplexity AI?Qual é a diferença entre Perplexity e ChatGPT?Qual é a diferença entre Perplexity e Gemini?Qual é a diferença entre Perplexity e Comet AI?

O que é o Perplexity?

O Perplexity é um motor de busca conversacional que combina inteligência artificial à navegação em tempo real para obter respostas diretas com citações imediatas. Ele se diferencia pela transparência, permitindo que o usuário valide a veracidade das informações por meio de links de fontes bibliográficas.

Além de solucionar dúvidas complexas, a plataforma processa arquivos, traduz textos e auxilia na criação de conteúdos técnicos ou criativos. A interface interativa otimiza o fluxo de trabalho de profissionais, transformando pesquisas exaustivas em diálogos produtivos e fundamentados.

O que significa Perplexity?

O nome “Perplexity” vem da teoria da informação, onde a “perplexidade” mede a incerteza de um modelo de linguagem ao prever textos. No contexto técnico, quanto menor esse índice, mais eficiente, previsível e assertiva é a resposta gerada pela inteligência artificial.

A escolha do nome reflete o objetivo da empresa de reduzir o ruído informativo e converter a confusão inicial do usuário em clareza absoluta. Assim, a marca simboliza a transição da dúvida complexa para o conhecimento direto, preciso e fundamentado.

Quem é o dono do Perplexity?

O Perplexity AI é uma startup fundada e liderada pelo CEO Aravind Srinivas, não possuindo um único dono. Sua propriedade é dividida entre os fundadores e investidores estratégicos, incluindo nomes importantes como Jeff Bezos e a NVIDIA.

Perplexity usa IA generativa para criar resumos dos conteúdos pesquisados em fontes de alta autoridade na internet (imagem: Divulgação/Perplexity)

Como funciona o Perplexity AI

O Perplexity usa inteligência artificial generativa para processar consultas em linguagem natural e compreender intenções complexas. Ele realiza buscas simultâneas na web em tempo real, priorizando fontes de alta autoridade para garantir precisão técnica.

Após filtrar os dados, o sistema resume as informações em uma resposta direta e livre de redundâncias. O diferencial está na atribuição transparente, onde cada trecho é vinculado a citações numeradas para verificação imediata.

O modo de pesquisa avançada automatiza múltiplas etapas de navegação, analisando centenas de páginas para resolver problemas densos. Esse motor de raciocínio decompõe a dúvida original em sub-tarefas, operando como um pesquisador autônomo de alta velocidade.

Além de informar, a plataforma executa tarefas práticas como análise de dados, geração de códigos e organização de páginas. Essa integração transforma a ferramenta em um assistente de produtividade completo que une busca estratégica e execução técnica.

O Perplexity é gratuito?

Sim, o Perplexity oferece uma versão gratuita com pesquisas ilimitadas no modo padrão e um limite diário para buscas usando modelos de IA avançados. Esse plano é ideal para consultas rápidas, permitindo o acompanhamento de perguntas para refinar os resultados.

Para maior capacidade, o plano pago “Pro” desbloqueia centenas de buscas avançadas e análise de arquivos aprofundadas. Além disso, o usuário tem acesso ilimitado a modelos de linguagem avançados como GPT-5.2 e Claude 4.5.

Recursos como Deep Resarch pode ter restrições na versão gratuita do Perplexity (imagem: Divulgação/Perplexity)

Como usar o Perplexity

O Perplexity está disponível tanto para dispositivos móveis quanto em uma versão web via navegador. Embora tenham diversos elementos em comum, a versão web apresenta algumas diferenças que podem impactar na experiência.

Como usar o aplicativo do Perplexity

1. Baixe o app Perplexity no celular

Acesse a App Store no iPhone ou a Play Store no Android e faça download do app Perplexity.

Baixando o aplicativo Perplexity no celular (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

2. Escolha as fontes da consulta do Perplexity

Abra o aplicativo Perplexity no seu celular e, em seguida, toque no botão “+” para visualizar as opções de fontes. Neste menu, é possível definir os parâmetros de pesquisa (Web, Acadêmico, Finanças, Social) e enviar arquivos para análise ou de contexto.

Definindo fontes de pesquisa (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

3. Faça a busca de um assunto

Use o campo na parte inferior da tela para escrever o tema que você deseja pesquisar usando a IA do Perplexity. Depois, toque no botão de seta para cima para avançar.

Enviando a pergunta para o Perplexity (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

4. Verifique o resultado da pesquisa

Aguarde o Perplexity realizar a consulta para visualizar o resultado. Em geral, esse procedimento dura poucos segundos.

Aguardando o resultado da pesquisa (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

5. Consulte as fontes da pesquisa

Desça a tela com a resposta até o final e toque no botão “Fontes” para verificar de onde a IA obteve as informações. Se desejar, é possível acessar os links para ver mais detalhes.

Acessando as fontes da pesquisa (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

6. Continue a pesquisa no Perplexity

Caso deseje seguir se aprofundando na pesquisa, toque no campo na parte inferior da tela. Então, adicione um prompt com mais detalhes sobre o que você está buscando ou novas orientações.

Continuando a pesquisa no Perplexity (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

7. Reescreva a consulta no Perplexity

Se as respostas do Perplexity não estiverem sendo satisfatórias, toque no ícone de setas para abrir a opção de escolher novos modelos de IA para realizar a consulta.

Importante: modelos mais avançados possuem uso restrito no modo gratuito.

Refazendo a pesquisa com diferente modelo de IA (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Como usar o Perplexity no navegador

1. Acesse o Perplexity pelo navegador

Abra o navegador do seu computador e digite perplexity.ai para acessar a página oficial do buscador baseado em IA. Se necessário, faça login para obter mais recursos.

Acessando o Perplexity pelo navegador (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

2. Selecione as fontes da consulta do Perplexity

Clique no ícone de globo, no canto direito da caixa de pesquisa, para ver as opções de fontes: Web, Finance, Acadêmico e Social. Então, ative as opções que você deseja usar para a consulta.

Escolhendo a fonte de pesquisa (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

3. Defina o modelo usado para a consulta

Clique no ícone de chip, também no canto direito do campo de pesquisa, para ver os modelos de IA disponíveis para usar na busca no Perplexity.

Importante: inteligências artificiais mais avançadas têm um número de uso restrito na versão gratuita do Perplexity.

Definindo o modelo de IA (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

4. Anexe um arquivo de contexto para auxiliar na pesquisa

Se desejar, é possível adicionar um arquivo de contexto disponível do computador para auxiliar na pesquisa, como um PDF de um estudo ou uma imagem.

Anexando arquivos de contexto (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

5. Realize a pesquisa no Perplexity

Escreva o tema ou a dúvida que você está buscando resposta e, depois, clique no botão de seta para direita para gerar os resultados.

Enviando a pergunta para o Perplexity (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

6. Consulte as fontes da pesquisa

Após visualizar as respostas, desça a tela até encontrar o botão “Fontes”. Clique nele para visualizar os sites usados pela IA para obter as informações que geraram os resultados.

Acessando as fontes usadas para o resultado (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

7. Amplie a pesquisa no Perplexity

Se desejar, clique no campo “Pergunte um segmento” para continuar pesquisando mais informações. É possível escrever um prompt mais detalhado para tentar buscar as informações exatas que você deseja.

Continuando a pesquisa no Perplexity (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

8. Reescreva a consulta no Perplexity

Caso os resultados do Perplexity não estiverem alinhados com o que você busca, clique no ícone de duas setas para abrir a opção de reescrita. Você pode selecionar outros modelos para apoiar na consulta e clicar em “Reescrever” para ver novos resultados.

Reescrevendo a pesquisa com outro modelo de IA (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Quais são os principais recursos do Perplexity?

Estes são os principais recursos do Perplexity:

Motor de respostas proativo: entrega respostas diretas e estruturadas que consolidam informações de múltiplas fontes, eliminando a necessidade de navegar por listas de links;

Citações e verificação de fontes: exibe notas de rodapé conectadas a links reais em cada afirmação, garantindo transparência, rastreabilidade e facilidade na checagem de fatos;

Foco de pesquisa: filtra as consultas em domínios específicos entre web, acadêmico, redes sociais ou arquivos organizacionais para obter resultados mais específicos e direcionados;

Perguntas de acompanhamento: sugere desdobramentos lógicos após cada resposta, mantendo o contexto da conversa para um aprofundamento progressivo no tema pesquisado;

Multimodalidade e análise de dados: suporta upload de PDFs, códigos e imagens para análise técnica, tradução ou extração de dados diretamente pela interface de chat;

Páginas (Pages): transforma threads de pesquisa em artigos visualmente estruturados e compartilháveis, permitindo a curadoria de conteúdo com imagens e seções formatadas;

Espaços colaborativos (Spaces): permite organizar pesquisas em pastas compartilhadas, onde é possível definir instruções personalizadas e arquivos de contexto para grupos específicos;

Saídas customizáveis: permite configurar instruções específicas para as respostas, como definir o idioma de saída ou restringir as fontes a um período determinado.

Exemplo de uma Página do Perplexity sobre Steve Jobs (imagem: Divulgação/Perplexity)

Quais são as vantagens do Perplexity AI?

Estes são os pontos fortes do Perplexity AI:

Experiência multiplataforma intuitiva: apresenta uma interface minimalista que funciona fluidamente em navegadores web e aplicativos móveis. Garante que ferramentas de IA sejam acessíveis de forma simples para qualquer perfil de usuário;

Fontes e citações em tempo real: fornece dados atualizados com links diretos para as fontes originais de cada afirmação. Isso elimina a incerteza de informações datadas e permite a verificação imediata da veracidade por parte do usuário;

Respostas objetiva de múltiplos resultados: resume o conteúdo de diversos sites em uma única resposta direta e coesa, evitando a navegação manual. Otimiza o tempo de pesquisa ao extrair apenas o que é relevante para sanar a dúvida específica;

Navegação conversacional e contextual: mantém o histórico da interação para permitir perguntas de acompanhamento que refinam o resultado sem precisar reiniciar a busca. Transforma a pesquisa estática em um diálogo dinâmico que compreende a intenção do usuário;

Flexibilidade de modelos e modos de foco: permite alternar entre diferentes grandes modelos de linguagem (LLMs) e aplicar filtros de busca específicos, como acadêmico ou escrita. Essa personalização garante que a ferramenta se adapte tanto a tarefas simples quanto a pesquisas complexas.

Quais são as desvantagens do Perplexity AI?

Estes são os pontos fracos do Perplexity:

Vulnerabilidade de fontes: a precisão das respostas depende inteiramente da qualidade dos sites rastreados, o que pode propagar desinformação se o algoritmo usar fontes de baixa qualidade ou pouco confiáveis;

Dificuldade com temas técnicos: apresenta limitações em análise profundas de artigos científicos densos ou nichos muitos específicos, entregando frequentemente apenas um resumo básico e superficial;

Baixo desempenho criativo: o foco em fatos e citações sacrifica a fluidez narrativa, tornando-o menos eficaz que concorrentes para redação de textos longos e estilizados;

Ecossistema limitado: a ausência de integrações nativas robustas, como uma extensão oficial para o navegador Firefox e ferramentas de automação, prejudica usuários que buscam um fluxo de trabalho multiplataforma;

Barreiras no uso gratuito: o limite severo de buscas “Pro” e restrições no processamento de arquivos grandes forçam a migração para o plano pago para quem precisa de modelos mais avançados.

Perplexity está disponível em multiplatafomas, incluindo smart TVs (imagem: divulgação/Perplexity)

Qual é a diferença entre Perplexity e ChatGPT?

O Perplexity é um motor de busca conversacional focado em curadoria de dados em tempo real, entregando respostas diretas com citações de fontes bibliográficas. Sua arquitetura prioriza a precisão factual e a transparência informativa, sendo ideal para pesquisas acadêmicas e consultas de eventos atuais.

O ChatGPT é um modelo de linguagem multimodal da OpenAI projetado para tarefas criativas, raciocínio complexo e interações fluídas em linguagem natural. Ele se destaca pela versatilidade em estruturação de texto, programação e brainstorming, atuando como um assistente pessoal altamente adaptável.

Qual é a diferença entre Perplexity e Gemini?

O Perplexity atua como um buscador de IA focado em pesquisa bibliográfica e fatos em tempo real, fornecendo respostas baseadas em fontes rastreáveis. É a ferramenta ideal para quem precisa de precisão acadêmica, curadoria de links e verificação imediata de informações atuais.

O Google Gemini é um assistente de IA multimodal integrado ao ecossistema Google, otimizado para tarefas criativas, geração de conteúdo em diversos formatos e automação de produtividade. Ele se destaca na análise de grandes volumes de dados e na integração direta com ferramentas como Docs, Drive e Gmail.

Qual é a diferença entre Perplexity e Comet AI?

Perplexity é um ferramenta de busca conversacional que usa IA generativa para sintetizar informações da web em respostas diretas e fundamentadas com fontes em tempo real. Ele funciona como o “cérebro” da pesquisa, eliminando a necessidade de navegar manualmente por múltiplos sites para obter conclusões.

Comet AI é um navegador baseado em Chromium que integra a tecnologia do Perplexity para transformar a navegação em uma experiência assistida por agentes inteligentes. Ele atua como um “corpo” para a IA, executando tarefas contextuais, automação e organização de abas diretamente nas páginas que o usuário visita.
O que é Perplexity? Veja como funciona e como usar o buscador de IA

O que é Perplexity? Veja como funciona e como usar o buscador de IA
Fonte: Tecnoblog

Como transcrever vídeo do YouTube de forma simples e rápida

Como transcrever vídeo do YouTube de forma simples e rápida

Como transcrever vídeo do YouTube de forma simples e rápida (imagem: reprodução/EaseUS)

Baixar vídeos do YouTube é uma ação válida em várias situações, mas há circunstâncias em que é necessário ir além. É o caso de quando precisamos, também, transcrever (transformar em texto) as falas existentes no vídeo. Com ferramentas como o EaseUS VideFlow, é possível fazer isso e muito mais.

Você pode precisar transcrever vídeos do YouTube para criar uma legenda para um conteúdo baixado, adicionar o texto resultante a um documento, traduzir falas que estão em outros idiomas, auxiliar pessoas que têm deficiência auditiva e assim por diante.

Softwares ou sites para transcrição de vídeos existem aos montes por aí. O problema é que grande parte deles gera resultados de baixa qualidade ou muito limitados. É neste ponto que ferramentas como o EaseUS VideFlow aparecem como uma boa solução.

O que é o EaseUS VideFlow?

O EaseUS VideFlow é um software que permite realizar tarefas como baixar, transcrever e editar vídeos. Se você precisa fazer download ou transcrever um vídeo no YouTube, a ferramenta consegue executar essas tarefas de modo ágil e descomplicado.

Um detalhe interessante é que, apesar de estarmos falando sobre o YouTube, o EaseUS VideFlow pode baixar e transcrever vídeos de mais de 1.000 sites e plataformas online, como Instagram, Facebook, X (Twitter), TikTok, Vimeo, Dailymotion e tantas outras.

Aqui estão os recursos e características mais notáveis do EaseUS VideFlow:

compatível com YouTube e mais de 1.000 sites ou serviços online de vídeos;

capaz de converter os vídeos baixados para formatos como MP4, MOV e GIF;

trabalha com resoluções de vídeo avançadas, como HD, 4K e 8K;

pode converter áudio dos vídeos baixados para formatos como MP3 e WAV;

permite baixar múltiplos vídeos de uma só vez (download em lote);

tem versões para Windows (10 e 11) e Mac;

consegue transcrever e resumir textos, bem como gerar legendas;

oferece funções de edição de vídeo potencializadas por inteligência artificial;

funciona em português e em vários outros idiomas;

conta com interface amigável e intuitiva, o que possibilita o seu uso até por pessoas pouco familiarizadas com o computador.

Como transcrever vídeos do YouTube com o EaseUS VideFlow?

É fácil! Comece por baixar o EaseUS VideFlow em seu computador. Após o download, execute o arquivo de instalação e prossiga com o procedimento conforme as orientações que aparecem na tela.

Depois que a ferramenta tiver sido instalada, faça o seguinte:

Passo 1. Acesse o vídeo no YouTube a ser transcrito e copie o seu link a partir da barra de endereços do navegador.

Passo 2. Abra o EaseUS VideFlow em seu computador.

Passo 3. Toque no botão “Colar Link” ou equivalente para baixar o vídeo do YouTube em sua máquina. Aguarde o download ser concluído. O procedimento costuma ser rápido.

Transcrição de vídeo no EaseUS VideFlow (imagem: reprodução/EaseUS)

Passo 4. No EaseUS VideFlow, acesse a coluna à direita e vá à área de ferramentas de vídeo. Ali, escolha “Vídeo para texto” ou equivalente.

Passo 5. Vá à pasta onde o vídeo foi baixado e selecione-o. Agora é só aguardar a transcrição ser concluída. Ela poderá ser salva em formato TXT (texto puro) ou DOC (Word), por exemplo.

Repare que, na mesma área de ferramentas, você pode acessar vários outros recursos úteis, como gerar legendas, resumir o vídeo, transformar um trecho em GIF animado e converter formatos.

Ainda na coluna à direita do EaseUS VideFlow, você tem acesso a recursos de edição potencializados por IA, como colorização de vídeo em preto e branco, remoção de ruído (granulados na imagem), aprimoramento de cores, entre vários outros.

Os vários recursos de IA do VideFlow (imagem: reprodução/EaseUS)

Tem como transcrever vídeo do YouTube de modo online?

Tem, sim. A EaseUS conta com uma ferramenta online para transcrever vídeo do YouTube, de modo que você não precise instalar nenhum software em seu computador para isso.

Um detalhe interessante é que essa ferramenta usa uma tecnologia de inteligência artificial para gerar as transcrições. Com isso, ela pode separar as vozes de duas ou mais pessoas que conversam no vídeo de modo automático, bem como traduzir o texto resultante para mais de 30 idiomas, só para dar alguns exemplos de seu potencial.

Para transcrever vídeos do YouTube com esse método, faça o seguinte:

Passo 1. Acesse o YouTube em seu navegador de internet, procure o vídeo a ser transcrito e copie o seu respectivo link a partir da barra de endereços.

Passo 2. Na página da ferramenta online que transcreve vídeo do YouTube, cole o link copiado anteriormente no campo principal ou, se preferir, faça upload de um vídeo já armazenado em seu computador ou dispositivo móvel.

Passo 3. Escolha um idioma para a transcrição ser feita, se preferir, e clique ou toque no botão de gerar transcrição. O resultado será apresentado em texto dentro de alguns instantes. Na sequência, você pode baixar ou copiar o conteúdo.

Ferramenta online de transcrição da EaseUS (imagem: reprodução/EaseUS)

Há outras opções online para transcrever vídeo do YouTube?

Há outras opções, sim. Porém, é importante estar ciente de que elas tendem a ser mais limitadas em recursos ou disponibilidade, ou exibir anúncios invasivos, por exemplo.

Uma dessas alternativas é o site Ytscribe, que funciona assim:

Passo 1. Entre no YouTube e copie o link do vídeo a ser transcrito.

Passo 2. Acesse o endereço ytscribe.com em seu navegador.

Passo 3. No site do Ytscribe, cole o link copiado e clique ou toque no botão de transcrever.

Passo 4. Faça login no Ytscribe com a sua conta Google para o procedimento começar e aguarde o seu término. Sem o login, não é possível usar a ferramenta.

Outra alternativa é o site Mapify. Para usá-lo, proceda do seguinte modo:

Passo 1. Acesse o endereço mapify.so/pt/tools/youtube-to-transcript em seu navegador.

Passo 2. Entre no YouTube e copie o link do vídeo cujo conteúdo deve ser transcrito.

Passo 3. Cole o link copiado no campo principal do Mapify e clique ou toque no botão de transcrição.

Passo 4. Aguarde a transcrição ser concluída. Por fim, copie ou baixe o texto resultante. Note, porém, que a versão gratuita funciona apenas com vídeos do YouTube que já têm legenda embutida.

Conclusão

No decorrer do texto, você viu que há várias opções de ferramentas para transcrever vídeos do YouTube. O EaseUS VideFlow se destaca entre as soluções apresentadas por ter numerosos recursos complementares, incluindo capacidade de baixar múltiplos vídeos, gerar legendas e permitir edições rápidas.

Independentemente da opção escolhida, é importante fazer uso do conteúdo resultante apenas para fins pessoais. Não baixe vídeos quando não houver autorização para isso e não republique o conteúdo transcrito em outros meios se você não tiver permissão dos autores para isso.
Como transcrever vídeo do YouTube de forma simples e rápida

Como transcrever vídeo do YouTube de forma simples e rápida
Fonte: Tecnoblog