Category: Google

Pixel 10 Pro, 10 Pro XL, Buds 2a e Watch 4 têm design revelado em vazamento

Pixel 10 Pro, 10 Pro XL, Buds 2a e Watch 4 têm design revelado em vazamento


Atualização (25/07/2025) – JS
E parece que o Google não está conseguindo segurar nada. Após a empresa lançar um teaser em seu site mostrando detalhes do design adotado para o Pixel 10, agora os modelos Pixel 10 Pro, 10 Pro XL e os acessórios Buds 2a e Watch 4, vazaram em novas imagens promocionais.

Estes não são os primeiros vazamentos dos produtos que surgem na internet, mas o fato de serem renderizações em alta qualidade demonstram que são conteúdos gerados pela própria fabricante. Na publicação e Evan Blass no X (ex-Twitter), é possível ver todos os detalhes físicos aplicados nos modelos, além da watch face do smartwatch.Clique aqui para ler mais

Pixel 10 Pro, 10 Pro XL, Buds 2a e Watch 4 têm design revelado em vazamento
Fonte: Tudocelular

Google testa novo formato mais invasivo e difícil de ignorar para anúncios dentro do Gmail

Google testa novo formato mais invasivo e difícil de ignorar para anúncios dentro do Gmail

O Gmail é um dos serviços de e-mail mais utilizados no mundo e, apesar das melhorias recentes, o Google está testando uma mudança que deve irritar muitos usuários. Estamos falando de novos anúncios interativos para compras de produtos que são mais invasivos que os atuais.O novo tipo de anúncio foi detectado pelo especialista em Google Ads, Thomas Eccel, da JvM Impact, que os chamou de “anúncios de comércio eletrônico da Demand Gen”, pois eles funcionam como uma plataforma de compras ao invés de apenas direcionar usuários para páginas de produtos.Em testes com um pequeno número de usuários, os novos anúncios ocupam mais espaço entre as mensagens, mostram preços de produtos em condições específicas para cada usuário e permitem que você clique neles para ver mais detalhes sobre a oportunidade de compra.Clique aqui para ler mais

Google testa novo formato mais invasivo e difícil de ignorar para anúncios dentro do Gmail
Fonte: Tudocelular

YouTube Music finalmente muda botões "Aleatório" e "Repetir" para deixar interface mais intuitiva

YouTube Music finalmente muda botões “Aleatório” e “Repetir” para deixar interface mais intuitiva

O YouTube Music vem atraindo cada vez mais usuários ao redor do mundo, especialmente no mundo Android, onde muitas funções são liberadas com prioridade. Depois de vermos a chegada da exibição de letras de músicas offline, o Google agora está disponibilizando uma mudança sutil, mas muito importante, para deixar a interface mais intuitiva: novos botões “Aleatório” e “Repetir”.

Até então, ao ativar a função aleatório — que “pula” entre faixas para que você tenha sempre uma playlist nova — o clássico símbolo das flechas se entrelaçando apenas ficava levemente destacado, como caracteres em negrito, o que nem sempre é o mais visual, especialmente se o aparelho não estiver tão próximo. O mesmo se aplica ao botão para repetir a playlist, que retorna ao início do álbum quando a última faixa é reproduzida.Com a mudança, que está sendo liberada de forma gradual aos usuários da versão 8.26, agora é exibido um pequeno ponto abaixo dos botões Aleatório e Repetir quando as funções estão ativadas, além deles seguirem sendo marcados em negrito, o que deixa muito mais claro que a função está de fato em uso. Vale notar, porém, que a função “Repetir faixa” segue apenas mostrando o número “1”, já que não se confunde com o botão padrão. Clique aqui para ler mais

YouTube Music finalmente muda botões “Aleatório” e “Repetir” para deixar interface mais intuitiva
Fonte: Tudocelular

YouTube aperta o cerco contra vídeos repetitivos e feitos por IA

YouTube aperta o cerco contra vídeos repetitivos e feitos por IA

Um dos objetivos é frear a proliferação de conteúdo falso (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

O YouTube vai atualizar suas políticas de monetização para combater conteúdos repetitivos ou falsos.
Criadores de conteúdo serão orientados sobre quais tipos de vídeos são elegíveis para monetização.
A mudança visa combater o fenômeno de vídeos gerados por IA, como os chamados “slop”.

Após anunciar uma nova repressão contra o uso de bloqueadores de anúncios, vem aí uma nova mudança no YouTube. A plataforma de vídeos do Google informou que vai atualizar suas políticas de monetização, o que pode impactar no bolso dos criadores de conteúdo.

A medida começa a valer na próxima terça-feira (15/07) e visa reprimir um fenômeno que ganhou espaço na plataforma: a monetização de vídeos considerados “não autênticos” e a proliferação de conteúdo de baixa qualidade gerado por IA.

O que isso significa para os criadores?

O plano é que as novas diretrizes esclareçam quais tipos de conteúdo são elegíveis ou não para monetização, auxiliando os criadores a compreenderem o que se enquadra na definição atual de conteúdo “não original”.

A mudança não deve limitar a monetização de formatos populares, como vídeos de reação ou aqueles que incorporam trechos de clipes de terceiros. Pelo menos é o que informou Rene Ritchie, chefe editorial e de contato com criadores do YouTube, em um vídeo.

YouTube restringe conteúdo repetitivo e de IA (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Ritchie afirmou que a mudança é uma “pequena atualização” das políticas já existentes e que o propósito é identificar de forma mais eficaz conteúdo produzido em massa ou repetitivo. Ele reiterou que esse material já não era elegível para monetização há anos, sendo frequentemente classificado pelos próprios espectadores como spam.

O impacto da inteligência artificial

O YouTube tem sido palco de um fenômeno que recebeu o apelido de “slop” de IA, termo que descreve mídias ou conteúdos de baixa qualidade produzidos por IA generativa. Exemplos incluem a sobreposição de vozes geradas por computador em fotos ou videoclipes, bem como a reapropriação de conteúdo por meio de ferramentas de conversão de texto em vídeo.

Casos de canais com milhões de inscritos dedicados a músicas geradas por IA e vídeos falsos criados usando a tecnologia foram denunciados pelo jornal inglês The Guardian, por exemplo.

Em um exemplo notável, uma série de vídeos sobre crimes reais que viralizou no YouTube foi identificada como inteiramente gerada por IA, segundo o site 404 Media. Além disso, em março, a imagem do CEO do YouTube foi utilizada em um golpe de phishing gerado por IA dentro da própria plataforma.

Com informações do YouTube, The Guardian e 404 Media
YouTube aperta o cerco contra vídeos repetitivos e feitos por IA

YouTube aperta o cerco contra vídeos repetitivos e feitos por IA
Fonte: Tecnoblog

Android deve usar inteligência artificial (IA) para organizar notificações

Android deve usar inteligência artificial (IA) para organizar notificações

As notificações podem ser consideradas como um recurso essencial dos smartphones. Porém, ao mesmo tempo, a depender do seu volume, podem ser vistas como um incômodo. Talvez por isso, o Google parece estar buscando tornar esse fluxo um pouco mais eficiente; e deve usar inteligência artificial para isso.

De acordo com novas informações, a empresa está desenvolvendo uma espécie de organizador de notificações para o Android que usa IA para organizar os alertas em categorias – de forma semelhante ao que já acontece atualmente com o Gmail e sua caixa de entrada. Ao que tudo indica, a novidade deve estrear no primeiro lançamento trimestral do Android 16.A expectativa é que a função, ao analisar as notificações recebidas, seja capaz de identificar o teor geral de cada um dos alertas, silenciando a notificação e agrupando em uma das seguintes categorias: “Promoções”, “Notícias”, “Social” ou “Sugerido”.Clique aqui para ler mais

Android deve usar inteligência artificial (IA) para organizar notificações
Fonte: Tudocelular

Google é multado em US$ 314 milhões por coletar dados não autorizados no Android

Google é multado em US$ 314 milhões por coletar dados não autorizados no Android

Além de um recente processo antitruste na União Europeia e Reino Unido por resumos de IA em buscas, o Google foi condenado por um júri de San Jose, na Califórnia, a pagar US$ 314 milhões em uma ação coletiva que acusa a empresa de coletar dados pessoais de usuários de Android sem consentimento.

A decisão foi anunciada na última terça-feira (1º) e envolve cerca de 14 milhões de usuários do sistema operacional residentes no estado americano.Uma ação coletiva iniciada em 2019 alegava que o Google monitorava e armazenava informações mesmo quando os usuários não estavam ativamente utilizando seus aparelhos. Segundo os documentos do processo, essa prática ocorria de forma oculta, sem aviso ou autorização explícita, criando o que os advogados classificaram como um “fardo inevitável que os usuários de Android suportam em benefício do Google”.Clique aqui para ler mais

Google é multado em US$ 314 milhões por coletar dados não autorizados no Android
Fonte: Tudocelular

Gemini: novos ícones chegam ao Android e iOS

Gemini: novos ícones chegam ao Android e iOS

O Google iniciou nesta semana a liberação de um novo ícone para o aplicativo Gemini, tanto no Android quanto no iOS. A mudança segue o padrão visual das demais plataformas da empresa, com uso das quatro cores tradicionais da marca (azul, vermelho, amarelo e verde).

A atualização tem como objetivo unificar a identidade visual do Gemini com os demais serviços do Google. O novo design também busca melhorar a legibilidade do ícone em telas menores, mantendo um formato arredondado e ocupando mais espaço dentro do fundo branco circular.Desde seu lançamento, o Gemini trouxe uma identidade visual que fugia dos padrões do Google, tendo como cor principal o azul e passando um ar de serviço premium. O novo ícone revelado esta semana substitui o visual anterior de linhas finas por formas mais encorpadas, o que facilita a identificação rápida em grades de aplicativos.Clique aqui para ler mais

Gemini: novos ícones chegam ao Android e iOS
Fonte: Tudocelular

Anúncios no Gmail estão na mira da França e podem custar caro ao Google

Anúncios no Gmail estão na mira da França e podem custar caro ao Google

Google pode receber cobrança de cerca de R$ 3,3 bilhões (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

CNIL pode aplicar multa de 525 milhões de euros ao Google por anúncios na guia Promoções do Gmail.
Autoridade aponta violação de consentimento e design enganoso, inclusive no banner de cookies.
Google defende que publicidade sustenta o serviço e já tornou a recusa de cookies mais visível.

O Google enfrenta uma nova disputa na França, onde a autoridade nacional de proteção de dados (CNIL) avalia aplicar uma multa de até 525 milhões de euros (cerca de R$ 3,3 bilhões na cotação atual). Os motivos são os anúncios exibidos na aba “Promoções” do Gmail, que aparecem entre os emails dos usuários com formato semelhante ao de mensagens tradicionais.

A CNIL considera que, ao adotar esse tipo de exibição sem obter consentimento explícito, o Google violou regras europeias sobre comunicações eletrônicas e recorreu a técnicas de design enganoso para induzir a aceitação dos termos.

A investigação teve início após uma denúncia feita em 2022. Além da exibição dos anúncios, o órgão francês critica a maneira como o Google conduz o processo de aceitação de cookies, facilitando a aceitação e dificultando a recusa – uma prática que fere o Regulamento Geral sobre a Proteção de Dados (RGPD).

O que diz a legislação?

A CNIL baseia suas acusações no Código francês de Comunicações Eletrônicas, que exige consentimento prévio para qualquer forma de prospecção comercial por email. Embora o Google argumente que os anúncios não são tecnicamente mensagens de email, a autoridade francesa destaca que sua aparência e posicionamento na caixa de entrada tornam a prática comparável ao envio de emails publicitários.

Exemplo antigo de anúncio na aba da Promoções do Gmail (imagem: reprodução/Google)

A falta de um processo de consentimento claro e equilibrado reforça a acusação de uso de design enganoso. O Google contesta essa interpretação. A empresa afirma que os anúncios fazem parte da interface do Gmail e não são comunicações diretas. Também argumenta que apenas uma parte dos usuários visualiza esse conteúdo e que a publicidade ajuda a manter o serviço gratuito.

Segundo a companhia, alterações recentes foram implementadas para atender às exigências regulatórias, como a inclusão de um botão de recusa de cookies mais visível na criação de contas.

Multa recorde e impacto para o futuro da regulação digital

Caso a sanção seja confirmada, essa será a maior multa já aplicada pela CNIL a uma empresa de tecnologia, superando os 150 milhões de euros cobrados do próprio Google em 2022. O valor elevado busca reforçar a importância da transparência nas práticas digitais, especialmente no que se refere ao respeito ao consentimento do usuário — um dos pilares do RGPD.

Com informações do Tom’s Guide e Freenews
Anúncios no Gmail estão na mira da França e podem custar caro ao Google

Anúncios no Gmail estão na mira da França e podem custar caro ao Google
Fonte: Tecnoblog

Como deixar suas playlists como privadas no YouTube Music | TC Ensina

Como deixar suas playlists como privadas no YouTube Music | TC Ensina

Apesar de não ter algumas das funções sociais de concorrentes como o Spotify, o YouTube Music também carrega algumas poucas características de uma comunidade online; e uma delas são as playlists!

Hoje, dando sequência ao nosso quadro de dicas e tutoriais, confira a seguir como tornar as suas listas de reprodução no YouTube Music privadas.Como tornar suas playlists do YouTube Music privadasEmbora não tenha um perfil explícito de usuário, onde amigos e conhecidos podem visitar sua conta para ver o que você anda escutando, o YouTube Music permite que as listas criadas sejam públicas, catalogadas como “playlists da comunidade”.Clique aqui para ler mais

Como deixar suas playlists como privadas no YouTube Music | TC Ensina
Fonte: Tudocelular

Ask Photos: Google Fotos melhora busca via IA com solução inusitada

Ask Photos: Google Fotos melhora busca via IA com solução inusitada

Ask Photos usa o Gemini para pesquisas no Google Fotos (imagem: reprodução/Google)

Em 2024, o Google apresentou o Ask Photos, um mecanismo integrado ao Google Fotos para Android e iOS que usa a tecnologia de IA do Gemini para buscar imagens específicas armazenadas no serviço. Mais de um ano depois, a ferramenta foi aprimorada e está sendo liberada para mais usuários.

O Ask Photos vinha funcionando bem em pesquisas mais complexas, como “indique fotos que seriam ótimos papéis de parede para o celular” ou “o que eu comi em Barcelona?”, como explica o próprio Google.

Mas, curiosamente, buscas mais simples, com termos como “cachorro” ou “praia”, nem sempre apresentavam os resultados esperados, o que obviamente fazia os usuários se queixarem do Ask Photos.

O Google solucionou esse problema de um modo inusitado. Agora, quando o usuário faz uma pesquisa no Google Fotos, o mecanismo tradicional de busca do serviço entra em ação imediatamente enquanto os modelos Gemini trabalham em segundo plano para encontrar fotos condizentes com consultas complexas.

Com isso, o Google Fotos mostrará inicialmente um conjunto de imagens correspondente ao buscador clássico e, na sequência, o Gemini exibirá as fotos ou dados que encontrou com base no prompt informado pelo usuário.

É uma estratégia que faz sentido, pois o usuário não terá que alternar manualmente para o buscador clássico se o Ask Photos não apresentar os resultados esperados. Ainda assim, o mecanismo baseado na tecnologia do Gemini poderá ser desativado nas configurações do serviço a qualquer momento.

Busca de imagens com o Ask Photos (imagem: reprodução/Google)

Como usar o Ask Photos no Google Fotos?

Infelizmente, o Ask Photos permanece em fase experimental, razão pela qual só está disponível nos Estados Unidos, apesar de estar sendo expandido. Mesmo por lá, os usuários que quiserem testar a ferramenta deverão atender a alguns critérios, como ter mais de 18 anos e usar a conta do Google no inglês dos Estados Unidos.

Ainda não há previsão sobre quando o Ask Photos será liberado oficialmente em mais países. Mas fica a torcida para que isso não demore: o mecanismo parece ser realmente útil.
Ask Photos: Google Fotos melhora busca via IA com solução inusitada

Ask Photos: Google Fotos melhora busca via IA com solução inusitada
Fonte: Tecnoblog