Category: Google

Google terá alerta sobre seus dados pessoais publicados na web

Google terá alerta sobre seus dados pessoais publicados na web

Com tantos vazamentos, existe sempre a chance de alguém conseguir seus dados pessoais em uma simples busca pela internet. O Google vai tentar proteger os usuários desse tipo de situação, com uma nova ferramenta chamada Resultados sobre Você. Ela vai monitorar novas páginas indexadas pela busca que contenham dados de usuários.

Google (Imagem: Vitor Pádua / Tecnoblog)

Com a novidade, você poderá ser notificado quando o Google encontrar seu endereço, número de telefone ou e-mail na internet, sem precisar fazer buscas periódicas por isso. Assim, o usuário pode solicitar a remoção das informações da busca com mais agilidade.

O Resultados sobre Você foi anunciado ainda em setembro de 2022. No momento, ele está disponível apenas nos EUA — ao clicar no endereço da ferramenta, o Google exibe um aviso de erro 404, de página não encontrada.

O comunicado de imprensa enviado pelo Google Brasil diz que a ferramenta será expandida globalmente em breve.

Painel Resultados sobre Você vai ficar acessível na área da conta do usuário (Imagem: Divulgação/Google)

Remoção de fotos pessoais explícitas ficará mais fácil

O Google também atualizou suas políticas para remover da busca imagens pessoais sexualmente explícitas publicadas sem consentimento, incluindo conteúdos replicados em sites de terceiros ou de reprodução de conteúdo.

Segundo a empresa, o processo de solicitar a remoção está mais ágil e conta com formulários mais simples. As informações para isso estão na página de suporte.

Vale ressaltar que tanto as informações pessoais quanto as imagens íntimas deixam de aparecer nos resultados da busca, mas não são removidos da internet, já que o Google não tem esse poder.

SafeSearch vai desfocar imagens sexuais e violentas

Além das proteções a dados, informações e fotos pessoais, o Google também terá uma opção para desfocar imagens pornográficas ou violentas nos resultados de busca. O usuário poderá vê-las — basta clicar para exibir a imagem.

Esta será a alternativa padrão do SafeSearch, e será ligada para todos os usuários, mesmo aqueles que estavam usando a busca sem filtro. Apenas usuários com mais de 18 anos poderão desativar essa opção.

Com informações: The Verge e Google Brasil
Google terá alerta sobre seus dados pessoais publicados na web

Google terá alerta sobre seus dados pessoais publicados na web
Fonte: Tecnoblog

YouTube Premium anuncia aumento no valor das suas assinaturas

YouTube Premium anuncia aumento no valor das suas assinaturas

O YouTube anunciou nesta sexta-feira (4) o aumento no valor das assinaturas do Premium Individual e família. O primeiro passa a custar R$ 24,90, enquanto o plano família vai para R$ 41,90. O aviso do aumento foi enviado por email para os clientes dos serviços na madrugada desta sexta-feira.

YouTube Premium terá aumento nos planos família e individual (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Antes desse anúncio, o plano individual custava R$ 20,90. Já o plano família, que passou por um aumento no ano passado, saiu do valor de R$ 34,90 — totalizando uma subida de R$ 7,90 na assinatura. O plano para estudantes também aumentou: agora custa R$ 13,90 (era R$ 12,50 antes da mudança).

Aumento passa a valer para os assinantes a partir de setembro

Como explica o Google (ou melhor, o YouTube) no email enviado para os clientes dos planos, a cobrança do novo valor começa em 20 de setembro para quem já é assinante. Se você ainda não é cliente do YouTube Premium e quer (ou queria depois desse aumento) contratar algum dos planos, os novos preços já serão cobrados.

Email enviado para assinantes do YouTube Premium informa que aumento passa a valer em 20 de setembro para quem já é cliente (Imagem: Reprodução/Tecnoblog)

O YouTube Premium é o serviço do Google para que usuários adquiram benefícios na plataforma. A assinatura entrega o YouTube Music, streaming de música da plataforma, remove anúncios, permite a execução em segundo plano e o download de vídeos.  

Plano família passa por segundo aumento em menos de um ano

No caso do plano Família, é o segundo aumento em menos de um ano. Em outubro de 2022, o Google informou que o YouTube Premium nessa modalidade, que permite a inserção de até 5 membros, passaria a custar R$ 34,90 — exceto nas contratações feitas pela App Store, que estavam em R$ 41,90.

Basicamente, nesse novo aumento o Google igualou os valores do YouTube Premium família nas outras plataformas com o que cobra em dispositivos iOS.
YouTube Premium anuncia aumento no valor das suas assinaturas

YouTube Premium anuncia aumento no valor das suas assinaturas
Fonte: Tecnoblog

YouTube começa testes de descrições de vídeos criadas por IA

YouTube começa testes de descrições de vídeos criadas por IA

O Google está testando um recurso para criação de descrição de vídeos no YouTube que será feita por inteligência artificial. A novidade foi revelada pela empresa na última segunda-feira (31) através da página de suporte da plataforma de vídeos. O recurso será mostrado na página de busca e na página de exibição de vídeos.

YouTube inicia testes de descrições de vídeos feitas por IA (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Como explica o Google em seu site, os testes estão disponíveis para um número limitado de vídeos e de espectadores. A descrição feita por IA, por enquanto, funcionará apenas com produções na língua inglesa.

Google não divulgou sobre identificação de descrição feita por IA

A publicação do Google na página de suporte do YouTube não traz detalhes visuais do recurso — mostrando como será a identificação do sumário feito por inteligência artificial. Todavia, a empresa informou que essa descrição automática será mostrada na página de exibição do vídeo e durante a busca.

Por estar disponível somente para conteúdos na língua inglesa, é especulado que apenas contas baseadas em países cuja língua oficial seja inglês estejam participando do teste. O Tecnoblog tentou testar o recurso usando uma VPN e acessando os principais canais de língua inglesa, mas não conseguimos visualizar nenhuma indicação do teste.

Página de buscas será um dos lugares em que a descrição por IA será mostrada (Imagem: Reprodução/Tecnoblog)

É natural que ao criar um recurso em que a descrição será feita por IA, o Google adicione uma etiqueta ou alguma identificação para informar ao usuário que o sumário do vídeo não foi feito por um humano.

No site, o Google pede que as contas participantes passem feedback sobre o recurso caso “esbarrem” com o texto feito pela IA. A empresa afirma que esse recurso não substituirá a descrição feita pelo criador — que pode anunciar alguma publicidade no sumário.

Com informações: Android Police e The Verge
YouTube começa testes de descrições de vídeos criadas por IA

YouTube começa testes de descrições de vídeos criadas por IA
Fonte: Tecnoblog

IA do Google ensina tarefas para robô sem precisar de instruções básicas

IA do Google ensina tarefas para robô sem precisar de instruções básicas

A inteligência artificial vai muito além do ChatGPT, e o Google deu uma prova disso nesta sexta-feira (28). A empresa apresentou seu modelo de aprendizagem Robotic Transformer 2 (ou RT-2). Graças a ele, robôs conseguem executar tarefas complexas, sem que seja necessário ensiná-los os movimentos básicos envolvidos.

Braço robótico usado pelo Google para demonstrar o RT-2 (Imagem: Divulgação/Google)

Segundo a DeepMind, divisão de robótica do Google, com o RT-2, um usuário poderia dar o comando “jogue o lixo fora” a um robô, mesmo que ele não tenha sido treinado para essa tarefa específica.

A máquina conseguiria identificar o que é lixo — seja um pacote de batatinha vazio ou uma casca de banana — e o que é jogar fora.

Pode parecer bobo, mas não é. Um desafio do trabalho com robôs é a necessidade de ensinar movimentos básicos, como pegar um objeto, girá-lo, mover o braço, e assim por diante.

O RT-2, por outro lado, passou por um treinamento com uma grande quantidade de dados da web. Isso permite a ele ser capaz de fazer abstrações — entender que diferentes tipos de objeto podem ser lixo, por exemplo.

Os pesquisadores afirmam que, em testes realizados com um braço robótico em um cenário de cozinha, o modelo foi capaz de entender que objeto poderia ser improvisado como martelo (uma pedra) e escolher qual era a bebida mais apropriada para uma pessoa cansada (uma lata de energético).

Algumas tarefas possíveis com o RT-2 (Imagem: Divulgação/Google)

Nem tudo é perfeito, porém. A reportagem do jornal The New York Times viu uma demonstração ao vivo do robô e ele errou o sabor de refrigerantes e a cor de algumas frutas.

RT-2 se beneficiou da mesma tecnologia do Bard e ChatGPT

Eu abri este texto falando que a inteligência artificial é muito mais que o ChatGPT, mas existe uma relação entre ele e o modelo usado nos robôs.

O ChatGPT, o Bard e outros chatbots capazes de entender linguagem natural e responder perguntas complexas usam como base uma tecnologia chamada modelo de linguagem de larga escala, ou LLM, na sigla em inglês.

As pesquisas com LLMs foram determinantes para desenvolver o RT-2 e torná-lo capaz de entender instruções que não foram predeterminadas. O modelo é capaz até mesmo de obedecer comandos em outras línguas além de inglês — assim como os chatbots.

Para Ken Goldberg, professor de robótica da Universidade da Califórnia em Berkeley, o uso dos modelos de linguagem nas máquinas foi suficiente para dar a elas alguma capacidade de raciocínio e improviso. “Isso é muito animador”, avaliou o pesquisador em entrevista ao NYT.

Com informações: TechCrunch, The Verge, The New York Times
IA do Google ensina tarefas para robô sem precisar de instruções básicas

IA do Google ensina tarefas para robô sem precisar de instruções básicas
Fonte: Tecnoblog

Amazon, Meta e Microsoft divulgam dados para criação de app rival ao Google Maps

Amazon, Meta e Microsoft divulgam dados para criação de app rival ao Google Maps

A Fundação Overture Maps, uma iniciativa liderada por Amazon, Meta, Microsoft e TomTom, divulgou um conjunto inicial de dados abertos que auxiliará os desenvolvedores na criação de aplicativos de mapeamento e outras ferramentas com base em localização —e de quebra romper com o monopólio do Google Maps. O conjunto “alfa” contém informações globais para mais de 59 milhões de locais, 780 milhões de edificações distintas, dados de estradas do OpenStreetMap e limites territoriais.

As diversas camadas do mapa estão formatadas em um novo padrão lançado pela Overture, promovendo a padronização e a interoperabilidade entre plataformas. Nesta fase inicial, o grupo está compartilhando esses dados principalmente para obter feedback do público, em vez de oferecer suporte a produtos completos.

Clique aqui para ler mais

Amazon, Meta e Microsoft divulgam dados para criação de app rival ao Google Maps
Fonte: Tudocelular

Google Play Store recebe redesign para tablets e mudanças na classificação de apps

Google Play Store recebe redesign para tablets e mudanças na classificação de apps

A loja Google Play está recebendo uma reformulação na parte visual para tablets. Essa medida serve para acompanhar o lançamento recente do Pixel Tablet e seguindo essa mesma linha de pensamento, empresa detalhou alguns pontos-chave que chegam como novidades.

Um deles serve para tentar deixar a navegação mais próxima quando o usuário utiliza o dispositivo no modo paisagem. Nesse sentido, uma barra de navegação com os principais itens do menu foi posicionado no lado esquerdo da tela, na vertical, ficando mais próximo do polegar.Outra novidade é a adição de um botão específico para aplicativos e jogos infantis, localizados na aba “Kids”, substituindo o de “Ofertas” que estava no mesmo local anteriormente. Além disso, o Google está trazendo melhorias de classificação e qualidade nas aplicações exibidas na página inicial.Clique aqui para ler mais

Google Play Store recebe redesign para tablets e mudanças na classificação de apps
Fonte: Tudocelular

Google é multado em US$ 339 milhões por violação de patente do Chromecast

Google é multado em US$ 339 milhões por violação de patente do Chromecast

Um júri do Distrito Oeste do Texas decidiu que o Google Chromecast infringiu três patentes da Touchstream Technologies, Inc. (8.356.251, 8.782.528 e 8.904.289) e deve pagar US$ 338,7 milhões em danos.

A decisão vem depois que a Touchstream apresentou uma reclamação em junho de 2021 alegando que se reuniu com o Google em dezembro de 2011 e foi informada de que a gigante da tecnologia não estava interessada em fazer parceria com ela em fevereiro de 2012. A reclamação aponta para o primeiro Chromecast (lançado em 2013), a segunda e terceira gerações, Chromecast Ultra e Chromecast com Google TV, bem como outros produtos integrados ao Chromecast, como violações das patentes da Touchstream.A reclamação afirma que o fundador da Touchstream, David Strober, “já em meados de 2010” viu demanda pela capacidade de mover vídeos normalmente vistos em telas pequenas, como a tela de um smartphone, para uma tela maior, como uma TV ou monitor. Inclusive, ele teria um “protótipo funcional” no final de 2010 e seu primeiro pedido de patente registrado em abril de 2011.Clique aqui para ler mais

Google é multado em US$ 339 milhões por violação de patente do Chromecast
Fonte: Tudocelular

YouTube Shorts se inspira no TikTok para criação de conteúdo com comentários

YouTube Shorts se inspira no TikTok para criação de conteúdo com comentários

O YouTube Shorts se inspirou em um recurso famoso do TikTok para trazer como teste para seus usuários. Alguns perfis podem usar comentários de vídeos para criar conteúdo.

No TikTok, é possível criar um pequeno vídeo com os comentários deixados em um vídeo na rede apenas tocando nele e selecionando o ícone de vídeo à esquerda da caixa de composição de comentários. O mesmo será possível para criar seu próprio Short. Os Shorts criados pelo espectador aparecerão na página do canal desse usuário, bem como no feed de Shorts.Essa pode ser uma ótima maneira de os espectadores compartilharem suas opiniões e ideias sobre os vídeos do Shorts que encontram na plataforma.Clique aqui para ler mais

YouTube Shorts se inspira no TikTok para criação de conteúdo com comentários
Fonte: Tudocelular

As gigantes lutam pelo futuro da IA, e a Nvidia torce pela briga

As gigantes lutam pelo futuro da IA, e a Nvidia torce pela briga

Alphabet, Amazon, Apple e Microsoft são algumas das empresas cujo valor está estimado a partir de US$ 1 trilhão. Em junho, uma nova companhia entrou nesse grupo: a Nvidia. É a primeira vez que uma empresa do ramo de chips alcança este patamar.

Todo mundo quer comprar da Nvidia (Imagem: Vitor Pádua / Tecnoblog)

Para quem não está tão inteirado das movimentações da empresa, a informação pode gerar surpresa. Afinal, a Nvidia não é aquela que faz as placas de vídeo para o público gamer?

E a resposta é sim: no setor de chips gráficos dedicados, a Nvidia é dominante. Mas foi-se o tempo que esta era o único negócio da companhia presidida por Jensen Huang. A utilidade das GPUs em diversas áreas impulsionou a Nvidia para novas e lucrativas direções.

Games, cripto e IA

A Nvidia surgiu em 1993. O primeiro chip, NV1, chegou ao mercado dois anos depois, mas o sucesso mesmo veio em 1997, com o lançamento do RIVA 128. Mas talvez seu produto mais conhecido seja a linha GeForce, a primeira das GPUs modernas, introduzida em 1999. No mesmo ano, a empresa fez sua primeira oferta pública de ações.

O foco da Nvidia, nesses primeiros anos, estava nos games. Parcerias com Sega e Microsoft marcaram a trajetória da empresa — embora para a Sega as coisas não tenham saído como o esperado… ouça o Tecnocast 296 para entender essa história.

Mas a capacidade das GPUs vai muito além da renderização de gráficos, o que abriu uma nova gama de oportunidades. Aqui, vale uma explicação técnica.

Diferente da CPU, que processa tarefas de forma sequencial, a GPU tem como característica o processamento paralelo. Na prática, isso significa que ela consegue realizar várias instruções ao mesmo tempo. Isso é possível graças ao grande número de núcleos presente nas GPUs modernas. Quanto mais núcleos, melhor o desempenho.

Placa de vídeo Asus com GPU Nvidia GeForce RTX 4070 Ti (imagem: divulgação/Asus)

GPUs com muitos núcleos, portanto, são excelentes para aplicações que necessitam de alto volume de processamento. Um exemplo é a mineração de criptomoedas. Nos períodos de maior atividade dos mineradores, era até difícil encontrar chips no mercado, o que gerou disparos no preço.

Outro contexto muito importante do uso das GPUs é no machine learning, dentro do processo de treinamento de inteligências artificiais.

Vale destacar: a Nvidia não desenvolveu suas GPUs com estas aplicações em mente; elas foram descobertas ao longo do caminho. Chips poderosos eram necessários, e a Nvidia detinha a melhor tecnologia da área. Foi como somar dois e dois.

A empresa soube aproveitar esses novos desdobramentos. Hoje, colhe os frutos.

A Nvidia vende para quem quiser comprar

Segundo Jensen Huang, estamos atravessando o “momento iPhone da IA”. O ChatGPT teria provocado o mesmo agito no mercado que o smartphone da Apple provocou quando apareceu, em 2007. Para milhões de pessoas, foi o primeiro contato com uma inteligência artificial capaz de coisas extraordinárias.

Poucas empresas estão em melhor posição para aproveitar este momento do que a Nvidia. Suas GPUs são usadas para treinamento de inteligências artificiais há anos. Na parceria entre Microsoft e OpenAI para criação de produtos de IA, há “milhares” de GPUs já otimizadas para este fim.

Assim como no auge da mineração de criptomoedas, conseguir chips gráficos de alta performance no momento pode ser tarefa difícil. Elon Musk, por exemplo, comentou está mais fácil encontrar drogas do que GPUs atualmente. Há alguns meses, descobriu-se que o dono do Twitter também investia em IA. Como? Bem, ele comprou milhares de chips da Nvidia.

Intel e AMD não estão paradas, é claro, e tentam emplacar seus chips voltados para inteligência artificial. Porém, a dianteira da Nvidia é muito consolidada. Trata-se de um domínio construído ao longo de anos, e é improvável que as competidoras consigam atacá-lo num futuro próximo.

Jensen Huang, CEO da Nvidia

Assim, não é uma surpresa que o mercado esteja tão animado com a Nvidia. As ações da empresa subiram 181% no acumulado do ano; só no atual trimestre fiscal, a expectativa é de US$ 11 bilhões em vendas, um recorde para a empresa.

Além disso, há o posicionamento peculiar da companhia. Google e Microsoft, por exemplo, são concorrentes em áreas como busca e IA generativa. O objetivo de ambas é criar produtos melhores, obter vantagens competitivas e conquistar mais usuários. O escopo da Nvidia é outro: ela é quem fornece o poder computacional para quem estiver interessado. Seja o Google, a Microsoft, Elon Musk ou quem quer que seja.

Portanto, é seguro dizer que a Nvidia não tem favoritos na batalha da inteligência artificial. Ela torce mesmo é pela briga.
As gigantes lutam pelo futuro da IA, e a Nvidia torce pela briga

As gigantes lutam pelo futuro da IA, e a Nvidia torce pela briga
Fonte: Tecnoblog

Gigantes da inteligência artificial se comprometem com regras do governo dos EUA

Gigantes da inteligência artificial se comprometem com regras do governo dos EUA

As grandes empresas de inteligência artificial anunciaram o comprometimento de seguir as diretrizes do governo americano sobre o desenvolvimento seguro de IAs. Amazon, Anthropic, Google, Inflection, Meta, Microsoft e OpenAI aprovaram as medidas da Casa Branca nesta sexta-feira (21). Com esse acordo, as companhias seguirão diretrizes de segurança para evitar riscos na evolução das IAs.

Principais empresas de IA na atualidade aprovaram diretrizes sugeridas pelo governo americano (Imagem: Vitor Pádua / Tecnoblog)

O anúncio do acordo entre as partes (governo e empresas) foi publicado no site oficial da Casa Branca. Segundo o texto, o comprometimento das empresas foi voluntário. O governo americano informa ainda que está em contato com outras nações, incluindo o Brasil, para ampliar o número de empresas e governos que apoiam as diretrizes de segurança para o desenvolvimento de IAs.

Medidas para o desenvolvimento seguro de IAs

No total, foram apresentadas oito diretrizes (ou medidas) para o desenvolvimento seguro de inteligências artificiais. Essas medidas são apenas o primeiro passo da Casa Branca antes de criar uma proposta de regulamentação. Iremos resumi-las de acordo com as suas similaridades.

Garantir uma IA segura antes do lançamento: Neste ponto, as empresas se comprometem a permitir que terceiros realizem testes com suas inteligências artificiais. Esses testes verificarão os riscos da IA expor dados sobre biossegurança e cibersegurança.As empresas também compartilharão informações com governos, indústria, sociedade e academia, além de promover práticas positivas sobre segurança, compartilhar técnicas e tentativas de “driblar” as medidas de segurança das IAs — como aquelas que impedem om ChatGPT de escrever vírus.

OpenAI, criadora do ChatGPT, é uma das empresas que aceitou as diretrizes da Casa Branca (Imagem: Vitor Pádua / Tecnoblog)

“Segurança em primeiro lugar”: Basicamente um complemento do ponto anterior, essa diretriz exige que as empresas só lance seus modelos após a garantia de que a IA é segura. As companhias também facilitarão que terceiros descubram e reportem vulnerabilidades. A IA necessitará ainda de um “mecanismo robusto” de comunicação de falha.

“Conquistar a confiança do público”: Aqui, a proposta do governo americano é que as empresas criem ferramentas que permitam identificar se um conteúdo é gerado por IA; divulguem as capacidades das suas IAs (que pode evitar os casos de acusações falsas de plágio pelo ChatGPT); priorizem pesquisas no riscos da tecnologia sobre a sociedade; evitem conteúdos prejudiciais e discriminatórios e protejam a privacidade.Há também uma exigência para que as empresas desenvolvam sistemas avançados de IA para resolver os principais desafios da sociedade, como cura de cânceres e mitigação dos efeitos das mudanças climáticas.

Com informações: New York Times e Google
Gigantes da inteligência artificial se comprometem com regras do governo dos EUA

Gigantes da inteligência artificial se comprometem com regras do governo dos EUA
Fonte: Tecnoblog