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Mais segurança: Google adiciona novo requisito tornar apps Android mais seguros

Mais segurança: Google adiciona novo requisito tornar apps Android mais seguros

O Google lançou um novo requisito para tornar os aplicativos Android mais seguros. Nesse sentido, os desenvolvedores terão que cumprir um novo requisito se quiserem lançar os seus apps na loja da empresa. Do mesmo modo, os programas com foco em crianças também devem ser impactados por verificações mais rígidas.

Para começar, os criadores com contas novas pessoais do Play Console de aplicações deverão testá-las com pelo menos 20 usuários e durante o período de duas semanas antes do lançamento. A ideia aqui é reduzir a possibilidade dos aplicativos serem disponibilizados com problemas.Outro objetivo do novo requisito é obter o feedback dessas pessoas antes que o app seja lançado. Segundo o Google, os desenvolvedores que usam essas ferramentas de teste têm mais sucesso nos resultados, sendo 3x a mais em relação ao envolvimento dos usuários e da quantidade de instalações. O novo requisito entra em vigor em 13 de novembro.Clique aqui para ler mais

Mais segurança: Google adiciona novo requisito tornar apps Android mais seguros
Fonte: Tudocelular

Mais segurança pode significar menos senhas (ou senha nenhuma)

Mais segurança pode significar menos senhas (ou senha nenhuma)

A senha é um dos elementos mais básicos de nossa vida on-line, e da própria computação pessoal. Está presente há décadas: desde o ano do começo da década de 1960, para ser mais preciso.

As chaves de acesso, ou passkeys, podem substituir as senhas tradicionais (Imagem: Vitor Pádua / Tecnoblog)

Havia no MIT um computador chamado de Compatible Time-Sharing System (CTSS). Essa máquina foi a precursora de algumas das funcionalidades mais importantes da computação, como o e-mail e o compartilhamento de arquivos.

Uma vez que vários pesquisadores utilizavam o CTSS, era necessário assegurar a privacidade dos arquivos de cada um. Foi nesse contexto que surgiu a senha. Já na época, a solução pareceu óbvia, além de relativamente fácil de implementar. A partir daí, ela se tornou a forma mais difundida de autenticação nos computadores.

Estamos em 2023, no entanto, e muita coisa mudou. Os avanços em segurança da informação foram muitos, mas, quando se fala de senhas, vulnerabilidades sempre estão presentes. Vazamentos ocorrem com frequência, além de golpes para roubo de dados, como o famoso phishing.

Assim, por mais estranho que possa soar, o próximo capítulo da história da autenticação pode ser uma guinada para longe das senhas.

Passkeys entram em cena

As chaves de acesso, ou passkeys, no original, são uma forma de autenticação que vem ganhando mais espaço em plataformas do Google, Apple e Microsoft. Com elas, você não precisa de uma senha para acessar suas contas.

O processo é semelhante ao desbloqueio do celular. Ao invés da senha alfanumérica, você poderá utilizar a biometria facial ou impressão digital para fazer o login em algum serviço. Outros meios de validar sua identidade podem ser o PIN do Windows Hello e o padrão geométrico do celular.

O Google já liberou a funcionalidade para usuários já ativos, mas a oferece como padrão para novas contas. A empresa afirma que as passkeys são 40% mais rápidas do que as senhas tradicionais. Além de mais seguras.

Isso porque ficam armazenadas nos dispositivos em si, como uma chave criptográfica privada. Quando o usuário cadastra uma passkey, outra chave correspondente — a chave pública — é enviada ao serviço em questão. A relação entre ambas é a seguinte, de acordo com o blog de segurança do Google:

Quando você faz login, pedimos ao seu dispositivo que assine um desafio exclusivo com a chave privada. Seu dispositivo só fará isso se você aprovar, o que requer o desbloqueio do dispositivo. Em seguida, verificamos a assinatura com sua chave pública.

Não há necessidade de memorizar uma senha para logar, portanto. E, se não há senha cadastrada, não há senha que agentes maliciosos possam roubar. Sem senhas, não há vazamento de senhas.

É má notícia também para golpistas que praticam o phishing, criando sites falsos que se parecem com os de serviços verdadeiros para coletar dados. Uma vez que não há senha, e a chave pública só fica armazenada num serviço específico — a nuvem do Google, por exemplo —, não há o que ser roubado.

O Google permite até mesmo que a verificação em duas etapas seja pulada com o uso de passkeys. Vale lembrar que muitas pessoas utilizam o SMS como segunda etapa, o que as coloca em risco em caso de SIM swap. Menos uma preocupação.

Senhas por toda parte

No Tecnocast 312, conversamos sobre as passkeys e nossa relação com as senhas. Um ponto destacado é que, ao longo de nossa vida digital, administrar a quantidade de senhas foi se tornando caótico.

O motivo é óbvio para qualquer um que use a internet: tudo exige login e senha. Dessa forma, temos cada vez mais informação para gerir. Isso leva muita gente a criar senhas fracas, ou repetir a mesma senha em diversos serviços, o que não é indicado.

Para ajudar pôr ordem na bagunça, entram em cena os gerenciadores, capazes de gerar senhas fortes e armazená-las. Mas isso não é suficiente: a necessidade por mais segurança traz os aplicativos voltados para verificação em duas etapas para a mesa.

No entanto, ainda há uma parcela significativa de pessoas que não usam essas ferramentas, ou então mantém o SMS como forma básica de autenticação em dois fatores.

Não tem jeito: onde há senha, há vulnerabilidade, por maiores que tenham sido os avanços em segurança da informação nas últimas décadas. Vazamentos ocorrem com frequência, e novos golpes surgem a todo momento.

Por todos esses motivos, fica fácil entender o ímpeto de deixar as senhas para trás. E a adesão das principais empresas de tecnologia tende a tornar a tecnologia mais disseminada nos próximos anos.

O Google não esconde que as passkeys são parte de um projeto. As senhas continuam valendo por agora e certamente continuarão entre nós por muito tempo, afinal, nem todo dispositivo dá suporte às passkeys. Mas isso tende a mudar. O objetivo é claro: construir um futuro sem senhas.
Mais segurança pode significar menos senhas (ou senha nenhuma)

Mais segurança pode significar menos senhas (ou senha nenhuma)
Fonte: Tecnoblog

Está chegando: Google Chrome poderá restaurar web apps no Android em breve

Está chegando: Google Chrome poderá restaurar web apps no Android em breve

O Google Chrome já recebeu a função que encontra ofertas e cupons para a Black Friday, mas o Android Police encontrou um novo experimento no navegador com outra novidade que deve ser adicionada em breve. Estamos falando da capacidade de restaurar web apps do computador no celular Android.A novidade foi encontrada pelo desenvolvedor AssembleDebug na versão 121 do Google Chrome Canary, a versão mais instável do navegador que está disponível na Play Store.

A opção “Enable the PWA Restore UI” nos experimentos do Google Chrome permite que WPAs, os aplicativos web progressivos, sejam restaurados no Android após serem abertos no navegador para desktop.Clique aqui para ler mais

Está chegando: Google Chrome poderá restaurar web apps no Android em breve
Fonte: Tudocelular

Funcionário diz que Google tem parcerias para favorecer Android em detrimento do iOS

Funcionário diz que Google tem parcerias para favorecer Android em detrimento do iOS

O Google enfrenta mais uma acusação em meio ao seu acordo de partilha de receitas com várias marcas de smartphones. De acordo com um funcionário, a empresa fechou parcerias com fornecedores para favorecer dispositivos com sistema Android em detrimento do iOS.

A declaração é de Jamie Rosenberg, que testemunhou em defesa de uma empresa durante o julgamento antitruste em andamento. Com base em um relatório, Rosenberg falou sobre como os acordos de divisão de receitas da empresa com marcas de smartphones e operadoras parceiras existem para fornecer recursos para ajudar os OEMs do Android a combater o iOS, seu maior concorrente.Rosenberg também falou sobre como o Google mudou sua abordagem com as redes móveis nos EUA, com o oferecimento de um acordo de divisão de receitas, mas também dinheiro a mais às empresas para que possam vender mais dispositivos Android.Clique aqui para ler mais

Funcionário diz que Google tem parcerias para favorecer Android em detrimento do iOS
Fonte: Tudocelular

Google Pixel Watch 3 pode vir com moldura giratória e sensível ao toque

Google Pixel Watch 3 pode vir com moldura giratória e sensível ao toque

O Google registrou uma patente que trará grandes mudanças no design de seu próximo smartwatch. Segundo a Wareable, esse registro inclui sensores dentro do mostrador do relógio, sendo possível utilizar a moldura como controle de música, dispositivos domésticos inteligentes e até mesmo dos dados de frequência cardíaca.

A ideia é que esses sensores tenham movimentos específicos para cada aplicativo. O pedido de patente foi nomeado como “reconhecimento de gestos na moldura do relógio usando medidores de tensão”. Se isso se confirmar no Google Pixel Watch 3, será uma enorme mudança da segunda geração, que não apresentou grandes mudanças em relação ao antecessor. Tudo indica que, se essa moldura giratória vingar, os próximos Pixel Watch não terão mais botões nas laterais. Segundo a patente, esses anexos no design tornam o processo de fabricação mais complexo, dificultam a impermeabilização do aparelho e prejudicam a estética do relógio. Clique aqui para ler mais

Google Pixel Watch 3 pode vir com moldura giratória e sensível ao toque
Fonte: Tudocelular

Mais organizado: Google Fotos agrupará fotos similares em breve

Mais organizado: Google Fotos agrupará fotos similares em breve

O Google Fotos está se tornando cada vez mais completo com suporte a imagens RAW, criação de vídeos de destaques com inteligência artificial e outras novidades. Hoje o desenvolvedor AssembleDebug do portal TheSpAndroid descobriu que o aplicativo agrupará fotos similares em breve para tornar a galeria mais organizada.A nova funcionalidade estará disponível no menu Configurações do Google Fotos > Preferências > Agrupar fotos similares e será desativado por padrão para evitar que os usuários se confundam com a novidade.

Clique aqui para ler mais

Mais organizado: Google Fotos agrupará fotos similares em breve
Fonte: Tudocelular

WhatsApp está liberando autenticação via email na versão beta

WhatsApp está liberando autenticação via email na versão beta

WhatsApp libera autenticação via email na sua versão beta (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

O WhatsApp começou a liberar a autenticação de login via email para a versão beta do aplicativo. Com esse recurso, os usuários podem validar o seu acesso sem usar o SMS. Agora que chegou no WhatsApp beta para Android, o lançamento oficial da ferramenta pode estar mais próximo.

O recurso de autenticação via email no WhatsApp teve seu desenvolvimento revelado em setembro. Na época, o site WABetaInfo encontrou a funcionalidade escondida no beta do aplicativo. Porém, por estar ainda na fase inicial de criação, ela não estava liberada para testes.

Autenticação via email no WhatsApp

Autenticação via email no WhatsApp permite que os usuários entrem em suas contas sem depender do código via SMS (Imagem: Reprodução/WABetaInfo)

Os integrantes do WhatsApp beta podem ativar a autenticação via email acessando o menu Conta, que fica disponível nas configurações do aplicativo (acessado pelo botão de três pontinhos no canto superior direito da tela). Este tipo de autenticação será opcional, deixando que a validação do login por SMS continue como o padrão.

Quando o usuário optar por ativar a autenticação via email, o WhatsApp fará a autenticação automática do email se for o mesmo usado para o backup de conversas no Google Drive. No entanto, tudo indica que para entrar em outro dispositivo será necessário incluir o código enviado ao email — nada de login apenas com esse dado.

De certeza, o email usado pelo usuário não será mostrado para os outros contatos. O WhatsApp continuará não permitindo a busca de contatos pelo email. Isso evitará ainda que spammers encontrem o seu número de telefone.

Ao optar pela nova forma de validação de login no WhatsApp, o usuário pode ter mais agilidade para usar a sua conta em outro dispositivo. Afinal, é muito provável que você já tenha passado pela situação de não receber o código de autenticação via SMS.

Lançamento pode estar próximo

O lançamento oficial dessa nova funcionalidade pode estar muito próximo. Geralmente, quando um recurso chega no beta do WhatsApp, ele não demora mais que algumas semanas para ser enviado para todos os usuários. A próxima etapa será liberar a autenticação via email para o beta no iOS.

Com informações: SamMobile e WABetaInfo
WhatsApp está liberando autenticação via email na versão beta

WhatsApp está liberando autenticação via email na versão beta
Fonte: Tecnoblog

Para os indecisos: YouTube testa função que reproduz vídeos aleatórios

Para os indecisos: YouTube testa função que reproduz vídeos aleatórios

O YouTube está testando uma nova opção para quem gosta de passar o tempo na plataforma. A princípio, trata-se de um botão que traz a função de tocar um vídeo aleatório publicado no site ou app. Essa mudança foi notada pelo usuário chamado Zachary Kew-Denniss na versão para Android da aplicação.

De modo geral, o botão tem a cor preta e aparece na página inicial com o nome de “Reproduza algo” logo abaixo de uma sugestão para quem não consegue decidir o que assistir no serviço. Porém, ele também se posiciona em formato mais compacto no canto direito inferior da tela dentro do aplicativo.Essa novidade, então, pode tornar mais prático o uso do YouTube para quem está sem ideia do que assistir ao acessar a plataforma. Porém, ainda não há informações oficiais sobre a ferramenta na página de suporte das versões de teste do aplicativo.Clique aqui para ler mais

Para os indecisos: YouTube testa função que reproduz vídeos aleatórios
Fonte: Tudocelular

TC Ensina: como ativar e usar a área de transferência do Gboard, o teclado do Google

TC Ensina: como ativar e usar a área de transferência do Gboard, o teclado do Google

Instalado em uma boa quantidade de dispositivos Android por padrão, um dos grandes destaques do teclado do Google – o Gboard – é a quantidade de recursos presentes; das possibilidades de personalização até as várias ferramentas de uso.

Hoje, dando sequência ao nosso quadro de dicas e tutoriais, você confere a seguir como usar uma dessas ferramentas do teclado virtual! Veja como ativar e usar a área de transferência do Gboard.Como ativar e usar a área de transferência do GboardApesar de estar disponível no Gboard há algum tempo, o recurso de área de transferência não costuma estar ativado por padrão no teclado da gigante de buscas.Clique aqui para ler mais

TC Ensina: como ativar e usar a área de transferência do Gboard, o teclado do Google
Fonte: Tudocelular

Como limpar o histórico de navegação do Google Chrome no PC ou celular

Como limpar o histórico de navegação do Google Chrome no PC ou celular

Histórico do Google Chrome (Imagem: Lucas Lima/Tecnoblog)

Para limpar o histórico de navegação do Google Chrome é necessário acessar o histórico do navegador pelo PC ou celular e escolher uma das opções disponíveis. É possível limpar os dados de acesso da última hora, semana, mês ou até mesmo de todo o período de uso do navegador, além da possibilidade de escolher quais sites deseja excluir dos registros. Entenda melhor a seguir.

ÍndiceComo limpar o histórico de navegação do Chrome no PC1. Abra o histórico do Google Chrome2. Selecione a opção “Remover dados de navegação”3. Escolha quais dados deseja apagar e o período4. Faça a limpeza do histórico de navegaçãoComo limpar o histórico de navegação do Chrome no Android1. Abra o Google Chrome no seu celular2. Acesse o histórico de navegação3. Toque em “Remover dados de navegação”4. Escolha quais dados deseja apagar e o período5. Faça a limpeza do histórico de navegaçãoComo limpar o histórico de navegação do Chrome no iPhone1. Abra o Google Chrome no seu celular2. Acesse o histórico de navegação3. Toque em “Remover dados de navegação”4. Escolha quais dados deseja apagar e o período5. Faça a limpeza do histórico de navegaçãoPosso impedir que o Google Chrome salve meu histórico de navegação? É possível limpar o histórico de navegação em outros navegadores?Qual a diferença entre limpar o histórico de navegação do Chrome e apagar o histórico de pesquisa do Google?Tem como ver o histórico de navegação do Chrome depois de apagado?

Como limpar o histórico de navegação do Chrome no PC

O tutorial abaixo mostra o passo a passo para apagar o histórico do Google Chrome no computador. Mas, se você usa o navegador conectado à Conta Google, ao fazer a limpeza em um dispositivo, também estará apagando os dados do Chrome no celular e vice-versa.

1. Abra o histórico do Google Chrome

No Google Chrome, clique no menu, no canto superior direito (ícone dos três pontos) e selecione “Histórico”, depois clique novamente em “Histórico”. Você também pode usar o atalho CTRL + H (ou Command + Y no macOS).

2. Selecione a opção “Remover dados de navegação”

Nessa tela você já pode excluir alguns itens individualmente marcando os itens na caixa de seleção e depois clicando em “Excluir”. Para prosseguir e limpar o histórico do navegador por completo, clique em “Remover dados de navegação”, na lateral esquerda.

3. Escolha quais dados deseja apagar e o período

Para excluir o histórico da web, marque a caixa “Histórico de navegação” marque o período desejado: você pode escolher entre a última hora, as últimas 24 horas, os últimos 7 dias, os últimos 14 dias ou todo o período.

4. Faça a limpeza do histórico de navegação

Para concluir a limpeza dos dados do Google Chrome clique em “Remover dados”. O processo pode demorar alguns segundos para ser finalizado.

Como limpar o histórico de navegação do Chrome no Android

O processo para limpar o histórico de navegação do Google Chrome do Android é parecido com o do computador. Acompanhe:

1. Abra o Google Chrome no seu celular

Acesse o aplicativo do Google Chrome no celular.

2. Acesse o histórico de navegação

Toque no ícone dos três pontos no canto superior direito da tela. Em seguida, selecione “Histórico”.

3. Toque em “Remover dados de navegação”

No topo da tela, toque em “Remover dados de navegação” para iniciar o processo de apagar os rastros de navegação do Google Chrome.

4. Escolha quais dados deseja apagar e o período

Certifique-se de ter marcado a caixa de seleção de “Histórico de navegação” e escolha o período do qual deseja fazer a limpeza. Você pode excluir o histórico de navegação do Chrome da última hora, do último dia, dos últimos 7 dias, das últimas duas semanas ou todo o período.

5. Faça a limpeza do histórico de navegação

Por fim, toque no botão “Remover dados” para apagar tudo que foi acessado no Google Chrome.

Como limpar o histórico de navegação do Chrome no iPhone

O processo de apagar o histórico do Google Chrome no iPhone é um pouco diferente dos anteriores, mas as opções são as mesmas. Veja abaixo.

1. Abra o Google Chrome no seu celular

Abra o aplicativo do Google Chrome no iPhone.

2. Acesse o histórico de navegação

Toque no ícone de três pontos na barra inferior do aplicativo do Google Chrome para iPhone e depois selecione “Histórico”.

3. Toque em “Remover dados de navegação”

Toque no botão “Remover dados de navegação” na parte inferior da tela.

4. Escolha quais dados deseja apagar e o período

Marque a opção de “Histórico de navegação” e escolha o período do qual deseja apagar os dados. Você pode escolher um período entre a última hora e os últimos 14 dias ou ainda apagar de todo o período.

5. Faça a limpeza do histórico de navegação

Toque em “Remover dados de navegação” para apagar tudo do Google Chrome no celular, referente ao período escolhido na etapa anterior.

Posso impedir que o Google Chrome salve meu histórico de navegação? 

Não. Qualquer site acessado ficará salvo no histórico. Uma saída para esse caso é usar o modo anônimo do Google Chrome, que apaga qualquer registro no momento em que você fecha a guia. Contudo, ao usar o modo anônimo, você sempre precisará fazer login nas suas contas de internet, se for o caso.

É possível limpar o histórico de navegação em outros navegadores?

Sim. Cada navegador permite e tem seu processo para apagar o histórico de navegação. Você pode excluir o histórico no Firefox e apagar os dados de navegação do Safari também, por exemplo.

Qual a diferença entre limpar o histórico de navegação do Chrome e apagar o histórico de pesquisa do Google?

O histórico de navegação se refere a todos os sites que são acessados usando o Google Chrome. O histórico de pesquisa do Google é tudo aquilo que foi pesquisado usando o buscador do Google.

Esse segundo histórico é vinculado à Conta Google e é registrado mesmo se você não usa o Google Chrome para acessar o buscador. Contudo, também é possível apagar o histórico de pesquisa do Google.

Tem como ver o histórico de navegação do Chrome depois de apagado?

Sim. Você pode usar ferramentas de DNS e o painel Minha Atividade da Conta Google para ver o histórico apagado do Google Chrome.

Checar o cache do DNS não é um processo garantido, considerando que o cache pode ter sido substituído ou apagado também. Já checar o painel Minha Atividade também depende de ter uma Conta Google logada no Chrome para salvar a atividade do navegador.
Como limpar o histórico de navegação do Google Chrome no PC ou celular

Como limpar o histórico de navegação do Google Chrome no PC ou celular
Fonte: Tecnoblog