Category: Google

Google lança Gemini 2.5 Flash Image, modelo de IA veloz para geração de imagens

Google lança Gemini 2.5 Flash Image, modelo de IA veloz para geração de imagens

O Google apresentou nesta terça-feira (26) o Gemini 2.5 Flash Image, modelo de IA de baixa latência de geração de imagens da companhia que promete melhorias significativas. Além de ser mais consistente que a geração anterior, a novidade recebeu capacidades aprimoradas para combinar fotos e agora é capaz de compreender linguagem natural para realizar edições pontuais, já estando disponível através do app, para desenvolvedores e até integrado em ferramentas da Adobe.O Gemini 2.5 Flash Image promete avanços consideráveis de desempenho em relação à versão 2.0 e se apoia em quatro grandes novidades, começando pela maior consistência — o modelo consegue manter um mesmo elemento entre diferentes imagens geradas, como uma pessoa, uma marca ou mesmo um formato (cartão, catálogo, etc.).

A solução estreante também consegue receber prompts com linguagem natural para edição de elementos pontuais, com comandos como “mude a cor da camiseta para vermelho” ou “adicione um fundo borrado”. Este elemento em particular parece estar vinculado a uma das novas funções do Google Fotos que estreou com a linha Pixel 10.Clique aqui para ler mais

Google lança Gemini 2.5 Flash Image, modelo de IA veloz para geração de imagens
Fonte: Tudocelular

Google Tradutor terá exercícios personalizados para treinar idiomas

Google Tradutor terá exercícios personalizados para treinar idiomas

Recurso simula situações de acordo com os objetivos do usuário (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

O Google Tradutor começou a liberar exercícios de escuta e fala em fase beta nos apps para Android e iOS.
Inicialmente, usuários que falam português só podem praticar inglês em atividades curtas e diárias.
O recurso sugere treinos personalizados conforme nível e objetivo do usuário.

O app do Tradutor do Google para Android e iOS começou a receber uma ferramenta que cria exercícios de escuta e fala para quem está aprendendo um idioma estrangeiro. O recurso ainda está em fase beta e, inicialmente, trará aos falantes de português apenas a opção de treinar inglês.

A abordagem é parecida com a de outros apps de idiomas famosos, como o Duolingo, por exemplo. São atividades curtas, que duram alguns minutos, e podem ser feitas diariamente. “Estes exercícios acompanham seu progresso diário e ajudam a formar as habilidades necessárias para se comunicar em outra língua com confiança”, disse ao Verge o gerente de produto Matt Sheets, do Google.

Como funciona a prática de idiomas do Google Tradutor?

Para começar a praticar, o usuário precisa dizer qual é o seu nível de conhecimento do idioma e qual é o seu objetivo ou motivo para praticá-lo — para essa segunda parte, é possível escolher uma das opções predefinidas ou escrever sua própria situação ou interesse. A partir daí, o Google usa a inteligência artificial para gerar exercícios direcionados para o cenário descrito.

Por enquanto, são basicamente dois tipos de tarefas. A tarefa de escuta toca um pequeno trecho do idioma estrangeiro, e cabe ao ouvinte identificar quais palavras estão presentes no áudio. Já a atividade de fala consiste em responder perguntas feitas pela IA, em uma simulação de conversa, contando com dicas do que dizer.

No exemplo dado pelo Google, o usuário diz que seu nível de espanhol é intermediário e que seu objetivo é se comunicar melhor com a família que o hospedará durante um período de intercâmbio. O Tradutor, então, sugere uma atividade com perguntas sobre os horários das refeições. Após concluir os exercícios, o Google lista as palavras praticadas durante a atividade.

Lições estão em fase beta e podem demorar a chegar

O recurso está em fase de testes e, por isso, a distribuição é gradual. Isso significa que pode levar algum tempo até aparecer no seu celular ou tablet. Quando estiver disponível para você, haverá um botão “Praticar” na tela inicial do app.

Para quem fala inglês, é possível praticar espanhol e francês. Já falantes de espanhol, francês e português têm acesso aos exercícios de inglês.

Com informações do Google e do Verge
Google Tradutor terá exercícios personalizados para treinar idiomas

Google Tradutor terá exercícios personalizados para treinar idiomas
Fonte: Tecnoblog

Google NotebookLM ganha resumos em vídeo em português

Google NotebookLM ganha resumos em vídeo em português

NotebookLM oferece resumos em vídeo em 80 idiomas (imagem: divulgação/Google)

Resumo

NotebookLM agora pode gerar resumos em vídeos em português do Brasil e mais 80 idiomas.
A IA do Google para estudos também passa a gerar resumos em áudio em português, com discussões completas e análises mais detalhadas.
Atualização está sendo liberada gradualmente e deve chegar a todos os usuários.

O Google NotebookLM, IA de apoio aos estudos e à organização de informações, agora oferece resumos em vídeo em português do Brasil e mais outros 80 idiomas. A novidade foi anunciada ontem (25/08) e amplia o alcance do recurso que até então estava restrito ao inglês.

Além disso, os resumos em áudio também receberam melhorias. Em vez de versões curtas, os usuários poderão ouvir conteúdos mais extensos, detalhados e próximos da experiência já oferecida em inglês. A atualização deve permitir uma compreensão mais completa das fontes reunidas nos cadernos digitais da plataforma.

Para que servem os resumos do NotebookLM?

NotebookLM recebe melhorias nos resumos em áudio (imagem: divulgação/Google)

Os chamados Overviews funcionam como cadernos inteligentes turbinados com IA, que sintetizam informações armazenadas pelo usuário. O recurso pode ser útil para quem quer entender rapidamente os principais conceitos de um material sem precisar percorrer todo o conteúdo original.

Com a adição dos resumos em vídeo, no final de julho, o NotebookLM se tornou capaz de transformar textos densos em slides narrados. Segundo o Google, estudantes, pesquisadores e até entusiastas de novos temas podem se beneficiar da novidade, seja para revisar aulas extensas, compreender pesquisas acadêmicas ou simplificar tutoriais complexos.

O que muda nos resumos em áudio?

Até então, os áudios ofereciam versões resumidas, com foco apenas em pontos destacados. Com a atualização, eles passam a apresentar discussões completas, conectando ideias de diferentes fontes e fornecendo análises mais profundas. Assim como nos vídeos, esse avanço também cobre mais de 80 idiomas, incluindo o português.

Apesar da ampliação, a plataforma ainda manterá a possibilidade de gerar resumos mais curtos, voltados para situações em que o usuário precise apenas de uma visão rápida. Dessa forma, cada pessoa poderá escolher entre um conteúdo detalhado ou uma versão compacta, de acordo com a sua necessidade.

As mudanças começaram a ser liberadas globalmente nesta semana e devem chegar a todos os usuários nos próximos dias.

Google NotebookLM ganha resumos em vídeo em português

Google NotebookLM ganha resumos em vídeo em português
Fonte: Tecnoblog

Relógio do Google começa a receber nova interface com elementos do Material 3 Expressive

Relógio do Google começa a receber nova interface com elementos do Material 3 Expressive

Na jornada para a estreia do Android 16 QPR1, o Google iniciou a liberação da interface redesenhada com base na linguagem Material 3 Expressive para mais um aplicativo: o relógio da gigante das buscas. O visual repaginado segue as diretrizes vistas nas atualizações de outros apps, com cores vivas e elementos mais reativos, mas curiosamente parece estar incompleta no momento, em relação ao que vazamentos apontaram.A novidade foi notada pelo usuário do Telegram @mosatoru, e posteriormente confirmada pelo portal Android Authority, estando presente no canal amplo estável de distribuição do app, na versão 8.1 presente na Play Store. Como esperado, o visual é o destaque do update, munido dos elementos do Material 3 Expressive.

Além de uma paleta de cores mais intensa e variada, presentes por toda a interface, a atualização embarca ajustes em diversas áreas, a começar pela seção de alarmes. Junto a demonstrações mais claras de que um alarme está ou não ativado, há uma tela mais limpa para configurá-los, e até a adição de imagens de fundo personalizáveis.Clique aqui para ler mais

Relógio do Google começa a receber nova interface com elementos do Material 3 Expressive
Fonte: Tudocelular

Apple pode adotar o Gemini do Google em nova versão da Siri

Apple pode adotar o Gemini do Google em nova versão da Siri

Nova versão da Siri poderá ser lançada no próximo ano (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

A Apple estuda integrar IA do Google em uma versão futura da Siri, usando modelos como o Gemini.
A empresa também considera alternativas com Anthropic e OpenAI, explorando o uso do Claude e ChatGPT para melhorar a assistente.
A mudança pode impactar a privacidade e a relação entre Apple e Google, que já envolve uma colaboração com o Safari.

A Apple estaria considerando usar modelos de inteligência artificial do Google em uma futura versão da Siri. A iniciativa faria parte de uma estratégia mais ampla para recuperar espaço no campo da IA generativa, em que a empresa teria entrado depois de concorrentes e enfrentado dificuldades em avançar.

De acordo com pessoas familiarizadas com assunto, ouvidas pela agência Bloomberg, a companhia teria se aproximado do Google para avaliar a criação de um modelo customizado baseado no Gemini, que rodaria nos servidores da própria Apple.

Caso o projeto fosse adiante, a nova Siri poderia ser lançada no próximo ano. Em paralelo, a empresa também teria explorado alternativas com a Anthropic e a OpenAI, cogitando o uso do Claude ou ChatGPT como possíveis motores da assistente.

Siri pode mesmo migrar para modelos externos?

Ainda não há uma definição sobre o caminho a seguir. A Apple estaria avaliando duas versões distintas: uma, chamada de Linwood, apoiada em modelos internos; outra, batizada de Glenwood, que usaria tecnologia de terceiros. Essa espécie de “disputa interna” ajudaria a decidir se a companhia continuaria investindo em seus próprios sistemas ou se buscaria apoio externo.

Executivos envolvidos no projeto — como Craig Federighi, chefe de software, e Mike Rockwell, responsável pelo Vision Pro — estariam defendendo que uma parceria poderia acelerar a correção de limitações da Siri e viabilizar funções que haviam sido prometidas, mas adiadas por problemas técnicos. A atualização da assistente, inicialmente prevista para o último ano, teria sido empurrada para frente por falhas de engenharia.

Siri poderia receber um avanço significativo (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Impactos de uma parceria com o Google

Um eventual acordo se somaria à já existente colaboração entre Apple e Google, que envolve o uso do buscador como padrão no Safari em troca de bilhões de dólares anuais. Essa relação, contudo, estaria sob escrutínio do Departamento de Justiça dos EUA por questões antitruste, o que poderia adicionar complexidade a um novo entendimento.

Para os usuários, a adoção do Gemini poderia significar uma Siri mais avançada em compreensão de linguagem e execução de tarefas, além de maior integração com os recursos do Apple Intelligence.

No entanto, a mudança também levantaria questionamentos sobre privacidade, já que a empresa tradicionalmente buscaria manter o controle sobre os modelos que rodam diretamente nos dispositivos. Fontes indicam que, caso a parceria fosse confirmada, os modelos externos seriam processados em servidores privados da Apple, e não nos aparelhos dos consumidores.

Enquanto isso, a equipe interna de modelos da companhia enfrentaria turbulências. O arquiteto-chefe Ruoming Pang teria deixado a empresa rumo à Meta com uma remuneração milionária, e vários colegas também estariam buscando novas oportunidades.

Ainda que nada esteja definido, apenas a possibilidade de integração com o Gemini já movimentou o mercado, com alta nas ações da Apple do Google nos Estados Unidos. Analistas avaliam que, embora a empresa da maçã raramente seja a primeira a adotar novas tecnologias, sua estratégia costuma envolver movimentos calculados para entregar produtos considerados mais maduros.
Apple pode adotar o Gemini do Google em nova versão da Siri

Apple pode adotar o Gemini do Google em nova versão da Siri
Fonte: Tecnoblog

Calculadora do Google é atualizada com novo visual baseado no Material 3 Expressive

Calculadora do Google é atualizada com novo visual baseado no Material 3 Expressive

O Google tem atualizado vários aplicativos com o novo visual Material 3 Expressive do Android 16, tais como o Chrome, o Google Mensagens, Gmail e até o Files. Agora chegou a vez da Calculadora oficial do Google ganhar o mesmo tratamento com várias melhorias visuais na versão 9.0.Conforme apontado pelo 9to5Google, o novo visual traz teclas maiores com espaçamento menor para aumentar o espaço útil da tela, uma nova fonte e também remove a borda em torno da área de resultados, tornando o visual mais imersivo.

O Google também adicionou um botão dedicado para acessar o histórico de operações da calculadora, o que elimina a necessidade de abrir o menu do aplicativo ou deslizar para baixo para ver esta opção. O gesto continua ativo.Clique aqui para ler mais

Calculadora do Google é atualizada com novo visual baseado no Material 3 Expressive
Fonte: Tudocelular

Meta congela contratações em divisão de IA após onda de novas admissões

Meta congela contratações em divisão de IA após onda de novas admissões

Mark Zuckerberg é fundador e CEO da Meta (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

A Meta congelou contratações em sua divisão de inteligência artificial na América do Norte e globalmente, afetando novos cargos e movimentações internas.
Analistas destacam que os custos bilionários com talentos de IA pressionam a rentabilidade.
Nos últimos meses, o time AGI Foundations e outras frentes de IA realizaram contratações agressivas, incluindo mais de 50 especialistas vindos de OpenAI, Google, Apple, xAI e Anthropic.

A Meta decidiu congelar novas contratações em sua divisão de inteligência artificial, poucos meses depois de liderar uma ofensiva para atrair dezenas de engenheiros e pesquisadores do setor. O bloqueio foi implementado na última semana e atinge também movimentações internas de funcionários entre equipes da unidade.

De acordo com pessoas próximas ao assunto ouvidas pelo The Wall Street Journal, a medida não tem prazo definido para terminar. Exceções à regra podem ocorrer, mas apenas com aprovação direta do diretor de IA Alexandr Wang. Procurada pelo jornal, a Meta confirmou a decisão, classificando-a como parte de um processo de “planejamento organizacional e orçamentário anual” para consolidar a estrutura do grupo.

Por que a Meta interrompeu as contratações?

A decisão ocorre em meio a uma reestruturação ampla da área de IA. A companhia dividiu o setor em quatro frentes: uma dedicada a sistemas de superinteligência, chamada TBD Lab; outra voltada a produtos de IA; uma terceira para infraestrutura; e uma quarta focada em pesquisas de longo prazo, batizada de Fundamental AI Research, que permanece praticamente inalterada.

Nos últimos meses, a Meta foi uma das empresas mais agressivas na disputa por talentos em inteligência artificial. Para atrair nomes de peso, ofereceu pacotes de remuneração que chegavam à casa dos bilhões de dólares, além de participar de reverse acquihires, prática em que startups ficam sem seus líderes estratégicos.

A aposta, no entanto, também gerou preocupação entre analistas e investidores. Os custos crescentes de oferecer ações da empresa como parte da remuneração foram apontados como um risco à capacidade de a Meta manter programas de recompra e garantir retorno a acionistas.

Meta realizou agressivas contratações nos últimos meses (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Impactos no mercado e próximos passos

A reestruturação também levou ao fim do time AGI Foundations, responsável pelos modelos de linguagem Llama, que tiveram desempenho abaixo do esperado em sua versão mais recente. Após esse episódio, Mark Zuckerberg passou a se envolver pessoalmente nas negociações, abordando diretamente pesquisadores de rivais como OpenAI, Google DeepMind e Anthropic.

Segundo documentos internos, desde abril, mais de 20 especialistas foram contratados da OpenAI, outros 13 do Google, além de profissionais vindos da Apple, da xAI e da Anthropic, totalizando mais de 50 contratações. Apesar do volume expressivo de admissões, a decisão de congelar o processo de seleção revela um momento de cautela.

Em relatório de 18 de agosto, a empresa global de serviços financeiros Morgan Stanley alertou que os gastos bilionários em talentos de IA podem tanto gerar avanços de grande valor quanto pressionar a rentabilidade das gigantes de tecnologia sem resultados imediatos.

Além do congelamento de admissões, a Meta estuda ajustes adicionais em sua divisão de inteligência artificial. Segundo fontes ouvidas pelo The New York Times, a empresa considera reduzir o tamanho das equipes, o que poderia levar à eliminação de cargos ou à realocação de funcionários para outros setores.

Meta congela contratações em divisão de IA após onda de novas admissões

Meta congela contratações em divisão de IA após onda de novas admissões
Fonte: Tecnoblog

Google vai usar energia de reator nuclear em data centers

Google vai usar energia de reator nuclear em data centers

Google terá créditos de energia limpa nos EUA (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

O Google anunciou um acordo para receber energia de um reator nuclear de nova geração que será construído em Oak Ridge, Tennessee (EUA). A iniciativa é fruto de uma parceria com a Tennessee Valley Authority (TVA), empresa pública responsável pelo fornecimento de eletricidade na região.

A expectativa é que, a partir de 2030, a usina desenvolvida pela Kairos Power abasteça data centers da companhia no Tennessee e no Alabama. Esse é o primeiro contrato firmado por uma concessionária de energia dos Estados Unidos para aquisição de eletricidade proveniente de uma tecnologia nuclear avançada.

Por que esse projeto é diferente?

Grande parte da matriz nuclear norte-americana é formada por usinas construídas há décadas, que enfrentam dificuldades para competir com fontes mais baratas, como gás natural e energias renováveis. O projeto da Kairos Power, chamado Hermes 2, adota um modelo de pequeno reator modular com capacidade de 50 MW, baseado no uso de sal fluoreto fundido como refrigerante em vez da água.

Essa tecnologia permite operar em baixa pressão, reduzindo a necessidade de estruturas de contenção de grande porte e, consequentemente, os custos de construção. Caso seja bem-sucedida, pode abrir caminho para uma nova fase da energia nuclear no país, que busca diversificar sua matriz e suprir a alta demanda elétrica impulsionada pela digitalização e pela IA.

Oak Ridge, local escolhido para a instalação, tem importância histórica no setor: foi sede do Projeto Manhattan, responsável pelo desenvolvimento das primeiras armas atômicas. Hoje, a cidade se tornou um polo de pesquisa e inovação em energia nuclear, concentrando investimentos em soluções consideradas mais seguras e sustentáveis.

Como vai funcionar a parceria?

Parceria é estratégica para garantir energia limpa à infraestrutura digital do Google (imagem: reprodução/Google)

A meta anunciada é chegar a 500 MW de capacidade nuclear instalada até 2035, suficiente para atender aproximadamente 350 mil residências. Esse volume representaria uma fração da atual capacidade nuclear dos Estados Unidos, que em 2024 contava com 94 reatores em operação e cerca de 97 GW totais — responsáveis por quase 20% da eletricidade do país.

Além de receber a energia gerada, o Google terá direito aos certificados de atributos ambientais, que funcionam como créditos de energia limpa. Esse mecanismo permite que empresas compensem seu consumo em redes que ainda contam com fontes fósseis, ao mesmo tempo em que geram receita adicional para projetos livres de carbono.

Amanda Peterson Corio, diretora de energia do Google, afirmou que a cooperação com a TVA e a Kairos Power é estratégica para garantir energia firme e limpa à infraestrutura digital da companhia. Já o secretário de Energia dos EUA, Chris Wright, destacou que o avanço de reatores nucleares de quarta geração será essencial para manter a liderança do país em inteligência artificial e no setor energético.

No momento, não há usinas nucleares avançadas disponíveis comercialmente nos Estados Unidos. Por isso, o projeto Hermes 2 é visto como um teste para avaliar a viabilidade dessa tecnologia em larga escala.

Com informações da Reuters e do The Verge
Google vai usar energia de reator nuclear em data centers

Google vai usar energia de reator nuclear em data centers
Fonte: Tecnoblog

Google lança Android 16 QPR2 Beta 1 com melhorias no modo escuro e segurança

Google lança Android 16 QPR2 Beta 1 com melhorias no modo escuro e segurança

Embora o grande foco do evento realizado ainda ontem (20) tenha sido seus novos dispositivos – Pixel 10, Pixel Watch 4 e Pixel Buds 2a –, o Google também aproveitou a ocasião para liberar a primeira versão beta do Android 16 QPR2.

A novidade traz mudanças para o modo escuro, melhorias em segurança e vários outros detalhes interessantes.Com previsão de ter sua versão estável liberada apenas no final do ano, a QPR2 do Android 16 marca a chegada do segundo lançamento trimestral do sistema operacional.Clique aqui para ler mais

Google lança Android 16 QPR2 Beta 1 com melhorias no modo escuro e segurança
Fonte: Tudocelular

Celulares Android poderão se tornar agentes de IA poderosos em breve

Celulares Android poderão se tornar agentes de IA poderosos em breve

O Google está trabalhando na atualização QPR2 do Android 16, que promete trazer avanços significativos para os smartphones. A principal novidade será a introdução de recursos de inteligência artificial capazes de agir de forma mais proativa dentro do sistema.

Além disso, o update incluirá um novo modelo de controle parental, pensado para oferecer maior flexibilidade em diferentes contextos familiares.Segundo informações divulgadas pelo Android Authority, a atualização QPR2 do Android 16 deve ser liberada nas próximas semanas. O objetivo é ampliar as funcionalidades do sistema, indo além de ajustes visuais e de desempenho. A aposta da empresa está na combinação de um assistente mais inteligente com ferramentas de supervisão mais simples e acessíveis.Clique aqui para ler mais

Celulares Android poderão se tornar agentes de IA poderosos em breve
Fonte: Tudocelular