Category: Google

YouTube adiciona recurso para mudar o layout de vídeos na publicação em Shorts

YouTube adiciona recurso para mudar o layout de vídeos na publicação em Shorts

O YouTube anunciou um novo recurso para a publicação dos Shorts, que ajuda usuários a personalizarem o layout da publicação ao transforma um vídeo comum no formato curto e vertical, dando maior controle do resultado da publicação.

Os criadores podem acessar essa funcionalidade, clicando no botão “Remix” em um vídeo desejado e escolhendo “Editar para um Short”. Após cortar o segmento desejado, os usuários podem selecionar entre vários formatos, como único, quadrado e até usar um layout de tela dividida em que é possível reenquadrar e dar zoom em determinadas áreas de interesse do vídeo.Tudo é integrado com a funcionalidade de segurar e arrastar o material, permitindo ajustes adicionais para otimizar a composição dentro do layout escolhido. Uma vez satisfeitos, os criadores podem salvar o layout e carregar o Short. Essa edição de layout é uma maneira eficaz de reutilizar conteúdo de vídeo, economizando tempo e esforço.Clique aqui para ler mais

YouTube adiciona recurso para mudar o layout de vídeos na publicação em Shorts
Fonte: Tudocelular

Gboard ganha suporte para caneta stylus no Android em tablets e celulares Pixel e Samsung

Gboard ganha suporte para caneta stylus no Android em tablets e celulares Pixel e Samsung

O Gboard é um dos teclados mais completos para Android, mas nele ainda faltam alguns recursos como o suporte para escrita à mão com caneta stylus, o que é essencial para celulares e tablets como o novo Pixel Tablet. Felizmente isto está mudando agora com uma atualização lançada pelo Google, que é esperada desde agosto deste ano.Segundo o desenvolvedor e jornalista Mishaal Rahman, a escrita manual com caneta stylus já está disponível para o Gboard em dispositivos selecionados com o Pixel Tablet e alguns smartphones da Samsung. Rahman afirma que a novidade já pode ser testada no seu Galaxy Z Fold 5.

Veja o recurso em ação nas imagens e no vídeo publicados pelo jornalista no X:O Samsung Galaxy Z Fold 5 está disponível na Mercadolivre por R$ 9.749. Para ver as outras 7 ofertas clique aqui. (atualizado em 18 de December de 2023, às 09:22)Clique aqui para ler mais

Gboard ganha suporte para caneta stylus no Android em tablets e celulares Pixel e Samsung
Fonte: Tudocelular

De quem é a culpa quando os resultados do Google não nos ajudam?

De quem é a culpa quando os resultados do Google não nos ajudam?

O Google é o dominante absoluto nas buscas, mas isso não significa que todos estejam satisfeitos com sua performance.

De quem é a culpa quando os resultados do Google não nos ajudam? (Imagem: Vitor Pádua / Tecnoblog)

Nos últimos anos, uma insatisfação tem sido ventilada em artigos de opinião de veículos importantes. A New Yorker, por exemplo, narra a dificuldade de encontrar experiências legítimas sobre produtos em meio às inúmeras sugestões de compra e anúncios de e-commerces.

Charlie Warzel, colunista do The Atlantic, ecoa o sentimento. Para ele, no Google atual é mais difícil encontrar respostas diretas e confiáveis. Em outras palavras, dá mais trabalho garimpar os resultados úteis.

Uma pesquisa da Semrush com foco nos Estados Unidos traduz em números a frustração de parte dos usuários. Segundo o levantamento, 27,6% das pesquisas precisam de refinamento, sejam mudanças nos termos pesquisados ou acréscimo de outros.

Uma conclusão possível a partir deste dado é que os resultados apresentados não estão cumprindo sua função básica: ajudar o usuário. Portanto, quase 30% dos usuários precisariam tentar de novo.

Talvez seja pouco para bater o martelo de que o Google está pior. Mas também não se trata de um número pequeno. Ainda mais numa época em que o próprio Google admite que parte do público mais jovem prefere fazer buscas em redes de vídeos curtos.

Mas, se os resultados do Google realmente estão menos úteis, de quem é a culpa? Um grupo é frequentemente apontado como o responsável: os profissionais de SEO.

Arruinando a internet

O significado básico de SEO é search engine optimization, ou otimização para motores de busca. Quem trabalha com isso tenta fazer com que sites obtenham um ranqueamento melhor na busca, aparecendo entre os resultados mais relevantes.

O SEO faz parte da estratégia de qualquer canal de conteúdo que queira ser encontrado. Um site existe para ser lido, e quanto mais acima nas buscas ele aparecer, maiores as chances de alcançar esse objetivo.

No Tecnocast 317, conversamos com Pedro Dias, consultor técnico de SEO. Ele elencou as principais modalidades de SEO, que vão desde o conteúdo em si — palavras-chave, títulos instigantes, organização da informação — às otimizações no código dos sites.

Em essência, as técnicas são apenas boas práticas, e, se tudo der certo, o Google irá recompensar quem as executa. Como todos os produtores de conteúdo esperam por isso, a tendência é que grande parte dos sites pratique alguma forma de SEO.

Por essa razão, é possível que muitos sites acabem semelhantes entre si. As mesmas técnicas e conteúdos vão sendo reproduzidas internet afora, criando a impressão de que o SEO gera uma uniformização da web.

É daí que vem a concepção de que o SEO estaria “arruinando a internet”, como esboçado num polêmico artigo do The Verge publicado em novembro. E, consequentemente, o SEO também atrapalharia a vida de quem só quer encontrar alguma coisa simples no Google.

A defesa do SEO

Para Pedro Dias, essa visão é incorreta. Segundo ele, o SEO se torna um alvo fácil basicamente por ser o elemento comum à maioria dos sites.

A existência de técnicas para performar melhor no Google não significa que o SEO determine o conteúdo publicado. Cabe aqui aquela distinção clássica entre ferramenta e usuário. O SEO é a ferramenta; ela não define o que os publishers colocarão no ar.

Dias bate nessa tecla ao falar sobre notícias, por exemplo.

O SEO pode dar alguns direcionamentos de como conseguir emplacar isso (uma notícia), mas, no fundo, é porque o jornalista que fazer aquela matéria pra ganhar cliques e vender publicidade.

O foco dos criadores deveria ser a formulação de conteúdos úteis para o leitor, e o SEO entra em cena para impulsioná-los. O fato de muitos aplicarem a ferramenta a conteúdos de baixa qualidade não é culpa da ferramenta em si.

A fama ruim do SEO também está relacionada a profissionais que se vendem como especialistas, mas, na prática, exploram erros no algoritmo do Google. Essas táticas até podem fazer com que sites tenham um bom desempenho nas buscas, mas não se tratam de boas práticas, apenas pontos cegos que o Google ainda não consertou.

A questão é que o Google está frequentemente fazendo melhorias em seu algoritmo, de modo que as artimanhas nunca dão certo por muito tempo. O que acontece em seguida é que o erro é corrigido, o tráfego do site cai, e os maus profissionais da área vão em busca de uma nova trapaça.

No já citado artigo do The Verge, este tipo de profissional é tomado como a regra. Se por um lado é verdade que tais práticas de fato estragam a internet, é bastante discutível que elas representem de modo justo as pessoas que atuam na área.

O Google está mesmo pior?

Sobre a suposta piora nos resultados do Google, Pedro Dias convida a uma reflexão sobre o que esperamos da ferramenta.

As nossas expectativas do Google são as mesmas ou são maiores? (…) Pra gente, qualidade e o que supera as nossas expectativas é sempre algo novo, algo que a gente nunca viu antes. (…) E a nossa ambição de querer sempre algo melhor leva a gente a querer que os serviços que a gente usa evoluam de acordo com a nossa expectativa. E muitas vezes isso não acontece.

Dias aponta que o Google faz constantes aprimoramentos na busca. Mas em pouco tempo o usuário se acostuma com eles, de modo que as expectativas estão sempre crescendo.

Este pode ser um dos motivos da impressão de piora nos resultados de busca: o Google ainda não fez a próxima modificação que nos deixará satisfeitos (por ora).

Além disso, cabe apontar que as reclamações em relação ao Google são recorrentes. Em resposta a elas, a empresa faz atualizações em seu algoritmo. Uma das mais famosas foi a Panda, ocorrida em 2011, que chegou a impactar quase 12% dos resultados de pesquisa.

A Panda penalizou sites que criavam conteúdo de baixa qualidade em massa, beirando o spam. O objetivo, claro, era fazer com que essas páginas bombassem nas buscas. Enquanto isso, os sites faturavam alto com publicidade.

Na época, diversas publicações batiam nesse problema. A Business Insider sentenciou que “o algoritmo do Google foi arruinado”, enquanto o TechCrunch declarava que “precisamos de um novo Google.” A Panda chegou para endereçar essas queixas.

Outro exemplo bastante conhecido foi a Penguin, de 2012, que atingiu sites que faziam trocas de links para obter melhor ranqueamento; e o Mobile Friendly Update, de 2015, que penalizou páginas não otimizadas para o mobile.

Não se trata de dizer que o Google não tem falhas, apenas que, ao longo de sua história, ele se mostrou atento às queixas de seus usuários. E que, muito provavelmente, o ciclo de insatisfações manterá o seu curso — até a próxima mudança.
De quem é a culpa quando os resultados do Google não nos ajudam?

De quem é a culpa quando os resultados do Google não nos ajudam?
Fonte: Tecnoblog

Google planeja um novo assistente com IA exclusivo para linha Pixel

Google planeja um novo assistente com IA exclusivo para linha Pixel

Pixel 8 Pro ganhou novos recursos usando o modelo Gemini Nano (Imagem: Divulgação/Google)

O Google planeja um novo assistente para o Pixel 9. Chamado Pixie, ele usaria inteligência artificial, por meio dos modelos Gemini, e seria exclusivo dos smartphones da própria empresa. Além disso, o Pixie seria capaz de usar dados de Gmail, Maps e outros dados de serviços da companhia.

As informações são de uma reportagem bastante extensa do site The Information sobre os planos do Google para inteligência artificial. O Pixie seria uma versão mais personalizada do Google Assistente. Ele pode estrear com o Pixel 9 e o Pixel 9 Pro.

Ao anunciar o Pixel 8 e o Pixel 8 Pro, o Google também apresentou o Google Assistente com Bard. O Pixie não seria este assistente, ou pelo menos não seria a versão inicial apresentada.

Google Assistente com Bard chegará para Pixel e concorrentes (Imagem: Reprodução/Google)

Outra diferença é que o Assistente com Bard será disponibilizado para aparelhos de outras marcas. O próprio blog da empresa diz que o app estará disponível no iPhone, e análises de código mostraram que o novo assistente provavelmente virá no Galaxy S24, a ser lançado pela Samsung no começo do ano que vem.

Até o momento, o Pixel 8 Pro ganhou alguns recursos de IA, como resumo de gravações de áudio e sugestões de resposta no teclado. O aparelho roda o modelo Gemini Nano, otimizado para usar pouco poder de processamento e não depender da internet.

IA para celulares baratos, óculos e mais

A reportagem do The Information revela que os planos do Google para a inteligência artificial vão além do Pixie. Um deles é que a empresa quer levar recursos de inteligência artificial para smartphones baratos e relógios, possivelmente fazendo uso do Gemini Nano.

Algumas ideias são para outro tipo de dispositivo. A IA poderia ser empregada em óculos, para reconhecimento de objetos. Assim, o gadget poderia mostrar como usar uma ferramenta, resolver um problema matemático ou tocar um instrumento musical. Este óculos, porém, continua na fase de discussão interna e não se sabe se ele virará realidade.

Com informações: 9to5Google, The Information
Google planeja um novo assistente com IA exclusivo para linha Pixel

Google planeja um novo assistente com IA exclusivo para linha Pixel
Fonte: Tecnoblog

Google Fiber terá internet de 20 Gb/s (que custa bem caro)

Google Fiber terá internet de 20 Gb/s (que custa bem caro)

Google Fiber passa a ofertar internet por fibra de 20 GB/s, mas só com preço elevado (Imagem: Vitor Pádua / Tecnoblog)

O Google Fiber, serviço de internet por fibra do Google, está liberando a assinatura do seu plano de velocidade de 20 Gb/s em alguns lugares dos Estados Unidos. O plano custa US$ 250 (R$ 1.229,92) por mês e está disponível em Kansas City, uma parte do estado da Carolina do Norte, Arizona e Iowa. O serviço também entrega ao cliente um modem com Wi-Fi 7.

A empresa começou a anunciar essa velocidade no mês de outubro. O Google não precisou alterar a sua estrutura de fibra ótica para ofertar a internet de 20 Gb/s. A rede do Google Fiber utiliza a tecnologia 25G PON da Nokia, que permite aumentar a largura de banda mantendo a estrutura atual de fibra.

Internet de 20 GB/s do Google ainda em fase inicial

Apesar de iniciar a venda dos pacotes, a internet de 20 GB/s do Google é um produto em acesso antecipado — e isso é dito pela própria empresa. A big tech ofertará o plano para uma lista especial de clientes, provavelmente os que têm perfil de early adopter e entusiasta.

Explicando para quem não sabe, early adopter é o termo usado para o perfil de consumidores que adota uma tecnologia ou produto logo no seu início, não ligando para possíveis problemas (e falta de jogos quando falamos de early adopters em consoles).

Voltando a falar do acesso antecipado, até mesmo o Wi-Fi 7 pode ser considerado como “experimental”. A Wi-Fi Alliance espera iniciar a certificação dos modems com essa tecnologia no primeiro trimestre de 2024.

No vídeo incluído nessa matéria, Nick Saporito, diretor de produto do Google Fiber, explica que as primeiras versões do modem Wi-Fi 7 do plano serão grandes, mas que a evolução da tecnologia permitirá que o tamanho do equipamento diminua com o passar do tempo.

O Google Fiber, vale relembrar, não está disponível no Brasil. Por aqui, o maior plano de internet por fibra é da TIM Ultrafibra com 2 GB/s — no caso das operadoras nacionais. Em 2021, a Naxi, provedora regional de Jaraguá do Sul (SC), anunciou um plano de 6 GB/s, o maior do Brasil até então. O Tecnoblog entrou em contato com a empresa para saber se ela ainda oferta esse serviço. A matéria será atualizada em caso de resposta da empresa.

Com informações: The Verge
Google Fiber terá internet de 20 Gb/s (que custa bem caro)

Google Fiber terá internet de 20 Gb/s (que custa bem caro)
Fonte: Tecnoblog

O SEO estragou a internet?

O SEO estragou a internet?

Os resultados do Google estão piorando? Muita gente acredita que sim. E haveria, inclusive, um culpado para essa queda na qualidade: o famigerado SEO. As técnicas de otimização para busca teriam resultado numa multidão de sites idênticos, com conteúdo genérico e pouco útil. Mas será mesmo que a experiência do Google está pior? E seriam os profissionais de SEO os responsáveis?

O SEO estragou a internet? (Imagem: Vitor Pádua / Tecnoblog)

No episódio de hoje, conversamos com Pedro Dias, consultor técnico em SEO. Ele nos ajuda a entender as diversas maneiras de otimização de conteúdo para buscas, e se elas estão, de fato, estragando a web. Dá o play e vem com a gente!

Participantes

Thiago Mobilon

Josué de Oliveira

Pedro Dias

Citado no episódio

The people who ruined the internet, texto do The Verge que inspirou o episódio

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Créditos

Produção: Josué de Oliveira

Edição e sonorização: Ariel Liborio

Arte da capa: Vitor Pádua

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O SEO estragou a internet?

O SEO estragou a internet?
Fonte: Tecnoblog

Google perde processo antitruste movido pela Epic

Google perde processo antitruste movido pela Epic

Google pratica monopólio no mercado de lojas de apps, decide juiz (Imagem: Vitor Pádua / Tecnoblog)

O julgamento do processo antitruste da Epic contra o Google decidiu que a big tech criou um monopólio com sua loja de aplicativos. A acusação da Epic contestava a prática de cobrar uma taxa pelas vendas dentro da Play Store e, ao mesmo tempo, impedir sistemas de pagamento em lojas de terceiro, considerando prática abusiva e desleal. O Google informou à imprensa que recorrerá da decisão.

O processo antitruste da Epic lembra muito a ação movida contra Apple — até porque ambas foram abertas no mesmo dia. Contudo, além da demora para iniciar o julgamento e agilidade em chegar no resultado, outra diferença é que o processo da Epic contra o Google revelou o acordo da big tech com fabricantes de smartphones.

Neste acordo, o Google permitia que algumas empresas (como Netflix e Spotify) tivessem uma vantagem ou desconto no pagamento das taxas por compras dentro de seus aplicativos e por meios próprios de cobrança. No caso da Netflix, o Google ofereceu uma taxa de 10% — mas o streaming preferiu apenas impedir a assinatura dentro do app para Android.

O Spotify ficou por um tempo livre da taxa do seu próprio meio de pagamento e pagava apenas 4% quando o cliente assinava usando o sistema do Google. O caso foi revelado durante o julgamento e uma derrota à parte, já que deve levar outras empresas a negociar um acordo vantajoso.

Compras realizadas pela Play Store podem ficar com até 30% do valor, mas algumas empresas têm acordos mais vantajosos (Imagem: André Fogaça/Tecnoblog)

Resultado definido, mas não o que será feito

Apesar da vitória da Epic, o julgamento ainda não decidiu o que o Google terá que fazer para “quebrar” o monopólio. Na verdade, a desenvolvedora de jogos nem mesmo pediu uma indenização. O que a Epic quer é que o Google permita que os empresas lancem lojas de apps e seus próprios sistemas de pagamento sem ter que dar um tostão para a big tech. A definição da compensação será definida na segunda semana de janeiro.

Relembrando, no processo contra a Apple, a Epic foi a grande derrotada, mas caiu atirando. Das dez acusações, apenas uma foi favorável à desenvolvedora: a que permite aos aplicativos informar sobre meios de pagamento fora da Apple Store.

Com informações: The Verge (1 e 2)
Google perde processo antitruste movido pela Epic

Google perde processo antitruste movido pela Epic
Fonte: Tecnoblog

Google One reajusta planos de armazenamento em nuvem no Brasil; veja os novos preços

Google One reajusta planos de armazenamento em nuvem no Brasil; veja os novos preços

O Google One notificou seus usuários sobre um aumento nos preços dos serviços de armazenamento em nuvem no Brasil. Através de um e-mail enviado na última quinta-feira (07), a empresa informou que os valores dos planos disponíveis no país sofrerão um reajuste de até 20%, entrando em vigor a partir de 6 de janeiro de 2024.

A gigante das buscas afirma que os recursos oferecidos por cada plano serão mantidos. Os novos valores serão automaticamente refletidos nas faturas dos usuários, portanto, não é preciso efetuar qualquer mudança nas configurações dos serviços. Confira o reajuste:!function(){“use strict”;window.addEventListener(“message”,(function(a){if(void 0!==a.data[“datawrapper-height”]){var e=document.querySelectorAll(“iframe”);for(var t in a.data[“datawrapper-height”])for(var r=0;r<e.length;r++)if(e[r].contentWindow===a.source){var i=a.data[“datawrapper-height”][t]+”px”;e[r].style.height=i}}}))}();
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Google One reajusta planos de armazenamento em nuvem no Brasil; veja os novos preços
Fonte: Tudocelular

Google lança NotebookLM, app de anotações com recursos de IA, apenas nos EUA

Google lança NotebookLM, app de anotações com recursos de IA, apenas nos EUA

NotebookLM vai usar Gemini Pro, apresentado esta semana (Imagem: Vitor Pádua / Tecnoblog)

O Google liberou o NotebookLM para todos os usuários nos EUA. O aplicativo é voltado para anotações e usa inteligência artificial para entregar recursos extra, como resumir documentos e responder a perguntas.

Além do lançamento, o Google anunciou que o NotebookLM vai começar a usar o modelo Gemini Pro para compreensão dos documentos e raciocínio. O Gemini Pro foi apresentado esta semana e também será adotado pelo Bard.

O apelo do NotebookLM é criar resumos e sugerir questões relacionadas às anotações feitas. Dessa forma, ele pretende ajudar a compreender textos difíceis e fazer conexões entre vários documentos.

Limites maiores e novos recursos

Uma das novas ferramentas do NotebookLM permite transformar as anotações em outro formato. Basta selecionar as notas desejadas e o programa sugere um formato automaticamente, como um guia de estudos ou um rascunho de texto.

O usuário também pode escolher o formato desejado, como um e-mail, uma newsletter, um roteiro ou outros — a IA se encarrega de criá-lo.

NotebookLM pode criar rascunhos de texto a partir de anotações (Imagem: Divulgação/Google)

O NotebookLM não funciona só depois das anotações — ele pode ajudar durante o processo. Segundo o Google, a IA pode oferecer ferramentas para melhorar sua escrita, sugerir ideias relacionadas com base no que você acabou de anotar e dar ideias de mais perguntas para você pesquisar. O app também responde a perguntas feitas, usando as fontes e as anotações como base.

Além de todas as novas ferramentas, o Google também aumentou os limites. Agora, o NotebookLM consegue usar até 20 fontes em seu caderno, cada uma delas com até 200 mil palavras.

Apenas para os EUA, por enquanto

O NotebookLM foi apresentado pelo Google em maio de 2023, durante a Google I/O, sua conferência para desenvolvedores. Em julho, ele ficou disponível apenas para um pequeno grupo de usuários.

Ainda em fase experimental, o NotebookLM agora está disponível para qualquer pessoa nos EUA. Não há previsão de quando ele vai chegar ao Brasil.

Com informações: Google, 9to5Google, The Verge
Google lança NotebookLM, app de anotações com recursos de IA, apenas nos EUA

Google lança NotebookLM, app de anotações com recursos de IA, apenas nos EUA
Fonte: Tecnoblog

Gemini: demonstração da nova IA do Google teria sido ensaiada

Gemini: demonstração da nova IA do Google teria sido ensaiada

Gemini é apontado como o modelo de linguagem em larga escala mais poderoso do Google (Imagem: Divulgação/Google)

O Google revelou o novo modelo de IA Gemini em um ambicioso vídeo demonstração com seis minutos de duração. Entretanto, a big tech está sendo acusada de ter produzido a apresentação em vez de mostrar as habilidades da plataforma em tempo real.

De acordo com Parmy Olsen, colunista da Bloomberg, o vídeo promocional foi ensaiado. Por exemplo, as ações por comandos de voz não foram realizadas em tempo real. Alguém teria escrito prompts com instruções do que a IA deveria responder.

“Isso é bem diferente do que o Google parecia sugerir: que uma pessoa pudesse ter uma simples conversa com o Gemini e a IA respondia em tempo real”, destaca Olsen no artigo publicado na última quinta-feira (7).

A jornalista diz que, quando procurada para comentar o lançamento, a big tech admitiu que o vídeo não foi gravado em tempo real. Então, ela sugere que a empresa estaria enganando os clientes e que a nova IA seria inferior ao concorrente GPT da OpenAI.

No entanto, a descrição da apresentação do Gemini no YouTube tem uma nota de isenção de responsabilidade: “Para fins desta demonstração, a latência foi reduzida e as respostas do Gemini foram encurtadas por questões de brevidade”.

Por fim, vale citar que é comum empresas de tecnologia editarem vídeos de apresentações de produtos. Isso é uma estratégia para evitar que problemas técnicos ocorram ao vivo.

Executivos do Google dizem que vídeo ilustra as reais experiências fornecidas pelo Gemini (Imagem: Reprodução/Google)

Google nega que a demonstração foi ensaiada

O Google se defendeu da acusação de que a apresentação do Gemini teria sido encenada. Oriol Vinyals, vice-presidente de pesquisa da empresa e co-líder do modelo de IA, usou o X/Twitter para explicar como foi a produção da apresentação.

“Todos prompts e resultados no vídeo são reais, abreviados para fins de brevidade. O vídeo ilustra como poderiam ser as experiências de usuário construídas com o Gemini. Fizemos isso para inspirar os desenvolvedores”, disse o executivo.

Diante deste cenário, especialistas acreditam que a melhor forma do Google demonstrar o poder do Gemini seria por meio de um beta público. Assim, jornalistas e desenvolvedores poderiam experimentar as ferramentas da nova IA e tirar as próprias conclusões.

Com informações: Bloomberg, The Verge e X
Gemini: demonstração da nova IA do Google teria sido ensaiada

Gemini: demonstração da nova IA do Google teria sido ensaiada
Fonte: Tecnoblog