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Como permitir a instalação de apps de fontes desconhecidas no Android

Como permitir a instalação de apps de fontes desconhecidas no Android

(Imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Habilitar a instalação de aplicativos de fontes desconhecidas no Android é uma saída para baixar softwares que não estão disponíveis na Google Play Store, mas que podem ser do interesse do usuário. Alguns exemplos são apps em versão beta ou programas com restrições regionais.

O procedimento para permitir o download de apps de fontes desconhecidas varia de acordo com a versão do Android e a interface da fabricante do seu celular. A configuração pode ser feita no menu de Aplicativos ou na seção de Privacidade, a depender do modelo de telefone usado.

Neste tutorial, o Tecnoblog mostra o passo a passo para permitir a instalação de apps em smartphones Samsung, Motorola e Xiaomi.

Vale ressaltar que essa prática pode trazer riscos para o seu dispositivo. Portanto, certifique-se de que a fonte pretendida é confiável antes de realizar o download.

ÍndiceComo permitir a instalação de apps de fontes desconhecidas no Samsung1. Acesse as configurações do celular Samsung2. Toque em “Aplicativos” para ver mais opções3. Abra o menu “Acesso especial” de aplicativos4. Toque em “Instalar apps desconhecidos” no celular Samsung5. Selecione mais apps para permitir o download fora da Play Store e Galaxy StoreComo permitir a instalação de apps de fontes desconhecidas no Motorola1. Acesse as configurações do seu celular Motorola2. Toque em “Apps e notificações” do celular3. Selecione “Acesso especial a apps” do Motorola4. Toque em “Instalar apps desconhecidos” no Motorola5. Libere apps para fazer download de fontes desconhecidas no MotorolaComo permitir a instalação de apps de fontes desconhecidas no Xiaomi1. Abra as configurações do seu celular Xiaomi2. Acesse “Proteção de Privacidade” do celular Xiaomi3. Toque em “Instalar apps desconhecidos” no celular Xiaomi4. Selecione o app para permitir o download de fontes desconhecida5. Ative a opção “Permitir desta fonte” no celular XiaomiPor que não consigo permitir a instalação de apps de fontes desconhecidas no Android?É perigoso instalar apps de fontes desconhecidas no Android?Qual a importância de instalar somente aplicativos de fontes confiáveis?É possível instalar apps de fontes desconhecidas no iPhone?

Como permitir a instalação de apps de fontes desconhecidas no Samsung

1. Acesse as configurações do celular Samsung

Abra o app “Config.” para acessar as configurações do seu celular Samsung.

Acessando o aplicativo “Config.” no celular Samsung (Imagem: Reprodução/Samsung)

2. Toque em “Aplicativos” para ver mais opções

Desça a tela de configurações e toque em “Aplicativos” para ver detalhes dos apps instalados no seu celular.

Abrindo o menu “Aplicativos” no celular Samsung (Imagem: Reprodução/Samsung)

3. Abra o menu “Acesso especial” de aplicativos

Toque no ícone de três pontos, no canto superior direito da tela, e selecione a opção “Acesso especial” para abrir um novo menu.

Abrindo o menu “Acesso especial” no celular Samsung (Imagem: Reprodução/Samsung)

4. Toque em “Instalar apps desconhecidos” no celular Samsung

Desça a tela e toque em “Instalar apps desconhecidos” para ver as opções de aplicativos que podem ser usados para baixar apps de fora da Google Play.

Acessando o menu “Instalar apps desconhecidos” no celular Samsung (Imagem: Reprodução/Samsung)

5. Selecione mais apps para permitir o download fora da Play Store e Galaxy Store

Ative a chave ao lado dos softwares a partir dos quais você quer permitir o download de apps no seu celular Samsung. Por exemplo: Meus Arquivos, Google Drive e navegadores (Google Chrome, Samsung Internet).

Selecionando os aplicativos que podem instalar apps de fontes desconhecidas (Imagem: Reprodução/Samsung)

Como permitir a instalação de apps de fontes desconhecidas no Motorola

1. Acesse as configurações do seu celular Motorola

Abra o app “Configurar” para ver as opções de configurações do celular Motorola.

Acessando o app “Configurar” do celular Motorola (Imagem: Reprodução/Motorola)

2. Toque em “Apps e notificações” do celular

Selecione a opção “Apps e notificações” para ver mais detalhes.

Acessando o menu “Apps e notificações” (Imagem: Reprodução/Motorola)

3. Selecione “Acesso especial a apps” do Motorola

Desça a tela e toque em “Acesso especial a apps” para ver outras opções de configurações.

Importante: em versões mais antigas do Android para celulares Motorola, é necessário tocar em “Avançado” para visualizar a opção.

Abrindo o menu “Acesso especial a apps” (Imagem: Reprodução/Motorola)

4. Toque em “Instalar apps desconhecidos” no Motorola

Desça a tela e toque na opção “Instalar apps desconhecidos” para acessar os aplicativos que permitem fazer download de fontes de terceiros.

Acessando o menu “Instalar apps desconhecidos” (Imagem: Reprodução/Motorola)

5. Libere apps para fazer download de fontes desconhecidas no Motorola

Na próxima tela, você verá as sugestões de apps que permitem o download de fontes desconhecidas. Toque em cima do aplicativo e, depois, ative a chave “Permitir desta fonte” para liberar baixar apps de fora da Google Play.

Selecionando o aplicativo e ativando a função “Permitir desta fonte” para realizar download de apps desconhecidos (Imagem: Reprodução/Motorola)

Como permitir a instalação de apps de fontes desconhecidas no Xiaomi

1. Abra as configurações do seu celular Xiaomi

Arraste o dedo do topo da tela para baixo e abra o menu rápido do celular Xiaomi. Depois, toque no ícone de engrenagem para acessar as configurações do telefone.

Abrindo as configurações no celular Xiaomi (Imagem: Reprodução/Xiaomi)

2. Acesse “Proteção de Privacidade” do celular Xiaomi

Desça a tela e toque em “Proteção de Privacidade” para ver mais opções de configurações do celular Xiaomi. Em seguida, role a tela novamente e selecione “Outras Permissões”.

Acessando os menus “Proteção de Privacidade” e “Outras permissões” no celular Xiaomi (Imagem: Reprodução/Xiaomi)

3. Toque em “Instalar apps desconhecidos” no celular Xiaomi

Toque em “Instalar apps desconhecidos” para acessar mais configurações do celular Xiaomi.

Acessando o menu “Instalar apps desconhecidos” no celular Xiaomi (Imagem: Reprodução/Xiaomi)

4. Selecione o app para permitir o download de fontes desconhecida

Toque em cima do app que você quer autorizar o download de fontes desconhecidas. Por exemplo, o navegador Google Chrome.

Selecionando o aplicativo que irá permitir instalar apps desconhecidos no celular (Imagem: Reprodução/Xiaomi)

5. Ative a opção “Permitir desta fonte” no celular Xiaomi

Ative a chave “Permitir desta fonte” e, depois, confirme a ação tocando no botão “OK”. Agora, você pode usar o app selecionado para baixar aplicativos de fora da Google Play Store.

Importante: você tem 10 segundos para confirmar a ação ou a alteração não será realizada.

Ativando a chave “Permitir desta fonte” para permitir instalar apps desconhecidos usando um aplicativo do celular (Imagem: Reprodução/Xiaomi)

Por que não consigo permitir a instalação de apps de fontes desconhecidas no Android?

Os principais pontos que podem impedir a alteração da configuração para instalar apps de fontes desconhecidas no Android são:

Restrições do Android: versões mais recentes do Android ou da interface adotada pelas fabricantes do celular podem ter restrições adicionais que impedem a alteração da configuração de segurança do telefone;

App incompatível: o aplicativo que você deseja autorizar não é compatível com a função de download e instalação de APK de fora da Google Play. Tente outro app para a ação;

Política da empresa: celulares corporativos podem ter configurações que impedem a instalação de apps de fontes desconhecidas por questão de segurança de dados. É necessário solicitar a autorização para o departamento de TI;

Erro do Android: um problema no sistema operacional do celular pode bloquear a opção para autorizar o download de fontes desconhecidas. Você pode atualizar o software, reiniciar ou, em último caso, formatar o celular para corrigir o erro.

É perigoso instalar apps de fontes desconhecidas no Android?

Sim. Apps de fontes desconhecidas não passam pela análise de segurança do Google. Assim, criminosos podem disponibilizar versões modificadas de aplicativos com malwares que monitoram e roubam os dados da pessoa.

A melhor maneira de manter o seu Android seguro é baixando os apps pela Google Play Store. Em outros casos, a recomendação é fazer download do APK somente de fontes oficiais dos desenvolvedores.

Qual a importância de instalar somente aplicativos de fontes confiáveis?

Os apps da Play Store ou de fontes diretas de desenvolvedores passam por um rígido controle de segurança e qualidade antes de serem disponibilizados para o público. Ou seja, eles precisam cumprir um conjunto de regras para serem aprovados pela loja de aplicativos do Google.

Isso garante que os apps não tenham malware ou qualquer arquivo malicioso que possa roubar dados ou causar problemas de privacidade. Eles também são obrigados a informar quais informações coletam dos usuários e o tipo de uso pretendido com tais dados.

É possível instalar apps de fontes desconhecidas no iPhone?

O iPhone não permite a instalação de apps de fora da App Store no Brasil. Segundo a Apple, a prática de baixar aplicativos de fontes externas compromete a segurança dos dados do usuário e a confiabilidade dos smartphones.

Apenas os usuários europeus de iPhone podem fazer download de apps de fontes alternativas por conta das regras da União Europeia. Com isso, é possível baixar os softwares de diferentes lojas de aplicativos e diretamente do site do desenvolvedor.
Como permitir a instalação de apps de fontes desconhecidas no Android

Como permitir a instalação de apps de fontes desconhecidas no Android
Fonte: Tecnoblog

Google vai usar machine learning para melhorar barra de endereços do Chrome

Google vai usar machine learning para melhorar barra de endereços do Chrome

Algoritmos antigos da Omnibox foram feitos manualmente (Imagem: Vitor Pádua / Tecnoblog)

A versão 124 do Chrome para Windows, macOS e ChromeOS contará com recursos de aprendizagem de máquina (machine learning) para ajudar usuários a localizar abas abertas ou favoritos, voltar a páginas visitadas e encontrar informações.

No blog do Chromium (projeto de código aberto que serve de base para Chrome, Edge e outros navegadores), o engenheiro de software Justin Donnelly explica como foi o trabalho da equipe para aperfeiçoar esta parte do browser.

A barra de endereços do Chrome (também conhecida como Omnibox) funciona com base em pontuação. Cada sugestão recebe pontos, levando em consideração alguns parâmetros. As sugestões com mais pontos aparecem para o usuário.

Até agora, o sistema usava fórmulas desenvolvidas e ajustadas manualmente. Ele funcionava bem, principalmente com endereços de sites e termos de pesquisa, mas era inflexível e não se adaptava bem a novos cenários.

Aprendizagem de máquina descobriu que nem sempre um site visitado recentemente é relevante (Imagem: Bruno Gall De Blasi / Tecnoblog)

Machine learning melhora sistema de pontuação

A aprendizagem de máquina permite analisar uma série de dados, em escalas impossíveis para seres humanos. Com isso, ela consegue ajustar o sistema de pontuação considerando detalhes que passavam despercebidos para os programadores.

Donnelly dá um exemplo. O time de desenvolvimento do Chrome entendia que o tempo desde a última visita a um site era inversamente proporcional à sua relevância. Em outras palavras, uma página acessada há alguns minutos é mais relevante para o usuário do que uma acessada há meses.

A aprendizagem de máquina, porém, revelou que nem sempre isso é verdade. Se a última visita a uma página foi há pouquíssimo tempo, coisa de segundos, dificilmente é ela que o usuário quer encontrar ao digitar alguma coisa na Omnibox.

O algoritmo conseguiu perceber isso porque, muitas vezes, a barra sugeria um site visitado há alguns minutos. O usuário aceitava, mas voltava à Omnibox logo em seguida — sinal de que não era aquilo que ele estava procurando.

“Acreditamos que os novos modelos de machine learning abrirão novas possibilidades para aperfeiçoar a experiência do usuário e incorporar novos sinais, como levar em consideração o período do dia para melhorar a relevância”, adianta Donnelly.

“Com o novo sistema de pontuação, podemos coletar sinais mais recentes, refazer o treinamento, avaliar os resultados e implementar novos modelos periodicamente”, completa o engenheiro.

Com informações: Chromium Blog, Android Police
Google vai usar machine learning para melhorar barra de endereços do Chrome

Google vai usar machine learning para melhorar barra de endereços do Chrome
Fonte: Tecnoblog

Google une setores do Android, Chrome e Pixel para acelerar projetos de IA

Google une setores do Android, Chrome e Pixel para acelerar projetos de IA

Google (Imagem: Vitor Pádua / Tecnoblog)

Resumo

O Google anunciou a fusão dos setores responsáveis por Pixel, Chrome e Android em uma única divisão chamada Plataformas e Dispositivos, sob a liderança de Rick Osterloh.
O CEO Sundar Pichai destacou num email que essa estratégia também busca uma integração mais efetiva e rápida com as tecnologias de IA.
A reestruturação acontece em um contexto em que concorrentes como Samsung, Apple, Oppo e OnePlus estão intensificando suas integrações de IA em dispositivos, motivando o Google a fortalecer suas próprias ofertas.
A nova divisão não só incluirá Pixel, Chrome e Android, mas também outros serviços como Google Fotos, ChromeOS, WearOS e Google Drive, indicando uma potencial maior coesão e integração de IA em uma ampla gama de produtos.

O Google comunicou nesta quinta-feira (18) que está unindo os setores responsáveis pelo Pixel, Chrome e Android, além de realizar mudanças na área de IA. Num email aos funcionários, o CEO Sundar Pichai afirmou que a fusão entre esses setores visa acelerar o desenvolvimento desses produtos. Essa estratégia também almeja facilitar a integração entre seus dispositivos, incluindo com o Gemini, sua IA generativa.

Por falar em inteligência artificial, a empresa também está reformulando as divisões que trabalham nessa tecnologia. Setores como o de Responsabilidade e IA (esse é o nome) serão absorvido pelo Google DeepMind. Mais do que o assunto do momento, a IA também é o motivo pelo qual a big tech está fazendo algumas mudanças na casa.

Google une setores pela integração com IA

Ao colocar Android, Chrome e Pixel sob o mesmo teto, o Google espera que as integrações desses produtos com sua IA seja mais efetiva — e rápida. Por anos, a big tech optou por manter Android e o setor de hardwares, que é responsável pelo Pixel e outros dispositivos, separados para evitar um possível favorecimento entre o sistema operacional e seus produtos.

Android agora faz parte da divisão Plataformas e Dispositivos, que pode melhorar sua integração com IA e outros produtos do Google (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Agora, com a Samsung forte com o Galaxy AI, Apple correndo para lançar uma inteligência artificial integrada ao iPhone e o Gemini Ultra equipando os smartphones da Oppo e OnePlus, é hora de mudar de opinião para não ficar para trás.

Contudo, não é só o Google que deve se beneficiar disso. Os Pixels servem mais como uma plataforma de testes do que um produto feito para destronar a Apple e Samsung. Assim, um Android ou ChromeOS mais integrado com IA é um produto atrativo, evitando que essas companhias sigam para a OpenAI e Microsoft para incluir inteligência artificial em seus produtos.

A nova divisão, batizada de Plataformas e Dispositivos (P&D), também terá os setores responsáveis pelo Google Fotos, ChromeOS, WearOS e Google Drive. Vários produtos digitais que estarão sob responsabilidade de Rick Osterloh, que antes era vice-presidente sênior de dispositivos e serviços.

Hiroshi Lockheimer, ex-diretor da divisão de softwares e uma das “cabeças” do Android, será alocado para outros projetos dentro do Google, os quais não foram divulgados.

Com informações: The Verge, 9to5Google e AndroidPolice
Google une setores do Android, Chrome e Pixel para acelerar projetos de IA

Google une setores do Android, Chrome e Pixel para acelerar projetos de IA
Fonte: Tecnoblog

Como baixar o WhatsApp em um PC com Windows 7

Como baixar o WhatsApp em um PC com Windows 7

Logo do WhatsApp (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Baixar o WhatsApp em um PC com Windows 7 é o processo de download do mensageiro em um computador que está executando a versão mais antiga do sistema operacional da Microsoft.

Como o aplicativo oficial não está disponível para essa versão do Windows, é necessário que o usuário acesse o WhatsApp Web e permita a instalação da extensão na própria barra de pesquisa do Google Chrome. O ícone do mensageiro será exibido na sua área de trabalho.

A seguir, saiba como usar o WhatsApp em um computador com Windows 7 e tire suas dúvidas.

Índice1. Acesse o WhatsApp Web pelo navegador Google Chrome2. Baixe o WhatsApp pelo navegador Google Chrome3. Clique em “Instalar” para concluir o download do WhatsApp4. Faça login na sua conta do WhatsApp5. Crie um atalho para o WhatsApp Web para Windows 7É possível baixar o aplicativo do WhatsApp em um PC com Windows 7?O aplicativo do WhatsApp está disponível em quais versões do Windows?Qual a diferença entre o WhatsApp Web e o WhatsApp Desktop?Posso usar o WhatsApp Business em um PC com Windows 7?Dá para desinstalar o WhatsApp em um PC com Windows 7?

1. Acesse o WhatsApp Web pelo navegador Google Chrome

Acesse web.whatsapp.com usando o navegador Google Chrome no seu PC com Windows 7.

Digite ‘web.whatsapp.com” (sem aspas) na barra de endereço para acessar o site do WhatsApp (Imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

2. Baixe o WhatsApp pelo navegador Google Chrome

Clique no ícone “Instalar WhatsApp Web”, no canto direito da barra de endereço do Google Chrome, para baixar o WhatsApp no Windows 7.

Toque no ícone de download, na barra de endereço do Google Chrome, para baixar o aplicativo WhatsApp Web (Imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

3. Clique em “Instalar” para concluir o download do WhatsApp

Clique no botão “Instalar”, na janela pop up do Google Chrome, para confirmar a instalação do WhatsApp Web.

Confirme o download do WhatsApp clicando no botão “Instalar” (Imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

4. Faça login na sua conta do WhatsApp

Uma nova janela abrirá após o download do WhatsApp no Windows 7 via Google Chrome. Siga as instruções na tela para fazer o login na sua conta no mensageiro da Meta usando o QR Code de autenticação.

Importante: seu celular e seu computador devem estar conectados na mesma rede Wi-Fi para realizar o login. É possível fazer a autenticação usando os dados móveis, mas o processo pode ser mais lento.

Use o app do WhatsApp no seu celular para escanear o QR code de autenticação (Imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

5. Crie um atalho para o WhatsApp Web para Windows 7

Caso o WhatsApp Web não crie um atalho na área de trabalho do Windows 7, você deve fazer manualmente. Então, clique em “Iniciar”, ícone do Windows no canto inferior esquerdo na barra de tarefas, e acesse “Todos os Programas”.

Abra a pasta “Apps do Chrome” e clique com o botão direito do mouse em cima do programa “WhatsApp Web”. Por fim, selecione a opção “Criar atalho na área de trabalho” ou “Fixar na barra de tarefas”.

Acesse o menu Iniciar do Windows 7 para criar um atalho para o app WhatsApp Web (Imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

É possível baixar o aplicativo do WhatsApp em um PC com Windows 7?

Não. A versão oficial do WhatsApp Desktop para PCs com Windows 7 foi descontinuada em 2016. Dessa forma, usar a extensão do Google Chrome é a única forma legal de instalar o mensageiro no antigo sistema operacional da Microsoft.

É importante dizer que o Google encerrou o suporte para o navegador Chrome no Windows 7 em fevereiro de 2023. Com isso, o software deixou de receber atualizações importantes que podem impactar no desempenho e na segurança durante a navegação.

O aplicativo do WhatsApp está disponível em quais versões do Windows?

Você consegue instalar WhatsApp no PC a partir do Windows 10.1 (versão 1903 de 64 bits) ou superior, incluindo o Windows 11. Você pode baixar gratuitamente o app para Desktop do mensageiro pela Microsoft Store.

Qual a diferença entre o WhatsApp Web e o WhatsApp Desktop?

O WhatsApp Web é uma versão do mensageiro que pode ser acessada em qualquer navegador. Você não precisa instalar nenhum programa no seu PC, mas você terá acesso a recurso mais “básicos” do mensageiro, como envio e recebimento de mensagens, por exemplo.

Já o WhatsApp Desktop é um app para PC Windows que oferece uma experiência semelhante à versão para celulares. Ele oferece alguns recursos a mais do que a versão web, como notificações na área de trabalho e suporte para chamadas de áudio e vídeo.

Posso usar o WhatsApp Business em um PC com Windows 7?

Sim, você pode conectar uma conta do WhatsApp Business ao WhatsApp Web para Windows 7. O mensageiro não exige o uso de versões diferentes do app para acessar as contas comerciais no PC.

Para fazer login no WhatsApp Web com uma conta Business, você deve escanear o QR Code de autenticação com o app WA Business no celular. Embora seja possível gerenciar as conversas diretamente pelo PC, a versão web possui recursos limitados.

Dá para desinstalar o WhatsApp em um PC com Windows 7?

Para desinstalar o WhatsApp Web no Windows 7, clique em “Iniciar”, ícone do Windows no canto inferior esquerdo da barra de tarefas, e vá até “Todos os programas”.

Abra a pasta “Apps do Chrome” e clique com o botão direito do mouse em cima do app “WhatsApp Web”. Então, selecione a opção “Desinstalar” para excluir o aplicativo do seu PC com Windows 7.
Como baixar o WhatsApp em um PC com Windows 7

Como baixar o WhatsApp em um PC com Windows 7
Fonte: Tecnoblog

Google promete apagar os dados coletados na aba anônima do Chrome

Google promete apagar os dados coletados na aba anônima do Chrome

Google Chrome coletou por anos dados de usuários em navegação anônima (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

O Google se comprometeu a apagar ou alterar dados coletados em modo anônimo do navegação Chrome após condenação por monitorar usuários. A medida deve beneficiar quase de 140 milhões de pessoas.
A empresa foi multada em US$ 5 bilhões por violar privacidade na Califórnia, nos Estados Unidos, devido à vigilância na aba anônimo. O processo judicial foi iniciado em 2020.
Inicialmente, o Google informava incorretamente que não salvava dados de navegação anônima, mas usava essas informações para direcionar anúncios pelo Google Ads.
Como parte do acordo de dezembro de 2023, além da multa, a empresa permite que o bloqueio de cookies de terceiros seja ativado por padrão no modo anônimo por cinco anos.
Um porta-voz do Google alegou que os dados coletados no modo anônimo não eram vinculados a contas de usuários.

O Google se propôs a apagar ou descaracterizar dados coletados no modo de navegação anônima do navegador Chrome. A decisão, anunciada nesta segunda-feira (1º), faz parte do processo em que a empresa foi condenada por monitorar a atividade de usuários usando a aba anônima. Caso a proposta do Google seja aprovada pela Justiça da Califórnia, nos Estados Unidos, quase 140 milhões de usuários serão beneficiados pela decisão.

No fim do ano passado, o Google concordou em pagar uma multa de US$ 5 bilhões por ter vigiado os usuários mesmo na aba anônima. Simplificando e resumindo o processo, o caso da big tech se assemelha muito a uma propaganda enganosa. Pouco depois da repercussão do caso, cujo processo foi aberto em 2020, o Google passou a informar no modo anônimo que alguns dados podiam ser coletados.

O Google afirmava na tela inicial da janela anônima que não salvava dados da navegação. No entanto, a big tech rastreava e registrava as atividades dos usuários. Com esses dados, a empresa geria informações para o Google Ads, o que permitia entregar anúncios direcionados para os usuários.

Google omitia informação de que coletava dados do usuário para seus serviços (Imagem: Reprodução/Tecnoblog)

Valor oficial da multa é de US$ 5 bilhões

Em dezembro de 2023, o Google aceitou um acordo para encerrar o processo. Com isso, a big tech pagará uma multa de US$ 5 bilhões (R$ 25 bilhões) por violar a legislação da Califórnia sobre privacidade e grampo telemático. Os autores da ação coletiva poderão pedir o pagamento de uma indenização por danos. Até o momento, 50 pessoas já pediram essa indenização.

Segundo um porta-voz do Google, os dados coletados durante a navegação anônima não eram associados a usuários — o que contradiz a informação de que 136 milhões de conta foram afetadas. Outra parte do acordo exige que a big tech permita, pelo período de cinco anos, que o bloqueio de cookies de terceiros seja ativado por padrão no modo de navegação anônima. Isso impede que o Google rastreie as atividades dos usuários do Chrome neste modo.

Com informações: The Verge
Google promete apagar os dados coletados na aba anônima do Chrome

Google promete apagar os dados coletados na aba anônima do Chrome
Fonte: Tecnoblog

Chrome para Windows ganha suporte nativo a chips Arm

Chrome para Windows ganha suporte nativo a chips Arm

Google Chrome já era compatível com Arm no macOS e no ChromeOS (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

O Google anunciou que o Chrome agora conta com uma versão otimizada para computadores com Windows e chips Arm. Segundo a empresa, a nova versão representa um salto drástico de desempenho em relação às anteriores, que precisavam de emulação para funcionar em chips com esta arquitetura.

A compatibilidade com Arm no Windows é uma notícia importante porque a Qualcomm está prestes a lançar sua nova linha de processadores com a arquitetura Arm, chamada Snapdragon X Elite, que promete desempenho superior aos chips próprios da Apple e deve estar presente na nova geração dos aparelhos Microsoft Surface.

Snapdragon X Elite chega em meados de 2024 (Imagem: Divulgação / Qualcomm)

Não por acaso, a própria Qualcomm participou do desenvolvimento e do anúncio de lançamento da nova versão do navegador do Google, mesmo que ele rode também em chips Arm de outras fabricantes.

“A nova versão do Google Chrome vai ajudar a consolidar o papel do Snapdragon X Elite como principal plataforma para PCs com Windows a partir da metade de 2024”, diz Cristiano Amon, presidente e CEO da Qualcomm, no comunicado publicado pela empresa.

O suporte à arquitetura Arm em si não é uma novidade para o Chrome. Ele tem compatibilidade nativa com este tipo de chip no macOS. Os computadores da Apple com chip próprio (M1, M2, M3 e suas variações) são baseados em Arm. O próprio ChromeOS, sistema derivado do navegador, também tem suporte a este tipo de processador, presente em alguns modelos de Chromebook.

Windows no Arm ainda não emplacou

A Qualcomm tenta, há quase uma década, aumentar sua participação no mercado de computadores com Windows, mas um grande obstáculo está justamente na compatibilidade com softwares feitos para a arquitetura x64, usada nos processadores da Intel e AMD.

Na prática, muita coisa roda como emulação, o que compromete o desempenho. A Microsoft — também interessada no Arm — vem tentando criar ferramentas para superar este desafio, como o Arm64EC, que permite que desenvolvedores portem softwares aos poucos do x64 para o Arm.

Com ele, é possível passar a parte principal de um código para o Arm, mantendo outras partes em x64, que continuam rodando com emulação. Assim, não é necessário ter o trabalho de migrar tudo de uma vez para a nova arquitetura, e a parte com compatibilidade nativa já pode garantir uma melhoria no desempenho.

A Microsoft provavelmente lançará sua nova linha de laptops em maio, em um evento antes da conferência Build, voltada a desenvolvedores. O Surface Laptop 6 e o Surface Pro 10 devem vir equipados com o novo Snapdragon X Elite.

Com informações: The Verge, Ars Technica, Qualcomm, Google
Chrome para Windows ganha suporte nativo a chips Arm

Chrome para Windows ganha suporte nativo a chips Arm
Fonte: Tecnoblog

Google Chrome terá proteção em tempo real contra phishing

Google Chrome terá proteção em tempo real contra phishing

Atualmente, Chrome usa lista armazenada no próprio aparelho para checar site (Imagem: Vitor Pádua / Tecnoblog)

O Google anunciou que o Chrome passará a contar com um recurso detecta tentativas de phishing em tempo real. Ele funciona durante a navegação, sem a necessidade de atualizar a lista do browser usada para verificar os endereços potencialmente perigosos. A ferramenta faz parte da Navegação Segura do app.

Em uma publicação em seu blog dedicado à segurança, o Google explica que, atualmente, o Chrome faz a checagem usando uma lista de sites suspeitos que fica no computador ou celular do usuário. Ela é atualizada em intervalos de 30 a 60 minutos.

Sites podem aproveitar intervalo de atualização da lista de URLs perigosas (Imagem: Divulgação / Google)

O problema é que isso não é mais suficiente, já que alguns ataques de phishing usam páginas que ficam no ar por menos de 10 minutos, tempo menor que a janela de atualização. Além disso, nem todo dispositivo tem capacidade de ficar baixando a nova lista a cada hora.

Na nova abordagem, o Chrome vai checar se a URL faz parte de um cache de páginas seguras. Se ela não estiver neste cache, o navegador fará uma verificação em tempo real, enviando informações criptografadas e anonimizadas para o servidor do Google. Caso elas coincidam com a lista atualizada da empresa, o usuário recebe um alerta.

Com o novo método, URLs que não constam no cache local serão enviadas para checagem em servidores (Imagem: Divulgação / Google)

Proteção será ativada por padrão no Chrome

A Navegação Segura do Chrome oferece dois níveis de proteção, a Padrão e a Reforçada (e claro, também existe a possibilidade de desativar o recurso). O novo método de verificação fará parte da Proteção Padrão.

A Proteção Reforçada já conta com uma verificação em tempo real, mas ela é diferente. A ferramenta usa checagens de lista em tempo real e classificações usando inteligência artificial. “Nós criamos [a Proteção Reforçada] para dar aos usuários a escolha de compartilhar mais dados em troca de uma segurança mais forte”, diz o Google.

A mais recente versão do Chrome para desktop, Android e iOS já conta com a Proteção Padrão atualizada. Para conferir seu navegador já está configurado com a Proteção Padrão, vá até “Configurações”, “Privacidade e segurança” (na barra lateral) e clique em “Segurança”. Caso ele esteja, nenhuma ação é necessária para ativar o novo recurso.

Com informações: Google Online Security, The Verge
Google Chrome terá proteção em tempo real contra phishing

Google Chrome terá proteção em tempo real contra phishing
Fonte: Tecnoblog

Chrome vai escrever textos para usuário com ajuda do Gemini

Chrome vai escrever textos para usuário com ajuda do Gemini

Google Chrome 122 traz o recurso, mas só quem está nos EUA e tem mais de 18 anos pode ativá-lo (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

O Google começou a liberar a função “Help me write” (“Ajude-me a escrever”, em tradução livre) no Chrome. Por enquanto, ela só funciona em inglês e nos EUA. O recurso usa o modelo de inteligência artificial Gemini para escrever textos seguindo instruções do usuário.

Em um dos exemplos compartilhados pelo Google, o usuário solicita que a inteligência artificial escreva uma mensagem pedindo para fazer check-in mais cedo na hospedagem, já que o avião chega às 9h. O resultado é um texto um pouco mais formal, de três linhas, que também pergunta a partir de qual horário é possível fazer check-in. O usuário pode ajustar o tamanho e o tom da mensagem.

Usuário pede o que quer e pode ajustar o tom e o tamanho do texto (Imagem: Divulgação/Google)

Segundo a empresa, o usuário pode colocar uma instrução, uma frase ou uma pergunta como ponto de partida para a IA, entre outras opções. Também dá para selecionar um texto já escrito — o Chrome copia aquele trecho para o prompt.

Por enquanto, o “Help me write” está em fase experimental, e só usuários que estão nos EUA e têm mais de 18 anos podem ativá-lo. Ele faz parte do Chrome 122 para Windows, Linux e Mac.

IA do Microsoft Edge já consegue escrever

A ferramenta não é exclusividade do Chrome. O Google já havia anunciado o “Help me write” para o Gmail, durante o Google I/O, em maio de 2023.

A concorrência também tem soluções parecidas. O Edge, da Microsoft, conta com inteligência artificial desde fevereiro de 2023. O chatbot Copilot, integrado ao navegador, pode escrever textos (em inglês, português ou outros idiomas), resumir páginas e documentos, gerar imagens e mais.

Com informações: Google, TechCrunch, The Verge
Chrome vai escrever textos para usuário com ajuda do Gemini

Chrome vai escrever textos para usuário com ajuda do Gemini
Fonte: Tecnoblog

Como salvar suas senhas no Google Chrome pelo celular ou PC

Como salvar suas senhas no Google Chrome pelo celular ou PC

Como salvar suas senhas no Google Chrome pelo celular ou PC (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

A opção de salvar senhas no Chrome é uma funcionalidade disponível no navegador do Google que permite armazenar e gerenciar suas senhas para diversos sites e serviços online. O recurso pode ser ativado no Chrome para PC ou celular, sendo útil especialmente para aqueles que têm muitas contas online ou que acessam os mesmos sites frequentemente.

Quando ativada, a função garante que o navegador memorize as senhas inseridas em sites específicos, oferecendo a opção de preencher automaticamente essas informações quando o usuário retornar a esses endereços.

No entanto, os usuários devem estar cientes dos riscos associados ao armazenamento de senhas no navegador, como a possibilidade de alguém que tenha acesso à sua conta Google ver todas as suas senhas salvas.

Entenda como ativar o salvamento de senhas a seguir.

ÍndiceComo salvar senhas no Google Chrome pelo celular1. Acesse o gerenciador de senhas do Chrome no celular2. Faça login com sua conta Google, se o Chrome pedir3. Ative a opção “Oferecer para salvar senhas” no Google ChromeComo salvar senha no Google Chrome para PC1. Abra o menu geral do Google Chrome para desktop2. Vá em “Gerenciador de senhas do Google”3. Acesse as configurações de senha do Google Chrome4. Ative a opção “Oferecer para salvar senhas” no ChromeÉ seguro salvar senhas no Google Chrome?Onde posso ver minhas senhas salvas no Google Chrome?É possível saber pelo Google Chrome se minhas senhas foram vazadas?Dá para impedir o Google Chrome de salvar minhas senhas?

Como salvar senhas no Google Chrome pelo celular

Você pode fazer o Google Chrome salvar senhas automaticamente nas versões para Android e iOS do navegador com o seguinte passo a passo.

1. Acesse o gerenciador de senhas do Chrome no celular

Abra o Google Chrome no Android e toque no ícone com três pontos no canto direito superior do navegador. Em seguida, vá em “Configurações” e em “Gerenciador de senhas”.

Se você usa o Chrome no iOS, abra o menu com símbolo de três no canto direito inferior da tela e selecione “Gerenciador de senhas”.

2. Faça login com sua conta Google, se o Chrome pedir

Você será direcionado para a tela “Gerenciador de senhas”. Ali, faça autenticação com login e senha, caso o Chrome não esteja sincronizado com a sua conta Google.

No iOS, o navegador pode solicitar login e senha ou autenticação via Face ID / Touch ID.

3. Ative a opção “Oferecer para salvar senhas” no Google Chrome

Toque no ícone de engrenagem no topo direito da área “Gerenciador de senhas” do Chrome para Android. Em seguida, ative a opção “Oferecer para salvar senhas” e toque na seta de voltar para finalizar.

Se você estiver no iPhone, toque em “Configurações”, na barra inferior. Ative a opção “Oferecer para salvar senhas” na tela seguinte e toque em “Ok”.

Com isso, o Chrome perguntará se ele deve guardar a senha sempre que você fizer login em um site novo.

Você também pode fazer a mesma configuração acessando o Gerenciador de senhas do Google, pois o serviço é sincronizado com o Chrome quando você faz login no navegador.

Como salvar senha no Google Chrome para PC

O Google Chrome permite salvar senhas no PC com os passos a seguir.

1. Abra o menu geral do Google Chrome para desktop

Abra o Chrome em seu computador e clique no botão com ícone de três pontos à direita da barra de endereços.

2. Vá em “Gerenciador de senhas do Google”

Selecione a opção “Senhas e preenchimento automático” e, dentro dela, vá em “Gerenciador de senhas do Google”.

Como alternativa, você pode digitar o comando abaixo na barra de endereços do browser para ir direto ao gerenciador de senhas:

chrome://password-manager/passwords

3. Acesse as configurações de senha do Google Chrome

Clique no botão “Configurações” localizado à esquerda da área “Gerenciador de senhas”.

4. Ative a opção “Oferecer para salvar senhas” no Chrome

Habilite a configuração “Oferecer para salvar senhas”, a primeira no menu de configurações. Isso fará o Chrome perguntar se ele deve salvar a senha sempre que você fizer login em um site novo.

Você também pode salvar senhas no Chrome manualmente clicando no botão “Adicionar” da tela “Gerenciador de senhas”.

É seguro salvar senhas no Google Chrome?

O salvamento de senhas no Chrome é considerado seguro porque o recurso é protegido durante todo o ciclo, que começa na criação da senha, passa pelo seu armazenamento e chega ao preenchimento automático dela nos sites, explica o Google. Além disso, o acesso ao gerenciador de senhas requer autenticação.

A segurança envolve ainda criptografar nome de login e senha com uma chave existente apenas no dispositivo do usuário e fazer uma verificação de endereços para evitar que o preenchimento automático funcione em sites falsos criados em ações de phishing.

Mas, como vulnerabilidades de segurança podem surgir ou sempre há o risco de o seu dispositivo ser roubado ou furtado, é prudente usar moderadamente a função de salvar senhas do Chrome, evitando o recurso em sites de bancos, investimentos, redes sociais ou serviços médicos, por exemplo.

Para sites com dados mais sensíveis, a dica é usar gerenciadores de senha dedicados, como o 1Password, pois eles tendem a ser mais seguros por exigirem uma camada adicional de segurança, que é a autenticação no próprio serviço. Eles também podem oferecer mecanismos de proteção adicionais.

Onde posso ver minhas senhas salvas no Google Chrome?

Você pode ver as senhas salvas no Chrome acessando o gerenciador de senhas do Google, que é sincronizado com o navegador. Outra opção é digitar o seguinte comando no campo de endereço se você estiver no Chrome para desktop:

chrome://password-manager/passwords

Em todos os casos, selecione um site na lista que aparece e faça autenticação para ter acesso à senha correspondente. A autenticação pode ser feita por senha, impressão digital ou biometria facial, dependendo do seu dispositivo.

Lista de senhas salvas no Chrome para Android (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

É possível saber pelo Google Chrome se minhas senhas foram vazadas?

Sim. Para saber se seus dados foram vazados, abra o Chrome em seu celular ou no computador, e acesse o Gerenciador de senhas do Google. Em seguida, vá em “Check-up de senha” e “Verificar senhas”. Faça autenticação no serviço, se o navegador solicitar. O Chrome avisará se alguma das senhas salvas vazou.

Check-up de senha do Chrome informa se houver combinações comprometidas entre as que estão salvas no navegador (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

Dá para impedir o Google Chrome de salvar minhas senhas?

Sim. Acesse o gerenciador de senhas do Google Chrome em seu celular ou computador e, nas configurações, desmarque a opção “Oferecer para salvar senhas”.

Depois disso, o navegador deixará de se oferecer para salvar senhas. Contudo, as combinações já guardadas serão mantidas, a não ser que você remova as senhas do Google Chrome.
Como salvar suas senhas no Google Chrome pelo celular ou PC

Como salvar suas senhas no Google Chrome pelo celular ou PC
Fonte: Tecnoblog

Google e Mozilla criticam Apple por novas regras para navegadores no iPhone

Google e Mozilla criticam Apple por novas regras para navegadores no iPhone

Navegadores poderão usar seus próprios motores de renderização, mas só na União Europeia (Imagem: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

Representantes de Google e Mozilla expressaram seu descontentamento com as regras da Apple para navegadores no iPhone. Para cumprir a legislação da União Europeia, a marca da maçã liberou os motores próprios de renderização de cada browser, mas isso só vai valer para os países do bloco.

Damiano DeMonte, porta-voz da Mozilla, comentou o assunto. “Estamos extremamente desapontados com o plano proposto pela Apple, que restringe o recém-anunciado BrowserEngineKit a aplicativos específicos da União Europeia”, declarou ao site The Verge.

Ele avalia que essa restrição força desenvolvedores a manter duas versões de seus navegadores: uma para a União Europeia, com o motor de renderização próprio, e outra para o resto do mundo, com o WebKit da própria Apple. “Este é um fardo que a própria Apple não terá que carregar”, dispara o representante da Mozilla.

Fora da UE, Google Chrome para iPhone é obrigado a usar o mesmo motor do Safari (Imagem: Tati Tata/Flickr)

As declarações de DeMonte receberam apoio de Parisa Tabriz, vice-presidente de engenharia do Google Chrome. “A Apple não está levando a sério a escolha de navegadores ou motores [de renderização] no iOS”, comentou em sua conta no X (antigo Twitter).

Para Tabriz, a estratégia da Apple para seguir as regras da UE é “extremamente restritiva” e não vai dar escolhas reais para os desenvolvedores de browsers. Já faz um ano que o Google trabalha em uma versão do Chrome para iOS com a engine Blink, a mesma usada em outras plataformas.

Apple obrigava a usar WebKit no iPhone

Entre as restrições do iOS, está a do motor de renderização de navegadores: todos precisam usar o WebKit do Safari. Na prática, isso significa que não há grandes diferenças entre os browsers que você encontra na App Store. Eles podem variar em interface e recursos, como sincronização, mas todos vão exibir as páginas exatamente da mesma forma.

A Apple, porém, foi obrigada a mudar isso na União Europeia, como parte das novas leis do bloco, que visam impedir que gigantes da tecnologia favoreçam seus próprios produtos e sufoquem a concorrência.

A empresa também teve que liberar o sideloading, como é conhecida a instalação de aplicativos “por fora” da loja oficial. Assim como nos navegadores, a proposta da empresa da maçã não agradou, principalmente por ela cobrar € 0,50 anualmente por usuário. Mark Zuckerberg, da Meta, e Daniel Ek, do Spotify, criticaram a companhia pelas taxas.

Com informações: The Verge, Ars Technica
Google e Mozilla criticam Apple por novas regras para navegadores no iPhone

Google e Mozilla criticam Apple por novas regras para navegadores no iPhone
Fonte: Tecnoblog